Mudança no BB pode impactar ações? Entenda a troca política e o futuro das seguradoras

Publicado em: 25/04/2025

Uma recente intervenção política no Banco do Brasil gerou preocupação entre investidores, especialmente devido à troca da CEO Taciana Medeiros. A decisão veio após negociações políticas entre o governo federal e o centrão, resultando na indicação de Luiz Lessa, atual presidente do Banco da Amazônia, como principal nome para assumir o cargo.

A mudança na liderança levanta questões importantes sobre a estabilidade das ações do Banco do Brasil e possíveis implicações para o desempenho das seguradoras relacionadas ao grupo, especialmente BB Seguridade e Caixa Seguridade.

Perfil dos novos candidatos ao cargo de CEO

Luiz Lessa: experiência e credibilidade

Luiz Lessa é visto pelo mercado como uma escolha sólida devido à sua longa trajetória no Banco do Brasil. Com 39 anos de experiência no setor financeiro, incluindo cargos estratégicos na PREVI e no Banco do Brasil Américas, Lessa possui um currículo robusto, com formação em Ciências Contábeis e MBA em Finanças pelo IBMEC.

Denic liberato: uma alternativa acadêmica

Outro nome cogitado, Denic Liberato, atual presidente do BB Asset, também possui qualificações sólidas, com mestrado e doutorado em Economia pela FGV. Embora com menos tempo dentro do Banco do Brasil, sua proximidade com a atual gestão pode ser vista como continuidade.
Impacto nas ações do Banco do Brasil

Apesar da preocupação inicial, analistas destacam que a governança do Banco do Brasil evoluiu muito, dificultando interferências extremas. Em 2023, a chegada de Taciana Medeiros também gerou apreensão, que acabou se dissipando após um discurso pró-mercado. Espera-se que Luiz Lessa adote um posicionamento semelhante, mitigando possíveis efeitos negativos.

Cenário das Seguradoras: BB Seguridade e Caixa Seguridade

BB Seguridade: desafios e expectativas

A BB Seguridade apresentou crescimento modesto de 3,5% no segmento de seguros até fevereiro de 2025, bem abaixo dos 12,5% do mercado. A desaceleração foi puxada principalmente pelo seguro prestamista. Contudo, há expectativa positiva para recuperação no setor agro ao longo do ano, o que pode ajudar a seguradora a melhorar seus resultados operacionais.

Nos últimos 12 meses, a ação acumulou alta de 38%, beneficiada pela busca por papéis defensivos e dividendos atrativos, atualmente em 9% ao ano.

Caixa Seguridade: melhor desempenho inicial

Já a Caixa Seguridade teve um desempenho inicial mais forte em 2025, com crescimento significativo de 11,8% em previdência e 12,2% no segmento habitacional. Apesar disso, também enfrenta desafios, como a alta sinistralidade prevista devido a eventos climáticos no Sul do país.

Porto Seguro: destaque entre Seguradoras

A Porto Seguro, mesmo não ligada diretamente ao Banco do Brasil, merece destaque pelo sólido desempenho. As ações subiram 44% em 12 meses, com dividend yield de 5,4%. O mercado segue otimista, com preço-alvo médio indicando espaço para valorização adicional de até 13,6%.
Recomendações aos Investidores

Especialistas aconselham cautela, mas ressaltam que quedas pontuais nas ações do Banco do Brasil podem ser oportunidades de compra, dadas as sólidas governança e perspectivas positivas para os nomes indicados à liderança.

Fonte: O Petróleo

Broto lançará clube de benefícios inédito para produtores rurais

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Na Agrishow, em Riberão Preto, em SP de 28/4 a 2/5, Broto , plataforma digital de agro do Banco do Brasil, lançará clube de benefícios inédito para produtores rurais. O Clube Broto oferecerá condições especiais, descontos e recompensas para produtores que adotarem soluções digitais e práticas sustentáveis; iniciativa também promoverá capacitação e prevê 100.000 assinaturas nos próximos três anos

Com o propósito de apoiar o processo de digitalização do produtor brasileiro, o Broto, plataforma digital de agro do Banco do Brasil, criou o Clube Broto, um clube de benefícios com uma proposta inovadora em relação às já existentes no mercado. A iniciativa – que será lançada na Agrishow, entre os dias 28 de abril e 2 de maio, em Ribeirão Preto, SP –, surge após uma análise aprofundada, com pesquisas, benchmarks e consultorias especializadas para levar soluções voltadas ao apoio da atividade produtiva.

O Clube Broto se posiciona como uma ponte entre os produtores rurais e a digitalização, conectando-os a novas tendências, práticas sustentáveis e às tecnologias mais modernas e eficientes do mercado. Os assinantes têm acesso a ofertas especiais, descontos exclusivos, benefícios e recompensas, além de um portfólio de soluções tecnológicas criteriosamente selecionadas pelos especialistas do Broto.

“Oferecemos soluções inovadoras para o produtor aumentar a produtividade, reduzir custos, otimizar recursos e facilitar as práticas de manejo, entre outras vantagens. O cliente pode navegar por um ecossistema completo, que abrange todas as etapas da cadeia produtiva”, explica Marco Aurélio Silveira dos Santos, superintendente-executivo de Operações e Tecnologia do Broto.

O objetivo do Clube Broto é consolidar um ecossistema “ganha-ganha”. Além dos produtores rurais, os aliados estratégicos e as empresas patrocinadoras também têm diversos benefícios. Os aliados, que são selecionados criteriosamente para poderem expor seus produtos e serviços em uma vitrine de alto valor agregado, têm acesso a uma base de clientes ampla e altamente segmentada, geração de leads qualificados e, consequentemente, incremento nas vendas. Já para as empresas patrocinadoras, a plataforma é uma oportunidade de ter um programa de fidelização adicional, que pode ser oferecido como benefício para seus clientes, fortalecendo sua presença no agro com maior alcance, engajamento e diferenciação competitiva.

“Por meio da democratização do acesso à tecnologia, promovendo também a capacitação dos produtores e as melhores práticas do campo, queremos ser o grande facilitador da inovação e do crescimento sustentável do setor. Ajudamos o produtor a se digitalizar e transformar o negócio; os aliados a ampliar o alcance de suas soluções e vender mais; e os patrocinadores a oferecer um diferencial aos seus clientes, por meio da oferta de assinaturas gratuitas do Clube Broto”, comenta o superintendente-executivo. “É mais um passo na construção do mais completo ecossistema digital do agronegócio brasileiro”, finaliza.

Programação de lançamento do Clube na Agrishow

Profissionais da plataforma apresentarão o Clube Broto aos visitantes que passarem pelo estande do Banco do Brasil durante a tradicional feira do interior paulista. Os produtores interessados poderão se cadastrar na hora, de maneira muito fácil e rápida, e começar a aproveitar as vantagens de fazer parte do clube de benefícios.

Ao longo da semana, também no estande do BB, representantes das aliadas Solloagro, Ignitia, Farmbox, iRancho, Future Hacker, Vankka e GoFlux apresentarão suas soluções, bem como as respectivas aplicações e benefícios. A iRancho, por exemplo, demonstrará o software que possibilita gerenciar a fazenda, conhecer o rebanho individualmente, controlar movimentações de animais na propriedade, acompanhar indicadores de desempenho da recria e engorda etc. Já a Farmbox, explicará como sua tecnologia permite planejar a safra de acordo com o histórico de cada talhão e os materiais que vai plantar, ter o estoque na mão para comprar melhor e saber em tempo real o quanto está gastando, entre outras funcionalidades.

A expectativa é de que o Clube Broto chegue a 100.000 assinantes nos próximos três anos.

Outras iniciativas

O Broto também levará conteúdo próprio para a Agrishow. Serão duas palestras realizadas no estande do BB, abordando temas estratégicos para o setor: sucessão familiar e expectativas dos produtores rurais para 2025.

A plataforma apresentará principais resultados da pesquisa inédita “Expectativas do Produtor Rural para 2025”, feita com sua base de clientes cadastrados. O estudo revela comportamentos, prioridades de compra, critérios de decisão e os maiores desafios esperados por agricultores e pecuaristas brasileiros neste ano.

Além disso, o Broto promoverá a discussão sobre a sucessão familiar no campo e o papel da transformação digital na atração das novas gerações, tema essencial para a continuidade e a sustentabilidade das propriedades rurais familiares.

Fonte: Notícias Agrícolas

Banco do Brasil prevê R$ 3 bilhões em propostas na 30ª edição da Agrishow

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O Banco do Brasil estima acolher R$ 3 bilhões em propostas durante a 30ª edição da Agrishow, que será realizada entre os dias 28 de abril e 2 de maio em Ribeirão Preto/SP. O BB, maior parceiro do agro brasileiro e da Agrishow, é a única instituição financeira a marcar presença em todas as 30 edições, consolidando uma parceria ininterrupta desde 1994.

Em um cenário positivo quanto à expectativa de safra recorde de grãos no país e do crescimento do PIB agropecuário, o BB mantém o bom desempenho nos desembolsos da safra, com previsão de atingir 100% dos recursos equalizados no Plano Safra do Governo Federal até junho.

“Estamos muito otimistas para a edição da Agrishow deste ano e certos de que vamos reafirmar os bons resultados e a parceria de mais de 30 anos com a feira, oferecendo atendimento com assessoria, orientação de negócios e soluções completas de financiamentos para o pequeno, o médio e o grande produtor”, afirma Luiz Gustavo Braz Lage, vice-presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar do BB.

No começo do ano, o Banco do Brasil alcançou a marca histórica e recorde de R$ 400 bilhões de saldo na carteira de crédito de agronegócio e agricultura familiar, contemplando mais de 1,6 milhão de operações. A cifra representa um crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2024 e reforça o compromisso do BB com o apoio ao segmento e o protagonismo na execução do Plano Safra, permeando toda a cadeia produtiva, alcançando 96% dos municípios brasileiros e financiando mais de 200 culturas e atividades agropecuárias.

O BB começou a se preparar para a Agrishow ainda em março, com a realização de 177 eventos pré-feira por toda a região, nos quais a instituição apresentou as condições negociais e reforçou a proximidade com os clientes, um dos diferenciais do Banco junto ao setor.

Ao longo dos cinco dias de Agrishow, mais de 100 funcionários especializados estarão focados no atendimento aos clientes e às ativações promocionais no estande. Com mais de 600 m² de área construída, o espaço usa materiais recicláveis e reaproveitáveis, em linha com a atual campanha de sustentabilidade do BB e ao movimento ‘A gente se importa’. A estrutura conta com três salas de reunião, mesas de atendimento, auditório para palestras, espaços específicos para assinatura de contratos e ativações promocionais, além de oferecer protetor solar e torre para carregamento de celular.

Saiba mais sobre as ativações promocionais do BB durante a 30ª Agrishow:

Sucessores

Painel com produtores rurais que tem como objetivo inspirar a nova geração a dar continuidade ao legado de suas famílias no campo, valorizando a importância da sucessão planejada para a sustentabilidade dos negócios rurais.

Fala, produtor

Produtores rurais serão convidados para participar de uma conversa com especialistas do BB, como forma de capturar percepções e entender as necessidades dos clientes. Esse bate papo aberto e sincero é valioso, mostrando aos clientes que o BB se importa com cada um e nós podemos alinhar as estratégias, soluções e negócios do Banco para o agro.

Rolê que Rende

Outra ação do BB durante a Agrishow será o Rolê que Rende. Aderente com a estratégia de incentivar negócios com as gerações mais jovens, o Banco irá promover debates com o público universitário temas de interesse como investimentos, carreira, inovação e, principalmente, educação financeira. Essas ações têm ampliado o apoio ao futuro financeiro dos jovens e melhorado a interação com o Banco, promovendo a marca BB entre as novas gerações em seu cotidiano.

