Banco do Brasil pode enfrentar nova pressão no segundo semestre, diz BTG Pactual

Publicado em: 03/07/2026

O Banco do Brasil (BBAS3) deve enfrentar mais um trimestre desafiador diante da piora no comportamento de pagamento de produtores rurais, segundo avaliação do BTG Pactual. Para o banco, a expectativa de aprovação, no Congresso Nacional, de um programa de renegociação de dívidas do agronegócio pode estar levando parte dos tomadores de crédito a adiar o pagamento de financiamentos, aumentando a pressão sobre a qualidade da carteira rural.

A análise foi elaborada após reportagem do jornal Valor Econômico informar que produtores rurais têm postergado pagamentos na expectativa de que suas operações sejam incluídas em um eventual programa de renegociação. Executivos de grandes bancos e cooperativas relataram ao jornal que os índices de inadimplência apresentaram deterioração em maio e junho, contrariando o padrão sazonal normalmente observado para o período.

Na avaliação do BTG Pactual, esse movimento está alinhado com as conversas recentes mantidas pela instituição com participantes do mercado. O banco afirma que o debate em torno de novas medidas de renegociação pode estar criando um ambiente de “risco moral”, no qual produtores optam racionalmente por atrasar pagamentos enquanto aguardam possíveis condições mais favoráveis para regularizar suas dívidas.

Segundo o relatório, a implementação do Desenrola 2.0 e as discussões sobre programas de renegociação para contratos ainda adimplentes reforçaram essa dinâmica, elevando as incertezas sobre o comportamento dos clientes do crédito rural.

Calendário amplia riscos

O BTG destaca que o calendário de vencimentos da carteira rural do Banco do Brasil aumenta a sensibilidade dos resultados do segundo trimestre. Conforme dados apresentados pela própria instituição durante o Investor Day, o banco possui R$ 155,6 bilhões em operações com produtores rurais vencendo ao longo de 2026.

Desse total, R$ 44,2 bilhões — o equivalente a 28,4% dos vencimentos do ano — concentram-se justamente no segundo trimestre. As linhas de financiamento de custeio agrícola representam 56% dos vencimentos de abril, 60% dos de maio e 63% dos de junho, enquanto quase 60% de todos os vencimentos anuais estão concentrados entre abril e setembro.

Na visão do BTG, essa concentração, combinada com os relatos de enfraquecimento da disciplina de pagamentos, tende a manter elevada a pressão sobre a capacidade de cobrança do banco e sobre o custo do risco nos resultados do segundo trimestre.

Desafios persistem

A avaliação ocorre após um primeiro trimestre já considerado difícil para o Banco do Brasil. Na ocasião, a instituição reportou um ROE (Return on Equity) de 7,3% e revisou suas projeções para 2026, citando a deterioração da qualidade da carteira de crédito voltada ao agronegócio.

Para o BTG Pactual, os próximos resultados deverão continuar refletindo os desafios enfrentados pelo segmento rural. Embora o lançamento do Plano Safra 2026/2027 possa trazer maior previsibilidade ao setor, a instituição acredita que a discussão sobre renegociação de dívidas continuará sendo um fator relevante para o comportamento dos produtores e para o desempenho financeiro do Banco do Brasil nos próximos meses.

Fonte: Eu Quero Investir

Banco do Brasil ganha alívio de R$ 4 bilhões em meio à crise do agro — e reforça o caixa para atravessar a tempestade

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Em um momento em que preservar capital se tornou prioridade, o Banco do Brasil (BBAS3) conseguiu um importante alívio no balanço. O Tribunal de Contas da União (TCU) autorizou o banco a renegociar o cronograma de devolução de R$ 4,1 bilhões que ainda restam de um instrumento financeiro contratado com o Tesouro Nacional há mais de uma década.

Com a decisão, o BB ganha tempo para quitar essa obrigação e reduz a pressão sobre seu capital justamente em um período marcado pela piora da carteira de crédito do agronegócio e pelo aumento da inadimplência.

O valor faz parte de um Instrumento Híbrido de Capital e Dívida (IHCD) emitido em 2012, quando o banco buscava reforçar seus índices de capitalização.

O mecanismo funciona como uma espécie de aporte do Tesouro com características de dívida e de capital: fortaleceu o balanço da instituição, mas precisa ser devolvido conforme um cronograma previamente definido.

Agora, mais de dez anos depois, o Banco do Brasil conseguiu reescalonar esses pagamentos. Segundo o Acórdão 1.553/2026, publicado nesta sexta-feira (26), a instituição fará desembolsos simbólicos nos próximos dois anos e deixará a maior parte da quitação para o fim da década.

O que muda para o Banco do Brasil?

O principal efeito da decisão está na preservação de capital. Pelas estimativas do banco, o novo cronograma deve acrescentar cerca de 7 pontos-base ao índice de Capital Principal tanto em 2026 quanto em 2027, ampliando a folga regulatória em um momento considerado sensível pela instituição.

O principal efeito da decisão está na preservação de capital. Pelas estimativas do Banco do Brasil, o novo cronograma deve acrescentar cerca de 7 pontos-base ao índice de Capital Principal em 2026 e 2027.

Com isso, o Banco do Brasil amplia a folga de capital em um período em que busca fortalecer o balanço após a deterioração da carteira de crédito do agronegócio.

