BB pagará pensão mensal a gerente incapacitado ao trabalho depois de sequestro

Publicado em: 27/01/2023

A Oitava Turma do Tribunal Superior do Trabalho autorizou o Banco do Brasil a pagar de forma parcelada indenização por danos materiais, calculada inicialmente no valor aproximado de R$ 1,7 milhão, ao gerente de uma agência bancária na Bahia que sofreu transtornos pós-traumáticos após sofrer quatro assaltos e foi aposentado por invalidez. O entendimento da Turma foi o de que a incapacidade é temporária e apenas para desempenho de atividades bancárias, e, assim, a pensão deve ser concedida até o momento em que ele se tornar apto ao trabalho ou completar 73,5 anos, o que ocorrer primeiro.

O bancário contou que foi agredido covarde e violentamente, ameaçado de morte e sequestrado, ficando com “graves sequelas do ponto de vista psíquico e emocional”, conforme atestado por laudo médico. Ele ingressou no banco em 1977 e foi aposentado por invalidez em 2009, aos 46 anos de idade.

O sequestro ocorreu na porta da sua residência, e, dias antes, a agência em que trabalhava já havia sido assaltada. O juízo da 2ª Vara do Trabalho de Itabuna entendeu que o banco não tomou providências para assegurar a segurança dos funcionários, nem medidas de proteção ao gerente, que possuía senhas e chave do cofre, tornando-se alvo preferencial dos criminosos. Por isso, condenou-o ao pagamento de indenização por dano moral de R$ 500 mil e a pensão vitalícia de 50% do último salário até a data em que o bancário completar 60 anos, a ser paga de uma só vez.

O Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (BA) manteve a condenação, ajustando o termo final para cálculo da pensão em 73,3 anos.

Parcela mensal

No recurso ao TST, o Banco do Brasil alegou que a indenização por dano material, da forma como deferida, geraria o enriquecimento ilícito do empregado, pois considerou a expectativa de invalidez até 73,5 anos, quando o laudo pericial afirmou tratar-se de incapacidade temporária.

Segundo a relatora do recurso, ministra Maria Cristina Peduzzi, apesar de a indenização ser devida, tendo em vista a demonstração do nexo de causalidade entre as atividades do empregado e a doença que o incapacitou de forma total e temporária para o trabalho, o Tribunal Regional aplicou de forma indevida o artigo 927 do Código Civil ao determinar que a indenização fosse paga em uma única parcela, e não mensalmente. “As circunstanciais do caso, ou seja, a incapacidade apenas temporária para o exercício de suas funções, exigem a fixação mensal do pensionamento”, afirmou.

A Turma acolheu recurso do banco ainda para reduzir a indenização por dano moral para R$ 200 mil.

A decisão foi unânime.

Fonte: Jusdecisium

Prefeito de Rondonópolis recebe representantes do Ministério das Cidades e BB

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A primeira audiência que o prefeito de Rondonópolis, no Mato Grosso, José Carlos do Pátio e sua equipe tiveram com a nova equipe do governo federal já surtiu efeito e nesta terça-feira o chefe do executivo e a secretária de governo Ione Rodrigues receberam representantes do Ministério das Cidades e também do Banco do Brasil. Eles atenderam ao chamado da equipe da Prefeitura e vieram conhecer o município para estreitar a relação entre os órgãos e tratar de projetos que estão em andamento na cidade.

A assessora especial do Ministério das Cidades, Luciele Licari, que participou da audiência com a equipe da Prefeitura em Brasília, esteve na cidade e pode conhecer de perto alguns dos projetos apresentados na capital, principalmente os voltados para o desenvolvimento de políticas habitacionais, como os residenciais Maria Amélia e o Alfredo de Castro.

Outra pauta da reunião em Rondonópolis foi o empreendimento Celina Bezerra que está pronto e aguarda uma orientação do Ministério para fazer a entrega das chaves e os moradores ocuparem suas moradias. A equipe de Brasília também visitou o residencial e conferiu que está quase tudo pronto para fazer a entrega. Amanhã (25) serão assinados os últimos contratos que faltavam, dos condomínios 8 e 9.

A secretária de Habitação e Urbanismo, Huani Rodrigues, junto do presidente do Serviço de Saneamento Ambiental de Rondonópolis (Sanear), Paulo José Correa trabalharam diretamente na retomada e conclusão as obras do Celina Bezerra apresentaram o residencial e também a Estação de Tratamento de Água (ETA) para a assessora do ministro Jader Barbalho, a chefe do Gabinete de Habitação do Ministério das Cidades, Bruna Tse e o Gerente de Solução do Banco do Brasil, Alvanir Alves.

A vinda da equipe ministerial estreita os laços com a equipe do governo municipal que já iniciou as primeiras conversas para a retomada da segunda etapa do Celina Bezerra.

Fonte: Prefeitura Municipal de Rondonópolis

Por que o Banco do Brasil é o ‘queridinho’ dos analistas para 2023?

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O Banco do Brasil (BBAS3) é praticamente uma unanimidade dentre os analistas de ações que cobrem o setor financeiro. Mesmo com um rali de 23% de alta no acumulado dos primeiros 26 dias de 2023, o banco segue como recomendação de compra na maioria das casas e tem seu preço-alvo ainda acima de R$ 50, na média.

Em um compilado de dezembro de 2022, 14 de 16 analistas recomendavam compra das ações do Banco do Brasil, incluindo avaliações de bancos e corretoras como XP, Credit Suisse, JP Morgan e Scotiabank. A média estimada foi de R$ 55,20 de preço-alvo, ao passo que os papéis BBAS3 são negociados na casa dos R$ 40.

Renan Manda, analista que cobre o setor financeiro na XP, destaca que o banco é de longe o mais resiliente no setor e tem uma seguridade muito maior em relação aos pares.

Além disso, enxerga os múltiplos como muito baratos, dado o patamar atual, especialmente considerando o múltiplo de 0,7x preço sobre valor patrimonial.

“O Banco do Brasil acaba tendo menos provisão e a carteira cresce bastante com risco baixo. Isso traz mais receita com menos PDD (Provisão para Devedores Duvidosos), e isso puxa o lucro muito para cima. O BB fica acima do ROE (Retorno sobre Patrimônio) de outros bancos, de 20%. Quando olhamos P/L, o lucro cresceu muito, e o múltiplo continua baixo. Ele parece muito descontado. Historicamente o BB tem desconto em relação aos pares por ser estatal”, comenta.

O risco atrelado às eleições também foi um dos motivos que penalizaram os papéis, na esteira do fim da corrida eleitoral. Contudo, o risco de intervenção é relativamente menor se comparado com outras estatais, como a Petrobras (PETR4) ou o próprio BNDES.

“Não sei cravar se o governo tem menos interesse em alterar o management, mas existem outros bancos públicos, como CEF e BNDES. Outras peças podem ser mexidas. Depende muito da estratégia e do planejamento do governo. Por isso não vimos nada muito concreto até então. Não tivemos nenhum anúncio de mudança estrutural”, comenta Manda, da XP.

O especialista destaca que o banco tem uma grande base de acionistas e uma estrutura de governança robusta.

Além disso, a indicação de Tarciana Medeiros para CEO do banco foi bem vista pela XP e por outros analistas de mercado.

Rodrigo Wainberg, head de Ações Brasil da Suno Research, destaca que nomear uma servidora de carreira foi, de fato, um alívio para o mercado.

Apesar disso, não minimiza a possibilidade de interferências mais intensas por Brasília. “O maior risco é o de interferência. Temos várias proteções, comitês e estruturas de governança. Recentemente tivemos posse de uma nova presidente, a primeira mulher a assumir o comando do Banco. Gostamos da escolha e de ver um nome não político, de funcionário público”, analisa.

“Há o risco da lei das estatais, que é questão da redução de tempo de carência de um ex-político para assumir o comando de uma empresa estatal. De qualquer modo, acho que os avanços de governança vieram para ficar. O mercado exagera nos descontos nas ações do BB”, completa.

Além disso, o analista ressalta que o baixo risco da carteira de crédito corrobora a tese de otimismo com os papéis da companhia. “Você tem um efeito na inadimplência: com juro alto e uma atividade capengando, há um maior risco para bancos de um modo geral, já que estamos em um patamar alto de famílias endividadas. Mas o que afeta o banco é o inesperado, a surpresa, como a volatilidade das commodities americanas”, afirma.

“Apesar disso o Banco [do Brasil] está crescendo no agro. O crédito rural tem aumentando bastante, ganhado bastante protagonismo. Um banco não precisa acelerar linhas acirradas de crédito – como rotativo, cheque especial e afins – para manter a rentabilidade”, segue.

Dividendos do Banco do Brasil

Afora a resiliência da carteira de crédito e o risco menor, os dividendos do Banco do Brasil são um dos grandes atrativos para o investimento.

A XP estima que o banco pague 11,4% em dividendos (dividend yield) neste ano de 2023, ante 11,9% para o ano que vem.

Com isso, a companhia elevaria o patamar atual de 10,2%, conforme os dados do Status Invest. Isso porque no acumulado dos últimos 12 meses foram pagos R$ 4,17 por ação ordinária.

Wainberg ressalta que, se o banco reduzir os dividendos para R$ 3 por ação, ainda assim seria um patamar elevado e que ‘devolveria’ para o investidor o valor total investido em uma janela de médio prazo.

Manda, da XP, comenta que o BB deve seguir como “forte pagador de dividendos” e cita que o banco continuaria com uma folga para distribuir lucro aos acionistas.

Isso levando em consideração que foi aprovado um payout [porcentagem do lucro líquido distribuído] de 40% para o exercício de 2023, via juros sobre o capital próprio (JCP) e dividendos.

Expectativas para BBAS3 no próximo trimestre

O consenso Bloomberg estima R$ 8,11 bilhões de lucro líquido recorrente para o banco no próximo trimestre.

O Banco do Brasil reportará seu balanço referente ao 4T22 no dia 13 de fevereiro.

No último trimestre, o banco surpreendeu a maioria dos analistas com um lucro de R$ 8,36 bilhões. A XP, por exemplo, estimava R$ 6,93 bilhões.

Além disso, o banco revisou seu guidance para o acumulado de 2022, o que também foi um dos grandes pontos para aumentar o otimismo do Banco do Brasil.

Fonte: Suno 

 

Defender a classe gerencial, Cassi e Previ para incorporados são metas de Kelly no Caref

Publicado em: 20/01/2023

Funcionária do Banco do Brasil há 15 anos, a sempre sorridente Kelly Quirino é uma das candidatas que participam da Eleição do Caref em 2023. O primeiro turno começa no dia 20 e termina em 26 de janeiro, com 91 candidatos habilitados. O segundo turno vai de 24 de fevereiro a 2 de março e o resultado final sai no dia 10 do mesmo mês.

Sob a matrícula F6073227, Kelly tem o apoio da AGEBB, dos representantes eleitos da Previ e dos sindicatos dos bancários de várias partes do país. “Estou aprendendo muito com a campanha. Sei que a minha responsabilidade é grande, estão confiando em mim, no meu currículo, no meu trabalho e em minhas atividades extrabanco”, afirma.

Nesta semana, Kelly deu uma entrevista exclusiva à AGEBB durante um café da manhã. Na ocasião, pontuou que entre suas metas, como representante dos funcionários no Conselho de Administração do BB, estão a revisão do processo de atribuição de metas, com maior transparência e participação dos envolvidos e combate aos abusos, e acesso à Previ e Cassi para todos funcis do banco e de instituições incorporadas.

