BB diz ao TCU que não tem estudos ou discussões sobre federalizar BRB

Publicado em: 20/03/2026

O Banco do Brasil afirmou ao Tribunal de Contas da União (TCU), em documento produzido nesta semana, que não tem estudos ou discussões, concluídos ou em andamento, sobre a possibilidade de ‘federalizar’ o Banco de Brasília (BRB).

Segundo o ofício enviado ao órgão na quarta-feira (11), o banco não tem estudos, notas técnicas, grupos de trabalho, deliberações internas ou outro ato preparatório relacionados a qualquer intenção de assumir o controle do BRB.

O texto é uma resposta ao pedido do ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Bruno Dantas, que abriu prazo de 15 dias para que bancos públicos federais e o Ministério da Fazenda indicassem se chegaram a cogitar ou analisar uma possibilidade de “federalização” do Banco de Brasília (BRB).

O prazo ainda está em aberto e, até a publicação desta reportagem, outros órgãos ainda não tinham respondido.

Entenda

O BRB tenta recompor e melhorar a qualidade de seu patrimônio, abalado por uma série de transações malsucedidas com o Banco Master – cujas irregularidades foram reveladas pela operação Compliance Zero da Polícia Federal, em novembro de 2025.

Em meio a essas tentativas, começaram a circular rumores de que instituições federais poderiam comprar o BRB para salvar as operações do banco – o que, na prática, tiraria o governo do Distrito Federal da posição de acionista controlador da entidade.

A decisão atende a um pedido do subprocurador-geral do Ministério Público junto ao TCU, Lucas Furtado. As informações deverão ser prestadas pela Caixa, pelo Banco do Brasil, pelo BNDES e pelo Ministério da Fazenda.

Bruno Dantas determinou que, se o tema estiver sendo estudado pelo governo, os órgãos terão de enviar os “documentos mínimos” que deem um panorama geral das discussões.

No despacho, Bruno Dantas reconhece que Furtado não juntou ao processo nenhum ato administrativo da União que, de fato, indique a intenção do governo federal de assumir o controle do BRB.

Em entrevista no dia 25 de fevereiro, no entanto, o secretário do Tesouro e presidente do Conselho de Administração da Caixa, Rogério Ceron, afirmou em entrevista que o banco acompanha a situação do BRB como uma eventual “oportunidade de negócio”.

Ao pedir informações aos órgãos, Bruno Dantas afirmou que a medida se justifica pela “materialidade potencial elevada, considerada a ordem de grandeza dos valores” envolvidos no tema; e pelo “risco de efeitos relevantes sobre o patrimônio público federal”.

“Ademais, em operações envolvendo reestruturação bancária, aquisição de ativos, participação societária ou soluções de capitalização, é comum que a formação da decisão se dê de forma célere e por etapas, com atos preparatórios e registros de governança que antecedem a formalização final, muitas vezes sob sigilo e condicionados a janelas de mercado”, prossegue o ministro.

Quais informações o TCU pediu?

O despacho de Bruno Dantas pede informações diferentes para cada um dos órgãos acionados. Veja:

Banco do Brasil e Caixa: estudos, notas técnicas, grupos de trabalho, deliberações internas ou outro ato preparatório (análise de aquisição, participação societária, operação de crédito, modelagem de solução ou absorção/federalização);

BNDES: pleitos/consultas/demandas, formais ou registradas, relativas à estruturação de garantias, modelagens ou linhas de financiamento associadas ao saneamento financeiro do BRB;

Ministério da Fazenda (incluindo Tesouro Nacional, no que couber): iniciativas, grupos de trabalho, notas técnicas, despachos ou tratativas sobre alternativas relacionadas ao BRB, inclusive eventual estimativa preliminar de impacto fiscal para a União/Tesouro Nacional em cenário de assunção de responsabilidades.

Fonte: G1

BB conclui 1ª transação com agente de IA no País usando plataforma da Visa

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O Banco do Brasil afirma ter conduzido no dia 11 de março, a primeira transação no País em que um agente de inteligência artificial realizou uma compra em nome do consumidor. O procedimento foi feito por meio do Visa Intelligent Commerce, a plataforma da bandeira multinacional que viabiliza o chamado “comércio agêntico”.

O processo ocorreu em um ambiente de produção controlado, espécie de teste monitorado com aplicação real. A partir de uma autorização prévia, o cartão do portador é habilitado para o processamento da transação, o que permite que o agente de IA faça o pagamento em favor do cliente. Em um exemplo hipotético prático, o usuário pode pedir que a ferramenta compre passagens aéreas para determinado destino a partir de certo preço.

A rede da Visa fica responsável pela autenticação e os controles de segurança, além da tokenização — a substituição de dados sensíveis de um cartão por um código único para proteção da informações.

“A adoção do Agentic Commerce amplia a conveniência para os clientes, sem abrir mão da segurança e da confiabilidade tradicionais do BB, e aproveita a oportunidade gerada com a adoção massificada de IA pelo mundo”, afirmou o diretor de Soluções em Meios de Pagamento e Serviços do BB, Pedro Bramont.

O Visa Intelligent Commerce entra como o viabilizador da infraestrutura tecnológica que permite transações baseadas em consentimento, iniciadas por agentes de IA em nome dos consumidores. A empresa garante seguir “rigorosos padrões de segurança e requisitos regulatórios”.

“Esse movimento inaugura uma era de conveniência e eficiência sem precedentes, tornando essencial que empresas, consumidores e todos os participantes da cadeia de valor de pagamentos estejam preparados para se adaptar rapidamente a esse ‘novo mundo’, em que a inteligência artificial redefine padrões de consumo, competitividade e inovação no varejo digital”, disse o presidente da Visa no Brasil, Rodrigo Cury.

O comércio agêntico é uma das grandes apostas do setor para alavancar o uso da IA no e-commerce, que completou 30 anos no Brasil. A principal rival da Visa, a Mastercard, tem concentrado o desenvolvimento da tecnologia no chamado Agent Pay e tem parceiros como Microsoft e PayPal.

Fonte: Federação dos Bancários do Paraná

BB lança cupons de desconto para avançar na disputada pelo consignado

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O Banco do Brasil vai oferecer cupons de desconto para a contratação do crédito consignado, em meio ao crescente apetite do setor bancário pela modalidade. Com o lançamento, o banco se inspira em uma prática comum no varejo para reforçar o relacionamento com os clientes.

A funcionalidade estará disponível no aplicativo do banco e promete condições personalizadas para os usuários. Ao aplicar o cupom, o beneficiário terá acesso ao valor das parcelas com o desconto e a economia total obtida na operação.

“Com o Cupom BB, o Banco do Brasil passa a incorporar ao crédito pessoal uma prática já consolidada em outros setores, como o varejo e o comércio eletrônico, aplicando esse modelo ao ambiente financeiro com foco na conveniência e no fortalecimento do relacionamento com os clientes”, afirmou a diretora de clientes pessoa física do BB, Larissa Novais.

O lançamento do cupom ocorre em um momento de crescente disputa entre bancos pelo público-alvo do consignado, particularmente na modalidade privada. Em um relatório divulgado na semana passada, o Bank of America (BofA) estima que as originações nessa linha cresceram seis vezes desde o início do programa de incentivo do governo, a R$ 110 bilhões. “Esperamos que o produto ganhe mais impulso no segundo semestre de 2026, à medida que as garantias dos fundos de indenização dos trabalhadores [FGTS] entrem em operação”, projeta o BofA.

Fonte: Broadcast Estadão

BB vê recuperação em andamento na agropecuária do Rio Grande do Sul

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Após cinco safras frustradas, com seca, estiagem severa e enchente, a agropecuária do Rio Grande do Sul encontra-se em recuperação, avalia o vice-presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar do Banco do Brasil (BB), Gilson Bittencourt. “O Rio Grande do Sul ainda vai demorar alguns anos para a recuperação. Em outras regiões, onde o problema foi mais pontual, o tempo de recuperação é muito mais rápido. Agora No Rio Grande do Sul, o processo vai demorar um pouco mais, e, por isso, a necessidade do melhor planejamento, do produtor olhar a sua atividade do ponto de vista produtivo e econômico em um prazo maior”, disse Bittencourt, em entrevista exclusiva ao Broadcast Agro , nos bastidores da Expodireto Cotrijal, feira agropecuária realizada em Não-me-Toque, no norte do Rio Grande do Sul.

Para Bittencourt, uma das necessidades dos agricultores gaúchos será a busca da constância. “Não adianta ter uma produtividade em uma determinada região de 60 a 70 sacas de soja por hectare em um ano, que é uma boa produtividade, e nos dois, três anos seguintes, obter com 20 a 30 sacas de soja”, apontou. Isso perpassa o investimento em solos, em tecnologia ou até mesmo a mudança de atividade, segundo ele, pra que os produtores possam manter renda constante no longo prazo. “O Rio Grande do Sul ainda tem muito trabalho a fazer, que não é somente um trabalho do produtor. Os produtores têm mostrado essa resiliência, mas é um trabalho que envolve também assistência técnica das instituições financeiras, dos órgãos governamentais, para incentivar cada vez mais adoção de tecnologias e mecanismos de redução e mitigação dos efeitos climáticos que o Estado tem vivenciado nesses últimos anos”, observou.

Na análise do vice-presidente do BB, o Estado tem produtores em diferentes situações quanto a regiões, culturas e perfil de produtor. “Em determinadas regiões, o impacto foi menor. Há um conjunto de produtores que está em uma situação razoável, não estão endividados, estão com operações de investimento vigentes e adimplentes. Talvez este grupo seja a maior parte dos produtores”, apontou Bittencourt.

Outro grupo de produtores foi afetado pelos eventos climáticos adversos e prorrogou as dívidas, com as renegociações afetando seu fluxo de caixa. “Esse grupo de produtor é o que tem maior dificuldade hoje. Estamos que parte importante desses produtores tenham sido atendidos pela Medida Provisória 1314 de renegociação de dívidas”, pontuou o executivo do BB. O banco registrou R$ 3,3 bilhões em operações de renegociação com juros controlados, sendo grande fatia referente a débitos de produtores do Rio Grande do Sul. “Acreditamos que esse fôlego vai dar condição de recuperação desses produtores que estavam com um problema maior de fluxo de caixa por renegociações anteriores”, pontuou Bittencourt.

Ele destacou, ainda, que parcela das perdas verificadas nos últimos anos no Estado foi coberta pelo Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro), o que evitou a necessidade de rolagem de financiamentos.

Uma terceira parcela de produtores, entretanto, ainda enfrenta dificuldades financeiras mesmo com a postergação dos financiamentos, apontou Bittencourt. “O maior desafio é buscar alternativas. Parte desses produtores precisará reestruturar os seus ativos e terá necessidade de repensar mecanismos de reduzir o seu endividamento, às vezes se desfazendo de um ativo que tenha sido adquirido, para permitir a manutenção na atividade”, avaliou o vice-presidente do BB.

A mitigação dos eventos climáticos extremos, que têm sido frequentes no Rio Grande do Sul, deve ser outra prioridade dos produtores, segundo Bittencourt, com o usos de novas tecnologias, desde irrigação à proteção do solo. “Não se trata de eliminar o risco, mas reduzir a perda, porque um solo melhor tem condições de suportar uma pequena seca. Em alguns casos, a possibilidade pode ser mudar o ciclo das culturas, em outros até mesmo mudar a atividade ou repensar as atividades dentro de cada área da propriedade”, acrescentou. O seguro é um dos instrumentos necessários na conjuntura da agropecuária gaúcha, completou.

Fonte: Investalk BB

BB diz que crédito privado ganha espaço no agro, mas tendência é equilíbrio

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Os instrumentos do mercado financeiro, como LCAs, CRAs, CPRs e Fiagros, têm ampliado participação no financiamento da safra brasileira nos últimos anos, mas o sistema tende a voltar ao equilíbrio histórico entre diferentes fontes de recursos, segundo o Vice-Presidente de Agronegócios do Banco do Brasil (BB), Gilson Bittencourt.

“Historicamente, o mercado financeiro é responsável por cerca de um terço do custeio da safra brasileira. Um terço o próprio produtor utiliza recursos próprios, um terço ele vai buscar seja em revendas de insumos ou em tradings, e um terço junto às instituições financeiras. Esse patamar vem se mantendo”, afirmou ao CNN Agro durante o Expodireto Cotrijal, no Rio Grande do Sul.

As linhas de crédito e outros instrumentos do mercado financeiro têm ganhado espaço como alternativa de funding para o agronegócio, em um cenário de maior custo do crédito e pressão financeira sobre parte dos produtores após eventos climáticos e oscilações de preços nos últimos anos.

Segundo dados do BC (Banco Central), entre julho e janeiro do ciclo atual, as contratações via instituições financeiras de CPR cresceram quase 50% na comparação anual, saltando de cerca de R$ 104 bilhões para aproximadamente R$ 154,8 bilhões.

O próprio desenho do Plano Safra já vem ganhando contornos nos quais esses instrumentos passam a ter participação maior no financiamento da atividade.

“Houve até um aumento da participação do sistema financeiro nos últimos anos. Agora a tendência é ter um retorno ao equilíbrio de um terço, um terço, um terço”, disse Bittencourt.

Desta forma, a avaliação dele é que as linhas com taxas controladas dentro do crédito bancário seguem operando normalmente, especialmente para agricultores familiares e médios produtores.

“Quando a gente olha os recursos controlados de custeio, especialmente Pronaf e Pronamp, além de uma parte para os demais produtores, eles estão fluindo normalmente. Tanto que essa semana o governo divulgou aumento na concessão de crédito para esses produtores”, disse.

Já as linhas com taxas livres, mais sensíveis ao patamar elevado da taxa básica de juros, têm apresentado maior retração.

“Onde houve uma redução foi especialmente nas linhas com taxa livre, que estão mais elevadas, considerando a Selic em 15%. Isso acaba penalizando ou dificultando o financiamento”, afirmou, dizendo que é esperado um corte na taxa básica de juros ainda no copom de março – como vem sendo sinalizado pelo próprio BC.

