Artigo: Previ realiza Programa de Mentoria Liderança Feminina, por Paula Goto

Publicado em: 05/02/2026

Paula Goto*

Como sua organização tem promovido o desenvolvimento de lideranças femininas?

Que ações têm fortalecido o protagonismo das mulheres nos espaços de decisão?

A Previ realizou a segunda sessão do Programa de Mentoria Liderança Feminina, com o tema “Jornada de Autoconhecimento”, tendo como nossa convidada especial a líder inspiradora Cristiane Albuquerque. Primeira Superintendente Estadual Negra da história do BB, ela foi nomeada na gestão de Tarciana Medeiros. Superintendente Nordeste II, ela é responsável pelos estados de Alagoas e Sergipe.

Com uma história potente, Cristiane compartilhou sua trajetória de vida e carreira, emocionando as participantes da roda de conversa e inspirando com seu exemplo de coragem, autenticidade e resiliência. Com seu sorriso contagiante, ela nos lembra da importância da leveza e do cuidado – conosco e com nossas equipes – para construirmos resultados sólidos e sustentáveis.

Um ponto marcante da sua fala foi o reforço de que resiliência é resistência, não resignação.

E ainda, que ocupar espaços historicamente masculinizados exige repertório, presença e posicionamento. É isso que molda e fortalece as mulheres para a liderança, junto com ações intencionais de inclusão e letramento da diversidade nas empresas. Destacou os compromissos do Banco do Brasil, sob a liderança e vocalidade da presidenta Tarciana Medeiros, com a Agenda 30 e iniciativas estruturantes como Salário Digno, Raça é Prioridade e Mulheres na Liderança.

Tive a honra de participar da abertura ao lado da presidenta em exercício da Previ, Adriana Chagastelles, do diretor de Administração Márcio de Souza, da coordenadora do Comitê de Equidade Cris Toledo, da gerente de Pessoas e Cultura Jaqueline Medeiros e de Natalia K., idealizadora deste Programa de Mentoria.

Eu e o diretor Wagner Nascimento acompanhamos a Cristiane em um PreviTour, no qual ela, associada do Plano 1, pôde conhecer áreas, pessoas e projetos que dão vida à missão previdenciária da Previ e ampliam nosso propósito de cuidar do futuro das pessoas e gerar e maximizar valor para os associados e associadas.

Agradecemos a visita da Superintendente Cristiane e seguimos à disposição para levar cada vez mais educação previdenciária aos estados, aos Enlids e a todos os encontros que conectam e engajam funcionários e funcionárias do BB na construção de sua riqueza previdenciária.

*É Diretora de Planejamento da Previ

Fonte: Blog Abrapp

Previ mantém premissas atuariais para o fechamento de 2025 e exercício de 2026

Publicado em: 29/01/2026

A partir da realização dos estudos técnicos previstos na Gestão do Risco Atuarial para o Exercício de 2025, a Previ informa que serão mantidas as premissas atuariais utilizadas atualmente, tanto no fechamento do exercício de 2025 quanto ao longo de 2026, para todos os Planos de Benefícios.

A divulgação anual dessas informações faz parte do compromisso histórico da Previ de manter participantes, assistidos, patrocinadores e órgãos reguladores plenamente informados sobre os parâmetros que norteiam os cálculos atuariais.
Por que comunicar mesmo quando as premissas não mudam?

As premissas atuariais são essenciais para estimar a evolução das obrigações futuras dos Planos e orientar decisões de longo prazo. A manutenção desses parâmetros demonstra estabilidade e segurança nos fundamentos adotados, indicando que permanecem adequados ao perfil dos participantes e assistidos.

Ao informar anualmente sobre essas premissas, a Previ reafirma seu compromisso com a governança, a transparência e o diálogo permanente com todos os públicos envolvidos. Dessa forma, reforça a confiança e a previsibilidade necessárias para a gestão dos Planos.

A tabela a seguir consolida o conjunto de premissas vigentes para os Planos de Benefícios 1 e Previ Futuro:

Fonte: Previ

Novas faixas etárias e valores atualizados fortalecem a Capec para 2026

Publicado em: 22/01/2026

A Capec inicia 2026, ano do seu primeiro centenário, com importantes evoluções que reforçam seu compromisso histórico de proteção, cuidado e segurança para milhares de famílias participantes. As mudanças aprovadas no novo Regulamento em dezembro de 2024 e os ajustes anuais de pecúlios e contribuições integram um conjunto de melhorias que tornam o plano mais equilibrado, justo e preparado para o futuro.

Com a ampliação das faixas etárias e a atualização dos valores, a Capec dá um importante passo para acompanhar o envelhecimento natural da população, preservando a sustentabilidade e mantendo a tradição e solidez de oferecer proteção acessível e vantajosa.

Mais faixas etárias para acompanhar cada fase da vida dos participantes

A partir de janeiro, a Capec passa a ter 14 faixas etárias, substituindo a tabela anterior, que contava com apenas 8 faixas. A mudança foi cuidadosamente estudada pelas áreas técnicas da Previ e aprovada pelos órgãos de governança, com o objetivo de proporcionar uma distribuição mais equilibrada do custo entre os participantes.

Essa nova organização permite acompanhar com mais precisão a evolução do risco ao longo da vida e suaviza as transições entre idades. Participantes em diferentes fases passam a ter contribuições mais alinhadas ao seu perfil, garantindo maior previsibilidade e justiça contributiva. A modernização também reforça o equilíbrio atuarial da Carteira, tornando mais robusta a projeção do Fundo da Reserva para Cobertura de Oscilações – RCO, essencial para a manutenção da segurança financeira do plano no longo prazo, especialmente em momentos adversos como foi a pandemia de Covid-19.

Reajustes dos pecúlios fortalecem a proteção

O valor do pecúlio Morte, na modalidade Executivo, será atualizado de R$ 275 mil para R$ 280 mil, representando um reajuste de 1,82% para 2026. Mesmo abaixo da inflação medida pelo INPC no período, o ajuste assegura a continuidade da proteção às famílias, preservando o poder de cobertura do benefício e mantendo o plano competitivo e atrativo aos participantes.

Essa atualização preserva a essência da Capec: oferecer tranquilidade e apoio financeiro em momentos delicados, com responsabilidade e equilíbrio.

Contribuições ajustadas de forma responsável

As contribuições para 2026 também foram revisadas, considerando a nova estrutura de faixas etárias, a experiência de sinistros e o reajuste dos benefícios. Elas podem ser consultadas aqui no site, na seção Nossos Planos > Capec > Sobre o plano.

Os reajustes variam conforme a idade e o plano contratado. Para o Pecúlio Morte Executivo, por exemplo, que possui o maior valor segurado, os reajustes totais foram de 3,82% nas contribuições das faixas etárias mais jovens (até 60 anos), enquanto, para as idades mais avançadas, onde o risco é naturalmente maior, os ajustes podem atingir valores entre 4,8% e 8,3%, sempre preservando o princípio da mutualidade e solidariedade entre os participantes. Esses reajustes representaram, na prática, um aumento médio nominal de R$ 4,60 para os mais jovens (até 60 anos) e de R$ 35,75 para os mais idosos. Essa variação gradual permite que as contribuições acompanhem o risco real de cada etapa da vida, o que traz mais segurança ao Plano.

Mesmo com as atualizações, estudos comparativos realizados em 2025 mostram que a Capec segue altamente competitiva quando comparada às seguradoras de mercado, especialmente nas idades mais elevadas, em que a mutualidade e a escala do plano proporcionam benefícios importantes aos participantes. Para os mais idosos, por exemplo (acima de 65 anos) as seguradoras de mercado sequer oferecem cobertura para o risco de morte e, quando ofertam o seguro de vida, os valores cobrados chegam a ser maiores que o dobro da contribuição da Capec.

Segurança que segue ao seu lado

As mudanças para 2026 mostram, mais uma vez, o compromisso da Previ em cuidar da Capec para que ela siga forte e preparada para os próximos 100 anos.

Com a nova tabela, os novos valores e um modelo de custeio mais equilibrado, o plano continua oferecendo aquilo que sempre entregou: proteção confiável, com responsabilidade e transparência.

Nos próximos meses, divulgaremos novos conteúdos para mais esclarecimentos sobre a Capec, em especial sobre essas mudanças, reforçando sua missão de oferecer segurança em um cenário de maior longevidade.

Fonte: Previ

Vêm aí as Eleições Previ 2026: votação ocorre no mês de abril

Publicado em:

Atendendo ao Edital de Convocação das Eleições Previ 2026 e anexos, serão realizadas, de 13 a 27/4, as eleições para as vagas na Diretoria Executiva e nos Conselhos Deliberativo, Fiscal e Consultivos dos Planos de Benefícios 1 e Previ Futuro, destinadas aos representantes dos participantes e assistidos dos Planos de Benefícios administrados pela Previ, na forma do Estatuto da Previ e do Regulamento Eleitoral.

A composição, em igual número, de representantes eleitos pelos associados e de indicados pelo patrocinador Banco do Brasil, em todos os colegiados da Previ, é parte do modelo de governança da Entidade.

Cargos a serem preenchidos

O processo de votação será realizado para preenchimento dos seguintes cargos:

Conselho Deliberativo – um membro titular e um membro suplente

Conselho Fiscal – um membro titular e um membro suplente

Diretoria executiva – diretor(a) de Administração e diretor(a) de Planejamento

Conselho Consultivo do Plano 1 – dois membros titulares e dois membros suplentes;

Conselho Consultivo do Previ Futuro – dois membros titulares e dois membros suplentes.

O mandato para os membros eleitos será de 1/6/2026 até 2/6/2030.

Inscrições das chapas

As inscrições das chapas serão realizadas de 16/2 até as 18h do dia 27/2, horário de Brasília (DF), conforme cronograma. Os candidatos devem possuir os seguintes pré-requisitos:

Conselheiro Deliberativo, conselheiro Fiscal, diretor(a) de Administração e diretor(a) de Planejamento:

  • ser participante ou assistido da Previ;
  • contar com, no mínimo, 25 anos de idade;
  • ter 10 anos, no mínimo, de filiação a um dos Planos de Benefícios da Previ;
  • ter comprovada experiência de, no mínimo, três anos no exercício de atividades nas áreas financeira, administrativa, contábil, jurídica, de fiscalização, de atuária, de previdência complementar ou de auditoria, nos termos da legislação aplicável;
  • não ter sofrido condenação criminal transitada em julgado, comprometendo-se a comunicar à Previ a existência de processos judiciais ou inquéritos policiais em curso, bem como fornecer identificação clara e precisa destes processos;
  • não ter sofrido condenação em processo administrativo disciplinar instaurado no âmbito da Previ ou do Banco do Brasil S.A., com sanção disciplinar de demissão (por justa ou sem justa causa), ou estar suspenso/inabilitado pelo órgão fiscalizador;
  • não ter sofrido penalidade administrativa transitada em julgado por infração da legislação da seguridade social, inclusive da previdência complementar, do mercado de capitais, do sistema financeiro ou como servidor público;
  • ter reputação ilibada;
  • ter formação de nível superior, comprovada mediante apresentação de cópia autenticada em cartório do diploma de conclusão do curso ou de documento comprobatório de sua colação de grau;
  • não constar do Cadastro de Expulsões da Administração Federal (Ceaf), do Cadastro Nacional de Condenações Cíveis por Ato de Improbidade Administrativa e Inelegibilidade, da Lista de Inidôneos e Inabilitados para Função Pública e da Lista de Responsáveis com Contas Julgadas Irregulares;
    residir no Brasil, se candidato a cargo da Diretoria Executiva;
  • não estar patrocinando causas individuais de interesse pessoal ou de terceiro contra a Previ.