Kelly soube que os dois temas são amplamente discutidos pela diretoria da AGEBB. “Sei que são assuntos muito sensíveis, mas que devem ser discutidos com serenidade. No caso das metas, o modelo de hoje não funciona, o alto escalão as define por meio de estratégias e depois as impõe para quem está na base. Fica pesado”, argumenta.

A candidata apoiada pela AGEBB diz que uma vez eleita a ideia é que se consiga, com os colegas e os líderes, promover reuniões para que de forma colegiada as metas sejam definidas. “Devemos sempre pensar em construir um modelo participativo. Os funcionários que estão na ponta do atendimento têm a vocação de conhecerem bem as suas regiões, cada qual com suas particularidades”, revela. “A partir desse conhecimento as metas poderiam ser estabelecidas, de acordo com cada realidade vivida regionalmente. Tem muita gente na diretoria que não tem a menor ideia de como o trabalho é feito na ponta”, completa.

Muitas reclamações da classe gerencial

Kelly diz ter conhecimento e tem recebido, em suas visitas durante a campanha, muitas reclamações de gerentes do banco insatisfeitos com as metas abusivas estabelecidas pela diretoria. “Cada gerente tinha uma carteira média de 600 clientes antes da última reestruturação. Esse número saltou para 1 mil. O banco tem registrado lucros recordes, mas diminuiu o número de funcionários e os gerentes estão sobrecarregados com tanto trabalho e pressionados pelas cobranças”, afirma.

Com a carteira “inflada” de clientes, Kelly Quirino argumenta que os gerentes não conseguem dar um bom atendimento. “É humanamente impossível dar conta do tamanho dessa carteira. Precisamos rever o modelo”, esclarece. “As metas são altas, as carteiras são grandes, e com tudo isso não é possível fazer negócios sustentáveis. O banco começa a correr riscos de perder clientes por insatisfação no atendimento”, completa.

Kelly também fala que o Programa Extraordinário de Desempenho Gratificado (PDG) precisa ter seus critérios revistos. Ela sugere que os objetivos e critérios sejam apresentados no primeiro semestre do ano e ao final desse período avaliar os funcionários que podem ser contemplados. Hoje os critérios são muito subjetivos. O Performa: Desempenho e Reconhecimento, modelo adotado pelo banco para remunerar, premiar e avaliar seus trabalhadores, segundo Kelly, tirou o nível avançado do gerente de conta. “Agora temos, nas agências, três gerentes, com três salários diferentes. Isso atrapalha muito os planos de carreira”, diz.

Para essas questões, a proposta, diz Kelly, é discutir no Conselho do BB a volta do vice-presidente de Gestão de Pessoas, que foi incorporada pelo Varejo. “Isso não foi bom para o funcionalismo. Quando entrei no banco, há 15 anos, começava-se como escriturário. Depois tinha o assistente, que por sua vez  dava apoio ao gerente de conta. Hoje existem gerentes sem assistentes ou até três gerentes com um só assistente”, revela.

Previ e Cassi para funcionários incorporados

Sobre o acesso à Previ e Cassi para todos os funcionários, inclusive aqueles oriundos das instituições incorporadas, como o Banco Nossa Caixa (BNC) e o Banco do Estado de Santa Catarina (BESC), Kelly afirma ter conhecimento do imbróglio e também está empenhada em auxiliar os funcionários na busca de uma solução. Ela lembra que só do BNC são quase 7 mil funcionários hoje no BB. “É muita gente que, certamente, tem a preocupação do que vai acontecer quando se aposentar. Para isso, vamos sentar com os conselhos da Previ e Cassi e repensar nos estatutos dessas instituições”, afirma.

A candidata ao Caref já antecipa que pretende levar essa pauta também à nova diretoria do BB, que passou a ter no comando Tarciana Medeiros. “Com os órgãos colegiados alinhados, precisamos discutir o tema com o alto escalão do banco. Não dá para continuar procrastinando esse tema”, justifica. “Vamos aproveitar a mudança política e pedir tudo. Não vamos parar por falta de tentativas. Se não der na primeira, vamos na segunda, terceira, e quarta reuniões”, afirma.

Por seus projetos e por representar a “cara” do funcionalismo do BB, o presidente da AGEBB, Adriano Domingos, e o vice-presidente Ronald Feres, ambos na ativa, dizem que a associação apoia Kelly Quirino na Eleição Caref 2023. “Vimos e sentimos que ela está muito bem-preparada para nos representar no Conselho do BB. E alinhada com as nossas preocupações, por isso defendemos a sua candidatura”, diz o presidente.

Para conhecer mais sobre os projetos de trabalho de Kelly Quirino, clique aqui.

O Banco do Brasil disponibiliza na sua intranet um hotsite com a relação de todos os candidatos.

Fonte: AGEBB

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AGEBB apoia Kelly Quirino na eleição para o Caref entre 20 e 26 de janeiro

 

BB anuncia novos vice-presidentes de Varejo, Gestão de Riscos e Tecnologia

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Nas primeiras mudanças no alto escalão promovidas após Tarciana Medeiros tomar posse como presidente do Banco do Brasil, a instituição anunciou hoje a nomeação de três novos vice-presidentes, todos funcionários de carreira. Carla Nesi será vice-presidente de Negócios de Varejo, Felipe Guimarães Geissler Prince será vice de Controles Internos e Gestão de Riscos e Marisa Reghini Ferreira Mattos será vice de Negócios Digitais e Tecnologia.

As indicações estão em processo de aprovação nas instâncias competentes de governança com vistas à eleição pelo conselho de administração do BB. Os vice-presidentes que atualmente ocupam as respectivas posições continuam exercendo suas funções regularmente até a investidura dos indicados.

Nesi foi funcionária de carreira do BB por 30 anos, até se aposentar no ano passado. É graduada em Ciências Econômicas pela FAAP e possui MBA em Marketing pela PUC-RJ. No banco, respondeu pela estratégia de clientes varejo, contemplando CRM, segmentação e modelos de relacionamento para os segmentos Pessoa Física e Micro e Pequenas Empresas, além do desenvolvimento, implementação e gerenciamento de produtos, parcerias no segmento de fidelidade e estratégias comerciais junto a esse mercado.

Prince é funcionário de carreira há 22 anos. É graduado em Direito pela Faculdade de Direito de Varginha, possui especialização em finanças pela UnB e MBA em Gestão do Crédito pela FGV. Desde 2020 é diretor de Crédito, área na qual exerceu diversas funções desde 2008, dentre as quais foi responsável pelas carteiras de crédito Corporate e Large Corporate.

Mattos é funcionária de carreira há 23 anos. É graduada em Sistemas de Informação pela Unesp, possui MBA em Engenharia de Software e Governança de TI e pós graduação em Gestão Empresarial. Possui formação de Executivos pelo Insper e formação para Conselheiros de Administração e Governança Corporativa pelo IBGC. Desde 2021 é Gerente Geral da Diretoria de Tecnologia na área de Construção de Aplicativos.

Fonte: Valor Investe

Banco do Brasil: por que investidores estão comprando?

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O Banco do Brasil (BBAS3) sobe forte na sessão desta terça-feira (17) um dia após a posse da nova CEO Tarciana Medeiros. Por volta das 16h40, o papel saltava 4,41%, a R$ 37,19. Dessa forma, o banco caminha para o oitavo pregão em alta e o melhor patamar desde a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva em novembro.

Além da recuperação do setor, analistas que conversaram com o Money Times elogiaram o discurso de Taciana na noite da última segunda. No discurso, a nova CEO, a primeira mulher à frente da instituição em quase 200 anos, buscou o diálogo ao falar sobre a necessidade de entregar rentabilidade ao acionista sem, com isso, perder o caráter social do banco.

“Continuaremos gerando retorno adequado ao capital que investiram na empresa; eles acreditaram em nós e vamos oferecer a justa contrapartida a essa confiança”, afirmou Tarciana durante discurso na cerimônia de posse, em Brasília. “O BB continuará a ser um banco rentável e sólido, criando valor para a sociedade; podemos, sim, conciliar uma atuação comercial e pública”, acrescentou.

Felipe Leão, especialista da Valor Investimentos, diz que o mercado se animou com as declarações, bem distantes das ditas pelo presidente Lula durante a campanha. “Foi um discurso que agradou o mercado. A Tarciana tem uma longa e renomada experiência dentro do banco em diversas áreas do segmento, como varejo e seguros, combinada com seu conhecimento em tecnologia, o que pode levar a uma indicação de que o banco irá manter os investimentos em inovação”, diz.

Fabrício Gonçalvez CEO da Box Asset Management, vê a ação buscando a região dos R$ 40 ao classificar a fala como “bem pró-mercado”. “O mercado tem a expectativa de que a nova presidente dê continuidade aos esforços do banco na implementação de novas tecnologias, o que pode vir a continuar melhorando a operação da companhia estatal”, acrescenta Milton Ribeiro, analista da VG Research.

Ele coloca ainda que apesar de ainda não estar clara como será efetivamente a relação entre o Governo Lula III e as companhias estatais, “a indicação pode ser considerada conciliatória, já que a executiva tem um viés técnico, o que agrada aos acionistas do banco, ao passo que seu nome simboliza a ascensão de uma mulher de origem humilde, nordestina e ligada a questões LGBTs, o que agrada as bases de apoio do PT”.

Por outro lado, Rafael Bombini, assessor da DOM Investimentos, argumenta que é cedo para atribuir a alta do banco à posse da nova presidente. “Banco do Brasil está subindo junto com todo o setor e com a recuperação do mercado, mas foi um discurso bem tranquilo, que quer alinhar o lado público com o lado social. A principio foi um impacto positivo”, observa.

E as falas do Lula sobre Banco do Brasil?

O presidente Lula também estava no evento e disse que quer que o Banco do Brasil se torne o “campeão em crédito consignado” no país. “Eu desejo um Banco do Brasil muito forte, com muita gente depositando dinheiro no banco, até minha conta vai ser do Banco do Brasil… quero que a gente seja o campeão de crédito consignado”, declarou.

Gustavo Cruz, estrategista da RB Investimentos, coloca que mesmo com a alta, ainda prefere ficar longe das estatais justamente por conta do risco de ingerência política.

“A sensação que nós temos é que quem irá ditar as cartas é o presidente Lula. Está se mostrando mais centralizador que em seus outros mandados. O discurso sobre o consignado sempre desperta um pouco de receio”, discorre.

Para ele, há empresas na bolsa que estão mais atrativas que o Banco do Brasil, isso sem contar outros setores.

Já a VG destaca que apesar das incertezas políticas, as perspectivas para o banco são boas em função de potencial de valorização e dos robustos pagamentos de dividendos esperados para 2023.

“No entanto, é sempre razoável ter um grau de cautela em relação às companhias públicas, já que existe um temor que o governo eleito venha a aumentar o crédito subsidiado e direcione a carteira da instituição para produtos com menores spreads, o que poderia vir a deteriorar do ROE do banco”, ressalta.

Fonte: Money Times

 

Crédito e risco político: o que saber antes de investir no Banco do Brasil

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A resiliência doBanco do Brasil (BBAS3) no mercado chama a atenção dos investidores. A instituição financeira, de mais de 200 anos de história, foi o primeiro banco em território nacional do império português. Hoje, ainda como uma das maiores instituições do Brasil, o banco estatal fica no foco do investidor com um novo governo tomando posse, e traz receios sobre o futuro da operação. Será que vale a pena investir no Banco do Brasil?