BB Seguros e BB Consórcios

A promoção Colheita de Prêmios está de volta, oferecendo mais chances de ganhar e incentivando a sustentabilidade. Entre 10/02 e 07/09, serão sorteadas seis motos elétricas e uma Rampage Big Horn 2.2 Diesel. Para participar, basta se cadastrar na página colheitadepremios.com.br e garantir um número da sorte. Clientes que adquirirem produtos elegíveis da BB Seguros ou BB Consórcios ganham 15 números da sorte. O sorteio será realizado pela Loteria Federal. A BB Consórcios também disponibilizou um grupo de Veículos Pesados com 30% de desconto na taxa de administração para o período da feira.

Broto

Durante a Agrishow 2025, o Broto – plataforma digital de agronegócio do Banco do Brasil – lançará o Clube Broto, um programa inédito de benefícios que oferece descontos, recompensas e soluções tecnológicas para produtores rurais que adotam práticas digitais e sustentáveis. A iniciativa prevê alcançar 100 mil assinaturas em três anos e contará com ativações no estande do Banco do Brasil, onde os visitantes poderão se cadastrar e conhecer as empresas parceiras. Além do lançamento, o Broto promoverá duas palestras com temas estratégicos: sucessão familiar e os resultados da pesquisa “Expectativas do Produtor Rural para 2025”.

Fonte: Banco do Brasil

BB firma parceria com startups finalistas de edital de inovação no agronegócio

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O ecossistema digital Broto, voltado ao agronegócio e vinculado ao Banco do Brasil, firmou protocolos de intenção com duas startups finalistas do Edital Inovação e Negócios. As empresas selecionadas, AQUi9 e Vankka, passam agora para uma nova etapa de estudos em busca de possíveis sinergias com as soluções oferecidas pela plataforma.

O edital foi promovido em conjunto pela Fundação de Estudos Agrários Luiz de Queiroz (Fealq), pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP) e pela empresa de tecnologia Mastera. O encerramento oficial ocorreu na sede do Broto, em São Paulo, e contou com a presença de representantes das instituições organizadoras e das startups finalistas.

As iniciativas escolhidas atuam em áreas estratégicas para o agronegócio. A startup AQUi9 desenvolve uma plataforma digital voltada à gestão da produção de peixes, com foco em eficiência, rastreabilidade e sustentabilidade. Já a Vankka oferece soluções baseadas em dados ambientais, conectando métricas de emissões e remoções de carbono a estratégias de negócio que visam gerar valor e facilitar o acesso a novos mercados e financiamentos.

Durante a cerimônia de encerramento, Francisco Martinez, diretor-executivo do Broto, destacou a importância da colaboração com empresas inovadoras. Segundo ele, o objetivo do ecossistema é integrar produtores, academia, empresas e governo, promovendo avanços no setor por meio da tecnologia.

O presidente do Broto, José Evaldo Gonçalo, também enfatizou o papel da inovação aberta para o desenvolvimento sustentável da plataforma. “Buscamos conexões que nos façam aprender e melhorar continuamente. Essas parcerias têm grande potencial para beneficiar todas as partes envolvidas”, afirmou.

O edital teve como meta estimular o desenvolvimento de soluções tecnológicas para o setor agropecuário. Das nove startups que participaram da fase final de entrevistas, cinco apresentaram seus projetos em um pitch day realizado em fevereiro. A banca avaliadora contou com representantes do Broto, do fundo internacional de venture capital Danta Fund (Costa Rica) e do Taylor Geospatial Institute (Estados Unidos).

Para os organizadores, a iniciativa representa um avanço na integração entre ciência e mercado. “O objetivo sempre foi promover negócios reais e duradouros. Já observamos negociações concretas com as startups envolvidas”, disse Tainan Lamas, fundador da Mastera. Paula Arigoni, gerente de relacionamento e projetos da Fealq, ressaltou que o modelo de parceria adotado proporciona segurança jurídica e estimula a inovação.

Com a assinatura dos protocolos de intenção, Broto, AQUi9 e Vankka iniciam agora uma nova fase de análise conjunta, voltada à integração de tecnologias e ao fortalecimento da inovação no Agronegócio brasileiro.

Fonte: Revista Capital Econômico

Banco do Brasil libera R$ 30 bilhões em abono salarial

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O Banco do Brasil deu início a uma nova rodada de pagamentos do abono salarial PIS/PASEP em 2025, movimentando a economia com a liberação de aproximadamente R$ 30,7 bilhões. Cerca de 25 milhões de trabalhadores, incluindo servidores públicos e empregados da iniciativa privada, terão acesso a este benefício, que pode chegar a R$ 1.518, dependendo do tempo trabalhado em 2023. A grande inovação deste ano é a possibilidade de consultar e sacar os valores sem precisar ir a uma agência bancária, utilizando ferramentas digitais oferecidas pelo Banco do Brasil e pela Caixa Econômica Federal.

O abono salarial é um benefício anual garantido a trabalhadores que cumprem critérios específicos, como estar inscrito no programa PIS/PASEP há pelo menos cinco anos e ter trabalhado com carteira assinada por, no mínimo, 30 dias no ano-base. Para 2025, os valores são proporcionais ao tempo de serviço, variando de R$ 127 para um mês trabalhado até R$ 1.518 para 12 meses completos. A digitalização do processo de saque promete maior comodidade e agilidade para os beneficiários.

O direito ao PIS/PASEP em 2025 está condicionado a requisitos claros. Para receber o benefício, é necessário estar cadastrado no programa há pelo menos cinco anos, ter trabalhado com carteira assinada por pelo menos 30 dias em 2023 e receber, em média, até dois salários mínimos mensais. Além disso, o empregador deve ter informado corretamente os dados do trabalhador na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) do ano-base.

Esses critérios garantem que o abono alcance apenas aqueles que se enquadram nas regras estabelecidas pelo governo. Muitos trabalhadores acreditam que apenas o tempo trabalhado no ano-base é suficiente para garantir o abono, mas o período mínimo de cinco anos de cadastro é um ponto crucial.

Como são calculados os valores do abono?

Os valores do PIS/PASEP em 2025 variam conforme o número de meses trabalhados no ano de 2023, seguindo uma tabela proporcional ao salário mínimo vigente. O cálculo é simples: o trabalhador recebe 1/12 do valor do abono total (R$ 1.518) para cada mês trabalhado. Assim, quem trabalhou apenas um mês recebe R$ 127, enquanto quem completou 12 meses tem direito ao valor máximo.

Para esclarecer, os valores são distribuídos da seguinte forma: dois meses trabalhados geram R$ 253; três meses, R$ 379; quatro meses, R$ 506; cinco meses, R$ 632; seis meses, R$ 759; sete meses, R$ 885,50; oito meses, R$ 1.012; nove meses, R$ 1.138; dez meses, R$ 1.265; e onze meses, R$ 1.391. Esses montantes são depositados diretamente nas contas dos beneficiários ou ficam disponíveis para saque, conforme o calendário oficial.

Qual é o calendário de pagamentos para 2025?

O pagamento do PIS/PASEP em 2025 segue um cronograma organizado pelo mês de nascimento do trabalhador. Os depósitos começam em 17 de fevereiro para os nascidos em janeiro e se estendem até 17 de agosto para os nascidos em dezembro. O prazo final para saques é 29 de dezembro de 2025, após o qual os valores não retirados retornam ao Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).

Janeiro: Pagamento em 17 de fevereiro de 2025.
Fevereiro: Pagamento em 17 de março de 2025.
Março e abril: Pagamento em 17 de abril de 2025.
Maio e junho: Pagamento em 17 de maio de 2025.
Julho e agosto: Pagamento em 17 de junho de 2025.
Setembro e outubro: Pagamento em 17 de julho de 2025.
Novembro e dezembro: Pagamento em 17 de agosto de 2025.

Como consultar o saldo do PIS/PASEP?

Consultar o saldo do PIS/PASEP é um processo simples, que pode ser realizado por canais digitais ou telefônicos. Para trabalhadores do setor privado, o aplicativo Caixa Trabalhador e o site da Caixa Econômica Federal oferecem informações detalhadas sobre o valor disponível e a data de pagamento. O atendimento telefônico da Caixa, pelo número 0800 726 0207, também está disponível para esclarecimentos.

Já os servidores públicos podem verificar o PASEP diretamente no site do Banco do Brasil ou pelo telefone 0800 729 0001. A consulta online é a opção mais prática, pois permite que o trabalhador acesse os dados a qualquer momento, sem a necessidade de deslocamento.

Impacto econômico do abono salarial

O pagamento de R$ 30,7 bilhões em abonos salariais em 2025 terá um impacto significativo na economia brasileira, especialmente em regiões onde a renda familiar depende de benefícios sociais. Os valores injetados pelo PIS/PASEP são frequentemente utilizados para quitar dívidas, realizar compras essenciais ou investir em melhorias domésticas, movimentando o comércio local e fortalecendo a economia de pequenos e médios municípios.

No setor privado, os 22 milhões de trabalhadores beneficiados pelo PIS representam uma parcela expressiva da força de trabalho formal, especialmente em setores como comércio, indústria e serviços. Já os 3,8 milhões de servidores públicos que recebem o PASEP incluem professores, profissionais de saúde e funcionários administrativos, que também contribuem para a circulação de recursos nas economias locais.

Fonte: Terra Brasil Notícias

BB é condenado a pagar R$ 300 mil por desvio de função de estagiários

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Em decisão recente, o Banco do Brasil foi condenado a desembolsar R$ 300 mil por danos morais coletivos. A sentença foi proferida pela Quarta Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST).

O julgamento, realizado no dia 1º de abril de 2025, veio após a instituição ser acusada de empregar estagiários em funções que não condizem com suas formações.

Conforme a determinação judicial, o banco utilizava os estagiários para tarefas burocráticas, como arquivar documentos, alimentar planilhas e tirar cópias, em substituição a funcionários formais.

Desvio de função de estagiários

O Ministério Público do Trabalho (MPT) foi quem propôs a ação civil pública, embasada em investigações que incluíram depoimentos de universidades e agências de estágio.

De acordo com esses inquéritos, o desvio de função prejudicou os estudantes e a coletividade. Além disso, o Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região (PE) já havia concluído que a prática infringe o propósito dos programas de estágio.

A sentença do TRT levou o banco a recorrer ao TST, argumentando que a decisão era exagerada, mas o recurso foi rejeitado.

Base jurídica e consequências

O relator do caso, ministro Alexandre Ramos, enfatizou a robustez das provas que embasaram a decisão do tribunal regional. Ele ainda mencionou que a quantia de R$ 300 mil é proporcional ao tamanho da instituição financeira, além de servir como uma medida punitiva eficaz.

A decisão visa desestimular práticas abusivas similares no mercado.

Resposta do banco

Em resposta, o Banco do Brasil assegurou ter seguido todas as diretrizes legais relativas ao programa de estágio. A instituição afirmou que apresentou todas as alegações pertinentes no processo, defendendo a conformidade de suas práticas com a legislação vigente.

Com a condenação, a expectativa é que a decisão possa impactar outras instituições, servindo de alerta para a correta utilização de estagiários.

O alto valor da indenização visa garantir o cumprimento das finalidades educacionais dos estágios e preservar a integridade dos programas de formação acadêmica.

