Relatório de consultoria atuarial aprovado ajuste de 35% no valor da cota do Economus Futuro

Publicado em: 03/03/2023

Lançado em março de 2022 como alternativa para manutenção da assistência à saúde aos aposentados, frente ao cenário de insustentabilidade dos planos Feas, o Economus Futuro completa um ano de funcionamento, com 1.620 beneficiários inscritos. O plano é coletivo por adesão, com formação de preço pós-estabelecida, individual, por faixa etária e revisão trimestral do valor da cota, que forma a tabela de contribuições.

O equilíbrio financeiro do plano é uma das prioridades desde sua criação, visando assegurar a longevidade e a garantia de atendimento com qualidade. A formação de preço pós-estabelecida, com revisões trimestrais do valor da cota, propicia melhores condições de gestão do plano, observando o comportamento das despesas, da arrecadação, o ingresso de beneficiários e o montante do capital sob risco.

A quantidade de pessoas inscritas no plano é elemento importante no modelo de custeio, uma vez que as despesas são rateadas entre os beneficiários. Na definição inicial do valor da cota foi utilizado como parâmetro o atingimento de 4.733 adesões (60% da base de beneficiários dos planos Feas, à época).

Nos três primeiros trimestres de funcionamento (março a novembro/2022), mesmo com a quantidade de beneficiários menor que a esperada, o Economus Futuro apresentou resultado acumulado positivo, o que assegurou o equilíbrio do plano sem ajustes nas contribuições. Na revisão de custeio feita em novembro/2022, foi observada evolução no total das despesas e houve ajuste no valor da cota, com vigência de dezembro/2022 a fevereiro de 2023.

Aumento da utilização e complexidade dos eventos

O acompanhamento dos indicadores do plano demonstra que a proporção de usuários que precisou de atendimento médico nos últimos meses de 2022 aumentou em 6,2 pontos percentuais na média (de 42,5% para 48,7%). No mesmo sentido, a complexidade dos eventos e o tempo de permanência das internações impactaram o custo médio individual, que evoluiu 29,9%, quando comparados os períodos de setembro a dezembro/2022, com maio a agosto/2022.

No Economus Futuro, essas variações se tornam mais relevantes em razão da baixa quantidade de beneficiários inscritos e da concentração na faixa etária acima de 59 anos (85,37% das pessoas), refletindo numa menor capacidade de diluição das despesas e no aumento do capital sob risco da operação.

Revisão trimestral

Diante do cenário, considerando o comportamento da utilização e as variações das despesas, os estudos técnicos para a revisão trimestral do Economus Futuro (disponíveis no hotsite do plano) apontaram a importância da observação ao contingente atual de beneficiários e a necessidade da formação de uma reserva de capital sob risco, para assegurar o equilíbrio do plano frente às variações das despesas no período.

Assim, com base no relatório da consultoria atuarial foi aprovado um ajuste no valor da cota, para o trimestre de março a maio/2023, que passa de R$ 259,15, para R$ 350,61. Uma variação de 35,29%, que resultou na nova tabela de contribuições, abaixo:

 

O Economus destaca o cenário de evolução dos custos dos eventos médicos, que tem impactado o mercado de saúde em geral, impulsionados pela inclusão de novas tecnologias, pela reorganização do setor e pela ampliação do rol de cobertura dos planos de saúde, ressaltando o compromisso do Instituto com a eficiência na gestão e a busca por soluções que assegurem a manutenção da cobertura assistencial aos beneficiários.

Fonte: Economus

Dividendos e JCP: BB corrige valores, no total de R$ 2,308 bilhões

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Nesta terça-feira (28 de fevereiro), o Banco do Brasil (BBAS3) corrigiu o valor de dividendos e de juros sobre o capital próprio (JCP) pagos na sexta-feira, 3 de março. O valor foi atualizado pela taxa básica de juros Selic.

Agora, os dividendos foram distribuídos na ordem de R$ 0,24068948384 (de R$ 0,23549139130 anteriores), enquanto os JCP complementares foram pagos em R$ 0,58619159764 por ação (de R$ 0,57353180827 anteriores).

O BB creditou R$ 672 milhões em dividendos e R$ 1,636 bilhão em juros sobre capital próprio (JCP) referentes ao resultado do quarto trimestre a quem estava posicionado em base acionária ao fim da sessão da quinta-feira, 23 de fevereiro.

Fonte: Space Money

 

Graça Machado assume vice-presidência de Relações Institucionais da ANABB

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Graça Machado assumiu na manhã desta quarta-feira (1º/03) a Vice-Presidência de Relações Institucionais da ANABB. A posse ocorreu durante reunião extraordinária realizada pelo Conselho Deliberativo, durante a qual houve um momento para a apresentação pela Diretoria Executiva das ações estratégicas implementadas na atual gestão.

Associada há 27 anos, Graça Machado já colocou experiência e conhecimentos a serviço de diversas gestões da Associação. Também já ocupou cargo diretivo na Cassi, tornando-se referência nos assuntos relacionados à Caixa de Assistência.

Como vice-presidente de Relações Institucionais, ela terá a oportunidade de disponibilizar sua expertise profissional às entidades e aos órgãos públicos com os quais a ANABB se relaciona, além dos parceiros comerciais que trazem diversos benefícios ao quadro social.

A vice-presidente assume no lugar de Cecília Garcez, que deixa a Diretoria Executiva para retornar ao Conselho Deliberativo da entidade. A ANABB agradece a Cecília pelas inúmeras contribuições e pela dedicação com que desempenhou a função.

Graça Machado é engenheira e possui MBA em Governança Corporativa pela Universidade de São Paulo (USP). Foi presidente do Conselho Deliberativo e Diretora de Saúde da Cassi, atuando pela defesa da Caixa de Assistência, em prol da ampliação das coberturas e pela qualificação do atendimento prestado.

Na ANABB, já liderou os setores Administrativo e Financeiro, de Relações com os Funcionários do BB e as antigas áreas de Aposentadoria e Previdência. No Instituto Viva Cidadania, que viabiliza o apoio financeiro da Associação a projetos sociais em todas as regiões do país, ela já esteve à frente das diretorias Financeira e de Projetos.

No Banco do Brasil, foi uma das primeiras mulheres a ocupar cargos de chefia, tendo exercido vários postos de gerência – foi a terceira mulher a assumir cargo de superintendente regional da instituição no país. Em sua trajetória, Graça se pautou pela igualdade de oportunidades e pela valorização da participação das mulheres nas entidades do funcionalismo e cargos de gestão do Banco.

Fonte: Agência ANABB

 

 

BB faz parceria com FieldPRO para oferecer serviços climáticos a clientes rurais

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O Banco do Brasil anunciou nesta semana uma parceria com a startup FieldPRO, de inteligência e dados voltados para o clima, com o objetivo de oferecer o serviço a seus clientes produtores rurais.

A solução da nova parceira inclui um equipamento com 14 sensores que pode ser instalado na propriedade pelo próprio produtor e que permite coletar informações do clima, da lavoura e do solo, em uma área de até mil hectares. Com isso, o serviço avisa os melhores momentos para semear, pulverizar e colher.

As informações e notificações podem ser acompanhadas pelo usuário por meio de uma plataforma digital, disponível tanto para celular quanto para computador.

De acordo com o Banco do Brasil, o uso do serviço tem potencial para aumentar, em média, em 30% a produtividade e em 25% a eficácia do crescimento das plantas. Também pode diminuir em 20% a necessidade de replantio, em 30% a quantidade de irrigações e em 27% o consumo de água.

“Com tecnologia de ponta e inteligência de dados, nossos produtores contarão com informações precisas e tempestivas para produzir mais e melhor”, disse o presidente do BB, Fausto Ribeiro.

O presidente da startup, Ricardo Sodré, destacou a preocupação em prover um serviço com custo acessível aos produtores rurais. “O principal ponto ao desenvolver uma tecnologia avançada é fazer com que seja acessível aos clientes, este foi um grande cuidado que tivemos”, disse.

Fonte: CNN Brasil

Banco do Brasil quer incentivar a educação financeira aos brasileiros

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O Banco do Brasil lançou uma campanha de incentivo a educação financeira, com soluções reais e práticas, para divulgar a plataforma Minhas Finanças, no aplicativo do banco.

A peça, criada pela WMcCann, tem como principal objetivo destacar, de forma didática, as diferentes opções que os brasileiros tem para se reorganizarem financeiramente.

“O Banco do Brasil busca diariamente entender os desafios dos clientes para trazer as melhores soluções. As duas funcionalidades que apresentamos nesta nova campanha nasceram de carências reais dos nossos clientes, e dessa forma, reforçamos como sempre estamos presentes, com parceria e simplicidade”, explicou Paula Sayão, diretora de marketing e comunicação do Banco do Brasil.

A estratégia de comunicação da campanha conta com filmes de 30″ e 15″ com veiculação de abrangência nacional em TV aberta e payTV, além de desdobramentos para mídia exterior e digital. Para as redes sociais, o Banco prepara ações com influenciadores que irão amplificar a conversa sobre o tema e levá-lo até a realidade do jovem brasileiro.

“O Banco do Brasil já conta com duas soluções que unem tecnologia, facilidade e educação para o tema da organização financeira. O desafio foi comunicar seus atributos, e ninguém melhor do que quem está por trás dessas ideias para trazer ao público sua usabilidade e funcionalidade”, concluiu Patricia Andrade, VP executiva e diretora-geral de Brasília e Head Of Growth da WMcCann.

Fonte: Propmark

Presidenta do BB e ministra Anielle Franco realizam palestras em João Pessoa

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A ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco e a presidente do Banco do Brasil, a paraibana Tarciana Medeiros, participam em João Pessoa, na próxima segunda-feira, 6 de março, do lançamento do Programa de Formação de Lideranças Femininas – Empodera TRT-13, evento promovido pelo Tribunal Regional do Trabalho da Paraíba (13ª Região).