Endividamento e reorganização

Bittencourt afirmou que o cenário financeiro do setor varia conforme região e atividade. Enquanto parte dos produtores segue investindo, outros enfrentaram aperto no fluxo de caixa após eventos climáticos ou queda de preços.

“Bem, o Brasil é diverso e tem uma produção distinta, seja em relação a produtos, seja em relação à situação dos produtores. Então nós temos produtores que estão numa situação muito boa e estão conseguindo investir cada vez mais. E aí, seja pela região, seja pelo produto — café é um exemplo —, como a gente tem produtores que, em função de problemas climáticos ou de preços nos últimos anos, tiveram aperto no fluxo de caixa. Este é o momento em que eles estão mais cautelosos. Eu acho que é um bom momento de refletir e reorganizar as finanças”, afirmou.

Segundo ele, medidas recentes ajudaram produtores a reorganizar o fluxo de caixa.

“A Medida Provisória 1314, na qual o banco fez um grande número de operações, seja com recursos controlados, com taxa subsidiada vinda diretamente do governo, seja com recursos livres do banco, foi uma forma de contribuir para que os produtores reorganizassem seu fluxo de caixa e pudessem se reestruturar para os próximos anos, voltando a investir”, disse.

Ele destacou ainda que a maior parte dos produtores segue adimplente.

“O que é importante destacar é que a maior parte dos produtores, inclusive clientes do Banco do Brasil, estão adimplentes e vêm se mantendo adimplentes, sejam pequenos, médios ou uma parte importante dos grandes produtores”, afirmou.

Seguro e investimento em tecnologia

O diretor do BB afirmou que, no caso do Rio Grande do Sul, o seguro rural teve papel importante para manter a capacidade de pagamento de parte dos agricultores após eventos climáticos recentes.

“Quando a gente olha, inclusive pelos problemas que o Rio Grande do Sul teve nos últimos anos, em função de seca e da própria enchente, o seguro — especialmente o Proagro — teve um papel fundamental na manutenção da adimplência e, em muitos casos, inclusive zerando a dívida dos produtores com as instituições financeiras”, disse.

“Só nos últimos cinco anos foram quase R$ 30 bilhões pagos pelo Proagro para produtores, grande parte disso no Rio Grande do Sul”, acrescentou.

Para ele, além do seguro, será necessário ampliar investimentos em tecnologia para reduzir impactos climáticos.

“Eventos climáticos não são resolvidos apenas com seguro. Se o produtor acha que vai perder, o seguro sozinho não resolve. Nós precisamos investir em tecnologia para mitigar esses impactos”, afirmou.

“No Rio Grande do Sul há necessidade de investimento em recuperação de solos, melhoria da camada de proteção do solo para dar maior resistência a pequenas secas e veranicos, além de avanços em irrigação”, disse.

Segundo Bittencourt, o banco pretende apoiar esses investimentos.

“O Banco do Brasil quer ser parceiro nesse processo, financiando soluções e tecnologias que aumentem a resiliência do produtor”, afirmou.

Fonte: CNN Brasil

BB irá remover compulsoriamente 177 escriturários de suas agências

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Segundo nota da Contec, o Banco do Brasil irá trocar compulsoriamente de agência 177 escriturários, que estão em prefixos com “excesso de funcionários”. Medida ocorrerá em 60 municípios de todo o país, e funcionários das agências afetadas já foram avisados por seus gerentes que a movimentação ocorrerá a partir de sexta-feira. Os funcionários de cada agência foram ranqueados, e aquele que tiver menos pontos será o removido. Os critérios não são transparentes e os escriturários ainda não sabem quem será removido de cada agência.

Ainda segundo a Contec, o banco se comprometeu a realocar todos os funcionários no mesmo município, o que no caso de cidades grandes pode significar muito pouco em termos do esforço necessário para se deslocar até o novo local de trabalho, fora a mudanças das dinâmicas de vida dos funcionários. Após o anúncio da reestruturação, os funcionários tinham até o dia 13 de março para pedir uma remoção “voluntária”, ou seja, onde poderia indicar para qual agência gostaria de ir. Não se pode chamar de voluntária, no entanto, a mudança que é feita sob a premissa de que o funcionário poderá ser removido para uma agência de escolha do banco caso não o faça.

No fim de janeiro, o BB anunciou uma nova reestruturação da rede de atendimento. Essa reestruturação alterou a dotação de funcionários de cada agência, deixando com algumas com funcionários em “excesso” que deverão ser direcionados para agências onde há falta de funcionários. Isso, por óbvio, não resolve o problema da falta de funcionários e dos claros nas agências: mesmo diminuindo o número de funcionários necessários na canetada, o mapa de vagas do próprio banco mostra mais de 3 mil postos em aberto para escriturários no país, o que já é, por si, uma subestimação da real necessidade de funcionários. Se vê, na rede de atendimento, agências trabalhando em contingenciamento devido à falta de funcionários, com alto tempo de espera e escriturários que atendem dezenas de senhas por dia, bem como regiões grandes onde há apenas uma ou nenhuma agência. Não há como resolver esse problema por fora da contratação de mais funcionários, mas o próprio banco diz não estar planejando nenhum concurso.

Esta última reestruturação mostra qual é a estratégia do banco: ampliar as redes de atendimento para clientes de alta renda e investidores, as agências Estilo e High Estilo, e para o agronegócio e grandes produtores rurais, as custas do atendimento de varejo, que se mostra ainda muito necessário mesmo com as tentativas do BB de empurrar todos os clientes para o uso do aplicativo.

Estas mudanças vem na esteira de outros ataques nos últimos anos: o aumento da jornada de assessores de TI na Diretoria de Tecnologia (Ditec) que foram coagidos e ameaçados por seus superiores para aceitarem a mudança “voluntária” para uma jornada de 8 horas, em vez das 6 horas previstas na CLT, e funcionários que se recusaram foram descomissionados, tendo uma perda salarial significativa. Recentemente esta mudança foi declarada nula pela Justiça do Trabalho de Brasília.

Os caixas executivos, que prestam um serviço essencial a população, também têm sido alvos do banco, que não comissiona novos caixas desde 2021. Desde então, essa função passou a ser feita por escriturários que atuam como caixa em caráter eventual, recebendo a comissão por dia em que abrem o caixa, mesmo que muitos na prática façam isso todos os dias. Além disso, tem acumulado novas funções como lidar com demandas judiciais, e sofrido maior pressão para vendas de produtos bancários.

Enquanto isso ocorre, chama a atenção o silêncio da CONTRAF/CUT, que nada falou sobre essas remoções em seu site. A CONTEC se furtou a publicar uma nota apenas dando ciência de que o banco havia informado os sindicatos, mas sequer disse se opor a medida. Não é de hoje que a política de cooperação das direções sindicais com a patronal tem levado a ataques aos direitos dos funcionários, como é visto agora no BB, mas também na questão do Saúde Caixa, nas demissões e fechamentos de agências nos bancos privados e na terceirização que avança com rapidez.

As direções cutistas, quando do anúncio da reestruturação atual, fizeram textos ecoando o discurso do banco que se trataria de uma oportunidade de ascensão para os funcionários. Isso é uma demonstração de sua política aberta de colaboração com os bancos, que no caso dos bancos públicos assume contornos ainda mais explícitos, afinal fazem parte de um mesmo campo político governista.

É necessário exigir a suspensão das remoções forçadas, bem como que as vagas em aberto sejam preenchidas por novos funcionários, começando pela efetivação sem necessidade de concurso de todos os terceirizados que hoje trabalham no Banco do Brasil, e que sejam revertidas as mudanças recentes para os caixas executivos e na Ditec. É na luta unificada de todos os bancos, públicos e privados, e passando por cima das direções pelegas, que se pode reverter os ataques que a categoria vem sofrendo nos últimos anos.

Fonte: Esquerda Diário

Previ, fundo de pensão do BB, tem superávit de R$ 12,5 bilhões em 2025

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A Previ, fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, fechou o ano de 2025 com superávit de R$ 12,5 bilhões. A entidade registrou rentabilidade acumulada de 16,1%, impulsionada tanto por ganhos na renda variável quanto na fixa.

O índice supera a meta atuarial da entidade, de INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) mais 4,75%, destacou o presidente da Previ, Márcio Chiumento, em entrevista a jornalistas.

O resultado vem como um alívio, após o resultado ruim de 2024, quando o Plano 1, maior linha da Previ, registrou déficit de R$ 3,16 bilhões, após consumir o superávit do ano anterior. O resultado foi atribuído à desvalorização de ativos e à marcação a mercado de títulos.

Já o resultado de 2025 – R$ 15,7 bilhões, dos quais foram subtraídos R$ 3,16 bilhões do déficit de 2024, resultando no superávit R$ 12,5 bilhões – se deveu a rentabilidade da carteira de 16,1%. “Isso reafirma a resiliência de nossos ativos”, disse Chiumento.

Na abertura da carteira, os investimentos de renda variável do Plano 1, maior e mais maduro, alcançaram ganho de 39,6%, seguindo a valorização da Bolsa. Este tipo de alocação representa 22% da carteira do Plano 1. A renda fixa, na qual estão alocados 69,3% dos recursos, atingiu 10,6%.

A divulgação dos resultados de 2025 foi a primeira apresentação de Chiumento à imprensa já no cargo de presidente da Previ. O executivo foi indicado ao cargo em outubro de 2025 para substituir João Fukunaga, que renunciou após desgastes relacionados à sua nomeação, ao déficit de 2024 e às estratégias de investimento da entidade sob sua gestão.

Funcionário de carreira do Banco do Brasil, Chiumento é graduado em direito. Antes de chegar à Presidência da Previ, foi diretor de Participações. Em relação ao resultado da entidade, o executivo reconheceu que houve “desgastes naturais” em 2024, mas ressaltou que a recuperação em 2025 foi “bastante expressiva”.

A Previ não fez nenhum “movimento brusco” em 2025, apenas vendas oportunísticas de alguns ativos. O desinvestimento atingiu 12 empresas, incluindo BRF e Neoenergia, e somou R$ 21 bilhões. “Vale, Petrobras e Banco do Brasil subiram”, comentou o diretor de Investimentos da entidade, Claudio Gonçalves. “Foi quase 40% de rentabilidade no segmento de renda variável.”

Por outro lado, a entidade investiu em NTN-Bs com taxa média de IPCA somada a 7,36%.

Em 2025, a Previ ultrapassou a marca de R$ 300 bilhões em ativos totais, abrangendo o Plano 1 (R$ 240 bilhões) e o Previ Futuro (R$ 42,1 bilhões), mais novo, que está em fase de acumulação.

Chiumento ressaltou que a Previ alcançou um recorde de pagamento de benefícios, de R$ 17 bilhões, e, com uma carteira sólida de fluxo de pagamentos, não precisou vender ativos para fazer frente aos compromissos. “Esse é um grande diferencial da Previ”, disse Chiumento.

Fonte: CNN Brasil

Previ recebe R$ 4,4 bilhões em dividendos e JCP de grandes empresas em 2025

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A Previ recebeu R$ 4,4 bilhões em dividendos e juros sobre capital próprio em 2025, com investimentos em Banco do Brasil, Itaú, Itaúsa, Bradesco, Vale, Neoenergia, Petrobras e Tupy, de acordo com balanço da entidade divulgado nesta sexta-feira (13).

Os dividendos e juros sobre capital próprio ajudaram a compor o fluxo de pagamentos da Previ, que é o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil.

“Tivemos uma saída de R$ 17 bilhões e as nossas entradas foram R$ 16,6 bilhões”, disse o presidente da entidade, Marcio Chiumento.

“Outros R$ 8,1 bilhões vieram de juros e cupons de títulos públicos, R$ 0,9 bilhões nos aluguéis e R$ 3,3 bilhões nas contribuições e outros recursos que somaram o ingresso de R$ 16,6 bilhões”, enumera o executivo.

Fonte: CNN Brasil

Previ passa dos R$ 300 bi e registra pagamento recorde de benefícios

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A Previ encerrou o exercício de 2025 com uma marca histórica que reafirma a robustez do fundo de pensão e sua função social. Os ativos totais sob gestão da entidade atingiram R$ 302,17 bilhões, um patamar recorde impulsionado pelo desempenho do Plano 1 e do Previ Futuro. O crescimento patrimonial veio acompanhado de outro número expressivo: o pagamento de R$ 17 bilhões em benefícios a cerca de 110 mil aposentados e pensionistas, o maior volume anual já registrado em sua trajetória.

Na apresentação de resultados às entidades, evento no qual a ANABB fora representada pelos vice-presidentes Lissane Holanda e Marcel Barros, a governança da Previ demonstrou o resultado, com otimismo.

Resultado superavitário
O Plano 1 reverteu o déficit anterior e encerrou o ano com superávit acumulado de R$ 12,5 bilhões, impulsionado por uma rentabilidade de 16,8%, que superou a meta atuarial de 8,83%. Paralelamente, o Previ Futuro, que recebe as contribuições dos funcionários que ingressaram no Banco do Brasil a partir de 1998, alcançou o marco histórico de R$ 42,1 bilhões em ativos totais, com desempenho positivo em todos os seus perfis de investimento — destaque para o perfil Agressivo, que rendeu 22,38%. Juntos, os planos reafirmam a eficiência da gestão e a segurança no pagamento de benefícios aos associados.

A distribuição dos recursos reflete a maturidade de cada plano. Enquanto no Previ Futuro majoritariamente constam colegas da ativa, o Plano 1, voltado aos associados já em fase de utilização dos recursos, encerrou o ano com R$ 258,2 bilhões.

