Prédio do Centro Cultural Banco do Brasil será cedido para governo de transição

Publicado em: 07/11/2022

O ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, informou à CNN que o prédio do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), em Brasília, será cedido para o funcionamento do governo de transição. O prédio foi utilizado pela equipe de transição de Jair Bolsonaro em 2018, no período de transição com o governo de Michel Temer, do MDB.

Segundo relatos feitos à CNN, nesta terça-feira (1), integrantes da Casa Civil visitaram o local e integrantes do Banco do Brasil já começaram a montar a estrutura para a equipe que será liderada pelo vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin.

A expectativa é de que as primeiras reuniões entre integrantes do atual e do novo governo ocorram nesta quinta-feira (3). Caberá ao ministro da Casa Civil comandar o processo de transição pela administração federal.

O gabinete da Presidência da República em São Paulo, no prédio do Banco do Brasil na Avenida Paulista, também deve ser cedido para a equipe de transição.

A equipe petista aguarda também uma opção da atual gestão para a permanência do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva em dezembro, dias antes da cerimônia de posse.

A residência oficial que costuma ser usada pelo presidente eleito é a Granja Torto. O local, no entanto, tem sido utilizado atualmente para a moradia do ministro da Economia, Paulo Guedes.

Fonte: CNN Brasil

 

Sindicato e BB debatem home office, condições de trabalho e metas no Cenesp

Publicado em:

Recentemente, sindicalistas reuniram-se com administradores dos prefixos vinculados a Diretoria de Operações (DIOPE), situados no Centro Empresarial Santo Amaro em São Paulo (CENESP), e com a área de Gestão de Pessoas em São Paulo (GEPES-SP) a fim de tratar de questões ligadas ao home office, condições de trabalho e cobrança de metas.

Pontuou-se a preocupação com o fato de o corpo gerencial estar exagerando na cobrança de metas e utilizando o teletrabalho como “moeda de troca” para alocação dos trabalhadores nesta modalidade de trabalho.

Apesar da regra interna do banco preconizar apenas 30% do quadro dos funcionários em home office e de ausências programadas, o movimento sindical esperava que, já no início do Trabalho Remoto Institucional (TRI) houvesse rodizio programado entre os funcionários dentro do percentual estipulado pelo BB, para que todos pudessem ser contemplados.

Até agora, contudo, houve pouca movimentação neste sentido, e denúncias apontam que colegas já em home office estão sendo ameaçados a sair deste regime de trabalho, caso não atinjam as metas do período; e bancários que não estão em teletrabalho são coagidos ao cumprimento imediato das metas.

“Este método de cobrança de metas é muito ruim. Deixa na mão da gerência média a decisão de colocar em home office quem acharem melhor, com critérios pouco conhecidos e subjetivos. Isto tem aumentado as reclamações sobre conflitos nos locais de trabalho e assédio”, afirma Diego Pereira, o Peppe, dirigente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região.

“Estamos acompanhando denúncias feitas na Ouvidoria Interna que expõem a falta de clareza nesse tipo de definição e, também, mas contendas pessoais entre gestores e subordinados, piorando o ambiente de trabalho”, acrescenta o dirigente.

Os sindicalistas solicitaram, portanto, que seja estabelecido um rodízio com a participação de todos os colegas, sem exceção, e o cumprimento daquilo que está estabelecido na norma interna da empresa: que o teletrabalho seja uma opção para colegas que possam e queiram fazer, e haja a elegebilidade do processo, até a instauração das mesas de negociação sobre teletrabalho junto aos negociadores do banco. A administração dos Centros de Negócios vinculados à DIOPE em SP no CENESP se comprometeu a analisar esta solicitação.

“A empresa já possui como ferramenta as avaliações na GDP atreladas ao ATB [acordo de trabalho] para a cobrança de metas dos funcionários, que também são vinculadas ao recebimento de PLR e programa de premiação (PDG), não havendo necessidade de se punir, cobrar e ameaçar duas vezes os bancários pelo atingimento das metas. Esta postura pode aumentar o assédio moral e piorar o clima organizacional nas unidades, bem como afetar negativamente a relação entre gestores e demais colegas”, alerta Willame de Lavor, dirigente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região.

A reivindicação dos sindicatos e da Contraf-CUT é o aumento do percentual de colegas em home office para até 100% do quadro funcional, e de mais de 50% da jornada semanal em teletrabalho, com pagamento de ajuda de custo e demais benefícios.

São estas as reivindicações – agora corroboradas pelos relatos dos colegas dos prefixos vinculados à DIOPE – que serão apresentadas, no dia 21 de novembro, na mesa de negociação com o BB sobre o tema. Nesta mesa o banco irá apresentar o resultado dos projetos pilotos sobre o tema realizados em algumas áreas sobre.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Gratificação suprimida por justo motivo depois de 11 anos não se incorpora a salário

Publicado em:

A Oitava Turma do Tribunal Superior do Trabalho absolveu o Banco do Brasil S.A. da obrigação de incorporar ao salário de uma bancária uma gratificação de função recebida por mais de dez anos, mas suprimida após a aplicação de pena de censura. Os ministros reforçaram que, pelo item I da Súmula 372 do TST, a incorporação decenal apenas não é devida quando o retorno ao cargo sem gratificação se dá por justo motivo, como ocorreu no caso julgado.

A súmula prevê que o empregador não pode retirar a gratificação de função recebida por dez ou mais anos quando não houver justo motivo para o retorno do empregado ao seu cargo efetivo, tendo em vista o princípio da estabilidade financeira. A bancária perdeu a função de gerente após o banco aplicar pena de censura em decorrência de ação disciplinar que descobriu diversas falhas cometidas por ela.

Na ação judicial, o Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região (AM/RR) manteve sentença que deferiu o pedido da ex-gerente para incorporar ao salário a gratificação suprimida. Ao ressaltar que a pena de censura já teve como consequência a sua reversão a cargo sem função de confiança, o TRT entendeu que o Banco do Brasil não poderia, pelo mesmo fundamento, afetar a estabilidade financeira resultante da gratificação recebida por mais de dez anos, sob o risco de punir a empregada duas vezes pelo mesmo fato, “o que é vedado pelo ordenamento jurídico”.

Relator do recurso do banco ao TST, o ministro Márcio Eurico Vitral Amaro afirmou que a Súmula 372 estabelece que a reversão por justo motivo impede a incorporação. De acordo com ele, em vista de o Regional não ter afastado o justo motivo, indefere-se a integração da parcela à remuneração.

A decisão foi unânime.

Fonte: Jusdecisium

Banco do Brasil e Livelo restituirão cliente vítima de golpe por SMS

Publicado em:

A juíza de Direito Ana Lucia Xavier Goldman, da 28ª vara Cível de São Paulo, condenou o Banco do Brasil e a Livelo a restituírem R$ 51.980 a cliente que foi vítima de golpe e teve suas contas invadidas por falha na segurança. A juíza considerou que a responsabilidade das instituições financeiras é objetiva, não havendo a necessidade de culpar seus clientes pelo acesso de terceiros a informações sigilosas.

Narra a vítima que recebeu em seu celular um link via SMS sobre pontos a expirar no programa Livelo. Ao digitar sua senha, suspeitou da ação e tentou contato com a instituição para confirmar a veracidade do recebido, mas não obteve sucesso.

Ainda, a mulher diz ter bloqueado seu código, e tentado novamente contato com o banco alguns dias após o ocorrido, que a orientou a alterar a senha pelo terminal de autoatendimento.

Entretanto, recebeu novamente uma ligação que julgou ser da central, cujo interlocutor obtinha seus dados de transações anteriores, razão pela qual acreditou na veracidade e compartilhou novamente suas informações de segurança. Logo em seguida, percebeu a existência de três transferências indevidas em sua conta, nos valores de R$ 49 mil, R$ 50 mil e R$ 49,4 mil.

Segundo a mulher, conseguiu estorno de duas das três transferências, apenas ao acionar a delegacia de polícia especializada, mas sofreu prejuízo material de R$ 49 mil.

Em defesa, as empresas contestaram o feito e defenderam a culpa exclusiva da cliente.

Fonte: Migalhas

 

Banco do Brasil é primeiro a oferecer Pix via Open Finance no WhatsApp

Publicado em:

O Banco do Brasil disponibiliza nesta semana a opção de fazer um Pix via WhatsApp BB (61 4004-0001) utilizando o saldo da conta de outro banco, por meio da estrutura do Iniciador de Pagamentos do Open Finance. O BB é o primeiro banco no mundo a oferecer a transação de Pix via Open Finance no WhatsApp e foi também o primeiro grande banco a ser habilitado a operar como instituição ITP (iniciador de transações de pagamento) e a ofertar essa possibilidade em seu aplicativo.

Para Fausto Ribeiro, presidente do BB, o iniciador de pagamentos do Open Finance vai transformar o jeito como as pessoas gerem suas finanças e ampliar a disputa por ser o aplicativo de preferência do cliente. “Queremos conquistar a relevância na vida das pessoas em todos os momentos. Somos os primeiros a oferecer essa facilidade aos nossos clientes no WhatsApp, uma das ferramentas mais usadas no dia a dia pelos brasileiros, e onde já é possível realizar uma série de transações financeiras aqui pelo Banco do Brasil”, reforça.

Inicialmente, o cliente vai poder trazer recursos de uma conta que possui em outros bancos para o BB. A ideia é que aos poucos essa possibilidade de usar o saldo em outros bancos para realizar transferências ou pagamentos seja integrada a outras funcionalidades do nosso assistente virtual, como o pagamento de parcelas e faturas, por exemplo. Atualmente, temos cerca de 12 milhões de clientes que utilizam o WhatsApp para consultas e transações.

Como funciona

Toda jornada ocorre em formato de conversa com o assistente virtual do BB no WhatsApp, deixando a experiência bem fluida para o cliente. Para iniciar uma transferência, o cliente deve digitar “trazer dinheiro de outro banco” no WhatsApp BB e receberá uma mensagem para escolher a instituição de onde quer trazer o saldo. A lista de instituições já abrange mais de 90% dos bancos com os quais os clientes se relacionam também, e será expandida gradualmente.

