ANABB recomenda aprovação do relatório 2022 da Cassi

Publicado em: 15/04/2023

A partir do dia 17 de abril, os associados poderão se manifestar votando no relatório anual da Cassi. A ANABB participou de algumas reuniões e acompanhou os resultados econômicos e financeiros apresentados pela entidade. Por isso, recomenda que os associados votem pela aprovação do relatório.

Nesta quinta (13 de abril), a Cassi realizou uma live pelo Youtube onde fez apresentação dos resultados para os sócios. A ANABB esteve presencialmente no auditório onde a live foi transmitida, sendo representada pelos vice-presidentes Nilton Brunelli e Graça Machado.

No dia 5/4, a ANABB também participou de uma reunião com a Diretoria da Cassi e com representantes de entidades do funcionalismo em que foram apresentados os dados econômicos e financeiros da entidade; o perfil dos associados assistidos; informações sobre a rede credenciada e e sobre os novos planos lançados, além dos destaques da gestão.

Todos os associados podem votar sobre a aprovação do documento de 17 a 28 de abril.

Participe! Clique aqui para ler a íntegra do relatório Cassi 2022

Fonte: Agência ANABB

Economus Futuro: razões não faltam para você fazer a sua adesão

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O Economus Futuro está em plena operação e permanece como uma boa opção de assistência médica para os aposentados dos grupos B e C.

São várias razões para aderir, como o padrão de qualidade do plano, que conta com uma rede credenciada completa, cobertura nacional e internação em apartamento. Além disso, o bom atendimento, marca oficial do Economus, é garantido!

Sua adesão é fundamental para tornar o Economus Futuro sólido, saudável e longevo. Quanto mais beneficiários tivermos no plano, melhores serão as condições de equilíbrio financeiro.

E você, já fez a sua inscrição? Confira no vídeo em nosso Youtube mais quatro motivos para aderir agora ao Economus Futuro: https://www.youtube.com/watch?v=41vjPQAHeY0.

BB incrementa mais de R$ 700 mi em limite de crédito para clientes com Open Finance

Publicado em: 09/04/2023

O Banco do Brasil atingiu a marca de R$ 700 milhões em incremento de limites de crédito de clientes pessoa física, a partir das informações compartilhadas via Open Finance com o Banco. De acordo com o BB, esse valor refere-se a limites de cartão de crédito e da linha de crédito CDC Automático (crédito sem garantia, para uso livre), cujos modelos de análise já utilizam os dados de outras instituições em seus cálculos.

Os resultados mostram na prática as vantagens do Open Finance para o consumidor. “Com a maior visibilidade da sua vida financeira, como os dados de movimentação de conta e uso do cartão de crédito em outros bancos, conseguimos conhecer ainda mais o cliente e ser mais assertivos na apuração de sua capacidade de pagamento e, por consequência, oferecer um limite mais adequado”, comenta o Felipe Prince, vice-presidente de controles internos e gestão de riscos do BB.

Segundo Prince, o Open Finance tem sido um importante mecanismo para identificar consumidores com adequado perfil de risco e gerar crédito sustentável para o cidadão e para a sociedade, complementa.

O Banco do Brasil tem se destacado na implementação de soluções como essa, que usam os dados compartilhados pelos clientes para gerar benefícios financeiros ou de conveniência aos clientes. Com isso, foi a única empresa brasileira listada no Ranking Global de Empresas que Lideram o Progresso do Open Finance no mundo em 2022, mantido pela entidade Open Future World.

Open Finance para pagamento de empréstimos

No início de março, o BB divulgou a disponibilização do pagamento de parcelas vencidas de CDC com o uso do saldo de outras instituições financeiras. Todo o procedimento é feito no aplicativo do BB, sem necessidade de transações em diferentes aplicativos.

O Banco do Brasil foi o primeiro banco a adotar a solução Pix Open Finance para essa finalidade, que é o uso da função de iniciador de transações de pagamento (ITP) para transferir valores entre as instituições financeiras autorizadas, a pedido do cliente.

Pioneirismo do BB no Open Finance

• 1º banco da América Latina a fazer uma operação estruturada de Open Banking, em 2017, com lançamento do Portal do Desenvolvedor (developers.bb.com.br)
• 1º banco a estabelecer uma parceria de Open Banking negocial no Brasil (com a Conta Azul), em 2017
• 1ª instituição a oferecer a jornada do consentimento completa no Open Banking regulatório em todos os canais (agosto/21)
• 1º grande banco habilitado a operar como iniciador de pagamentos – ITP (abril/22)
• 1º banco do mundo a disponibilizar a jornada do consentimento do Open Finance no WhatsApp BB (61 4004-0001) (agosto/22)
• 1º banco a oferecer uma solução – Pix Open Finance – utilizando o ITP a todos os seus clientes no App (setembro/22) e no WhatsApp (outubro/22)
• 1º banco a oferecer uma solução de investimentos – aplicação em fundos utilizando saldo de outros bancos (novembro/22)
• 1º banco a oferecer o pagamento de parcelas vencidas de CDC com saldo de outros bancos via Open Finance (fevereiro/23)

Fonte: Banco do Brasil

BB anuncia novidades em seu programa de relacionamento para empresas

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O Banco do Brasil anuncia novidades em seu programa de relacionamento para empresas. A partir de agora, os clientes pessoas jurídicas do BB contam com a possibilidade de transferir os pontos do programa de relacionamento com empresas diretamente para um beneficiário na Livelo, de forma online. A Livelo tem mais de 800 mil produtos e serviços disponíveis para troca, como eletroeletrônicos, viagens e milhas aéreas.

Para a transferência, é necessário que o beneficiário seja uma pessoa física vinculada à empresa participante do programa, como seus sócios, acionistas, dirigentes e/ou portadores do cartão da empresa.

Para transferir, basta que a empresa acesse a sua conta PJ, no BB Digital PJ ou no App BB, menu “Pontos e Benefícios” e escolha opção “Transferir para Livelo”. Depois, é só inserir a quantidade de pontos a transferir e escolher o beneficiário. A transferência é online e a cada ponto transferido o beneficiário recebe um ponto Livelo.

Empréstimos pagos podem virar cashback

As empresas clientes do banco também podem transformar em cashback o valor da tarifa de abertura de crédito (TAC) e das parcelas de empréstimos realizados e pagos em conta no Banco do Brasil. Basta a empresa cliente BB participar do programa e ter pontos suficientes para reembolso, que pode ser até o valor total do débito.

As novidades representam mais opções de troca que ampliam as formas de uso dos pontos do programa, tornando-o cada vez mais completo.

Amplo leque de opções para utilização dos pontos

As empresas participantes do programa de relacionamento do BB possuem diversas opções para utilização dos pontos:

  • Transferência para Livelo;
  • Benefícios Digitais, com resgates disponíveis a partir de apenas 500 pontos;
  • Cashback: reembolso de valores de pagamentos efetuados em conta corrente do BB nos últimos 30 dias;
  • Transferência para Latam Pass e Smiles;
  • Desconto na fatura do cartão da empresa;
  • Pagamento de parcelas de seguros de vida, seguros de patrimônio e consórcios contratados no BB;
  • Resgate de prêmios na Loja Virtual do BB;

Benefícios BB Empresas

O Banco do Brasil reformulou a marca do seu programa de relacionamento PJ, que agora se chama Benefícios BB Empresas. O novo nome traz de forma objetiva e na visão do cliente o principal atributo do programa, que é a oferta de diversos benefícios.

O Benefícios BB Empresas é o mais completo e vantajoso do mercado de programas de relacionamento para o público PJ, pois, além dos gastos no cartão de crédito, a geração de pontos também ocorre a partir do consumo de diversos produtos e serviços do BB, como crédito, fluxo de caixa (Pix, maquininha e boleto) e aplicações financeiras, valorizando o relacionamento com as empresas clientes do Banco do Brasil.

Mais informações em: bb.com.br/beneficios-bb-empresas

Fonte: Banco do Brasil

Prefeitura em parceria com o BB apresentam linhas de crédito para produtores

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Em uma iniciativa realizada pela Prefeitura de Sento-Sé, por meio da Secretaria de Agricultura, Indústria, Comércio e Pesca da Bahia, técnicos do Banco do Brasil (BB) ministraram palestras durante uma reunião para apresentar aos produtores rurais do município as linhas de crédito disponíveis para o agronegócio. O evento aconteceu nesta terça-feira (04) na Câmara de Vereadores da cidade e contou com a participação de mais de 150 agricultores e pecuaristas do município.