Na capital, o lançamento será a partir das 8h30 no auditório do Fórum Maximiano Figueiredo e contará com palestras de Anielle Franco, no formato telepresencial, e da primeira mulher a presidir o BB, Tarciana Medeiros, que participará presencialmente.

O lançamento contará com uma roda de conversa que abordará o tema “A mulher na contemporaneidade: qual o meu lugar?”. Participarão do momento a secretária de estado da Mulher e da Diversidade Humana, Lídia Moura; a juíza do trabalho da 13ª Região, Rosivânia Pereira Gomes; a reitora do Instituto Federal da Paraíba (IFPB), Mary Roberta Meira Marinho e a copresidenta da Central Única das Favelas (Cufa) nacional, Kalyne Lima. O grupo cultural As Calungas, constituído apenas por mulheres, fará uma apresentação.

Já no dia 8 de março, em Campina Grande, será a vez do Fórum Irineu Joffily sediar o evento alusivo ao Dia Internacional da Mulher, a partir das 9h. Além da apresentação cultural do grupo Baque Mulher Campina Grande, o momento contará com o lançamento do livro “Anayde Beiriz – a última confidência”, com a presença da autora Valeska Asfóra.

Em Campina Grande, a programação terá ainda uma roda de conversa com a participação da pesquisadora do Programa de Pós-Graduação em Educação da UFPB, Mayara Gomes da Silva; da presidenta da Associação das Trabalhadoras Domésticas de Campina Grande, Chirlene dos Santos Brito; da mestra em Serviço Social e vereadora Jô Oliveira; e a pró-reitora de Planejamento da UEPB, Pollyana Xavier França.

O Empodera TRT-13 tem o objetivo de buscar a igualdade de gênero nos cargos de gestão e assessoramento do tribunal e de fomentar políticas de estímulo à liderança para mulheres em situação de vulnerabilidade social. Também tem o intuito de promover ações mobilizadoras voltadas ao público externo feminino, a exemplo de movimentos sociais, organizações da sociedade civil e órgãos governamentais.

Dados do Observatório da Diversidade e Igualdade de Oportunidades no Trabalho, desenvolvido pela OIT em parceria com o MPT, apontam que, em João Pessoa, 57,7% dos cargos de direção são ocupados por homens, enquanto as mulheres ocupam 42,3%. Em Campina Grande 58,6% são homens e 41,4% mulheres.

O evento é tanto para o público interno quanto o externo e as inscrições podem ser realizadas aqui (público interno) e aqui (público externo).

Fonte: F5 Online

Proposta do Programa Crédito da Mulher nos bancos federais é aprovada na Câmara

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O Projeto de Lei nº 1.883/2021, que cria o Programa Crédito da Mulher na esfera dos bancos federais, foi aprovado nesta quinta-feira (2/3) na Câmara dos Deputados. O texto propõe o estabelecimento de percentuais mínimos de concessão de crédito nos programas oficiais de crédito para empreendimentos dirigidos por mulheres, inclusive com taxas de juros reduzidas. Agora a proposta segue para apreciação do Senado Federal. A proposta não gera impactos orçamentários.

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), por meio da Secretaria da Micro e Pequena Empresa e Empreendedorismo (Sempe), apoiou aprovação da matéria e manifestou-se favoravelmente à medida. A pasta acredita que o fomento ao empreendedorismo feminino requer políticas públicas que facilitem a obtenção de recursos financeiros e fomentem a capacitação para, assim, garantir às mulheres condições de competir em mercados cada vez mais exigentes e com forte presença tecnológica.

O Brasil contava em 2021 com 30 milhões de mulheres empreendedoras, de acordo com dados do Global Entrepreneurship Monitor (GEM). Isso é o equivalente a dizer que quase a metade (48,7%) do mercado empreendedor no país é feminino. Durante a pandemia o crescimento foi de 40%. Segundo dados do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), as taxas de juros para empreendedoras são 3,5% mais altas em relação aos homens, ainda que o número de inadimplentes seja inferior (3,7%, entre as mulheres, contra 4,2%, dos homens).

O texto aprovado nesta quinta-feira na Câmara estabelece, entre outros pontos, que no mínimo 25% do total de recursos do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) sejam concedidos a microempresas e empresas de pequeno porte controladas e dirigidas por mulheres. Além disso, fatia desses recursos deverá ser destinados às mulheres negras de renda baixa ou com deficiência. O Executivo federal também deverá enviar ao Congresso, trimestralmente, um relatório sobre o andamento do Programa Crédito da Mulher.

Detalhamento

O detalhamento operacional do Programa Crédito da Mulher será estabelecido por meio de um decreto do Executivo federal, estabelece o Projeto de Lei. Esse decreto deverá fixar as condições de acesso ao crédito pelas microempreendedoras, em cada banco federal. Tal regra deverá também determinar ações de planejamento e metas focadas na igualdade na concessão de financiamentos, considerando a distribuição por sexo, com previsão de percentual mínimo para mulheres negras, de baixa renda ou com deficiência, segundo o critério populacional.

O Programa Crédito da Mulher deverá ser executado de forma articulada, envolvendo os diversos programas oficiais de financiamento, estabelece o PL, incluindo não apenas o Pronampe, mas outras linhas, como o Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado (PNMPO) e o Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas (Fampe), do Sebrae.

A respeito do Sebrae, inclusive, a proposta prevê que percentuais do Fampe sejam destinadas às mulheres empreendedoras, tendo como meta igualdade de distribuição por sexo. Devem ser considerados também critérios de cor ou raça, em respeito a decisão tomada pelo Conselho Deliberativo do Sebrae.

Fonte: Comunicação BR

Bancos brasileiros aumentam lucros e reduzem vagas de trabalho

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Apesar dos lucros recordes nos últimos anos, os bancos fecharam 270 postos de trabalho no Rio Grande do Sul em 2022, segundo levantamento realizado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), com base no Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

O cenário, antes do escândalo de fraude das Americanas, que tem alegado impacto no sistema, era de que o setor vinha acumulando índices de crescimento na lucratividade. Só até junho de 2022 foram 138 bilhões, 4 bi a mais do que em 2021. As informações são do Banco Central.

O estado do Rio Grande do Sul só ficou atrás do Rio de Janeiro, que registrou o corte de 1.021 vagas no ano passado. Também extinguiram empregos o Paraná (-244 vagas), Santa Catarina (-152 vagas), Pernambuco (-95 vagas) e Rio Grande do Norte (-30 vagas).

Os demais estados tiveram saldos positivos. Os melhores resultados foram verificados em São Paulo (+2.452 vagas), Distrito Federal (+287 vagas) e Mato Grosso (+206vagas).

O Dieese destaca que as vagas criadas em São Paulo estão concentradas na capital, com a abertura de 2.946 postos de trabalho, sendo 40% deles em cargos relacionados à tecnologia da informação.
Bancos terceirizam serviços

O diretor do Sindicato dos Bancários de Porto Alegre e Região, Gilnei Nunes, disse que há tempos o setor bancário tem reduzido a oferta de emprego para a categoria.

Os bancos privados, como o Santander, estão remodelando e terceirizando serviços bancários, contratando trabalhadores e trabalhadoras sem amparo da convenção coletiva dos bancários. Criam novas empresas, que atuam no sistema financeiro, mas os contratados não pertencem à categoria bancária.

“Do ponto de vista sindical, os bancos encontraram guarida na legislação trabalhista atual para contratar trabalhadores fora do escopo bancário. Esta prática tem facilitado a exploração e a redução de salários e benefícios trabalhistas. Diferente dos bancos públicos, cujas contratações são feitas por concurso, o que tem garantido a média e até o crescimento de vagas do setor bancário no ano passado”, salienta o dirigente sindical.

Saldo de 4.716 empregos em nível nacional

Conforme análise do Dieese, a trajetória do emprego formal no setor bancário apresentou oscilação durante todo o ano de 2022.

Apenas nos meses de janeiro, fevereiro, agosto e setembro a soma das contratações foi maior do que a das demissões. Nos demais meses, o saldo foi negativo. Mas, no cômputo geral do ano, houve mais contratações do que demissões, gerando um saldo positivo de 4.716 postos de trabalho em nível nacional

“A ampliação de vagas no setor bancário, no entanto, deve ser observada com cautela. Analisando os dados, nota-se que, em grande medida, o saldo favorável pode ser atribuído às contratações realizadas pela Caixa Econômica Federal”, diz o documento do Dieese.

O instituto lembra que a Caixa promoveu contratações graças à atuação da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae) para que fossem convocados os aprovados em concurso realizado pelo banco em 2014 e também no concurso específico para pessoas com deficiência (PCDs), o que resultou, desde 2021, em ganhos na justiça determinando as convocações pela Caixa.

Segundo o levantamento, os postos de trabalho criados pela Caixa (1.022 vagas) representam 35,1% de todo o saldo positivo de emprego no setor bancário.

Sinal amarelo para TI

Na esteira do aumento de investimento realizado pelos principais bancos do país na área de tecnologia, 2022 repetiu o que já havia sido constatado em anos anteriores, com criação de 1.424 vagas diretamente ligadas às áreas de tecnologia da informação.

Mas o sinal está amarelo até para as vagas de TI. Conforme o levantamento do Dieese, houve uma expressiva queda das contrações nesta área, na comparação com as realizadas em 2021, quando foram geradas 3,7 mil vagas específicas.

“Tal fato pode representar, no curto prazo, o esgotamento na capacidade de geração de postos de trabalho de ocupações nestas posições”, afirma o texto do Dieese.

Perfil dos trabalhadores

Gênero – O levantamento também traz dados com relação aos perfis dos trabalhadores. Com relação ao gênero, as admissões de mulheres foram 19,1% menores que a dos homens e os desligamentos, 5,4% superiores.

A consequência foi a abertura de 3.933 vagas para homens e a eliminação de 1.106 postos de trabalho para mulheres.

