BB desembolsa R$ 90,2 bi em crédito para MPE nos 11 primeiros meses de 2023

Publicado em: 07/12/2023

O Banco do Brasil desembolsou R$ 90,2 bilhões em crédito para mais de 270 mil micro e pequenas empresas ao longo dos 11 primeiros meses de 2023. A cifra representa um aumento de 10,9% em relação ao mesmo período de 2022, se excluído o efeito extraordinário provocado pelo Pronampe.

Esse montante inclui o crédito para as cerca de 103 mil mulheres empreendedoras. Impulsionado pela plataforma Mulheres do Topo, hub de parceiros, benefícios e conteúdos lançado em março deste ano, de janeiro a novembro o Banco do Brasil desembolsou R$ 31,6 bilhões para esse público – número 7,5% maior do que nos 11 primeiros meses do ano passado.

“A atuação do BB junto as micro, pequenas e médias empresas tem se destacado não apenas diante do saldo de operações, com em assessoria técnica, com atendimento especializado em todo o país. Trata-se de um importante apoio junto às empresas lideradas por mulheres, reforçando compromissos do BB, firmados junto ao Pacto Global da ONU”, afirma Tarciana Medeiros, presidenta do BB, ao destacar que o Banco se tornou embaixador de três movimentos do Pacto Global da ONU no Brasil, com compromisso público e metas concretas para promoção da equidade de gênero, de raça e pelo trabalho decente e crescimento econômico, dentro dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

“Ao apoiar as MPE, o BB está próximo do setor que mais gera emprego no país, o que significa conciliar nossa atuação comercial e social, promovendo inclusive a equidade racial, com atuações relevantes, entre as quais o projeto Mulheres no Topo e a Liga PJ já trazem importantes resultados. A nossa estimativa é que o desembolso feito pelo BB ajudou a preservar ao menos cerca de 1,4 milhão de empregos”, complementa.

Mulheres no topo – espaço promovido pelo BB para fomento do empreendedorismo feminino onde são efetuadas ações direcionadas para o público feminino. A Estratégia está baseada em quatro pilares de atuação: Soluções Financeiras, Saúde e Segurança, Educação Empreendedora e Eventos e Ações. Por exemplo, em julho de 2023, foram disponibilizadas ações voltadas para a mulher negra em comemoração ao Dia da mulher negra, latino-americana e caribenha. A ação já alcançou cerca de 1,05 milhão de mulheres negras, reforçando o apoio ao empreendedorismo pelo BB.

Liga PJ – o Banco do Brasil também disponibiliza e mantem o portal “Liga PJ”, uma plataforma criada para auxiliar na criação, condução e expansão de negócios, com espaço dedicado ao empreendedorismo feminino com diversos conteúdos de capacitação. O BB ainda disponibiliza de jornada de capacitação online no formato game voltado para meninas/mulheres negras com conteúdo sobre tecnologia, empoderamento, negócios, com espaço para troca de ideias e experiências entre as participantes.

A plataforma, que apoia o micro e pequeno empreendedor na gestão financeira de seu negócio, apoiando na gestão de R$ 125 bilhões de faturamento anual de cerca de 49 mil empresas. Além das informações já disponíveis sobre o fluxo de caixa das empresas, neste ano foram incluídas duas novas funcionalidades: a conciliadora de vendas por cartão (visão de recebimento de todas as maquininhas) e o assistente financeiro que utiliza a inteligência analítica para as recomendações às empresas.

A solução fortalece o protagonismo do BB no ecossistema das micro e pequenas empresas, tornando o Banco ainda mais relevante para o cliente. O BB é pioneiro nessa iniciativa, endereçando inicialmente duas das dores mais relevantes dos nossos clientes PJ: gestão e crescimento do negócio.

O BB pensa no que é importante para a as micro e pequenas empresas e procura soluções para quem está começando, quer gerir ou mesmo ampliar o seu negócio.

Fonte: Banco do Brasil

BB Consórcios comemora 20 anos com lucro recorde de R$ 1 bi em 10 meses

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No mês em que comemora 20 anos, a BB Consórcios – subsidiária integral do Banco do Brasil – divulga lucro líquido de R$ 1 bilhão nos dez primeiros meses de 2023. O resultado recorde é 28,8% superior ao apresentado no mesmo período do ano passado. Com destaque para o volume de crédito disponibilizado, que aumentou 37,5% comparado ao mesmo período de 2022. A administradora também alcançou a marca de R$ 2,09 bilhões em Receita de Prestação de Serviços (RPS), representando crescimento de 28,6%.

Até outubro, a administradora contava com 1,85 milhão de participantes ativos, 10,3% superior ao mesmo período de 2022. Nos dez primeiros meses deste ano, foram registradas 312,9 mil contemplações de bens das diversas modalidades comercializadas pela BB Consórcios, um aumento de 21,7% sobre os meses de janeiro a outubro do ano anterior. Esses números consolidam o BB na 1ª colocação entre as administradoras de consórcios ligadas a instituições financeiras.

Outro destaque é o aumento de negócios realizados por meio de canais digitais, que evoluíram 21,3% em relação ao mesmo período do ano passado. Esse resultado reflete o papel do BB como acelerador da transformação digital. Para Marcel Kitamura, presidente da BB Consórcios, a segurança e a agilidade no autoatendimento são fatores que contribuem para o indicador. “Nossos clientes, correntistas BB ou não, contam com uma ampla rede de canais para contratação, trazendo uma experiência de compra cada vez mais positiva. Ampliamos as funcionalidades do consórcio no aplicativo BB, priorizando a agilidade, a segurança e a comodidade no autoatendimento”, comenta.

Relacionamento com Clientes

A BB Consórcios ocupa atualmente a 26ª colocação no Ranking de Reclamações de Administradoras de Consórcio do Banco Central, a melhor colocação em relação aos seus principais concorrentes. A empresa foi reconhecida no Prêmio Best Performance, no último mês de novembro, na categoria Excelência em Atração, Fidelização e Retenção de Clientes. A qualidade do atendimento também levou a BB Consórcios a ser certificada no Experience Awards, como uma das empresas de melhor NPS no seu segmento.

BB Sustentável

A BB Consórcios mantém grupos que permitem a aquisição de bens voltados para a eficiência no uso de recursos naturais e baixa emissão de carbono, como veículos híbridos e elétricos, além de sistemas de eficiência energética e reuso de água, tais como placas fotovoltaicas. É o caso dos Grupos Verdes, que expressaram um crescimento de 100%, comparado ao mesmo período do ano passado, reforçando o compromisso do BB em apoiar seus clientes na transição para uma economia mais verde e inclusiva.

Além dos veículos elétricos e sistemas fotovoltaicos (painéis solares, inversores, controladores de carga e etc), entre os bens passíveis de aquisição com esses grupos, podemos citar os sistemas para a geração de energia eólica, equipamentos para captação e reuso de água, biodigestores, equipamentos para reciclagem, entre outros.

Fonte: Banco do Brasil

BB desembolsa R$ 100 bilhões na safra 23/24, recorde histórico

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O Banco do Brasil (BBAS3), parceiro histórico do agronegócio e da agricultura familiar do país, atingiu a marca de R$ 100 bilhões em desembolso na safra 2023/2024.

O valor é recorde para os primeiros meses de um ano safra e supera em 8% o disponibilizado no mesmo período da safra anterior.

Além disso, de janeiro até hoje, o BB liberou R$ 175 bilhões em crédito rural – mais de 11% em relação ao mesmo período de 2022.

Para a presidente do BB, Tarciana Medeiros, “alcançarmos essa marca em tempo recorde é fruto do compromisso do Banco do Brasil com toda a cadeia produtiva do agronegócio, desde os pequenos agricultores, passando pelas cooperativas, até as grandes empresas agroindustriais, e reforça nosso protagonismo no agronegócio e agricultura familiar, fomentando o crédito e assegurando que os recursos cheguem de forma rápida, no momento certo do plantio e da colheita”.

“Nosso atendimento e relacionamento especializado e próximo aos clientes é o diferencial que nos torna únicos no segmento do agronegócio. Seguimos desenvolvendo soluções para fazer o agronegócio e a agricultura familiar cada vez mais sustentável e cada vez mais forte”, acrescenta Luiz Gustavo Braz Lage, vice-presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar do BB.

Plano Safra 2023/2024 e o Banco do Brasil

Neste Plano Safra, já foram contratadas mais de 307 mil operações que alcançaram 4.901 municípios em todas as regiões do país.

Destaque para os financiamentos destinados aos agricultores familiares (Pronaf) e aos médios produtores (Pronamp) que, somados, representam 63% do total das operações. O desembolso para essas linhas atingiu R$ 22 bilhões na atual safra e R$ 34 bilhões desde janeiro.

Na atual safra, estão sendo também implementadas ações no âmbito dos Circuitos de Treinamento e de Negócios Agro, que envolvem capacitação (treinamentos, assistência técnica, disseminação de boas práticas e tecnologias) durante as feiras agropecuárias, seminários e dias de campo, que alcançaram mais de 10 mil produtores e produtoras rurais de pequeno porte.

Além disso, tais iniciativas levam bons negócios para o campo e movimentação da economia de cada município, contando com as cinco carretas agro (agências móveis) que já percorreram, em 2023, 170 mil quilômetros em centenas de cidades do país.

Fonte: Money Times

BB quer acordo para encerrar briga que derrubou dividendos de fundo imobiliário

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O imbróglio judicial entre o Banco do Brasil (BBAS3) e o fundo imobiliário BB Progressivo (BBFI11) já dura mais de três anos, mas pode terminar ainda em 2023. Segundo o FII, o banco enviou uma proposta de acordo para encerrar a disputa — que começou com uma divergência sobre renovação de aluguel — fora dos tribunais.

De acordo com um fato relevante enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) na última terça-feira (28), o BB ofereceu até R$ 50 milhões para quitar todas e quaisquer obrigações com o fundo e encerrar cinco processos em andamento.

O primeiro deles foi aberto pelo próprio banco em 2020, quando ainda ocupava o imóvel CARJ, um centro administrativo no Rio de Janeiro que está no portfólio do BBFI11.

O contrato original entre as partes, que envolve nove blocos do edifício, foi firmado em 2015 e encerrou-se em outubro de 2020. Cinco meses antes, o banco ajuizou uma ação com o objetivo de renovar o aluguel de apenas dois blocos do conjunto. Já o fundo defendeu a renovação nos termos originais.

O processo ainda tramita na Justiça, mas o BBFI11 sofre os efeitos negativos em suas finanças desde 2021, quando o Banco do Brasil alegou que, em seu entendimento, o índice de reajuste daquele ano não seria devido e passou a pagar um valor menor que o previsto.

O FII obteve um parecever favorável sobre o tema na Justiça e considera a instituição financeira inadimplente, cobrando o valor total devido. No entanto, o BB decidiu em março deste ano que não iria mais esperar o fim da tramitação do processo e desocupou 100% do ativo.

O Banco do Brasil refutou, em nota enviada ao Seu Dinheiro na época, a informação de que exista inadimplência, “já que há um debate judicial em curso sobre o caso, inclusive com a realização da entrega das chaves em juízo”.

“Cabe destacar que a saída do CARJ se trata de decisão administrativa rotineira na gestão imobiliária, que buscou saídas amigáveis ao longo de todo o processo, mas que culminou na necessidade de entrega judicial do imóvel, sem qualquer inadimplência por parte do banco”, disse o BB.

Já BBFI11 destacou que a saída do banco representa um impacto de 55% em suas receitas e derruba de 60,9% para 14% a taxa de ocupação do portfólio, composto por dois empreendimentos. Os dividendos também sofrem com o impasse, que reduz a distribuição em R$ 28,24 por cota.

O outro imóvel que compõe seu portfólio, um prédio em Brasília, também está parcialmente locado para o Banco do Brasil, com contrato válido até janeiro de 2025.

Fundo imobiliário recebeu propostas para vender imóvel

Vale destacar que o acordo proposto pelo Banco do Brasil não é a única alternativa do fundo imobiliário: o BBFI11 também recebeu das propostas para vender o CARJ.

A primeira oferta veio da Cury no final de setembro e é de R$ 50 milhões, divididos em 12 parcelas iguais de R$ 4,16 milhões. No mês seguinte, a Sod Capital ofereceu R$ 55 milhões pelo imóvel a serem pagos em 18 parcelas mensais de pouco mais de R$ 3 milhões.

A cifra é 10% superior ao valor apresentado originalmente pela construtora. Mas a Cury melhorou sua oferta depois, subindo o valor total para R$ 65 milhões.

A Sod condiciona a realização do negócio à viabilidade do desenvolvimento de um empreendimento imobiliario no local. Já a Cury exige a inexistência de qualquer impedimento jurídico e ambiental que inviabilize a transação.