“A gestão municipal de Sento-Sé vem investindo na construção de parcerias voltadas para o desenvolvimento dos mais diversos setores. Temos um município rico por natureza e precisamos buscar mecanismos para potencializar a força da nossa região e de nossa cidade que tem um Agronegócio forte e que vem crescendo cada vez mais’’ afirmou o secretário municipal de Administração, Juvenilson Passos, que participou do evento.

A reunião teve como objetivo levar ao conhecimento dos produtores rurais soluções em crédito para toda a cadeia do agronegócio. “As alternativas apresentadas aqui hoje permitem ao produtor financiar o custeio da produção e a comercialização de produtos agropecuários. As consequências são o aumento de produtividade, a melhoria do padrão de vida das populações rurais e o fortalecimento do setor rural como um todo”, explicou o secretário municipal de Agricultura, Indústria, Comércio e Pesca, Sandro Jatobá.

Durante o encontro uma equipe do Banco do Brasil composta pela gerente geral da agência de Sento Sé, Hedna Barbosa; o superintendente comercial do BB Juazeiro, Eliezio Vasconcelos; o assessor de agronegócio, Waldez Mendonça; a consultora BB seguros, Raiara Ruvenal Lima e o consultor BB consórcios, Irineu Neto, abordou com os participantes temas como: BB e o Agronegócio, cadastro de produtor rural (documentos necessários e assistência técnica), áreas de Preservação Permanente, sucessão familiar no Agronegócio; linhas de crédito para agricultura e pecuária e seguros rurais.

De acordo com a gerente geral da agência de Sento Sé, Hedna Barbosa, foi identificado junto à Secretaria de Agricultura, Indústria, Comércio e Pesca a necessidade de fazer chegar aos produtores rurais de Sento Sé a informação de que o Banco do Brasil é parceiro do agronegócio e que está aqui para auxiliar no desenvolvimento da comunidade.

“Estamos aqui em parceria com a gestão municipal e as assistências técnicas credenciadas ao BB para informar aos produtores rurais que o Banco tem várias linhas de crédito para atender às diversas necessidades dos produtores rurais tanto de custeio quanto de investimento, atendendo todos os portes de produtores, desde à agricultura familiar até produtores de grande porte”, assinalou Hedna Barbosa.

O presidente da Associação dos Agricultores do Projeto Itapera (APROPI), Vital Rodrigues, foi um dos participantes do evento, ele avaliou a iniciativa como positiva. “É muito importante um evento como esse, para dar o apoio à agricultura familiar do nosso município, pois hoje o que move nosso país é a agricultura o agronegócio”, disse Vital Rodrigues.

Já para o presidente da Associação de fundo de pasto dos pequenos produtores da comunidade de Campo Largo, José Lourenço Almeida, o evento trouxe conhecimento. “É de grande importância o município realizar esse tipo de evento que gera conhecimento e o envolvimento das comunidades com ações voltadas para o benefício do setor agropecuário”, declarou José Lourenço.

Fonte: Prefeitura Municipal de Sento Sé

 

Bancário permanece em home office para acompanhar tratamento de filho autista

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O Sindicato dos Bancários do Tocantins conquistou uma importante decisão para um bancário do Banco do Brasil. O Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (TRT-10) manteve sentença determinando que o funcionário continue trabalhando em home office para que possa acompanhar o tratamento de seu filho, diagnosticado com Transtorno do Espectro Autista (TEA).

No processo ficou claro que o bancário necessita permanecer em home office, pois o filho demanda tratamento médico específico e uma série de terapias multidisciplinares que precisa da presença dos pais.

Estamos no Abril Azul, mês dedicado à conscientização sobre o Autismo, e decisões que garantem aos pais o direito de trabalhar e acompanhar o tratamento dos filhos diagnosticados com TEA é uma conquista muito importante para o bancário e família.

O Sindicato já ganhou outras ações nesse sentindo, desde a redução de carga horária de trabalho a transferência de bancário para trabalhar em outro estado em razão do tratamento do filho.

Fonte: Sindicato dos Bancários do Tocantins

Banco do Brasil doa mil computadores para escolas do Distrito Federal

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Mil computadores foram doados simbolicamente hoje (05) para os laboratórios das escolas públicas do Distrito Federal. Os equipamentos foram doados pelo Banco do Brasil através do programa Reciclotech.

Os equipamentos fazem parte de uma doação de 1,8 mil computadores feita pelo Banco do Brasil ao programa em 2021. Desses, mil estão sendo levados para as escolas do DF.

“A gente vê que milhares de estudantes vão poder ser alcançados com essa doação. A gente vê que existe uma grande carência nesta área. Investir neste setor é muito importante para nós”, disse a representante do banco gerente Célia Saoli

“Hoje não se vive fora do mundo digital. Esses computadores vão ajudar, dentro das nossas escolas, as nossas crianças e adolescentes”, ressaltou o governador Ibaneis Rocha (MDB) durante a solenidade na sede do programa no Gama.

Além das doações de órgãos públicos e privados, o Reciclotech recebe equipamentos do público em geral, que pode doar nos pontos de entrega voluntária (PEV). O DF conta com 100 unidades pelas RAs, e uma delas está na sede da administração regional do Gama.

Mayra Lithuania é uma das jovens que se formou no curso de design gráfico. Para ela, a qualificação foi uma forma de complementar o currículo. “Com o curso, eu pude aprender coisas novas, fazer portfólio e até recebi uma proposta para trabalhar em uma gráfica como designer gráfico”, contou.

Fonte: Misto Brasília

ANABB tem reunião com BB para tratar da valorização dos funcionários

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A Diretoria Executiva da ANABB participou de uma reunião com a vice-presidente Corporativa do Banco do Brasil, Ana Cristina Garcia, na tarde desta quarta-feira (5 de abril). Na ocasião, foi entregue um ofício com temas relevantes aos funcionários, os quais também foram objeto de tratativas com a gestão anterior do BB.

Um dos assuntos destacados como prioridade no documento é o das “contribuições pessoais e patronais incidentes sobre as verbas remuneratórias pagas pelo Banco aos associados em ações trabalhistas, que deixaram de ser cobradas e repassadas à Cassi”.

Outro tema apresentado como prioridade é o do teto de benefícios da Caixa de Previdência, pois “a percepção de proventos de aposentadoria acima do estabelecido, auferida por um grupo seleto de associados da Previ, tem causado justo inconformismo”.

A Diretoria Executiva manifesta no documento a confiança de que a atual gestão do BB estará voltada à valorização do funcionalismo, abrindo espaço para o debate a respeito dos temas elencados.

Participaram da reunião o presidente da ANABB, Augusto Carvalho, e os vice-presidentes Administrativo e Financeiro, William Bento; de Comunicação, Nilton Brunelli; de Relações Funcionais, Lissane Holanda; e de Relações Institucionais, Graça Machado.

Leia a íntegra do documento aqui. 

Fonte: Agência ANABB

Isonomia entre homens e mulheres na Previ

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A Justiça é um dos principais caminhos para os brasileiros buscarem reparação a eventuais danos que tenham sofrido, tanto na vida pessoal, quanto na profissional. Nas áreas cível e fazendária, milhares de ações são recebidas todos os dias. Faz parte do direito de todo cidadão.

Mas muitas vezes as ações judiciais trazem consequências indesejadas. Afinal, sempre existe o risco de perder e, até mesmo, de ter de devolver dinheiro em caso de derrota nos tribunais. Foi o que aconteceu na disputa sobre a cesta alimentação no Plano 1. Uma decisão do Superior Tribunal de Justiça considerou indevidos os pedidos de incorporação do auxílio aos benefícios pagos pela Previ. Mais de 4,7 mil assistidos ficaram sujeitos à restituição de valores à Entidade, com juros e correção a depender da decisão, referentes às tutelas antecipadas não confirmadas na sentença. Sem falar nos custos do processo.

Se o alvo da disputa é uma entidade fechada de previdência complementar, como a Previ, ainda existe outro risco: se uma conta precisa ser paga, ela será paga por todos que estão no plano de benefícios. Uma consequência que nem sempre é lembrada na hora em que a ação é protocolada.

Isonomia na concessão de benefícios

Recentemente, o Superior Tribunal Federal (STF) concedeu decisão favorável às associadas da Funcef. Isso porque um dos seus regulamentos prevê pagamento às mulheres em percentual menor em relação aos homens em caso de aposentadoria proporcional. E assim o STF firmou a seguinte tese: “É inconstitucional, por violação ao princípio da isonomia, cláusula de contrato de previdência complementar que, ao prever regras distintas entre homens e mulheres para cálculo e concessão de complementação de aposentadoria, estabelece valor inferior do benefício para as mulheres, tendo em conta o seu menor tempo de contribuição.” (Tema 452/STF).