Conselheiro Consultivo

  • ser participante ou assistido da Previ e do respectivo plano de benefícios há pelo menos três anos consecutivos;
  • contar com, no mínimo, 21 anos de idade;
  • ter comprovada experiência de, no mínimo, três anos no exercício de atividades nas áreas financeira, administrativa, contábil, jurídica, de fiscalização, de atuária, de previdência complementar ou de auditoria, nos termos da legislação aplicável;
  • não ter sofrido condenação criminal transitada em julgado, comprometendo-se a comunicar à Previ a existência de processos judiciais ou inquéritos policiais em curso, bem como fornecer identificação clara e precisa destes processos;
  • não ter sofrido condenação em processo administrativo disciplinar instaurado no âmbito da Previ ou do Banco do Brasil S.A., com sanção disciplinar de demissão (por justa ou sem justa causa), ou estar suspenso/inabilitado pelo órgão fiscalizador;
  • não ter sofrido penalidade administrativa transitada em julgado por infração da legislação da seguridade social, inclusive da previdência complementar, do mercado de capitais, do sistema financeiro ou como servidor público;
  • ter reputação ilibada;
  • não constar do Cadastro de Expulsões da Administração Federal (Ceaf), do Cadastro Nacional de Condenações Cíveis por Ato de Improbidade Administrativa e Inelegibilidade, da Lista de Inidôneos e Inabilitados para Função Pública e da Lista de Responsáveis com Contas Julgadas Irregulares;
  • não estar patrocinando causas individuais de interesse pessoal ou de terceiro contra a Previ. Para efeito da exigência de tempo mínimo de filiação previsto no Estatuto será considerado como termo final a data prevista para a apuração do resultado das Eleições.

Votação

A votação será realizada das 9h do dia 13/4 às 18h do dia 27/4, horário de Brasília (DF). Podem votar participantes e assistidos maiores de 18 anos, inscritos nos planos de benefícios da Previ até 31/1/2026.

Participantes, funcionários e estatutários do Banco do Brasil S.A., em atividade no Banco, cedidos ou adidos: site Previ, App Previ, terminais de autoatendimento (TAA) do Banco do Brasil e SiSBB.

Aposentados, pensionistas, funcionários em afastamentos regulamentares e demais participantes: Site Previ; App Previ e TAA do Banco do Brasil.

Quem pode votar

Poderão votar todos os participantes e assistidos maiores de 18 anos inscritos nos planos de benefícios da Previ até o dia 31/1/2026.

Terão direito a voto os participantes vinculados a Planos Instituídos que atendam a, pelo menos, uma das seguintes condições:

I – tenham realizado, no mínimo, 12 contribuições ordinárias mensais ao plano, ou;

II – tenham cumprido carência mínima de 12 meses de vinculação ao plano e sejam elegíveis ou estejam em gozo de benefício de renda mensal.

Comissão eleitoral

Para coordenar e executar a realização das eleições foi instituída uma Comissão Eleitoral, composta por cinco membros titulares e cinco membros suplentes, indicada pela Diretoria Executiva e homologada pelo Conselho Deliberativo:

Contato da Comissão Eleitoral

As dúvidas sobre o processo podem ser esclarecidas junto à Comissão Eleitoral pelo e-mail eleicoes2026@previ.com.br .

Renovação também tem indicação do Patrocinador

Como acontece a cada dois anos, a renovação de parte dos dirigentes da Previ também tem indicação do patrocinador Banco do Brasil. Como previsto no Estatuto vigente, o Banco, por seu turno, indicará o Presidente da Previ para nomeação pelo Conselho Deliberativo, dois membros titulares e igual número de suplentes para o Conselho Deliberativo, um membro titular e respectivo suplente para o Conselho Fiscal, um membro titular e um suplente para o Conselho Consultivo do Plano 1 e um membro titular e um suplente para o Conselho Consultivo do Previ Futuro.

Fonte: Previ

Previ lança política para fortalecer o relacionamento com associados e familiares

Publicado em:

A Previ apresenta sua nova Política de Relacionamento com os Associados e seus Familiares, reafirmando o compromisso de colocar você em primeiro lugar. O documento estabelece diretrizes para garantir uma comunicação clara e acessível, além de soluções personalizadas e inovadoras.

Para o presidente, Márcio Chiumento, “a política valoriza a inclusão, o respeito à diversidade e a transparência em todas as interações, sempre buscando antecipar necessidades e promover a melhor experiência para associados e familiares”.

A Política se alinha ainda aos valores e diretrizes estabelecidos no Código de Ética, no Guia de Conduta e na Política de Integridade da Previ, indo além das exigências legais e regulamentares, reforçando o compromisso institucional com a ética, a transparência e o respeito nas relações com os associados e seus familiares.

A diretora de Planejamento, Paula Goto, destaca que “a política reforça nosso compromisso em colocar o associado e seus familiares no centro das nossas ações, garantindo atendimento inclusivo, transparente e humanizado. Queremos que cada interação com a Previ seja marcada pela confiança e pelo respeito.”

Fonte: Previ

Reajuste anual dos benefícios dos Planos 1 e Previ Futuro; veja como ficou

Publicado em: 16/01/2026

Todos os anos, em janeiro, a Previ aplica o reajuste dos benefícios dos aposentados e pensionistas dos Planos 1 e Previ Futuro, com base na variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que é o indexador dos nossos planos. O pagamento deste mês de janeiro já inclui a correção aplicável.

Para benefícios concedidos até 31/1/2025, o percentual de reajuste será de 3,897836%, aplicado sobre complementos e rendas de aposentadoria ou pensão.

Confira abaixo os percentuais de reajustes conforme o mês de início do benefício:

Percentuais de Reajuste e Regras de Aplicação

O índice aplicado corresponde ao INPC acumulado entre 1/1/2025 e 31/12/2025, com seis casas decimais. As regras variam conforme o tipo de benefício:

Para os participantes do Plano 1, o reajuste é aplicado da seguinte forma:

Benefícios concedidos até 23/12/1997 (inscritos até 03/03/1980):
O reajuste incide sobre o valor total do benefício da Previ somado ao do INSS. Para calcular o complemento reajustado, subtrai-se o valor pago pelo INSS.

Benefícios concedidos após 23/12/1997:
O percentual é aplicado apenas sobre os complementos e rendas pagos pela Previ.

Benefícios com menos de um ano:
O primeiro reajuste é proporcional ao período, considerando o INPC acumulado entre o primeiro dia do mês de início do benefício até 31/12/2025.

Para pensões por morte de participantes já aposentados, o cálculo considera o INPC acumulado entre 1/1/2025 e 31/12/2025.

Plano Previ Futuro – Benefícios concedidos há menos de um ano:

Para complementos de aposentadoria por invalidez ou pensão por morte de participante ativo, o primeiro reajuste é pro rata e calculado pelo INPC acumulado entre o primeiro dia do mês de início do benefício e 31/12/2025.

Para rendas de aposentadoria e pensões de participantes já aposentados, considera-se o INPC acumulado entre a data de início do benefício e 31/12/2025.

Benefícios do INSS

Os benefícios pagos pelo INSS também são reajustados anualmente, na mesma data do salário-mínimo, conforme critérios da legislação federal. Quem recebe o benefício do INSS na folha da Previ terá o valor atualizado já na folha de janeiro.

Fonte: Previ

Transformação digital da Previ avança em 2025 com experiências aos associados

Publicado em:

Em 2025, a Previ intensificou sua transformação digital para oferecer ao associado uma experiência mais simples, acessível e segura. A área de tecnologia, em parceria com as demais áreas de negócio, implementou um conjunto de iniciativas que modernizaram sistemas, ampliaram os serviços online e fortaleceram a segurança das operações, aproximando ainda mais a Previ de cada associado.

O resultado foi um ano marcado por avanços que facilitaram o acesso a informações, reduziram burocracias e ampliaram a autonomia do associado.

Serviços digitais mais simples e ao alcance da mão

O associado passou a ter mais autonomia com acesso a muitos serviços sem precisar ligar para a Previ. Agora é possível acessá-los diretamente pelo app, site ou WhatsApp oficial.

Entre as melhorias implantadas estão:

  • WhatsApp Previ: serviços como consulta de saldo, emissão de contra-cheque e envio da segunda via do demonstrativo de IR.
  • Login único: permitindo acessar todos os canais digitais com a mesma credencial (CPF) e segundo fator de autenticação.
  • Padronização entre app e site: tornando a navegação mais simples e intuitiva além de disponibilizar os serviços digitais em ambos os canais.
  • Recursos de acessibilidade: reforçando a inclusão de pessoas com necessidades especiais.

Atendimento e contratação mais rápidos

A interação do associado com a Previ nos momentos mais relevantes foi modernizada, permitindo o agendamento online de assessoria, sem necessidade de filas ou ligações, além de proporcionar uma jornada digital integrada.

O objetivo foi simplificar a experiência e oferecer mais conforto, segurança e transparência.

Segurança reforçada

Cibersegurança e disponibilidade dos serviços permaneceram como prioridades. A Previ funcionou 24 horas por dia para garantir tranquilidade ao associado, com monitoramento em tempo real que identifica problemas antes que impactem os serviços.

Essas iniciativas garantiram serviços mais rápidos, estáveis e confiáveis. Representando uma disponibilidade dos serviços de TI por 99,9% de todas as horas úteis no ano.

2026 ainda mais conectado

A transformação digital da Previ é contínua. Em 2025, demos passos importantes para tornar a experiência do associado cada vez melhor. Agora, seguimos firmes no propósito de entregar serviços modernos, seguros e acessíveis, alinhados ao nosso propósito de cuidar do futuro das pessoas.

Fonte: Previ

Cláudio Gonçalves, diretor de Investimentos da Previ, é eleito para o Board do PRI

Publicado em: 08/01/2026

O diretor de Investimentos da Previ, Cláudio Gonçalves, foi eleito para o board do PRI, Principles for Responsible Investment, comunidade global apoiada pelas Nações Unidas dedicada à promoção de práticas de investimento responsável. A eleição ocorreu entre outubro e dezembro, e o mandato de três anos tem início em 2026.

Mais do que uma conquista institucional, a eleição representa a oportunidade de ampliar a contribuição da Previ, e da América do Sul, para o fortalecimento de mercados financeiros mais sustentáveis, inclusivos e alinhados ao longo prazo. A presença no board do PRI reforça o papel protagonista da Previ no estímulo à agenda do investimento responsável.

Reconhecido mundialmente, o PRI atua para incentivar investidores institucionais a integrar fatores ambientais, sociais e de governança (ASG) no centro de suas decisões, promovendo maior transparência, melhor gestão de riscos e geração de valor sustentável ao longo do tempo.

Para Cláudio Gonçalves, integrar o board do PRI é uma forma de contribuir ativamente para que a agenda global de investimento responsável incorpore diferentes realidades e produza impactos concretos, especialmente em mercados emergentes.

“É uma enorme honra poder representar não só a Previ, mas toda a América do Sul no board do PRI. Nossa região reúne desafios e oportunidades únicas, que exigem abordagens próprias para que o investimento responsável seja, de fato, efetivo. Levar essa perspectiva ao conselho é contribuir para que o PRI construa soluções mais inclusivas, conectadas aos contextos locais e capazes de gerar transformação real”, afirma Cláudio.