Depois, o cliente irá escolher o valor a ser transferido, confirmar e será direcionado ao canal da instituição escolhida para confirmar a transferência. Após a confirmação, automaticamente, o usuário será direcionado de volta para o WhatsApp BB e pronto. A transação utiliza a estrutura da iniciação de pagamentos do Open Finance. Para utilizar essa funcionalidade, não é necessário que o cliente tenha consentimento para compartilhamento de dados com o BB.

Pioneirismo e geração de valor para o cliente

Em se tratando de Open Finance e WhatsApp, o Banco do Brasil conquista diversas marcas, que o colocam como uma referência no tema:

Open Finance
• 1º banco da América Latina a fazer uma operação estruturada de Open Banking, em junho de 2017, com lançamento do Portal do Desenvolvedor (developers.bb.com.br)
• 1º banco a estabelecer uma parceria de Open Banking negocial no Brasil, em agosto de 2017
• 1ª instituição a oferecer a jornada do consentimento completa no Open Banking regulatório em todos os canais (agosto de 2021)
• 1º grande banco habilitado a operar como iniciador de pagamentos (abril de 2022)
• 1º banco do mundo a disponibilizar a jornada do consentimento do Open Finance no whatsapp BB (61 4004-0001) (agosto de 2022)
• 1º banco a disponibilizar aos clientes a transferência de recursos de outros bancos via Pix, sem sair do aplicativo BB

WhatsApp
• 1º banco a oferecer contratação de CDC (maio de 2022);
• 1º banco a entregar Informe de Rendimentos;
• 1º banco com jornada completa do Pix (novembro de 2020);
• 1º banco com serviços de INSS;
• 1º banco a entender mensagens de voz;
• 1º banco com renegociação de dívidas;
• 1º banco com registro de boleto;
• 1º banco com autorização de débito automático;
• 1º banco a disponibilizar a consulta e pagamento de obrigações DDA;
• 1º banco a disponibilizar a solicitação de portabilidade de salário.

Atualmente, mais de 1,2 milhão de clientes compartilham dados de outros bancos com o Banco do Brasil, o que possibilita uma série de benefícios já em vigor:

Vantagens já disponíveis para clientes que compartilham dados
• Minhas Finanças Multibanco (personal financial manager – pfm)
• Assessoria de investimentos
• Reavaliação automática do limite de cartão
• Ofertas personalizadas de empréstimo
• Orientação sobre o uso de crédito rotativo
• Upgrade de modalidade de cartão
• Atualização automático de cadastro
• Adequação do modelo de relacionamento
• Cashback na Loja BB (app) com base no consumo do cliente

O que é ITP
A iniciação de pagamentos é um serviço que está no escopo do Open Finance no Brasil. As instituições iniciadoras de transações de pagamento (ITPs), como o Banco do Brasil, precisam ser autorizadas pelo Banco Central e seguir diretrizes previstas em regulação específica. Na prática, o serviço simplifica o processo de pagamento ou transferência de recursos, ao integrar um canal digital (que receberá o crédito) com as instituições detentoras de conta (que serão debitadas). Assim, um consumidor ou uma empresa conseguirá realizar um débito em sua conta – por enquanto utilizando o Pix – diretamente no site ou aplicativo de quem recebe, sem a necessidade de acessar o app de seu banco para concluir o pagamento ou transferência. Além de melhorar a experiência do cliente, o processo tende a reduzir custos, já que reduz as etapas (de 7 para 3) de um pagamento digital e tende a reduzir também o abandono de compras no e-commerce, já que o pagamento acontece na hora, sem atrito.

Fonte: Banco do Brasil

Após fim das eleições, analistas veem “riscos potenciais” no BB

Publicado em:

Na segunda-feira (31), após as eleições do segundo turno de 2022 no domingo (30), o Goldman Sachs atualizou suas estimativas para o Banco do Brasil (BBAS3). Os analistas do Goldman Sachs mantiveram recomendação de “compra” para as ações do Banco do Brasil, com o preço-alvo de R$ 46. Não esperam impacto do resultado da Eleição de Lula para presidente no curto prazo. Mas já veem o ativo descontado em relação aos seus pares no setor privado.

O Goldman Sachs avalia que pode haver maior incerteza para o BB até que haja definição sobre o futuro das políticas públicas. Além disso, o banco destacou a melhora na lucratividade do Banco do Brasil para o máximo de 10 anos.

Entretanto, os riscos potenciais para a rentabilidade do Banco do Brasil incluem as renegociações de crédito e aumento de empréstimos, já mencionados por Lula em campanha, disseram os analistas.

Segundo o Goldman, ainda que o Banco do Brasil tenha uma governança corporativa como defesa, o CEO é nomeado a critério do Governo Federal e poderia mudar a estratégia da companhia.

“Embora não tenhamos opinião sobre o possível curso de ação do presidente eleito, os bancos do setor público historicamente tiveram rentabilidade menor em períodos de expansão de market share”, destacaram os analistas.

Na análise de sensibilidade do Goldman Sachs, a cada 1% de aumento no custo de capital do BB o preço-alvo cai em 9%, enquanto um declínio de 1% no ROE (Retorno sobre patrimônio) sustentável reduziria sua meta de preço em 14%.

Além disso, o Banco do Brasil deve atingir ROE de 19,2% este ano, na expectativa do Goldman Sachs, no nível mais alto desde 2012. Enquanto isso, esperam o ROE normalizar para 16 a 17% nos próximos anos.

O Banco do Brasil informou, por meio de nota, que irá prestar todas as informações que forem solicitadas no processo de transição do atual governo para a gestão do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva. “Como integrante da administração pública, o BB sempre cumpriu com a legislação que estabelece as regras de transição entre governos. O BB mantém sua postura de prestar neste momento todas as informações que forem solicitadas.”

Conforme noticiado mais cedo, a equipe econômica também se prepara para participar de forma “transparente” do governo de transição. Conforme fontes consultadas pelo Broadcast, os projetos e medidas que estão em estudo na pasta hoje serão repassados ao novo governo.

Pela lei que regula o governo de transição, o presidente eleito conta com uma equipe de 50 membros para participar do processo de atualização sobre os principais pontos da administração pública federal pelos próximos dois meses.
Petrobras é rebaixada por analistas após resultado das eleições

As ações da Petrobras (PETR4) são alvo de uma revisão de cenário em massa desde a noite de domingo (30), quando Lula (PT) ganhou a disputa eleitoral.

Apesar da recomendação de compra para as ações da Petrobras, a XP cortou o preço-alvo para os papéis, de R$ 47,30 para R$ 35,50. Para a casa, a percepção de risco político aumentou, apesar da Lei das Estatais ainda blindar a empresa.

Ainda assim, entendem PETR4 como um papel relativamente descontado e não estimam grandes mudanças na política financeira da empresa.

“Vemos os patamares de preços das ações da Petrobras reduzidos, especialmente considerando o rendimento dos dividendos (30% em 2023 e 65% entre 2024 e 2027)”, comentam.

Fonte: Suno Research

 

 

Prévia de balanços: Banco do Brasil e BTG Pactual devem ser os destaques do 3T22

Publicado em: 28/10/2022

A temporada de resultados do 3T22 para o setor financeiro começa nesta semana. Entre os bancos, a nosso ver, Banco do Brasil, BTG Pactual e Itaú devem ser os principais destaques positivos.

Tratando das instituições que não são bancos, esperamos que a BB Seguridade e a Cielo apresentem os resultados mais fortes, enquanto o IRB Brasil RE pode decepcionar mais uma vez.

Esperamos que o Banco do Brasil apresente resultados muito fortes no 3T22, com boa evolução da renda líquida com juros e expansão do lucro líquido das empresas investidas. O lucro líquido do Banco do Brasil deve avançar para o topo de seu guidance revisado.

O Itaú Unibanco deve continuar a apresentar bons resultados, mantendo seu bom momento de resultados, especialmente no negócio de crédito, sustentando uma forte rentabilidade financeira junto aos clientes. Esperamos que o lucro cresça 19% no ano, mantendo o ROAE na marca de 21%.

O BTG Pactual também deve apresentar bons resultados no 3T22, apoiados pelo desempenho consistente da gestão de patrimônio e ativos e empréstimos corporativos e ventos favoráveis da alta da taxa Selic na linha de juros e outros.

O Bradesco deve apresentar resultados medíocres, em função de uma renda líquida com juros ainda negativa com o mercado e uma pequena deterioração na qualidade do crédito.

Por outro lado, o Bradesco deve continuar reportando uma boa recuperação do Negócio de Seguros (principalmente dos resultados operacionais).

Também esperamos que o Santander reporte contratempos de renda líquida com juros com o mercado e altos níveis de inadimplência, enquanto o desempenho de sua carteira de crédito pode continuar abaixo de seus principais pares privados, levando seu lucro líquido a registrar uma ligeira queda em relação ao ano anterior.

Entre os bancos de médio porte, o Banco Pan pode apresentar resultados medíocres principalmente sobre a inadimplência ainda elevada.

O Banrisul pode apresentar números fracos, com resultado inferior, mesmo considerando eventos não recorrentes (de provisões cíveis e trabalhistas).

Entre as Seguradoras, a BB Seguridade deve apresentar outro resultado muito bom, após forte desempenho em prêmios emitidos (rural e prestamista), suportando também receitas de corretagem e normalização de sinistros.

A Porto poderá apresentar melhores números no segmento de seguros de automóveis, com prémios crescendo fortemente, sinistralidade com ligeira melhoria na comparação trimestral e alguma recuperação nos resultados financeiros líquidos.

Do lado negativo, o IRB deve apresentar resultado negativo, impactado por um índice de sinistralidade muito alto (especialmente de Prejuízos Rurais).

Esperamos um desempenho positivo para a Cielo, que deve continuar melhorando seus resultados, em suas duas divisões: Cielo Brasil (com melhora do MDR) e Cateno (com bons volumes transacionados). Além disso, projetamos o crescimento de lucro líquido para a Cielo de 8% na comparação anual.

Em relação à B3, ela pode continuar apresentando resultados medíocres, refletindo o desempenho mais fraco do segmento de ações listadas (que refletiu menor valor de mercado das ações listadas), levando o lucro líquido a apresentar uma ligeira queda na comparação anual.

Fonte: Safra

 

Lucro dos grandes bancos deve chegar aos R$ 25 bilhões no terceiro trimestre

Publicado em:

Quem acompanha os balanços dos grandes bancos brasileiros deve estar se sentindo preso num feitiço do tempo. Ao longo de 2022, as expectativas dos analistas para os resultados das instituições financeiras têm se repetido a cada safra de balanços e, para o terceiro trimestre, temos uma nova reprise.