O desafio da longevidade
Os dados de 2025 revelam um fenômeno demográfico acelerado dentro da base da Previ. A Entidade registrou 175 associados centenários ao final do ano, o que representa um salto de 45% em relação aos 120 contabilizados em 2024. A pirâmide etária da instituição mostra ainda que 4 mil associados possuem entre 90 e 99 anos. Projeções atuariais indicam que, até 2050, a marca de 2 mil centenários será atingida.

Essa mudança no perfil dos participantes exige uma gestão técnica rigorosa para garantir o cumprimento da missão institucional de pagar benefícios a longo prazo. No caso da Capec, que completou 100 anos em 2025, o compromisso de proteção familiar resultou no pagamento de R$ 566,41 milhões a 5.741 beneficiários ao longo do ano.

Modernização operacional e agilidade
Para além dos números bilionários, a Previ investiu na atualização de seus processos de gestão. Uma das principais mudanças foi a conclusão do “Projeto Cotas”, que reformulou a estrutura de investimentos do Previ Família e do Previ Futuro. Desde fevereiro de 2025, os recursos desses planos passaram a ser alocados em fundos exclusivos com estratégias específicas, o que permitiu uma redução drástica no tempo de processamento. Atualmente, o participante consegue visualizar o valor atualizado de suas reservas com uma defasagem de apenas três a cinco dias úteis, garantindo maior transparência e controle sobre o patrimônio individual.

Governança e influência global
A gestão de 2025 também foi marcada pelo endurecimento das regras de governança e pelo protagonismo internacional. A Previ reforçou os critérios de integridade e independência para a escolha de conselheiros em empresas participadas, além de estabelecer diretrizes mais claras para evitar a concentração excessiva de riscos em poucos gestores de mercado. No setor imobiliário, novas regras trouxeram maior objetividade às decisões de desinvestimento.

No cenário externo, a eleição do diretor de Investimentos da Previ, Cláudio Gonçalves, para o Conselho do PRI (Princípios para o Investimento Responsável), marcou o retorno da Entidade ao centro das discussões globais sobre sustentabilidade. Primeira signatária da América Latina a convite da ONU, há duas décadas, a Previ reforça sua identidade ligada aos pilares ambientais, sociais e de governança (ASG).

Os detalhes completos sobre o superávit do Plano 1 e o desempenho do Previ Futuro serão apresentados no Relatório Anual 2025, com publicação prevista para o dia 30 de abril. Os associados já podem conferir as atualizações trimestrais na nova seção “Desempenho dos Planos”, na aba transparência, disponível no portal da Entidade www.previ.com.br.

Fonte: ANABB

Gerente de banco será indenizada por receber 22% a menos que colega homem

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A 11ª turma do TRT da 4ª região proferiu decisão favorável a gerente de agência bancária, reconhecendo a ocorrência de discriminação salarial em razão do gênero. A profissional recebia uma remuneração 22% inferior à de um colega do sexo masculino que exercia a mesma função.

A decisão, tomada por maioria de votos, reformou a sentença inicial que havia julgado o caso improcedente na 12ª vara do Trabalho de Porto Alegre.

Além da determinação de equiparação salarial, com os devidos reflexos em horas extras e intervalos intrajornada, a instituição bancária foi condenada ao pagamento de uma indenização por danos morais, fixada em R$ 10 mil, em virtude da conduta discriminatória.

A relatora do acórdão, juíza convocada Valdete Souto Severo, fundamentou sua decisão nos depoimentos das testemunhas, que comprovaram a identidade de funções entre os gerentes, caracterizando a equiparação salarial e a discriminação de gênero.

A magistrada destacou que a autora da ação e seu colega desempenhavam as mesmas atividades, possuíam o mesmo nível técnico e hierárquico, e apresentavam idêntica produtividade. Ambos atuavam em municípios da mesma região metropolitana, o que, antes da vigência da lei 13.467/17, atendia ao requisito de mesma localidade previsto no art. 461 da CLT.

A juíza Valdete enfatizou a inexistência de justificativa para a disparidade salarial observada, próxima de 22%, e ressaltou que a condição de mulher, por si só, frequentemente acarreta um tratamento diferenciado no ambiente de trabalho.

Ela mencionou o Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero do CNJ, que busca sensibilizar o sistema de Justiça para a existência de uma estrutura social que naturaliza o tratamento desigual entre homens e mulheres no âmbito profissional.

“Trata-se de hipótese típica de discriminação de gênero, que deve ser coibida de forma veemente pelo sistema de justiça, pois boicota o propósito constitucional de isonomia e o parâmetro internacional de proteção às mulheres, seja mediante o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável nº 5 da Agenda 2030 da ONU, seja por meio das recomendações e convenções da OIT sobre a matéria, notadamente a Convenção 190 e a Convenção 100, ratificada pelo Brasil em 1957”, declarou a magistrada.

Conforme o acórdão da 11ª turma, o próprio banco empregador apresentou relatório, referente a 2024, que informa que as mulheres em cargo de gerência recebem 72,3% do salário dos homens para idêntica função.

Fonte: Migalhas

BB aposta em carteira de pessoa física para melhorar margem financeira

Publicado em: 12/03/2026

O Banco do Brasil sempre teve um perfil um pouco diferente dos rivais privados, com sua carteira dividida basicamente em três partes iguais entre pessoa física, pessoa jurídica e agronegócio. Isso lhe garantia, inclusive, uma inadimplência média menor que os rivais, já que as operações no agro têm mais garantias. Agora, no entanto, com uma situação conjuntural bem complexa no campo, o banco estatal quer crescer mais em pessoa física, onde vê um melhor retorno ajustado ao risco.

A projeção (“guidance”) do BB é ampliar sua carteira de crédito este ano entre 0,5% e 4,5%, mas com uma boa diferença entre os portfólios. Enquanto em PF a expansão deve ser de 6% a 10%, em PJ deve ficar entre queda de 3% e alta de 1%; e no agro, entre baixa de 2% e crescimento de 2%, isso mesmo em um ano em que se espera uma nova safra recorde.

No fim de 2025, da carteira total expandida de R$ 1,296 trilhão do BB, 27,5% eram de PF; 35,8%, de PJ; e 31,3%, agro. Dentro da carteira para famílias, 31,3% do portfólio do banco está no consignado público, em que já é muito forte. Nos últimos anos, tem expandido também a atuação no consignado INSS, e em meados do ano passado entrou com força no novo consignado privado lançado pelo governo. Só nessa vertical, já originou R$ 13 bilhões.

Recentemente, ao divulgar os resultados do quarto trimestre, a presidente do BB, Tarciana Medeiros, comentou que o banco quer chegar a uma participação de mercado de 20% no consignado privado. Ela lembrou ainda a aprovação da isenção do imposto de renda (IR) para quem ganha até R$ 5 mil, “que, na prática, aumentou a renda disponível para milhões e milhões de brasileiros” e vai gerar um espaço para uma expansão de até R$ 28 bilhões em limite de crédito no consignado. “A gente vai buscar o ajuste do fluxo financeiro desses clientes ao longo do ano, mas, na expansão do crédito, traz oportunidades muito interessantes”, afirmou.

O vice-presidente financeiro do BB, Geovanne Tobias, afirmou que a instituição terá uma sala VIP exclusiva no terminal 3 do Aeroporto de Guarulhos, que deve começar a operar em maio, e também outra em Brasília. “Ainda estamos avaliando outras localidades.” A novidade faz parte da estratégia do BB para ampliar a carteira de pessoa física, delimitando o público-alvo, inclusive o alta renda. O banco lançou em novembro um novo cartão premium, o Visa Altus Liv, e também reformulou recentemente o segmento de alta renda, chamado BB Estilo.

Expansão em pessoa física deve ser de até 10%; agro pode ficar entre baixa de 2% e avanço de igual magnitude. “Vamos focar em públicos estratégicos, em perfis de clientes que conhecemos”, comentou Tarciana. Tobias lembrou ainda que o banco começou a permitir, no fim do ano passado, que clientes parcelassem as faturas do cartão de crédito que estão em atraso, seguindo o exemplo de outros bancos que já fazem isso.

No início da pandemia de coronavírus, em 2020 e 2021, o BB, assim como os outros grandes bancos incumbentes e os players digitais, acelerou muito a emissão de cartões, e depois viu um aumento da inadimplência, sendo obrigado a rever essa estratégia de conquistar novos relacionamentos no chamado “mar aberto’.

Questionada sobre esse ponto, Tarciana explicou que o banco será mais conservador desta vez, focando em quem já é cliente da base e especialmente no público de alta renda. “No crédito não consignado, que é onde no passado nós tivemos algumas questões, o foco vai ser em públicos estratégicos.” Mas também emendou com um verso de Lulu Santos: “nada do que foi será de novo do jeito que já foi um dia”.

Sobre a recomposição do caixa do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), após os desembolsos em função do caso Master, Tobias afirmou que a antecipação de cinco anos de contribuição ao fundo deve custar cerca de R$ 5 bilhões ao banco. Além disso, a alíquota extraordinária que o FGC deve cobrar custará mais cerca de R$ 450 milhões ao BB por ano. Segundo ele, todo esse contexto vai gerar uma perda de receita financeira para o setor bancário em geral, “e o regulador está ciente disso”. Ainda assim, ele evitou defender publicamente uma redução dos compulsórios. “Isso tem de ser perguntado à Febraban”, limitou-se a dizer.

Fonte: Televendas e Cobrança

Banco do Brasil lança primeira Casa Estilo em Belém, no Pará

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O Banco do Brasil inaugurou no dia 5 de março sua primeira Casa Estilo, em Belém do Pará. O novo espaço apresenta um conceito de ambiente pensado para acolher clientes em diferentes momentos da vida financeira, oferecendo um local funcional, integrado e facilitador de conversas qualificadas. A proposta reforça o compromisso do BB de ser próximo e relevante na vida dos clientes em todos os momentos.

A Casa Estilo foi projetada para fortalecer o relacionamento por meio de atendimento especializado e experiências que evidenciam o cuidado do Banco em cada detalhe. A escolha de Belém conecta o conceito à energia cultural e ao dinamismo econômico da região, onde o BB tem ampliado sua atuação. Em 2024, o lançamento do Hub Financeiro de Bioeconomia aproximou ainda mais o Banco das comunidades locais. Em 2025, a participação do BB na COP30 reforçou a presença institucional na capital. Agora, a chegada da Casa Estilo se integra ao Ponto BB Belém, inaugurado no mesmo dia e voltado à oferta de serviços e soluções em modelo de loja.

“O Banco do Brasil vem aprofundando sua estratégia de relacionamento com o público de alta renda, combinando proximidade, atendimento especializado e soluções que apoiam decisões importantes na vida financeira dos clientes. A Casa Estilo materializa essa proposta em um ambiente pensado para conversas qualificadas, curadoria de soluções e experiências relevantes. Mais do que um espaço físico, ela representa uma nova forma de relacionamento, que integra o melhor do atendimento humano com a conveniência do digital”, afirma Larissa Novais, diretora de Clientes Pessoa Física do Banco do Brasil.

No funcionamento cotidiano, a Casa Estilo se torna um ponto de encontro entre o cliente e o Banco. Ela estimula conversas relevantes, reforça vínculos e mostra que a presença física complementa a experiência digital. Essa visão está alinhada à assinatura “BB Estilo. Viva o seu!”, que incentiva cada pessoa a conduzir sua jornada, com o apoio do BB.

Estratégia Alta Renda e reposicionamento

A Casa Estilo traduz a estratégia do Banco do Brasil para o público de alta renda, que combina proximidade, curadoria e soluções capazes de apoiar decisões relevantes. Para os próximos anos, o Banco projeta ampliar em 25% sua base de clientes deste segmento, fortalecendo o vínculo com quem já integra o Estilo.

Entre os marcos recentes está o cartão Altus Liv, lançado no final de 2025, que ampliou o valor percebido em benefícios e experiências exclusivas.

Os resultados de 2025 mostram a relevância do BB Estilo para o Varejo PF do Banco. Os resultados do ano reforçam a relevância do segmento: crescimento de 6% na base de clientes, avanço de 11% no volume sob gestão, aumento de 20% no faturamento de cartões e alta de 5 pontos no NPS. Esses indicadores confirmam que o modelo está alinhado às necessidades do público e tem capacidade de sustentar crescimento nos próximos anos.

Novas Casas Estilo pelo país

O Banco do Brasil avança na consolidação de um novo formato de relacionamento com clientes de alta renda. Depois da estreia em Belém, a Casa Estilo passa a integrar o planejamento de praças selecionadas pelo banco. Brasília deve receber a próxima unidade, prevista para o primeiro semestre deste ano. No interior paulista, a região de Campinas também está no radar para abrigar uma Casa Estilo, reforçando a proposta de oferecer atendimento altamente especializado em ambientes concebidos para promover proximidade, consultoria qualificada e experiências exclusivas.

Fonte: Banco do Brasil

BB moderniza conectividade de suas agências para impulsionar estratégia fígital

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O Banco do Brasil avança com nova solução de conectividade em suas agências com projeto que já alcança 93% das cerca de 5 mil unidades de atendimento do BB espalhadas por todo o país. Chamado de SD-WAN, o projeto reforça o compromisso do BB em ampliar a qualidade do atendimento ao cliente e fortalecer sua estratégia fígital, a integração entre canais físicos e digitais.

A iniciativa substitui a infraestrutura anterior, marcada por conexões de baixa velocidade em diversos pontos do país, e eleva o patamar tecnológico das unidades físicas de atendimento com banda mínima de 100 Mbps, podendo chegar a 500 Mbps, além de prover infraestrutura com dois links, bem como com dois roteadores em cada agência, reduzindo riscos de indisponibilidade e pontos de falha de conexão.

“A modernização da conectividade das nossas agências é um passo essencial para fortalecer a estratégia fígital do Banco do Brasil. Estamos garantindo que a experiência do cliente seja fluida, integrada e consistente, independentemente do canal de atendimento. A tecnologia passa a ser um facilitador do relacionamento, permitindo mais agilidade, personalização e qualidade no atendimento presencial e digital”, comenta a vice-presidenta de Negócios Digitais e Tecnologia do BB, Marisa Reghini.