Segundo o diretor, o propósito do investimento responsável conjuga desempenho financeiro com engajamento ativo, fortalecimento da governança corporativa e estímulo a práticas mais éticas, transparentes e sustentáveis nas empresas e nos mercados.

“Quando falamos de investimento responsável, falamos de alinhar retorno financeiro com impacto positivo. Risco ASGI é risco financeiro, e integrar esses fatores às decisões de investimentos é uma convicção estratégica de longo prazo. Estar no board do PRI é uma oportunidade de colaborar para que esse entendimento avance globalmente, especialmente em regiões onde o investimento pode ser um vetor importante de desenvolvimento”, completa.

Por que isso é importante para a Previ e seus associados

A participação de Cláudio Gonçalves no PRI fortalece a atuação da Previ em fóruns internacionais estratégicos e amplia sua contribuição para a construção de práticas que impactam diretamente a qualidade dos investimentos e a sustentabilidade dos recursos previdenciários. A atuação no conselho é voluntária e não remunerada, reforçando o caráter institucional e o compromisso com o interesse coletivo.

Além disso, a presença de um representante da América do Sul no board contribui para que as discussões globais considerem as especificidades de mercados emergentes, como contextos regulatórios distintos, desafios de implementação e oportunidades de impacto social e ambiental, fortalecendo o papel do investimento responsável como ferramenta de transformação.

Fonte: Previ

Previ se destaca mais uma vez no ranking de previsões do Bacen

Publicado em: 18/12/2025

A Previ encerrou 2025 com mais um reconhecimento importante: em dezembro ficou entre as cinco instituições que mais acertaram previsões econômicas em dois indicadores acompanhados pelo Banco Central (Bacen): IPCA, que mede a inflação, e Selic, a taxa básica de juros da economia.

Esse resultado reforça a consistência e a qualidade técnica do trabalho realizado pela sua equipe de Inteligência de Mercado, que há anos acompanha de perto o comportamento da economia para apoiar decisões estratégicas da Entidade.

Todos os meses, o Banco Central reúne previsões feitas por cerca de 160 instituições financeiras e de pesquisa econômica. Com base na precisão dessas projeções, o Bacen elabora o ranking Top 5, que destaca quem mais se aproxima dos resultados reais da economia.

Entrar nesse grupo é um desafio constante. Além da forte concorrência, o grande obstáculo é manter a consistência. No indicador IPCA, o ranking é calculado a partir da média das projeções dos últimos três meses, considerando duas datas distintas por mês. Ou seja, são seis informações que devem ser registradas no sistema do Banco Central e que compõem essa classificação. Qualquer décimo faz diferença: na divulgação anterior, por exemplo, a Previ ficou na sexta posição. Agora, conseguiu voltar ao pódio.

As projeções econômicas usadas pelo Banco Central ajudam a orientar decisões que impactam diretamente o país, como a definição da taxa de juros. Por isso, o desempenho das instituições no ranking é um indicativo de credibilidade, qualidade técnica e capacidade de análise.

As estimativas das instituições que ficam no Top 5 são divulgadas no Relatório Focus, publicação oficial do Banco Central que reúne as principais expectativas do mercado.

A Previ participa da pesquisa Focus há cerca de dez anos e mantém presença frequente entre as cinco melhores instituições nesse período. Esse histórico demonstra o compromisso contínuo da Entidade com análises responsáveis, rigor técnico e decisões bem fundamentadas, sempre com foco na segurança e no futuro dos associados.

Fonte: Previ

Conheça o executivo Márcio Chiumento, novo presidente da Previ

Publicado em: 04/12/2025

O sindicalista João Fukunaga deixou o comando da Previ nesta sexta-feira (17). O fundo é o maior da América Latina, responsável pela gestão de mais de R$ 200 bilhões. Fukunaga passou por desgastes após prejuízos no principal plano, que encerrou o ano de 2024 com déficit de R$ 17,6 bilhões.

O Banco do Brasil indicou o funcionário de carreira Márcio Chiumento para assumir o lugar de Fukunaga, e o Conselho Deliberativo da Previ já iniciou os trâmites para a posse do novo presidente.

Chiumento é funcionário de carreira do Banco do Brasil desde 2000. É graduado em Direito, mestre em Gestão e Inovação e possui MBA em Negócios Financeiros pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

O novo presidente já ocupou diversos cargos na instituição, entre eles o de head de Clientes, Estratégia e Produtos do segmento Setor Público, Ouvidor-Geral do BB, gerente executivo na Diretoria de Atendimento e Canais, gerente de Administração na Superintendência de Varejo, além de ter atuado como administrador de agências e consultor de investimentos nos segmentos Private e Alta Renda.

Atualmente, integra o Conselho de Administração da Neoenergia e é vice-presidente do Conselho de Administração da Tupy.

Fonte: MSN

João Fukunaga deixa a presidência da Previ e vai para Elopar

Publicado em: 23/10/2025

O presidente da Previ, João Luiz Fukunaga, foi convidado a assumir a diretoria de Relações Governamentais e ASG da EloPar, holding criada em 2015 com objetivo de viabilizar o crescimento das empresas do grupo, atuando como uma plataforma de integração e suporte estratégico para suas subsidiárias.

Fukunaga assume o desafio de fortalecer o relacionamento institucional do Grupo Elopar com órgãos governamentais, reguladores e entidades do mercado, além de impulsionar a agenda de sustentabilidade e ASG nas empresas do grupo.

Nesta sexta-feira, 17 de outubro, Fukunaga apresentou sua carta de renúncia ao Conselho Deliberativo da Previ, que aprovou o pedido. Para liderar a Entidade, o Banco do Brasil, patrocinador da Previ, indicou Márcio Chiumento, atual diretor de Participações.

Durante sua gestão na Previ, João Fukunaga impulsionou a modernização da Entidade, fortaleceu a governança, valorizou a diversidade e aproximou ainda mais os associados. Seu maior legado, porém, está na gestão do Plano 1: a aceleração da estratégia de imunização do passivo. Entre 2023 e 2025, a alocação em Renda Variável caiu de 32% para 18%, com cerca de R$ 30 bilhões desinvestidos e realocados em Renda Fixa. Essa mudança reforçou a liquidez, garantiu aderência às obrigações do plano e superou uma meta de redução de alocação em Renda Variável prevista para 2030.

Sua atuação comprometida, inovadora e responsável, teve contribuições relevantes não apenas para a Entidade, mas também para o fortalecimento do sistema de previdência complementar fechada no Brasil. A Previ reconhece e agradece sua dedicação, e deseja pleno sucesso na nova etapa profissional.

Fonte: Previ

Conheça Márcio Chiumento, novo presidente da Previ

Publicado em:

O sindicalista João Fukunaga deixou o comando da Previ nesta sexta-feira (17). O fundo é o maior da América Latina, responsável pela gestão de mais de R$ 200 bilhões. Fukunaga passou por desgastes após prejuízos no principal plano, que encerrou o ano de 2024 com déficit de R$ 17,6 bilhões.

O Banco do Brasil indicou o funcionário de carreira Márcio Chiumento para assumir o lugar de Fukunaga, e o Conselho Deliberativo da Previ já iniciou os trâmites para a posse do novo presidente.

Chiumento é funcionário de carreira do Banco do Brasil desde 2000. É graduado em Direito, mestre em Gestão e Inovação e possui MBA em Negócios Financeiros pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

O novo presidente já ocupou diversos cargos na instituição, entre eles o de head de Clientes, Estratégia e Produtos do segmento Setor Público, Ouvidor-Geral do BB, gerente executivo na Diretoria de Atendimento e Canais, gerente de Administração na Superintendência de Varejo, além de ter atuado como administrador de agências e consultor de investimentos nos segmentos Private e Alta Renda.

Atualmente, integra o Conselho de Administração da Neoenergia e é vice-presidente do Conselho de Administração da Tupy.

Fonte: CNN Brasil

Lula quer troca no comando da Previ e tem Márcio Chiumento como favorito

Publicado em: 16/10/2025

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva se movimenta para destituir João Luiz Fukunaga da presidência da Previ, fundo de pensão do Banco do Brasil, e já tem um favorito para substituí-lo: o diretor de Participações da entidade, Márcio Chiumento. A troca tem sido aventada após uma série de polêmicas desde a nomeação de Fukunaga, um sindicalista ligado ao PT e cuja capacidade técnica é questionada pelo Tribunal de Contas da União (TCU). Procurada, a Previ não se manifestou até a publicação da reportagem.

Conforme revelou o Estadão, a Previ, que administra um patrimônio de mais de R$ 270 bilhões, flexibilizou os critérios para a seleção de conselheiros das empresas em que investe. Desde o ano passado, os editais deixaram de dar vantagem a pessoas com formação em áreas específicas, como economia, direito e administração. Também equiparou experiências no comando de sindicatos e associações a passagens por cargos de alta gestão em empresas.

O fundo diz que mudanças seguem tendência de mercado e visam aumentar participação de grupos “historicamente subrepresentados”. Também afirma que sindicalistas indicados atestaram capacidade técnica e já haviam ocupados cargos em conselhos de empresas e na Previ. Sobre a auditoria do TCU em relação à gestão da Previ, Fukunaga diz ser um “movimento orquestrado”.

Tais mudanças culminaram na nomeação de sindicalistas para algumas das maiores empresas do País, como Vale, Gerdau e Neonergia. Soma-se a isso uma auditoria em curso no tribunal de Contas da União que apura os motivos da perda de R$ 17,5 bilhões no Plano 1 da Previ, que contempla os participantes mais antigos, na sua maioria já aposentados, e que está em fase de desembolso para o pagamento de aposentadorias.

Associados da Previ receberam uma carta nos últimos dias em que a gestão da entidade rechaça a possibilidade de interrupção dos pagamentos ou de contribuições extraordinárias para amenizar os prejuízos. A entidade tem um histórico de nunca ter feito cobranças adicionais a seus mantenedores, o que a diferencia de outros fundos de pensão, como a Petros, e a Funcef, ligadas à Petrobrás e Caixa, respectivamente.

O documento ainda diz que a Previ foi alvo de “uma campanha de desinformação sem precedentes”, que teria sido iniciada após o ministro do TCU Walton Alencar citar uma perda de R$ 14 bilhões no fundo e expressar “gravíssimas preocupações” com a situação financeira da entidade.

Fonte: MSN

Previ encerra ciclo de ‘superacionista’ e aposta em diversificação

Publicado em: 25/09/2025

A Previ, maior fundo de pensão do país, está fechando um capítulo marcante de sua história no mercado acionário. Se no passado chegou a deter fatias expressivas em empresas, como 25% da Vale e 30% da Neoenergia, o momento agora é reduzir cada vez mais a concentração em ações e pulverizar participações.

“Não veremos mais uma Previ com grandes blocos de controle”, afirma Cláudio Gonçalves, diretor de investimentos, em entrevista ao InvestNews. O presidente João Fukunaga, no entanto, faz uma ressalva: a mudança não significa abrir mão de influência. Segundo ele, a Previ continuará atuando em conselhos de companhias consideradas estratégicas, com o objetivo de proteger os investimentos de seus quase 200 mil cotistas.

O reposicionamento do fundo dos funcionários do Banco do Brasil reflete a realidade do Plano 1 (PB1), criado para funcionários admitidos a partir de 1967, fechado para novas adesões desde 1997 e voltado a trabalhadores do BB admitidos até essa data.

É a “joia da coroa” da Previ: concentra cerca de R$ 230 bilhões em ativos e responde pela maior parte da folha de benefícios pagos pela entidade. Hoje, quase 98% dos 106 mil participantes do PB1 já estão aposentados ou pensionistas, o que torna o plano maduro e dependente de liquidez permanente para honrar os compromissos.