O efeito se inverte nos anos seguintes, quando os desembolsos aumentam. A instituição estima um consumo de capital de 8 pontos-base em 2028 e de 21 pontos-base em 2029, quando será liquidada a maior parte da obrigação.

O cronograma aprovado pelo TCU ficou dividido da seguinte forma:

2026: pagamento de R$ 100 milhões;
2027: pagamento de R$ 100 milhões;
2028: pagamento de R$ 1 bilhão;
2029: pagamento dos R$ 2,9 bilhões restantes.

Em outras palavras, o Tesouro posterga a maior parte do recebimento para permitir que o banco atravesse um período de maior pressão sobre seu capital.

A situação financeira do Banco do Brasil

O alívio chega poucos meses depois de o Banco do Brasil enfrentar uma piora relevante na carteira de crédito ao agronegócio.

A inadimplência do segmento saltou de cerca de 1% para 6,1%, pressionando provisões, reduzindo a rentabilidade e contribuindo para uma queda próxima de 60% no lucro do banco.

O retorno sobre patrimônio líquido (ROE) também recuou para um patamar de um dígito, o pior nível em quase uma década.

Diante desse cenário, a administração anunciou uma série de medidas prudenciais para preservar capital, incluindo a redução do payout para 30% em 2025 e 2026, diminuindo a distribuição de dividendos aos acionistas.

A repactuação do IHCD segue a mesma lógica: fortalecer o balanço enquanto o banco administra os efeitos da crise no setor agrícola.

Recuperação do Banco do Brasil ainda deve levar tempo

Apesar do reforço de capital, a própria administração do Banco do Brasil tem adotado um discurso cauteloso sobre a recuperação.

A expectativa é de que a normalização da carteira de crédito ocorra de forma gradual. Segundo a direção do banco, a retomada deve seguir um formato de “W”, com os índices de adimplência voltando para perto de 95% apenas ao longo da safra de 2026.

Até o momento, cerca de 20% da carteira afetada já foi enquadrada nas novas políticas de renegociação, garantias e gestão de risco.

Fonte: Seu Dinheiro

Banco do Brasil anuncia R$ 210 bilhões para financiar a Safra 26/27

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O Banco do Brasil anuncia nesta sexta-feira, 3 de julho, R$ 210 bilhões para o financiamento da safra 2026/27, reafirmando o seu papel como principal parceiro do agro. Do total, cerca de R$ 40 bilhões serão destinados a pequenos e médios produtores. Já a agricultura empresarial contará com R$ 170 bilhões, contemplando operações de custeio, investimento, comercialização e industrialização. Neste volume estão também contemplados R$ 25 bilhões em financiamentos para a cadeia de valor do agro.

Na última safra, o BB desembolsou R$ 209 bilhões em cerca de 500 mil operações, apoiando mais de 200 atividades agropecuárias em todas as regiões do país. Esse valor inclui os R$ 36,6 bilhões em prorrogações por meio da MP 1.314/25.

“O Banco do Brasil tem o agro no DNA e, ao lado dos produtores, contribui diretamente com o avanço tecnológico e social do campo, a geração de empregos e a segurança alimentar da população mundial. Temos orgulho em sermos o principal parceiro do agro brasileiro, na safra cheia e, sobretudo, nos ciclos mais difíceis. Ao anunciar o Plano Safra do BB, reafirmamos a confiança como base do nosso relacionamento com os produtores rurais, por meio da concessão de crédito sustentável e responsável para apoiar financeiramente quem precisa”, afirma Tarciana Medeiros, presidenta do BB.

“Os investimentos realizados nos últimos ciclos foram decisivos para que o Brasil colhesse as duas maiores safras de sua história, em 2025 e 2026, com ganhos expressivos de produtividade em diversas regiões. Como principal financiador do agro, o BB tem a responsabilidade de garantir que os recursos cheguem de forma adequada a todos os produtores, desde a agricultura familiar até a agricultura empresarial. Nossa atuação é baseada em uma relação de confiança construída ao longo do tempo, apoiando quem produz, investe e honra seus compromissos. Seguiremos ao lado do produtor rural, fortalecendo essa parceria e contribuindo para o crescimento sustentável do campo”, acrescenta Gilson Bittencourt, vice-presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar do BB.

Fonte: Banco do Brasil

BB celebra 30 anos de Pronaf com mais de 2,5 milhões de agricultores atendidos

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O Banco do Brasil comemora nesta semana 30 anos ao lado de quem acorda cedo, dedica-se com esforço próprio e mantém viva a produção de alimentos no Brasil: os agricultores familiares. No Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), principal política pública de crédito voltada a produtores rurais que compõem unidades familiares, incluindo agricultores, pescadores artesanais, aquicultores, silvicultores e extrativistas e suas cooperativas, esse compromisso se traduz em apoio para gerar renda, ampliar oportunidades, fortalecer a inclusão produtiva e estimular o desenvolvimento sustentável das comunidades rurais.