A modernização da rede já garante ao BB economia mensal de cerca de R$ 3,8 milhões, com expectativa de esses números mais que dobrarem com o avanço da nova rede. O projeto também desonera os data centers do BB, já que dados destinados à internet passam a ir diretamente para a nuvem, aliviando a infraestrutura central.

Neste contexto, ela ainda ressalta que o BB possui um parque tecnológico robusto e eficiente e atentos aos movimentos do mercado. Ela diz que o BB vem mantendo seu protagonismo tecnológico investindo continuamente em tecnologia e segurança para sustentar o crescimento orgânico, a resiliência operacional e a evolução dos serviços. “Esses investimentos viabilizam avanços relevantes em arquitetura em nuvem, segurança cibernética, modernização de sistemas e escalabilidade das soluções, assegurando confiabilidade, agilidade e flexibilidade às operações do Banco, em linha com as melhores práticas do mercado financeiro. Para se ter uma ideia, desde 2016, esses esforços totalizam R$ 43,7 bilhões em investimentos em tecnologia, sendo R$ 6,8 bilhões destinados somente em 2025”, contextualiza.

Ela ainda destaca que em 2025, mais de 93% das transações realizadas pelos clientes ocorreram por meio de canais digitais, refletindo a preferência crescente por interações simples, seguras e resolutivas. A base de clientes ativos nos canais digitais atingiu 35,8 milhões, enquanto 42,7 milhões de clientes únicos utilizaram ao menos um de nossos canais. O Super App BB consolidou-se como principal ponto de contato digital e plataforma de ecossistema, reunindo serviços financeiros e não financeiros em uma experiência integrada, com elevados índices de satisfação nas principais lojas de aplicativos. Ao longo de 2025, 34,1 milhões de usuários acessaram em algum momento o App BB, evolução de 12% em relação à 2024. Seguimos entre os líderes em satisfação, com notas de 4,7 no Google Play e 4,8 na Apple Store.

Benefícios diretos para clientes e funcionários

A nova conectividade viabiliza melhorias na experiência do cliente, como a redução no tempo de atendimento, integração total com o CRM do Banco, incluindo interações via WhatsApp e canais remotos, melhora da performance de ferramentas de uso interno, aceleração de processos internos e disponibilização de wi-fi para clientes.

A melhoria da rede reduz a sensação de lentidão, com aumento de eficiência e ainda contribui para melhorar o clima organizacional.

Com a nova rede, o BB reitera a importância das agências como pontos de relacionamento e de resolução de questões complexas, um diferencial do Banco do Brasil devido à sua presença em praticamente todos os municípios do país e com sua diversidade de perfis de clientes.

Operação para todo o território nacional

Em cinco meses, o BB implementou a nova solução em 93% de todas as dependências negociais. A previsão é alcançar 100% ainda no primeiro trimestre de 2026, considerando possíveis ajustes pontuais em regiões de difícil acesso. Com a substituição total da antiga rede, o BB elimina gradualmente a dependência de soluções por satélite, que oferecem baixa velocidade e alta latência.

Padrão de qualidade

O projeto SD-WAN garante o mesmo padrão de qualidade de atendimento para todos os clientes que procuram as agências e demais canais para contato. A experiência também ficou melhor para os funcionários em contatos por videoconferência e no uso de soluções de voz e vídeo. “A tecnologia está a serviço do relacionamento, garantindo conveniência, agilidade e qualidade no atendimento, sem abrir mão da nossa presença física em todos os cantos do país”, finaliza Marisa Reghini. Com isso, o BB reforça seu propósito de ser próximo e relevante para as pessoas, em todos os momentos, oferecendo mais conveniência, agilidade e qualidade no atendimento, unindo tecnologia à sua presença física em todo o país.

Fonte: Banco do Brasil

BB é a ação preferida das mulheres que investem na Bolsa; veja ranking

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As mulheres ainda são minoria na Bolsa brasileira. Porém, têm elevado os seus investimentos e já demonstram uma preferência clara quando se trata de ações. Segundo a B3, as mulheres representam 26,7% das pessoas que investem em produtos de renda variável no Brasil, o que inclui ações, FIIS, ETFs e BDRs, por exemplo.

Em fevereiro, por exemplo, elas respondiam por 1,48 milhão dos 5,56 milhões de investidores registrados na B3. A maioria delas têm de 25 a 59 anos de idade (80%) e pertence à região Sudeste (60,2%).
Ainda assim, a participação feminina tem crescido na Bolsa, sobretudo por meio da entrada de investidoras de fora do eixo Rio–São Paulo.

Segundo a B3, o número de mulheres investidores cresceu 83,4% nos últimos cinco anos. E, nos últimos 12 meses, avançou de forma mais rápida que o número total de investidores: 8% contra 5,5%, respectivamente.

Mulheres investem mais que os homens

Embora possam pensar mais antes de entrar na Bolsa, as mulheres costumam investir mais que os homens quando tomam essa decisão. Segundo a B3, cada mulher destina cerca de R$ 3.034 para os seus investimentos. Já entre os homens, esse valor é de R$ 1.716. Por isso, elas já mantêm R$ 164,9 bilhões aplicados na Bolsa.

“Temos percebido que, quando as mulheres decidem ingressar nesse caminho, fazem isso com preparo, cautela e foco em segurança”, afirmou a superintendente de Negócios para Pessoa Física da B3, Christianne Bariquelli.

Os investimentos preferidos das mulheres

As ações são o investimento preferido das mulheres que decidem ampliar em renda variável, mas os FIIs também se destacam nas carteiras femininas. Veja quantas mulheres investem em cada tipo de ativo, segundo a B3:

  • Ações: 1 milhão;
  • FIIs: 813 mil;
  • BDRs: 236 mil;
  • ETFs: 200 mil.

Setor financeiro sai ganhando

Quando se trata de ações, a preferência das mulheres recai sob o segmento financeiro, conhecido pela solidez e alta rentabilidade, além do pagamento recorrente de dividendos. Segundo a B3, 6 das 15 ações que mais têm mulheres investidoras são do setor financeiro. Destaque para Banco do Brasil (BBAS3) e Itaúsa (ITSA4), que contam com mais de 200 mil investidoras cada.

O setor de utilidade pública, que desfruta de contratos de longo prazo e, por isso, oferece previsibilidade de receitas, resiliência a crises e bons dividendos, também se destaca, com quatro ações. A Taesa (TAEE11), por exemplo, já conta com mais de 110 mil investidoras.

As carteiras femininas ainda costumam reservar um espaço para as grandes empresas da Bolsa, como Petrobras (PETR4) e Vale (VALE3).

Fonte: Investidor 10

Banco do Brasil adota cautela no crédito e foca varejo em 2026

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O Banco do Brasil (BBSA3) reafirmou uma postura mais prudente na gestão de risco e crédito durante reunião recenteda equipe de Relações com Investidores (RI) com analistas, segundo o Banco Safra. O BB adotou padrões de originação mais rígidos e reforçou a disciplina na concessão de crédito, especialmente diante de um início de ano ainda desafiador para o agronegócio.

A diretoria sinalizou um tom conservador para o primeiro semestre de 2026, reconhecendo que os indicadores do crédito rural seguem pressionados. Ainda assim, não foram identificados sinais de deterioração inesperada. A expectativa é de que a visibilidade sobre a trajetória do crédito melhore ao longo do ano, com os dados de inadimplência inicial de abril e maio sendo considerados determinantes para a leitura do ciclo.

Estratégia de provisões antecipa impacto e suaviza resultados

O custo de risco deve permanecer elevado no curto prazo, refletindo uma estratégia mais antecipada de provisões. Segundo o Safra, essa abordagem busca diluir a volatilidade dos resultados ao longo do tempo, mesmo que pressione os números no início do ano.

Fora do agronegócio, o Banco do Brasil mantém uma gestão conservadora das exposições corporativas e vem realocando gradualmente o crescimento para segmentos de varejo com maior spread, com destaque para o crédito consignado privado. Paralelamente, o banco segue avançando na mudança da composição da margem financeira (NII), priorizando receitas mais estáveis e ligadas ao relacionamento com o cliente.

Ajuste no apetite de risco e uso de renegociações

No crédito rural, o BB reconhece um ambiente operacional mais complexo e vem conduzindo um esforço relevante para estabilizar a carteira. O apetite de risco foi recalibrado, com maior seletividade na originação, uso ampliado de colaterais e redução da exposição por cliente.

As renegociações têm sido utilizadas de forma estratégica, principalmente para conter a formação de novos créditos inadimplentes (NPLs) e apoiar os produtores ao longo do ciclo. Como resultado dessa postura mais equilibrada, a administração espera que a carteira de agronegócio permaneça praticamente estável em 2026.

Cerca de 25% da carteira rural teve prazos estendidos por meio de renegociações ou rollovers, medida que deve aliviar a pressão de inadimplência no curto prazo e aumentar a resiliência da carteira ao longo do ano.

Custo de risco ainda pressionado, com melhora esperada no 2º semestre

Apesar da expectativa de custo de crédito elevado no curto prazo — influenciado pelo avanço dos NPLs rurais acima de 90 dias e por exposições reestruturadas do passado —, a administração projeta uma normalização gradual a partir do segundo semestre de 2026.

Indicadores-chave devem surgir no 2T26

O segundo trimestre deve ser decisivo para a leitura do ano. A dinâmica do crédito no agronegócio segue fortemente ligada ao ciclo de caixa do setor, com melhora na qualidade dos ativos ocorrendo, em geral, após a temporada de pagamentos da colheita. Nesse contexto, os indicadores de inadimplência inicial de abril e maio devem oferecer o primeiro sinal relevante sobre a eficácia das medidas adotadas.

A avaliação do banco também incorpora um cenário mais favorável para a safra atual, com condições climáticas neutras e menor preocupação com a volatilidade recente dos custos de insumos, apesar dos riscos geopolíticos.

Fonte: O Especialista Safra

Clientes do Banco do Brasil podem renegociar dívidas até o fim do mês

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O Banco do Brasil abriu prazo até dia 31 de março para que clientes possam renegociar dívidas com condições especiais e descontos que podem chegar a até 90%, de acordo com cada perfil. Segundo o banco, o objetivo é reforçar o compromisso com a recuperação da saúde financeira de seus clientes e com o estímulo ao uso consciente do crédito.

“Caso a renegociação não esteja disponível de forma automática, o cliente deve procurar sua agência de relacionamento para atendimento personalizado. Em todos esses canais, não é necessário o envio de documentos”, explicou o gerente-executivo da Unidade de Cobrança e Reestruturação de Ativos do Banco do Brasil, Daniel Brum.

A campanha do Banco do Brasil acontece simultaneamente ao Mutirão Nacional de Negociação e Orientação Financeira, da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), quando será possível renegociar dívidas bancárias em atraso, como cartão de crédito, cheque especial, crédito consignado e outras modalidades de crédito sem garantia e não prescritas.

Segundo a Febraban, o mutirão representa uma oportunidade para que os cidadãos regularizem suas pendências financeiras, reorganizem o orçamento e evitem o superendividamento, além de fortalecer a relação entre consumidores e instituições financeiras.

Fonte: Agência Brasil

BB amplia ofertas de crédito e benefícios na Semana do Consumidor

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Para celebrar a Semana do Consumidor, o Banco do Brasil lança um conjunto robusto de ações voltadas a pessoas físicas e jurídicas, com condições especiais de crédito, taxas diferenciadas em investimentos, vantagens exclusivas no Shopping BB e soluções financeiras para empresas, reforçando o compromisso da instituição com o desenvolvimento econômico e o consumo consciente.

Crédito com condições diferenciadas para PF

Entre os principais destaques estão as linhas de crédito PF, que passam a contar com redução de taxas e benefícios adicionais durante o período promocional, de 11 a 17 de março, conforme o produto. As operações estão sujeitas à análise de crédito.

No Crédito Consignado, tanto para trabalhadores do setor privado quanto para servidores públicos e beneficiários do INSS, o BB oferece redução nas taxas vigentes para contratação de crédito novo, considerando critérios como perfil do cliente e rating. As condições são válidas para contratações realizadas pelos canais digitais, rede de agências, autoatendimento e WhatsApp.

Já na linha de BB Crédito Salário, as operações contratadas durante a Semana do Consumidor contam com o Cashback Turbinado, que amplia o valor devolvido mensalmente ao cliente.

Outra oferta da Semana do Consumidor é a redução nas taxas padrão do BB Crédito Realiza, que passa a contar com taxas a partir de 2,21% ao mês e prazo de até 60 meses, para clientes com limite disponível. A contratação pode ser feita pelo App BB, rede de agências e parceiros externos.

CDB com taxas especiais para quem busca investir

No campo dos investimentos, o BB CDB Pré é um dos destaques da Semana do Consumidor. O produto conta com taxas especiais para aplicações com vencimento em 180 dias, válidas de 11 a 17 de março, ampliando as oportunidades para clientes que buscam previsibilidade e segurança na rentabilidade. A aplicação está disponível nos canais digitais de autoatendimento e na rede de agências.

Shopping BB com cashback ampliado em grandes marcas

O Shopping BB integra a campanha com uma ampla agenda de ofertas ao longo do mês de março, reunindo cashback diferenciado em lojas parceiras de diversos segmentos, como eletrodomésticos, moda, beleza, viagens e gastronomia.

Durante a Semana do Consumidor, clientes que realizarem compras pelo Shopping BB podem receber percentuais elevados de cashback, que variam conforme a loja e o período da oferta, com destaque para grandes varejistas e plataformas de serviços. O valor do cashback é creditado diretamente na conta corrente, desde que cumpridas as regras do programa.

Soluções para empresas: Giro PJ e Antecipação de Vendas (AQS)

Para micro, pequenas e médias empresas, o Banco do Brasil preparou condições especiais em Capital de Giro (Giro PJ) durante a Semana do Consumidor. Clientes previamente selecionados contam com taxas diferenciadas para contratação da linha, por meio do App BB e da rede de agências, apoiando o fluxo de caixa e o crescimento dos negócios.

