Associação tenta destravar PL que isenta participação nos lucros do IR

Publicado em: 26/06/2026

A ANABB intensificou a articulação em Brasília para tentar destravar, ainda em 2026, o projeto que isenta do Imposto de Renda os valores recebidos por trabalhadores a título de Participação nos Lucros e Resultados (PLR).

A movimentação gira em torno do PL 581/2019, em tramitação na Câmara dos Deputados. A entidade que representa os funcionários do Banco do Brasil definiu uma nova rodada de ofensiva política após reunião entre o presidente da associação, Valmir Camilo, o vice-presidente de Relações Institucionais, Augusto Carvalho, e o advogado, ex-deputado federal e consultor Vicente Cândido.

O primeiro passo será uma rodada de conversas, no início de julho, com as principais centrais sindicais que defendem a proposta. A avaliação é que a pressão coordenada pode ajudar a tirar o texto da gaveta em um ano de disputa por medidas de apelo direto ao trabalhador.

Outro flanco considerado prioritário é a interlocução com o relator da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). A estratégia é tentar assegurar que o impacto fiscal da eventual isenção já seja considerado nos parâmetros do Orçamento do próximo ano, reduzindo resistências à aprovação do projeto.

Na Câmara, a ANABB também vai retomar a articulação pela aprovação do parecer favorável da deputada Laura Carneiro (PSD-RJ) na Comissão de Finanças e Tributação, presidida pelo deputado Merlong Solano (PT-PI). Em paralelo, a entidade mantém a via judicial como frente complementar da disputa.

Para a ANABB, a isenção da PLR virou uma pauta de justiça tributária para os funcionários do Banco do Brasil e demais trabalhadores que recebem participação nos resultados. O desafio, agora, é transformar uma demanda sindical antiga em uma proposta fiscalmente viável para avançar no Congresso.

Fonte: Veja

Funcionários do Banco do Brasil entregam pauta de reivindicações à direção do banco

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Representantes das funcionárias e dos funcionários do Banco do Brasil entregaram, nesta quarta-feira (24 de junho), a minuta de reivindicações da categoria à direção do banco. O documento foi protocolado na sede da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), em São Paulo, e reúne as principais demandas aprovadas durante o 36º Congresso Nacional dos Funcionários e das Funcionárias do Banco do Brasil (CNFBB).

Realizado entre os dias 21 e 23 de junho, o Congresso reuniu cerca de 280 delegados e delegadas de todo o país, que debateram e aprovaram os eixos que irão nortear a Campanha Nacional dos Bancários 2026 no Banco do Brasil. As reivindicações estão organizadas em quatro grandes temas: condições de trabalho, previdência, remuneração e saúde.

Entre as prioridades aprovadas pelos delegados e delegadas está a ampliação do quadro de funcionários por meio da realização de novos concursos públicos. A medida é considerada fundamental para fortalecer o papel público do Banco do Brasil, melhorar o atendimento à população e reduzir a sobrecarga de trabalho enfrentada pelos trabalhadores nas unidades em todo o país.

A defesa do papel público do Banco do Brasil também passa pela manutenção e pelo fortalecimento do atendimento presencial à população. Os representantes dos trabalhadores defendem a preservação da estrutura de atendimento bancário nas agências e a garantia de caixas em todas as unidades. Para a categoria, o banco não pode abrir mão de sua função social nem transformar suas agências em espaços voltados exclusivamente para a comercialização de produtos e serviços financeiros.

Para a coordenadora da Comissão de Empresa das Funcionárias e dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), Fernanda Lopes, a defesa da saúde dos trabalhadores e do papel público do banco estão entre as prioridades da Campanha. “Os principais pontos da minuta de reivindicações que aprovamos foram em torno dos quatro eixos: condições de trabalho, previdência, remuneração e saúde, com foco na defesa do Banco do Brasil como banco público. Isso passa pela realização de novos concursos, pela melhoria das condições de trabalho e também pela manutenção do atendimento à população. Vamos cobrar que o banco pare de transformar agências em lojas e preserve a presença de caixas em todas as unidades, garantindo que a população continue tendo acesso aos serviços bancários de forma adequada. Também defendemos mais contratações por meio de concurso público, tanto para melhorar o atendimento quanto para reduzir a sobrecarga de trabalho. A gente não pode permitir que colegas adoeçam no ambiente de trabalho”, destacou.

Segundo a dirigente, os debates realizados ao longo dos três dias de Congresso fortaleceram o funcionalismo para enfrentar uma campanha que exigirá unidade e mobilização. “Foram três dias muito importantes, ricos em debates sobre condições de trabalho, saúde e previdência. O funcionalismo do BB saiu do Congresso bem mais fortalecido para esta campanha, que será especialmente desafiadora neste ano”, completou.

A entrega da minuta marca o início do processo de negociação entre a representação dos trabalhadores e a direção do Banco do Brasil para a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) e a discussão das principais demandas específicas do funcionalismo.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Banco do Brasil abonará horas dos jogos da Seleção Brasileira na Copa do Mundo

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Os funcionários do Banco do Brasil não precisarão compensar as horas referentes aos períodos de liberação para acompanhar os jogos da Seleção Brasileira na Copa do Mundo. A decisão foi comunicada pelo banco nesta segunda-feira (23 de junho), após solicitação apresentada pelo movimento sindical.

Além de seguir as orientações da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) para o funcionamento das agências nos dias de jogos do Brasil, o BB informou que irá abonar as horas não trabalhadas dos funcionários, garantindo que não haja necessidade de compensação posterior.

A coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) e dirigente sindical, Fernanda Lopes, comemorou a medida. “Depois da solicitação, o BB informou nesta segunda-feira aos funcionários que irá abonar as horas para que todos possam acompanhar os jogos. Mesmo que tenham demorado para tomar a decisão, o mais importante é que o pedido tenha sido atendido”, destacou.

Conforme orientação da Fenaban aos bancos, quando as partidas da Seleção Brasileira tiverem início às 14h, as agências funcionarão das 9h às 12h. Nos jogos com início às 16h, o atendimento ao público será realizado das 10h às 14h. Já nas partidas marcadas para as 17h, as unidades abrirão às 10h e encerrarão o expediente às 15h.

Para os empregados que atuam em agências e postos de atendimento, a recomendação é que sejam dispensados do trabalho com pelo menos uma hora de antecedência em relação ao início dos jogos.

No caso dos trabalhadores em regime de teletrabalho, a orientação da Fenaban prevê o direito à desconexão entre, no mínimo, 30 minutos antes do início das partidas e até 15 minutos após o término dos jogos.

Já os trabalhadores escalados para atividades presenciais nos dias das partidas poderão, sempre que possível, ser transferidos para o regime de teletrabalho ou ter garantida a mesma regra de liberação antecipada aplicada aos empregados das agências.

Fonte: Contraf-CUT

Valorização, ambiente de trabalho saudável e qualidade de vida; bancários aprovam pauta

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A categoria bancária encerrou, neste domingo (21 de junho), sua 28ª Conferência Nacional, na capital paulista, com a aprovação da pauta de reivindicações a ser entregue à Fenaban (federação dos bancos) para o início das negociações da Campanha Nacional Unificada dos Bancários 2026.

Valorização da categoria, com aumento real nos salários, PLR , VA e VR e demais verbas; mais saúde para os trabalhadores, com o fim das metas abusivas e do assédio moral; por mais empregos bancários, mais agências físicas e pelo uso da tecnologia a serviço de todos e não apenas dos lucros; e mais qualidade de vida foram alguns dos principais eixos da pauta de reivindicações da categoria para sua Campanha Nacional.

Construída com base na Consulta Nacional à categoria – que este ano teve 54.952 respondentes, 64% a mais do que em 2025 e 17% a mais do que em 2024 –, e nos intensos debates ocorridos ao longo dos três dias da Conferência, que reuniu mais de 600 delegados e delegadas de todo o país, a pauta foi aprovada, por unanimidade, na plenária final do evento.

“Mais uma vez construímos nossa pauta de forma democrática, a partir das demandas e anseios da categoria e dos intensos debates na nossa Conferência Nacional. Nesses três dias discutimos questões fundamentais como a melhoria das condições de trabalho e de saúde nos bancos, uma das prioridades apontada pelos bancários na Consulta. Reforçamos ainda a luta por qualidade de vida, por mais tempo de lazer e com a família. E claro: a luta por valorização. Queremos remuneração digna, com aumento real nos salários, PLR, VA e VR”, destacou a presidenta do Sindicato, Neiva Ribeiro, coordenadora do Comando Nacional dos Bancários.

“Saímos desta plenária revigorados, mais unidos e dispostos para seguir em frente na luta pela manutenção e avanço em direitos às bancárias e bancários de todo o país. A luta da categoria bancária é a luta de toda a classe trabalhadora. Quando nós avançamos, inspiramos toda a nossa classe a seguir avançando”, ressaltou Juvandia Moreira, presidenta da Contraf-CUT, também coordenadora do Comando.

Principais pontos da pauta aprovada

  • 5% de aumento real para salários e demais verbas, como PLR, VA e VR;
  • manutenção formato atual da PLR (percentual do salário mais parcela fixa e adicional);
  • fim das metas abusivas, para melhorar as condições de trabalho e a saúde da categoria;
  • manutenção da mesa única de negociação, da CCT para toda a categoria e dos direitos já conquistados;
  • defesa do emprego bancário;
  • defesa dos bancos públicos;
  • distribuição melhor dos ganhos da tecnologia, e pelo fim do monitoramento excessivo no teletrabalho, preservando a privacidade do bancário.

Eixos de luta e mobilização

Além da pauta de reivindicações a ser negociada com a Fenaban, os delegados e delegadas da 28ª Conferência aprovaram também eixos de luta e mobilização para a Campanha e para os próximos meses. Veja quais foram:

  • Por um sistema financeiro mais regulado;
  • Importância das eleições de 2026 e do apoio de candidaturas comprometidas com a classe trabalhadora para presidente, governadores e, com especial atenção, para a Câmara dos Deputados e Senado;
  • Segurança tecnológica para os clientes.

Os delegados e delegadas também aprovaram as resoluções:

  • contra os ataques à democracia e soberania nacional;
  • e contra a independência do Banco Central, que afasta a instituição do controle democrático, priorizando os interesses do setor financeiro em detrimento do desenvolvimento social.

Moções aprovadas

A Conferência também aprovou as seguintes moções:

  • Em defesa da dignidade, da saúde e pela valorização das trabalhadoras e trabalhadores aposentados e idosos no setor bancário;
  • Por uma dupla missão para o Banco Central do Brasil – Estabilidade de preços e proteção de emprego;
  • De repúdio às práticas antissindicais, à precarização do trabalho e ao desmonte do atendimento pelo banco Santander;
  • Manifesto de solidariedade ao povo bolivariano e a Cuba. Lutar contra o imperialismo.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Moody’s vê Banco do Brasil mais conservador após piora no agro

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O Banco do Brasil (BBAS3) tem adotado uma postura mais conservadora na concessão de crédito em meio ao aumento da inadimplência no sistema financeiro, diferentemente da Caixa Econômica Federal e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que seguem mais alinhados à estratégia do governo de expandir o crédito para estimular a economia.

A avaliação é da Moody’s Ratings, em relatório divulgado nesta segunda-feira (22) sobre os bancos públicos brasileiros.

Segundo a agência, o Banco do Brasil reduziu o ritmo de crescimento da carteira de crédito para 9% em 2025, abaixo dos 12,9% registrados em 2024, após o aumento da inadimplência observado principalmente na carteira de agronegócio. Para 2026, a instituição trabalha com uma projeção de expansão entre 0,5% e 4,5%.

A Moody’s afirma que o banco tem concentrado esforços na melhora da qualidade da carteira, reduzindo a exposição a segmentos considerados mais sensíveis ao atual ambiente de juros elevados e endividamento das famílias.

“O BB reduziu o crescimento dos empréstimos rurais e foi mais seletivo na concessão de crédito”, destaca o relatório.

Agronegócio pressiona resultados

A deterioração da carteira rural aparece como uma das principais preocupações para o banco.

Segundo a Moody’s, desde o fim de 2024 o Banco do Brasil vem registrando aumento das perdas relacionadas ao agronegócio, movimento que levou a instituição a rever seu apetite por crédito. A demanda para a safra 2026/2027 permanece incerta, uma vez que produtores precisam regularizar operações anteriores para acessar novas linhas junto ao banco.