Nessas três décadas, o Banco do Brasil se consolidou como o principal parceiro financeiro da agricultura familiar, apoiando produtores, cooperativas e empreendimentos rurais em atividades agropecuárias e não agropecuárias. Desde o início do programa, o BB já desembolsou R$ 500 bilhões em operações de crédito no âmbito do Pronaf, um impulso que chegou a aproximadamente 2,5 milhões de famílias em todas as regiões do país. Somente na safra atual, foram liberados R$ 23 bilhões para produtores do Pronaf, contribuindo para transformar a realidade dos produtores familiares. Esses recursos têm possibilitado tirar planos do papel, investir no cuidado com a terra e garantir mais segurança para a continuidade da produção.

A presença do BB no Pronaf fortalece, na prática, a base produtiva do agronegócio brasileiro ao apoiar pequenos produtores responsáveis por grande parte do alimento que chega diariamente à mesa da população. São famílias que, em sua maioria, utilizam a própria mão de obra, mantêm uma produção diversificada e constroem, dia após dia, um vínculo profundo com o desenvolvimento das suas comunidades, prosperando sem perder suas raízes.

“A agricultura familiar é estratégica para a segurança alimentar do país. É ela que coloca comida na mesa do brasileiro. Apoiar esses produtores, com crédito acessível, orientação técnica e soluções pensadas para a realidade do campo é mais do que uma prioridade: é um compromisso que renovamos todos os dias e que mantemos há 30 anos com o desenvolvimento do Brasil”, afirma Gilson Bittencourt, vice-presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar do Banco do Brasil.

Saiba mais sobre as principais linhas do Pronaf operadas pelo BB

O Pronaf é estruturado em diferentes linhas de crédito, desenvolvidas para atender às diversas realidades da agricultura familiar, respeitando o perfil produtivo, a renda e o estágio de desenvolvimento dos produtores rurais:

  • Pronaf Custeio
    Destinado ao financiamento das despesas normais das atividades agropecuárias e não agropecuárias, como preparo do solo, plantio, tratos culturais, colheita, criação de animais e atividades de base agroecológica. Atende agricultores familiares com Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF) válido, respeitando os limites de renda e enquadramento definidos pelo programa.
  • Pronaf Investimento
    Voltado à implantação, ampliação ou modernização da estrutura produtiva das propriedades rurais familiares. Financia, entre outros itens, máquinas, equipamentos, benfeitorias, sistemas de irrigação, armazenagem, conectividade no campo e práticas sustentáveis, contribuindo para o aumento da produtividade e da renda no meio rural.
  • Pronaf Mais Alimentos
    Linha de investimento destinada à modernização da produção da agricultura familiar, com foco no fortalecimento da capacidade produtiva, melhoria da infraestrutura rural e ampliação da competitividade dos empreendimentos familiares.
  • Pronaf Agroindústria
    Apoia o beneficiamento, processamento e comercialização da produção da agricultura familiar, incluindo a implantação, ampliação ou modernização de agroindústrias familiares e cooperativas, agregando valor à produção e fortalecendo a economia local.
  • Pronaf Mulher e Pronaf Jovem
    Linhas específicas voltadas à ampliação do acesso ao crédito por mulheres e jovens agricultores familiares, incentivando a sucessão rural, a autonomia produtiva e a permanência das novas gerações no campo.
  • Pronaf Floresta, Agroecologia e Bioeconomia
    Direcionadas a projetos sustentáveis, sistemas agroflorestais, produção agroecológica, recuperação ambiental, uso racional dos recursos naturais e atividades alinhadas à conservação ambiental e à sociobiodiversidade.
  • Pronaf Grupo B e Programas Especiais
    Focados em agricultores familiares de menor renda, incluindo indígenas, quilombolas e povos tradicionais, com condições diferenciadas, incentivo à inclusão produtiva e apoio à geração de renda, inclusive por meio do microcrédito produtivo orientado.

Para acessar o Pronaf, o agricultor deve ter CAF válido, atender aos critérios de renda, área e predominância de mão de obra familiar. A contratação exige documentação pessoal, comprovação do imóvel e apresentação de proposta ou projeto técnico. O pedido é analisado pelo banco quanto à capacidade de pagamento e regularidade. Após aprovação, o contrato é formalizado e os recursos liberados. A aplicação segue o projeto, com acompanhamento e fiscalização conforme normas.

Além do crédito, o Banco do Brasil atua de forma integrada no apoio à agricultura familiar, oferecendo assistência técnica, incentivo à modernização produtiva, inclusão financeira e estímulo à sustentabilidade econômica, social e ambiental das propriedades rurais. O Pronaf também possibilita o acesso dos produtores a outras políticas públicas voltadas ao fortalecimento do campo, ampliando oportunidades e renda no meio rural.

Ao celebrar os 30 anos do Pronaf, o BB reafirma seu compromisso histórico com a agricultura familiar e com a construção de um modelo de desenvolvimento que valoriza o produtor rural, gera empregos, promove inclusão e garante alimentos de qualidade para a população brasileira.

Fonte: Banco do Brasil

BTG vê risco de calote no agro pressionando BB no segundo trimestre

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O Banco do Brasil deve chegar ao balanço do segundo trimestre sob nova pressão do crédito rural. Relatório do BTG Pactual afirma que produtores têm atrasado pagamentos à espera de uma possível renegociação de dívidas do agro no Congresso.