Segundo o analista CNPI da Suno Research José Eduardo Daronco, diferente de outros setores, quando a economia está mais contracionista, com juros altos, o BB tende a performar melhor. Por outro lado, quando a economia cresce, os bancos privados tendem a ter um melhor resultado. “O BB é um banco mais defensivo e cauteloso”, observou, em entrevista ao Suno Notícias.

O Banco do Brasil é uma empresa estatal. Diante disso, há um risco maior previsto e atrelado à operação, uma vez que a imprevisibilidade é maior e as interferências políticas tendem a pesar na percepção do mercado sobre a empresa. A cada quatro anos, com um novo governo, todo o corpo da gestão pode ser alterado também, assim como sua política – o que pode encostar nos investidores. Contudo, o valuation atual do Banco do Brasil já reflete esse risco político, de acordo com Daronco.

O que muda com nova gestão do Banco do Brasil?

A indicação de Tarciana Medeiros pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi técnica, na visão de Daronco.
“Tratando-se de governança, o receio do investidor deve ficar a respeito da carteira de crédito. No passado, a carteira do banco teve um crescimento enorme, e concedeu dinheiro para muitas pessoas sem analisar adequadamente os respectivos perfis de risco. A inadimplência subiu muito e o resultado do banco foi impactado negativamente. Agora, provavelmente não veremos alterações significativas no apetite de risco do BB”, ponderou.

Hoje um terço da carteira do Banco do Brasil é exposta diretamente ao agronegócio. O agro no Brasil é uma potência, e sua produção só cresce internamente – o que beneficia muito o BB. O setor também é muito resiliente, com operação de crédito de garantia real, com uma terra como garantia, por exemplo. Diante disso, a inadimplência acaba sendo muito menor.

O público do banco também acaba favorecendo sua estabilidade no setor financeiro. Seus clientes costumam ser funcionários públicos, que têm um salário estável.

O Banco do Brasil é o banco mais rentável do país, apontou Daronco. “O resultado da instituição também é muito impulsionado pela BB Seguridade. O banco tem evoluído muito na área digital e sido considerado benchmark em investimentos em tecnologia”, completou.

Fonte: Terra

 

Lula quer Banco do Brasil ‘campeão do consignado’; entenda os riscos

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Durante a posse da nova presidente do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros , nesta segunda-feira (16), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que deseja que o banco seja “campeão de crédito consignado “. A modalidade de empréstimo, no entanto, possui riscos para quem contrata.

“Quero que a gente seja campeão de crédito consignado. Quero mostrar para vocês uma coisa que eu dizia em 2003 e vou dizer agora: o pobre nesse país não é o problema, é a solução, na medida em que é incluído na economia. Vamos, outra vez, incluir povo pobre na economia e queremos que o Banco do Brasil cumpra sua parte”, afirmou o petista durante cerimônia realizada no CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil).

Para Alexandre Ripamonti, professor de Finanças da ESPM, a fala do presidente abre margem para interpretação que ele quer, na verdade, ser o “campeão de pessoas super endividadas”.

“O banco deveria desestimular o cliente a tomar esse crédito de forma indiscriminada. Teria que ter um acompanhamento melhor de qual a capacidade de pagamento, quais as operações que ele já tem firmadas, fazer o cliente até desistir de alguma aquisição, se for o caso. Deveria haver uma conscientização da tomada de crédito responsável”, sugere.

Isso porque o endividamento das famílias brasileiras com o sistema financeiro está em 49,8%, perto do recorde da série histórica do Banco Central. O pico da série foi alcançado em julho (50,1%) de 2022. O percentual da renda comprometida com o sistema financeiro está perto de 30%, também em patamar recorde.

Ripamonti, ressalta, no entanto, acreditar que Lula quis dizer que pretende trazer as dívidas de pessoas que estão com o nome sujo em taxas de até 10%, para o banco público, diminuindo a parcela de renda comprometida.
Como é o crédito consignado do BB

Ao solicitar o crédito consignado junto à instituição financeira, isso significa que você compromete automaticamente parte da sua renda, já que as parcelas são descontadas diretamente da folha de pagamentos, ou seja, o desconto é feito no salário ou na aposentadoria.

Por essa razão, são mais comuns entre servidores públicos, quem tem carteira assinada e aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), já que estes possuem renda fixa.

Como o desconto ocorre “na fonte”, tem quase risco zero para a instituição financeira, e, com isso, os juros tendem a ser menores quando comparados a outras modalidades de crédito. Já do lado do contratante, o risco é perder a fonte de renda e continuar com a dívida.

O professor de Finanças da ESPM, Alexandre Ripamonti, lembra que, devido à facilidade de contratação, o correntista muitas vezes ignora o prazo da dívida e sua capacidade de quitação a longo prazo. “A pessoa pode usar o recurso para pagar uma conta de emergência e ficar comprometida por muito tempo.”

Atualmente, o pagamento pode ser feito em até 120 meses e a primeira parcela tem vencimento em até 180 dias. No site do BB é possível simular a contratação a partir dos seus dados.

Em uma simulação feita pelo professor Ripamonti, a partir do consignado do INSS, que tem juros de 1,66% ao mês, o correntista pagará juros totais de 620% caso opte pelo prazo de 10 anos.

Quem deseja contratar o crédito precisa estar atento também à sua margem consignável, ou seja, o quanto da renda pode ser comprometida com o desconto.

No Brasil, a lei estipula que esse valor seja de até 35% da renda total do contratante, sendo 30% para operações de empréstimos com desconto em folha de pagamento e os outros 5% restantes podem ser usados, exclusivamente, para custear despesas com cartão de crédito consignável.

Por exemplo, uma pessoa que ganha R$ 2.000 do INSS por mês e deseja contratar o empréstimo consignado teria como arcar com parcelas de até R$ 600.

Críticas ao consignado no Auxílio Brasil

Em campanha, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou o consignado para beneficiários do Auxílio Brasil , criado na gestão Bolsonaro, que permitiu comprometer até 40% do valor total do benefício com juros de 3,5% ao mês.

“O consignado tem que ser a 1% ao mês, não pode passar de 8%, 9% ao ano. Se estiver em 8% ao mês, chega a 200%, 300% de juros ao ano. Vai sufocar”, disse o ex-presidente à Rádio Clube, do Pará, em agosto.

Nesta semana, ao assumir como presidente da Caixa, Rita Serrano suspendeu o crédito consignado para beneficiários do Auxílio Brasil por conta dos juros altos da modalidade.

“Nós estamos suspendendo o consignado do Auxílio Brasil por duas razões: a 1ª é que o Ministério do Desenvolvimento Social vai revisar o cadastro. Não é de bom tom que a gente mantenha, porque não sabemos quem ficará nesse cadastro. E a outra razão é que os juros consignados para essa modalidade são muito altos”, disse.

Serrano afirmou ainda que o banco não trabalha com a perspectiva de suspender as cobranças de quem já contratou o empréstimo, nem mesmo para aqueles que perderem o benefício.

A Caixa Econômica Federal não é o único banco que oferece o crédito consignado para beneficiários do Auxílio Brasil. Mas, segundo o Ministério da Cidadania, R$ 7,64 bilhões (80% do total) foram feitos via Caixa, segundo balanço até 1º de novembro.

A nova presidente da Caixa, no entanto, lembrou que o governo projeta um programa de renegociação de dívidas por meio dos bancos públicos, o “Desenrola”, que permitirá a renegociação do crédito consignado: “Esse desenho ainda não está pronto. Estamos discutindo várias hipóteses. Acredito, pelo ritmo que está indo, talvez até o começo de fevereiro o Ministério da Fazenda tenha um desenho disso”.

Em agosto, antes da implementação do consignado, a taxa de inadimplência entre beneficiários do Auxílio Brasil era de 43% .

Para o professor Ripamonti, o ideal seria conciliar as duas propostas, ou seja, renegociando a dívida com redução dos juros, que resultaria, indiretamente, em perdão de parte da dívida.

“O Auxílio Brasil não era para tornar as pessoas endividadas, as pessoas precisavam comer, né?”, ressalta, completando: “Ou assume em definitivo que essa foi uma política pública fracassada e perdoa tudo, ou reduz os juros”.

O que diz o Banco do Brasil

Em nota, o Banco do Brasil informa que já é o campeão de consignado, respondendo por 20% de todo o crédito do tipo no mercado. Além disso, afirma que está comprometido com uso responsável do crédito. Veja a íntegra do documento:

O Banco do Brasil encerrou o 3º trimestre de 2022 com saldo de R$ 113,3 bilhões na carteira de crédito consignado. O valor corresponde a uma participação de 20% de todo crédito consignado disponibilizado no mercado, o que faz do BB a maior instituição financeira do setor, conforme divulgado ao mercado no último anúncio de resultado e disponível no site bb.com.br/ri.

Para continuar crescendo de forma sustentável, o BB disponibiliza o crédito consignado de forma simples e acessível para milhares de clientes e em diversos canais como: agências, correspondentes, central de atendimento, internet, App BB e via WhatsApp de forma rápida e segura. Atualmente, são mais de 7 mil convênios com empresas privadas, prefeituras, governos estaduais e órgãos federais.

O BB oferece diversas soluções para atender as necessidades dos clientes e entende a importância do uso responsável do crédito. Um dos exemplos é o site bb.com.br/educacaofinanceira, onde os clientes têm acesso a amplo conteúdo, inclusive cursos e dicas para cuidar do orçamento.

Para aqueles que possuem empréstimo contratado em outras instituições financeiras, o BB permite a transferência do empréstimo por meio da Portabilidade, observadas as diretrizes previstas na resolução 2013/4292 do Banco Central. Mais informações podem ser obtidas no site bb.com.br/consignado.

Fonte: IG

 

Banco do Brasil aprova distribuição de 40% dos lucros em 2023

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O Banco do Brasil (BBSA3) comunicou na noite desta quinta-feira (19) que o seu conselho de administração aprovou payout (distribuição de lucros) de 40% para o exercício de 2023, via juros sobre o capital próprio (JCP) ou dividendos.

Segundo a instituição, o valor do payout definido considerou “os balizadores constantes na política, em especial, o resultado do Banco, sua condição financeira, a necessidade de caixa, o Plano de Capital e suas metas e respectivas projeções, a Declaração de Apetite e Tolerância a Riscos, perspectivas dos mercados de atuação presentes e potenciais, oportunidades de investimento existentes e a manutenção e expansão da capacidade operacional”.

O BB remunerará os acionistas em oito fluxos. Quatro pagamentos realizados ao longo dos próximos trimestres deste ano, de forma antecipada, com a primeira prevista para o dia 31 de março.

Há ainda outros quatro pagamentos complementares, efetivados após o encerramento dos trimestres, com a primeira para junho de 2023. Confira quadro abaixo:

Fonte: InvestNews

Concurso Banco do Brasil: saídas anuais favorecem convocação geral

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O concurso Banco do Brasil está com inscrições abertas para o preenchimento de 6 mil vagas de nível médio. Deste total, 2 mil são para a formação de um cadastro reserva. Apesar do uso do cadastro de reserva não ser obrigatório, tudo indica que ocorrerá uma convocação geral, como aconteceu no concurso de 2021 do BB.

Isso porque, segundo o diretor de Gestão da Cultura e de Pessoas do BB, Thiago Borsari, por ano, em média, 2 mil funcionários se aposentam no Banco do Brasil.

