Banco do Brasil lança fundo de ações ESG com foco no mercado brasileiro

Publicado em: 11/06/2021

Os investimentos com foco na temática ESG ou ASG (Ambiental, Social, Governança) têm ganhado cada vez mais importância no mundo e no mercado financeiro brasileiro. O mais novo produto por aqui é o BB Ações ASG Brasil, fundo de gestão ativa da gestora do Banco do Brasil, a BB DTVM.

O objetivo do novo produto é escolher, no mercado de empresas brasileiras, as comprometidas com critérios ASG. A escolha dos papéis para compor o portfólio é ativa, ou seja, é feita por um time que analisa as empresas e, então, decide quais têm potenciais de ganhos futuro.

Contudo, há dois filtros prévios: só são analisadas as empresas que façam parte da composição do índice S&P/B3 Brasil ESG da B3 e ser signatário do Pacto Global, programa de sustentabilidade corporativa da ONU (Organização das Nações Unidas).

A meta é superar o índice S&P/B3 Brasil ESG (índice de referência) seja pelo posicionamento em setor com cenário favorável, seja por bons fundamentos corporativos das empresas escolhidas.

“Acreditamos que a incorporação de critérios ASG deve impactar muito positivamente o valor que agregamos aos nossos milhões de cotistas. Nosso objetivo com esse lançamento é disponibilizar mais uma alternativa da gestora do banco para diversificação, possibilitando aos investidores a alocação em ações de empresas que adotem boas práticas de sustentabilidade, em setores como varejo, indústria, financeiro, siderurgia, e-commerce, energia, entre outros”, afirma Julio Vezzaro, Diretor Comercial e de Produtos da BB DTVM.

O investimento inicial é de R$ 0,01. O BB Ações ASG Brasil tem taxa de administração de 1% ao ano, com taxa de performance de 20% sobre o que exceder S&P/ B3 Brasil ESG.

“O fundo Ações ASG Brasil vem completar nosso portfólio de fundos com a temática, que já conta com diversos outros produtos. O objetivo é oferecer a todos os nossos investidores o acesso a mercados diferenciados e que estejam em linha com o que há de tendência no mundo”, diz Guilherme Rossi, responsável pela Unidade Captação e Investimentos do BB.

A gestora do banco já tem em seu portfólio de produtos ESG outros cinco opções: BB Ações Equidade, BB Ações ESG Globais BDR Nível I, BB Ações Governança, BB Ações Sustentabilidade e BB MM LP Global Vita Private.

A BB DTVM é signatária do PRI (Princípios de Investimento Responsável) desde 2010. Em 2016, aderiu ao Código Amec de Princípios e Deveres dos Investidores Institucionais – Stewardship. Em 2018 assinou o Women’s Empowerment Principals (Princípios de Empoderamento das Mulheres – WEPs). No ano passado, 2020, adotou a Diretriz de Investimento Responsável, que orienta a gestora nos critérios e procedimentos que devem ser utilizados para assegurar as melhores práticas no emprego do investimento responsável, incluindo os processos para avaliar, selecionar e engajar as companhias, considerando aspectos ESG.

Fonte: Valor Investe

BB aproxima startups de grandes empresas mirando potenciais novos negócios

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Há cerca de um mês, o Banco do Brasil convidou lideranças dos maiores grupos empresariais que têm em sua carteira de clientes para que conhecessem a experiência do banco com startups. Nesse encontro se surpreendeu com o número de 700 empresários presentes e, sobretudo, com a curiosidade deles em relação ao tema. O BB iniciou investimentos em empresas nascentes de tecnologia para atender a demanda e a tendência de digitalização em produtos e serviços do banco e recentemente destinou R$ 40 milhões para um fundo de venture capital com foco em internet das coisas (IoT).

“Percebemos que as companhias não sabem exatamente quais mecanismos devem usar para chegar às startups que fazem sentido às estratégias que buscam em seus negócios e decidimos apoiar esses empresários”, disse o diretor de corporate e investment banking do Banco do Brasil, Francisco Lassalvia, ao Broadcast.

Segundo ele, o BB tem um projeto ambicioso que visa a aproveitar a rapidez e a capacidade criativa de startups para acelerar não só seus processos, mas também agregar valor aos conglomerados empresariais que são clientes do banco. “Seria uma espécie de coinvestimento do BB com grandes empresas interessadas no que agritechs, govtechs, fintechs e startups de experiência do cliente têm a oferecer”, explicou. O BB estima que haja mais de 500 grandes corporações em seu rol de clientes com apetite e perfil para desenvolver seus próprios programas de Corporate Venture Capital (CVC) em parceria com o banco.

Mas no pano de fundo dessa iniciativa está a ideia de abraçar esses grandes clientes com a entrega de serviços que vão além dos tradicionais ligados ao crédito e que são commodity no mercado bancário. Embora até aqui a proposta se concentre simplesmente em mostrar os caminhos ao investimento em startups, eventualmente o BB pode se tornar o provedor de serviços bancários das parcerias que se formarem entre as grandes empresas e as startups.

Com R$ 140 bilhões em recursos de empresas com faturamento anual sob seu guarda-chuva, Lassalvia lembra que os bancos migram para um novo modelo de negócio. “Um dia vamos ter de deixar de ser só banco e levar soluções que contribuam no desenvolvimento, e celeridade dos negócios das companhias é um diferencial positivo”, pontuou.
Em casa

O BB destacou um orçamento de R$ 200 milhões para seu Programa Estratégico de investimentos em Startups. A curadoria e seleção das startups no programa próprio do BB é feita hoje pela Diretoria de Negócios Digitais do BB, liderada por Thiago Borsari, que veio da Diretoria de Gestão da Cultura de Pessoas, onde atuou como gerente executivo de estratégia, cultura, analytics, canais, gestão da rede e design de RH.

A instituição financeira tem priorizado, por meio do programa, investir em fundos que aportem em startups, cujas soluções, eventualmente, possam atender às verticais do BB e dos demais investidores, como por exemplo, nos fundos multicorporativos. “Isso fomenta a tecnologia aberta e gera um pipeline qualificado que pode ser avaliado posteriormente em um fundo de corporate venture capital exclusivo.”

Segundo Borsari, para melhor identificar as startups de interesse do banco e de clientes dentro de seu programa de aconselhamento, o BB vai usar a expertise de gestores de fundos de venture capital. Essa estratégia foi utilizada para o investimento pelo banco no fundo CVC de internet das coisas.

Fonte: Estadão

Banco do Brasil já gastou R$ 700 mil em disputa judicial com TCU e CGU

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O Banco do Brasil tem em seu quadro de funcionários quase 500 advogados. Mesmo assim, contratou o escritório do ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ayres Britto para defendê-lo em disputas judiciais que envolvem a demissão de um grupo de auditores.

Para guerrear na Justiça com o Tribunal de Contas da União (TCU) e a Controladoria-Geral da União (CGU), já gastou R$ 700 mil, sendo, mais recentemente, R$ 300 mil para obter um mandado de segurança contra a CGU, que alega irregularidades na forma como o BB agiu contra os auditores.

Tudo foi feito com o aval da diretora Jurídica do Banco do Brasil, Lucinéia Possar. Os contratos foram fechados nas gestões de Rubem Novaes e de André Brandão, com o aval do então presidente do Conselho de Administração do Banco do Brasil, Hélio Magalhães.

Portanto, a fatura está sendo apresentada, agora, ao novo presidente do BB, Fausto Ribeiro, que está tomando ciência do polêmico caso que resultou na demissão por justa causa de dois auditores da instituição, na perda de funções de seis outros profissionais e na suspensão temporária de uma.

Fausto Ribeiro, por sinal, ouvirá, nos próximos dias, os auditores que são acusados de favorecerem colegas em um programa de demissão voluntária (PDV). Eles negam. Por determinação da Justiça, o auditor-chefe, Aureli Balestrini, demitido por justa causa, foi reincorporado ao banco. Seu sub, Alexander Alves Pires, ainda briga nos tribunais pelo mesmo direito.

O Banco do Brasil alega que os auditores lhe provocaram perdas de aproximadamente R$ 2 milhões no PDV. Como o caso vem se arrastando desde agosto de 2020, com um vaivém intenso na Justiça, os gastos da instituição para fazer valer sua posição já pode ter superado essa cifra.

Fonte: Blog do Correio Braziliense

Presidente do Banco do Brasil se reúne com representação dos funcionários

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A coordenação do Comando Nacional dos Bancários e da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) se reuniu, nesta quarta-feira (9), com o presidente do banco, Fausto Ribeiro e destacou a importância das mesas de negociações e as principais pautas que estão colocadas, entre elas a inclusão dos bancários como prioridade no Plano Nacional de Imunizações (PNI) para a vacinação contra o novo coronavírus. A reunião havia sido solicitada ao banco em ofício enviado em abril.

