Banco do Brasil terá que se desculpar por ações durante a escravidão

Publicado em: 06/11/2023

O Banco do Brasil (BB) terá que fazer um pedido de desculpas sobre o reconhecimento de participação no período escravocrata brasileiro. A decisão ocorreu após abertura de inquérito e reunião de representantes do BB e o Ministério Público Federal (MPF).

De acordo com a colunista Míriam Leitão, do O Globo, o prazo determinado para a manifestação do banco seria de 15 dias úteis, datados a partir da reunião, que ocorreu em 27 de outubro.

Na reunião foram discutidos o inquérito civil público, instaurado pelo próprio MPF, que visava a investigação da relação entre o Banco do Brasil e o tráfico de pessoas negras escravizadas no século XIX.

O inquérito foi motivado por documento subscrito por 15 professores e universitários oriundos de diversas universidades brasileiras e estrangeiras.

Ainda de acordo com Míriam Leitão, antes da reunião o banco divulgou uma nota em que disseram que “o período escravista precisa ser analisado de modo completo, com a devida consideração do contexto histórico, social, econômico, jurídico e cultural do período em que se desdobrou a escravidão”.

A nota foi criticada por historiadores presentes na reunião, em razão da concepção do banco sobre a escravidão.

Ficou acordado então na reunião o pedido de desculpa e apresentação de medidas que irão implementar, em curto prazo, de reconhecimento do papel do banco na escravidão e no tráfico de pessoas no período.

Além disso, devem se manifestar sobre o financiamento de pesquisas sobre esse passado e medidas que pretende acelerar com vistas a racializar completamente a forma de pensar a própria estrutura.

O que diz o Banco do Brasil

Posição do Banco a respeito do tráfico de pessoas negras escravizadas no século retrasado:

O BB destaca – com veemência – que lamenta profundamente esse infeliz capítulo da história da humanidade e da nossa sociedade, com efeitos de um triste legado até os dias atuais. A escravização por centenas de anos causou danos irreversíveis às pessoas escravizadas à época e aos seus descendentes; portanto é um momento da história que deve ser lembrado e discutido.

Neste sentido, cabe salientar que o Banco do Brasil valoriza o trabalho de historiadores e mantém um Museu aberto ao público, com seu Arquivo Histórico disponível para pesquisas, no Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio de Janeiro, por acreditar na importância do estudo da história para, entre outros aspectos, a adoção de ações, no presente, voltadas à construção de um país democrático e pautado na justiça social. Assim, o Banco considera que os debates sobre a escravidão, para serem efetivos e ganharem a dimensão merecida, devem envolver toda a sociedade brasileira atual, devendo as instituições do presente compartilhar iniciativas que contribuam para a construção de um país com cada vez mais justiça social. Da mesma forma, é importante que se tenha uma leitura mais completa da realidade da época, com a devida consideração do contexto histórico, social, econômico, jurídico e cultural do período em que se desdobrou a escravidão.

Por exemplo, no prazo de apenas 20 dias úteis transcorridos desde o protocolo do ofício do MPF até hoje, foi possível verificar nos arquivos históricos do Museu do BB, aspectos a serem considerados em uma revisão histórica que venha a ser realizada, como a possível relação do Banco com sujeitos os mais diversos da sociedade do século retrasado, inclusive com abolicionistas de destaque no cenário nacional, que também podem ter sido integrantes de seu quadro de acionistas. Apenas na relação de acionistas de 1886, foram encontrados os seguintes abolicionistas, cujo posicionamento em relação à escravidão, é encontrado em fontes diversas, como o repositório de legislação do Senado, a Atlas – FGV e a Biblioteca digital do TSE: Rodrigo Augusto da Silva, autor da Lei Áurea; Affonso Pena; advogado, político. Presidente do Banco do Brasil e Presidente da República; José Maria da Silva Paranhos, Visconde do Rio Branco; Condessa de Barral, preceptora das princesas imperiais; Lafayette Rodrigues Pereira, primeiro-ministro do Brasil durante o 2º Império; e Tereza Cristina, Imperatriz do Brasil, a título de alguns exemplos. Tal constatação mostra-se relevante na busca da verdade e eventual revisão histórica a que se proceda, pois sugere que o “Terceiro” Banco do Brasil (termo utilizado na Representação do MPF e que remete ao BB fundado em 1853) refletiria, no seu quadro social da época e, muito provavelmente, no grupo de clientes tomadores de crédito, o espectro econômico e social de seu tempo histórico, isto é, a multiplicidade de atores e seus relacionamentos e posicionamentos acerca da escravidão, com todas as contradições e diversidade de pensamentos presentes naquele ecossistema.

Atualmente, o que cabe destacar é o compromisso com a diversidade que assume um papel central na estratégia do Banco do Brasil, que tem sido uma das empresas brasileiras que mais tem contribuído para o desenvolvimento social e econômico do país ao longo das últimas décadas, com acentuado destaque nesta gestão. Na história recente, vale pontuar que a atuação do BB vai além da legislação, na vanguarda do tratamento à diversidade, de forma voluntária, e promovendo o debate público sobre este tema, além de atuar em práticas concretas em prol da inclusão social.

Revisando a trajetória do BB como banco público, sociedade de economia mista, é possível perceber com nitidez a conciliação de sua visão comercial com sua visão social, caracterizada pela atuação em incontáveis momentos cruciais da economia brasileira, socorrendo diversos grupos de cidadãos e setores do mercado ao longo da história; listá-los exaustivamente poderia soar enfadonho. Mas listamos alguns exemplos recentes:

i)Entre inúmeras iniciativas do Banco relacionadas diretamente com a promoção da igualdade étnico-racial, recentemente (27.07.2023), o BB e o Ministério da Igualdade Racial celebraram um protocolo de intenções para combate e superação do racismo e promoção da diversidade e da equidade, onde se previu uma cooperação para fixar diretrizes e ampliar ações afirmativas de raça e gênero com inclusão e valorização das mulheres negras no país, a partir do fomento a ações de formação e capacitação de jovens negras e periféricas e ingresso de jovens negras no mercado de trabalho.

ii)Referido Protocolo também objetiva a evolução do empreendedorismo e fortalecimento de micro e pequenos negócios de mulheres negras; valorização de iniciativas e produções de mulheres negras, sobretudo relacionadas a projetos culturais; estímulo à ocupação equilibrada de espaços de liderança no BB, considerando o respeito à diversidade étnica e de gênero; e apoio mútuo e intercâmbio de experiências para ampliar as políticas afirmativas internas de raça e gênero no BB, trazendo perspectiva interseccional às iniciativas realizadas pela Empresa.

iii)Também em julho do presente ano, o Banco renovou a parceria iniciada em 2018 com a Universidade Zumbi dos Palmares, aderindo à Carta da Iniciativa Empresarial pela Igualdade Racial, movimento formado por empresas comprometidas com a promoção da inclusão racial e a superação do racismo no ambiente corporativo.

iv)Em agosto deste ano, o BB tornou-se embaixador de movimentos relevantes do Pacto Global da ONU no Brasil, relacionados à igualdade social, a gênero e a trabalho decente, com destaque para o movimento Raça é Prioridade.

v)O BB lançou novos compromissos públicos em sua pauta ASG, no Planejamento de Sustentabilidade do Banco – Agenda 30, dentre eles, destaque para a meta concreta de chegar a pelo menos 30% (trinta por cento) de pretos, pardos, indígenas e outras etnias sub-representadas em cargos de liderança até 2025. Destaque-se que ainda em março de 2023, o Banco do Brasil já alcançou a meta de 23% de pretos e pardos em cargos de gestão sênior previsto para 2025, motivo pelo qual a meta antiga foi revista para maior.

vi)O Programa Piloto de aceleração Raça é Prioridade, em fase de aprovação, tem o objetivo de identificar e desenvolver a aceleração de carreira dos funcionários de raças sub-representadas. Está previsto atingir público-alvo de até 150 pessoas negras que serão identificadas, desenvolvidas e aceleradas, podendo ser qualificadas e nomeadas prioritariamente, na existência de vagas, nas funções de gerencias em toda a transversalidade técnico-administrativa operacional, tática e estratégica do BB.

vii)Ainda neste ano de 2023, o Comitê Executivo de Pessoas e Cultura Organizacional, subordinado ao Conselho Diretor, passou a ser denominado Comitê Executivo de Pessoas, Equidade e Diversidade, com a inclusão de atribuições específicas relacionadas ao tema, fortalecendo a responsabilidade de acompanhar a evolução e disseminação da diversidade no BB.

viii)Como forma de acelerar as transformações, o BB reuniu em uma equipe matricial funcionários de diferentes áreas que atuam exclusivamente para integrar e endereçar soluções, desenvolvendo políticas, planos de ação, métricas e indicadores que devem nortear a atuação do BB no fomento de Diversidade, Equidade e Inclusão para o público interno, externo e nas relações com os fornecedores, para influenciar e criar impactos positivos em toda a sociedade.

ix)Ainda em 2023, o BB tem promovido inúmeros eventos sobre diversidade, em encontros dos Conselhos Consultivos que abordaram e abordarão temas sobre etnias, gênero, gerações, LGBTQIAPN+, pessoas com deficiência e neurodivergências em todas as regiões do Brasil, avaliando boas práticas do BB e da sociedade, fomentando uma agenda em prol do tema.

x)Além de realização, ao longo de mais de três décadas, de projetos com investimento social pela Fundação Banco do Brasil e de projetos culturais itinerantes e também nas praças onde o BB mantém seus Centros Culturais Banco do Brasil (CCBB), levando para palcos e galerias numerosos eventos voltados à promoção da cultura negra, à discussão de temas relacionados à escravidão e à desigualdade étnico-racial. Isso se dá diante de uma atuação que observa, como critério estratégico de seleção de projetos, aqueles que reafirmem nossas origens e ancestralidade, suas narrativas e símbolos, o pensamento decolonial e os desafios de inclusão e acessibilidade, dentre outras questões, que ofereçam caminhos para compreender a construção contemporânea de identidade.

xi)Não bastassem essas iniciativas, no início de 2023, houve a posse da primeira mulher negra como presidenta do BB, Tarciana Medeiros, que nomeou três mulheres para as vice-presidências de Varejo, Negócios Digitais e Corporativa. Pela primeira vez na história o Banco do Brasil tem 45% de mulheres, 22% de pessoas autodeclaradas negras e dois membros autodeclarados do grupo LGBTQIAPN+ no Conselho Diretor.

xii)Além de um Conselho de Administração entre os mais diversos do mercado, o que confere, diante de demais ações concretas do Banco, o posto destacado no índice iDiversa da B3, por exemplo, por atuar como referência em diversidade em nossa sociedade contemporânea.

O Banco do Brasil fez, faz a fará muito pela diversidade e desenvolvimento não só social, como ambiental e econômico em nosso país.

Ainda assim, é necessário que exista um processo de reflexão permanente de toda a sociedade sobre o tema, já que restringir o debate de um tema dessa magnitude apenas a uma empresa bicentenária é reduzir o debate sobre potenciais boas práticas que podem ser construídas de forma articulada por toda a sociedade.

Por fim, para o Banco, não é a questão de existir qualquer conexão, ainda que indireta, entre suas atividades e escravizadores do século XIX, que define seu compromisso com o combate à desigualdade étnico-racial, mas o simples fato de ser uma instituição da atualidade, que, como as demais instituições públicas e privadas, desenvolve suas atividades no âmbito de uma sociedade que guarda resquícios da escravidão. O legado da escravatura convoca todos os atores sociais contemporâneos a agir para a promoção da igualdade étnico-racial, a contribuir por meio de ações concretas, como as que o Banco já desenvolve de modo pioneiro voluntário e destacado.

As percepções do Banco e a experiência no largo curso de suas iniciativas permitem afirmar que compromissos isolados sobre o tema, por melhores que sejam e que possam produzir efeitos reconhecidamente positivos no plano individual – como os decorrentes das práticas do BB hoje –, não têm o condão de efetivamente alterar o quadro de injustiça étnico-racial persistente na realidade brasileira na medida necessária: os desafios ultrapassam a realização de ações individuais ou artesanais; uma intervenção coordenada e integrada também é exigência estratégica de primeira ordem.

Nesse sentido, mostra-se imprescindível a mobilização coletiva, o envolvimento da sociedade, a exemplo do Estado, entidades e órgãos públicos vinculados às suas três funções, universidades e demais instituições públicas e privadas, sem o que o combate à desigualdade étnico-racial não alcançará as potencialidades de uma ação nacional coordenada.