Por isso, a estratégia de investimentos é conservadora. Desde 2012, a Previ executa uma política chamada internamente de “imunização de passivo”, que busca casar ativos com obrigações futuras. A meta é reduzir gradualmente a exposição em renda variável para 24% até 2030, reforçando o peso de títulos públicos de longo prazo. Atualmente, cerca de 25% dos investimentos do Plano 1 estão em ações de empresas, em especial de Vale, Tupy e Vibra.

O ambiente atual de juros altos deu impulso à transição: só em 2025, a entidade realocou R$ 7 bilhões para NTN-Bs, títulos públicos atrelados ao IPCA, com taxa média próxima de IPCA +7,35% ao ano. Esse retorno está bem acima da meta obrigatória do fundo, que é de inflação +4,75% ao ano, garantindo maior ganho e previsibilidade no fluxo de pagamentos.

Girando a carteira

A guinada já é visível na carteira do fundo – no primeiro semestre, a Previ vendeu cerca de R$ 7 bilhões em ações de empresas.

Segundo levantamento feito pelo InvestNews, com base nos relatórios da Previ, de julho de 2024 a julho deste ano, o fundo zerou posição em empresas como Bradesco, Eletrobras, Ultrapar, BB Seguridade, B3, Raia Drogasil e Copel, somando cerca de R$ 5,5 bilhões. Só na BRF, o montante levantado com a venda das ações foi de R$ 1,9 bilhão, encerrando um investimento de quase 30 anos na dona da Sadia e da Perdigão.

“O trabalho é diário e não se pode prever market timing [dinâmica de preços do mercado] de renda variável. As decisões são tomadas conforme as informações chegam, considerando taxas de juros e dados econômicos. Há planejamento, mas ele é ajustado constantemente como um diário de bordo”, diz Gonçalves.

Mais recentemente, a Previ também vendeu toda a sua participação na Neoenergia por R$ 12 bilhões, bem acima da marcação que a empresa de energia tinha no portfólio, de cerca de R$ 10 bilhões, com valorização acumulada de aproximadamente 145%. O destino do montante, que ainda vai entrar no caixa da Previ, ainda será definido.

“O momento foi favorável para a venda. A Neoenergia era a última empresa com acordo de acionistas, que tinha restrições. A operação criou uma boa liquidez para o plano”, acrescenta o presidente da Previ.

Depois de encerrar 2024 no vermelho, com déficit acumulado de R$ 3,16 bilhões, o Plano 1 voltou a registrar superávit em 2025. Em agosto, o fundo apurou resultado positivo de R$ 4,2 bilhões, revertendo o desempenho do ano anterior e fechando o mês com superávit de R$ 1,48 bilhão. A rentabilidade no acumulado do ano chegou a 9,25%, reflexo da estratégia de imunização de passivo e do bom desempenho da renda variável, que subiu 14,1% até agosto.

Investidor ativo

Historicamente, a Previ foi protagonista em disputas societárias e no comando de empresas estratégicas. Chegou a ser chamada de “banco dentro do Banco do Brasil”, pela força que exercia em assembleias e conselhos. Mas essa fase ficou no passado.

Segundo Cláudio Gonçalves, a Previ não considera mais assentos em conselhos como critério para decidir aplicações. “Participamos de colegiados em conjunto com outros fundos, mas a decisão de investir não passa por isso. O que nos interessa é a tese: empresas sólidas, pagadoras de dividendos e com governança robusta”. O investimento recente do fundo na Vibra, de R$ 2,5 bilhões, é visto como um exemplo dessa nova fase.

João Fukunaga, presidente da Previ, ressalta que isso não significa abrir mão de influência. “Não abriremos mão da presença em conselhos quando ela for importante. O que muda é a lógica: não se trata mais de controlar, mas de acompanhar de perto”, defende. “A Previ sempre foi protagonista em todos os conselhos. Basta lembrar de algumas disputas lá atrás, com o Opportunity e com a CSN, isso faz parte da nossa história”, prossegue Fukunaga.

Esse histórico explica por que, por muito tempo, a Previ foi vista como o investidor mais temido — e respeitado — da bolsa brasileira. Em meados dos anos 2000, esteve no centro da disputa que levou à queda do Opportunity no comando da Brasil Telecom. O banco de Daniel Dantas controlava a operadora em nome dos fundos de pensão e do Citi, mas os conflitos de interesse e as denúncias de má governança acirraram os ânimos. A Previ, junto com Petros, Funcef e o banco americano, passou anos em litígios até conseguir afastar o Opportunity da gestão.

Ainda nos anos 2000, a Previ também travou embates com Benjamin Steinbruch na CSN. O empresário priorizava estratégias de expansão agressivas, enquanto os fundos de pensão — liderados pela Previ — cobravam maior disciplina financeira. A pressão surtiu efeito: Steinbruch conseguiu manter o controle, mas foi obrigado a ceder em pontos de governança e na composição do conselho, incorporando representantes dos fundos.

Mais recentemente, a Previ ajudou a consolidar na Vale a lógica de corporation — empresa sem controlador definido — e travou embates com a Cosan e outros acionistas sobre a sucessão no comando da mineradora no ano passado. No fim, entre indicações de nomes ligados ao governo e candidatos apoiados por investidores privados, prevaleceu o nome técnico de Gustavo Pimenta, então CFO. “A Previ, querendo ou não, foi a primeira a defender a ideia de corporation”, lembra Fukunaga.

Na BRF, o fundo tentou evitar a fusão da companhia com a Marfrig nas condições propostas pelo empresário Marcos Molina. No fim, decidiu vender sua participação com um prêmio sobre o valor de tela.

No campo da infraestrutura, a Previ vem dividindo com Funcef (funcionários da Caixa) e Petros (trabalhadores da Petrobras) a tarefa de preservar valor em meio à reestruturação da Invepar, dona de concessões como o aeroporto de Guarulhos, que hoje está em processo de renegociação de dívidas.

Para um gestor ouvido pelo InvestNews, a mudança de perfil da Previ é natural e segue uma tendência global. “Não acho que seja papel dos fundos de pensão estar envolvidos na gestão das empresas. Eles não têm tempo nem equipe para isso. O caminho natural é terceirizar mandatos e acompanhar os gestores, como fundos europeus, que terceirizam 100% ou boa parte da gestão.”

Na avaliação desse gestor, que prefere não se identificar, o protagonismo acionário tende a migrar para o fundo mais recente da Previ, chamado “Futuro”. “Nele, a lógica é de contribuição definida, com horizonte de longo prazo e mais espaço para exposição em renda variável”.

O Previ Futuro

Se o Plano 1 caminha para uma fase de liquidação mais tranquila, um outro fundo, o Previ Futuro, é hoje o motor de crescimento da entidade. Criado em 1997 para os funcionários admitidos a partir de então, funciona na modalidade de contribuição variável, em que o benefício depende do saldo acumulado ao longo da carreira.

Na prática, cada participante contribui com um percentual do salário, o Banco do Brasil aporta o mesmo valor e ambos formam uma poupança individual. Esse saldo é corrigido pela rentabilidade dos investimentos e, ao final da carreira, transformado em renda de aposentadoria. Diferente do PB1, não há promessa de benefício definido: quem contribui mais e acerta no perfil de risco acumula mais.

Hoje, o Previ Futuro administra cerca de R$ 40 bilhões, com 87 mil participantes, sendo 93,4% ainda ativos. Isso dá ao plano flexibilidade para assumir risco maior e investir em ativos de longo prazo, como ações, imóveis e infraestrutura. Atualmente, apenas R$ 5,3 bilhões estão em renda variável, basicamente em fundos de investimento. no ano, a rentabilidade do Plano Futuro é de 10,3%, acima da meta estabelecida de 6,23%.

Foi nesse plano que exerceu o direito de primeira oferta para comprar as participações da Fapes no BarraShopping, no Rio, e no MorumbiShopping, em São Paulo — ambos considerados de “primeira prateleira” – ou os nomes premium – do setor. No caso carioca, a fatia pode chegar a 7,54% do empreendimento, avaliada em até R$ 362,5 milhões; em São Paulo, a operação envolve até 4% da área de lojas e 4,55% do estacionamento, por R$ 200 milhões.

Além dessas aquisições, o plano mantém imóveis legados — como lajes corporativas e galpões logísticos — que devem ser vendidos gradualmente para dar liquidez e realocar recursos em ativos com maior potencial de retorno.

O recado da diretoria é direto: a Previ deixou para trás o papel de ‘superacionista’. No Plano 1, a missão é proteger o passivo com títulos públicos e usar a influência apenas quando necessário. Já o fôlego no mercado de capitais deve vir do plano homônimo, o Previ Futuro — mais jovem, com apetite a risco e espaço para diversificação.

“A Previ sempre terá protagonismo no mercado, mas de formas diferentes”, resumiu Fukunaga. “De um lado, somos porto seguro para aposentados; de outro, queremos ser uma alavanca de crescimento para os mais jovens.”

Fonte: Invest News

Previ volta a ter superávit no Plano 1 e presidente nega que houve rombo

Publicado em: 19/09/2025

A Previ registrou superávit de R$ 4,17 bilhões no Plano 1 em agosto, revertendo o déficit acumulado em 2024. Agora, o plano tem saldo positivo de R$ 1,48 bilhão em 2025 até o momento.

Segundo João Fukunaga, presidente da Previ, “nunca houve rombo de qualquer tipo” e “os resultados negativos em 2024 foram conjunturais”.

“Esse resultado mostra a força da Previ e a maturidade da nossa política de investimentos. Nunca houve rombo de qualquer tipo, os resultados negativos em 2024 foram conjunturais. Nossos investimentos são feitos sempre de forma técnica e criteriosa, por isso são tão resilientes. Atuamos com responsabilidade e visão de longo prazo, sempre com foco na missão de pagar benefícios com segurança e sustentabilidade”, afirma Fukunaga.

Segundo João Fukunaga, presidente da Previ, “nunca houve rombo de qualquer tipo” e “os resultados negativos em 2024 foram conjunturais”.

“Esse resultado mostra a força da Previ e a maturidade da nossa política de investimentos. Nunca houve rombo de qualquer tipo, os resultados negativos em 2024 foram conjunturais. Nossos investimentos são feitos sempre de forma técnica e criteriosa, por isso são tão resilientes. Atuamos com responsabilidade e visão de longo prazo, sempre com foco na missão de pagar benefícios com segurança e sustentabilidade”, afirma Fukunaga.

Fonte: CNN Brasil

Previ, fundo de pensão do BB, supera déficit e alcança R$ 1 bilhão em superávit

Publicado em: 11/09/2025

O fundo de pensão Previ, dos funcionários do Banco do Brasil, anunciou que pode reverter um déficit acumulado de R$ 3,16 bilhões em um superávit de até R$ 1 bilhão até agosto. O desempenho positivo é atribuído à alta de 6% da Bolsa, que representa cerca de um quarto da carteira do Plano 1, o maior da fundação.

Em agosto, a rentabilidade dos ativos do plano foi de 1,84%, resultando em um ganho de R$ 3,6 bilhões no mês. Esse resultado é significativo em comparação com o CDI, que foi de 1,16%. Cláudio Gonçalves, diretor de investimentos da Previ, destacou que a rentabilidade é impactada pela oscilação do mercado, refletindo a resiliência da carteira de ativos.

