Fundação BB assina acordo de cooperação com o Ministério da Cultura

Publicado em: 12/06/2026

Durante o Festival de Soluções Sociais para o Brasil, em parceria com o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), em Brasília (DF), a Fundação Banco do Brasil e o Ministério da Cultura assinaram acordo de cooperação com a finalidade de desenvolver atividades voltadas à valorização da cultura e ao desenvolvimento sustentável dos territórios, à qualificação dos espaços culturais, à ampliação do acesso e da participação cultural, à promoção da leitura e das demais manifestações e expressões culturais, à dinamização das redes de cultura, bem como à ampliação das práticas culturais formativas com ênfase na cultura local e nas tecnologias sociais a serem desenvolvidas em território nacional.

Para a ministra da Cultura, Margareth Menezes, cultura não é apenas uma expressão simbólica, é também uma dimensão estruturante do desenvolvimento humano, social e territorial. “Esse projeto de fortalecer a cultura e educação que possa gerar impacto nos territórios é importantíssimo. De repente isso toma uma dimensão enorme e começa a repercutir positivamente na vida de muitas pessoas”, explica.

A dinamização de iniciativas culturais contribui ainda para a ativação de espaços, o fortalecimento de redes locais e a circulação de bens e atividades culturais, ampliando as possibilidades de fruição, participação e produção cultural, com impactos na qualificação dos ambientes de vida e no uso social dos espaços, especialmente em territórios que demandam fortalecimento de vínculos comunitários e de práticas sociais positivas.

O presidente da Fundação Banco do Brasil reforça que a assinatura deste acordo consolida uma parceria construída a partir de valores que são compartilhados por ambas as instituições: inclusão, diversidade, pertencimento e transformação social. “A Fundação BB pretende construir iniciativas de fortalecimento de organizações culturais e, de maneira muito especial, daquelas que promovam o livro, a leitura e a formação de leitores. Porque um país que lê amplia horizontes, fortalece a cidadania e cria possibilidades de futuro”, explica.

O Festival de Soluções Sociais para o Brasil é uma realização da Fundação Banco do Brasil, com apoio do CCBB Brasília, da BB Asset, da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e da Associação Brasileira de Ensino Pesquisa e Extensão em Tecnologia Social (ABEPETS).

Fonte: Banco do Brasil

Diretora do BB participará de fórum global de pagamentos nos EUA

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O Banco do Brasil, por meio de sua vice-presidência, autorizou o afastamento do país da diretora Barbara dos Santos Lopes Freitas para uma missão oficial em San Francisco, nos Estados Unidos. A executiva representará a instituição financeira no ‘Visa Payments Forum 2026’, um dos principais encontros globais do setor de meios de pagamento. A decisão foi oficializada por meio de um despacho de 25 de maio de 2026, publicado no Diário Oficial da União (DOU).

O afastamento de Barbara ocorrerá no período de 7 a 12 de junho de 2026, incluindo o tempo necessário para o trânsito (deslocamento entre os países). De acordo com a publicação, a viagem será realizada com ônus (com as despesas custeadas pela instituição), seguindo as normas vigentes para o serviço público e sociedades de economia mista. O fórum em questão tem como objetivo reunir os principais líderes globais de pagamentos para discutir as tendências e as prioridades que devem moldar o setor nos próximos anos.

Contexto legal e governança

A autorização foi assinada por Marco Geovanne Tobias da Silva, vice-presidente do Banco do Brasil. O ato administrativo fundamenta-se na competência prevista no artigo 2º do Decreto 1.387/1995, que dispõe sobre o afastamento do país de servidores civis da administração pública federal. Além disso, o despacho cita a Portaria MF 160/2016 e a Portaria MF 267/2023, do Ministério da Fazenda, além da Resolução PRESI 149/2025, que organiza as normas internas de governança da presidência do banco.

Esse tipo de movimentação é comum em grandes instituições financeiras que buscam alinhar suas estratégias de inovação às práticas internacionais. O fato de a viagem ser classificada ‘com ônus’ indica que o banco arcará com passagens, diárias e demais custos operacionais, justificando o investimento pelo retorno técnico e estratégico que a participação de uma diretora em um fórum de tamanha magnitude traz para a companhia.

A relevância do Visa Payments Forum

O ‘Visa Payments Forum 2026’ acontece em um momento de profunda transformação no sistema financeiro global. San Francisco, localizada na Califórnia, é um dos maiores polos de tecnologia do mundo, sendo a sede de gigantes do setor e berço de inovações em blockchain, inteligência artificial aplicada a finanças e novos modelos de crédito.