O Banco ratifica sua disponibilidade para prestar esclarecimentos sobre o tema, além de participar de iniciativas que articulem os atores centrais da sociedade organizada para o desenho de estratégias e a execução de ações para potencializar e acelerar a produção de resultados concretos em prol da igualdade étnico-racial. O objetivo primordial do Banco do Brasil é continuar a contribuir de maneira voluntária e cada vez mais pronunciada, no quanto se mostrar necessário e nos limites das suas regras de governança, para a finalidade maior perseguida no inquérito civil, que é a busca da verdade histórica e da promoção da igualdade étnico-racial.

Banco do Brasil

Fonte: Correio Braziliense

BB prepara programa de qualificação para funcionários negros

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Entre as ações preparadas para o mês da consciência negra, o Banco estrutura o lançamento do Programa Piloto de Aceleração Raça é Prioridade. A iniciativa inédita no BB vai selecionar e desenvolver a aceleração de carreira de funcionários de raças sub-representadas, começando por negros (pretos e pardos) do BB.

Em termos práticos, o Programa Piloto vai identificar até 150 pessoas negras com potencial para atuar como líderes e que atualmente ocupam funções dos Grupo de Funções para Movimentação (GFM) 16 ao 3. O programa abrange o desenvolvimento e a aceleração de carreira, com possibilidade de qualificação e priorização para nomeações como gerente executivo, superintendente estadual, gerente de soluções e gerente de equipe na sede.

A medida é uma das ações que permitem ao Banco cumprir o compromisso Raça é Prioridade, assumido no Pacto Global da ONU e que também faz parte dos nossos 12 Compromissos 2030 para um Mundo + Sustentável. A meta é ter 30% de pessoas negras, indígenas, quilombolas e demais grupos étnicos em cargos de liderança até 2025.

Para a diretora de Gestão da Cultura e de Pessoas, Mariana Dias, “As ações afirmativas são relevantes para viabilizar a representatividade de etnias não brancas em funções de liderança no BB, especialmente de pessoas negras, de forma a retratar a realidade da divisão social brasileira além de contribuir para o cumprimento dos compromissos e pactos assumidos pelo BB. Quanto mais diversas nossas equipes, maior variedade de ideias e soluções se apresentam, gerando valor para nossos clientes”, destaca.​

O Programa é voltado a funcionários do Banco e se junta a série de ações do Banco em prol da Diversidade, Equidade e Inclusão, como o lançamento do nosso Programa de Diversidade, a criação de um Comitê Executivo de Pessoas, Equidade e Diversidade (Ceped) e do Conselho Consultivo de Diversidade, patrocinado pelo Conselho Diretor (CD) para troca de experiências, tendências e práticas entre membros do CD e especialistas no mercado sobre o tema. O tema teve ampla repercussão interna na Empresa, com todos os critérios lançados no dia 27 de outubro de 2023 na Intranet.

Fonte: Banco do Brasil

BB promove encontro de gerações para debater relações de trabalho

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O Banco do Brasil realizou, no dia 27 de outubro, a quarta edição do Conselho Consultivo de Diversidade, Equidade e Inclusão. No Rio de Janeiro, um grupo formado por conselheiros externos voluntários, com idades entre 21 e 67 anos, e por representantes da alta administração do BB, debateu percepções das gerações sobre o presente e o futuro do trabalho, sobretudo quanto ao relacionamento com as empresas empregadoras e à convivência de pessoas de diferentes faixas etárias, com diversas perspectivas pessoais e geracionais sobre o trabalho e seu significado.

Dos baby boomers (nascidos entre 1946 e 1960) à geração Z (entre 1997 e 2009), passando pelas x e y, observa-se expressiva diversidade nas formas de aprender, de responder e de trabalhar. E todas essas pessoas estão no mercado de trabalho, convivendo e produzindo juntas, em ambientes físicos e virtuais, no papel e nas ferramentas digitais.

“É a primeira vez que quatro gerações estão trabalhando juntas. São novos conflitos intergeracionais surgindo e nos desafiando”, comenta Ana Cristina Garcia, vice-presidente corporativa do Banco do Brasil, ao esclarecer que classificar essas gerações a partir de generalizações comportamentais que as diferenciam e diversificam serve apenas como direcionamento para compreendê-las, e não para rotular ou limitar os indivíduos. “Somos comprometidos com o desafio de criar ambientes que abracem essas diferenças e potencializem as forças de cada geração, promovendo a colaboração intergeracional. Isso já vem acontecendo há tempos no BB, e este Conselho Consultivo será valioso para ampliação do nosso olhar e fortalecimento das nossas tratativas quanto ao tema”, afirma Garcia.

Diversidade em debate de forma consistente

A proposta dos encontros mensais do Conselho Consultivo de Diversidade, Equidade e Inclusão é unir a experiência do Banco do Brasil a olhares externos, para evoluções positivas dos marcadores sociais da diferença nas dimensões da diversidade. O primeiro encontro, realizado em Brasília, abordou questões relacionadas à causa LGBTQIAPN+. No segundo encontro, em Belém, o debate foi sobre equidade de gênero. Já o terceiro encontro, em São Paulo, pautou as neurodivergências, como transtorno de déficit de atenção com hiperatividade (TDAH), transtorno do espectro autista (TEA), transtorno afetivo bipolar, altas habilidades, entre outros.

Em novembro, mês em que se celebra a Consciência Negra, o Conselho se encontra novamente, desta vez para discutir questões sobre raça e etnia. A reunião, programada para acontecer em Salvador, no dia 18, é um movimento importante para discussão da pauta racial e está em consonância com o movimento da ONU “Raça é Prioridade”, do qual o BB é embaixador.

O Conselho Consultivo de Diversidade, Equidade e Inclusão integra o Programa de Diversidade instituído pelo BB em março de 2023. Além do Conselho, o Programa conta com o Comitê Estratégico de Pessoas, Equidade e Diversidade, fórum deliberativo interno multidisciplinar que concretiza iniciativas em prol da diversidade e de avanços quanto à temática em processos internos e ações mercadológicas.

Nesta edição, o Conselho Consultivo conta com a participação de:

Convidados externos:

Kauanne Santos Patrocino

Jovem negra de 21 anos, moradora da Zona Leste de São Paulo, graduanda em Administração Pública pela Fundação Getúlio Vargas e ativista nos temas de educação, gênero, raça e participação cidadã. Integra o Conselho Jovem da UNICEF e é representante da juventude latino-americana no “Youth Reference Group”, do Plan Internacional.

Mórris Litvak Jr.

Idealizador da plataforma Maturi, primeira ferramenta do Brasil com foco em recrutamento e seleção de pessoas maduras e que já conta com mais de 200 mil inscritos. É professor de pós-graduação em Gerontologia dos hospitais Albert Einstein e Sírio Libanês, e da disciplina Gerações, do curso de Diversidade da Escola de Negócios da Aberje. É representante do Internacional Longevity Center Brazil para assuntos de empregabilidade e empreendedorismo.

Rita de Cássia Gonzaga Martorelli

Assistente Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, possui especialização em Saúde Pública pela Fiocruz, e em Gênero e Sexualidade pelo Centro de Latino-Americano em Sexualidade e Direitos Humanos, do Instituto de Medicina Social da Universidade Estadual do Rio de Janeiro. É analista do Departamento Nacional do SESC para assuntos de diversidade, etarismo, longevidade, diversidade geracional, gênero e sexualidade.

Jessy Dayane Silva dos Santos

Secretária adjunta da Juventude e pesquisadora do Núcleo Justiça Racial e Direito da FGV Direito SP.

Isabelle Ribeiro Barbosa Mirabal

Coordenadora Geral de Políticas de Envelhecimento Ativo e Saudável e Desenho Universal da Secretaria de Direitos Humanos da Pessoa Idosa e membro do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Idosa.

Dimas Barros Moura

Fundador e desenvolvedor de conteúdo do canal do YouTube SOU MAIS 50, com mais de 408 mil seguidores da geração sênior. Na Forbes Brasil, figura na lista das 10 histórias de sucesso de pessoas que se reinventam depois dos 50 anos. Produtor de conteúdo sobre idosos para o YouTube Brasil, no projeto “Play de Verdade”, que aborda assuntos sobre diversidade.

João Fukunaga

Presidente da Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil (Previ). É graduado em História e possui mestrado em História Social pela PUC-SP. Iniciou sua carreira como professor do Ensino Médio e também atuou como pesquisador, tendo realizado diversas produções acadêmicas na área da educação. É funcionário de carreira do Banco do Brasil desde 2008.

Marcio Souza

Diretor executivo da Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil (Previ). Formado em Direito, tem MBA em Gerenciamento de Projetos. Possui certificação como gestor de fundo de pensão pelo ICSS. Ingressou no BB em 1981. Trabalha na Previ desde 2004, onde atuou na Gerência de Administração de Benefícios como gerente executivo. Liderou a área que desenvolveu e implantou o sistema de concessão de benefícios e rendas do Previ Futuro.

Representantes do BB:

Ana Cristina Garcia

Vice-presidente Corporativa. Foi funcionária de carreira do Banco do Brasil por 27 anos, tendo se aposentado em 2021. É graduada em Psicologia pela Universidade de Brasília (UnB), com especialização em Administração de Recursos Humanos pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). De 2019 a 2021 foi Diretora de Administração e Finanças da Cassi. No BB, de 2012 a 2019, atuou como Gerente Executiva na Diretoria de Gestão de Pessoas nas áreas de Ascensão Profissional, Ética, Disciplina e Ouvidoria, tendo sido coordenadora do Programa Pró-equidade de gênero por cinco anos e participado de diversas ações e discussões sobre o tema no Brasil e no Exterior. O trabalho realizado de Pró-equidade de gênero e raça foi premiado no Brasil e reconhecido pela ONU Mulheres.

Geovanne Tobias

Vice-presidente de Gestão Financeira e de Relações com Investidores. Foi funcionário de carreira do Banco do Brasil por 23 anos (1987 a 2010). É graduado em Economia na Universidade de Brasília (UnB), possui MBA em Marketing pelo COPPEAD e mestrado em Administração pelo Ibmec. Foi Vice-Presidente do Bank of America no Brasil de 2015 a 2022, atuando em negócios para os mercados de M&A, Dívida e Ações, e Diretor de Participações na Previ de 2010 a 2015. No BB, foi Gerente Geral de Relações com Investidores de 1999 a 2010, sendo premiado como Melhor Profissional de Relações com Investidores pela IR Magazine. Antes disso, atuou nas áreas de Finanças, Mercado de Capitais, Estratégia e Marketing. Foi Presidente do Conselho de Administração da Neoenergia (2011 a 2015) e membro do Conselho de Administração da Vale (2011 a 2015).

Francisco Lassalvia

Vice-presidente de Negócios de Atacado. É funcionário de carreira do Banco do Brasil há 24 anos. É graduado em Ciências Econômicas, possui MBA em Finanças pelo Ibmec e Pós-graduação pelo Programa de Desenvolvimento de Executivos do BB. Desde 2020 é Diretor de Corporate & Investment Bank e Diretor-Gerente do BB-Banco de Investimento S.A. No BB também atuou como Diretor de Mercado Financeiro e de Capitais, Gerente Geral da Unidade Private Bank, Gerente Executivo na Diretoria de Distribuição Sudeste e Superintendente de Varejo em São Paulo. É membro do Conselho de Administração do UBS BB e do Banco Patagonia, membro do Conselho Fiscal da Brasilprev e membro do Conselho Consultivo da Previ e da BB Securities LLC.

José Ricardo Sasseron

Vice-presidente de Negócios Governo e Sustentabilidade Empresarial. Foi funcionário de carreira do Banco do Brasil por mais de 30 anos. É graduado em História pela USP. Foi diretor de Seguridade da Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil (Previ), entre 2006 e 2012, além de ter sido Conselheiro deliberativo da Entidade, entre 2004 e 2006. Atuou como Conselheiro de Administração da Vale, de 2008 a 2012, e da Fras-le, de 2013 a 2017. Foi membro do CNPC (Conselho Nacional de Previdência Complementar), entre 2011 e 2014, e presidente da Associação Nacional de Participantes de Fundos de Pensão e de Beneficiários de Planos de Saúde de Autogestão (AVAPAR), de 2001 a 2010.