Além disso, o FII também foi procurado pela PaulOOctavio Investimentos Imobiliários para vender o outro edifício do portfólio — que ainda é ocupado pelo Banco do Brasil — por R$ 80 milhões.

A briga entre o FII e o BB, aliás, foi mencionada na proposta e é uma das apostas da PaulOOctavio para concretizar a venda.

“Cabe ressaltar que o contrato de locação hoje em vigencia com o BB, expira em 08/01/2025 e acreditamos ser muito difícil a renovação, haja visto a demanda judicial que está em curso”, diz o documento encaminhado ao fundo.

A decisão final sobre qual alternativa será escolhida será dos pouco mais de 7,7 mil cotistas do FII, que devem responder uma consulta formal sobre o tema até 13 de dezembro.

Fonte: Seu Dinheiro

MPF abre consulta pública sobre participação do BB na escravidão

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O Ministério Público Federal (MPF) abriu consulta pública para que pessoas, entidades e movimentos sociais possam se manifestar sobre inquérito que apura a responsabilidade do Banco do Brasil (BB) na escravidão no país. A ideia é que a população possa apresentar formas de reparação a serem adotadas pela instituição financeira.

As propostas podem ser enviadas pelos próximos 60 dias pelo e-mail prrj-prdc@mpf.mp.br ou diretamente pelo protocolo do MPF.

O MPF abriu inquérito em setembro deste ano para investigar o papel do banco estatal no tráfico de pessoas escravizadas durante o século XIX, a pedido de um grupo de professores universitários.

Em novembro, o banco publicou um comunicado com pedido de perdão ao povo negro pelo seu passado.

“Direta ou indiretamente, toda a sociedade brasileira deveria pedir desculpas ao povo negro por algum tipo de participação naquele momento triste da história. Neste contexto, o Banco do Brasil de hoje pede perdão ao povo negro pelas suas versões predecessoras e trabalha intensamente para enfrentar o racismo estrutural no país”, informa o banco, em seu pedido de perdão.

No mesmo comunicado, o banco anunciou uma série de ações afirmativas adotadas para valorizar servidores negros, financiar instituições do movimento de mulheres negras, fomentar a diversidade na mão de obra de seus fornecedores e apoiar eventos da cultura negra, entre outros.

O MPF considera o pedido de perdão do banco algo histórico por ter quebrado o silêncio de sua própria história. No entanto, segundo os procuradores da República que atuam no inquérito, nem o pedido de perdão nem as medidas anunciadas pelo banco são suficientes.

O MPF sugere, por exemplo, que o banco crie uma plataforma de pesquisas sobre o tema, financie iniciativas de histórias públicas e material didático de ampla divulgação, além de fazer um tratamento adequado de sua história oficial.

Os procuradores consideram positivo o fato de o banco ser presidido, pela primeira vez, por uma mulher negra, Tarciana Medeiros, mas destaca que a maioria do quadro de lideranças do banco ainda é formada por pessoas brancas. Por isso, segundo o MPF, é importante que o banco adote processos internos que lidem com essa situação.

Além disso, o MPF considera ser importante haver uma discussão com a sociedade brasileira sobre um plano de reparação, por isso decidiu pela abertura da consulta pública.

O MPF também deu um prazo de 20 dias para que o BB apresente respostas para questões ainda não respondidas no inquérito, como a existência de pesquisas financiadas pelo banco que detalhem e aprofundem a discussão sobre a sua própria história. Os procuradores também marcaram, para o próximo dia 11, uma reunião com a direção executiva do banco, em Brasília.

Por meio de nota, o BB informou que já tinha confirmado sua participação na reunião com o MPF, no dia 11. “O BB já vem debatendo com entidades públicas e privadas e movimentos negros, em especial por intermédio do Ministério da Igualdade Racial, e implementando um amplo conjunto de medidas concretas pela igualdade racial, de gênero e em prol da diversidade. A relação completa das iniciativas da empresa pode ser encontrada em página do BB. Em sua carta aberta aos movimentos negros, o BB também reafirmou seu compromisso com o combate ao racismo e a prioridade que o assunto assume na organização”, diz a nota do banco.

Fonte: Agência Brasil

‘Pedido de perdão não é suficiente’, diz MPF sobre papel do BB na escravidão

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No inquérito que apura a responsabilidade e participação do Banco do Brasil na escravidão, o Ministério Público Federal (MPF) afirmou que o pedido de desculpas do BB é histórico, mas não é suficiente.

“Se, por um lado, é inadmissível que convivamos com o apagamento e o silêncio ante essa tragédia histórica, mostra-se fundamental, por outro, que não nos limitemos a um mero pedido de desculpas, por melhores que sejam as intenções”, destaca o despacho.

O documento da última sexta-feira 1º é assinado pelos procuradores regionais dos direitos do cidadão Julio José Araujo Junior, Jaime Mitropoulos e Aline Mancino da Luz Caixeta.

“O pedido de desculpas já foi realizado, com ótima recepção de toda a sociedade brasileira. Mas não pode ser a única medida”, completa.

A afirmação dos procuradores acontece após a presidente do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros, pedir perdão ao povo negro pela atuação da entidade durante a escravidão.

Em comunicado apresentado durante audiência pública para tratar do tema, o banco também divulgou um conjunto de medidas com o objetivo de promover a igualdade e a inclusão étnico-racial e combater o racismo estrutural no país.

O MPF solicitou ainda a manifestação do Banco do Brasil, no prazo de 20 dias, acerca de questões que ainda não foram esclarecidas, como a existência de pesquisas financiadas pelo banco que detalhem e aprofundem a discussão sobre a sua própria história.

O despacho determinou também o agendamento de reunião com a direção executiva do banco.

Relembre o inquérito

Em novembro, o MPF instaurou um inquérito civil que apura a responsabilidade da instituição financeira na escravidão. Um estudo, elaborado por 14 pesquisadores de universidades brasileiras e americanas mostra que o banco apoiou o comércio de negros escravizados.

Os pesquisadores apontam que havia “vínculos diretos entre traficantes e o capital diretamente investido em ações do Banco do Brasil”.

Além disso, acrescenta que “a instituição também se favoreceu da dinâmica de circulação de crédito lastreada na propriedade escrava que imperou ao longo de toda a primeira metade do século XIX”.

Fonte: Carta Capital

Novo Feas: cálculo da contribuição em dezembro/2023

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Conforme previsto no Regulamento do plano, no mês dezembro a contribuição do Novo Feas tem valor diferente dos demais meses, pois o cálculo considera também o valor do 13º salário.

Essa regra foi estabelecida com o intuito de diluir a contribuição anual dos beneficiários numa maior quantidade de parcelas (13 em vez de 12), amenizando o impacto no valor das contribuições mensais dos beneficiários.

Ratificamos ainda que eventuais valores de coparticipação não são considerados neste cálculo.

Em caso de dúvidas, entre em contato pelo Fale Conosco!

Fonte: Economus

CASSI convida novos funcionários BB a aderirem ao Plano de Associados

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A CASSI apresentou o plano exclusivo dos funcionários do Banco do Brasil aos mais de 150 que tomaram posse na Diretoria de Tecnologia nesta terça-feira, 5/12, em eventos realizados em Brasília e São Paulo capital. Em Brasília, o diretor de Administração e Finanças, Hugo Brandão, falou das vantagens do CASSI Associados, que tem abrangência nacional e cobertura superior ao estabelecido pelo órgão regulador e aos planos de mercado em geral. Considerado um dos principais benefícios para o funcionalismo BB, a CASSI oferece, por exemplo, custeio de medicamentos de uso contínuo para esse público e inclusão de dependentes diretos.

O diretor destacou ainda a oferta de serviços próprios (CliniCASSI), como um dos diferenciais da CASSI, que estão sendo reformadas para dar maior conforto e acolhimento, e apresentou os outros três planos de saúde disponíveis para parentes: CASSI Família e CASSI Essencial, com abrangência nacional, e CASSI Vida, regional disponível em 11 capitais do País. A apresentação na Capital federal contou também com a participação do gerente de Gestão de Planos, Marcelo Fava. Em São Paulo, foi feita pelo gerente da Unidade CASSI no Estado, Marcelo Callai Costa Beber, e pela gerente de Marketing, Carol Lopes.

Nesta quarta-feira, profissionais da CASSI estarão novamente com os novos funcionários da tecnologia do BB, nas duas cidades, para tirar dúvidas e auxiliar no processo de adesão e inclusão de dependentes. Só neste ano, mais de 1,8 mil novos funcionários aderiram ao CASSI Associados imediatamente após as cerimônias de posse que iniciaram em setembro e seguiram nos meses de outubro e novembro, para cargos de tecnologia e de agentes comerciais do BB, permitindo ainda a entrada de 515 dependentes diretor – não estão somados os que solicitaram adesão nesta terça-feira.

Fonte: Cassi

Previ conquista o Selo de Empresa Pró-Ética pelo segundo biênio

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Pelo segundo biênio, as práticas de integridade adotadas pela Previ foram reconhecidas em evento promovido pela Controladoria-Geral da União (CGU) no Teatro das Artes, em São Paulo. Na edição 2022-2023 do Pró-Ética, 299 empresas se inscreveram no Programa, 254 preencheram os pré-requisitos para avaliação de seus Programas de Integridade e apenas 84 foram aprovadas e reconhecidas como Empresa Pró-Ética.

O resultado foi anunciado em evento realizado no Dia da Integridade Empresarial, última quinta-feira, 30 de novembro, e contou com a presença do diretor de Seguridade Wagner Nascimento e a gerente de Gestão de Riscos e Compliance da Previ, Ana Cristina Dias. Também estavam presentes o Ministro da CGU, Vinícius de Carvalho, e o Secretário de Integridade Privada da CGU, Marcelo Pontes Viana, além de outras autoridades do governo federal.

O evento foi dividido em dois momentos: pela manhã houve palestras e debates sobre integridade empresarial; e pela tarde a premiação das empresas aprovadas no Pró-Ética 2022-2023. Na Central de Painéis é possível verificar todas as empresas que foram avaliadas e os parâmetros, dentre outras informações. Confira o evento na íntegra no canal da CGU no YouTube.

Para o diretor Wagner Nascimento, a integridade é um valor que já nasceu com a Previ e faz parte do seu DNA. “Enquanto investidora institucional, nós, na Previ, estamos cientes e focados em cumprir o nosso papel em prol de um ambiente de negócios pautado pela ética e pela integridade. Pensar, promover e defender esses valores é vital para a sustentabilidade da Previ no longo prazo e para o desenvolvimento do mercado brasileiro”, afirmou.

Para a gestora Ana Cristina Dias, a solidez do Programa de Integridade da Previ é um ponto fundamental para essa conquista: “Temos na Previ um conjunto de ações voltadas para o fortalecimento da cultura ética. Em 2014, quando entrou em vigor a Lei Anticorrupção, estruturamos essas iniciativas por meio do Programa de Integridade e, desde então, revisamos periodicamente as práticas adotadas para promover o aprimoramento constante das medidas de prevenção, detecção e resposta a irregularidades e assegurar a efetividade do Programa. O selo é um reconhecimento externo do nosso esforço e um estímulo para avançarmos ainda mais”.

Lançado em 2010, o Pró-Ética busca incentivar nas empresas a adoção de políticas e ações que reduzam os riscos de ocorrência de fraude e de corrupção; e aumentar a confiança nas relações entre o setor público e o setor privado. É um compromisso com a ética empresarial, assumido voluntariamente pelas corporações.

Fonte: Previ

Diretores de bancos ganham mais de R$ 1,5 milhão por mês

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Quanto ganha um executivo no Brasil? Qual setor paga mais? Segundo o “Estudo de Remuneração” anual realizado pela consultoria Michael Page, diretores de bancos lideraram os ganhos em 2023. O cargo com o maior salário foi o de diretor executivo de Produtos em fintechs e instituições de pagamento: R$ 1,58 milhão por mês.

O segundo e terceiro lugares também pertencem ao setor de bancos, com um salário de R$ 1,5 milhão para o diretor executivo Comercial e R$ 1,3 milhão para CEO regional em criptomoedas. Os valores incluem a parte variável do salário, que são bônus além da remuneração básica. O salário fixo do diretor executivo de produtos, por exemplo, é de R$ 81 mil, mas pode passar R$ 1,5 milhão quando se consideram esses benefícios.

Os dados para este estudo foram coletados ao longo dos últimos meses por meio de entrevistas conduzidas por consultores da Michael Page, durante as quais os profissionais informavam seus salários. Além disso, foram consideradas as informações sobre a remuneração dos profissionais fornecidas pelas empresas.