Outra solução estratégica é a Antecipação de Vendas com Cartão (AQS), que passa a ter condições especiais no período promocional. A iniciativa permite que empresas antecipem os valores de suas vendas realizadas no cartão de crédito, garantindo mais liquidez e flexibilidade financeira para aproveitar oportunidades comerciais.

Estratégia integrada de relacionamento

As ações da Semana do Consumidor fazem parte de uma estratégia integrada do Banco do Brasil para oferecer soluções completas, que combinam crédito, investimentos e benefícios, com foco na experiência do cliente, na personalização das ofertas e no fortalecimento das relações com clientes PF e PJ.

Mais informações sobre as condições e a elegibilidade para cada oferta estarão disponíveis a partir de 11/03, no site bb.com.br/semanadoconsumidor.

Fonte: Banco do Brasil

BB pediu para adiar pagamentos ao Tesouro por gestão prudencial, diz CEO

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A presidente do Banco do Brasil (BB), Tarciana Medeiros, afirmou que o pedido feito pela instituição financeira para adiar pagamentos ao Tesouro Nacional faz parte de um “plano prudencial” de gestão do capital.

“Temos [capital] bem acima do que Basileia coloca como nível de prudência e a gente não quer tocar nessa linha”, afirmou a executiva durante o programa Roda Viva, da TV Cultura, que foi ao ar na noite de ontem e contou com a participação do Valor.

Medeiros negou que a medida tenha como objetivo aumentar os índices de capital do BB neste momento.

Conforme o Valor revelou, o Banco do Brasil pediu ao Tesouro Nacional o diferimento, até 2029, do pagamento de R$ 1,8 bilhão em Instrumento Híbrido de Capital e Dívida (IHCD). O instrumento foi usado nos governos Lula 2 e Dilma para fortalecer o capital de bancos públicos, mas há um cronograma de devoluções à União.

Medeiros lembrou que o BB constituiu cerca de R$ 60 bilhões em provisões no ano passado, quando foi afetado pela inadimplência recorde na carteira de crédito ao agronegócio. Neste contexto, disse, o banco identificou que o IHCD era um dos fatores que penalizariam o capital mais adiante.

“A gente precisa cuidar desse capital futuro. Nessa previsão de capital futuro, um dos indicadores que trariam algum decréscimo era o IHCD”, afirmou. “Não quer dizer que a gente necessite e que seja indispensável para a sobrevivência e o capital do banco esse diferimento.”

A executiva ressaltou que o Banco do Brasil era o único que vinha pagando integralmente o IHCD, enquanto outras instituições públicas já renegociaram com o Tesouro.

O BB encerrou 2025 com índice de Basileia de 15,13%. O capital de nível 1, de melhor qualidade, fechou o ano em 14,26%.

Recuperação

Depois de amargar uma queda de 45,4% no lucro líquido em 2025, o Banco do Brasil deve entrar em trajetória de recuperação neste ano apostando no aumento da rentabilidade da carteira de crédito para pessoa física, enquanto os segmentos de pessoa jurídica e agro devem se manter estáveis nesse quesito.

De acordo com Medeiros, essa combinação vai permitir a melhora do resultado, conforme as projeções divulgadas pelo banco. “Parece um crescimento pequeno, mas é de 20% em cima de R$ 20,7 bilhões”, disse.

A executiva relativizou a queda do lucro no ano passado, afirmando que o tombo se deu em relação ao maior resultado da história do BB, alcançado em 2024. Medeiros acrescentou que, se somados os lucros de 2023, quando chegou à presidência do banco, até este ano (conforme o previsto no “guidance”), a instituição entregará um ganho de R$ 118 bilhões. “É a soma dos sete anos anteriores a 2023.”

Para Medeiros, o banco tem condições de continuar entregando um aumento da margem financeira e o foco neste ano é ter uma participação maior de pessoas físicas no mix de crédito. Ao mesmo tempo, o objetivo é controlar a carteira de agro, com alguma possibilidade de inflexão a partir do segundo semestre.

O BB fechou dezembro com inadimplência recorde de 6,09% na carteira de crédito ao agronegócio. Medeiros negou que haja uma crise geral no setor. “Não há uma crise no agro brasileiro. Prova disso é a safra recorde”, afirmou.

Segundo a executiva, houve uma “conjunção de fatores históricos”, com impacto para “uma parcela de produtores, para algumas safras muito específicas e em regiões também específicas” que gerou dificuldades no pagamento dos créditos.

Caso Master

A presidente do BB defendeu que, após as implicações da quebra do Banco Master, haja uma reavaliação de normativos e das regras do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), sem especificar medidas.

“No instante em que em se tem situações que são anômalas, a necessidade de evolução da governança desse processo se mostra urgente”, disse.

Na avaliação da executiva, não é necessariamente um problema haver um banco — como fazia o Master — que emita CDBs a 140% do CDI, desde que esse custo de captação seja compatível com seu modelo de negócios. “Mas é preciso prestar atenção quando não condiz.”

Segundo ela, não existe sistema infalível, mas desvios devem ser combatidos.

A executiva lembrou ainda que a conta da recomposição do caixa do FGC após os pagamentos aos depositantes do Master e outras instituições relacionadas está recaindo principalmente sobre BB, Caixa, Itaú Unibanco, Bradesco e Santander. O Banco Central aprovou a liberação de compulsórios para mitigar o impacto.

A presidente do BB disse não estar envolvida em conversas para uma eventual ajuda dos bancos na capitalização do Banco de Brasília (BRB). A executiva também afirmou não ter tratado do assunto com a Fazenda.

“Não fomos chamados ou consultados para discutir um possível aporte ou crédito para aporte ao BRB”, disse. “Não conversei com Fazenda sobre isso. Mas te diria que, neste momento, estou muito preocupada com meus ativos do BB, cuidando deles direitinho para que a gente possa entregar o ‘guidance’ de 2026.”

Fonte: Valor Econômico

BB e Fundação BB iniciam distribuição de itens de 1ª necessidade em MG

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Famílias atingidas pelas fortes chuvas na região da Zona da Mata, em Minas Gerais, começam a receber bens da linha branca e itens de primeira necessidade. Neste primeiro momento, 210 famílias atingidas no município de Juiz de Fora, nos bairros de Monte Castelo, Paineiras, Parque Burnier e Santa Rita (3 Morrinhos) foram alcançadas. A ação é uma parceria entre a Fundação Banco do Brasil, Prefeitura de Juiz de Fora e Cáritas Brasileira Regional Minas Gerais.

O presidente da Fundação Banco do Brasil, André Machado, ressaltou o compromisso de atuar de forma prática, ágil e responsável e a importância da mobilização conjunta. “Trazemos essa solidariedade da Fundação Banco do Brasil e esperamos que vocês retomem a vida de vocês o quanto antes. É o que a gente quer, é o que a gente deseja”, afirmou.

A Cáritas Brasileira Regional Minas Gerais, entidade selecionada para adquirir e distribuir os bens na região, foi representada pela assessora Germana Platão. Ela também destacou o impacto da iniciativa para as famílias atendidas. “É importante poder acompanhar esse processo de reconstrução. Ver as famílias se reerguendo e conseguindo reorganizar sua moradia para viver com dignidade faz toda a diferença.”

Doações e apoio humanitário

Até esta quarta-feira, dia 11, foram doados cerca de R$ 1,6 milhão em mais de 14 mil transações bancárias diversas (transferências, pix, depósitos e BB Pay), incluindo os valores doados pelo próprio conglomerado Banco do Brasil, via Fundação BB e BB Asset.

Além dos valores arrecadados na campanha, todas as AABB (Associações Atléticas Banco do Brasil) de Minas Gerais serão utilizadas como pontos oficiais de doações de itens como água mineral, materiais de limpeza, produtos de higiene pessoal, cobertores, travesseiros, toalhas de banho e roupas e calçados em bom estado de conservação, por exemplo.

Ainda sobre a campanha de arrecadação de recursos para ajudar as pessoas da região, cabe destacar que as doações de pontos serão dobradas pela Livelo. Todo o recurso arrecadado será destinado para aquisição e entrega de itens de primeira necessidade às famílias. A sua participação é essencial para ampliar o impacto social positivo e ajudar as comunidades afetadas.

Doe e ajude quem mais precisa

Para valores em dinheiro:

Enchentes Minas Gerais

Banco do Brasil 001

Agência: 1607-1

Conta: 80.000-7

Chave PIX: pix.enchentesmg@fundacaobb.org.br

Para doações via pontos Livelo:

A campanha de doação para Enchentes MG da Instituição Fundação BB em dobro da Livelo vai até 31 de março de 2026 para doações realizadas no Catálogo Livelo em: livelo.com.br> Trocar Pontos> Doação > Todos os parceiros.

Fonte: Banco do Brasil

Eleições 2026 do Economus: conheça os candidatos habilitados e não habilitados

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De acordo com o cronograma das Eleições 2026, no dia 5 de março foi divulgada a lista dos candidatos habilitados e não habilitados aos cargos nos Conselhos Deliberativo e Fiscal, com os respectivos minicurrículos e planos de gestão.

De acordo com avaliação da comissão eleitoral, todas as candidaturas foram consideradas habilitadas. Clique aqui e confira na aba “Candidatos”!

O período de votação eletrônica terá início às 10h do dia 16 de abril de 2026 e se encerrará às 16h do dia 7 de maio de 2026.

Conheça mais sobre os Conselhos Deliberativo e Fiscal do Economus

Os Conselhos Deliberativo e Fiscal do Economus são órgãos estatutários essenciais para a governança do Instituto. Cada um possui atribuições bem estabelecidas, definidas por lei específica, Estatuto Social e Regimento Interno, que contribuem para a transparência, fiscalização e boa gestão do Economus.

Sobre o Conselho Deliberativo

O Conselho Deliberativo é o órgão máximo da estrutura organizacional do Economus e responsável por deliberar sobre matérias estratégicas do Instituto, que impactam o presente e o futuro dos Participantes. Uma de suas principais atribuições é estabelecer as diretrizes e normas gerais para organização e administração, bem como para os planos de benefícios e de saúde.

O colegiado é composto por seis membros titulares e seis suplentes, nomeados, paritariamente, pelos Participantes (por meio de eleição direta) e pelo Patrocinador (Banco do Brasil).

Sobre o Conselho Fiscal

O Conselho Fiscal é o órgão de controle interno do Economus, responsável por zelar pelo cumprimento das normas legais e estatutárias e por fiscalizar os atos de gestão da administração. Emite pareceres sobre o balanço, avalia adequação de hipóteses atuariais, execução orçamentária e aponta falhas ou desconformidades, entre outras atribuições.

É composto por quatro membros titulares e quatro suplentes, nomeados, paritariamente, pelos Participantes (por meio de eleição direta) e pelo Patrocinador (Banco do Brasil).

A atuação dos Conselhos Deliberativo e Fiscal contribui para fortalecer os pilares da governança corporativa: equidade, prestação de contas, responsabilidade e transparência

Confira em nosso site a composição atual dos conselhos. Conheça também a página das Eleições 2026 e fique por dentro de tudo sobre o pleito deste ano.

Fonte: Economus

Eleições Cassi 2026: votação para diretoria e conselhos vai até 23 de março

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As eleições para a Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil – Cassi começaram no dia 13 e terminam em 23 de março. Nesse período, os associados escolherão a diretoria de Risco Populacional, Saúde e Rede de Atendimento, e os membros dos Conselhos Deliberativo e Fiscal.

As eleições da Cassi são um momento decisivo para o futuro da Caixa de Assistência. O momento de decidir qual Cassi querem os associados. As Eleições Cassi 2026 são fundamentais para fortalecer uma gestão comprometida com os associados, com a sustentabilidade do plano e com a ampliação da rede de atendimento.

É essencial que todas e todos participem e defendam uma Cassi preocupada com o que mais importa: a saúde e a vida de seus associados.

Três chapas concorrem nas eleições deste ano. Conheça as propostas de cada um dos candidatos à diretoria.

Chapas 2 – CASSI PARA OS ASSOCIADOS

Queremos uma CASSI que olhe a saúde da mulher por inteiro. Na adolescência, na vida adulta, com prevenção, olhar a saúde mental, os ciclos de cansaço e sobrecarga. Inclui gravidez, parto e puerpério. Também o climatério e menopausa, com acolhimento, informação e tratamento.

Vamos construir um cuidado integrado. Uma CASSI que oriente a jornada. CliniCASSI e telessaúde com acompanhamento contínuo, rede referenciada de bons profissionais e, dentro dela, redes temáticas que entendam a saúde da mulher.

Vamos fortalecer e tornar efetivo o programa de saúde da mulher, com orientação e integração com a rede, para que cada associada saiba onde buscar ajuda, seguir o tratamento e ser acompanhada ao longo do tempo.

Representatividade é uma necessidade prática. Ninguém conhece melhor os detalhes da jornada do que quem a vive. Nada de nós sem nós.

Chapa 4 – CASSI SOLIDÁRIA

A CASSI pertence aos funcionários do Banco do Brasil e alicerça sua existência no princípio da Solidariedade. O trabalho para garantir que esse princípio não seja flexibilizado depende do trabalho de cada associado. É nesse contexto que registramos a importância dos Conselhos de Usuários estaduais. Esses Conselhos contam, a nível nacional, com mais de mil usuários voluntários, que têm a tarefa de identificar oportunidades e problemas a serem aproveitadas ou superados, de forma a que todos tenham seu cuidado garantido em todas as fases de suas vidas. Participe e fortaleça os Conselhos de Usuários. Vote Chapa Cassi Solidária!