O Dieese observa que em 2022 houve intenso debate sobre assédio moral e assédio sexual na categoria, e que as duas temáticas foram pactuadas na negociação coletiva.

“O resultado da movimentação do emprego não reflete o compromisso patronal em ambientes de trabalho mais homogêneos e igualitários”, diz o texto.

Faixa etária – Com relação à idade, a geração de vagas se concentrou nas primeiras faixas etárias, até 29 anos, com aumento de 10.351. Para trabalhadores com 30 anos ou mais, houve movimento contrário, com o fechamento de 7.529 vagas.

Raça e escolaridade – A maior proporção entre os admitidos foi da raça branca (60,8%) e com superior completo (55,3%). As admissões de trabalhadores pretos e pardos foram de 33,9% da totalidade, enquanto os desligamentos foram de 25,6%.

Ao considerar o saldo, verifica-se resultado positivo no que toca a diversidade racial, uma vez que a movimentação foi positiva em 3.881 postos de trabalho para trabalhadores pretos e pardos.
Motivação das demissões

O Dieese ainda destaca o elevado número de desligamentos por pedido de bancários e bancárias. Tal iniciativa partiu de mais de 15 mil trabalhadores. Em janeiro, atingiu a proporção mais alta com 51,9% da totalidade das demissões. Apenas nos meses de maio, novembro e dezembro, a proporção ficou abaixo de 40% do total dos desligamentos.

Para o Dieese, compreender a motivação do desligamento, no entanto, não é uma tarefa fácil. As principais hipóteses são: o aumento na oferta de vagas em outros segmentos do setor financeiro com migração de trabalhadores para finetechse corretoras de valores; a facilidade de mudanças promovidas pelo teletrabalho e o esgotamento de trabalhadores por conta de pressões com metas abusivas.

Os dados completos estão na Pesquisa do Emprego Bancário – Número 19 – Fevereiro/2023, elaborada pelo Dieese.

Com informações da CUT, Dieese, Sindibancários e Banco Central.

Fonte: Extra Classe

 

Como os bancos usam os algoritmos para reduzir as fraudes e o risco de empréstimos

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A forma como os bancos analisam o perfil de crédito dos clientes devem ficar ainda mais próximas dos algoritmos nos próximos anos: saem as fichas cadastrais e entram análises que unem dados de renda a padrões de comportamento. Tudo isso graças ao uso da inteligência artificial, com ferramentas mais avançadas que os sistemas de inteligência artificial “gerativa” (o mesmo do ChatGPT), dizem as instituições

Os maiores bancos do Brasil começaram a aplicar a inteligência artificial (IA) ao crédito na década de 2010. Hoje, os modelos combinam os dados tradicionais, como os de renda, com leitura das funções mais utilizadas nos aplicativos.

“Nos anos 80 e 90, havia uma mesa com analistas de crédito que recebia propostas e fazia uma análise caso a caso”, diz Rafael Cavalcanti, superintendente executivo de inteligência de dados do Bradesco. “Vieram as evoluções tecnológicas, que passam por capturar insumos ligados aos dados.”

Os resultados apareceram. No quarto trimestre do ano passado, uma campanha de renegociação do Banco do Brasil pelo WhatsApp recuperou R$ 78 milhões em créditos. A conclusão foi de que em situações em que o cliente se sente desconfortável em falar com outra pessoa, o robô, alimentado pela inteligência artificial, é mais eficaz.

O banco também usa a tecnologia para avaliar a satisfação dos clientes. “Temos o modelo que chamamos de Risco Bacen, que roda há dois anos e meio, e verifica a possibilidade de aquele cliente entrar com uma ocorrência no Banco Central”, diz Alexandre Duarte, gerente executivo de tecnologia do BB.

No Santander, a porta de entrada é a Gent, inteligência artificial que guia o atendimento online dos clientes, e é alimentada pelas interações. Segundo o superintendente executivo de experiência do cliente do banco, Gustavo de Souza, 4,5 milhões deles são atendidos pelo sistema.

“A inteligência artificial (no banco) é ancorada em risco e antifraude, mas vem avançando rapidamente em outras esteiras da organização”, diz ele. “Viemos de décadas aprimorando modelos que acertavam o coletivo. O desafio é acertar o indivíduo.”

O especialista em serviços financeiros e pagamentos Gueitiro Matsuo Genso, que foi CEO do PicPay e tem passagens por BB e Previ, afirma que a aplicação da inteligência é o que, de fato, vai criar vencedores. “Uma coisa é ter o dado, outra é transformar os dados em algoritmos que ajudem no processo de negócio. O terceiro desafio é colocar dentro do processo de negócio”, diz.

A leitura rápida e inteligente de dados exige uma capacidade diferente da que os bancos empregavam há poucos anos. “A tecnologia era baseada em monólitos, grandes grupos de servidores onde se colocava esses dados”, diz Moisés Nascimento, diretor de dados do Itaú Unibanco. “A computação em nuvem habilita que as empresas consigam organizar e processar seus dados como as big techs.” O banco já levou metade das plataformas para a nuvem.

Isso significa que os modelos de análise ficam mais próximos aos algoritmos, que fazem o sucesso de redes sociais ao prever como cada usuário tende a se comportar. No caso do crédito, apontam as chances de inadimplência ou a necessidade de um empréstimo; nas fraudes, mostram aos bancos, de modo instantâneo, se um Pix foi ou não feito pelo titular da conta.

Próximas paradas

Os bancos têm mais ambições para a inteligência artificial. Um ponto óbvio é o atendimento, com interfaces personalizadas para cada cliente. Do outro lado, a coleta de informações ajudaria a customizar os produtos a custos baixos. “Os bancos migraram do público-alvo”, diz Gueitiro Genso. “A fábrica de produto cartão hoje está preparada para produzir cinco, seis tipos de cartão, mas deveria entregar cartões para todo mundo.”

Uma fronteira mais importante, porém, está na própria concessão de crédito. Com modalidades como o Pix Garantido, os bancos ambicionam analisar o risco de clientes que não têm crédito pré-aprovado em tempo real, para conceder empréstimos instantaneamente.

De início, as funcionalidades se aproximam disso. O BB foi o primeiro a conceder crédito via WhatsApp, mas começou por linhas garantidas e com limites pré-aprovados. “Um dia, podemos chegar à análise de crédito online, e a inteligência artificial com certeza pode ajudar”, diz o gerente executivo de tecnologia do banco.

Fonte: Estadão

 

Vitória da ANABB na ação IR Economus beneficia colegas de bancos incorporados

Publicado em: 27/02/2023

Prestes a comemorar 37 anos de existência, a ANABB traz mais uma boa notícia que fortalece nossa legitimidade e representatividade na defesa dos direitos dos associados. A entidade ganhou em 1º instância na Justiça a ação coletiva IR Economus. A ação beneficia funcionários da ativa e aposentados do BB oriundos do Banco Nossa Caixa, incorporado pela instituição em 2009.

A 13ª Vara Federal Cível da Seção Judiciária do Distrito Federal (SJDF) divulgou sentença reconhecendo o pleito da ANABB que diz que: as contribuições extraordinárias feitas pelos participantes ao fundo de pensão Economus são isentas de Imposto de Renda até o limite de 12%.

Poucos colegas do Economus aderiram ao pleito da ANABB na data em que a ação foi ajuizada em 2021. No entanto, há grandes chances da ação ser bem-sucedida.

Por isso, o objetivo da ANABB é dar possiblidade de que os funcionários da ativa e aposentados, participantes do Economus, possam se associar para participar da ação.

Além do entendimento favorável da Justiça com base na recente decisão, outro ponto vantajoso é que a ação da ANABB abrange os cinco anos anteriores ao ajuizamento do processo. Isso significa que os valores serão retroativos a 2017.

A ANABB entrou com essa ação em 2021 ao identificar que centenas de colegas estão sendo prejudicados. Esses funcionários pagam contribuições extraordinárias para cobrir o déficit do plano de previdência e podem comprometer até 24,73% da renda de aposentadoria. Por lei, o limite de dedução fiscal é de 12%. Entretanto, dentro desse limite, a Receita Federal permite apenas a dedução das contribuições normais, que são de 4,10%, sem levar em conta o que está sendo pago como contribuição extraordinária.

Nossa ação coletiva busca corrigir essa distorção, para que o participante possa abater o total das contribuições recolhidas (normais e extraordinárias), inclusive se excederem o limite de 12% de dedução.

Fonte: ANABB

 

ANABB: chegou a hora de definir até 7 candidatos para o GAT VIII

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Começou no dia 23 de fevereiro, e vai até a sexta-feira, 3 de março, o período de votação da Eleição ao Grupo de Assessoramento Temático – Novos Funcionários e Bancos Incorporados, o GAT VIII. A diretoria da AGEBB, sob o comando de Adriano Domingos, apoia o candidato Thiago Eloi Onofre, funcionário do BB desde 2015. “Confiamos no Thiago pela experiência e o comprometimento que ele tem com as causas e questões que envolvem os funcionários da instituição. É um parceiro de trabalho muito competente e extremamente qualificado para as atribuições do GAT VIII”, justifica Domingos.

Nesse pleito, podem exercer o direito ao voto os associados da ANABB pós-98, desde que estejam em dia com as mensalidades. Portanto, se você se enquadra nessa categoria, participe desse importante momento e vote nas novas lideranças da ANABB.

Sua participação é primordial para eleger os colegas pós-98, lideranças que ajudarão nas discussões sobre temas de interesse do funcionalismo. Esse grupo de pessoas do GAT VIII, com a sua liderança e conhecimento técnico, contribuirá nas tomadas de decisão da governança da ANABB.

VOTAÇÃO ACONTECE NO ESPAÇO DO ASSOCIADO

O processo de votação ao GAT VIII é totalmente seguro e intuitivo. Confira, a seguir, como é bem fácil e rápido exercer sua cidadania:

Acesse o Espaço do Associado, mediante login e senha.