Em maio, o banco estatal informou que teve um dos piores trimestres de sua história recente. O lucro líquido ajustado de R$ 3,4 bilhões no primeiro trimestre, queda de 54%, em meio à piora da inadimplência no agronegócio. Os atrasos acima de 90 dias no setor chegaram a 6,22% da carteira, e o banco elevou as provisões para perdas a R$ 16,8 bilhões. O BB teve retorno sobre patrimônio de 7,3% e revisou suas projeções para 2026 diante da piora do risco de crédito no agronegócio.

O relatório do BTG indica que a piora apareceu em maio e junho, período importante para a cobrança de financiamentos rurais. O banco diz que a discussão pode estar criando um “risco moral”, ou seja um incentivo para que produtores deixem de pagar agora na expectativa de condições melhores depois.

Os analistas afirmam que os devedores podem estar “postergando racionalmente pagamentos” enquanto aguardam alguma medida de alívio.

O alerta pesa mais sobre o Banco do Brasil por causa do tamanho da carteira no setor. O banco tem R$ 155,6 bilhões em vencimentos esperados na carteira de produtores rurais em 2026. Desse total, R$ 44,2 bilhões, ou 28,4%, vencem apenas no segundo trimestre.

A concentração também preocupa. As linhas de financiamento de safra representam 56% dos vencimentos de abril, 60% dos de maio e 63% dos de junho. Entre abril e setembro, vencem 59,4% das obrigações anuais da carteira rural do BB.

Para o BTG, esse calendário, combinado à piora no comportamento de pagamento, aponta para “pressão contínua sobre cobranças e custo de risco” no segundo trimestre. Na prática, isso significa mais dificuldade para receber os empréstimos e maior necessidade de provisões contra calotes.

O relatório também aponta um alívio pontual de capital. O TCU autorizou o reescalonamento de um instrumento híbrido de R$ 4,1 bilhões com o Tesouro, o que deve preservar 7 pontos-base de capital principal em 2026 e 2027. Ainda assim, o principal alerta para o curto prazo segue no agro.

Fonte: Forbes

BB apresenta em Londres projetos para recuperação pastos degradados

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O Banco do Brasil confirmou, em nota ao Broadcast Agro , que apresenta nesta semana em Londres projetos de financiamento voltados à recuperação de áreas degradadas. “A iniciativa está sendo desenvolvida em conjunto com a BB Asset e está alinhada ao programa Caminho Verde Brasil, do Ministério da Agricultura e Pecuária”, disse o banco na nota.

Segundo o BB, a principal atividade será nesta segunda-feira, durante a London Climate Week, onde projetos serão apresentados. “Neste momento, o projeto ainda está em fase inicial de discussão e validação junto ao mercado. O objetivo da agenda é avaliar o interesse de potenciais investidores e ouvir percepções sobre as propostas”, afirmou o banco sem detalhes sobre quais projetos apresentará.

O BB informou ainda que será o “primeiro contato estruturado” com o mercado internacional para verificar a atratividade da iniciativa e identificar oportunidades de captação. “A ideia é que os financiamentos possam contar com recursos de investidores nacionais e internacionais. No entanto, aspectos como estrutura definitiva, governança e modelagem ainda estão em fase de construção e dependerão dos resultados dessas conversas iniciais”, acrescentou o banco.

Como mostrou a reportagem, o Ministério da Agricultura lança hoje em Londres o Fiagro Multimercado, como fundo de investimento e de participação de investidores em projetos de recuperação de pastagens degradadas e conversão em áreas agricultáveis. O projeto piloto do fundo envolve entre US$ 150 milhões e US$ 200 milhões para recuperação de 35 mil hectares degradados.

Fonte: Invest Talk

BB, ICS E Conexsus juntos para ampliar investimentos em sociobioeconomia

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O Banco do Brasil, o Instituto Clima e Sociedade (iCS) e a Conexsus lançam o Programa Implementa Sociobio, iniciativa que visa ampliar o acesso de agricultores familiares, cooperativas e empreendimentos comunitários a crédito, assistência técnica, mercados e instrumentos financeiros voltados ao fortalecimento para fortalecer cadeias produtivas sustentáveis.

A iniciativa parte de uma experiência já consolidada pela atuação nos Hubs de Bioeconomia, nos quais BB, iCS e Conexsus já são parceiros. Os Hubs já contribuíram para a mobilização de mais de R$ 3 bilhões em operações financeiras e impactaram mais de 157 mil pessoas em diferentes territórios do país e fortalecem negócios comunitários em territórios estratégicos do Brasil.

“O Programa Implementa Sociobio está alinhado ao compromisso do Banco do Brasil com a promoção do desenvolvimento sustentável e da inclusão produtiva. Em parceria com o iCS e a Conexsus, a iniciativa contribui para ampliar o acesso a instrumentos financeiros, assistência técnica e mercados, fortalecendo cadeias produtivas sustentáveis”, afirma José Ricardo Sasseron, vice-presidente de Governo e Sustentabilidade Empresarial do BB.

O objetivo com o lançamento do programa é abrir novas frentes de captação de recursos e atrair investidores interessados em soluções que conciliem desenvolvimento econômico, inclusão produtiva e conservação ambiental.