“O presidente do BB disse quer abrir uma nova fase de diálogo, responsabilidade e transparência com os representantes dos trabalhadores e destacou que teremos pautas divergentes, mas ambas as partes querem fazer o banco crescer”, informou o coordenador da CEBB, João Fukunaga. “Essa é uma postura esperada há tempos. Afinal, temos um histórico de mais de 30 anos de negociações coletivas. Nada mais justo do que termos as portas abertas e tratarmos com responsabilidade e transparência, os pontos divergentes para chegarmos a uma solução negociada”, completou.

Prioridade na vacina

Durante a pandemia, por conta da sua gravidade, mortalidade e transmissibilidade, foi criada uma lista de prioridades do PNI. A inclusão da categoria nesta lista é a principal reivindicação dos bancários atualmente. “Os bancários são obrigados, por questões de segurança, a trabalhar com as portas fechadas. Isso torna o ambiente propício à contaminação e disseminação do vírus, que pode ser retransmitido aos clientes e seus familiares”, destacou a presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Juvandia Moreira, que é uma das coordenadoras do Comando Nacional dos Bancários. “Pedimos ao presidente que ele se empenhe para a inclusão dos bancários nesta lista e ele prontamente se colocou a disposição”, informou.

Fausto Ribeiro disse que concorda com a reivindicação da categoria é que a inclusão dos bancários como prioridade no Plano Nacional de Imunização é uma demanda também dos bancos.

A presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, Ivone Silva, lembrou que durante toda a pandemia, a categoria atendeu milhões de pessoas que precisavam receber suas aposentadorias, o Auxílio Emergencial e buscavam crédito para manter seus empreendimentos. “Estamos entre os setores profissionais com maior aumento de mortes no período da pandemia. O Ministério da Saúde tem que nos colocar como prioridade no Plano Nacional de Imunização”, reforçou Ivone, que, juntamente com a presidenta da Contraf-CUT, coordena o Comando Nacional dos Bancários.

Um levantamento realizado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) aponta que o número de desligamentos por morte de trabalhadores com carteira assinada cresceu 71,6% na comparação entre os primeiros trimestres de 2020 e 2021. Em números, essa porcentagem representa um aumento de 13,2 mil em 2020 para 22,6 mil em 2021. Se pegarmos os dados só da categoria bancária, esse número é ainda maior. O número de desligamentos por morte saltou de 55 no primeiro trimestre de 2020 para 152 no mesmo período de 2021, crescimento de 176,4%.

Também foram destacadas as negociações em andamento, ou necessárias sobre melhorias no Programa de Desempenho Gratificado (PDG), a realização de concurso público para a reposição do quadro de pessoal e demandas dos trabalhadores de bancos incorporados pelo BB.

Programa de gratificações

A representação dos trabalhadores entregou um ofício ao presidente do BB apontando uma série de questões referentes ao PDG do banco. O documento ressalta que desde a sua criação, a CEBB tenta negociar melhorias no PDG, a exemplo do que já acontece em outros bancos, que negociam seus programas próprios com os representantes dos sindicatos e que o PDG, da como forma como está, ao invés de servir como um incentivo para maior empenho e produtividade, é fator de desmotivação e descontentamento entre os funcionários dos diversos setores.

“Citamos, entre os principais problemas identificados no PDG das diversas áreas a utilização de uma mesma métrica para diferentes funções e a comparação da produtividade em pé de igualdade entre trabalhos simples com outros de maior complexidade. Além da questão da subjetividade conferida à ‘reunião de consistência’, que confere a comitê avaliador o poder de definir pontuações extras aos funcionários avaliados, mas sem definição clara dos critérios de avaliação, o que altera o curso do programa e a escolha de quem será contemplado ou não com a gratificação”, explicou Fukunaga.

Sobre o PDG da área negocial, destacou-se a constantemente mudança de regras, o que inviabiliza o planejamento por parte do funcionários e as metas descoladas da realidade, em especial no último semestre, com metas estipuladas de maneira desproporcional à capacidade dos diversos segmentos, o que por si só, já desmotiva o corpo funcional.
Contratações

A representação dos trabalhadores também destacou a falta de funcionários, principalmente após o último Plano de Adequação de Quadros (PAQ) e ao Plano de Desligamento Espontâneo (PDE), tanto nas agências de atendimento quanto nos escritórios de negócios, dificultando a execução dos serviços e cumprimento de metas. Um levantamento do Dieese aponta que de 2012 a 2020, houve uma redução de 28.042 funcionários no quadro de trabalho do BB.

“Entendemos ser primordial corrigir algumas arestas com relação ao programa e, neste sentindo, teríamos muito a contribuir em um processo negocial, conferindo mais segurança e transparência para os trabalhadores”, disse o coordenador da CEBB.

Fonte: Contraf-CUT

 

Banco do Brasil recebe aval do BC à incorporação da Bescval

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O Banco do Brasil (BBAS3) recebeu na última terça-feira (1) o aval do Banco Central (BC) para a incorporação da Bescval, uma antiga corretora do grupo sediada em Santa Catarina. A extinção e a incorporação da empresa à estrutura do banco foram aprovadas pelos acionistas em março.

Seguindo o protocolo de avaliação, o Banco do Brasil vai entregar uma ação ordinária de sua própria emissão para cada 90.994,324415154 ações da Bescval, detidas por acionistas minoritários da corretora.

A Bescval faz a gestão apenas dos próprios recursos, e não conta com quadro próprio de pessoal, espaço físico, recursos materiais ou tecnológicos.

O Banco do Brasil é dono de 99,62% das ações da corretora, que também não possui operações comerciais.

Banco do Brasil vai juros sobre capital próprio

Na sexta-feira (28), o banco estatal aprovou o pagamento de R$ 480.852.000 em juros sobre o capital próprio (JCP), relativos ao segundo trimestre desse ano.

O valor total corresponde a pouco mais de R$ 0,1685 por ação ordinária do Banco do Brasil, sem considerar os 15% de Imposto de Renda Retido na Fonte.

O pagamento será feito no dia 30 de junho deste ano. A data de corte será no dia 11 de junho, sendo que a partir do dia 14 de junho, os papéis serão negociados “ex-JCP”.

Para ter direito a receber os proventos, o investidor precisava ter as ações em carteira no dia da data de corte e não é preciso fazer nada. O dinheiro ficará disponível automaticamente na conta da corretora.

Fonte: Suno Search

 

R$ 295 milhões aguardam contribuintes no Banco do Brasil

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A Receita Federal liberou, no último dia 31, o primeiro lote de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física 2021 (IRPF). No entanto, ainda há recursos disponíveis para 462.227 contribuintes que declararam, mas não indicaram ou não informaram corretamente os dados bancários em exercícios anteriores. Também estão nesse grupo integrantes de lotes residuais da malha fina. No total, R$ 295 milhões seguem no Banco do Brasil (BB) à espera de seus respectivos donos.

A consulta e o agendamento do crédito podem ser feitos digitalmente no portal do BB, instituição financeira centralizadora do processamento das restituições da Receita Federal.

Se o contribuinte for cliente do BB, basta registrar os dados da conta no mesmo momento da consulta pelo autoatendimento digital acessando www.bb.com.br > menu Serviços > Imposto de Renda > Consultar Restituição.

Quem não for correntista do BB deve acessar o portal www.bb.com.br/irpf, opção “Consulte sua restituição de Imposto de Renda”, e inserir os dados bancários, seja conta corrente ou poupança.

Nas duas situações, se os dados bancários informados estiverem corretos, o crédito ocorrerá no próximo dia útil.

Os valores podem ser resgatados dentro de 1 (um) ano a partir da liberação de cada lote. As restituições não procuradas nesse prazo são devolvidas para a Receita Federal.

De janeiro de 2020 a 19 de maio de 2021, o BB realizou 493.957 agendamentos, no valor de R$ 709,6 milhões, considerando todos os canais de atendimento disponibilizados aos contribuintes (portal internet, central atendimento telefônico e agência). Desse total, 15.223 operações, referentes a R$ 16,4 milhões, foram realizadas por meio do portal, lançado no dia 30 de setembro de 2020.

Fonte: Banco do Brasil

Banco do Brasil zera anuidade de três cartões de crédito

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A partir deste mês de junho, os cartões Ourocard Fácil, Ourocard Empreendedor PF e Ourocard Empreendedor PJ têm anuidade 100% grátis. Os novos clientes e os mais de 1,4 milhão de usuários dos plásticos são os beneficiados pela novidade, sem a necessidade de valor mínimo de utilização mensal do cartão. Com isso, os produtos ganham mais atratividade e melhoram ainda mais a experiência dos clientes.

O Ourocard Fácil é válido para compras no Brasil e no exterior e pode ser solicitado por correntistas e não correntistas pelo app BB. Assim que ele é contratado, o cliente já pode gerar o cartão virtual Ourocard-e para fazer compras on-line, sem precisar esperar a chegada do plástico ao seu endereço.