A pesquisa abrangeu 15 setores econômicos: bancos e serviços financeiros, engenharia e manufatura, agronegócio, finanças, saúde e ciências, propriedade e construção, legal (advocacia), marketing e digital, recursos humanos, secretariado e administrativo, seguros, operações e supply chain, tecnologia da informação, varejo e vendas.

Logo abaixo do setor de bancos, que lidera em termos de salários mais altos, encontra-se a área de seguros, onde as remunerações atingem R$ 635 mil para diretor Comercial e R$ 611 mil para diretor de Produtos e diretor de Operações.

As faixas salariais apresentadas representam a média do mercado nacional, variando até R$ 2 mil para cima ou para baixo, considerando salário bruto mensal. Esses valores representam remuneração paga em grandes empresas, com receita acima de R$ 300 milhões por ano.

Os salários mencionados não incluem remuneração variável, stock options (opções de ações, em que o executivo recebe ações como parte do salário e se torna sócio da empresa) e demais benefícios. No contexto de salários em instituições financeiras e serviços, o montante citado representa a remuneração global, incorporando bônus vinculados ao desempenho.

Fonte: Terra

Associado AGEBB tem desconto de até R$ 13,2 mil na compra de Chevrolet 0Km

Publicado em: 01/12/2023

Você, associado da AGEBB, já pensou em comprar um carro 0Km com desconto que pode ir de R$ 2 mil até R$ 13,2 mil? Pois isso é possível com a AGEBB, por meio da parceria com a Chevrolet a partir do programa Amigos Chevrolet. Os valores de desconto variam de acordo com o modelo do veículo selecionado.

Por meio do programa Amigos Chevrolet, os associados têm direito a uma carta bônus com descontos na compra de veículos 0 Km. Para obtê-la, basta entrar em contato com a secretaria da AGEBB através do e-mail agebb@agebb.com.br ou pelo telefone (11) 3104-4441. No momento da compra de seu carro novo é necessária a apresentação da carta. E esse desconto se soma ao obtido na negociação realizada com a concessionária. 

O valor do benefício será mensalmente atualizado e não representará alteração de carga tributária. Dessa forma, os tributos deverão ser recolhidos pelo contribuinte ou responsável, nos termos da legislação tributária vigente.

Fonte: AGEBB

BB lança programa para identificar funcionários negros para postos de liderança

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O Banco do Brasil lança nesta quarta-feira, 29, o programa Raça é Prioridade, que vai identificar funcionários pretos e pardos com perfil de liderança. O objetivo é buscar até 150 pessoas que possam ocupar funções de gerente executivo, superintendente estadual, superintendente comercial e regional, gerente de soluções e gerente de equipe na sede.

A iniciativa é parte da agenda de diversidade do banco, liderada pela presidente, Tarciana Medeiros, primeira mulher e negra a comandar o BB nos 215 anos de história do banco. A ideia é formar um banco de talentos com pessoas negras, em uma ação afirmativa para driblar barreiras e preconceitos de raça nesse tipo de seleção.

O programa funcionará de forma similar a outras iniciativas de identificação de talentos da instituição, com a avaliação de entrega de resultado e de comportamentos que estejam alinhados à estratégia corporativa. As regras foram divulgadas internamente hoje.

“Sinto um imenso orgulho de poder dizer que o Banco do Brasil está de fato comprometido em ser mais plural, mais consciente de sua força negra e de todas as etnias e grupos”, diz Medeiros, em nota. “Desde minha posse, temos anunciado de forma recorrente ações concretas e estruturadas para promover a igualdade racial e combater o racismo”, afirma ela, que diz ainda que o banco precisa agir de maneira proativa, e não apenas de acordo com a legislação.

Ainda de acordo com a presidente do banco, o BB se alinha a um movimento amplo de conscientização da sociedade sobre o envolvimento necessário no combate ao racismo, e na promoção da igualdade racial.

A vice-presidente Corporativa da instituição, Ana Cristina Rosa Garcia, afirma que o programa foi criado a partir da escuta de grupos internos e da consulta a especialistas. “Nas nossas funções de liderança ocupadas por pessoas negras, atualmente são aproximadamente 24% e um dos nossos objetivos é evoluir de maneira mais célere nesses porcentuais”, diz.

Fonte: Broadcast Estadão

Economus Futuro tem revisão de custeio trimestral

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Os estudos técnicos que orientam a revisão de custeio trimestral do Economus Futuro demonstraram que houve crescimento das despesas, em decorrência da quantidade de internações de longa permanência.

A manutenção do equilíbrio financeiro do plano é uma prioridade que visa assegurar a sustentabilidade e a garantia de atendimento com qualidade. As revisões trimestrais do valor da cota propiciam condições de ajustes ao longo do tempo, observando o comportamento das despesas, da movimentação de beneficiários e da reserva de capital sob risco.

Assim, diante do cenário e, observando os resultados dos estudos técnicos, foi aprovado um ajuste no valor da cota, para o trimestre de dezembro/2023 a fevereiro/2024, que passa de R$ 360,93, para R$ 414,19. Uma variação de 14,76%.

Com isso, o plano terá novos valores de contribuição, iniciando em dezembro de 2023.

O Economus Futuro foi criado como alternativa para a manutenção da assistência à saúde para os aposentados, tendo como prioridade o equilíbrio financeiro e como características ser um plano coletivo por adesão, com formação de preço pós-estabelecida, individual e por faixa etária, com revisão trimestral do valor da cota que forma a tabela de contribuições.

Os principais motivos que levaram à necessidade do ajuste no valor da cota foram:

– Número de beneficiários: comparado ao último estudo, o Economus Futuro apresentou diminuição de 6,2% no número de pessoas inscritas, totalizando 1.175 em setembro de 2023. Esse número representa 24,8% da quantidade prevista à época do lançamento;

– Despesas Assistenciais: gastos impulsionados pela inflação médica e pelo aumento das internações de longa permanência, principalmente no mês de setembro de 2023.

O Economus destaca o cenário de evolução dos custos dos eventos médicos, que tem impactado o mercado de saúde em geral, impulsionados pela inclusão de novas tecnologias, pela reorganização do setor e pela ampliação do rol de cobertura dos planos de saúde, ressaltando o compromisso do Instituto com a eficiência na gestão e a busca por soluções que assegurem a manutenção da cobertura assistencial aos beneficiários.

Fonte: Economus

Lideranças de funcionários da ativa e aposentados se reúnem em Brasília

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Na tarde da quinta-feira (23 de novembro), a ANABB recebeu colegas da ativa e aposentados que se uniram para discutir temas de interesse do funcionalismo. Eles fazem parte dos Grupos de Assessoramento Temáticos (GATs).

Os grupos tratam sobre temas como assistência à saúde, previdência, diversidade, inclusão social e elencam sugestões que podem ser trabalhadas pela Diretoria Executiva. Previstos no estatuto, os GATs prestam importante serviço de assessoramento, ou seja, todas as conversas e sugestões levantadas subsidiam nas tomadas de decisão dos conselhos.

Confira a composições desses importantes grupos:

Grupo 1 – RELAÇÕES INSTITUCIONAIS E COMUNICAÇÃO

Carlos Luiz Teixeira Ribeiro - Conselheiro deliberativo
Cláudio Pacheco de Morais - Conselheiro deliberativo
José Antônio dos Santos - Conselheiro deliberativo
Genildo Ferreira dos Reis - Conselheiro fiscal
Eduardo Pulier Gonçalves - Eleito Pós 98
Marcos Maia Barbosa - Notório Saber

Grupo 2 – CIDADANIA E RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL

Antônio Cladir Tremarin - Conselheiro deliberativo
Aparecida Gomes de Medeiros - Conselheira deliberativa
Célia Maria Xavier Larichia - Conselheira deliberativa
Vilara Aguiar dos Reis Martins - Eleita Pós 98
Saul Mário Mattei - Notório Saber

Grupo 3 – SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA

Adelmo Vianna Gomes - Conselheiro deliberativo
Carlos Antônio Soares - Conselheiro deliberativo
Denise Lopes Vianna - Conselheira deliberativa
Thiago Eloi Onofre - Eleito Pós 98
Maria do Céu Brito - Notório Saber

Grupo 4 – RELAÇÕES TRABALHISTAS E SINDICAIS

Pedro Paulo Paim Portela - Conselheiro deliberativo
Waldenor Cezário Mariot - Conselheiro deliberativo
Helberth Avila de Souza - Eleito Pós 98
David Zaia - Notório Saber
Fernanda Lopes de Oliveira - Notório Saber

Grupo 5 – PREVIDÊNCIA E PREVI PLANO 1

Antônio José de Carvalho - Conselheiro deliberativo
Cecília Mendes Garcez Siqueira - Conselheira deliberativa
Haroldo do Rosário Vieira - Conselheiro deliberativo
Isa Musa de Noronha - Conselheira deliberativa
Luiz Carlos Teixeira - Notório Saber

Grupo 6 – PREVIDÊNCIA E PREVI FUTURO

Ana Lúcia Landin - Conselheira deliberativa
Anaya Martins de Carvalho - Conselheira deliberativa
Flavia Casarin Nunes - Conselheira fiscal
Renata Demarchi Carvalho - Eleita Pós 98

Grupo 7 – ANABB E SEUS PRODUTOS E SERVIÇOS

Antilhon Saraiva dos Santos - Conselheiro deliberativo
Cláudio José Zucco - Conselheiro deliberativo
Oseas Silva de Sousa - Conselheiro fiscal
Thiago Noleto de Pádua - Eleito Pós 98
Paulo Roberto Saletti Costa - Notório Saber
Saulo Sartre Ubaldino    Notório Saber

Grupo 8 – DIVERSIDADE E INCLUSÃO SOCIAL

Francisco Alves e Silva - Conselheiro deliberativo
Mércia Mª Nascimento Pimentel - Conselheira deliberativa
Higho Roberto Andrade Freire - Eleito Pós 98
Íris Carvalho Silva - Notório Saber
Priscilla Reis de Sá - Notório Saber

Fonte: Agência ANABB

BB e Contag celebram acordo para beneficiar produtores rurais

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O Banco do Brasil e a Contag (Confederação Nacional dos Trabalhadores Rurais e Agricultores e Agricultoras Familiares) celebraram nesta segunda-feira, 27, Acordo de Cooperação Técnica para a elaboração e a implementação de ações voltadas aos produtores familiares assistidos pelos sindicatos rurais e federações vinculados à Confederação. Ao todo, mais de 15 milhões de trabalhadores poderão ser beneficiados.

Por meio do Acordo, será viabilizado o compartilhamento de conhecimentos, experiências e ferramentas como forma de promover a expansão da assistência creditícia no âmbito do PRONAF-Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar, estando previsto plano de trabalho para acompanhamento das iniciativas e avaliação de resultados.

O Acordo foi firmado pelo presidente da Contag, Aristides Santos, e pelo vice-presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar do BB, Luiz Gustavo Braz Lage, durante a abertura da Assembleia Geral Ordinária da Confederação e em meio à celebração dos 60 anos da Contag.

“O Acordo está alinhado à diretriz do BB de estabelecer parcerias para reforçar e ampliar a assistência creditícia aos produtores e produtoras da agricultura familiar e a oferta de produtos e soluções para atendimentos de suas necessidades, incluindo também capacitação e disseminação de boas práticas, tecnologias e assistência técnica, contribuindo assim para a melhoria de vida e renda no campo” explica Lage.

Mais de R$ 11 bilhões para a agricultura familiar na safra 2023/24

Até a última segunda-feira (27), o Banco do Brasil havia desembolsado mais de R$ 11,7 bilhões em financiamentos para a agricultura familiar nesta safra 2023/24. Foram R$ 6,6 bilhões para as operações de custeio e R$ 5,1 bilhões para investimentos, em 159 mil contratos, representando mais da metade de todos os contratos de empréstimos do BB na safra 2023/24. Outros R$ 4,2 bilhões estão em fase de análise e contratação para desembolsos no curto prazo no âmbito do Pronaf.

Tarciana Medeiros, presidenta do BB, diz que o Banco reafirma sua capacidade em conciliar sua atuação comercial com o apoio na atuação em políticas públicas em prol do desenvolvimento social e econômico, em todas as regiões brasileiras. “Ao atuarmos com protagonismo na agricultura familiar, estamos levando recursos para famílias de brasileiras e brasileiros pretos, pardos, indígenas, quilombolas e demais pequenos produtores rurais. É uma das várias formas de atuação prática do Banco, em parceria com o governo, em prol da igualdade social e racial no Brasil.”, afirma a presidenta.