Fonte: Banco do Brasil

UNI Américas e BB se reúnem para discutir convênio internacional

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Representantes dos trabalhadores entregaram, nesta sexta-feira 27, ao Banco do Brasil, um pedido para que a empresa renove o Acordo Marco Global, convênio com a UNI Américas e que garante a todos os bancários do BB, em todos os países das Américas, os direitos fundamentais previstos nas declarações da Organização Internacional do Trabalho (OIT), entre eles o de livre organização sindical.

“Neste momento de fortalecimento da democracia, em que cobramos o papel social dos bancos e os avanços dos empregos, sem perda de direitos, é importante estabelecer acordos internacionais. A importância da organização sindical, com o reconhecimento efetivo do direito de negociação coletiva, está entre essas premissas para os avanços dos trabalhadores, assim como o fim da violência institucional”, afirma a presidenta do Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região, Neiva Ribeiro.

Um acordo semelhante foi assinado, pela primeira vez, em maio de 2011, também por intermediação da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), e ficou vigente até 2021. “Na época, foi o primeiro do gênero, feito por uma multinacional brasileira”, lembra a coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), Fernanda Lopes, que participou do encontro.

Além de alterar o termo “sucursais” para “subsidiárias” do Banco do Brasil, de forma a abarcar as instituições bancárias da Argentina e dos Estados Unidos, e princípios como liberdade sindical, o novo acordo proposto ao BB estabelece o reconhecimento efetivo do direito de negociação coletiva; eliminação de todas as formas de trabalho forçado e obrigatório; abolição efetiva do trabalho infantil; e eliminação de discriminação em matéria de emprego e ocupação.

Para o representante dos trabalhadores argentinos na Patagônia, Sérgio Garzon Torres, que também esteve no encontro, a adesão do acordo nos moldes que incluem as sucursais do BB pelo mundo trará avanços significativos no seu país. “A violência institucional sobre os trabalhadores pode ser coibida com o reconhecimento das boas práticas de gestão de pessoas que defendemos e estão neste acordo”, pontuou.

O secretário regional da UNI Américas, Márcio Monzane, que ficou responsável pela entrega do documento ao representante do BB, explicou que “o novo acordo estabelece processos mais avançados, do ponto de vista de relacionamento entre o movimento sindical e as empresas”, lembrando que a UNI Américas é a representação regional da UNI Sindicato Global, entidade à qual a Contraf-CUT é filiada e que representa mais de 22 milhões de trabalhadores e trabalhadoras em 160 países de todos os continentes.

Rita Berlofa, secretária de Relações Internacionais da Contraf-CUT, reforçou que o Banco do Brasil só tem a ganhar aderindo ao acordo, uma vez que boas práticas de gestão, reconhecimento do direito à sindicalização e defesa dos direitos humanos no mundo laboral “agrega valor à empresa”.

O porta-voz do BB no encontro, o gerente executivo da Diretoria de Gestão da Cultura e de Pessoas da instituição, Fabrizio Bordalo Calixto, recebeu o documento e garantiu que o mesmo será encaminhado internamente.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

BB leva Karen Machado à chefia de unidade em Portugal

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A unidade do Banco do Brasil em Lisboa, Portugal, terá novo comando. Será chefiada por Karen Machado, que está no banco há 19 anos e que vinha liderando as operações do BB no Open Finance. De olho nos brasileiros que moram e investem no além-mar, o BB pretende fortalecer a operação local, que atende pessoas físicas e empresas.

Machado esteve à frente das operações do BB no Open Finance desde 2021. Antes disso, atuou nas áreas de marketing, meios de pagamento e negócios digitais do banco. Em Lisboa, será gerente geral, o cargo mais importante da operação. Ela já está na capital portuguesa e deve tomar posse em breve.

A atual gestão do BB, comandada por Tarciana Medeiros, tem dado foco especial às operações do banco lá fora, de olho nos brasileiros que investem no exterior, em especial os mais endinheirados. O primeiro movimento foi nos Estados Unidos, em que o BB uniu as duas operações que possuía e empossou no comando o ex-vice-presidente do banco Patagonia, da Argentina, Delano Valentim.

Comunidade brasileira representa 31% dos estrangeiros no país
Na Europa, o BB tem operações na Inglaterra e na Áustria. Portugal ganha peso por reunir uma grande comunidade de brasileiros, que moram e investem no País. No ano passado, os brasileiros representavam 31% dos estrangeiros residentes em Portugal, em uma comunidade que chegava a 240 mil pessoas.

Com a ida de Machado para Portugal, o Open Finance do BB ficará a cargo de Filipe Préve, que atuava na área de meios de pagamento do banco. Ele está no BB há 23 anos e é executivo desde 2018, com passagens pelas áreas de clientes pessoa jurídica e desenvolvimento de produtos. Nos últimos três anos, liderou as iniciativas de pagamentos instantâneos e desenvolvimento de Pix.

Fonte: Estadão

BB: funcionários cobram resolução sobre repasses à Cassi

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A Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) cobrou resolução sobre o repasse de valores das “reclamatórias trabalhistas” (ações ganhas na Justiça por funcionários contra o BB) à Caixa de Assistência dos funcionários do BB (Cassi). A exigência aconteceu na última quinta-feira (26), em encontro de representantes da Cassi e do banco, por meio da Dipes (Diretoria de Gestão da Cultura e de Pessoas).

“O banco pagou essas reclamatórias aos funcionários, mas não fez o repasse correspondente à Cassi, como deveria ter feito”, explicou o representante da Federação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro de Minas Gerais (Fetrafi/MG) na CEBB, Rogério Tavares, que participou do encontro.

Segundo dados da Cassi, existem cerca de 10 mil processos trabalhistas. Na reunião, a porta-voz da Dipes disse que a empresa está próxima de resolver a questão, apesar de não ter determinado uma data próxima e nem o montante calculado que será repassado para a Cassi.

“Então, não sabemos ainda o montante que será repassado para a Cassi pelo banco. Mas o que podemos destacar é que a caixa de assistência tem direito de receber e que os valores dessas reclamatórias trabalhistas têm reflexo nos salários anteriores recebidos pelo funcionário, uma vez que a contribuição da Cassi é de acordo com o salário dos funcionários”, explicou Rogério Tavares.
Cobranças à Cassi

O representante da Federação dos Bancários no Estado de São Paulo (Fetec-SP) na CEBB, Getúlio Maciel, que também acompanhou o encontro, destacou que, além do repasse das reclamatórias trabalhistas à Cassi, exigida há anos pelos funcionários, “a comissão também cobrou da caixa de assistência respostas sobre o fechamento de unidades da rede CliniCassi e que os funcionários possam contar com o atendimento de médicos da família, no âmbito da Estratégia Saúde da Família”.

Outra cobrança feita pelos funcionários foi a integração dos trabalhadores egressos de bancos incorporados, incluindo os aposentados e seus dependentes, ao Plano Associados da Cassi. “Se faz urgente o início das negociações no âmbito do grupo de trabalho (GT), que ainda não foi implementado e que trata dos bancos incorporados, notadamente a situação dos colegas egressos do Banco Nossa Caixa, cujas demandas já foram apresentadas também na esfera judicial. Esperamos que, com essa atual administração do BB, possamos resolver essa situação o mais breve possível”, pontuou Getúlio.

Diante da demanda apresentada pelos trabalhadores sobre os funcionários de bancos incorporados, o BB se comprometeu a avaliar a melhor data para a implementação do GT.

Fonte: Contraf-CUT

CliniCassi Araçatuba tem reunião no dia 10 com apoio da AGEBB

Publicado em: 27/10/2023

Participantes da CliniCassi (Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil) de Araçatuba, no interior de São Paulo, têm um encontro marcado no dia 10 de novembro com a diretoria local, funcionários, lideranças locais e o coordenador do Conselho de Usuários da Cassi no Estado de São Paulo, Thiago Elói Onofre. A reunião, que tem o apoio da AGEBB, ocorrerá a partir das 14 horas na sede da AABB de Araçatuba.

Essa será a primeira vez, desde a pandemia, que a reunião da CliniCassi será presencial. “Faz algum tempo que as reuniões têm sido virtuais por conta, em primeiro lugar do covid-19, e com as facilidades proporcionadas pela tecnologia. Mas é importante termos esse contato físico, nos confraternizar e conhecer os participantes”, pontua Thiago. A CliniCassi disponibiliza em suas unidades equipes multidisciplinares de saúde que atendem os associados e suas famílias com foco em ações de promoção, prevenção, proteção, diagnóstico, tratamento e reabilitação.

Nas reuniões, a Cassi costuma apresentar um tema de saúde (em Araçatuba será “Novembro Azul” – o tema busca sensibilizar e conscientizar a população masculina sobre os cuidados com a saúde e a importância da prevenção do câncer de próstata e de outras doenças) e abordar os trabalhos que ela vem promovendo no Estado e no país. Há ainda uma rodada de conversas com a negociadora local, onde são discutidos os credenciamentos e as dificuldades da região. “Faço o convite para que os associados da AGEBB da região, participantes da CliniCassi, também possam estar conosco nessa reunião”, argumenta Thiago Onofre.

Podem participar do encontro os participantes, beneficiários e pensionistas da Cassi. “Será a minha primeira oportunidade de conhecer o pessoal da região. É uma ótima ocasião para trocarmos ideias e estarmos mais próximos dos participantes”, revela Thiago.

Há no Estado de São Paulo 14 unidades da CliniCassi, quatro delas na capital. As demais estão, além de Araçatuba, em Santo André, Santos, São José dos Campos, Sorocaba, Bauru, Campinas, Piracicaba, Ribeirão Preto e São José do Rio Preto. “Nosso objetivo é promover reuniões presenciais também em outras localidades. Mas para isso precisamos encaixar as agendas e ver a disponibilidade das diretorias e funcionários regionais”, esclarece Thiago.

A AABB de Araçatuba fica na Via de Acesso João Cazerta, km 6, no bairro Chácaras Califórnia.

Fonte: AGEBB

BB desembolsa mais de R$ 76 bi em crédito para micro e pequenas empresas

Publicado em: 26/10/2023

O Banco do Brasil já desembolsou neste ano, até o mês de setembro, mais de R$ 76 bilhões em crédito para micro e pequenas empresas. O valor representa crescimento de 10% no volume de crédito para este público, na comparação com o mesmo período de 2022. Foram alocados novos recursos para mais 242 mil empresas, totalizando 758 mil empresas no BB, que são responsáveis por mais de 3,5 milhões de empregos. Vale ressaltar ainda que R$ 27 bilhões foram liberados para empresas com dirigentes mulheres.

“É fundamental lembrar que as micro e pequenas empresas representam 99% do total de empresas do país. Esses pequenos negócios desempenham um papel crucial na economia, inclusive pela sua capacidade de geração de emprego e renda, e temos um compromisso de apoio a esses empreendedores brasileiros”, destaca Tarciana Medeiros, presidenta do BB.

MPE Week

O principal movimento do BB de apoio aos pequenos negócios é a MPE Week, que acontece até o dia 31 de outubro. Em sua sexta edição, a MPE Week disponibiliza ofertas de cerca de 100 mil empresas cadastradas a consumidores de todo o país.

Mais de 20 milhões de clientes pessoa física estão recebendo nos canais digitais do banco comunicações personalizadas com uso de inteligência analítica, sobre as ofertas cadastradas pelas empresas participantes.

E os clientes pessoa jurídica do BB também podem se beneficiar de descontos exclusivos em soluções e serviços, tais como: taxas diferenciadas de crédito, soluções de fluxo de caixa, seguros, consórcios, vantagens no programa Benefícios BB Empresas para companhias aéreas, além de descontos em ofertas de parceiros.

Mais informações em: ofertasmpeweek.bb.com.br

Fonte: Banco do Brasil

Economus e BB firmam convênio para o custeio de despesas decorrentes de ações judiciais dos Planos Feas

Publicado em:

O novo convênio firmado com o Banco do Brasil é relacionado às ações judiciais que determinaram a manutenção das condições originais, sem contribuição mensal, para beneficiários dos planos de saúde Feas Básico e Feas Pamc. O acordo abrange as decisões judiciais de condenação solidária, que ainda não transitaram em julgado.

Essa conquista é resultado do processo de negociação que vem sendo mantido com o Banco do Brasil e tem como objetivo assegurar a sustentabilidade dos planos de saúde administrados pelo Economus.