Chapa 6 – CASSI É VIDA

A CASSI precisa tornar mais efetivo o seu processo de autorizações. Regras claras reduzem filas, evitam retrabalho e dão respostas mais rápidas ao associado. A comunicação também precisa ser transparente e equilibrada. Quando o associado entende os critérios e recebe explicações adequadas, evitam-se conflitos, insegurança e até judicialização. O objetivo é reduzir burocracias e garantir decisões técnicas e seguras.

Também é importante revisar os contratos com prestadores, como clínicas de exames e hospitais. Negociações responsáveis, alinhadas à realidade de cada região, evitam distorções de preços e fortalecem a rede credenciada. Eficiência não é restringir acesso. É organizar melhor o sistema para garantir cuidado com qualidade e equilíbrio financeiro.

Fonte: Cassi

Bancos eliminam 8,9 mil postos em 2025; mulheres são mais afetadas

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Enquanto o mercado de trabalho brasileiro mantém trajetória positiva de geração de empregos, o setor bancário segue na contramão. Em 2025, os bancos eliminaram 8.910 postos de trabalho em todo o país, aprofundando um processo contínuo de redução da categoria.

Desde 2020 já são 26 mil postos de trabalho fechados, conforme dados de movimentação do emprego do Novo Caged, MTE.

O impacto é particularmente forte em São Paulo, principal centro financeiro do país. No Estado de São Paulo, o saldo foi negativo em 3.580 vagas, enquanto na cidade de São Paulo foram 2.563 postos de trabalho eliminados.

“Dos quase 9 mil postos de trabalho fechados no setor bancário no ano passado, quase 6 mil eram ocupados por mulheres. Isso significa que elas representam cerca de dois terços das demissões, evidenciando um impacto desproporcional sobre as trabalhadoras. A perda de renda e de autonomia financeira aumenta a vulnerabilidade das mulheres e pode aprofundar o ciclo de violência econômica e social que muitas já enfrentam”, destaca Neiva Ribeiro, presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região e uma das coordenadoras do Comando Nacional dos Bancários.

Cinco maiores bancos eliminam 12,7 mil postos

Somente os cinco maiores bancos em operação no Brasil fecharam cerca de 12,7 mil postos de trabalho no último ano, segundo dados dos demonstrativos das holdings. Esse número se refere a todo o conglomerado econômico, que inclui empresas não bancárias, como as do setor de seguros e também companhias da área de tecnologia da informação. Nessas empresas, embora muitos trabalhadores realizem atividades tipicamente bancárias, eles são formalmente alocados em outras categorias. Esse é um fato que o Sindicato tem denunciado como fraude contratual.

Fechamento de agências

Além do corte de empregos, o fechamento de agências bancárias também segue acelerado. Dados do Banco Central mostram que, em 2025, cerca de 1,6 mil agências foram fechadas no país, o equivalente a 31 unidades encerradas por semana. No estado de São Paulo, foram 649 agências fechadas, sendo 271 apenas na cidade de São Paulo.

Em 2019, 132 municípios do estado de São Paulo não contavam com agências bancárias. Ao final de 2025, esse número chegou a 221 municípios, aumento de 67,4%. Nessas localidades vivem cerca de 1,1 milhão de pessoas, segundo o Censo de 2022.

Os dados reforçam uma tendência preocupante: enquanto novas tecnologias e a digitalização avançam no sistema financeiro, o fechamento de postos de trabalho e de agências físicas tem reduzido o acesso da população aos serviços bancários e ampliado os desafios para os trabalhadores do setor.

“O movimento sindical bancário reafirma sua luta incansável em defesa dos empregos e dos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras do setor financeiro. Fizemos diversas audiências públicas denunciando a redução de agências e fechamento de postos de trabalho nos últimos anos. A qualidade do serviço prestado despencou. Agências superlotadas, filas intermináveis e escassez de funcionários tornaram-se rotina. Os trabalhadores remanescentes são sobrecarregados, enquanto o banco empurra clientes para canais digitais que não atendem de forma inclusiva parte significativa da população – como idosos, pessoas com deficiência e aqueles sem acesso estável à internet”, destacou Neiva Ribeiro.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Brasil supera um cartão de crédito por pessoa e setor se dirige a saturação

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A cada minuto, os brasileiros fizeram, em média, pouco mais de 40 mil transações por cartão de crédito no ano passado, segundo dados da Abecs (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços).

O número dá uma dimensão do papel central que o instrumento ganhou no consumo das famílias, em um movimento que aquece a briga de bancos e fintechs emissores pela concessão do crédito que lastreia o plástico.

Pelas projeções do mercado, ainda há espaço para expansão no curto prazo, mas a disputa cada vez mais acirrada deve desafiar o setor a estruturar estratégias mais agressivas para fidelizar os clientes.

Em 2025, as transações em cartão de crédito movimentaram R$ 3,1 trilhões no Brasil, um crescimento de 14,5% em relação a 2024, de acordo com a Abecs. O salto é bem maior que registrado pelo estagnado cartão de débito, que registrou leve variação positiva de 0,2%, a R$ 1 trilhão.

As cifras são sustentadas por um volume recorde de 243 milhões de cartões de crédito ativos no final do primeiro semestre do ano passado, conforme as estatísticas mais atualizadas do Banco Central. A conta, portanto, é de mais de um cartão ativo por pessoa, em um país de 213,4 milhões de habitantes, pelas estimativas do IBGE.

O cenário significa que as instituições financeiras terão que competir pela atenção de um público exigente e que já dispõe de múltiplas opções. O ambiente concorrencial pode levar o segmento a um ponto de saturação, em que os mais importante será a principalidade, afirma o sócio e presidente da Boanerges & Cia Consultoria, Boanerges Ramos Freire. “O consumidor pode ter diversos cartões na carteira, mas sempre haverá um que concentra o seu relacionamento principal, usado com mais frequência”, explica.

Emissores apostam em lançamentos

De olho na tendência, os principais emissores vêm ampliando a concessão do crédito para incentivar a preferência do correntista. Os quatro maiores bancos de capital aberto do País – Itaú Unibanco, Bradesco, Banco do Brasil e Santander Brasil – fecharam 2025 com uma carteira de cartão de crédito que somava R$ 373,7 bilhões, um avanço de 11,5% em relação a dezembro de 2024.

Para as instituições tradicionais, o foco recai principalmente sobre clientes de maior renda, diante da maior dificuldade para rentabilizar os usuários em faixas salariais mais baixas. A estratégia é marcada pela incorporação de serviços exclusivos, acesso a pré-vendas de shows e salas VIPs em aeroportos.

O Itaú, por exemplo, lançou sua versão do Visa Infinite Privilege, voltado para o público que representa 0,1% dos mais ricos do Brasil. O Bradesco, por sua vez, anunciou novos cartões em parceria com a United e a rede hotéis Marriott.

Pelo menos sete emissores também já confirmaram intenção de oferecer o Mastercard World Legend, posicionado acima da categoria Black. Para a classe média, os bancos apostam em opções isentas de anuidade e com possibilidade de cartão adicional. É o caso do FREE, do Santander, que também elimina as taxas sem demandar gastos mínimos.

Já o Nubank promoveu uma rodada agressiva de aumentos nos limites de cartões de crédito, com ajuda de ferramentas de inteligência artificial que ajudam a identificar a dimensão e os beneficiários dos ajustes. Segundo o CEO da fintech, David Vélez, um reflexo desse movimento é o aumento no volume de limites não utilizados, que avançaram de US$ 18 bilhões para US$ 28 bilhões em um ano.

Na renda alta, em que oferece o Ultravioleta, o Nubank afirma ter 40% da base de consumidores com renda mensal superior a R$ 12 mil. “Mas eles não estão usando nosso cartão como o primário, muitas vez porque demos limites menores inicialmente”, disse o CFO do banco digital, Guilherme Lago. “Precisamos melhorar a proposta de valor do produto, o que temos feito nos últimos trimestres”.

Próximo da saturação

Apesar da oferta crescente, a primazia do cartão no consumo ganhou um concorrente de peso com a popularização do Pix. A integração do sistema de pagamentos com o crédito, o chamado Pix Parcelado, deve ampliar a competição e pode ameaçar a soberania do plástico, de acordo com análise da Fitch Ratings. No final do ano passado, o Banco Central desistiu de regular o produto e deixou o mercado livre para definir taxas, prazos e formas de cobrança.

Para a Fitch, emissores e bandeiras terão que se adaptar com a criação de diferenciais que gerem melhor proposta de valor para os cartões. “O novo produto pode reduzir a participação de mercado dos cartões de crédito nos pagamentos, especialmente nas transações de “parcelado sem juros”, potencialmente a custos mais baixos tanto para consumidores quanto para lojistas”, diz a agência.

O sócio e membro das práticas de serviços financeiros da consultoria Bain & Company, André Mello, ainda não vê o mercado de cartões de crédito em um ponto de saturação, mas avalia que há espaço para mais uns dois a três anos de crescimento no setor. “Ainda não está lá, tem bastante oportunidades, mas o volume transacionado de cartões está chegando perto de um patamar de saturação”, diz.

Fonte: CNN Brasil

Como Itaú, Bradesco, BB e Santander reagiram à invasão das fintechs

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Para a maioria das pessoas, a relação com o banco se resume a alguns segundos. Abrir o aplicativo, pagar uma conta, fazer um Pix e conferir o saldo. Se tudo funciona sem travar, a missão está cumprida. O que acontece por trás da tela raramente entra na conta do cliente.

Mas nos últimos anos, enquanto a experiência digital demonstrava evoluir na superfície — interfaces mais limpas, jornadas mais simples e botões mais intuitivos —, uma transformação profunda de tecnologia estava em curso dentro dos grandes bancos.

A chegada de fintechs como Nubank e Inter acelerou essa mudança. Leves, ágeis e construídas sobre arquitetura moderna, as novas empresas financeiras nasceram sem o peso do legado de décadas de sistemas.

Para o usuário, a comparação parecia inevitável: apps mais rápidos e menos burocracia. A leitura inicial do mercado foi que os bancos tradicionais estavam correndo atrás.

Mas a realidade, segundo executivos do setor, é mais complexa. Enquanto o cliente se encantava com as interfaces, os bancões passaram os últimos anos reconstruindo silenciosamente o que acontece sob o capô.

Mainframes históricos foram gradualmente substituídos por infraestrutura em nuvem (cloud). A inteligência artificial (IA) deixou de ser um experimento de laboratório para operar em escala. Ao mesmo tempo, continuaram processando milhões de transações por minuto.

Essa transformação silenciosa vem acontecendo em praticamente todas as grandes instituições financeiras do país, com cada banco adotando uma estratégia diferente.

Hoje, a guerra não é para ter o aplicativo mais bonito. É para conquistar algo muito mais valioso: a principalidade — ser o banco onde o cliente realmente concentra sua vida financeira. E, nesse campo, os gigantes afirmam estar prontos para uma revanche.

Você confere abaixo as estratégias do Itaú Unibanco (ITUB4), Bradesco (BBC4), Banco do Brasil (BBAS3) e Santander Brasil (SANB11) para conquistar clientes com tecnologia.

Bradesco: “não fomos atropelados — recalibramos o motor”

O Bradesco (BBDC4) rejeita a narrativa de que ficou para trás na corrida tecnológica. Para o banco da Cidade de Deus, o que aconteceu nos últimos anos se assemelha a uma relargada estratégica.

Executivos do banco dizem que o surgimento da inteligência artificial generativa — que ganhou projeção global após o lançamento do ChatGPT — funcionou como um safety car em uma corrida.

Quando o carro de segurança entra na pista, o pelotão se aproxima do líder. Mas isso não significa que a liderança mudou, segundo o Bradesco.

“Não diria que fomos atropelados. Participamos dessa transformação tecnológica dos últimos anos”, afirma Cíntia Scovine Barcelos, diretora de tecnologia (CTO) do banco.

Hoje, segundo ela, 99% das transações do Bradesco já acontecem no ambiente digital.

Barcelos ressalta que a transformação tecnológica começou muito antes da explosão recente da inteligência artificial generativa. A assistente virtual BIA foi lançada ainda em 2017 — anos antes da IA virar a palavra da moda no mercado. Desde então, tornou-se um dos principais canais de interação com os clientes.

“O desafio em 2023 [com a chegada da IA] foi seguir na frente. Era como uma prova em que estávamos liderando, mas entrou o safety car e o pelotão encostou. Precisávamos preservar o diferencial competitivo e seguir na dianteira”, diz Rafael Cavalcanti, diretor do departamento de inteligência de dados.

O peso do legado — e o uso dele

Para os executivos, o que mudou nos últimos anos foi a democratização da infraestrutura. A computação em nuvem reduziu barreiras de entrada e permitiu que novos competidores surgissem com estruturas mais leves.

A resposta do Bradesco foi acelerar sua própria modernização. A estratégia declarada é “cloud first” — mas não “cloud only”.

Na prática, isso significa priorizar a nuvem para novas aplicações, sem necessariamente abandonar completamente os mainframes tradicionais. A lógica é que a melhor arquitetura é aquela que equilibra segurança, inovação e velocidade de lançamento.

“Nosso alvo não é 100% de uma tecnologia específica, mas a melhor arquitetura para inovação e time to market. Cloud facilita o acesso a IA, computação quântica e blockchain, pois tudo de novo nasce lá. Somos ‘cloud first’”, disse Cavalcanti.

Além do chatbot no banco: crédito e ‘Pix inteligente’

A inteligência artificial também começa a aparecer em produtos visíveis para o cliente. Um exemplo é o projeto Renda BRA, criado a partir da aquisição da startup Kunumi. O modelo utiliza IA para estimar renda e capacidade de endividamento com maior precisão, permitindo calibrar concessões de crédito de forma mais assertiva.

No varejo, a aposta é tornar a experiência cada vez mais invisível. O chamado “Pix Inteligente”, por exemplo, permite realizar transferências via WhatsApp em linguagem natural.

O usuário pode simplesmente dizer: “manda 50 reais para a Camille”. A inteligência artificial identifica o contato correto, resolve ambiguidades, confirma valores e executa a transação — sem necessidade de navegar por menus.

