AGEBB e Usceesp buscam fomentar parceria para beneficiar associados

Publicado em: 20/03/2023

Em reunião no dia 17 de março, em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, o presidente da AGEBB, Adriano Domingos, acompanhado de Olívia Souza Januário de Freitas e Pedro Ferreira de Barros, respectivamente diretora Administrativa e de Patrimônio e diretor Social e de Eventos da associação, esteve reunido com Guilherme Galharde Neto, presidente da Associação dos Funcionários do Banco Nossa Caixa e Banco do Brasil (Usceesp). O encontro, capitaneado por Luiz Carlos da Silva Filho, membro do Conselho Deliberativo das duas entidades, teve como objetivo central o estabelecimento de possíveis parcerias para o fortalecimento das duas associações a partir deste ano.

O conteúdo discutido na ocasião será levado agora, nos próximos dias, por Galharde à diretoria executiva e conselheiros da Usceesp para avaliação. “É uma parceria interessante para ambas as instituições, que só têm a ganhar na ampliação de seus quadros associativos por meio de mais benefícios”, explica Olívia, ela própria associada à AGEBB e Usceesp (dessa última, desde 1973).

Fundada em 14 de dezembro de 1985 por gerentes da Nossa Caixa, banco paulista incorporado em outubro de 2009 pelo Banco do Brasil, a AGEBB é a única entidade representativa dos funcionários do BB que na nomenclatura da sua função conste a palavra “gerente”. Já a Usceesp, fundada em 31 de março de 1949, é uma associação civil sem fins lucrativos que reúne os funcionários aposentados da Nossa Caixa Nossa Banco e os da ativa e aposentados do Banco do Brasil, independentemente se gerentes ou não.

Incremento de parcerias

Durante a reunião entre os dois presidentes em Ribeirão Preto, discutiu-se a possibilidade de a AGEBB oferecer a base de associados para que a Usceesp possa promover suas campanhas de atração de novos sócios. Em contrapartida, a Usceesp poderia ter o acesso aos funcionários da classe gerencial da ativa e aposentados ligados à AGEBB para também fomentar seu quadro associativo, com acesso a todos os benefícios, como os planos de saúde e as colônias de férias (em Suarão e Flórida, no litoral paulista, e Paulicéia, no interior do Estado), com descontos nas diárias e estadias.

Em ambos os casos, associados teriam também acesso às divulgações de eventos e ações das respectivas entidades com um trabalho de comunicação integrado a partir do aceite da parceria. A ideia é fomentar uma agenda compartilhada em eventos da alta temporada, semana dos aposentados, carnaval e férias, inclusive com a possibilidade de se organizar torneios esportivos com funcionários da ativa e aposentados. “A preocupação das duas diretorias, da AGEBB E Usceesp, além de oferecer todo o apoio aos seus associados, é proporcionar integração e momentos de lazer e descontração para todos os funcionários, sejam eles da ativa, ou mesmo aposentados e incorporados”, afirma Adriano Domingos.

Na área de serviços, a AGEBB passou a oferecer recentemente, como grande novidade, a orientação médica online (serviço de orientação que pode atender o associado onde ele estiver, no momento que precisar em qualquer horário, 24 horas) o Serviço de Assistência Funeral (a assistência garante, dentro das coberturas contratadas, todo o suporte ao funeral) e a Assessoria Jurídica (apoio legal que busca auxiliar os associados na negociação de conflitos, orientar a categoria acerca das melhores práticas e atuar em defesa do setor). A Usceesp, por sua vez, implantou os planos de saúde NotreDame e Amil para funcionários da ativa e o Total MedCar, São Cristóvão e Blue de Med para os sócios aposentados e da ativa.

Olhos para o futuro

Desde que foi empossada em 2021, a nova diretoria da AGEBB tem buscado fomentar parcerias e estar mais próxima de instituições que integram os funcionários do BB. Tem sido assim com a Previ e Cassi, com apoio às chapas vencedoras nas eleições para as respectivas diretorias, e mais recentemente com a Associação Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil (ANABB).

O presidente da AGEBB, inclusive, estará presente na cerimônia de posse de João Fukunaga, novo presidente da Previ, que ocorre no próximo dia 24 de março. O evento ocorre no Centro de Convenções Mourisco, na Praia de Botafogo, no Rio de Janeiro.

Fonte: AGEBB

 

 

Concurso do BB tem quase 1,5 milhão de inscritos espalhados pelo país

Publicado em: 17/03/2023

O concurso do Banco do Brasil, para todos os estados e o Distrito Federal, recebeu quase 1 milhão e meio de inscrições no total. Foram mais de 1 milhão e 300 mil inscritos para as vagas de Escriturário – Agente Comercial e mais de 130 mil inscritos para as vagas de Escriturário – Agente de Tecnologia. Essa já é a segunda maior seleção externa da história do BB e é também a maior de tecnologia já realizada no país.

Dentre os inscritos, 53,75% são do sexo feminino e 77% têm até 35 anos de idade. A maioria dos candidatos elege a possibilidade de ascensão e carreira como o principal motivo para prestar o concurso do BB.

As inscrições terminaram no último dia 6 e a seleção será realizada para provimento de 2 mil vagas para Escriturário – Agente Comercial, mais mil de cadastro reserva, para atuação nas unidades de negócios, e outras 2 mil vagas de Escriturário – Agente de Tecnologia, mais mil de cadastro de reserva, com foco em Conhecimentos de TI.

Nesta seleção externa, o Banco do Brasil ampliou o número de vagas reservadas às pessoas com deficiência, de 5% para 12,5%. “A inclusão é uma frente importante, que enriquece nossas tomadas de decisão. Acreditamos nisso como um pilar importante da nossa gestão”, afirma Ana Cristina Garcia, vice-presidente corporativo do BB.

Com cada vez mais procura pelas vagas de Escriturário – Agente de Tecnologia, o Banco reforça sua aceleração digital e cultura de inovação. Em comparação com o último concurso, o número de inscritos triplicou para as vagas de TI. E cresce também o número de candidatos com formação superior. Nesta edição, considerando as vagas de Agente Comercial e de Tecnologia, tivemos mais de 16 mil com Mestrado ou Doutorado.

“O BB representa uma grande oportunidade de encarreiramento para os brasileiros. Não é à toa que os benefícios da empresa sempre atraem números surpreendentes de candidatos. A área de tecnologia, especialmente, conquista candidatos cada vez mais qualificados. Estamos com funcionários cada vez mais preparados e processos em constante aperfeiçoamento, para que os atendimentos e a experiência do cliente estejam sempre em evolução”, completa Ana Cristina.

A realização das provas está prevista para o dia 23 de abril de 2023.

Parceria leva cursos da Alura para os candidatos

Todos os candidatos inscritos no concurso terão acesso gratuito a cinco cursos exclusivos da Alura. Os cursos não estão diretamente vinculados ao conteúdo programático da prova, mas são um exemplo do incentivo que o BB dá a seus funcionários através de bolsas de estudo e acesso a milhares de cursos na Universidade Corporativa Banco do Brasil (UniBB). Os candidatos serão informados dessa oferta por e-mail.

Os cursos oferecidos são: Primeiros Passos em Lógica de Programação; Arquitetura de Computadores e Como Funciona um Programa de Computador; Aprender a Aprender e Técnicas para Lifelong Learning; Boas Práticas de Desenvolvimento de Carreira e Produtividade e Metas Pessoais

Benefícios

O BB oferece oportunidades de ascensão de carreira e desenvolvimento profissional, além da participação nos lucros e resultados da empresa. O funcionário em pleno exercício de suas atividades, de acordo com a legislação vigente, faz jus a vale-transporte, auxílio-creche, auxílio a filho com deficiência, previdência complementar, plano de saúde, plano odontológico básico e programas de educação e capacitação.

Quem faz parte do BB também tem acesso a bolsas de língua estrangeira e incentivos a graduação, pós-graduação latu sensu, mestrado, doutorado e programas de mentoria. A instituição oferece, ainda, o espaço UniBB – Universidade Corporativa Banco do Brasil, que contém cerca de 2 mil cursos autoinstrucionais em diversas áreas do conhecimento e promove eventos presenciais de capacitação.

Fonte: Banco do Brasil

Crises de SVB e Credit Suisse não afetam solidez de bancos brasileiros

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Analistas e gestores não veem efeitos diretos nos bancos brasileiros decorrentes do colapso do Silicon Valley Bank nos Estados Unidos ou mesmo da crise experimentada pelo Credit Suisse na Europa, eventos que têm gerado preocupações sobre a resiliência do sistema bancário global.

“Não consigo enxergar qualquer tipo de impacto mais relevante no Brasil”, afirmou Carlos Kawall, sócio-fundador da Oriz Partners e ex-secretário do Tesouro Nacional, referindo-se principalmente ao episódio do SVB, fechado na semana passada. “Não é o mesmo tipo de risco que vimos em 2008.”

Para Kawall, os problemas envolvendo o Credit Suisse causam mais preocupação, pelo porte da instituição. “O impacto é mais forte nos mercados”, afirmou. Mas ele ponderou que ainda é preciso ver como tudo se desenrola.

O SVB foi fechado por reguladores na semana passada, desencadeando uma rápida ação de autoridades, entre elas o Federal Reserve, para conter potencial contágio no sistema bancário. Os mercados ainda se recuperavam do abalo quando nesta quarta-feira o Credit Suisse trouxe de volta o nervosismo.

As ações do segundo maior banco da Suíça chegaram a afundar mais de 30% nesta sessão, após o seu maior investidor, o Saudi National Bank, afirmar que não poderia fornecer mais assistência financeira por questões regulatórias.

O CS está tentando se recuperar de uma série de escândalos que minaram a confiança de investidores e clientes, com fortes saídas de recursos. Apenas no quarto trimestre de 2022, elas somaram o equivalente a mais de 120 bilhões de dólares.

“Não vejo uma contaminação direta, apenas uma maior aversão a risco, aos menores bancos e fintechs”, reforçou Werner Roger, sócio-fundador da Trígono Capital, acrescentando que o funding no Brasil é baseado principalmente em depósitos locais e que não há alternativas para o investidor exceto títulos públicos.

“Há uma certa contaminação nas cotações das ações, mas nada sobre a solidez dos bancos grandes locais”, acrescentou.

A reação relativamente comedida das ações dos maiores bancos brasileiros corrobora a premissa. Desde o começo da semana, Itaú Unibanco PN (ITUB4) e Bradesco PN (BBDC4) perdem cerca de 3% cada um, Banco do Brasil ON (BBAS3) cai 2% e Santander Brasil Unit (SANB11) cede 1,7%.

Para Roger, o único banco que poderia sofrer no país é a própria unidade do CS.

Presente no Brasil desde 1959, o Credit Suisse atua principalmente nas áreas de private banking & wealth management e gestão de recursos, realizando ainda operações de crédito, emissão de ações e títulos, abertura de capital (IPO), fusões e aquisições de empresas (M&A), corretagem e tesouraria.

A sua carteira inclui clientes de alta renda, vários oriundos do Banco Garantia (comprado em 1998) e da renomada Hedging-Griffo (comprada em 2007, concluída em 2012).

Analistas do Itaú BBA liderados por Pedro Leduc também afirmaram que bancos brasileiros não estão diretamente expostos às consequências do SVB. “Os valores das perdas não realizadas nos ‘books’ locais não são relevantes e os índices de capital e liquidez são confortáveis”, afirmaram em relatório nesta semana.

Mas eles abordaram discussões secundárias relevantes decorrentes do episódio, incluindo a chance de o financiamento para fintechs ficar mais difícil, assim como um possível efeito indireto na atividade nos mercados de crédito e capitais, que pesaria nas expectativas dos grandes bancos.

Entre o sábado e a última segunda-feira, instituições financeiras brasileiras com ações listadas no mercado norte-americano, entre elas a Nu Holdings (NUBR33) e o Inter&Co (INBR32), anunciaram não ter exposição ao Silicon Valley Bank, a fim de evitar contágio do colapso do banco em seus papéis.

RISCOS DOMÉSTICOS

De acordo com Ricardo Campos, diretor de investimentos da Reach Capital, o efeito de juros altos, que está sendo relacionado como um dos componentes para os problemas de alguns bancos nos EUA e Europa, já aconteceu no Brasil há algum tempo, conforme a Selic saltou de 2% em março de 2020 para os atuais 13,75%.

Ainda assim, diz, há fatores que mantêm um cenário mais desafiador para o setor, como riscos de redução em tarifas de cartão de crédito e do fim do mecanismo do juros sobre capital próprio, entre outros, além de receios no segmento corporativo após o pedido de recuperação judicial da Americanas.

No final do mês passado, dados do Banco Central mostraram que as concessões de empréstimos apresentaram queda significativa em janeiro e levaram a uma baixa no estoque total de crédito no Brasil, enquanto a inadimplência no segmento de recursos livres aumentou.

Analistas do Bradesco BBI adotaram no começo do mês um “modo pessimista” para o setor, que inclui o corte na recomendação para as ações de Itaú Unibanco e Banco do Brasil , enquanto reduziu o preço-alvo de ambos e de vários outros.