Clique na aba “ELEIÇÃO GAT VIII – VOTAR”.

Na página de boas-vindas, clique em “votar” para dar início à votação.

Na página de votação, escolha até 7 nomes de sua preferência.

Ao final da página, clique em “Concluir”, “Branco” ou “Nulo”.

Ao escolher uma das opções, o sistema perguntará se você tem certeza da sua decisão. Basta confirmar e finalizar.

E com a sua confirmação no passo 6, o sistema apresentará a mensagem de “voto computado com sucesso”.

ESCLARECIMENTOS IMPORTANTES

Ao acessar o Espaço do Associado, a aba “ELEIÇÃO GAT VIII – VOTAR” só aparecerá para quem está apto a votar (associados pós-98). Em caso de dúvidas, a Comissão Especial Eleitoral (CEE) está à disposição no seguinte e-mail: cee@anabb.org.br.

Aos associados que forem votar, vale destacar que o sistema sempre indica opções de “retornar” ou “escolher mais candidatos” (caso não tenha selecionado os 7). Também esclarece que o voto “branco” ou “nulo” é apenas pra “fins de estatística “e não é computado como voto válido.

Leia Mais

Diretoria da AGEBB apoia Thiago Eloi nas Eleições GAT VIII da ANABB

Fonte: ANABB

Banco do Brasil pagará JCP bilionário em março; veja valor por ação

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O Banco do Brasil (BBAS3) pagará um total de R$ 1 bilhão em Juros Sobre Capital Próprio (JCP) aos seus acionistas, segundo fato relevante divulgado nesta sexta-feira (24). O valor dos proventos por ação será de R$ 0,35 por ação do Banco do Brasil, que serão pagos no dia 31 de março.

Apenas os investidores com ações do Banco do Brasil no dia 14 de março terão direito de receber os rendimentos.

A partir do dia 15 de março, as ações BBAS3 serão negociadas sem direito aos rendimentos. Ou seja, quem comprar os papéis no pregão do dia 15 já não receberão o JCP do Banco do Brasil.

Segundo documento arquivado na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), esses proventos fazem parte dos rendimentos relativos ao primeiro trimestre de 2023

O valor dos JCP terá retenção do imposto de renda na fonte, com alíquota de 15%, resultando em aproximadamente R$ 0,299 por ação.

JCP do Banco do Brasil

Valor total: R$ 1 bilhão
Valor por ação: R$ 0,35203697246
Data de corte: 14 de março
Data do pagamento: 31 de março
Rendimento (dividend yield) do pagamento: 0,85%

No pregão de hoje, a cotação das ações do BB cai 2,6%, a R$ 40,28. No ano, o papel acumula alta de 21%.

BBAS3 vai aumentar proventos?

Analistas da XP Investimentos esperam que o BB aumente o patamar proporcional de dividendos por ação neste e no próximo ano – representado pelo indicador de dividend yield (DY).

Segundo a casa, os dividendos do Banco do Brasil devem representar um yield de 10,6% neste ano e de 11,2% no ano seguinte.

Atualmente, segundo dados do Status Invest, as ações BBAS3 ostentam um yield de 9,9%, com R$ 4,17 pagos por ação ordinária nos últimos 12 meses.

Com essa projeção, a XP espera que o Banco do Brasil seja a companhia do setor financeiro a pagar mais proventos aos seus acionistas neste e no próximo ano.

Além disso, deve ser a única companhia dentre bancos e derivados que pagará dividendos de dois dígitos.

A segunda maior projeção é para a B3 (B3SA3) neste ano, de 7,7%. O Banrisul (BRSR6), por sua vez, tem a segunda maior projeção para 2024, de 9,9% de yield, ficando logo atrás do Banco do Brasil par ao ano em questão.

Fonte: Suno

Governo avalia retomar linha de liquidez aos bancos para tentar evitar crise de crédito

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O governo Lula considera retomar uma linha de liquidez para os bancos no caso de um cenário de restrição ao crédito na economia. Outra medida que está sendo considerada pela área econômica é usar o Pronampe, linha de crédito de apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte criada durante a pandemia da covid-19.

Segundo apurou o Estadão, as duas medidas estão sob análise e podem ser utilizadas para evitar uma crise de crédito no País. Como antecipou reportagem do Estadão/Broadcast, no último dia 16, uma desaceleração intensa do crédito entrou no radar do mercado e pode representar prejuízos à atividade econômica este ano – e, no limite, levar a uma recessão.

Embora não seja o cenário-base dos analistas, a expectativa de uma taxa básica de juros (Selic) alta por mais tempo trouxe esse risco à tona, numa situação agravada pelo caso das Lojas Americanas e depois de os principais bancos do País sinalizarem menor disposição para conceder empréstimos.

Em entrevista ao Estadão, o secretário executivo do Ministério da Fazenda, Gabriel Galípolo, acenou com medidas que chamou de compensatórios para dar liquidez. O aumento do crédito é foco da equipe econômica.

Fontes da área econômica informaram que a linha emergencial de liquidez aos bancos em estudo é semelhante à que foi adotada na época da crise financeira internacional em 2008. Essa linha foi usada pelos países europeus e depois copiada pelo Brasil. Mais tarde, o Banco Central retirou a oferta da linha.

A linha dá liquidez aos bancos e utiliza como colateral (garantia) uma carteira de créditos de renda fixa, como debêntures, que tenham um bom rating (avaliação). São ativos negociados no mercado secundário.

O mecanismo é o seguinte: a instituição financeira oferece como garantia essa carteira e o Banco Central dá uma linha de crédito com custo um pouco acima da taxa do Desconto Interbancário (DI).

As duas alternativas em análise são complementares, mas não as únicas em estudo para uma eventual necessidade de um programa emergencial.

No caso do Pronampe, já há uma Medida Provisória no Congresso que trata da nova estrutura do programa de garantia de crédito.

Fonte: Estadão

Banco do Brasil indica João Fukunaga para presidência da Previ

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Com a aposentadoria de Daniel Stieler e a consequente vacância do cargo de presidente da Previ, o Banco do Brasil indicou João Luiz Fukunaga para presidir a Entidade, com mandato até 31/05/2026. O Conselho Deliberativo da Previ já aprovou a indicação do patrocinador, conforme previsão estatutária.

Fukunaga é funcionário do Banco do Brasil desde 2008 e será o primeiro presidente da Previ associado ao Plano Previ Futuro. A posse do novo presidente ocorrerá após a emissão do atestado de habilitação de dirigente pela Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc).

Até a habilitação de Fukunaga pela Previc, a presidência da Previ será exercida interinamente pelo seu Diretor de Participações, Fernando Sabbi Melgarejo, conforme previsto no estatuto da Entidade.

A Previ é um dos maiores fundos de pensão do país, ao lado dos da Petrobras (Petros) e da Caixa Econômica Federal (Funcef). Juntos, os três representam quase 40% do setor; de acordo com dados de 2021, eles detêm cerca de R$ 400 bilhões em investimentos.

Fonte: Previ

BB prorroga prazo de inscrições de concurso público para 6 mil vagas

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O Banco do Brasil (BBAS3) prorrogou o prazo de inscrições do concurso público para 6 mil vagas de escriturário. Inicialmente previsto para terminar nesta sexta-feira, 24, o prazo agora terá fim somente no dia 3 de março.

As vagas no concurso do Banco do Brasil são nas funções de Agente de Tecnologia e Agente Comercial, com remuneração inicial de R$ 3.622,23. No total, são 4 mil vagas imediatas no Banco do Brasil e mais 2 mil para cadastro de reserva, distribuídas da seguinte forma:

– 2 mil vagas de Escriturário – Agente de Tecnologia, mais mil de cadastro de reserva;
– 2 mil vagas para Escriturário – Agente Comercial, e outras mil de cadastro de reserva.

Há vagas disponíveis em dependências situadas em todos os Estados e no Distrito Federal. Os cargos exigem certificado de conclusão ou diploma de curso de nível médio.

Do total de vagas oferecidas, 5% são reservadas para pessoas com deficiência e 20% para candidatos que se autodeclaram negros.

Inscrições para o concurso do Banco do Brasil

A realização do concurso público é uma parceria do Banco do Brasil com a Fundação Cesgranrio. Para se inscrever, é preciso acessar a página da Fundação Cesgranrio. O link para o concurso do Banco do Brasil aparece em “Banco do Brasil- Prorrogação”.

A taxa de inscrição para o concurso é de R$ 50. As inscrições poderão ser realizadas até às 23h59 do dia 3 de março de 2023, no horário de Brasília.

No momento da inscrição, o candidato deverá escolher a UF/Macrorregião/Microrregião e a cidade de realização das provas.

A seleção será realizada por meio de provas objetivas e de redação, que terão duração de 5 horas. A previsão é de que as provas objetivas sejam aplicadas no dia 23 de abril.

As provas objetivas da prova do concurso do BB terão 70 questões de múltipla escolha, sendo 25 questões de Conhecimentos Básicos (Língua Portuguesa, Língua Inglesa, Matemática e Atualidades do Mercado Financeiro) e 45 questões de Conhecimentos Específicos, de acordo com a vaga pretendida:

– Agente de Tecnologia: Probabilidade e Estatística, Conhecimentos Bancários e Tecnologia da Informação;

– Agente Comercial: Matemática Financeira, Conhecimentos Bancários, Conhecimentos de Informática e Vendas e Negociação.

É possível conferir mais informações sobre o concurso do Banco do Brasil na mesma página da Cesgranrio.

A validade do concurso será de um ano, a contar da data da homologação dos resultados finais, podendo ser prorrogada uma única vez por igual período.

A data prevista para a divulgação dos resultados finais do concurso do Banco do Brasil é 14 de julho.