Como já comunicado anteriormente, em março de 2022, estabelecemos um primeiro convênio, em que o Banco do Brasil assumiu a responsabilidade de custear 50% das despesas dos beneficiários abrangidos por outras 102 decisões judiciais, de condenação solidária entre Banco e Economus, já transitadas em julgado. Na ocasião houve o ressarcimento ao Instituto dos valores retroativos a janeiro/2010, atualizados monetariamente. O valor do ressarcimento foi direcionado para o Fundo FEAS.

Pelo novo convênio, o mesmo tratamento foi dado para 22 ações judiciais individuais e de pequenos grupos e uma ação coletiva, resultando no ingresso imediato de R$ 35 milhões. Esses recursos correspondem a 50% das despesas do período de janeiro/2021 a agosto/2023 e foram alocados no Fundo FEAS. Com o avanço das negociações, o Economus terá um ressarcimento adicional correspondente a 50% dos valores relativos ao período anterior a janeiro de 2021. Isso ocorrerá à medida em que evoluam as negociações para solucionar outro importante processo judicial que pode afetar significativamente o Instituto como um todo.

A entrada de recursos no Fundo FEAS é fundamental para a manutenção dos serviços de assistência à saúde aos beneficiários dos planos Feas e para assegurar o cumprimento das exigências de capital regulatório. No entanto, será preciso seguir com as necessárias mudanças estruturais no modelo de custeio dos planos de saúde dos aposentados, para que haja equilíbrio econômico-financeiro e seja possível uma administração eficaz dos recursos do Fundo FEAS.

Nesse sentido, o Economus continua trabalhando para superar as liminares judiciais que impedem as revisões de custeio e o encerramento do plano Novo Feas. Vale destacar que o Economus é uma instituição sem fins lucrativos e desequilíbrios financeiros, incluindo aqueles resultantes da judicialização, impactam a todos.

Fonte: Economus

Banco do Brasil deve ter maior lucro entre os bancos, diz Genial

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Na esteira da próxima divulgação de resultados trimestrais do Banco do Brasil (BBAS3), analistas da Genial Investimentos reiteraram otimismo com as ações e destacaram que o banco deve apresentar a maior cifra no quesito lucro dentre todos os players do setor.

Conforme a análise da Genial, o lucro do Banco do Brasil deve ser de R$ 8,96 bilhões. A estimativa fica levemente abaixo do consenso do mercado, que estima R$ 9,07 bilhões de lucro líquido.

O resultado do Banco do Brasil será divulgado no dia 8 de novembro.

“Esperamos mais um trimestre positivo para o BB, novamente podendo apresentar o maior lucro do setor. Nossas estimativas consideram um lucro líquido de R$ 8,96 bi, ficando R$ 33 mi acima da nossa expectativa para o Itaú (ITUB4) que, apesar de marginal, é um marco para o banco que alguns anos atrás tinha o pior ROE entre os grandes bancos”, diz a casa.

“Nosso lucro leva a uma rentabilidade (ROE) de 21,0%, refletindo o momento de boa performance do BB. Entendemos que nesses últimos meses o valor de mercado do banco não acompanhou as expectativas de lucro pelo mercado, o que em nossa visão pode ser um interessante catalisador para a valorização das ações caso o banco continue entregando bons resultados com fundamentos numa tendência positiva/estável”, completa.

Atualmente a recomendação da casa é de compra para as ações do Banco do Brasil. O preço-alvo para BBAS3 é de R$ 64,90, ao passo que os papéis negociam pouco abaixo de R$ 50.

Para o ano que vem, os analistas esperam que o banco siga entregando crescimento de lucro 2024, um pouco acima do consenso de mercado.

“Para o 3T23 do BB, esperamos que a carteira de crédito apresente uma desaceleração anual devido a uma base comparativa mais alta do ano passado, mas ainda com crescimento atrativo. A receita de juros (NII) continuará em patamares elevados, mas em desaceleração, mas terminando o ano de 2023 no topo do guidance”, diz a Genial.

“A provisão para devedores duvidosos (PDD) deve ser impactada negativamente pelos créditos tóxicos de Americanas (AMER3) que estavam provisionados em 70% até o 2T23, podendo segurar uma maior evolução de lucro para o trimestre. Para 2024, esperamos uma desaceleração nos resultados depois de um crescimento forte em 2023, impactado principalmente por uma desaceleração do crescimento de receita com juros (NII), que por sua vez acompanha um menor crescimento da carteira de crédito”, completa.

Nos pontos positivos, a casas destaca que não espera que as provisões não cresçam em relação a 2023, beneficiadas por um menor nível de inadimplência.

Apesar da desaceleração, a Genial ainda vê resultados fortes, com um lucro estimado de R$ 38,4 bilhões para o próximo ano e um ROE ainda na casa dos 20%.
Dividendos do Banco do Brasil devem aumentar

Para os dividendos do Banco do Brasil, analistas esperam uma elevação para um patamar de 10,8% de dividend yield (DY).

Atualmente, conforme dados do Status Invest, o Banco do Brasil soma um yield de 9,3%, com R$ 4,59 pagos por ação no acumulado dos últimos 12 meses.

Fonte: Suno

BB Seguridade poderá ter melhor resultado da história no 3º tri

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Apesar de dados evidenciarem bons resultados para BB Seguridade (BBSE3), diversos analistas ainda apresentam cautela no momento de recomendar o papel.

A ação tem alta de cerca de 5% no acumulado do ano, enquanto acumula ganhos de 22% em doze meses. O próximo gatilho para os investidores é a expectativa é para os resultados, que serão divulgados antes da abertura do mercado, em 6 de novembro. Os dados divulgados pela SUSEP, órgão que acompanha a movimentação de seguros no Brasil, apontam para boas perspectivas para o nome na temporada de balanços, de acordo com Goldman Sachs.

Prévia do trimestre

“Com base nesses dados, estimamos que o lucro líquido do BB Seguridade no 3º trimestre está 3% acima do consenso da Bloomberg, atingindo R$ 2,0 bilhões. Prêmios emitidos permanecem fortes no ano até o momento, com um aumento de 14% em relação ao ano anterior (em comparação com uma orientação de 10-15%), apoiados por um aumento nos prêmios rurais tanto em julho quanto em agosto”, destaca a análise do banco.

Assim, o Goldman estima que haverá melhora e considera que na divisão de previdência, os números são 88% melhores que no último trimestre.

O Bank of America considera que as tendências do nome são positivas e destaca a taxa de sinistralidade melhor que o previsto no trimestre, com “tendências benignas no segmento rural”.

“A taxa de sinistralidade de 26,5% em agosto de 2023 foi melhor do que 27,6% em agosto de 2022 e nossa previsão de 25,7%. O crescimento dos prêmios emitidos foi sólido (+12% na comparação anual), em linha com nossa previsão, com suporte dos segmentos rural e de seguro de vida”, considera o BofA.

Entre os resultados financeiros, o banco destaca que o fato das expectativas serem superadas se deu em grande parte pelas dinâmicas positivas nos índices de inflação. Isso trouxe uma elevação de lucro líquido de 14%, acima da previsão do trimestre.

“Nossas estimativas apontam para o melhor resultado da história da companhia, com um lucro projetado de R$ 2,05 bilhões (+11,4% na base trimestral e +24,3% ano a ano). Para melhorar, o 4T geralmente é o mais forte durante o ano, sinalizando que terminaremos o ano de 2023 com forte resultados”, avalia a Genial.

A casa de análise considera que o resultado financeiro deverá continuar em “patamares sólidos em todas as verticais”, especialmente ainda beneficiado pelo nível mais alto da taxa de juros. Não há expectativa que a redução recente da Selic traga algum impacto negativo, especialmente considerando a assimetria entre IPCA e IGPM.

Entre as unidades, a Genial considera que a divisão de seguros deve continuar com expansão de prêmios emitidos e com uma sinistralidade em “níveis atrativos”. A unidade de previdência tem, a seu favor, boa captação bruta e líquida enquanto a divisão de capitalização deve seguir também com boa captação, ainda como consequência da taxa de juros. A corretora, por sua vez, deverá apresentar melhora no trimestre, segundo a análise.

Divergência de recomendações

A recomendação do papel, para o Goldman Sachs, é neutra porque, na visão do banco, a ação da companhia apresenta potencial de ganhos limitado. O preço-alvo foi mantido em R$ 34,00 (upside de 7% frente o fechamento da véspera), com ação sendo negociada a 8,5 vezes o P/L (preço sobre lucro), com prêmio de 142% em relação ao Banco do Brasil (na média história, o prêmio é de 106%).

A estimativa de lucro, na análise do Goldman Sachs, foi elevada em 2%, saltando para R$ 7,4 bilhões em 2023, considerando os resultados financeiros melhores. Para 2024, houve também aumento, de 3%, para R$ 7,6 bilhões e, para 2025, o aumento foi de 3%, para R$ 7,6 bilhões.

Apesar de dados evidenciarem bons resultados para BB Seguridade (BBSE3), diversos analistas ainda apresentam cautela no momento de recomendar o papel.

A ação tem alta de cerca de 5% no acumulado do ano, enquanto acumula ganhos de 22% em doze meses.

O próximo gatilho para os investidores é a expectativa é para os resultados, que serão divulgados antes da abertura do mercado, em 6 de novembro. Os dados divulgados pela SUSEP, órgão que acompanha a movimentação de seguros no Brasil, apontam para boas perspectivas para o nome na temporada de balanços, de acordo com Goldman Sachs.

“Com base nesses dados, estimamos que o lucro líquido do BB Seguridade no 3º trimestre está 3% acima do consenso da Bloomberg, atingindo R$ 2,0 bilhões. Prêmios emitidos permanecem fortes no ano até o momento, com um aumento de 14% em relação ao ano anterior (em comparação com uma orientação de 10-15%), apoiados por um aumento nos prêmios rurais tanto em julho quanto em agosto”, destaca a análise do banco.

Assim, o Goldman estima que haverá melhora e considera que na divisão de previdência, os números são 88% melhores que no último trimestre.

O Bank of America considera que as tendências do nome são positivas e destaca a taxa de sinistralidade melhor que o previsto no trimestre, com “tendências benignas no segmento rural”.

“A taxa de sinistralidade de 26,5% em agosto de 2023 foi melhor do que 27,6% em agosto de 2022 e nossa previsão de 25,7%. O crescimento dos prêmios emitidos foi sólido (+12% na comparação anual), em linha com nossa previsão, com suporte dos segmentos rural e de seguro de vida”, considera o BofA.

Entre os resultados financeiros, o banco destaca que o fato das expectativas serem superadas se deu em grande parte pelas dinâmicas positivas nos índices de inflação. Isso trouxe uma elevação de lucro líquido de 14%, acima da previsão do trimestre.

“Nossas estimativas apontam para o melhor resultado da história da companhia, com um lucro projetado de R$ 2,05 bilhões (+11,4% na base trimestral e +24,3% ano a ano). Para melhorar, o 4T geralmente é o mais forte durante o ano, sinalizando que terminaremos o ano de 2023 com forte resultados”, avalia a Genial.

A casa de análise considera que o resultado financeiro deverá continuar em “patamares sólidos em todas as verticais”, especialmente ainda beneficiado pelo nível mais alto da taxa de juros. Não há expectativa que a redução recente da Selic traga algum impacto negativo, especialmente considerando a assimetria entre IPCA e IGPM.

Entre as unidades, a Genial considera que a divisão de seguros deve continuar com expansão de prêmios emitidos e com uma sinistralidade em “níveis atrativos”. A unidade de previdência tem, a seu favor, boa captação bruta e líquida enquanto a divisão de capitalização deve seguir também com boa captação, ainda como consequência da taxa de juros. A corretora, por sua vez, deverá apresentar melhora no trimestre, segundo a análise.

Divergência de recomendações

A recomendação do papel, para o Goldman Sachs, é neutra porque, na visão do banco, a ação da companhia apresenta potencial de ganhos limitado. O preço-alvo foi mantido em R$ 34,00 (upside de 7% frente o fechamento da véspera), com ação sendo negociada a 8,5 vezes o P/L (preço sobre lucro), com prêmio de 142% em relação ao Banco do Brasil (na média história, o prêmio é de 106%).

A estimativa de lucro, na análise do Goldman Sachs, foi elevada em 2%, saltando para R$ 7,4 bilhões em 2023, considerando os resultados financeiros melhores. Para 2024, houve também aumento, de 3%, para R$ 7,6 bilhões e, para 2025, o aumento foi de 3%, para R$ 7,6 bilhões.