Assim como nas temporadas anteriores de balanços, os investidores devem ficar atentos mais uma vez, aos indicadores tradicionais de qualidade dos ativos dos bancos, muito mais do que aos lucros.

O principal deles é a inadimplência, mas o foco também recai sobre os dados de renegociações de dívidas e venda de carteiras ‘podres’.

Ainda que um aumento da inadimplência já seja esperado, os resultados e as justificativas da direção dos bancos para os números serão essenciais para traçar um cenário para as instituições no curto prazo.

A piora da inadimplência pode levar, por exemplo, a uma desaceleração da contratação de créditos mais arriscados, afetando a margem financeira no ano que vem.

Nada disso, porém, vai tirar os bancões do trilho dos lucros bilionários. A expectativa é que o resultado combinado de Itaú, Banco do Brasil, Bradesco e Santander atinja R$ 25 bilhões, o que representa um avanço de 9% em relação ao terceiro trimestre do ano passado.

O duplo efeito da alta dos juros nos bancos

O cenário macroeconômico para os bancos não tem sido dos mais construtivos. A taxa básica de juros, a Selic, chegou a 13,75%. Se por um lado o juro alto é bom para as instituições financeiras, por outro pode ser uma armadilha em razão do endividamento cada vez maior das famílias.

Na última Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), apurada mensalmente pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o total de lares brasileiros com dívidas a vencer chegou a 79,3%.

Dentre os consumidores mais pobres, a proporção passou de 80,3%, o maior nível da série histórica da pesquisa, iniciada em 2010. A inadimplência acelerou para 30%, também o maior patamar da série histórica.

Ainda assim, dados do Banco Central indicam que o crescimento do crédito continua em níveis saudáveis, mesmo que em desaceleração. Ao mesmo tempo, os spreads bancários — ou seja, a diferença entre os juros que o banco paga e os juros que ele cobra — continuam em níveis recorde.

Para os analistas do Santander, isso deve ser suficiente para mitigar os impactos da inadimplência, que está concentrada em empréstimos sem garantia, como, por exemplo, cartão de crédito.

Quais bancos se sairão melhor?

É quase consenso que o Bradesco (BBDC4) e o Santander (SANB11) terão o pior desempenho no terceiro trimestre, enquanto o Itaú (ITUB4) e o Banco do Brasil (BBAS3) serão, novamente, os destaques positivos.

Quem inaugura a safra de balanços é o Santander, que divulga os resultados na quarta-feira(26), antes da abertura do mercado.

Na segunda semana de novembro, os outros bancos publicam seus balanços um após o outro: Bradesco no dia 8, Banco do Brasil no dia 9 e Itaú no dia 10.

Santander (SANB11)

Data do balanço: 26 de outubro (antes da abertura)
Lucro projetado para o 3º tri 2022: R$ 2,991 bilhões (-30% ante o 3º tri de 2021)*

Praticamente nenhum analista que cobre os grandes bancos tem palavras positivas para dizer sobre o Santander neste trimestre.

O tom geral é de piora da margem financeira com os clientes e também com o mercado, além de recuo do lucro tanto na comparação trimestral quanto na comparação anual.

A expectativa é de que a inadimplência continue com viés de alta, mas com menos ímpeto do que nos trimestres anteriores. No segundo trimestre, as dívidas vencidas há mais de 90 dias chegaram a 2,9%, um índice estável em relação ao primeiro trimestre.

No entanto, em se tratando especificamente dos clientes pessoa física, a inadimplência vem em trajetória de alta nos últimos 12 meses. No mês de junho, o índice desses clientes chegou a 4,1%, acima dos níveis pré-pandemia.

“A qualidade dos ativos deve continuar se deteriorando, mesmo considerando os níveis altos de renegociações, levando a custos altos de provisões”, afirmou o Bank of America em relatório.

Bradesco (BBDC4)

Data do balanço: 8 de novembro (depois do fechamento)
Lucro projetado para o 3º tri 2022: R$ 6,749 bilhões (estável ante o 3º tri de 2021)*

As projeções para o Bradesco no terceiro trimestre não estão tão ruins quanto as do Santander, mas tampouco estão otimistas.

A expectativa dos analistas é de que o Bradesco apresente resultados “sem brilho”, com avanço das receitas líquidas de juros, mas sem efeito no lucro trimestral.

Além disso, o mercado espera por mais uma piora da inadimplência, que vem seguindo uma trajetória ascendente desde que atingiu os níveis mais baixos durante o primeiro ano da pandemia.

No segundo trimestre, as dívidas vencidas há mais de 90 dias chegaram a 3,5% da carteira do Bradesco, com destaque para os clientes pessoa física e pequenas e médias empresas.

O Itaú BBA, que vinha recomendando compra das ações do Bradesco desde o primeiro trimestre deste ano, desistiu depois de calcular as expectativas para o terceiro trimestre.

“Não apenas a inadimplência ainda está em alta, mas houve contaminação do portfólio de pequenas e médias empresas”, disseram os analistas em relatório.

Assim, o Itaú BBA mudou a recomendação das ações do Bradesco para neutro.

Banco do Brasil (BBAS3)

Data do balanço: 9 de novembro (depois do fechamento)
Lucro projetado para o 3º tri 2022: R$ 7,245 bilhões (+41% ante o 3º tri de 2021)*

Queridinho dos analistas, o Banco do Brasil deve entregar resultados sólidos mais uma vez neste trimestre. Alguns preveem, inclusive, que suas próprias projeções de lucro podem estar mais baixas do que os números que o banco público vai, de fato, apresentar.

A expectativa é de crescimento tanto do lucro líquido quanto da margem financeira, associados a uma carteira de crédito saudável.

“Além disso, as receitas de tarifas também devem ser fortes nas comissões de administração de fundos e contas correntes, compensando parcialmente as maiores despesas operacionais com aumentos de salários”, afirmaram analistas do Bradesco BBI.

A inadimplência deve ter uma piora marginal, ao mesmo tempo que os custos com provisões devem crescer em linha com o guidance do banco para o ano.

Vale ressaltar que os resultados espetaculares do Banco do Brasil neste ano fizeram a direção revisar suas próprias projeções.

No início do ano, a previsão interna era de que o lucro total de 2022 ficaria entre R$ 23 e 26 bilhões. Mas após os fortes resultados do primeiro semestre, a projeção passou para entre R$ 27 e R$ 30 bilhões.

A empolgação com o momento do Banco do Brasil é tanta que quase todos os analistas recomendam comprar as ações. Alguns gestores, inclusive, reforçam o coro, dizendo que os papéis estão baratos.

Itaú Unibanco (ITUB4)

Data do balanço: 10 de novembro (depois do fechamento)
Lucro projetado para o 3º tri 2022: R$ 8,036 bilhões (+18,5% ante o 3º tri de 2021)*

Último banco grande a publicar seus resultados nesta temporada, o Itaú deve ver novo aumento dos lucros e também das margens com os clientes e com o mercado.

O consenso de mercado indica que o lucro trimestral do Itaú deve ultrapassar os R$ 8 bilhões no terceiro trimestre. Caso isso se concretize, será o maior da história dos bancos brasileiros.

O mercado prevê, ainda, que a qualidade dos ativos do Itaú deve permanecer melhor do que a dos concorrentes, mas com ligeiro aumento da inadimplência e das provisões.

“Vemos chances de que as receitas com tarifas venham melhores do que o previsto, dada à boa performance dos seguros, mas, por outro lado, as despesas de curto prazo (opex) também devem vir acima do previsto devido aos impactos do reajuste salarial anual”, afirmou o Bank of America.

Apesar das projeções otimistas para o Itaú, ele não é o preferido dos analistas, que veem as ações do Banco do Brasil com maior potencial.

Fonte: Seu Dinheiro

 

A poucos dias da eleição, presidente do BB entra em campo para negar privatização

Publicado em:

Fausto Ribeiro, o presidente do Banco do Brasil, gravou e postou um vídeo de 1m45, para negar que haja qualquer decisão do governo Bolsonaro em privatizar o Banco do Brasil. O vídeo é uma óbvia exigência da campanha presidencial.

Desestatizar o BB é assunto polêmico. Não se mexe neste tipo de vespeiro em véspera de eleição. Ribeiro disse que esta é uma “informação sem qualquer fundamento” :

— Posso que nunca tratei deste assunto com com qualquer integrante do governo.

Ribeiro precisa, no entanto, se entender com Paulo Guedes. A vários interlocutores o ministro da Economia tem repetido que, se Jair Bolsonaro for reeleito, o BB é o primeiro de uma lista de estatais intocáveis que ele quer desestatizar. A Petrobras seria a segunda.

Fonte: O Globo

 

Funcionários do Banco do Brasil temem privatização

Publicado em:

Funcionários do Banco do Brasil estão preocupados com a sinalização, cada vez mais forte, do atual governo de privatizar a entidade. O ministro da Economia, Paulo Guedes, que continuará no cargo caso ocorra a reeleição, conseguiu tirar do papel a privatização de Eletrobrás, Correios e BR Distribuidora, tendo manifestado diversas vezes que o BB está “na fila”.

“Observamos preocupados esse interesse de vender o BB, que coloca em risco tanto o futuro dos trabalhadores quanto o futuro do país, dada a importância dos bancos públicos para o desenvolvimento do país e como indutor da economia local”, avalia Rafael Matos, que foi o primeiro Representante dos Funcionários (Caref) eleito no Conselho de Administração do BB.

Ainda em 2020, o atual presidente da República declarou em uma entrevista à Veja seu interesse em entregar o banco ao mercado somente em 2023, portanto, em caso de reeleição. Em entrevista mais recente à mesma revista, ele voltou a defender as privatizações sob o argumento de que “quanto mais Estado, pior”.

A atual Caref, Débora Fonseca, destaca também que o medo de privatização é um sentimento crescente entre os colegas, “porque são recorrentes as falas do ministro da Economia colocando o BB na pauta de privatizações”, por isso, a eleição presidencial passa a ter uma importância especial. “Precisamos avaliar qual candidato se compromete não só com a manutenção do banco, mas também com sua utilização como mecanismo de recuperação econômica”, pondera.

