Banco do Brasil agradece governador Gladson Cameli por parceria institucional

Publicado em: 26/11/2021

O governador do Acre, Gladson Cameli, recebeu na tarde desta quarta-feira, 24, no Palácio Rio Branco, a visita do superintendente Comercial de Setor Público do Banco do Brasil, Rui Barbosa Mesquita, acompanhado do gerente geral da Agência Setor Público no Acre, Max Wendell, e do gerente de negócios no Acre, Jorcinei Pereira.

Em visita ao estado, Rui Mesquita aproveitou para agradecer a parceria do governo do Acre com o Banco do Brasil, lembrando da importância de ter o Estado como cliente e colocando a instituição bancária à inteira disposição do governador Gladson Cameli para a realização de novos projetos e fortalecimento de todos os que estão em andamento.

“Reforçamos nossa parceria pelo desenvolvimento do Estado e agradecemos a parceria, por ser nosso cliente tão importante. E essa é nossa missão, a de nos aproximarmos e atuarmos juntos pelo desenvolvimento do Acre”, conta o superintendente.

Gladson Cameli agradeceu a visita, todo o trabalho realizado entre governo e o Banco do Brasil e aproveitou para fazer pedidos pela redução da burocracia em processos, além de externar preocupação com o número de agências no interior do estado.

Fonte: Agência de Notícias do Acre

De olho nos custos, grandes bancos fecham 1,8 mil agências em 12 meses

Publicado em: 19/11/2021

Milhares de brasileiros ao longo do último ano receberam um mesmo comunicado de seus bancos: a carta ou e-mail geralmente explicava que a conta seria transferida para uma nova unidade, em virtude do fechamento da agência original. O movimento, cada vez mais comum, é um reflexo do aumento da digitalização, que ganhou força na pandemia, e também do aumento da pressão das fintechs. Neste cenário, os grandes bancos listados desativaram quase 1,8 mil agências nos 12 meses fechados em setembro.

Nesse período, o Banco do Brasil e o Bradesco lideraram os fechamentos de agências, com 765 e 762 pontos fechados, respectivamente. As duas instituições demitiram, ao longo desses 12 meses, um total de 14,7 mil trabalhadores. O movimento de encerramentos também se deu no Santander e no Itaú, mas de forma bem mais branda: os dois bancos encerraram 139 e 112 agências no período. Diferentemente do que ocorreu com os dois rivais, as instituições contrataram funcionários no período.

A tendência de fechar as portas das unidades físicas ainda vai continuar. Estudo da consultoria alemã Roland Berger apontou que os cinco grandes bancos do País poderiam reduzir em nada menos do que 30% o número de suas agências. Em alguns grandes bancos, as transações feitas em agências caíram 70% este ano, enquanto as feitas no celular saltaram mais de 90%.

Burocracia

Foi em uma dessas agências que o colombiano David Vélez, fundador do Nubank, entrou quando chegou ao Brasil, em 2012, para tentar abrir uma conta corrente. As portas giratórias com detector de metais e os seguranças armados mostraram que o processo de abrir uma conta seria difícil e lento.

E assim foi. Quatro meses depois e uma série de documentos entregues, Vélez abriu sua conta e ficou convencido de que havia espaço para esse processo ser mais fácil, conforme ele conta nos documentos de abertura de capital do Nubank, que deve estrear na Bolsa valendo mais do que Itaú, Bradesco e Santander – e sem nenhuma agência física.

O estudo da Roland Berger que foi elaborado no início do ano considera duas forças motrizes que levariam os bancos a fechar agências. Uma foi a maior concorrência com fintechs, já totalmente integradas com o atendimento 100% digital, e a outra foi um cenário de juros baixos, que vinha afetando o spread bancário (diferença entre o custo de captação e de concessão de crédito), algo que afeta sua rentabilidade.

Perfis

O diretor sênior de instituições financeiras da agência de classificação de riscos Fitch, Claudio Gallina, afirma que esse processo de fechamento de agências reflete também a mudança do perfil do cliente, com a chegada dos mais jovens – e digitalizados – à economia ativa. Gallina aponta que, além do primeiro movimento feito pelos bancos, de fechar agências muito próximas a outras, agora os pontos que restaram deverão ter menos funcionários, já que o fluxo de clientes será menor.

Os bancos reconhecem que o processo está em curso. O presidente do Bradesco, Octávio de Lazari, disse, em teleconferência recente, que o banco fechará neste ano 179 agências e transformará 377 em unidades de negócios, que não têm mais o profissional de caixa e são mais baratas.

Antes da pandemia, os caixas do Bradesco nas agências faziam 1 milhão de autenticações por dia, seja de um boleto, seja de uma conta. Hoje, esse número caiu para 112 mil.

No novo modelo de agência do Bradesco, a economia se dá principalmente com segurança. “O Bradesco chegou a ter 10 mil vigilantes armados dentro das agências. Os gastos com carros fortes eram uma enormidade de caros”, disse. Em dois anos, mil agências foram reformuladas.

Apesar disso, os bancos têm afirmado que a presença física tem um papel importante para o negócio. “Sempre digo que a gente tem a rede de agências por convicção. Fizemos um ajuste na rede nos últimos cinco anos, uma redução de mil pontos de venda. Reduzimos muito a sobreposição”, comentou o presidente do Itaú, Milton Maluhy Filho, em teleconferência sobre os resultados do terceiro trimestre. “A gente ainda vê boa demanda nos pontos físicos”, frisa.

No Santander, a decisão tem sido de ter mais unidades físicas nas regiões centrais do País, exatamente onde a instituição financeira acredita que o potencial de crescimento é maior. “Estamos abrindo agências no centro do Brasil, onde há crescimento”, disse o diretor financeiro do banco, Angel Santodomingo.

Por isso, a instituição tomou a decisão de abrir pontos de atendimento no Centro-Oeste, onde o agronegócio está aquecido. Mesmo assim, o banco espanhol fechou 139 agências nos 12 meses encerrados em setembro.

Ganha-ganha

Professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Joelson Sampaio afirma que esse movimento é fruto da digitalização da sociedade – fenômeno que, no caso da relação com os bancos, trouxe benefícios tanto para as empresas, quanto para os clientes.

“Mais pessoas passaram a utilizar os serviços digitais, e os bancos querem fazer frente às fintechs e reduzir seus custos”, comenta. Segundo ele, as agências também caminharão para ter uma nova proposta, como as unidades de negócio, que podem ser focadas em outros serviços da prateleira dos bancos, como investimentos, por exemplo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Exame.com

 

Maiores bancos fecham mais de 790 agências em um ano; BB lidera enxugamento

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A divulgação dos resultados do terceiro trimestre dos quatro maiores bancos brasileiros trouxe novamente números que mostram o fechamento de agências físicas em detrimento da estratégia de digitalização das operações bancárias. Ao mesmo tempo, Bradesco, Santander, Itaú e Banco do Brasil apresentaram crescimento no número de empregados.

Com 3.977 agências em operação, o Banco do Brasil foi a instituição bancária que mais fechou portas de seus espaços físicos na comparação dos últimos 12 meses. Em relação ao fim do terceiro trimestre do ano passado, o banco estatal perdeu 393 agências físicas.

O número alcançado pelo Banco do Brasil é superior à soma do fechamento de agências dos três principais bancos privados que operam em território nacional. O Santander fechou as portas de 139 agências nos últimos 12 meses, enquanto o Bradesco encerrou as operações em 138 pontos. O Itaú teve 112 lojas fechadas.

“O Banco do Brasil vem executando um planejamento estratégico desde a gestão de André Brandão (ex-presidente do BB) para remodelar a operação e deixá-la mais enxuta, se aproximando do nível de eficiência das instituições privadas”, diz Guilherme Tiglia, sócio da Nord Research.

Por este motivo, o Banco do Brasil é o único que não aumentou sua base de funcionários entre os quatro grandes. Pelo contrário. O número de empregados diminuiu em quase 8% em relação aos últimos 12 meses com a extinção de mais de 7.000 postos de trabalho no período.

Ainda que os executivos das grandes redes bancárias não admitam, o fechamento das agências está ligado ao fato de que seus negócios estão cada vez mais digitais e acessíveis aos clientes onde quer que eles estejam, tornando a ida para as agências cada vez mais rara.

O Bradesco talvez seja o grande exemplo desta migração para as telinhas. De acordo com o banco, 98% das transações realizadas por seus clientes são realizadas pelos canais digitais disponibilizados pela instituição. No caso do Banco do Brasil, o percentual é um pouco menor: 90,7%.

No Itaú, os canais digitais já representam 61% das contratações de produtos ofertados pelo banco por pessoas físicas. O percentual registrado há um ano era de apenas 38%. Para continuar crescendo a aposta está no Iti. No último trimestre, o banco digital ganhou 2,2 milhões de clientes e ultrapassou a marca de 10 milhões. A previsão é encerrar o ano com 15 milhões de correntistas.

“Os bancos estão correndo para aumentar a eficiência ao eliminar pontos que não agregam tanto valor e já não funcionam da mesma forma como em outros tempos. As agências não vão sumir, mas o modelo está sendo adaptado para que exista uma integralização entre o canal físico e digital”, diz Tiglia.

O discurso oficial do Santander, que não revela o percentual de dependência dos canais digitais, é de relocalização. “Estamos eliminando lojas que se sobrepõem em grandes centros urbanos, quando há uma loja perto da outra”, disse Sergio Rial na divulgação dos resultados do banco. “Os centros das grandes cidades se movem e as pessoas não precisam de tantas agências no mesmo lugar.”

Menos agências, mais contratações

O fechamento de agências nos últimos meses e principalmente durante 2020, em que a pandemia tornou os espaços físicos quase inabitados contribuiu para que o setor bancário registrasse a extinção de 6.763 postos de trabalho nos últimos 12 meses encerrados em setembro deste ano e ancorados pelo último trimestre do ano passado, como mostram dados do Caged.

Os números ainda são preocupantes mesmo com uma melhora considerável do setor em relação a entradas e saídas de funcionários em 2021. Nos dados recortados apenas pelo acumulado do ano até setembro, o setor ficou no azul com 2.751 funcionários contratados.

Em uma rápida pesquisa no site do Santander, foi possível encontrar 352 vagas abertas no Brasil em 24 Estados brasileiros, com destaque para São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Entre as vagas, há posições que vão desde gerentes de relacionamento e de negócios e serviços até contadores, profissionais e tecnologia da informação e especialistas no mercado financeiro.

Ainda que as vagas no Santander pareçam mais diversificadas, de acordo com Juliana França, gerente de bancário e serviços da Michael Page, a tendência é de que os bancos recorram cada vez mais à contratação de profissionais de tecnologia para apoiar seus negócios digitais.

“O Brasil é um dos países com o maior número de desbancarizados no mundo e, ao mesmo tempo, há cada vez mais pessoas com acesso a crédito graças a políticas como o open banking. É preciso ter quem atenda essas pessoas”, diz França.