É importante esclarecer que na Previ não há distinção de tratamento no cálculo e na concessão de benefícios entre homens e mulheres. Os regulamentos dos planos de benefícios administrados pela Previ sempre previram a aplicação da proporcionalidade pelo tempo de filiação do participante, não havendo qualquer diferenciação entre os sexos masculino e feminino.

No Plano 1, por exemplo, tanto as associadas quanto os associados devem atingir 30 anos de filiação para a aquisição da complementação integral de aposentadoria (benefício pleno). Se o pedido da concessão do benefício for feito antes disso, independente do sexo ou do tempo de vinculação ao INSS, será aplicada a proporcionalidade. Na Previ, as mulheres não recebem valor inferior aos homens.

Assim, é totalmente equivocada – e sem fundamentação regulamentar – a aplicação na Previ do entendimento para um caso específico de outra entidade de previdência complementar. Abordagens com falsas promessas devem ser criteriosamente analisadas para que sejam evitadas dívidas como as geradas nos casos envolvendo cesta alimentação.

O bom senso e o bem comum

Quando se entra na Justiça contra uma entidade que administra planos de benefícios de caráter mutualista, como a Previ, todos pagam a conta. Com isso estamos dizendo que quem entra na justiça contra uma EFPC age de má-fé? De forma alguma. Há participantes que entendem ter razão em seus pleitos quando decidem ingressar com uma ação. Mas há muitos que são apenas seduzidos pela chamada “indústria de processos” – e criam o potencial de gerar prejuízos individuais e coletivos.

Quando o participante ouvir a expressão “causa ganha, líquida e certa”, deve primeiro refletir se esse não é um canto de sereia. Supostos especialistas convencem muitas pessoas de boa-fé a entrarem com processos judiciais pedindo revisão dos valores de seu benefício com base em alegações diversas. Em muitos casos, o valor do benefício pode até diminuir, ao invés de aumentar.

A união faz a força

O mutualismo, uma forma de associação baseada na reciprocidade e na distribuição de riscos, pressupõe solidariedade entre os associados. Em certa medida, é similar a um condomínio, onde eventuais obras e benfeitorias são suportadas pelos condôminos. Mas, se um determinado condômino, por exemplo, entender que deve expandir sua área privativa, há duas possibilidades: ou ele avançará sobre a área de seu vizinho, ou terá de se valer da área comum do Condomínio. Isso seria justo ou razoável?

Em um plano de benefícios como o Plano 1 não é muito diferente disso. O regulamento tem o caráter mutualista de um contrato firmado entre milhares de pessoas, com direitos e obrigações. Cabe à Previ administrar o patrimônio formado por essas pessoas e garantir a correta aplicação do regulamento e da legislação vigente.

O “princípio mutualista” consagra a ideia de patrimônio coletivo. E é justamente esse patrimônio que é afetado por demandas judiciais infundadas. A falta de razoabilidade de algumas ações que atacam o contrato previdenciário, ou seja, o conjunto das regras aprovadas em todos os níveis, pode ser um tiro no pé do próprio participante, ou no de seus vizinhos.

É a união dos esforços de cada associado o diferencial da Previ. A força do mútuo produz os melhores resultados para a coletividade, tornando os planos, produtos e serviços da Entidade mais eficientes, seguros e sustentáveis.

Vale destacar que o Plano 1 se encontra em equilíbrio atuarial, sendo que quaisquer desvios em relação ao que está estabelecido no regulamento, como a correta execução do plano de custeio e o pagamento dos benefícios conforme previsto, são passíveis de provocar desequilíbrios, déficits e necessidade de plano de equacionamento com a instituição de contribuições extraordinárias a serem pagas por todos os associados do Plano e pelo Patrocinador.

Despesas e eventuais condenações são divididas entre participantes

Em função do caráter solidário do Plano 1, o ganho judicial individual, na verdade, representa perda para o conjunto de participantes, na medida em que as reservas do Plano não preveem esse tipo de custeio. Ou seja, pelo princípio do mutualismo, mesmo quem não tem processo contra a Previ acaba pagando pelas despesas e condenações decorrentes das ações dos demais.

Diferentemente de processos originados por reclamatórias trabalhistas, ações judiciais envolvendo assuntos estritamente relacionados à aplicação do regulamento do plano, ditas de cunho previdencial, não comportam eventual negociação com o Patrocinador BB sobre a responsabilidade dos custos gerados. O impacto é integralmente assumido pelo Plano de Benefícios. Se esse impacto provocar algum desequilíbrio no plano e houver necessidade de equacionamento, as contribuições extraordinárias serão pagas pelo Patrocinador e pelos associados.

É bom ressaltar que o mero ajuizamento de uma demanda contra a Previ, independentemente do seu resultado, já implica elevados custos para a entidade, seja com o pagamento de honorários advocatícios aos profissionais contratados para a defesa dos seus interesses, seja com o aumento de despesas administrativas e judiciais.

Em casos individuais, o impacto financeiro e atuarial pode parecer irrelevante perante a movimentação financeira da Entidade e as reservas do Plano. Quem olha só para o patrimônio do Plano 1, pode achar que há dinheiro de sobra e que, portanto, “não custa nada” pagar benefícios maiores. O Plano 1 não tem dinheiro sobrando. Todos os recursos acumulados e rentabilizados são necessários para pagar benefícios previstos no Regulamento por toda a vida dos assistidos, o que representa muitos anos de pagamento pela frente.

Os ativos, que hoje somam cerca de R$ 224 bilhões, serão integralmente consumidos nas próximas décadas com o pagamento normal dos benefícios. Atualmente, a Previ desembolsa mais de R$ 15 bilhões por ano com o pagamento de benefícios. Esse montante crescerá e atingirá seu nível máximo nesta e na próxima década, com o aumento do número de aposentados. Depois, irá diminuir gradualmente até não termos mais beneficiários e nem recursos no Plano 1, que então se extinguirá. Nos últimos anos, com o aumento da longevidade, o prazo final do fluxo de pagamento de benefícios do Plano 1 tem aumentado.

Cabe à Previ fazer a gestão do patrimônio dos seus participantes e dos recursos que se destinam ao pagamento vitalício dos benefícios. Se o Plano perde, se são concedidos valores não previstos no regulamento conforme custeio e contribuições estabelecidos, todos os participantes de alguma forma perdem. Se por uma decisão da Justiça um participante ganha direito a um aumento em seu benefício, não amparado por suas contribuições, alguém tem que pagar essa conta. E quem paga são todos os participantes.

Fonte: Previ

 

Previ recebe representantes do Economus em reunião

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Na segunda-feira, 3 de abril, a Diretoria Executiva da Previ recebeu representantes do Economus em sua sede: o diretor superintendente Gerson Wlaumir Falcucci e o presidente do Conselho Deliberativo João Vagnes de Moura Silva.

O tema abordado na reunião foi a retomada de análises sobre a possibilidade da gestão do Economus ser realizada pela Previ. O Economus é a entidade fechada de previdência complementar do antigo Banco Nossa Caixa, que foi comprado pelo Banco do Brasil em 2009. A integração dos funcionários incorporados à Previ sempre esteve na pauta dos diretores eleitos e, desde a chegada do presidente João Fukunaga, foi intensificada.

Fonte: Previ

 

Diretoria da Previ recebe seu primeiro diretor de Planejamento

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Nesta quarta-feira, 5 de abril, a Previ recebeu Arlindo Magno, o primeiro diretor de Planejamento da Entidade, que atuou de dezembro de 1997 a maio de 2000. Arlindo foi diretor eleito pelos associados e ajudou a criar a diretoria, responsável por estudar e propor políticas orientadoras da gestão dos ativos da Previ, especialmente no que diz respeito à alocação de recursos, análise de risco, programação orçamentária e aderência às necessidades de liquidez e solvência dos planos.

A visita reforça o compromisso da Previ de estar com as portas sempre abertas para seus associados, mantendo assim uma relação de proximidade com seu principal público de relacionamento.

Fonte: Previ

Diretoria da Previ faz apresentações de resultados em Brasília, SP e BH

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A Diretoria Executiva da Previ realizará apresentações de resultados em Brasília, no dia 11 de abril, em São Paulo no dia 13 e em Belo Horizonte no dia 19 de abril. A divulgação do desempenho de 2022 marca o retorno das apresentações presenciais, após três anos de eventos exclusivamente online por causa da pandemia de Covid-19.