Desmonte silencioso

O coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), João Fukunaga, alerta que o BB passou, nos últimos quatro anos, por um processo de redução no número de agências e funcionários, que remete ao mesmo caminho que levou à privatização de outros bancos públicos. “Foram mais de 1.500 agências fechadas e mais de 10.500 funcionários dispensados no período”, relata.

Fernanda Lopes, funcionária do BB e secretaria de Mulher da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), pontua que, “além de reduzir a oferta de serviço bancário à população”, o processo de encolhimento do banco sobrecarrega os trabalhadores, com aumento de denúncias de assédio moral e metas abusivas.

“Há necessidade de mais contratações pelo BB, não apenas para reequilibrar as tarefas entre os funcionários, mas também para melhorar o atendimento aos clientes, porque, nesse processo de desmonte, periferias e pequenas cidades são as que mais sofrem com filas de espera”, completa.

Fonte: Contraf-CUT

 

Governo do TO projeta parceria com BB em relação ao passivo dos servidores

Publicado em:

O governador do Tocantins, Wanderlei Barbosa (Republicanos), recebeu no dia 19 de outubro representantes do Banco do Brasil (BB) no Estado para reforçar as parcerias entre o Palácio Araguaia e a instituição bancária. “Temos trabalhado com o Banco do Brasil porque é uma instituição que tem segurança jurídica, com credibilidade com o povo tocantinense. É um banco importante para o governo porque juntos trabalhamos com uma série de projetos essenciais para a população. Inclusive, com os passivos dos servidores, que o Banco do Brasil também vai fazer a sua proposta para trabalhar com essa pauta. São essas e muitas outras frentes que atuamos em parceria”, ressaltou o chefe do Poder Executivo.

Superintendente de Governo do Centro Oeste do Banco do Brasil, Rui Barbosa Mesquita também reforçou que a visita teve a intenção de avançar nos diálogos para estabelecer cooperações mútuas que envolvam a instituição e o Poder Executivo Estadual. “O objetivo é reforçar a parceria do Banco do Brasil com o Estado, esse cliente importantíssimo. Viemos colocar o banco à disposição do Governo do Estado do Tocantins para novas parcerias, reafirmar o nosso compromisso de estar sempre presente, sempre parceiro. Como banco, colocamos nossos portfólios com consultoria, crédito e infraestrutura. Estamos dispostos a contribuir com o Estado”, destacou.

Também estiveram presentes os secretários da Fazenda, Júlio Edstron, de Planejamento e Orçamento, Sergislei Silva de Moura, da Casa Civil, Deocleciano Gomes Filho, além de representantes do banco: os gerentes de relacionamento João Márcio Ferreira do Santos, e o gerente geral do Escritório Setor Público, Márcio Corrêa.

Fonte: Portal Cleber Toledo

 

 

Banco do Brasil confirma presença na Expoagro 2023 em Dourados

Publicado em:

O presidente do Sindicato Rural de Dourados, Ângelo Ximenes recebeu a superintendente comercial para o Centro Oeste do Banco do Brasil, Natália Parente que esteve acompanhada do gerente geral da agência Dourados, Anderson Zanco e do gerente geral da agência Agro do BB, Paulo Sérgio Gomes.

Durante o encontro nesta terça-feira (25), ficou definido que virá uma carreta itinerante do Banco do Brasil, maior que a da edição anterior da feira. “O volume de negócios pelo Banco foi de meio bilhão de reais”, destacou Ximenes. Para 2023 a meta é ainda maior: “Estimamos chegar a 800 milhões de reais em negócios”, aponta Paulo Sérgio.

O Banco do Brasil, maior financiador da feira, reafirma o compromisso com Dourados e região por meio de linhas de crédito e taxas diferenciadas na Expoagro. E para atender a crescente demanda na agroindústria houve mudanças em algumas linhas de crédito: O Fundo Constitucional do Centro Oeste, o FCO, por exemplo, hoje foi direcionado também para “aves e suínos”, ressalta Paulo Sérgio.

Sobre Armazenagem, Natália também diz que é possível melhorar as taxas para o produtor: “Assim que estabilizar a Selic, a gente consegue taxa melhor”, afirma a superintendente. Irrigação, implantação de pastagens, correção de solo, também possuem crédito diferenciado, ponderou o gerente de Agro.

Em uma breve análise do mercado, a valorização do milho, assim como a procura pelos grãos no mercado brasileiro por parte da China e ainda o cenário de estabilidade política graças às ações do Ministério da Agricultura foram elencados como fatores de sustentabilidade nos últimos anos. A chegada da ex – ministra da Agricultura Teresa Cristina ao Senado também gera expectativas animadoras para o setor.

A Superintendente finalizou a reunião afirmando que o Banco do Brasil segue de portas abertas aos produtores e que tem expectativa de participar pessoalmente da Expoagro 2023. A feira está agendada para ocorrer entre os dias 12 e 21 de maio, no Parque de Exposições em Dourados.

Fonte: O Progresso

 

Descomissionamentos no Banco do Brasil escondem metas abusivas

Publicado em: 24/10/2022

O Sindicato dos Bancários de São Paulo tem recebido diversas denúncias de descomissionamentos no último trimestre. Embora é conhecido que já há muitos bancários com mais de três avaliações negativas após o fim da emergência em saúde pública por ocasião do Covid-19 (Espin), o problema reside no aumento imparável das metas abusivas e no estilo de má gestão da vice-presidência de Negócios de Varejo do BB para com seus funcionários.

Desde a criação dos escritórios exclusivos, tudo que bancários e Sindicato têm observado são perdas e ataques. Desde a dificuldade de locomoção para o local de trabalho no Cenesp, passando por casos graves de assédio que só foram combatidos pela ação sindical, reestruturação com perda de salário, descomissionamentos, dentre outras retiradas de direitos.

“A única resposta do banco é aumentar a meta! Não há clima organizacional que se mantenha nesse cenário de terror que gera um ciclo vicioso onde ao fim o trabalhador sempre é penalizado. É preciso que o banco tome uma atitude imediatamente para aliviar o sofrimento desses funcionários tão importantes para gerar os lucros enormes que o banco vem obtendo”, afirma Antonio Netto, dirigente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região.
Negociação garantiu avanços e evitou perdas

A negociação coletiva avançou no tema com a garantia no Acordo Coletivo de Trabalho de cláusulas que determinam a implantação de mesas de discussão sobre as metas, GDP, encarreiramento dos Gerentes e Assistentes. Também, já haviam sido assegurados o não-descomissionamento dos colegas durante os períodos de maior vulnerabilidade por contaminação da Covid-19.

Nas negociações para a renovação do ACT, no âmbito da Campanha Nacional dos Bancários 2022, a direção do banco tentou, de maneira infrutífera, reduzir os cíclos avaliatórios para descomissionamento, rejeitado nas mesas de negociação pelo movimento sindical, o que agravaria muito mais esse problema.

Agora faz-se necessário que essas mesas de negociação sejam instaladas o mais rapidamente possível, a fim de que se implementem melhorias na gestão e se debatam as metas com os trabalhadores, criando um verdadeiro “acordo de trabalho”.

“Entretanto, é nítido que a cúpula da empresa aguarda o fim das eleições presidenciais, no sentido de direcionar os rumos a serem seguidos pelo banco. Neste sentido, é importante que o funcionalismo observe essa situação e esteja mobilizado para que não haja mais reduções de direitos, renda e piora nas condições de trabalho”, avalia Ana Beatriz Garbelini, dirigente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região e bancária do BB.

“O banco vem trabalhando com uma política de metas abusivas, que crescem exponencialmente a cada semestre, porém, a carteira de clientes não cresce na mesma proporção. E não basta que o gerente cumpra 100%, muitas vezes para ter o reconhecimento adequado é necessário cumprir acima do orçado. É urgente que o banco reveja a política de metas e pare imediatamente de usar o descomissionamento como ferramenta de gestão e assédio”, complementa a dirigente.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Banco do Brasil pode repetir a dose e entregar mais um trimestre estelar

Publicado em:

Analistas do mercado antecipam uma temporada de resultados mista para os bancos brasileiros. Dentre as instituições financeiras tradicionais, o Banco do Brasil (BBAS3) deve ser novamente o destaque positivo do terceiro trimestre, avalia o Itaú BBA.

De acordo com o BBA, a estatal deve superar os rivais novamente, tanto em qualidade de crédito quanto em NII (margem financeira). Por outro lado, o Bradesco (BBDC4) deve divulgar números pouco convincentes.

O BBA comenta que tem se mostrado um pouco cético com a recomendação de “outperform” (desempenho esperado acima da média do mercado, equivalente a “compra”) do Bradesco desde o primeiro trimestre do ano. Agora, a instituição resolveu rebaixar o papel na expectativa de “mais um conjunto de resultados fracos no terceiro trimestre de 2022”.

Objetivo ambicioso

O BB é, junto com a B3 (B3SA3), top pick do BBA entre as large caps do setor bancário. Apesar da exposição a fatores exógenos, como o risco-país, a empresa conta com um ponto reconfortante, que é a manutenção de seus resultados fortes.

“Esperamos que o Banco do Brasil reporte mais uma vez os melhores resultados em nossa cobertura de grandes bancos, com lucro líquido de R$ 7,9 bilhões e ROE (retorno sobre o patrimônio líquido) de 20%”, comenta o BBA.

Paulo Albuquerque, analista e sócio da Quantzed, avalia que o Banco do Brasil é um forte candidato a ser o destaque positivo nesta nova temporada. “O presidente do BB afirmou desde a teleconferência de resultados do primeiro trimestre de 2022 que iria fechar o gap de rentabilidade com os pares privados. O que se vê é que ele prometeu e entregou”, defende.

Albuquerque reforça que, para o Banco do Brasil, não é um mero jogo de “empatar” com os pares privados. O especialista cita o forte comprometimento da administração em transformar a companhia no banco mais lucrativo do país, com promessa de maiores pagamentos de dividendos.

“Continuo confiando no management e acredito que os resultados possam vir bons, sim. Talvez haja algum efeito sazonal, decorrente do cenário eleitoral”, completa.

Percalços de Bradesco

Albuquerque defende que o mercado às vezes coloca expectativas muito irreais sobre as empresas. Isso aconteceu com o Bradesco na temporada anterior, diz. “O resultado que ‘decepcionou’ na verdade foi em linha com as expectativas e superior ao mesmo período se comparado ano a ano. Então, foi um resultado bom, crescente”, defende o analista.