Somente considerando os bancos digitais controlados pelas grandes instituições bancárias, o Digio, por exemplo, já conta com 49 posições em aberto em seu site. O next tem 15 anúncios para a contratação de profissionais de TI. No Iti, do Itaú, são 17 posições em aberto segundo o site do banco.

Fonte: Portal 6 Minutos

BB foi selecionado para compor o Índice Dow Jones de Sustentabilidade

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O Banco do Brasil (BB) informou que foi selecionado para compor o Índice Dow Jones de Sustentabilidade (DJSI), da Bolsa de Valores de Nova York, nas carteiras World e Emerging Markets.

O comunicado foi feito pela empresa (BOV:BBSA3) nesta terça-feira (16).

O banco informou que participa da categoria Emerging Markets, ininterruptamente, desde a sua criação em 2013. E está listado na categoria World pela oitava vez, desde 2012. Foi ainda considerado benchmark mundial, no setor “bancos”, nos temas materialidade, influência política, estratégia fiscal, política e medida de prevenção ao crime, relato ambiental, relato social, e inclusão financeira.

A listagem da instituição no DJSI é considerado um reconhecimento do mercado internacional à sua atuação em sustentabilidade e à iniciativa em incorporar o tema na estratégia corporativa, gerando valor para os acionistas no longo prazo por meio de uma gestão de riscos e oportunidades associados aos fatores econômicos, ambientais e sociais.

Fonte: Portal ADVFN

 

BB, Bradesco, Itaú ou Santander: quais bancos mais se destacaram no 3º tri

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Seguindo a trajetória de recuperação após as fortes provisões no período mais conturbado da pandemia do coronavírus, os grandes bancos de capital aberto tiveram alta expressiva do lucro no terceiro trimestre na comparação anual, de cerca de 32% em termos ajustados, somando cerca de R$ 23 bilhões, ainda que tenham registrado um trimestre tímido frente abril e junho deste ano, com alta de 4,3% nessa base de comparação.

Contudo, as reações dos investidores e analistas de mercado foram bastante distintas sobre os resultados. Enquanto os primeiros balanços apresentados não foram recebido com muito ânimo pelos investidores, caso do Santander Brasil (SANB11) e principalmente do Itaú (ITUB4), o Bradesco (BBDC4) e o Banco do Brasil (BBAS3) tiveram números mais bem avaliados pelos analistas.

O BB teve um trimestre com lucro líquido acima das expectativas do mercado, enquanto o Itaú apresentou um resultado com recuperação em seguros e serviços, mas que desagradou por conta do aumento da inadimplência em meio a casos específicos no atacado e em América Latina, destaca análise do Banco Inter.

Já o Bradesco reportou bons números com destaque para a recuperação do ramo de seguros, que tinha sido o ponto fraco da instituição no segundo trimestre. Já o Santander manteve seu nível elevado de Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE, na sigla em inglês), com bons números na tesouraria e margem com clientes, mas ainda com algumas “velhas” questões no radar da instituição financeira.

Um ponto que seguiu sendo destaque foi o chamado índice de cobertura – que representa a proporção que a provisão para risco de crédito é capaz de cobrir os créditos inadimplentes – e que foi especialmente acompanhado pelos analistas em um cenário de possível aumento da inadimplência com a piora das condições macroeconômicas.

Nesse quesito, o Banco do Brasil se mostrou o mais protegido, conforme destacou a equipe de análise da XP Investimentos. O BB aumentou o seu provisionamento, o que levou a um índice de cobertura de 323%, muito superior aos seus pares privados, de 250% do Santander, 297% do Bradesco e 234% do Itaú.

Em seguida nesse quesito, esteve o Bradesco. Conforme destaca a Levante Ideias de Investimentos, vale ressaltar que, mesmo com a redução da Provisão para Devedores Duvidosos (PDD), o índice de cobertura acima de 90 dias do Bradesco ainda ficou em quase 300%, patamar saudável para o banco, além de uma redução da despesa de PDD Expandida, refletindo a melhora nos processos de concessão de crédito e do mix de produção praticado.

A XP também ressalta esse ponto, avaliando que, embora o banco tenha consumido 28 pontos percentuais de índice de cobertura, o atual nível de 297% ainda é superior aos seus pares privados, enquanto o índice de inadimplência também cresceu em um ritmo inferior ao dos pares.

Cabe ressaltar que, tanto para o Santander Brasil quanto para o Itaú, a queda no índice de cobertura foi destacado como um fator negativo para os balanços do terceiro trimestre.

No quesito inadimplência acima de 90 dias, a do Bradesco se manteve quando comparado com o trimestre passado, chegando a 2,6%. A do Itaú registrou uma ligeira alta para o mesmo patamar, indo de 2,3% no segundo trimestre para 2,6% no terceiro, que ocorreu graças um cliente específico da carteira de grandes empresas, que saltou de 0,3% no trimestre anterior para 1,1% no terceiro trimestre, enquanto que, na América Latina, um cliente específico também foi responsável pelo aumento do índice. Ambos os clientes responsáveis pela piora nos indicadores já estão provisionados.

Para o Santander, o índice veio um pouco acima dos últimos resultados, no patamar de 2,4%. A surpresa positiva, mais uma vez, ficou para o BB, que teve queda do índice para 1,82%.

Entre projeções cautelosas e otimismo

Além dos resultados em si, os investidores também acompanharam de perto as sinalizações dos executivos sobre os próximos passos dos bancos. Em teleconferência para comentar os resultados, apesar de destacar pontos positivos e afirmar que o banco é capaz de gerar capital suficiente para crescer no futuro, Milton Maluhy Filho, CEO do Itaú, também destacou um cenário mais cauteloso para 2022. O próximo ano, segundo ele, inspira cuidado em um cenário de maior incerteza política e juros mais altos, demandando cautela em termos de crédito.

“Quando olho para 2022, é um cenário em que se vê uma piora na inadimplência, é esperado que seja assim, e estamos preparados para isso do ponto de vista do provisionamento no balanço”, apontou.

Para o ano que vem, sinalizou, a projeção é de uma carteira de crédito que cresça menos. Ele avaliou que a margem financeira com o mercado ainda deveria desacelerar já no quarto trimestre.

Já Octavio de Lazari, presidente executivo do Bradesco, destacou que o banco deve apresentar crescimento de dois dígitos em sua carteira de crédito em 2022, ainda que tenha reforçado o cenário de um otimismo cauteloso em meio ao ambiente mais desafiador para a economia no próximo ano. “Talvez não cresça os 16% deste ano, mas certamente será acima de dois dígitos”, apontou. O maior otimismo com a carteira de crédito vem de outros fatores como a alta da base de clientes.

O CEO ainda apontou que os atuais níveis de provisão são mais do que suficientes para lidar com inadimplência e que ela está abaixo do nível pré-pandemia. “Estamos bem provisionados, e como a inadimplência está controlada é normal um consumo dessas provisões”, avalia, ressaltando que a inadimplência pode crescer em 2022, mas sem atingir os níveis históricos. Além disso, ressaltou que a inadimplência deve crescer mais para a pessoa física, sem ver “problema em empresas”.

Para o Credit Suisse, no geral, as sinalizações transmitidas durante a tele do banco foram positivas, como o crescimento de crédito de dois dígitos, crescimento de opex abaixo da inflação, qualidade saudável dos ativos (crescimento das provisões em linha com a carteira de crédito) e margem de clientes crescendo pelo menos em linha com a carteira de empréstimos.

Sobre a margem financeira (NII, na sigla em inglês), Lazari destacou que o crescimento em linhas de maior spread resultará em melhora nos próximos anos. O Bradesco, apontou o CEO, deve fechar o ano com a margem com cliente entre o meio e o topo das projeções, de 2% a 6%.

Ele destacou ainda que as despesas operacionais devem fechar 2021 com queda de 1%, enquanto o guidance é de queda de 5% a queda de 1%. Com relação a PDD, que para 2021 foi revisado na véspera de R$ 13 bilhões a R$ 16 bilhões, a projeção é de que feche entre o meio e a parte de menor volume das projeções.

A visão positiva foi reforçada durante o Bradesco Investor Day, realizado na semana passada. Segundo o Credit, a leitura foi de uma mensagem bastante positiva para 2022 apesar do cenário macro complexo

A expectativa de um forte crescimento de NII, crescimento de taxas de serviços acima da inflação, despesas operacionais crescendo abaixo de inflação e normalização de provisão foram alguns dos destaques, com a apresentação também tendo um papel importante de destacar a perspectiva positiva para o crédito, avanço no digital e eficiência, além de temas ESG, apontaram os analistas do banco suíço, que saíram do evento construtivos com o ambiente para o banco.

“O sucesso da estratégia digital dos bancos grandes tem sido de certa forma negligenciada pela maioria dos investidores, mas na nossa leitura o avanço tem sido relevante além de trazer uma baixíssima canibalização de clientes”, avaliam os analistas.

Já após a divulgação dos números do terceiro trimestre, o Banco do Brasil melhorou suas expectativas de resultado (guidance) para 2021, com previsão de crescimento da carteira passando de 8-12% para 14-16%, o que suporta uma margem financeira mais alta e também o lucro líquido.

O banco estatal espera seguir apresentando forte crescimento de sua carteira rural ao longo do ano, o que, segundo a XP, corrobora a visão da casa de uma carteira mais protegida em relação os outros bancos. Já a estimativa de lucro líquido do BB supera a estimativa dos analistas da XP para o ano de R$ 18,8 bilhões mesmo na parte inferior do guidance. O novo lucro estimado pela instituição é entre R$ 19 bilhões e R$ 21 bilhões no ano.

Em teleconferência, José Ricardo Forni, vice-presidente de gestão financeira do banco estatal, destacou ainda que o BB pretende acelerar os desembolsos de empréstimos em linhas de crédito mais arriscadas para aumentar a rentabilidade nos próximos trimestres.

Forni disse que a carteira de empréstimos do banco deve apresentar um crescimento de um dígito alto no próximo ano, impulsionado principalmente pelos segmentos de pessoa física e pequenas empresas. O índice de inadimplência dos empréstimos do BB ainda deve ficar abaixo da média do sistema financeiro, acrescentou.

O que esperar para as ações dos bancos?

Com queda das ações no acumulado do ano – de cerca de 19% para BBAS3 e de 10% para ITUB4, enquanto BBDC4 cai 13% e SANB11 tem baixa de cerca de 15% – a questão sobre se o setor está atrativo no atual cenário continua no radar. E as casas de análise possuem visões distintas sobre o setor, principalmente levando em conta o ambiente desafiador para a economia em 2022.

Os analistas do Credit apontam estarem otimistas com o setor em geral, reforçando preferência pelos bancos maiores dentro do universo do setor financeiro. O banco suíço possui recomendação outperform (desempenho acima da média do mercado) para os papéis das ações dos bancos privados. Os analistas da instituição, porém, possuem recomendação para o BB equivalente à neutra ressaltando que, apesar dos bons resultados, o cenário eleitoral do ano que vem pode impactar as ações.