O presidente da Previ, João Fukunaga, ressaltou a importância da gestão técnica e colegiada da fundação. Os dados preliminares indicam um superávit de R$ 911 milhões em agosto e um acumulado de R$ 4,1 bilhões no ano, revertendo o déficit registrado até 2024. A expectativa é que o número final dependa do INPC, que será divulgado pelo IBGE.

Desempenho do Plano 1

O Plano 1 acumulou uma rentabilidade de 8,97% até agosto, superando a meta atuarial de 6,41% e quase empatando com o CDI de 9,03%. A renda variável teve um desempenho notável, com 13,4% de retorno, enquanto a renda fixa rendeu 7,3%. Os investimentos estruturados, que incluem fundos de participações, apresentaram um ganho de 20,8%.

Apesar do desempenho positivo, a Previ continua a reduzir sua exposição a ações, tendo vendido R$ 7 bilhões em papéis, incluindo ações da BRF. Os recursos foram reinvestidos em NTN-Bs, títulos do Tesouro com prazos além de 2035. Gonçalves afirmou que essa estratégia está em andamento e visa aproveitar as altas do mercado.

Fonte: Portal Tela

Previ: fundo de pensão do BB se desfez de R$ 7 bilhões em fatias de empresas

Publicado em:

O presidente da Previ, João Fukunaga, afirmou ao Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) que o fundo de pensão do Banco do Brasil se desfez de cerca de R$ 7 bilhões em renda variável, reduzindo total ou parcialmente suas posições em 12 empresas, entre elas a BRF (BRFS3), cuja saída, que vem acontecendo, já rendeu R$ 2 bilhões.

O motivo para o desinvestimento é a realização de lucro, com oportunidade de reinvestimento mais estratégico para a Previ. Com o movimento, a entidade vai adquirir mais NTN-Bs, visando à “imunização do passivo”, comentou Fukunaga.

“Estamos fazendo o desinvestimento por entender que há espaço, do ponto de vista do equity (ações), para sair e comprar NTN-Bs”, disse ele. “Isso casa com a nossa estratégia de imunização do passivo.” NTN-B é a Nota do Tesouro Nacional série B.

O movimento, de acordo com a Previ segue a política de investimentos, num processo que chamado internamente de imunização. Como esse plano de benefícios está com quase todos os associados recebendo pensão ou aposentados, a Previ está migrando cada vez mais para a renda fixa, para proporcionar mais estabilidade, segundo a companhia.

Parte das operações ainda está em curso. Por isso, explicou o executivo, os nomes das companhias não foram revelados. “Todas as movimentações estão dentro de nossa estratégia política de investimento, aprovada na diretoria e pelo Conselho Deliberativo”, completou.

Com patrimônio de R$ 267 bilhões, o fundo de pensão informou que após meses no negativo, o resultado do Plano 1 voltou ao azul e agora registra um superávit de cerca de R$ 1 bilhão em 2025. O ganho no ano é de R$ 4,1 bilhões. O plano teve rendimento de 1,84% em agosto, acumulando 8,97% no ano.

As cifras se baseiam em dados prévios, calculados antes da divulgação, nesta quarta-feira, 10, do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que indexa parte dos papéis mantidos pela entidade. O retorno supera a meta atuarial do plano, de 6,41% (INPC + 4,75%).

“O resultado confirma tudo aquilo que a gente vem dizendo desde a época do resultado anual em março, que são momentos de conjuntura”, afirmou. “E este ano tem sido de sobressalto, com fatores como o tarifaço dos Estados Unidos.”

A recuperação foi puxada pela renda variável, com alta de 13,4% até agosto, e pela renda fixa, que entregou 7,3%. Empréstimos retornaram 6,4%, enquanto imóveis renderam 3,2%. Fundos estruturados tiveram ganho de 20,8%, mas têm peso pequeno na carteira. Já os investimentos no exterior caíram 3,7%.

Em valores, o resultado total dos investimentos em 2025 até agosto foi de R$ 19 bilhões, sendo R$ 7,7 bilhões em renda variável, R$ 10,5 bilhões em renda fixa e R$ 0,8 bilhão em outros investimentos.

O desempenho dá fôlego à Previ, que fechou 2024 com déficit de R$ 17,6 bilhões, após encerrar 2023 com superávit de R$ 14,5 bilhões. O saldo final do período foi um déficit de R$ 3,16 bilhões – principal parâmetro para comparações. O resultado foi atribuído à volatilidade do mercado e às performances da renda fixa e da variável.

Apesar disso, após o déficit em 2024, o Tribunal de Contas da União (TCU) realizou um levantamento, depois transformado em auditoria, em relação à Previ. Conforme a Corte, o levantamento identificou indícios de falhas em procedimentos em investimentos e desinvestimentos, no processo de escolha e indicação de representantes para conselhos de empresas investidas e em processos de venda e locação de imóveis. Ainda não há decisão do Tribunal sobre a auditoria.

Fonte: Infomoney

Previ inaugura piloto de atendimento por vídeo na CliniCassi, em Brasília

Publicado em:

A Previ lançou, no dia 28 de agosto, um projeto para estar mais próxima de seus associados. Alinhada ao direcionador estratégico “Fortalecer o senso de pertencimento, proximidade e espírito associativo”, a Entidade inaugurou um posto de atendimento por vídeo dentro da CliniCassi, em Brasília. A iniciativa é um projeto-piloto, que busca ampliar os canais de relacionamento com os associados, garantindo um atendimento acolhedor, humano e eficiente, independentemente da distância.

Os associados agora podem contar com um espaço exclusivo na CliniCassi Brasília para serem atendidos de forma personalizada por um funcionário da Previ. O ambiente garante privacidade. A experiência de atendimento por vídeo é semelhante à de uma visita presencial: basta entrar na sala de atendimento, acessar o computador disponível e conversar com um atendente da Previ.

“Conseguimos juntar o calor do presencial com a facilidade do digital, em ambiente seguro para troca de informações dos nossos beneficiários”, diz a diretora de Planejamento da Previ, Paula Goto.

A CliniCassi Brasília foi escolhida como ponto de partida porque a unidade possui instalações modernas, está em uma região central da cidade e registra alta demanda de atendimento de associados, especialmente aposentados e pensionistas. Se os resultados forem positivos, a iniciativa poderá ser expandida, futuramente, para outras unidades. “Começamos pela Sede, em Brasília, que é algo simbólico, e pretendemos levar essa experiência para outras cidades como aprofundamento da sinergia entre as duas instituições e da transformação digital da Previ”, reforça a diretora.

No início das atividades, o local recebeu a visita da Diretoria da Cassi, dos representantes da Previ e da Anabb.

Fonte: Previ

Encontros defendem governança da Previ e prisão de que comete crimes contra o BB

Publicado em: 28/08/2025

O 35º Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil, realizado em São Paulo no dia 22 de agosto, aprovou como uma das prioridades de seu plano de lutas a defesa intransigente da governança da Previ, responsável por manter a segurança e o equilíbrio do maior fundo de pensão da América Latina, mas constantemente atacada por agentes do mercado financeiro interessados na gestão dos mais de R$ 268 bilhões de investimentos do Plano 1 e do Previ Futuro – e mais recentemente também por setores da extrema-direita bolsonarista, que procuram atingir a Previ via destruição do Banco do Brasil.

Na 27ª Conferência Nacional dos Bancários, realizada no domingo 24, dois dias após o encontro do BB, os quase 800 delegados eleitos em todo o país aprovaram a realização de atos em Brasília e em São Paulo nesta quarta-feira 27, não apenas para defender o Banco do Brasil, mas também para pedir a cassação e a prisão dos deputados federais Eduardo Bolsonaro e Gustavo Gayer e do advogado Jeffrey Chiquini, por lançarem um ataque coordenado nas redes sociais contra o BB.

“O ataque não é apenas contra o BB, mas também contra o sistema financeiro e a economia brasileira, o que caracteriza um crime grave de traição à pátria”, denunciou a presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Juvandia Moreira.

O plano de lutas dos funcionários do BB aprovado no Congresso inclui também, dentre outros temas, o fortalecimento do papel público do Banco do Brasil, a busca pela sustentabilidade da Cassi, a realização de novo concurso no BB, o fim das terceirizações e melhoria das condições de trabalho, com o fim de metas abusivas e do assédio moral, responsáveis pelo aumento dos adoecimentos no trabalho.

Dentro do 35º Congresso foi instalada uma mesa específica para debater a governança da Previ, que teve a participação do presidente João Fukunaga e dos diretores eleitos Márcio de Souza (Administração), Paula Goto (Planejamento) e Wagner Nascimento (Seguridade). Na abertura, dirigentes e associados da Previ fizeram um ato simbólico levantando cartazes em defesa da entidade (foto).

Fukunaga alertou que os ataques recentes não têm como alvo apenas a Previ, mas o próprio Banco do Brasil e seu papel público. Para ele, há uma estratégia orquestrada pela extrema-direita, amplificada pela mídia, que tenta fragilizar a imagem do banco e abrir caminho para mudanças no modelo de gestão da Previ.

Ele lembrou que o modelo de governança da Previ é sólido, transparente e amplamente auditado, reconhecido recentemente em relatório do Tribunal de Contas da União (TCU). Para ele, as tentativas de impor “nomes do mercado” na gestão dos fundos de pensão representam um ataque direto à governança paritária construída historicamente pelos associados.

Fonte: Associados Previ

Previ: relatório técnico do TCU considerou déficit dentro da normalidade

Publicado em: 06/08/2025

Na palestra que fez aos participantes do Encontro Regional dos Funcionários do Banco do Brasil, o diretor eleito da Previ, Wagner Nascimento, mostrou o relatório técnico do Tribunal de Contas da União (TCU), que comprova estarem dentro da normalidade as aplicações feitas pelo Plano 1 da Previ, ao contrário do que disse o ministro do tribunal Walton Alencar Rodrigues, que entendeu haver indícios de falhas em procedimentos de investimentos e desinvestimentos.

“A mídia fez alarde, afirmando haver um ‘rombo’, quando, na realidade, o que havia era um déficit conjuntural, em 2024, de R$ 3,2 bilhões, em nada relevante. Em 2015 houve déficit de R$ 16, 1 bilhão e o TCU não falou nada, nem a imprensa. Os déficits e superávits podem acontecer, mas o plano está bem, está em equilíbrio”, afirmou.

Acrescentou que a mídia que vinha criticando a Previ deixou o caso de lado após ser conhecido o conteúdo do relatório técnico. O comportamento leva a crer que havia outro tipo de motivação. Avaliou que o TCU extrapolou das suas atribuições ao fiscalizar a Previ, já que a tarefa cabe à Previc (Superintendência Nacional de Previdência Complementa), que fiscaliza os planos de previdência fechados.

Wagner mostrou dados comprovando o equilíbrio atuarial e os diferentes tipos de aplicação. Adiantou que a diretoria do plano de previdência está migrando os investimentos de renda variável para o mais conservador de renda fixa, através da compra de papéis federais.

Fonte: Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários e Financiários do Rio de Janeiro

Previ: resultado do mês de junho reforça consistência da gestão

Publicado em:

Apesar das incertezas no cenário internacional, os planos da Previ apresentaram resultados positivos em junho, reforçando a solidez da gestão. O Plano 1 registrou rentabilidade de 0,69% no mês, superando a meta atuarial de 0,62%. O patrimônio atingiu R$ 230,6 bilhões.

O Previ Futuro também avançou, com retorno de 1,15%, acima do índice de referência de 0,61%. Todos os perfis de investimento superaram esse indicador, com destaque para os mais expostos a ativos de risco. O patrimônio do plano alcançou R$ 37,8 bilhões, com resultado de R$ 425 milhões nos investimentos do mês.