Desta forma, o BB se prepara para convocar os candidatos aprovados, na medida em que surgirem oportunidades, e, durante a validade do concurso. As primeiras chamadas ocorrerão a partir do segundo semestre deste ano. “No caso de surgimento de novas vagas, os candidatos do cadastro de reserva também poderão ser convocados”, confirma o diretor do BB.

Vale lembrar que, no edital de 2021, todos os aprovados foram convocados logo no primeiro e único ano de validade da seleção. Diante da celeridade nas convocações, o BB não prorrogou o prazo por mais um ano, como permitia o edital.

Com seu histórico e saídas anuais, tudo indica que a convocação irá incluir o cadastro de reserva, podendo, inclusive, preencher todas as 6 mil vagas ofertadas.

Concurso Banco do Brasil oferece 6 mil vagas

Ao todo, o concurso do Banco do Brasil oferece 6 mil vagas para escriturário, cargo que exige o nível médio completo. Assim como a última seleção, a atual tem abrangência nacional, ou seja, permite que o candidato escolha o local de trabalho. Há oportunidades nos 26 estados do país, além do Distrito Federal (confira aqui as vagas por estado).

Além disso, as vagas de escriturário estão distribuídas por dois perfis profissionais, sendo 3 mil para cada um deles:

agente comercial (escriturário tradicional) – profissional que atua no banco, principalmente no atendimento ao cliente, e conta com postos em todas as agências do país;

agente de tecnologia (escriturário voltado para a área de TI) – profissional que atua na área de TI, com conhecimentos específicos, e exerce tal função no Distrito Federal, em Brasília.

As inscrições para o concurso Banco do Brasil devem ser realizadas até o dia 24 de fevereiro, no site da Fundação Cesgranrio . A taxa é de R$50.

Saiba tudo sobre a seleção do BB

Órgão: Banco do Brasil
Cargos: escriturário
Vagas: 6 mil
Requisito: nível médio
Remuneração: R$5.436,03
Banca: Fundação Cesgranrio
Inscrições: de 23 de dezembro a 24 de fevereiro
Provas: 23 de abril

Concurso Banco do Brasil terá provas em abril

Os candidatos do concurso Banco do Brasil 2023 serão avaliados por meio de provas objetivas e uma redação. Os exames terão cinco horas de duração e ocorrerão no dia 23 de abril.

O exame contará com 70 questões, sendo 25 de Conhecimentos Básicos e 45 de Conhecimentos Específicos. Já as disciplinas irão variar de acordo com o perfil profissional escolhido (agente comercial ou de tecnologia).

Fonte: Folha Dirigida

Marisa Mattos assume vice-presidência de Negócios Digitais e TI do BB

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Marisa Reghini Ferreira Mattos será vice-presidente de Negócios Digitais e Tecnologia do Banco do Brasil por indicação da nova presidente da instituição financeira, Tarciana Medeiros.

As indicações estão em processo de aprovação nas instâncias competentes de governança com vistas à eleição pelo conselho de administração do BB. Os vice-presidentes que atualmente ocupam as respectivas posições continuam exercendo suas funções regularmente até a investidura dos indicados.

Marisa Mattos é funcionária de carreira há 23 anos. É graduada em Sistemas de Informação pela Unesp, possui MBA em Engenharia de Software e Governança de TI e pós graduação em Gestão Empresarial. Tem formação de Executivos pelo Insper e formação para Conselheiros de Administração e Governança Corporativa pelo IBGC. Desde 2021, é gerente geral da Diretoria de Tecnologia na área de Construção de Aplicativos.

Fonte: Convergência Digital

BB é eleito o banco mais sustentável do mundo pela quarta vez

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O Banco do Brasil foi reconhecido como o banco mais sustentável do planeta pelo ranking das 100 Corporações Mais Sustentáveis do Mundo 2023 – Global 100, da Corporate Knights. Além da posição de liderança entre os bancos, que mantém desde 2021, o BB também é a única empresa brasileira premiada, figurando na 15ª posição no ranking geral. A divulgação das companhias premiadas ocorreu nesta quarta-feira, 18, durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça. Na última década, o Banco do Brasil foi listado em sete edições, sendo reconhecido como banco mais sustentável do mundo em 2019, 2021, 2022 e 2023.

Nesta edição, a Corporate Knights analisou mais de 7 mil empresas de capital aberto com receita bruta mínima de US$ 1 bilhão, em 25 indicadores econômicos, ambientais e sociais relacionados, por exemplo, à gestão financeira, de pessoal e de recursos, à receita obtida de produtos/serviços com benefícios sociais e/ou ambientais, e ao desempenho da cadeia de fornecedores. Fatores como o resultado financeiro, o volume da carteira de crédito sustentável, a compensação de emissões de carbono, o uso de energia limpa e as práticas de governança contribuíram para que o BB se mantivesse no ranking, em destaque.

Para Tarciana Medeiros, presidenta do Banco do Brasil, estar novamente no Global 100, como banco mais sustentável do mundo, e ser a única empresa brasileira presente no ranking é um reconhecimento do protagonismo do BB e da sua histórica atuação cuidadosa com os princípios ASG. “O reconhecimento é motivador e nos desafia a avançar em ações que mantenham a Empresa atualizada, inovadora e relevante. Vamos valorizar ainda mais a diversidade do nosso quadro de funcionários para enriquecer o debate de ideias, a proposição de soluções e a tomada de decisões que gerem impactos econômicos, sociais e ambientais positivos”, declara.

Sustentabilidade na prática

O BB tem uma longa trajetória no tema sustentabilidade. Já em 1985, instituiu a Fundação Banco do Brasil para reforçar sua contribuição com a transformação social dos brasileiros e com o desenvolvimento do país. Em 2005, lançou seu Plano de Sustentabilidade, hoje chamado Agenda 30 BB, que contribui para integrar os aspectos ASG nos negócios e nas práticas administrativas da empresa. O documento reflete as premissas da Agenda 2030 global, contribui para o atingimento de diversos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU e atende ao chamado internacional para construção de um mundo direcionado por gestão adequada dos recursos naturais, respeito aos direitos humanos e geração de valor para os diversos públicos de relacionamento. Desdobra-se em dezenas de ações e contém mais de cem indicadores de curto e médio prazo.

Além da Agenda 30 BB, O BB direciona sua atuação em sustentabilidade por meio de dez compromissos para um futuro sustentável, relacionados ao fomento à energia renovável, incentivo à agricultura sustentável, fomento ao empreendedorismo, ampliação da eficiência dos estados e municípios, ampliação dos investimentos ASG, originação de títulos sustentáveis, aumento do cuidado ambiental, valorização da diversidade, ampliação da maturidade digital e contribuição à sociedade com a FBB. “Nosso Plano, com olhar até 2030, contém ações estruturadas, compromissos claros, metas arrojadas e indicadores sólidos de resultados para prosseguirmos fortes, assertivos e evoluindo nas três frentes da nossa estratégia de sustentabilidade: gestão ASG, negócios sustentáveis e investimento sustentável”, explica Tarciana.

Na frente de Negócios Sustentáveis, o Banco do Brasil tem se destacado pelo volume da sua carteira de crédito sustentável, que atingiu mais de R$ 320 bilhões de saldo, correspondente a cerca de 35% da carteira de crédito total classificada do Banco. Esse montante foi contratado em linhas de crédito com elevada adicionalidade ambiental e/ou social, ou para financiar atividades e/ou segmentos que tenham impactos sociais e ambientais positivos, como energias renováveis, eficiência energética, construção, transportes e turismo sustentáveis, água, pesca, silvicultura, agricultura sustentável, gestão de resíduos, educação, saúde e setores de desenvolvimento local e regional, o que reforça o papel transformador do Banco do Brasil no apoio ao desenvolvimento do país e à construção de um futuro cada vez mais sustentável para a sociedade.

Fonte: Banco do Brasil

Banco do Brasil abre Edital de Patrocínio para projetos culturais

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Estão abertas as inscrições para o Edital de Patrocínio Centro Cultural Banco do Brasil – CCBB. O objetivo do Edital é selecionar projetos a serem patrocinados pelo Banco do Brasil e demais empresas do Conglomerado BB (subsidiárias, coligadas e controladas) para compor a programação das quatro unidades do CCBB, localizadas em Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP).

As inscrições são gratuitas e ficam abertas até 3 de março de 2023 em www.bb.com.br/patrocinios. No mesmo site, constam o Edital com informações completas sobre a seleção e o formulário para inscrição. Pessoas jurídicas (CNPJ) e pessoas físicas (CPF) podem apresentar propostas de projetos em artes cênicas, cinema, exposição, ideias, música e programa educativo.

As premissas e os pilares conceituais do Edital estão pautados, dentre outros temas, na necessidade de projetos que reafirmem nossas origens e ancestralidade, narrativas regionais e o pensamento decolonial. Além disso, são bem-vindos projetos que valorizem a inclusão e a acessibilidade e que ofereçam caminhos para compreender a construção contemporânea de identidades. Os produtores culturais são chamados a pensar projetos que enriqueçam a programação do CCBB por meio de experiências inovadoras com o público, e, também, garantam a representatividade da pluralidade cultural brasileira em suas produções.

O Edital contém detalhamentos sobre esses e outros pontos da seleção, a exemplo dos critérios de avaliação, que preveem: relevância conceitual e temática, aderência às premissas e aos pilares conceituais, viabilidade técnica e financeira e acessibilidade aos diversos públicos de pessoas com deficiência. O resultado será divulgado até junho deste ano.

O Banco do Brasil destinará aproximadamente R$ 150 milhões para realização dos projetos. O valor será dividido em até R$ 50 milhões a cada 12 meses de vigência do Edital. A disponibilidade orçamentária para os patrocínios será definida pelo Banco em negociação com cada proponente selecionado, considerando as contrapartidas oferecidas. Do montante destinado para os projetos culturais, o Conglomerado Banco do Brasil poderá valer-se, no todo ou em parte, dos benefícios fiscais da Lei Rouanet, contando com a parceria do Ministério da Cultura, que viabilizará o trâmite dos projetos na plataforma de gestão da Lei. O Banco poderá valer-se também de legislações estaduais/distritais e municipais de incentivo à cultura.

Tarciana Medeiros, a nova presidente do Banco do Brasil, destaca que a programação cultural do CCBB amplia a conexão dos brasileiros com a cultura e permite que a marca BB fique ainda mais próxima das pessoas. “Temos consciência de que o apoio à cultura contribui para consolidar seu poder de transformação das pessoas. Por isso, criamos o Centro Cultural Banco do Brasil há mais de trinta anos. A cada espetáculo de teatro, a cada exposição, a cada visita mediada pelo nosso programa educativo, permitimos que a arte toque o indivíduo e impacte o coletivo. É a cultura que nos faz olhar para o passado e, ao mesmo tempo, pensar no futuro”, conclui.

Fonte: Banco do Brasil

 

BB é condenado por forçar empregado a fazer operações irregulares para cumprir metas

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A Sétima Turma do Tribunal Superior do Trabalho manteve decisão que condenou o Banco do Brasil S.A. a pagar R$ 50 mil por danos morais a um empregado que era forçado a implantar seguros e outros serviços bancários em contas correntes sem autorização dos clientes. De acordo com o processo, o gerente-geral da agência coagia os subordinados a cometer irregularidades com o objetivo de cumprir metas de vendas impostas por ele.