Albuquerque destaca que o principal problema dos resultados do Bradesco no segundo trimestre foi o mix de crédito, com crescimento na inadimplência – sobretudo a longa. “Com a estabilidade dos juros agora, e tendo em vista uma reação esperada por parte do management do banco, acho que o Bradesco deve ter melhorado o perfil de crédito e avançado em renegociações”, avalia o sócio da Quantzed.

Para o BBA, no caso do Bradesco, não só as NPLs (taxas de créditos inadimplentes) de varejo estão elevadas, como também existe uma contaminação persistente do portfólio de pequenas e médias empresas.

Além disso, os resultados financeiros na divisão de seguros devem ser negativamente impactados por uma inflação menor e elevadas taxas de sinistralidade.

O BBA cortou as estimativas de lucro líquido em 4% e 10% para 2022 e 2023, respectivamente, a R$ 27 bilhões e R$ 29,2 bilhões. As projeções para despesas com provisões subiram 7% e 17% para 2022 e 2023, chegando a R$ 22,7 bilhões e R$ 27 bilhões.

Seguradoras vão ser destaque

Além do Banco do Brasil, o BBA tem como top picks na temporada de resultados do terceiro trimestre de 2022 a BB Seguridade (BBSE3) e a PagSeguro (PAGS). Na avaliação dos analistas da instituição, as seguradoras e as empresas de adquirência devem mostrar a melhor dinâmica no terceiro trimestre.

No caso da BB Seguridade, o BBA estima que os resultados operacionais da Brasilseg mitiguem uma dinâmica financeira pior no período. Já a preferência pela PagSeguro vem da perspectiva de fluxo de caixa positivo, com melhores margens, capex (despesas) menor e capital de giro mais baixo.

Considerando bancos menores, a ABC Brasil (ABCB4) deve ser o destaque positivo em termos de receita e rentabilidade. O BBA também acredita que o BTG Pactual (BPAC11) atingirá as expectativas altas do mercado, reportando bom lucro líquido, enquanto a B3 deve começar a ver uma recuperação nas receitas.

Fonte: Money Times

 

BB se prepara para monetizar Broto e impulsionar os resultados da plataforma

Publicado em:

O Banco do Brasil se prepara para colocar o Broto, sua plataforma digital de conteúdo e marketplace de produtos agrícolas, em nova rota de crescimento. Com o aval do conselho da BB Seguridade para fazer dela uma empresa, controlada por Brasilseg e BB, o banco passará a ter receita com a startup, com pacotes estruturados para empresas e agricultores. As metas para 2023 estão sendo definidas e o Cade (órgão regulador) tem de aprovar a nova estrutura, mas há plano de sair dos 50 mil produtores cadastrados até o fim de 2022 para 1,5 milhão em três a cinco anos, diz Renato Naegele, vice-presidente de Agronegócios do BB. O Broto deve fechar 2022 com R$ 1,25 bilhão em negócios, de R$ 2,5 bilhões desde sua criação, em julho de 2020.

Com 700 empresas vendedoras, o BB está formatando assinaturas com consultoria, anúncios e análises sobre vendas. Quer ampliar o número de empresas de forma “seletiva”, diz Naegele. Para os agricultores, a cobrança variará conforme o nível de acesso aos conteúdos.

Crédito facilitado e parceiros

O BB vem implementando mais tecnologias para “acoplar” operações do banco no sistema do Broto e, assim, avançar no financiamento das compras de correntistas e não clientes no marketplace – hoje, de 40% a 50% via linhas do BB. O Broto também quer atrair parceiros, como a Embrapa, que fornecerá conteúdos.
Esforço em dobro

Um dos principais obstáculos enfrentados pelas mulheres que trabalham com o agronegócio é ter sua capacidade profissional questionada, mesmo tendo melhor formação profissional. É o que revela a pesquisa “Mulheres e jovens no agronegócio”, conduzida pela Deloitte e antecipada à coluna. Entre as profissionais ouvidas, a realidade é percebida por 75% das mulheres entre 18 e 30 anos e por 37% entre aquelas acima de 31 anos.

Dinheiro suado

E não é só isso: 30% notam mais dificuldade no acesso ao crédito – 4% acreditam não obter as mesmas condições oferecidas para homens. E 11% delas só conseguem assistência técnica após indicação de um homem. Por isso, 76% defendem uma mudança na cultura organizacional das empresas do agro, seguida pela adoção de políticas e práticas inclusivas.

Fonte: Estadão

 

Banco do Brasil vira foguete e salta quase 10% na semana com ‘fator Bolsonaro’

Publicado em:

O Banco do Brasil (BBAS3) subiu forte na sessão desta quinta-feira (20) com os mercados repercutindo a disputada mais acirrada entre Jair Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A ação fechou a R$ 43,60, alta de 4,68%. Nos últimos cinco pregões, a ação disparou 9,93%.

O papel é apontado como um dos que ganham com a eleição de Bolsonaro, já que os mercados alimentam uma esperança de privatização da companhia.

O ex-presidente Lula manteve 49% das intenções de voto no segundo turno da disputa pelo Palácio do Planalto, enquanto o presidente Bolsonaro oscilou 1 ponto para cima e foi a 45%, apontou o Datafolha.

Como a pesquisa tem margem de erro de 2 pontos percentuais, a diferença entre os candidatos está no limite da margem de erro, apontou o levantamento divulgado na véspera, após o fechamento da bolsa.

No tópico rejeição, 50% disseram que não votariam em Bolsonaro de jeito nenhum, ante 51% na pesquisa anterior, e 46% disseram o mesmo sobre Lula, mesmo patamar anterior.

Para estrategistas do Citi, a pesquisa fornece novas evidências de uma corrida presidencial mais acirrada e reforça a percepção da equipe do banco de que a rejeição é o que mais importa no segundo turno.

Filipe Fradinho, analista gráfico da Empiricus Investimentos, diz que a ação rompeu o topo do ano, que era na casa R$ 43,34. “A expectativa é que bata na máxima histórica (R$ 46,18), uma alta de 6%. Chegando lá, pode ser que tenha uma travada”, completa.

A Genial acredita que o grande desconto de valuation entre ações do Banco do Brasil e dos bancos privados deve fechar num cenário em que o Bolsonaro vença as eleições, por causa da continuidade da atual gestão.

“O BB vem consistentemente melhorando sua rentabilidade nos últimos anos. Isso significa um Retorno sobre Patrimônio (ROE) no patamar de 20% e crescimento de lucro acima de 10% na comparação anual. Depois de muitos anos rodando com um ROE e capital bem abaixo de seus pares, a melhora operacional finalmente o colocou na mesma liga dos bancos privados em níveis de rentabilidade”, avaliam.

Os analistas ainda destacam que o Banco do Brasil segue “bem descontado em relação a seus pares, muito por causa do risco político de mudança no comando e medo de ingerência no banco”.

Por fim, a corretora ressalta que desde 2015 e 2016, a gestão do BB fez um “trabalho memorável” em melhorar a rentabilidade e capital do banco.

Em caso de reeleição de Bolsonaro, seria provável que o time de gestão permaneça o mesmo, diminuindo a incerteza sobre a mudança da estratégia e destravando valor para a ação.

Fonte: Money Times

 

Banco do Brasil cria vídeo para explicar Bitcoin e criptomoedas

Publicado em:

O Banco do Brasil publicou um vídeo em seu canal no YouTube explicando o que é o Bitcoin e as criptomoedas. A ação faz parte de um programa chamado “Dicionário Deseconomês”, que busca explicar de maneiras simples as diversas possibilidades de investimentos no mercado financeiro.

No vídeo do BB, o apresentador afirma que “assim como a Internet revolucionou a forma como nos comunicamos, os criptoativos podem revolucionar a maneira como fazemos nossas transações financeiras”.

Apesar de curto, o vídeo aborda diversos pontos, com foco na parcela da população que ainda não conhece as criptomoedas. Ele explica o que é a tecnologia blockchain (“possibilitou a realização desses pagamentos de formas seguras, sem precisar do agente centralizador”), mineração, corretoras e carteiras privadas.

O apresentador explica também o conceito de chave dupla de criptografia – pública e privada – e alerta que, perdendo o acesso dessa última, todos os criptoativos serão perdidos sem chance de um backup.

Além disso, o vídeo do BB aponta que o investidor interessado pode recorrer aos ETFs já listados na B3, que tem parte de sua cesta de ativos formada por índices ligados às criptomoedas.

Fonte: Portal do Bitcoin

 

BB e Visa sortearão prêmios de R$10 mil e kits da Copa para clientes Ourocard

Publicado em:

A Visa e o Banco do Brasil lançaram a promoção “Imagina você na torcida”, que vai sortear cartões pré-pago no valor de R$10 mil, kits da Copa do Mundo e bolas Adidas Al Rihla. A oferta é válida para clientes que cadastrarem o cartão Ourocard Visa no site da promoção e gastarem R$ 30 em compras até o dia 18 de dezembro.

Durante a promoção, serão sorteados três tipos de prêmios.

  • 10 (dez) cartões pré-pagos no valor de R$ 10.000 (dez mil reais) cada;
  • 100 (cem) kits completos de Copa do Mundo; e
  • 1.500 (mil e quinhentas) bolas Adidas – Al Rihla Training.

Cada kit de Copa do Mundo contempla os seguintes itens:

  • 1 (uma) bola Adidas Al Rihla Training;
  • 1 (uma) Smart TV 50″ Crystal UHD 4K Samsung;
  • 1 (uma) Mini Geladeira Espelhada com LED com capacidade de 6 Litros;
  • 1 (um) Puff inflável cinza e 1 (uma) bomba de ar manual para o puff.

Como participar

Para concorrer, basta fazer o seguinte:

  • Acesse o site da promoção e clique em “Quero participar”;
  • Realize seu cadastro;
  • A cada R$30 gastos em compras na função crédito com seu cartão Ourocard Visa você ganha números da sorte para participar do sorteio.

Participam da promoção os cartões Ourocard Visa, físicos e virtuais, emitidos no Brasil nas modalidades crédito, débito e múltiplo, de titularidade de pessoa física ou jurídica, nacional e internacional. Contudo, a quantidade de número da sorte a cada transação de R$30 varia de cartão para cartão.