“Espera-se que o crescimento dos lucros desacelere em 2024, limitando o desempenho, e mantemos assim nossa recomendação neutra”, estima o BofA, que tem preço-alvo de R$ 36 para os ativos (upside de 13%).

Já para a Genial, a BB Seguridade é a sua “top pick” no setor de seguros. Entre as vantagens destacadas pela corretora, está a ausência de exposição à discussões regulatórias referentes à Juros sobre Capital Próprio e teto de juros de cartão de crédito, por exemplo, como é o caso de concorrentes como a Porto (PSSA3) e outros bancos.

“Acreditamos que a seguradora deva reportar mais um lucro trimestral recorde – ponto importante na nossa tese em que o desempenho das ações acompanha o crescimento de lucro. Com os fundamentos financeiros em uma dinâmica favorável, estamos promovendo a companhia como nossa top pick (ação preferida) do setor de seguros”, considera a casa, tendo assim recomendação de compra. O preço-alvo para o ativo é de R$ 48,30, ou potencial de alta de 51% frente o fechamento de quarta.

De acordo com compilação da Refinitiv, de 12 casas que cobrem o ativo, 7 recomendam compra, 4 manutenção e 1 venda.

Fonte: Infomoney

BB já desembolsou mais de R$ 154 bilhões para a cadeia do agro em 2023

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O Banco do Brasil liberou mais de R$ 154 bilhões ao agronegócio e à agricultura familiar no Brasil de janeiro até o dia 19 de outubro. O volume representa um aumento de 12% sobre o mesmo período do ano passado, quando foram liberados R$ 138 bilhões.

Na atual safra 2023/2024, já foram desembolsados cerca de R$ 80 bilhões, o que representa 9% de crescimento sobre o mesmo período do início da safra até este dia 19 de outubro. Neste tempo, foram mais de 242 mil operações contratadas.

Um dos destaques é a atuação do Banco nos financiamentos contratados com agricultores familiares (Pronaf) e médios produtores (Pronamp) que, juntos, representam 65% do total das operações, em mais de 4,7 mil municípios em todas as regiões do país no maior plano safra da história, com um total de R$ 240 bilhões em crédito, aumento de 26% no volume de recursos na comparação com o Plano Safra anterior.

A presidenta do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros, destaca a agilidade e a capilaridade do BB como diferenciais que se somam à tradição da atuação do Banco do Brasil junto à agricultura familiar e ao agronegócio brasileiros. “Nosso jeito de trabalhar em parceria com todos os elos da produção do campo, seja dentro ou fora da porteira, tem feito a diferença, já que estamos em todo o território nacional para levar recursos com a tempestividade necessária para que os produtores rurais possam garantir uma boa safra”, afirma. “Nossos funcionários levam conhecimento técnico e soluções financeiras personalizadas para toda a cadeia de produção e isso reforça nosso protagonismo histórico nos negócios no campo, desde o pequeno produtor familiar até a grande agroindústria”, complementa.

O vice-presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar do BB, Luiz Gustavo Braz Lage, destaca ainda que as operações sustentáveis são foco da empresa, que conta com uma carteira de crédito sustentável da ordem de R$ 323 bilhões, um saldo 23% maior do que nos últimos 12 meses. “O BB pretende chegar a R$ 500 bilhões nesta carteira até 2030. Também queremos chegar a R$ 200 bilhões na carteira de crédito agro sustentável, hoje no patamar de mais de R$ 141 bilhões. Temos metas claras declaradas em compromissos públicos. Temos captado recursos no exterior e no país, além de atuarmos com recursos próprios também para recuperação de áreas degradadas, para investimentos em ampliação de estruturas de armazenagem e de ampliação de área irrigada”, destaca o vice-presidente.

Ele também ressalta o ajuste recente em nomenclatura das áreas que atuam com o agro no BB. “Mudamos o nome da vice-presidência e da diretoria, agregando o termo ‘Agricultura Familiar’ aos nomes dessas áreas, para destacar esse nosso jeito de trabalhar em toda a esteira de produção do agro”, pontua.

Fonte: Banco do Brasil

Fundação Banco do Brasil irá distribuir R$ 6 milhões em prêmios

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O Banco do Brasil, por meio da Fundação BB, distribuirá R$ 6 milhões a instituições sem fins lucrativos que desenvolvem Tecnologias Sociais que visam resolver problemas socioambientais e promover o desenvolvimento sustentável. O investimento será realizado através da seleção das melhores iniciativas apresentadas na 12ª edição do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social, cujas inscrições vão até o dia 10 de novembro.

Do total de R$ 6 milhões em prêmios, R$ 5 milhões são destinados a 10 projetos de Tecnologias Sociais premiadas pela Fundação BB, e R$ 1 milhão será distribuído entre 20 ideias finalistas. Podem concorrer aos prêmios entidades sem fins lucrativos como instituições de ensino e de pesquisa, fundações, cooperativas, organizações da sociedade civil e órgãos governamentais de direito público ou privado legalmente constituídas no Brasil.

A premiação, considerada um dos principais eventos do terceiro setor no país, traz nesta 12ª Edição novidades no âmbito da diversidade ao bonificar ações pela igualdade racial e de gênero, e inclusão dos povos e comunidades tradicionais. Além do investimento financeiro, as instituições contempladas participarão da Semana Nacional de Tecnologia Social, prevista para acontecer no primeiro semestre de 2024, em Brasília, cuja programação inclui dinâmicas com palestras, hackathon (maratona de programação de computadores), e novas premiações e investimento social em projetos vencedores.

Kleytton Morais, presidente da Fundação BB, destaca que “o Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social é uma forma de mostrar que é possível impactar positivamente a vida das comunidades com soluções que geram trabalho e renda, que melhoram a segurança alimentar, que mostram a relevância da agricultura familiar, que impulsionam a criatividade, e que têm a diversidade no topo”.

Realizado a cada dois anos desde 2001, o Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social já destinou um total de R$ 14,6 milhões em premiações e investiu cerca de R$ 1 bilhão na reaplicação de tecnologias sociais certificadas, em parceria com órgãos públicos, empresas privadas e organizações do terceiro setor.

Desde 2001, as instituições sem fins lucrativos premiadas nas edições anteriores do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social apresentaram iniciativas inovadoras nos mais diversos campos de atuação. Todas as iniciativas estão reunidas na plataforma Transforma!, da Fundação BB, que traz a descrição e documentação completa das tecnologias sociais premiadas, finalistas e certificadas desde a primeira edição do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social. A plataforma pode ser acessada pelo link http://transforma.fbb.org.br.

Serviço

12ª Edição do Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social
Inscrições: de 1º de setembro de 2023 a 10 de novembro de 2023
Link para inscrição: www.bb.com.br/tecnologiasocial

Sobre a Fundação Banco do Brasil

Há quase quatro décadas, em 1985, o Banco do Brasil instituiu sua Fundação para contribuir com a transformação social dos brasileiros e com o desenvolvimento sustentável do país. É a principal instituição gestora dos projetos socioambientais apoiados por meio do Investimento Social Privado – ISP do BB e de parceiros. Nos últimos 10 anos, foram investidos R$ 2,6 bilhões em 10 mil iniciativas que impactaram positivamente a vida de 6,6 milhões de pessoas. Os eixos de atuação são: Tecnologia Social (eixo transversal), Educação para o Futuro, Meio ambiente e Renda, Saúde e Bem-estar, Ajuda Humanitária e Voluntariado.

Fonte: Paraná Shop

BB fortalece programa de conscientização em Cyber Security

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O Banco do Brasil trabalha os programas de conscientização em Segurança com objetivo de derrubar barreiras de comunicação e estabelecer um ambiente mais seguro. As ações institucionais de conscientização dos funcionários, em especial o papel da SI no funcionamento da organização e quais as responsabilidades dos colaboradores nesse trabalho compartilhado é um dos destaques das iniciativas. A intermediação é feita por um time de Cyber Champions, com objetivo de atuarem como embaixadores do tema na companhia.

“Nosso maior desafio é explicar ao funcionário de forma convincente porque isso é um assunto dele. Mas quando eles são convencidos, surge muita curiosidade em saber como podem contribuir mais conosco. Esse relacionamento os torna mais perceptivos tanto no ambiente corporativo como na vida pessoal”, afirma Átila Bandeira, Executivo de Cybersecurity do banco, em entrevista à Security Report no VMware Explore Brasil 2023.

O executivo ainda ressalta não haver mais possibilidade de o negócio não falar desses riscos, dada a grande ameaça que elas representam à sustentabilidade das empresas. Assim, a proposta oferecida por Bandeira é ultrapassar os padrões conhecidos de SI e incorporar essa visão nas atividades de mercado, seguindo um princípio de “Cyber Business”.

Esse, no entanto, é um trabalho extenso demais para o time de Segurança ser bem-sucedido. Assim, o Head de Cyber ressalta a importância de se construir parcerias engajadas com essa proposta de elevação da maturidade. Segundo ele, trata-se de se buscar alianças capazes de ultrapassar a simples proposta de vender soluções.

“A ideia é saber equilibrar experiência do usuário, cliente ou colaborador, e bons parâmetros de Segurança. Isso, evidentemente, não é alcançado ampliando a complexidade da infraestrutura com novas soluções de proteção. Além disso, é importante que os parceiros participem da discussão de melhores práticas, e buscamos fazer isso integrando-os a palestras e eventos em favor de mais aprendizado”, explica Bandeira.

Parceiros na conscientização

Essa aproximação foi alcançada com a VMware através da aquisição de parcela importante da infraestrutura com Segurança embarcada desde a concepção. De acordo com Charbel Chalala, Sales Manager Brasil e México da companhia, o foco das soluções é garantir visibilidade e segmentação adequada para evitar movimentações laterais capazes de comprometer credenciais.

Além disso, dentro da estrutura, a premissa para parcerios como a VMware é ampliarem participação em treinamento de proteção aos usuários do Banco do Brasil, através de simulações de Cyber defense e relacionamento com o board e camadas de base.

“Nosso objetivo é, antes de tudo, entregar infraestrutura já segura. No entanto, considerando o nível de ameaça desse novo contexto, precisamos urgentemente nos colocar à frente do cibercrime. Por isso, mesmo não sendo nosso core business, queremos seguir conversando e conscientizando os parceiros em melhores práticas”, explicou Chalala.

Por ser uma parceria estratégica para ambos, os executivos ponderam que o objetivo futuro é seguir estreitando os laços, não apenas em favor da Segurança do banco, mas também do país e da sociedade, aculturando maturidade cyber de ponta a ponta. “No fim, a sociedade inteira sofre um efeito cascata do cibercrime. Portanto, avançar nesses trabalhos é essencial para garantir proteção das pessoas e do país”, encerra Átila Bandeira.

Fonte: Security Report

Alerta de golpe: bancários do BB recebem e-mails suspeitos

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Golpe novo na praça! Desta vez, bancários do Banco do Brasil estão recebendo e-mails com o assunto “valores a receber” e anexo suspeito. Alguns bancários procuraram o Sindicato para denunciar o golpe, especialmente nesse momento em que o Sindibancários/ES está trabalhando no pagamento dos bancários e bancárias do Banco do Brasil beneficiados pela ação de equiparação salarial dos empregados do banco ao Banco Central (Bacen).

O Sindicato reitera que os beneficiários da ação devem enviar uma mensagem exclusivamente para o número de Whatsapp 27 996508033, informar o nome completo e solicitar a orientação da Secretaria Jurídica do Sindicato sobre a documentação que deve ser enviada. Por questões de segurança, o Sindicato só informa o valor a ser creditado após o envio da documentação e a confirmação da identidade do beneficiário. Ou seja, não há um envio espontâneo de “valores a receber” por e-mail por parte do Sindicato.

Bancários e bancárias que receberem e-mail suspeito devem entrar em contato com a Secretaria Jurídica do Sindicato por meio dos telefones (27) 3331 9988/ (27) 99650-8033 (WhatsApp) ou por meio do e-mail juridico@bancarios-es.org.br.

Fonte: Sindicato dos Bancários do Espírito Santo

ALPB celebra 100 anos de instalação do BB em Campina Grande

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A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) realizou sessão especial conjunta com a Câmara Municipal de Campina Grande (CMCG) em comemoração aos 100 anos da instalação do Banco do Brasil (BB) na rainha da Borborema. A solenidade proposta pelo deputado estadual Tovar Correia Lima e pelos vereadores Marinaldo Cardoso e Waldeny Santana aconteceu no plenário da CMCG e homenageou o Banco do Brasil com a Medalha de Mérito Celso Furtado, e a senhora Maria das Graças Conceição Machado Costa e o superintendente do BB em Campina Grande, João Deon de Figueiredo, ambos com o Título de Cidadania Campinense.

