“Precisamos de ações calculadas e viáveis”, defende Adriano Domingos

Publicado em: 06/03/2020

Funcionário da ativa no BB, Adriano Domingos, candidato da AGEBB ao Conselho Fiscal do Economus, diz que optou por concorrer nas eleições de 2020 por não ver ações efetivas que possam trazer resultados para os participantes. “Hoje, não me sinto representado no instituto. Percebo que muitos conselheiros estão legislando em causa própria. Vejo muitas ações impensadas, que visam objetivos imediatistas e inconsequentes”, afirma.

Adriano, participante do Grupo C do Economus, argumenta que o instituto necessita de ações calculadas e viáveis, oriundas de propostas concretas e com resultados. “Acredito que, além do bolso, os participantes sentem as dores pela falta de perspectivas. E o que mais preocupa é a falta de transparência, pois as informações se limitam a notas em mídias sociais. É preciso estarmos mais próximos dos participantes, trazendo respostas em tempo real”, revela.

Adriano lembra que como membro do Conselho Fiscal seu papel será o de fiscalizar. Mas vai além. “Não é só no sentido de fiscalizar. É discutir o custo dos investimentos, os gastos, onde estão sendo aplicados e o que podem trazer de retorno. Ética e transparência precisamos ter todos os dias, mas chegou o momento de dialogarmos mais, costurarmos negociações, entendendo o contexto e discutindo com as alçadas superiores do patrocinador”, elenca.

O problema com as pensões foi detectado pela primeira vez em 2008, antes da incorporação da Nossa Caixa pelo BB. Com 24,8 mil participantes, o Economus é responsável pelo pagamento de aposentadorias a cerca de 8 mil ex-funcionários do extinto banco paulista. “Nossos participantes sentem no bolso todos os problemas do instituto. Por falta de conhecimento por vezes, mas principalmente, de comprometimento de nossos representantes, é preciso que sentemos e conversemos para buscar uma solução imediata e consistente, de modo também que BB entenda esse novo momento, e consiga, de certa forma, amenizar as perdas de cada um. É um momento delicado, quando se aposenta o funcionário tem reduções drásticas em seus vencimentos por erros de gestão que não fizeram seus trabalhos da melhor maneira possível”, esclarece.

Fonte: AGEBB

Participantes do Grupo C, Aliomar e Adriano combatem déficits e buscam gestão transparente de recursos

Publicado em: 26/02/2020

Administrador de formação e com mais de quatro décadas de trabalho entre Nossa Caixa e Banco do Brasil, Aliomar Jardim Pinho, 58 anos, é o candidato da AGEBB ao Conselho Deliberativo. Ele ingressou em 1976 na então Caixa Econômica do Estado de São Paulo como office-boy e posteriormente foi aprovado em concursos para auxiliar de escrita em 1983 e operador de Renda Fixa II em 1987. Entre dezembro de 1988 e março de 2012, ele foi gerente em vários postos e agências em São Paulo. Antes de aposentar-se em 2016, foi assistente operacional II no Cenop-Imobiliário, atuando nas equipes de Financiamento a Produção e Middle Office Pessoa Jurídica.

Adriano Domingos, candidato ao Conselho Fiscal, desenvolveu sua carreira nas áreas de Gestão Financeira e de Pessoas. Ingressou na Nossa Caixa em 1991 e sete anos depois iniciou sua carreira gerencial. Entre 2009 e 2011, foi gerente geral do BB em Colina, interior paulista. Desde então, passou a atuar como gerente de módulo.

As propostas de trabalho dos dois candidatos da AGEBB, que são participantes do Grupo C, nas Eleições Economus 2020 convergem para gestões transparentes e comprometidas com os recursos financeiros do instituto e a busca incessante pelo diálogo. Confira as propostas de cada um deles.

Aliomar Jardim Pinho (Conselho Deliberativo)

Propostas

• Ser o elo de ligação entre os participantes com o Economus, com atento acompanhamento nas discussões e no tratamento das demandas (ou) dos assuntos relacionados as decisões que possam (ou venham) futuramente onerar o instituto, os planos previdenciários e de saúde, e consequentemente, os participantes;

• Atento acompanhamento dos planos previdenciais e de saúde, buscando a prevenção de eventuais futuros déficits, dificuldades e/ou problemas estruturais, que penalizam os participantes com aumento das contribuições para coberturas de rombos financeiros;

• Verificar o cumprimento das regras estatutárias estabelecidas para os planos previdenciário e assistencial; registrando e divulgando de forma inteligível, através de atas, quando houver desvios dessas regras;

• Propor planos e estabelecer normatizações condizentes com os cenários econômico, previdenciário e seguridade, à época, para o bom funcionamento e a consequente longevidade dos planos previdenciais e de saúde e do Economus;

• Para maior transparência e mais fácil entendimento, propor o retorno das atas das reuniões dos conselhos Deliberativo e Fiscal, em substituição às notas técnicas, bem como a publicação em sítio específico para ciência dos participantes.