Com uma visão diferente, a XP destaca a sua preferência pelo Banco do Brasil, com recomendação de compra para os ativos, destacando que a instituição estatal possui uma carteira mais defendida e mais bem preparada para cenários mais difíceis.

Na sequência entre as preferências da XP para o setor, estão os ativos do Bradesco, mas a recomendação dos analistas é neutra para os papéis: “enxergamos o Bradesco como defendido em um cenário macroeconômico mais desafiador à frente, embora acreditemos que o pico da inadimplência ainda esteja por vir”, apontam.

Também com recomendação neutra para os ativos do Itaú, os analistas da XP destacaram que a piora da qualidade nos últimos resultados deve estar no radar dos investidores, com a inadimplência futura potencialmente mais elevada podendo pressionar as margens e o lucro. Já a ação “menos preferida” entre os grandes bancos é a do Santander Brasil, com recomendação de venda: além da inadimplência maior, as linhas de crédito mais arriscadas são um fator a mais de cautela.

O Itaú BBA e o Bradesco BBI, por sua vez, têm ambos recomendação marketperform (desempenho em linha com a média do mercado) para o Santander, com preços-alvos respectivos de R$ 41 e R$ 48 para a unit da instituição.

Por outro lado, o BBA tem recomendação equivalente à compra para os ativos do Banco do Brasil, enquanto a recomendação do BBI para o banco estatal é neutra. “BBAS3 é nossa preferência entre os bancos tradicionais sob nossa cobertura. A escolha é motivada pelos lucros sólidos e valuation substancialmente descontado em relação aos pares”, aponta o BBA, enquanto o Bradesco BBI destaca o valuation atrativo da instituição, mas vê falta de catalisadores no curto prazo para o papel BBAS3.

Abaixo, segue quadro com as recomendações dos analistas para o setor, segundo compilação da Refinitiv. Bradesco e Itaú ainda dividem a preferência entre os grandes bancos, com leve vantagem para os ativos BBDC4, enquanto os analistas ainda se dividem entre a cautela e o otimismo com os ativos BBAS3. Já para SANB11, a recomendação majoritária é neutra.

Fonte: Infomoney

BB apresenta números relevantes e soluções inovadoras em um ano de Pix

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Lançado em novembro de 2020, o Pix completa um ano de operação neste 16 de novembro, e o sucesso do meio de pagamento instantâneo pode ser comprovado com os volumes significativos de transações e adesões realizados pelos brasileiros. O Banco do Brasil contabilizou até o momento 17,5 milhões chaves Pix cadastradas com movimentação de mais de R$ 1 trilhão entre montantes enviados e recebidos, o equivalente a 28% das transações de Pix no país.

O Pix é um meio de pagamento que permite não apenas transferir valores entre contas em qualquer dia da semana, sem limite de horário. Seu uso se estende para pagamentos em estabelecimentos comerciais, de prestadores de serviços, recolhimento de receitas e impostos, pagamentos de cobranças, entre outros.

O Pix é muito mais do que parece

O Banco do Brasil lançou soluções inovadoras para o uso do Pix e implantou novas soluções do Banco Central para o Pix, entendendo as necessidades dos clientes. “O BB vem trabalhando fortemente para acentuar ainda mais a popularização do Pix. A integração do Pix à arrecadação de taxas e impostos e a implantação do Pix a sistemas de pagamentos foram grandes soluções que o BB trouxe este ano. Estamos atentos em oferecer a melhor experiência ao nosso cliente.” afirma Rodrigo Felippe, diretor de meios de pagamentos do Banco do Brasil.

Pix pelo WhatsApp

Na primeira semana de Pix, o BB já tornou possível a experiência completa do Pix (cadastramento de chaves e transações) via WhatsApp. O assistente virtual do Banco do Brasil lê o QR code para pagamentos de Pix. Basta enviar a imagem para a conversa com o Banco e confirmar as informações para realizar o pagamento.

Além disso, também é possível iniciar as transações do Pix com comando de voz, com o envio de áudio pelo próprio aplicativo. Em maio passado, seis meses após o lançamento da novidade, a solução foi premiada por sua inovação relevância para o mercado brasileiro na Seleção Mobile Time 2021.

Arrecadação integrada ao Pix

Solução pioneira desenvolvida pelo Banco do Brasil, a arrecadação integrada ao Pix dá agilidade às instituições públicas e às prestadoras de serviços de utilidade pública para receber tributos e pagar fornecedores, salários e benefícios. O cidadão também se beneficia realizando os pagamentos que podem ser identificados com mais rapidez pelo fornecedor de serviços.

Totvs e Shipay

O acordo com as duas empresas possibilitou a integração do Pix do BB com mais de 70 ambientes entre ERPs (Enterprise Resource Planning) e PDVs (Pontos de Venda), que beneficiaram quase 400 mil clientes, permitindo que recebam pagamentos via Pix do BB em seus caixas.

Cobrança bancária

Uma opção prática aos boletos bancários, permite pagamentos que geram QR Code para datas futuras e não apenas para pagamentos imediatos.

Agendamento Pix

A transferência de valores por Pix pode ser agendada para uma data futura, e a transação só será efetivada se houver saldo na conta do emissor na data escolhida para a transferência.

Uso da agenda do celular

Com as informações da agenda de contatos do celular, é possível consultar se um número de telefone ou e-mail estão cadastrados como chave Pix, facilitando o acesso para realizar um pagamento.

Vem mais por aí

Seguindo a trilha de evolução do Pix, novidades vem por aí! A partir de 29 de novembro de 2021, teremos o Pix Saque e o Pix Troco. São opções para o usuário do Pix ter dinheiro em espécie dos chamados “agentes de saque”, que são estabelecimentos comerciais e caixas eletrônicos.

No Pix Troco, a pessoa vai até um estabelecimento, faz uma compra, faz um Pix com valor maior que a compra e recebe a diferença em espécie. Já no Pix Saque, o cliente vai até a um agente de saque, faz um Pix sem precisar fazer nenhuma compra e recebe o valor em espécie.

Fonte: Banco do Brasil

 

Mercado muda e grandes bancos reduzem participação no crédito

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Os cinco maiores bancos do país perderam participação no mercado de crédito nos últimos anos. Se no fim de 2016 Itaú Unibanco, Banco do Brasil (BB), Bradesco, Caixa e Santander representavam juntos 70,4% do estoque de empréstimos e financiamentos bancários do país, em junho deste ano a fatia somada dessas instituições financeiras era de 67,7%, segundo dados informados ao Banco Central (BC).

Ainda não havia dados da Caixa relativos a setembro deste ano (o balanço foi divulgado hoje). Excluído o banco estatal, a fatia das quatro maiores instituições financeiras listadas em bolsa somava 52,9% no fim do terceiro trimestre — abaixo dos 53,9% vistos em março de 2014, início da série histórica compilada pelo Valor.

De lá para cá, a fatia desse grupo em empréstimos e financiamentos diminuiu, até estabilizar num patamar entre 50% e 52%. Houve uma exceção na primeira metade do ano passado, quando os bancos concederam um volume recorde de crédito e voltaram temporariamente para perto de 54%. O levantamento considera carteira de crédito classificada pelo BC, ou seja, não inclui operações como avais, fianças e títulos privados.

Fonte: Valor Investe

 

Campanha da Brasilprev e do BB supera 100 mil planos contratados em outubro

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Consolidando o seu propósito de transformar o jeito que o brasileiro prepara o seu futuro, a Brasilprev, empresa líder de mercado e especialista em previdência privada, registrou, apenas em outubro, 109 mil novos planos para o seu produto Júnior, destinado à construção de reservas financeiras para jovens entre 0 e 21 anos. O resultado foi viabilizado através de uma forte campanha de marketing, que teve como protagonistas a força de vendas do Banco do Brasil e a skatista Rayssa Leal, campeã mundial e medalhista olímpica em Tóquio.

Dentre os responsáveis financeiros que mais investiram no período, 60% foram pais ou mães, que colocaram seus filhos como beneficiários imediatos dos novos planos. Já os avós representaram 18,7% das contratações do Brasilprev Júnior, seguidos por tios e tias, com 10,4%.

“Essa foi uma campanha muito especial para a Brasilprev, não apenas por contarmos com a Rayssa como o novo rosto do Brasilprev Júnior, mas por todo o engajamento da rede de distribuição o Banco do Brasil, que alcançou este número fantástico. Foi um trabalho feito a muitas mãos, que tem um propósito de contribuir para que as novas gerações contem com um futuro financeiro cheio de oportunidades e possibilidades”, destaca Ângela de Assis, presidente da Brasilprev.

Pessoa sentada sorrindo Descrição gerada automaticamente

O Brasilprev Júnior tem como propósito ajudar os pais, tios e avós, a iniciarem o planejamento financeiro para apoiar as crianças e jovens a concretizarem projetos na fase adulta, seja um curso de graduação, um intercâmbio ou proporcionar tranquilidade para seguir uma carreira no esporte.

Sobre a Brasilprev

Com 28 anos de atuação, a Brasilprev Seguros e Previdência S.A tem como acionistas a BB Seguros, braço de seguros, capitalização e previdência privada do Banco do Brasil, e a Principal, uma das principais instituições financeiras dos Estados Unidos. Líder do setor, a companhia conta com mais de R$ 316 bilhões em ativos sob gestão e uma carteira de 2,5 milhões de clientes. Especialista no negócio de previdência privada, com produtos acessíveis e serviços diferenciados, a Brasilprev conta com a rede de agências do Banco do Brasil como seu principal canal de distribuição.

Fonte: Portal Segs

 

Prefeitura de Ibicaraí e SAEE assinam convênio com Banco do Brasil

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Em mais uma ação ousada e inovadora da atual gestão municipal, a prefeita Monalisa Tavares, juntamente com o diretor do SAAE, Thallis Leal, assinou na tarde de sexta-feira, 12, um importante convênio entre o Banco do Brasil e o Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE).

Com essa ação o consumidor terá agora, além dos antigos pontos de pagamento de conta, a agência do BB para pagar sua conta via boleto bancário ou código de barras.

A assinatura do convênio aconteceu na sede do Banco do Brasil e na oportunidade estavam presentes a prefeita Monalisa Tavares, o diretor do SAAE Thallis Leal e dois representantes do Banco do Brasil.

“Modernizar o pagamento da conta do SAAE e dar ao consumidor mais essa opção é uma das muitas ações que estamos implantando para modernizar a autarquia. O Banco do Brasil é um grande parceiro e vai nos ajudar. Precisamos melhorar a arrecadação pois iniciamos o processo de colocar hidrômetros nas casas. Hoje, um quinto das moradias não têm hidrômetro”, disse Monalisa.