O deputado Tovar Correia Lima fez questão destacar a Medalha de Mérito Celso Furtado, concedida pela ALPB, é uma forma de reconhecer a relevância da instituição financeira para a cidade de Campina Grande e a seriedade da atuação do Banco do Brasil, além de sua credibilidade e história de confiabilidade da instituição na Paraíba. “Esse ano é o centenário do Banco do Brasil na cidade de Campina Grande, e é justamente no mês do aniversário da cidade que a gente está homenageando, está reconhecendo o trabalho do Banco do Brasil. A Assembleia Legislativa faz esse tipo de trabalho para que possa sair ali do plenário mesmo, de sua sede, e vir para Campina Grande, ir a Patos, Sousa, Cajazeiras, que é a forma itinerante das pessoas participarem da sessão. Hoje, mais que homenagear, nós estamos reconhecendo o papel da instituição para Campina e região”, argumentou Tovar.

Para o superintendente estadual do Banco do Brasil, Ricardo Luis Sehn, a honraria concedida pela ALPB é motivo de muita alegria para todos que fizeram e fazem parte da história do Banco do Brasil, desde 1923 quando a instituição foi instalada na cidade. “O primeiro banco a se instalar aqui em 1923 e cresceu junto com a cidade de Campina Grande, com toda a região. Então receber essa Medalha Celso Furtado aqui pela propositura do deputado Tovar é uma alegria muito grande. Poder participar disso, sentir essa energia do povo campinense realmente é uma honra e uma alegria muito grande para o Banco do Brasil”, comemorou o superintendente.

TÍTULOS DE CIDADANIA CAMPINENSE

Autor do Título de Cidadania Campinense ao superintendente do BB em Campina Grande, João Deon de Figueiredo, o vereador Waldeny Santana avaliou a sessão especial como sendo de suma importância para o reconhecimento do trabalho prestado, não só pela instituição financeira, mas também pelas pessoas que a fazem. “Falar do Banco do Brasil é falar de oportunidade, é falar de negócios sustentáveis, é falar de desenvolvimento econômico e a nossa cidade é caracterizada pelo comércio, pelo desenvolvimento econômico desde a sua fundação, desde o seu surgimento. E o Banco do Brasil completa 100 anos em Campinha Grande oferecendo oportunidades para o campinense, para o homem de negócio, para o empreendedor e isso nos alegra e muito é o reconhecimento a essa importante instituição e nossa cidade”, afirmou o parlamentar.

Já ao vereador Marinaldo Cardoso, autor do Título à senhora Maria das Graças Conceição Machado Costa, a honraria é uma forma de reconhecer e agradecer sua contribuição no desenvolvimento de Campina Grande. “Estamos muito felizes em reconhecer o papel importante desempenhado por todos que fazem o Banco do Brasil, especialmente por quem não é de Campina Grande, mas que contribui, diariamente, para que o banco invista na cidade”, reforçou.

“Sou natural de Patos, criado em Itaporanga. Mas, fiz família e me erradiquei aqui em Campina Grande, como profissional do Banco do Brasil, contribuindo para o desenvolvimento das pessoas e das comunidades. Nesse momento, fico muito agradecido por esse reconhecimento que Campina Grande me faz. Tenho um misto de sentimento de gratidão e amor e é isso que sinto agora, quando Campina Grande me concede tamanha honraria”, resumiu João Dehón.

Natural da Bahia, Graça Machado fez história em Campina Grande, sendo a primeira mulher gerente do Banco do Brasil. “Cheguei aqui em 1962, e foi aqui que estudei e fiz carreira no Banco do Brasil, na Praça de Campina Grande. Acho, inclusive, que conspiraram para que eu recebesse o Título de Cidadã Campinense justamente na comemoração dos 100 anos do BB em Campina”, brincou a homenageada, antes de concluir: “sempre me considerei campinense. Por isso que, hoje, me sinto muito grata pelas pessoas que também me considerarem de Campina Grande. Recebo esse Título com a maior alegria que existe no meu coração”.

Fonte: Assembleia Legislativa da Paraíba

Prefeito de Manaus prepara novo pedido de empréstimo ao Banco do Brasil

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O prefeito de Manaus, David Almeida (Avante), informou nesta segunda-feira (23 de outubro) que irá pedir da CMM (Câmara Municipal de Manaus) autorização para um novo empréstimo junto ao Banco do Brasil.

David não informou o valor. A mensagem deve ser produzida e encaminha aos vereadores na próxima semana. Segundo o prefeito, o recurso vai ser aplicado em obras de infraestrutura, transporte e mobilidade.

“Então, nós vamos avançar nisso. Muito provavelmente já na próxima semana vamos conversar com os vereadores, com o presidente da Câmara, para enviar uma mensagem (pedindo autorização para emprestar dinheiro), que nós temos saldo e o Banco do Brasil tem recursos para nos emprestar e investir na cidade de Manaus em infraestrutura, em transporte coletivo, em mobilidade urbana”, disse David.

A informação foi divulgada durante a entrega de 40 ônibus novos para a frota de Manaus.

Em março deste ano a CMM autorizou a Prefeitura de Manaus a contratar empréstimo de R$ 600 milhões para obras de infraestrutura. A operação de crédito também foi feita com o Banco do Brasil.

Fonte: Estado Político

Caraguatatuba fecha contrato com BB para obras de infraestrutura

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O prefeito Aguilar Junior formalizou nesta segunda-feira (23 de outubro) o contrato de financiamento entre a Prefeitura de Caraguatatuba e o Banco do Brasil para despesas de capital de projetos contidos no Plano Plurianual (PPA) e na Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2023.

Estavam presentes na formalização do contrato representantes da Superintendência do Banco do Brasil e das Agências Locais em Caraguatatuba, entre eles, Sandro Grando, Superintendente Nacional de Governo; Fernando Favoreto, Superintendente Comercial de Governo – Setor Público; Mates Bertasso Mazieiro, Superintendente Comercial de Governo – Setor Regional São José dos Campos; Kepler Palhano, Gerente Agência Setor Público São Paulo; Carlos Eduardo e Melk, Gerentes das Agências Banco do Brasil de Caraguatatuba.

Além disso, os vereadores Tato Aguilar, Aguinaldo Butiá, Baduca Filho, Celso Pereira, Cristian Bota, Fernando Cuiú, Gil Oliveira, Dé Construtor, Bigode, Jair Silva, Marcos Kinkas e Vera Morais estavam presentes.

O valor do financiamento é da ordem de R$ 100 milhões e será utilizado pelo município entre 2023 e 2024. “É uma operação de relevância para projetos importantes para o município. Será um novo momento para Caraguatatuba. Parabenizo os vereadores pela aprovação do projeto e o time da Prefeitura para preparar a documentação para aprovação do contrato”, disse Sandro Grando, Superintendente Nacional de Governo do Banco do Brasil.

Os valores serão utilizados para obras de infraestrutura na cidade, principalmente de drenagem (contra enchente) em diversos bairros, como Perequê-Mirim, Pegorelli, Morro do Algodão, Rio Marinas, Jetuba, Jardim do Sol, Casa Branca/Olaria, entre outros. Além disso, parte da verba será utilizada para reforma de próprios públicos da Saúde, Educação e Social.

“Os recursos serão utilizados em projetos de Norte a Sul da cidade, principalmente obras contra enchente, obras solicitadas pela população aos vereadores. Agradeço o empenho dos vereadores e sem dúvida vamos investir em obras que vão melhorar a qualidade de vida da população”, destacou o prefeito Aguilar Junior.

Fonte: Prefeitura Municipal de Caraguatatuba

ANABB debate com entidades representativas resoluções CGPAR 42

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Enquanto uma parte importante da governança da ANABB participa das celebrações pelos 100 anos do Banco do Brasil no município de Campina Grande (PB), fortalecendo as articulações com o Banco e demais entidades representativas, equipes da Associação seguem atuando em Brasília em demandas importantes para os funcionários do BB.

Nesta terça-feira (24), a ANABB participou de uma ampla reunião com outras associações de empregados de empresas estatais, o deputado Reimont (PT-RJ) e a secretária de Coordenação e Governança das Empresas Estatais do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Elisa Vieira Leonel, para debater a revogação da Resolução CGPAR nº 42/2022.

Reimont é relator do Projeto de Decreto Legislativo (PDL) nº 313/2022, de autoria do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS), que susta os efeitos da Resolução CGPAR 42 – norma que restabelece o conteúdo da Resolução CGPAR nº 23/2018, revogada em 2021 pelo Congresso Nacional.

A Resolução CGPAR 42 limita o benefício de assistência à saúde dos funcionários das empresas estatais federais e de economia mista; veda a concessão de empréstimos pecuniários aos empregados, a concessão de licença-prêmio e o abono assiduidade; e veta a incorporação de gratificação de cargo em comissão ou função gratificada à remuneração do funcionário.

Pelos grandes prejuízos que causa aos direitos do funcionalismo, o combate à Resolução CGPAR 42/2022 é uma das prioridades da atuação da ANABB. Ao colocar em risco os planos de saúde dos funcionários de empresas estatais, a resolução causa grande intranquilidade aos colegas do BB. A ANABB segue atenta às consequências da norma, atuando em defesa dos funcionários no Congresso Nacional.

Fonte: Agência ANABB

Eleições 2024: Economus disponibiliza o processo eleitoral para conselheiros

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Em 2024, o Economus realizará eleições para os Conselhos Deliberativo e Fiscal. Este é um momento democrático e a participação de todos é fundamental. Serão eleitos dois representantes para o Conselho Deliberativo, um para o Conselho Fiscal e seus respectivos suplentes.

Dessa forma, criamos uma página exclusiva para as Eleições 2024. Nela, serão demonstradas de forma transparente todo o processo eleitoral e suas etapas regulamentares. Clique aqui e acesse.

O participante ativo, assistido em autopatrocínio ou BPD pode atuar de duas formas: escolhendo candidatos para representá-lo e/ou concorrendo a um dos cargos. As inscrições dos candidatos podem ser realizadas de 15 de janeiro de 2024 a 16 de fevereiro de 2024. A votação ocorrerá de 8 de abril de 2024 (a partir das 10h) a 29 de abril de 2024 (até as 16h).

Regulamento

Acesse a página para conhecer o Regulamento das Eleições 2024 e o cronograma completo. Informe-se e participe!

Importante: verifique, até 31 de dezembro de 2023, se os seus dados cadastrais estão atualizados para que você receba todas as comunicações referentes ao pleito. Acesse o autoatendimento, clique na opção “Cadastro”, localizada no menu à esquerda, e selecione “Alteração Dados Cadastrais”.

Verifique seu endereço, e-mail e celular. Caso seja necessário atualizar, basta realizar os ajustes nos campos. Quando finalizar, marque a opção “Clique para aceitar os termos” e clique em “Atualizar”.

Fonte: Economus

Nos 215 anos do BB, presidente do banco destaca concessão de crédito e políticas de diversidade

Publicado em: 19/10/2023

Nesta quinta-feira, 12, data em que o Banco do Brasil completa 215 anos, a presidente do banco, Tarciana Medeiros, foi às redes sociais para celebrar e fez um balanço sobre a atuação da instituição no primeiro semestre deste ano, período em que ela assumiu o banco. Entre janeiro e junho, o BB concedeu alguma linha de crédito ou de financiamento a 4,2 milhões de pessoas.

“Quem me conhece sabe que eu tenho alguns pequenos mantras diários. Um deles é: dar crédito é acreditar nas pessoas. E no BB, nós acreditamos nos brasileiros”, disse ela, em texto publicado no Linkedin. Ainda de acordo com a executiva, foram concedidos R$ 48 bilhões para mais de 180 mil micro e pequenas e empresas, alta de 22% na comparação com o primeiro semestre do ano passado. O segmento é um dos focos da gestão de Medeiros.

No texto, a presidente do BB afirma ainda que foram R$ 17 bilhões em empréstimos para mulheres empreendedoras, um crescimento 20% em um ano. Funcionária do banco desde 2000, Tarciana Medeiros é a primeira mulher a comandá-lo em seus dois séculos de existência.