Distribuição dos números da sorte

Confira abaixo como funciona o crédito dos números da sorte para cada cartão Ourocard Visa:

  • Cliente PF portador dos cartões Ourocard Visa, Saraiva, Smiles, DOTZ, Petrobrás e Kabum: a cada R$ 30,00 será dado 1 (um) número da sorte;
  • Cliente PJ portador dos cartões Ourocard Visa: a cada R$ 30,00 será dado 1 (um) número da sorte;
  • Cliente BB Estilo PF portador do cartão Ourocard Visa: a cada R$ 30,00 será dado 2 (dois) números da sorte;
  • Cliente BB Private PF portador do cartão Ourocard Visa: a cada R$ 30,00 será dado 3 (três) números da sorte;
    Cliente PF portador do cartão Altus: a cada R$ 30,00 será dado 4 (quatro) números da sorte.

Compras online e via carteiras digitais aumentam as chances

Compras realizadas com o cartão virtual Ourocard-e, via carteiras digitais, WhatsApp Pay, pagamentos por aproximação, aplicativo de serviços de transporte, streaming e delivery dobram os números da sorte de acordo com cada tipo de cartão.

Ou seja, a distribuição dos números da sorte passa a ser a seguinte:

  • Cliente PF portador dos cartões Ourocard Visa, Saraiva, Smiles, DOTZ, Petrobrás e Kabum: a cada R$ 30,00 será dado 2 (dois) números da sorte;
  • Cliente PJ portador dos cartões Ourocard Visa: a cada R$ 30,00 será dado 2 (dois) números da sorte;
  • Cliente BB Estilo PF portador do cartão Ourocard Visa: a cada R$ 30,00 será dado 4 (quatro) números da sorte;
  • Cliente BB Private PF portador do cartão Ourocard Visa: a cada R$ 30,00 será dado 6 (seis) números da sorte;
  • Cliente PF portador do cartão Altus: a cada R$ 30,00 será dado 8 (oito) números da sorte.

Data do sorteio

Os sorteios ocorrerão nas seguintes datas:

  • 10/11/2022 – sorteio de kits de Copa do Mundo e bolas Adidas Al Rihla;
  • 01/12/2022 – sorteio de kits de Copa do Mundo e bolas Adidas Al Rihla;
  • 15/12/2022 – sorteio de kits de Copa do Mundo e bolas Adidas Al Rihla;
  • 05/01/2023- sorteio dos cartões pré-pago, kits de Copa do Mundo e bolas Adidas Al Rihla.

Detalhes da promoção

  • Participam da promoção os cartões Ourocard Visa, físicos e virtuais, emitidos no Brasil nas modalidades crédito, débito e múltiplo, de titularidade de pessoa física ou jurídica, nacional e internacional.
  • Transações Elegíveis: compras, a cada R$ 30,00 (trinta reais), realizadas, cumulativamente, com Cartão Elegível na função crédito e/ou débito, em lojas físicas ou on–line, em território nacional ou internacional, em moeda corrente nacional (Real “BRL”) e/ou em moeda estrangeira (valor será convertido para moeda nacional);
  • As compras realizadas com cartão adicional também acumularão números da sorte para o cliente titular participante da promoção, desde que seja este um Participante.

Fonte: Passageiro de Primeira

 

Presidentes do BB e do Deliberativo da Previ ratificam parceria e afastam rumores

Publicado em: 17/10/2022

Em pronunciamento conjunto, o Presidente do Banco do Brasil, Fausto Ribeiro, e o Presidente do Conselho Deliberativo da Previ, Ênio Mathias, ratificam a força da parceria centenária entre as duas empresas e refutam os rumores disseminados por mensagens distribuídas entre associados sobre retirada de patrocínio.

No vídeo, os presidentes descrevem com clareza e de forma enfática o valor desse compromisso e afastam qualquer possibilidade de que tais mensagens tenham qualquer fundamento técnico, tranquilizando funcionários e aposentados.

Assista ao vídeo aqui e fique tranquilo. A Previ e seu patrocinador seguem firmes e unidos no cumprimento do propósito de cuidar do futuro das pessoas.

Fonte: Previ

BB é o primeiro Banco a atingir R$ 10 bilhões no Pronampe

Publicado em:

O Banco do Brasil é o primeiro Banco a atingir a marca de R$ 10 bilhões liberados na nova etapa do Pronampe. O valor foi atingido após pouco mais de dois meses da abertura da linha, que já beneficiou mais de 103 mil micro e pequenas empresas de todo o país.

Desde o dia 25 de julho, o BB está operacionalizando a nova fase da linha de crédito, sendo o primeiro banco no País a liberar operações do Pronampe para seus clientes. O BB também atingiu o recorde de liberação diária, com R$ 2,5 bilhões disponibilizados para mais de 23 mil empresas apenas no primeiro dia de operações da linha. Em 2021, o maior desembolso diário registrado havia sido de R$ 2,1 bilhões.

Os recursos apoiam todos os setores da economia: 51% das empresas atendidas são do comércio, 35% do serviço e 14% são pequenas indústrias. Outro destaque das operações do Pronampe em 2022 é a liberação de crédito para micro e pequenas empresas que contam com mulheres em sua composição societária. Já foram desembolsados R$ 4,1 bilhões em operações para mais de 41 mil empresas com dirigentes mulheres.

O vice-presidente de Negócios de Varejo do Banco do Brasil, Carlos Motta, destaca a prontidão do BB para atender às empresas brasileiras, sendo as liberações no Pronampe fundamentais para a manutenção de mais de meio milhão de empregos e a sustentação da economia. “Ser o primeiro Banco do país a atingir R$ 10 bilhões em liberações do Pronampe demonstra o quanto o BB está comprometido com seus clientes e com a sociedade brasileira. Nosso objetivo é estar sempre à frente, oferecendo relacionamento próximo, assessoria especializada e soluções que possam agregar cada vez mais valor para os nossos clientes e para o Brasil”, declara.

Apoio histórico para as empresas brasileiras

Desde março de 2020, foram mais de 754 mil empresas apoiadas com crédito pelo BB, com um valor total de mais de R$ 200 bilhões. Em junho de 2022, ultrapassamos a marca de R$ 7 bilhões em desembolso (maior volume mensal registrado dos últimos anos).

Nos anos de 2020 e 2021, no âmbito do Pronampe, foram liberados um total de R$ 15,2 bilhões, atendendo mais de 186 mil empresas.

Novidades do Pronampe em 2022

Dentre as novidades na operação do Pronampe em 2022, estão o retorno da linha com alíquota zero no IOF e mudanças na confirmação do faturamento do cliente. Não há mais a carta de habilitação. Agora, as empresas só podem contratar o crédito em bancos que elas tenham autorizado a consulta online de seus dados na Receita, usando como a chave de acesso o CPF do representante legal autorizador. O tutorial de como autorizar o compartilhamento com o BB está disponível no nosso Portal  bb.com.br/pronampe.

Para além do apoio creditício: oportunidades para todas as empresas 

Além do apoio ao crédito, o BB também oferece diversas soluções para ajudar as empresas. A MPE Week 2022, durante todo o mês de outubro, é uma excelente oportunidade que o Banco do Brasil disponibiliza para as empresas impulsionarem e fortalecerem seu engajamento junto aos consumidores, alavancando suas vendas por meio de ofertas que as próprias empresas podem cadastrar. O cadastramento de ofertas vai até 14 de outubro e as micro e pequenas empresas de todo o Brasil, clientes e não clientes BB, podem realizar o cadastramento pelo site www.ligapj.com.br/mpeweek.

Durante a MPE Week as empresas podem aproveitar diversos descontos exclusivos em soluções e serviços BB, como taxas diferenciadas de crédito, descontos em soluções de fluxo de caixa, seguros e consórcios, milhas em dobro no programa BB Relaciona Empresas e descontos em ofertas de parceiros. E ainda tem mais: serão sorteados três prêmios de R$ 50 mil cada para as empresas que participarem da MPE Week. Não deixe de cadastrar as suas ofertas em www.ligapj.com.br/mpeweek.

O que é o Pronampe?

O Capital de Giro Pronampe é uma linha de crédito vinculada ao Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), estabelecido pela Lei nº 13.999, de 19 de maio de 2020 e tornado permanente pela Lei Nº 14.161, de 2 de junho de 2021.

Quais empresas podem contratar?

A empresa deve ter mais de 1 ano de constituição e faturamento registrado na Receita Federal do Brasil de até R$ 4,8 milhões em 2021.

Quais as regras a serem cumpridas pela empresa na utilização dos recursos?

A empresa deve manter a quantidade de funcionários em número igual ou superior ao verificado no último dia do ano anterior ao da contratação da operação, nesse caso 2021, até 60 dias após o recebimento da última parcela da linha de crédito. Além disso a empresa e sócios devem estar em situação de regularidade junto à Seguridade Social e não podem possuir condenação relacionada a trabalho em condições análogas às de escravo ou a trabalho infantil.

Como contratar?

Depois de acessar o e-CAC e autorizar o BB a consultar os dados de faturamento da empresa, a contratação pode ser feita no internet banking BB (BB Digital PJ) ou em qualquer agência BB.

Finalidade do crédito?

Os recursos podem ser utilizados para as necessidades de capital de giro, para as despesas operacionais (salário dos funcionários, pagamento de contas, compra de matérias-primas, mercadorias etc.) e para outros custos essenciais para o funcionamento da empresa. É vedada apenas a utilização para distribuição de lucros e dividendos entre os sócios.

Garantias?

Mesmo quem não tem bens em garantia pode contratar, desde que atendidas as demais condições. As garantias exigidas são apenas a fiança/aval do empresário ou sócios e o Fundo Garantidor de Operações (FGO) Pronampe.

Qual a disponibilidade de recursos?

A linha está sujeita a disponibilidade de recursos, à análise de crédito da empresa e demais regras da linha previstas na legislação.

Resumo das condições para acesso ao Pronampe:

Público-alvo: Empresas constituídas há mais de um ano, com faturamento em 2021 de até R$ 4,8 milhões, conforme base da Receita Federal.

e-CAC: É necessário a solicitação de autorização do BB no portal da Receita Federal para acesso aos dados da empresa.

Carência fixa: A empresa que contrata no BB conta com 11 meses para começar a pagar.

Prazo fixo: 48 meses – 37 parcelas após a carência de 11 meses.