Considerando o ano de 2023 até agora, os desembolsos no Pronaf superam o volume do mesmo período do ano anterior, mesmo levando em conta que os custos de produção na atual safra apresentam redução média em torno de 25% em relação à safra anterior. Recentemente, houve um ajuste na nomenclatura da vice-presidência e da diretoria de Agronegócios para evidenciar esse foco também nos pequenos produtores. O movimento conta também com iniciativas para aprimoramento de processos e aumento do potencial de geração de negócios junto ao segmento. As unidades são chamadas agora de vice-presidência e diretoria de Agronegócios e Agricultura Familiar.

Para o Ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira, “esse convênio entre o BB e a Contag, instituições parceiras da Agricultura Familiar, certamente vai concretizar oportunidades para mudança de realidades e de vidas das pessoas do campo, ampliando e democratizando a distribuição de recursos do Pronaf, em linha com as políticas do Governo Federal, fazendo o crédito chegar também com mais tempestividade e representatividade em municípios do Norte, Nordeste e Centro do País. E é sempre bom lembrar que aproximadamente 70% dos alimentos consumidos pelos brasileiros vêm da Agricultura Familiar, que traz inúmeros benefícios sócio-econômicos e ambientais, como segurança alimentar, geração de emprego e renda, produção com diversidade de alimentos mais saudáveis, orgânicos e agroecológicos”.

A parceria com o Banco do Brasil, quando a entidade completa 60 anos, é um marco na história do Sistema Confederativo Contag, pois se trata de ampliar e fortalecer a execução do Pronaf em todos os cantos do País, por meio de nossas Federações e Sindicatos. O agricultor e agricultora familiar terão mais pontos de acesso ao crédito para melhorar sua capacidade de produzir e comercializar. O Banco do Brasil já é o maior executor do Pronaf, mas iremos a outro patamar em equilíbrio de recursos para todas as regiões, avançando em linhas geralmente pouco acessadas, como Pronaf Mulher, Jovem, Agroecologia e Pronaf Produtivo Orientado – PPO”, declarou Aristides Santos, presidente da Contag.

Fonte: Banco do Brasil

Gilmar Wanderley, agora ex-Previ, assume Gerência Geral da UPE no BB

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Gilmar Wanderley, que era Executivo de Mercado de Capitais da Previ, tomou posse em 20 de novembro, como Gerente Geral da Unidade de Participações e Parcerias Estratégicas (UPE), antiga UGE, no Banco do Brasil.

“O Gilmar é um profissional muito qualificado. É um orgulho para a Previ vê-lo assumir um novo desafio, em que poderá aplicar o seu conhecimento para melhorar ainda mais a parceria do Banco do Brasil com todas as Entidades Ligadas ao Banco do Brasil, à frente da Unidade de Participações e Parcerias Estratégicas”, afirmou Cláudio Gonçalves, diretor de Investimentos da Previ. “Essa nomeação é mais uma prova da valorização e competência do nosso corpo técnico e executivo e reforça, mais uma vez, os talentos da Previ. Desejamos muito sucesso ao Gilmar”, concluiu.

Estou muito feliz com o convite para ser Gerente Geral da Unidade de Participações e Parcerias Estratégicas. São quase 20 anos de BB e Previ, além da experiência na BB Asset ainda muito jovem como estagiário. Sou muito grato por toda essa experiência e pela oportunidade de levar uma visão aprofundada da Previ, dos investimentos no segmento de previdência e da nossa gestão para o conglomerado BB. Já vou com alguns deveres de casa e com muita vontade de fazer a diferença, levando todo o conhecimento que adquiri em minha trajetória. Quero fazer um agradecimento especial a todos os colegas e dizer que levo um pouquinho de cada um junto comigo.”, afirmou Gilmar.

Gilmar é graduado em Ciências Econômicas, pós-graduado em Gestão de Previdência e possui Mestrado em Engenharia de Produção com ênfase em Planejamento, Gestão e Finanças Empresariais, todos cursados na Universidade Federal Fluminense – UFF. Foi estagiário da BB Asset de maio de 2001 a maio de 2002 prestando consultoria sobre fundos de investimento à rede de agências e aos clientes. Tomou posse no Quadro Próprio da Previ em maio de 2002 na Getec, onde atuou até 2004 realizando avaliação de empresas, principalmente, nos setores de telecomunicações, petróleo e petroquímico. Logo em seguida, após prestar concurso, tomou posse no BB na agência Jacarepaguá. Em junho de 2005, voltou à Previ, por meio do contrato de cessão, realizando o acompanhamento das empresas participadas na Gepar. onde trabalhou em diversas reestruturações societárias da carteira de participações, com destaque para a listagem das ações da Vale no Novo Mercado da Bovespa e formalização do novo acordo de acionista, que proporcionou uma maior liquidez para as ações detidas pela Previ. Em 2020, assumiu como Gerente Executivo na Getec (Gerencia de Análises Técnicas) e atualmente estava na Gecap (Gerência de Gestão de Renda Variável e Middle Office).

Fonte: Previ

Banco do Brasil de Guaxupé completa 100 anos de fundação

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A Agência do Banco do Brasil de Guaxupé completou neste mês de novembro 100 anos de fundação. A agência bancária na cidade foi a 64ª aberta em todo o país e a terceira mais antiga da instituição no Sul de Minas. A solenidade de celebração do centenário aconteceu na manhã desta quinta-feira (30) e contou com a presença de autoridades como o prefeito Heber Hamilton Quintella, o juiz Milton Biagioni Furquim, ex e atuais funcionários do banco e clientes.

O gerente de Agronegócios da Superintendência de Minas Gerais do BB, Bruno Gonçalves, esteve presente na solenidade e destacou a importância da Agência Guaxupé.

“Vocês não têm ideia da importância que essa agência tem para a Superintendência Estadual do Banco do Brasil. Estamos falando da 64ª agência aberta pelo Banco do Brasil em todo o nosso país. São poucas as agências que nós temos que são centenárias. Falo não só do banco como instituição, como todas as instituições financeiras”, disse Gonçalves.

O ex-gerente geral da agência Guaxupé, Edson Dias Leite, relembrou a história do banco na cidade.

“Eu tomei posse no banco em 1971, aqui na agência, sou de Guaxupé e passei por algumas solenidades: os 50 anos, em 73, depois os 75 anos, eu era o gerente estava aqui e agora estamos tendo a felicidade de ver o centenário da Agência. Somos eu e mais alguns colegas que estão aqui. É um momento de gratidão”, ressaltou.

A agência guaxupeana do Banco do Brasil foi inaugurada em 1923. O primeiro prédio a abrigar o Banco é o prédio histórico onde atualmente está a Prefeitura de Guaxupé. Os italianos construíram o prédio entre os anos de 1920 e 1923, para abrigar o banco, uma vez que era muito expressivo o volume de dinheiro advindo da cafeicultura.

Desde 1973, o BB esta instalado no atual prédio, na Avenida Conde Ribeiro do Vale.

O Banco do Brasil foi criado em 12 de outubro de 1808, por meio de um alvará do príncipe regente D. João. Inicialmente, o capital de mil e duzentas ações com valor de um conto de réis cada uma foi aberto ao público, com o objetivo de subscrever estas ações aos endinheirados da época.

Em 11 de dezembro de 1809, a primeira agência do Banco do Brasil começou a operar, no Rio de Janeiro. D. João pediu aos governadores das capitanias que procurassem acionistas para o Banco, esforço este que foi em vão, pois no fim de 1812, apenas 126 ações tinham sido subscritas. Em 1817 a oferta pública foi encerrada.

Com o financiamento integral do Banco do Brasil, em 1819 foi construída a sede para a Bolsa de Valores no Rio de Janeiro. Em 1821, o Banco, em crise, sofre com o grande saque feito pela família Real antes de seu retorno a Portugal.

Com a fusão do Banco do Brasil com o Banco Comercial do Rio de Janeiro, em 1853, o capital do Banco aumentou consideravelmente. Tal fusão ocorreu graças à liderança do Visconde de Itaboraí em relação à legislação. Por isso, o Visconde de Itaboraí é considerado o fundador do Banco do Brasil atual. No ano seguinte foi realizado o primeiro concurso público para o cargo de escriturário. Em 1863, o Banco do Brasil era o único órgão emissor do país, o que durou até 1866.

Na região Sul de Minas, as primeiras agências as serem aberta foram a de Três Corações (12ª do Brasil); Varginha (32ª) e Guaxupé (64ª).

Fonte: Portal da Cidade de Guaxupé

BB lança edital de projetos socioeconômicos voltados às mulheres negras

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O Banco do Brasil lançou, nesta semana, via Fundação BB, o Edital de Seleção Pública de Projetos voltados ao Empoderamento Socioeconômico das Mulheres Negras, que disponibiliza um total de R$ 12 milhões para aplicação em ações voltadas ao público-alvo residente na cidade e no campo e em situação de vulnerabilidade e exclusão social.

Participam da seleção pública projetos que tenham orçamento individual total entre R$ 200 mil e R$ 250 mil. Poderão se inscrever organizações sem fins lucrativos, de direito privado, legalmente constituídas no país, atuantes no terceiro setor e que possuam mulheres negras no quadro diretivo. Além disso, as propostas devem estar alinhadas aos seguintes eixos temáticos:

  • Mulheres Negras Rurais e Urbanas – Empoderamento social, cultural e educacional;
  • Mulheres Negras Rurais – Empoderamento e empreendedorismo;
  • Mulheres Negras Urbanas – Empoderamento e empreendedorismo.

As inscrições começaram no dia de 28 de novembro de 2023 e vão até 19 de fevereiro de 2024, pelo e-mail editalmulheresnegras@fbb.org.br.

A criação do Edital de Seleção Pública de Projetos voltados ao Empoderamento Socioeconômico das Mulheres Negras é fruto de um Protocolo de Intenções assinado entre o Banco do Brasil e o Governo Federal, por meio do Ministério da Igualdade Racial, em julho deste ano, que prevê a troca de experiências e o apoio mútuo para fixar diretrizes e ampliar ações afirmativas de raça e gênero, promovendo o respeito à diversidade.

“O objetivo desta seleção pública é ampliar a capacidade produtiva e criativa de mulheres negras empreendedoras, dentro de um propósito maior de redução de desigualdades sociais, combate ao racismo e promoção da igualdade racial. É mais ação concreta e efetiva que entregamos para a população negra, no âmbito do protocolo de intenções que assinamos com o MIR, em julho de 2023.”, explica Tarciana Medeiros, presidenta do Banco do Brasil.

A concepção do edital contou com a realização, em outubro, da Oficina de Consulta Participativa para Elaboração de Edital para Empoderamento Socioeconômico das Mulheres Negras, que recebeu representantes da sociedade civil, de movimentos sociais e de grupos e coletivos para a realização de debates técnicos e palestras que subsidiaram a elaboração da seleção pública. Com a participação de representantes do Governo Federal e funcionárias do grupo de diversidade do Banco do Brasil, a oficina coletou insumos para o desenvolvimento estratégico dos temas e eixos do edital de forma participativa e representativa.

“O lançamento do edital é uma ação promovida pela Fundação BB em apoio à diversidade e à inclusão racial, voltada especialmente a pessoas que integram público priorizado pela instituição formado, entre outros, por mulheres e jovens de comunidades tradicionais, catadoras, ribeirinhas, quebradeiras de coco babaçu, agricultoras familiares, integrantes de coletivos urbanos.”, detalha Kleytton Morais, presidente da Fundação Banco do Brasil.

O lançamento do Edital de Seleção Pública de Projetos voltados ao Empoderamento Socioeconômico das Mulheres Negras destaca o relevante papel desempenhado pela Fundação BB para o desenvolvimento social por meio do apoio ao público em situação de vulnerabilidade, propiciando oportunidades de serem estabelecidas novas parcerias visando a melhoria das condições de vida das mulheres negras da sociedade brasileira. Além disso, consolida o protagonismo do Banco do Brasil na atuação da temática da igualdade racial e de gênero como importante agente de promoção do desenvolvimento social do país.

Edital:: https://www.fbb.org.br/pt-br/component/k2/conteudo/edital-de-selecao-publica-n-2023-012-empoderamento-socioeconomico-das-mulheres-negras

Fonte: Banco do Brasil

Fundação BB resgata o “Projeto Memória Lélia Gonzalez: Caminhos e Reflexões Antirracistas e Antissexistas”

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A Fundação Banco do Brasil anuncia no dia 27 de novembro, o resgate do “Projeto Memória Lélia Gonzalez: Caminhos e Reflexões Antirracistas e Antissexista”. Com previsão de início em dezembro de 2023 e término em outubro de 2026, o projeto vai ser desenvolvido em todas as regiões do Brasil nas seguintes cidades: Brasília (DF), Salvador (BA), São Luís (MA), Porto Alegre (RS), Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG) e Belém (PA).