As apresentações atendem a pedidos dos próprios participantes, que querem uma Previ mais próxima, além de reforçar o compromisso da Entidade com a transparência. O evento é uma oportunidade de os associados esclarecerem dúvidas e ouvirem diretamente dos membros da Diretoria Executiva os detalhes dos desempenhos do Plano 1 e do Previ Futuro no ano passado, assim como as estratégias para os planos em 2023.

Para participar das apresentações é obrigatório confirmar presença. Confira os endereços dos próximos eventos:

Brasília, dia 11/4 – Edifício BB Sede I, Torre Norte, auditório do primeiro andar. O endereço é Quadra 5 – Lote B, Saun, s/n – Asa Norte.

São Paulo, dia 13/4 – Edifício BB São Paulo – auditório 11º andar – Av. Paulista, 1230.

Confirmação de presença Previ Futuro: https://forms.office.com/r/yJBMbZ9jjn

Confirmação de presença Plano 1: https://forms.office.com/r/hfmtaawtwv

Belo Horizonte, 19/4 – Auditório Gepes – Rua Rio de Janeiro, 750/8º andar – Centro.

Confirmação de presença Previ Futuro: https://forms.office.com/r/Civ14egQZm

Confirmação de presença Plano 1: https://forms.office.com/r/Wkn8sWAjSd

Outras cidades do país também receberão as apresentações nos próximos meses, como Fortaleza em 1/6, Salvador em 15/6, Curitiba em 22/6 e Belém em 29/6. Fique atento às canais de comunicação da Previ para participar.

Educação Previdenciária e proximidade

Com a retomada das apresentações, também está de volta o Previ Itinerante, uma estrutura que acompanha as divulgações de resultado para prestar atendimento presencial aos associados. Formada por uma equipe de funcionários da Previ qualificados e experientes, o Previ Itinerante reforça um outro compromisso da Entidade: o da proximidade.

Primeira etapa: Rio de Janeiro

Na quinta-feira, 30 de março, foi realizada a apresentação do resultado 2022 no Rio de Janeiro, na AABB. Todos os membros da Diretoria Executiva participaram do evento, em que foram divulgados os números do último ano e os desafios para 2023. Cerca de 200 associados estiveram presentes nas duas sessões, uma destinada para o Previ Futuro e outra para o Plano 1.

Fonte: Previ

 

Bancos públicos devem ter disposição para emprestar dinheiro, diz Lula

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quarta-feira que bancos públicos, como o Banco do Brasil, deve ter muita disposição para oferecer crédito e impulsionar o crescimento.

Lula afirmou ainda que o presidente do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Aloizio Mercadante, está “com a faca e o queijo na mão” para que a instituição volte a atuar pelo desenvolvimento do país.

O apelo veio após Lula comentar que os governadores devem ser chamados em breve com os resultados da Casa Civil sobre suas propostas de retomada de projetos prioritários, destacando a importância do pacto federativo.

Em cerimônia de assinatura de decretos sobre o setor de saneamento básico, o presidente afirmou que estava chamando o Brasil “à responsabilidade” para implementar, até 2033, a universalização do saneamento básico.

Fonte: Yahoo

Planos Feas: após revisão de custeio trimestral, novos valores começam neste mês

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As revisões trimestrais de custeio dos planos Feas têm como objetivo acompanhar o comportamento dos indicadores e resultados desses planos, buscando adotar medidas para assegurar o equilíbrio entre arrecadação e despesas no período.

Como já noticiado, os planos Feas possuem modelo de custeio que não propicia a sustentabilidade econômico-financeira, em razão de ter as contribuições baseadas nos rendimentos dos titulares e ter sofrido impactos do esgotamento dos recursos do Fundo FEAS e da redução do número de beneficiários inscritos. As decisões judiciais que impedem a revisão dos percentuais de contribuição de grande parte dos beneficiários do Novo Feas e ainda o encerramento desse plano, também são fatores que contribuem para o desequilíbrio, na medida em que limita a arrecadação mensal.

Assim, na forma prevista em regulamento, foram realizados estudos técnicos que demonstraram que a arrecadação mensal não tem sido suficiente para cobertura das despesas totais, apontando a necessidade de ajuste nas contribuições, de maneira que esses planos tenham a mínima condição de continuar oferecendo os serviços de assistência médica aos aposentados e o Instituto continue honrando os compromissos com a rede credenciada.

Os resultados dos estudos técnicos foram apreciados pelo Conselho Deliberativo na sexta-feira, 31 de março, tendo sido aprovadas as revisões nos percentuais de contribuição e nos valores de piso e teto, com vigência a partir de abril/2023.

O Economus segue adotando medidas para contenção da evolução dos custos assistenciais, renegociando contratos com prestadores e fazendo acompanhamento dos casos de maior complexidade, bem como, segue recorrendo das liminares que suspenderam as revisões de custeio e a descontinuidade do plano Novo Feas.

O plano Economus Futuro, está em funcionamento e segue como alternativa para os beneficiários dos planos FEAS.

Veja no hotsite do FEAS, no portal do Economus, todas informações sobre os planos Feas.

Fonte: Economus

BB lança hiperpersonalização de taxas a partir do Open Finance para clientes PJ

Publicado em: 31/03/2023

O Banco do Brasil lança solução de personalização de taxas para operações de Capital de Giro para clientes pessoas jurídicas (PJ). A ferramenta consiste na automação do processo de análise de taxa de juros das propostas, que era, anteriormente, realizada por analistas de finanças, e envolve uma série de atributos, especialmente os dados compartilhados via Open Finance, além dos feedbacks de cotações anteriores.

A solução, que representa um avanço nos processos de aplicação de inteligência analítica de integração de plataformas tecnológicas do Banco, impactará positivamente a experiência das empresas que compartilharem dados de outras instituições com o BB, aumentando a eficiência do processo e possibilitando aumento dos negócios.

“Esse é um diferencial exclusivo dos clientes PJ do Banco do Brasil: com a implementação da solução, já é possível atender o cliente de forma customizada sem abrir mão da agilidade, entregando em poucos minutos uma taxa sob medida para cada empresa”, afirma o gerente geral da Unidade de Micro e Pequenas Empresas do BB, Alberto Martinhago.

O BB tem utilizado os dados de outras instituições para personalizar cada vez mais as ofertas para seus clientes. Principalmente no mercado Pessoa Física, cuja adesão ao Open Finance tem sido mais rápida. Cerca de 90% dos clientes que compartilham dados já usufruem de benefícios e soluções que fazem uso desses dados. Com essa nova solução, o mercado Pessoa Jurídica deve seguir no mesmo caminho.

A solução será expandida, em breve, para outros produtos.

Aceleração PJ no Open Finance

O BB é a instituição com melhor índice (mais recebidos do que transmitidos) de consentimentos de pessoas jurídicas no compartilhamento de dados.

Com o aumento nesse segmento, o BB acelera as iniciativas para utilizar mais dados de clientes originados de outros bancos em seus modelos analíticos, contribuindo para o desenvolvimento de novas soluções.

Segundo Rodrigo Vasconcelos, gerente geral da Unidade Analítica do BB, o Open Finance se traduz em mais uma oportunidade de aplicação intensiva de inteligência analítica, potencializando o valor dos dados. “Com isto, a tomada de decisões torna-se mais célere, oportuna e transparente. A hiperpersonalização de taxas PJ permite atender nossos clientes no momento em que eles precisam, com relacionamento próximo e pessoal, conectado ao que temos de melhor em tecnologia, entregando assim, um Banco para cada cliente”, completa Rodrigo.

Fonte: Banco do Brasil

Banco do Brasil lança o Programa Primeira Exportação de olho nas PMEs

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Nesta quinta-feira, 30, o Banco do Brasil lança o Programa Primeira Exportação para apoiar o crescimento das micro e pequenas empresas rumo ao mercado internacional. Em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), o programa fomenta a primeira exportação das empresas, por meio de uma jornada completa que inclui capacitação digital, assessoria e portfólio de soluções. O Programa prioriza 20 mil clientes do segmento Micro e Pequenas Empresas com alto potencial para exportação. A expectativa é que até o final do ano pelo menos 5 mil MPE tenham realizado toda a jornada de capacitação e que até dezembro ao menos 2 mil novas empresas acessem o mercado internacional com o apoio do Programa Primeira Exportação.

Com essa iniciativa, o Banco do Brasil tem o objetivo de reforçar seu compromisso social de fomento ao empreendedorismo, incrementar a maturidade internacional dos clientes e ampliar a quantidade de novas empresas exportando produtos brasileiros.