Benefícios

O cartão conta com a tecnologia NFC, que traz muito mais segurança e rapidez nas transações. Para clientes que querem ainda mais comodidade, é possível pedir a pulseira Ourocard para pagar sem contato e com as mãos livres. O plástico também dá acesso ao crediário no cartão de crédito, que possibilita o parcelamento das compras em até 48x direto nas máquinas da Cielo, Getnet ou Rede, nos estabelecimentos comerciais que aceitam essa transação.

O Banco do Brasil disponibiliza uma solução completa de atendimento pelo WhatsApp, com informações e transações sobre limite, data de vencimento, fatura, pagamento, rastreio e consulta de benefícios. Basta cadastrar o número do BB (61 4004-0001) e iniciar a conversa com o assistente virtual do BB. Pelo WhatsApp, o cliente também pode fazer transferências pelo novo pagamentos no WhatsApp, com a mesma facilidade de enviar uma foto.

Além disso, é possível cadastrar o cartão nas principais carteiras digitais: Apple Pay, Google Pay e Samsung Pay. O plástico também pode ser personalizado com a foto escolhida pelo cliente para deixar registrado um momento especial e dá até para pedir um cartão adicional com limite personalizado. Sem contar com o acesso às promoções do BB e aos benefícios e ofertas da Visa.

Fonte: Banco do Brasil

 

Banco do Brasil tem entrega imediata de cartões

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O Banco do Brasil criou uma solução que traz ainda mais comodidade aos clientes Pessoa Física, correntista e não correntistas. Agora, é possível realizar a entrega imediata de cartão de crédito, seja quando da abertura da conta ou em caso de pedido de segunda via. Neste momento, a novidade já está funcionando em 555 agências, e hoje, 9/6, foi ampliada para outras 500 dependências. A ideia é que a solução seja implementada para todas as agências Pessoa Física do BB até o final do ano.

Estão disponíveis para solicitação e retirada imediata os cartões Ourocard Visa Infinite e Ourocard Visa Fácil, porém, a intenção é expandir o serviço para o maior número possível de modalidades de cartão, a exemplo das versões Platinum, Internacional e Gold.

Essa solução permite, por exemplo, que o cliente que perdeu o cartão, e eventualmente precise viajar, possa se dirigir a uma agência BB para fazer o pedido da segunda via e já sair com o plástico em mãos, pronto para uso.

Com a redução no tempo de entrega do plástico, o cliente ganha em experiência e em satisfação com o Banco, caso a abertura da conta ocorra presencialmente. “Nada melhor do que ter os cartões disponíveis nas agências para o atendimento imediato da necessidade do cliente. Além de reduzir o tempo de entrega para o cliente, ainda contribuímos para a satisfação dele”, comenta Edson Costa, diretor de meios de pagamento e serviços do BB.

Fonte: Banco do Brasil

Banco do Brasil tem mais de 1,5 mil integrações via API

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Com a segunda fase do open banking prestes a iniciar no país, o Banco do Brasil apresenta números de APIs integradas que chamam a atenção. Por meio do Portal do Desenvolvedor (developers.bb.com.br), o BB entrou no mês de junho com 1.546 empresas integradas exclusivamente por esse canal, com a oferta de três APIs: cobrança, PIX QR Code e Arrecadação Integrada ao PIX.

Atualmente, são 871 clientes integrados com a API de cobrança, que acessam registro, alteração e baixa de boletos, além de consultas diversas. A troca de informações ocorre em tempo real. Com o Pix são 985 clientes integrados, todos com serviço que permite o recebimento imediato e seguro.

Com mais de 6 mil usuários cadastrados no Portal do Desenvolvedor, outras 2,1 mil aplicações estão em teste no momento. Em breve, outros serviços estarão disponíveis para os clientes e parceiros no Portal do Desenvolvedor: pagamentos em lote, débito online em conta corrente, débito automático e cartão de crédito.

Portal do Desenvolvedor

O site do Banco destinado aos desenvolvedores, o Portal do Desenvolvedor, disponibiliza informações completas que permitem que clientes e parceiros integrem os serviços de cash management de cobrança bancária, Pix e arrecadação de tributos com Pix.

O acesso ao portal é simples. Todas as informações e material de apoio para a integração estão disponíveis no site, assim como um time de especialistas para prestação de atendimento e suporte.

O que são APIs

API é uma interface que possibilita que sistemas diferentes se comuniquem através de rotinas e padrões de programação. Essa nova tecnologia permite que desenvolvedores de software integrem seus sistemas ao do BB de forma fácil, rápida e escalável. Ao incorporar as funcionalidades financeiras do BB às suas plataformas, o cliente ou parceiro consegue prover uma experiência completa aos seus usuários, agregando toda a sua expertise à robustez e confiança dos serviços do Banco do Brasil.

As APIs de cobrança permitem integração simples e moderna para os clientes que pretendem utilizar a cobrança do BB 100% online. As APIs de pagamentos contemplam as transferências, pagamento de boletos, guias de consumo e consultas diversas. Tudo é feito de forma integrada ao ERP ou ambiente web do cliente, sem necessidade de interação manual, espera por processamento ou troca de arquivos.

Agora, o BB busca parcerias com empresas de soluções de gestão, as chamadas ERP, para serem promotoras das soluções do Banco, por meio de integração das APIs e a disponibilização do módulo no ambiente do ERP, no formato bank as a service (BAAS). O grande diferencial para os clientes é que eles passam a ter acesso a soluções e serviços bancários de forma facilitada e online, dentro do seu ambiente de gestão diária.

Open banking

Em funcionamento no Brasil desde o dia 1° de fevereiro, o open banking tem como um de seus pilares a troca padronizada de informações entre as instituições financeiras. Essa padronização, definida em regulação do Banco Central, irá potencializar a utilização de APIs para integrar informações financeiras num só lugar.

Por enquanto, as APIs disponíveis são as de informações das próprias instituições financeiras como agências, produtos e taxas. A segunda fase, em que clientes poderão compartilhar suas próprias informações entre bancos de seu relacionamento, tem início em 15 de julho.

Fonte: Banco do Brasil

 

Banco do Brasil dará cashback para clientes Ourocard fãs de games

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O Banco do Brasil (BBAS3) lançou uma parceria com a Visa para dar cashback de R$ 50 em compras, com o cartão de crédito, acima de R$ 300 nas lojas da Microsoft Store, Nintendo Game Store e PlayStation Store. A informação foi divulgada nesta última segunda-feira (07).

Para se cadastrar o cliente deve se cadastrar na plataforma Vai de Visa e aceitar os termos de condições da ação. “O valor do cashback será creditado na fatura do cartão de crédito”, disse a empresa.

A promoção vai até o dia 2 de junho de 2022 e cada cartão terá direito a apenas um cashback.

Fonte: Money Times

Decisão judicial abre guerra entre o Banco do Brasil e a CGU

Publicado em: 04/06/2021

Uma decisão do desembargador João Batista Moreira, do Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região, tomada na quarta-feira (02/06) e à qual o Blog teve acesso, abriu uma guerra pesada entre o Banco do Brasil e a Controladoria-Geral da União (CGU).

O desembargador anulou o processo em que a CGU, por meio de sua Corregedoria, anulava a demissão de auditores do Banco do Brasil até que todas as investigações conduzidas pelo órgão fossem concluídas.

O magistrado acatou os argumentos do BB de que cabe à instituição e à Justiça do Trabalho decidirem sobre desligamentos de funcionários. Como empresa de capital misto, com ações negociadas em Bolsa de Valores e não dependente do Tesouro Nacional, o banco alega que não está sujeito aos controles da CGU.

Batalha deve parar no Supremo

A guerra judicial entre o Banco do Brasil e a CGU se arrasta há meses e deve ganhar novos capítulos no Superior Tribunal de Justiça ou mesmo no Supremo Tribunal Federal. A Controladoria-Geral da União vê irregularidades no processo de demissão dos auditores.

Toda a confusão começou em agosto de 2020, quando o BB anunciou mudanças em sua auditoria interna e demitiu os dois responsáveis pela área por justa causa, destituiu outros seis da função e uma assessora foi suspensa por alguns dias.

O primeiro round do Banco do Brasil foi com a Justiça do Trabalho, que determinou o retorno ao cargo de Aureli Balestrini, então auditor-chefe da instituição. O ex-gerente-executivo da área Alexander Alves Pires também recorreu à Justiça do Trabalho, mas não teve sucesso.

Segundo o BB, os dois auditores teriam facilitado a adesão de funcionários da área que comandavam a um programa de demissão voluntária (PDV) com regras mais vantajosas. Tanto Balestrini quanto Pires negam. Dizem que a decisão do banco foi arbitrária.