Fonte: Capitalist

Após parada total do sistema, BB revê processos e economiza R$ 700 milhões em 3 anos

Publicado em: 11/04/2025

O Banco do Brasil sofreu uma parada geral dos seus sistemas em agosto de 2021, o que travou todas as transações digitais e serviços em agências físicas por cerca de quatro horas. Passada a crise, o banco avaliou como uma nova falha poderia ser evitada – ou ao menos mitigada – e reviu processos, o que levou a empresa a economizar cerca de R$ 700 milhões nos últimos três anos, além de reduzir em 77% o volume de chamados de clientes e em 34% de chamados de funcionários, e bater a nota de 4,8 na loja de aplicativos, a máxima histórica para o banco.

“Há alguns anos nosso sistema parou, uma parada total de cerca de quatro horas, a maior parada que já tivemos. Milhões de transações que processamos por minuto deixaram de ser feitas, agências paradas, pessoas tentando comprar e receber e não conseguiam. Foi um momento de tensão e de grande reflexão, buscando a relação de causa e consequência. Foi uma falha no sistema de um fornecedor global, não estava na nossa mão ter a falha, mas apesar disso, nos questionamos como a gente podia se precaver para não acontecer novamente”, contou Rodrigo Mulinari, diretor do departamento de tecnologia do Banco do Brasil, durante painel no evento South Summit Brazil, que acontece nesta semana em Porto Alegre.

Segundo o executivo, o primeiro passou foi incluir a “antifragilidade” na estratégia do banco, com a “responsabilidade de ser antifrágil ao extremo”. Isso se refletiu em atenção com cada um dos colaboradores, revisão de todos os processos do desenvolvimento à entrega, arquitetura flexível na organização das plataformas e novos modelos de atendimento. “Diariamente implantamos 500 sistemas, então mantemos tudo atualizado nos processos”, diz.

Além disso, o diretor afirma que um dos fatores mais importantes dos processos do Banco do Brasil é a “observalidade”, com sensores para avaliar se os softwares estão se comportando da maneira como deveriam e alarmes disparados em caso negativo, para que a atuação seja a mais rápida possível.

“São dois anos de revisitação no processo inteiro e nunca mais tivemos ocorrências, embora sempre exista o risco”, afirma Mulinari. Para ele, o aprendizado que a crise deixou foi que somente mudando a cultura como um todo é possível agir diante dos problemas.

Fonte: Invest Talk

Banco do Brasil busca parceiro para sua corretora, dizem fontes

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O Banco do Brasil acaba de colocar um processo na rua para atrair um parceiro para sua corretora de investimento direcionada a pessoas físicas, apurou o Valor. O banco americano Citi foi contratado para estruturar a operação e buscar interessados, disseram fontes a par do tema, que falaram na condição de anonimato.

O objetivo, ainda segundo interlocutores, é fechar uma parceria comercial exclusiva, na qual o banco entra com seu canal de distribuição e recursos. Do outro lado, o parceiro será o responsável em prover tecnologia e serviços, além da oferta de produtos.

Ainda de acordo com a proposta que está na mesa, o banco público quer, em contrapartida, uma fatia minoritária no veículo de corretagem do parceiro — com direito a voto.

O processo ainda está no início, de acordo com uma das fontes consultadas pelo Valor. Assim, o banco ainda estaria estudando possíveis desenhos que melhor atendam a instituição financeira. Segundo a fonte, não estaria descartada uma operação tradicional de fusão e aquisição (M&A, na sigla em inglês). No entanto, uma segunda fonte aponta que, no atual momento de mercado, haveria uma barreira em termos de preço do ativo (“valuation”).

“Estão sendo avaliadas todas as alternativas que preferencialmente não tenham sobreposição ou concorrência com o ‘core business’ [negócios chave] do Banco do Brasil”, diz a fonte.

Um interlocutor que acompanha o tema disse que a parceria poderia atrair o interesse, por exemplo, de agentes fiduciários.

Com um parceiro que possa agregar mais tecnologia e produtos em plataforma, o banco poderia buscar mais eficiência em seu canal, evitando que clientes fossem a outras plataformas na hora de investir.

Com a necessidade de mais tecnologia no setor de corretoras no Brasil, um processo de consolidação vem ocorrendo ao longo dos últimos anos. Hoje, há cerca de 50 corretoras no país, sendo que há uma década eram uma centena, segundo dados da Ancord, associação do setor.

O BB tem apostado em parcerias para algumas áreas que acabam ficando de fora de seu negócio principal. No fim de 2019, por exemplo, fechou um acordo estratégico para seu banco de investimento, criando com isso o UBS BB, uma joint venture que acabou ganhando relevância ao longo dos últimos dois anos. Nela, o banco suíço possui 50,01%. Dentro dessa parceria está a corretora de clientes institucionais, que não está envolvendo na atual transação.

Outro movimento esperado gira em torno da gestora do banco estatal, a BB DTVM, a maior do país em termos de ativos sob gestão. No passado, quando o BB retomou seus planos de vender uma fatia minoritária, o ativo atraiu grandes fundos globais.

Procurado, o BB não comenta.

Fonte: Valor Econômico

Banco do Brasil supera R$ 600 milhões no Crédito do Trabalhador

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Fortalecendo o apoio e o relacionamento com trabalhadores e o protagonismo no crédito consignado, o Banco do Brasil já desembolsou mais de R$ 600 milhões em operações do Programa Crédito do Trabalhador desde o início da operacionalização da plataforma na sexta-feira, 21/03.

Foram contratadas operações em mais de 3 mil municípios de todas as regiões do país, reforçando o compromisso do Banco do Brasil na orientação e assessoria financeira aos trabalhadores, com uma atuação abrangente, inclusiva e diversa.

O Crédito do Trabalhador proporciona o acesso a uma modalidade de crédito com melhores condições, possibilitando, também, a oportunidade da contratação de um empréstimo com taxas menores para o pagamento de dívidas com taxas mais elevadas, apoiando os clientes na redução do comprometimento financeiro com prestações mensais.

“É importante que o trabalhador avalie bem todas as propostas recebidas, comparando de forma qualitativa as condições dos empréstimos oferecidos, a exemplo do valor disponibilizado, taxas de juros, prazos de pagamento e custo efetivo total (CET), escolhendo com prudência as melhores condições disponibilizadas”, destaca o diretor de empréstimos e financiamentos do BB, Antonio Chiarello.

“A possibilidade de pagamento de dívidas mais elevadas viabiliza melhores condições para o trabalhador, a exemplo de um cliente vendedor em uma empresa atacadista que contratou uma operação com parcela mensal de R$ 678,66, em substituição a uma dívida com prestação mensal de R$ 1.202,15, reduzindo o comprometimento da renda com as parcelas”, complementa.

As condições de oferta envolvem atributos relacionados ao valor e o prazo de cada empréstimo, a combinação integrada das variáveis, informações e perfil das empresas e dos trabalhadores em cada relação de vínculo e a observância das políticas de crédito.

A hiperpersonalização das ofertas reforça a valorização do relacionamento e oferece uma solução que se adapta às necessidades financeiras individuais, garantindo mais tranquilidade e confiança no momento de contratar o empréstimo.

O modelo de atuação do BB conjuga a expertise, a vanguarda, a liderança e o conhecimento histórico no mercado de crédito consignado, agregando soluções inovadoras de inteligência analítica que integram amplo e robusto conjunto de dados e informações de relacionamento com empresas e trabalhadores, propiciando com segurança, qualidade e atratividade, ofertas personalizadas e excelentes condições para os clientes.

Para contratar, o trabalhador deve acessar a Carteira de Trabalho (CTPS) Digital e iniciar a simulação do crédito, informando o valor e o prazo desejado. A partir daí, a solicitação é encaminhada aos bancos, que têm até 24h para retornar a proposta com as condições do empréstimo. O trabalhador analisa as opções e contrata a operação na instituição de sua preferência, sendo o crédito liberado após efetivada a averbação da margem.

Para a fase seguinte de implementação do programa, prevista para 25 de abril, a operação também poderá ser simulada e contratada diretamente nos canais digitais do BB (App, Internet Banking e TAA), nas agências e nos correspondentes bancários.

Fonte: Banco do Brasil

BB lança edital de R$ 120 milhões para seleção de projetos culturais

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O Banco do Brasil lançou na terça-feira, 8, o Edital de Patrocínio Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) 2026-2027. O objetivo é selecionar projetos que poderão ser patrocinados pelo Banco do Brasil e demais empresas do Conglomerado BB para compor a programação das cinco unidades do CCBB, localizadas no Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Belo Horizonte e, pela primeira vez no Edital, Salvador.

O BB destinará R$ 120 milhões para o período, que representa um aumento de 20% em relação ao edital anterior, ampliando e diversificando a quantidade de projetos apoiados. Uma das novidades do novo edital é que pela primeira vez o Banco do Brasil realizará cursos presenciais de capacitação pelo país para produtores culturais. Cada encontro terá duração de um dia, em que serão apresentados o CCBB, o edital de patrocínio, o processo de inscrição, os benefícios da Lei Rouanet, a aprovação de projetos junto ao Ministério da Cultura, entre outros. O objetivo é disseminar e democratizar o acesso ao edital em todas as regiões do país e por produtores dos mais variados portes.

Os locais e horários de cada curso e como participar deles serão divulgados oportunamente e estarão disponíveis no site bb.com.br/patrocinios. Para garantir que todos os produtores culturais brasileiros tenham acesso às informações, o BB disponibilizará em seu canal no YouTube vídeos e tutoriais de destaques que ocorrerem nos cursos presenciais.

“O CCBB é uma expressão do nosso compromisso com a cultura brasileira. Queremos abrir espaço para iniciativas que proporcionem experiências significativas ao público. No último edital quase metade dos projetos tratou de temas que envolveram diversidade, inclusão e ações ambientais. Acreditamos que a cultura transforma e nossa intenção é fortalecer ainda mais a conexão dos brasileiros com a cultura em todas as suas formas”, afirma Tarciana Medeiros, presidenta do Banco do Brasil.

As inscrições para o edital são gratuitas e podem ser realizadas em www.bb.com.br/patrocinios. Podem participar pessoas jurídicas e pessoas físicas com projetos nas áreas de exposição, artes cênicas, música, cinema e educação/mediação, que possam ser realizados em uma ou mais unidades do CCBB. O prazo para envio vai até 26 de maio, com divulgação do resultado no último trimestre de 2025.

Os projetos serão examinados por uma comissão interna do Banco do Brasil, com a participação de pareceristas externos, baseados em critérios como relevância conceitual e temática, aderência às áreas e segmentos que o BB apoia, viabilidade financeira e técnica, além de acessibilidade para os diversos públicos.

O Banco poderá utilizar, no todo ou em parte, dos benefícios fiscais da Lei Rouanet, contando com a parceria do Ministério da Cultura, que viabilizará o trâmite dos projetos na plataforma de gestão da Lei. O Banco poderá valer-se também de legislações estaduais/distritais e municipais de incentivo à cultura.

Fonte: Banco do Brasil

BB alcança R$ 9 bilhões de patrimônio em fundos sustentáveis

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Os fundos sustentáveis (IS) no Banco do Brasil somam hoje R$ 9 bilhões em patrimônio líquido, com 43 mil cotistas. O Banco também inovou com a LCA Verde, lastreada em carteiras agro sustentáveis. Atualmente, o produto tem um saldo de R$ 6,7 bilhões e evitou a emissão de 6 milhões de toneladas de CO₂ por ano desde a sua criação em 2022.

Com uma abordagem estruturada e metas ambiciosas, o Banco do Brasil é protagonista do atendimento às demandas por investimentos sustentáveis, ao ampliar o acesso a produtos alinhados a critérios ambientais, sociais e de governança (ASG), além de financiar e apoiar projetos sustentáveis.

Como integrante do compromisso Agenda 30, a meta do BB é atingir R$ 22 bilhões em fundos de investimento sustentáveis até 2030. Para isso, ampliou sua oferta de produtos, passando de oito fundos sustentáveis em 2022 para mais de 20 atualmente, com 12 diferentes estratégias IS disponíveis aos investidores.