No evento, espera-se que líderes discutam a evolução dos pagamentos instantâneos – como o Pix, que se tornou referência brasileira – e a integração de moedas digitais emitidas por bancos centrais (CBDCs). Para o O TEMPO, a presença de representantes de bancos brasileiros em tais encontros reforça a posição do país como um dos mercados mais dinâmicos e tecnológicos no setor de serviços financeiros.

Durante os seis dias de evento, Barbara participará de painéis e reuniões com executivos de outros grandes bancos globais e provedores de tecnologia. O foco será identificar como as novas ferramentas de pagamento podem melhorar a experiência do cliente e garantir a segurança das transações em um ambiente digital cada vez mais complexo.

Próximos passos e transparência

A participação de servidores e empregados públicos em missões internacionais é acompanhada de perto pelos órgãos de controle. Após o retorno, é comum a elaboração de relatórios de viagem que sintetizam os conhecimentos adquiridos e as oportunidades de aplicação prática dentro da instituição.

O governo federal e as autarquias utilizam essas participações para garantir que o Brasil não fique isolado das discussões sobre padronização financeira global. O Banco do Brasil, como um dos principais agentes econômicos do país, utiliza essas agendas para fortalecer sua competitividade frente às fintechs (empresas de tecnologia financeira) e outros bancos privados que também marcam presença constante no Vale do Silício.

Fonte: O Tempo

PR e BB reforçam parceria voltada ao desenvolvimento do Estado

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A Secretaria da Fazenda (Sefa) e o Banco do Brasil (BB) reforçaram nesta quinta-feira (12), em Brasília, uma parceria construída ao longo de mais de 20 anos e considerada estratégica para o financiamento e desenvolvimento estadual. A reunião foi conduzida pelo diretor-geral da Sefa, Luiz Paulo Budal, e pelo diretor-geral da Casa Civil, Maiquel Zimann, reunindo executivos da Diretoria de Governo do Banco do Brasil.

Além de discutir novas frentes de cooperação, os diretores analisaram o cenário macroeconômico nacional e internacional, com foco em inflação, juros, câmbio, crescimento econômico e impactos de conflitos globais sobre as contas públicas e o crédito. A troca de informações serviu de base para projeções fiscais e decisões estratégicas da gestão estadual.

“A relação entre o Paraná e o Banco do Brasil vai além de operações financeiras. É uma parceria de confiança construída ao longo dos anos, que ajuda o Estado a planejar investimentos, ampliar capacidade de financiamento e dar segurança à gestão fiscal em um ambiente econômico cada vez mais desafiador”, destaca o diretor-geral da Sefa, Luiz Budal.

Participaram do encontro com o diretor-geral da Sefa, o gerente executivo da Diretoria de Governo do Banco do Brasil, Rui Mesquita; o diretor da Diretoria de Governo do Banco do Brasil, Euler Mathias; o vice-presidente de Governo do Banco do Brasil, José Ricardo Sasseron; e o presidente da Ativos S.A., Bruno Vieira.

Fonte: Secretaria da Fazenda do Paraná

Bancários do BB elegem delegados e debatem propostas para o 36º CNFBB

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Delegados de cidades englobadas pelos 15 sindicatos filiados à Fetec-CUT/SP elegeram no dia 6 de junho a delegação que representará os bancários paulistas no 36º Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil (CNFBB).

A deliberação se deu no Encontro Estadual dos Funcionários e Funcionárias do Banco do Brasil 2026, realizado presencial e virtualmente. Os debates se concentraram nos desafios e propostas para a Previ, Cassi e Economus.

Leonardo Imbiriba, diretor do Sindicato dos Bancários de São Paulo e membro suplente do Conselho consultivo do Previ Futuro, lembrou da luta histórica do movimento sindical que resultou na aprovação, em 2025, do novo regulamento do plano.

A mudança possibilitou aos associados, desde o ingresso no plano, a contribuição de valores maiores – com contrapartida do banco –, a fim de garantir uma poupança mais robusta e uma aposentadoria mais tranquila. Mais de 60 mil participantes do Previ Futuro foram beneficiados com a conquista.

“A nova diretoria e conselhos da Previ estão comprometidos com a alteração da fórmula PIP para uma contribuição proporcional à remuneração e ao benefício desejado. Nós queremos uma Previ melhor para todos e todas. Contem conosco. Nós estamos aqui para escutar e levar a demanda da base para a Previ, e buscar avançar para o sonho virar a realidade de todo mundo”, afirmou.