O BB foi criado em 1808, quando a Família Real portuguesa mudou-se para o Brasil. Além de ser o mais antigo banco em operação no País, é considerado um dos mais antigos ainda em operação no mundo.

Nesta quinta, a presidente do banco destacou ainda os R$ 13,3 bilhões em financiamentos ao setor público nos primeiro seis meses de 2023, além das concessões de R$ 75 bilhões para o agro, segmento em que o banco é líder. Nele, o crescimento foi de 15% em relação ao mesmo intervalo de 2022.

Medeiros também mencionou os R$ 8 bilhões que o BB captou em acordos para investimentos em frentes sustentáveis, após a viagem de uma comitiva do comitê executivo do banco a Nova York em setembro. “Fomos até Nova Iorque, a cidade de tantos protagonismos, para colocar o BB de vez sob os holofotes do mundo como um líder global em práticas e negócios sustentáveis”, disse.

Diversidade

A presidente do BB também tratou do tema da diversidade, que é uma das bandeiras de sua gestão. Destacou que o conselho diretor do banco tem 45% de mulheres, 22% de pessoas autodeclaradas negras e dois membros autodeclarados da comunidade LGBTQIAPN+ – ela e o vice presidente de Gestão Financeira e Relações com Investidores, Geovanne Tobias.

Medeiros mencionou ainda outras iniciativas, como a assinatura de um protocolo de intenções com o Ministério da Igualdade Racial, em julho, voltado a ações direcionadas à superação da discriminação racial, além da inclusão e da valorização de mulheres negras.

Em agosto, o banco se tornou embaixador de movimentos do Pacto Global da ONU no Brasil relacionados à igualdade racial, de gênero e ao trabalho decente. Também assumiu o compromisso de chegar a 30% de pretos, pardos, indígenas e outras etnias sub-representadas em cargos de liderança até 2025.

Por fim, a presidente do banco público fez menção ao inquérito civil público do Ministério Público Federal que investiga a atuação do banco no período da escravidão no Brasil, durante o século XIX. “Os debates sobre a escravidão, para serem efetivos e ganharem a dimensão merecida, precisam envolver todos os atores que estão comprometidos com a mudança no presente, devendo as instituições atuais compartilhar iniciativas que contribuam para a construção de um país com cada vez mais justiça social”, escreveu Medeiros.

Fonte: Época Negócios

Banco do Brasil lança primeiro ETF focado em diversidade

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O conglomerado Banco do Brasil, via BB Asset, anunciou nesta terça-feira o lançamento do BB ETF IDIVERSA B3 IS Fundo de Índice. O ETF será identificado pelo ticker DVER11. O lançamento foi marcado pelo tradicional toque de campainha na sede da B3, em São Paulo.

A estratégia do novo ETF consiste em replicar o índice IDIVERSA B3, que identifica empresas listadas na B3 que têm uma destacada atuação em diversidade, considerando critérios de gênero e raça. É composto inicialmente por 79 ativos de 75 empresas em dez setores econômicos.

No mês passado, a gestora já havia lançado o Fundo BB Ações Diversidade IS, também baseado no índice, com uma aplicação inicial acessível de R$ 0,01. Tarciana Medeiros, presidente do Banco do Brasil, considera que ações como essa se somam a tantas outras que a empresa tem realizado e consolidam o protagonismo do BB na promoção da diversidade, equidade e inclusão.

“Nossa atuação vai além da legislação e estamos na vanguarda do tratamento dado a promoção da diversidade. Temos atuado com ações concretas em prol da inclusão social e contar com diversos atores sociais nessa pauta é extremamente necessário, já que a desigualdade social é um assunto que deve ser foco constante de toda a sociedade”, diz.

Denísio Liberato, CEO da BB Asset, ressalta o ineditismo do BB ETF IDIVERSA e sua relevância para a indústria de investimentos no Brasil. “O DVER 11 representa mais uma solução de investimento do portfólio de produtos ESG da BB Asset, atrelado ao primeiro índice latino-americado que combina critérios de gênero e raça para a seleção das empresas.”

Reforçando o compromisso com a diversidade, o BNDES, a BB Asset e a B3 assinaram um acordo estratégico, visando a ampliação e fomento de melhores práticas no mercado de capitais, com foco no desenvolvimento contínuo do índice IDIVERSA B3.

Natália Dias, diretora do BNDES, afirma que a participação do banco no evento está alinhada com os objetivos de desenvolver o mercado de capitais local e de incentivar uma maior diversidade nas empresas brasileiras.

“No momento, estamos realizando as análises e diligências necessárias para submeter à deliberação da Diretoria Executiva um investimento no BB ETF IDIVERSA B3, em um volume em torno de R$ 100 milhões, onde a BNDESPAR realizaria um “match” com a captação de outros investidores pelo BB Asset, contribuindo para o estágio inicial do ETF e visando à democratização do seu acesso.”

Fonte: Valor Investe

Banco do Brasil deverá ter nova porrada no lucro no 3T23, vê Goldman

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O Banco do Brasil (BBAS3), que deixou para trás seus concorrentes privados, deverá ter nova alta na lucro no terceiro trimestre de 2023, vê o Goldman Sachs.

De acordo com o banco americano, o BB terminará o período com lucro de R$ 9,9 bilhões, alta de 9%. O Goldman projeta ainda lucro operacional de R$ 13,9 bilhões, elevação de 7%.

“Apesar da desaceleração geral dos empréstimos ao setor, acreditamos que o Itaú (ITUB4) e o Banco do Brasil estão melhor posicionados para expandir suas carteiras de empréstimos, dada a exposição de alta renda e rural, respectivamente, bem como as tendências de melhor qualidade dos ativos”, sustenta.

Os analistas esperam um ROE (retorno sobre o patrimônio) saudável de 21,9%.

Uns dos principais pontos fortes do BB, o segmento rural, deverá continuar crescendo. Dados do Banco Central até agosto mostram que os empréstimos rurais aumentaram 21% no comparativo anual.

“Também prevemos crescimento ainda saudável da receita líquida de juros, enquanto as taxas podem expandir 6% no trimestre (+3% no comparativo anual)”, explica.

No relatório, o Goldman vê uma normalização parcial no custo do risco das altas comparações no segundo trimestre, consistente com a parte superior do guidance (projeções) de provisões (R$ 23-27 bilhões).

“A qualidade dos ativos provavelmente permanecem sob controle, embora os NPL (crédito não produtivo) das empresas possam aumentar”, explica.

Finalmente, diz o banco, as despesas com pessoal deveram ser parcialmente impactado pelo reajuste salarial anual em vigor a partir de setembro em diante, enquanto outras despesas operacionais podem se normalizar parcialmente a partir do segundo trimestre.

O Banco do Brasil publicará seu resultado em 9 de novembro de 2023.

Fonte: MoneyTimes

Banco do Brasil deve enfrentar dias “menos ensolarados”, diz XP

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O Banco do Brasil (BVMF:BBAS3) deve enfrentar dias um pouco menos ensolarados pela frente. É o que espera a XP Investimentos (BVMF:XPBR31), ao revisar as projeções para a instituição financeira e manter o preço-alvo de R$61 por ação para o ano que vem, ainda que reforce a recomendação de compra.

“A política monetária está agora a mover-se na direção oposta e, embora isto possa ainda não ser um obstáculo, certamente não será um vento favorável tão forte como tem sido durante os últimos dois anos”, destaca a XP.

Ainda que as ações tenham apresentado alta de mais de 50% no acumulado do ano, o valuation ainda estaria atrativo, segundo o relatório.

“Vemos a carteira de crédito defensiva do banco como adequada para continuar entregando um ROE saudável, apesar do ciclo de afrouxamento monetário em curso”, apontam os analistas Bernardo Guttmann, Matheus Guimarães e Rafael Nobre.

No entanto, os analistas acreditam que discussões regulatórias e as incertezas políticas em torno das empresas estatais podem ainda levar à volatilidade dos papéis.

Maior agressividade na originação de crédito e receios sobre a governança estão entre os pontos de cautela citados pelos analistas.

A instituição financeira completou 215 anos nesta quinta, 12. Em alusão à data, a presidente do banco, Tarciana Medeiros, apontou, em reses sociais, que no primeiro semestre deste ano, o banco concedeu linha de crédito ou de financiamento a 4,2 milhões de pessoas. Ao todo, o valor chegou a R$ 48 bilhões para mais de 180 mil micro e pequenas e empresas, uma elevação anual de 22%.

Às 12h40 (de Brasília) desta sexta-feira, 13, as ações estavam estáveis, a R$ 48,97.

Fonte: Investing BR

Corrida ESG pode mudar o jogo para BB? Veja recomendação às ações

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O Banco do Brasil (BBAS3) concluiu, durante as reuniões anuais do Fundo Monetário Internacional (FMI), uma rodada de captações de cerca de R$ 30 bilhões para apoiar a agenda de sustentabilidade do Brasil.

O banco já divulgou anteriormente que pretende se tornar referência no mercado de carbono, que já engatinha no Brasil.

A analista da Empiricus Research, Larissa Quaresma, participou do Giro do Mercado desta segunda-feira (16) e explicou se a corrida pela sustentabilidade pode trazer alguma “virada de jogo” para o banco.

Segundo ela, a mudança depende da forma com que o banco irá alocar esses recursos.

“Se vai ser transformacional ou não, vai depender de como o banco vai emprestar esse dinheiro. Um lado da equação ele conseguiu fazer muito bem, que foi captar recursos de baixo custo com selo internacional, que ajuda a atrair outros investidores locais/institucionais para esses projetos. Agora, o outro lado é você aplicar e emprestar para bons projetos com baixa inadimplência e com bom retorno para o banco.”

Apesar dos cuidados em relação aos investimentos do banco, a analista conclui que o ESG é uma mega tendência para a próxima década, e o Banco do Brasil deve sim capturar essa onda.

Além dos impactos da notícia, Larissa revelou quais são as perspectivas e qual é a recomendação para a ação do banco brasileiro. Confira a entrevista completa e saiba se vale a pena ter BBAS3 na carteira clicando aqui.
Novidade sobre ETFs faz Bitcoin (BTC) caminhar rumo aos US$ 30 mil

O mercado cripto também foi destaque no Giro do Mercado. A Securities and Exchange Comission (SEC), considerada a CVM norte-americana, não recorreu contra processo que abriu caminho para a conversão de um fundo da Grayscale em um ETF de Bitcoin (BTC).

O mercado de criptomoedas reagiu bem à notícia, e o Bitcoin (BTC) avançou acima dos US$ 28 mil nesta segunda-feira (16).

Fonte: Money Times

BB recompra US$ 750 milhões em oferta por bônus perpétuos de 2014

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O Banco do Brasil (BBAS3) recomprou US$ 746,8 milhões na oferta por seus bônus perpétuos emitidos em 2014, informou a instituição nesta quinta-feira, 19 de outubro. O volume pretendido pelo BB dos títulos remunerados a 9% ao ano era de até US$ 1 bilhão.

O prazo da oferta de recompra continuará aberto até 2 de novembro, informou o banco, podendo ser prorrogado.

O BB vai usar recursos em caixa para a recompra e afirmou que a operação não trará impactos relevantes para os seus níveis de liquidez.

“Com a recompra de US$ 746,8 milhões, o capital complementar de nível I de 14,13%, em 30 de junho, será reduzido em aproximadamente 32 pontos base na data do exercício da recompra, permanecendo em patamar superior ao nível regulatório”, afirmou o banco em comunicado ao mercado.

Fonte: Infomoney

BB vai captar US$ 800 mi com consórcio de bancos para financiamento agrícola

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O Banco do Brasil participa de uma série de reuniões com bancos internacionais, investidores, assets e órgãos multilaterais em Marrakech, neste final de semana, por ocasião das reuniões do FMI. Durante as agendas, o BB confirmou mais um negócio: o acordo para a captação de mais US$ 800 milhões com um consórcio de bancos formato por JP Morgan, Stardard Chartered, HSBC e Credit Agricole. Dentre as reuniões, o BB esteve com o MIGA, braço do Banco Mundial que, traduzindo de forma mais simples, dá garantias para o negócio e transforma uma operação para que chegue a um rating AAA.

“Isso reduz o custo de captação geral, tornando os preços mais competitivos no mercado”, explica o vice-presidente de Negócios de Atacado do BB, Francisco Lassalvia. Os recursos serão destinados a financiar operações agrícolas no Brasil para plantio direto, com prazo de 10 anos.