O relatório aponta ainda que o BB reduziu entre 25% e 30% as originações vinculadas ao Plano Safra e registrou queda de 10% nos empréstimos para pequenas e médias empresas nos últimos 12 meses.

A pressão também aparece nos indicadores de inadimplência. Os empréstimos de varejo com atraso superior a 90 dias avançaram para 6,82% da carteira em março de 2026, ante 5,1% um ano antes, refletindo principalmente a piora em linhas sem garantia, como cartão de crédito, cheque especial e empréstimos pessoais.

Caixa e BNDES seguem estratégia de expansão

Enquanto o Banco do Brasil adota uma postura mais defensiva, a Caixa e o BNDES continuam desempenhando papel central na implementação dos programas de crédito do governo.

A Moody’s projeta que a Caixa amplie a concessão de empréstimos acima da média do mercado em 2026, impulsionada principalmente por programas habitacionais e iniciativas voltadas à população de baixa renda. O banco elevou sua carteira de crédito em 10,9% em 2025.

Já o BNDES expandiu sua carteira em 11,3% no ano passado e, segundo a agência, possui uma posição de capital mais confortável para sustentar um crescimento mais acelerado. O banco tem sido um dos principais canais de financiamento para projetos de infraestrutura e programas de desenvolvimento econômico.

Governo amplia programas de crédito

A análise da Moody’s ocorre em um momento em que o governo federal amplia programas de apoio social e estímulo econômico por meio do sistema financeiro.

Banco do Brasil, Caixa e BNDES têm participação relevante em iniciativas voltadas ao financiamento agrícola, habitação popular, infraestrutura e renegociação de dívidas, desempenhando um papel que a agência classifica como anticíclico em períodos de desaceleração econômica.

Apesar disso, a Moody’s alerta que a expansão do crédito ocorre em um cenário de condições financeiras mais desafiadoras. O elevado endividamento das famílias e a Selic em 14,25% têm pressionado a capacidade de pagamento dos tomadores e contribuído para a alta gradual da inadimplência no sistema bancário.

Lucros devem continuar pressionados

Para a agência, os resultados do Banco do Brasil seguem sendo os mais impactados pelo aumento das provisões para perdas com empréstimos.

Os lucros trimestrais do banco estão nos níveis mais baixos desde 2020, refletindo tanto o aumento das provisões relacionadas ao agronegócio quanto a exposição ao crédito de varejo sem garantia. A Moody’s avalia que a necessidade de novas provisões pode continuar pressionando a rentabilidade dos bancos públicos até 2027.

Segundo o relatório, o desafio para Banco do Brasil, Caixa e BNDES será equilibrar os objetivos de política pública com a preservação da qualidade dos ativos e da rentabilidade em um ambiente econômico ainda fragilizado.

Fonte: Money Times

Régia Capital alcança R$ 17 bi e é reconhecida na London Climate Action Week

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A BB Asset realizará a entrega de um tombstone, tradicionalmente concedido a operações de destaque no mercado financeiro, à Régia Capital em reconhecimento à marca de aproximadamente R$ 17 bilhões em patrimônio sob gestão, consolidando a gestora como uma das principais referências em investimentos sustentáveis no Brasil e no Sul Global. O reconhecimento ocorre durante a participação do BB e da BB Asset na London Climate Action Week (LCAW).

A celebração será realizada em um momento em que a agenda climática e de sustentabilidade se afirmam como prioridade global e reforça o papel do Banco do Brasil e da BB Asset como protagonistas dessa transformação. O BB incorpora a sustentabilidade de forma transversal à sua estratégia, com impacto direto na gestão de riscos, na alocação de capital e no desenvolvimento de soluções voltadas à economia verde.

Com uma carteira de crédito sustentável de R$ 421,2 bilhões, o Banco do Brasil se posiciona como um agente transformador, apoiando setores estratégicos como energias renováveis, agricultura sustentável, bioeconomia e infraestrutura resiliente. O objetivo da instituição é alcançar saldo de R$ 500 bilhões até 2030, além de patrimônio líquido de R$ 30 bilhões em fundos de investimentos sustentáveis.

Nesse contexto, foi criada a Régia Capital, fruto da parceria entre a BB Asset e a gestora JGP, com o objetivo de estruturar uma plataforma dedicada a alinhar retorno financeiro e impacto socioambiental. A gestora nasceu como um hub de investimentos sustentáveis, combinando a capacidade de distribuição, capilaridade e força institucional do Banco do Brasil com a expertise de gestão ativa e inovação da JGP, mobilizando capital em escala para viabilizar a transição para uma economia de baixo carbono e baseada na natureza.

Após quase dois anos de trajetória, período em que seu crescimento foi impulsionado principalmente pelos canais de distribuição do BB, a Régia evoluiu para uma estrutura de primeira linha e uma grade abrangente de produtos, posicionando-se para acessar também canais de outros alocadores e ampliar sua presença junto a investidores locais e internacionais. Esse avanço reflete a maturidade alcançada pela gestora e sua capacidade de dialogar com diferentes perfis de capital.

A conquista de R$ 17 bilhões em ativos sob gestão evidencia a validação de um modelo que responde diretamente a uma das principais barreiras apontadas por investidores internacionais no Sul Global: a escala e replicabilidade dos projetos investidos.

A Régia endereça esse desafio por meio de um robusto ecossistema de originação e estruturação de ativos, com pipeline diversificado que abrange crédito, infraestrutura, bioeconomia, energia renovável, soluções baseadas na natureza e minerais críticos, além do uso de instrumentos como blended finance, capazes de alavancar capital privado ao lado de recursos concessionais.

A conexão direta com o Banco do Brasil, um dos principais financiadores do agronegócio no mundo, confere à Régia uma vantagem competitiva única. Essa integração amplia significativamente a capacidade de originação de projetos em larga escala, especialmente em cadeias produtivas com alto potencial de descarbonização e regeneração de ecossistemas, mitigando riscos e criando oportunidades atrativas para investidores globais.

O posicionamento estratégico da Régia também reflete o papel do Brasil no cenário global. O país reúne atributos únicos, como a maior concentração de capital natural do planeta e um mercado financeiro sofisticado entre as economias do Sul Global, que o colocam como protagonista na transição para uma economia sustentável. Nesse contexto, a Régia se consolida como um elo entre investidores internacionais e oportunidades concretas de investimento verde no Brasil.

A entrega da premiação durante a LCAW consolida uma estrutura capaz de conectar escala, inovação e impacto. Ao reunir capital, expertise e propósito, a Régia Capital reafirma o potencial do Brasil para liderar soluções aos desafios climáticos globais e se posicionar como destino estratégico para investimentos sustentáveis de longo prazo.

Sobre a BB Asset

A BB Asset é a gestora de fundos de investimento líder do Brasil, com patrimônio líquido de R$ 1,89 trilhão e um market share de 18,06%, conforme ranking Anbima de abril de 2026. Seus produtos são distribuídos pelo Banco do Brasil, e nas principais plataformas de investimento. Sua excelência em gestão é atestada por duas renomadas agências de rating – Fitch Rating e Moody’s.

Sobre a Régia Capital

A Régia Capital é uma gestora de recursos dedicada a investimentos e soluções financeiras sustentáveis, fruto de uma parceria entre a JGP, sendo uma inovadora gestora de recursos independentes e a BB Asset, líder da indústria de fundos de investimento no Brasil, com R$ 1,89 trilhão sob gestão, conforme ranking Anbima de abril de 2026.

Fonte: Banco do Brasil

Fórum Powershoring recebe investidores e apresenta oportunidades no NE

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O Fórum Powershoring recebeu nesta segunda-feira (22 de junho) investidores e instituições de pesquisa e inovação tecnológica europeus para um roadshow de oportunidades do 5º leilão EcoInvest, divulgado no mês passado pelo Ministério da Fazenda. A apresentação ao público financeiro ocorreu na London Climate Action Week (LCAW) e faz parte da estratégia de atração de investimentos pelo Fórum da ordem de R$ 70 bilhões para a indústria verde no Nordeste, até 2030.

Parte desses recursos podem ser captados via leilão EcoInvest, que tem expectativa de captação de R$ 50 bilhões na atual quinta rodada. O Fórum Powershoring é uma iniciativa conjunta do Consórcio Nordeste, Instituto Clima e Sociedade (iCS) e Banco do Brasil e busca posicionar o Nordeste como hub global de indústria verde.

Por meio desses investimentos, o Fórum busca evitar a emissão de até 100 milhões de toneladas de CO₂ por ano, além de gerar milhares de empregos verdes na região Nordeste do Brasil.

No evento foram apresentados os instrumentos financeiros e mecanismos de mitigação de risco no âmbito do EcoInvest Brasil, experiências e novas oportunidades de investimento, parcerias, e de desenvolvimento de pipelines de projetos, estimulando corredores industriais verdes entre Brasil e Europa.

O 5º leilão Eco Invest é a principal iniciativa de financiamento híbrido (blended finance) do País para a transformação ecológica e prevê criar seis fundos, uma linha de crédito corporativo e recursos não reembolsáveis para pesquisa aplicada e empreendedorismo de base tecnológica. Os seis fundos corresponderão a seis cadeias de valor estratégicas respectivas: fertilizantes verdes, combustíveis verdes avançados, automação e inteligência artificial aplicada à indústria, beneficiamento de minerais críticos, sistemas de baterias e veículos elétricos, química verde, biomateriais e circularidade de resíduos minerais e industriais.

“O Banco do Brasil atua como catalisador dessa agenda, estruturando parcerias estratégicas e instrumentos financeiros capazes de transformar o potencial energético renovável em competitividade industrial sustentável. Ao conectar capital, inovação e desenvolvimento regional, contribuímos para posicionar o Brasil, especialmente o Nordeste, como protagonista nas cadeias globais de baixo carbono, impulsionando a geração de emprego, renda e a redução de emissões em escala”, afirma José Ricardo Sasseron, vice-presidente de Governo e Sustentabilidade Empresarial do BB.

O conceito de Powershoring consiste no direcionamento de cadeias produtivas intensivas em energia para regiões com ampla disponibilidade de energia renovável, competitiva e em escala. O modelo permite reduzir simultaneamente custos e emissões, contribuindo para a descarbonização industrial e fortalecendo a segurança energética global.

“O Fórum Powershoring ocorre em um momento particularmente favorável para a mobilização de capital voltado à transição climática e ao desenvolvimento industrial de baixo carbono no Brasil. E apresentar essa oportunidade a investidores na London Climate Action Week reforça a importância do Powershoring para descarbonização de outras economias além da brasileira”, aponta Victória Santos, gerente de Energia e Indústria do iCS.

Nesse contexto, a região Nordeste do Brasil se apresenta como um diferencial estratégico. Com uma das matrizes energéticas mais limpas e competitivas do mundo, a região reúne condições favoráveis para se consolidar como um hub global de indústria energética verde, promovendo a descarbonização de cadeias produtivas, atraindo investimentos sustentáveis e proporcionando geração de emprego e renda.

“A transição energética global abriu uma oportunidade histórica para o Nordeste. A região está preparada para liderar essa nova etapa da industrialização brasileira, baseada em energia renovável, inovação e baixo carbono. Em Londres, vamos apresentar nossa capacidade de coordenação regional, segurança jurídica e agilidade institucional para receber investimentos. Queremos que a riqueza gerada por esse potencial permaneça em nosso território, impulsionando cadeias produtivas estratégicas, empregos qualificados e desenvolvimento sustentável”, afirma Paulo Dantas, presidente do Consórcio Nordeste.

Sobre o Fórum Powershoring

O Fórum Powershoring foi criado pelo Banco do Brasil, Consórcio Nordeste e Instituto Clima e Sociedade (iCS) para posicionar o Nordeste brasileiro como um hub estratégico de investimento industrial de baixo carbono. A iniciativa funciona como uma plataforma permanente de coordenação entre governos, instituições financeiras, academia e setor privado, promovendo corredores industriais verdes, investimentos produtivos e cadeias de valor resilientes de baixo carbono.

O Fórum conta com uma estrutura de governança composta pelo Banco do Brasil, pelo iCS e pelo Consórcio, que reúne capacidades financeiras, técnicas e institucionais para viabilizar projetos e mobilizar capital. Entre os objetivos da iniciativa está a atração de investimentos de grande escala para cadeias de valor sustentáveis e a redução significativa de emissões.