“Nós esperamos que 2023 também seja um ano desafiador em termos de inadimplência (NPL) para os bancos, pois acreditamos que a qualidade dos ativos das empresas tende a se deteriorar devido às altas taxas de juros e à economia mais fraca”, afirmaram Gustavo Schroden equipe em relatório a clientes.

Fonte: Infomoney

 

Banco do Brasil amplia trabalho remoto após reivindicação dos sindicatos

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O Banco do Brasil ampliou o acesso ao Teletrabalho Remoto Institucional (TRI), após reivindicação dos sindicatos via Comissão de Empresa dos Funcionários (CEBB). As novas medidas foram anunciadas pelo banco três dias depois da primeira reunião do ano para debater o tema, realizada na segunda-feira, dia 13 de março. Entre as mudanças, aumento do percentual de setores habilitados e de dias da semana em home office. O que representa avanço.

O BB ampliou de 30% para 50% o total da equipe que pode exercer simultaneamente suas atividades de modo remoto, nos prefixos habilitados, com possibilidade de reavaliação no prazo dos próximos seis meses. Além disso, esse percentual está separado do teto de ausências físicas programadas, como férias e abonos. O banco informou nesta quinta-feira (16) que a implementação dessa medida será a partir do dia 21 de março.

E mais: inclusão dos funcionários em nível gerencial, inicialmente, para um dia em trabalho remoto por semana e, para os demais habilitados, a ampliação da frequência do home office de dois para três dias na semana ou seu equivalente mensal.

O BB ampliou setores habilitados, incluindo escritórios, Centrais de Relacionamento (CRBB) e Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC) e outras áreas, após resultado de estudos. Segundo o banco, a implementação acontecerá no decorrer do semestre, considerando as características de trabalho de cada setor.

Para o semestre, o BB também avalia a implementação de plataformas digitais remotas, além de espaços colaborativos internos (coworkings).

Mudanças a partir de 21 de março

Para as Unidades já habilitadas:

Limites de funcionários e funcionárias em TRI.

– as ausências programadas, como abonos e licença saúde, deixam de impactar o percentual de funcionários que podem atuar em TRI no prefixo; e

– a quantidade de bancários e bancárias que pode atuar em TRI simultaneamente aumenta de 30% para 50% do total da equipe.

Mudanças durante o semestre

TRI para unidades que ainda não foram habilitadas. O BB iniciará pilotos em outras unidades, considerando as características do trabalho e a viabilidade de ser realizado remotamente.

O BB segue com a avaliação para futura implementação de plataformas digitais remotas, além de espaços colaborativos internos (coworkings).

Mudanças previstas até maio:

– Inclusão de funcionárias e funcionários em nível gerencial, inicialmente, 1 dia em trabalho remoto por semana; e

Ampliação da frequência do trabalho remoto híbrido de dois para três dias na semana ou seu equivalente mensal.

Fonte: Contraf-CUT

 

BB quer vender 49% do controle da BB Tecnologia e Serviços para o UBS?

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Essa é a informação que vem correndo dentro do movimento sindical. Informação vinda da tecnologia do Banco do Brasil. A instituição está em vias de anunciar a venda de 49% das ações da BB Tecnologia e Serviços (antiga Cobra Tecnologia) para o seu parceiro de investimentos o banco UBS. Há um segundo concorrente interessado na transação, mas o UBS tem a vantagem de ser parceiro de investimentos do BB.

A informação irritou os sindicalistas, pois a BBTS – braço da tecnologia do banco – passou pelos governos Temer e Bolsonaro sem nenhuma sinalização de que enfrentaria um processo de desestatização. E a medida estaria para ocorrer justo no governo do PT, cujo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, é do partido.

Além disso a BBTS estaria sendo cogitada para executar o programa “Desenrola”, de renegociação das dívidas dos brasileiros, promessa de campanha do presidente Lula que até agora não decolou e ninguém sabe quando irá decolar.

Fonte: Capital Digital

Caixa e BB aderem à suspensão do consignado para aposentados do INSS

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Caixa e Banco do Brasil estão seguindo os bancos privados e aderiram à suspensão das linhas de crédito consignado para aposentados do INSS, segundo o blog apurou com fontes da equipe econômica do governo.

Uma fonte da área técnica do BB disse ao blog que não é viável manter as linhas de crédito com taxa de 1,70%.

A suspensão ocorre depois de o Conselho Nacional de Previdência Social (CNPS) reduzir as taxas máximas de juros dessa modalidade de 2,14% para 1,70%. Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), os bancos não têm condições de pagarem os custos de captação de clientes com as novas taxas determinadas pelo órgão ligado ao Ministério da Previdência.

89% do consignado de aposentados do INSS é concedido por bancos privados. Caixa e Banco do Brasil atuam em 11% dos empréstimos e atualmente cobram taxas acima dos 1,70% definidos como teto na última segunda-feira (13).

O custo de captação de clientes é maior em especial no interior do país. Há uma norma do Banco Central que proíbe que bancos ofereçam linhas de crédito que sejam deficitárias.

Fonte: Portal G1

Banco do Brasil com novos gerentes em Itabuna, na Bahia

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A Superintendência Regional do Banco do Brasil, com sede em Itabuna, apresentou este mês a clientes, autoridades e empresários, os novos gerentes das agências Itabuna-Centro e Itabuna-Jardins, respectivamente os executivos Gideão Nogueira e Euler Oliveira Paiva.

O primeiro, Gideão Nogueira, ocupou sua última gerência na cidade de Teixeira de Freitas, no extremo-sul baiano e o segundo, Euler Paiva, trabalhava no sudoeste, na cidade de Brumado.

Durante a apresentação de Euler Paiva, na sexta, 20, a Superintendente Regional, a paranaense Carme Pressoto, graduada em Administração, com Pós em Administração de RH e formação em Altos Executivos e a primeira mulher a ocupar esse cargo na Bahia, disse da responsabilidade que cada novo gerente recebe ao assumir a função num momento impar para o Banco do Brasil na história econômica do país.

Fonte: Sindicato dos Bancários de Itabuna

O alerta de um ex-diretor da Previ aos participantes do fundo

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Abalados por denúncias, má administração e uso político, alguns dos maiores fundos de pensão ligados a estatais passaram nos últimos anos por um aperfeiçoamento das regras estatutárias para a seleção de seus cargos de direção.
Foi o caso de Funcef, Petros e Postalis, que hoje compõem suas diretorias selecionando no mercado executivos experientes e com sólida formação.

Na Previ, no entanto, não é assim. “A Previ continua com esse modelo medíocre, de usar funcionários eleitos, a maioria deles vindos de movimentos sindicais, e indicados pelo banco,” Nélio Lima, um ex-diretor do fundo de pensão, disse ao Brazil Journal. “Isso para gerir o maior patrimônio da América do Sul em termos de fundo de pensão. É realmente um absurdo.”

Esse “absurdo”, afirma Nélio, culminou agora com a nomeação do sindicalista João Luiz Fukunaga, escriturário sem experiência em cargos de comando do BB, para assumir a presidência do maior fundo de pensão do País, com um patrimônio de R$ 250 bilhões.

Um dos críticos mais vocais da indicação de Fukunaga, Nélio diz abertamente o que outros antigos diretores comentam nos bastidores. Nélio foi diretor do Banco do Brasil e da BB Asset. Na Previ, permaneceu por 8 anos, primeiro como diretor e depois como integrante do conselho deliberativo.

Em uma carta endereçada ao conselho do BB, Nélio pede a reavaliação da indicação de Fukunaga, com o “objetivo de averiguar suposta prática de favorecimento, inobservância de princípios que devem governar os atos de dirigentes de empresas públicas e a defesa dos interesses econômicos da Previ, de seus participantes, do Banco do Brasil, da União e seus contribuintes”.

O ex-diretor encaminhou também uma representação ao Tribunal de Contas da União (TCU) e pediu esclarecimentos à Previc, a agência regulatória dos fundos de pensão, sobre as credenciais apresentadas pelo novo presidente e a sua aprovação em rito sumário. “Estou questionando a competência, a qualificação para assumir o cargo,” diz Nélio. “Onde elas estão demonstradas? Com base em que foi aprovado em 24 horas?”

Pelas normas da Previc, o cargo exige “comprovada experiência de, no mínimo, três anos no exercício de atividades nas áreas financeira, administrativa, contábil, jurídica, de fiscalização, de atuária, de previdência ou de auditoria, nos termos da legislação aplicável”.

Fukunaga, de 39 anos, é formado em história e não há indicação de que tenha estudado finanças ou assuntos previdenciários. Entrou no BB em 2008 como escriturário e desde 2012 vinha ocupando cargos na diretoria do Sindicato dos Bancários de São Paulo.

Para Nélio, o Banco do Brasil deveria ao menos seguir os critérios que balizam a escolha de seus diretores ao indicar o presidente da Previ. São exigências como ter exercido cargos gerenciais em instituições financeiras ou cargos relevantes na administração pública. “Se a direção do BB indicou o presidente para ser o seu representante na Previ, o banco deveria escolher alguém com as qualificações de seus próprios diretores,” argumenta. “Por que seria diferente?”

Na entrevista abaixo, Nélio comenta por que a governança da Previ ficou ultrapassada em relação a outros fundos de pensão e quais os riscos para os associados.

Sempre há influência política nas indicações para a direção da Previ. O que é diferente no caso da nomeação de João Fukunaga?

Em 1997, o Banco do Brasil fez um grande acordo com a Previ para que o fundo de pensão assumisse a responsabilidade pelo pagamento de benefícios a funcionários que ainda não haviam aderido ao plano. Nessa negociação, o banco passou a responsabilidade da administração financeira para o fundo e criou a gestão paritária na Previ, onde três diretorias seriam indicadas pelo patrocinador, o Banco do Brasil, e três diretores seriam eleitos pelo corpo de associados. Esse é o modelo que existe até hoje.

A direção do Banco do Brasil indica o presidente e os diretores de investimentos e participações. As outras três diretorias são ocupadas por representantes eleitos pelos associados. Tradicionalmente, os indicados pelo BB quase sempre foram profissionais de cargos elevados no banco, com grande qualificação e experiência. Nunca vimos alguém com pouco mais de dez anos de banco, sem ter passado por cargos de gerência. Fukunaga não tem experiência nenhuma, basta olhar o currículo dele. Foi auditor sindical, cuja função é ficar avaliando as informações do banco para justificar o reajuste salarial proposto.

O Fukunaga cumpre as exigências da Previc?

Não sei como ficaram comprovados os três anos de experiência dele na área, mas é algo que acaba sendo bastante subjetivo. Ficamos na mão do órgão regulador. A certificação requerida também não é algo tão fácil. Precisa ter conhecimento atuarial, de regras de previdência. Como ele conseguiu isso em 72 horas? Não ficou claro para mim.

Até o momento não apresentaram nenhum certificado. Entrei com o requerimento na Previc, por meio da Lei de Acesso à Informação, pedindo justamente vistas do processo de habilitação dele. Quero saber quais são os documentos que compuseram o processo, com base em quê foi apurada a experiência de três anos. Não me deram a resposta até agora.

Estamos vendo um discurso coordenado dos três envolvidos, o Banco do Brasil, a Previ e a Previc, dizendo que o novo presidente cumpre as exigências.

O senhor afirma na sua representação que a governança da Previ ficou ultrapassada. Por quê?

Os fundos de pensão que sofreram com gestões equivocadas nos anos passados têm hoje uma governança melhor, como direção profissionalizada. A Caixa acabar de fazer um edital para a seleção do novo presidente da Funcef e de outros diretores e, pela primeira vez, foi aberto para executivos do mercado. Os interessados precisam atender aos requisitos de experiência na área. O Petros tem uma direção toda composta por gente selecionada no mercado. O Postalis também investiu na profissionalização.

Enquanto isso, a Previ continua com esse modelo medíocre, de continuar usando os funcionários eleitos, a maioria deles oriundos de movimentos sindicais, e outros três indicados pelo banco – isso para gerir o maior patrimônio da América do Sul em termos de fundo de pensão! É realmente um absurdo. Estou questionando a competência e a qualificação para assumir o cargo. Onde elas estão demonstradas? Com base em quê foi aprovado em 24 horas?

Existe alguma discussão sobre atualizar a governança da Previ?

A Previ não quer mexer na governança. É um tabu. O Banco do Brasil tem o voto de qualidade deliberativo. Mas se o patrocinador quiser fazer mudanças estatutárias vai ter grito. Os sindicatos vão gritar porque vão dizer que é um direito deles. Mas o mundo mudou, as coisas se tornaram mais complexas, mais difíceis de administrar, com maior volume de recursos, novos ativos no mercado. É preciso mais especialização.

Se a direção do BB indicou o presidente para ser o seu representante na Previ, o banco deveria escolher alguém com as qualificações de seus próprios diretores. Por que seria diferente? Então quando alguém fala que o presidente da Previ não precisa de predicados como gestor, porque o cinturão que está em volta vai ajudar, vai dar suporte, não é bem assim.