“Fazer esse convênio foi uma promessa da prefeita e ela está cumprindo o que prometeu. Poder pagar via agência bancária é uma nova opção e vai nos ajudar muito, pois existem ibicaraienses que vivem fora, em outras cidades ou estados e já sinalizaram que querem ajudar pais ou familiares. Podendo pagar via banco, muita gente (que mora fora) vai colocar o pagamento via débito em conta”, disse Thallis .

Fonte: Prefeitura de Ibicaraí

 

Banco do Brasil lucra R$ 5,1 bi no 3º trimestre, alta de 47% e acima das expectativas

Publicado em: 11/11/2021

O Banco do Brasil (BBAS3) registrou lucro líquido ajustado de R$ 5,139 bilhões no terceiro trimes tre deste ano, número 2% maior que o reportado no segundo trimestre e 47,6% superior ao do mesmo período do ano passado.

Em comparação às projeções da Refinitiv para o lucro do Banco do Brasil, que era de R$ 4,496 bilhões, o resultado veio 14,3% acima das expectativas. “Esse bom desempenho é explicado por menores despesas com provisões de crédito, maiores receitas, com crescimento da margem financeira bruta e das rendas com prestação de serviços, e sólido controle das despesas administrativas.”

Já o lucro líquido contábil, após itens extraordinários, somou R$ 4,609 bilhões, alta de 49,4% na comparação anual, mas recuo de 16,6% frente segundo trimestre.

O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE, na sigla em inglês) em termos ajustados foi de 14,3%, estável em relação ao segundo trimestre de 2021 e ante dado de 10,4% no terceiro trimestre de 2020. O Índice de Basileia atingiu 19,34%, sendo 13,17% de capital principal.

Enquanto isso, a margem financeira bruta somou R$ 14,683 bilhões, um incremento de 11,9% na comparação anual e alta de 9% frente 2º trimestre. A líquida, por sua vez, atingiu R$ 11,759 bilhões, alta de 38,2% em um ano e de 2,1% no trimestre.

Já a provisão para créditos de liquidação duvidosa (PCLD) ampliada foi de R$ 3,924 bilhões, cifra 28,8% inferior ao 3º trimestre do ano passado, mas 36,7% acima na comparação com o 2º trimestre deste ano.

De janeiro a setembro, a PCLD ampliada atingiu R$ 9,317 bilhões, uma queda de 44,4% na comparação com os nove primeiros meses do ano passado.

Receitas e despesas do BB

As receitas de prestação de serviços totalizaram R$ 7,438 bilhões no trimestre, crescimento de 2,2% em relação ao 3º trimestre de 2020 e avanço de 3,2% na comparação com 2º trimestre.

O crescimento em relação ao trimestre anterior foi influenciado, principalmente, pelo desempenho positivo anual nas linhas de Seguros, Previdência e Capitalização (+6%), de Consórcios (+11,7%) e de Administração de Fundos (+9,9%).

Segundo o banco, as despesas administrativas totalizaram R$ 7,9 bilhões no terceiro trimestre, acréscimo de 0,7% em relação ao trimestre anterior, influenciadas principalmente pelo aumento das despesas de pessoal, devido ao reajuste salarial de 10,97% a partir de setembro de 2021.

Na comparação em nove meses, as despesas ficaram estáveis (+0,2%), mantendo-se dentro do intervalo das projeções corporativas 2021.

O índice de eficiência acumulado em 12 meses atingiu 35,9% no trimestre, reflexo do controle de custos e aumento das receitas no período.

Carteira de crédito

Segundo o BB, a Carteira de crédito ampliada alcançou R$ 814,2 bilhões em setembro de 2021, uma evolução de 6,2% na comparação com junho de 2021 e de 11,4% comparado ao mesmo período do ano anterior.

Entre os itens, a carteira apresentou crescimento em todos os segmentos, com destaque para as operações com o Agronegócio (18,5%), MPME (24,6%) e Pessoas Físicas (14,2%).

A carteira Pessoa Física ampliada cresceu 5,7% em relação a junho de 2021 e 14,2% na comparação anual, com destaque para a performance positiva nas linhas de Crédito Consignado (+16,4%), alcançando R$ 104,6 bilhões, Empréstimo Pessoal (+40,1%) e Cartão de Crédito (+41,3%) na comparação anual.

Na Pessoa Jurídica houve crescimento de 4,3%. Entre os destaques está a carteira MPME (+10,0%), influenciada pelos desembolsos de R$ 8,1 bilhões nas linhas do Pronampe.

Já a carteira de grandes empresas foi impactada por liquidações e o direcionamento para alternativas no mercado de capitais, com crescimento nas operações com empresas com faturamento entre R$ 200 milhões e R$ 800 milhões, contribuindo positivamente para o mix da carteira.

Em termos de qualidade da carteira, o índice de inadimplência acima de 90 dias da carteira total ficou em 1,82%, inferior ao patamar do SFN, com índice de cobertura de 323,3%.

Análises

O Bradesco BBI avalia que os resultados vieram mistos, impulsionado pelos ganhos de tesouraria e o NII com clientes foi negativamente impactado por custos de captação mais elevados devido ao aumento da taxa Selic. O banco mantém recomendação para ações do Banco do Brasil, e preço-alvo de R$ 39.

O Itaú BBA avalia que os resultados do Banco do Brasil vieram melhores do que o esperado, com destaque para o crescimento da carteira de crédito de boa qualidade, receitas de serviços e despesas controladas.  O banco mantém avaliação market perform para ações do Banco do Brasil, e preço-alvo de R$ 37,00.

O Credit Suisse acredita que os fortes resultados da tesouraria do BB possam diminuir até certo ponto nos próximos trimestres, mas isso poderá se normalizar em um nível mais alto devido à melhor margem de depósito com base em taxas mais altas.  O banco mantém avaliação neutra para ações do Banco do Brasil, com preço-alvo de R$ 38,00.

A XP avalia que o banco reportou bons resultados em todas as áreas, com destaque para o lucro líquido muito acima do esperado. De acordo com a XP, o resultado impulsionado principalmente por uma maior Margem Financeira, devido ao crescimento de sua carteira de crédito, enquanto as despesas permaneceram estáveis apesar do aumento da massa salarial e da expansão da carteira. Ela reitera recomendação de compra para as ações, com preço-alvo de R$ 52,00.

Fonte: Infomoney

Expectativa do Banco do Brasil para 2022 é crescer carteira em linha com mercado

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O vice-presidente financeiro do Banco do Brasil, José Forni, disse em coletiva de imprensa que a expectativa para 2022 é crescer a carteira de crédito em linha com a média do mercado, o que significa um dígito alto. Segundo ele, o banco espera um crescimento forte do varejo e de micro e pequenas empresas (MPE), que devem ter expansão acima da média da carteira. Grandes empresas devem continuar crescendo menos, como foi visto ao longo deste ano, que foi afetado por liquidações antecipadas e um maior acesso aos mercados de capitais.

Segundo Forni, a inadimplência em 2022 deve acompanhar o crescimento da carteira e se normalizar, à medida que acaba o efeito da pandemia, que diminuiu o índice de atrasos. Ele afirma que o desempenho em 2019 é um bom guia para o comportamento das provisões em 2022. O executivo apontou que a inadimplência de pessoa física já está crescendo, enquanto há redução em pessoa jurídica e agronegócios, e que essas tendências devem se manter no próximo ano.

“Devemos ter moderada elevação da inadimplência em 2022, com consumo do índice de cobertura”, disse a vice-presidente de Riscos, Ana Paula Teixeira. Ainda assim, ela ressalta que a ainda inadimplência deve se manter em patamares abaixo da média do mercado. “A expansão da carteira tem sido feita com muita responsabilidade.”

Margem financeira

Forni ainda afirmou que a margem financeira bruta deve crescer em linha com a carteira de crédito em 2022. Ele apontou que o banco vem crescendo a carteira em linhas com maior retorno, e que o movimento de recomposição de taxas – acompanhando a alta da Selic – começou a ganhar força mais para o fim do terceiro trimestre. “Vemos isso contribuindo olhando para frente, o quarto trimestre já pega isso, especialmente em PF e agro”, explicou.

Ele admitiu que o cenário macroeconômico piorou na margem, mas reforçou que o BB esperar ter um bom crescimento de carteira em 2022, de um dígito alto. “Mas não será tão robusto como este ano”.

Daniel Maria, gerente geral de relações com investidores do BB, apontou que apesar do crescimento em linhas de maior retorno, há um descasamento entre a alta do custo de funding e o repasse disso para os clientes – reforçado até mesmo pelo ambiente competitivo – e que a expectativa é que, mesmo com essa mudança de mix, os spreads globais fiquem basicamente estáveis. Sobre o funding, ele lembrou que a remuneração da poupança acompanha a Selic só até certo ponto. Quando a taxa básica passa de 8,5%, a poupança atinge um teto e passa a render 0,5% ao mês. “Com esse custo da poupança travado, a gente começa a recompor margem”.

Maria também afirmou que o BB espera acabar o ano na ponta baixa do guidance de PDD, que vai de R$ 13 bilhões a R$ 15 bilhões. E para 2022 deve haver uma normalização, até em função da mudança do mix da carteira, e as provisões ficariam mais parecidas com o que ocorreu em 2019.

Fonte: Valor Investe

 

Banco do Brasil aprova distribuição de R$ 1,123 bi em JCP, a R$ 0,3937 por ação

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O Banco do Brasil (BBAS3) anunciou nesta segunda-feira (8) que aprovou a distribuição de cerca de R$ 1,123 bilhão em juros sobre capital próprio complementares aos acionistas, a um valor de R$ 0,39370314870 por ação.

O valor será imputado ao dividendo mínimo obrigatório referente ao 2º semestre de 2021 e será pago em 30 de novembro, tendo como base a posição acionária do dia 22, sendo as ações negociadas “ex-direitos” a partir do dia 23.

No caso do JCP, haverá retenção de imposto de renda na fonte sobre o valor nominal de acordo com a legislação vigente.

Cabe ressaltar que o BB anunciou nesta segunda que teve lucro líquido ajustado de R$ 5,1 bilhões no terceiro trimestre deste ano, número 2% maior que o reportado no segundo trimestre e 47,6% superior ao do mesmo período do ano passado.

As previsões da Refinitiv para o lucro do Banco do Brasil era de um lucro de R$ 4,496 bilhões, alta de 29,12% comparado com 3T20 (R$ 3,482 bilhões) e queda de 10,78% na comparação com o segundo trimestre de 2021 (R$ 5,039 bilhões).

Fonte: Infomoney

Prefeitura de Mombaça em parceria com o BB entrega kits a alunos da cidade

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Na noite de ontem, segunda-feira (08), os alunos que participam do Programa AABB Comunidade participaram de um encontro, oportunidade em que a Prefeitura de Mombaça em parceria com o Banco do Brasil, efetuou a entrega de kits para prática das atividades no programa. Cerca de 175 kits foram entregues aos jovens que desenvolvem uma série de atividades dentro do programa.