“O Implementa Sociobio consolida esta parceria estratégica envolvendo três instituições com credibilidade e expertise nas suas áreas de atuação e estrutura um programa compatível com o nível de ambição e potencial da bioeconomia brasileira. Inspirada nos princípios de Alto Nível da Bioeconomia do G20 e ancorada no recém-lançado Plano Nacional de Desenvolvimento da Bioeconomia, a iniciativa busca superar gargalos históricos e implementar em escala toda a potência da sociobiodiversidade enraizada nos territórios”, afirma Thaís Ferraz, diretora programática do iCS.

A estratégia contempla a estruturação de mecanismos financeiros inovadores, parcerias com organismos multilaterais, fundos climáticos, instituições filantrópicas e investidores privados, criando condições para ampliar a escala dos investimentos destinados à sociobioeconomia.

“As respostas para alguns dos maiores desafios do nosso tempo já existem nos territórios. A sociobioeconomia tem demonstrado sua capacidade de gerar renda, conservar a biodiversidade e fortalecer a resiliência climática. O Implementa Sociobio é o como: o caminho concreto para transformar esse potencial em impacto em escala, conectando territórios, parceiros e recursos em torno de uma agenda comum”, afirma Fabíola Zerbini, diretora executiva da Conexsus.

O evento de lançamento também apresenta experiências recentes de mobilização de capital para a agenda, incluindo instrumentos blended finance, grants e iniciativas estruturadas como, por exemplo, arranjos envolvendo o setor privado e empresas âncora, para ampliar o fluxo de investimentos em cadeias produtivas sustentáveis.

Ao conectar comunidades, organizações locais, compradores, financiadores e investidores, o Programa Implementa Sociobio busca consolidar uma plataforma capaz de transformar ativos socioambientais em oportunidades concretas de desenvolvimento sustentável e geração de renda nos territórios. Confira mais sobre nossa atuação em bb.com.br/sustentabilidade.

Fonte: Banco do Brasil

BB autoriza missão internacional no Peru para tratar de finanças sustentáveis

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O Banco do Brasil, por meio de sua vice-presidência, autorizou o afastamento do país do especialista Jorge Andre Gildi dos Santos para uma missão oficial em Lima, no Peru. O objetivo da viagem, que ocorre entre os dias 30 de junho e 5 de julho de 2026, é representar a instituição financeira na Quinta Reunião do Comitê Técnico da Coalizão Verde de Bancos Públicos de Desenvolvimento. A medida foi oficializada por meio de um despacho publicado no Diário Oficial da União (DOU).

A autorização, assinada pelo vice-presidente do banco, Jose Ricardo Sasseron, fundamenta-se na necessidade de representação institucional em fóruns internacionais de alta relevância para a agenda de sustentabilidade. O especialista Jorge Andre Gildi dos Santos atua na área de ASG – sigla para Ambiental, Social e Governança –, setor que tem ganhado protagonismo crescente nas estratégias de investimento e concessão de crédito do governo federal e de suas autarquias. A viagem será realizada com ônus para o banco, o que inclui o custeio de passagens e diárias para o período de trânsito e permanência no exterior.

Foco em desenvolvimento e parcerias internacionais

Além da participação na Coalizão Verde, a agenda em solo peruano prevê reuniões paralelas com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e outras instituições financeiras (IFs) parceiras. Esses encontros visam estreitar laços de cooperação técnica e financeira para projetos que conciliem o crescimento econômico com a preservação ambiental, especialmente em biomas sensíveis como a Amazônia, que integra tanto o território brasileiro quanto o peruano.

A Coalizão Verde de Bancos Públicos de Desenvolvimento é uma iniciativa que reúne diversas instituições da América Latina e do Caribe com o intuito de harmonizar práticas bancárias e promover o financiamento de soluções baseadas na natureza. O comitê técnico, do qual o Banco do Brasil faz parte, é responsável por definir as métricas e os critérios de aplicação de recursos que devem impulsionar a economia de baixo carbono na região.

Base legal e governança

O afastamento foi concedido com base no Decreto nº 1.387, de 7 de fevereiro de 1995, que disciplina a viagem ao exterior de servidores públicos e empregados de empresas públicas. A decisão também observa diretrizes estabelecidas pelo Ministério da Fazenda, por meio de portarias publicadas em 2016 e 2023, além de resoluções internas da presidência da instituição.

Segundo apurou O TEMPO, a participação do banco nesses eventos reforça o posicionamento da instituição como líder em finanças sustentáveis no mercado brasileiro. A governança do Banco do Brasil tem buscado alinhar suas operações aos compromissos internacionais assumidos pelo Brasil no âmbito do Acordo de Paris e de outros tratados climáticos.

Os custos operacionais da missão são justificados pelo caráter estratégico dos diálogos com o BID, que é um dos principais parceiros do país no financiamento de infraestrutura sustentável. Ao final do período em Lima, o especialista deverá apresentar relatórios técnicos sobre os avanços nas negociações e as diretrizes estabelecidas pelo comitê técnico da coalizão.

A movimentação de técnicos e especialistas do escalão do governo federal para agendas internacionais integra o esforço de retomada do protagonismo brasileiro na diplomacia ambiental e financeira. A expectativa é que os resultados da reunião no Peru possam se desdobrar em novas linhas de crédito para empresas e produtores brasileiros que adotem práticas regenerativas e sustentáveis em suas cadeias produtivas.