Originalmente, o banco foi condenado pelo juízo da Vara do Trabalho de Araraquara (SP) a pagar indenização de R$ 100 mil. O Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região (Campinas/SP) manteve a condenação, mas reduziu o valor pela metade, tornando-o “mais compatível” com todos os elementos do processo: o dano causado e a culpa indireta do banco, já que o assédio foi cometido por um gerente.

O autor do processo, que atualmente está aposentando, foi admitido na instituição em 1984, chegando a ocupar a função de gerente de relacionamento. A partir de 2010, disse que passou a ter “metas absurdas e impossíveis de serem cumpridas” e a sofrer coação do gerente-geral para implantar irregularmente seguros, limites e pacotes nas contas correntes. Isso o teria levado a situações de estresse e desequilíbrio emocional devido às reclamações e humilhações sofridas de clientes.

Para o TRT, o gerente-geral “extrapolava os limites da razoabilidade na estipulação e cobrança de metas”, pressionando os subordinados a “infringirem os próprios regulamentos internos do banco”. Uma testemunha afirmou que o gerente era uma pessoa agressiva e que chegou a gritar e dar socos na mesa em uma reunião com os subordinados.

TST

A Sétima Turma não deu provimento ao agravo de instrumento interposto pelo Banco do Brasil com o objetivo de dar seguimento ao seu recurso de revista para o TST. De acordo com o ministro Cláudio Brandão, relator do processo, a alegação de ofensa aos artigos 884 e 944 do Código Civil, o julgado trazido para confronto de teses e o pedido de redução do valor da indenização no agravo de instrumento seriam “inovação recursal”, pois não foram levantados no recurso de revista.

O relator explicou que o agravo de instrumento tem por finalidade atacar os fundamentos da decisão monocrática que negou seguimento a esse recurso, visando o seu julgamento pelo TST. “Logo, é inadmissível a dedução de novos fundamentos tendentes a complementá-lo”, concluiu.

A decisão foi unânime.

Fonte: Portal Jusdescisium

 

Tesoureiro do Banco do Brasil de Serrinha é indenizado após sofrer sequestro

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A 4ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da Bahia (TRT-BA) condenou o Banco do Brasil a indenizar um tesoureiro em R$ 300 mil por ter sido sequestrado, em casa, com sua família, por uma quadrilha que assaltou a agência da cidade de Serrinha, no nordeste do estado. A indenização é a título de dano moral, devido ao assalto e ao sequestro sofridos e ao consequente estresse pós-traumático.

Além da reparação do dano moral, o ex-empregado receberá pensão mensal no valor correspondente ao plus salarial percebido em razão do desempenho da função de tesoureiro, atualizado como se na ativa estivesse, considerando que foi reconhecida a incapacidade total e temporária para o labor na função de tesoureiro. A decisão reformou parcialmente a sentença de 1ª Grau e dela ainda cabe recurso.

De acordo com os autos, o sequestro aconteceu em fevereiro de 2011, quando “os assaltantes renderam o gerente da agência em sua residência e, em seguida, se dirigiram à residência do tesoureiro, ora reclamante. No dia seguinte, pela manhã, os delinquentes mantiveram toda a família do autor em um quarto, enquanto obrigaram este e o gerente da agência a se dirigirem ao Banco para retirar os malotes com dinheiro do cofre.

Após receberem os malotes, a quadrilha sequestrou toda a família do reclamante, sendo que a babá das crianças foi levada para o município de Ribeira do Pombal e sua filha, sua esposa, sua neta, que contava menos um mês de idade, e seu genro foram levados para cidade de Capim Grosso, locais em que foram liberados posteriormente.” Depois do ocorrido, o tesoureiro foi afastado por auxílio-doença e diagnosticado com estresse pós-traumático, não tendo mais saúde mental para trabalhar, o que o levou a solicitar a aposentadoria.

O Órgão julgador reconheceu que a atividade desenvolvida pelo autor da ação é considerada de risco, o que caracteriza a responsabilidade civil objetiva do banco, assentando que “O nexo de causalidade é patente ao reverso do que defende o Banco reclamado, uma vez que os fatos que vitimaram o autor e sua família, ou seja, o sequestro, detém relação direta com o desempenho a função de tesoureiro”. Para o colegiado, ficou demonstrada conduta negligente do empregador, pois o “banco manteve-se inerte quanto à adoção de medidas efetivas de segurança e monitoramento aptas a proteger seus empregados e prevenir a ação delinquente”.

O TRT asseverou que o ex-funcionário do banco tem Transtorno de Estresse Pós-Traumático e Transtorno de Ansiedade, convivendo com a revivência do abalo sofrido. Ponderou, ainda, que “ao invadirem o espaço privado e íntimo do reclamante e de seus entes queridos, com intimidações, os sequestradores já investigaram por longo período os detalhes de suas vidas, seus hábitos, seus costumes, seu núcleo familiar e afetivo, sua rotina de trabalho, funcionamento do banco e lazer.”

O tesoureiro também foi indenizado, por dano moral, no valor de R$100 mil, por transporte de valores durante o curso de vínculo empregatício. A 4ª Turma frisou que a prova testemunhal demonstrou que o bancário realizava esse tipo de transporte habitualmente (duas vezes por semana) para abastecer os “postos de Barrocas/BA, Rodoviária, Cidade Nova, Supermercado, dentre outros”, sem que tenha sequer recebido treinamento para tanto.

Segundo o acórdão, a prova testemunhal demonstrou que “somente após o afastamento do autor se impôs a obrigatoriedade do carro-forte para transporte de numerário, de modo que este, no curso do vínculo, se colocou em risco em inúmeras vezes que teve que abastecer os postos, sem a mínima segurança”, de modo que o banco “se valeu do seu poder de mando para desviar o reclamante da função, obrigando-o a desempenhar tarefas além das suas responsabilidades e expor sua integridade física a um grau considerável de risco, malferindo o princípio da dignidade da pessoa humana”.

Fonte: A Voz do Campo

 

Bancos públicos estão entre os principais credores da Americanas

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Na última semana, um escândalo financeiro de grandes proporções trouxe à tona algo que estava escondido por trás do alegado bom exemplo de gestão de grandes empresas privadas. Tendo como sócios alguns dos homens mais ricos do Brasil, defensores incansáveis das privatizações, a Americanas teve reveladas “inconsistências contábeis” de R$ 20 bilhões – chamadas abertamente de “fraude multibilionária” pela representação dos acionistas minoritários. Entre os principais credores, cujos recursos ficam ameaçados pelo rombo, estão bancos públicos – ou seja, o prejuízo atinge um perímetro muito maior do que os acionistas da Americanas.

Para além do prejuízo que pode repercutir nos bancos públicos, esse fato coloca em questão (mais uma vez) a propaganda falsa baseada na premissa “se é privado, é melhor”, protagonizada justamente por aqueles que estão diretamente envolvidos na privatização de estatais. Não se trata, portanto, de um problema “da Americanas”.

Entenda o caso

Na virada de ano, o CEO Sergio Rial assumiu a Presidência da Americanas. Porém, apenas dez dias depois, Rial renunciou ao cargo. O motivo? Ele descobriu um rombo de R$ 20 bilhões nas contas da empresa. Esse valor refere-se a dívidas que estavam sendo erroneamente contabilizadas: a empresa pediu empréstimos para pagar os fornecedores (em operações chamadas de “risco sacado” e, em vez de essas dívidas serem contabilizadas como tal, foram registradas como despesas com fornecedores. Isso esconde as dívidas acumuladas, apresentando a potenciais acionistas e possíveis credores uma realidade financeira que não existe, como se a empresa tivesse menos dívidas do que na realidade possui.

Chamada de “inconsistência contábil” por alguns, a prática foi caracterizada como uma “fraude multibilionária” pela Abradin, associação que reúne acionistas minoritários de empresas de capital aberto. Em nota, a Abradin afirmou que o caso “não só destruiu patrimônio dos acionistas da companhia como, e principalmente, mina a credibilidade do mercado de capitais brasileiro, afugentando investidores justamente em um momento em que a economia nacional tanto precisa de investimentos diretos na produção para retomar sua trajetória de crescimento”.

As contas da Americanas são auditadas pela PwC, uma das maiores multinacionais de consultoria e auditoria do mundo, que está há mais de 100 anos no Brasil. Em seus relatórios, a PwC não apontou qualquer inconsistência. Agora, as revelações sobre o rombo colocam em xeque a atuação da PwC, que faz parte do grupo apelidado de “big four” de empresas de consultoria e auditoria, e, por consequência, devem lançar dúvidas sobre a credibilidade também das demais integrantes do grupo.

Caixa fez empréstimo no apagar das luzes do governo anterior

Dos R$ 20 bilhões em dívidas que estavam escondidos nos balancetes da Americanas, R$ 6,4 bilhões têm como credores bancos públicos: Banco do Brasil, Banco Econômico de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), Banco da Amazônia, Banco do Nordeste e Caixa Econômica Federal. No dia 21 de dezembro, no apagar das luzes do governo de Jair Bolsonaro (PL) e menos de três semanas antes do anúncio do rombo, a Caixa concedeu à empresa um empréstimo de R$ 450 milhões. Todos correm agora para minimizar os prejuízos que podem sofrer.

Quem são os acionistas majoritários da Americanas?

Especialistas têm dito ser improvável que o rombo tenha passado despercebido pelas gestões anteriores e pelos acionistas majoritários. Os bilionários Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Carlos Alberto Sicupira possuem cerca de um terço das ações da Americanas. Lemann, que vive na Suíça, é o homem mais rico do Brasil, com uma fortuna estimada em quase R$ 80 bilhões. Ele e seus sócios – que são proprietários da 3G Capital – atuaram diretamente para a privatização da Eletrobras, da qual também são acionistas.

Reportagem do jornalista Luis Nassif denuncia, sobre Lemann, que “a forma como se apropriou da Eletrobras é indecente, fruto de lobby direto na veia do poder público. Entrou como minoritário, no golpe do impeachment passou a ter poder de indicação dos gestores. Estes reduziram investimentos – que eram relevantes para o país – para garantir dividendos polpudos. A 3G, controlada por ele, produziu uma avaliação do preço da Eletrobras indecente, tomando como base o valor contábil da empresa. O golpe da privatização ocorreu com a empresa emitindo ações, que diluíram a participação estatal, e impuseram um acordo de acionistas pelo qual a União só tem direito a 10% dos votos, independentemente de sua participação acionária”.

Riscos para fundos de pensão e trabalhadores

Os fundos de pensão que se vinculam ao mercado financeiro também podem ser – e alguns já estão – sendo afetados direta ou indiretamente pela crise desencadeada pela “inconsistência” da Americanas. Reportagem do jornal O Globo aponta que dois fundos da Fundação dos Economiários Federais (Funcef), que administra as pensões de funcionários da Caixa Econômica Federal, foram afetados, embora de forma apenas marginal. A desconfiança sobre a confiabilidade dos balancetes de grandes empresas e até mesmo sobre empresas de auditoria como a PwC, porém, pode trazer efeitos futuros também sobre outros fundos de pensão. São os riscos assumidos pelos fundos de pensão que se vinculam às dinâmicas instáveis do mercado financeiro.

Além dos riscos para os trabalhadores e trabalhadoras que têm suas aposentadorias vinculadas a fundos de pensão, também não está afastado o risco de demissões na Americanas, onde trabalham 44 mil pessoas. Isso porque a situação financeira da empresa ainda é incerta, assim como a forma como ela irá lidar com o possível estrangulamento. Nos próximos dias, especula-se que a Americanas irá mover processo de recuperação judicial, pedindo à Justiça o congelamento dessas dívidas que não estavam sendo contabilizadas até que ela apresente um plano de recuperação – que poderá incluir demissões.