O período foi marcado por tensões geopolíticas, como os confrontos entre Irã e Israel, que aumentaram a volatilidade nos mercados, especialmente no setor de petróleo. Nos Estados Unidos, o Federal Reserve segue enfrentando o desafio de conter a inflação sem comprometer o crescimento econômico. No Brasil, o aumento da Selic em 0,25 ponto percentual e as discussões sobre o IOF trouxeram cautela no cenário doméstico.

Plano 1

Além de superar a meta atuarial, o Plano 1 obteve R$ 1,6 bilhão de resultado nos investimentos em junho, com destaque para a carteira de títulos federais marcados a mercado, que rendeu 1,65% no mês.

Em 2025, o plano já soma R$ 14 bilhões em retorno, com rentabilidade de 6,82%, acima da meta atuarial de 5,50%. Esse desempenho gerou um superávit de 1,4 bilhão no primeiro semestre, que contribuiu para a redução do déficit acumulado — que considera o exercício de 2024 — para os atuais – R$ 1,7 bilhão. O plano permanece tecnicamente equilibrado, sustentado por sua robustez e estratégia de longo prazo.

Entre as estratégias de investimentos adotadas, destaca-se o bom desempenho da carteira de títulos públicos federais marcados a mercado, com rentabilidade acumulada em 9,95%. Além disso, com foco na imunização e segurança do plano, foi realizado um desinvestimento de R$ 5,5 bilhões em renda variável no primeiro semestre, com realocação em papéis do Tesouro Nacional marcados na curva.

Previ Futuro

No acumulado de 2025, o portfólio do Previ Futuro apresentou ganhos de R$ 2,9 bilhões, com rentabilidade de 8,84%, superando com ampla margem o índice de referência do plano, que registrou 5,44% no mesmo período.

À exceção do Ciclo de Vida Pré-Aposentadoria, todos os perfis de investimento superam seus respectivos benchmarks no ano. Na modalidade risco-alvo, os perfis Agressivo e Arrojado se destacaram, com rentabilidades de 10,53% e 9,94%, respectivamente. Entre os perfis do tipo data-alvo, o Ciclo de Vida 2060 liderou, com ganhos de 10,51% no semestre.

O recém-lançado perfil Ciclo de Vida Pré-aposentadoria, voltado à preservação de patrimônio, teve rentabilidade de 1,33% desde sua criação, em maio, alinhado ao seu objetivo. Por ter sido implementado recentemente, ainda não completou período suficiente para comparação com seu índice de referência.

Solidez e transparência

Os resultados de junho confirmam a resiliência das estratégias de investimento da Previ, baseadas em diversificação, visão de longo prazo e rigor técnico. Mesmo em um semestre marcado por instabilidades externas e ajustes no cenário doméstico, os planos superaram suas metas e mantêm uma trajetória de equilíbrio e solidez.

A Previ reforça seu compromisso com a transparência e a excelência na gestão dos recursos dos participantes, mantendo a divulgação mensal dos resultados como instrumento de acompanhamento e confiança. O desempenho detalhado dos planos está disponível no Painel Previ, na seção Prestação de Contas do nosso site, e no app Previ.

Convidamos os participantes do Previ Futuro a acessarem a Carta do Gestor, enviada mensalmente por e-mail e também disponível no site, na seção Prestação de Contas. Elaborado para cada perfil de investimento o informativo tem como principal objetivo oferecer uma nova perspectiva: a visão da área de gestão dos investimentos.

A Carta reúne análises detalhadas sobre estratégias, rentabilidade, riscos e composição das carteiras. Trata-se de uma ferramenta essencial para compreender os investimentos dos perfis e apoiar decisões mais conscientes na escolha do perfil mais aderente à jornada previdenciária de cada participante.

Para manter-se bem-informado sobre a Previ, acompanhe nossos canais oficiais. Afinal, informações de fontes seguras são essenciais para cuidar do seu futuro com tranquilidade e clareza.

Fonte: Previ

Nova Tabela PIP é aprovada e amplia contribuições ao Previ Futuro

Publicado em: 23/07/2025

A Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), órgão regulador vinculado ao governo federal, aprovou o novo regulamento do plano Previ Futuro, que traz uma mudança estruturante para os associados da Previ: a nova Tabela PIP (Pontuação Individual do Participante).

A aprovação é resultado de uma reivindicação histórica do movimento sindical bancário, que há anos cobra melhorias na fórmula de cálculo da PIP para ampliar o acesso à Contribuição Adicional com contrapartida do Banco do Brasil. Essa vitória representa mais um passo na luta por uma aposentadoria mais segura, justa e digna para os trabalhadores e trabalhadoras do BB.

Com a nova Tabela PIP, será possível contribuir com valores maiores desde o ingresso no plano, ampliando o saldo de conta dos associados e possibilitando uma reserva previdenciária mais robusta no longo prazo.

A mudança permitirá que cerca de 17 mil colegas da ativa passem a ter acesso à Contribuição Adicional (2B), com direito à contrapartida do banco — possibilidade antes limitada por barreiras na pontuação individual. Ao todo, 63 mil participantes do Previ Futuro serão beneficiados com a nova sistemática, aumentando significativamente sua capacidade de poupança previdenciária.

Para Fernanda Lopes, coordenadora da Comissão de Empresa das Funcionárias e dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), a nova tabela representa um avanço fundamental. “A nova Tabela PIP é extremamente importante para que os associados do Previ Futuro possam, de forma mais justa e acessível, ampliar suas contribuições e garantir uma aposentadoria mais tranquila. Lutamos muito por essa mudança, que representa mais equidade, mais segurança e mais dignidade para os trabalhadores e trabalhadoras do BB.”

Avanços com a nova Tabela PIP

Contribuição mais cedo: Antes da alteração, os participantes levavam, em média, nove anos para atingir pontuação suficiente e começar a contribuir com valores adicionais. Agora, será possível contribuir mais desde o início no plano.

Vantagem fiscal: O aumento da contribuição possibilita ao associado ampliar o valor dedutível no Imposto de Renda, gerando economia no presente e mais recursos acumulados no futuro.

A previsão é que a nova Tabela PIP entre em vigor já na folha de pagamento de agosto. Previ e Banco do Brasil trabalham conjuntamente para garantir a implementação rápida e eficaz da nova metodologia.

O que é a PIP?

A Pontuação Individual do Participante (PIP) é um indicador que integra o cálculo da Contribuição Adicional (2B), que conta com o aporte equivalente do Banco do Brasil. Essa pontuação é uma das variáveis que, somadas à rentabilidade e ao tempo de contribuição, determinam o saldo de conta dos associados do plano Previ Futuro.

Para o presidente da Previ, João Fukunaga, a mudança é resultado direto do engajamento coletivo dos trabalhadores. “Essa é uma conquista histórica, fruto da luta dos trabalhadores do BB, e que se tornou possível graças à sólida parceria entre a Previ e o Banco do Brasil.”

Com a nova Tabela PIP, a Previ reafirma seu compromisso com o fortalecimento da previdência complementar dos bancários e com a democratização do acesso à Contribuição Adicional — essencial para a construção de um futuro mais estável e digno para seus associados.

Fonte: Contraf-CUT

Previ mantém trajetória positiva no mês de abril

Publicado em: 18/06/2025

Mesmo diante de um cenário de forte volatilidade nos mercados globais, que impacta ativos e exige cautela no Brasil, os planos da Previ apresentaram resultados positivos e consistentes em abril. Isso reforça a solidez da gestão e a resiliência da carteira de investimentos.

O Plano 1 encerrou o mês com rentabilidade de 0,91% e um resultado positivo de R$ 180,6 milhões, alcançando um superávit de R$ 2,2 bilhões no acumulado de 2025. Esse desempenho contribuiu para a redução do déficit atuarial, que passou para R$ 968 milhões, reforçando a trajetória de equilíbrio técnico. O patrimônio total do plano é de R$ 230,6 bilhões.

O Previ Futuro também teve desempenho expressivo, com rentabilidade de 2,06% em abril. Os perfis de investimento apresentaram resultados sólidos, com destaque para o Ciclo de Vida 2060 (+2,63%) e o Agressivo (+2,62%). No ano, o plano acumula alta de 6,17%, com patrimônio de R$ 36,6 bilhões.

Plano 1

O Plano 1, com rentabilidade de 0,91% no mês e de 5,67% no acumulado de 2025, mais uma vez, superou a meta atuarial, cujo índice foi de 0,87% em abril e de 4,08% no ano. A carteira é majoritariamente composta por renda fixa (63,91%), que teve desempenho positivo no mês (1,02%), beneficiada pelo cenário de juros elevados.

O segmento de renda variável, com 26,88% de participação, subiu 0,67% em abril e acumula alta de 8,82% no ano. O desempenho reflete a característica da carteira, mais concentrada em relação ao Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, que avançou 12,29% no mesmo período.

Os investimentos estruturados e imobiliários, com de alta de 2,81% e 0,38%, respectivamente, também contribuíram positivamente, enquanto os investimentos no exterior, impactados pela volatilidade global, recuaram 0,56%. Já os empréstimos e financiamentos, que representam 2,81% da carteira, mantiveram rentabilidade estável, conforme esperado para um segmento que, por norma, deve remunerar, no mínimo, a taxa atuarial vigente.

Previ Futuro

Com rentabilidade de 2,06% em abril e 6,17% no acumulado de 2025, o Previ Futuro superou a meta atuarial (0,86% no mês e 4,04% no ano) e o CDI (0,98% no mês e 4,07% no ano) em ambos os períodos. A carteira do plano é composta principalmente por renda fixa (68,44%), que teve desempenho consistente no mês, com alta de 1,82%.

O segmento de renda variável, que representa 14,76% da carteira de ativos do plano, foi o principal destaque, com retorno de 3,89% em abril e de 11,54% no ano, praticamente acompanhando o Ibovespa. Os investimentos estruturados (+2,02%) e imobiliários (+2,73%) também tiveram bom desempenho, enquanto os empréstimos e financiamentos, que representam 10,56% da carteira, mantiveram a performance estável.

Com rentabilidade superior a 44% em 2024, os investimentos no exterior tiveram desempenho negativo de 0,44% em abril, refletindo o cenário de instabilidade dos mercados globais e o enfraquecimento do dólar. Em relação ao Real, a cotação da moeda americana caiu mais de 8% em 2025.

A rentabilidade dos perfis de investimento foi sólida, refletindo a proporção de alocação em renda variável de cada um e o impacto do bom desempenho da bolsa no período. Isso demonstra que os resultados estão alinhados com o nível de risco dos perfis, o que reforça a aderência à política de investimentos e o acerto da estratégia adotada.

Destaque para o perfil Agressivo, que rendeu 2,62% em abril e soma 7,56% desde janeiro, e para o Ciclo de Vida 2060, que registrou alta de 2,63% no mês e acumula 7,61% em 2025. Todos os perfis superaram o CDI e a meta atuarial em abril e no acumulado do ano.

Perspectivas

A Previ segue atenta aos desdobramentos do cenário internacional e à condução da política monetária no Brasil. A estratégia de diversificação dos investimentos, aliada à gestão ativa e responsável, continuará sendo fundamental para enfrentar os desafios do mercado e garantir a sustentabilidade dos planos no longo prazo.

A Entidade permanece comprometida com a busca por oportunidades que tragam segurança e rentabilidade para os participantes, sempre com foco na solidez dos planos e no cumprimento dos compromissos assumidos com os associados.