O corpo técnico da Previ blinda o fundo contra decisões políticas?

O corpo técnico pode até tentar, mas dificilmente vão dizer não para a orientação de cima. Dificilmente o cara consegue virar. É um voto de seis. São seis pessoas que votam no comitê, são decisões aprovadas por maioria.

Quando existem diretores de carreira do banco não ligados ao sindicalismo, então existe alguma oposição dentro do comitê. Eles sentem o peso da responsabilidade. Há contraponto nos órgãos decisórios. Os gatos não ficam todos pardos. Mas quando já existem três de uma mesma origem e colocam mais um, não importa se de um lado ou de outro, aí o que importa é ter alguém com qualificação e competência para o cargo.

Qual o risco para os associados?

A Previ não é um banco de investimento, é um fundo de pensão. Essa visão de banco de investimento aconteceu anos passados, décadas atrás, e terminou com um monte de investimento no buraco. O hospital Umberto Primo em São Paulo, o Hopi Hari, a Costa do Sauípe… Houve muitas coisas erradas. Em gestões mais recentes, houve o investimento na Sete Brasil.

Agora a empresa que foi criada para o projeto do trem-bala vai sair a mercado à procura de investidores, inclusive os fundos de pensão. Amanhã a Previ entra em um negócio desse e qual a justificativa?

BB é multado em quase R$ 8 milhões por não barrar assédio moral

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O Banco do Brasil foi condenado pela 69ª vara do Trabalho de SP a pagar R$ 7,8 milhões em multa por não ter cumprido integralmente com obrigações determinadas pela mesma vara em 2019. Além disso, deve R$ 272,4 mil por danos morais, após atualização de indenização prevista na primeira condenação.

Segundo o MPT, autor da primeira ação, a empresa agia de forma contrária à lei ao praticar discriminação, fiscalização ostensiva e metas abusivas no ambiente de trabalho. Após observar que a instituição não estava seguindo as ordens judiciais relativas ao processo, o órgão ingressou com uma segunda ação.

O banco alegou, em defesa, que os fatos foram isolados e que adotou uma série de treinamentos e procedimentos para evitar o assédio moral. No entanto, segundo a juíza do Trabalho Patrícia Almeida Ramos, não houve comprovação do combate efetivo.

A magistrada se baseou, entre outros elementos, em relatórios levados aos autos pelo Sindicato dos Bancários de São Paulo, nos quais constatou que as situações quanto ao assédio de trabalhadores persistem.

Fonte: Migalhas

 

Economus deve excluir equacionamento da base de cálculo do IR, diz Justiça

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O juiz Haroldo Nader, da 6ª Vara Federal de Campinas, concedeu liminar em ação coletiva ingressada pelo Sindicato, onde determina que o valor do equacionamento pago pelo participante do Economus seja excluído da base de cálculo do imposto de renda. A liminar foi concedida no final do ano passado, mas até o momento o Instituto de Seguridade Social não cumpriu a determinação judicial.

A ação do Sindicato é contra a União e tramita na Justiça Federal. O processo é exclusivo aos bancários ativos e aposentados que contribuem para o Economus.

O advogado Fernando Hirsch, do escritório LBS, que presta assessoria ao Sindicato, esclarece que cabe recurso da União. “Apesar da decisão não ser definitiva, o Sindicato acredita na manutenção do julgado, considerando outras decisões existentes de diversos tribunais sobre a matéria”

Fonte: Sindicato dos Bancários de Campinas e Região

Mesmo em cenário volátil, planos da Previ têm resultado positivo

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Mesmo em um cenário de volatilidade, os planos da Previ tiveram bom desempenho em 2022. Com rentabilidade de 13,5%, a carteira do Plano 1 teve um resultado positivo de R$ 5,6 bilhões e fechou o ano com R$ 224 bilhões em investimentos. Já no Previ Futuro, todos os Perfis de Investimento tiveram performance positiva. O plano, iniciado em 1998, chegou a um total de R$ 26 bilhões em ativos.

Confira a rentabilidade de cada um dos segmentos do Plano 1:

Confira a rentabilidade de cada um dos segmentos do Previ Futuro:

O Plano 1 tem um total de 108.558 associados, com mais de 95% deles já em gozo de benefício. São 82.024 aposentados, 22.702 pensionistas e 3.832 funcionários que ainda estão na ativa. No ano de 2022, a Previ pagou o recorde de benefícios: foram R$ 15,3 bilhões no ano, com aproximadamente R$ 1,3 bilhão por mês.

Em um plano com esse nível de maturidade, é importante buscar equilíbrio, com o objetivo de manter a rentabilidade para cumprir o pagamento de benefícios. Por isso, os investimentos adotam parâmetros que priorizam, além da rentabilidade, a liquidez e a aderência dos investimentos às obrigações do plano.
Previ Futuro

O Previ Futuro está em plena fase de acumulação de riqueza previdenciária – ou seja, seus associados são, na maioria, funcionários da ativa. São 83.927 associados, com 79.936 ainda trabalhando, 2.744 aposentados e 1.247 pensionistas.

Os associados podem optar por um dos perfis de investimento. É uma forma de permitir o acompanhamento e a participação nas decisões relativas à alocação das suas reservas, adequando às expectativas de retorno e à predisposição ao risco nos investimentos realizados.

São oito perfis: quatro deles na modalidade risco-alvo (conservador, moderado, arrojado e agressivo) e outros quatro na modalidade data-alvo (ciclos de vida 2030, 2040, 2050 e 2060). Por isso, a educação financeira e previdenciária é tão importante para esse público.

Confira a rentabilidade de cada um dos perfis em 2022:

O segmento de Renda Variável foi o que mais sofreu com a volatilidade de 2022, mas ainda assim a gestão eficiente da Previ fez diferença. Perfis que possuem mais ativos desse tipo, como o Agressivo e o Arrojado, tiveram um desempenho melhor do que o índice Ibovespa, que foi de 4,7% em 2022. Os destaques de rentabilidade foram os perfis mais atrelados à Renda Fixa, como o Conservador, com 8,4%.
Proximidade e transparência

Na terça-feira, 13/3, a Previ realizou a primeira apresentação do resultado de 2022, direcionada às entidades que representam os funcionários e aposentados do Banco do Brasil. O evento aconteceu de forma híbrida, com público presente na sede da Previ e transmitido pela internet, e repercutiu na imprensa.

Em entrevista concedida ao jornal Valor Econômico, o presidente João Fukunaga falou sobre a governança da Entidade e sinalizou que pretende aprimorar o bom que vem sendo feito: “O que eu quero fazer é contribuir para a evolução esse processo. Que a governança da Previ seja cada vez mais aprimorada, para garantir que o futuro de todos os associados seja preservado”, disse.

O Valor também destacou, em outra matéria, trechos do discurso do novo presidente da Previ: “São 119 anos de experiência e de solidez, desenvolvidos em um sistema que respeita a tradição, mas com um olhar constante na inovação e no futuro. É uma construção fortalecida diariamente, com regras claras, processos e ‘compliance’ que vão além dos requisitos do arcabouço regulatório. A governança da Previ é uma construção perene. Uma governança que permanece, tanto em épocas de bonança como de tempestade. Uma governança que tem como principal direcionador os associados”, afirmou. Você pode ler o discurso de João Fukunaga na íntegra no site da Previ.

A Previ aonde o associado está

Neste ano serão retomadas as apresentações de resultado presenciais, que tinham sido paralisadas nos últimos dois anos devido à pandemia de Covic. Os eventos, que também acontecerão online, são uma oportunidade de os participantes acompanharem de perto a gestão de seu plano de benefícios, conhecerem os resultados e os desafios do ano vigente, além de esclarecerem dúvidas com os membros da Diretoria Executiva.

Prestar contas é um compromisso permanente da Previ com seus associados. Ao levar os eventos de apresentação do resultado por todo o Brasil, a Previ busca estar ainda mais próxima dos participantes e reforçar um de seus principais valores corporativos, a transparência. Para saber datas, locais e horários, acompanhe os canais de comunicação da Previ.

Fonte: Previ

 

Presidente da Previ, João Fukunaga defende a governança da fundação

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Alvo de críticas de aposentados do Banco do Brasil (BB) por suposta inexperiência para o cargo, o novo presidente da Previ, João Fukunaga, 39 anos, fez ontem [12/3] defesa enfática da governança do fundo de pensão em encontro fechado com entidades vinculadas à instituição financeira estatal. “A governança da Previ é uma construção perene”, disse Fukunaga. Antes da reunião, em entrevista ao Valor, o sindicalista, que tem formação em história pela PUC-SP, indicou que fará uma gestão de continuidade em que as decisões serão tomadas de forma colegiada, como já ocorre na Previ, um dos maiores investidores institucionais do país, com ativos de R$ 250 bilhões.

Há menos de um mês no cargo, o sindicalista também aproveitou para se defender das críticas: “Se eu não tivesse competência técnica, o órgão regulador [a Superintendência Nacional de Previdência Complementar, Previc] não teria me habilitado. Há direito ao ‘jus esperneandi’ [direito de reclamar], mas não cabe a mim discutir a indicação do patrocinador [BB]. Me sinto honrado de fazer meu trabalho no maior fundo de pensão do país”, disse o presidente da Previ. Ele lembrou que o movimento sindical fez parte da história da Previ nos quase 120 anos da fundação, a ser completados em 2024. A Previ foi criada em 16 de abril de 1904.

Ontem a Previ divulgou os resultados de 2022. O Plano 1, de benefício definido, que reúne participações em grandes empresas, sendo a principal delas a Vale, teve superávit de R$ 5,6 bilhões no ano. A rentabilidade da carteira, que tem R$ 224 bilhões em investimentos, foi de 13,5% no ano. A meta atuarial para o mesmo período – a rentabilidade que o plano precisa ter para pagar as suas obrigações – foi de 11%. No ano passado, a Previ pagou recorde de benefícios: foram R$ 15,3 bilhões, com cerca de R$ 1,3 bilhão por mês. O Plano 1 tem 108.558 associados, sendo que mais de 95% deles já recebem os benefícios. São 82.024 aposentados, 22.702 pensionistas e 3.832 funcionários ainda na ativa.

O plano Previ Futuro, de contribuição variável, também teve desempenho positivo em 2022. O destaque, segundo a fundação, foi o perfil conservador, que teve rentabilidade de 8,4%. O plano, iniciado em 1998, tem R$ 26 bilhões em ativos. O Previ Futuro está em fase de acumulação de riqueza previdenciária. Significa que seus associados são, na maioria, funcionários da ativa. São 83.927 associados, sendo que 79.936 ainda trabalham. Há ainda 2.744 aposentados e 1.247 pensionistas.

Na entrevista ao Valor, Fukunaga fez questão de dizer que os números são anteriores à sua chegada, mas que continuará a trabalhar em busca de resultados. Pouco depois, no discurso às entidades ligadas ao BB, afirmou que a missão da Previ é “garantir o pagamento de benefícios a todos nós, associados, de forma eficiente, segura e sustentável”. E continuou: “É uma missão que reforça o conceito de mutualismo, fundamental na existência da Previ e que está presente no cotidiano de quem trabalha aqui. Uma característica intrínseca que nos faz ainda mais fortes”, salientou.

Descendente de japoneses – o avô dele chegou ao Brasil vindo do Japão quando tinha cinco anos -, Fukunaga é funcionário do BB desde 2008 e ficou 12 anos no Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região. Na entidade, foi diretor, secretário jurídico e de suporte administrativo, auditor sindical e atuou como coordenador nacional da comissão de negociação dos funcionários do Banco do Brasil. Ele disse que a experiência sindical lhe exigiu conhecer o balanço do BB, a diretoria e ter capacidade de diálogo. “Sou formado em história como muito orgulho. Hoje tenho sim capacidade técnica de estar na Previ”, afirmou.

Grupos de aposentados do BB, porém, vêm fazendo oposição a Fukunaga. As críticas partem da Federação das Associações de Aposentados e Pensionistas do Banco do Brasil (FAABB) e do “Grupo Mais”, que reúne funcionários da instituição que não estão mais na ativa, além do ex-diretor do fundo de pensão Nélio Lima.

Ao Valor, Lima disse: “A indicação não reúne qualificações. Negociar numa mesa de sindicato numa negociação salarial não é negociar um acordo de acionistas.” Lima atuou na Previ como diretor e conselheiro nos anos 2000. Ele acionou o Banco do Brasil e o Tribunal de Contas da União (TCU) sobre a indicação de Fukunaga. “É basicamente uma questão de qualificação. O fundo de pensão tem 120 mil participantes e 80 mil já são aposentados. Qualquer gestão equivocada pode causar desequilíbrio e déficits técnicos”, afirmou.