Fonte: Sintrajufe

 

Tarciana assume comando do BB com compromisso de entregar resultados relevantes para acionistas do BB

Publicado em: 17/01/2023

A nova presidente do Banco do Brasil (BBAS3), Tarciana Medeiros, reforçou nesta segunda-feira, 16 de janeiro, o compromisso de entregar “resultados relevantes” para os acionistas do banco e destacou que a instituição “somará esforços” com a equipe econômica do governo.

“Agradeço aos 85 mil colegas do banco pelo acolhimento caloroso à minha indicação. Minha indicação significa o reconhecimento à competência técnica e ao comprometimento deste time. Me sinto honrada pela oportunidade de liderá-lo como funcionária de carreira que sou. A melhor forma de agradecer é assumir o compromisso de continuar a entregar resultados relevantes para os acionistas e contribuir para o desenvolvimento do País”, afirmou, em cerimônia de posse no Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB).

Em cerimônia de posse no Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB), Tarciana agradeceu a indicação ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad. “Somaremos esforços com Haddad para construir um país próspero e sustentável. Queremos ser uma empresa que promove desenvolvimento da sociedade de forma eficiente”, completou.

Ela destacou que as mulheres ocupam cada vez mais espaço na instituição e a diversidade no quadro de funcionários do banco. Além do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), participam do evento a ministra da Cultura, Margareth Menezes, e o secretário-executivo da Fazenda, Gabriel Galípolo.

Transparência e diálogo

Tarciana Medeiros citou a excelência dos modelos de governança da instituição e suas subsidiárias, coligadas e companhias nas quais o BB tem participação. “Minha gestão será marcada pela transparência e pelo diálogo franco e aberto”, prometeu.

A nova presidente do banco destacou ações para o desenvolvimento de melhores soluções e produtos em áreas como seguros, previdência, consórcios, meio de pagamentos, mercados de capitais, entre outros. “Nos sentiremos realizados de ter participado da transformação do País em nação que valoriza o povo. Essa transformação do País vai levar a menos desigualdade e mais oportunidades para todos”, completou.

Em relação à diversidade, Tarciana Medeiros disse que a gestão será marcada não apenas pela multiplicidade na composição da equipe como será caracterizada pela liberdade no debate de ideias. “Construiremos um diagnóstico preciso. Adotaremos medidas concretas para diversificar ainda mais os times e as lideranças. Enriquecendo o debate de ideias, a proposição de soluções e a tomada de decisões”, disse.

Pequeno e médio produtor

Ao discursar, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ressaltou a importância da escolha da primeira mulher a comandar o Banco do Brasil. Ele pediu que a instituição, a principal concessora de crédito agrícola no país, dedique mais atenção para o pequeno e o médio produtor rural.

“Desejo um Banco do Brasil muito forte, com muita gente depositando dinheiro. E quero mostrar uma coisa que eu dizia em 2003 e vou dizer agora: o pobre, neste país, não é o problema. Ele é a solução na medida em que ele é incluído na economia. E nós vamos, outra vez, incluir o povo pobre na economia e queremos que o Banco do Brasil cumpra com sua parte”, declarou Lula.

Além de Lula e da primeira-dama, Janja Lula da Silva, compareceram à cerimônia a ministra de Gestão e Inovação, Esther Dweck, e assessores da equipe econômica. Também prestigiaram a posse os ministros do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho; da Cultura, Margareth Menezes; e da Igualdade Racial, Anielle Franco.

Carreira de 22 anos no banco

Primeira mulher a presidir a instituição, Tarciana é funcionária do BB há 22 anos e, antes da indicação para a presidência, era gerente executiva na área de Clientes e Soluções para Pessoas Físicas. Ela é formada em Administração de Empresas e pós-graduada em Administração, Negócios e Marketing; em Liderança, Inovação e Gestão; MBA em BI e Analytics em curso, além de possuir formação do Banco do Brasil para atuação em cargos de alta gestão executiva.

Fonte: Infomoney com Agência Brasil

BB investiu R$ 277 mi na Americanas no fim do governo Bolsonaro

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Treze fundos de investimentos do Banco do Brasil são credores da Americanas. Ao todo, esses fundo aplicaram cerca de R$ 277,5 milhões do dinheiro dos cotistas nos papéis da dívida da varejista. Curioso é que as compras se intensificaram a partir de outubro do ano passado.

O Brasilprev Top TP III FI RF CP, fundo de aposentadoria privada, tem algo perto de R$ 70 milhões investidos nos títulos, o equivalente a pouco mais de 3% do patrimônio líquido total. Em um eventual inadimplemento da dívida por parte da varejista, os cotistas terão um prejuízo imediato acima de 3% nos recursos que estão sendo guardados com a gestora.

Para se ter uma ideia do impacto que isso pode ter no fundo: no dia 12 de janeiro, as cotas do Brasilprev Top TP III FI RF CP caíram 1,65%, o equivalente a R$ 36 milhões dizimados em função da crise da varejista. Antes disso, a maior queda registrada pelo fundo era de 0,04%, em dezembro do ano passado.

De acordo com levantamento de O Antagonista, pelo menos três fundos previdenciários do banco público têm posição no papel, com um prejuízo próximo de R$ 100 milhões, caso as dívidas não sejam honradas. Outros dez fundos de investimentos do banco estão com mais de R$ 170 milhões aplicados.

O Banco do Brasil tem a gestora com o maior volume de recursos investidos em debêntures da Americanas, com R$ 277,5 milhões. A estatal é seguida pelas gestoras do Banco Santander, com cerca de R$ 240 milhões, e do BTG Pactual, com mais de R$ 150 milhões. Ao todo, são mais de R$ 15 bilhões em debêntures ainda nas mãos de fundos de investimento independentes nacionais e internacionais ou ligados a bancos.

A varejista, que já entrou em disputa judicial com o BTG, estuda uma recuperação judicial para renegociar as dívidas com bancos e credores em geral, após a descoberta de “inconsistências contábeis” de R$ 20 bilhões na semana passada. A possível fraude levou Sérgio Rial a abdicar do cargo de CEO da companhia apenas nove dias após a posse.

Fonte: O Antagonista

Ministério da Cultura e BB lançam edital de R$ 150 mi para financiar projetos

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A ministra da Cultura, Margareth Menezes, anunciou nesta segunda-feira (16/1) o lançamento de um novo edital, em parceria com o Banco do Brasil, para financiar projetos culturais. Ao longo dos três anos de vigência do edital, de 2023 a 2025, será investido um montante de R$ 150 milhões nas propostas selecionadas, cerca de R$ 50 milhões por ano.

As inscrições já estão abertas e poderão ser feitas até 3 de março, no site do Banco do Brasil. O resultado será divulgado até junho deste ano. Podem participar do processo seletivo pessoas jurídicas e físicas, com propostas nas áreas de artes cênicas, cinema, exposição, ideias, música e programa educativo.

O anúncio foi feito durante a posse da presidente do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros. Segundo a ministra, o novo edital leva em consideração os pilares da cultura brasileira: diversidade, identidade, contemporaneidade e criatividade. A seleção busca projetos de valorização da ancestralidade, narrativas regionais, entre outros temas.

“O modelo pactuado com o Banco do Brasil está de acordo com as novas diretrizes para uso dos incentivos fiscais destinados à Cultura, nesse novo modelo de gestão da Lei Rouanet. Será aperfeiçoado com diálogo entre as linguagens, oportunidade de acesso aos recursos para todos, melhor distribuição de recursos entre as regiões brasileiras, oportunidades de novos agentes culturais se inserirem nos circuitos mais expressivos e, claro, com maior possibilidade de fruição pela sociedade brasileira, por meio de acessos gratuitos a todas as pessoas”, pontuou Margareth.

O ministério também pretende buscar parcerias para ampliar o incentivo à cultura com outras estatais, como o Banco da Amazônia (BASA) e o Banco do Nordeste do Brasil (BNB).

Fonte: Metrópoles

 

 

AGEBB vai apoiar Kelly Quirino na eleição para o Caref entre os dias 20 e 26

Publicado em: 16/01/2023

Entre os dias 20 e 26 de janeiro, os funcionários do Banco do Brasil da ativa vão eleger seu representante (Caref) no Conselho de Administração, o órgão colegiado responsável pelas decisões estratégicas e por fixar a orientação geral dos negócios do BB. Os diretores e conselheiros da AGEBB vão seguir os representantes eleitos da Previ para apoiar a candidata Kelly Quirino, número F6073227. Também pedem o apoio e o voto do funcionalismo em Kelly, por considerarem que ela tem uma trajetória que se alinha com a atuação da maioria das entidades representativas e dos sindicatos que defendem os interesses dos trabalhadores do Banco do Brasil.

Para Adriano Domingos, presidente da AGEBB, o trabalho parceiro com os representantes eleitos da Previ e a proximidade com a representante dos funcionários no Conselho do BB, com certeza facilita a interação e a proximidade com a diretoria do banco. “Esperamos que ela, uma vez eleita, possa nos representar bem, com conhecimento e experiência que já tem”, afirma. Kelly tomou posse no Banco do Brasil em 2007 em Bauru (SP), passou pela agência Estilo Santos, litoral paulista, e em 2011 transferiu-se para a Fundação Banco do Brasil. Hoje trabalha na Diretoria de Marketing e Comunicação (Dimac) do banco.

Kelly Quirino também é pesquisadora associada ao Intercom nas áreas de jornalismo impresso e jornalismo especializado. Em 2020, foi eleita uma das 115 mulheres referência na luta antirracista no Brasil. É doutora em Comunicação pela Universidade de Brasília (UnB), na linha Jornalismo e Sociedade, mestre em Comunicação Midiática e bacharel em Comunicação Social habilitação em Jornalismo, ambos realizados na Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Unesp).

Em entrevista ao podcast Associados Previ, Kelly conta como pretende atuar como Caref. “Ainda que em assuntos diretos que envolvam questões funcionais eu não possa votar, posso levar as demandas dos colegas e propor saídas. Por isso meu objetivo é realizar um mandato participativo e, para isso, disponibilizar um canal direto entre Caref e os funcionários, de preferência com inclusão na intranet corporativa”, explica.

Ela critica o enxugamento do BB nos últimos anos. “A falta de funcionários que passamos a enfrentar, com a redução de postos de trabalho e fechamento de agências, nos levou a cenários como o de gerentes sobrecarregados por liderar vários assistentes e escriturários. Isso tem que ser revisto com a abertura de concursos públicos e dando condições para que os colegas, que assim quiserem, possam ascender na carreira.”

Kelly também pondera que o momento exige que o banco priorize uma gestão inovadora, alinhada às mudanças tecnológicas e que priorize o bem-estar. “Sofremos muito com poucos funcionários para dar conta de metas, que foram se tornando abusivas, assédio moral, que levou colegas a sérios problemas de saúde mental, como depressão e ansiedade. Pessoas doentes não têm condições de exercer um bom trabalho. Pensar o bem-estar do funcionário inclui ambiente de trabalho saudável, apoio psicológico e, quando possível, opção pelo home office”, avalia.

Filha de empregada doméstica, Kelly também conta no podcast como trabalhar no Banco do Brasil transformou sua vida e defende o BB como banco público, “que atue na oferta de crédito, com impacto positivo nas cadeias produtivas, que ajude no desenvolvimento das cidades do interior, em saneamento básico, energia elétrica, que ajude o empresário, da grande empresa e da pequena empresa, o grande e o pequeno agricultor, que invista também em tecnologia”.