Disputa pode entrar Planalto adentro

O caso ganhou contornos tão grandes, que, além da CGU, também o Tribunal de Contas da União (TCU) e o Ministério Público se posicionaram em favor dos auditores. Mas o Banco do Brasil tem mostrado disposição em fazer valer a sua posição.

Quem acompanha o processo de perto espera um embate entre o novo presidente do Banco do Brasil, Fausto Ribeiro, e o controlador-geral da União, Wagner do Rosário. O próximo passo é a disputa entre eles entrar Palácio do Planalto adentro.

Fonte: Blog Correio Braziliense

 

Abertura de espaços ao Centrão soa alarme para uso de fundos de pensão

Publicado em: 03/06/2021

A saída de José Maurício Pereira Coelho da presidência da Previ, o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil (BB), é parte de uma nova onda no governo Bolsonaro para abrir espaço na máquina pública aos aliados do Centrão. Para acomodar indicações políticas, o governo também tem à disposição mais de 400 cargos nos conselhos de administração das empresas em que os fundos de estatais são acionistas.

Geralmente, eles investem em companhias com projetos sólidos de longo prazo de maturação. Só a Previ, o maior, administra ativos de mais de R$ 230 bilhões e conta com 430 mil participantes ao todo, entre aposentados, funcionários ativos e dependentes. Bolsonaro também esteve por trás de mudanças na cúpula da Funcef, fundo de pensão dos servidores da Caixa, presidida por Pedro Guimarães, executivo próximo do Planalto.

Há regras para as indicações. No caso da Previ, é preciso que o candidato seja funcionário do BB, segurado do fundo por pelo menos dez anos, com experiência em áreas como financeira, administrativa, jurídica, contábil e atuarial. Mas a influência política salta essas barreiras. Sempre existem padrinhos a indicações para altos cargos em estatais. O Centrão costuma ter currículos para apresentar nessas horas. Aproveita-se de Bolsonaro como noutros tempos aproveitou o petismo.

O caso mais ilustrativo do que foi aquela época é a empresa Sete Brasil. Projeto delirante na linha nacionalista de substituição de importações, a Sete ganhou reserva de mercado para construir 28 navios-sonda e depois arrendá-los à Petrobras. Bancos estatais (BB e Caixa) e privados (Santander, BTG Pactual, Itaú Unibanco) apoiaram o empreendimento, sob o impulso dos fundos de pensão de estatais (Funcef, Petros e Previ). Em 2016, a empresa, de cujo capital a Petrobras detinha 10%, entrou em recuperação judicial sem ter entregado uma sonda sequer. A Operação Lava-Jato deixou claro que se tratava de um projeto ditado mais por interesse político que econômico.

Quando a governança é sólida, os fundos podem se tornar fortes investidores em projetos de longo prazo. Quando fraqueja, a história é outra. Cargos em estatais e fundos dão acesso a recursos longe das regras orçamentárias e da vigilância dos organismos de controle. Quando não são usados simplesmente para desvios, como ocorreu com a Petrobras, se tornam vetores de interesses políticos, em vez de funcionar em favor dos cotistas ou acionistas.

A proximidade do PT com o Centrão deu origem a vários projetos de natureza duvidosa como a Sete Brasil, depois desmascarados pela Operação Lava-Jato. Entidades sob a esfera de influência do Estado funcionavam na prática como máquina para gerar recursos a aliados e para o próprio partido. Para Bolsonaro, o interesse imediato é aparentemente garantir apoio nas eleições do ano que vem, entregando cargos bem remunerados em troca de investimentos em regiões de interesse eleitoral. Mas é bom ficar de olho. O avanço de Bolsonaro com o Centrão sobre fundos e estatais faz soar todos os alarmes.

Fonte: O Globo

 

Trocas na parceria com Bradesco podem enfraquecer Banco do Brasil

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Segundo reportagem publicada pelo Broadcast Estadão, Bradesco e Banco do Brasil “tentam aparar arestas e superar a crise sem precedentes desencadeada pelas constantes mudanças no comando do banco público no governo de Jair Bolsonaro que, na semana passada, levaram à inesperada saída do presidente da Cielo”.

Bradesco e Banco do Brasil são sócios em sete empresas. Os negócios estão agrupados na holding Elopar, com exceção da Cielo.

Segundo o Estadão, a chegada de Paulo Guedes e sua equipe econômica, de perfil liberalizante, com a promessa de desinvestimentos e redução da máquina pública, despertou a atenção na sociedade entre Bradesco e BB.

O mandato de Rubem Novaes, primeiro indicado por Guedes e Bolsonaro para comandar o BB, trazia a determinação de venda de ativos como a Cielo, o que gerou custos para estruturar o desmonte sugerido pelo governo – e cansaço no Bradesco, relatam fontes ao Estadão, na condição de anonimato.

O desgaste entre os sócios Bradesco e BB ficou evidenciado com o pedido de renúncia do presidente da Cielo, Paulo Caffarelli, na semana passada.

Segundo o Estadão, o desenrolar da parceria entre Bradesco e BB têm sido acompanhado de perto por analistas de mercado, que demonstram ceticismo quanto ao futuro do casamento depois da crise instalada pelos liberais. “A troca de comando na Cielo só fez jogar lenha na fogueira”, diz o jornal.

“Essas trocas não são meras confusões, como a matéria quer transparecer. Estamos falando de grandes empresas com bilhões de reais em recursos, como a própria matéria enfatiza”, diz o coordenador da Comissão de Empresas dos Empregados do Banco do Brasil (CEBB), João Fukunaga.

“O que transparece nessas mexidas pode ser a possibilidade da entrada de um parceiro privado na administração das empresas. Normalmente, quem vinha administrando essas empresas era o próprio Banco do Brasil, através de suas indicações. E, agora, pode ocorrer uma reviravolta, com o Bradesco como o principal player nessas empresas”, alerta Fukunaga.

Segundo fontes ouvidas pelo Estadão, a ideia de vender a Cielo – que antes estava descartada – voltou a ser vista como essencial para o BB, diante da relação desgastada entre Banco do Brasil e Bradesco, o que estimulou as empresas a iniciarem “um novo ciclo”. O mesmo vale para os demais ativos, que devem ser mantidos na sociedade com o Bradesco.

De acordo com a matéria do Estadão, a notícia de que a Alelo, de benefícios, vai começar a atuar no setor adquirência, deixando a irmã Cielo de lado, deu esperanças ao mercado quanto à possível separação dos sócios. Como resultado, a líder das maquininhas viu seu valor aumentar em R$ 1 bilhão na bolsa, para R$ 11,4 bilhões.

“Essa é briga de cachorro grande. O Bradesco é aliado do Guedes e pode ser beneficiado por todas essas mudanças, como mostra o movimento de subida da ação da Cielo nos últimos dias”, avalia Fukunaga.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Banco do Brasil promove terceirização irresponsável, apontam dirigentes sindicais

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Dirigentes sindicais têm apurado, junto aos funcionários do Banco do Brasil, que muitas agências estão operando com correspondentes bancários executando negócios na fila de triagem na sala de autoatendimento e utilizando equipamento do banco internamente para concluir os negócios, desrespeitando uma decisão do próprio sistema financeiro oriunda do Banco Central.

“Infelizmente, no desgoverno Bolsonaro, além da tristeza do aumento do risco de contaminação comunitária e o estimulo à imunização de rebanho, o governo da morte ainda promove a precarização do trabalho bancário com terceirização fraudulenta”, protesta o dirigente sindical e bancário do Banco do Brasil João Maia.

Além disto, em agências da cidade de São Paulo estão contratando trabalhadores terceirizados pra fazer triagem na fila da sala de autoatendimento, o que pode resultar em pressão para oferta de produtos e serviços, caracterizando fraude por desvio de função e precarização de direitos.

Para piorar, estes colegas não recebem da empresa equipamentos de proteção individual contra o coronavírus, e tampouco são contemplados pelos protocolos internos de prevenção. Mas, por outro lado, podem fornecer negócios para o banco.

“Portanto, são tratados como funcionários de segunda classe, com menores salários e menos benefícios. Uma comunidade de castas nas agências do BB. Repudiamos essa prática ignóbil”, afirma o dirigente sindical e bancário do Banco do Brasil Leonardo Diniz

O Sindicato também apurou que, na pandemia, muitas agências do BB em São Paulo operam com dois ou três funcionários no atendimento presencial. E apesar disso, o Banco do Brasil criou plano de demissão pra expurgar mais de 5 mil funcionários, mesmo tendo apresentado lucro de aproximadamente R$ 14 bilhões em 2020.

Para completar, há o notório descaso em não incluir os bancários como prioridade no Plano Nacional de Imunização, apesar de o governo federal ter decretado o serviço bancário essencial. “O desgoverno Bolsonaro não demonstra ter o menor interesse em abrir concurso de admissão no BB para atendimento nas agências, reivindicação enfática e permanente do movimento sindical bancário, desde sempre”, enfatiza João Maia.