Fonte: O Tempo

Banco do Brasil lança Validador de Comprovantes no portal BB

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O Banco do Brasil lançou o Validador de Comprovantes BB, uma solução digital que permite a qualquer pessoa, cliente ou não do Banco, validar a autenticidade de comprovantes de transações financeiras emitidos pela instituição. A ferramenta amplia a segurança, a transparência e a confiabilidade nas operações, além de responder a uma demanda recorrente por maior segurança e confiabilidade na conferência de pagamentos, transferências e outras transações.

Disponível na página inicial do portal BB (bb.com.br), o Validador pode ser acessado por dispositivos móveis e desktops. A funcionalidade permite conferir informações como valor e data da transação, desde que o comprovante contenha a informação “Autenticação SISBB”. Estão contemplados pela solução comprovantes de Pix, boletos, convênios, transferências da conta corrente e TED. Por dispensar a necessidade de login e consulta ao extrato, o validador facilita o dia a dia de pessoas físicas e jurídicas.

A iniciativa contribui para a prevenção de fraudes e golpes financeiros, aumenta a credibilidade dos comprovantes emitidos pelo Banco do Brasil e fortalece a confiança nas transações digitais.

Para Dione Cordioli, executiva de conta, serviços e Pix do Banco, o Validador de Comprovantes BB é uma resposta concreta à insegurança na conferência de transações financeiras, um problema que afeta pessoas e negócios no dia a dia.

“Ao permitir a validação oficial de comprovantes de forma simples e acessível, o Banco do Brasil protege relações comerciais e fortalece a confiança no ambiente digital. Essa entrega combina tecnologia, transparência e foco nas pessoas, ao facilitar decisões e reduzir riscos sem criar barreiras para o usuário”, afirma a executiva. “Com o Validador, o BB reafirma seu papel de liderança na construção de um ecossistema financeiro mais seguro, confiável e orientado à experiência do cliente”, finaliza.

Fonte: Banco do Brasil

BB amplia atuação no Move Brasil com parceria estratégica com a Uber

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O Banco do Brasil e a Uber anunciam no dia 26 de junho uma parceria para ampliar o acesso de motoristas de aplicativo a soluções de financiamento de veículos, no âmbito do Programa Move Brasil – Táxi e Aplicativos, iniciativa do Governo Federal voltada à renovação de frota, inclusão produtiva e mobilidade sustentável.

No âmbito da parceria do BB com a Uber, a linha de crédito poderá contar com um benefício adicional às condições do Programa Move Brasil: um cashback de até 3,5 parcelas ao longo do contrato, de acordo com o valor, prazo e pontualidade do financiamento. Na prática, o benefício reduz o custo do financiamento e reforça a proposta do Banco do Brasil de levar soluções mais vantajosas e conectadas à realidade do cliente.

O modelo é simples: a cada 12 parcelas pagas, o Banco oferece um cashback direto na conta corrente. Esse bônus é gradual e progressivo, e pode chegar ao equivalente a até 3,5 parcelas do financiamento. Para ter acesso a esse benefício, é necessário financiar um veículo novo pelo Banco do Brasil, manter as parcelas em dia e completar uma média mínima de 240 viagens por mês pela plataforma da Uber. É uma forma de tornar a compra do carro novo mais acessível para os motoristas parceiros da plataforma.

O Programa permite o financiamento de veículos novos, incluindo modelos elétricos, híbridos, flex ou a etanol, no valor de até R$ 150 mil, com prazo de pagamento de até 72 meses, incluída carência de até 6 meses, e taxas de juros de 0,91% ao mês para mulheres e 0,99% ao mês para homens, ampliando as possibilidades de renovação da frota com tecnologias mais eficientes e de menor impacto ambiental.

Com abrangência nacional, o acordo conecta a expertise financeira, capacidade operacional e capilaridade do BB ao ecossistema digital da Uber, criando uma jornada integrada que facilita o acesso ao crédito para profissionais que utilizam o veículo como instrumento de trabalho.

“Essa parceria reflete a capacidade do Banco do Brasil de estruturar soluções completas, que conectam crédito, tecnologia e relacionamento para gerar valor para todos os envolvidos. Ao atuar de forma integrada com a Uber, ampliamos nosso alcance, fortalecemos nossa atuação em um ecossistema relevante e viabilizamos oportunidades concretas de negócios, com impacto direto na vida dos clientes e na economia do país”, afirma Marcelo Gomes, diretor de Clientes Varejo PF do Banco do Brasil.

“A parceria exclusiva entre Uber e Banco do Brasil amplia os benefícios oferecidos aos motoristas parceiros que desejam adquirir um veículo novo por meio do programa Move Brasil. Além das condições já previstas pela iniciativa do Governo Federal, os motoristas elegíveis terão acesso a vantagens adicionais exclusivas, reforçando o compromisso das empresas em promover mais acesso à mobilidade e melhores oportunidades para o setor”, acrescenta Marco Cruz, diretor de Business Development da Uber no Brasil.

Vale lembrar que, além do crédito, o Banco do Brasil disponibiliza um portfólio completo de soluções financeiras, como seguros, meios de pagamento e serviços personalizados, fortalecendo a proposta de valor para os motoristas e impulsionando novas oportunidades de negócios em um ecossistema em expansão. A parceria com a Uber também contribui para ampliar o alcance do BB junto a novos públicos, promovendo bancarização, geração de renda e melhoria das condições de trabalho de milhares de profissionais em todo o país.