Estiveram presentes no evento, o prefeito Orlando Filho, a vice-prefeita Elidiana Carvalho, o gerente local do Banco do Brasil, Antônio Fernandes, a presidente da AABB COMUNIDADE, Daniela Morais, vereadora Josielma Pinheiro, o secretário de Juventude, Esporte e Cultura, Jônatas Lima e ainda o chefe de gabinete, Ney Werbson.

A Coordenadora do Programa, Raquel Pinheiro, destacou a importância das atividades desenvolvidas dentro do Programa AABB Comunidade, enfatizou ainda que o incentivo dos pais é fundamental para o bom andamento dos trabalhos e para a participação dos estudantes.

O prefeito Orlando Filho em sua fala, ressaltou a parceria com o Banco do Brasil e aposta nos mais diversos talentos, que ali estavam se desenvolvendo. Para ele, a participação em projetos como a AABB Comunidade expande o pensamento do jovem para traçar os caminhos que pretende seguir dentro da formação educativa.

O programa AABB COMUNIDADE é uma parceria entre fundação BB, FENABB e Prefeitura Municipal de Mombaça, e existe em nosso município desde 1997, onde atende hoje 175 crianças que estão matriculadas na rede pública de ensino.

Orientado pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, o programa propõe complementação socioeducacional de forma integrada à família, à escola e à comunidade, favorecendo o desenvolvimento socioeducativo das crianças e adolescentes atendidos

Fonte: Prefeitura Municipal de Mombaça

 

Banco do Brasil tem quase 22 milhões de clientes ativos nos canais digitais

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O Banco do Brasil já tem quase 22 milhões de clientes ativos no nos canais digitais, afirmou nesta terça-feira (9) Fausto Ribeiro, presidente da instituição. Em meio a essa expansão, o aumento geral no NPS, uma métrica de satisfação dos clientes, foi de 8 pontos. “Nosso app tem uma audiência qualificada, com pico diário de 8,8 milhões de pessoas nesse último trimestre. Essa é a nossa maior vitrine”, avaliou.

De acordo com o presidente, o BB avançou na sua estrutura de atendimento para modelos mais leves e mais eficientes, com destaque para o crescimento de 89% nos correspondentes bancários.

Ribeiro destacou também que uma das novidades do terceiro trimestre foi o lançamento de marketplaces afiliados,”, em parceria com a Amazon, para diversificar as fontes de receitas do banco, além de gerar cashback para os clientes, giftcards e o programa de descontos Vantagens BB.

“Fizemos um acordo com a Amazon, que já está disponível para os clientes do Banco do Brasil. E vamos avançar ainda mais, adicionando novas marcas”, ressaltou.

Fonte: Valor Investe

 

Lucro do BB cresce, mas empresa fecha 7 mil postos de trabalho em 12 meses

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Nos primeiros nove meses de 2021, o Banco do Brasil atingiu lucro líquido ajustado de R$ 15,09 bilhões, crescimento de 48,1% em relação ao mesmo período de 2020. No terceiro trimestre de 2021, o lucro foi de R$ 5,1 bilhões, com crescimento de 2% em relação ao segundo trimestre deste ano.

Ao final de setembro de 2021, o BB contava com 85.069 funcionários, 7.037 postos de trabalho a menos que em setembro de 2020, em função, principalmente, do desligamento de funcionários no escopo do Programa de Adequação de Quadros (PAQ) e do Programa de Desligamento Extraordinário (PDE).

Nos primeiros nove meses de 2021, o Banco do Brasil atingiu lucro líquido ajustado de R$ 15,09 bilhões, crescimento de 48,1% em relação ao mesmo período de 2020. No terceiro trimestre de 2021, o lucro foi de R$ 5,1 bilhões, com crescimento de 2% em relação ao segundo trimestre deste ano.

Ao final de setembro de 2021, o BB contava com 85.069 funcionários, 7.037 postos de trabalho a menos que em setembro de 2020, em função, principalmente, do desligamento de funcionários no escopo do Programa de Adequação de Quadros (PAQ) e do Programa de Desligamento Extraordinário (PDE).

“Sob o governo Bolsonaro, o Banco do Brasil continua seguindo o mesmo caminho trilhado pelo governo Temer, e segue encolhendo de tamanho e fechando postos de trabalho e de agências, em um movimento de enfraquecimento da instituição financeira frente aos bancos privados, o que é inaceitável, já que, como empresa pública, o BB deveria justamente tomar o rumo contrário, e servir de instrumento anticíclico de combate à crise econômica e social que se abateu sobre o Brasil em face da pandemia do novo coronavírus e das políticas de orientação neoliberal equivocadas do ministro da Economia, Paulo Guedes”, diz Getúlio Maciel, representante da Comissão de Empresa BB e dirigente sindical do Fetec-CUT/SP

As receitas com prestação de serviços e tarifas bancárias aumentaram 1% em um ano, alcançando R$ 21,5 bilhões em setembro, enquanto as despesas com pessoal, incluindo o pagamento da PLR, cresceram 7,7%, totalizando R$ 17,6 bilhões. Assim, a cobertura dessas despesas pelas receitas secundárias do banco foi de 122,3% nos nove meses de 2021.

“Este dado comprova que o Banco do Brasil tem totais condições de contratar mais, tanto para diminuir a sobrecarga de trabalho que só aumenta, como também para fortalecer a empresa pública frente à concorrência privada, além de prestar um serviço melhor à população e ajudar a diminuir o desemprego que atinge mais de 13 milhões de brasileiros”, afirma Getúlio.

Mais números do lucro do Banco do Brasil

O retorno sobre o patrimônio líquido (RPSL) ajustado alcançou 14,2%, aumento de 3,9 pontos percentuais em 12 meses.

A carteira de crédito ampliada registrou alta de 11,4% em 12 meses e de 6,2% em relação ao trimestre imediatamente anterior, totalizando R$ 814,2 bilhões.

O crescimento foi puxado pela carteira de Pessoa Física, que alcançou R$ 254,2 bilhões (+14,2% em 12 meses), de Agronegócio, com um total de R$ 225,8 bilhões (+18,5%) e de MPME, que registrou variação de 24,6% em 12 meses, totalizando R$ 89,7 bilhões, influenciada pelos desembolsos nas linhas do Pronampe.

Grandes empresas e Governo registraram crescimento médio de 1,1% na mesma comparação, totalizando R$ 204,7 bilhões. “É fundamental que o Banco do Brasil retome sua atuação anticíclica, por meio da concessão de crédito mais acessível para a população, para as micro e pequenas empresas e para a agricultura familiar, a fim de que a empresa pública possa ajudar o país a sair desta que é uma das mais graves crises econômicas e sociais da sua história”, afirma Getúlio.

As despesas com provisão para créditos de liquidação duvidosa (PCLD) ampliada ficaram 44,4% menores no período, totalizando R$ 9,3 bilhões até setembro de 2021. O índice de inadimplência para atrasos superiores a 90 dias foi de 1,82%, abaixo da inadimplência do Sistema Financeiro Nacional (2,30%) e com redução de 0,61 pontos percentuais em relação a setembro de 2020.

“A sociedade brasileira como um todo deve encampar a luta das entidades representativas e dos bancários pelo fortalecimento do Banco do Brasil e da sua atuação de combate às crises econômicas, sob risco de perder um instrumento fundamental de desenvolvimento econômico e social, já que, como banco público, atua em municípios pobres e pequenos, e bairros das periferias onde os bancos privados não operam por estes locais não trazerem o retorno financeiro que julgam satisfatório”, argumenta Getúlio Maciel.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

BB liderou em novembro o ranking Top 5 do BC para o IGP-M de médio prazo

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O Banco do Brasil (BBAS3) liderou em novembro o ranking Top 5 do Banco Central (BC) para o IGP-M de médio prazo.

A inflação medida pelo IGP-M no mês passado foi de 0,64% e a projeção do BB inserida no Sistema de Expectativas do BC abrigou um desvio médio de 0,4440 ponto porcentual.

O ranking de médio prazo considera a precisão média das projeções de três períodos consecutivos de quatro meses em relação aos resultados efetivos de três meses – o mês de referência e os dois que o antecedem.

Segundo as métricas do BC para o IGP-M de médio prazo, o segundo lugar no ranking Top 5 de novembro ficou com a JP Gestão. A previsão da instituição mostrou um desvio médio de 0,4441 ponto porcentual em relação ao resultado efetivo do IGP-M no mês passado.

A Funcef ficou com a terceira posição, ao enviar ao BC uma projeção para o IGP-M que mostrou um desvio médio de 0,4600 ponto porcentual.

O Banco Itaú (ITUB4) foi o quarto colocado, com uma projeção que se desviou em 0,4657 ponto porcentual em relação ao IGP-M de outubro e foi seguido, em quinto lugar, pela TC Matrix Macro, cuja projeção para o IGP-M mostrou um desvio médio de 0,4697 ponto porcentual.

Fonte: Money Times

Banco do Brasil nega qualquer interesse em vender sua fatia da Cielo

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O vice-presidente financeiro do Banco do Brasil, José Forni, disse que a instituição não está interessada em vender sua fatia na Cielo. Questionado sobre possíveis desinvestimentos, ele afirmou que o banco segue procurando um parceiro estratégico para a BB DTVM, mas que ainda não tem novidades nessa área e que também continua com os planos de vender sua fatia no argentino Banco Patagonia, embora no momento os mercados por lá não estejam muito favoráveis. Ele ressaltou que o BB não tem pressa. “É um ativo bom, lucrativo”.

Sobre BV (antigo Votorantim), ele lembrou que BB e a família Ermírio de Moraes chegaram a iniciar um processo de estreia na bolsa para o banco este ano, mas não houve acordo sobre preço e a operação acabou sendo adiada. “Continuamos olhando para ver se no futuro haverá uma oportunidade de saída, com um bom preço… Mas o BV é um banco muito bom, que está entregando resultados.”

Sobre a parceria com o UBS em banco de investimento, que está completando um ano, Forni afirmou que o desempenho está melhor do que o esperado – dado o ambiente de pandemia. Ele disse que os mercados de dívida estão bem aquecidos, enquanto em ações a situação atual é menos favorável. Já em M&A a joint venture segue crescendo, mas leva um pouco mais de tempo para construir um pipeline.

Questionado sobre a venda da fatia do BB no Digio para o Bradesco, o executivo afirmou que ele não tinha sinergia com a estratégia digital do BB. “A estratégia digital exige muitos investimentos e resolvermos vender a participação no Digio. Somos um banco incumbente, mas estamos trabalhando fortemente no digital, acelerando inciativas. Estamos muito ativos no open banking”, afirmou.

Fonte: Valor Investe

Banco do Brasil abrirá em breve novo concurso na área de Tecnologia

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Após a divulgação da lista de aprovados no concurso do Banco do Brasil , a BB Tecnologia, empresa ligada à instituição, também deve abrir o seu próprio edital. O braço do banco público, inclusive, já divulgou um projeto básico – documento necessário para início do processo de escolha da banca organizadora. Ainda não há uma data para o início das incrições.