Fonte: Suno

 

BB e Fundação BB: apoio às pessoas que sofrem com as enchentes em SP

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O Banco do Brasil e a Fundação BB estão mobilizados no apoio às pessoas diretamente atingidas pelas enchentes em São Paulo, por meio do programa estruturado Ajuda Humanitária. As doações voluntárias serão somadas ao montante de R$ 500 mil que a Fundação BB já está doando. Todo o recurso arrecadado será destinado para aquisição e entrega de itens de primeira necessidade às famílias, como produtos de higiene e colchões.

Sua doação transforma vidas. Participe deste movimento solidário. Para doar qualquer valor voluntariamente para esta campanha de mobilização, ampliando o impacto social positivo, os dados bancários são:

Banco do Brasil – 001

Agência 1607-1

Conta 11000-0

Fonte: Previ

Banco do Brasil quer investir ainda mais em energias renováveis

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O Banco de Brasil vem há tempos investindo em fazendas solares, que agrega eficiência ao negócio, para abastecer as agências da rede. O resultado tem sido tão positivo que a instituição quer agora atingir um nível de suprimento de energia 90% renovável até 2024. O objetivo será alcançado por meio de geração distribuída remota, com 22%, e pelo mercado livre, com 68%.

De acordo com Mauro Ribeiro Neto, vice-presidente Corporativo da instituição, trata-se de um compromisso do banco com a eficiência e com a sustentabilidade dos seus negócios. “É uma meta desafiadora, mas plenamente factível de ser cumprida até 2024″, afirmou.

Atualmente, 10% da eletricidade consumida pelo banco já é solar. Outros 20% são adquiridos no mercado livre, a partir de fontes renováveis – a energia vem da comercializadora da EDP, selecionada por meio de licitação.

Até o momento, sete fazendas solares foram contratadas no Distrito Federal, Goiás, Pará, Bahia e Ceará, além de duas em Minas Gerais. Outras três devem ser licitadas em breve em São Paulo, Paraná e Santa Catarina. O investimento também deve gerar ao BB uma economia de quase R$ 200 milhões em gastos com energia até 2025.

O modelo de fazendas solares é o de geração distribuída remota, em que pequenas usinas de até 5 megawatts (MW) produzem energia a clientes distantes desses locais. A eletricidade injetada na rede gera créditos que são usados pelos edifícios do BB.

Em paralelo, o banco atua para reduzir o consumo de energia, com substituição de lâmpadas, modernização de equipamentos e um projeto de inteligência artificial e automação de aparelhos de ar condicionado. “Sensores instalados nos edifícios que otimizam o consumo e mantêm a refrigeração já reduziram os gastos em 30%”, comentou o diretor de Suprimentos, Infraestrutura e Patrimônio do BB, Ricardo Forni. “Nosso projeto de ecoeficiência energética está prospectando continuamente soluções de mercado que viabilizem ações concretas que se traduzam em eficiência e sustentabilidade”, afirmou.

O Banco do Brasil tornou-se a primeira instituição administração pública do país a ter a própria usina de energia solar com o objetivo de abastecer as próprias agências. Com capacidade de geração de 14 gigawatts-hora (GWh), inaugurou a usina de energia solar de Porteirinha, no norte de Minas Gerais em março deste ano.

Licitada pelo banco e construída pela empresa de energia EDP, a usina vai garantir o fornecimento de energia renovável para 100 agências no estado, permitindo à instituição economizar R$ 80 milhões em 12 anos. O local tem 19 mil painéis solares concentrados em 20 hectares, o suficiente para abastecer 5.833 residências com consumo médio anual de 2.400 kWh.

A energia produzida entra no sistema da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig). A distribuidora usa essa energia em sua rede e devolve o serviço como crédito na conta de luz do Banco do Brasil. Segundo a instituição financeira, o empreendimento permitirá a redução de 58% na conta de energia das agências em Minas Gerais e diminuirá a emissão de dióxido de carbono em 1 mil toneladas por ano, o equivalente ao plantio de cerca de sete 7 mil árvores.

Fonte: Portal Solar

Secretaria da Agricultura e BB renovam parceria para atendimento ao produtor rural

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A parceria visa aprimorar o atendimento aos produtores rurais do Estado de São Paulo, proporcionando juros baixos, facilidades no atendimento através das plataformas digitais do banco e apoio ao Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista – FEAP. O encontro serviu também para apresentar a nova cúpula da superintendência do Banco do Brasil.

“Estamos à disposição. A parceria será renovada até 2027, com a intenção de prolongarmos por um período mais longo.”, comentou Fernando Favoreto, superintendente Regional Sudeste l do Banco do Brasil.

O secretário de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, Antonio Junqueira, ressaltou a parceria com o Banco do Brasil e a importância para os produtores: “vamos continuar sendo parceiros. Temos que facilitar a vida dos produtores rurais”

Para o secretário Executivo da secretaria de Agricultura e Abastecimento Marcos Renato Böttcher, a parceria é positiva e benéfica: “toda parceria é muito bem-vinda”.

A reunião foi realizada nesta quinta-feira (23/02), na sede da secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, e contou com a participação do secretário executivo do Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista – FEAP, Francisco Martins, do gerente geral do escritório Setor Público, Ricardo Bacci, da assessora da diretoria de agro, Adriana Bezerra e da gerente de Relacionamento do Escritório do Setor Público, Fernanda dos Santos Eloi.

Fonte: Secretaria da Agricultura

CVM e Banco do Brasil realizam encontro institucional em Brasília

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Representantes da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e do Banco do Brasil estiveram reunidos em Brasília para um encontro institucional. Em pauta, temas de interesse comum às instituições.

“É tempo de diálogo, de construções coletivas. Momento de buscar contato, parcerias e focar em organização e desenvolvimento. Agradeço a oportunidade e o acolhimento de toda a equipe do Banco do Brasil, na figura da Presidenta Tarciana Medeiros”, disse o Presidente da CVM João Pedro Nascimento.

“Aproveito a ocasião pra desejar um excelente mandato à Presidenta Tarciana Medeiros na condução do BB”, finalizou o Presidente da CVM.

Fonte: Gov.br

Banco do Brasil pede falência de famosa faculdade para Justiça

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Uma das instituições de ensino privadas mais conceituadas na área da Comunicação Social solicitou recuperação judicial. Contudo, o Banco do Brasil começou a pressionar o Tribunal de Justiça para que esta declare estado de falência.

Em 2022, a Organização Hélio Alonso de Educação e Cultura (OHAEC) – constituída pelas Faculdades Integradas Hélio Alonso (Facha) e pelo Colégio Hélio Alonso (CHA) – entrou com um pedido de recuperação judicial no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.

Desde então, o pedido tem passado por diversas etapas de análise e se encontra, atualmente, sob análise do juiz Alexandre Mesquita, da 3ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro.

Em síntese, a recuperação judicial se baseia na suspensão temporária de cobranças, na nomeação de um representante da Justiça para ser o intermediário entre credores e a empresa devedora e, enfim, a elaboração de um plano de recuperação.

Neste plano, a proposta engloba prazos mais acessíveis para os devedores para quitar as pendências junto aos credores. Caso a empresa não cumpra o acordo ou não seja possível uma negociação, os credores podem solicitar a falência da empresa devedora.

Neste caso, a empresa fecha as portas, encerrando toda e qualquer atividade. Além disso, todas as propriedades do negócio vão para leilão, a fim de abater parte das dívidas.

Facha se posiciona quanto a pedido de Banco do Brasil

Em nota oficial, a instituição universitária aponta que o pedido não tem respaldo em lei. Veja:

“A recuperação judicial da OHAEC, mantenedora da Facha, encontra-se em tramitação regular. E a etapa atual, fundamental para o bom andamento do processo, é a de negociação do plano com os credores. A posição do Banco do Brasil (…) é tecnicamente uma manifestação isolada de ‘objeção ao plano’, além de não ter qualquer respaldo na lei, uma vez que a deliberação acerca dos meios para renegociação das dívidas é prerrogativa da coletividade dos credores (…) e não sua isoladamente”.

Ademais, a nota também reforça o otimismo da empresa em quitar as pendências e manter as atividades.

“A OHAEC está segura e confiante em sua capacidade de preservar sua relevante e cinquentenária atividade em benefício de toda a sociedade, bem como de alcançar junto aos seus credores uma negociação saudável e responsável”.

Fonte: JDV.com

Previ tem nova carteira de Financiamento Imobiliário

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A Diretoria Executiva da Previ, em atendimento à demanda dos associados, aprovou uma nova carteira de Financiamento Imobiliário que passa a vigorar a partir de 27/2. Um dos destaques do novo modelo é a mudança na forma de apuração das prestações mensais, que terão como base o sistema Price. O objetivo é evitar oscilações expressivas no valor mensal das prestações.

A nova carteira está em conformidade com a Resolução CMN 4.994, de 24 de março de 2022, que prevê a obrigatoriedade de contratação do Seguro Habitacional para cobertura dos riscos de Morte e Invalidez Permanente (MIP) e Danos Físicos ao Imóvel (DFI), o que possibilita a utilização dos recursos do FGTS nas amortizações e liquidações.

Outra mudança é o aumento do limite do comprometimento máximo de renda do participante, que subirá dos atuais 20% para 25% da renda bruta. O prazo máximo de concessão do financiamento na nova carteira é de 360 meses e a idade máxima é de 80 anos.

Migração é opcional

Operações iniciadas a partir de 27/2/2023 entram automaticamente na nova carteira. Quem já possui operações de financiamento imobiliário na Previ pode optar pela repactuação do contrato vigente, desde que o participante se enquadre às regras do novo modelo.

Mas lembre-se: é importante avaliar com cautela as condições de ambos os contratos antes da tomada de decisão, já que não há previsão de reversão dos contratos migrados. Ou seja: a partir do momento que a migração é efetuada, não é mais possível retornar para o contrato antigo.
Encargos permanecem os menores possíveis

O novo modelo não altera os encargos cobrados no Financiamento Imobiliário. A Previ continuará a cobrar o mínimo previsto pela legislação: isto significa cobrar a taxa atuarial de cada plano, acrescida da inflação medida pelo INPC. Estamos falando de 4,62% ao ano mais INPC, no Previ Futuro; e de 4,75% anuais mais INPC, no Plano 1.