Fonte: Banco do Brasil

Banco do Brasil pisa no freio, Caixa e BNDES aceleram: veja o alerta da Moody’s

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O Banco do Brasil (BBAS3) entrou em 2026 com uma estratégia oposta ao que se espera normalmente de um banco público em um momento de estímulo à economia: ele apertou o crédito.

Depois de ver as provisões saltarem com a piora da carteira rural e do crédito ao consumo sem garantia, o BB reduziu o ritmo das concessões e passou a selecionar com mais rigor os novos tomadores.

A prioridade deixou de ser crescer a carteira a qualquer custo e passou a ser evitar que a inadimplência pressione ainda mais os resultados.

A mudança diferencia o BB da Caixa Econômica Federal e do BNDES, que mantêm uma postura mais expansionista.

Mas também expõe o dilema enfrentado pelos bancos públicos em 2026: emprestar mais pode ajudar a atividade econômica, mas, com juros elevados e tomadores mais pressionados, também aumenta o risco de novas perdas.

É esse o alerta da Moody’s Ratings. A agência de classificação de risco avalia que uma aceleração mais forte do crédito pode elevar os riscos para todo o sistema bancário.

No caso do BB, a resposta já está em curso: menos apetite nas linhas mais sensíveis e maior cautela depois de uma sequência de resultados entre os mais fracos desde 2020.
Banco do Brasil (BBAS3) aperta o crédito diante da piora da carteira

Para os analistas, a pressão sobre os resultados do Banco do Brasil aparece de forma clara nas métricas de provisionamento.

Segundo a Moody’s, a relação entre as provisões para perdas de crédito e o lucro antes dessas provisões saltou de 54% em março de 2025 para 83% em março de 2026 no Banco do Brasil.

Isso significa que uma parcela maior da geração operacional passou a ser consumida pela necessidade de cobrir eventuais perdas com crédito.

A agência também chama atenção para a piora gradual da inadimplência no sistema bancário desde meados de 2025.

No Banco do Brasil, os empréstimos vencidos há mais de 90 dias alcançaram 8,8% na carteira de pequenas e médias empresas, 6,8% no crédito ao consumidor e 6,2% no agronegócio em março de 2026.

É justamente nesse contexto que o BB passou a ajustar a estratégia.

A redução do apetite em algumas linhas não significa abandonar segmentos considerados estratégicos, mas tentar preservar a qualidade da carteira enquanto produtores rurais, pequenas empresas e consumidores enfrentam um cenário financeiro mais apertado.
Caixa e BNDES seguem em outra marcha

Enquanto o Banco do Brasil decidiu priorizar a defesa do balanço, Caixa e BNDES mantêm uma postura mais alinhada ao papel anticíclico esperado das instituições públicas — servindo como o braço do governo para injetar liquidez.

O BNDES vem registrando crescimento dos empréstimos acima da média do sistema financeiro, um movimento que a Moody’s interpreta como potencial aumento de risco caso o cenário econômico permaneça adverso por mais tempo.

Por sua vez, a Caixa continua focada na atuação no crédito habitacional e em programas de fomento, embora também tenha reforçado as provisões para operações ligadas ao agronegócio e às pequenas empresas.

Segundo a Moody’s, a pressão sobre a Caixa também se tornou mais evidente nos indicadores de cobertura de perdas. A relação entre as provisões e o lucro antes de provisões da instituição subiu de 26% em março de 2025 para 82% em março deste ano.

Para a agência, as três instituições ainda contam com capitalização adequada e colchões de provisionamento que ajudam a absorver uma deterioração adicional da carteira.

“Os três bancos se beneficiam de capital forte e colchões de provisionamento; no entanto, essas defesas podem ser testadas se as condições de crédito permanecerem fracas por um longo período”, alerta a Moody’s.

Crédito maior pode ajudar a economia — e elevar os riscos

O relatório da Moody’s reconhece que o governo intensificou, ao longo de 2026, medidas de apoio social e programas voltados à expansão do crédito. Em um ambiente de crescimento mais moderado, o impulso pode ajudar a sustentar a atividade econômica.

Mas há um limite delicado nessa equação. A ampliação das concessões ocorre justamente quando os juros seguem altos, a inadimplência avança e o endividamento das famílias continua elevado.

“Uma aceleração no crescimento dos empréstimos pode levar a um aumento dos riscos para todos os bancos brasileiros em meio a um cenário de enfraquecimento das condições de crédito”, alertam os analistas da Moody’s.

O que esperar do Banco do Brasil e de outros bancos públicos até 2027?

A Moody’s projeta que os resultados do sistema bancário brasileiro devem continuar pressionados ao longo de 2026 e possivelmente também em 2027.

Além das perdas de crédito, os bancos enfrentam uma combinação de menor geração de receitas com tarifas e competição mais intensa pela captação de recursos entre as grandes instituições de varejo, segundo os analistas.

Nesse cenário, a aposta da Moody’s é que a divergência entre os bancos públicos tende a continuar.