Fonte: Banco do Brasil

BB assina carta de intenções para financiamento de energia renovável

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Neste dia 14 de outubro, em Marrakech, durante reuniões anuais do FMI, o Banco do Brasil assinou uma carta de intenções com o European Investment Bank para captação de recursos para financiar projetos de energia renovável no Brasil. O acordo prevê a captação de 350 milhões de euros (o equivalente a cerca de R$2 bilhões na cotação atual). Deste valor, o acordo prevê que até 30% seja destinado a Micro e Pequenas Empresas.

Para Francisco Lassalvia, vice-presidente de Negócios de Atacado do BB, este recurso se soma a outros em ações recente do Banco, com o objetivo de apoiar clientes em uma transição para um portfólio cada vez mais sustentável. “Nossas agendas globais, como as recentes visitas pela Ásia e NY, comvergem para que o Banco avance nos objetivos públicos e concretos na agenda ASG. Só nos últimos 12 meses, crescemos mais de 10% na nossa carteira de crédito sustentável. Essas captações demonstram que os bancos e investidores globais observam o Brasil e o BB como relevantes para este desafio, que também é global”, afirma.

A agenda do BB em Marrakech envolve mais de 30 reuniões, com bancos de desenvolvimento, assets, bancos comerciais, além de palestras e eventos sobre a agenda ASG do BB, referência global no tema, como Banco mais sustentável do mundo.

Fonte: Banco do Brasil

BB faz operação de negociação internacional de créditos de carbono

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O Banco do Brasil realizou nesta semana uma operação inédita de intermediação de créditos de carbono no mercado internacional. A negociação envolveu a compra de 5 mil créditos de carbono do Projeto Envira Amazônia, operado no mercado secundário pelo Banco BNP Paribas, e a venda para o Standard Chartered Bank no exterior. Trata-se de uma transação piloto para validar o novo modelo de negócios do BB.

O Projeto Envira foi certificado no âmbito da Verra, o principal standard do mercado voluntário de carbono, na metodologia de REDD+ – Redução das Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal, protegendo mais de 200 mil hectares de floresta amazônica. O projeto conta ainda com o selo CCB – Climate, Community and Biodiversity, garantindo que um percentual dos créditos gerados seja revertido em ações em prol da comunidade local.

O vice-presidente de Negócios de Atacado, Francisco Lassalvia, afirma que, para participar deste novo mercado e reforçar a posição do BB como líder na negociação de créditos de carbono, o BB vai criar uma mesa de operações específica para esses ativos. “O Banco do Brasil tem demonstrado com negócios concretos que é um ator relevante em investimentos sustentáveis. O ineditismo desta operação reforça esse nosso posicionamento de vanguarda em um novo mercado, gerando negócios e potencializando ainda mais a sustentabilidade de forma global”, explica Lassalvia.

Para o BNP Paribas, a operação reforça o potencial do Brasil como liderança no processo de descarbonização da economia global. “Atuamos nos mercados regulado e voluntário de carbono desde 2018. Realizamos, pela primeira vez, uma negociação dessa natureza com um banco brasileiro, o Banco do Brasil, em uma operação que representa um marco para o desenvolvimento do mercado brasileiro de créditos de carbono. Como banco, assumimos a missão de apoiar nossos clientes nessa transição por meio do desenvolvimento de produtos e serviços alinhados com a agenda ESG”, comenta Valter Luz, diretor da área de Vendas Institucionais do BNP Paribas Brasil.

“O Grupo Standard Chartered está muito satisfeito por fazer parte dessa transação marcante para o Banco do Brasil, reiterando a sua visão de que o Brasil será peça chave no caminho para a descarbonização,” disse Germana Cruz, CEO, do escritório de representação do Grupo Standard Chartered no Brasil. O Grupo Standard Chartered está posicionado para apoiar seus clientes e parcerios nesse mercado nascente no Brasil e na América Latina e esta operação fortalece ainda mais os laços do Grupo Standard Chartered com o país e seu compromisso com a agenda ESG”.

“A operação inédita reforça o pioneirismo do Banco do Brasil no mercado de carbono demonstrando que estamos prontos para apoiar nossos clientes desde o desenvolvimento de novos projetos geradores de créditos, a compra e venda desses ativos e a assessoria para a realização de inventários de emissões de gases de efeito estufa. Com os projetos que apoiamos atualmente, preservamos mais de 500 mil hectares de floresta nativa, além de investirmos na melhoria da qualidade de vida das populações locais nessas áreas”, avalia José Ricardo Sasseron, vice-presidente de Governo e Sustentabilidade Empresarial do BB.

A sustentabilidade é um dos territórios de atuação da marca Banco do Brasil, que tem intensificado as ações em torno da pauta ASG neste ano. No início deste mês, por exemplo, o Banco anunciou a estruturação de suas unidades e, no novo desenho do organograma do Banco, foi criada uma Unidade Estratégica exclusivamente destinada a boas práticas ambientais, sociais e de governança em sua estrutura para reforçar sua atuação ASG.

Dados recentes indicam que o mercado voluntário de créditos de carbono atingiu US$ 2 bilhões em volume de negociação no mundo em 2022. Especificamente para o mercado brasileiro, estima-se que esse volume atinja a marca de US$ 20 bilhões até 2030 de acordo com a Way Carbon, sendo que o Brasil poderá responder por cerca de 20% a 30% desse mercado com o desenvolvimento de projetos.

Atuação do BB no Mercado de Carbono

Alinhado aos 12 compromissos para um futuro mais sustentável, especialmente ao de reflorestamento e conservação florestal, onde temos a meta de conservar e/ou reflorestar 1 milhão de hectares até 2025, o BB tem reforçado a sua atuação no mercado voluntário de carbono apoiando os clientes na elaboração de projetos com relevantes adicionalidade social, ambiental e climática. Ao final do primeiro semestre de 2023, já são mais de 500 mil hectares preservados em projetos de carbono, na metodologia de desmatamento evitado – REDD+. São projetos que aliam preservação ambiental e geração de renda para os proprietários das áreas, além de propiciar melhorias para as comunidades nelas localizadas. Visando reforçar ainda mais seu posicionamento em prol da preservação ambiental, o BB aderiu à Coalizão Verde.

A participação da instituição bancária na aliança reforça o compromisso do Banco com a preservação da Amazônia e com a geração de valor para as cadeias produtivas locais, com consequente melhoria na qualidade de vida da população amazônica. Desta forma, é possível aliar a conservação da floresta com o desenvolvimento social das pessoas que nela vivem ou dependem economicamente, estimulando o uso sustentável dos recursos oferecidos pela natureza.

Sobre o Banco do Brasil

Com 214 anos, o Banco do Brasil já ultrapassou a marca de R$ 321 bilhões em operações de crédito sustentáveis, um crescimento de 10% em 12 meses, e pretende chegar ao saldo de R$ 500 bilhões até 2030. Esse montante foi contratado em linhas de crédito com grande enfoque ambiental e/ou social ou para financiar atividades e/ou segmentos que tragam impactos socioambientais positivos como os setores de energias renováveis, eficiência energética, construção, transporte e turismo sustentáveis, água, pesca, floresta, agricultura sustentável, gestão de resíduos, educação, saúde e desenvolvimento local e regional, para assim reforçar nosso papel transformador no desenvolvimento do país e na construção de um futuro cada vez mais sustentável para a sociedade. Saiba mais em www.bb.com.br/sustentabilidade e em www.bb.com.br/ri.

Sobre BNP Paribas Brasil

O Banco BNP Paribas opera oficialmente no Brasil desde 1996. A partir de 2010, quando a área de Securities Services entrou em funcionamento, a unidade brasileira passou a reunir o maior número de linhas de negócios na América Latina tornando-se uma das maiores operações do Grupo em mercados emergentes. Hoje, no Brasil, o Grupo está presente com as áreas de Corporate & Investment Banking, crédito ao consumo, Asset Management, Seguros (Cardif) e Gestão de Frotas (Arval).

Atualmente o Grupo BNP Paribas possui cerca de 1400 colaboradores no país. No Brasil, figura entre os maiores bancos internacionais de investimentos em total de ativos (R$ 112,5 bi, Jun/23, Conglomerado Prudencial, Banco Central), oferecendo diversidade de produtos e múltiplas soluções para seus clientes. O BNP Paribas se destaca por sua liderança financeira na Europa e por seu alcance internacional. Hoje o grupo está presente em 64 países oferecendo serviços variados, visando criar sinergias entre negócios e atender as necessidades locais e internacionais de clientes ao redor do mundo.

Sobre o Grupo Standard Chartered

Somos um grupo bancário internacional líder, com presença em 53 dos mercados mais dinâmicos do mundo, e servindo clientes em mais 64. O nosso propósito é impulsionar o comércio e a prosperidade através da nossa diversidade única, e a nossa herança e valores são expressos na nossa promessa da marca, aqui para sempre. O Grupo Standard Chartered está presente no Brasil desde a década de 1970. Em 2019, passou a atuar como escritório de representação em São Paulo. Todos os produtos e serviços são realizados pela nossas principais instituições financeiras sediadas no exterior.

Nosso escritório no Brasil nos permite atender melhor nossa base de clientes nas Américas e na Europa, facilitando os fluxos comerciais e de investimento entre as Américas, Ásia, África, Reino Unido, Europa e Oriente Médio. Nossa estratégia bancária Corporativa e Institucional está focada em instituições financeiras, multinacionais e empresas latino-americanas selecionadas com links para a rede global Standard Chartered. Apoiamos a nossa base de clientes através de Trade Finance, Cash Management, Corporate Finance, DCM e outros produtos que oferecemos offshore. O Standard Chartered PLC está listado nas Bolsas de Valores de Londres e Hong Kong.

Fonte: Banco do Brasil

BB vai a Marrakech para negócios durante reuniões do FMI

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O Banco do Brasil participa de pautas de negócios com bancos, investidores e órgãos multilaterais durante realização de reunião anual do FMI em Marrakech, entre os dias 12 e 15 de outubro. As reuniões ocorrem um mês depois de intensa agenda de negócios, em que o BB assinou acordos para a captação de cerca de R$ 8 bilhões em Nova Iorque, reforçando agenda de sustentabilidade do BB como hub de captação de recursos nesse tema.

Na missão do BB no Marrocos, participam os vice-presidentes Francisco Lassalvia (Negócios de Atacado), Geovanne Tobias (Gestão Financeira e Relações com Investidores) e Felipe Prince (Controles Internos e Gestão de Riscos), além de representantes das áreas corporate e internacional do Banco, incluindo os escritórios de Londres e Nova Iorque. As Reuniões Anuais do FMI contam com a participação de presidentes de bancos centrais, ministros das áreas de finanças, economia e desenvolvimento, executivos de empresas privadas e representantes da sociedade civil, além da cobertura da mídia de diversos países. Os encontros debatem questões de interesse mundial, como crescimento econômico inclusivo e a questão climática, por exemplo.

Os encontros em Marrakech devem priorizar ações de relacionamento bilateral com foco na agenda ASG do BB e têm, como principal objetivos, o fortalecimento do relacionamento com esses parceiros internacionais e a busca por novas oportunidades de negócios nessa esteira. “É uma pauta consistente do Banco, que, só nesse semestre, já rodou pela Ásia, EUA e, agora, estará na África, para debater com representantes de pelo menos 30 instituições relevantes do sistema financeiro mundial sobre os resultados do Banco, nossa agenda ASG e os potenciais de negócios que tragam desenvolvimento social, ambiental e econômico para todas as regiões do Brasil”, diz Francisco Lassalvia, vice-presidente de Negócios de Atacado do BB.

O Banco do Brasil quer apoiar seus clientes, parceiros e a sociedade na transição para uma economia mais verde e inclusiva. Em agosto, o Banco do Brasil lançou 12 compromissos para um futuro mais sustentável, alinhados com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e ao Acordo de Paris, com pautas ligadas a financiamento sustentável, mercado de carbono, captação de financiamento ESG e diversidade. “Ações como essas colocam o BB em destaque entre os players globais. Um desses compromissos públicos é o de atingirmos R$ 500 bilhões de saldo em nossa carteira de crédito sustentável. Hoje, ela gira em torno de R$ 323 bilhões, um volume que já representa um crescimento de mais de 10% nos últimos 12 meses”, declara o vice-presidente Lassalvia.

Fonte: Banco do Brasil