Como financiar um imóvel com a Previ?

Para ser apto a financiar um imóvel pela Previ, é necessário ser associado do Plano 1 ou do Previ Futuro por pelo menos dez anos. Se você já se enquadra nesse perfil, acesse a opção “Empréstimos e Financiamentos” no autoatendimento e clique em “Manifestar Interesse”. Nesta mesma seção também é possível verificar o valor máximo que você pode financiar, assim como o da prestação, e simular uma operação.

Após manifestar interesse, é preciso aguardar a convocação, que pode ser acompanhada pelo App Previ ou pelo autoatendimento do site, para habilitar a opção “Financiar Imóvel”. O modelo de Financiamento Imobiliário da Previ permite a concessão de até 100% do valor de avaliação do imóvel – não sendo necessário dar entrada – e garante a limitação do valor da prestação mensal a 30% da renda bruta do participante.

Para conhecer mais sobre o Financiamento Imobiliário, acesse a opção “Empréstimos e Financiamentos” no menu principal do site.

Fonte: Previ

 

Bancos brasileiros investem mais de R$ 30 bi em tecnologia por ano

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Os investimentos em tecnologia da informação têm sido prioridade absoluta dos bancos brasileiros nas últimas décadas. A avaliação é de Rodrigo Mulinari, diretor do Comitê de Inovação e Tecnologia da Federação Brasileira de Bancos (Febraban). “O processo de automação bancária passou por várias etapas, que incluem a aquisição dos primeiros equipamentos para as operações de retaguarda das instituições, a implantação de sistemas em tempo real, a automatização das agências, a expansão da rede de caixas eletrônicos e a utilização em massa do internet e mobile banking”, diz.

Ele afirma que os bancos fazem parte do setor da economia que mais investe em tecnologia da informação, sempre encontrando formas de ser mais eficientes e prestar um melhor atendimento aos milhões de clientes que têm. “Nas últimas décadas, dezenas de milhões de brasileiros viram o acesso aos bancos facilitado e a oferta de crédito e de outros produtos bancários crescer, tudo isso movido pelo que há de mais moderno e que a tecnologia nos oferece”, diz Mulinari.

Atualmente, os bancos investem cerca de R$ 30 bilhões em tecnologia anualmente, sendo que, deste total, 10% são voltados para a segurança da informação. A infraestrutura bancária no Brasil é uma das maiores do mundo, capaz de suportar 120 bilhões de transações a cada ano.

Para Estevão Lazanha, diretor de Canais Digitais e Open Finance do Itaú Unibanco, o avanço tecnológico é condicionante e impulsionador na implementação de produtos e serviços cada vez mais inovadores.

“Além disso, vemos também o cenário regulatório acompanhando esta agenda, com destaque para a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), que garante segurança no processo e autonomia para o cliente, enquanto dono dos seus dados. Assim, toda vez que ocorrer o compartilhamento de dados, a finalidade do seu uso estará bem definida e o cliente pode escolher se deseja ou não seguir com o compartilhamento”, destaca Lazanha.

País é protagonista em inteligência financeira

O Brasil tem ocupado papel de destaque quando o assunto é inovação tecnológica nos bancos. Para se ter uma ideia, o País foi um dos primeiros mercados mundiais a implementar o chip nos cartões, que continua sendo a solução mais segura que existe para o mercado de cartões de crédito e débito. No Brasil, os primeiros passos da migração da tarja magnética ocorreram na primeira metade dos anos 2000.

“O Brasil também saltou na frente na implementação do internet banking no início dos anos 1990 e foi pioneiro na implantação do mobile banking. Os resultados mais recentes da Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária apontam que as transações bancárias feitas por pessoas físicas pelos canais digitais – internet e mobile banking – foram responsáveis por 70% das operações atualmente no País”, diz Rodrigo Mulinari, diretor do Comitê de Inovação e Tecnologia da Federação Brasileira de Bancos (Febraban).

“Atualmente, vivemos uma disrupção em modelos de negócios que coloca a indústria financeira diante dos desafios da hiperconectividade, com novos serviços e produtos personalizados para os clientes. A indústria financeira ganha papel de protagonista na vanguarda dessa revolução alimentada por tecnologias como a internet das coisas, que liga à rede mundial de computadores os mais triviais equipamentos domésticos, e a chamada big data, a capacidade de coletar e resgatar enormes quantidades de informação. O uso dessas inovações pode resultar em produtos e serviços mais inovadores para os clientes e em maior eficiência operacional”, diz.

E as inovações não param por aí. A inteligência artificial tem revolucionado os serviços bancários, e está aproximando os bancos de seus clientes, permitindo que o atendimento fique cada vez mais personalizado. A parte mais visível dessa mudança pode ser vista em canais como os chatbots e assistentes virtuais.

Fonte: Estadão

 

Diretoria da AGEBB apoia Thiago Eloi nas Eleições GAT VIII da ANABB

Publicado em: 17/02/2023

Entre os próximos dias 23 de fevereiro e 3 de março, a Associação Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil (ANABB) realiza as Eleições GAT VIII. O Grupo de Assessoramento Temático (GAT) é formado por colegas que se unem para debater e apresentar ideias a respeito de temas importantes para o funcionalismo do banco.

A diretoria da AGEBB, sob o comando de Adriano Domingos, apoia o candidato Thiago Eloi Onofre, funcionário do BB desde 2015. “Confiamos no Thiago pela experiência e o comprometimento que ele tem com as causas e questões que envolvem os funcionários da instituição. É um parceiro de trabalho muito competente e extremamente qualificado para as atribuições do GAT VIII”, justifica Domingos.

O candidato Thiago Eloi corrobora com Adriano e revela suas metas. “Uma vez eleito, meu objetivo é auxiliar e contribuir para que as discussões sobre temas do funcionalismo do BB se transformem em recomendações de caráter técnico e sudsidiem as tomadas de decisões dos conselhos da ANABB”, destaca.

Formado em Administração com MBA em Recursos Humanos, Thiago Eloi é hoje Asneg do Esc. Ele também voluntariamente como coordenador do Conselho de Usuários da Cassi de São Paulo e é diretor financeiro do Satélite, além de ser delegado seccional São Paulo da Cooperforte.

O GAT VIII é formado exclusivamente por funcionários pós-98 do BB e de bancos incorporados, que juntos sugerem ideias para que a ANABB possa lutar pelos direitos de quem está na ativa. Os associados podem votar em até sete candidatos por meio do Espaço do Associado no portal da própria ANABB (https://www2.anabb.org.br).

No total, concorrem às Eleições GAT VIII um total de 117 candidatos. A proclamação dos eleitos ocorre no dia 10 de março e a cerimônia de posse acontece quatro dias depois.

Fonte: AGEBB

 

 

Banco do Brasil entrega o maior ROE do setor; lucro em 2022 foi de R$ 31,8 bi

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O Banco do Brasil apresentou um lucro líquido ajustado de R$ 31,8 bilhões no ano de 2022, crescimento expressivo de 51,3% na comparação com 2021, o que representa um RSPL (retorno sobre patrimônio líquido) de 21,1%.

No trimestre, o lucro líquido ajustado alcançou R$ 9,0 bilhões, o maior ROE entre os bancões, 52,4% acima do quarto trimestre de 2021, renovando recorde de geração de resultados trimestrais. O RSPL atingiu 23,0%.

O resultado do Banco do Brasil foi alicerçado no crescimento responsável da carteira de crédito, com inadimplência controlada, no fortalecimento da geração e diversificação de receitas e na disciplina na gestão de custos, tudo isso somado a uma sólida estrutura de capital.

Nos destaques patrimoniais, os ativos totais fecharam 2022 acima de R$ 2 trilhões. O Banco do Brasil distribuiu aos seus acionistas R$ 11,8 bilhões em dividendos e juros sobre capital próprio referentes ao resultado de 2022, equivalente a um payout de 40%. Em 2022, o BB agregou à sociedade o valor adicionado de R$ 80,1 bilhões, crescimento de 35,9% frente ao ano de 2021.

Compõem esse montante o pagamento de juros sobre o capital próprio e dividendos, impostos, folha de pagamento, cadeia de fornecedores entre outras. Como reconhecimento à contribuição para uma economia mais sustentável, pela quarta vez, o Banco do Brasil foi eleito como o Banco mais sustentável do mundo (edições de 2019, 2021, 2022 e 2023), sendo a única empresa brasileira classificada no referido ranking das 100 Corporações Mais Sustentáveis do Mundo 2023 –Global 100.

Carteira de crédito ampliada: R$ 1 trilhão

A carteira de crédito ampliada, que inclui TVM privados e garantias, superou a marca expressiva histórica de R$ 1,0 trilhão em dezembro/22, crescimento anual de 14,8%, fruto do relacionamento com nossos clientes, das soluções ofertadas de forma personalizada. Na comparação trimestral, o crescimento foi de 3,7%.

Carteira ampliada pessoa física

Crescimento de 2,7% no trimestre e 9,0% no ano, totalizando R$289,6 bilhões, influenciada pelo desempenho na carteira de crédito consignado que alcançou R$ 115,1 bilhões.

Carteira ampliada pessoa jurídica

Registrou incremento trimestral de 1,1% e de 12,8% em 12 meses, totalizando R$358,5 bilhões, com ênfase para os crescimentos de operações com recebíveis (+11,3% no trimestre e +20,4% em 12 meses) e de TVM privados e garantias (+4,6% no trimestre e +21,4% em 12 meses).

O BB reafirmou seu compromisso com empresas de pequeno porte, com destaque para os desembolsos realizados na linha do Pronampe a partir de julho que totalizaram R$ 12 bilhões, beneficiando 128 mil MPEs, sendo líder no programa.