A Previ tem parte dos diretores indicados pelo Banco do Brasil, o patrocinador. E outra parte é eleita pelos participantes. “Os eleitos são 100% originários do sistema sindical. Quando todos estão do mesmo lado (eleitos e indicados), o sentido de fiscalizar perde o senso”, disse Lima. A FAABB recorreu ao Banco do Brasil, à Previ e à Superintendência Nacional de previdência Complementar (Previc) para que esclareçam os fundamentos que levaram à nomeação de Fukunaga para a presidência do fundo de pensão. “Recebemos uma grita de aposentados e pensionistas questionando a falta de experiência de João Fukunaga e nos pedindo esclarecimentos sobre como são como são os pré-requisitos”, disse a presidente da entidade, Isa Musa de Noronha. Uma das primeiras críticas partiu de aposentados da Previ, que formam o chamado “Grupo Mais”. Dizem que Fukunaga não teria apresentado certificações básicas que o próprio BB exige nos comissionamentos de gerentes de conta, o que comprovaria a inexperiência para o cargo.

Em nota, a fundação afirmou: “A Previ reafirma que todos os ritos de governança foram respeitados, com decisões colegiadas, tanto no BB, como na Previ, atendendo a todas as exigências previstas nos processos de elegibilidade de ambas instituições. A indicação obteve aprovação da Previc, órgão regulador das entidades de previdência complementar, e João Fukunaga já preside a instituição, tendo cumprido plenamente todas as exigências de entregas de documentação, tanto que sua nomeação foi homologada em 27/2/2023”.

Fukunaga mostra-se tranquilo. Reafirmou que pretende fazer uma gestão colegiada com os demais diretores da Previ, instância na qual não há voto de qualidade. Se houver empate em uma matéria, o tema volta para a discussão. “Aprendi no movimento sindical que decisões individuais não existem, são decisões colegiadas. É assim que o BB atua também no conselho diretor, no sindicato tinha isso também.” Afirmou ainda que a prioridade será garantir segurança no pagamento dos benefícios: “Esse é sempre o maior desafio de um gestor de plano de previdência.” Disse que o objetivo é dar continuidade ao estabelecido no plano estratégico da fundação, o que, para ele, dá segurança e estabilidade para momentos difíceis. “Foi essa forma de atuar que trouxe a Previ até onde ela está hoje.”

Fonte: Sindicato dos Bancários do Ceará

BB Consórcios atinge R$ 100 bi em carteira administrada

Publicado em: 13/03/2023

A BB Consórcios – subsidiária integral do Banco do Brasil – atingiu o volume de R$ 100 bilhões em carteira administrada de cartas de consórcios de todos os tipos de segmentos. Trata-se de um crescimento de 39% em relação a janeiro de 2022.

Esses números consolidam o BB na 1ª colocação entre as administradoras de consórcios ligadas a instituições financeiras, com 1,7 milhão de cotas ativas. Segundo o Banco Central, a 2ª colocada possui 154 mil cotas a menos. A administradora vem demonstrando em 2023 crescimentos acima do mercado nos principais indicadores do produto.

Com um breve comparativo, é possível perceber a BB Consórcios acima da média de mercado. De janeiro de 2022 para janeiro de 2023, os participantes ativos do mercado obtiveram um aumento de 14,6%, saindo de 8,21 milhões em 2022 para 9,41 milhões em 2023. Já os participantes ativos tiveram um aumento de 21,7% no mesmo período, saindo de 1,44 milhão em 2022 para 1,75 milhão em 2023. As contemplações também apresentaram crescimento. A BB Consórcios obteve um salto de 27,6% com 24,48 mil em janeiro de 2022 e 31,24 mil em janeiro de 2023. Quanto aos volumes de créditos disponibilizados, no mercado o crescimento foi de 6,05 bilhões a 6,60 bilhões de créditos. Na BB Consórcios, quase dobrou, saindo de 1,14 bilhões em 2022 para 1,69 bilhões em 2023.

Outro grande resultado foi a nova posição ocupada no ranking de reclamações de administradoras de consórcios do Bacen. A BB Consórcios teve uma melhora de oito posições em relação ao semestre anterior, ficando em 34° lugar, a penúltima colocação. A performance representa novamente o melhor resultado entre as instituições financeiras. “Várias ações suportam estas conquistas. Recentemente a BB Consórcios lançou ações de inovação em produtos, simplificou diversos processos e ampliou a capacidade de atendimento. Entre as principais novidades, podemos destacar o consórcio na plataforma Broto (voltada ao agro: https://broto.com.br/), o lançamento de grupos com opção de lance fixo de 20%, a dispensa de vistoria para bens usados com saldo devedor abaixo de 25%, a simplificação do processo de pagamento de imóveis com redução do tempo de análise e o atendimento via WhatsApp”, justifica o diretor-presidente da BB Consórcios, Marcel Kitamura.

De acordo com Kitamura, uma das maiores vantagens do Consórcio BB frente à concorrência é ter os funcionários do Banco do Brasil como sua principal força de vendas. “Os números históricos que estamos alcançando ano a ano são reflexo da prestação do atendimento personalizado de qualidade e com foco no cliente realizado pela rede BB”. Ele afirma ainda que o desempenho está alinhado à estratégia da empresa de proporcionar a melhor experiência para o cliente e elevar o resultado financeiro da companhia, e tudo isso observando também ações sociais. Recentemente, a empresa esteve entre doadoras de recursos no conglomerado BB para apoio a vítimas das enchentes no litoral de São Paulo, por exemplo.

Fonte: Banco do Brasil

 

Banco do Brasil permite pagamento de empréstimos com Pix Open Finance

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Os clientes do Banco do Brasil (BB) podem usar o saldo de outras instituições financeiras para pagar empréstimos via Pix. Todo o procedimento é feito no aplicativo do BB, sem necessidade de transações em diferentes aplicativos.

A instituição tornou-se o primeiro banco a adotar a opção de pagar parcelas vencidas de empréstimo por meio do Pix Open Finance, que é o uso da função de iniciador de transações de pagamento (ITP) com dados compartilhados entre diferentes instituições financeiras.

Por meio da inovação digital, os clientes com contas em vários bancos podem regularizar os empréstimos vencidos com saldo disponível em outros bancos no mesmo aplicativo. O cliente pode quitar rapidamente uma parcela vencida de um empréstimo no BB com recursos mantidos em outras instituições.

Todo o processo é feito no aplicativo do Banco do Brasil. O cliente escolhe o empréstimo e as parcelas que deseja pagar com recursos de outros bancos. Em seguida, escolhe uma das instituições habilitadas na qual deseja debitar as parcelas e é automaticamente enviado ao ambiente da instituição escolhida, dentro da mesma sessão de atendimento.

Para usar o pagamento por meio do Pix Open Finance, o cliente não precisa ter compartilhado dados com o Banco do Brasil. A instituição esclarece que a autorização, nesse caso, é específica para cada transação de pagamento.

Iniciação de pagamentos

Serviço presente no open finance no Brasil, a iniciação de pagamentos foi criada para unificar transações entre instituições financeiras em um único canal de atendimento. As instituições iniciadoras de transações de pagamento (ITPs), como o Banco do Brasil, precisam ser autorizadas pelo Banco Central e são submetidas a uma regulação específica.

O compartilhamento de dados proporcionado pelo open finance simplifica o pagamento ou a transferência de recursos, ao integrar um canal digital (que receberá o crédito) com as instituições detentoras de conta (que serão debitadas). Com a iniciação de pagamentos, um consumidor ou uma empresa consegue realizar um débito em sua conta diretamente no site ou aplicativo de quem recebe, sem necessidade de entrar no aplicativo de seu banco para concluir a transação. Por enquanto, o processo está disponível apenas para o Pix.

Além de simplificar a experiência do cliente, a iniciação de pagamentos tende a baixar custos, ao reduzir as etapas de um pagamento digital. O processo também tende a diminuir o abandono de compras no comércio eletrônico, porque o pagamento ocorre na hora, sem atrito.

Fonte: Rápido no Ar

Banco do Brasil operacionaliza R$ 200 milhões aos produtores atingidos pela seca

Publicado em: 12/03/2023

O Banco do Brasil está operacionalizando R$ 200 milhões em crédito aos agricultores familiares atingidos pela estiagem no Rio Grande do Sul. O valor integra o pacote de R$ 430 milhões anuniado em fevereiro, durante visita interministerial a Hulha Negra. São beneficiados os que tiverem renda familiar de até R$ 3 mil e forem enquadrados no Grupo B do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). A confirmação foi do ministro de Comunicação Social da Presidência da República, Paulo Pimenta, e os primeiros contratos foram assinados na quinta-feira, dia 9 de março, na Expodireto Cotrijal, em Não-Me-Toque.

A operação dos financiamentos pelo Banco do Brasil será de até R$6 mil, com juros de 0,5% ao ano e prazo de 2 anos, além de bônus de 25% para quem pagar as parcelas em dia. O crédito pode ser usado tanto para infraestrutura como para aquisição de seguro agrícola, e utiliza a metodologia do Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado (PNMPO), que conta com assessoria financeira aos beneficiários.

Conforme a presidente do Banco do Brasil,Tarciana Medeiros, o acolhimento de propostas de financiamentos ocorrerá de forma simplificada. “A instituição está comprometida com a operacionalização das medidas anunciadas pelo governo de enfrentamento à estiagem e com o financiamento da agricultura familiar”, afirmou.

Na última sexta-feira, a Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MDR) efetuou o pagamento dos repasses destinados a 42 municípios afetados pela estiagem no Rio Grande do Sul. No total, R$10,6 milhões foram destinados à contratação de carros pipas, distribuição de água e para a compra e doação de cestas básicas e combustível.

Fonte: Correio do Povo

 

Aposentados do BB devem levar questionamentos sobre novo presidente da Previ ao TCU

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Após ser habilitado pela Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), o novo presidente da Previ, João Fukunaga, deve continuar sob a pressão de entidades que representam funcionários do Banco do Brasil, em especial os aposentados. Um dos próximos passos, segundo apurou o Broadcast, é fazer com que as críticas cheguem ao Tribunal de Contas da União (TCU).

Segundo fontes ouvidas pela reportagem de modo reservado, um dos caminhos possíveis é o de fazer com que deputados federais peçam ao TCU que analise a nomeação de Fukunaga. Dessa forma, o Tribunal seria obrigado a se manifestar sobre a nomeação.

Fukunaga foi habilitado pela Previc para ocupar o cargo na última segunda-feira, 27, um dia útil após ser indicado pelo BB. Essa rapidez chamou atenção de muitos dos aposentados do banco, que apontam que não haveria tempo hábil para que a entidade analisasse o currículo do novo presidente.

Como mostrou o Broadcast, Fukunaga é criticado por não ter exercido cargos no banco que lhe dariam experiência em áreas como financeiro, administrativo, contábil ou jurídico, que constam do rol de exigências da Previc para dirigentes de entidades de previdência fechada. Ele faz parte da diretoria do Sindicato dos Bancários de São Paulo desde 2012.

“Suspeita-se que essa indicação e nomeação remete a interesses políticos, dissociados dos interesses maiores da Previ e seus beneficiários, em especial do Plano 1, plano fechado, em estágio de recebimento de benefícios, para os quais contribuíram por toda a vida laboral”, afirma uma das manifestações que devem ser encaminhadas aos deputados, a que a reportagem teve acesso.

Há temor de interferência na política de investimentos da Previ

O temor de interferência na política de investimentos da Previ evoca casos como o da Sete Brasil, empresa de sondas de exploração de petróleo que entrou em recuperação judicial em 2016. Em outros fundos de pensão, investimentos errados feitos durante gestões do PT à frente do governo federal obrigaram os aposentados a pagarem cotas mensais para cobrir os rombos. Fukunaga recebeu um apoio na sexta-feira, dia 3: o de Sérgio Rosa, presidente da Previ entre 2003 e 2010.

“Poucas atividades prévias preparam realmente uma pessoa para a gestão de uma entidade como a Previ”, escreveu ele, em artigo publicado no site da entidade Associados Previ.

“A capacidade de liderança, de construção coletiva da gestão, de aprendizado das especificidades da Previ e, sobretudo, a compreensão da responsabilidade fiduciária, para mim são as questões fundamentais para um bom gestor. Pelo que conheço do novo presidente da Previ, João Fukunaga, creio que preenche esses requisitos, creio que demonstrou grandes qualidades no exercício das suas atividades, conquistou o respeito e o reconhecimento que levaram à sua indicação e acredito, portanto, que tem tudo para fazer uma ótima gestão em conjunto com os demais diretores e colaboradores da Previ”, escreveu.

Nomeação é vista com “mau passo” entre ex-executivos do banco

Entre ex-executivos do BB, a nomeação é vista como um “mau passo” na relação entre o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e entidades ligadas aos funcionários do banco. “Botar um cara sindicalista e totalmente despreparado é um absurdo e um gol contra. Vai despertar a preocupação e a vigilância sobre as decisões”, diz um deles, sob anonimato.

Conforme apurou o Broadcast, a indicação de Fukunaga teria partido de José Ricardo Sasseron, vice-presidente de Governo e Sustentabilidade Empresarial do BB na atual gestão. Ele foi diretor de seguridade da Previ entre 2006 e 2012, e passou pelos conselhos de algumas das investidas da entidade, como a mineradora Vale. A nomeação de Fukunaga levou a comparações nos bastidores.