Adriano Domingos (Conselho Fiscal)

Propostas

• Obedecer o princípio da equidade, ou seja, cumprir as regras com ética e controle rigoroso das contas, que uma vez bem geridas não oneram o participante, obrigado hoje a fazer aportes para equacionar o saldo negativo do instituto;

• Buscar os princípios da governança colegiada com transparência a apreciação das contas, contribuindo para um melhor desenvolvimento do Economus, sem deixar de opinar individualmente, apesar de serem decisões colegiadas;

• Atender os interesses do instituto e de seus participantes, em especial na apuração das responsabilidades causadoras do agravamento do déficit no Economus e no plano de saúde dos aposentados, o Feas;

• Contribuir para dar credibilidade às análises financeiras do instituto, com a responsabilidade de buscar a sustentabilidade e o equilíbrio econômico e saudável dos planos administrados pelo Economus;

• Cuidar da verificação do atendimento das obrigações legais e estatutárias por parte da administração do instituto, que deve ser pautada pela sustentabilidade dos planos, eficiência operacional e otimização dos custos administrativos e assistenciais;

• Ter atenção para as decisões de investimento – verificando se as mesmas podem evidenciar prática de ato ilícito por parte dos administradores – e as relativas aos processos de controle de riscos, os quais devem respaldar as tomadas de decisões.

Fonte: AGEBB

Eleições Economus 2020: votação ocorrerá de 15 a 26 de junho

Publicado em:

As Eleições Economus 2020, que definirão dois representantes para o Conselho Deliberativo e apenas um para o Conselho Fiscal, mais os respectivos suplentes, ocorrem entre os dias 15 e 26 de junho. A disputa, anteriormente, ocorreria entre 6 e 17 de abril, mas foi suspensa em razão da pandemia do coronavírus. Todas as informações e detalhes do pleito podem ser acompanhadas diretamente pelo site https://www.economus.com.br/eleicoes-2020/.

No último pleito, em 2018, um total 19.732 eleitores poderiam votar nas Eleições Economus, mas foram computados apenas 47,03% de votos válidos na disputa do Conselho Deliberativo e 45,36% na do Conselho Fiscal. Também foram registrados, respectivamente, 2,11% de votos em branco e 4,88% de nulos no primeiro pleito e 3,09% em branco e 5,5% de nulos, no segundo.

O Conselho Deliberativo é o órgão de decisão e orientação superior do Economus, responsável pelas principais decisões que impactam o presente e o futuro dos participantes e assistidos. Estabelece as diretrizes e normas gerais para organização e administração, bem como para os planos de benefícios e saúde. É composto por seis membros titulares e seis suplentes, nomeados, paritariamente, entre representantes dos participantes ativos, assistidos, participantes em BPD, participantes autopatrocinados e participantes saldados do Economus, escolhidos por meio de eleição direta; e representantes do patrocinador, Banco do Brasil.

O Conselho Fiscal é o órgão de controle interno do Economus, responsável por zelar pela gestão econômico-financeira e o cumprimento das regras de governança. Analisa e aprova os balancetes, emite pareceres sobre o balanço, aponta deficiências, avalia adequação de hipóteses atuariais e execução orçamentária, entre outras atribuições. É integrado por, no máximo, quatro membros titulares e quatro suplentes, escolhidos, paritariamente, entre representantes dos participantes ativos, assistidos, participantes em BPD, participantes autopatrocinados e participantes Saldados do Economus, por meio de eleição direta, e representantes do patrocinador, Banco do Brasil.

A AGEBB definiu que Aliomar Jardim Pinho e Adriano Domingos são os candidatos da associação, respectivamente, aos conselhos Deliberativo e Fiscal nas Eleições Economus 2020. O primeiro é secretário do Conselho Fiscal e o segundo, diretor financeiro da única entidade representativa dos gerentes do BB em todo o país.

Aliomar e Adriano são os candidatos da AGEBB nas Eleições Economus 2020

Publicado em: 21/02/2020


A AGEBB definiu que Aliomar Jardim Pinho e Adriano Domingos são os candidatos da associação, respectivamente, aos conselhos Deliberativo e Fiscal nas Eleições Economus 2020. O primeiro é secretário do Conselho Fiscal e o segundo, diretor financeiro da única entidade representativa dos gerentes do BB em todo o país. A votação das Eleições Economus 2020 ocorre entre os dias 15 e 26 de junho (a disputa, anteriormente, ocorreria entre 6 e 17 de abril, mas foi suspensa em razão da pandemia do coronavírus) e definirá dois representantes para o Conselho Deliberativo e apenas um para o Conselho Fiscal, mais os respectivos suplentes. Os eleitos terão mandato de quatro anos.