“Nós queremos levar os nossos clientes rumo à primeira exportação”, afirma Carla Nesi, Vice-presidente de Negócios de Varejo. “O Programa Primeira Exportação é mais um passo muito importante para o Banco do Brasil na sua jornada de inovação, oferecendo aos clientes serviços e produtos que vão além do financeiro. Reforçando, cada vez mais, nosso compromisso de entregar soluções de valor para as empresas”, declara.

O cliente é convidado para uma jornada digital de aprendizagem distribuída em módulos que contemplam temas do mercado internacional, como benefícios e vantagens da exportação, logística e competitividade, habilitação para operar no comércio exterior, análise e segmentação de mercados e produtos Comex que o BB oferece para viabilizar a primeira exportação.

O conteúdo da Jornada Digital foi elaborado pelo BB em conjunto com a ApexBrasil, distribuído em módulos para facilitar a aprendizagem. Para aqueles clientes que já estejam a alguns passos adiante e possuam conhecimento básico do mercado internacional e para os que completarem a capacitação inicial, os Escritórios de Comércio Exterior prestarão atendimento consultivo personalizado para auxiliar as empresas a realizarem seu plano de exportação.

“Este programa de fomento à exportação para as micro e pequenas empresas reuniu o conhecimento dos especialistas em negócios internacionais do BB em negócios internacionais com o know-how da ApexBrasil. O processo de internacionalização gera inúmeros benefícios, como por exemplo, o ganho com novos mercados e aumento da competitividade. Com o Programa 1ª exportação, o BB está pronto para receber e apoiar os clientes que desejam iniciar nesta jornada”, explica Francisco Lassalvia, Vice- Presidente de Negócios de Atacado”.

Fonte: Banco do Brasil

 

Banco do Brasil se salva em meio a todos os bancos em 2023. Até quando?

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As ações do Banco do Brasil (BBAS3) deixam as rivais de bancos privados listados na Bolsa de valores para trás neste ano de 2023. Segundo dados do TradeMap, solicitados pelo E-Investidor, os papéis da estatal são os únicos que entregaram retornos positivos no acumulado de janeiro até o momento – os concorrentes amargam prejuízos para o investidor que superam os 20%.

Apesar das ações se apresentarem como um “oásis” num mar de perdas para os bancos, analistas de mercado ainda levantam dúvidas se a companhia representa um bom investimento. A ausência de uma decisão unânime sobre a recomendação para papel tem relação ao seu maior acionista: a União.

Para a sócia e analista de ações da Nord Research, Danielle Lopes, investir no Banco do Brasil não é uma boa alternativa. Na visão dela, a mudança para um governo alinhado à esquerda elevou os riscos de interferências políticas que podem provocar mudanças estruturais na companhia nos próximos anos. E caso essa percepção se torne realidade, a continuidade de entrega de bons resultados será revisada para baixo.

“Já vimos essa ingerência política do governo na companhia acontecer no passado e, por isso, não justifica a tomada de risco. A minha recomendação é não ter ação do BB e vender os papéis caso esteja posicionado”, diz Lopes.

Phil Soares, chefe de análise de ações da Órama, tem a mesma percepção e acredita que os riscos são maiores do que a possibilidade de lucro. “Não vemos razão para investir em BB já que há outras oportunidades melhores na bolsa, como commodities e ações de utilities (aquelas referentes a serviços essenciais, como energia e saneamento básico)”, afirma.

O entendimento sobre o risco político que carrega o Banco do Brasil, porém, está longe de ser unanimidade entre os especialistas de mercado. Há quem destaque melhorias na governança da empresa, com regras que oferecem proteção ao investidor e minimizam, em algum grau, a possibilidade de interferência política.

O plano estratégico está entre os argumentos de defesa do Banco do Brasil. A estratégia ali definida deve ser seguida durante um período de cinco anos, independentemente da mudança de governo. A composição do Conselho de Administração também ajuda a tornar mais difícil para o governo o uso da empresa para fins políticos, já que 50% do colegiado é composto por membros independentes – aqueles que não têm nenhum outro vínculo de remuneração com a companhia nem participação acionária nela.

As “amarras” reforçam a visão de Gabriel Gracia, analista da Guide Investimentos, sobre baixa possibilidade de interferências significativas na gestão da empresa. “Não acreditamos que o novo governo possa trazer mudanças significativas ao ponto de alterar a sua rentabilidade”, diz Gracia, que recomenda compra das ações do Banco do Brasil com um preço-alvo de R$ 56.

A XP também mantém a posição de compra para os papéis do Banco do Brasil por acreditar que o banco estatal a segue em um momento positivo. Por isso, estima um preço-alvo de R$ 61, o que representa uma valorização de 59% em relação à cotação do papel no fechamento do pregão desta quarta-feira (29).

Fonte: E-Investidor

Banco do Brasil revela os nomes de executivos indicados para três diretorias

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O Banco do Brasil (BBAS3) revelou os indicados para assumir as diretorias de gestão de riscos, corporate e banco de investimento e crédito, conforme comunicado do banco nesta terça-feira.

Alan Carlos Guedes de Oliveira foi indicado para gestão de riscos, João Francisco Fruet Júnior para corporate e banco de investimento e Luciano Matarazzo Regno para crédito.

Os três são funcionários de carreira do banco. O cargo de diretor na instituição é privativo de funcionário da ativa.

“As indicações estão em processo de deliberação nas instâncias competentes de governança com vistas à eleição pelo Conselho de Administração”, disse o Banco do Brasil.

Fonte: Money Times

Previ inicia encontros para apresentar resultados em várias regiões do país

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A Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil (Previ) iniciou nesta quinta-feira (30), pela capital do Rio de Janeiro, os encontros presenciais sobre os resultados dos planos de benefícios da entidade, no ano de 2022.

“Estamos retomando as apresentações presenciais a pedido dos associados. A presença dos diretores nos Estados faz parte do nosso compromisso de estar cada vez mais próximos dos participantes, ampliar o diálogo com os verdadeiros donos da Previ e fortalecer a transparência da gestão”, afirma Wagner Nascimento, diretor eleito de Seguridade da Previ.

O novo presidente da Previ, João Fukunaga, também estará presente nos encontros. Em entrevista ao canal TVT, no dia em que tomou posse, ele destacou que um dos objetivos de sua gestão será a “continuidade do processo de proximidade com os associados”, que inclui educação financeira, principalmente com o pessoal da ativa. “Hoje a gente tem o Previ Futuro que é um plano de acumulação, que está sendo constituído, e as pessoas precisam entender muito sobre previdência e inclusive para optar entre os diversos perfis. Então, a nossa marca vai ser a proximidade com o associado, mas jamais esquecendo aqueles que já estão aposentados, porque eles são o motivo da nossa existência”, completou.

Para a representante da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) na Comissão de Empresa dos Funcionários do BB (CEBB), Fernanda Lopes, é importante que os associados e associadas participem dos encontros e acompanhem de perto a gestão da Previ. “Este olhar dos donos, que são os funcionários do BB associados à Previ, é o que garantirá a aposentadoria segura para todos nós. Por isso, esses encontros são importantes para criar e fortalecer esta proximidade”, completou.

Fernanda lembrou ainda que o quadro de associados à Previ deve aumentar com os funcionários que ingressaram há poucos meses, por conta do concurso realizado ano passado, e para os que virão a partir do concurso que ocorrerá em abril. “Os novos funcionários e associados à Previ precisam conhecer e entender a importância e a responsabilidade que todos nós temos sobre a gestão desta entidade de previdência que é nossa”, concluiu.
Locais

No Rio, o local do encontro desta quinta está acontecendo no Salão Margarida da AABB Rio, localizada na Avenida Borges de Medeiros, 829. Os outros locais já confirmados são Brasília, no dia 11 de abril, São Paulo, no dia 13, e Belo Horizonte no dia 19 do mesmo mês.

A Previ diz que em breve divulgará uma nova agenda para outras cidades. Com a retomada das apresentações, também está de volta o Previ Itinerante, uma estrutura que acompanha as apresentações de resultado para prestar atendimento presencial, entre 8h30 até 13h, aos associados.

Fonte: Contraf_CUT

Agência itinerante do Banco do Brasil começa a rodar o Estado do Ceará

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Alô, empreendedores do inyterior cearense! O Banco do Brasil (BB) segue com a etapa 2023 do Quarto Circuito de Negócios Agro, agora em visita aos principais pólos de agronegócio do Ceará.

No período entre 30 de março e 14 de abril, a carreta do BB, adaptada para atuar como uma agência móvel, estará em terras cearenses, com passagens previstas nos municípios de Aracati, Ubajara, Quixadá, Russas e Iguatu.