Carteira de crédito sustentável BB

O Banco do Brasil também registra avanços consistentes em sua carteira de crédito sustentável, que já alcança R$ 421,2 bilhões. A meta é ampliar esse volume para R$ 500 bilhões até 2030. Além disso, o BB também tem o objetivo de alcançar R$ 30 bilhões em energia sustentável, reforçando o compromisso com o financiamento de iniciativas voltadas à transição energética, à conservação ambiental e ao desenvolvimento de atividades econômicas mais sustentáveis, que dialogam com nossa participação na LCAW.

A LCAW é uma plataforma estratégica para a originação de novos negócios e estruturação de ativos. Estar presente nesse evento global coloca o BB ainda mais em contato direto com fundos soberanos, instituições internacionais e investidores institucionais que buscam alocar capital em projetos de transição energética, infraestrutura sustentável e créditos de carbono.

Fonte: Banco do Brasil

BB apoia Projeto Antares para novos créditos de carbono na Amazônia

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O Banco do Brasil será um dos apoiadores do Projeto Antares, iniciativa estruturada pela Carbonext que propõe um novo modelo para expandir a geração de créditos de carbono na Amazônia. A proposta combina uma rede descentralizada de projetos conduzidos por proprietários locais com uma plataforma digital integrada, a Gaia OS, que padroniza e agiliza etapas como desenvolvimento, monitoramento e certificação. Com isso, o sistema reduz custos, aumenta a transparência e encurta prazos, permitindo maior escala e previsibilidade na oferta de créditos de carbono.

O potencial de expansão parte de um universo de cerca de 254 milhões de hectares na Amazônia, filtrado para aproximadamente 26 milhões de hectares elegíveis para projetos que utilizam a metodologia REDD+, um mecanismo internacional criado para incentivar financeiramente países em desenvolvimento a protegerem suas florestas, de alta qualidade. A ambição é alcançar até 5 milhões de hectares sob gestão até 2030, área equivalente ao Espírito Santo, com produção anual estimada de 7,5 milhões de créditos de carbono e receita líquida em torno de US$ 50 milhões por ano. O modelo de negócios se apoia em contratos de compra antecipada de créditos de carbono, chamadas de offtake, de longo prazo, com até 50% do volume previamente contratado, que combinam financiamento antecipado e captura de valor na comercialização dos créditos.

A arquitetura do Projeto Antares responde a desafios históricos do mercado voluntário de carbono, como longos prazos de análise e custos elevados. Ao digitalizar etapas como desenvolvimento, monitoramento e certificação, o modelo reduz o ciclo de emissão de créditos de 18 a 36 meses para 6 a 12 meses, além de viabilizar economias de até 60% em auditorias. A solução também estrutura uma rede de “nós” conectados, permitindo ganhos de escala e previsibilidade na entrega de créditos, com base em metodologia Verra e alinhamento a padrões internacionais de integridade.

“Projetos como o Antares representam uma evolução importante do mercado de carbono ao combinar escala, padronização e integridade ambiental. Para o BB, iniciativas com esse perfil ampliam nossa capacidade de estruturar soluções financeiras inovadoras e gerar valor sustentável para nossos clientes e para a sociedade”, afirma José Ricardo Sasseron, vice-presidente de Governo e Sustentabilidade do Banco do Brasil.

“O mercado entrou em uma nova fase”, observa Janaina Dallan, presidente da Carbonext. “A escassez não é mais de projetos, mas de demanda para os projetos de alta integridade”.

“O desafio agora é produzir volume com qualidade, de forma consistente e verificável”, afirma Luciano Corrêa da Fonseca, CEO da empresa. “A padronização e a tecnologia são o caminho para alcançar essa escala sem comprometer a credibilidade”.

Para o Banco do Brasil, o Antares abre novas frentes estratégicas alinhadas à agenda ASG, incluindo a estruturação de operações financeiras lastreadas em créditos de carbono, o desenvolvimento de produtos inovadores e a geração de receitas associadas ao mercado climático. Entre as possibilidades, destaca-se a integração de créditos de carbono a linhas de financiamento, como forma de apoiar a transição para uma economia de baixo carbono, ampliando o impacto socioambiental das operações do Banco.

Compromissos com a Sustentabilidade

O Banco do Brasil registra avanços consistentes em seus compromissos de Sustentabilidade, como alcançar carteira de crédito sustentável com saldo de R$ 500 bilhões até 2030. O BB também possui o objetivo de conservar e/ou reflorestar 2 milhões de hectares, além de recuperar 1,5 milhão de hectares de áreas degradadas no mesmo período.

A LCAW é uma plataforma estratégica para a originação de novos negócios e estruturação de ativos. Estar presente nesse evento global coloca o BB ainda mais em contato direto com fundos soberanos, instituições internacionais e investidores institucionais que buscam alocar capital em projetos de transição energética, infraestrutura sustentável e créditos de carbono.

Fonte: Banco do Brasil

BB retorna à Temporada de Inverno 2026 com experiências em Bariloche

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O Banco do Brasil anuncia a Temporada de Inverno 2026 em Bariloche (Argentina), que acontece de 4 de julho a 30 de setembro, consolidando a presença da instituição, pelo terceiro ano consecutivo, em um dos destinos de neve mais procurados pelos brasileiros. A iniciativa reforça a estratégia do BB de se conectar aos clientes em momentos relevantes, como a experiência de viagem, ampliando benefícios e oferecendo vivências diferenciadas ao público de alta renda.

Nesta edição, a grande novidade é a Casa Estilo Bariloche, espaço exclusivo que eleva o padrão de atendimento no destino. Inspirada no conceito das unidades BB Estilo, que se une ao tradicional lounge e foi idealizada para proporcionar uma experiência exclusiva, unindo conforto, conveniência e atendimento personalizado em um ambiente sofisticado.

Localizada no Cerro Catedral, a Casa Estilo Bariloche funciona como ponto de apoio para os clientes durante a viagem, oferecendo serviços como equipe bilíngue, Wi-Fi, guarda-volumes, aperitivos e bebidas ao longo do dia, além de degustações de vinhos e queijos e ambientação pensada para descanso e convivência. A proposta é tornar a presença do BB parte da experiência no destino, conectando serviços financeiros a momentos de lazer e bem-estar.

No destino, os clientes contam ainda com uma agenda de experiências que enriquecem a estadia, como aulas de esqui e snowboard, descontos em equipamentos, serviços locais e acesso a ativações criadas para proporcionar praticidade e exclusividade durante toda a viagem.

“A viagem é um momento em que o cliente realiza escolhas e vivência experiências marcantes. Queremos que o Banco do Brasil esteja presente em toda essa jornada, oferecendo soluções, benefícios e atendimento que façam sentido antes, durante e depois da viagem”, afirma Marcelo Gomes, Diretor de Clientes PF, porta voz do BB.

Confira mais benefícios

A temporada reforça o portfólio de benefícios exclusivos e condições especiais para o planejamento e compras de viagem, com destaque para até 500% de bônus em pontos nos cartões BB (mediante inscrição na Promoção Temporada de Inverno) em compras presenciais realizadas na região. Também reúne ofertas no Shopping BB e na Livelo para apoiar a organização da experiência, condições diferenciadas com parceiros como Booking, Airbnb, Decathlon e Renner, além das vantagens disponíveis no destino.

Fonte: Banco do Brasil

BB apresenta proposta insuficiente para recomposição das reservas da Cassi

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Na manhã da terça-feira (23 de junho), representantes das entidades do funcionalismo do Banco do Brasil se reuniram na sede da Contraf-CUT, em São Paulo, para alinhar posições antes da rodada de negociação com o banco sobre a Cassi, realizada no mesmo dia.

Durante o encontro preparatório, a coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), Fernanda Lopes, apresentou um balanço dos debates e deliberações do 36º Congresso Nacional dos Funcionários do BB, realizado entre os dias 17 e 19 de junho.

Segundo a dirigente, a principal preocupação dos delegados foi a sustentabilidade da Cassi, o que torna central a discussão sobre o modelo de custeio da entidade. Ela ressaltou, no entanto, que a solução para o financiamento da Caixa de Assistência precisa contemplar demandas históricas dos associados. “O debate no congresso deixou claro que a sustentabilidade da Cassi é uma prioridade para o funcionalismo. Mas também é fundamental encontrar soluções para questões pendentes, como o custeio do período pós-laboral dos colegas que ingressaram no banco após 2018 e a garantia de atendimento adequado aos funcionários oriundos dos bancos incorporados”, afirmou Fernanda Lopes.

A coordenadora também destacou a preocupação das entidades com a realização de uma consulta ao corpo social em um momento que coincide com as negociações da Campanha Nacional dos Bancários e da renovação dos acordos coletivos da categoria.

Diante da urgência para recompor as reservas da Cassi, os representantes dos trabalhadores defenderam que o Banco do Brasil realize um adiantamento de recursos, garantindo tempo adicional para a construção de uma solução definitiva para o custeio e para a elaboração de uma proposta de reforma estatutária que contemple temas pendentes, como adequação à Instrução Normativa ANS nº 649, atendimento às exigências da NR-1 e aperfeiçoamentos na governança da entidade.

Proposta do banco é considerada insuficiente

Na rodada de negociação realizada na terça-feira (23) à tarde, Fernanda Lopes lembrou que o banco ainda precisava responder à proposta apresentada pelas entidades em 9 de junho, que previa um aporte extraordinário para recompor as reservas da Cassi.

Durante a reunião, a representação do banco fez um resgate das negociações realizadas desde abril de 2025 e destacou o impacto da diferença entre a inflação médica e a inflação geral sobre as contas da Caixa de Assistência.

Em seguida, o BB apresentou uma proposta de aporte extraordinário de R$ 2,3 bilhões, valor considerado necessário para recompor as reservas da Cassi. O montante seria dividido entre banco e associados na proporção de 50,26% para o banco e 49,73% para o funcionalismo, com pagamento diferido em 18 meses.

A proposta foi rejeitada pelas entidades representativas dos funcionários, que reiteraram a defesa de uma divisão mais equilibrada, com participação de 70% do banco e 30% dos associados. “A proposta apresentada pelo banco está muito distante das premissas defendidas pelo funcionalismo. Entendemos a necessidade urgente de recomposição das reservas, mas isso não pode ocorrer transferindo quase metade da responsabilidade para os associados. Seguiremos buscando uma solução que preserve a sustentabilidade da Cassi e respeite a capacidade contributiva dos trabalhadores”, destacou Fernanda Lopes.

Como alternativa, os representantes dos funcionários propuseram que o Banco do Brasil inicie sua contribuição extraordinária já em julho, também parcelada em 18 meses, enquanto a participação dos associados seja discutida posteriormente, após consulta ao corpo social, com pagamento diferido em 12 meses.

As entidades também defenderam a criação imediata de um grupo de trabalho responsável pela elaboração de uma proposta de reforma estatutária da Cassi, a ser submetida aos associados ao longo de 2027.

Diante do caráter inédito da proposta apresentada pelos trabalhadores, o banco não apresentou resposta durante a reunião. As partes ficaram de agendar uma nova rodada de negociação para a próxima semana.

Fonte: Contraf-CUT

Em reunião, conselheiros do Economus cobram atendimento nas ClinaCassi

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Os conselheiros do Economus Adriana Ferreira, Lucas Passos de Lima e Rodrigo Leite se reuniram recentemente com a diretora de risco populacional, saúde e rede de atendimento, Luciana Bagno, da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi).

O objetivo do encontro foi reforçar a reivindicação para que os funcionários de bancos egressos incorporados possam utilizar a estrutura de atendimento das unidades da CliniCASSI.

“Esta é uma pauta permanente do movimento sindical, que está sendo reforçada agora que os conselheiros eleitos são apoiados pelas entidades representativas”, destaca Adriana Ferreira, que também é dirigente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região.

O pedido visa garantir que esses trabalhadores tenham acesso a um modelo de atenção primária de excelência, focado na prevenção e no acompanhamento contínuo da saúde.

A utilização das clínicas da Cassi representaria um ganho na qualidade de vida dos associados do Economus. O modelo de atendimento dessas unidades é reconhecido pela eficiência e pelo cuidado humanizado, contando com equipes multidisciplinares prontas para atender o bancário e sua família.

“O diálogo com as outras entidades contribui para melhorias aos nossos associados. Esta reunião é mais um passo nesta direção, e nós seguiremos na busca deste objetivo”, afirma Adriana.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Previ quer trocar presidente do conselho da Vale que ela própria indicou

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A Previ (Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil), maior acionista individual da Vale, quer que a mineradora troque o presidente do conselho da companhia. Alegando necessidade de melhorar a governança corporativa da Vale, a Previ está pedindo a substituição de Daniel André Stieler, indicado pela própria empresa de previdência em abril de 2023, por Manuel Lino Silva de Sousa Oliveira.