Recentemente, houve o chamado “encontro de líderes” no BB, para motivar a tropa nas diversas áreas de varejo, atacado e operacional.

“Mas parece que líderes sem visão estão firmes e fortes na destruição da empresa. A pressão pelo cumprimento de metas é tão absurda que há casos de agências que abriram suas portas sem que os vigilantes estivessem devidamente equipados, aumentando o risco de insegurança para os funcionários e clientes”, denuncia João Maia.

Esta situação foi denunciada pelo Sindicato na Superintendência, Gestão de Pessoas e Gestão de Segurança em São Paulo.

“É preciso, mais que urgentemente, preencher a falta de funcionários com concurso de ingresso no BB e rechaçar a terceirização irresponsável. Todos que trabalham em banco, são bancários e devem ter os mesmos benefícios e direitos, inclusive com treinamento adequado” afirma Leonardo Diniz.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Banco do Brasil pagará R$ 480 milhões em juros sobre o capital próprio

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O Banco do Brasil (BBAS3) aprovou o pagamento de R$ 480 milhões em juros sobre o capital próprio relativos ao segundo trimestre de 2021.

De acordo com o comunicado, o valor por ação será de R$ 0,16851902084, a ser pago em 30 de junho de 2021.

A partir de 14 de junho, as ações passarão a ser negociadas “ex-JCPs”.

Segundo o jornal Valor Econômico, para isso ocorrer, a pasta estuda acabar com os juros sobre o capital próprio (JCP), que as companhias usam para distribuir lucros aos acionistas, gerando benefícios fiscais, e taxar a distribuição de dividendos em 15% no momento inicial e, em seguida, para 20% no segundo momento.

Embora o projeto já tenha sido discutido antes, a Ágora Investimentos afirma que a notícia é negativa para os mercados, especialmente para o setor financeiro.

Fonte: Money Times

Desembolso de crédito rural na safra 2020/21 supera R$ 100 bi, diz BB

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O Banco do Brasil (BB) superou a marca de R$ 100 bilhões de desembolso no Plano Safra 2020/2021, que termina no fim deste mês, com crescimento de 21% em relação ao mesmo período do ano anterior (R$ 82,5 bilhões). Após bater recorde em abril, com R$ 11,2 bilhões, quando a carteira de agronegócios superou R$ 200 bilhões, o BB repetiu o feito no mês de maio com mais um resultado inédito, superior a R$ 12 bilhões.

Para o vice-presidente de Agronegócios do BB, Renato Naegele, esses recordes seguidos tornam palpável o foco estratégico em agronegócios adotado pela empresa na atual gestão. “O BB mais forte no agro é o agro mais forte no Brasil e o Brasil mais forte no mundo”, sintetiza.

O Circuito virtual Agro do BB segue em frente impulsionando os negócios, fomentando o desenvolvimento regional, com o objetivo de levar aos clientes as condições especiais usualmente disponibilizadas nas feiras agropecuárias. A primeira fase do Circuito, ocorrida nos Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, gerou mais de R$ 440 milhões em negócios prospectados.

Nesta segunda etapa, que vai até o dia 11 de junho nas regiões Centro-Oeste e Norte, o produtor tem acesso a novidades exclusivas em seguros, consórcios e financiamentos, além de ações promocionais em diversas modalidades. Vale lembrar que essas condições especiais são válidas para todo o País.

O Circuito ocorre no Broto (broto.com.br), ambiente digital com lives especiais, demonstrações e interação virtual do público com as revendas, montadoras e outros parceiros do agronegócio. Já foram realizadas três lives em maio, nas quais foram debatidos temas de relevância para o setor agropecuário da região Centro Oeste e Norte.

Fonte: IstoÉ Dinheiro

 

Banco do Brasil impulsiona a requalificação para transformação digital

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O Banco do Brasil lançou um movimento interno, chamado de “evolution”, para trazer oportunidades de requalificação profissional, direcionadas para o desenvolvimento de competências digitais, que contribuirão para acelerar a transformação digital e transformar a cultura organizacional, com foco no cliente, inovação e meritocracia.

A primeira e principal ação é a disponibilização, para todos os funcionários, do acesso imediato e ilimitado à maior plataforma brasileira de cursos de tecnologia: a Alura. Por lá e também por meio da Universidade Corporativa Banco do Brasil (UniBB), os funcionários já podem acessar mais de 1,2 mil cursos online, sobre Mobile, Programação, Front-end, DevOps, UX & Design, Data Science e Inovação & Gestão.

“Nada melhor do que juntar todo o potencial arraigado que a UniBB possui com os cursos da Alura. Com o movimento evolution, estamos dando mais um passo na capacitação e no aprimoramento digital dos nossos funcionários”, destaca Avelar Matias, diretor de Gestão da Cultura e de Pessoas do BB.

Como parte das ações planejadas para desenvolvimento de competências digitais, o Banco irá oferecer também bolsas de idiomas, incentivos para graduação, pós-graduação lato sensu, mestrado e doutorado voltados para tecnologia e inovação. E ao longo dos próximos meses, os funcionários terão oportunidades de mentoria, compartilhamento de experiências e hackathons.

3,5 milhões de ações de capacitação

Em 2020, a UniBB promoveu 3,5 milhões de ações de capacitação, realizados por mais de 5 milhões de acessos no Portal UniBB e capacitando 98,36% dos funcionários. A média foi de 65,76 horas de treinamento por funcionário, totalizando 6 milhões de horas.

Somente pelo App UniBB Mobile, foram concluídos 221 mil cursos. Já a Rádio UniBB conta com mais de 1.000 podcasts disponíveis.

Premiações

O Banco do Brasil possui diversos reconhecimentos nacionais e internacionais por suas ações de capacitação e formação do corpo funcional ofertadas por meio da UniBB. Em maio, ela foi eleita a Melhor Universidade Corporativa em Cultura e Tecnologia em 2021 pelo Global CCU (Conselho Global de Universidades Corporativas, que reúne e destaca Universidades Corporativas em todo o mundo). E acumula muitas premiações nos últimos anos:

– Eleita a Melhor Universidade Corporativa do Mundo, em 2015; Melhor Universidade Corporativa do Mundo em Inovação, em 2017, pelo Global CCU; 2ª Melhor Universidade Corporativa, categoria “Abordagem Holística Humana e Digital”, pela Global CCU (2019).
– Top of Mind em 2015, 2016, 2018, 2019 e 2020: Empresa com prática Reconhecida em Educação Corporativa/ e-Learning.
– Learning & Perfomance 2014, 2015 e 2016. Premiação 2017 pelo Programa Certificação de Conhecimentos do BB e , em 2018, pelo Game Desenvolver – Líder de Si Mesmo.
– Educorp, em 2013 e 21014: Melhor Programa de Educação Corporativa. E, em 2016 e 2018: Melhor Case de Universidade Corporativa.
– Cubic Awards, em 2013, como Melhor Programa de Educação Corporativa e, em 2016, como o 2º Melhor Programa de Educação Corporativa do Mundo. E, em 2017, na categoria Excelência no Desenvolvimento da Liderança.
– Prêmio Relatório Bancário 2019: premiação por 4 casos de tecnologias digitais.

Fonte: Banco do Brasil

Presidente do BB quer concurso e órgão pode soltar dois editais

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O concurso do Banco do Brasil está cada vez mais próximo de ter edital publicado. Após as apurações exclusivas do Direção Concursos acerca da realização das provas, outras informações seguem saindo.

O que se sabe é que há grande interesse da alta cúpula da entidade na contratação de empregados na área de TI e escriturário. Para o primeiro cargo, seriam 240 vagas e cadastro de reservas com número igual.

Fonte: Metrópoles

Entenda a tecnologia por trás dos pagamentos no WhatsApp com Ourocard Visa

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O lançamento dos pagamentos pelo WhatsApp no Brasil veio para reforçar a adesão dos brasileiros aos novos meios de pagamentos digitais que trazem mais praticidade, rapidez e conveniência nas transações financeiras. E o Banco do Brasil acredita que a tecnologia de segurança para enviar dinheiro no WhatsApp pode ser um dos fatores propulsores para a adesão dos clientes portadores do Ourocard Visa. Segundo pesquisa recente realizada pela Visa, todas essas características são importantes para os consumidores, mas a segurança é o fator mais relevante para 83% dos pesquisados.

“A adesão dos nossos clientes às soluções digitais que oferecemos é decorrente da confiança construída com o Banco. Levamos inovação, tecnologia, praticidade, e sobretudo, segurança”, afirma Edson Costa, diretor meios de pagamentos e serviços do Banco do Brasil.

No Brasil, as operações de pagamentos no WhatsApp são oferecidas pelo Facebook Pay e processadas pela Cielo. Aos olhos do usuário, a operação de envio de dinheiro acontece de maneira simples e rápida. Por trás de tudo, porém, existem camadas de autenticação, verificação e criptografia que garantem segurança aos dados que transitam na operação.