Caixa e BNDES devem permanecer como canais relevantes de crédito e fomento, enquanto o Banco do Brasil busca equilibrar seu papel no financiamento da economia com uma gestão mais rigorosa de risco.

Para o BB, a aposta é que a seletividade agora possa reduzir a necessidade de provisões mais adiante.

Fonte: Seu Dinheiro

BB Seguridade pagará R$ 3,8 bilhões em dividendos

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A BB Seguridade (BBSE3) aprovou o pagamento de R$ 3,8 bilhões em dividendos, mostra documento enviado ao mercado no dia 24 de junho.

Ainda de acordo com o comunicado, o valor dos dividendos por ação, bem como as datas de pagamento e de início de negociação das ações ex-dividendos, será oportunamente divulgado após a publicação dos resultados do segundo trimestre de 2026, prevista para o dia 3 de agosto de 2026.

Em relatório da semana passada, o Itaú BBA reafirmou seu pessimismo com o papel e disparou: dividendos não compensam riscos.

A recomendação é de venda, com preço-alvo de R$ 32 até o final de 2026. Os dados da Susep de abril marcaram o mês mais fraco do ano para a BB Seguridade, com queda de 22% nos prêmios em relação ao mesmo período do ano anterior.

O resultado foi puxado por uma forte contração nos seguros de vida vinculados ao crédito (-51%) e na carteira rural (-20%, com safra em queda de 64%).

No agronegócio, segmento que enfrenta dificuldades, os analistas afirmam que a pressão sobre os prêmios da Brasilseg deve continuar ao longo do ano, à medida que os agricultores lidam com crédito mais restrito e margens mais apertadas nas safras.

No geral, o BBA continua prevendo queda de aproximadamente 6% nos lucros em 2026, seguida por uma modesta recuperação de cerca de 2% em 2027. Além dos desafios operacionais, a renovação do contrato de distribuição com o Banco do Brasil segue como um fator de incerteza.

“Após o desempenho recente das ações, os papéis são negociados a cerca de 9 vezes o lucro projetado para 2026, com dividend yield em torno de 10%. Em nossa opinião, esses níveis não são suficientemente atrativos para compensar esse período mais prolongado de fraqueza nos lucros.”

Fonte: Money Times

Nova CliniCASSI Santos é apresentada a participantes da Baixada

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As novas instalações da CliniCASSI Santos foram apresentadas, no dia 26 de junho, a participantes da CASSI na Baixada Santista, a lideranças das entidades representativas dos funcionários da ativa e aposentados do Banco do Brasil em São Paulo e gestores do BB. Com um número maior de consultórios, sala de sala de espera e recepção mais amplas e confortáveis, o serviço ganhou maior capacidade de atendimento e passou a realizar novos procedimentos, se tornando mais resolutivo.

A proposta é que a CliniCASSI Santos seja a primeira opção de atendimento para os funcionários do Banco do Brasil e seus familiares, pois oferece consulta sem necessidade de agendamento. Também está preparada para ser a referência de cuidado em saúde, com acompanhamento contínuo por uma equipe de profissionais de saúde para garantir qualidade de vida, por meio de hábitos saudáveis, e prevenir doenças evitáveis.

Essa forma de cuidar “é a força da CASSI” e o que diferencia a Instituição em relação aos demais planos de planos de saúde, destacou a diretora de Risco Populacional, Saúde e Rede de Atendimento, Luciana Bagno, durante o evento. “A CASSI promove saúde e vai no sentido contrário àquele que vimos a saúde caminhar, infelizmente, no Brasil e no ocidente como um todo, que é foco em doença”, disse Luciana.

“Estamos celebrando a vitória da atenção primária à saúde, e é esse o modelo que queremos fortalecer. O Conselho Fiscal tem esse compromisso, para que a CASSI seja cada vez mais próxima e atuante e que a saúde dos nossos participantes seja a nossa prioridade”, enfatizou a presidente do Conselho Fiscal, Sybelle Natalle Braga Chagas.

A presidente do Conselho Deliberativo, Graça Machado, destacou a força e o empenho dos funcionários e aposentados do Banco do Brasil na região de Santos e o comprometimento que demonstram ao usarem a CliniCASSI mesmo antes da relocalização. Ela reforçou ter certeza de que a “CliniCASSI Santos, assim como foi, continuará sendo um grande sucesso”.

Durante a apresentação, o gerente estadual da CASSI em São Paulo, Marcelo Callai, a gerente da CliniCASSI Santos, Marcela Araújo e representante do Conselho de Usuários da CASSI Reginaldo Fonseca, destacaram a importância das melhorias se da ampliação desse serviço para os participantes.

SERVIÇO

  • Consultas sem necessidade de agendamento prévio e/ou com hora marcada
  • Sutura e retirada de pontos
  • Administração de medicamentos
  • drenagem de furúnculos e hematomas
  • inserção e retirada de DIU
  • inserção e retirada de implante anticoncepcional subcutâneo (Implanon)
  • alívio de quadros agudos de dor por liberação miofascial
  • lavagem auditiva

Endereço: Marcílio Dias, 170, Centro Empresarial Santos, bloco I 3º andar
Atendimento: de 2ª a 6ª feira, das 8h às 18h
Telefone: (13) 2101 – 3810

Fonte: Cassi