Investimentos que transformam

O Banco do Brasil, participa até a próxima sexta, do South Summit Brazil, em Porto Alegre, debatendo temáticas ligadas ao universo ASG, mote da edição do evento deste ano. A presidente do BB, Tarciana Medeiros, e outras lideranças do Banco marcam presença no evento.

No painel Investimentos que Transformam: Construindo Resiliência e Impacto para o Futuro, o head de captação e investimentos do BB, Fabrício Reis, o executivo de finanças e negócios sustentáveis, Henrique Vasconcellos, e a especialista em ASG da BB Asset, Daphne Breyer, debateram especificamente a temática investimentos sustentáveis. Para Reis, o evento é uma oportunidade de promover a educação financeira, preparando as novas gerações para investir nas práticas ASG.

“O mercado financeiro é um importante agente na transição para uma economia de baixo carbono e é nosso papel oferecer soluções inovadoras e acessíveis, impulsionando o crescimento sustentável do país, por isso estamos empenhados em democratizar o acesso aos investimentos sustentáveis. Hoje, 91% de nossos clientes que investem nesses ativos pertencem ao segmento varejo”, comenta

Democratização e impacto social

O Banco tem buscado aliar investimentos sustentáveis e impacto social positivo. Parte da taxa de administração de 5 dos seus fundos é destinada à Fundação BB, financiando projetos ambientais e sociais junto a comunidades vulneráveis. Desde 2019, mais de R$ 9,2 milhões foram destinados a iniciativas da Fundação.

Buscando ampliar o conhecimento sobre investimentos sustentáveis, o BB investe em educação financeira por meio de iniciativas como sua vitrine digital no aplicativo, seu bot no WhatsApp versado em ASG, as Carteiras BB ESG publicadas trimestralmente pelo BB-BI e o InvesTalk, seu hub oficial de conteúdos que já conta com mais de 200 materiais gratuitos sobre sustentabilidade.

Outra iniciativa no âmbito ASG foi a criação da Régia Capital, fruto da parceria estratégica entre a BB Asset, gestora do Banco do Brasil e líder da indústria de fundos no país, e a JGP.

Com iniciativas e compromissos estruturados, o Banco do Brasil consolida seu papel como agente da transformação sustentável, contribuindo para a construção de um mercado financeiro cada vez mais alinhado às demandas globais por sustentabilidade.

Fonte: Banco do Brasil

TJSC rejeita uso de ações do BESC para pagar dívida com BB

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A 4ª Câmara de Direito Comercial do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) manteve decisão que negou o uso de ações do BESC (Banco do Estado de Santa Catarina) para pagamento de uma dívida em processo de execução movido pelo Banco do Brasil (BB). O Tribunal entendeu que essa compensação não é possível porque as ações preferenciais do BESC não têm liquidez imediata.

Além disso, conforme o artigo 313 do Código Civil, a compensação só é válida quando envolve obrigações líquidas e de mesma natureza. O credor não é obrigado a aceitar um pagamento diferente do que foi acordado, mesmo que tenha maior valor. Os devedores recorreram da decisão da 1ª Vara Cível de Canoinhas, por meio de agravo de instrumento ao TJSC. Os recorrentes defenderam a possibilidade de liquidação das ações do BESC e, por consequência, sua utilização como caução e sua compensação com o débito perseguido na execução originária.

Em seu voto, o desembargador relator do agravo foi contrário ao deferimento do recurso. “Primeiro porque, ao contrário do que defende o polo recorrente, as ações preferenciais (do Banco do Estado de Santa Catarina S.A. – BESC), ainda que possam ser liquidadas, não possuem liquidez imediata, razão que torna inviável a sua compensação com os débitos cobrados na execução originária. (…) Assim, não sendo as ações preferenciais aptas a ensejar a compensação de débitos, também não se prestam como caução da execução”, anotou o desembargador. O voto foi seguido pelos demais integrantes da 4ª Câmara de Direito Comercial do TJSC.

Mais detalhes da decisão podem ser conferidos na edição n. 149 do Informativo da Jurisprudência catarinense.

Fonte: Tribunal de Justiça de Santa Catarina

Banco do Brasil abre novas inscrições para remoção com incentivo

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O Banco do Brasil iniciou no dia 4 de abril a nova fase de inscrições para remoções automáticas com benefícios especiais, destinadas ao preenchimento de vagas em prefixos com necessidade de pessoal. Serão disponibilizados 180 benefícios em unidades priorizadas, que podem ser consultadas aqui. Nesta etapa, cada unidade priorizada receberá uma vaga para preenchimento via remoção com incentivo.
Podem participar do processo todos os funcionários da carreira administrativa que estejam há pelo menos seis meses em sua atual unidade e que não apresentem impedimentos para remoção.

A depender do resultado das movimentações, poderá ocorrer rodada adicional em 24/04.
A oportunidade do SACR Nacional (CRA04001) também estará disponível para inscrição. Porém, o processamento prioritário será para as rodadas de vantagem complementar especial. Sendo assim, na data das rodadas, o processamento da remoção com incentivo ocorrerá primeiro e em seguida ocorrerá o processamento da rodada do SACR Nacional.

Nas rodadas anteriores, realizadas em novembro do ano passado e em março deste ano, 254 colegas foram contemplados com movimentações incentivadas.

Pacote de incentivos

Para estimular a adesão às vagas em unidades priorizadas, o BB oferecerá um incentivo financeiro com duração de 12 meses, conforme cronograma de pagamento detalhado:


Adicional Compensatório
1º mês – R$ 1.550,00
2º mês – R$ 1.705,00
3º mês – R$ 1.875,50
4º mês – R$ 2.063,05
5º mês – R$ 2.269,36
6º mês – R$ 2.496,29
7º mês – R$ 2.745,92
8º mês – R$ 3.020,51
9º mês – R$ 3.322,56
10º mês – R$ 3.654,82
11º mês – R$ 4.020,30
12º mês – R$ 4.422,33
Total – R$ 33.145,64

Os funcionários removidos no SACR Especial receberão as vantagens de remoção mesmo que não estejam em excesso na unidade de origem. Adicionalmente, terão direito a cinco dias corridos para instalação.

Benefícios adicionais

  • 30 (trinta) verbas – hospedagem para Despesas Eventuais
  • Ressarcimento de gastos com serviço de mudança residencial
  • 30 (trinta) verbas-hospedagem adicionais*
  • Despesas de transporte e alimentação durante o deslocamento
  • *Para funcionários com filhos cursando o ensino fundamental e removidos no curso do período letivo, sendo limitado a 30 verbas adicionais, independentemente da quantidade de filhos.

  • É importante ressaltar que todas as verbas serão processadas via Folha de Pagamento, com as devidas incidências legais e trabalhistas, incluindo contribuição previdenciária, descontos de Cassi, Previ e Imposto de Renda.

  • Processo de inscrição
    As inscrições podem ser realizadas por meio do SISBB – PESSOAL 31.51 > Unidade de Negócios > 19 REMOÇÃO AUTOMÁTICA – REDE DE AGÊNCIAS, oportunidade CRA09001- REMOÇÃO SACR – VANTAGEM COMPLEMENTAR ESPECIAL.
  • Durante a inscrição, o funcionário deve indicar as unidades de seu interesse em ordem de preferência. Somente poderão ser selecionadas agências fora da cidade limítrofe ou região metropolitana da atual lotação do funcionário.

  • Após o período de 12 meses contados a partir da posse na nova unidade, o funcionário poderá solicitar remoção para outra unidade com vaga disponível ou inscrever-se em oportunidades do DigiTAO para nomeação, caso seja de seu interesse.

  • Prazos para posse

  • A posse deverá ocorrer em até 30 dias corridos a partir da data da remoção. Mediante acordo entre os administradores das dependências de origem e destino, este prazo poderá ser antecipado ou estendido, respeitando o limite máximo de 60 dias.

  • Para dúvidas específicas, você pode entrar em contato pelo Whatsapp funci (61-40035291), Gepes atendimento – Capitais e regiões metropolitanas: 4003-5291/Demais localidades: 0800 881 5291.

Fonte: Portal Contec

Associação de funcionários do BB vai à Justiça por isenção do IR sobre PLR

Publicado em: 04/04/2025

pagar imposto de renda (IR) sobre os valores recebidos a título de Participação nos Lucros e Resultados (PLR). A Anabb tem 84 mil associados e a ação pede a isenção apenas para os trabalhadores ativos.

A Associação Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil (Anabb) entrou com um mandado de segurança coletivo na Justiça do Distrito Federal para pedir que seus associados não tenham que pagar imposto de renda (IR) sobre os valores recebidos a título de Participação nos Lucros e Resultados (PLR). A Anabb tem 84 mil associados e a ação pede a isenção apenas para os trabalhadores ativos.

O argumento da entidade é que a verba relativa ao PLR tem “natureza indenizatória” e não constitui acréscimo patrimonial. Além disso, a Anabb alega que a cobrança de IR sobre os valores do PLR é inconstitucional porque incorre em bitributação.

“Após o recolhimento do Imposto de Renda sobre o seu lucro, a empresa inicia o pagamento da PLR aos seus funcionários como forma de compensação pelo trabalho em equipe realizado, o qual volta a ser tributado pelo Imposto de Renda”, afirma a entidade na petição.

Fonte: UOL

Banco do Brasil vai testar novo modelo de agência na Faria Lima

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O Banco do Brasil vai inaugurar um novo modelo de agência física na Faria Lima, em São Paulo. Segundo a instituição, o modelo integra os espaços e traz serviços além dos bancários. A inauguração vem um ano após o banco público abrir o chamado Ponto BB, espaço que tem filosofia similar, em Recife.

Na nova agência, houve um redesenho da sala de autoatendimento, em que ficam os caixas eletrônicos. Além disso, o banco instalou um totem com inteligência artificial generativa para atender os clientes sobre produtos e serviços, e o ambiente de negócios também foi redesenhado, para facilitar a interação.

Segundo o banco, a agência da Faria Lima vai testar um modelo de parcerias, para além dos serviços bancários, com uma cafeteria e a Ciclic, empresa digital da BB Seguros. Um dos objetivos, além de atrair novos públicos, é rentabilizar o espaço. Outros dois pontos de atendimento seguirão a mesma organização, um no Rio de Janeiro e outro em Marília (SP).

“O novo modelo que inauguramos na Faria Lima faz parte das mudanças que estamos promovendo nas agências do BB, diante da transformação digital”, diz em nota a head de Atendimento e Canais Físicos e Digitais do banco, Barbara Lopes. “Agências mais consultivas, acolhedoras e eficientes, com ambientes integrados, oferecendo o melhor do físico e do digital.”

Nos últimos anos, enquanto os bancos privados de porte similar têm fechado agências, o BB tem mantido o tamanho da rede física. De acordo com a instituição, a presença física é importante para chegar a diferentes perfis de público, e é possível manter boa rentabilidade.

O Ponto BB também ganhará novos pontos neste ano. De acordo com o banco público, de março a dezembro de 2024, 150 mil pessoas foram impactadas na região do Porto Digital, no Recife. O número de novos clientes cresceu 7%, ficando 2,8 vezes acima da média do banco, as contas abertas para o público jovem subiram 5,3%, e a avaliação positiva do atendimento teve um aumento de 3%.

“A possibilidade de explorar novos modelos de negócios em uma perspectiva mais ampla, valorizando a cultura local e nos aproximando ainda mais de nossos clientes, nos coloca em um patamar diferenciado no mercado”, afirma a vice-presidente de Negócios de Varejo do BB, Carla Nesi.