Os números de cartões, por exemplo, que os usuários cadastram para utilizar a solução de pagamentos no WhatsApp ficam criptografados nos servidores e não são compartilhados com quem recebe o valor. Além disso, o Facebook Pay monitora as transações por um sistema antifraude a fim de evitar atividades não autorizadas.

A proteção biométrica do celular – autenticação digital ou leitura facial – ou o PIN do Facebook Pay adicionam mais uma camada de segurança antes de um pagamento no WhatsApp ser efetuado.

Tecnologia avançada de segurança

A Visa implementou uma combinação de duas tecnologias para o serviço de pagamentos no WhatsApp: o Cloud Token, que protege as transações substituindo informações sensíveis do portador de cartão por um token exclusivo armazenado em segurança na nuvem, e o Visa Direct, que é uma plataforma moderna de enviar e receber dinheiro de forma rápida.

Outras medidas de segurança

Uma recomendação importante para garantir mais segurança é não compartilhar o código de confirmação do WhatsApp, o PIN de seis dígitos do Facebook Pay ou o código de verificação do sistema. Ativar a confirmação de duas etapas e deixar a foto de perfil visível apenas para contatos são medidas simples que evitam clonagem da conta do WhatsApp.

Se o celular for roubado, o criminoso não conseguirá saber a numeração do cartão cadastrado, já que os dados estão criptografados. O cliente do BB que passar por esta situação deve solicitar o bloqueio do cartão nos canais de atendimento do Banco do Brasil.

Mais informações em bb.com.br/paguecomwhatsapp

Fonte: Banco do Brasil

Fitch reafirma rating do Brasil em “BB-” com perspectiva negativa

Publicado em: 28/05/2021

A agência de classificação de risco Fitch reafirmou nesta quinta-feira (27) o rating do Brasil em “BB-“, com uma perspectiva negativa para a nota.

Em comunicado, a empresa explica que os ratings do Brasil “são sustentados por sua grande e diversificada economia, alta renda per capita em relação aos pares e capacidade de absorver choques externos sustentados por sua taxa de câmbio flexível, desequilíbrios externos moderados, reservas internacionais robustas e profundo mercado interno de dívida governamental”.

Por outro lado, pesa contra o país as grandes necessidades de financiamento e o endividamento do governo, além de uma estrutura fiscal rígida, potencial de crescimento econômico fraco e um cenário político difícil, que impede o progresso oportuno nas reformas fiscais e econômicas.

Já a perspectiva negativa reflete os riscos para a consolidação fiscal e recuperação econômica necessária para a estabilização da dívida pública de médio prazo após a forte deterioração das contas fiscais do Brasil e da carga da dívida pública em 2020.

A Fitch cita ainda preocupações com a evolução da pandemia do coronavírus, o processo de vacinação e as consequências econômicas desse cenário.

“As pressões sobre os gastos públicos persistem e o apoio fiscal adicional para enfrentar as consequências da pandemia não pode ser descartado. Fragilidades fiscais contínuas, bem como vencimentos de dívidas encurtados, tornam o Brasil vulnerável a choques”, diz a agência.

Fonte: Infomoney

Banco do Brasil e Bradesco tentam superar crise com vai e vem do banco público

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Os sócios Bradesco e Banco do Brasil tentam aparar arestas e superar a crise sem precedentes desencadeada pelas constantes mudanças no comando do banco público no governo de Jair Bolsonaro que, na semana passada, levaram à inesperada saída do presidente da Cielo, apurou o Broadcast. Amarrada por vários ‘elos’ no setor de pagamentos, a sociedade passou a enfrentar mais volatilidade por unir um ente privado e outro público, que mudou de posicionamento em relação ao negócio com o embarque da equipe de viés mais liberal do ministro Paulo Guedes. De lá para cá, houve tentativas malsucedidas de desinvestimentos, dentre eles a empresa de maquininhas, e novas trocas de rotas para o negócio.

Bradesco e Banco do Brasil são sócios em sete empresas. Os negócios estão agrupados na holding Elopar, com exceção da Cielo. A sociedade de 26 anos teve início em 1995, no primeiro ano do governo Fernando Henrique Cardoso, justamente com a criação da Cielo, chamada de VisaNet, na época. De lá para cá, os negócios se multiplicaram, principalmente no fim do primeiro mandato da ex-presidente Dilma Rousseff. A justificativa era explorar ganhos de sinergia para ambos os sócios.

A chegada da turma de Guedes, com a promessa de desinvestimentos e redução da máquina pública, colocou a sociedade entre Bradesco e BB na berlinda. O mandato do economista Rubem Novaes, primeiro escalado para tocar o BB na gestão do presidente Jair Bolsonaro, trazia a determinação de venda de ativos como a Cielo, o que gerou custos para estruturar o desmonte sugerido pelo sócio – e cansaço no Bradesco, relatam fontes, na condição de anonimato.

O assunto esteve na pauta da primeira conversa entre o novo presidente do BB, Fausto Ribeiro, com o do Bradesco, Octavio de Lazari. Os dois teriam se encontrado no mês passado, durante passagem do executivo do banco público por São Paulo, diz uma fonte próxima. Um encontro também teria ocorrido com o chairman do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco Cappi.

Dentre os temas debatidos, conforme fontes, os sócios teriam conversado sobre a crise na relação e os gastos gerados com a avaliação dos ativos devido à vontade do BB de se desfazer da sociedade e sair das empresas. Espécie de ‘shake hands’, acerto entre os sócios, o encontro serviu de pontapé para a reformatação da parceria.

Sócios devem desistir de venda da Cielo

Diante de uma relação desgastada, Bradesco e BB tentam, agora, iniciar um novo ciclo, relatam fontes próximas aos sócios. A ideia de vender a Cielo, que chegou a atrair interessados para a fatia do banco público, por exemplo, foi descartada. Agora, o negócio voltou a ser visto como essencial para o BB, segundo essas fontes. O mesmo vale para os demais ativos, que devem ser mantidos na sociedade com o Bradesco. A prioridade, dizem, é explorar maiores ganhos dos negócios já selados.

A notícia de que a Alelo, de benefícios, vai atuar começar a atuar n setor adquirência, deixando a irmã Cielo de lado, porém, deu esperanças ao mercado quanto à possível separação dos sócios. Como consequência, a líder das maquininhas viu seu valor aumentar em R$ 1 bilhão na bolsa, para R$ 11,4 bilhões. Fontes próximas aos sócios reforçam: a chance de uma separação e desinvestir a Cielo no curto prazo é tipo ‘zero’.

O desgaste entre os sócios Bradesco e BB ficou claro com o pedido de renúncia do presidente da Cielo, Paulo Caffarelli, na semana passada. O executivo, que construiu carreira no BB e foi secretário da Fazenda na gestão da ex-presidente Dilma Rousseff, não era visto como um aliado do Planalto e vice-versa. Diante de várias tentativas para removê-lo do cargo, conforme revelou o Broadcast, ele pediu para sair, evidenciando ainda mais a pressão política do governo Bolsonaro sobre as empresas estatais.

Apesar da ânsia do Centrão pelo cargo, foi escolhido o vice-presidente da Cielo, Gustavo Sousa, para suceder Caffarelli. A indicação vem a reboque de uma tentativa do governo Bolsonaro, sob as mãos do PP, presidido por Ciro Nogueira, de emplacar o presidente do Desenvolve-SP, Nelson de Souza, para a adquirente. Seu nome, porém, foi rechaçado pelo Bradesco, cujo mandato é barrar qualquer indicação política nas empresas em sociedade com o BB, de acordo com fontes.

“Há um desgaste na relação. Em 25 anos de parceria, nunca o Bradesco recebeu pedido político para absorver alguém. Antes, o Banco do Brasil resolvia isso nas suas empresas”, diz uma fonte próxima aos sócios, que prefere o anonimato.

Sem sucesso na Cielo, outra revela, haver ainda um esforço de colocar Nelson de Souza, que presidiu a Caixa e o Banco do Nordeste, em alguma posição de destaque no BB para agradar ao PP. Em meio a questionamentos sobre indicações políticas para as coligadas do BB, o novo presidente do banco tem dito a aliados que sua gestão vai priorizar perfis técnicos.

Consultoria de recrutamento deve ajudar escolher candidatos

Seu posicionamento, afirma um deles, é fazer processos oficiais para preencher cargos de liderança nas empresas coligadas. Assim, Bradesco e BB consideram fazer uma seleção formal, antes de bater o martelo para o comando definitivo da Cielo, dizem duas fontes. A ideia é contratar uma consultoria internacional de peso como Spencer Stuart ou Korn Ferry para colocar um executivo de “primeira linha” no comando da empresa de maquininhas. O nome de Gustavo Souza, dizem, estará nesse processo, cujo objetivo é identificar um perfil jovem e antenado à tecnologia para capitanear a transformação da Cielo, alvo de forte ataque da concorrência.