Transparência e informação ao seu alcance

A transparência é um dos valores fundamentais da Previ. Por isso, o desempenho mensal dos planos está sempre disponível no Painel Previ – na seção Prestação de Contas do nosso site – e no App Previ.

Para os participantes do Previ Futuro, a Carta do Gestor é publicada e enviada mensalmente por e-mail, com análises do cenário econômico, alocação dos perfis e comparativos que apoiam decisões mais conscientes sobre a escolha do perfil de investimento. Acesse o documento para embasar escolhas alinhadas à sua jornada previdenciária.

Para manter-se bem-informado sobre a Previ, acompanhe nossos canais oficiais. Em tempos de desinformação, confiar em fontes seguras é essencial para cuidar do seu futuro com tranquilidade e clareza.

Fonte: Previ

Previ lidera ranking Top 5 do Banco Central em maio

Publicado em:

No dia 10 de junho, o Banco Central divulgou o ranking Top 5 da pesquisa Focus, referente ao mês de maio. A Previ conquistou o primeiro lugar na categoria de curto prazo do indicador Selic, ao acertar com precisão a projeção da taxa de juros nas três reuniões realizadas neste ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

O Top 5 é um sistema de classificação do Banco Central que avalia o desempenho das instituições participantes do Boletim Focus. O ranking considera o grau de acerto das projeções econômicas em diferentes horizontes de tempo, entre mais de 100 instituições do mercado financeiro.

A projeção da taxa de juros é uma ferramenta essencial para antecipar movimentos que podem impactar os rumos da economia. Acertar o momento de inflexão na trajetória da Selic pode gerar ganhos relevantes para a carteira de ativos da Previ e reforçar sua estratégia de investimentos.

Fonte: Previ

Previ divulga a nova tabela PIP; 14 mil funcionários do BB são atingidos

Publicado em: 22/05/2025

A Previ dá um passo importante para fortalecer ainda mais o Previ Futuro com a nova tabela de Pontuação Individual do Participante (PIP). A mudança representa uma conquista significativa, que atende a uma demanda histórica dos associados e reflete o compromisso da Entidade com a democratização do acesso à Contribuição Adicional (2B).

Mais do que uma atualização técnica, a nova tabela PIP está diretamente alinhada ao propósito da Previ de “cuidar do futuro das pessoas”. Ela torna o processo de pontuação mais ágil, justo e aderente à atual realidade funcional dos participantes. Agora, será possível realizar contribuições adicionais — com contrapartida equivalente do Banco do Brasil — desde o início da jornada previdenciária, a partir da filiação ao Previ Futuro.

Confira, em primeira mão, a nova tabela:

A alteração da tabela PIP já havia sido aprovada pelo Conselho Deliberativo da Previ e pelos órgãos de governança do Banco do Brasil. Na segunda-feira, 19 de maio, a Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (Sest), vinculada ao Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, também emitiu parecer favorável à proposta.

Atendendo à legislação vigente, após 30 dias desta publicação, o processo de alteração do Regulamento será protocolado para apreciação da Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc). Com a aprovação do órgão regulador, a nova Tabela PIP entrará em vigor imediatamente.

Objetivos da revisão

A revisão da tabela, conquistada nas negociações com o banco, tem como objetivo ampliar a base de associados que conseguem atingir percentuais maiores na contribuição adicional 2B. Essa contribuição varia de 1% a 10% do salário de participação dos associados do Previ Futuro, sendo que o Banco do Brasil contribui com o mesmo percentual definido pelo participante.

A governança da Previ aprovou as propostas de alteração e atuou ativamente para que as outras instâncias também aprovassem as medidas que beneficiarão os associados.

Demanda antiga

A revisão era uma demanda antiga dos funcionários, pois desde a criação do plano Previ Futuro, em 1998, a metodologia da PIP nunca havia sido alterada, mesmo com as diversas reformulações nos planos de cargos e salários do BB, que só beneficiavam executivos com altos salários que conseguiam atingir o patamar máximo da contribuição 2B.

“Após várias negociações do movimento sindical, finalmente em setembro de 2022 o banco aceitou revisar a metodologia de cálculo”, relembra a atual coordenadora da CEBB, Fernanda Lopes;

Corrigindo distorções

Na forma como estava a tabela, somente os cargos mais altos conseguiam alcançar os 10% de contribuição. A expectativa dos trabalhadores é de que a nova metodologia corrija essa distorção, permitindo que um número muito maior de associados tenha acesso à elevação do percentual de contribuição, aumentando o saldo de conta e, consequentemente, o valor dos benefícios na aposentadoria.

Quando implementada, a nova tabela permitirá que mais associados alcancem percentuais maiores de contribuição, ampliando significativamente os valores acumulados para o período da aposentadoria. As mudanças na PIP devem beneficiar mais de 14 mil trabalhadoras e trabalhadores do BB, e outros milhares também serão impactados com as mudanças na tabela ao longo dos próximos anos.

Fonte: Previ com Sindicato dos Bancários

Previ lança o Pré-Aposentadoria, novo perfil do Previ Futuro indicado para quem está perto da saída

Publicado em: 08/05/2025

A Previ acaba de lançar o perfil Ciclo de Vida Pré-Aposentadoria, planejado especialmente para você, associado do Previ Futuro que se aproxima da hora de tomar uma decisão importante na sua vida, que é o momento de se aposentar e usufruir dos benefícios da poupança que você construiu ao longo da vida laboral.

“O novo perfil é uma opção vantajosa para associados e associados que já definiram uma data próxima para sua aposentadoria e desejam evitar as flutuações típicas de investimentos de maior risco de mercado”, explica Paula Goto, diretora eleita de Planejamento da Previ, associada do Previ Futuro.

“A lógica desse perfil é reduzir volatilidade, que significa ser mais estável, diminuindo os altos e baixos da rentabilidade ou da marcação a mercado, nos anos próximos da aposentadoria. Nessa hora, o ideal é estar num perfil mais estável, protegendo melhor o valor do benefício de aposentadoria”, acrescenta Wagner Nascimento, também participante do Previ Futuro.

Antiga reivindicação dos associados encaminhada pelos dirigentes eleitos, o perfil Ciclo de Vida Pré-Aposentadoria é mais uma opção além dois oito perfis já existentes no Previ Futuro: Conservador, Moderado, Arrojado, Agressivo e os Ciclos de Vida 2030, 2040, 2050 e 2060.

A nova opção segue a lógica dos perfis Ciclo de Vida, que têm a exposição a risco reduzida à medida em que a data de aposentadoria se aproxima. Ele é voltado para quem está prestes a se aposentar, não tem alocação em renda variável e sua carteira é composta por ativos de menor volatilidade, o que permite mais previsibilidade no valor das cotas.
Antes de decidir, informe-se

Mas atenção. Antes de tomar a decisão, é recomendável que o associado se informe sobre a novo perfil. Para isso, a Previ preparou um material com as principais dúvidas sobre o tema. O documento de Perguntas e Respostas (FAQ) reúne informações importantes que podem ajudar os associados a esclarecer questões antes de decidir pela migração.

Fonte: Associados Previ

Previ reestrutura Plano Futuro e cria novo perfil de investimento

Publicado em: 25/04/2025

Após reformular a estrutura de investimentos do Plano Futuro, a Previ, caixa previdenciária dos funcionários do Banco do Brasil, lançou nesta terça-feira um novo perfil de investidor, focado em participantes que estão perto da aposentadoria ou que não toleram volatilidade. O perfil, centrado especialmente em alocação mais conservadora, se soma a outros oito que têm diferentes composições de investimentos.

A novidade ocorre em meio a um momento desafiador para o setor, em que os fundos de previdência tentam se adaptar à alta volatilidade no mercado de capitais. O diretor-presidente da Associação Brasileira de Entidades Privadas de Previdência Privada (Abrapp), Devanir Silva, comenta que, mesmo assim, o horizonte setorial é de longo prazo: “Com as taxas de juros elevadas, o setor continua ancorado em renda fixa”, diz.

Sócio da área de investimentos do escritório Pinheiro Neto Advogados, Caio Ferreira Silva avalia que a regulamentação do setor tem evoluído para oferecer mais flexibilidade e instrumentos de diversificação na conjuntura atual. Ele observa que, apesar de as regras serem distintas para diferentes tipos de entidades, todas seguem diretrizes do Conselho Monetário Nacional (CMN), que tem ampliado o rol de ativos elegíveis.

Exemplo disso é a Resolução CMN 5.202, publicada em março deste ano, que ampliou o cardápio de investimentos para fundos de pensão e passou a incluir, por exemplo, debêntures incentivadas de infraestrutura e créditos de carbono. “A regulamentação atual é satisfatória, alinhada com práticas internacionais e com parâmetros prudentes exigidos para gestão de recursos previdenciários”, afirma.

O novo perfil de investidor da Previ é resultado de uma iniciativa mais ampla da fundação desenvolvida em 2024, o Projeto Cotas, que envolveu uma reformulação da estrutura de investimentos dos perfis do Plano Futuro, que tem cerca de R$ 35 bilhões sob gestão. Antes da mudança, o plano tinha dois blocos de investimentos — um de renda fixa e outro de renda variável — com as mesmas opções de ativos. O que mudava era apenas a exposição a essa cesta de opções, de acordo com cada um dos oito perfis existentes até então.

Com a implementação oficial do Projeto Cotas em fevereiro de 2025, os investimentos ganharam mais flexibilidade e foi criado um novo perfil, o nono, focado em pré-aposentadoria. No conjunto dos perfis, a partir deste ano, há disponíveis 20 opções de investimentos, distribuídas com maior ou menor exposição.

A reestruturação também reduziu o prazo de consulta dos montantes acumulados pelos participantes. Até então, o beneficiário tinha acesso ao saldo de 20 dias anteriores. Agora a informação é de três a cinco dias anteriores.

O gerente-executivo de mercado de capitais e alocação estratégica na Previ, Henrique Pereira de Araújo, explica que a reestruturação surgiu com a necessidade de adaptar o Plano Futuro, criado em 1998, à realidade dos participantes, que agora se aproximam dos 30 anos de contribuição.

“Com o amadurecimento do plano, cresceu a preocupação com a volatilidade e a forma como os participantes encaram seus saldos acumulados, especialmente em contextos de mercado mais instáveis. Também houve crescente demanda por maior personalização e transparência”, disse ao Valor.

Ele acrescenta que o novo perfil “Pré-Aposentadoria” — apelidado internamente de “perfil de aterrissagem” — mantém 25% de ativos comuns a todos, que é a composição atuarial, e concentra o restante em pós-fixados, com possibilidade de migração facilitada.

O período de carência para migração entre os perfis de investimento do Plano Futuro é de seis meses, mas em situações como o lançamento de novos perfis, a entidade flexibiliza a regra. “Com a introdução do perfil Pré-Aposentadoria, a carência foi temporariamente suspensa”, diz Araújo.

Com as mudanças, também foi lançada a iniciativa de cartas do gestor, que serão publicadas mensalmente para informar participantes sobre os movimentos de alocação de cada perfil. Além disso, a Previ implantou uma nova plataforma de mercado para a gestão de investimentos. Para o gerente do núcleo de alocação estratégica da Previ, Anderson Oldenburg, a ferramenta oferece uma visão mais integrada do ciclo de gestão. “Ela abrange desde a negociação até o acompanhamento de compliance, risco e liquidez, melhorando a eficiência, agilidade e redução de riscos operacionais, além de facilitar a geração de relatórios detalhados e transparentes.”