Carteira ampliada agronegócios

Atingiu R$ 309,7 bilhões, um crescimento de 8,3% no trimestre e 24,9% em 12 meses. O BB manteve a posição histórica de principal agente financeiro do agronegócio, contribuindo de forma expressiva com toda a cadeia do agro.

Carteira de negócios sustentáveis

Atingiu R$ 327,3 bilhões em 2022, crescimento de 12,3% em 12 meses. Esse montante foi contratado em linhas de crédito com elevada adicionalidade ambiental e/ou social ou destinado a financiar atividades e/ou segmentos que possuem externalidades positivas e representa 33% da carteira ampliada do BB, mostrando o compromisso do banco com temas de ASG.

Inadimplência sob controle

A Inad + 90 (relação entre as operações vencidas há mais de 90 dias e o saldo da carteira de crédito classificada) atingiu 2,5% em dezembro de 2022, mantendo-se abaixo do Sistema Financeiro Nacional, que encerrou o período em 3,0%. O índice de cobertura do BB foi de 227,1% em dezembro de 2022.

Capital

O Índice de Basileia foi de 16,65% em dezembro de 2022. O Índice de Capital Nível I atingiu 14,74%, sendo 12,01% de capital principal.

Dinâmica de receitas e despesas

As Receitas de Prestação de Serviços somaram R$ 32,3 bilhões em 2022, crescimento de 10,2% no ano, influenciado principalmente pelo desempenho nas linhas de administração de fundos (+11,8%), seguros, previdência e capitalização (+14,6%) e operações de crédito e garantia (+27,4%). O Banco do Brasil diversificou fontes de receitas com novos serviços e produtos, com destaque para a Loja BB.

As despesas administrativas cresceram 5,6% na comparação anual, abaixo da inflação acumulada em 12 meses, demonstrando compromisso na gestão de despesas.

O índice de eficiência acumulado em 12 meses atingiu 29,4%, o melhor da série histórica.

Foco no relacionamento

Com atendimento completo, humano e digital, o BB está presente onde e quando o cliente quiser, com produtos e serviços para todos os momentos de vida, provendo relacionamento de confiança e duradouro, proporcionando a melhor experiência e gerando satisfação. Nesse contexto, o NPS apresentou elevação de 10 pontos em 2022, patamar mais alto da série histórica.

Além disso, o BB foi o primeiro grande banco a reduzir o índice de reclamações para 1 dígito no Ranking Bacen.

O BB utiliza tecnologia e conhecimento para oferecer soluções de inteligência financeira para todo seu público, intensificando sua atuação responsável.

A solução Minhas Finanças Multibanco, que auxilia gestão de finanças pessoais, já gerou mais de 1milhão de planejamentos orçamentários, que propuseram mais de R$ 3 bilhões em economias para os clientes.

No ecossistema das empresas, as plataformas Liga PJ e Painel PJ apoiam a saúde financeira, a gestão e trazem consultoria especializada para os empreendedores. Tudo isso com tecnologia open finance e muitas parcerias para uma experiência completa.

A capacidade do BB de criar soluções inovadoras e entregar valor aos clientes concedeu ao Banco mais um reconhecimento, o Organizations leading Open Finance.

O Banco do Brasil foi a única empresa brasileira listada no ranking global de Empresas que Lideram o Progresso do Open Finance no mundo, da Open Future World.

Fonte: Banco do Brasil

 

Banco do Brasil pagará R$ 14 bilhões em dividendos neste ano, projeta XP Investimentos

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Projeções da XP Investimentos indicam que o Banco do Brasil (BBAS3) pode pagar uma cifra de R$ 14 bilhões em dividendos no ano de 2023. Essa projeção dos dividendos do Banco do Brasil leva em consideração a projeção de lucros para este ano (que consta no guidance).

Isso, pois o BB estima que lucrará entre R$ 33 bilhões e R$ 37 bilhões, e o Conselho de Administração aprovou a distribuição de uma fatia do lucro líquido (payout) de 40% em meados de janeiro.

Se isso se concretizar, a proporção entre o valor dos dividendos e a cotação das ações (ou dividend yield) deve ser de 14% no ano.

Essa projeção, de yield na casa dos dois dígitos, fica em linha com o que especialistas da XP já apontavam há alguns meses, citando o BB como o banco com o maior potencial de pagar proventos em 2023.

Os especialistas ainda detalham que neste ano serão oito pagamentos de dividendos, sendo quatro realizados ao longo dos trimestres de referência, de forma antecipada, e outros quatro pagamentos complementares, feitos após o encerramento dos trimestres de referência.

Dividendos do Banco do Brasil em 2023

Proventos antecipados

Referência: 1º trimestre de 2023 – 31/03/2023
Referência: 2º trimestre de 2023 – 30/06/2023
Referência: 3º trimestre de 2023 – 29/09/2023
Referência: 4º trimestre de 2023 – 28/12/2023

Proventos complementares

Referência: 1º trimestre de 2023 – 12/06/2023
Referência: 2º trimestre de 2023 – 30/08/2023
Referência: 3º trimestre de 2023 – 30/11/2023
Referência: 4º trimestre de 2023 – 29/02/2024

Veja o pagamento mais recente do BBAS3

Ainda nesta semana, o Banco do Brasil anunciou um novo pagamento de dividendos logo após divulgar seu balanço financeiro referente ao quarto trimestre de 2022 (4T22).

Conforme divulgado pelo Suno Notícias, são R$ 671,9 milhões em dividendos e R$ 1,63 bilhão em Juros sobre Capital Próprio (JCP), totalizando então R$ 2,3 bilhões em proventos aos acionistas que detém BBAS3.

Com isso, serão R$ 0,58 pagos por ação ordinária no caso do JCP do Banco do Brasil e R$ 0,23 pagos por ação ordinária no caso dos dividendos.

Segundo a própria empresa, “os valores pagos serão atualizados, pela taxa Selic, da data do balanço (31/12/2022) até a data do pagamento (03/03/2023)”.

Os dados mais atualizados do Status Invest mostram que o yield atual do Banco do Brasil é de 10%, com R$ 4,17 pagos por ação no acumulado dos últimos 12 meses.

Fonte: Suno Notícias

 

Banco do Brasil vai pagar R$ 2,3 bilhões em dividendos e JCP em março

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O Banco do Brasil (BBAS3) anunciou a distribuição de R$ 2,3 bilhões em dividendos e juros sobre o capital próprio (JCP) aos acionistas. O pagamento será feito no dia 3 de março de 2023, conforme anunciado na segunda-feira (13).
O montante, que é referente ao quarto trimestre de 2022, é calculado com base no balanço fechado em 31 de dezembro e representa um valor bruto por ação de R$ 0,80902319957 – dos quais R$ 0,23549139130 por ação são referentes aos dividendos, e R$ 0,57353180827 por ação, ao JCP complementar.

Os valores pagos serão atualizados, pela taxa Selic, da data do balanço (31 de dezembro) até a data do pagamento, destacou a companhia. Até segunda (13), a correção correspondia a um valor total de R$ 0,82185820218 por ação.
As ações do Banco do Brasil serão negociadas “ex-dividendos” a partir do dia 24 de fevereiro. Isso significa que para receber os dividendos, é preciso que o investidor tenha posição nas ações do banco até o fechamento do pregão do dia 23.

Balanço do 4º trimestre

O anúncio de proventos veio junto com a divulgação de resultados do banco referentes ao quarto trimestre de 2022. No período, o banco reportou lucro líquido ajustado de R$ 31,8 bilhões, um crescimento anual de 51,3%, com um ROE (retorno sobre o patrimônio) de 21,1%.

Somente nos últimos três meses de 2022, o lucro somou R$ 9 bilhões, aumento de 52,4% em 12 meses, renovando recorde de geração de resultados trimestrais, com o ROE trimestral de 23%.

Em comunicado, o BB atribuiu o resultado ao “crescimento da carteira de crédito, com inadimplência controlada, no fortalecimento da geração e diversificação de receitas e na disciplina na gestão de custos”.

O BB informou ainda que distribuiu aos seus acionistas R$ 11,8 bilhões em dividendos e juros sobre capital próprio referentes ao resultado de 2022, equivalente a um payout de 40%.

Em dezembro, o Banco do Brasil distribuiu R$ 986 milhões sob a forma de JCP.

Fonte: Bloomberg Línea

 

 

Nova presidente do BB diz que governança é escudo contra “dedo do governo”

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A nova gestão do Banco do Brasil está buscando dissipar a nuvem de desconfiança que paira sobre ela. Depois das interferências que a instituição sofreu durante o governo da ex-presidente Dilma Rousseff, muitos temem que a prática possa voltar no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O temor do mercado é que o novo governo retome as políticas intervencionistas de Dilma, forçando o Banco do Brasil e a Caixa a concederem mais crédito do que podem para estimular o crescimento da economia. Durante o mandato da ex-presidente, a participação dos bancos públicos no mercado de crédito total passou de 40% para 60%, segundo estudo do Itaú BBA, pressionando os balanços das instituições.

Mas a nova presidente da instituição, Tarciana Medeiros, buscou tranquilizar analistas e investidores a respeito desse tema. Segundo ela, a governança corporativa evoluiu ao longo dos anos, impedindo que a política possa determinar a condução do banco.

“Somos um banco que conta com uma governança corporativa muito forte, que ao longo dos anos evoluiu bastante”, disse ela na terça-feira, 14 de fevereiro, na teleconferência de resultados do quarto trimestre. “Quanto aos riscos de interferência, acreditamos que estamos bem protegidos.”

A declaração ocorre após o Banco do Brasil ter fechado 2022 com resultados recordes, obtidos na gestão de Fausto Ribeiro, indicado ao comando em abril de 2021. Medeiros assumiu o cargo em 16 de janeiro.