O que aconteceu

Vale chamou acionistas para decidir sobre pedido de acionista para mudar presidente do conselho da companhia. A pedido da Previ, foi convocada para 22 de julho uma assembleia para votar a substituição do atual presidente do conselho da mineradora, cujo mandato só terminaria em 2027.

A Previ pediu, em carta enviada à direção da mineradora, em 11 de junho, a destituição do atual presidente. No documento, a gestora da previdência dos funcionários do Banco do Brasil declara apoio à indicação de Oliveira para o cargo “por entender que sua eventual condução contribuirá positivamente para o fortalecimento das práticas de governança, a melhoria da gestão estratégica, e o alinhamento com os interesses dos acionistas e stakeholders”.

Disputa

Daniel André Stieler foi presidente da Previ de 2021 a fevereiro de 2023. Começou a fazer parte do conselho da Vale em 2021 e foi indicado pela empresa de previdência para liderar o colegiado na mineradora mesmo depois de deixar a presidência da Previ. No entanto, perdeu apoio na Vale depois que seu sucessor na Previ, João Luiz Fukunaga, deixou o cargo no ano passado em meio a questionamentos do TCU (Tribunal de Contas da União). Stieler é contador pela UFSM (Universidade Federal de Santa Maria) e pós-graduado em administração financeira pela FGV (Fundação Getulio Vargas).

O novo indicado é membro independente do conselho de administração da Vale desde 2021. Também contador, o português Manuel Lino Silva de Sousa, conhecido como Ollie, é formado pela Universidade de Natal, de Durban, na África do Sul. Tem quase 50 anos de experiência em finanças corporativas e estratégia, principalmente no setor de mineração, com passagens por grupos como os britânicos Anglo American e De Beers.

Conselho da Vale se coloca contra a Previ. Em reunião na sexta-feira (19 de junho), os conselheiros da mineradora decidiram recomendar aos acionistas, na assembleia de 22 de julho, que Stieler siga no cargo. E, caso ele seja removido pelos acionistas na votação, que Marcelo Gasparino, o atual vice-presidente do colegiado, seja nomeado o novo presidente.

Se o presidente do conselho da Vale for afastado na assembleia de 22 de julho, uma vaga será aberta no colegiado, que tem 13 membros. A Previ já indicou para essa cadeira o nome de José Maurício Pereira Coelho, ex-presidente da Previ e ex-presidente do conselho da Vale (2019-2021). Ele disputaria a vaga com Ieda Gomes Yell, indicada pelos demais membros do colegiado.

Para especialistas do mercado financeiro, ainda não está clara a motivação da Previ para pedir a troca. Tampouco o conselho de administração conseguiu explicar a razão de se opor à substituição.

“Essa discordância coloca a companhia diante de um impasse de governança que o mercado tende a ler como ruído negativo no curto prazo. Para o [acionista] minoritário, o sinal é ambíguo. Maior pressão institucional por governança é, em tese, positiva. Mas instabilidade no conselho num momento de transição estratégica gera incerteza sobre os rumos da empresa — e de incerteza o mercado não gosta”, diz João Luís Debom, diretor do departamento de investimentos private da gestora Supernova.

Peso no Ibovespa

A Vale é a empresa de maior peso no Ibovespa, o principal índice acionário da Bolsa brasileira, a B3. As ações da mineradora respondem por 12,2% da composição do índice. A segunda colocada é a Petrobras, com 11,5% — somando as ações ON e PN.

No ano, a Vale acumula valorização de 12,6% na Bolsa. A ação da mineradora saiu de R$ 71,96 em janeiro para R$ 80,75 no fechamento da última sexta. Sua cotação máxima neste ano foi de R$ 89,97, em 25 de fevereiro, e a mínima, de R$ 72,38, no primeiro pregão do ano.

O lucro da Vale cresceu 36% no 1º trimestre deste ano em comparação com o mesmo período de 2025. Os ganhos, de US$ 1,9 bilhão, foram impulsionados pelo aumento de 21% do Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização), de US$ 3,895 bilhões.

A Previ detém 7,02% do capital total da Vale. Com esse percentual, a empresa de previdência dos funcionários do Banco do Brasil supera as participações individuais da sócia japonesa Mitsui (6,45%) e dos fundos de investimentos norte-americanos BlackRock (6,71%) e Capital World Investors (5,13%).

“Quando se tenta trocar o presidente do conselho de uma corporação no meio do mandato sem uma tese pública e robusta, o mercado preenche a lacuna com a hipótese que mais o assusta, a de que a motivação seja menos sobre criação de valor e mais sobre influência. A mineradora tem o seu valor, em parte, apoiado no fato de ser uma corporação, sem dono, cujo conselho deve responder, em tese, a todos os acionistas e não a um projeto específico. Esse tipo de episódio coloca essa independência em dúvida, mesmo que a troca, no fim, se mostre técnica e bem-intencionada”, argumenta Ricardo Trevisan, presidente da gestora de investimentos Gravus Capital.

Procuradas pelo UOL, a Previ e a Vale não comentaram o caso. A Previ disse que “no momento, não irá comentar nem fornecer informações sobre o assunto”.

Fonte: UOL

BB amplia atuação na sociobioeconomia com potencial de ampliar financiamento a 12 mil famílias

Publicado em: 19/06/2026

O Banco do Brasil realiza, nesta semana, em Brasília, a Formação dos Agentes da Sociobioeconomia, reunindo cerca de 140 participantes em uma agenda estratégica que integra crédito, sustentabilidade e desenvolvimento territorial. Com a presença de autoridades do Banco e representantes do governo federal, como João Capobianco (MMA) e Fernanda Machiavelli (MDA), o encontro reforça a articulação entre sistema financeiro, ministérios e organizações da sociedade civil em torno do fortalecimento da economia verde no país.

A iniciativa contempla a capacitação de agentes de crédito com atuação em biomas estratégicos, como Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica e Caatinga. A ação visa ampliar o acesso ao financiamento para até 12 mil famílias, com potencial de viabilizar aproximadamente R$ 420 milhões em novas operações. O foco está em promover crédito com propósito, direcionado a cadeias produtivas que integram geração de renda, conservação ambiental e inclusão produtiva.

Construída em parceria com instituições como BID, Ministério do Meio Ambiente (MMA), Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), Instituto Clima e Sociedade (iCS) e Conexsus, a formação está alinhada à estratégia do Banco do Brasil de ampliar seu papel como indutor do desenvolvimento sustentável no país. A proposta vai além do financiamento, ao fomentar a estruturação de redes que combinam assistência técnica, políticas públicas e soluções financeiras.

A realização da oficina ocorre em um cenário de crescente protagonismo da sociobioeconomia no debate global, especialmente após a COP30. Nesse contexto, o Banco do Brasil reforça seu compromisso com iniciativas que promovam impacto positivo nos territórios, consolidando uma atuação consistente na agenda de sustentabilidade e inclusão produtiva.

Fonte: Banco do Brasil

Banco do Brasil em alerta: inadimplência no agronegócio sobe para 8,2%, mostra Serasa

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A inadimplência no agronegócio brasileiro voltou a subir no quarto trimestre de 2025 (4T25), encerrando o ano a 8,2%, alta de 1 ponto percentual em relação ao mesmo período do ano anterior, num momento em que agricultores lidam com margens apertadas e custos elevados, apontou nesta segunda-feira (1) um levantamento da Serasa Experian.

Entre os fatores da elevação de custos mais recentes estão os fertilizantes e os combustíveis, que subiram pelos efeitos da guerra no Irã. Mas a inadimplência vem crescendo trimestre a trimestre pelo menos desde o final de 2024, segundo os dados da Serasa.

“Apesar de sinais de estabilização em alguns segmentos, a inadimplência no agronegócio segue em alta gradual, com produtores ainda enfrentando margens apertadas e fluxo de caixa pressionado, diante de custos elevados, preços voláteis e crédito mais seletivo”, disse o head de agronegócio da Serasa Experian, Marcelo Pimenta, em nota.

O indicador apontou que a inadimplência rural está concentrada principalmente em dívidas contraídas com instituições financeiras (7,2%), afirmou a Serasa.

A inadimplência do agronegócio está entre os fatores que impactam os resultados do Banco do Brasil (BBAS3), o principal financiador do setor.

O índice de inadimplência considera dívidas de pessoas físicas da população rural brasileira que estejam vencidas há mais de 180 dias e tenham sido contraídas com empresas de setores relacionados ao agronegócio.

Na análise por porte, os dados mostram que produtores rurais sem informação de registro rural – possíveis arrendatários ou participantes de grupos familiares ou econômicos – registraram o maior nível de inadimplência (9,9%).

Na sequência, aparecem os grandes proprietários (9,8%), seguidos pelos médios (8,3%) e pelos de pequeno porte (7,8%).

Por estados, o Rio Grande do Sul teve melhor desempenho, com apenas 5,3% de taxa de inadimplência, seguido pelo Paraná e Santa Catarina.

“O desempenho do Rio Grande do Sul chama a atenção, especialmente diante das perdas climáticas recentes. Esse resultado pode ser explicado por fatores como a forte presença de cooperativas e sistemas integrados, além do uso mais expressivo do seguro agrícola e de linhas de crédito para renegociação de dívidas”, comentou Pimenta.

Fonte: Money Times

A preocupação de funcionários do Banco do Brasil com o caso Master

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Funcionários do Banco do Brasil estão preocupados com o impacto do escândalo do Banco Master na instituição. O banco estatal é uma das instituições que podem ter que repor o rombo de cerca de 50 bilhões de reais no Fundo Garantidor de Créditos (FGC).

Por isso, a Associação Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil (ANABB) defende uma apuração ampla e rigorosa das suspeitas de irregularidades.

O vice-presidente de Relações Institucionais da associação, Augusto Carvalho, destaca a preocupação com os efeitos que uma eventual recomposição do FGC poderá trazer ao BB.

“Pelas informações disponíveis, caberá ao Banco do Brasil uma ‘cota’ de cerca de R$ 8 bilhões para a recomposição do FGC. São recursos que serão apartados do resultado do banco e que poderão faltar para uma negociação justa sobre o custeio da CASSI, que é a preocupação principal de 158 mil funcionários da ativa e aposentados” afirma Carvalho, em referência à organização responsável pelo plano de saúde dos servidores.

O dirigente acrescenta que esses recursos também poderão afetar a Participação nos Lucros e Resultados (PLR) dos funcionários e a oferta de crédito.

“São recursos que também poderão rebaixar a PLR paga aos colegas que seguem construindo o grande colosso que é o Banco do Brasil, além de impactar no crédito oferecido à indústria e aos pequenos, médios e grandes produtores do agro”, afirma o vice-presidente.

Entretanto, o vice-presidente de Gestão Financeira e de Relações com Investidores do Banco do Brasil, Geovanne Tobias, anunciou em fevereiro que o banco vai gastar 5 bilhões de reais e que os recursos virão da Tesouraria, sem afetar o resultado.

Fonte: Veja

Bancários do BB discutem futuro da Previ e da Cassi no 36º CNFBB

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No segundo dia do 36º Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil (CNFBB), nesta quinta-feira (18 de junho), os delegados e delegadas de todo o país discutiram os futuros da Previ (Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil) e da Cassi (Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil).

A Previ, maior fundo de previdência fechado do país, foi o tema da primeira mesa do dia. O diretor de Seguridade da Previ, Wagner Nascimento, traçou um rápido painel sobre o fundo. Ele explicou que a Previ é focada no equilíbrio e que alcançou a marca de R$ 300 bilhões de ativos totais, pela primeira vez na história. “Esse montante deve reduzir ao longo dos próximos anos e depois de um tempo volta a subir novamente. Isso é natural”, alertou.

Atualmente, a Previ tem mais de 198 mil associados, distribuídos entre o Plano 1 (o mais antigo e, portanto, com o maior número de aposentados: 78,8 mil, e menor número de trabalhadores da ativa: 2.521) e o Previ Futuro (por enquanto com 3.906 aposentados e 74.426 funcionários da ativa).

Wagner também destacou que em 2025 se atingiu o maior número de centenários na Previ: são 175, quando em 2012 eram apenas 30. A previsão é que em 2050 sejam 2 mil associados com mais de 100 anos.