Fonte: Estadão

BB buscará ter 50% de mulheres em cargos de liderança até 2030

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A presidente do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros, afirmou nesta segunda-feira, 31 de março, que a instituição deve ter 50% de lideranças femininas até 2030.

“Até eu ser indicada presidente, o banco havia tido apenas uma mulher vice-presidente. E aí eu entendi que diversidade gera diversidade, ou seja, se eu não trouxesse outras mulheres comigo, não seria possível levar adiante um projeto de equidade. Hoje, no conselho diretor do banco, temos 45% de representatividade. Vamos buscar equidade de gênero nos cargos de liderança até 2030”, disse a executiva que é primeira mulher a presidir o Banco do Brasil.

A fala foi dita em um painel durante a 4ª edição do Prêmio Mulheres Exponenciais, evento realizado pela Esfera Brasil, que também premiou a CEO da COP30, Ana Toni; a ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck; a secretária de Informação e Saúde Digital do Ministério da Saúde, Ana Estela Haddad; a secretária de Desenvolvimento Social e primeira-dama do Distrito Federal, Mayara Noronha; a vice-presidente do Grupo Cimed, Karla Marques; conselheira do Instituto de Tecnologia e Liderança (Inteli) Lilian Esteves; a fundadora da ONG Amigos do Bem, Alcione Albanesi; e a influenciadora digital Jamille Rosa.

Fonte: Brazilian American

Ação do BB vai estacionar em 2025, vê JPMorgan, que rebaixa papel

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O Banco do Brasil (BBAS3) recuperou parte do tombo que levou no ano passado. Negociado na casa dos R$ 30, o papel escalou 17% no acumulado de 2025. E para o JPMorgan, a ação deve parar por aí.

O banco alterou a recomendação de compra para neutra, com o mesmo preço-alvo, de R$ 31, o que representa potencial de alta de 8% ante o fechamento da sexta. Com o rendimento de 10% de dividendos, o retorno chega a 18%.

Nesta segunda-feira (31), BBAS3 caíram 1,54%, a R$ 28,20.

No relatório, os analistas até elogiam o banco, com boa história de longo prazo e bons dividendos. Porém, faltam gatilhos para sustentar a alta.

“Não enxergamos espaço para novas revisões de lucro por ação (EPS) ou redução no custo de capital próprio (CoE) neste momento. A falta de catalisadores de curto prazo e um retorno total limitado de 18% motivam nosso rebaixamento”.

Além disso, os analistas dizem que a inadimplência no agronegócio deve se deteriorar, com um ponto de inflexão no 2º trimestre de 2024.

Porém, a visão da estatal para o setor é positiva, com melhora na produção agrícola e nas margens dos produtores (+50% ano contra ano). O BB também mencionou que o PIB agro deve passar de -3,2% para +6,0%.

O BB também está com olhos atentos para antecipação de salários do setor privado, uma forma de oportunidade de diversificar a carteira de crédito para pessoas físicas.

Hoje, 80% da folha de pagamento do BBAS vem de servidores públicos, 16-18% do INSS e apenas 2-4% do setor privado.

O banco não participou dos primeiros dias de oferta do produto (apenas a Caixa), mas tem sido mais ativo recentemente.

BTG também é rebaixado

O JP também rebaixou o BTG (BPAC11) de compra para neutro pelo mesmo motivo: potencial de valorização limitado. O preço-alvo é de R$ 38.

“Assim como no Banco do Brasil, não estamos alterando nossas projeções de lucro por ação (EPS) nem o preço-alvo, mas destacamos que alguns indicadores do setor começaram o ano de forma fraca”.

As projeções do banco já incorporam uma expansão do ROE (retorno sobre o patrimônio) para este ano.

Os analistas acreditam que a relação risco-retorno das ações agora está mais equilibrada, “considerando os múltiplos de 9,2x os lucros estimados para 2025 e 2x o P/BV esperado para 2025, além de uma taxa de crescimento anual composta (CAGR) do lucro por ação de 16% nos próximos dois anos”.

Fonte: Money Times

Banco do Brasil faz novas indicações para membros do Conselho

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O Banco do Brasil (BBAS3) propôs aos acionistas que elejam novos membros para o Conselho de Administração do banco na Assembleia Geral Ordinária (AGO), marcada para o dia 30 de abril. A União, controladora do banco, indicou dois novos nomes, enquanto os acionistas minoritários também indicaram dois nomes novos para as cadeiras que ocupam no órgão.

A União indicou Clayton Montes e Fabio Franco Barbosa Fernandes, além de propor as reconduções da presidente do banco, Tarciana Medeiros; da procuradora da Fazenda Anelize Lenzi Ruas de Almeida; e da secretária de Coordenação e Governança das Empresas Estatais do Ministério da Gestão, Elisa Vieira Leonel.

Montes é analista da Secretaria de Orçamento do Ministério do Planejamento, e Fernandes é auditor Fiscal da Receita Federal.

Na atual composição, também representam a União o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, que preside o conselho; e o consultor da Câmara dos Deputados, Paulo Bijos, que não foram reconduzidos.

O banco também recebeu a indicação de Selma Siqueira como representante dos funcionários, em substituição a Kelly Quirino. Siqueira trabalha no banco há 24 anos, com experiência em negociação de dívidas. Atualmente, é gerente de Soluções na diretoria de Gestão de Riscos.

O BB recebeu ainda as indicações de Fernando Florêncio Campos e Valmir Rossi para as cadeiras de representantes dos minoritários, hoje ocupadas por Marcelo Gasparino da Silva e Robert Juenemann.

Florêncio foi funcionário do Banco do Brasil (BBAS3) por 35 anos, até 2019, e foi diretor do Banco Crefisa. Ele faz parte do conselho fiscal do banco público, como representante dos minoritários. Rossi, por sua vez, trabalhou no banco por 30 anos até 2013, e depois, foi presidente do Banco da Amazônia entre 2013 e 2015.

Fonte: E-Investidor

BB propõe teto de R$ 93 bilhões para remuneração de executivos

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O Banco do Brasil (BBAS3) propôs à assembleia geral ordinária (AGO) a fixação do montante global de remuneração da diretoria e do Conselho de Administração em até R$ 93,835 milhões para o período entre abril de 2025 e março de 2026. A AGO está marcada para o dia 30 de abril.

Se aprovado, o montante será 23,2% maior que vigente para o período entre abril do ano passado e março deste ano. Nos últimos anos, porém, as propostas da administração do banco têm sido derrotadas nas assembleias pela União, que propõe valores mais baixos e vence por contar com 50% dos votos mais um.

No ano passado, por exemplo, a administração do BB propôs um montante global de R$ 94,478 milhões, mas a União venceu com uma proposta de R$ 76,176 milhões, através de uma recomendação da Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais. Movimentos similares aconteceram nos anos anteriores. O valor é menor que os fixados pelos bancos privados de porte similar.

Nas propostas de anos anteriores, o BB argumentou que houve uma defasagem na remuneração dos administradores estatutários desde 2008, o que aproximou muito as maiores remunerações de funcionários CLT do banco daquelas dos diretores, vice-presidentes e do presidente. Entre 2016 e 2022, não houve reajuste na remuneração dos administradores, enquanto o restante do corpo funcional recebeu os dissídios da categoria dos bancários.

Com isso, o exercício da função de administrador teria ficado menos atrativo, dado que atribui ao funcionário uma responsabilidade maior, mas com uma remuneração similar.

Neste ano, a administração do Banco do Brasil (BBAS3) não detalha os critérios de fixação da remuneração global proposta, nem os salários que diretores, vice-presidentes e a presidente receberiam caso seja aprovada.

Fonte: E-Investidor

BB e LinkedIn firmam parceria para fortalecer o Mulheres no Topo

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O Banco do Brasil e o LinkedIn anunciaram parceria destinada a fortalecer o programa Mulheres no Topo. A iniciativa, lançada pelo Banco do Brasil em 2023, tem por objetivo apoiar mulheres empreendedoras em todo o país. O LinkedIn se une à iniciativa destacando uma tendência global: o interesse crescente em empreendedorismo. A colaboração busca promover o empoderamento feminino e a educação financeira voltada para o empreendedorismo, ampliando assim o alcance e o impacto do programa.

Para alcançar esse objetivo, foi desenvolvido um grande hub de conteúdos exclusivos, onde estarão disponíveis podcasts mensais, posts de mulheres Top Voice, dicas de carreira, trilha de treinamentos, ações formativas, histórias reais e oportunidades. Tudo pensado para apoiar as mulheres que empreendem.

Segundo o Sebrae, o Brasil é o sétimo país com o maior número de empreendedoras no mundo. Dos 52 milhões de empreendedores existentes no país, 32 milhões são mulheres. Além disso, 46% dos novos empreendedores são mulheres, e 40% dessas empreendedoras pretendem abrir de uma a cinco vagas de emprego. Entre as empreendedoras, 51% são chefes de domicílio e principais tomadoras de decisão sobre as compras em suas residências.

No BB, são 3,1 milhões de clientes PJ, dos quais 1,3 milhão de empresas são dirigidas por mulheres, representando 42% da carteira de clientes e 37% do saldo da carteira de crédito PJ, totalizando R$ 40,3 bilhões em crédito. Em 2024, foram desembolsados mais de R$ 35,2 bilhões para empresas lideradas por mulheres, sendo que R$ 1,5 bilhão foram por meio das linhas exclusivas para mulheres, Giro e FCO Mulher Empreendedora.

Já o LinkedIn, celebrou no final de 2024, o marco de mais de 10 milhões de Páginas de Serviços – destinadas a exibir serviços profissionais – criadas globalmente, um crescimento de 48% em comparação ao ano anterior. Atualmente, 42% dos profissionais na plataforma estão interessados em iniciar seu próprio negócio ou atuar como freelancers. No Brasil, o número de empreendedores e freelancers oferecendo a contratação dos seus serviços através da plataforma chegou a 1,1 milhão, um crescimento de 47% em relação ao ano anterior, considerando que mais de 1,23 milhão de prestadores de serviços estão atualmente registrados na plataforma.

Fonte: Banco do Brasil

Banco do Brasil disponibiliza dez novos fundos para o público jovem

Publicado em: 30/03/2025

O Banco do Brasil avança em sua estratégia de inovação dedicada ao público jovem com a abertura de dez novos fundos de investimento para a conta de clientes de 8 a 17 anos, denominada BB Cash. Os dez novos fundos foram selecionados para contemplar múltiplas estratégias, como Renda Fixa e Multimercado, tanto de gestão própria quanto de outras gestoras. Agora, ao todo, são 12 fundos destinados a esse público no BB.

Essa variedade reforça a proposta de valor do Banco de oferecer um portfólio amplo que atenda os mais diferentes perfis de investidores. Hoje, cerca de 31% dos clientes BB Cash já investem, o que demonstra um engajamento do público em produtos de investimento. Atento ao crescente interesse dos jovens por investimentos e planejamento financeiro, conforme Raio X do Investidor Anbima, o Banco do Brasil busca conquistar cada vez mais proximidade e engajamento desse público apostando na ampliação da oferta de fundos, que oferecerá possibilidade de diversificação aos jovens investidores.

Para Eduardo Villela, executivo de Captação e Investimentos do Banco do Brasil, a ampliação dos fundos disponíveis na BB Cash proporciona a possibilidade de diversificação de estratégias e maior engajamento financeiro. “O interesse pelo mundo dos investimentos vem crescendo rapidamente entre os jovens. No BB, estamos atentos em possibilitar o acesso a estratégias variadas, assegurando soluções compatíveis com os mais variados perfis e objetivos. Essa inovação faz parte de nosso compromisso com a democratização e fomento da cultura de investir entre as novas gerações, com a facilidade de que a maioria dos novos fundos tem aplicação inicial de apenas R$ 0,01”, completa Villela.