Segundo fontes, contrasta com a de Cláudio Fortes Said para a Cassi, o plano de saúde dos funcionários do banco. “Ele é qualificado, nós estamos aplaudindo a indicação”, disse uma das fontes, reservadamente. Outras destacam que no Postalis, o fundo de pensão dos Correios, foi aberto um processo seletivo externo para o cargo de presidente, com postagens inclusive no LinkedIn da entidade. As exigências são as mesmas previstas na regulamentação da Previc.

BB e Previ dizem que nomeação atendeu exigências

Procurado, o BB informou que “a indicação de João Luiz Fukunaga foi aprovada pelos ritos de governança com decisões colegiadas tanto no BB e como na Previ, atendendo a todas as exigências previstas nos processos de Elegibilidade de ambas instituições”, e que foi aprovada pela Previc. O banco não comentou a informação sobre o papel de Sasseron na indicação.

A Previ reiterou que a indicação de Fukunaga foi referendada pela Previc. “O processo seguiu as regras do órgão regulador, segundo as quais o exercício de cargos na Diretoria Executiva está condicionado ao prévio envio de documentação comprobatória. Fukunaga cumpriu todos os requisitos para receber o atestado”, disse a entidade, em nota.

Fonte: Estadão

 

Banco o Brasil lança nova estratégia para as empreendedoras

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Na semana Internacional da Mulher, o Banco do Brasil homenageia as empreendedoras e lança a iniciativa “Mulheres no Topo”, uma ampla ação estratégica para apoiar as mulheres que desejam empreender ou ampliar seus negócios.

A estratégia envolve o lançamento da Plataforma Mulheres no Topo, que é um hub de parceiros, benefícios e conteúdos. Algumas das ofertas e benefícios oferecidos são:

– Crédito Automático e Crédito Salário* – destinado a 3 milhões de mulheres empreendedoras, com prazo de até 48 meses, possibilidade de carência de até 06 meses e desconto de 0,10 p.p. nas taxas praticadas;

– Crédito para Capital de Giro* destinado a empresas com pelo menos uma dirigente mulher, prazo de até 48 meses, possibilidade de carência de até 06 meses, taxas a partir de 1,73% a.m;

– Antecipação das Vendas do Cartão (ACL)* – destinado a empresas com pelo menos uma dirigente mulher e empresas com atividades impactadas pela data comemorativa, desconto de até 0,10 p.p com taxas a partir de 1,62% a.m ;

– Desconto de Títulos – destinado a empresas com pelo menos um dirigente mulher, empresas selecionadas tiveram flexibilização de nível de taxa proporcionando um desconto de até 0,20 p.p.

- Palestras no Circuito de Negócios Agro – Por meio das carretas do circuito Agro, serão realizadas palestras para as mulheres empreendedoras levando conteúdos e conhecimentos sobre empreendedorismo e saúde, educação financeira e gestão de fluxo de caixa.

O acesso aos benefícios dos parceiros se dá por meio de preenchimento de formulário simplificado disponível na plataforma “Mulheres no Topo” e recebimento de e-mail com o voucher para utilização. As mulheres poderão usufruir de mais de um benefício disponibilizado na plataforma.

“Quando uma mulher chega no topo abre caminho para que outras também cheguem lá”

O Banco do Brasil já possui diversas ações de apoio, mas deseja ampliar ainda mais sua atuação no empreendedorismo feminino. Atualmente, o BB possui 38 milhões de clientes mulheres pessoas físicas, representando aproximadamente 50% de toda a base PF do BB e cerca de 1,2 milhão de clientes micro e pequenas empresas dirigidas por mulheres, o que representa 43% do total de clientes do segmento. Essas empresas são responsáveis por 36% do saldo em carteira crédito, o que significa mais de R$ 34 bilhões. Além disso, as empresas com comando feminino possuem historicamente um menor nível de inadimplência. No agro são 577 mil mulheres, 33% do total de clientes do segmento. Elas são responsáveis por 14% dos negócios realizados, totalizando R$ 39 bilhões de saldo em crédito.

“As mulheres representam um importante mercado consumidor e também uma parcela importante dos empreendedores do país. A Plataforma Mulheres no Topo oferecerá diversas oportunidades para o empreendedorismo feminino se fortalecer, ampliando seu potencial para dinamizar a economia e o comércio local. Essa estratégia viabiliza novas soluções sob medida para as mulheres, contribuindo para a entrega de um BB para cada cliente.”, comenta Carla Nesi, vice-presidenta de Negócios de Varejo.

Fonte: Banco do Brasil

 

Banco do Brasil lança Programa de Diversidade no Dia da Mulher

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As ações preparadas pelo Banco nesta quarta-feira, 8, Dia da Mulher, também englobam outros grupos, permitindo ao Banco avançar na perspectiva da diversidade de maneira ainda mais ampla. Uma destas iniciativas é o lançamento do Programa de Diversidade e a construção de uma estrutura de governança dedicada ao tema na Empresa.

Tendo como um dos objetivos gerar melhoria da satisfação e da experiência de todos os funcionários, o Programa de Diversidade do BB contemplará cinco grupos de afinidade: gênero, geração, LGBTQIAPN+, PCD e raças/etnias, com a dimensão transversal geográfica-cultural em todos os grupamentos. Além de combater as assimetrias em relação a gênero, raça, etarismo, capacitismo e de orientação sexual e identidade de gênero no Banco, o Programa visa ainda promover cada vez mais ambientes de trabalho inclusivos, colaborativos, baseados no diálogo, onde cada um possa se sentir pertencente à família BB, seja ele quem for, como for e de onde vier.

Reforçar o foco inclusivo no BB requer que as temáticas do Programa de Diversidade façam parte das trocas diárias, garantindo que todos os funcionários se sintam respeitados nas suas diferenças. Respeito que não é novidade, pois está declarado em nosso Código de Ética

Para a presidenta Tarciana,“essa é uma oportunidade única de conhecer as histórias de colegas que precisam se afirmar diariamente dentro de suas diversidades e fico feliz em contribuir para criar ações de inclusão e equidade. Sendo mulher, casada com uma mulher, nordestina, conheço a realidade e o preconceito que existem, e agora vamos trabalhar em conjunto, em todos os níveis da empresa, para ter ações afirmativas concretas que melhorem a vida dos nossos funcionários”.

Governança

Dada a importância do tema para a sustentabilidade da Empresa e para evolução da sociedade, além da busca por um modelo mais ágil e adaptativo de governança, foi constituído um grupo de trabalho multidisciplinar com representantes de diversos grupos de afinidade, sob coordenação da Diretoria Gestão da Cultura e de Pessoas e da Diretoria Estratégia e Organização do Banco do Brasil. A proposta visa integrar funcionários e a alta administração para acelerar o foco e a gestão da Diversidade, Equidade, Inclusão e Pertencimento (DEIP). Também promover debates junto à sociedade e viabilizar uma contínua transformação interna.

Novidade no comitê de pessoas

Na esteira das novidades, o Comitê Executivo Pessoas e Cultura Organizacional (Cepes) passa a se chamar Comitê Executivo de Pessoas, Equidade e Diversidade (Ceped), e será a principal instância deliberativa e de acompanhamento do tema no Banco. A coordenação do Comitê fica sob a responsabilidade da Presidência do BB, em parceria com Vice-Presidência de Gestão Financeira e Relação com Investidores (Vifin), Vice-Presidência Corporativa (Vicor), e diretorias intervenientes. Além disso, o Conselho Diretor (CD) será o patrocinador do Programa e o Banco também terá um Conselho Consultivo de Diversidade, para troca de experiências, tendências e práticas entre os membros do CD e especialistas no mercado sobre o tema. Trata-se de uma reunião de iniciativas com o objetivo de mensurar os resultados e evoluir constantemente a respeito da diversidade, equidade, inclusão e pertencimento.

Para a vice-presidenta Ana Cristina Garcia, “o Programa e a estrutura de governança de diversidade do BB tem como norteadores o respeito, o repúdio ao preconceito, a importância da equidade, da inclusão, do pertencimento e do valor da dignidade e diversidade dos seres humanos. As propostas serão construídas com os grupos de afinidades e aliados. Este é o movimento inicial de uma nova etapa na relação empresa e funcionários”.

Participação dos funcionários

Haverá Fóruns de Diversidade, que terão por responsabilidade analisar demandas já coletadas e debater novas necessidades e anseios, além de definir pautas passíveis de desenvolvimento. O primeiro encontro acontecerá em abril, e contará com a participação de funcionários dos cinco grupos de afinidade.

Em sua posse, Tarciana Medeiros já havia comentado sobre o BB buscar avançar com base em diálogo e que, para isso, a gestão buscaria realizar um diagnóstico preciso sobre a diversidade na empresa. Diante disso, a partir de abril também serão realizados censos com os funcionários, com o objetivo de sensibilizar e conhecer melhor quem faz o Banco do Brasil, de modo que todos vejamos o BB como uma empresa que abraça, encoraja e promove a diversidade. “O BB vivenciará a diversidade plena na prática”, reforçou Tarciana. Cabe destacar que o BB já disponibiliza para o reporte sobre condutas inadequadas em relação aos integrantes dos grupos de diversidade e qualquer pessoa que vivencie situações de desrespeito. Ouvidoria Interna e o Canal de Denúncias são instrumentos importantes para identificação de ocorrências.

Capacitação

O Portal da Universidade Corporativa do Banco do Brasil, a UniBB, também passa a contar abrirá um espaço dedicado à diversidade, com uma série de ações educacionais que vão além da base convencional de aprendizagem. Nesse ambiente, há conteúdo para refletir, compreender e evoluir, a partir de histórias que representam os dilemas enfrentados diariamente pelas pessoas dos grupos de diversidade. Para apoiar os funcionários em seus tratamentos terapêuticos, a plataforma online contratada pelo Banco fez uma curadoria de profissionais qualificados para atendimento especializado ao público do grupo de diversidade.

Fonte: Banco do Brasil

 

Banco do Brasil eleva em 28% liberação de crédito rural no acumulado da safra

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O Banco do Brasil liberou o montante de 134,3 bilhões de reais em crédito rural contratado na safra 2022/23 até o momento, avanço de 28% ante igual período da temporada anterior, informou a instituição financeira nesta quarta-feira.

Segundo o BB, 71% das operações foram fechadas com agricultores familiares, pela linha de crédito Pronaf, e com médios produtores pelo Pronamp.

Somente no Rio Grande do Sul, um dos principais Estados na tomada de crédito rural nacional, o banco liberou mais de 15 bilhões de reais nesta safra, com destaque para o crescimento de 58% em operações de custeio.

O Banco do Brasil é a instituição financeira que lidera a liberação de crédito rural pelo Plano Safra.

Fonte: Notícias Agrícolas

Banco do Brasil reforça apoio ao setor agropecuário na Expodireto Cotrijal 2023

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O Banco do Brasil participou da 23ª edição da Expodireto Cotrijal, uma das principais feiras do agronegócio brasileiro. Com sede na cidade de Não-Me-Toque (RS), o evento foi realizado até a última sexta-feira (10).

A expectativa do BB é de que seriam gerados negócios da ordem de R$ 1 bilhão. Mas o Banco vai muito além da concessão do crédito, também desenvolve soluções que facilitam desde o planejamento até a colheita ou venda dos produtores, por exemplo.

Em eventos como a Expodireto Cotrijal, o Banco do Brasil leva sempre as melhores condições para que os clientes possam ampliar a produção de maneira sustentável. O Banco está presente no dia a dia dos produtores rurais. Só no Rio Grande do Sul já liberarmos mais de R$ 15 bilhões nesta safra, com destaque para o crescimento de 58% em operações de custeio.

O BB liberou até agora o montante de R$ 134,3 bilhões em recursos do Plano Safra, crescimento de 28% na comparação com o mesmo período do ano anterior. Desse total, 71% das operações foram contratadas com agricultores familiares (Pronaf) e médios produtores (Pronamp).

Durante a feira, o Banco do Brasil promove ações de relacionamento e de negócios como a assinatura de operações rurais, eventos com clientes e realização de palestras técnicas. Destaque para a apresentação Mulheres do Agro, que abordou, com a participação de clientes produtoras rurais, o papel das lideranças femininas no setor.

Carretas Agro

A BB Asset, gestora de fundos do Banco do Brasil, também esteve presente na Feira com a promoção de palestras sobre os produtos de investimento ligados ao agronegócio (ETFs, fundo de ações e Fiagro).

Além da presença física na feira, o BB, que é o maior parceiro do agronegócio brasileiro, promoveu ações comerciais em 112 eventos pré-feira, sendo cinco com a presença das Carretas Agro BB, mobilizando produtores rurais e empresas do agro para realização de negócios e contribuindo para fomentar a economia da região.

Loja Fundação BB – apoio à sustentabilidade

Na Loja FBB – Livelo os clientes e participantes da feira puderam trocar pontos Livelo por produtos exclusivos. Os pontos serão convertidos em reais e repassados pela Fundação BB para projetos socioambientais do Programa Carbono Neutro BB no Rio Grande do Sul.