Antonio Netto, dirigente do Sindicato e representante da Fetec-CUT/SP na Comissão de Empresa dos Funcionários do BB (CEBB), destacou a importância do encontro na junção de forças em torno da luta em defesa dos interesses dos funcionários do BB na Campanha Nacional dos Bancários 2026.

“Definimos as propostas da Fetec-CUT/SP para o CNFBB. Debatemos Cassi, Previ, Economus e como fortalecer nossa organização para melhor dialogar com nossos colegas sobre a importância da nossa luta”, destacou.

Propostas aprovadas para o 36º CNFBB

No encontro estadual também foram definidas as propostas que serão apresentadas no congresso nacional, que será realizado entre os dias 17 e 19 de junho. O encontro estadual e o 36º CNFBB são etapas preliminares da Campanha Nacional dos Bancários 2026.

Eixos do encontro estadual dos funcionários do BB Fetec-CUT

  • Fim do Performa
  • Cassi e Previ para todos
  • Concurso já
  • Redução da jornada de trabalho sem redução de salário;
  • Fim das metas;
  • Defesa do papel público do banco do brasil como agente de inclusão social;
  • Atendimento de qualidade à população com quadro próprio;
  • Defesa da soberania nacional contra os ataques do imperialismo e da extrema direita contra o BB.

Propostas da Fetec-CUT/SP para o CNFBB

  • Ampliação do TRI para todas as áreas onde esse modelo de trabalho possa ser implementado;
  • Programa para solução de dívidas de funcionários ativos e aposentados com melhores condições e taxas reduzidas;
  • Campanha de prevenção contra o câncer;
  • Ampliação dos níveis de promoção por antiguidade;
  • Garantir que mães com horário de amamentação não fiquem avaliáveis na GDP e possam concorrer a programas de remuneração e vagas;
  • Ampliação da licença-adoção para até 18 anos;
  • O delegado sindical que for aprovado para outro prefixo, independentemente de ser o caso de promoção ou não, não pode ser prejudicado pelo tempo que é necessário para retirada de inanomovilidade no sistema do banco;
  • Valor mínimo de um salário e meio para a PLR

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Contraf-CUT realiza pesquisa para ouvir funcionários do BB

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A Contraf-CUT (Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro) está fazendo um levantamento para saber quais as prioridades e expectativas dos funcionários do Banco do Brasil para a Campanha Nacional 2026.

A pesquisa, feita em parceria com o Instituto Simplex, tem por objetivo aprofundar o conhecimento sobre as principais demandas da categoria e fortalecer a atuação das entidades sindicais durante a Campanha Nacional dos Bancários 2026. A ideia é saber o que o funcionalismo pensa sobre temas, como, condições de trabalho, saúde, carreira, remuneração, diversidade, tecnologia, Cassi, Previ e os desafios enfrentados atualmente pelos trabalhadores do banco.

Em matéria publicada no site da Contraf-CUT, o secretário-geral da entidade, Gustavo Tabatinga disse que a iniciativa permitirá que as entidades tenham um retrato mais preciso da realidade vivida pelos colegas em todo o país. “A negociação coletiva precisa estar conectada com aquilo que os funcionários vivenciam diariamente. A pesquisa será uma ferramenta importante para identificar prioridades e orientar a atuação das entidades sindicais na Campanha Nacional de 2026”, afirmou.

A participação dos bancários é importante porque as respostas servirão de subsídio para a definição das estratégias de negociação com a direção do banco e para a construção de uma pauta cada vez mais alinhada às necessidades dos trabalhadores. “É fundamental que os colegas atendam à ligação e participem. Quanto maior for o número de respostas, mais representativo será o resultado e mais força teremos para defender as reivindicações dos funcionários nas mesas de negociação com o banco”, explicou Gustavo.

O levantamento permitirá também, uma avaliação mais detalhada das diferentes realidades dentro do BB, considerando aspectos como local de trabalho, função exercida, tempo de banco, jornada, faixa etária e região do país.

A pesquisa é rápida e segura e o anonimato dos participantes está assegurado. Por isso, a orientação dos sindicatos, do Comando Nacional e da CEBB (Comissão de Empresa dos Funcionários) é que todos os funcionários e funcionárias que receberem a ligação reservem alguns minutos para responder ao questionário.

As informações coletadas serão tratadas de forma confidencial e utilizadas exclusivamente para subsidiar a atuação sindical durante a Campanha Nacional dos Bancários 2026.

“A construção coletiva é a base de todo nosso trabalho. É de suma importância que os funcionários e funcionárias possam participar desse levantamento para que tenhamos o retrato mais fidedigno possível para subsidiar nossas demandas”, explicou o diretor Executivo de Bancos Públicos do Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro e representante da Comissão de Empresa do BB, Alexandre Batista.