App único no Bradesco? Não necessariamente

Enquanto alguns concorrentes apostam em consolidar todos os serviços em um único aplicativo, a prioridade do Bradesco não é necessariamente reduzir o número de apps, mas garantir que a experiência seja a melhor possível para o usuário.

Hoje, por exemplo, serviços de seguros e investimentos já podem ser acessados com autenticação única a partir do aplicativo principal.

Mas diferentes perfis de cliente podem demandar jornadas diferentes, segundo a CTO. Um cliente de alta renda, por exemplo, pode preferir utilizar o desktop para gerir investimentos complexos. Já usuários de renda mais baixa tendem a priorizar canais de conveniência, como o WhatsApp.

“Ter um app único como fim por si só seria simplificar demais a expectativa do cliente”, argumenta. “O mote é simplificação e convergência, não necessariamente zerar o número de aplicativos.”

O que vem pela frente no Bradesco?

Questionada sobre prioridades para os próximos meses e para o longo prazo, Barcelos afirma que a estratégia do Bradesco inclui digitalização do varejo massificado e evolução em crédito e pagamentos.

Cloud e IA seguem como pilares. A computação quântica aparece como aposta estrutural.

O banco estuda como essa tecnologia poderá rodar modelos de risco e portfólio que a computação clássica levaria décadas para processar, além de já implementar algoritmos quantum safe para proteger a criptografia das transações contra futuras ameaças.

Internamente, a eficiência é ditada pela IA agêntica — múltiplos agentes de IA que colaboram para aumentar a produtividade dos desenvolvedores, como a BIATech, e até para “treinar” operadores de cobrança, gerando ganhos de performance de até 8%.

Banco do Brasil: a vantagem de enxergar o cliente inteiro

Quando as fintechs começaram a ganhar espaço no Brasil, havia uma vantagem óbvia a favor delas: nasceram do zero.

Partiram de um “papel em branco” para desenhar experiências digitais enxutas e intuitivas, sem estruturas herdadas de décadas e a complexidade de atender do pequeno produtor rural ao investidor de alta renda.

O Banco do Brasil (BBAS3) sabia disso. “Tivemos que correr um pouco”, admitiu Rodrigo Mulinari, diretor do departamento de tecnologia do banco. Mas, passados os primeiros anos da corrida digital, a avaliação interna mudou. Hoje, o BB não se enxerga tentando alcançar os novos entrantes — mas competindo em outro patamar: com oferta mais completa, infraestrutura robusta e escala difícil de replicar.

“Não vejo nenhuma defasagem tecnológica. Não tem nenhum serviço hoje que alguém oferta que um banco não oferte. Mas vejo um monte de serviços e tecnologias que bancos ofertam que esses players digitais não têm portfólio”, afirma Mulinari.

A visão integrada do cliente no banco

A grande aposta do Banco do Brasil para se diferenciar é a visão única do cliente. Enquanto muitas fintechs operam em nichos — cartão, investimento e crédito pessoal —, o BB trabalha com uma leitura integrada.

Por trás de cada CNPJ, há um CPF. O produtor rural do agronegócio pode ser também investidor. O dono de uma pequena empresa é, ao mesmo tempo, pessoa física.

Essa visão integrada permite cruzar dados e construir ofertas mais completas. Para sustentar essa estratégia, o banco dobrou o tamanho do time de tecnologia nos últimos dois anos.

Hoje, o Banco do Brasil fala em estabilidade, escala e inclusão digital como diferenciais competitivos.

Compatibilidade com diferentes aparelhos, consumo reduzido de dados, acessibilidade: detalhes que passam despercebidos para parte do público, mas fazem diferença quando se atende milhões de brasileiros em realidades distintas.

“Temos uma preocupação muito grande com estabilidade e escala. Precisamos atender todos os públicos. É isso que nos torna o Banco do Brasil para todos os brasileiros.”

Na modernização da infraestrutura, o Banco do Brasil afirmou que opera com estratégia multi-cloud: combina nuvem privada com as três principais nuvens públicas do mercado, escolhendo o melhor ambiente para cada necessidade. “O nosso target de nuvem vai estar sempre em cima do negócio”, afirma o executivo.

Um aplicativo para 33 milhões de clientes

Enquanto alguns concorrentes fragmentaram a experiência em múltiplos aplicativos, o Banco do Brasil seguiu o caminho oposto. Desde cedo, apostou em um aplicativo único.

Hoje, cerca de 33 milhões de clientes acessam o app mensalmente. A vantagem dessa abordagem é escala. Quando uma nova tecnologia é implementada, ela pode ser distribuída rapidamente para toda a base.

“Quando um novo cliente entra no Banco do Brasil, ele vai ver o que tem de mais moderno no mundo de tecnologia”, diz Mulinari. “Já somos muito digitais. Precisamos mostrar isso.”

A nova fronteira do Banco do Brasil: hiperpersonalização

Se há alguns anos a inteligência artificial ainda estava em fase experimental, hoje ela já opera em escala no Banco do Brasil.

Está no onboarding, com análise automatizada de documentos; na segurança, com biometria facial e comportamental; na gestão de investimentos e na detecção de fraudes. O próximo passo é hiperpersonalização.

A ideia é que, ao abrir o aplicativo, o cliente encontre um ambiente com ofertas aderentes ao seu perfil, atalhos configuráveis e possibilidade de personalizar cores e interface.

A ambição vai além da personalização estética. O objetivo é antecipar necessidades.

Se um pagamento é negado na rua, por exemplo, o sistema deve identificar rapidamente o motivo e oferecer suporte antes mesmo que o cliente peça ajuda.

É uma tentativa de digitalizar um conceito antigo do setor bancário: o gerente que conhece o cliente pelo nome.

“Queremos que, quando a pessoa acessar o aplicativo, ela enxergue o banco dela”, afirma o executivo. “Queremos antever movimentos e surpreender de alguma maneira.”

A competição pelo público jovem

O BB também quer ganhar relevância junto às novas gerações. Para isso, aposta em soluções como o BB Cash para adolescentes, no uso de embaixadores de marca e em um processo de abertura de conta que afirma ser um dos mais ágeis do mercado.

O objetivo é que o jovem inicie sua vida financeira ali — e não precise “começar” em uma fintech para depois migrar.

“Somos uma startup de mais de 200 anos”, define o executivo, afirmando que a ideia é combinar a agilidade de uma empresa nascida digital com a solidez de uma instituição secular.

Itaú Unibanco (ITUB4) na disputa

O Itaú Unibanco (ITUB4) foi um dos primeiros gigantes a colocar como meta se tornar tão ágil e leve quanto as rivais digitais — e decidiu reconstruir sua base tecnológica.

O objetivo? Alcançar “ritmo de empresa de tecnologia”, como define João Araújo, diretor de estratégia e ciclo de vida do cliente.

Nos últimos três anos, o Itaú reduziu pela metade o tempo necessário para lançar novas funcionalidades e mais do que dobrou sua produtividade tecnológica.

A migração para a nuvem — que deve ser concluída integralmente até 2028 — já contempla os serviços mais críticos, segundo Araújo. “Hoje, podemos dizer com muito conforto que a nossa plataforma tecnológica é super moderna”, afirma o diretor.

Ao descomissionar plataformas legadas, o banco também reduziu custo transacional. Mas, internamente, o ganho mais celebrado é outro: time to market, com melhora na agilidade e qualidade da entrega de novos produtos.

“Os lançamentos que fizemos são fruto dessa capacidade acrescida de entrega. O cliente sente isso através de mais funcionalidades, velocidade, qualidade e menos latência. Estamos felizes com os resultados, mas não paramos por aqui; continuaremos buscando a próxima fronteira.”

O Super App e o Itaú “personalizado”

A estratégia digital do Itaú também passou pela consolidação de plataformas. Aplicativos antes separados — como Itaucard, Credicard e Hipercard — foram integrados em um único ambiente.

Cerca de 15 milhões de clientes já foram migrados para esse chamado Super App.

“A magia não é a migração em si, mas a qualidade do serviço entregue depois”, diz Araújo. “A lógica da migração é meio para chegar a um fim, não o fim em si mesmo.”

A ideia é que o aplicativo se comporte de forma diferente para cada cliente, utilizando inteligência artificial para adaptar a experiência — desde a mensagem de boas-vindas até a oferta de produtos.

O banco como conversa

Na visão do Itaú, a próxima grande transformação pode estar na forma de interação com os clientes. O banco aposta que a experiência financeira tende a se tornar cada vez mais conversacional.

Em vez de navegar por menus, o cliente simplesmente descreve sua necessidade — e o banco responde.

A grande aposta atual do Itaú é a IA generativa. O banco já utiliza a tecnologia em quatro frentes principais:

  • Transacional: Como o Pix via WhatsApp, que entende comandos de voz e texto para realizar transferências de forma ultraconveniente;
  • Atendimento: Utilizando modelos de linguagem (LLM) para compreender e resolver problemas de forma mais humana e eficiente, abandonando as antigas árvores de decisão;
  • Segurança: Com o recém-lançado Modo Protegido, que usa IA para identificar “redes de segurança” (como a casa do cliente) e limitar transações fora desses perímetros, protegendo o patrimônio em caso de roubo do aparelho;
  • Assessoria de Investimentos: Atualmente em teste com 100 mil clientes, uma inteligência que analisa perfis de investimento e sugere produtos disponíveis de forma conversacional, com consultas e dúvidas sobre produtos bancários.

Santander e a guerra pela principalidade

Para o Santander Brasil (SANB11), a disputa com as fintechs não é sobre quem tem o aplicativo mais leve ou o botão mais intuitivo. É uma guerra pela principalidade — ser o banco onde o cliente concentra sua vida financeira de verdade.

“O ‘transacionalzinho’ do dia a dia pode até estar pulverizado”, afirma Gilberto de Abreu Filho, vice-presidente de tecnologia e operações. “Mas previdência, investimento de longo prazo e financiamento imobiliário ainda estão nos bancos tradicionais.”

O desafio agora é como transformar essa vantagem estrutural em uma experiência digital tão simples quanto a das fintechs.

“Ainda não estamos lá”: modernizar um gigante é diferente de nascer leve

A meta declarada do Santander é atingir o “estado da arte” tecnológico. Abreu admite que o banco ainda não está lá. “Quando concluirmos o processo de modernização, estaremos. Talvez até à frente.”

A confiança tem explicação: a complexidade que hoje é obstáculo pode virar diferencial quando combinada com tecnologia de ponta. O Santander começou o processo de modernização com milhões de clientes, dezenas de linhas de produto e sistemas acumulados ao longo de décadas.

Hoje, cerca de dois terços da infraestrutura tecnológica do Santander já operam em nuvem. Cartões e pagamentos devem concluir a modernização até 2027. A conta corrente — o coração do banco — ficará por último.

“Tudo isso já está indo para a infraestrutura mais moderna que existe no mercado. Assim, temos a expectativa de ter um banco em ‘estado da arte’ para competir de igual para igual com todos”, disse o executivo.

Mas por que isso importa para o investidor e para o cliente? Simples: velocidade. Com os sistemas em cloud, o Santander consegue lançar versões do aplicativo com mais frequência, testar funcionalidades em ciclos mais curtos e reduzir custos operacionais.

“A nossa luta é contra o tempo. Ninguém está parado”, diz o executivo. “Os grandes bancos são competentes e as fintechs estão se movendo. Cada um tem seu desafio.”

O desafio das fintechs? Construir oferta completa e balanço robusto. O dos bancões? Modernizar sem interromper a operação.

A briga pela principalidade: onde o calo aperta para as fintechs

A estratégia do Santander para se tornar o banco número um do cliente passa por três pilares tecnológicos:

  • Visão multibanco: O novo aplicativo — já distribuído para 100% da base — permite visualizar saldos de outras instituições via Open Finance. A proposta é centralizar a experiência, mesmo quando o dinheiro está espalhado. A aposta é transformar o aplicativo na “experiência natural” do usuário, combatendo a conveniência das fintechs com uma arma que elas ainda lutam para construir: a oferta completa.
  • CRM contextual e quase invisível: A ambição é ser uma espécie de “anjo da guarda financeiro”, atuando antes do problema virar frustração. Mais de 300 gatilhos automatizados monitoram a jornada do cliente. Entrou no cheque especial? O sistema alerta sobre os 10 dias sem juros. Recebeu salário? Sugestões de organização financeira aparecem. A meta é escalar para milhares de interações inteligentes.
  • Inteligência artificial: Além de modelos tradicionais de risco, o banco vem ampliando o uso de Large Language Models — tecnologia semelhante à que impulsionou o ChatGPT — para extrair valor da enorme base de dados de comportamento financeiro.

Fonte: Seu Dinheiro

Associados da Previ elegem em abril novos representantes na diretoria e nos conselhos

Publicado em: 06/03/2026

Os associados, associadas e pensionistas do Plano 1 e do Previ Futuro vão eleger entre os dias 13 e 27 de abril os novos diretores de Administração e de Planejamento e parte do Conselho Deliberativo, do Conselho Fiscal e dos conselhos consultivos dos dois planos de benefícios da Previ.

O direito de eleger a metade da Diretoria Executiva e de todos os conselhos é uma conquista dos associados e representa um pilar fundamental da governança da Previ, considerada exemplar por todo o sistema de previdência complementar fechada. É esse modelo que garante a participação direta dos associados, os verdadeiros donos da Previ, na fiscalização e em todas as decisões da entidade.

Poderão votar os participantes e pensionistas maiores de 18 anos inscritos nos planos de benefícios da Previ até 31 de janeiro deste ano. Funcionários do Banco do Brasil em atividade no banco, cedidos ou adidos podem votar pelo site www.previ.com.br, pelo App Previ, pelos terminais de autoatendimento (TAA) do BB e pelo SiSBB.

Aposentados, pensionistas, funcionários em afastamentos regulamentares e demais participantes votam pelo site da Previ, pelo App Previ e TAA do Banco do Brasil.