BB Cash

A conta, que é gratuita e 100% digital, aprimorou o Cofrinho BB, funcionalidade que incentiva o hábito de investir por meio de aplicações automáticas e programáveis baseadas em objetivos. O Cofrinho, desde seu lançamento em junho de 2024, registrou um aumento de 68% no saldo investido. O engajamento registrado pelo BB com as soluções voltadas aos mais jovens evidencia a preferência desse público por jornadas digitais que trazem autonomia e facilitação da gestão financeira.

No Portal BB, os jovens investidores podem saber mais sobre os Investimentos BB Cash. Com esse movimento, o Banco do Brasil busca criar experiências financeiras alinhadas ao perfil e às expectativas das novas gerações, promovendo educação financeira e ampliando o acesso ao mercado de investimentos.

Fonte: Banco do Brasil

Banco do Brasil fortalece atuação no Japão e recebe grau de investimento da JCR

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O Banco do Brasil reforçou sua atuação internacional com dois importantes marcos anunciados em Tóquio durante o Fórum Econômico Brasil-Japão. A instituição se juntou a cerca de 500 empresários e líderes do setor financeiro para discutir oportunidades de cooperação econômica entre os dois países.

A presidenta do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros, integrou a comitiva que está no Japão para encontros e assinaturas de acordos estratégicos em ciência, tecnologia, saúde e educação. Durante o Fórum Econômico Brasil-Japão, o BB formalizou um Memorando de Entendimento (MOU) com a JP-MIRAI, parceria que impulsiona sua presença no mercado japonês, e anunciou a conquista de uma classificação de crédito de grau de investimento da Japan Credit Rating Agency (JCR), reconhecimento que fortalece sua posição no cenário financeiro asiático e amplia suas oportunidades de captação e negócios na região Ásia-Pacífico.

“O Banco do Brasil tem um compromisso histórico com as pessoas, com as comunidades que atendemos dentro e fora do país. Essa parceria com a JP-MIRAI reforça nosso propósito de apoiar, com responsabilidade e inclusão, a comunidade japonesa e os brasileiros que vivem no Japão, oferecendo soluções financeiras sustentáveis e acessíveis. Já a conquista do grau de investimento pela JCR é um marco que fortalece nossa capacidade de captação no mercado asiático, com custos mais competitivos. Esse reconhecimento fortalece nosso papel como ponte entre o Brasil e a Ásia”, afirma Tarciana.

A assinatura do Memorando de Entendimento com a JP-MIRAI representa um passo importante para a atuação do Banco do Brasil no Japão. A parceria tem como objetivo ampliar a oferta de produtos financeiros voltados para sustentabilidade e impacto social, com destaque para o Donation Time Deposit, um produto que permite atender às expectativas dos investidores alinhados com práticas ESG, enquanto recebem juros sobre seus investimentos. A parceria visa apoiar iniciativas de responsabilidade social e inclusão financeira, beneficiando particularmente a comunidade latino-americana no Japão.

A concessão da classificação de crédito de “grau de investimento” pela JCR foi obtida por meio da atuação do Banco do Brasil no Japão. O reconhecimento reflete a solidez financeira da instituição, sua governança robusta e sua relevância estratégica para o comércio Brasil-Japão. Com essa classificação, o BB se torna ainda mais atrativo para investidores institucionais asiáticos, fortalecendo sua presença na região.

“O reconhecimento da JCR reforça a credibilidade internacional do Banco do Brasil e abre novas oportunidades para ampliarmos nossas atividades na região Ásia-Pacífico. Nossa presença no Japão é parte de uma estratégia sólida e bem-sucedida de internacionalização. A área internacional do BB tem atuado com protagonismo, sempre com soluções inovadoras e alinhadas às demandas dos mercados globais. Nossa rede externa exerce um papel fundamental no suporte aos clientes brasileiros, em especial as empresas exportadoras, segmento no qual o BB é líder”, acrescenta Francisco Lassalvia, vice-presidente de Negócios de Atacado do BB.

Presença consolidada no Japão e perspectivas futuras

O Banco do Brasil foi a primeira instituição financeira brasileira a estabelecer operações no Japão, em 1972, e desde então tem desempenhado um papel fundamental na conexão entre os mercados brasileiro e japonês. Atualmente, mantém agências em Tóquio, Nagoia e Hamamatsu, além do serviço itinerante BB Móvel, que leva atendimento bancário a diversas regiões do país, proporcionando maior acessibilidade aos clientes.

Com a classificação de grau de investimento da JCR e a nova parceria com a JP-MIRAI, o BB se consolida como um player estratégico no mercado asiático, fortalecendo sua presença, reforçando seu compromisso com inovação, governança e sustentabilidade.

A atuação da instituição no Japão faz parte de um plano mais amplo de fortalecimento da sua presença global, diversificação e integração de suas operações internacionais, buscando sempre aprimorar a oferta de produtos e serviços a clientes, investidores e parceiros estratégicos em mercados-chave ao redor do mundo.

Sobre as instituições

JP-MIRAI: JP-MIRAI é uma instituição sem fins lucrativos renomada no Japão, vinculada à JICA (Agência de Cooperação Internacional do Japão), conhecida por sua expertise em dar apoio às comunidades de trabalhadores estrangeiros no Japão. Através do Portal JP-MIRAI, a organização fornece recursos em vários idiomas, incluindo português, sobre trabalho, transporte, saúde, moradia e educação. Além disso, o JP-MIRAI Assist oferece consultas pessoais por telefone, chat ou e-mail para ajudar os estrangeiros a resolver problemas cotidianos e garantir seus direitos humanos.

JCR (Japan Credit Rating Agency): A JCR é uma das principais agências de classificação de crédito do Japão, responsável por avaliar a solvência de vários governos, empresas e instituições financeiras. As classificações da JCR são amplamente reconhecidas na região Ásia-Pacífico e influenciam decisões de investimento e financiamento.

Fonte: Banco do Brasil

BB lança linha de crédito para mulheres que exportam ou planejam exportar

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O Banco do Brasil lança a linha BB Crédito Mulher Exportadora, solução para impulsionar empresas lideradas por mulheres no comércio exterior. A nova linha de crédito é voltada para empresas, cooperativas e entidades com faturamento anual entre R$ 1 milhão e R$ 15 milhões, desde que possuam pelo menos 40% de participação feminina no quadro societário.

Com condições diferenciadas, o novo financiamento amplia as oportunidades para que mais empreendedoras fortaleçam suas operações e conquistem novos mercados. Entre os diferenciais, destacam-se:

  • Financiamento pré-embarque para a produção nacional de bens e despesas com promoção da exportação no Brasil ou no exterior;
  • Prazos flexíveis, com até 24 meses para pagamento;
  • Acesso a recursos de curto e médio prazo, permitindo um planejamento sustentável de crescimento;
  • Atendimento especializado, com suporte de gerentes experientes no Brasil e no exterior;
  • Operação em reais, sem risco de variação cambial.

A iniciativa complementa o Programa Primeira Exportação – Edição Mulheres no Mundo, criado pelo BB em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). O programa já capacitou mais de 450 empresárias em apenas um ano, fornecendo conhecimento estratégico para a internacionalização de seus negócios.

“O empreendedorismo feminino tem um papel fundamental no desenvolvimento econômico do Brasil e no fortalecimento do comércio exterior. Queremos que mais mulheres considerem o mercado global como um caminho natural para o crescimento de seus negócios. Com o BB Crédito Mulher Exportadora, estamos ampliando as oportunidades para que essas empresárias tenham mais acesso ao financiamento necessário para expandir com segurança e planejamento”, afirma Juliano Marcatto, gerente da Unidade Negócios Internacionais do Banco do Brasil.

As empresárias interessadas devem procurar seu gerente de relacionamento no Banco do Brasil para conhecer as condições da linha e solicitar o financiamento.

Reconhecimento internacional

O Programa Primeira Exportação – Edição Mulheres no Mundo foi reconhecido como uma das boas práticas do Brasil em comércio internacional e gênero pelo International Trade Centre (ITC), agência ligada à Organização Mundial do Comércio (OMC) e à ONU. O reconhecimento foi concedido por meio do SheTrades Outlook, que avalia iniciativas de fomento à participação feminina no comércio global.

O programa oferece uma trilha gratuita de capacitação para empreendedoras que desejam exportar, com conteúdo sobre negócios internacionais, planejamento financeiro, câmbio e proteção cambial, além de mentorias especializadas com profissionais do Banco do Brasil. O reconhecimento do BB pelo programa Primeira Exportação – Mulheres no Mundo reforça a importância de políticas que ampliam o acesso das empreendedoras ao comércio exterior.

Fonte: Banco do Brasil

BB faz captação de US$ 95 milhões para projetos de água e saneamento hídrico

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O Banco do Brasil concluiu captação internacional no montante de US$ 95 milhões e prazo de captação de dois anos, destinada a apoiar projetos de água e saneamento hídrico. Denominada “Blue Repo”, a iniciativa reafirma o compromisso do Banco do Brasil com o meio ambiente e a sustentabilidade, através da ampliação ao acesso a esse item tão importante e fundamental para a vida humana.

A operação “Blue Repo” foi realizada em parceria com o Natixis CIB, e é um exemplo de colaboração para promover práticas financeiras responsáveis e de impacto positivo no meio ambiente. O Natixis CIB, reconhecido por sua forte atuação em finanças verdes e comprometimento com a sustentabilidade, destaca a relevância dos negócios sustentáveis para ambas as instituições.

Francisco Lassalvia, vice-presidente de Negócios de Atacado do Banco do Brasil, enfatiza que “a operação reforça o papel pioneiro do Banco do Brasil na estruturação de operações de tesouraria com foco em finanças sustentáveis, consolidando nossa posição de liderança nesse segmento. Mais uma vez, temos o apoio de um parceiro internacional de peso, como o Natixis CIB, nesta operação, acessando recursos de investidores com foco em sustentabilidade e com preços mais atrativos para o BB, o que evidencia nosso compromisso com a inovação e a sustentabilidade no mercado financeiro global”.

“A operação é fruto de muito empenho do BB no intuito de contribuir com a sociedade e com o planeta. Essa operação é um marco e só foi possível justamente em função do protagonismo do Banco do Basil em operações com o Setor Público no apoio às políticas públicas. Estamos entusiasmados com o sucesso da operação ‘Blue Repo’ e acreditamos que os recursos obtidos permitirão a estados e municípios brasileiros financiarem projetos de captação, distribuição e tratamento de água, além de ampliar acesso a saneamento básico à população”, afirma José Ricardo Sasseron, vice-presidente de Governo e Sustentabilidade Empresarial. “Ao nos alinharmos com o Dia Mundial da Água, reforçamos nosso compromisso com a Sustentabilidade e a proteção dos recursos hídricos”, complementa Sasseron.

Essa é a segunda colaboração entre as instituições, que também foram parceiras na inédita operação denominada “Triple Sustainable Repo”, em 2024, o que destaca a continuidade e o sucesso desta parceria em promover práticas financeiras sustentáveis com características inovadoras de grande impacto no Sistema Financeiro Internacional.

Fonte: Banco do Brasil

Banco do Brasil supera R$ 600 milhões no novo consignado privado

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O Banco do Brasil informou que já desembolsou R$ 600 milhões em empréstimos por meio do Programa Crédito do Trabalhador, desde o início da operacionalização da plataforma. No período, foram contratadas operações em mais de 3 mil municípios de todas as regiões do país.