Quando à rentabilidade, a Previ também está bem: de janeiro a abril deste ano, a rentabilidade do Plano 1 foi de 6,4%, enquanto a do Previ Futuro foi de 5,62%.

Depois desse quadro resumido, o diretor de Seguridade alertou para a importância de os associados usarem as ferramentas de consulta e de transparência à disposição no site do fundo. “Temos o Painel de Desempenho, com gráficos interativos. Temos a Carta de Gestor, publicação mensal com análises de mercado e perspectivas para os perfis de investimento e um app importante como o Meu Benefício, através do qual o associado faz simulações para planejar melhor sua aposentadoria. Além disso, pelo Previx, o associado conta com diversos serviços pelo whatsapp, como consultar seu saldo, por exemplo. É fundamental, pessoal, que todos os associados consultem seus investimentos.”

Incorporados

Wagner Nascimento também destacou que a incorporação dos planos de funcionários de bancos incorporados é uma reivindicação importante que deve ser cobrada e negociada nas mesas com o Banco do Brasil. “Quando falamos de incorporação dos planos, tem muitos detalhes, por exemplo, o Previbep já está avançado nesse processo. Quanto ao Economus e outras fusões serão outro processo, mas não tem proposta que não passará pela mesa de negociação. É o movimento sindical e a Comissão de Empresa que têm que lembrar o banco sobre essa reivindicação histórica.”

Eleitos

Os diretores eleitos Alencar Ferreira, diretor Administrativo da Previ, e Lissane Holanda, diretora de Planejamento da Previ, antecederam Nascimento para agradecer ao engajamento do movimento sindical na eleição que deu a vitória para a Chapa 2 – Previ para os Associados, em abril deste ano.

Lissane falou sobre o projeto de Previ defendido pela chapa: “Queremos melhorar a cultura previdenciária, valorizar o conceito de mutualismo e do cuidado uns com os outros. Vamos conseguir seguir em frente e evoluir, estamos muito animados e bastante engajados em fazer a diferença.”

O diretor administrativo Alencar Ferreira, que encabeçou a chapa, destacou a necessidade de mudança na política do banco: “A estrutura de lideranças do BB está adoecendo os nossos colegas. Freud fala que há pulsão de vida e pulsão de morte; do fazer o bem e fazer o mal; a pulsão da parceria, do amor, da humanidade mas também o contrário disso. E essa estrutura do BB alimenta a pulsão de morte, doença, depressão. E está dentro da gente fazer essa mudança. Queremos que o movimento sindical possa mostrar para a direção do banco que é possível fazer uma política da vida e não da morte.”

Cassi

Os palestrantes da mesa 2, Alberto Alves Junior, diretor de Planos de Saúde e Relacionamento com Clientes da Cassi, e Luciana Bagno, diretora de Risco Populacional, Saúde e Rede de Atendimento da Cassi, apresentaram uma análise econômico-financeira da Cassi.

Luciana Bagno falou sobre a Cassi que se pensa para um futuro próximo, e citou que uma dos principais desafios será fortalecer a atenção primária à saúde. “Os nossos desafios como diretores eleitos foram construídos com base nas demandas de todo os participantes. E elas vão na direção de fortalecer nossa atenção primária à saúde, algo que vai muito além da estrutura física das Clinicassis. Significa fazer as pessoas se apropriarem disso e entenderem a importância de entrar nesse sistema.”

“Óbvio que a expansão das Clinicassis está na pauta, células de atenção primária para o interior e o Telesaúde, que já funciona em parte no interior, mas que é preciso trazê-lo também para as capitais. Mas é preciso fazer com que a nossa base passe a utilizar de fato os serviços de atenção primária, que infelizmente não é o que acontece hoje. O bancário vai procurar a Cassi quando ele já está adoecido, e as Clinicassis não podem funcionar como PS, mas de fato como atenção primária, como prevenção”, acrescentou.

Plano de Gestão

Alberto Junior, diretor de Planos e de Relacionamento com Clientes, apresentou alguns pontos do Plano de Gestão 2024-2028. “Queremos caminhar para um novo modelo de governança, totalmente voltado para o associado. Esse modelo de governança não existe nas demais operadoras, é único e é baseado em valor na saúde.”

Ele explicou que todas as operadoras focam em executar o trabalho, mas não em avaliá-lo. “Como avançar em melhorias sem saber se médicos ou laboratórios estão fazendo seu trabalho sem desperdício? Por meio de duas estratégias: avaliação de prestadores e avaliação de serviços hospitalares por desfecho. A partir dessas avaliações a Cassi acaba tendo poder de barganha maior com os prestadores e decidindo quais prestadores serão mantidos e quais não serão.”

NR-1: riscos psicossociais

Outra palestrante, a advogada Renata Cabral, assessora jurídica da Contraf-CUT junto à CEBB, falou sobre adoecimento no trabalho e o gerenciamento de riscos

“A OMS [Organização Mundial da Saúde] aponta que mais de 1 bilhão de pessoas no mundo vivem com transtornos mentais, principalmente ansiedade e depressão, e a maioria são mulheres. Em 2025, segundo dados do INSS, foram concedidos 546.254 benefícios por incapacidade temporária por transtornos mentais, sendo que 63,46% concedidos a mulheres, portanto há um recorte de gênero”, informou.

Diante desses dados alarmantes, a advogada situou as mudanças na Norma Regulamentadora nº 1, que trata dos riscos psicossociais no trabalho, entre eles: metas excessivas, jornadas longas, falta de apoio, assedio moral, conflitos interpessoais, falta de autonomia, exigências contraditórias, falta de clareza nas funções, etc.

“Não por acaso houve uma mudança na NR-1, que passou a incluir expressamente os fatores de riscos psicossociais relacionados ao trabalho no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais, conforme portaria 1419/2024 do MTE [Ministério do Trabalho e Emprego]. Isso significa que todas as organizações devem avaliar e controlar todos os perigos e riscos existentes, incluindo os decorrentes de fatores de riscos psicossociais – como sobrecarga de trabalho, assédio e suas derivações – integrando-os ao inventário de riscos.”

E qual o papel dos trabalhadores quando a gente fala de NR-1? Renata destacou que, segundo o texto da BR-1, a organização deve adotar mercanismos para a participação de trabalhadores no processo de gerenciamento de riscos; para a consulta aos trabalhadores quanto à percepção de riscos operacionais; e comunicar aos trabalhadores os riscos consolidados no inventário de riscos e as medidas de prevenção previstas.

Discussões por grupo

As mesas ocorreram na parte da tarde e, na parte da manhã, os delegados e delegadas se reuniram em grupos para debater os seguintes pontos: Saúde; Previdência; Remuneração; Condições de Trabalho. As discussões nesses grupos servirão de base para o documento final do evento, a ser discutido e aprovado na plenária do 36º CNFBB, que encerra o evento nesta sexta-feira (19).

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Ação coletiva 1097: BB apresenta proposta para bancários que já se desligaram

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O Banco do Brasil apresentou proposta de acordo individualizada para os beneficiários da Ação Coletiva 1097 que já se desligaram. As propostas, até então, visavam os funcionários da ativa. Agora, os já desligados poderão avaliar ofertas e aceitá-las, se estiverem de acordo.

As propostas se compõem de uma quantia líquida para o beneficiário da ação coletiva, além de valores de FGTS, que serão depositados nas contas vinculadas e de recolhimentos individualizados à Cassi e à Previ.

Na proposta do BB, não há incorporação em folha, sendo pagos só os atrasados, ainda assim com deságio.

Aqueles que preferem receber integralmente as diferenças e incorporar em folha de pagamento o valor contam com atendimento diariamente no departamento jurídico do Sindicato, podendo ingressar com a execução judicial, sem qualquer despesa.

Fonte: Sindicato dos Bancários de Brasília

TST isenta BB de incorporar gratificação de função ao salário de bancário

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A Sétima Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu que o Banco do Brasil não precisa incorporar gratificação de função ao salário de um bancário, mesmo após mais de 10 anos no cargo. A decisão, unânime, considerou que a regra que garantia essa incorporação não se aplica a empregados que completaram o período após a Reforma Trabalhista de 2017, que alterou as regras sobre o tema.

O bancário, que exerceu cargos comissionados de outubro de 2006 a setembro de 2018, alegou na ação que a retirada da gratificação reduziria sua remuneração bruta em 57%, com impacto em outras verbas como participação nos lucros. Ele buscava a incorporação da gratificação ao salário como direito adquirido, argumentando que a exoneração do cargo de gerente de relacionamento, retornando à função de escriturário, não se deu por justo motivo.

Em sua defesa, o Banco do Brasil sustentou que o descomissionamento do empregado ocorreu devido a avaliações de desempenho consideradas insatisfatórias, o que, segundo a instituição, justificaria a medida.

A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), em seu artigo 468, estabelece que alterações contratuais só são válidas com mútuo consentimento e desde que não prejudiquem o empregado. Com base nisso, a jurisprudência do TST, consolidada na Súmula 372, assegurava a incorporação da gratificação a quem permanecesse por uma década ou mais na função e fosse retirado do cargo sem justo motivo.

No entanto, a Reforma Trabalhista, promulgada pela Lei 13.467/2017, acrescentou um parágrafo ao referido artigo. A nova redação determina que a reversão ao cargo efetivo, independentemente de justo motivo, não garante a manutenção do pagamento da gratificação, mesmo que o tempo de exercício na função comissionada seja superior a dez anos.

O Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (TRT-4), no Rio Grande do Sul, inicialmente havia decidido a favor do bancário. O TRT-4 entendeu que a nova regra da Reforma Trabalhista não poderia retroagir para atingir uma situação já consolidada sob a legislação anterior. Ademais, considerou que o desempenho insuficiente não configuraria uma quebra de confiança que justificasse a retirada da gratificação.

No TST, o ministro relator Evandro Valadão divergiu do entendimento regional. Ele destacou que o próprio TST, em precedente vinculante (Tema 23), já havia estabelecido que a Reforma Trabalhista possui aplicação imediata aos contratos de trabalho em curso. Isso significa que ela passou a regular os direitos decorrentes de fatos geradores ocorridos a partir de sua vigência.

O ministro fundamentou sua decisão no fato de que o bancário completou os dez anos no exercício da função comissionada em maio de 2018, data posterior à entrada em vigor da Lei 13.467/17. Dessa forma, o período de dez anos não foi concluído sob a égide da legislação anterior, impossibilitando a aplicação da Súmula 372 do TST ao caso concreto.

A decisão final da Sétima Turma do TST foi unânime, afastando a obrigação do Banco do Brasil de incorporar a gratificação de função ao salário do bancário, com base na nova redação da CLT conferida pela Reforma Trabalhista.

Fonte: Juri News

BB agenda leilões de imóveis em junho com diversas modalidades de venda

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O Banco do Brasil realiza, ao longo do mês de junho, uma nova agenda de leilões de imóveis, com diferentes modalidades de venda e oportunidades para investidores e pessoas físicas interessadas na aquisição de bens com condições atrativas.

Ao todo, serão disponibilizados mais de 148 imóveis, distribuídos em diversas regiões do país, contemplando opções residenciais e comerciais, com características variadas de ocupação, renda e formato de oferta.

Confira a programação:

  • 23/06/2026 – Imóveis próprios com locação simultânea – 11h – 40 lotes;
  • 23/06/2026 – Imóveis próprios sem locação – 14h -10 lotes;
  • 24/06/2026 – Leilão Simplificado (imóveis retomados) – 10h – 98 lotes;
  • 30/06/2026 – Aceita BB – Proposta Final – último leilão da campanha de vendas.

Entre os destaques da agenda estão os imóveis com locação simultânea, que possibilitam ao comprador a geração de renda imediata, e o Leilão Simplificado, com imóveis retomados e oportunidades com valores competitivos.

A modalidade Aceita BB também integra a programação, oferecendo imóveis sem valor mínimo divulgado, em que o interessado apresenta sua proposta, que será analisada pelo Banco. Se aprovada, o imóvel é considerado arrematado, tornando o processo mais dinâmico e estratégico para aquisição.

A iniciativa busca atender diferentes perfis de público, desde quem procura o primeiro imóvel até investidores que desejam diversificar seu portfólio, com opções acessíveis e seguras.

Os leilões são realizados de forma 100% on-line, garantindo praticidade, transparência e segurança em todas as etapas.

Para participar e obter mais informações, acesse www.seuimovelbb.com.br, onde estão disponíveis os editais, fotos, descrições dos imóveis e condições completas de participação.