Confira as chapas inscritas nas Eleições Previ 2026

A Comissão Eleitoral recebeu o requerimento de inscrição de duas chapas para o processo eleitoral de 2026. A divulgação das chapas homologadas será até o dia 20 de março, conforme estabelecido no Cronograma, disponível na Página das Eleições. Confira a composição das chapas inscritas nas Eleições Previ 2026:

SOMOS PREVI – PELO ASSOCIADO

PREVI PARA OS ASSOCIADOS

Você pode conferir as informações completas e atualizadas sobre o processo eleitoral no site da Previ, na seção A Previ > Eleições e pelo App Previ, na aba Eleições.

Fonte: Associados Previ com Previ

Banco do Brasil inaugura Ponto BB, novo modelo de agência, em Belém

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O Banco do Brasil (BBAS3) inaugurou nesta quinta-feira (5 de março), em Belém (PA), um novo modelo de unidade física, chamado Ponto BB, que reúne no mesmo espaço o atendimento a clientes de varejo, alta renda e empresas.

A unidade fica no bairro Umarizal, próximo à Estação das Docas, e integra atendimento presencial com serviços digitais, incluindo cabines de videoatendimento e agendamento prévio pelo aplicativo do Banco do Brasil.

Segundo a diretora de Clientes Varejo do BB, Larissa Novais, o modelo busca centralizar diferentes perfis de clientes em um único ponto, permitindo uma visão mais integrada das relações financeiras, incluindo investimentos, contas pessoais e negócios empresariais.

O Ponto BB faz parte da estratégia do banco de reorganizar sua rede física, combinando agências bancárias tradicionais, atendimento remoto e unidades com maior integração digital. De acordo com o Banco do Brasil, o formato também pode gerar redução de até 25% nos custos de manutenção e operação, principalmente pela integração de serviços e pelo uso mais intensivo de tecnologia.

O espaço também abriga a primeira Casa Estilo, estrutura voltada ao atendimento do segmento de alta renda do banco.

Além disso, há uma área dedicada ao BB Empresas, voltada principalmente para micro e pequenas empresas, com orientação financeira e oferta de produtos de crédito.

A abertura do espaço ocorre dois anos após o Banco do Brasil ter criado em Belém o Hub Financeiro de Sociobioeconomia, iniciativa voltada ao financiamento de projetos ligados à bioeconomia na região amazônica.

Segundo o banco, a estrutura tem sido usada para ampliar a carteira de crédito ligada a atividades sustentáveis locais.

O novo ponto também inclui uma área destinada a eventos, palestras e encontros voltados a empreendedorismo e educação financeira.

O local do Ponto BB abriga ainda pequenas operações comerciais de marcas locais e exposições de artistas regionais, como parte da proposta de transformar a unidade em um espaço de relacionamento com clientes e a comunidade.

Fonte: E-Investidor

Campanha de doações do BB para MG já alcança mais de R$ 1,5 milhão

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A campanha de doações lançada pelo Conglomerado Banco do Brasil em apoio às vítimas das enchentes em Minas Gerais já alcançou cerca de R$ 1,5 milhão. Do total arrecadado até o momento, R$ 1,2 milhão correspondem a doações de funcionários e clientes do BB , enquanto R$ 300 mil foram aportados pelo próprio Conglomerado BB, sendo R$ 200 mil em recursos iniciais da Fundação Banco do Brasil e R$ 100 mil da BB Asset, reforçando o compromisso da instituição com o apoio emergencial às comunidades afetadas.

Cabe destacar que o conglomerado Banco do Brasil divulgou, no dia 26 de fevereiro, o protocolo do Programa Ajuda Humanitária e lançou a campanha em apoio às pessoas atingidas pelas fortes chuvas na região da Zona da Mata, em Minas Gerais.

Adicionalmente, para apoiar as comunidades atingidas pelas chuvas em Juiz de Fora, Ubá e Matias Barbosa, na Zona da Mata, em Minas Gerais, o BB anuncia uma série de medidas que já estão à disposição das famílias e dos munícipios das regiões afetadas. As iniciativas irão atender a mais de 159 mil clientes pessoas físicas e cerca de 9 mil clientes pessoas jurídicas da região.

Relembre as principais medidas:

Clientes PF
Os clientes PF contarão com carência de até seis meses para o pagamento da primeira parcela nas operações de renovação ou contratação do BB Crédito Consignado e do BB Crédito Salário. Além disso, será possível repactuar até quatro parcelas de capital e encargos básicos das operações de financiamento imobiliário e de empréstimo com garantia de imóvel, com transferência dessas parcelas para o final do cronograma de pagamento.

Clientes PJ
Para os clientes PJ, será disponibilizada o Pula Parcela Emergencial PJ nas principais linhas de capital de giro e para o BB Financiamento PJ, permitindo a prorrogação extraordinária de até seis parcelas. Também estará disponível linha de repactuação de dívidas (Reperfilamento PJ), com prazo de até 60 meses e até seis meses de carência para empresas.

Clientes Agro
Nesta frente, o BB anuncia, como principais medidas:

  • Recursos do crédito rural: alocação emergencial de recursos para linhas de custeio e investimento, incluindo créditos destinados a construção e/ou reforma de moradias rurais por meio do Pronaf.
  • Prorrogação simplificada de operações: alertas de safra por cultura e região reportados por nossos técnicos agrícolas em campo permitirão a simplificação e automação dos processos de prorrogação de operações, apoiando as necessidades dos clientes.
  • Parceiros Agro/Correspondentes Bancários: acionamento dos parceiros do Banco do Brasil que atuam nos municípios afetados para prestar assistência operacional e negocial aos produtores que tiveram perdas.
  • Proagro: priorização no processamento dos comunicados de perdas do Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) originados em toda a região afetada, garantindo maior agilidade no atendimento aos produtores.

Meios de Pagamento
Como parte do conjunto de medidas emergenciais, o Banco do Brasil também adotou ações operacionais excepcionais para reduzir os impactos financeiros nas regiões afetadas, com estorno de juros, encargos, IOF e tarifas em faturas e operações de pagamento. As ações incluem flexibilização de prazos e condições para abertura e manutenção de contas, além da ampliação temporária dos limites para transações via Pix. Foram ainda aplicadas exceções sistêmicas para clientes com prejuízos cadastrais decorrentes do evento climático. A comunicação ocorre de forma ativa pelos canais oficiais do Banco.

Seguros
Comunicação ativa, via WhatsApp, aos segurados dos municípios impactados, reforçando o fluxo para acionamento de assistências e abertura de sinistros, bem como os canais disponíveis. A BB Seguros está acompanhando o volume de acionamentos dessas ocorrências, com priorização de análise e atendimento para esses casos. Além disso, no atendimento telefônico, haverá reforço da capacidade de atendimento para as regiões afetadas, além de priorização nos chamados oriundos da Zona da Mata.

Setor Público
O BB está em contato com os entes públicos dos municípios atingidos, com o objetivo de prestar apoio e oferecer operações de crédito, com processo priorizado na esteira de concessão. O BB também tem orientado os gestores públicos da região a solicitarem recursos por meio do Cartão da Defesa Civil. Outra iniciativa é a oferta de solução de pagamento de benefícios, que possibilita o pagamento de auxílio aos afetados.

Doações e apoio humanitário
O conglomerado Banco do Brasil, incluindo a Fundação Banco do Brasil e a Livelo, estão mobilizados a prestar auxílio às pessoas diretamente afetadas pelas enchentes em Minas Gerais. Desta forma, os valores arrecadados na campanha serão destinados a instituições sem fins lucrativos que atuam na região, que serão responsáveis pela aquisição e distribuição de alimentos, kits de higiene e limpeza e outros itens necessários neste momento.

Cabe destacar que as doações realizadas por meio de pontos Livelo serão dobradas pela instituição. Todo o recurso arrecadado será destinado para aquisição e entrega de itens de primeira necessidade às famílias. A sua participação é essencial para ampliar o impacto social positivo e ajudar as comunidades afetadas.

Desde 26 de fevereiro, todas as AABB (Associações Atléticas Banco do Brasil) de Minas atuam como pontos oficiais de doações materiais para atingidos pelas chuvas em Juiz de Fora e região. Serão recebidos itens como água mineral, materiais de limpeza, produtos de higiene pessoal, cobertores, travesseiros, toalhas de banho e roupas e calçados em bom estado de conservação, por exemplo.

Fonte: Banco do Brasil

Reunião marca visita de novo gerente-geral do BB ao prefeito de Barreiras

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Nessa segunda-feira (2 de março), o prefeito Otoniel Teixeira recebeu, no Gabinete, representantes do Banco do Brasil em Barreiras, na Bahia. A audiência foi solicitada pela instituição financeira para apresentar o novo gerente-geral para os municípios da Bahia, Júlio César, e discutir oportunidades de cooperação com o município. A reunião contou com a presença do secretário da Fazenda, Marden Lucena; além de Leandro Nunes, gerente de Relacionamento Governo, e Leuseny Oliveira, gerente-geral da agência Barreiras.

Durante o encontro, o novo gerente apresentou as diretrizes de atuação do banco no estado e destacou novidades em produtos e linhas de crédito, com ênfase em iniciativas voltadas ao desenvolvimento sustentável, à agenda ambiental e ao fortalecimento de cadeias produtivas estratégicas, como a cultura do cacau. A proposta é ampliar o diálogo com o município e fomentar projetos estruturantes que impulsionem a economia local.

Júlio César reforçou o interesse da instituição em estreitar laços com a gestão municipal. “Queremos firmar e reforçar essa parceria com Barreiras, ampliando projetos e ações que contribuam de forma concreta para a continuidade do desenvolvimento do município, especialmente em áreas estratégicas como infraestrutura, sustentabilidade e fomento à produção agrícola”, afirmou.

Ao dar as boas-vindas ao novo gerente-geral, o prefeito Otoniel Teixeira ressaltou a importância da articulação institucional para viabilizar investimentos e fortalecer políticas públicas. “Recebemos com satisfação o novo representante do Banco do Brasil para os municípios baianos. Barreiras tem projetos estruturantes em andamento, como o aterro sanitário, o Parque Municipal e a requalificação do Canal Vila Dulce, e precisamos de parceiros estratégicos para garantir a execução e a sustentabilidade dessas iniciativas”, destacou.

Fonte: Prefeitura Municipal de Barreiras

Sindicato protesta por falta de funcionários em agência do BB em Guaianases

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Grandes filas, longa espera para atendimento, sobrecarga de trabalho… Essa é a realidade diária da agência 3011 do Banco do Brasil em Guaianases, zona leste de São Paulo. Esse quadro não é de agora, e o Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região esteve novamente na unidade, no dia 27 de fevereiro, para cobrar do BB que amplie o número de funcionários da agência.

“Essa agência do BB está com problema de falta de funcionários há muito tempo. Já reivindicamos uma melhora do quadro, mas o banco não nos dá resposta e não toma providências para melhorar a situação para clientes e trabalhadores”, critica o dirigente do Sindicato e funcionário do BB, João Maia, que participou do protesto nesta sexta.

“Trata-se da única agência nessa região de Guaianases, que é um bairro muito populoso. Boa parte dos clientes são aposentados, que passam muito tempo na fila. Além disso, alguns funcionários já ficaram afastados por adoecimentos, estresse e outros problemas de saúde por conta da sobrecarga de trabalho. Estamos aqui novamente para conversar com a população e os bancários e cobrar do Banco do Brasil que respeite usuários e bancários. E vamos continuar pressionando e acompanhando a situação de perto”, acrescenta Maia.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

BB prorroga até 13 de março o prazo para realocação na rede de atendimento

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O prazo para o processo seletivo que resultaria em realocação de funcionários do Banco do Brasil na rede de atendimento, que encerraria na quinta-feira (26 de fevereiro), foi prorrogado até dia 13 de março. Essa é uma ótima notícia para vários bancários e bancárias que, embora tenham se candidatado no período hábil, ainda não tinham recebido nenhuma resposta do banco, nem mesmo chegaram a ser chamados para entrevistas. A prorrogação veio depois da insistente atuação do Sindicato que, diante da aflição dos trabalhadores, cobrou as áreas responsáveis do banco, inclusive em Brasília.

A realocação foi um compromisso assumido pelo banco ao Sindicato, de que as mudanças na rede de atendimento não resultariam em perda de funções comissionadas.

“O Banco do Brasil anunciou, em janeiro, uma série de mudanças na rede de atendimento. Cobramos e o BB se comprometeu em realocar quem ficou em excesso nos locais, garantindo a mesma faixa salarial. Mas esse período de realocação encerraria ontem [26 de fevereiro] e muitos colegas nos procuraram porque tinham feito suas inscrições e não tinham sido chamados nem para a entrevista. O que causou grande aflição, pois a não realocação implica em perdas na remuneração. Ontem mesmo a gente começou a cobrar o banco o dia inteiro, que nos atendeu e estendeu o prazo até dia 13”, conta a diretora do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, Adriana Ferreira, funcionária do BB.

“A gente cobrou a direção do banco no sentido de dar tranquilidade aos trabalhadores, uma vez que eles precisam se deslocar do local onde exerciam as suas funções para manter a mesma gratificação de função. Seria importante o banco garantir condições para que eles façam essa movimentação da forma mais tranquila possível. Como alguns colegas, embora inscritos nas vagas, ainda não tivessem nenhuma resposta de para qual local iriam, nós fizemos essa cobrança e tivemos o atendimento por parte do banco”, reforça Antônio Netto, dirigente do Sindicato e representante da Fetec-CUT/SP na Comissão de Empresa dos Funcionários do BB (CEBB).

“Estamos atentos e acompanhando o processo. Diante de qualquer dificuldade que os bancários e bancárias tiverem na realocação, é importante contatar o Sindicato, pois só assim podemos saber dos problemas e agir a tempo. Não deixem de nos procurar”, acrescenta Adriana.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região