Nos primeiros sete dias de funcionamento do programa, o governo federal já contabilizou mais de R$ 1,28 bilhão em empréstimos. Ao todo, 193,7 mil contratos foram firmados entre 21 e 27 de março.

Na avaliação do diretor de empréstimos e financiamentos do Banco do Brasil, Antonio Chiarello, o novo programa permite a substituição de dívidas.

“A possibilidade de pagamento de dívidas mais elevadas viabiliza melhores condições para o trabalhador, a exemplo de um cliente vendedor em uma empresa atacadista que contratou uma operação com parcela mensal de R$ 678,66, em substituição a uma dívida com prestação mensal de R$ 1.202,15, reduzindo o comprometimento da renda com as parcelas”, diz.

O Banco do Brasil informou que as condições de oferta de crédito envolvem atributos relacionados ao valor e ao prazo de cada empréstimo, a combinação integrada das variáveis, informações e perfil das empresas e dos trabalhadores em cada relação de vínculo e a observância das políticas de crédito.

Desde que foi criado, o Ministério do Trabalho e Emprego registrou 11,6 milhões de propostas de crédito. O valor médio do empréstimo foi de R$ 6.623,48, com parcelas médias de R$ 347,23 e um prazo médio de pagamento de 19 meses.

Por meio da iniciativa, o governo federal quer ampliar o acesso ao crédito consignado para os trabalhadores do setor privado, incluindo empregados do MEI, domésticos e rurais.

Para contratar os empréstimos, os trabalhadores interessados devem acessar a Carteira de Trabalho (CTPS) Digital e iniciar a simulação do crédito, informando o valor e o prazo desejado.

A partir de 25 de abril, será possível contratar os empréstimos diretamente nos canais digitais dos bancos.

Fonte: CNN Brasil

Sindicato: vitória na ação de 7ª e 8ª horas para os analistas B UT do BB

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Em mais uma vitória do Sindicato em defesa da jornada de trabalho da categoria, o juiz Marcos Alberto dos Reis, da 8ª Vara do Trabalho de Brasília, determinou que os bancários do Banco do Brasil exercentes da função de Analista B UT lotados no Distrito Federal recebam como extra (adicional de 50%) as 7ª e 8ª horas trabalhadas diariamente.

A decisão é válida para todos os trabalhadores que ocuparam a função a partir de 01/04/2008. Aqueles que tiveram os contratos rescindidos a partir de 21/11/2016 também estão assegurados pela decisão. A ação vale para todos os empregados, incluindo os não filiados, que preencham os requisitos acima delimitados, exceto apenas os que demandaram ação individual com mesmo objeto e período, ou que firmaram acordo via CCV (Comissão de Conciliação Voluntária).

Na sentença, o magistrado reconheceu que funcionários do BB que ocupavam/ocupam a função de Analista B UT lotados no Distrito Federal realizam atividades técnicas e burocráticas de operacionalização e por isso estão abrangidos pelo caput do art. 224 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), que determina que a duração da jornada de trabalho em instituições financeiras é de “seis horas contínuas nos dias úteis, com exceção dos sábados, perfazendo um total de 30 horas de trabalho por semana”.

Além do pagamento do tempo excedente da jornada como horas extras, o magistrado também condenou o Banco do Brasil a pagar os reflexos nos demais direitos trabalhistas, como gratificação semestral, licença prêmio (convertida em espécie), licença saúde (superior ou não a 15 dias), repouso semanal remunerado (RSR), aviso prévio, 13º salário, férias (inclusive as convertidas em espécie), terço constitucional, folgas, abonos assiduidade, FGTS e recolhimentos à Previ e Cassi.

Embora o processo já tenha passado pelo TST para análise da legitimidade do Sindicato e adequação da via eleita, o BB pode recorrer dessa última decisão, já que o mérito da ação (direito às horas extras) ainda remanesce de análise das instâncias superiores.

Fonte: Sindicato dos Bancários de Brasília

BB é empresa brasileira mais bem colocada em ranking de receitas sustentáveis

Publicado em: 20/03/2025

O Banco do Brasil foi a empresa brasileira mais bem colocada no ranking Clean200, que compila as 200 empresas de capital aberto que mais geram receitas provenientes de fontes limpas e de negócios ESG (sigla em inglês para boas práticas ambientais, sociais e de governança) em todo o mundo. O ranking é compilado pela empresa canadense Corporate Knights e pela organização sem fins lucrativos As You Sow.

O BB ocupa a 37ª posição no levantamento e foi o banco mais bem colocado. Além do banco público, outras sete empresas brasileiras entraram para a classificação: Cemig (40º), Neonenergia (42º), CPFL Energia (51º), Copel (96º), Coelba (140º), Sabesp (155º) e Engie (161º). A primeira colocada no ranking é a americana Apple.

O ranking não inclui empresas do setor de óleo e gás, ou de energia em que a geração seja menos de 50% limpa, por exemplo. Também exclui as maiores empresas globais de carvão de acordo com o tamanho das reservas.

O Banco do Brasil figura ainda entre as empresas que compõem o Sustainability Yearbook 2025, anuário da Standard & Poor’s Global (S&P), que reconhece as empresas que adotam critérios ASG. Este anuário serve como referência para investidores que buscam empresas comprometidas com práticas sustentáveis e responsáveis.

Em janeiro, a Corporate Knights elencou o BB como o mais sustentável do mundo pela sexta vez. O vice-presidente de Negócios Governo e Sustentabilidade Empresarial do banco, José Ricardo Sasseron, afirma que estes e outros prêmios reforçam a atuação.

“Este reconhecimento internacional, aliado aos nossos projetos de bioeconomia, metas de Desenvolvimento Sustentável (SDG), carteira de crédito sustentável e investimentos em energia renovável, acrescenta segurança tanto ao investidor quanto ao mercado. A sustentabilidade é o negócio do presente e orienta a estratégia de negócios do BB”, afirmou ele em nota.

No final do ano passado, o volume de crédito sustentável do BB era de R$ 386,7 bilhões, alta de 12,7% em um ano. Neste ano, o banco espera um crescimento de 7% a 11% neste portfólio.

Fonte: Invest Talk

Com safra recorde, BB espera queda da inadimplência do agro, diz CEO

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Os indicadores econômicos já apontam para uma colheita recorde no Brasil neste ano, um alívio bem-vindo para os consumidores que enfrentam um aumento dos preços dos alimentos que tem pesado na popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Depois de graves secas e enchentes em 2024, as chuvas se normalizaram este ano. Isso provavelmente significa alimentos mais baratos, de acordo com Tarciana Medeiros, CEO do Banco do Brasil, o segundo maior banco do país e maior credor de empresas agrícolas.

“Quando você olha para o histórico de anos de safra recorde, você vê uma cesta básica controlada”, disse Medeiros em entrevista à Bloomberg News em seu escritório em Brasília na quinta-feira (27).

Isso é uma boa notícia não só para Lula. O Banco do Brasil (BBAS3), que tem uma carteira de crédito agrícola de R$ 400 bilhões, também será beneficiado.

A estatal espera que a taxa de inadimplência para empréstimos vencidos há mais de 90 dias caia este ano, depois de subir para 3,32% em 2024, principalmente devido a empréstimos ao agronegócio.

“O ano passado foi difícil para muitos produtores, mas esperamos que a inadimplência se acomode em 2025″, disse Medeiros.

A popularidade de Lula caiu para o nível mais baixo de todos os tempos, principalmente devido ao aumento dos preços dos alimentos que levou o Banco Central a aumentar a taxa de juros.

A instituição liderada por Gabriel Galípolo elevou a taxa Selic para 13,25% ao ano este mês e prometeu um aumento de um ponto percentual pela terceira vez consecutiva no próximo mês.

O presidente pediu à sua equipe econômica que apresentasse medidas para reduzir os preços e ajudar os brasileiros a obter crédito mais barato.

Vários ministérios, incluindo Fazenda, Agricultura e Desenvolvimento e Comércio, têm discutido alternativas como a redução de impostos de importação para alguns itens. Mesmo assim, o governo também conta com a safra recorde para trazer algum alívio.

Recuperação judicial no agro

Os agricultores brasileiros enfrentaram tempos difíceis no ano passado devido à queda nos preços das principais culturas e ao aumento dos juros.

Os pedidos de recuperação judicial no segundo trimestre de 2024 triplicaram em comparação com os primeiros três meses do ano passado e depois caíram 51% no trimestre seguinte, de acordo com os últimos números do Serasa Experian.

Apesar das perspectivas positivas para uma safra recorde este ano, os produtores provavelmente continuarão a procurar proteção contra os credores, uma vez que as margens de lucro deverão permanecer apertadas enquanto os custos de financiamento aumentam juntamente com a Selic, de acordo com André Pessôa, presidente da Agroconsult.

A produção agrícola brasileira deverá saltar 9,4%, para um recorde de 325,7 milhões de toneladas na safra 2024-25, impulsionada pela colheita de soja, seguida por milho, arroz, trigo e feijão.

O governo também anunciou um plano para incentivar os empréstimos consignados para o setor privado, o que deve reduzir as taxas de juro para os trabalhadores que precisam pedir dinheiro emprestado ou renegociar empréstimos existentes.

Isso oferece outra oportunidade de mercado para o Banco do Brasil, que também possui a maior carteira de empréstimos consignados para servidores públicos, de R$ 137 bilhões. Segundo Medeiros, a expertise do banco nessa área pode ser estendida ao setor privado.

O governo estima que o novo programa aumentará esses empréstimos para R$ 120 bilhões, dos atuais R$ 40 bilhões. “Temos um oceano azul para navegar nesse segmento”, disse Medeiros.

O Banco do Brasil reportou um lucro líquido de R$ 37,9 bilhões em 2024, um aumento de 6,6% em relação ao ano anterior. Este ano, o banco espera um lucro entre R$ 37 bilhões e R$ 41 bilhões, enquanto enfrenta uma perspectiva mais adversa para as taxas de juros.
Pressão política

A iniciativa de Lula para estimular o crédito não deve ser confundida com pressão política ou uma tentativa de intervenção no banco, segundo Medeiros. “O presidente Lula tem consciência de que o crédito crescerá de acordo com as condições do mercado”, disse ela. “Não há e nunca houve qualquer apelo para fazer algo fora das boas práticas de mercado.”

Mesmo assim, o mercado desconta as ações do Banco do Brasil por preocupações de que o governo possa intervir na instituição, algo que Medeiros considera injusto.

“Somos seguidos de perto por acionistas públicos e privados e seguimos protocolos rígidos de governança”, disse ela.

Os mercados também olham para o banco com “preconceito”, disse ela, devido ao seu elevado nível de crédito no setor agrícola. “A carteira de crédito do agronegócio tem garantias muito maiores”, disse ela, “o que dá segurança ao banco e mitiga riscos”.

Fonte: Bloomberg Línea

O plano do Broto, do Banco do Brasil, para chegar aos R$ 10 bi

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Uma startup que já nasceu entre gigantes e que mostra disposição para avançar na digitalização do agro, mesmo que o momento ainda traga desafios.

“O Broto”, como é chamada (assim no masculino) a plataforma digital do Banco do Brasil, começa a dar novos passos para avançar no financiamento do agronegócio, aproveitando oportunidades que surgem a partir de um problema, que é a oferta insuficiente de recursos subsidiados no crédito agrícola.

O projeto foi lançado em 2020 junto com o Plano Safra. Na época, o foco era oferecer serviços não financeiros, como cursos, atrelados ao universo dos seguros da Brasilseg, que até hoje é uma das acionistas da plataforma.

Era o ano da pandemia, quando as grandes feiras do agronegócio foram suspensas, fazendo surgir uma oportunidade: vender máquinas e equipamentos via plataforma digital.