Fonte: Valor Econômico

Previ se posiciona sobre parecer do Tribunal de Contas da União

Publicado em: 11/04/2025

Nesta quarta-feira, 9/4, em sessão plenária realizada pelo Tribunal de Contas da União (TCU), a Previ tomou conhecimento do parecer técnico que recomendou a realização de uma auditoria na Entidade. O processo tinha sido colocado em sigilo e, assim como as outras partes, a Previ ainda não teve acesso ao relatório completo. Ainda assim, reiteramos total disposição para contribuir com qualquer esclarecimento adicional que se faça necessário.

O parecer técnico foi realizado com base no levantamento de informações que auditores do TCU realizaram sobre a Previ, de 17 a 21 de fevereiro. Durante a visita na sede da Entidade, os auditores foram recebidos pela Diretoria Executiva, conversaram com diversos funcionários da equipe técnica e receberam todos as informações solicitadas, somando mais de dois mil documentos da Entidade para análise preliminar.

Sobre os tópicos abordados durante a sessão plenária nesta quarta-feira, 9/4, a Previ esclarece que as decisões de investimento sempre são realizadas em conformidade com a Política de Investimentos, com base em análises técnicas rigorosas e aprovadas em diversas instâncias de governança dentro da Entidade, em um sistema que garante a separação de funções e a transparência no processo decisório. Isso impede interferências entre as áreas e permite decisões criteriosas e seguras, buscando sempre a melhor relação entre risco, retorno e liquidez, de acordo com o perfil de cada plano de benefícios.

O resultado acumulado do Plano 1 em dezembro de 2024 foi deficitário em R$ 3,16 bilhões em consequência das oscilações de mercado. Ainda assim, a solidez da Previ proporcionou segurança para os associados, já que não houve necessidade de vender nenhum ativo por valor depreciado. Ou seja: não houve prejuízo. O déficit já está sendo revertido no primeiro trimestre de 2025, devido à conjuntura, à qualidade dos investimentos e à gestão diligente dos ativos. A Previ segue firme, forte e confiável, com sua credibilidade construída em mais de 120 anos de história e uma rentabilidade sólida, baseada em uma visão de longo prazo, como deve ser em um plano de previdência.

Outro tópico abordado na sessão plenária foram viagens do presidente da Previ, João Fukunaga. Esclarecemos que o item “viagens” não foi objeto do levantamento de informações inicial realizado pelo TCU, portanto não temos conhecimento acerca do que motivou a decisão, mas a Previ se coloca disponível para o fornecimento de dados e esclarecimento de informações, sempre que elas forem solicitadas.

A Previ reafirma seu compromisso com a transparência, a ética e a gestão técnica, assim como com a sua missão de garantir o pagamento de benefícios e prover soluções que proporcionem proteção aos associados e seus familiares, de forma integral, segura e sustentável. Inclusive, todas as decisões de investimento são guiadas pelo propósito de cuidar do futuro das pessoas.

A Previ respeita e colabora com toda e qualquer instância de fiscalização e controle, seja interna ou externa. Desde o início, tem prestado todas as informações solicitadas pelo TCU com total transparência e dentro dos prazos estabelecidos. Seguimos confiantes no trabalho técnico que orienta nossa atuação e certos de que todos os esclarecimentos levarão ao reconhecimento da lisura da gestão da Previ.

Fonte: Previ

TCU vai investigar investimentos da Previ e viagens de Fukunaga

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O Tribunal de Contas da União (TCU) decidiu nesta quarta-feira (9) abrir uma auditoria para investigar supostas irregularidades identificadas na gestão da Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil (Previ).

A Corte de Contas vai investigar “atos de gestão no mínimo suspeitos”, segundo o relator do processo, ministro Walton Alencar Rodrigues.

Em seu voto, o ministro diz que a auditoria deve analisar “a legalidade e legitimidade” dos procedimentos da Previ em investimento e desinvestimentos relevantes.

O relator afirma ainda que a área técnica deve averiguar se a manutenção do investimento na Vale “tem também por objeto proporcionar ao sr. [João] Fukunaga [presidente da Previ] assento no conselho e a extraordinária remuneração de mais de R$ 2 milhões de reais por ano, condição milionária que poderia ser perdida com a redução da participação da Previ na Vale”.

Entre os atos a serem investigados, está a aquisição de ações da distribuidora de combustíveis Vibra (antes, BR Distribuidora) em momento de alta no valor dos papéis. De acordo com Rodrigues, a lógica econômica seria a compra quando as ações estivessem em baixa.

O relator também ressaltou a investigação das viagens do presidente da Previ, João Fukunaga, “em íntima confraternização com notórios negociantes do mercado”.

“Tal fato deve ser objeto de amplo escrutínio porque está a revelar a proximidade da alta direção da Previ com pessoas de fora da Previ bastante conhecidas pelos métodos não ortodoxos de atuação nos vários setores da administração pública”, disse.

Rodrigues votou para que os gastos das viagens sejam investigados pela auditoria. “Refiro-me a quem, nas viagens realizadas, efetivamente pagou as contas e despesas do presidente da Previ”, afirmou.

O g1 entrou em contato com a Previ para comentar as declarações do ministro Walton Alencar Rodrigues e a abertura de auditoria pelo TCU. O g1 vai incluir a manifestação assim que obtiver retorno.

A Previ afirmou nesta quarta-feira (9) que ainda não teve acesso ao relatório completo do parecer técnico que recomenda uma auditoria na entidade, apresentado em sessão do Tribunal de Contas da União (TCU). A instituição reiterou total disposição para colaborar com os esclarecimentos e destacou que os auditores do TCU foram recebidos pela diretoria em fevereiro e tiveram acesso a mais de dois mil documentos.

A entidade esclareceu que todas as decisões de investimento seguem a Política de Investimentos, com análises técnicas e governança que garantem transparência e impedem interferências indevidas. Segundo a Previ, o déficit de R$ 3,16 bilhões registrado em dezembro de 2024 foi reflexo do mercado, sem prejuízos aos associados, e já está sendo revertido em 2025. A instituição destacou sua solidez e rentabilidade sustentada por uma gestão de longo prazo.

Sobre as viagens do presidente João Fukunaga, a Previ disse que esse tema não estava entre os pontos inicialmente levantados pelo TCU, mas que está à disposição para prestar esclarecimentos. Por fim, reforçou seu compromisso com a transparência, ética e respeito às instâncias de fiscalização, confiando que os esclarecimentos confirmarão a lisura de sua gestão.

Fiscalização da Previ

O TCU monitora a Previ desde a nomeação de João Fukunaga para exercer o cargo de presidente do fundo de pensão. Ele é servidor do Banco do Brasil, historiador e sindicalista.

Os ministros do TCU analisaram a nomeação após representação do deputado federal Jorge Goetten (Republicanos-SC), posteriormente descartada.

Contudo, o plenário decidiu abrir um levantamento para analisar a governança da Previ e identificar “possíveis influências políticas”.

Nesta quarta-feira (9), o TCU decidiu converter o levantamento –que é um processo preliminar– em auditoria para fiscalizar a gestão do fundo.

A Previ é o maior fundo de pensão da América Latina, gerindo mais de R$ 270 bilhões de mais de 200 mil beneficiários.

Fonte: G1

Fundos de pensão têm déficit anual de R$ 9,8 bilhões

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Os fundos de previdência complementar fechada, mais conhecidos como fundos de pensão, tiveram déficit acumulado de R$ 9,8 bilhões em 2024, reflexo de um ano ruim para os investimentos dos portfólios das entidades, devido às oscilações do mercado, de acordo com dados da Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc) antecipados ao Valor. Por outro lado, as contribuições – a arrecadação dos planos – cresceram 5,28% na comparação com o ano anterior.

Em dezembro do ano passado, o regime de previdência complementar fechada contava com 1,2 mil planos, sendo 1.172 de benefícios previdenciários e 28 assistenciais. Esses planos eram administrados por 270 entidades fechadas de previdência complementar. A rentabilidade média anual dos regimes foi de 6,10%, sendo que os planos com benefício definido (modalidade que concentra a maior parte dos recursos do regime) foi de 5,69%. Já os planos com contribuição definida e contribuição variável alcançaram retornos de 7,01% e 6,32%, respectivamente.

Ricardo Pena, diretor-superintendente da Previc, destaca que, apesar do déficit atuarial registrado em 2024, não há nenhuma anomalia no setor. “O setor paga mensalmente os benefícios, corrigidos, sem nenhum problema. O déficit é momentâneo, não há nenhuma anomalia no setor.”

Ele lembra que o resultado é consolidado, considerando dados de todos os 1,2 mil planos, sendo que parte das entidades teve superávit, e parte, déficit. “O déficit é permitido, está na Lei Complementar 109. Então, não existe nenhuma ilegalidade em ter déficit. Ao contrário, é normal. Se você olhar a série histórica, tivemos déficit nos momentos de crise econômica. Então, o resultado tem relação com a atividade econômica, com os indicadores macroeconômicos”, afirma.

Como exemplo, ele cita que muitos fundos investem na bolsa de valores e replicam o índice Ibovespa. Como o índice caiu 10,35% em 2024, os investimentos dos fundos também foram afetados negativamente. O mesmo acontece com as aplicações em renda fixa, em especial em títulos de longo prazo do Tesouro Nacional, como as NTN-Bs, que sofreram com a marcação a mercado no ano passado.

“Nós entendemos que é absolutamente normal variações de mercado e os seus efeitos sobre o plano de previdência. Se tivesse alguma anormalidade, a Previc já estaria atuando”, disse Pena. Ele afirmou que não há problema de liquidez, ou seja, para pagar os benefícios das pessoas que contribuem aos fundos de pensão.

O diretor-presidente da Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp), Devanir Silva, avalia que o déficit agregado do sistema em 2024 foi “atípico” e “conjuntural” e que deve ser revertido ao longo deste ano. “É um déficit conjuntural e minha expectativa é recuperar isso rapidamente”, afirmou ao Valor.

Segundo ele, em 2024 os mercados sofreram com a questão geopolítica. “O sistema não tem problema estrutural”, disse, complementando que, para um patrimônio de R$ 1,3 trilhão do sistema, um déficit de quase R$ 10 bilhões não é expressivo conjunturalmente.

Silva acrescentou que os fundos de pensão, que investem com foco no longo prazo, já estão se reposicionando para títulos públicos. “Esse déficit não preocupa. O sistema é robusto”, ressaltou. Ele lembrou ainda que, nos últimos 20 anos, o setor registrou situações de déficit, citando 2021 e 2022 por conta do impacto da pandemia e, em 2015 e 2016, devido à crise econômica no governo da ex-presidente Dilma Rousseff.

O resultado negativo das entidades fechadas de previdência ganhou ainda mais evidência neste ano após a divulgação do déficit de R$ 17,66 bilhões no Plano 1 do fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil (Previ) em 2024, o que levou o Tribunal de Contas da União (TCU) a dar início a uma auditoria no fundo. Na semana passada, o tribunal também publicou instrução normativa com novos critérios para fiscalização nos fundos de pensão de empresas estatais.

Pena diz que há uma preocupação na superintendência para que não haja sobreposição entre o trabalho feito pela Previc com o do TCU. Há a possibilidade de que as duas instituições fechem um acordo de cooperação técnica para tirar eventuais sombreamentos nesse acompanhamento. “A preocupação do TCU é com o dinheiro público. Eles não vão fiscalizar as 270 entidades. Hoje, são 27 entidades que têm o dinheiro das estatais federais. Nossa atuação aqui [na Previc] é mais em garantir a higidez e a solvência dos planos”, disse Pena.

Fonte: Valor Econômico