A proposta objetiva, através do legado de Lélia Gonzalez, fomentar estratégias de reflexão e conscientização sobre a estrutura e o funcionamento do racismo e sexismo na sociedade. A iniciativa visa incentivar educandos, educadores, gestores e demais indivíduos a reconhecer, criticar e combater atitudes racistas e sexistas em seu cotidiano.

“Ao promover a releitura do Projeto Memória de Lélia Gonzalez, a Fundação BB contribui para o compromisso do Banco do Brasil de reconhecimento e valorização da diversidade étnico-racial brasileira, por meio de práticas pedagógicas inclusivas.”, comenta a presidenta do BB, Tarciana Medeiros.

A Fundação Banco do Brasil vai aportar cerca de 3,5 milhões de reais para essa iniciativa. Segundo o presidente da Fundação BB, Kleytton Morais, idealizar este projeto é manter viva a lembrança de Lélia e toda a sua dedicação à temática. “Lélia é e continuará sendo o grande exemplo que inspira o labor desta geração de guerreiras, que marca e demarca a trajetória da luta contra o racismo e o sexismo no Brasil. Ao legado de Lélia Gonzalez, o movimento negro e o Brasil devem muito.”, afirmou o presidente da Fundação BB.

Trajetória de Lélia Gonzalez

Lélia Gonzalez (1935-1994) emergiu como uma das vozes mais proeminentes na abordagem da questão racial, destacando-se por sua rara perspicácia e objetividade ao denunciar a situação da população negra no Brasil. Natural de Minas Gerais, Lélia passou a maior parte de sua vida no Rio de Janeiro. Sua significativa obra acadêmica e seu engajamento como militante não apenas estimularam o diálogo sobre a problemática racial no Brasil, mas também exploraram, principalmente, dois temas interligados: a ideologia do branqueamento e seus impactos, assim como a dupla exposição enfrentada pela mulher negra, sujeita à discriminação tanto racial quanto de gênero.

Projeto Memória

O Projeto Memória foi um programa criado pela Fundação Banco do Brasil que busca resgatar e preservar a vida, pensamento, obra e fatos marcantes que contribuíram significativamente para a transformação social e construção da cultura brasileira. Importantes personagens brasileiros negros já foram homenageados pelo programa, entre eles Lélia Gonzalez, João Cândido, Marechal Rondon, e Josué de Castro, com o objetivo de resgatar, difundir, e preservar a memória cultural brasileira. Lélia Gonzalez foi a última homenageada na edição do Memória realizado em 2015. O projeto, retomado agora, em 2023, vai promover estratégias de reflexão e conscientização sobre a estrutura e o funcionamento do racismo e sexismo na sociedade, estimulando estudantes, professores, gestores das áreas de educação e cultura, e formadores de opinião. A perspectiva é fomentar a crítica e o combate a atitudes racistas a partir da identificação/reconhecimento destas manifestações no cotidiano. A revitalização do Projeto Memória Lélia Gonzalez, originalmente lançado em 2013, vai destacar e valorizar a trajetória da homenageada e seu legado nos campos da história, cultura, ativismo e consciência social. Serão produzidos livros e audiolivros, além de formulação de site do projeto para apoiar atividades em salas de aula de escolas de diversas capitais em todas as regiões do Brasil, como Brasília, Salvador, São Luís, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Belém. A perspectiva é que a exposição consiga abranger cerca de 14 mil estudantes de escolas públicas.

Sobre a Fundação Banco do Brasil

Há quase quatro décadas, em 1985, o Banco do Brasil instituiu sua Fundação para contribuir com a transformação social dos brasileiros e com o desenvolvimento sustentável do país. É a principal instituição gestora dos projetos socioambientais apoiados por meio do Investimento Social Privado – ISP do BB e de parceiros. Nos últimos 10 anos, foram investidos R$ 2,6 bilhões em 10 mil iniciativas que impactaram positivamente a vida de 6,6 milhões de pessoas. Os eixos de atuação são: Tecnologia Social (eixo transversal), Educação para o Futuro, Meio ambiente e Renda, Saúde e Bem-estar, Ajuda Humanitária e Voluntariado.

Fonte: Banco do Brasil

Ex-braço direito de Dilma ganha cargo em empresa do BB

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Braço direito da ex-presidente Dilma Rousseff no Palácio do Planalto durante seus quase seis anos na Presidência, o gaúcho Anderson Braga Dorneles foi nomeado diretor em uma empresa da qual o Banco do Brasil é sócio e, um mês depois, conseguiu reduzir em 93% uma dívida que tinha com o banco desde 2016.

o governo Dilma, Anderson tinha acesso privilegiado à petista e vivia ao redor dela, carregando malas, celulares e tablets da ex-presidente. Conhecido na época como “o menino da Dilma”, a quem, segundo relatos, a ex-presidente chamava de “bebê”, Anderson trabalhou com ela durante 20 anos, tinha sala no terceiro andar do Planalto, onde fica o gabinete presidencial, e só deixou o entorno da então presidente ao ser exonerado, em fevereiro de 2016, seis meses antes de a ex-chefe ser afastada do Planalto em meio ao processo de impeachment.

Longe de Dilma, que desde a exoneração é rompida com o ex-pupilo, Anderson tentou emplacar uma carreira política em 2022, mas não conseguiu ser eleito deputado federal no Rio Grande do Sul pelo Avante, partido ao qual se filiou em 2018, após deixar o PT. Recebeu apenas 14.919 votos dos gaúchos.

Com a petista agora ainda mais distante – ela é hoje presidente do Banco dos Brics, sediado em Xangai – Anderson Dorneles é, desde 15 agosto, diretor de Relações Governamentais da Cateno, joint venture de pagamentos do Banco do Brasil e da Cielo. O banco estatal tem 30% do negócio e sua sócia, 70%.

Como mostrou a coluna Grande Angular, do Metrópoles, em agosto, a Cateno está sob forte influência do Avante, partido de Anderson, que indicou Henrique Fernando Lucas como diretor-geral da empresa.

O cargo ocupado por Anderson Dorneles não é estatutário e ele foi contratado em regime CLT, segundo a Cateno informou à coluna.

Seria apenas mais uma nomeação política entre tantas, não fosse uma estranha façanha de Anderson.

Em setembro, um mês após ser contratado pela Cateno, Anderson Dorneles assinou um acordo na Justiça que reduziu em 93% uma dívida que tinha com o Banco do Brasil. O valor a ser pago despencou de R$ 228.732,71 para R$ 15 mil, e ainda poderá ser pago em 10 parcelas.

O empréstimo que originou a dívida foi feito por Anderson Dorneles em 5 janeiro de 2016, quando ele ainda era assistente de Dilma, no valor de R$ 149.148,44 – a serem pagos em 96 prestações. Inadimplente, e após reiteradas tentativas de composição extrajudicial pelo Banco do Brasil, Anderson foi processado pela instituição em 5 de novembro de 2018, quando a dívida já chegava a R$ 202.210,99.

Desde a abertura da ação de cobrança, a 23ª Vara Cível de Brasília, onde o processo passou a correr, sequer conseguiu notificar Anderson. Depois de quatro anos e diversas tentativas frustradas, em novembro de 2022, a juíza Ana Letícia Martins Santini autorizou que ele fosse citado por meio de edital.

Em 5 maio de 2023, a sentença: a juíza Santini determinou que Anderson Dorneles fizesse o pagamento dos valores e, três meses depois, em agosto, ordenou que ele fosse notificado, também em edital, a liquidar a dívida em um prazo de 15 dias.

Até então em silêncio nos autos, Anderson Dorneles só foi dar as caras no processo no último dia 15 de setembro – exatamente um mês após ser contratado como diretor de Relações Governamentais da Cateno. Nessa data, a Ativos S.A, securitizadora de créditos do conglomerado do Banco do Brasil – que substituiu o banco no processo em julho de 2022, após uma cessão de crédito do BB – informou à Justiça que havia entrado em acordo com Anderson e comunicou os termos do acerto.

Da dívida, agora assumida por Anderson em R$ 228.732,71, seriam pagos R$ 15 mil. A divisão do montante seria em 10 parcelas: uma entrada de R$ 3 mil em setembro, oito parcelas de R$ 1.333,33 e uma parcela final de R$ 1.333,36, a vencer em 16 de junho de 2024 (veja abaixo). Também caberá a Anderson Dorneles o pagamento de R$ 1.500 a título de honorários advocatícios ao escritório do advogado Nelson Wilians, que representou a Ativos S.A no processo e também subscreve o acordo judicial.

O acordo foi homologado pela 23ª Vara Cível de Brasília em 9 de outubro e, no dia 23 daquele mês, o processo foi definitivamente arquivado.

A coluna tentou contato com Anderson Dorneles por meio da assessoria de comunicação da Cateno, para ouvi-lo a respeito do acordo, mas não teve retorno dele. Por meio de nota, a empresa afirmou que “a negociação é direito de todo cidadão e o percentual de descontos aplicados é determinado pelo banco credor, seguindo suas políticas e critérios”. O banco credor, neste caso, é um dos donos do novo empregador de Anderson.

Questionado sobre os termos e critérios do acordo com Anderson Dorneles, o escritório Nelson Wilians Advogados respondeu que “os acordos celebrados pela Ativos S.A. Securitizadora de Créditos Financeiros são regidos por critérios delineados em seu plano de negócios, protegidos por sigilo comercial, aos quais não temos acesso direto”.

“Quando envolvem operações judicializadas, as negociações obedecem aos parâmetros estabelecidos pela Ativos S.A. Securitizadora de Créditos Financeiros, embasadas em análises processuais específicas. Faz-se oportuno enfatizar que, no acordo mencionado, o escritório não tinha conhecimento de que o devedor em questão ocupava uma posição pública”, disse o escritório.

A respeito da indicação de Anderson à Cateno, o Banco do Brasil informou que “a seleção de executivos nas empresas nas quais tenha participação é técnica e respeita os acordos de acionistas dessas empresas e suas governanças”.

Suspeitas e rompimento com Dilma

O “menino da Dilma” caiu em desgraça com a ex-presidente a partir das notícias, divulgadas no fim de 2015, de que ele seria sócio oculto do bar do estádio Beira-Rio, em Porto Alegre, reformado pela empreiteira Andrade Gutierrez para a Copa do Mundo de 2014. Depois da sua exoneração, que teve entre os motivos alegados o casamento de Anderson e sua mudança para o Rio Grande do Sul, Dilma Rousseff rompeu com o ex-assistente. A bronca pelas suspeitas foi tamanha que, dizem amigos dela, a petista evita até dizer o nome de Anderson.

Anderson Dorneles também foi citado na delação premiada da Odebrecht, que veio à tona em 2017. Segundo o delator Cláudio Melo Filho, ex-lobista da empreiteira em Brasília, Marcelo Odebrecht determinou o pagamento de uma “mesada” de R$ 50 mil a ele, cujo codinome no sistema de contabilidade paralela da Odebrecht era “Las Vegas”. O dinheiro seria uma recompensa por levar informações de interesse da empreiteira à então presidente.

Em julho de 2022, Anderson Dorneles foi denunciado pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul como um dos operadores de um suposto esquema de desvios na prefeitura de Canoas (RS), investigado na Operação Copa Livre. Anderson foi acusado dos crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro, peculato e falsidade ideológica e responde atualmente a três ações penais abertas no Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4).

Fonte: Metrópoles

OAB-MT se reúne com o BB sobre Programa de Renegociação de Dívidas

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A diretoria da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT) recebeu nesta terça-feira (21) representantes do Banco do Brasil, para tratar sobre o Programa Emergencial de Renegociação de Dívidas de Pessoas Físicas Inadimplentes.

O intuito é divulgar essa oportunidade à advocacia mato-grossense. O objetivo do programa é incentivar a renegociação de dívidas de pessoas físicas inscritas em cadastros de inadimplentes, reduzir seu endividamento e reestabelecer a vida financeira das pessoas.

O diretor tesoureiro da OAB-MT, Helmut Daltro, colocou a instituição à disposição, para divulgar as informações sobre o programa, ressaltando que se trata de uma política pública.

Os gerentes do Banco do Brasil Bruno Torres Carvalho e Sônia Regina Gonzales da Costa, que estão fazendo visitas institucionais para expandir o programa, agradeceram a recepção da Ordem dos Advogados e, igualmente, se colocaram à disposição.

Fonte: OAB/MT

Diversidade e Inclusão: ANABB sedia encontro de lideranças femininas do BB

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A Associação Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil (ANABB) sediou neste sábado (25 de novembro), o evento Pink Tax – 2 ° edição do Rede Mulheres, um movimento que nasceu no Banco do Brasil para promover a diversidade, a inclusão social e a equidade. Cerca de 120 mulheres lotaram o auditório da ANABB, entre elas vice-presidentes, diretoras, gerentes e funcionárias do BB de todo o país. Representando a ANABB estiveram as vice-presidentes Lissane Holanda e Graça Machado.