“O foco é fortalecer, reconstruir a parceria. Os sócios querem resgatar o que tinham, uma parceria estratégica entre as duas instituições”, diz uma fonte próxima a um deles.

Do lado das indicações de executivos, apesar do desgaste na relação com o Bradesco, o BB tenta retomar os bons tempos, em que ambos não entravam em bolas divididas, e deixar o passado para trás. Como a nova gestão trocou toda a alta cúpula, negocia com o sócio posições para reacomodar executivos que não se aposentaram.

Um deles é o atual presidente da BB Seguridade, Marcio Hamilton. Depois de ter sido preterido para cargos de liderança nas empresas dos sócios, ele deve assumir a cadeira de vice-presidente de finanças (CFO, na sigla em inglês) na bandeira Elo, sociedade de BB, Bradesco e Caixa, de acordo com duas fontes, auxiliando em sua abertura de capital. Outro nome que circula nos bastidores é o do ex-vice-presidente de tecnologia do BB, Gustavo Fosse. Especula-se que ele vá para a Cielo. Falta, ainda, bater o martelo.

Cansado do vai e vem do governo Bolsonaro e os reflexos nos negócios em sociedade com o BB, o Bradesco tem sido taxativo e dito não a quaisquer nomes com sinais de indicação política, afirma uma fonte. “Esse governo decepcionou”, diz.

Os desdobramentos da parceria entre Bradesco e BB têm sido acompanhados de perto por analistas de mercado, que demonstram ceticismo quanto ao futuro do casamento depois da crise instalada pelos liberais. A troca de comando na Cielo só fez jogar lenha na fogueira. “Que a relação está desgastada é fato, mas qual a solução? Essa é a questão”, afirma um deles, na condição de anonimato.

Outro, que também prefere não ser mencionado, questiona a situação da Cateno, empresa que faz a gestão da operação de cartões do BB e que foi comprada pela Cielo. “É um imbróglio”, diz.

Na gestão de Rubem Novaes, a venda da Cateno, feita durante o governo da ex-presidente Dilma Rousseff, era considerado um erro. Essa posição também já havia sido defendida por alguns executivos no fechamento do negócio. De lá para cá, porém, a empresa vem perdendo importância com o avanço dos meios de pagamentos e em meio à transformação tecnológica do setor com a chegada do Pix, open banking.

Para a administração atual do BB, de acordo com uma fonte, não faz sentido investir na Cateno. Nesse sentido, conversas de troca de ações da empresa por papéis da Cielo, que chegaram a ocorrer em um passado recente, foram deixadas de lado.

Procurado, o Bradesco afirmou que a parceria com o Banco do Brasil é “uma referência de sucesso”. “Consideramos que o momento requer foco e união para o enfrentamento dos relevantes desafios do mercado”, acrescentou.

Já o BB disse que tem uma “sólida parceria” com o Bradesco, que “sempre resultou em produtos e serviços de alta qualidades para seus clientes e ótimos resultados para os sócios”. “O Banco do Brasil acredita na parceria, certo que ela continuará contribuindo para o fortalecimento das duas instituições, para a geração de negócios sustentáveis e para a melhoria continua da experiência dos clientes”. A Cielo não se manifestou.

Fonte: Estadão

 

Após conseguir fundo de R$ 230 bilhões, Centrão quer vagas da diretoria do BB

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Três anos após assumir o comando do maior fundo de pensão do país, José Maurício Pereira Coelho anunciou na terça-feira sua renúncia à presidência da Previ, como antecipou o colunista do GLOBO Lauro Jardim. O executivo deixará o posto a partir de 14 de junho .

A mudança na cúpula da fundação é resultado de uma ação dupla. Ela reflete a pressão cada vez maior do Centrão por cargos, o que deflagrou no governo uma operação para abrir vagas para acomodar indicações políticas em instituições como Banco do Brasil (BB) e Caixa e nos conselhos das empresas nas quais esses bancos e fundações têm assento.

Além disso, é um retrato da interferência do presidente Jair Bolsonaro , que teria determinado uma “ limpeza ” para excluir nomes que tivessem qualquer vínculo com governos anteriores.

O Planalto já teria solicitado, inclusive, segundo fontes, uma lista dos indicados para vagas em conselhos onde estatais e fundos ocupam um dos assentos.
Estatuto é trava para indicações

No caso da Previ, a estratégia do Centrão é ganhar cargos com uma espécie de dança das cadeiras que teria início após a saída de José Maurício, o que abriria vagas no BB. A ideia seria deslocar um vice-presidente do BB para a Previ e preencher a vaga com uma indicação política, segundo fontes a par da discussão.

Desde a nomeação de Fausto Ribeiro para a presidência do banco, no fim de março, o senador Flávio Bolsonaro (sem partido-RJ) passou a ser apontado por fontes políticas e por servidores de carreira da instituição como um dos políticos mais influentes no Banco do Brasil. Flávio é citado nos bastidores como um político próximo a Ribeiro e ao novo vice-presidente de agronegócios, Renato Naegele, embora este negue a interlocutores que conheça o filho do presidente.

Fonte: Valor Investe e Portal IG

 

Ação Civil Pública em favor dos caixas do BB avança na Justiça do Trabalho

Publicado em: 27/05/2021

A administração do Banco do Brasil não ofereceu nenhuma proposta de acordo durante a audiência de conciliação que aconteceu na quarta-feira (19) sobre a Ação Civil Pública ajuizada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) pedindo que o BB se abstivesse de suprimir as funções e respectivas gratificações de seus caixas executivos.

A advogada da Contraf-CUT, Renata Cabral, do escritório Crivelli Advogados, afirmou que a entidade que representa os funcionários “como sempre” estava disposta a negociar com a direção do banco, contanto que os direitos dos trabalhadores fossem abarcados.

“Mas o banco não apresentou nenhuma proposta e não teve possibilidade de acordo na audiência”, explicou. Com isso, o juiz Antônio Umberto de Souza Junior, da 6ª Vara do Trabalho de Brasília, acabou encerrando a audiência de conciliação e marcou para o dia 23 de agosto a próxima etapa que será a audiência de instrução.

Em fevereiro, a Contraf-CUT entrou com uma Ação Civil Pública pedindo à Justiça do Trabalho que o Banco do Brasil fosse impedido de extinguir a função e a gratificação dos caixas executivos, previsto no Plano de Reestruturação divulgado em janeiro.

O juiz da 6ª Vara do Trabalho de Brasília deferiu a tutela de urgência requerida pela Contraf-CUT, decisão em plena vigência.

No Plano de Reestruturação, a administração do BB determinava que todos os caixas executivos migrassem de suas funções, voltando à função de escriturários. Quando necessário, poderiam atuar como caixas, recebendo a gratificação apenas pelos dias trabalhados nessa função.

“O banco, mais uma vez, usa a tática de individualizar uma discussão que é coletiva, que é nacional e técnica, ao querer propor trazer testemunhas para dizer o quanto o banco é generoso ao ofertar vaga, que há um processo seletivo que permite ascensão e que as pessoas sejam realocadas, mesmo sabendo nós que, no fundo, o banco cortou a gratificação de caixa”, observa o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), João Fukunaga.

“Se olharmos, mais ainda, é terrível essa proposta do banco de reestruturação, uma vez que atinge boa parte dos caixas que estavam em home office. Então, a partir do momento em que a reestruturação foi imposta, os funcionários estão sem a gratificação de caixa, porque eles não abrem o caixa e não tem perspectiva de promoção.

Essa crueldade do banco, querem transformar, dizendo que o banco é supergeneroso, mas nós sabemos que a reestruturação não teve nada disso”, completa o coordenador da CEBB.

Na decisão em favor da Contraf-CUT, o magistrado Antônio Umberto de Souza Junior destacou que o Banco do Brasil tem o direito de definir o número de empregados em cada função, mas não de “promover tamanha insegurança jurídica e financeira, deixando de ter o caixa interino qualquer noção do que efetivamente receberá pelo mês trabalhado, dependendo do fluxo de clientes e dos humores ou bom senso de seu superior hierárquico”, explicou.

Ainda segundo o juiz, a tutela para suspender a alteração nos contratos de trabalho dos caixas, parte da Reestruturação, foi conferida porque existe Instrução Normativa do banco e norma coletiva, se referindo ao Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2020/2022, conquistado com a mobilização sindical e que garante uma série de proteção aos funcionários do BB. O magistrado ponderou ainda que as soluções para ganhos de eficiência, argumento principal da direção do BB no Plano de Reestruturação, não podem simplesmente menosprezar os aspectos humanos e humanitários, menos ainda os direitos fundamentais sociais como são os direitos trabalhistas.