Broto – novidades e ampliação da vitrine

O Portal Broto (broto.com.br) apresentou novidades, com a disponibilização de opção de consulta à tabela Fipe de preços de máquinas agrícolas usadas. Com a solução, o Broto facilita a jornada dos produtores rurais que estão pesquisando tratores e colheitadeiras usadas no ambiente digital, auxiliando na tomada de decisão.

O portfólio de produtos anunciados no Broto está ainda mais amplo, passando a oferecer novas opções para os clientes investirem em seus negócios com comodidade e segurança. A loja do Broto conta com três novas categorias: Pecuária, Peças Agrícolas e Transporte e Mobilidade. Atualmente, a vitrine virtual da plataforma conta com mais de 5 mil produtos e serviços.

Parceria com startup Negócio Fechado

O Banco do Brasil lançou na Expodireto Cotrijal uma parceria comercial com a Negócio Fechado. A startup agro possui uma plataforma digital de compra e venda de bovinos, ovinos, sêmen e demais produtos da cadeia da pecuária em todo o país.

Os anúncios de animais são verificados, certificados e os pagamentos são feitos diretamente na plataforma. Compradores e vendedores conseguem conversar por meio de chat, o que permite fechar as condições de negócio de maneira on-line, sem a necessidade de presença física nas fazendas onde os animais se localizam. Os pagamentos podem ser feitos via PIX, TED, e agora, por meio da CPR Digital no Banco do Brasil.

Seguros agro – colheita de prêmios

A BB Seguros deu continuidade à promoção “Colheita de Prêmios” que vai sortear um carro 0 km para os clientes que preencherem formulário de interesse no seguro ou proposta de contratação.

Fonte: Banco do Brasil

 

BB dá ultimato que pode derrubar 55% das receitas de um fundo imobiliário

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O Banco do Brasil (BBAS3) trava uma batalha judicial há quase três anos com o fundo imobiliário BB Progressivo (BBFI11) a respeito a renovação do aluguel de um centro administrativo no Rio de Janeiro. Mas, ao que parece, o banco decidiu que não irá mais esperar o fim da tramitação do processo e deu um ultimato no FII.

Segundo comunicado enviado ao mercado na última terça-feira (8), a instituição financeira comunicou a intenção de desocupar 100% do imóvel nos próximos 30 dias. De acordo com o fundo, a saída do BB teria um impacto de 55% em suas receitas e derrubaria de 60,9% para 14% a taxa de ocupação do portfólio, composto por dois empreendimentos.

A notícia assusta os mais de 8.400 cotistas do BB Progressivo e provoca uma queda brusca nas negociações do fundo no mercado de balcão da B3. Por volta das 12h45, as cotas BBFI11B despencavam 20,8%, a R$ 1.620,00

Entenda o impasse judicial e financeiro entre o Banco do Brasil e o FII

O contrato original entre as partes, que envolve a locação de nove blocos do imóvel, foi firmado em 2015 e encerrou-se em outubro de 2020. Cinco meses antes do prazo final, o banco ajuizou uma ação com o objetivo de renovar o aluguel de apenas dois blocos do conjunto. Já o fundo defende a renovação nos termos originais.

O processo ainda tramita na Justiça, o BBFI11 já sofre os efeitos negativos em suas finanças desde 2021, quando o Banco do Brasil alegou que, em seu entendimento, o índice de reajuste daquele ano não seria devido e passou a pagar um valor menor que o previsto.

Ademais, em complemento ao Fato Relevante divulgado no dia 28/06/2022, bem como aos demais
Fatos Relevantes divulgados mensalmente no dia da divulgação da distribuição do Fundo,

O FII obteve um parecever favorável sobre o tema na Justiça e considera a instituição financeira inadimplente, cobrando o valor total devido. “A administradora [do fundo] informa que fará todos os esforços para fazer jus aos valores inadimplidos parcialmente pelo locatário desde 05/10/2021 no âmbito da ação renovatória”, diz o comunicado.

Vale destacar que o outro imóvel que compõe o portfólio do BBFI1, um prédio em Brasília, também está parcialmente locado para o Banco do Brasil, com contrato válido até janeiro de 2025.

Fonte: Seu Dinheiro

 

Yours Bank, a fintech que “entrou sem pagar” e conquistou o Banco do Brasil

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Enquanto ainda desenvolviam o modelo de negócio do Yours Bank, uma fintech que atua como um banco digital para menores de 18 anos, Willian Leandro e Felipe Diesel participaram de uma série de eventos de startups.
A esperança da dupla era conseguir alguns minutos na agenda de empresários e investidores que poderiam fornecer ajuda para a dupla – fosse com um investimento financeiro ou mesmo apenas conselhos. O problema era que o dinheiro dos empreendedores estava contado para manter a operação, sem sobrar para nada.

Mas, em um desses eventos, o South Summit Brazil (do qual o NeoFeed é parceiro de mídia), os empreendedores não precisariam arcar com os ingressos. A forma de “entrar sem pagar” era inscrevendo a startup para participar de uma competição contra centenas de outras companhias de tecnologia que também estavam buscando um lugar ao sol.
“A gente se inscreveu para ter o ingresso e quando percebemos estávamos na final”, afirma Diesel, que ainda naquele momento colocava pouca expectativa de que o negócio realmente pudesse levar algum troféu para casa. “No máximo, achamos que poderíamos ganhar apenas o prêmio de destaque em escalabilidade.”

Não foi o que aconteceu. O Yours Bank levou o prêmio de melhor startup da edição passada do South Summit Brazil, uma competição que reuniu 990 empresas de 76 países. E essa vitória não só trouxe os ingressos para participar do evento, como abriu as portas para a fintech.

Três meses depois, em agosto do ano passado, o Yours Bank, baseado no Instituto Caldeira, anunciou a captação de um aporte de R$ 5 milhões junto ao Banco do Brasil. O investimento foi feito por meio do fundo de corporate venture capital do banco, que é gerido pela MSW Capital.

“Estávamos negociando um aporte há alguns meses, mas a vitória na competição certamente acelerou esse movimento”, diz Leandro, que chegou a ser procurado por outros investidores nos meses que se passaram após o evento em Porto Alegre. “O South Summit Brazil abriu muitas portas. Fomos bastante assediado por fundos depois disso.”

O aporte do Banco do Brasil, que foi realizado em uma rodada seed, foi o segundo conquistado pelo Yours Bank. Antes disso, ainda em 2021, a companhia havia captado R$ 1,2 milhão em rodada pré-seed da Ventiur, uma aceleradora de startups com sede em São Leopoldo, no Rio Grande do Sul.

Fundado em 2020 e com uma equipe de 17 funcionários, o Yours Bank tenta competir em um mercado de gente grande: os bancos digitais. A diferença é que o serviço é voltado para menores de 18 anos. “A gente foca em um público que está na faixa dos 14 e 15 anos de idade”, diz Diesel. “Mas a proposta é ser um banco para a família.” Isso porque as contas são controladas pelos pais ou responsáveis desses jovens.

O Yours Bank não é o único banco digital voltado para menores de idade. Entre os concorrentes estão startups como a Z1, que captou mais de US$ 12,5 milhões junto a investidores como Kaszek e Maya Capital; NG.Cash, aposta da Stone e que captou US$ 10 milhões em agosto do ano passado junto a Andreessen Horowitz e a Monashees. Bancos como Santander, Itaú e Inter também contam com opções voltadas para jovens.

Mesmo com a competição acirrada, o Yours Bank encontrou um espaço. A fintech tem entre 110 mil e 120 mil usuários ativos em todo o Brasil e a expectativa é terminar o ano com cerca de 150 mil contas na plataforma. “Não estamos focando tanto no aumento das contas, mas no engajamento com esses clientes”, diz Diesel.

Para o futuro, o Yours Bank está estudando captar um novo aporte. Isso, no entanto, deve acontecer somente a partir de 2024. “Não estamos em conversas atualmente. Queremos desenhar a próxima rodada e estabelecer o que procuramos neste parceiro que será o investidor”, diz Diesel.

No curto prazo, a companhia pretende trazer novos recursos para a plataforma. Um deles é voltado para permitir que os usuários possam realizar investimentos. Isso será feito graças a parceria com o Banco do Brasil. Assim, a fintech vai poder intermediar a alocação de capital em um produto de renda fixa do BB. Isso deverá ser feito no segundo semestre.

Enquanto se prepara, o Yours Bank vai estar novamente no South Summit Brazil. Desta vez, porém, com um stand dentro do evento de olho em trocar contatos com investidores que estarão atentos para novos negócios. “Mas agora vamos ter que pagar o ingresso”, brinca Leandro.

Fonte: Neofeed

BB é acionado por abrir conta sem autorização do trabalhador

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A Segunda Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) rejeitou recurso em que o Banco do Brasil S.A. alegava incompetência da Justiça do Trabalho para examinar ação ajuizada por um trabalhador rural contra a instituição. Ele teve seu nome inscrito em órgãos de proteção ao crédito por não pagar tarifas bancárias relativas a uma conta-salário que nem sabia existir.

A conta foi aberta pela empresa Geraldo Nobile Holhausen, da qual foi empregado de maio a novembro de 2005, sem a autorização do trabalhador, que nunca recebeu salário pelo Banco do Brasil. Apenas a partir de janeiro de 2006, quando ele não mais era empregado, a empresa passou a efetuar os pagamentos de seus empregados pelo BB. Em julho de 2007, ao abrir um crediário, foi surpreendido pela informação de que não poderia concluir a operação porque seu nome estava negativado no SPC e na Serasa desde julho de 2006 por iniciativa do Banco do Brasil.

Ao ajuizar a ação para ressarcimento por danos morais, o trabalhador relatou o constrangimento por ter que devolver a mercadoria à vista do público e funcionários, sem sequer saber a razão. O Banco do Brasil foi condenado solidariamente com a empresa Holhausen a pagar R$ 5 mil de indenização ao trabalhador, com juros e correção monetária desde o ajuizamento da ação, em agosto de 2007.

O banco, desde o início do processo, sustentou que o litígio é de natureza cível, sem envolver relação de trabalho. E afirmou que todos os atos realizados decorrem, única e exclusivamente, de suas atividades comerciais, e que não pode ser punido por exercer o que lhe é permitido legalmente. Segundo o banco, mesmo a conta tendo sido aberta indevidamente, agiu em erro influenciado por atos da empresa, que deveria ser responsabilizada pelos prejuízos sofridos pelo trabalhador.

Segundo o Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região (Campinas/SP), representantes do banco e da empresa confirmaram não haver contrato escrito para a abertura da conta. O TRT manteve a sentença, concluindo que o litígio é decorrente da relação de emprego, e, portanto, da competência da Justiça do Trabalho.

À mesma conclusão chegou o ministro Renato de Lacerda Paiva, relator do recurso no TST, para quem o TRT “deu a exata colocação da descrição dos fatos ao conceito contido no artigo 114 da Constituição da República“. Renato Paiva ressaltou que a negativação do trabalhador rural nos órgãos de proteção ao crédito decorreu de débitos na conta-salário aberta pelo empregador, sem o seu consentimento, “estando, pois, atrelado ao contrato de trabalho e decorrendo da própria relação de emprego”.

A decisão foi unânime.

Fonte: Jusdecisium

 

BB: primeira reunião do ano sobre teletrabalho nesta semana

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A Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) e o banco realizam, na próxima segunda-feira (13 de março), a primeira mesa de teletrabalho do ano. Desde o início das negociações, que culminaram no mais recente Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), os funcionários do BB exigem a ampliação dos dias da semana e do percentual de trabalhadores em home office.

“Há uma demanda grande nas áreas meio, especialmente nos escritórios”, explica Fernanda Lopes que, de forma inteirinha, está coordenando a CEBB. “Nós esperamos que, ao contrário da última mesa temática, que ocorreu em novembro passado, o banco nos apresente desta vez uma proposta consolidada para atender os funcionários e funcionárias que podem exercer seus trabalhos de casa por mais dias da semana”, completa.

Pelas regras vigentes, as bancárias e bancários podem entrar em trabalho remoto dois dias na semana ou o seu equivalente mensal. E cada departamento pode ter, ao dia, ausência de, no máximo, 30% dos seus trabalhadores em home office, considerando ausências físicas programadas, como férias e abonos.

No encontro que ocorreu em novembro, dados apresentados pelo próprio BB mostraram que apesar de 17.509 funcionários terem permissão para o home office, somente 9.849 estão exercendo essa modalidade, sendo que a grande maioria em apenas dois dias por semana, ou seja, menos de 50% dos dias úteis e, portanto, sem o direito de receber a ajuda de custo conquistada no novo ACT.

Fonte: Contraf-CUT

 

“O dinheiro nunca saiu do meu controle”, diz Marise Reis Freitas, da BB Asset

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Tímida, de cabelos longos e soltos, risada larga. Assim é Marise Reis Freitas, Head de Fundos de Renda Fixa Indexados da BB Asset Management, que é a gestora do Banco do Brasil. Sob seu comando estão seis analistas, 47 fundos de renda fixa e… R$ 600 bilhões. Sim: 600 bilhões de reais. Esse dinheiro equivale:

  • ao financiamento ao de todo o agronegócio em 2020;
  • a 10 vezes a fortuna dos 29 acionistas bilionários da WEG (WEGE3);
  • e a quase 3 vezes o volume bilionário de dividendos que a Petrobras (PETR3, PETR4) vai distribuir neste ano.