O banco registrou em 2022 um lucro líquido ajustado de R$ 31,8 bilhões, aumento de 51,3% em relação a 2021. No quarto trimestre, o lucro líquido ajustado alcançou R$ 9 bilhões, alta de 8,1% em relação ao terceiro trimestre e 52,4% ante o mesmo período de 2021.

O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) anualizado alcançou 21,1% no ano, ficando acima de seus pares privados – o Itaú registrou um retorno de 20,3%, o Bradesco de 13,1% e o Santander de 16,3%.

Em time que está ganhando

Primeira mulher a comandar o Banco do Brasil em seus 214 anos de história, Medeiros afirmou que sua administração no Banco do Brasil pretende construir em cima daquilo que seus antecessores criaram. Segundo ela, o plano é manter o foco na disciplina de capital, no retorno ao acionista e no controle de despesas.

“Todos os meus antecessores trouxeram a empresa até aqui e cabe a nós assumir esse legado e avançar ainda mais, encontrando soluções e modelos de negócios para adaptar o bancos às mudanças no mercado”, afirmou.

O novo corpo diretor do Banco do Brasil citou que o guidance estabelecido para 2023 pressupõe uma relativa manutenção do que vinha sendo feito, embora destaquem que ajustes podem ser realizados ao longo do caminho.
O Banco do Brasil prevê fechar 2023 com lucro líquido ajustado entre R$ 33 bilhões e R$ 37 bilhões, com o diretor financeiro, José Ricardo Forni, avaliando que o ROE pode ficar um pouco abaixo do apurado em 2022, mas na casa dos 20%.

“Um pedaço do ROE tem relação com o nível de juros da economia e a perspectiva futura é de redução da taxa de juros então o nível em 2023 vai depender da conjuntura econômica e da Selic”, disse. “Mas o setor tem como girar com ROE de 18% a 20% no longo prazo, dependendo das decisões que forem tomadas.”

Americanas

Os executivos também comentaram sobre o provisionamento feito pelo caso Americanas, sem citar a companhia nominalmente, como fizeram outros bancos.

O Banco do Brasil decidiu por provisionar R$ 788 milhões, correspondente a 50% da exposição ao ativo, ao contrário do que Itaú e Bradesco fizeram, decidindo por se proteger totalmente do caso. Já o Santander decidiu por um provisionamento de 30% de sua exposição.

A lista de credores da Americanas mostra que o Banco do Brasil tem cerca de R$ 1,5 bilhão a receber da varejista.
Segundo o vice-presidente de controles internos e gestão de riscos, Felipe Prince, a decisão de provisionar metade dos créditos foi tomada após os modelos de risco do banco indicarem que era suficiente.

Ele afirmou que o banco está atuando juridicamente para se proteger do caso, acreditando ser possível recuperar “ao menos parte” dos créditos.

Por volta das 13h15, as ações do Banco do Brasil subiam 4,34%, a R$ 42,36. Em 12 meses, elas acumulam alta de 12,4%, levando valor de mercado a R$ 121,3 bilhões.

Fonte: Neofeed

 

BB atinge maior lucro nominal para um trimestre entre bancos listados na bolsa

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Com ganho de R$ 8,627 bilhões no quarto trimestre de 2022, o Banco do Brasil registrou o maior lucro líquido nominal para um trimestre entre bancos listados na B3, a bolsa de valores brasileira.

O lucro contábil do BB superou o maior resultado até então, do próprio banco, que somou ganho de R$ 8,099 bilhões no terceiro trimestre de 2022. Na sequência, está o Itaú, com lucro de R$ 7,879 bilhões no mesmo período, segundo levantamento feito por Einar Rivero, do TradeMap.

O lucro líquido do Banco do Brasil no quarto trimestre de 2022 foi divulgado pela instituição nesta segunda-feira (13). O resultado positivo ocorre apesar do ‘efeito Americanas’, que impactou negativamente os balanços de grandes bancos do país.

O Bradesco, por exemplo, registrou lucro líquido contábil de R$ 1,437 bilhões no período, o pior resultado trimestral desde o terceiro trimestre de 2006. O banco é um dos credores da varejista, que anunciou no mês passado um rombo contábil de R$ 20 bilhões e, dias depois, entrou em recuperação judicial.

O caso Americanas também impactou as operações do Banco do Brasil, que fez uma reserva adicional para calotes, de R$ 788 milhões, correspondente a 50% do crédito tomado pela empresa.

Já o Itaú, apesar do resultado pressionado pelo efeito Americanas, atingiu no quarto trimestre de 2022 um lucro de R$ 7,356 bilhões, o décimo maior entre os bancos listados na B3, segundo o levantamento do TradeMap.

Fonte: Portal G1

Banco do Brasil acredita que vai recuperar provisionamento com Americanas

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O provisionamento relacionado à dívida da Americanas (AMER3) pode até ter impactado o lucro do Banco do Brasil (BBAS3) no quarto trimestre de 2022, mas não impediu que o BB tivesse um resultado considerado robusto e positivo. Além disso, executivos do banco acreditam que os recursos provisionados vão ser recuperados.

Na noite de ontem, sem citar diretamente o nome da varejista, o o BB informou ter provisionado R$ 788 milhões para o caso. O valor corresponde à metade da dívida que a Americanas tem com o banco, de R$ 1,3 bilhão.

“A provisão é técnica, baseada em nossos modelos e requer acompanhamento do caso daqui pra frente”, afirmou Felipe Prince, vice-presidente de controles internos, na teleconferência com analistas sobre os resultados da companhia.

O Banco do Brasil adotou uma postura diferente de outros “bancões” em relação à divida da varejista em recuperação judicial. Itaú (ITUB4) e Bradesco (BBDC4) optaram por provisionar 100% de suas exposições já no balanço do quarto trimestre de 2022.

“Com o tempo, colocamos novas variáveis nesse modelo que vão dizer se a provisão é suficiente ou se vamos ter de elevá-la”, explicou Prince. Contudo, ele afirmou estar certo de que o banco será capaz de recuperar ao menos uma parte do crédito.

Nova CEO destacou governança do banco

A teleconferência sobre os números do quarto trimestre foi a primeira de Tarciana Medeiros como CEO do Banco do Brasil. Ao ser questionada sobre o risco de intervenção do governo, maior acionista do BB, na gestão do banco, a executiva destacou a governança da instituição.

“Nós somos um banco que conta com uma governança corporativa forte e em evolução. Somos uma S.A. com estatuto próprio, mais abrangente até que a nossa legislação vigente”, disse Tarciana.

“Nosso sistema é colegiado e temos 1 milhão de acionistas. No que diz respeito de proteção em relação a interferências [do governo], estamos bastante confortáveis”, afirmou.

A executiva também deu a entender que dará continuidade à estratégia da gestão passada. “Nossos antecessores trouxeram a empresa até aqui com muita competência”, reconheceu. E disse que a nova equipe tem o papel “de assumir um legado e evoluir ainda mais”, para deixar o banco pronto para mudanças no sistema financeiro.

Ela explicou que o BB vai trabalhar na evolução de modelos analíticos de conhecimento do cliente e também na simplificação de oferta de produtos e serviços.

“Simplificando a gente expande”, disse ela. “A aceleração da transformação digital é um dos pilares pra construir um banco para cada cliente”, complementou a CEO.

Crescimento do ROE esbarra em juros

No quarto trimestre, o retorno sobre patrimônio (ROE, na sigla em inglês) do Banco do Brasil chegou a 23%. Assim, o BB apresentou a maior rentabilidade da temporada entre os bancões.

Contudo, Ricardo Forni, vice-presidente de gestão financeira do banco, explica que o crescimento do ROE esbarra na redução da taxa básica de juros.

“Um pedaço do retorno sobre patrimônio está atrelado à Selic. Olhar no contexto de que a perspectiva é de redução de juros a partir do segundo semestre deste ano, vai afetar [o ROE] pra 2024, 2025”, admitiu.

“Mas é um jogo de estratégia, de posicionamento de balanço, de originação de crédito”.

Fonte: Infomoney

BB vai recomprar título de dívida emitido em 2012 no valor total de US$ 1,75 bi

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O Banco do Brasil (BBAS3) informou nesta terça-feira, 14 de fevereiro, que exercerá a opção de recompra total (call option) do título de dívida subordinada de capital nível I emitido em 2012 (Banbra 9,25% a.a.), em sua totalidade, o que hoje representa o montante de US$ 1,75 bilhão.

O resgate do título ocorrerá em 15 de abril de 2023, primeira call date, pelo valor de face mais juros acruados, conforme notificação enviada ao trustee da emissão e autorização emitida pelo Banco Central do Brasil.

“A operação de recompra será realizada com recursos provenientes do caixa do BB e não trará impactos relevantes para os níveis de liquidez”, afirmou o banco estatal em um comunicado ao mercado.

O capital complementar de nível I de 14,74% em 31/12/22 sofrerá uma redução aproximada de 60 pontos base na data do exercício da recompra, permanecendo em patamar superior ao nível regulatório.

Dividendo e JCP

O Banco do Brasil (BBAS3) informou na véspera (13/02) que foi aprovado no último dia 9 de fevereiro a distribuição de R$ 671.995.087,13 a título de remuneração aos acionistas sob a forma de dividendos e R$ 1.636.622.703,42 sob a forma de Juros sobre Capital Próprio (JCP), ambos relativos ao quarto trimestre de 2022.

O valor por ação dos dividendos é de R$ 0,23549139130. O valor atualizado até 13/02/2023 é de R$ 0,23922741843.

O valor por ação dos JCP é de R$ 0,57353180827. O valor atualizado até 13/02/2023 é de R$ 0,58263078375.

Os valores pagos serão atualizados, pela taxa Selic, da data do balanço (31/12/2022) até a data do pagamento (03/03/2023) e terão como base a posição acionária de 23/02/2023. As ações serão negociadas a “ex” a partir de 24/02/2023.

Fonte: Finance News