Embora o número de vagas também não tenha sido definido, já se sabe que a seleção será para os cargos de técnico e analista, com exigências de ensino médio e nível superior. O documento antecipa que a duração do contrato deverá ser de dois anos, podendo ser prorrogado uma vez, pelo mesmo período. No último concurso, realizado em 2015, as remunerações iniciais variaram de R$ 2.119 a R$ 4.672.

O projeto básico também informa que o concurso terá abrangência nacional. A BB Tecnologia tem sede nos seguintes locais:

Região Sudeste

São Paulo (SP)
Bauru (SP)
Campinas (SP)
Ribeirão Preto (SP)
Vitória (ES)
Belo Horizonte (MG)
Uberlândia (MG)
Barra do Piraí (RJ)
Rio de Janeiro (RJ)

Região Norte

Manaus (AM)
Belém (PA)
Porto Velho (RO)
Palmas (TO)

Região Sul

Curitiba (PR)
Londrina (PR)
Passo Fundo (RS)
Porto Alegre (RS)
Florianópolis (SC)
Joinville (SC)

Região Centro Oeste

Goiânia (GO)
Campo Grande (MS)
Cuiabá (MT)

Região Nordeste

Maceió (AL)
Salvador (BA)
Fortaleza (CE)
São Luis (MA)
João Pessoa (PB)
Recife (PE)
Teresina (PI)
Natal (RN)

Último concurso

O último concurso da BB Tecnologia foi realizado em 2015. Na ocasião, foram oferecidas 300 vagas imediatas para diversos cargos de ensino médio e nível superior. Também houve formação de cadastro reserva de pessoal.

No caso de ensino médio, as oportunidades eram para técnico de administrativo, com formação de cadastro reserva nos estados da Bahia e de São Paulo. O mesmo requisito era necessário para técnico de operações- equipamentos. Nesse caso, a atuação era nos estados do Acre, Alagoas, Amazonas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Rondônia, Roraima, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe, Tocantins e para o Distrito Federal.

Para nível superior, a seleção foi para a carreira de analista de operações nas seguintes áreas: desenvolvimento – mainframe , desenvolvimento – mobile , desenvolvimento – ERP, desenvolvimento – plataforma baixa, requisitos e testes de software, modelagem/administração de banco de dados, infraestrutura e sistema operacional, redes, telecom e segurança e processos de TI. As vagas foram para os Estados de São Paulo, Goiás, Pará, Rio de Janeiro, além do Distrito Federal.

Na época, foram registradas 44.294 inscrições, sendo 31.903 para ampla concorrência, 12.292 negros e 99 pessoas com deficiência.

Fonte: Portal IG

Banco do Brasil deve nomear candidato aprovado em cadastro de reserva

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A Subseção I Especializada em Dissídios Individuais (SDI-1) do Tribunal Superior do Trabalho condenou o Banco do Brasil S.A. a convocar e nomear para o cargo de escriturário um candidato de Brasília (DF) aprovado para cadastro reserva. Segundo o colegiado, o banco contratou trabalhadores temporários para a realização das mesmas atribuições do cargo dentro do prazo de validade do concurso.

Trabalhadores temporários

O candidato se inscreveu para o concurso em dezembro de 2013, para concorrer à vaga de escriturário. Classificado na 1.492ª posição das 1.755 vagas destinadas ao cadastro de reserva, ele ajuizou, em junho de 2016, reclamação trabalhista pedindo a sua imediata convocação para o cargo. O motivo, segundo ele, foi o fato de o banco ter contratado, ainda na vigência da validade do concurso, 768 trabalhadores temporários para as mesmas funções.

Em defesa, o banco justificou a contratação de temporários com diversos fatores de ordem emergencial.

Preterição

Ao julgar o caso, o Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (DF/TO) entendeu que a preterição do candidato aprovado em cadastro de reserva em prol de trabalhadores temporários e a abertura de novo concurso público para formar novo cadastro elevava a expectativa de nomeação à condição de direito adquirido, diante da inequívoca existência de vagas e da disponibilidade financeira da entidade.

Todavia, a decisão foi reformada pela Quarta Turma do TST, que julgou improcedentes os pedidos do candidato. Na época, a Turma considerou o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) de que a aprovação em concurso público para cadastro de reserva não gera, em princípio, direito subjetivo à nomeação, mas apenas expectativa de direito. O candidato, então, interpôs embargos à SDI-1.

Desvio de finalidade

Para o relator, ministro José Roberto Pimenta, a administração pública cometeu desvio de finalidade ao deixar de nomear o concursado para satisfazer a necessidade do serviço em substituição à mão de obra precária. “Se há necessidade de contratação de pessoal terceirizado durante a vigência do certame, não se justifica a não nomeação dos candidatos constantes do cadastro de reserva para suprir essa demanda, já que o concurso público foi realizado com a finalidade de atender necessidades futuras do órgão”, destacou.

Novo edital

O relator observou, ainda, a abertura de novo edital para formação de cadastro de reserva, com até 1.450 candidatos habilitados, e a contratação de 768 trabalhadores temporários durante a vigência do concurso. “Esses dois fatos demonstram, indubitavelmente, a necessidade de contratação de pessoal e reforça, portanto, a preterição do candidato”, concluiu.

A decisão foi unânime. (RR/CF)

Processo: E-RR-854-95.2016.5.10.0012

A Subseção I Especializada em Dissídios Individuais, composta de 14 ministros, é o órgão revisor das decisões das Turmas e unificador da jurisprudência do TST. O quorum mínimo é de oito ministros para o julgamento de agravos, agravos regimentais e recursos de embargos contra decisões divergentes das Turmas ou destas que divirjam de entendimento da Seção de Dissídios Individuais, de Orientação Jurisprudencial ou de Súmula.

Fonte: Tribunal Superior do Trabalho

Bancos poderão escolher horário de funcionamento de agências; BB mantém atendimento das 10 às 14 horas

Publicado em: 05/11/2021

A Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) informou nesta quarta-feira (28) que, com a flexibilização do isolamento social no país, os bancos terão autonomia para escolher o horário de abertura e fechamento das agências, de acordo com suas características e políticas internas.

Segundo a entidade, o mobile banking e o internet banking tiveram grande expansão durante o período de isolamento social e ganharam a preferência dos consumidores brasileiros.

“Ao longo dos últimos anos os bancos aumentaram os seus investimentos em tecnologia como forma de acompanhar a aceleração da digitalização de seus serviços e de seu modo de trabalhar, com mais facilidade, conveniência e segurança aos consumidores”, informou a Febraban.

O Banco do Brasil vai continuar funcionando das 10 às 14 horas. Em algumas localidades, a abertura ocorre às 9 horas.

O Santander informou que voltou a trabalhar das 10h às 16h desde o primeiro dia útil de outubro e destacou que algumas agências, como as que concentram pagamento de INSS, abrem às 9h.

A Caixa deve retomar os horários pré-pandemia (entre 10h e 16h) a partir de 23 de novembro. Até a data, as agências funcionam das 8h às 13h exclusivamente para serviços essenciais.

O Bradesco, por outro lado, afirmou que manterá seu horário de funcionamento entre 10h e 14h enquanto durar a pandemia.

Fonte: G1

 

 

Banco do Brasil fortalece unidade de Miami com contratação de assessor tripartite

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O Banco do Brasil fortaleceu sua unidade de gestão de fortunas com sede em Miami, que atende clientes brasileiros no exterior, com a recente adição de três novos assessores.

Em setembro, o grupo brasileiro recrutou Vanessa Keeler Dias e Marien Fontaine Moya das firmas de gestão de fortunas Sabadell e Morgan Stanley em Miami, respectivamente, de acordo com informações da BrokerCheck e LinkedIn.

Dias passou 11 anos na Sabadell, enquanto Moya passou três anos no Morgan Stanley, UBS e Credit Suisse por BrokerCheck.

Barbara Dettmer também foi contratada da SunTrust Advisory Services em Miami no início deste ano, no final de junho. Ela passou cinco anos na SunTrust depois de trabalhar no HSBC por oito anos, de acordo com a BrokerCheck.

Todas as três novas adições atendem a clientes brasileiros no exterior dos escritórios do Banco do Brasil em Biscayne Boulevard, Miami, e se reportam diretamente a Marco Aurelio Guerra de Sá, Diretor de Investimentos e Chefe de Vendas e Estratégia de Investimento do Banco do Brasil, de acordo com uma fonte. aditivos.

Guerra de Sá foi indicada pelo grupo brasileiro no início deste ano pela Indosuez Wealth Management após ter sido vendida para o banco privado Santander.

Keeler, Moya e Dieter se reportarão ao CEO do Grupo de Miami, Andre Howe.

amador disse Citywire Americas Em novembro do ano passado, seu grupo estava procurando construir um negócio de gestão de fortunas em Miami, visando um adicional de US $ 10 bilhões em ativos de clientes sob gestão nos próximos três anos.

“Estamos tentando construir um banco privado internacional mais forte para o Banco do Brasil e levar o processo para o crescimento dos ativos sob gestão, crescimento da receita nos próximos três anos ou mais”, disse ele na época.

Fonte: Bem Mais Brasília

Juiz condena Banco do Brasil a pagar multa por “spam processual”

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Constatada a violação à boa-fé, à cooperação, à lógica processual e ao ofício da advocacia, além da movimentação processual sem propósito específico, a 26ª Vara Cível do Foro Central de São Paulo condenou o Banco do Brasil a pagar multa de 20 salários mínimos por ter proposto um acordo sem qualquer conexão com os atos anteriores de uma execução. A conduta do banco foi considerada pelo juiz como um tipo de spam processual.

A execução já havia sido extinta em agosto, após o bloqueio de valor suficiente para quitar a dívida do banco com um cliente, referente a expurgos inflacionários. Porém, neste mês de outubro, o BB apresentou uma petição totalmente desconexa dos autos. O juiz Felipe Albertini Nani Viaro pediu explicações.

A justificativa do exequente foi um erro no peticionamento. No entanto, o magistrado observou que a petição tinha indicação específica do processo e do Juízo à qual foi direcionada, além de esclarecimentos sobre o caso dos autos. Segundo ele, não haveria qualquer motivo para crer que tenha havido engano.

“Na verdade, fica evidente que se trata de estratégia empregada de peticionamento em massa nos diversos processos, sem qualquer critério, gerando movimentação processual desnecessária e inúmeros prejuízos para a prestação jurisdicional”, pontuou.

Viaro lembrou que vem sendo comum no Fórum Central esse tipo de conduta do Banco do Brasil, que é um dos maiores litigantes da Justiça paulista. Normalmente, são pedidos igualmente desconexos com o histórico processual, sem exame dos autos, em processos já extintos. O magistrado comparou a situação a um tipo de spam processual.