Garantias: São aceitas como garantia fiança/aval do empresário ou sócios, e o FGO (Fundo Garantidor de Operações).

Não haverá cobrança do IOF, conforme Decreto nº 11.022 de 31 de março de 2022.

A taxa de juros é composta por uma parte fixa (6% a.a.) e uma parte variável, que é a taxa Selic.

As garantias exigidas são fiança/aval do empresário e sócios e o FGO Pronampe.

Fonte: Banco do Brasil

Banco do Brasil aprova criação de nova sociedade com Brasilseg

Publicado em:

O Banco do Brasil (BBAS3) informou nesta quinta-feira (13 de outubro) que seu conselho de administração aprovou a criação de uma nova empresa, pela BB Seguridade (BBSE3) e a Brasilseg, em sociedade coligada indireta. Batizada de Broto, a nova sociedade vai conduzir os negócios da Plataforma Broto.

De acordo com a nota enviada à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), os apontamentos estabelecidos no memorando de entendimentos (MoU), assinado originalmente em junho, foram mantidos.

O capital social total da Broto será representado por ações ordinárias e preferenciais sem direito a voto. Do capital, a Brasilseg terá 100% das ações ordinárias e o Banco do Brasil ficará com 100% das ações preferenciais, com capital total dividido igualmente em 50%.

Pela participação de 50% no capital social total da nova empresa, a Brasilseg terá o aporte de parcela em caixa e outra parte por meio da transferência de bens, direitos e ativos que estejam associados à Plataforma Broto, atualmente detidos pela seguradora, alcançando um investimento total de R$ 31,2 milhões.

O mesmo valor será investido pelo Banco do Brasil, para subscrever e integralizar as ações correspondentes aos outros 50% do capital social total da nova empresa.

“Os documentos assinados preveem a outorga, pela Brasilseg, de opção de compra ao Banco do Brasil sobre a totalidade das ações de sua titularidade na Broto, exercível mediante pagamento da totalidade do montante aportado pela seguradora na empresa, corrigido pelo CDI acumulado no período, no prazo de até 12 meses, contados da data de assinatura do acordo de acionistas, prorrogáveis por igual período”, diz a nota.

Fonte: Suno Research

BB lança ETF inovador alinhado à geração de valor pelo agronegócio

Publicado em:

A BB Asset Management, gestora de fundos de investimento do Banco do Brasil, iniciou no dia 10 de outubro, oferta para reserva de investimentos do novo BB ETF IFMILHO B3 Fundo de Índice. O fundo tem como objetivo refletir as oscilações do índice Futuro de Milho (IFMILHO B3), que acompanha o desempenho do preço dos contratos futuros dessa commodity, com taxa de administração de apenas 0,45% ao ano.

Para investir nesse ETF, negociado na bolsa brasileira pelo ticker CORN11, os clientes poderão manifestar sua intenção de compra das cotas até o dia 20/10. A reserva de investimento também estará disponível em diversos distribuidores de produtos de investimento do mercado, além do próprio BB.

O CORN11 vem a mercado com um preço inicial de R$ 10,00 e reserva mínima de R$ 100,00 para investimento (representado o mínimo de 10 cotas adquiridas) e estará disponível para aplicação por investidores em geral. Após a oferta destas reservas de investimento, o ETF poderá ser negociado no mercado secundário, em operações de compra e venda no ambiente da bolsa de valores.

O índice IFMILHO foi lançado recentemente pela B3 e permitiu que o mercado criasse produtos como ETFs. Segundo Mario Perrone, diretor comercial e de produtos da BB Asset, “o CORN11 traz uma grande inovação para o mercado de ETFs brasileiro, permitindo que os investidores possam diversificar seus investimentos à exposição de uma das mais relevantes commodities agrícolas mundiais, que historicamente apresenta correlação negativa com índices de mercado como Ibovespa e o CDI”.

O PIB do agronegócio alcançou recordes sucessivos nos últimos anos e estima-se que a participação do setor na economia brasileira alcance aproximadamente 26% em 2022.

Segundo levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a estimativa para a produção de grãos da safra 2021/2022 é de aproximadamente 270 milhões de toneladas. Ainda, é esperado um aumento da demanda por milho de aproximadamente 6% no mercado nacional.

Informações básicas do fundo:
– Distribuição: oferta pública
– Estrutura: Cotas CORN11 negociadas em bolsa
– Valor da cota: R$ 10,00 – lote mínimo de 10 cotas / R$ 100,00
– Coordenador: UBS BB
– Gestor: BB Asset
– Taxa de administração: 0,45% ao ano

Cronograma:
Aviso ao mercado: 07/10/2022
Período de reservas: 10/10 a 20/10/2022
Liquidação financeira da oferta: 24/10/2022
Início da negociação de cotas na bolsa: 25/10/2022

Para mais informações, acesse bb.com.br/etfifmilho.

A BB Asset é líder da indústria de fundos de investimento, com patrimônio líquido sobgestão de R$ 1,43 trilhão em recursos e 20,12% de participação de mercado, conforme ranking de Gestores de Fundos de Investimento da Anbima, de agosto de 2022. Sua excelência em gestão é atestada por duas renomadas agências de rating – Fitch Rating e Moody´s.

Fonte: Banco do Brasil

Dados revelam processo de desmonte do BB, que reforça risco de privatização

Publicado em:

O Comitê de Luta em Defesa do BB, movimento criado por funcionários e funcionárias do Banco do Brasil, alerta que, entre 2014 e o primeiro semestre de 2022, a carteira de crédito do banco caiu 25%, passando de mais de 1,08 trilhão para cerca de 813 bilhões – números atualizados para junho de 2022.

Com base em dados organizados pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o coletivo lembra ainda que, de dezembro de 2018 a setembro de 2022, foram fechadas 1.933 agências e mais de 10 mil postos de trabalho.

“Essa redução de participação no mercado e do seu papel como banco público (afinal, as cidades do interior são as mais atingidas) é bastante preocupante e segue o movimento que antecedeu a venda de outros bancos públicos, a exemplo de Banespa, Banestado e Banerj”, destaca o coordenador da Comissão de Empresa do Banco do Brasil (CEBB) e membro do Comitê, João Fukunaga.
Risco aos planos de saúde e previdência

O movimento reflete ainda que, em caso de privatização do BB, Cassi e Previ, entidades de planos de saúde e de previdência dos funcionários do banco, respectivamente, podem desaparecer.

“Foi isso o que aconteceu com as entidades semelhantes dos bancos públicos que foram privatizados. Os planos de saúde e previdência foram enfraquecidos, aumentando o custo para os participantes, ou simplesmente desapareceram”, lembra Fukunaga. “Então, por que um comprador do mercado manteria benefícios melhores para os funcionários do BB? Atualmente, os planos da Cassi e da Previ têm direitos maiores do que os de qualquer empresa privada”, continua Fukunaga.

Dada a redução crescente da participação do BB no mercado, o coordenador do Comitê avalia que a sociedade e os funcionários do banco devem ficar atentos. “Não podemos nos basear apenas no discurso político, temos que prestar atenção na atuação do governo atual. E o que estamos observando, infelizmente, é a preparação do BB para ser entregue ao mercado”, conclui o coordenador da CEEB.
Queda na bancarização

O Dieese mostra que, do total de 1.933 agências fechadas pelo BB, desde dezembro de 2018, 35,70% foi nas capitais e 64,30% em municípios do interior. E o número de municípios no país sem agência alguma, independente do banco, aumentou em 9%, até setembro de 2022, totalizando 206.

“Ao longo da trajetória de atuação bancária do país, foram os bancos públicos que mais se preocuparam em levar serviços às cidades menores e para o campo. A bancarização, além de trazer segurança às famílias e pequenos negócios, permite melhor controle e planejamento financeiro”, explica Fukunaga. “Mas o que estamos vendo nos últimos anos é um retrocesso, com impactos para o desenvolvimento, pois isso significa reduzir a circulação de dinheiro para a economia local”, pontua Fukunaga.

Fonte: Contraf-CUT

Banco do Brasil pode promover novo concurso para escriturário em 2023

Publicado em:

Novidades para os concurseiros da área bancária: um novo concurso Banco do Brasil poderá ser realizado em breve!

Circula nas redes a informação de que um novo edital estaria em fase inicial de planejamento. A expectativa é que o novo edital seja publicado a partir do próximo ano e oferte oportunidades para o cargo de escriturário, que exige dos candidatos o nível médio de escolaridade. Em relação à remuneração, os aprovados na seleção poderão receber salário inicial de até R$ 4.508,40.

É importante mencionar que o último concurso Banco do Brasil, realizado em 2021, ainda encontra-se com prazo de validade vigente. A validade seria expirada em 2022, podendo ser prorrogada por mais um ano, até 2023.

Entretanto, esse fator não impediria a realização de nova seleção, já que todos os aprovados no último certame já foram convocados.

O Direção Concursos entrou em contato com o Branco do Brasil, a fim de obter novas informações acerca da seleção e atualizará esta matéria assim que obtiver respostas por parte do banco.

Vale lembrar, ainda, que em breve será publicado um outro edital para área de Tecnologia e Serviços do Banco do Brasil. O certame terá a Fundação Getúlio Vargas (FGV) como banca organizadora e ofertará vagas para técnicos e analistas. O edital para a área de Tecnologia é aguardado desde 2020. Na época, foi publicada a portaria nº 15.964, fixando o quantitativo do setor em 3.205 vagas.

Fonte: Direção Concursos

BB entra no metaverso da Roblox de olho na geração dos anos 2010

Publicado em:

O Banco do Brasil lançou, na sexta-feira (7) o BraBlox, espaço do banco no metaverso da plataforma de jogos online Roblox. A ideia do banco é chegar ao público da chamada geração Alfa, nascido ao longo da década de 2010. A Coluna do Broadcast adiantou a estreia do BB na Roblox em junho.

A novidade foi lançada na feira especializada Brasil Game Show. No BraBlox, os jogadores são guiados em um mapa com enigmas que entregam orientações de inteligência financeira, com problemas reais de economia e planejamento.

O mapa inclui réplicas de pontos turísticos do país, além de esportes patrocinados pelo banco, como vôlei, corrida de rua, surfe e skate.

Essa é a segunda experiência do BB no metaverso. No final do ano passado, o banco chegou a um servidor do jogo GTA, com uma ação voltada a um público um pouco mais velho.