“A gente fez naquele ano a primeira feira virtual de agronegócio do Banco Brasil, algo que nunca tinha sido feito. Foi muito bacana, fizemos na ocasião cerca de R$ 800 milhões em negócios”, contou o diretor executivo do Broto, Francisco Roder Martinez, em entrevista exclusiva ao AgFeed. Ele acompanha o projeto desde o início.

Atualmente, o Broto tem 19 categorias diferentes em seu marketplace, com mais de mil empresas que vendem produtos e serviços, incluindo o tradicional negócio de máquinas e equipamentos agrícolas. Desde a criação até agora, já foram transacionados R$ 9,18 bilhões na plataforma, com a participação de 250 mil produtores rurais cadastrados.

Em 2023 foi criada uma nova empresa, a Broto S.A, que tem como acionistas o Banco do Brasil, com 50%, e a Brasilseg, seguradora do banco, com a outra metade. “Desde 2023, nós somos o que a gente chama aqui de uma coligada, uma empresa do conglomerado do Banco do Brasil”, explicou Martinez.

Um dos alicerces desta história é que, desde o início, a plataforma conta com as linhas de crédito do Banco do Brasil, instituição que segue disparada como a maior financiadora do agronegócio brasileiro – responde por quase a metade todo o crédito rural no País.

“Contamos não só as linhas de crédito do Banco do Brasil, mas todas as esteiras de processamento. O banco tem hoje cerca de mil pessoas processando crédito do agronegócio. Então junto com as linhas de crédito a gente tem acesso essas esteiras conectadas aqui na plataforma”, explicou o diretor do Broto.

Não bastasse isso, tem a Brasilseg, considerada líder de mercado, com 60% de market share em seguros. O Broto conta ainda com a oferta de produtos da BB Consórcios e até serviço de telemedicina para o produtor rural, da empresa Ciclic.

“Mas sempre com esse foco em ser uma plataforma de negócio digital agro, mirando a condição de ecossistema”, reforçou.

Francisco Martinez disse ao AgFeed que hoje trabalha quatro linhas de negócio principais: o marketplace, os serviços financeiros e as duas iniciativas mais recentes, que são a oferta de operações de barter (troca de insumos pelo produto agrícola) e algo que está prestes a ser lançado oficialmente, o Clube Broto, um programa de benefícios que deve atrair principalmente as agtechs, além de médias e grandes empresas.

Os números de 2024 não foram totalmente fechados e divulgados, mas o diretor estima que o volume de negócios tenha alcançado R$ 5 bilhões, bem acima dos cerca de R$ 3 bilhões transacionados no ano anterior.

“Temos crescido ano a ano e, geralmente, desde a criação da empresa, mais de 100% ano a ano. Em 2025, a gente acredita também no crescimento robusto, aproveitando essa perspectiva positiva do crescimento da produção agro brasileira”, afirmou.

A previsão é dobrar o volume de negócios este ano, chegando próximo aos R$ 10 bilhões.

Segundo ele, desde o início da plataforma já são mais de 8 milhões de acessos. “Para esse ano, a gente acredita que, com o lançamento desses novos modelos de negócios, o barter e o clube Broto, a gente deve chegar, no final do ano, com um patamar ainda maior”.
Aposta no barter

O maior volume de negócios do Broto ainda é gerado pelo marketplace de máquinas e equipamentos agrícolas. O desafio agora é gerar mais receita em outras frentes.

Com as transformações no crédito agrícola, que convive com taxas de juros mais altas e orçamento limitado do governo para subsidiar as linhas tradicionais, o mercado tem observado uma maior procura pelo barter, que são as operações de troca em que a compra de insumos é “travada” em sacas de milho ou soja, por exemplo.

O pagamento ocorre na colheita, mas, por meio das linhas do Banco do Brasil, as revendas e fabricantes de insumos podem repassar esse risco de crédito – que hoje não é pequeno, em tempos de alta nas recuperações judiciais – para a instituição financeira.

Pensando nisso, o Broto começou a fazer operações de barter na plataforma.

“Nós lançamos em novembro do ano passado uma plataforma de comercialização em barter, onde a gente tokeniza ativos reais, tokeniza grãos. Estou falando, nesse primeiro momento, de soja, milho e café, sendo que o café é um piloto ainda. A gente troca o grão, como uma operação de barter tradicional, pelo insumo. Nós desenvolvemos isso junto com outras empresas parceiras”, explicou Martinez.

O executivo destaca que os economistas do Banco do Brasil projetam uma alta de 6% no PIB do agronegócio em 2025 e, consequentemente, uma maior necessidade de crédito para a compra de insumos. “Então a gente acredita que essa solução vai estar apoiando toda a cadeia do agro, em especial os produtores rurais”.

Ele não revela qual seria a meta de negócios via barter na plataforma, mas diz que vê grande potencial de se tornar mais um pilar importante para o Broto.

“Hoje estima-se que 60% do que se compra numa propriedade rural sejam insumos. Portanto, é um mercado bastante promissor, mas também bastante competitivo”, ressaltou.

A solução de barter do Broto está conectada às linhas de custeio do Banco do Brasil e as CPRs. “É o que permite a gente assumir o risco de crédito que hoje quem toma são as revendas, as cooperativas e as tradings”.

Até agora 10 empresas já assinaram contrato com o Broto para as operações de barter. Os nomes dos parceiros ainda não são divulgados, mas Martinez admite que há revendas, fabricantes de insumos e também tradings. Outras 30 empresas estão em fase de negociação.

Para produtores e revendas que estão operando o sistema de barter da plataforma, um dos diferenciais, seria o custo mais baixo, ele admite. “A gente tem condições financeiras privilegiadas por conta do acesso às linhas de crédito do Banco do Brasil”.

São usados recursos do próprio Plano Safra ou então um mix com recursos livres, até mesmo LCAs (Letras de Crédito do Agronegócio). “Por isso, conseguimos baratear o custo final da operação no formato que é feito tradicionalmente”.

Nos demais serviços financeiros, o Broto não chega a oferecer taxas de juros mais baixas do que aquelas acessadas nas agências físicas do banco. Na visão do executivo, o grande diferencial, inclusive no barter, é a facilidade que a plataforma digital oferece. “O processo atual envolve cartórios, envolve idas e vindas, tanto da parte das revendas, do produtor rural e das tradings. A gente conseguiu criar uma forma de facilitar e digitalizar tudo isso”.

A expectativa de Martinez, “num espaço de tempo não muito distante”, é também conseguir oferecer mais alternativas de crédito rural ligadas ao mercado de capitais.

“Nós temos mais de R$ 1 trilhão de reais em necessidade de crédito todo ano e um terço disso a gente acredita que é privado, boa parte disso é barter e um terço são recursos próprios, o que é uma distorção”.

Outra esperança de conquistar mais mercado é o Clube Broto, que deve ser lançado em abril. Foram mapeadas startups do agro e empresas que oferecem serviços dentro e fora da porteira. O clube deve oferecer tarifas reduzidas na contratação de tecnologias como drones, estações climáticas, sensoriamento remoto e até regularização fundiária. Em paralelo, o Broto seguirá oferecendo cursos gratuitos na plataforma.

No caminho do breakeven

A Broto S.A hoje é uma empresa de capital fechado e não divulga dados de faturamento. No final de 2022, época em que estava sendo criada a plataforma, um comunicado ao mercado sinalizou que Banco do Brasil e BB Seguridade colocaram, cada um, R$ 31,2 milhões para a constituição da nova empresa, totalizando R$ 62,4 milhões.

Martinez disse ao AgFeed que a empresa ainda está na etapa de investimento, mas que possui um plano de negócios com previsão de que o breakeven seja atingido “antes do que é o padrão do mercado de startups”, que seria de cinco anos.

A monetização ocorreu com a criação da empresa, em janeiro de 2023, portanto, poderia haver este equilíbrio nas contas em alguma data até 2028.

“Estamos trabalhando para isso. A gente tem colocado de pé, como qualquer empresa de inovação, modelos de negócios inovadores que desafiam o cenário tradicional”, afirmou.

Para chegar lá, o diretor executivo do Broto confia bastante na transformação digital do agronegócio.

Não é divulgada uma meta sobre qual seria a fatia “digital” das operações do Banco do Brasil no agro via Broto. Martinez ressalta que o objetivo é ser algo complementar, dar mais essa opção aos produtores rurais.

“A gente já viu isso nos bancos, no sistema financeiro. Havia uma certa resistência para os clientes saírem da agência física, Hoje em dia, a gente vê que todos os bancos foram por esse caminho e, muitas vezes, o cliente de banco prefere ser atendido no digital. Acreditamos que isso pode acontecer no agro, por tudo que a gente tem visto aí nesse movimento de sucessão, nessa velocidade da adoção das tecnologias digitais, mas a gente não sabe quando isso vai acontecer”, avaliou.

Até 2028, que é o prazo do plano de negócios do Broto, a previsão é que cerca de 16% das transações vão acontecer em ambientes digitais, lembra ele.

“Hoje, 70% dos produtores rurais usam o digital, mas 11% compram na plataforma. Então, a gente acredita que esse número num espaço curto de tempo, ele deve subir para pelo menos 16%”.

Embora não haja um diferencial fixo nas taxas de juros via Broto, para atrair mais clientes de forma mais rápida, Martinez não descarta que parcerias venham a ser feitas para viabilizar condições especiais. É algo que o Broto costuma fazer nas chamadas feiras digitais, com o Banco do Brasil.

Também contam a favor de uma visão otimista, já a partir deste ano, o sentimento de que o setor de máquinas de voltar a se recuperar. O diretor admite que no final do ano passado a plataforma chegou a ser prejudicada pela retração das vendas nesse segmento, mas ainda assim conseguiu seguir crescendo em função dos outros produtos principais como seguros e serviços financeiros.

Os executivos do Broto participaram da Expodireto Cotrijal, no Rio Grande do Sul, neste mês de março, por exemplo, e dizem que a percepção foi de um reaquecimento nos negócios.

Fonte: Agfeed

Banco do Brasil anuncia convocação de mais 450 novos servidores

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O Banco do Brasil anunciou a pré-convocação de 450 aprovados para o cargo de agente de tecnologia do último concurso realizado pelo banco. O certame está vigente até julho de 2025 e ofertou 6 mil vagas distribuídas para as funções de agente de tecnologia e agente comercial. O salário previsto no edital de abertura é de R$ 3.622,23. Segundo o banco, a “seleção externa ainda conta com 591 habilitados em cadastro de reserva”.

Ao Correio, o banco esclareceu que essa será a primeira leva de convocados anunciados pelo banco em fevereiro. À época, a empresa revelou que convocará cerca de mil aprovados. Segundo a instituição, o restante das convocações anunciadas ocorrerá ainda em 2025.

A remuneração também será composto por vale-transporte, auxílio-creche; ajuda alimentação/refeição, auxílio a filho com deficiência, previdência complementar, acesso a plano de saúde e plano odontológico básico. Além disso, os novos servidores terão participação nos lucros ou resultados e a programas de educação e capacitação.

Segundo o banco, até o momento, não há previsão sobre a realização de um novo certame. Em nota enviada ao Correio, o banco reforçou que “não há qualquer definição sobre um novo concurso no momento e, por padrão administrativo, o BB sempre comunica formalmente toda e qualquer novidade relevante sobre o tema”.

Vale lembrar que em janeiro, o banco desmentiu especulações sobre a realização de um novo certame. À época, o BB classificou a hipótese como “desinformação” e “notícia falsa” e alertou para a possibilidade de tentativas de golpe. “Alguns perfis em redes sociais utilizando indevidamente o nome da instituição”, disse.

Fonte: Blog Correio Braziliense