A cidade de e Aracati foi a primeira do Ceará a receber o Circuito. A carreta do BB esteve na Praça da Igreja Matriz, no centro urbano da sede municipal, para atendimento nos dias 30 e 31 de março, quinta e sexta-feira. Depois, segue para a Serra da Ibiapaba, com parada em Ubajara nos dias 3 e 4 de abril. Confira, a seguir, o cronograma:

30 e 31/03 – Aracati; 03 e 04/04 – Ubajara; 05 e 06/04 – Quixadá; 10 e 11/04 – Russas; 13 e 14/04 – Iguatu.

A iniciativa busca potencializar os negócios e reforçar a presença do BB junto ao segmento do agronegócio. O Circuito prevê a divulgação de produtos, serviços e inovações tecnológicas voltadas ao setor, além de levar assessoria e gerar negócios com os produtores rurais.

A etapa de 2023 conta ainda com um diferencial: a Caravana Mulheres no Topo. Trata-se de uma iniciativa do Banco que objetiva apoiar as mulheres empreendedoras e do segmento agro, buscando fomentar e profissionalizar práticas empresarias e de suporte agropecuário, com oferta de palestras nos pilares: Empreendedorismo e Saúde, Educação Financeira e Gestão do Fluxo de Caixa.

O Banco colocou na estrada cinco carretas adaptadas para atuar como agências móveis. Ao longo do ano, o Circuito vai percorrer 60 mil quilômetros e vai passar pelas principais praças do agronegócio no país (600 cidades) para fomentar a geração de negócios. A expectativa é que o Circuito injete na economia volume de negócios da ordem de R$ 1,5 bilhão em todo o Brasil.

Em cada município, serão montados estandes com a participação de empresas parceiras (revendas de máquinas e insumos, tecnologia agrícola, empresas de telecomunicações e outras ligadas ao segmento).

Além da capacitação técnica e assessoria especializada, equipes do Circuito Agro oferecem palestras aos produtores rurais em parceria com Ematerce, Senar, Prospera, BB seguridade e Consórcios, entre outros. Confira cronograma anexo.

A proposta das carretas é chegar em cada região do país, fortalecendo ainda mais a parceria com o público agro, em que o BB é líder isolado de mercado, beneficiando toda a cadeia produtiva de segmento.

Fonte: Diário do Nordeste

 

“Projeto Semear” do Banco do Brasil é apresentado a produtores de Colorado

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Na sexta-feira, 24 de março, o Banco do Brasil, agência de Colorado do Oeste – RO, representada pelo Gerente Geral André Veiga, juntamente com a Assistência Técnica “Projetec”, convidaram alguns produtores para participar de uma reunião, com a apresentação de um projeto novo desenvolvido pelo banco “Projeto Semear”.

A proposta era escutar os produtores em suas demandas e questionamentos sobre linhas de crédito, juros e formas de beneficiar os produtores, assim, foi feito um documento com todas as demandas e essas foram encaminhadas a superintendência do Banco do Brasil, algumas demandas levantadas poderão ser atendidas ainda nesse segundo semestre, novo plano safra 2023/2024.

Na oportunidade o Banco do Brasil homenageou a empresa “Projetec”, por meio de suas sócias Franciany e Sandra, empresa escolhida entre as 10 destacadas no estado de Rondônia, no quesito volume de valores desembolsados e menor índice de inadimplência.

A empresa “Projetec” está estabelecida no mercado a mais de 9 anos, sempre buscando atender o produtor com excelência na assistência em tomada de crédito junto as instituições financeiras.

O Banco do Brasil e a Projetec, agradece e reforça o comprometimento com os clientes.

Fonte: Extra de Rondônia

BB e Fundação BB realizam ação de apoio aos atingidos pelas chuvas no Acre

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O Banco do Brasil e a Fundação BB lançaram mais uma ação de apoio às pessoas atingidas pelas fortes chuvas que ocorreram recentemente no estado do Acre. Os valores recebidos por meio de doações voluntárias em conta específica para esta ação serão destinados a instituições sem fins lucrativos que atuam localmente. São elas que fazem chegar alimentos, kits de higiene e limpeza, e colchões às famílias em situação de vulnerabilidade social atingidas pelas enchentes. A iniciativa é vinculada ao programa Ajuda Humanitária da Fundação Banco do Brasil, que já doou R$ 500 mil para esta campanha.

Os dados bancários para doações ao Acre são:
Chave PIX: pix.enchentesacre@fbb.org.br
Banco do Brasil 001
Agência: 1607-1
Conta: 68.000-1

“O Programa Ajuda Humanitária da Fundação BB é destinado a ações de assistência em situações de calamidade e emergência, como as que estamos presenciando em alguns estados brasileiros. Nesses momentos, cada doação é importante”, destaca Elisângela Zilli, presidente da Fundação BB. “É com a união de esforços que conseguimos alcançar, com celeridade, as pessoas que mais precisam”, complementa.

Maranhão

Em ação semelhante de ajuda humanitária ao estado do Maranhão foram mobilizados R$ 347 mil, somando doações da Fundação BB e de pessoas físicas e jurídicas. Os recursos estão sendo destinados a instituições locais para aquisição de alimentos, itens de higiene e limpeza, e colchões, de acordo com a necessidade das famílias atingidas pelas chuvas.

São Paulo

No mês passado, também foi realizada campanha para a arrecadação de recursos para as famílias de pessoas atingidas pelas enchentes em São Paulo. Até o momento foram arrecadados cerca de R$ 4 milhões, somando recursos da Fundação BB, BB Consórcios, BB Asset, Vale, Cateno e de doações voluntárias de mais de 26 mil pessoas físicas, que estão sendo destinadas ao apoio às famílias diretamente atingidas pelas chuvas na segunda quinzena de fevereiro, na região litorânea e interior de São Paulo.

Fonte: Banco do Brasil

Prefeitura de Itabuna pede à Câmara de Vereadores para contratar crédito com BB

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“Itabuna é a cidade com maior perspectiva de desenvolvimento, dentre os estudos econômicos do Estado da Bahia. A gente precisa enquanto gestores e cidadãos, com o Governo do Estado, instituições públicas e privadas, todos entendermos isso. É muito maior que a intenção política. Por isso, precisamos aproveitar esse momento”. O comentário foi feito pela secretária de Infraestrutura e Urbanismo, Sônia Fontes, na tarde de quarta-feira, dia 29, na Câmara Municipal de Vereadores.

A secretária participou da sessão das Comissões Técnicas que deu início às discussões para votação da Lei Autorizativa pelo Poder Legislativo municipal para a tomada de crédito no valor de R$ 115 milhões com o Banco do Brasil, representado pelo gerente-geral de Itabuna, Hidimo Kuster, o gerente do Setor Público, Anderson Santos, e o gerente de Planejamento, Ricardo Luz Ribeiro.

Ela citou o equilíbrio financeiro do município na gestão do prefeito Augusto Castro (PSD), cujas ações no último levaram ao saneamento da dívida pública. “Os dois maiores projetos do atual governo são as contas públicas saneadas e os investimento no Projeto Mais Água para a Cidade, que vai melhorar o abastecimento e a distribuição, ampliar a Estação de Tratamento de Água (ETA) e construir novos reservatórios de água para que no futuro não se enfrente o que temos agora, como num passado recente: a falta d’água” ressaltou.

SANEAMENTO DAS CONTAS

Para a secretária Sônia Fontes, “Itabuna não ter projeção de crescimento, porque não tem água tratada era muito primitivo”, frisou. A titular da Infraestrutura e Urbanismo, que até janeiro ocupou a Secretaria de Planejamento (SEPLAN, elogiou a decisão do prefeito em pagar também os débitos públicos com a EMASA pela necessidade de a empresa cumprir seus compromissos. “A Prefeitura faz os investimentos para expansão de redes, em garantia desses débitos,” destacou.

“Quem trabalhou em gestões passadas, sabe que há 40 anos o município não pagava débitos e não tinha certidões negativas de INSS e FGTS. Tenho servidores aposentados há 10 ou 15 anos, mas que não saem porque não tinham garantias. O débito com as contas públicas travavam convênios com os governos estadual e federal. O município ficava sem poder comprovar a receita pública, era muito sacrificante”, acrescentou.