Em todos os casos, a ideia é colocar esses públicos em contato com a marca do banco e, à frente, gerar negócios.

Fonte: CNN Brasil

 

BB vende imóveis com até 88% de desconto em outubro

Publicado em:

Em outubro, o Banco do Brasil disponibiliza, para venda direta e leilão, 2.570 imóveis, 100% on-line, pelo site Seu Imóvel BB. As ofertas, com até 88% de desconto, iniciam em R$ 10 mil e chegam a R$ 25 milhões. São casas, apartamentos e lotes disponíveis em todas as regiões do Brasil, predominantemente nos estados de Goiás, Paraíba e Piauí.

Um das propriedades é uma casa residencial, localizada em Águas Lindas de Goiás – GO, com área construída de 52,4 m², custando R$ 33.864,00, 66% abaixo do valor de mercado. Outro imóvel é uma casa residencial, localizada em Piracicaba – SP, com seis dormitórios, cozinha, copa e uma área total construída de 1.092,1 m², ofertado por R$ 1.411.330,00, 30% abaixo do valor de mercado.

“O Banco do Brasil disponibiliza uma grande diversidade de imóveis em todo o país, com descontos vantajosos. Nosso objetivo é transformar o sonho dos clientes de possuir um patrimônio próprio em realidade, com um processo de aquisição ágil e transparente,” afirma Rodolfo Barros, gerente executivo de suprimentos, infraestrutura e patrimônio do BB.

Para saber mais sobre os imóveis em oferta, basta acessar o site e aplicar os filtros de acordo com o seu interesse – região, tipo de imóvel, valor ou situação (ocupado ou desocupado).

Proptech fundada em 2015, a Resale é um outlet de imóveis que desenvolve soluções para gestão e venda de ativos que retornam ao mercado provenientes das instituições financeiras, grandes empresas ou Governos. Por meio das suas plataformas, tanto essas instituições quanto o cliente final podem ter acesso às tecnologias de ponta que tornam o processo de compra e venda mais ágil, fácil e barato. Para mais informações entre em contato com imprensa@resale.com.br.

Fonte: Banco do Brasil

 

Prefeito de Jaru novo gerente da agência do Banco do Brasil

Publicado em:

O prefeito Jaru, no Amazonas, João Gonçalves Júnior e o vice-prefeito Jeverson Lima, receberam na manhã desta sexta-feira (07), representantes do Banco do Brasil.

Durante a reunião institucional, com os membros do BB, foram apresentados projetos, que podem ser implementados em prol do desenvolvimento do município.

Participaram da reunião, o gerente de relacionamento da plataforma de negócios, Mauro Galvagni, gerente geral escritório setor público, Alexsandro da Rocha e o novo gerente da agência BB em Jaru, Nelson Rodrigues.

Também estavam presentes o secretário de gabinete do prefeito João Paulo Montenegro e o secretário de administração, orçamento e finanças, Igor Zanol.

Fonte: Prefeitura Municipal de Jaru

 

Banco do Brasil completa 80 anos de história e expansão em Três Lagoas

Publicado em:

Oito décadas de história, de desenvolvimento e expansão. A agência 0208 do Banco do Brasil, localizada na rua Paranaíba, no coração de Três Lagoas, acompanha o crescimento da região junto com seus clientes. A unidade bancária comemora 80 anos de instalação na cidade neste mês de outubro, e registra na memória muitas lembranças, principalmente, de funcionários e clientes. O seo Júlio Molnar, por exemplo, tem 85 anos, é ex-funcionário da agência, e ressalta que muita coisa era diferente dos dias atuais. Desde o modo de trabalhar até o perfil dos clientes.

Ele conta que trabalhou na instituição bancária mais antiga de Três Lagoas nos anos 60. Paulistano, amava o frio e a agitação da capital paulista, que não era nada parecido com o que o três-lagoense vivia na época. Para comemorar a data, o seo Júlio foi homenageado na cerimônia de aniversário da agência, realizada no dia 6 de outubro. Não somente ele, mas também o médico e pecuarista três-lagoense Jairo Queiroz, por ser o cliente mais antigo da instituição, quase três décadas. “Eu sou do tempo que trabalhei em uma área em um depósito que a gente fazia a carteirinha, um manuscrito, dava um visto e aquilo já era documento”, destacou o ex-funcionário Júlio, que se aposentou em 1987.

Para o gerente da agência Fábio Apolinário, o Banco do Brasil atravessou gerações e contribuiu para o fortalecimento da economia local e estadual. “Nós estamos no polo que mais cresce no estado, com geração de mais renda e emprego. E toda essa expansão vem com recursos para o banco financiar as empresas, os agropecuaristas e a indústria que chegou aqui”, observou.

Fonte: Portal RCN

Banco do Brasil lança movimento de apoio às micro e pequenas empresas

Publicado em: 09/10/2022

Na semana em que se comemora o Dia Nacional da Micro e Pequena Empresa (05/10), tem início a MPE Week, um movimento do BB que tem a finalidade de apoiar as micro e pequenas empresas e fomentar o crescimento de parceiros e clientes. Qualquer empresa, cliente ou não do BB, poderá promover seus produtos e serviços na plataforma digital criada especialmente para a MPE Week. O Banco fará a divulgação das ofertas para mais de 26 milhões de clientes pessoas físicas, além do público geral, que também pode aproveitar as ofertas.

“O comprometimento com o sucesso do cliente é o principal pilar na construção desse movimento. Sabemos da importância das micro e pequenas empresas na economia e com a MPE Week, o Banco busca apoiá-los no seu crescimento por meio de ofertas de benefícios e também na divulgação dos seus produtos e promoções”, destaca Carlos Motta, vice-presidente de negócios de varejo do BB.

O Sebrae é parceiro desta iniciativa, promovendo a MPE Week para as micro e pequenas empresa de sua base de atendimento. “Ao apoiar iniciativas como essa, que valorizam e potencializam os pequenos negócios, estamos cumprindo a nossa missão. Hoje as micro e pequenas empresas são responsáveis por 70% dos empregos do país. O Sebrae tem capilaridade, temos mais de 5 mil pontos de atendimento próprios e com parceiros por todo o território nacional”, afirma o presidente do Sebrae, Carlos Melles.

Na última edição em 2021, a MPE Week teve a participação de mais de 48 mil empresas, que disponibilizaram mais de 61 mil ofertas, contribuindo para um incremento de faturamento de mais de R$ 515 milhões para as MPEs no período da ação (valor calculado considerando os vouchers de desconto emitidos pelos clientes PF).

Neste ano, a ação acontece em duas fases. A primeira, de 3 a 14 de outubro, é o momento de cadastramento das empresas e suas ofertas exclusivas para a MPE Week no Portal do BB, pelo endereço ligapj.com.br/mpeweek. A segunda fase vai de 17 a 28 de outubro, quando acontece o convite ao público para aproveitar as vantagens em duas semanas repletas de ofertas imperdíveis.

Ofertas do BB

O próprio Banco do Brasil também promoverá descontos e ofertas especiais em produtos e serviços para as empresas, como: crédito (capital de giro e antecipação de recebíveis), contratação de soluções para fluxo de caixa (maquininha de cartão, boletos), seguros, consórcios e investimentos, bônus de milhas no programa BB Relaciona Empresas, além de descontos em ofertas em diversos parceiros varejistas. E nesse ano, serão realizados sorteios de prêmios em dinheiro para as empresas participantes.

Inovação e empreendedorismo

Haverá ainda a integração da plataforma Liga PJ (ligapj.com.br) com a plataforma da MPE Week. A Liga PJ é um espaço para troca de informações, experiências e conexões negociais entre empreendedores e parceiros, criada pela BB. Trata-se de um hub de informações, soluções e oportunidades, com conteúdo relevante, para atuar nas principais necessidades das micro e pequenas empresas, independentemente do estágio ou nível de sua jornada empreendedora.

Sobre a MPE Week

A MPE Week iniciou em 2018, e teve como inspiração o movimento “Compre do Pequeno” coordenado pelo Sebrae, que propõe a valorização do pequeno comércio local como estratégia de crescimento e fortalecimento da economia dos municípios. Quanto maior o consumo local, existe mais dinheiro em circulação, o que favorece o crescimento dos empreendimentos existentes e a criação de novos, fomentando a geração de emprego e renda, retenção de talentos e impulsionando o crescimento econômico da localidade.

Fonte: Banco do Brasil

Banco do Brasil troca comando nos EUA em meio a reestruturação

Publicado em:

O Banco do Brasil mudou o comando de sua subsidiária nos Estados Unidos, o BB Americas, confirmou a instituição ao Estadão/Broadcast. João Fruet assumiu a posição neste mês, no lugar de Carlos Omine, que se aposentou após 36 anos de casa.

A mudança ocorre em meio a um projeto de reestruturação da operação, com vistas à expansão, ao contrário de gestões passadas, que tentaram se desfazer do ativo nos EUA. Fruet assume a liderança do BB Americas com o desafio de seguir com o processo em andamento.

O executivo ingressou no BB em 1987. De lá para cá, passou por vários segmentos, incluindo a área corporativa, ocupou posições na operação dos EUA e, mais recentemente, teve uma passagem por seguros, área em que ocupou o cargo de diretor comercial da Brasilseg, seguradora do banco, por dois anos.

De acordo com ele, a essência do BB Americas foi construída com base no conceito de um banco competitivo voltado à comunidade brasileira nos EUA. “Nosso foco é atuar com proximidade junto ao nosso público”, afirmou em nota ao Estadão/Broadcast.

Depois de diferentes estratégias para sua subsidiária nos EUA, o BB decidiu, na gestão atual, reforçar o negócio. Para isso, considera unificar as estruturas do BB Americas e do BB Miami, expandindo tanto sob a ótica de ativos quanto de estrutura física, conforme antecipou o Broadcast, em março.

Em paralelo, o BB segue firmando parcerias para crescer no exterior. Primeiro, selou um acordo com o UBS para ampliar sua área private, que toca o relacionamento com endinheirados, nos EUA. Agora, a ideia é avançar com essa estratégia também para a Europa, conforme revelou recentemente a Coluna do Broadcast.

O BB Americas teve origem no EuroBank, adquirido pelo Banco do Brasil em 2012. Atualmente, conta com sete agências nos EUA e mais de 30 mil clientes.

Fonte: Estadão