“O movimento nasceu em 2017, a partir da união de mulheres que decidiram criar um espaço de acolhimento, empoderamento, compartilhamento de experiências e vivências onde exercitamos a sororidade” destacou a gerente do Banco do Brasil e uma das coordenadoras do Rede Mulheres, Karla Revert. A idealizadora do movimento é a colega Dulcejane Vaz.

O evento foi dividido em palestras e painéis. A palestra magna foi conduzida pela procuradora da Fazenda Nacional, Lana Borges, coidealizadora e cofundadora do Movimento Tributos a Elas e autora do livro Tributação e Gênero: políticas públicas de extrafiscalidade e a luta pela igualdade. A procuradora federal, Iêda Cagni, também marcou presença.

Entre as lideranças do BB que participaram destaque para: as vice-presidentes Ana Cristina Garcia e Marisa Reghini, a integrante do Conselho de Administração, Anelize Lenzi, a diretora do BB, Paula Sayão; a diretora da Previ, Paula Goto; as superintendentes, Fernanda Figueiroa e Ana Maria Sperandio; as executivas Walléria Sampaio e Lucia Lo Prete; as gerentes Márcia Tereza, Marcela Bosa, Analy Dolores, Roberta Pequim e Danielle Alves; a Diretora da Fundação Banco do Brasil, Sônia Freire, , a consultora da Brasilprev, Luciana Sabanay; a superintendente executiva da BB Seguros, Roberta Grunthal.

Fonte: Agência ANABB

Previ aumenta teto de Empréstimo Simples

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Desde o dia 29/11, os limites de concessão do Empréstimo Simples (ES) foram aumentados. Os tetos aumentaram em R$ 10 mil. No Plano 1, de R$ 260 mil para R$ 270 mil, e no Previ Futuro, de R$ 170 mil para R$ 180 mil.

As taxas do Fundo de Quitação por Morte (FQM) também foram ajustadas, com o objetivo de dar mais aderência ao risco calculado por cada faixa etária, proporcionando mais segurança para todos os associados.

As mudanças dos parâmetros do ES se baseiam em estudos técnicos que são realizados periodicamente para adequar os valores à realidade de cada plano de benefícios e são aprovadas pela Diretoria Executiva.
As menores taxas possíveis

Os encargos do ES são os menores previstos na legislação: a taxa atuarial de cada plano, acrescida da inflação medida pelo INPC. No Previ Futuro a taxa anual é de 4,62% + INPC, e no Plano1, é de 4,75% + INPC. O prazo de pagamento do ES atinge até 120 meses.

“Podemos oferecer opções como o Empréstimo Simples aos associados porque a Previ é uma entidade sem fins lucrativos”, explica o diretor de Seguridade Wagner Nascimento. “Esse é um tipo de serviço que vai além das necessidades atuariais da Entidade. Por isso cobramos os menores encargos permitidos por lei, o que permite conseguirmos manter o equilíbrio dos planos e dar continuidade ao nosso propósito, de cuidar do futuro das pessoas”.

Fonte: Previ

BB anuncia ações para promover a igualdade étnico-racial e combater o racismo no país

Publicado em: 23/11/2023

O Banco do Brasil anuncia um conjunto de novas medidas com o objetivo de promover a igualdade e a inclusão étnico-racial e para combater o racismo estrutural no país com impacto positivo para clientes, funcionários, fornecedores e demais parceiros estratégicos da empresa. As ações fazem parte da estratégia da empresa no tratamento da diversidade e possuem elevado potencial de inclusão financeira e geração de trabalho e renda para pretos e pardos, com benefícios diretos à sociedade.

A diversidade é parte fundamental na estratégia corporativa do Banco do Brasil, que tem tratado as questões raciais com prioridade. Para Tarciana Medeiros, primeira mulher negra a presidir o Banco do Brasil, “direta ou indiretamente, toda a sociedade brasileira deveria pedir desculpas ao povo negro por algum tipo de participação naquele momento triste da história. Neste contexto, o Banco do Brasil de hoje pede perdão ao povo negro pelas suas versões predecessoras e trabalha intensamente para enfrentar o racismo estrutural no país”, afirma.

“O BB não se furta a aprofundar o conhecimento e encarar a real história das versões anteriores da empresa. Mas o simples fato de sermos uma instituição da atualidade nos move a realizar atividades voluntárias com o compromisso público e com metas concretas para combater a desigualdade étnico-racial e buscar por justiça social no âmbito de uma sociedade que guarda sequelas da escravidão, independentemente de existir ou não qualquer conexão, ainda que indireta, entre atividades de suas outras versões e escravizadores do século XIX”, destaca.

De acordo com a presidenta do Banco, é necessário que exista um processo de reflexão permanente de toda a sociedade sobre o tema, para que não se reduza o debate sobre potenciais boas práticas que podem ser construídas de forma articulada com diálogo aberto para construção conjunta entre movimentos negros e demais instituições públicas e privadas. “As sequelas da escravatura convocam todos os atores sociais contemporâneos a agir para a promoção da igualdade étnico-racial, a contribuir por meio de ações concretas, como as que o Banco já desenvolve de modo pioneiro, voluntário e destacado. O Banco do Brasil fez, faz a fará muito pela diversidade e desenvolvimento social e econômico em nossa sociedade. Para nós, Raça é prioridade, sim!”, enfatiza Tarciana.

O Banco tem trabalhado em parceria com diversas instituições representativas do povo negro na sociedade brasileira, em especial com o Ministério da Igualdade Racial (MIR), na busca de diálogos do BB com movimentos negros, associações populares para promover ações em torno do tema. Além disso, um grupo auto-organizado de funcionários e funcionárias negros e negras do BB também têm contribuído nesses debates no Banco para a evolução em ações para a promoção inclusão racial e do combate ao racismo estrutural no país.

Confira as principais novidades em destaque neste novo conjunto de ações:

FOMENTO AO MERCADO DE TRABALHO PARA O POVO NEGRO

BB incluiu cláusula de fomento à diversidade em contratos com fornecedores, a partir de agora – a política específica de relacionamento com fornecedores do Banco do Brasil visa promover a equidade, a diversidade, a ética e a integridade nas contratações e nas parcerias com os prestadores de serviços. Essa política orienta as práticas de gestão de fornecedores, desde a seleção até o acompanhamento e a avaliação do desempenho, buscando garantir a qualidade, a transparência, a responsabilidade socioambiental e o alinhamento aos valores e aos objetivos estratégicos do Banco. Na prática, as novas licitações do BB terão cláusula de diversidade. Por exemplo, como piloto, em outubro deste ano, o Banco já realizou a Publicação da Primeira Licitação Eletrônica contendo Cláusula de Diversidade, com disposição específica que busca fomentar, junto aos fornecedores, a criação de políticas internas de Diversidade, Equidade e Inclusão – DE&I. Essa iniciativa pioneira tem o intuito de fomentar a diversidade em quadros de funcionários dessas empresas, em uma ação afirmativa com potencial de alcance de geração de milhares de empregos pelo Brasil.

Banco do Brasil fará parceria para encaminhar jovens egressos de seu programa Menor Aprendiz do BB para o mercado de trabalho a partir do conhecimento e experiência adquiridos por esses jovens, incluindo aí destreza digital. A ação aprovada pelo Banco já está em negociações com entidade externa ao BB. Pelo Programa Menor Aprendiz do Banco do Brasil, desde a sua criação em 2001, já passaram quase 20 mil jovens pretos e pardos. Atualmente, dos mais de 2,2 mil jovens estão no programa, sendo mais de 1,5 mil pretos e pardos, ou seja, 66% desses jovens.

BB prepara Workshop sobre a promoção da diversidade, equidade e inclusão com estatais e fornecedores – objetivo é sensibilizar diversos parceiros da empresa sobre o tema de forma alinhada ao planejamento das agendas ASG e Diversidade do Banco, compartilhando compromissos firmados pelo BB com o Pacto Global da ONU e estimular a criação de comitês de ética e diversidade nas empresas fornecedoras. O BB considera que esta ação é uma oportunidade de trocar experiências, boas práticas e desafios relacionados à promoção de uma cultura inclusiva e respeitosa, além de fomentar o mercado de trabalho para pessoas pretas e pardas.

ATUAÇÃO SOCIAL MUITO ANTES DO SURGIMENTO DO TERMO ASG

Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social teve suas inscrições prorrogadas para até o dia 15 de dezembro – ao todo, serão distribuídos R$ 6 milhões às melhores iniciativas apresentadas pelas instituições sem fins lucrativos que desenvolvem Tecnologias Sociais que visam o desenvolvimento sustentável. Como destaque, nesta edição, o prêmio contará com três tipos de bonificações nas pontuações dos projetos: Igualdade de Gênero, Igualdade Racial e Povos Tradicionais. Todos os detalhes estão disponíveis em https://www.bb.com.br/site/tecnologiasocial/. O prêmio é considerado um dos principais reconhecimentos do terceiro setor no país, sendo que podem concorrer entidades como instituições de ensino e de pesquisa, fundações, cooperativas, organizações da sociedade civil e órgãos governamentais de direito público ou privado legalmente constituídos no Brasil.

Criação do Edital de Empoderamento Socioeconômico de Mulheres Negras – trata-se de mais uma ação concreta a favor da diversidade, fruto de protocolo assinado em julho deste ano entre o BB e o Ministério da Igualdade Racial. A criação do Edital é voltada às mulheres negras, que são as mais impactadas por processos de exclusão estrutural. Ele apoia o fortalecimento institucional das organizações sociais e empreendimentos econômicos solidários urbanos e rurais de mulheres negras. Terá o lançamento ainda neste mês de novembro, com previsão para seleção das propostas até o final de fevereiro do próximo ano.

O BB, via Fundação BB, também vai retomar o “Projeto Memória: Lélia Gonzalez”, em ação que vai promover estratégias de reflexão e conscientização sobre a estrutura e o funcionamento do racismo e sexismo na sociedade, estimulando estudantes, professores, gestores das áreas de educação e cultura, e formadores de opinião. A revitalização do Projeto Memória Lélia Gonzalez, originalmente lançado em 2013, vai destacar e valorizar a trajetória da homenageada e seu legado nos campos da história, cultura, ativismo e consciência social. A perspectiva é que a exposição consiga abranger cerca de 14 mil estudantes de escolas públicas em capitais de todas as regiões do país com duração de dois anos.

Além destes, existem outros projetos conduzidos pela Fundação Banco do Brasil, o coração social do BB. Todos podem ser acompanhados em https://fbb.org.br/

BB investirá em pesquisas aplicadas à temática racial e que apresentem mecanismos de aceleração de representatividade e combate à discriminação no Brasil – parceria entre o BB, via Fundação BB, e a Faculdade Zumbi dos Palmares e outros parceiros estratégicos, em que serão estruturados projetos que contemplem pesquisas para universidades, faculdades e institutos sem fins lucrativos, aplicados a temática racial e mecanismos de revisão histórica, aceleração da representatividade e combate à discriminação no Brasil, para 2024.

PROGRAMA DE ACELERAÇÃO PARA FUNCIONÁRIOS

O Programa inédito de Aceleração “Raça é Prioridade” vai selecionar e desenvolver a carreira funcionários pretos e pardos do BB. O programa vai identificar até 150 pessoas negras com potencial para atuar como líderes na empresa e que atualmente ocupam outras funções. Ele vai abranger o desenvolvimento e a aceleração de carreira, com possibilidade de qualificação e priorização para nomeações como gerente executivo, superintendente estadual e outros cargos gerenciais em Unidades Estratégicas e Táticas do Banco.

O Banco do Brasil também lança o Programa Mentoria Liderança Negra, para atuais líderes negros do Banco do Brasil com objetivo de aperfeiçoamento de competências de liderança, discussão de vieses, ampliação de repertório sobre raça e desenvolvimento de carreira. 300 profissionais do BB serão incluídos no programa, ainda em 2023.

Essas medida permitem ao Banco avançar no compromisso “Raça é Prioridade”, assumido no Pacto Global da ONU e que também faz parte dos 12 Compromissos 2030 para um Mundo + Sustentável. O BB já possuía uma meta de chegar a 23% de pretos, pardos e indígenas em cargos de gestão até 2025. Essa meta foi antecipadamente atingida e, neste segundo semestre, o BB reviu este objetivo, com o novo compromisso público anunciado de ter 30% de pessoas pretas, pardas e indígenas em cargos de liderança até 2025.

Em outra frente, o BB e o Ministério da Igualdade Racial capacitarão 150 funcionários e funcionárias pelo Certificado em Estudos Afro-Latino-Americanos realizado pelo Alari/Harvard, um curso de desenvolvimento profissional, com duração de 6 meses, dedicado ao estudo das experiências, histórias, contribuições e desafios da população afrodescendente na América Latina, desde a época colonial até o presente.