A secretária Sônia Fontes declarou ainda que se o município não tivesse saneado as contas não poderia fazer convênios. “Estamos fechando alguns com o governo federal. Desde 2012 que o PAC está parado. Estamos resgatando, fazendo as licitações antigas que os senhores verão nos próximos dias. A propósito, o município construiu estações de esgotos sanitários sobre terrenos que não havia pagado as desapropriações”, relatou. Fontes explicou aos vereadores e ao público presente à sessão das Comissões Técnicas que o município já aprovou capacidade de tomar crédito com o COFIEX de novembro junto ao Governo Federal, por exemplo, com o FONPLATA e com o empréstimo com Banco do Brasil, que sinaliza aprovação. “Por isso que agora agente traz para aprovação da Lei Autorizativa para que a cidade possa crescer esse desenvolver com financiamento que jamais teve”, falou.

RATING

Durante audiência o gerente do Escritório Setor Público do Banco do Brasil na Bahia, Ricardo Luiz Ribeiro, elogiou a capacidade financeira e a organização da gestão do prefeito Augusto Castro que elevou a B a classificação de crédito (Rating) de Itabuna na Secretaria do Tesouro Nacional (STN), do Ministério da Fazenda. Para ele, devido à capacidade financeira o banco vai oferecer taxa de juros competitiva ou subsidiada, para que Itabuna tome o empréstimo numa condição muito diferenciada, que poucos municípios da Bahia têm condições.

A Presidência da Câmara de Vereadores vai publicar o Edital para que seja realizada audiência pública na próxima segunda-feira, dia3, antes de os vereadores apreciarem o Projeto de Lei Autorizativa. “O desejo é que a população debata, conheça o projeto e possa discutir democraticamente. A próxima sessão será aberta à participação do público com perguntas”, disse o presidente Erasmo Ávila.

Fonte: Prefeitura Municipal de Itabuna

 

Em parceria com o BB, Cotia faz evento sobre educação financeira para mulheres

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Na tarde desta sexta-feira (31/03), a Prefeitura de Cotia, por meio da Secretaria dos Direitos Humanos, Cidadania e da Mulher, Desenvolvimento Social, Educação e Cultura e Lazer, promoveu a palestra ‘Educação Financeira para Mulheres’. A programação contou com a parceria do Banco do Brasil e fechou o mês do Dia Internacional da Mulher (8/03), no auditório da Prefeitura.

Na abertura, a anfitriã, Ângela Maluf, vice-prefeita e Secretária dos Direitos Humanos, Cidadania e da Mulher, destacou a importância de as mulheres se interessarem, se envolverem e protagonizarem suas vidas financeiras. “Geralmente, é o pai, o irmão, o marido que faz tudo e cuida das finanças e a gente não sabe como usufruir do valor que trabalhamos o mês todo para receber. O que você separa para você? O que você se dá de presente?”, argumentou. “Aproveitem o conteúdo que será passado aqui hoje para vocês”, completou.

A palestra foi conduzida por Suelen Oliveira Souza, Gerente Private – Escritório Private – Banco do Brasil. Durante a sua apresentação ela falou sobre planejamento financeiro, consumo consciente, análise de gastos, orçamento, equilíbrio de gastos, reserva de emergência, entre outros. “Poupar, se organizar, se livrar de dívidas e conquistar sonhos parece difícil no começo, mas depois vira hábito. Sejam protagonistas da vida de vocês”, disse.

Alex Andrade Galhardi, Superintendente Comercial, e Paulo Ricardo de Souza Lima, Gerente Geral da Assessoria em Investimentos do Banco do Brasil também participaram do evento.

Fonte: Prefeitura Municipal de Cotia

Ação FGTS TR: ANABB defende que STF julgue favoravelmente a ADI 5090

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Após quase uma década de discussão, o Supremo Tribunal Federal (STF) definiu que o julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 5090), que trata da correção do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), será no dia 20 de abril. A ANABB tem muito interesse no tema, uma vez que ajuizou ações coletivas e continua ajuizando individuais que questionam o uso da TR como índice de reajuste do FGTS.

Por isso, o presidente da ANABB Augusto Carvalho e o ex-presidente Valmir Camilo se reuniram nesta quarta-feira (29) com o presidente do Partido Solidariedade, Paulinho da Força. O partido é autor da ADI 5090. No STF, o relator do processo é o ministro Luís Roberto Barroso.

Essa é uma articulação importante, pois os argumentos listados na ADI 5090 seguem a tese defendida pela ANABB, de que a correção do FGTS deve ser feita pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), o indicador oficial de inflação.

“A correção dos índices econômicos sobre as contas vinculadas ao FGTS é um tema que aguarda julgamento há anos e com muita expectativa. Enfrentamos sentenças variadas sobre o assunto ao longo dos anos, sempre pensando em remédios jurídicos que possam beneficiar e contemplar funcionários da ativa e aposentados do Banco Brasil, ATUAIS E FUTUROS SÓCIOS DA ANABB, para que todos tenham uma correção justa nas contas do Fundo”, destaca Augusto Carvalho.

ENCONTRO POSITIVO

No encontro com o representante do Partido Solidariedade, a ANABB demonstrou interesse em participar do julgamento da ADI 5090, apresentando sustentação oral dos argumentos defendidos perante a corte.

Houve convergência de opiniões e a parceria se tornou viável, o que pode trazer boas expectativas não apenas para os associados como também para milhares de trabalhadores. Estima-se que mais de 70 milhões de brasileiros tenham direito à revisão do saldo do FGTS e as cifras somadas, se corrigidas por índice que efetivamente reflita a inflação, devem ultrapassar as centenas de bilhões de reais.

Na conversa, a ANABB teve a oportunidade de contar um pouco da sua história, principalmente a experiência adquirida no ajuizamento de processos que tiveram repercussão nacional.

Valmir Camilo, que esteve à frente da entidade por mais de 17 anos, contou sua experiência na condução das ações judiciais de planos econômicos conduzidas pela Associação que produziram resultados favoráveis para os trabalhadores brasileiros e se consolidaram em razão dos acordos realizados nacionalmente entre as entidades representativas, o governo e a justiça.

Fonte: Agência ANABB

Presidente da AGEBB acompanha posse de Fukunaga na Previ

Publicado em: 27/03/2023

Estando apenas em seu segundo ano de mandato como presidente da AGEBB, Adriano Domingos participou, no dia 24 de março, no Rio de Janeiro, da cerimônia de posse de João Fukunaga como presidente da Previ. O executivo já estava à frente do fundo de pensão desde que teve seu nome homologado no cargo, no dia 27 de fevereiro.

O convite para a participação de Adriano na cerimônia reforça a posição da única associação da classe gerencial do Banco do Brasil de estar cada vez mais próxima das diretorias das principais entidades ligadas ao banco. Na própria Previ, a AGEBB conta com o apoio da diretora de Planejamento, Paula Goto, que também é associada da entidade.

A AGEBB, diz Adriano, quer ampliar o diálogo com as diretorias da Previ e Cassi para temas sensíveis como o acesso às mesmas aos funcionários de bancos incorporados. “Como uma associação, buscamos o fortalecimento da instituição BB, além dos interesses dos nossos gerentes, da ativa e mesmo os aposentados. Torna-se fundamental termos esse canal aberto com as principais organizações do banco”, elenca o executivo, que teve a oportunidade de conversar com Francisco Lassalvia, vice-presidente de Negócios de Atacado do BB.

Para Paula Goto, os dirigentes eleitos da Previ têm o compromisso com o projeto de defesa dos interesses dos associados. “Para isso, contar com o apoio de importantes entidades como a AGEBB contribui para ampliarmos a comunicação e a aproximação com os associados, fortalecendo a transparência da gestão representativa”, diz.

O presidente da Previ, João Fukunaga, fez questão de frisar, em seu discurso de posse, que a governança do fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil é “uma das fortalezas” da entidade. “É a governança da Previ, formada por seus documentos balizadores, seu colegiado paritário e seu corpo técnico preparado que proporciona uma estrutura perene. Gestão após gestão, em tempos de bonança e de tempestade, a boa governança da Previ permanece”, disse Fukunaga.

Também em seu discurso, Fukunaga já avisou. “Não vamos esquecer os funcionários de bancos incorporados, como BNC e BESC. Já estamos discutindo a viabilização, com a Cassi, sobre o ingresso deles à instituição”, destacou. O executivo, que é formado em História, entrou no Banco do Brasil em 2008 e trabalhou no Sindicato dos Bancários de São Paulo por 12 anos, afirmou que a governança da entidade é construída por meio de normas, processos e controles internos robustos.

Fukunaga estará nos próximos anos à frente do fundo de pensão que fechou 2022 com superávit de R$ 5,6 bilhões no Plano 1, de benefício definido, que reúne participações em grandes empresas, sendo a principal delas a Vale. A rentabilidade da carteira, que tem R$ 224 bilhões em investimentos, foi de 13,5% no ano.