Ao ser questionada sobre qual deve ser o papel do Banco do Brasil, se a busca incessante por maior resultado financeiro ou como apoio às políticas de desenvolvimento econômico-social do país, Kelly responde sem titubear: “É possível um equilíbrio. Não podemos ser ingênuos. Estamos no capitalismo e um banco dentro do capitalismo é um intermediador financeiro que busca o lucro. Mas, ao mesmo tempo, como banco público, o BB pode fazer intermediação financeira que visa, também, o desenvolvimento do nosso país, que tem mais de 200 milhões de pessoas, é a oitava economia de mundo e que, nos últimos anos, vem passando por um processo de desindustrialização que é muito ruim”, avaliou. “Então, defendo um banco público que atue na oferta de crédito, com impacto positivo nas cadeias produtivas, que ajude no desenvolvimento das cidades do interior, em saneamento básico, energia elétrica, que ajude o empresário, da grande empresa e da pequena empresa, o grande e o pequeno agricultor, que invista também em tecnologia”, conclui.

Kelly também conta com o apoio da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e de grande maioria dos sindicatos de bancários e entidades de representação do funcionalismo. O primeiro turno da votação ocorrerá de 20 a 26 de janeiro, e todos os funcionários da ativa podem participar, via SISBB.

Fonte: Associados da Previ com Sindicato dos Bancários de SP

 

Revisão de custeio: Planos Feas PAMC, Feas Básico e Novo Feas

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Na última quinta-feira (29/12), em reunião do Conselho Deliberativo do Economus, foram aprovadas as revisões de custeio dos planos Feas Básico, Feas PAMC e Novo Feas, com alterações nos percentuais de contribuição a partir de janeiro/2023.

Os planos Feas apresentam situação de desequilíbrio financeiro e o esgotamento dos recursos do Fundo FEAS compromete o custeio das despesas. Diante deste cenário, na forma prevista em regulamento, foram feitos estudos técnicos para revisão das contribuições, de maneira que os planos Feas tenham a mínima condição de continuar oferecendo os serviços de assistência médica aos aposentados e o Instituto continue honrando os compromissos com hospitais, clínicas e profissionais da rede credenciada.

Diversos fatores contribuíram para o desequilíbrio financeiro dos planos Feas, entre eles, a inflação médica, com crescimento superior ao reajuste na renda dos titulares; a redução do grupo de beneficiários, pela migração para outros planos de mercado; e a situação de esgotamento dos recursos do Fundo FEAS, que não apresenta mais condições de permanecer como “mantenedor” desses planos de saúde.

Além disso, as ações judiciais são outro fator de peso na situação crítica do Fundo FEAS e dos planos a ele vinculados. Atualmente, cerca de 1.855 beneficiários dos planos Feas Básico e Feas Pamc não pagam as contribuições por decisões judiciais e recentemente o Economus teve de fazer provisão contábil para a devolução das contribuições dos reclamantes nos últimos 10 anos. No plano Novo Feas, a liminar judicial que impede a alteração do percentual de contribuição para um grupo de 1.097 beneficiários acelera o consumo de recursos do Fundo FEAS e pode comprometer toda a operação de saúde.

Conforme já noticiado em outras oportunidades, o modelo de custeio do Plano Novo Feas vem se mostrando insustentável e apresentando déficits sucessivos ao longo dos últimos anos. Como medida estrutural, no início de 2022, o Economus propôs o encerramento desse Plano e criou o Economus Futuro, buscando trazer equilíbrio financeiro e maior perenidade aos planos dos aposentados. Porém, nova decisão judicial impediu o encerramento do Plano Novo Feas, agravando ainda mais a situação de desequilíbrio do plano.

O Instituto segue recorrendo da liminar que suspendeu a descontinuidade do Plano Novo Feas e aguarda a decisão da justiça. Adicionalmente, tem empenhado esforços no endereçamento de soluções que possam viabilizar a manutenção da assistência à saúde para os aposentados.

Fonte: Economus

Banco e BB Seguridade assinam adiantamento de acordo operacional

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O Banco do Brasil e BB Seguridade assinaram o terceiro adiantamento do acordo operacional entre companhias para atuar no segmento de seguros com prazo de três anos e com renovação automática.

O adiantamento consiste em excluir o mecanismo de remuneração adicional paga pela BrasilSeg à BB Corretora em caso de superação de metas; aumentar o percentual de comissão pago pela BrasilSeg à BB Corretora sobre os prêmios emitidos dos seguros de vida e prestamista; e reduzir o percentual de comissão pago sobre os prêmios emitidos do seguro penhor rural.

Esse aditamento tem prazo de três anos já contados a partir do primeiro dia de 2023. O período será renovado por novos períodos subsequentes de 3 anos de forma automática.

Fonte: Monitor Mercado

BB representa Brasil em ranking de organizações que lideram Open Finance

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O Banco do Brasil entrou para o ranking global da Open Future World de organizações que lideram o progresso do Open Finance ao redor do mundo como o único representante brasileiro.

Na dianteira de soluções que usam o Open Finance no País, o BB ficou em 12º, empatado com outras duas organizações, em um total de 48 instituições. O banco foi o primeiro do mundo a permitir a adesão ao Open Finance pelo Whatsapp, assim como a permitir Pix de outros bancos para o BB por meio do aplicativo de mensagem.

A Open Future World, que afirma ser a maior fonte de informação global sobre Open Banking, classifica as organizações que mais impulsionam a agenda do “sistema financeiro aberto” por meio de menções em mídia espontânea sobre o tema. Segundo a Open Future World, no ano passado, foram rastreadas mais de 1.000 organizações em 80 países.

Fonte: EInvestidor

Concurso Banco do Brasil deve atrair até 1,5 milhão de candidatos

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Com inscrições abertas até o dia 24 de fevereiro, o concurso Banco do Brasil oferece 6 mil vagas para escriturário, cargo que exige o nível médio completo. Para falar sobre a seleção, Folha Dirigida entrevistou o diretor de Gestão da Cultura e de Pessoas do BB, Thiago Borsari.

Nesta entrevista, ele tira dúvidas sobre a realização das provas e a possibilidade de acumulação de cargos no banco, além de falar sobre as expectativas do BB em relação ao número de inscritos e convocação de aprovados.

Segundo, Thiago Borsari, por ano, em média, 2 mil funcionários se aposentam no Banco do Brasil.

Desta forma, o BB se prepara para convocar os candidatos aprovados, na medida em que surgirem oportunidades, e, durante a validade do concurso. As primeiras chamadas ocorrerão a partir do segundo semestre deste ano.

“No caso de surgimento de novas vagas, os candidatos do cadastro de reserva também poderão ser convocados”, confirma o diretor do BB.

Vale lembrar que, no edital anterior, publicado em 2021, todos os aprovados foram convocados logo no primeiro e único ano de validade. Diante da celeridade nas convocações, o BB não prorrogou o prazo por mais um ano, como permitia o edital.

Apesar de ter convocado mais de 4 mil aprovados no edital de 2021, um novo concurso é realizado pelo BB. Segundo o diretor, isso ocorre em meio à necessidade de ampliar os quadros.

“É necessário somar novos talentos ao nosso time qualificado e ampliar o número de funcionários com competências digitais desenvolvidas. Por isso, neste concurso, temos oportunidades para atuação como agente comercial ou agente de tecnologia”, explica o diretor.

Ainda segundo o diretor, o BB não conta com uma quantidade limite de vagas definida por lei. Atualmente, cerca de 18 mil escriturários atuam no banco.

O novo concurso também ocorre em um momento em que o BB busca novos funcionários com competências digitais e conhecimentos em TI, assim como para o relacionamento e negócios.

“Uma estratégia do BB para manter-se competitivo em um cenário com fintechs, startups, e empresas de diversos outros segmentos que estão se valendo da tecnologia digital para conquistar espaço no mercado financeiro”, explica o diretor.

Dúvidas sobre as provas e lotação dos aprovados 

Com a abertura de mais um concurso Banco do Brasil, concurseiros de todo país ainda têm dúvidas sobre a realização das provas e lotação dos aprovados.

Questionado sobre a possibilidade de um candidato realizar a avaliação em uma cidade/estado que não a escolhida para lotação, Thiago Borsari explica que não existe esta opção.

“Os locais onde os candidatos farão as provas está relacionado à UF/macrorregião/microrregião escolhida no momento da inscrição”, explica o diretor.

Já em relação à lotação destes aprovados, o diretor explica que, conforme previsto no edital, o candidato, ao se inscrever em determinada região, estará vinculado ao estado, macro e microrregião escolhidos, sendo estes usados nos critérios de classificação e contratação.

Concurso pode ter recorde de inscritos

Com uma oferta de vagas superior ao edital de 2021, o novo concurso Banco do Brasil pode atrair mais de 1,5 milhão de inscritos, número registrado na seleção anterior.

Caso consiga, este será o maior concurso da história do país. “Com a oferta significativa de vagas, em especial na área de Tecnologia, acreditamos que essa marca poderá ser ultrapassada”, diz Thiago Borsari.

Em relação à oferta de vagas, o diretor de Gestão da Cultura e de Pessoas do BB ressalta que, diferente do último edital, o novo conta com oportunidades para a área de TI também em São Paulo.

Na edição de 2021, as vagas para este setor foram destinadas apenas para Brasília DF. A inclusão do Estado de São Paulo ocorre, segundo o diretor, porque a Diretoria de Tecnologia possui parte de uma de suas gerências na capital paulista.

Crescimento no BB e possibilidade de acumulação de cargos

O cargo de escriturário é o primeiro passo dentro do Banco do Brasil, mas, após o ingresso, o BB oferece diversas formas de crescimento interno.

Segundo Thiago Borsari, o crescimento profissional é baseado na meritocracia, que resulta do bom desempenho das atividades, cumprimento de metas e análise curricular, e ocorre por meio de sistema de recrutamento de talentos e seleções internas.

“Há incentivo constante para o desenvolvimento profissional realizado pela Universidade Corporativa do Banco do Brasil (UniBB), além do bom desempenho e análise curricular. Temos cerca de 94 funções no rol do Plano de Funções do BB e reconhecemos em ascensão em torno de 16.500 talentos por ano, ou seja, os novos colegas podem esperar muitas oportunidades de crescimento profissional dentro do BB”, explica o diretor de Pessoas do banco.

Desta forma, por meio de processos seletivos internos abertos a todos, o banco oferece oportunidades de ascensão, desde os primeiros cargos da carreira até os de liderança.

“Existem inúmeras oportunidades para o funcionário atuar em sua área de formação e interesse, em setores específicos como Gestão de Pessoas, Jurídico, Marketing, entre outros. Inclusive, já tivemos diversos presidentes que ingressaram como escriturários e construíram toda sua carreira dentro do banco”, diz.

Conforme o novo edital, os aprovados terão ganhos iniciais de R$5.436,03, sendo R$3.622,23 de vencimento inicial, R$1.014,42 de auxílio-alimentação/refeição e R$799,38 de cesta alimentação, além dos seguintes benefícios:

  • participação nos lucros (geralmente paga duas vezes ao ano);
  • planos de saúde e odontológico;
  • previdência privada com participação do banco;
  • auxílio-creche/babá; e
  • auxílio ao filho com deficiência.