“É evidente que o emprego dessa estratégia implica na diminuição dos custos e tempo para o banco ou para o escritório credenciado, que não tem que analisar processo por processo o histórico processual”, apontou o juiz.

Por outro lado, a atitude prejudicaria o bom andamento dos trabalhos do Judiciário, já que demanda esforços dos funcionários e gera atraso na resolução de outros processos.

“Não se pode normalizar a situação, como se fosse mero exercício das prerrogativas processuais porque, verdadeiramente, nenhuma prerrogativa está sendo exercida”, assinalou o magistrado.

Fonte: Consultor Jurídico

BB é condenado pela Justiça a incorporar gratificação de função de gerentes

Publicado em: 29/10/2021

A Justiça do Trabalho manteve a sentença e o Banco do Brasil terá de incorporar a gratificação de função, com o pagamento dos valores vencidos até a efetiva incorporação, além dos reflexos incidentes, a um grupo de gerentes descomissionados em retaliação. O Sindicato dos Bancários do Distrito Federal, substituto processual na ação, requereu a incorporação da gratificação conforme súmula do Tribunal Superior do Trabalho (TST) por se tratar de direito adquirido. Os gerentes representados pela entidade tinham mais de 10 anos de função gratificada.

O banco ainda tentou recurso, mas o TST manteve a decisão do Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região reconhecendo o direito à incorporação da gratificação de função dos trabalhadores. A ministra relatora concluiu em sua decisão que, embora a legislação trabalhista não impeça que o empregador reverta o empregado ao exercício do cargo efetivo, o entendimento consagrado na Súmula 372, I do TST, impossibilita a redução de sua remuneração quando atingido o critério objetivo de 10 anos.

“O Banco do Brasil, ao longo tempo, vem tomando atitudes por conta própria, ignorando a lei. E nesta ação dos gerentes, o banco retaliou, prejudicando a vida deles e de suas famílias. Por isso, essa decisão do TST vem corroborar a tese de que o BB não pode e não deve tomar decisões à margem da lei, do jeito que ele acha que deve, sem consultar, sem dialogar. Estamos atentos”, afirma o diretor do Sindicato Humberto Maciel.

“Dupla vitória, a decisão do TST reforça a nossa tese da estabilidade financeira por exercício continuado ou não aos exercentes de função, em que pesem as tentativas de descaracterização dessa conquista pela reforma trabalhista, corrige e responsabiliza o BB em relação à prática da má gestão ou temerária – caracterizada no descomissionamento como forma de perseguição“, pontua o presidente do Sindicato e bancário do BB, Kleytton Morais.

Para início da fase de execução, o processo retorna para a primeira instância. Agora, o BB tem um prazo para comprovar a incorporação da gratificação e o pagamento das diferenças salariais do período.

A ação é acompanhada pelo escritório LBS Advogados.

Fonte: Sindicato dos Bancários do Distrito Federal

BB e Itaú serão principais destaques entre bancões no 3º trimestre, prevê Safra

Publicado em: 28/10/2021

Os bancos devem entregar resultados fortes no terceiro trimestre, aponta o Safra em relatório enviado a clientes.

Segundo os analistas Luis F. Azevedo e Silvio Dória, as companhias serão impulsionados pelo forte crescimento do volume da carteira de crédito (a uma taxa de dois dígitos ano a ano) e qualidade saudável da carteira, com baixa provisão para créditos de liquidação duvidosa.

“No geral, espera-se que todos os bancos em nossa cobertura relatem expansão de dois dígitos em ganhos (ajudado pela baixa base de comparação de 2020)”, dizem.

O Santander (SANB11) vai inaugurar a safra de resultados dos bancos, previsto para ser divulgado já nesta quarta-feira (27). Segundo os analistas, o MPF do banco deverá crescer 9,7% no ano, próximo ao volume total de empréstimos, que se mantém na casa dos dois dígitos e em linha com o mercado.

Já a receita de tarifas deve ser um dos destaques positivos, mostrando bastante resiliência. “O banco registrará um aumento nas despesas de provisionamento para perdas com empréstimos por conta de maiores volumes de crédito (e também baixa base comparativa no terceiro trimestre de 2020), embora a qualidade da carteira deve manter-se em níveis muito decentes”, apontam.

Do lado dos custos, o Santander, assim como os demais bancos, deve ser impactado pelo aumento nos salários dos bancários e devido à elevação da inflação no período.

Itaú, destaque do trimestre

Os analistas do Safra esperam alta de 32% no lucro líquido do Itaú (ITUB4) ante o mesmo período do ano passado, para R$ 6 bilhões, refletindo o sólido aumento da receita (dois dígitos) e as ainda decrescentes Provisões para Créditos de Liquidação Duvidosa.

“Destacamos a aceleração da margem financeira (NII, na sigla em inglês), com clientes, em uma combinação de fortes volumes de crédito com melhoria de mix”, argumentam.

Já a carteira de crédito do Itaú deve manter a mesma tendência de crescimento observada no último trimestre, com alta de 10%, principalmente devido a imóveis, veículos e crédito consignado.

“Por outro lado, o crédito a empresas vai desacelerar no trimestre. Apesar disso, o total do volume de crédito continua forte no terceiro trimestre”, completam.

A Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosos seguirá seu ritmo de queda acentuada. Azevedo e Doria preveem redução de 14,9% no indicador.

Bradesco

O Bradesco (BBDC4) também deverá ter uma menor Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa. Outra linha que foi mal no último trimestre, os seguros mostrarão uma recuperação na base trimestral, mas não na anual, dizem.

“O crédito total do Bradesco deve seguir forte (continua crescendo + 14,1% A / A, no mesmo ritmo do último trimestre). Pequenas e Médias Empresas e indivíduos devem ser os principais motivadores, embora possamos ver alguma recuperação marginal no segmento de corporate”, colocam.

Do lado negativo, seguros e despesas não financeiras provavelmente ofuscarão parte do resultado final do banco.

Outros elementos de pressão sobre o resultado devem ser inflação e o acordo coletivo (com salários acima de 11% a partir de setembro), que vão pressionar a linha de despesas de pessoal.

O Safra prevê um lucro líquido de R$ 6,4 bilhões, alta de 28% ante o ano passado.

Banco do Brasil

A equipe do Safra espera um forte resultado do Banco do Brasil (BBAS3), com combinação de margem (NII) elevada, baixa provisão para devedores duvidosos e bom desempenho do Plano I da Previativos.

Com isso, os analistas preveem que a estatal alcance lucro líquido ajustado de R$ 4,9 bilhões, com Retorno sobre Patrimônio Médio de 13,3%.

Apesar disso, as despesas não decorrentes de juros serão pressionadas por três fatores: aumento de despesas com pessoal; despesas administrativas e maior risco legal na comparação anual.

“Os resultados dos ativos (fundo de pensão dos funcionários do BB) devem compensar esse aumento de despesas, puxando o lucro operacional em 41%”, afirmam.

BTG Pactual: resultados estelares

O BTG (BPAC11) seguirá apresentando números fortes em quase todas as suas linhas de negócios, sugerindo outro resultado de ganhos estelar para o banco.

“Embora o mercado de capitais tenha esfriado no final do terceiro trimestre, ainda devemos ver bons números para o investimento”, observa.

Empréstimos corporativos também deverão apresentar forte aumento no período.

As despesas operacionais, por outro lado, devem crescer refletindo o seu crescimento orgânico (principalmente na plataforma digital).

O Safra calcula uma elevação de 57% no lucro líquido do BTG ante o mesmo período, com retorno médio do patrimônio líquido de 17,8%.

Fonte: Money Times

Calmaria volta ao BB, seis meses depois da interferência de Bolsonaro

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Há seis meses no comando do Banco do Brasil, Fausto Ribeiro se aproximou de Bolsonaro, acalmou o centrão e ampliou a tal ponto as ações no agronegócio que o crédito subsidiado já está no fim.

Dados do banco mostram que o desembolso do crédito agrícola entre abril, quando Ribeiro assumiu o banco, e setembro chegou a 83,6 bilhões de reais, um avanço de 52%, se comparado ao registrado em 2020: 55,1 bilhões de reais.

Fonte: Veja

Doria diz que se for eleito privatizará o Banco do Brasil e a Petrobras

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O governador de São Paulo e candidato nas prévias do PSDB para disputar a eleição de 2022, João Doria, declarou ao site Correio Braziliense que pretende privatizar o Banco do Brasil e a Petrobras caso seja eleito presidente.
“Sou a favor da privatização, não para fazer do monopólio público um monopólio privado, e sim uma modelagem que permita à Petrobras ser dividida em várias empresas e ser colocada em leilão internacional na Bolsa de Valores do Brasil. É o mesmo modelo que os Estados Unidos seguiram”, declarou.

Para o governador de São Paulo é necessária a criação de um fundo regulatório para equilibrar o preço dos combustíveis e gás em caso de aumentos no mercado internacional. No mês passado, o político já havia divulgado que faria a privatização da Petrobras se conseguisse virar chefe do Executivo.

“Além de uma empresa dividida, defendo a obrigatoriedade da formação de um fundo regulador. Quando houver aumento do petróleo nas cotações do mercado internacional, esse fundo regulador impedirá que o aumento se reflita imediatamente no preço do combustível ou do gás.”

Doria afirmou que não pode falar “em nome do PSDB”, mas a privatização do Banco do Brasil também está em sua agenda presidencial, caso vença às eleições.

“Se eu vencer, o Banco do Brasil será privatizado. Tem bons profissionais e boa estrutura. Mas não há necessidade de termos dois bancos (a Caixa e o BB). Já o BNDES, não. Pode ser readequado, para que cumpra efetivamente o papel de banco de desenvolvimento econômico e social, principalmente, das micro, pequenas e médias empresas. E que ele passe a ser um regulador”, disse Doria.

Fonte: Portal Uol

Concurso Banco do Brasil divulga imagem do cartão-resposta

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O concurso Banco do Brasil 2021 divulgou a imagem do cartão-reposta das provas objetivas. A publicação está disponível no site da Fundação Cesgranrio, organizadora.

Para acessar é necessário preencher os dados solicitados para entrar na área restrita apenas aos inscritos na seleção.

Os gabaritos já foram divulgados e será considerado aprovado quem conseguir aproveitamento de, no mínimo, 50% do total da pontuação do conjunto das provas objetivas, de 50% em Conhecimentos Básicos e também de 50% na parte Específica.

Além disso, será eliminado o candidato com nota zero em qualquer uma das disciplinas. A redação, por sua vez, é exclusivamente de caráter eliminatório, no modelo de um texto dissertativo-argumentativo.

A avaliação terá uma pontuação igual a 100, sendo necessário obter 70 pontos ou mais para ser aprovado.