A meta atuarial para o mesmo período – a rentabilidade que o plano precisa ter para pagar as suas obrigações – foi de 11%. No ano passado, a Previ pagou recorde de benefícios: foram R$ 15,3 bilhões, com cerca de R$ 1,3 bilhão por mês. O Plano 1 tem 108.558 associados, sendo que mais de 95% deles já recebem os benefícios. São 82.024 aposentados, 22.702 pensionistas e 3.832 funcionários ainda na ativa.

O plano Previ Futuro, de contribuição variável, também teve desempenho positivo em 2022. O destaque, segundo a fundação, foi o perfil conservador, que teve rentabilidade de 8,4%. O plano, iniciado em 1998, tem R$ 26 bilhões em ativos. OPrevi Futuro está em fase de acumulação de riqueza previdenciária. Significa que seus associados são, na maioria, funcionários da ativa. São 83.927 associados, sendo que 79.936 ainda trabalham. Há, ainda, 2.744 aposentados e 1.247 pensionistas.

A posse de Fukunaga contou com ainda com a presença de Carlos Lupi, ministro da Previdência Social; da presidente do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros; do ex-presidente do BB Paulo Caffarelli; e dos ex-presidentes da Previ Sérgio Rosa, Geitiro Genso e José Maurício Pereira Coelho.

Fonte: AGEBB com Valor Econômico

Rede Accor Hotels oferece 10% de desconto a associados AGEBB

Publicado em: 24/03/2023

As férias de janeiro já se foram, mas julho está logo aí. Mas para quem gosta de viajar, não é preciso esperar a alta temporada para sair viajando pelo país ou, quem sabe, até no exterior. E se você é um associado da AGEBB, está aí uma boa notícia. A Acoor Hotels Business Offer (AHBO) oferece aos integrantes da associação 10% de desconto nas tarifas vigentes do período (com ou sem café).

O desconto na tarifa é válido para a rede globalmente e em todas as marcas, exceto Íbis e Adagio, que contemplam 5%. São mais de 4,1 mil hóteis espalhados pelo mundo, do luxo ao econômico. “É mais um benefício que associados da AGEBB pode contemplar, conhecendo lugares maravilhosos ou também fazendo negócios”, comenta Adriano Domingos, presidente da AGEBB.

Assim, na próxima viagem, você associado da AGEBB pode fazer a reserva por meio da página https://businesstravel.accor.com/pt/brasil/index.shtml, aplicando o código de cliente SCP657362. O código de acesso, por sua vez, é o AG597BR824.

Fonte: AGEBB

TST nega horas extras a gerente do BB com jornada de oito horas

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A 7ª turma do TST indeferiu pedido de um gerente-geral de agência do Banco do Brasil que pretendia receber a sétima e a oitava horas como extras, com base em norma interna que previa jornada de seis horas para cargos comissionados. Os ministros destacaram que, quando o trabalhador foi promovido ao cargo, em 2007, a norma não estava mais em vigor, o que afasta o direito à jornada especial e às horas extras excedentes.

Segundo o bancário, em 1996, a jornada contratual foi alterada de seis para oito horas diárias. Para ele, a mudança teria atingido seu direito adquirido à jornada menor e, por isso pediu seu enquadramento na norma anterior, com o pagamento das horas extraordinárias.

Em sua defesa, o Banco do Brasil, por outro lado, apontou que as normas espelhavam os acordos coletivos de trabalho, que tinham vigência de apenas dois anos. Por isso, quando se encerrou o ACT 1994/1996, o trabalhador teria perdido o direito àquela jornada.

O juízo da 7ª vara do Trabalho de Maceió/AL e o TRT da 19ª região julgaram improcedente o pedido do bancário, por entender que os direitos alegados estavam prescritos (fora do prazo de serem solicitados na Justiça, cinco anos após o dano).

O relator do recurso de revista do bancário, ministro Cláudio Brandão, votou para afastar a prescrição total aplicada pelo TRT. Com fundamento na Súmula 294 do TST, ele concluiu que o aumento de jornada é uma alteração contratual lesiva vedada pelo ordenamento jurídico, e, nesse caso, a lesão se renova mês a mês. Superado esse aspecto, o relator continuou a analisar o pedido principal.

Em relação às horas extras, o ministro entendeu que, no período em que o banco previa a jornada de seis horas para cargos comissionados, o gerente não reunia todas as condições para ter direito a ela, pois não exercia o cargo de gerente. Essa era uma condição fática prevista na norma para que a vantagem lhe pudesse ser atribuída.

A decisão foi unânime.

Fonte: Migalhas

 

 

Banco do Brasil deve fechar o ano pagando 12% em dividendos, projeta XP

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Segundo as estimativas da XP Investimentos, atualizadas nesta semana, o Banco do Brasil (BBAS3) deve somam um pagamento proporcional de dividendos ainda maior que o atual neste e no próximo ano. A projeção é de que o dividend yield (DY) das ações do Banco do Brasil seja de 12,2% neste ano e de 12,8% no ano que vem.

O DY projetado, assim, fica levemente acima do patamar atual dos papéis, de 11,5%. Isso, pois o BBAS3 pagou R$ 4,52 por ação no acumulado dos últimos 12 meses, conforme dados do Status Invest.

Com isso, os dividendos do Banco do Brasil devem ser os maiores dentre o setor dos bancos. O único banco que deve pagar dividendos e somar um yield de dois dígitos, segundo a XP, deve ser o Banrisul (BRSR6), com 10% no ano que vem.

Além disso, B3 (B3SA3) e Bradesco (BBDC4) estão dentre os papéis com yield estimado próximo dos 7% neste ou no próximo ano.

Expectativa dos analistas para ações do Banco do Brasil

Projeções da XP Investimentos indicam que o BB pode pagar uma cifra de R$ 14 bilhões em dividendos no ano de 2023. Essa projeção dos dividendos do Banco do Brasil leva em consideração a projeção de lucros para este ano (que consta no guidance).

Isso, pois o BB estima que lucrará entre R$ 33 bilhões e R$ 37 bilhões, e o Conselho de Administração aprovou a distribuição de uma fatia do lucro líquido (payout) de 40% em meados de janeiro.

Se isso se concretizar, a proporção entre o valor dos dividendos e a cotação das ações (ou dividend yield) deve ser de 14% no ano.

Essa projeção, de yield na casa dos dois dígitos, fica em linha com o que especialistas da XP já apontavam há alguns meses, citando o BB como o banco com o maior potencial de pagar proventos em 2023.

Os especialistas ainda detalham que neste ano serão oito pagamentos de dividendos do Banco do Brasil, sendo quatro realizados ao longo dos trimestres de referência, de forma antecipada, e outros quatro pagamentos complementares, feitos após o encerramento dos trimestres de referência.

Fonte: Suno

 

BB Tecnologia e Serviços abre inscrições de concurso público para 138 vagas

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A BB Tecnologia e Serviços, empresa do Banco do Brasil, abriu na segunda-feira (20 de março) as inscrições do concurso público para o total de 138 vagas, distribuídas da seguinte forma:

  • Técnico (97 vagas)
  • Analista (41 vagas)

O cargo de técnico exige nível médio e tem salário de R$ 2.184,73. São 75 vagas para perfil atendimento e 22 para perfil interno.

O cargo de analista exige nível superior e tem salário de R$ 4.369,45. São 35 vagas para perfil tecnológico e 6 vagas para perfil interno.

O edital do concurso reserva o percentual mínimo de 10% das vagas para candidatos com deficiência e 20% para os candidatos que se autodeclararem pretos e pardos.

As vagas são para todo o país. A contratação vai obedecer ao planejamento estratégico e orçamentário da empresa e à classificação obtida pelo candidato no polo e macropolo de cada estado.

As inscrições estarão abertas a partir das 16h de 20 de março até as 16h de 25 de abril no link https://conhecimento.fgv.br/concursos/bbts23. O valor da taxa de inscrição é de R$ 69 para os cargos de nível superior e de R$ 59 para nível médio.

No momento da inscrição, o candidato deverá indicar sua opção de cargo, de macropolo e de local de prova.

Para o cargo de analista serão realizadas prova escrita objetiva de múltipla escolha, prova escrita discursiva – redação e avaliação de títulos. Para o cargo de técnico será realizada prova escrita objetiva de múltipla escolha.

Os locais das provas estão vinculados aos polos e macropolos escolhidos pelo candidato no momento da inscrição.

Fonte: G1