Fonte: Banco do Brasil

Fundo imobiliário vende agência do Banco do Brasil por R$ 38 milhões

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O fundo imobiliário Tivio Renda (TVRI11) anunciou, por meio de fato relevante, que vendeu um de seus imóveis, que fica localizado em Florianópolis, Santa Catarina, por R$ 37,82 milhões.

Segundo o documento divulgado ao mercado, o ativo, uma agência bancária com mais de 5 mil metros quadrados (m²), já está locado ao Banco do Brasil (BBAS3) até novembro de 2032 e representava cerca de 1,6% do patrimônio líquido do veículo.

A operação foi formalizada por meio de uma promessa de compra e venda vinculante, sendo que o pagamento será realizado em cinco parcelas.

Ainda de acordo com o fato relevante, o comprador também poderá antecipar as prestações mediante desconto de 5% ao ano.

Segundo o TVRI11, o preço da venda, equivalente a R$ 7.167 por metro quadrado, ficou aproximadamente 39,3% acima do valor patrimonial do imóvel.

Além disso, a operação corresponde a um cap rate (taxa de capitalização) de 8,2% e representa um lucro de 2,98% para o fundo, o que deve gerar um resultado não recorrente de aproximadamente R$ 0,07 por cota.

Estratégia de reciclagem do portfólio

A Tivio Capital, gestora do veículo, destacou que a alienação faz parte da estratégia de reciclagem do portfólio, que busca monetizar ativos maduros para financiar melhorias nos empreendimentos remanescentes e ampliar a diversificação da carteira por meio de novas aquisições.

Desde o início dessa administração ativa, em agosto de 2023, o TVRI11 realizou nove vendas de imóveis, que somaram cerca de R$ 200,5 milhões.

Ainda segundo a gestora, os desinvestimentos foram feitos, em média, por preços 40% superiores aos respectivos valores patrimoniais e com cap rate médio de 8,24%.

Fonte: Money Times

Justiça concede 15 anos para produtores rurais pagarem dívidas com BB

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Uma decisão judicial de forte impacto econômico trouxe alívio para a agricultura familiar do Sul do país. A Vara Estadual de Direito Bancário de Santa Catarina determinou o alongamento compulsório de contratos de crédito rural celebrados com o Banco do Brasil S.A., garantindo aos produtores um novo cronograma de pagamento estendido por 15 anos, com carência para o início das parcelas fixada apenas para 2028.

A ação foi movida por um casal de agricultores, que gerenciam um empreendimento de produção de soja, milho e leite no município de Riqueza, no extremo oeste catarinense.

Histórico de quebras de safra motivou a ação

Segundo a sentença do processo, o negócio da família sofreu um colapso financeiro estrutural após ser atingido por uma sequência avassaladora de eventos climáticos adversos entre os anos de 2019 e 2025. O período foi marcado por forte déficit hídrico (seca prolongada) intercalado com excesso de precipitações pluviométricas na região (p. 2).

Para agravar a situação do negócio, as intempéries coincidiram com a queda acentuada nos preços de comercialização das commodities e com uma elevação acentuada nos custos de produção, o que acabou eliminando a margem de lucro dos produtores e gerando fluxo de caixa negativo.

Laudos técnicos anexados ao processo comprovaram perdas catastróficas na propriedade: Milho: Perda total (100%) na safra 2019/2020 e quebras subsequentes de até 62,5% nas safras seguintes; atividade Leiteira: quedas na captação que variaram de 54% a 63,2%, agravadas pelo custo de produção que chegou a representar 275% da receita obtida no ano de 2020; soja: redução de mais de 33% na produtividade das safras 2023/2024 e 2024/2025.

Defesa estratégica e direito ao alongamento

A defesa dos agricultores foi conduzida pelo renomado escritório Juliano Quelho Advogados, liderado pelo especialista conhecido nacionalmente como o “Advogado do Agro”. A estratégia jurídica baseou-se na comprovação da perda da capacidade de pagamento somada à aplicação rigorosa do Manual de Crédito Rural (MCR 2.6.4) e da Súmula 298 do Superior Tribunal de Justiça (STJ), os quais estipulam que a prorrogação da dívida de crédito rural em casos de frustração de safra não é um favor ou uma mera “faculdade” do banco, mas sim um direito garantido por lei ao devedor.

O Banco do Brasil tentou contestar a ação alegando falta de amparo normativo e ausência de recursos do Tesouro Nacional para subsidiar o refinanciamento. Contudo, o juiz luiz carlos cittadin da silva rejeitou os argumentos da instituição financeira e confirmou a natureza puramente rural do crédito com base na destinação dos recursos, determinando o afastamento imediato da mora (juros atrasados e multas) e proibindo a negativação dos produtores em órgãos de proteção ao crédito como SERASA e SPC.

O Banco do Brasil tentou contestar a ação alegando falta de amparo normativo e ausência de recursos do Tesouro Nacional para subsidiar o refinanciamento. Contudo, o magistrado rejeitou os argumentos da instituição financeira e confirmou a natureza puramente rural do crédito com base na destinação dos recursos, determinando o afastamento imediato da mora (juros atrasados e multas) (pp. 13, 16) e proibindo a negativação dos produtores em órgãos de proteção ao crédito como SERASA e SISBACEN (pp. 14, 16).

Palavra do Especialista

O advogado do caso, Juliano Quelho, comentou o desfecho da ação ressaltando a relevância da segurança jurídica e da proteção às famílias que sustentam a base econômica do país: “Esta decisão é fundamental porque adequa o pagamento da dívida à real capacidade de produção da família, após anos de perdas climáticas severas. É importante dizer que o banco não sofre nenhum prejuízo com isso, pois ele vai receber o valor integral, de forma parcelada e com os juros contratuais garantidos. Com esse fôlego financeiro, evitamos a insolvência do produtor, mantemos o homem no campo e garantimos a própria soberania e sustentabilidade da produção de alimentos no país”.

Fonte: Notícias Agrícolas

IR Previ: ANABB luta na Justiça pela suspensão de descontos e avanço nos pagamentos

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A ANABB apresentou à Justiça pedido de esclarecimento sobre pontos considerados essenciais para o avanço da ação IR Previ. A medida busca garantir que questões já declaradas procedentes sejam apreciadas antes da remessa dos processos para Central de Cumprimento de Julgados da Seção Judiciária do Distrito Federal, especialmente aqueles em que não há mais controvérsia relevante sobre os valores devidos.

“A ação coletiva IR Previ é prioridade para a ANABB. Neste momento, a Associação está mobilizada em garantir o avanço do processo, a suspensão dos descontos e a liberação dos valores pendentes aos associados”, destaca o presidente da ANABB, Valmir Camilo.

Entre os principais pontos apresentados pela ANABB à justiça, estão:

1) suspensão dos descontos (verba CP 72), realizados pela PREVI sobre os valores depositados judicialmente, medida que já conta com manifestação favorável da Fazenda Nacional;

2) realização de pagamentos pendentes, já aptos para RPV (requisição de pequeno valor).

ENTENDA CADA PONTO

Todos os meses, a Previ retém o Imposto de Renda (sob a rubrica CP 75) e repassa 2/3 para a Receita Federal e 1/3 para a conta judicial vinculada ao processo. A ANABB reiterou à Justiça a necessidade de interrupção desses descontos, sob o argumento de que os recursos da ação IR Previ já estão integralmente retidos e depositados em juízo, o que aumenta a urgência da apreciação.

Outro ponto é o andamento dos pagamentos pendentes. No pedido feito à Justiça, a ANABB apontou que há cumprimentos de sentença em estágio avançado de liquidação, alguns com cálculos já apresentados e sem controvérsia sobre os valores devidos. Para a ANABB, a medida é especialmente relevante porque grande parte dos beneficiários é formada por pessoas idosas, muitas delas aguardando há anos a efetivação de créditos reconhecidos judicialmente. Por isso, a Associação defende que o processo avance com prioridade, segurança e respeito à duração razoável da tramitação.

A Associação também reforçou a necessidade de definição sobre as atribuições da Central de Cumprimento de Julgados e a extensão de sua atuação nos processos oriundos da ação coletiva. O objetivo é evitar insegurança jurídica, retrabalho e multiplicação de pedidos.

A ANABB segue lutando em cada etapa da ação para que os direitos dos associados sejam preservados e para que os pagamentos possam avançar, especialmente nos casos em que já não há controvérsia sobre os valores devidos.

Fonte: ANABB

Previ defende transparência nas informações de sustentabilidade

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A Previ acompanha com atenção os desdobramentos da Resolução CVM nº 244/2026, que alterou a Resolução CVM nº 193/2023 e tornou facultativa a divulgação de informações financeiras relacionadas à sustentabilidade por companhias abertas brasileiras. Pela resolução anterior, essa divulgação seria obrigatória.

A Previ reconhece os desafios de implementação enfrentados pelas companhias, mas entende que a divulgação integrada das informações socioambientais e climáticas com as demonstrações financeiras fortalece a tomada de decisão dos investidores, amplia a confiança do mercado e favorece a alocação eficiente de capital, para o fortalecimento das melhores práticas de governança corporativa e integridade.

Como investidora institucional de longo prazo, a Entidade considera que a divulgação de informações padronizadas, confiáveis e comparáveis sobre riscos e oportunidades relacionados à sustentabilidade é fundamental para a adequada avaliação dos investimentos e para a proteção dos interesses de seus associados. Por isso, seguirá incentivando, em suas atividades de investimento e engajamento, a adoção de elevados padrões de transparência pelas empresas nas quais investe.

A Entidade entende que a adoção de padrões internacionais de divulgação, alinhados às normas emitidas pelo International Sustainability Standards Board (ISSB) e incorporados ao arcabouço regulatório brasileiro, representa um importante avanço para o mercado de capitais nacional, contribuindo para maior transparência e redução de assimetrias informacionais.

Esse compromisso com a transparência também está presente em sua própria atuação. Anualmente, a Entidade divulga seu Relatório Anual, que reúne os principais resultados econômicos, informações sobre a gestão dos planos de benefícios e avanços relacionados aos temas ambientais, sociais, de governança e integridade (ASGI).

Com a publicação da Resolução 26 da Previc, a divulgação de informações de práticas ambientais, sociais, de governança e integridade e seus impactos financeiros nos resultados das companhias será de extrema relevância para que o setor de previdência complementar fechada consiga aplicar as recomendações da sua entidade reguladora.

A Previ permanecerá atuando junto às empresas investidas e ao mercado na promoção de elevados padrões de transparência e governança, em linha com as melhores práticas nacionais e internacionais, contribuindo para o fortalecimento do mercado de capitais e da previdência complementar no Brasil.

Fonte: Previ

CliniCASSI Santos mais confortável e moderna, em novo endereço

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Participantes do litoral paulista ganharam no dia 11 de maio, uma nova CliniCASSI Santos, mais moderna, confortável, ampla e resolutiva.

O novo endereço fica a poucos metros do antigo, na mesma rua: Marcílio Dias, 170, Centro Empresarial Santos, bloco I 3º andar.

A nova estrutura está pronta para ser a primeira e principal referência de atendimento, e parceira na promoção de saúde dos funcionários e aposentados do BB e de seus familiares.

Além dos procedimentos que já eram realizados, como sutura, nebulização, retirada de pontos, lavagem auditiva e administração de medicamentos, a nova estrutura permitirá outros, como drenagem de furúnculos e hematomas, inserção e retirada de DIU, inserção e retirada de implante anticoncepcional subcutâneo (Implanon) e alívio de quadros agudos de dor por liberação miofascial.

Entre os avanços da nova CliniCASSI Santos está a acessibilidade, para atender pessoas com mobilidade reduzida, garantindo segurança, conforto e acolhimento.

Consultórios com equipamentos novos, como balança acessível para cadeirantes, macas com ajuste de altura e reforçadas para pessoas obesas, placa tátil em braile nas salas de atendimento, sistema de chamada de senhas por áudio e imagem, corredores com largura adequada a passagem de macas e cadeira de rodas.

O primeiro acesso ao prédio exige cadastro, com CPF e documento com foto, para o registro facial que permite liberação automática nas próximas entradas.