Confira o cronograma do concurso do Banco do Brasil

  • Divulgação dos resultados das provas objetivas e das notas preliminares de Redação – 04/11/2021
  • Vista da prova de Redação e pedido de revisão das notas para os(as) candidatos(as) que obtiverem nota inferior a 70,0 (setenta) no site da FUNDAÇÃO CESGRANRIO (www.cesgranrio.org) – 04 e 05/11/2021
  • Resultado dos pedidos de revisão de notas de Redação e convocação dos(as) candidatos(as) que se autodeclararem pretos(as) ou pardos(as) – 12/11/2021
  • Aferição da veracidade da autodeclaração prestada por candidatos(as) concorrentes às vagas reservadas para pessoas pretas ou pardas – 16 a 22/11/2021
  • Resultado da avaliação da veracidade da autodeclaração prestada por candidatos(as) concorrentes às vagas reservadas para pessoas pretas ou pardas – 02/12/2021
  • Interposição de eventuais recursos quanto ao resultado da avaliação da veracidade da autodeclaração prestada por candidatos(as) concorrentes às vagas reservadas para pessoas pretas ou pardas – 02 e 03/12/2021
  • Prazo para atualização de endereço, se necessário, na página da FUNDAÇÃO CESGRANRIO (www.cesgranrio.org.br) – 14/12/2021
  • Previsão de divulgação dos resultados finais – 21/12/2021

Fonte: Folha Dirigida

Banco do Brasil é condenado a indenizar professora vítima de fraude

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Cabe à instituição financeira adotar meios de segurança para impedir que o correntista ou titular de cartão se desfaça de valores elevados no mesmo dia, ainda mais quando fogem ao comportamento habitual do consumidor. Este foi o entendimento do juiz Paulo Sergio Mangerona, da 1ª Vara Cível de Santos, ao condenar o Banco do Brasil a ressarcir os prejuízos de uma professora e ainda indenizá-la em R$ 7.000 por dano moral. Vítima de fraude eletrônica, ela teve R$ 44.450 furtados de sua conta poupança.

A decisão do magistrado acolheu os pedidos da advogada Lídia Maria de Melo, inclusive, no tocante à condenação por dano moral e à aplicação do Código de Defesa do Consumidor (CDC), que impõe a inversão do ônus da prova. Ela relatou que a quantia indevidamente transferida da conta da professora para de terceira pessoa, no dia 17 de março de 2021, correspondia à maior parte de um seguro de vida da mãe da vítima, falecida em janeiro deste ano.

A professora ainda estava de luto e o sentimento de perda do ente querido se acentuou com o golpe. Também potencializou o dano moral, conforme a advogada, o fato de o banco não reconhecer a sua falha e obrigar a cliente a ajuizar a ação para ser ressarcida do valor retirado de forma criminosa. Para o juiz, “a situação experimentada pela autora é de extremo dissabor, constrangimento e aflição, sobretudo em razão dos vultosos valores envolvendo a fraude indicada na inicial e a clara violação da sua conta bancária”.

Mangerona aplicou a Teoria do Risco do Empreendimento ao condenar o Banco do Brasil por dano material, impondo-lhe o ressarcimento de R$ 44.450 à professora. “A responsabilidade do réu vem do risco da sua atividade, razão pela qual responde objetivamente por fraudes ou uso de documentos falsos.” Para o dano moral, empregou a Teoria do Desestímulo, “em caráter preventivo, e não repressivo, com o intuito de que fatos semelhantes não mais se repitam ou sejam eficazmente desestimulados.”

O julgador citou em sua decisão a Súmula 479 do Superior Tribunal de Justiça (STJ), conforme a qual “as instituições financeiras respondem objetivamente pelos danos gerados por fortuito interno relativo a fraudes e delitos praticados por terceiros no âmbito de operações bancárias.” Ao fixar em R$ 7.000 a indenização por dano moral, ele ponderou que esta quantia representa uma compensação à autora e não uma fonte de enriquecimento sem causa. A sentença foi prolatada no último dia 14. Cabe recurso.

Computador invadido

Não houve audiência de conciliação, a pedido da própria professora, porque a advogada demonstrou que o Banco do Brasil não quis sanar o problema quando contatado por vários meios pela cliente, antes do ajuizamento da ação. Em sua contestação, a instituição financeira alegou não ter responsabilidade pela fraude praticada por terceiros, que obtiveram acesso ao computador da vítima dispondo de informações como número de conta, agência e senha. A autora afirma que não passou para ninguém os seus dados.

Apesar da inversão do ônus da prova, conforme previsão do artigo 6 º, inciso VIII, do CDC, Lídia Maria de Melo juntou farto acervo probatório. Nele constam extrato telefônico da professora, os números de vários protocolos de alerta/reclamação ao banco e outros documentos. A autora realizou 28 ligações à instituição financeira nos dias 17 e 18 de março na tentativa de transmitir informações que permitissem interceptar a TED (Transferência Eletrônica Disponível) indevida e obter uma solução administrativa.

Segundo a inicial, “a requerente ouviu propagandas do requerido por até mais de 20 minutos”. A advogada também mencionou na petição que muitos funcionários não deram a devida atenção à cliente, transferindo para outros colaboradores, que também nada resolveram. “Ironicamente, no mesmo dia 17 de março, às 19h34, uma mensagem por SMS solicitava que a requerente avaliasse o atendimento recebido naquela data, como se o requerido ignorasse todo o sofrimento e a perda monetária”.

Fonte: Consultor Jurídico

Conheça os 12 finalistas do Stream Battle BB para compor o Squad BB

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O Banco do Brasil (BB) divulgou no domingo, 24, em transmissão ao vivo pelo canal da Twitch, os 12 finalistas do Stream Battle BB que vão disputar as seis vagas para compor o Squad BB. Ao todo, foram 2.290 inscritos no torneio, que teve início em agosto e contou com seis etapas eliminatórias, uma por quinzena, sempre aos domingos, às 17h. Todos os desafios foram gravados e enviados para avaliação e validação do resultado, por meio de votação pública.

Na etapa que acaba de ser concluída com muita emoção, participaram 28 pessoas, das quais apenas 12 passaram para a grande final, programada para o dia 21 de novembro, também com transmissão ao vivo pela Twitch do BB, a partir das 17h. São eles: Thiago Seixas (DiárioPlaninauta), Wellington Falchetti (Capitão Pereba), Dhereck Maia (DekoMaia), Renata Rolim (RenatasRolim), Rodolfo Pereira (ToucheStar), Leonardo Henrique (Marotta), Cynthia Maria (IMaryCn), Bruna dos Santos (Ithuriana), Vilmara Cavalcante (ViviHyun), Marcos Alves (MarcosAlef), Allan de Pinho (TurmaDoCururu) e Gustavo do Nascimento (GargulaEx). Na ocasião, 6 competidores serão premiados com um setup gamer e passarão a compor o Squad BB, que já é integrado por Gaules, Pimpimenta, Ana Xisdê e David Tavares.

Stream Battle BB

Em cada fase do torneio, os participantes receberam um desafio específico para cumprir e se classificar para a fase seguinte. Nas primeiras etapas, eles contaram apenas com suas habilidades de engajamento para lidar com os desafios. Na terceira missão, os 48 streamers que passaram para as quartas-de-finais tiveram ajuda dos influenciadores integrantes do Squad BB, além da convidada especial Yayah, que se apresentaram como mentores de times formados por meio de sorteio.

Para a etapa seguinte, uma surpresa chamada “anjo” permitiu que cada mentor salvasse uma pessoa. Assim, além dos 24 classificados, quatro pessoas foram salvas para participar da semifinal.

Para a diretora de Marketing e Comunicação do BB, Paula Sayão, a estratégia permitiu explorar ainda mais a capacidade de engajamento com o público e reforçar a imagem do Banco enquanto apoiador do universo gamer. “Temos acompanhado as diversas transformações que ocorrem ao longo do tempo e contamos com um Squad de influenciadores que dialoga com públicos de diversas modalidades de games, o que nos permite entender melhor esses públicos e estar cada vez mais perto desta comunidade”, finaliza.

BB nos eSports

O BB começou a apoiar o segmento de jogos eletrônicos em 2018. Desde então, patrocina eventos como o “Brasil Game Show” (BGS) e GameXP e apresenta campeonatos, como VALORANT Ultimate Ignition Séries. Neste ano, promoveu a troca de experiências entre gamers e amantes dos eSports com a “Game Talks BB”, além de criar o “BB Game Series, primeiro torneio de propriedade da instituição. Por meio dos eSports, o BB diversifica suas estratégias de transformação digital e rejuvenescimento da base de clientes.

Mais informações sobre o “Stream Battle BB” podem ser encontradas na plataforma oficial do Banco do Brasil, #TamoJuntoNesseGame.

Fonte: Banco do Brasil

 

Seplan e BB avançam no diálogo para finalizar entrega das moradias na PB

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Foi retomado, nesta sexta-feira, 9 de outubro, o diálogo entre a Prefeitura de Campina Grande, na Paraíba, através da Secretaria de Planejamento, Gestão e Transparência, e o Banco do Brasil, no sentido de solucionar alguns entraves no Complexo Habitacional do Aluízio Campos.

Durante uma reunião realizada na agência Borborema, o secretário de Planejamento, Felix Neto, apresentou as demandas e os pontos de entraves, como alguns contratos pendentes, a formalização de desistências e a questão das invasões, ao superintendente regional do Banco do Brasil, Célio Cintra; ao gerente geral da agência, Alexandre Barbosa e ao gerente de Relacionamento Setor Público, Fernando de Sousa.

Na ocasião, uma videoconferência também foi realizada com a diretoria do Cenop (Centro de Apoio aos Negócios e Operações de Logísticas) em São Paulo, para dar andamento às tratativas dos processos e solucionar os problemas. A diretoria ressaltou o intuito de finalizar todo o processo e entregar 100% das residências, ficando à disposição do município para outras reuniões e as devidas soluções.

O superintendente regional do Banco do Brasil, Célio Cintra, disse que a reunião foi importante para destravar a finalização do processo de entrega do Complexo Habitacional Aluízio Campos, projeto importante para Campina Grande e que, segundo ele, recebe muito carinho e elogio pela sua grandiosidade.

“O Aluízio Campos é um empreendimento tão grandioso e sabemos da importância dele para Campina Grande e para a Paraíba. Essa reunião serviu para situar, colocar todos os pontos na mesa e buscar soluções para comemorarmos a entrega final do empreendimento”, falou.

O secretário Felix ressaltou a importância da volta do diálogo para continuidade do processo e destacou que todo o processo foi realizado de forma autêntica e transparente e que faltam entregar apenas 2% das moradias, para vencer todo o processo.

“Estamos atuando para que tudo seja resolvido de forma célere e que as pessoas que foram contempladas com suas casas possam usufruir do bem. O Banco do Brasil sinalizou positivamente para o avanço dessas questões. Vamos tratar todas as demandas do Aluízio Campos com muita responsabilidade, transparência e no rigor da lei, garantindo que o Habitacional cresça dentro do que foi planejado e estruturado”, avaliou.

Foto: Prefeitura de Campina Grande