Conselho_Fiscal_Aliomar

Aliomar e Adriano disputam as Eleições Economus pela primeira vez, mas experiência em suas áreas ambos têm de sobra. O candidato da AGEBB ao Conselho Deliberativo está na associação desde 1990, onde tem colocado em prática seu conhecimento de mais de 40 anos de trabalho no empregador. Adriano, por sua vez, está na entidade desde 2004, sempre de forma muito assídua nas reuniões do grupo administrativo. Entre 2014 e 2018 ele atuou como secretário e no ano passado assumiu como diretor financeiro. “Nossos candidatos têm conhecimento e são extremamente comprometidos, éticos e transparentes em seus trabalhos. Eles têm nosso total apoio e vamos buscar ampliar as bases em pontos estratégicos pelo país”, afirma Francisco Vianna de Oliveira Júnior, presidente da AGEBB.

Conselho_Deliberativo_Adriano

Os dois candidatos da AGEBB já apresentaram ao Comitê Eleitoral do Economus as suas propostas de trabalho. Aliomar revela que fará um atento acompanhamento dos planos previdenciais e de saúde, buscando a prevenção de eventuais futuros déficits, dificuldades e/ou problemas estruturais, que penalizam os participantes com aumento das contribuições para coberturas de rombos financeiros. Adriano, por sua vez, diz que tem, entre suas metas, atender os interesses do instituto e de seus participantes, em especial na apuração das responsabilidades causadoras do agravamento do déficit no Economus e no plano de saúde dos aposentados (Feas). Trocando em miúdos, os planos de gestão preveem, principalmente, um olhar atento e responsável nas questões que mais afligem os participantes: o bolso.

Por gestores mais competentes

As Eleições Economus para os Conselhos Deliberativo e Fiscal são realizadas a cada dois anos e reúnem membros eleitos pelos participantes e assistidos e indicados pelo patrocinador, o Banco do Brasil. No último pleito, um total 19.732 eleitores poderiam votar, mas foram computados apenas 47,03% de votos válidos na disputa do Conselho Deliberativo e 45,36% na do Conselho Fiscal. Também foram registrados, respectivamente, 2,11% de votos em branco e 4,88% de nulos no primeiro pleito e 3,09% em branco e 5,5% de nulos, no segundo. “É importante que participemos desse processo eleitoral, pois é o momento de escolhermos os conselheiros que nos representam na gestão do Economus. Os participantes precisam ter voz ativa e só conseguiremos isso elegendo gestores que estejam realmente comprometidos com as nossas causas”, justifica Oliveira Júnior.

O presidente da AGEBB, bem como seu antecessor Levi Gomes de Oliveira, hoje atualmente vice-presidente na entidade, conhecem bem os bastidores do Economus. Eles já ocuparam vagas como membros do Conselho Deliberativo do instituto e clamam pela volta de uma gestão comprometida e transparente nos conselhos. “Na minha época, sempre tivemos um acesso direto com o patrocinador. Várias vezes fomos recebidos pelo BB. O tempo que nós fomos conselheiros nos comprometemos a trabalhar em causas para os beneficiários, mas hoje, é um desastre absurdo vermos que 25% dos vencimentos dos participantes sejam aviltados por seguidos déficits do instituto”, argumenta o presidente da AGEBB.

Levi, por sua vez, convoca a participação massiva dos beneficiários. “Estamos iniciando um novo processo para a renovação dos conselhos do Economus, que é fundamental para o nosso futuro. É a oportunidade para termos uma representação e de sermos ouvidos novamente no banco, com as reivindicações necessárias. Estamos sentindo o impacto das más gestões nos nossos bolsos hoje por falta de competência e negociação. Aqueles que foram indicados até agora só nos trouxeram prejuízo”, comenta o executivo, que durante 18 anos ocupou uma das vagas do Conselho Deliberativo.

Conselheiros são fundamentais

O Conselho Deliberativo é o órgão de decisão e orientação superior do Economus, responsável pelas principais decisões que impactam o presente e o futuro dos Participantes e Assistidos. Ele reúne seis membros titulares e outros seis suplentes. O Conselho Fiscal, por sua vez, é o órgão de controle interno responsável por zelar pela gestão econômico-financeira e o cumprimento das regras de governança. Analisa e aprova os balancetes, emite pareceres sobre o balanço, aponta deficiências, avalia adequação de hipóteses atuarias e execução orçamentária, entre outras atribuições. Ele é integrado por, no máximo, quatro membros titulares e quatro suplentes.