Atendimento das 8h às 18h, de 2ª a 6ª feira
Telefone: (13) 2101 – 3810

Fonte: Cassi

Gerente de marketing de banco é cargo com natureza bancária, decide Carf

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A 2ª Turma da 4ª Câmara da 2ª Seção do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) manteve uma cobrança de Risco Ambiental do Trabalho (RAT) contra o Banco Safra S.A decorrente do reenquadramento de diretores gerais (código de Classificação Brasileira de Ocupações CBO 1210), gerentes de administrativos, financeiros e de risco (CBO 1421) e gerentes de comercialização, marketing e comunicação (CBO 1423) de sua matriz como cargos de natureza bancária, sujeitos à alíquota de 3%.

Ao recolher o tributo, a contribuinte os havia considerado como cargos de natureza administrativa, categoria com alíquota de 2%. O resultado se deu por unanimidade, mas os conselheiros representantes dos contribuintes acompanharam o entendimento pelas conclusões.

O banco argumentou que o enquadramento se deu com base na atividade preponderante na matriz. De acordo com auditorias independentes, 1360 dos cargos da matriz tinham natureza administrativa em 2017, enquanto 1246 teriam natureza bancária. Após reclassificações feitas pela fiscalização resultarem em maioria de cargos bancários, a contribuinte questionou apenas a nova interpretação dada a seis cargos de diretores gerais, 330 cargos de gerentes de administrativos, financeiros e de risco e 38 cargos de gerentes de comercialização, marketing e comunicação.

O relator, conselheiro Alexandre Correa Lisboa, manteve as reclassificações feitas pelo fisco com base nas características descritas pelo site do Ministério do Trabalho e Emprego das atividades desenvolvidas pelos trabalhadores enquadrados nas CBOs 1210, 1421 e 1423. Para ele, todos têm atribuições relacionadas à atividade fim da empresa, que está enquadrada na categoria dos bancos múltiplos, com carteira comercial (CNAE 6422-1/00).

Lisboa foi acompanhado integralmente pelos conselheiros Marcus Gaudenzi de Faria e Rodrigo Duarte Firmino. Já os conselheiros João Ricardo Fahrion Nuske, Luciana Vilardi Vieira de Souza Mifano e Suez Roberto Colabardini Filho acompanharam o relator pelas conclusões. Estes julgadores são contrários à classificação de gerentes e outros profissionais de marketing como bancários. No entanto, constataram que a classificação adequada deles não seria suficiente para que a matriz voltasse a ter a maioria de seus empregados desempenhando atividades administrativas. Ou seja, o resultado, para fins tributários, seria o mesmo.

Fonte: Jota

“Toda cidade precisa ter acesso aos serviços bancários”, defende deputado Marcolino

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O fechamento de agências bancárias tem avançado em todo o país, impactando trabalhadores, clientes e comunidades inteiras, especialmente em regiões periféricas e municípios de menor porte. Em resposta a esse cenário, o deputado estadual e ex-presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, Luiz Claudio Marcolino (PT), apresentou o Projeto de Lei 548/2026, que busca garantir a manutenção da rede física de atendimento bancário no estado de São Paulo, preservando empregos e assegurando o acesso da população aos serviços financeiros.

A iniciativa nasceu a partir de uma construção conjunta com o Sindicato e a campanha “Eu Quero Mais Agências”. Nesta entrevista à entidade que presidiu, Marcolino detalha os objetivos da proposta, analisa os impactos da digitalização sobre o atendimento e explica como pretende mobilizar a sociedade para garantir a aprovação do projeto na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp).

O que motivou a elaboração deste projeto de lei e de que forma o diálogo com o Sindicato dos Bancários contribuiu para a construção da proposta?

O Projeto de Lei 548/2026 se inicia a partir de um diálogo com o Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, juntamente com a FETEC-CUT/SP, contra o fechamento das agências bancárias no estado de São Paulo. Muitas dessas agências fechadas, inclusive, são de regiões periféricas da cidade de São Paulo ou mesmo em cidades onde há uma única agência. A partir dessa construção e de uma audiência pública que surgiu como proposta a elaboração de um Projeto de Lei para estancar o processo de fechamento de agências e garantir o retorno de unidades que já foram fechadas em cada município.

Os bancos costumam justificar o fechamento de agências com o avanço da digitalização. Como o deputado responde a esse argumento e por que considera importante preservar a rede física de atendimento?

Hoje, essa alegação tem sido utilizada pelos bancos para justificar o fechamento da rede de agências físicas. Entretanto, tem surgido, em muitas cidades do estado de São Paulo, problemas com fraudes financeiras a partir das redes sociais. Fizemos, aqui na Assembleia Legislativa, uma CPI na qual foi detectado que muitos golpes e muitas fraudes no sistema financeiro acabam impactando os idosos. São pessoas que têm dificuldade com redes sociais e, muitas vezes, não têm com quem conversar para entender se se trata de um golpe ou não.

Já tem sido comprovado, em estudos que estamos acompanhando e em levantamentos que estamos fazendo do PROCON e na própria Polícia Militar, que a maioria das fraudes já é fruto desse processo de digitalização para o qual os bancos vêm empurrando os clientes, sendo que uma parte dessas pessoas são analógicas e precisam de uma agência bancária para ter contato com o corpo gerencial e os funcionários. Então esse é um risco, por mais que os bancos utilizem esse argumento para fechar agências bancárias, isso está aumentando os crimes cibernéticos no estado de São Paulo.

O projeto prevê mecanismos para limitar a redução dos quadros de funcionários. Na prática, como essa medida pode ajudar a conter as demissões e a sobrecarga de trabalho enfrentada pelos bancários?

A estruturação do Projeto de Lei que nós apresentamos trabalha em uma perspectiva de manter, em cada município do estado de São Paulo, tem que ter, pelo menos, uma agência de cada um dos principais bancos. Com um número maior de agências, você garante o diálogo com o cliente e reduz a sobrecarga de trabalho dos funcionários. Existem municípios em que o banco fecha e, com isso, os clientes passam a ir para unidades em outra cidade, sobrecarregando os bancários que lá estão. Então, quando pensamos neste projeto, visamos justamente garantir a manutenção do número de funcionários de acordo com a quantidade de empregos que já eram existentes naquela região. Portanto, é uma forma de garantir o emprego e também o atendimento à população.

Quais impactos o fechamento de agências tem causado nos pequenos municípios, nas periferias e na população que ainda depende do atendimento presencial bancário?

Quando o banco fecha uma agência nos pequenos municípios, a população fica sem atendimento. Os trabalhadores que têm uma conta salário naquela agência encerrada acabam sendo obrigados a buscar atendimento em outra cidade. Temos um problema sério também com os aposentados, que não conseguem ter um atendimento de forma virtual. E, em muitas cidades, nem mesmo esse atendimento virtual existe. Então, essa população é jogada para aplicativos sem ter condições de utilizá-los. Portanto, as pessoas precisam ter um contato presencial. As pessoas que recebem um benefício social, que precisam pagar um boleto, que precisam de um empréstimo ou receber sua aposentadoria. Essas pessoas precisam desse contato. Então, o fechamento de agências é um prejuízo muito grande, inclusive para o município, pois os clientes que vão para outras cidades acabam gastando fora, em vez de contribuir com o comércio local.

O deputado acredita que a proposta enfrentará resistência do setor financeiro na Assembleia Legislativa? Como pretende construir apoio político para sua aprovação?

Com certeza a Febraban e o sistema financeiro farão pressão junto aos demais deputados para que não aprovem este projeto, que vai garantir que todas as cidades do estado de São Paulo tenham, pelo menos, uma agência dos principais bancos. Por esses bancos, passam recursos como IPVA, ICMS, recolhimento de tributos federais e pagamentos de benefícios sociais. Então, todos os principais bancos precisariam ter uma agência ou ao menos um posto de atendimento, no caso das cidades com menos de 10 mil habitantes. Portanto, com certeza haverá resistência da Febraban, mas atender a população de forma presencial é muito importante.

Nós tivemos inclusive uma CPI da Enel e uma das maiores reclamações dos clientes era, justamente, não ter uma agência física da empresa para atender a população. Como resultado da CPI, a Enel acabou abrindo uma agência física em cada cidade onde ela tinha concessão. Portanto, nosso projeto está no caminho certo e, se for necessário, faremos vários atos e conversas com prefeitos e vereadores das cidades, pois eles e toda a população organizada têm interesse em contar com as agências.

O projeto dialoga diretamente com a campanha “Eu Quero Mais Agências”. Como o deputado avalia a importância da mobilização dos trabalhadores e da sociedade para pressionar os bancos e garantir a aprovação da proposta?

A campanha que o Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região vem desenvolvendo, intitulada “Eu Quero Mais Agências”, é fundamental. A partir dela, a população começa a perceber a importância das agências físicas. Quando você perde uma unidade em um bairro ou em uma cidade, a população sabe que essa agência ajuda no desenvolvimento da região. Ela cria a condição de ter crédito, garante o pagamento ou recebimento de recursos de programas sociais. Ela trabalha com o Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar), que é o crédito da agricultura familiar. Ela dialoga com as necessidades de investimento da cidade e da prefeitura.

Esse movimento que faremos, caso os bancos tentem barrar o projeto na Assembleia Legislativa, junto aos sindicatos de bancários e a nossa federação vai criar a condição para podermos aprovar um projeto tão importante como esse. Também vamos dialogar com associações comerciais, com a OAB, com a sociedade civil organizada, com as prefeituras e câmaras de vereadores. Então, essa pressão não será apenas do sindicato, será de toda a sociedade para garantirmos, pelo menos, uma agência de cada grande banco em todos os municípios paulistas.

Se aprovado, o projeto pode servir de referência para outros estados ou até mesmo para uma legislação nacional de proteção ao emprego bancário e ao atendimento presencial?

Com certeza! Aprovando o projeto 548/2026 na Assembleia Legislativa, teremos condições de fazer esse debate ou de ter um projeto como este aprovado em todos os estados do nosso país. Também podemos trabalhar para termos uma legislação nacional de proteção, de fato, ao emprego bancário. Então, mesmo sendo uma lei para o estado de São Paulo, ela pode ser replicada em outros ou dialogarmos sobre o tema com o Banco Central e o Governo Federal. Eu tenho expectativa de que, após a aprovação desse projeto na Assembleia Legislativa, a gente consiga levar esse modelo para os outros estados ou ter um projeto nacional.

O projeto foi lançado ao público no dia 31 de maio, no evento de celebração dos 20 anos do Pagode da 27, no Parque Villa-Lobos. Como foi para o deputado lançar um projeto tão importante diante de milhares de pessoas em um evento apoiado pelo Sindicato?

Para mim, foi um orgulho estar junto com a presidenta Neiva Ribeiro lançando esse projeto no Parque Villa-Lobos, onde havia milhares de pessoas. Muitas dessas pessoas já assinaram o abaixo-assinado e entenderam a necessidade de termos um projeto como esse aprovado. Então foi um orgulho poder lançar esse projeto dialogando com a sociedade, pois esse é o nosso papel. Esse é o papel do deputado: levantar as demandas da sociedade, dialogar com as representações e, a partir daí, construir um Projeto de Lei que, quando aprovado, será útil à sociedade.

Quero parabenizar a presidenta Neiva — do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região — por ter essa visão de construir esse diálogo com a sociedade e dar ao nosso mandato a oportunidade de ter um projeto que dialoga com a categoria bancária e com a população do nosso estado. Esse projeto vai além de um debate corporativo. É um debate sobre o desenvolvimento dos municípios, o desenvolvimento regional, de apoio e fortalecimento do crédito no estado de São Paulo.

Com toda certeza, esse projeto tramitará com muito mais força na Assembleia Legislativa. Mesmo com os banqueiros tentando inviabilizar um projeto importante como esse, nós vamos trabalhar para que ele seja aprovado o mais rápido possível para preservar os empregos e garantir atendimento digno à população.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Banco do Brasil engaja mais de 36 mil funcionários em programa de capacitação para IA Generativa e Agêntica

Publicado em: 12/06/2026

O Banco do Brasil acaba de lançar uma nova edição do AcademIA BB, seu programa corporativo de capacitação em Inteligência Artificial e Dados, voltado a todos os funcionários do Banco e do Conglomerado. Nesta nova edição, que tem foco em IA Generativa e Agêntica, foram mais de 36 mil inscritos, com perfis que envolvem as diferentes áreas de atuação no Banco.

A iniciativa tem como foco a democratização da IA, reforçando a tecnologia não apenas como uma tendência, mas como um dos pilares da transformação digital e cultural da organização. O programa se diferencia de um treinamento tradicional ao oferecer uma jornada de capacitação prática, com aplicação voltada à realidade do dia a dia de cada funcionário em sua área de atuação.