BB APOIA E PROMOVE EVENTOS E AÇÕES SOBRE CONSCIÊNCIA NEGRA

O BB anuncia o apoio e participação do Banco do Brasil na realização do próximo “MBM Inovahack”, a ser realizado em dezembro de 2023. A iniciativa, idealizada pelo Movimento Black Money (MBM), é um hackathon que tem como objetivo promover a inclusão financeira e econômica da população negra por meio do desenvolvimento de soluções tecnológicas e inovadoras. O evento busca estimular a criatividade de profissionais negros e fomentar o compartilhamento de conhecimentos sobre negócios e novas tecnologias.

O Banco do Brasil também apoia o Festival de Gastronomia Preta, uma feira de gastronomia com profissionais negros com objetivo de mostrar que existem profissionais sofisticados na área e tornar o trabalho deles conhecido ao público. Voltado para profissionais pretos, pardos ou indígenas que empreendem no setor de Alimentos, o evento irá acontecer de 25 a 27 de novembro no CCBB Rio de Janeiro.

Demais ações mercadológicas e de assessoramento do Banco voltadas para o empreendedorismo negro podem ser consultadas pelos clientes na plataforma Painel PJ e também pela plataforma Mulheres no Topo com apoio a crédito, investimentos e capacitação, além de demais ações.

BB APOIA A CULTURA HÁ MAIS DE 30 ANOS E TEM PROGRAMAÇÃO ESPECIAL NO MÊS DA CONSCIÊNCIA NEGRA NOS CCBB em SP, RJ, BH e DF

O Banco do Brasil atua no fomento à cultura tendo, como um dos eixos curatoriais, a avaliação de projetos que reafirmem nossas origens e ancestralidade, narrativas regionais e o pensamento decolonial. Além disso, o Banco apoia projetos que valorizem a inclusão e a acessibilidade e que ofereçam caminhos para compreender a construção contemporânea de identidades. O mais recente edital de cultura, lançado em janeiro e com resultado divulgado em meados deste ano, ressalta essa participação efetiva do BB no setor cultura, com destino de aproximadamente R$ 150 milhões para realização dos projetos culturais. Do montante, o Conglomerado Banco do Brasil poderá valer-se, no todo ou em parte, dos benefícios fiscais da Lei Rouanet, contando com a parceria do Ministério da Cultura, que viabilizará o trâmite dos projetos na plataforma de gestão da Lei. O Banco poderá valer-se também de legislações estaduais/distritais e municipais de incentivo à cultura.

A programação cultural do CCBB amplia a conexão dos brasileiros com a cultura e permite que a marca BB fique ainda mais próxima das pessoas. O BB tem a consciência de que o apoio à cultura contribui para consolidar seu poder de transformação das pessoas, levando conhecimento sobre a história e reflexões da contemporaneidade para os mais diversos públicos, já que os CCBBs figuram entre os museus mais visitados do mundo, além de possuir um acervo histórico disponível para pesquisa por toda a sociedade.

A cada espetáculo de teatro, a cada exposição, a cada visita mediada pelo nosso programa educativo, permitimos que a arte toque o indivíduo e impacte o coletivo. É a cultura que nos faz olhar para o passado e, ao mesmo tempo, pensar no futuro. Toda a programação dos Centros Culturais do Banco do Brasil no RJ, SP, MG e DF podem ser conferidas em bb.com.br/cultura.

COMPROMISSOS PÚBLICOS E METAS CONCRETAS

O BB fez, faz e seguirá fazendo muito pela diversidade. Por isso, o Banco também criou uma página, em www.bb.com.br/diversidade, na qual será possível, até o final do mês, já ir acompanhando todas as medidas anunciadas no passado, agora e no futuro pelo BB.

Fonte: Banco do Brasil

BB acredita que pode elevar seu lucro a um ‘dígito alto’ em 2024, diz Citi

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O Banco do Brasil (BBAS3) acredita que está em uma posição de mercado favorável para que seu lucro cresça um dígito alto no ano que vem, afirma o Citi. Ainda de acordo com o banco, alguns sinais sobre o desempenho do BB em 2024 começam a surgir, mesmo que as projeções oficiais ainda não tenham sido publicadas.

O Citi teve uma conversa com Geovanne Tobias, vice-presidente de Gestão Financeira e Relações com Investidores do banco, Janaína Storti, gerente geral de RI, e Marcelo Oliveira, gerente de RI, em que repassou a eles perguntas de investidores.

De acordo com o relato, o BB espera um índice de eficiência de cerca de 28% no ano que vem, próximo ao visto no terceiro trimestre. Além disso, acredita que “faria sentido” esperar um retorno sobre o patrimônio líquido (ROE, na sigla em inglês) próximo a 20%, graças ao aumento das margens vindo do crédito ao varejo à medida que os juros caírem.

O crédito consignado, que responde por cerca de 40% da carteira do varejo, deve continuar crescendo a dois dígitos porcentuais em 2024. “O BB destacou que, a despeito da portabilidade e da entrada de nomes digitais no segmento, a base de clientes do banco se mostrou resiliente, com pouco sinal de deterioração”, relata o analista Rafael Frade.

No agronegócio, o BB relatou ter uma exposição baixa a regiões afetadas pelo fenômeno climático El Niño. O banco também monitora os preços de commodities e seus impactos para os clientes. “Por exemplo, alguns podem postergar a venda das sagras, atrasando seus empréstimos. Graças às capacidades de mapeamento, o banco já está trabalhando em uma solução para casos particulares”, escreve o Citi.

O BB também informou, de acordo com o relatório, que houve uma redução de margem no segmento agro, mas que consegue ampliar as margens com a oferta de serviços e produtos que complementam o crédito.

Outro ponto discutido foi o impacto da adoção da norma contábil IFRS 9 sobre o balanço. O BB não tem uma estimativa oficial de qual será o impacto da adoção da metodologia de perda esperada sobre o volume de provisões contra a inadimplência.

Ao tratar do Patagonia, banco que controla na Argentina, o BB afirmou que monitora de perto os resultados das eleições no país vizinho, mas que acredita que, de todo modo, a contribuição da operação às margens vai cair à frente. “Não há planos de vender o ativo, que tem bons indicadores e uma rede de cerca de 300 agências”, diz Frade no relato.

Fonte: Estadão

Tarciana Medeiros vem promovendo diversidade no banco mais antigo do país

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A primeira mulher a ser presidenta, como gosta de ser chamada, do Banco do Brasil em 215 anos de instituição, é negra, nordestina, lésbica e ex-feirante. Para além dos bons resultados financeiros, Tarciana Medeiros está levantando bandeiras importantes dentro da instituição, como a da diversidade, da tolerância e da equidade de gênero. Nesse Dia da Consciência Negra, trazemos uma entrevista exclusiva com uma executiva negra que está trazendo pautas contemporâneas para dentro do banco mais antigo do país.

Forbes: Queria começar com você nos contando como é ocupar esse lugar de poder como uma mulher negra, lésbica, nordestina, ex-feirante. Qual é o sentimento?

Tarciana Medeiros: É um misto de sentimentos. O principal é o de responsabilidade. E não é responsabilidade no sentido ruim, de obrigação. Mas, sim, de saber que eu sou responsável por mudar vidas de outras pessoas. Quando eu penso nessa responsabilidade, ela vem acompanhada de felicidade, de gratidão e de paixão. Eu sempre fui muito apaixonada pelo banco, pelo que eu faço e por estar junto com as pessoas. Mas também é uma doação diária.

F: Qual é o tamanho dessa doação?

TM : Tem sido, ultimamente, a parte mais importante da vida. Não tem como ser diferente, né? Senão eu não consigo fazer o que precisa ser feito. E tem muito pra ser feito. É um lugar de muita importância e de muito poder. E, quando você se percebe nesse lugar, tomando decisões que mudam milhares de vidas… Eu diria milhões de vidas, até. Enfim, nesse lugar eu não posso pensar que não vou ter tempo para fazer isso ou aquilo, não posso faltar em determinado compromisso. Porque a minha presença ali vai fazer uma diferença enorme. É uma responsabilidade que eu quero assumir.

F: Onde você vê essa diferença?

TM: Vou te dar um exemplo que eu vivi durante a pandemia, quando estava trabalhando na diretoria de empréstimos e financiamentos. Todo mundo ficou em isolamento social. Nos pequenos municípios, quando se percebeu que era necessário fechar escolas, fechar a prefeitura, vimos que as operações de crédito não seriam pagas na data. Porque as pessoas não estavam trabalhando, não tinha dinheiro circulando. Então, a gente precisou prorrogar essas operações. Foi uma decisão da diretoria e em uma tarde a gente conseguiu comunicar para o país inteiro com os gerentes entrando em contato com os clientes. Em uma semana o Banco do Brasil conseguiu prorrogar as operações de crédito do país todo. E sem essa capilaridade do BB, a gente não teria conseguido fazer tão rápido. São 80 milhões de clientes Então, a gente tem um poder de informar muito grande. E de formar também.

F: E como você se relaciona com essa responsabilidade?

TM: Quando eu tomei posse como presidenta do banco é que a minha ficha caiu. De que eu sou a única mulher na presidência de um grande banco. Quando eu fui ver Bradesco, Itaú, Banco do Brasil, Santander… eu falei, ‘poxa, eu sou a única’. Mas quantas ‘únicas’ nós temos em outros segmentos? E foi aí que eu pedi pra gente fazer um estudo no banco, para olhar como estava o desenvolvimento de mulheres empreendedoras. E aí nós lançamos uma plataforma chamada “Mulheres no Topo” para cuidar de inclusão. Observamos que a quantidade de empreendedoras que são clientes do banco, ou de empresas [micro e pequenas] que têm na estrutura societária mulheres, são metade das empresas. Em mais de 30%, elas são sócias majoritárias. E aí percebemos que elas não conheciam linhas de crédito para seus negócios. Então nós criamos a plataforma com essas informações. O que é que aconteceu? Nove meses depois, aumentou em 20% a tomada de crédito de empresas, micro e pequenas, lideradas por mulheres.

F: Você esteve na parada do Orgulho LGBT, lançando um cartão da diversidade. Quais são as bandeiras que você levanta com seu trabalho?

TM : A gente patrocinou a feira de diversidade, porque esse é um assunto importante para o BB, lançamos o cartão. Somos diversos. E também a equidade de gênero, sem dúvida. O banco é uma empresa bicentenária que, pela primeira vez em 215 anos, tem uma presidente mulher. E eu levei esse cuidado para a formação do conselho diretor. Pela primeira vez também nós temos três mulheres vice-presidentas. Mas por que nunca teve, alguém pode perguntar? Porque nunca foi dada oportunidade. Elas estavam lá. No dia em que eu fui buscar a vp de negócios digitais e tecnologia , que é a Marisa Reghini, eu não contei pra ninguém. E eu ouvi de vários colegas “Poxa, Tarci, quem vai ser vice-presidente de tecnologia? Ninguém cogitava o nome dela. E ela estava lá, pronta, com uma carreira maravilhosa, respeitadíssima no mercado, já numa função de alta liderança, com todas as certificações do banco que possibilitavam esse cargo. Ela só precisava ser vista O mesmo foi com a Carla Nesi, que é a vice-presidente de varejo. Teve uma carreira brilhante, foi minha diretora e tinha acabado de se aposentar. Então há essa miopia, essa dificuldade de enxergar que a mulher está lá, está pronta e só precisa da oportunidade.

F:Você trouxe também um homem negro para a presidência de uma das empresas da holding… Foi intencional?

TM: O Denísio [Liberato, presidente da BB Asset Management] foi uma escolha nossa. Do nosso conselho diretor. Ele já era diretor de participação da Previ, nosso fundo de pensão. E o Banco do Brasil tem uma coisa interessante. Tudo que você fala sobre o Banco do Brasil ou é o maior do mundo, ou é o maior da América Latina, ou é um dos maiores do mundo. Sempre assim. A Previ é o maior fundo de pensão da América Latina e está entre os maiores do mundo. Logo, o Denísio tem toda a formação necessária para ocupar essa cadeira. A BB Asset é uma empresa de participações. E hoje ele é o único negro da América Latina que faz parte do PRI [Principles of Responsible Investment, iniciativa global apoiada pela ONU}. Quando você olha a formação dos CEOs das demais assets do Brasil e da América Latina, a formação do Denísio tem um dos níveis mais altos. Então o Denísio também estava pronto, apenas aguardando uma oportunidade.

F: E as suas outras paixões? Como é que ficaram diante dessa dedicação intensa? Você tem uma companheira, não tem?