Fonte: Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro

Novos diretores e conselheiros eleitos ressaltam governança da Previ

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Os novos diretores e conselheiros eleitos pela “Chapa Previ para os Associados” tomaram posse no dia 1º de junho para um mandato de quatro anos ressaltando a importância da governança para o equilíbrio e solidez da Previ e reafirmando o compromisso de defender os direitos dos associados e associadas do Plano 1 e do Previ Futuro.

Na Diretoria Executiva, assumiram as funções o novo diretor de Administração Alencar Ferreira e a nova diretora de Planejamento Lissane Holanda, em substituição respectivamente a Márcio de Souza e Paula Goto. O diretor eleito de Seguridade Wagner Nascimento tem mais dois anos de mandato.

No Conselho Deliberativo, assumiram Carlos Alberto Guimarães de Sousa (titular) e Fátima Suzana Marsaro (suplente). Eles se somam aos conselheiros titulares eleitos em 2024 José Eduardo Rodrigues Marinho e Nilton Brunelli de Azevedo. Terminaram o mandato os eleitos Antônio Sérgio Riede e Luciana Bagno.

No Conselho Fiscal, tomaram posse Carlos Eduardo Bezerra Marques (titular) e o suplente Waldyr Peixoto Filho, substituindoGetúlio Maciel e Wagner Fonseca de Lacerda Bernardes. Permanecem no órgão os eleitos em 2024 Rafael Leite Figueiredo e Priscila Rodrigues Aguirres.

No Conselho Consultivo do Plano 1, entraram os titulares Edson Branco da Cruz Filho e Haroldo do Rosário Vieira e os suplentes Nadja Maria Santana da Silva e Ivanilson Batista Luz. Também integram o colegiado os eleitos em 2024 Cláudio José Zucco e Fernanda Carisio. Concluíram o mandato os eleitos Carlos Guilherme Haeser, José Carlos Vasconcelos, Eleucípio Vera Barreto e Francisco dos Santos Filho.

No Conselho Consultivo Previ Futuro, tomaram posse os titulares Karla Roberta Revert Mota e Samuel Bastos Macedo e os suplentes Laurito Porto de Lira Filho e Leonardo Imbiriba Diniz. Eles se somam à conselheira titular eleita em 2024 Juliana Carminato Nascimento Gava. Encerraram o mandato os eleitos André Luiz Alves, Elisa de Figueiredo Ferreira, Carlos Eduardo Bezerra Marques e Cleiton dos Santos Silva.

O Banco do Brasil também indicou seus representantes na Diretoria e conselhos da Previ, mantendo Márcio Chiumento na presidência.

O presidente Márcio Chiumento abriu a cerimônia com agradecimento à presença de todos e homenageou alguns dos primeiros integrantes dos Conselhos Consultivos da Previ, que este ano completaram 20 anos de criação. Joilson Ferreira representou a primeira formação do Conselho Consultivo do Plano 1 e Bianca Garcia Lourenço, Cesar Augusto Jacintho Teixeira e Humberto Fernandes, coordenador, representaram o Conselho Consultivo do Previ Futuro.

Em seguida foram homenageados os 20 conselheiros e diretores que encerraram seus mandatos. Todos receberam uma placa comemorativa de agradecimento. Getúlio Mendes Maciel, que encerrou seu mandato como presidente do Conselho Fiscal, discursou em nome dos membros desse conselho em sua despedida, assim como Antonio Sérgio Riede (veja vídeo), que representou os membros do Conselho Deliberativo em fim de mandato. Paula Goto e Márcio de Souza lembraram os avanços e conquistas em seus oito anos de mandato.

Os novos diretores de Planejamento e Administração, Lissane Holanda e Alencar Ferreira, agradeceram a confiança depositada neles pelos associados e lembraram que é hora de iniciar os compromissos assumidos.

A cerimônia também contou com a presença de dirigentes do patrocinador, Banco do Brasil, da Cassi e de diversas entidades representativas do funcionalismo do Banco do Brasil.

Fonte: Associados Previ

Cassi: nova direção assume compromisso em defesa dos associados

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Os dirigentes eleitos para a gestão 2026-2030 da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi) tomaram posse em 1º de junho, assumindo o compromisso de fortalecer a assistência à saúde dos associados e garantir a sustentabilidade da entidade nos próximos anos.