Ao ingressar no banco, o acúmulo de cargos públicos será permitido apenas para o cargo de professor, desde que exista a compatibilidade de horários.

Além disso, outros trabalhos, na iniciativa privada ou como freelancer, poderão ser realizados, desde que não haja conflito de interesse e de carga horária.

“Se você se identifica com o nosso propósito de ser próximo e relevante na vida das pessoas em todos os momentos e deseja fazer parte de uma das melhores empresas para se trabalhar, não perca essa oportunidade!”, conclui o diretor de Pessoas do BB.

Fonte: Folha Dirigida

 

TST absolve BB de pagar horas extras para auditor com cargo de confiança

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A Subseção I Especializada em Dissídios Individuais do Tribunal Superior do Trabalho (SDI-1) acolheu recurso do Banco do Brasil S.A. e o absolveu do pagamento de horas extras a um auditor da instituição. A SDI-1 reformou decisão anterior da Segunda Turma do TST por entender que o auditor exercia cargo de confiança e, por isso, não teria direito às duas horas trabalhadas além do expediente normal de seis horas dos bancários.

Para a Segunda Turma, o cargo de auditor não era de confiança porque o Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (BA), embora o tenha reconhecido como tal, não teria registrado nenhuma prova concreta de que o auditor tivesse subordinados, representasse o banco perante terceiros, detivesse poderes de gestão e de decisão ou qualquer atributo que o diferenciasse dos demais. O pagamento de gratificação ao ocupante do cargo de auditor, recebida por ele, no importe de 1/3, remuneraria apenas a especificidade da função.

No entanto, de acordo com o ministro Alexandre Agra Belmonte, relator dos embargos na SDI-1, a Segunda Turma, mesmo decidindo em sentido contrário, transcreveu no seu acórdão a parte em que o Tribunal Regional cita que o auditor tinha “poderes de mando, gestão, fiscalização e administração, bem como a percepção da gratificação correspondente a 1/3 do salário do cargo efetivo”. Tais requisitos, segundo ele, são inerentes ao cargo de confiança (artigo 224, parágrafo 2º, da CLT).

Assim, a SDI entendeu que a Segunda Turma, ao concluir pela ausência de prova concreta dos requisitos indispensáveis para a configuração do cargo de confiança, “destoou da realidade” contida no acórdão do TRT e conferiu nova interpretação à prova, contrariando o item I da Súmula 102 do TST, que trata do cargo de confiança de bancários, e a Súmula 126, que impede o reexame da prova nesta instância recursal extraordinária.

A decisão foi unânime.

Fonte: Jusdecisium

BB é condenado por confiscar dinheiro de empregado para quitar diferenças de caixa

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A Sétima Turma do Tribunal Superior manteve decisão que condenou o Banco do Brasil S.A. ao pagamento de indenização por dano moral, no valor de R$ 15 mil, por ter retirado da conta poupança de um empregado valores referentes a diferenças de caixa. O banco chegou a retirar R$ 1.150 da conta, de uma diferença a menor de R$ 3 mil.

De acordo com o empregado, em junho de 2010, o posto de serviço onde trabalhava, em Várzea da Roça (BA), foi avisado da ocorrência de um assalto à agência localizada em Mairi, a 11 km, e seu gerente determinou o fechamento imediato do caixa e o pagamento dos malotes das empresas privadas, sem a conferência do movimento diário. Quando a conferência foi realizada no dia seguinte, foi constatada a diferença de R$ 3 mil. Meses depois, ele identificou o desconto dos R$ 1.150 em sua poupança.

O Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (BA) confirmou a condenação de primeiro grau, que, além de determinar a devolução do valor descontado da poupança, condenou o banco por dano moral. O Banco do Brasil chegou a alegar, em sua defesa, que o caixa responde por eventuais diferenças de valores sob sua guarda, razão pela qual recebe o adicional por “quebra de caixa”, previsto em norma coletiva da categoria.

Para o TRT, no entanto, não há que se falar em “desconto salarial”, como pretendia o banco, pois não houve retirada no contracheque. Ficou comprovado, ainda, que o trabalhador não recebia o adicional de “quebra de caixa”. Além disso, o banco não apresentou autorização para efetuar a operação, e a violação na poupança “se mostrou muito mais grave, aviltante e vilipendiadora do que um desconto salarial, o qual, por si só, já se mostraria ilícito”.

No recurso ao TST, o BB alegou violação à Constituição Federal (artigo 5º, incisos V e X) e ao Código Civil (artigos 186, 927 e 944), já que o desconto na conta poupança teria sido legal e não teria ficado comprovado o dano moral pretendido.

No entanto, o ministro Vieira de Mello Filho, relator do processo, destacou que, na condenação por dano moral, não é exigida a prova do constrangimento, dor ou sofrimento pessoal e familiar. “O dano reside na própria violação do direito da personalidade”, afirmou. Segundo ele, o ato do banco foi de “usurpação” dos valores existente em conta poupança pessoal, o que se equipararia ao crime de apropriação indébita, previsto no artigo 168 do Código Penal.

Fonte: Jusdecisium

 

Bancário do BB é falsamente acusado de participar de atos antidemocráticos

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Thiago de Andrade Albuquerque, bancário do BB, está sendo vítima de Fake News nas redes sociais. Postagens relacionam falsamente o nome de Thiago a um homem que participou dos atos antidemocráticos e terroristas do último domingo 8, em Brasília, que culminaram na invasão e depredação das sedes dos três poderes. O homem aparece em um vídeo defecando em uma mesa do STF.

O Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região orienta que qualquer pessoa que tenha compartilhado a fake News apague de imediato a publicação e, caso tenha acesso ao post mentiroso, o denuncie através das ferramentas das redes sociais.

“Fui vítima de Fake News originada na instituição em que trabalho, Banco do Brasil. Meu nome foi vinculado à indivíduo que participou de ato de vandalismo ao STF no último domingo. Informo que durante esses acontecimentos não estava no Distrito Federal”, esclareceu Thiago em publicação na sua página de Facebook.

Nas publicações mentirosas, que associam o nome de Thiago aos atos criminosos, seus dados profissionais e pessoais foram expostos, o que está gerando diversos transtornos ao bancário, inclusive com ameaças à integridade de sua família.

“As medidas cabíveis já estão em curso e estarei afastado de minhas atividades até que a segurança de minha família seja restabelecida. Peço a todos que não propaguem tais informações, caso tenham acesso”, diz Thiago.
Nota do BB

Após Thiago registrar um boletim de ocorrência e apresentar provas de que não é ele que aparece nas imagens dos atos terroristas, o Banco do Brasil publicou nota informando tratar-se de Fake News qualquer associação do nome do bancário com os acontecimentos do último domingo 8.

Leia abaixo a nota na íntegra:

“Imagem de pessoa “defecando” no STF não é de funcionário do BB citado em Fake News em redes sociais

“O BB apurou e afirma que não se trata de funcionário do BB citado em boatos que circulam nesta fake news que surgiu nas redes sociais. O Banco destaca que desconhece a identidade da pessoa que aparece no vídeo, assim como não há indícios de que se trate de um funcionário do BB na cena lamentável.

O Banco ressalta que considera a democracia uma conquista da sociedade brasileira e repudia qualquer ato de violência contra as instituições que representam o Estado Democrático de Direito no país.

O Banco do Brasil auxiliará nas investigações das autoridades competentes no que for necessário para identificar qualquer funcionário que possa ter participado de atos de vandalismo em Brasília, ontem.”

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Governo do Tocantins e BB debatem soluções para agilizar abertura de empresas

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O presidente da Junta Comercial do Estado do Tocantins (Jucetins), José Aníbal, reuniu-se em seu gabinete na manhã dessa quinta-feira, 12, com gerentes do escritório responsável pelo setor público do Banco do Brasil (BB) no Estado, para conhecer e debater soluções tecnológicas que a instituição bancária oferece para órgãos como a Jucetins.

O gerente geral do Escritório de Setor Público no Tocantins, Márcio Correa, e o gerente de relacionamento do mesmo escritório, João Marcos Ferreira, expuseram ao presidente o trabalho que o BB faz para inovar, principalmente na área de arrecadação.

Recentemente, a Jucetins foi um dos primeiros órgãos a aderir ao sistema de pagamento instantâneo, o PIX, que é fruto de um convênio com o Banco do Brasil. “Hoje, o contribuinte paga suas taxas na Jucetins por meio do PIX. Isso trouxe mais agilidade para o registro empresarial, pois é tudo instantâneo, fazendo com que o processo seja liberado rapidamente. Isso só foi possível graças ao bom relacionamento que temos com o BB”, afirmou JoséAníbal.

“A Junta Comercial sempre procura aderir às inovações tecnológicas para aprimorar os seus serviços e simplificar a abertura de empresas. Acreditamos que juntos com o Banco do Brasil podemos fomentar ainda mais o empreendedorismo no Estado”, afirmou o presidente da Jucetins.

De acordo com o gerente Márcio Correa, o Banco do Brasil é um parceiro do Governo do Estado. “Nós temos muitas soluções tecnológicas avançadas para facilitar a arrecadação de taxas e para agilizar todo o processo, tornando a jornada do empresário na abertura da sua empresa mais rápida e fluída”, frisou.

O gerente de relacionamento João Marcos ressaltou que o BB está se colocando à disposição para os órgãos estaduais. “A gente quer trazer inovações tecnológicas para que a Junta possa atender da melhor forma os seus contribuintes”.

Participaram da reunião também o vice-presidente da Jucetins, Juarez Lobo, e a gerente de execução orçamentária e contábil da Jucetins, Jaciones Oliveira.

Fonte: DM Anápolis

Nova gerente do Banco do Brasil se reúne com prefeito de Sobradinho

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A nova gerente do Banco do Brasil de Sobradinho, no Distrito Federal, Daiana da Silva Moraes, esteve nesta semana reunida com o Prefeito Armando Mayerhofer. O objetivo do encontro foi estreitar os laços entre a Prefeitura e o Banco e ainda discutir possibilidades de convênios e acordos.

A gerente apresentou ao prefeito, um programa de financiamento público para a ampliação da capacidade de investimentos da administração municipal, com a finalidade de atender à crescente demanda da sociedade por melhorias na prestação dos serviços.

Na oportunidade, Mayerhofer destacou que é sempre importante ter entrosamento com as instituições financeiras, onde avalia que apesar da boa saúde financeira do município, sempre é preciso avaliar as alternativas disponíveis.

Fonte: Rádio Sobradinho

Alterações de hipóteses atuariais dos planos de benefícios do Economus

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Os órgãos de governança do Economus aprovaram a alteração de hipóteses atuariais. Esses ajustes nas premissas serão utilizados na avaliação atuarial anual de 2022.

Todos os anos, as premissas financeiras e atuariais dos planos de benefícios são avaliadas pelo atuário responsável, para verificar se continuam aderentes ao comportamento do conjunto dos participantes e às condições de taxas de juros do mercado. O resultado desse estudo é submetido para apreciação dos órgãos de governança.

No plano Regulamento Geral, houve necessidade de ajuste na hipótese de mortalidade geral e atualizações nas hipóteses de Entrada em Auxílio-Doença, Rotatividade e Fator de Capacidade.

O PrevMais permaneceu com as suas premissas mais relevantes inalteradas (juro atuarial e tábua de mortalidade), tendo ajustes apenas em algumas premissas de menor impacto.

Quanto aos planos Complementar n° 01 e n° 02, foram ajustadas apenas a hipótese de fator de capacidade.

Fonte: Economus