TM: Tenho, por quem sou apaixonada também. Por isso tenho tentado organizar minha agenda de trabalho para que caiba entre segunda e sexta, que é pra eu estar com as minhas paixões de casa aos sábados e domingos. E tenho sido disciplinada nisso. Então, se eu tenho algum compromisso profissional no final de semana, as minhas paixões de casa vão junto. Minhas filhas, meu filho e a Dani, minha companheira, me acompanham. A Yasmin é minha filha, tem 22 anos, a Ruth é uma prima que eu crio desde os 12 anos, hoje tem 30. E o Davi é filho da Dani, minha companheira, e tem 9 anos.

F: E o que você faz nesses dias em família?

TM: Eu gosto de cozinhar, de ir pra festa também. Vou com as meninas aos shows. A gente assiste dança juntas, vai pro cinema. Uma coisa que eu não deixei de fazer é ir à feira aos domingos de manhã. Então eu vou na feira com as meninas fazer compras e comer pastel.

F: E você foi feirante. Esse passeio traz lembranças?

TM: Sim. Eu fui feirante dos 10 aos 14 anos com a minha família na Paraíba. Vendia fruta, verdura… Durante uma época, meu pai comprava também umas coisas pra gente vender: umas peneiras de peneirar farinha que a gente chamava de aropemba. Vendia ralador de milho…

Fonte: Forbes

Senador Alcolumbre quer indicar comando do Banco do Brasil

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O senador Davi Alcolumbre (União-AP) cobrou do Palácio do Planalto reciprocidade de tratamento para ter no governo Lula o mesmo espaço de indicações políticas que foi cedido ao presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). Segundo interlocutores, Alcolumbre avisou o cargo desejado: o comando do Banco do Brasil. A Coluna fez contato com a assessoria do senador, mas não obteve resposta.

O parlamentar amapaense, que é fortemente ligado ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), tem avaliado que Lira foi privilegiado ao indicar o presidente da Caixa Econômica Federal. Nos bastidores, diz ser um cargo que vale por três. Por isso, também quer por um apadrinhado em instituição financeira, apesar de saber que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não cogita a substituição de Tarciana Medeiros, que atualmente preside o BB.

No banco, a vaga que ainda é alvo de ampla disputa é a diretoria jurídica. Mas Tarciana também tem nome de confiança no cargo e vários partidos já pediram o posto.

Uma preocupação no Planalto é que Davi Alcolumbre preside a Comissão de Constituição e Justiça do Senado (CCJ), onde serão feitas as sabatinas dos indicados do presidente para as vagas de procurador-geral da República e para ministro do Supremo Tribunal Federal.

Lula decidiu, então, contemplar Alcolumbre com outras indicações. Incluiu na lista de novos integrantes do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) o consultor legislativo do Senado Carlos Jacques, nome apadrinhado pelo senador. E para a PGR, a escolha de Paulo Gonet também significa vitória do parlamentar. A questão é se ele ficará satisfeito.

Davi Alcolumbre conseguiu emplacar três ministros na atual gestão: Juscelino Filho (Comunicações), Celso Sabino (Turismo) e Waldez Góes (Integração).

Já Arthur Lira conseguiu, além da presidência da Caixa, apadrinhar os ministros do Esporte, André Fufuca, e dos Portos, Silvio Costa Filho.

Fonte: Estadão

Eleição de Milei na Argentina afetará Banco do Brasil? Veja análise

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Segundo analistas do BBI, o Banco do Brasil (BBAS3) não está totalmente imune aos possíveis impactos na Argentina após a eleição de Javier Milei, que saiu vitorioso com uma boa margem neste domingo (19 de novembro).

As propostas de Milei, notáveis por terem um teor de mudança radical, incluem planos que vão desde privatizações até o fechamento do Banco Central e a dolarização do país.

É especialmente esse último ponto que pode afetar o Banco do Brasil, de acordo com os analistas.

Os especialistas explicam que o banco estatal brasileiro tem exposição à Argentina por meio de sua subsidiária internacional, o Banco Patagonia, no qual detém cerca de 80% de participação.

Dado que o Patagonia contribui para a receita líquida de juros do BB, representando 7,2% no terceiro trimestre deste ano, uma eventual desvalorização cambial em caso de dolarização da economia argentina poderia impactar os resultados do banco.

Os analistas destacam que, em relação à rentabilidade e ao balanço do Banco Patagonia, no terceiro trimestre, o Patagonia apresentou receita líquida de juros de R$ 1,7 bilhão (7,2% do valor do BB no trimestre), com R$ 26,9 bilhões de ativos (1,2% do BB), R$ 6 bilhões de empréstimos (0,6% do BB), R$ 19,4 bilhões de depósitos (1,9% do BB) e R$ 4,1 bilhões de patrimônio líquido (2,4% do BB).

Os analistas reconhecem, contudo, que ainda é prematuro avaliar completamente o impacto que uma possível dolarização da economia argentina teria na unidade de negócios.

Eles esperam observar contribuições mais baixas dos ganhos de tesouraria e do Banco Patagonia para o BB já em 2024. As ações BBAS3 subiram 0,5% no intradia desta segunda-feira (20), a um patamar de R$ 50,93.

No acumulado de 2023, as ações do Banco do Brasil sobem 53%.

Fonte: Suno

Procurador de ação contra BB por escravidão defende ações reparatórias

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O Banco do Brasil pediu desculpas ao povo negro pela participação da instituição, direta ou indiretamente, na escravidão no país. O pedido é assinado pela presidenta do banco, Tarciana Medeiros, primeira mulher negra a ocupar o cargo.

Em texto divulgado no site do banco, Medeiros declarou ainda que a instituição não se furta a aprofundar o conhecimento e encarar a real história das versões anteriores da empresa.

A iniciativa veio após a abertura de um inquérito pelo Ministério Público Federal em setembro, para apurar a responsabilidade do Banco do Brasil na escravidão. O órgão recebeu um estudo feito por 14 pesquisadores de universidade brasileiras e americanas, indicando vínculos diretos entre traficantes de africanos e o capital investido em ações do Banco do Brasil.

Criado em 1808 e refundado em 1853, o banco cumpria, segundo os pesquisadores, um papel singular na sustentação da economia mercantil escravista.

O procurador José Júlio Araújo, responsável pelo inquérito, ressaltou que o mundo inteiro está discutindo ações de reparação pela escravidão.

Nesse fim de semana, o MPF realizou uma audiência pública na escola de samba Portela, no Rio de Janeiro, para ouvir a comunidade e representantes do Movimento Negro a respeito dessas ações de reparação.

O representante do Movimento Nacional Quilombo Raça e Classe, Elias José Alfredo, declarou que elas são essenciais para combater os efeitos que a escravidão tem até hoje.

O Banco foi representado no evento pelo gerente-executivo de Relações Institucionais, André Machado, que leu uma carta aberta direcionada ao movimento negro.

A carta menciona algumas ações que estão sendo desenvolvidas pelo banco para combater as desigualdades étnico-raciais, como a assinatura de um protocolo com o Ministério da Igualdade Racial para promover a igualdade e equidade a ampliar ações afirmativas de raça e gênero.

Fonte: Agência Brasil

Artigo: Reflexões e compromisso com a pluralidade do Brasil

Publicado em:

Tarciana Medeiros*

Quando alguém me pergunta o que é o Banco do Brasil, costumo dizer que nós somos um banco que é retrato da sociedade brasileira – uma sociedade em transformação, com avanços a celebrar, mas que ainda tem um longo caminho a percorrer para abraçar a diversidade que nos molda.

E é neste cenário que, para mim, mulher negra, datas como o Dia da Consciência Negra se mostram fundamentais – porque não há forma de avançarmos de verdade sem antes refletir, dialogar e agir para criar um Brasil capaz de atingir sua máxima potência no futuro.

É uma data para pensar a História também, e encarar um sentimento profundo e duradouro de injustiça.

Por séculos, os negros, roubados de suas terras e vendidos aos navios mercantes, como tão bem cantou Bob Marley, foram obrigados a mover uma economia nefasta que levava produtos consumidos no mundo todo. O próprio continente foi espoliado dentro das fronteiras de seus países, em um processo colonial que perdurou até o século XX.

Daí, as raízes dos negros subjugados diretamente pela escravidão e depois explorados em sistemas que lhes negava a autonomia como cidadãos com acesso mínimo a melhores condições de vida

As sequelas desse capítulo perverso da história mundial, que atingiu as comunidades negras e seus descendentes, ainda esperam novas medidas estruturais de todas as esferas sociais que tenham a capacidade de enfrentar e transformar esse triste cenário.

O mundo tem se debruçado sobre isso, com o fortalecimento de entidades globais para o combate às injustiças que cometeu contra as pessoas negras ao longo da história.

No Brasil, não poderia ser diferente. O debate proposto por lideranças negras, das mais diversas origens e campos sociais, sobre uma herança escravocrata e colonial ganha força. Ele demonstra a urgência com que precisamos avançar no combate ao racismo estrutural na comunidade global. Por mais complexa que seja, a questão precisa ser enfrentada. E a hora é agora.

O BB é uma instituição secular, que já passou por diversas organizações e composições societárias. Como sistema empresarial, já ressurgimos algumas vezes ao longo da história do nosso país. Com o passar do tempo, fomos evoluindo nas medidas de combate ao racismo estrutural, culminando neste ano com a atuação ainda mais intensa com práticas de estímulo à igualdade racial com maior efetividade.

Sinto um imenso orgulho de poder dizer que o Banco do Brasil está de fato se posicionando para ser mais plural, mais consciente de sua força negra e de todas as etnias e grupos. Porque nosso olhar não pode apenas reconhecer as legislações e obrigações formais, mas também precisa agir de maneira proativa para impulsionar, valorizar e empoderar a participação de pessoas negras na sociedade como um todo.

Nosso compromisso é, e continuará sendo, o de implementar medidas que promovam uma nova realidade para as comunidades negras. O BB também se alinha a um movimento amplo de conscientização sobre a necessidade do envolvimento de toda a sociedade na busca pela aceleração de ações e iniciativas de combate ao racismo, em todas as suas formas, e de promoção da igualdade racial. Juntos podemos fazer muito mais.

Avançamos. Mas nossos avanços não nos limitam a aprofundar o conhecimento e encarar a real história das versões anteriores da Empresa.

Entendemos que, direta ou indiretamente, toda a sociedade brasileira deveria pedir desculpas ao povo negro por aquele momento triste da nossa história. Neste contexto, o Banco do Brasil de hoje pede perdão ao povo negro pelas suas versões predecessoras e trabalha intensamente para enfrentar o racismo estrutural no país. O reconhecimento desse passado é indispensável para melhor compreender as origens e as injustiças que a economia colonial da época perpetrou.

Mas o que define nosso compromisso com o combate à desigualdade étnico-racial é o fato de o BB ser uma instituição da atualidade, que, como as demais instituições públicas e privadas, tem o dever de desenvolver ações no âmbito de uma sociedade que guarda sequelas da escravidão.

O Banco do Brasil seguirá somando esforços no acolhimento à diversidade e na promoção de ações inclusivas, contribuindo assim para o desenvolvimento social e econômico em nossa sociedade. Para nós, Raça é prioridade, sim!
Como parte desse olhar estratégico para o tema, anunciamos um conjunto de novas medidas em prol da igualdade e inclusão étnico-racial e do combate ao racismo estrutural no país, com impactos positivos para clientes, funcionários, fornecedores e demais parceiros estratégicos da empresa. Elas se somam a outros compromissos e iniciativas do Banco nessa direção e estão disponíveis para consulta na área de imprensa do site do BB.

Aliás, para que toda a sociedade tome conhecimento do conjunto de iniciativas em equidade e inclusão em andamento no BB, criamos uma página em nosso site dedicada ao tema bb.com.br/diversidade.

Estamos comprometidos com a missão de sermos um Banco para tudo que o brasileiro imaginar, e não há como fazer isso sem trabalharmos por um Brasil consciente de suas potencialidades, de suas diferenças, de suas riquezas. Porque só assim, com a união de todas as nossas forças, podemos verdadeiramente alcançar um futuro mais brilhante e equitativo.

Digo isso com a força da ancestralidade das milhares de pessoas pretas e pardas, de norte a sul do país, que trazem para o BB, todos os dias, as riquezas de nossas culturas, expressões e crenças.

Gosto de dizer que nosso banco é diverso, em um país diverso. Essa é a nossa substância. E é com essa substância que seguiremos trabalhando incansavelmente para implementar iniciativas que melhorem a qualidade de vida de todos os brasileiros, considerando todas as individualidades e coletividades identitárias de raça, etnia ou grupo social.

*É presidente do Banco do Brasil

Fonte: Banco do Brasil