O Economus oferece aos participantes rendas suplementares às do INSS, para aposentadoria e em casos de doença, invalidez ou morte. Além disso, administra os planos de saúde subsidiados pelo banco patrocinador (aos participantes da ativa, enquanto os participantes incorporados e aposentados, que na época da migração optaram pelo plano de cargos do patrocinador, dependem do patrimônio acumulado do Feas) e concede empréstimos exclusivos aos participantes.

Fonte: AGEBB

Ricardo é proclamado como suplente do Conselho Fiscal do Economus

Publicado em: 10/05/2018


O prazo para impugnação de recursos do Processo Eleitoral do Economus – Instituto de Seguridade Social encerrou-se às 18 horas do dia 26 de abril. Em virtude da inexistência desse tipo de requerimento, o instituto proclamou, de maneira oficial, os representantes eleitos para o Conselho Deliberativo e para o Conselho Fiscal, bem como seus respectivos suplentes.

Assim, de maneira oficial, Américo Antônio Cosentino assume seu cargo no Conselho Deliberativo, para onde obteve 4.409 votos (22,34% dos votos válidos), enquanto Ricardo Aparecido da Silva, diretor financeiro da AGEBB, com 2.906 votos (14,83% dos votos válidos), é suplente no Conselho Fiscal. A cerimônia de posse ocorre no dia 1º de junho.

Rico

Nas Eleições Economus de 2018 um total 19.732 eleitores poderiam votar. Mas apenas 4.848 deles o fizeram pela web e 5.811 pelo SISBB, totalizando 10.659 participantes. Pelo portal do instituto, a participação das mulheres superou a dos homens em todas as faixas etárias. No total, 3.079 votantes do sexo feminino, diante de 1.769 do sexo masculino.

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Fonte: AGEBB

Américo vence eleição para Conselho Deliberativo do Economus e Ricardo é suplente no Fiscal

Publicado em: 22/04/2018


Depois de duas semanas de votação, as Eleições Economus 2018 chegaram ao fim no dia 20 de abril. Américo Antônio Cosentino foi eleito para o Conselho Deliberativo com 4.409 votos (22,34% dos votos válidos), enquanto Ricardo Aparecido da Silva, com 2.906 votos (14,83% dos votos válidos), é suplente no Conselho Fiscal do Economus – Instituto de Seguridade Social. Nessa última disputa, o primeiro colocado obteve 15,61% dos votos válidos, ou seja, houve uma diferença de 0,88% (175 votos) entre os dois candidatos.

Do total de 2.906 votos obtidos, Ricardo, diretor financeiro da AGEBB e gerente na ativa, recebeu 1.263 deles pelo SISBB, destinado aos funcionários na ativa. Os outros 1.643 vieram pela votação aberta na web. Em mensagem enviada aos seus amigos e eleitores, ele agradeceu o apoio que recebeu. “Apesar de não ter sido eleito, me sinto um vitorioso. Ganhei muitos amigos e pude ver de perto o carinho e a dedicação daqueles que me apoiaram. Aos conselheiros eleitos, quero dar os parabéns e desejar boa sorte e bom trabalho no mandato. De qualquer forma, a jornada não termina aqui, está apenas começando”, declara o diretor.

Américo também usou os canais de comunicação digitais para agradecer o apoio recebido. “Muito obrigado a todos, que deram uma grande ajuda nessa eleição. Inesquecível a carinhosa acolhida e fico eternamente grato. Ao amigo Ricardo a minha especial saudação, haja vista o expressivo número de votos obtido. Que ele não desista do seu sonho, daqui para frente é ampliar esse caminho já percorrido”, destacou o novo integrante do Conselho Deliberativo do Economus.

Em mensagem enviada ao grupo de apoio de Ricardo, o eleitor Luiz Gilberto destacou que, “terminada a eleição, temos que esquecer as adversidades e preferência de candidatos, pois o debate e questionamentos são importantes para as decisões referentes às propostas”. Como ele mesmo completa, é preciso acompanhar e cobrar ações e também informações relevantes dos representantes eleitos. “Afinal de contas, o Economus é de todos nós, nosso futuro em previdência e plano de saúde”, disse.

Nas Eleições Economus de 2018 um total 19.732 eleitores poderiam votar. Mas foram computados apenas 47,03% de votos válidos na disputa do Conselho Deliberativo e 45,36% na corrida do Conselho Fiscal. Também foram registrados, respectivamente, 2,11% de votos em branco e 4,88% de nulos no primeiro pleito e 3,09% em branco e 5,5% de nulos, no segundo. E não votaram para o Conselho Deliberativo 45,98% dos eleitores e para o Conselho Fiscal, 46,05%.

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Fonte: AGEBB