Poderíamos ficar linhas e mais linhas falando sobre o que cabe em R$ 600 bilhões, mas vamos para a fase seguinte. Vamos falar sobre Marise.

Marise tem dois filhos e dois netos e trabalha no Banco do Brasil desde 1998, quando passou em um concurso. A fortuna que está sob sua gestão é a classe de ativos para onde todo o mercado financeiro está olhando: a renda fixa. Com juros de 13,75% ao ano, os fundos lastreados em Selic ganharam a atenção dos investidores.

E sabe o que Marise faz de melhor? Ela analisa. Então, ela olha para o risco dos títulos de renda fixa que estão em sua prateleira, e bate o martelo sobre quando e quanto comprar ou vender.

Isso para escrever de uma maneira muito resumida. Porque o dia a dia é tenso e complexo, cheio de gráficos, contas com juros compostos, análise de risco e do cenário político, acompanhamento dos concorrentes. E sempre lembrando que na outra ponta estão milhões de clientes de todas as idades, de todos os cantos do Brasil, que dependem daquele dinheiro para pagar contas e realizar sonhos. É um jogo de xadrez bem complicado.

E, no mês em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, a Inteligência Financeira conversou com Marise para entender como funciona a cabeça de uma das gestoras mais poderosas do país.

Em uma conversa franca e sem pretensão, ela nos contou como controla o próprio dinheiro e – pasme – já tem até uma reserva separada para pagar o próprio funeral. Abaixo, veja os principais trechos desta entrevista exclusiva que Marise concedeu à IF:

Alguém da sua família trabalha no mercado financeiro?

Ninguém. Meu pais nasceram em Diamantina, terra de Juscelino Kubitschek e de Chica da Silva. Meu pai era médico e minha mãe, dona de casa. Sou a filha mais nova, tenho duas irmãs e um irmão. Aos 14 fui estudar em Belo Horizonte e me casei aos 17. Estudei economia no Rio de Janeiro, fiz pos-graduação também em economia no Coppead e mestrado na Fundação Getulio Vargas.

Há quanto tempo você trabalha no BB?

Meu primeiro e único emprego foi no Banco do Brasil e completo 25 anos de casa em maio. Comecei trabalhando em análise de macroeconomia. Vim para a BB DTVM (Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários, atual BB Asset Management) porque era um desejo meu estar mais presente na gestão, e também porque eu tive muito incentivo de um chefe.

Como você se tornou a mulher forte do Banco do Brasil?

Encontrei poucas mulheres na minha trajetória. Mas meus chefes queriam que os economistas trabalhassem em gestão e, aos poucos, as portas foram se abrindo. Fiquei na renda fixa por 4 anos, depois fui para a área de fundo de fundos e voltei para renda fixa. As coisas foram acontecendo.

Você se sente uma inspiração para outras mulheres?

Não me vejo guru de nenhuma mulher. Vivo no meu mundo, com minha equipe. Não sei se as pessoas conhecem meu trabalho. Mas vejo o trabalho das minhas colegas com muito orgulho. Uma coisa que eu gosto muito é quando eu vejo as meninas crescendo. Me dá orgulho enorme. A gente pode,basta querer. Tem que ter esforço, dedicação. Mas nós mulheres podemos estar em qualquer lugar.

Em quem você se inspira?

Tem várias pessoas que eu admiro. Também admiro algumas casas de investimentos e os colegas que estão aqui. Não consigo citar, mas eu acompanho a indústria e algumas pessoas bem de perto.

O que você faz quando alguma coisa dá errada?

É preciso aprender a recomeçar, a respirar e seguir a vida. Perdi minha mãe com 10 anos em um acidente de carro. Você não se prepara para essa situação. Você só recebe a informação. Talvez isso tenha criado uma casca em mim. Com 14 anos fui para Belo Horizonte para estudar. Mas desde os 10 anos eu aprendi a tomar decisões.

Qual foi seu grande acerto?

Tem duas coisas que eu fiz que foram interessantes: trabalhar em gestão e também na área de fundo de fundos. Tudo isso me deu uma nova visão sobre o mundo dos investimentos. Foram as duas decisões mais acertadas da minha carreira.

Que recado você daria para outras mulheres?

O pulo do gato é fazer o que você gosta e ponto. Quando eu batalhei pra vir pra cá, eu pensei em trabalhar em algo que eu estudei por muito tempo. Mas é preciso ter paciência e foco. Não dá para ser diferente. E posso te garantir: eu sou muito feliz!

O que é ter inteligência financeira?

É uma coisa que meu pai já fazia. Ele era um médico no interior de Minas que anotava todo dinheiro que gastava e o que entrava. Ali foi o meu primeiro contato com as finanças. Ter inteligência financeira é isso: é ter controle sobre seu fluxo de caixa, sobre seu orçamento. Não adianta você saber tudo sobre o mercado. O ponto principal é o fluxo de caixa.

E como você faz isso com seus gastos pessoais?

Tenho minha previsão de gastos para os próximos dois anos. Eu até montei um kit funeral, com uma aplicação que vai pagar tudo quando eu morrer, é uma reserva de emergência. Já faz uns 5 anos que eu tenho tudo organizado. Numa caixinha, já dividi o que vai para os filhos, a nora e para os netos. O dinheiro nunca saiu do meu controle, nem quando penso neste momento. Ainda hoje, vou para o supermercado com calculadora, e controlo o quanto posso gastar. Ponho limite até quando estou num restaurante. Eu controlo bem meu fluxo de caixa.

Fonte: Inteligência Financeira

 

Piauiense Claudio Said assume a presidência da Cassi

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Cláudio Said assumiu a presidência da Cassi. Piauiense de Teresina, ele é funcionário aposentado do BB e tem grande parte da carreira dedicada à Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil.

Said tomou posse no BB em 1983. Em 1996 assumiu como gerente da Cassi, atuando nos estados da Bahia e de São Paulo e no Distrito Federal – onde permaneceu até 2004. No BB, foi ainda gerente do CESEC-Petrolina (PE), da CRBB – Central de Relacionamento Banco do Brasil de São José dos Pinhais (PR) e da CRBB de São Paulo (SP), além de gerente de soluções nas Diretorias de Varejo e de Cartões.

De 2016 a 2020, voltou à Cassi como gerente executivo. Em seguida, concorreu nas eleições para o cargo de Diretor de Planos de Saúde e Relacionamento com Clientes. Durante o processo eleitoral, apresentou propostas que buscavam fortalecer o equilíbrio econômico-financeiro da Caixa de Assistência. De 2020 até o momento, Said estava na Cooperforte.

A busca pela sustentabilidade financeira da Cassi é, aliás, pauta constante na trajetória profissional do novo presidente da Caixa de Assistência. Por isso e pela sua experiência técnica, a ANABB acredita que Cláudio Said tem condições efetivas de implementar uma gestão capaz de apresentar soluções à Cassi, em um momento em que as discussões sobre sustentabilidade podem voltar a fazer parte da vida dos associados.

Fonte: ANABB

Com apoio da AGEBB, Thiago Eloi é eleito para o GAT VIII da ANABB

Publicado em: 06/03/2023

Thiago Eloi Onofre, apoiado pela diretoria da AGEBB, é um dos sete eleitos para compor o Grupo de Assessoramento Temático (GAT VIII) da Associação Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil (ANABB) em eleições realizadas entre 23 de fevereiro e 3 de março. “O Thiago é um parceiro de trabalho muito competente e extremamente qualificado para as atribuições do GAT VIII. Com a eleição dele, vamos estreitar ainda mais o relacionamento com a ANABB”, justifica Adriano Domingos, presidente da AGEBB.

No total, concorreram às Eleições GAT VIII um total de 117 candidatos. Além de Thiago Eloi, quarto colocado na classificação geral, fazem parte do grupo dos sete eleitos, pela ordem, Renata Demarchi Carvalho, Thiago Noleto de Padua, Eduardo Pulier Gonçalves, Higho Roberto Andrade Freire, Helbert Avila de Souza e Vilara Aguiar dos Reis Martins. “O apoio da AGEBB foi importante, agradeço a cada voto que recebi”, diz Thiago. A proclamação dos eleitos ocorre no dia 10 de março e a cerimônia de posse acontece quatro dias depois.

Thiago também afirma o quanto é importante o trabalho de integração e parceria entre a AGEBB e a ANABB. “Os gerentes do BB, antes de mais nada, são formadores, gestores e multiplicadores de pessoas. Quando conseguimos engajamento deles, participando das atividades, temos uma atuação mais forte do corpo funcional. É importante essa participação e a conscientização, não só dos gerentes, mas dos funcionários, escriturários e diretoria para buscarmos benefícios para toda a categoria”, completa.

O GAT VIII é formado exclusivamente por funcionários pós-98 do BB e de bancos incorporados, que juntos sugerem ideias para que a ANABB possa lutar pelos direitos de quem está na ativa. Thiago diz que seu objetivo é auxiliar e contribuir para que as discussões sobre temas do funcionalismo do BB se transformem em recomendações de caráter técnico e sudsidiem as tomadas de decisões dos conselhos da associação.

Formado em Administração com MBA em Recursos Humanos, Thiago Eloi é hoje Asneg do Esc. Ele também atua voluntariamente como coordenador do Conselho de Usuários da Cassi de São Paulo e é diretor financeiro do Satélite, além de ser Delegado Seccional São Paulo da Cooperforte. Desde já ele compartilha seu telefone/WhatsApp (11) 99417-8945, colocando-se à disposição do funcionalismo do BB.

Fonte: AGEBB

Primeira mulher presidente do Banco do Brasil promete inovações

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Bacharel em administração de empresas e pós-graduada em administração, negócios e marketing e em liderança, inovação e gestão, aos 45 anos Tarciana Paula Gomes Medeiros é a primeira mulher a comandar o Banco do Brasil. Natural de Campina Grande, na Paraíba, onde, na adolescência, trabalhou como feirante e depois ingressou no magistério, antes de ser aprovada em concurso da instituição, Tarciana tem trajetória de destaque no BB, liderando projetos de prospecção e automação de convênios para concessão de crédito, além de criar estratégias para o agronegócio.

Em entrevista exclusiva ao caderno Trabalho&Formação do Correio, ela fala sobre sua trajetória e sobre os desafios a serem enfrentados nos próximos quatro anos. “A missão que assumo é extremamente relevante e desafiadora. E a melhor forma de honrar isso é assumindo o compromisso de continuar a entregar resultados sustentáveis para os nossos acionistas e ser relevante na vida das pessoas, em todos os momentos, contribuindo para o desenvolvimento do Brasil”, diz. Segundo ela, a ordem é apoiar o empreendedorismo feminino para as micro e pequenas empreendedoras e mulheres do campo.

A mulher ainda ocupa pouco espaço no protagonismo de empresas e também na política. Na sua opinião, como será possível ampliar esse avanço, o que é preciso para que elas sejam devidamente reconhecidas e respeitadas?

Quando as pessoas me cumprimentam, dizendo “oi, Tarci, tudo bem?”, costumo responder “o que não está bem, vai ficar”. Acredito que é justamente isso. Temos que reconhecer os problemas, mas focar nas soluções. E é isso que estamos fazendo. Vou falar sobre o Banco do Brasil como exemplo. Pela primeira vez, em 214 anos de história, o Banco do Brasil é presidido por uma mulher. E, pela primeira vez, temos quatro mulheres no Conselho Diretor: eu e minhas três colegas, Ana Cristina Garcia, vice-presidente Corporativo; Carla Nesi, vice-presidente de Negócios de Varejo, e Marisa Reghini, vice-presidente de Negócios Digitais e Tecnologia. Acredito que o exemplo arrasta. Uma das formas de ampliar e valorizar a participação feminina na nossa sociedade é exatamente liderar pelo exemplo. E acredito que estamos num bom caminho. Claro, o primeiro passo é o reconhecimento de que é necessário olhar para as barreiras às vezes invisíveis sobre essa questão.

Como você enfrentou essas barreiras invisíveis?

Falo aqui dos vieses inconscientes, com um olhar de preconceito que às vezes afeta a todos. E por isso é tão importante ter a diversidade em debate, para que o diálogo ajude a quebrar preconceitos e abrir horizontes sobre este assunto. Por exemplo, minha essência profissional passa por ter tido a oportunidade de crescimento e aprendizagem com tantos colegas aqui no Banco do Brasil, que foram mentoras e mentores na minha carreira. A missão que assumo, ao ser a primeira mulher a presidir o BB, é extremamente relevante e desafiadora. Tenho plena consciência disso. E a melhor forma de honrar isso é assumindo o compromisso de continuar a entregar resultados sustentáveis para os nossos acionistas e ser relevante na vida das pessoas, em todos os momentos, contribuindo para o desenvolvimento do Brasil. Somos a primeira instituição bancária do país e, ao longo de nossa história, participamos ativamente do desenvolvimento econômico e social do Brasil. Nosso objetivo é trabalhar para que os cargos de gestão do BB possam ser ocupados por pessoas que refletem e representam melhor a realidade social do Brasil.