“Essa frente de capacitação conecta, de forma estruturada, estratégia, tecnologia e pessoas, traduzindo a Inteligência Artificial Generativa e Agêntica em aplicações práticas que qualificam decisões, ampliam a produtividade e fortalecem o impacto do negócio. O AcademIA BB 2026 promove uma mudança de mentalidade, combinando tecnologia avançada, curadoria humana, governança e alinhamento estratégico para gerar valor real, sustentável e responsável para o Banco e para a sociedade”, comenta Marisa Reghini, vice-presidente de negócios digitais e tecnologia do BB.

A iniciativa conta com a parceria de empresas globais de tecnologia como Microsoft, Google Cloud e IBM, que contribuem com conteúdo, experiências e visões de mercado alinhadas aos desafios atuais e futuros da adoção de IA nas organizações.

Atualmente, o BB já conta com um volume expressivo de soluções em operação, com mais de 12 mil agentes apenas do Copilot, além de outros assistentes corporativos aplicados às rotinas internas, aos negócios e ao atendimento ao cliente.

Nesse contexto, o AcademIA BB 2026 desempenha papel decisivo na otimização do uso dos assistentes e agentes de Inteligência Artificial já disponíveis, e dos que serão escalados, no ecossistema do Banco.

“A próxima fronteira da Inteligência Artificial nas empresas não está apenas na adoção de modelos generativos, mas na capacidade de escalar IA com governança, segurança e aplicação real ao negócio. O Banco do Brasil demonstra liderança ao combinar capacitação em larga escala, cultura orientada a dados e uso estratégico de agentes inteligentes para transformar a forma como as pessoas trabalham. Como parceira do AcademIA BB, a IBM contribui com sua experiência global em IA corporativa e IA agêntica para apoiar uma evolução responsável, confiável e orientada à geração de valor, ampliando produtividade, eficiência e qualidade das decisões em toda a organização”, afirma Sérgio Fortuna, vice-presidente de vendas da IBM.

A primeira edição do AcademIA, realizada em 2024, já teve números que chamam a atenção. Mobilizou mais de 24 mil funcionários, com participação feminina superior a 40%, contou com mais de 240 mil cursos realizados em IA e Dados por meio da UniBB, a Universidade Corporativa do Banco do Brasil.

A proposta do AcademIA vai além do fortalecimento da cultura digital. Trata-se da captura efetiva de ganhos de eficiência a partir do uso cotidiano da IA. Estudos e workshops adaptados do Gartner indicam que a adoção consistente de assistentes e agentes de IA pode gerar ganhos da ordem de 30% no tempo dedicado às atividades, ao comparar o esforço atual com um cenário de uso estruturado da Inteligência Artificial no trabalho diário.

“A experiência mostra que, à medida que a Inteligência Artificial ganha escala, o papel humano não desaparece, ele evolui. Programas como o AcademIA BB desenvolvem essas novas competências, preparando profissionais para atuar como direcionadores, curadores e orquestradores, capazes de transformar tecnologia em impacto real. Ao lado do Banco do Brasil no AcademIA BB, a Microsoft apoia a capacitação em IA e a adoção estratégica dessa tecnologia, sempre com responsabilidade e com a potencialização das capacidades humanas no centro das decisões”, comenta Eduardo Campos de Oliveira, vice-presidente da área de soluções da Microsoft Brasil.

Os resultados dessa estratégia já são visíveis. No primeiro trimestre de 2026, o BB superou a marca de 2.000 soluções catalogadas, incluindo mais de 1.200 modelos que abrangem IA tradicional, generativa e agentes inteligentes, aplicados a frentes estratégicas como atendimento, crédito, risco e eficiência operacional.

Com o AcademIA BB 2026, o objetivo é seguir na escalada do desenvolvimento dos casos de uso e continuar sendo referência na adoção estratégica da Inteligência Artificial no setor financeiro, conectando capacitação, inovação e impacto concreto para clientes, funcionários e a sociedade.

Fonte: TI Inside

Banco do Brasil e Brasilprev unem projetos para ampliar educação financeira entre jovens

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Banco do Brasil e Brasilprev passam a atuar de forma conjunta em uma nova frente de educação financeira voltada ao público jovem. Batizada de Foca no Rolê, a iniciativa reúne o Rolê que Rende, do Banco do Brasil, e o Foca nos Sonhos, da Brasilprev, em uma parceria criada para ampliar alcance, presença e conexão com as novas gerações.

O movimento acontece em um momento em que os jovens brasileiros já demonstram maior proximidade com decisões financeiras. A edição mais recente do Raio X do Investidor Brasileiro, da ANBIMA, em parceria com o Datafolha, mostra que a Geração Z é a que tem a maior proporção de pessoas com reserva de emergência no país e que, entre os investidores, os mais jovens tendem a manter carteiras mais diversificadas do que as gerações mais velhas. Já levantamento da Serasa Experian, em parceria com o Instituto Teor, aponta que 20% da Gen Z recorrem a crédito para abrir ou investir em um negócio, sinal de que consumo, autonomia e planejamento já fazem parte da rotina dessa faixa etária.

É nesse cenário que o Foca no Rolê se propõe a aproximar temas como dinheiro, consumo, carreira e futuro do cotidiano dos jovens, com linguagem simples, direta e conectada aos canais em que esse público já está presente.

A relevância da iniciativa também se apoia na relação que Banco do Brasil e Brasilprev já construíram com esse público. O Banco do Brasil conta hoje com 1,2 milhão de clientes de 0 a 17 anos, dos quais cerca de 34% utilizam a BB Cash, conta voltada a essa faixa etária. Nesse universo, os índices de engajamento superam 95%, 70% dos usuários possuem cartão de crédito ativo e mais de 66% realizam transações via Pix, que já somam mais de R$ 62 milhões em movimentação.

Na Brasilprev, a presença de clientes com até 18 anos praticamente dobrou na última década. Segundo estudo da companhia, entre 2015 e 2025, o crescimento desse perfil na base foi de 98,8%, enquanto o saldo de ativos avançou 546% no mesmo período, superando R$ 3,7 bilhões.

Criado pela Brasilprev em 2022, o Foca nos Sonhos tem como premissa usar a educação financeira como ferramenta de transformação social e de ruptura do ciclo da pobreza. A iniciativa já alcançou 174 milhões de pessoas e foi finalista do prêmio da CNseg. Já o Rolê que Rende, lançado pelo Banco do Brasil em 2023, vem promovendo conscientização financeira em escolas e universidades por meio de palestras, ações presenciais e experiências interativas conectadas à realidade dos jovens. Agora, os dois projetos passam a atuar de forma integrada, unindo repertório, presença e capacidade de mobilização.

Na prática, o Foca no Rolê estará presente em escolas, universidades, canais digitais e ações ligadas a iniciativas patrocinadas pela Brasilprev. Entre elas esteve a atual temporada de Shrek – O Musical, em cartaz em São Paulo, no Teatro Renault.

“No mercado Pessoa Física, a educação financeira é o motor de relacionamento, conectando momentos de vida ao ecossistema familiar. O Rolê que Rende nasce com esse olhar, posicionando o BB como parceiro dos jovens e de suas famílias ao longo da jornada. Com o Foca nos Sonhos, da Brasilprev, ampliamos esse impacto ao integrar presente e futuro. O Foca no Rolê materializa essa sinergia, fortalecendo vínculos e impulsionando escolhas financeiras mais inteligentes e sustentáveis.”, afirma Aglailton Soares, gerente executivo da Diretoria de Clientes Pessoa Física do Banco do Brasil.

Para a Brasilprev, a conexão com esse público passa por um olhar que vai além da transação imediata e inclui também a construção de projetos de vida no longo prazo.

“A educação financeira tem papel decisivo na construção de uma sociedade mais equilibrada e consciente. Democratizar esse acesso passa por traduzir conceitos para uma linguagem leve e próxima, capaz de conectar as novas gerações a um conhecimento que pode transformar escolhas e ampliar possibilidades. Mais do que ensinar a guardar dinheiro, é importante compreender os fatores emocionais e sociais que influenciam hábitos de consumo e de planejamento”, afirma Rodrigo Caravelli, superintendente de Marketing, Comunicação e Sustentabilidade da Brasilprev.

Sobre a Brasilprev

Com 32 anos de atuação, a Brasilprev Seguros e Previdência S.A tem como acionistas a BB Seguros, braço de seguros, capitalização e previdência privada do Banco do Brasil, e a Principal Financial Group, uma das principais instituições financeiras dos Estados Unidos. Líder do setor, a companhia conta com mais de R$ 471,6 bilhões em ativos sob gestão e uma carteira de 2,5 milhões de clientes. Especialista no negócio de previdência privada, com produtos acessíveis e serviços diferenciados, a Brasilprev conta com a rede de agências do Banco do Brasil como seu principal canal de distribuição.

Fonte: Portal Segs

BB é eleito o banco mais inovador do mundo por consultoria americana

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O Banco do Brasil (BBAS3) acaba de ser eleito o Model Bank of the Year 2026 pela consultoria americana Celent, que atua com foco em tecnologia para o setor de serviços financeiros globais.

A premiação, que ocorre há 20 anos, é considerada uma das mais importantes deste mercado justamente por destacar práticas inovadoras. No ano passado, o reconhecimento foi concedido ao JP Morgan.

Na edição deste ano, a empresa avaliou 115 projetos desenvolvidos por instituições financeiras de vários países, levando em conta critérios como inovação, excelência tecnológica e impacto nos resultados dos negócios.

Segundo informou a Celent, o Banco do Brasil se destacou pelo uso avançado de inteligência artificial (IA) e prática de analytics. Tudo isso aliado a uma estratégia focada na melhor experiência dos seus clientes.

A combinação, segundo a consultoria, permitiu ganhos de eficiência operacional, aumento da rentabilidade e crescimento sustentável.

Iniciativas inovadoras

Entre as iniciativas que contribuíram para a conquista está o Escutai, plataforma que utiliza modelos de linguagem para captar e interpretar, em larga escala, manifestações e avaliações dos clientes.

A ferramenta transforma essas informações em insights para apoiar decisões estratégicas e tem como meta reduzir em 15% as reclamações dos consumidores.

Outro projeto destacado foi o OdisseIA, plataforma de analytics que processa aproximadamente 5 bilhões de registros por dia e atende mais de 20 milhões de usuários dos canais digitais do banco.

Ela permite identificar gargalos na jornada do cliente e gerar recomendações em tempo real para melhorar a experiência e aumentar a conversão de serviços.

De acordo com a Celent, a estrutura de desenvolvimento adotada pelo Banco do Brasil, com equipes integradas entre as áreas de tecnologia e negócios, também foi um diferencial. O modelo favorece a disseminação do uso de dados e acelera a implementação de novas soluções.

Com forte investimento em tecnologia própria e equipes internas, a instituição reforçou sua capacidade de inovação e se consolidou como uma referência global no uso de IA para aprimorar a experiência dos clientes e gerar valor aos negócios, segundo avaliação da consultoria americana.

Fonte: Invest Talk BB

Fundação BB assina acordo com o Ministério de Desenvolvimento Agrário

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Durante o Festival de Soluções Sociais para o Brasil, realizado em parceria com o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), em Brasília (DF), a Fundação Banco do Brasil e o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) assinaram acordo de cooperação com a finalidade de fortalecer ações em comunidades tradicionais de todo o país.

A parceria prevê a implementação de iniciativas voltadas à inclusão produtiva, geração de renda, etnodesenvolvimento, turismo comunitário, segurança hídrica, preservação da biodiversidade e disseminação de tecnologias sociais em territórios de povos e comunidades tradicionais presentes nos diferentes biomas brasileiros. Para o presidente da Fundação Banco do Brasil, André Machado, a iniciativa fortalece a construção de soluções desenvolvidas junto às comunidades. “Esse acordo representa a união de esforços em favor de quem mais precisa. Queremos construir soluções ao lado das comunidades, respeitando seus saberes e suas realidades, para gerar oportunidades, fortalecer a autonomia das famílias e promover desenvolvimento sustentável nos territórios”, afirmou.

O secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Eric Moura, destacou que a iniciativa reforça o compromisso do Governo Federal com a valorização da agricultura familiar e dos conhecimentos tradicionais. “Estamos fortalecendo a agricultura familiar praticada nos territórios, que produz alimentos saudáveis e preserva saberes ancestrais fundamentais para o desenvolvimento sustentável”, disse.

Fonte: Banco do Brasil