Para a Diretoria de Saúde, Rede de Atendimento e Risco Populacional, tomou posse Luciana Bagno. Durante o mandato, a dirigente terá como prioridades a ampliação da rede CliniCassi, o fortalecimento da Atenção Primária à Saúde (APS), da Estratégia Saúde da Família (ESF) e dos programas de atendimento médico, psicológico e farmacêutico oferecidos aos associados.

Também assumiram seus mandatos os integrantes eleitos para o Conselho Deliberativo. Como titulares, tomaram posse Gilmar José dos Santos e Humberto Fernandes de Oliveira. Como suplentes, assumiram Diusa Alves de Almeida e Loreni de Senger.

A diretora do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região e integrante do Conselho Deliberativo no mandato 2024-2028, Ana Beatriz Garbelini, destacou a importância da nova gestão para a defesa dos interesses dos associados.

“A Cassi é um patrimônio dos funcionários do Banco do Brasil e precisa ser administrada com responsabilidade, planejamento e visão estratégica. Nosso compromisso é seguir defendendo os direitos dos associados e contribuir para que a entidade tome decisões assertivas, garantindo atendimento de qualidade, cuidado com a saúde e preservação dos interesses de todos os participantes”, afirmou.

Conselho Fiscal

Também tomaram posse os representantes eleitos para o Conselho Fiscal da Cassi no mandato 2026-2030. Diego Carvalho assumiu como membro titular e Luana Narimatsu como suplente. Também dirigente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Carvalho ressaltou o papel do Conselho Fiscal na governança da entidade.

“Assumo como conselheiro fiscal com o compromisso de zelar pelos princípios da transparência, equidade, sustentabilidade, responsabilidade e integridade. Nosso trabalho será contribuir para uma governança sólida, que ofereça segurança aos associados, evite riscos e fortaleça os mecanismos de controle e acompanhamento da gestão da Cassi”, declarou.

Legado da gestão 2022-2026

A posse da nova direção também marcou o encerramento do mandato 2022-2026, período marcado por importantes desafios relacionados ao financiamento da Cassi e às negociações sobre o custeio da entidade entre os associados e o Banco do Brasil. Fernanda Lopes, coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) e conselheira com mandato encerrado em 31 de maio de 2026, destacou o trabalho realizado ao longo dos últimos quatro anos.

“Vivemos um período de grandes desafios, especialmente diante das discussões sobre o custeio da Cassi e das restrições financeiras enfrentadas pela entidade. Ainda assim, mantivemos uma atuação vigilante e comprometida com os associados, o que permitiu avanços importantes na rede de atendimento, nos programas de saúde e na qualidade dos serviços prestados. Encerramos este ciclo com a convicção de que contribuímos para fortalecer a Cassi e preparar a entidade para os desafios futuros”, afirmou.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Entidades apresentam proposta para equalização das reservas da Cassi

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As entidades que compõem a Mesa de Negociações de custeio da CASSI reuniram-se no dia 9 de junho com representantes do Banco do Brasil. O encontro deu continuidade à construção conjunta de alternativas para garantir a sustentabilidade e a perenidade do Plano Associados.

Já no início das discussões, a coordenadora da mesa, Fernanda Lopes, apresentou à representação do Banco a necessidade de uma alternativa para equalizar as reservas obrigatórias, de forma a evitar problemas no curto prazo.

A criação de um “memorando de entendimento”, definindo contribuição transitória do Banco e dos associados, traria mais estabilidade às contas da CASSI e permitiria maior debate acerca dos pontos sobre os quais ainda não se formou consenso.

Foram apontados pontos importantes da reforma do estatuto da entidade ainda não ajustados, como a definição do custeio do período pós-laboral dos funcionários que ingressaram no Banco do Brasil após 2018, o direito de filiação ao plano dos trabalhadores egressos dos bancos incorporados e as alterações promovidas pela Instrução Normativa nº 649/2025, da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

“Não temos ainda uma proposta clara sobre isso, mas há outra questão importante, que é a necessidade de equalização das reservas da CASSI”, disse o vice-presidente de Relações Funcionais da ANABB e membro da Mesa de Negociações, Marcel Barros.

Marcel destacou, ainda, que as reservas da CASSI têm prazo para se esgotar. “Na Mesa de Negociações de hoje, propusemos uma contribuição transitória e extraordinária, com vigência, no máximo, até o final de 2027 ou até a aprovação do novo estatuto, para estabilizarmos as reservas da CASSI”, explicou Marcel.

Os representantes do Banco se dispuseram a avaliar a proposta de equalização das reservas e trazer um posicionamento na próxima rodada, marcada para o dia 23 de junho.

Fonte: ANABB