Queremos ter cada vez mais diversidade nos cargos de gestão. O próprio Banco do Brasil reflete muito do nosso país e ele é muito diverso”

A presença e ascensão feminina no BB, de acordo com a própria instituição, foram construídas ao longo dos anos e com constantes quebras de paradigmas em favor das mulheres. Como primeira mulher a presidir a instituição, o que pretende fazer para ampliar e valorizar a participação delas na instituição?

No BB, a equiparação salarial já existe. Somos uma empresa de vanguarda e que é exemplo em diversas ações de gestão de pessoas. Isso, pra nós, é o básico e já fazemos há décadas. O que buscamos é uma equidade de condições para que as mulheres possam superar vieses inconscientes, por exemplo, para que possam impulsionar suas carreiras. Queremos ter cada vez mais diversidade nos cargos de gestão. O próprio Banco do Brasil reflete muito do nosso país e ele é muito diverso, feito por pessoas com muita qualidade técnica e com diversidade em experiências de vida. Isso traz uma riqueza que faz com que a instituição seja pioneira, referência em diversas áreas, já que é essa diversidade que nos impulsiona a desenvolver soluções inovadoras para atender a sociedade. Temos quebrado paradigmas diariamente e conquistado muito, mas sabemos que há muito que avançar.

E a questão da diversidade, da pluralidade, como será tratada em sua gestão?

Reconhecemos que o tema da diversidade ainda precisa evoluir tanto na sociedade como na estrutura da organização. Este é o primeiro passo: o reconhecimento. Aqui, no BB, esse avanço será feito com base em muito diálogo, escuta ativa e entendimento da realidade de cada segmento do corpo funcional. E não vamos ficar apenas no aspecto simbólico da minha nomeação. Estamos construindo um diagnóstico preciso, estruturado. E já temos adotado medidas concretas para diversificar, ainda mais, os times e as lideranças. Nomeamos, pela primeira vez na história do BB, três vice-presidentes mulheres. Isso é muito emblemático e é uma das formas de irmos liderando pelo exemplo e enriquecendo o debate de ideias, a proposição de soluções e a tomada de decisões. Vamos escalar esses movimentos de valorização da diversidade, já que ela gera resultados ainda mais eficientes e sustentáveis. O Banco do Brasil vai vivenciar a diversidade plena, na prática!

Você iniciou sua vida profissional como feirante e foi professora no interior da Paraíba antes de ingressar no Banco do Brasil. Foi um período difícil? O que mais a marcou naquela época e em sua trajetória até chegar à presidência do BB?

Sou mulher nordestina, paraibana, mãe. Quando fui indicada para ser a primeira presidenta do BB voltei exatamente para as minhas raízes, aquilo que me forma como pessoa e como profissional. E, agora, presidenta do BB. A primeira coisa que fiz foi ligar pra ‘Mainha’ e ‘Titia’. Ainda estava no saguão do hotel, onde foi feito o anúncio da minha indicação. Liguei para dizer a elas o quanto foram e são importantes na minha vida. No evento da minha posse, por exemplo, em 16 de janeiro, no Centro Cultural Banco do Brasil, aqui em Brasília, também fiz questão de agradecer o apoio da minha família. Foi com ela que aprendi que sem educação não somos nada e que estudar tem poder libertador. Desde os tempos de feirante, Mainha me ensinou a não ter vergonha de trabalhar, que qualquer trabalho é nobre. E minha titia me ensinou a ter uma consciência cidadã, que ajudasse a quebrar padrões, sem nunca deixarmos de lado nossas raízes, nossos valores éticos.

Uma das formas de ampliar e valorizar a participação feminina na nossa sociedade é exatamente liderar pelo exemplo. E acredito que estamos num bom caminho. O primeiro passo é o reconhecimento de que é necessário olhar para as barreiras às vezes invisíveis sobre essa questão.”

Os desafios sempre foram grandes, mas sempre busquei jogar foco muito maior em meus anseios, sempre fui de olhar muito mais para as soluções do que ficar lamentando sobre os problemas. Não estou, com isso, romantizando as dificuldades, mas exaltando uma forma de viver a vida, já que é a gente que pode fazer algo por nós mesmos. Ainda que não seja necessário estar sozinha nessa caminhada, mas pelo contrário: valorizo muito minha família, meus amigos e cada profissional que atuou ao meu lado como verdadeiros professores. Da mesma forma, agradeço também aos 85 mil colegas, funcionários do BB, pelo acolhimento carinhoso com que receberam a minha indicação. Eu me sinto extremamente honrada pela oportunidade de liderar esse time, como funcionária de carreira que sou, e sabendo que podemos gerar resultados sustentáveis, que levem desenvolvimento para todas as regiões do Brasil.

O Banco do Brasil vai criar ou aprimorar algum tipo de serviço que beneficie e incentive mulheres empreendedoras em sua gestão?

Com toda certeza. Temos avançado muito em apoiar nossos clientes para atender em suas necessidades. Entendemos que a valorização da mulher na sociedade passa por diversos aspectos, incluindo sua segurança financeira. Além das questões de gestão de pessoas e do diagnóstico que estamos construindo, também estamos com avanços no nosso relacionamento com o público feminino que faz negócios conosco. Há uma quebra de paradigma diária. Como disse, temos vivenciado no BB uma quebra diária de paradigmas com a capacidade dos funcionários de atuar com colaboração para gerar resultados consistentes e sustentáveis. E atuar com nossas clientes é também uma frente importante nesse quesito.

Haverá atenção especial para o público feminino nesse contexto?

Nossos pilares de atuação com clientes mulheres passam por ofertar soluções financeiras adequadas, apoiar com educação empreendedora, ofertar benefícios e promoções que se encontram no app do BB para as mulheres, além de ações corporativas para apoiar o empreendedorismo feminino, seja para as micro e pequenas empreendedoras, seja para as mulheres do campo, por exemplo, além de atuar com mulheres investidoras. São mais de 1,9 milhão de mulheres que investem cerca de R$ 290 bilhões conosco. Nas soluções financeiras para MPE [Micro e Pequeno Negócio], temos nossa conta Pessoa Jurídica com ofertas especiais em capital de giro, cobrança, recebíveis. Enfim, um portfólio completo que cada cliente pode consultar suas condições específicas no app ou com nossos funcionários. Temos avançado bastante. E vai ficar ainda melhor. Tenho como mantra dessa gestão disponibilizar um Banco do Brasil para cada cliente, ou seja, atuar de forma hiperpersonalizada, com base em análise de dados e com soluções adequadas a cada cliente, de acordo com seus perfis e comportamentos. Faremos o mesmo com o público feminino, valorizando a autonomia financeira das mulheres. É isso que gera empoderamento e faz crescer a representatividade da mulher brasileira na sociedade. Precisamos muito disso.

Fonte: Correio Braziliense

 

BB entrega empreendimento social para 1,4 mil famílias em Mato Grosso

Publicado em: 03/03/2023

Nesta sexta-feira, 3, o Banco do Brasil entregou as chaves do residencial Celina Bezerra, um empreendimento em Rondonópolis (MT) que faz parte do programa Minha Casa Minha Vida. Com 1.440 apartamentos, o complexo de edifícios é destinado a famílias com renda mensal de até R$ 1,8 mil.

A solenidade de inauguração do empreendimento contou com a presença do Presidente da República, e da presidenta do BB, entre outras autoridades. “A entrega de mais um conjunto habitacional do Minha Casa Minha Vida demonstra como o Banco do Brasil é uma instituição que atua para melhorar a vida dos brasileiros. Ao conceder crédito para as pessoas que mais precisam de moradia, levamos adiante nosso compromisso histórico de encontrar soluções financeiras viáveis para as pessoas de menor renda. Temos o crédito no nosso DNA, para todos os segmentos da sociedade brasileira”, destaca a presidenta do BB, Tarciana Medeiros.

Cada unidade habitacional do Celina Bezerra contempla dois quartos, banheiro, sala, cozinha e área de serviço, perfazendo 46,55m² de área privativa. Seguindo as diretrizes do Estatuto da Pessoa com Deficiência, 44 apartamentos são adaptados para atender às necessidades desse público.

Obras de infraestrutura foram realizadas pela prefeitura de Rondonópolis e contemplam duas escolas, uma creche, uma Unidade Básica de Saúde (UBS), dois Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), um centro esportivo e, ainda, pavimentação, drenagem de águas pluviais, iluminação pública do acesso ao empreendimento e reservatório de água potável.

A contratação do empreendimento ocorreu no âmbito do programa Minha Casa Minha Vida (MCMV) – Faixa 1, com recursos do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR) e do Governo do Mato Grosso. O BB atua no Programa enquanto agente financeiro mandatário do fundo e no acompanhamento das obras, desde os estudos de viabilidade técnica até a entrega das chaves.

Com a entrega das unidades, o BB soma 125,7 mil unidades entregues para o público com renda mensal de até R$ 1,8 mil. Nas demais faixas do Programa, voltadas para famílias com renda mensal bruta de até R$ 8 mil, já foram contratadas outras 331 mil unidades desde 2010.

Fonte: Banco do Brasil

Indicado ao comando da Previ, João Fukunaga é aprovado para o cargo sob críticas

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A indicação de João Fukunaga para a presidência da Previ, o fundo de previdência dos funcionários do Banco do Brasil, foi aprovada pela Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc) na última segunda-feira, mas sob questionamentos de aposentados do banco. As críticas são de que Fukunaga não cumpriria critérios técnicos necessários para ocupar o cargo. Na cadeira, ele será responsável por administrar um dos maiores fundos de pensão da América Latina, com mais de R$ 240 bilhões em ativos.

Em carta que circulou em grupos de aposentados do banco, a que o Broadcast teve acesso, associados dirigiram-se à Previc, órgão do governo federal que regula o segmento de previdência privada, para manifestar “inconformidade” com a indicação, divulgada na sexta-feira, 24, e para pedir que a nomeação não fosse aceita.

Para associados, falta experiência a Fukunaga

“Uma vez que o indicado não detém experiência nem conhecimento técnico para a função, sendo, no momento atual, Secretário de Organização e Suporte Administrativo do Sindicato dos Bancários de São Paulo, tendo a formação de Mestre em História, somos levados a concluir que a indicação ateve-se apenas a conexões políticas”, diz o texto.

Procurada, a Previ informou que o processo de indicação seguiu as normas da Previc, e que ele cumpriu todos os requisitos para receber o atestado. “O Banco do Brasil indicou Fukunaga em 24/2. Na mesma data, o Conselho Deliberativo da Previ aprovou a indicação do patrocinador, conforme previsto no Estatuto. A indicação e aprovação do nome de João Luiz passou por todo o processo de governança do BB, da Previ e da Previc”, disse a entidade.

Novo presidente é funcionário do BB desde 2008

Fukunaga foi indicado para suceder Daniel Stieler. Ele é funcionário do BB desde 2008, e atualmente, é secretário de organização e suporte administrativo do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região. As críticas afirmam que ele não cumpriria a exigência, prevista em resolução da Previc para dirigentes de fundos de pensão, de experiência profissional de ao menos três anos em atividades nas áreas financeira, administrativa, contábil, jurídica, de fiscalização ou de auditoria.

A Previ tem gestão compartilhada. Dos seis membros da diretoria, três são indicados pelo BB, e outros três, pelos participantes. Além do presidente, o banco indica o diretor de investimentos e o de participações, enquanto os associados elegem os diretores de seguridade, de planejamento e de administração.

Temor é de interferência na política de investimentos da Previ

Um dos temores dos associados é de que a indicação interfira na política de investimentos da Previ. “Se uma política de governo atropela os fundamentos que alicerçam a própria existência de um fundo de pensão, que é o compromisso com a saúde financeira para garantir os rendimentos de dezenas de milhares de aposentados, não pode ser uma política de governo”, diz o presidente da Associação Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil, Augusto de Carvalho.

Em governos anteriores do PT, fundos de pensão ligados a estatais, entre eles a Previ, fizeram investimentos que depois deram errado, como o da Sete Brasil, criada em 2010 para desenvolver sondas para a Petrobras, mas que pediu recuperação judicial em 2016, após a operação Lava Jato. Nesse caso, a Previ foi à Justiça para buscar ressarcimento pelas perdas.

“Defesa dos bancários e seus fundos de pensão são prioridade”

Em manifestação enviada por meio do Sindicato dos Bancários, Fukunaga afirmou que tem trajetória de defesa dos funcionários do BB, dos associados da Previ e dos trabalhadores. “A defesa dos direitos dos bancários e seus fundos de pensão são prioritários e a luta tem sido constante nos últimos anos”, diz ele.

O BB informou, em nota, que a indicação “foi aprovada pelos ritos de governança do BB e da Previ, atendendo a todas as exigências previstas nos processos de Elegibilidade de ambas instituições”, e que foi aprovada pela Previc.

Fonte: Estadão