Fonte: Rondônia Dinâmica

Banco do Brasil divide vice-presidência de Agronegócios e Governo

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O Banco do Brasil (BB) informou nesta segunda-feira (24/5), em comunicado ao mercado (leia a íntegra no fim desta matéria), que resolveu dividir a vice-presidência de Agronegócios e Governo em duas.

A vice-presidência de Governo e Sustentabilidade Empresarial será comandada por Antônio José Barreto de Araújo Júnior. Já a de Agronegócios será chefiada por Renato Luiz Bellinetti Naegele.

Em consonância, uma série de vice-presidentes renunciaram após a saída de Brandão.

No comunicado, o banco informa também sobre a eleição de três diretores. São eles Adelar Valentim Dias, para o ocupar a posição de diretor de Controles Internos; Éder Luiz Menezes de Faria, como diretor de Suprimentos, Infraestrutura e Patrimônio; Paulo Augusto Ferreira Bouças, para diretor de Governo.

Fonte: Metrópoles

BB acredita na aderência em massa ao pagamento no WhatsApp

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Lançada no último dia 4 de maio, a solução de pagamentos no WhatsApp pode se tornar uma das formas de pagamentos mais utilizadas pelos brasileiros. Segundo pesquisa da Visa, 79% dos portadores de cartões da bandeira têm interesse em realizar transações financeiras pelo WhatsApp.

Edson Costa, diretor de meios de pagamentos e serviços do Banco do Brasil, avalia que o uso do WhatsApp para enviar e receber dinheiro será um sucesso no Brasil: “Acredito que teremos uma aderência significativa dos nossos clientes, por se tratar de mais uma facilidade com a tecnologia e segurança que o Banco do Brasil oferece. Estamos atuando na habilitação desse novo recurso de forma gradual. Nossa expectativa é que, em até dois meses, todos os 15 milhões de clientes que possuem um cartão Ourocard Visa já estejam aptos a utilizar a solução”.

O BB está convidando seus clientes portadores dos cartões Ourocard Visa a conhecerem e experimentarem a novidade. Considerando a fase restrita de expansão de usuários, a solução está sendo disponibilizada de forma gradual para os clientes, com envio de notificação no app BB, informando que o pagamento no WhatsApp já está disponível para a habilitação pelo cliente. No momento, estão sendo enviados em média 15 mil convites por dia – número que tende a aumentar nas próximas semanas.

Os usuários já podem se preparar e realizar a atualização do app para a versão mais recente do WhatsApp. Assim, conseguirão utilizar a solução quando receberem o convite.

Quem já recebeu o convite deve adicionar o cartão Ourocard Visa na função de Pagamentos no WhatsApp. O cadastramento é simples:

1- Abra a conversa com o contato para o qual você deseja enviar o dinheiro e, em seguida, toque em Anexar > Pagamento.
2- Toque em CONTINUAR na tela do Facebook Pay e, em seguida, selecione CONTINUAR para aceitar os termos e as políticas de privacidade atrelados ao uso da funcionalidade de pagamentos no WhatsApp.
3- Crie uma senha (PIN) de 6 dígitos para o Facebook Pay e faça sua confirmação. Também é possível optar pelo uso da biometria.
4- Insira nome, CPF, demais dados cadastrais e toque em AVANÇAR.
5- Adicione os dados do seu cartão Ourocard Visa, incluindo o número do cartão, a data de validade e o código CVV.
6- Faça e verificação do seu cartão e pronto! Você já pode fazer o envio do seu pagamento.

Viralização

Outra forma de ter acesso ao recurso de pagamentos no WhatsApp, sem precisar aguardar o convite, é recebendo um pagamento de uma pessoa que já esteja utilizando a solução. Para aceitar o pagamento, o recebedor já pode efetuar o cadastramento do cartão e começar a realizar pagamentos para outros contatos logo em seguida.

Mais informações em bb.com.br/paguecomwhatsapp.

Fonte: Banco do Brasil

Banco do Brasil promove 2ª etapa do Circuito Agro até 11 de junho

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O Banco do Brasil realiza, até 11 de junho, a segunda etapa do Circuito Virtual Agro de 2021, nas regiões Centro-Oeste e Norte, para levar aos clientes as condições especiais usualmente disponibilizadas nas feiras agropecuárias. A primeira fase do Circuito, ocorrida nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, gerou mais de R$ 440 milhões em negócios prospectados.

O BB vem ampliando sua estratégia de atendimento e oferta de soluções ao agronegócio, com soluções digitais, assessoria e especialização. O movimento reforça a experiência do cliente, com conveniência e comodidade e impulsiona o acesso à inovação e às transformações do setor. Nesse sentido, foi elaborada uma nova ambientação das feiras, com a realização 100% digital de negócios, atrativos e conteúdos especiais, além de condições vantajosas para aquisição de máquinas e implementos agrícolas.

Os eventos ocorrem na plataforma Broto, solução lançada no início da safra 2020/21 e aprimorada constantemente para ampliar o acesso para aquisição de produtos e serviços agropecuários, ferramentas digitais para toda a cadeia produtiva e a consultoria ao produtor rural.

O diretor de Agronegócios BB, Antônio Chiarello, destaca que nesta etapa a ação ganha reforço com mais fornecedores cadastrados na plataforma ofertando suas soluções aos produtores rurais. “A realização de circuitos regionais permite a troca de experiências, compartilhamento de inovações e tecnologias e a discussão de temas relevantes voltados para a diversidade do agro em todas as regiões do País. A próxima etapa do Circuito Virtual conta com novidades como as categorias de produtos de energia renovável, armazenagem e irrigação, bem como empresas voltadas para inovação no campo”.

Para Rodrigo Caramez, CEO da Brasilseg, a segunda etapa do Circuito Virtual é cercada de grandes expectativas. “O Broto segue evoluindo rapidamente, oferecendo novas alternativas para ajudar os produtores rurais a potencializarem seus resultados e proteger sua operação. Além de ampliar constantemente o leque de soluções, produtos e serviços através de novos parceiros, temos avançado na geração de conteúdo para o setor, e nos investimentos em tecnologia que suportam a plataforma. Quem visitar a etapa Centro-Oeste e Norte encontrará um ecossistema ainda mais conectado e relevante”, explica.

Circuito Virtual Centro-Oeste e Norte

Como ocorreu no primeiro Circuito, o produtor terá acesso a novidades exclusivas em seguros, consórcios e financiamentos, além de ações promocionais em diversas modalidades, nesta segunda etapa. Vale lembrar que essas condições especiais são válidas para todo o País.

O evento conta com lives especiais, demonstrações virtuais e promove a interação virtual do público com as revendas, montadoras, parceiros do agronegócio e funcionários do BB.

31/05 – Tendências do Agronegócio do MT

02/06 – Cenários do Agronegócio do MS

04/06 – Energias Renováveis

07/06 – Viagem AGRO – Rondônia, Acre, Amazonas e Roraima

10/06 – AGRO 4.0 – Produtividade e Sustentabilidade – Amapá e Pará

A programação virtual do BB voltada ao público agro segue até o mês de outubro, quando ocorre a 2ª Feira Virtual Agro.

Fonte: Banco do Brasil

 

Banco do Brasil abre crédito para empreendedores; veja condições

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O Banco do Brasil está com uma linha de crédito especifica para empreendedores informais que pode ser solicitada pelo celular, chamada Microcrédito Produtivo Orientado (MPO). Esse empréstimo pode variar entre R$ 1 mil e R$ 21 mil e o pagamento pode ser parcelado entre 5 e 18 prestações.

A ideia do banco é ajudar o empreendedor com dinheiro para capital de giro, ou para compra de equipamentos, móveis, ferramentas e demais itens necessários ao funcionamento da atividade.

Entre as exigência do banco, o empreendedor deve ser:

– Informal, ter renda bruta mensal de até R$ 30 mil;

– Ser Microempreendedor Individual (MEI), com faturamento anual de R$ 81 mil;

– Ter Microempresa, com lucro de até R$ 360 mil ao ano;

– Apresentar garantia pessoal de terceiros (em alguns casos a garantia pode ser dispensada);

– O endividamento no Sistema Financeiro Nacional (SFN) não pode exceder R$ 80 mil, excetuando-se desse limite as operações de crédito habitacional.

No primeiro pedido, o empreendedor deve comparecer em uma das agências do Banco do Brasil para solicitar o empréstimo e assinar documentação como o Termo de Adesão, Cláusulas Gerais. Mas, caso esse tipo de empréstimo já tenha sido solicitado anteriormente, o interessado consegue a liberação do dinheiro diretamente pelo aplicativo do banco, ou em algum canal de atendimento do BB.

Fonte: IstoÉ Dinheiro

Troca no comando da Cielo reflete tensão entre Banco do Brasil e Bradesco

Publicado em: 21/05/2021

A renúncia do presidente da Cielo, Paulo Caffarelli, após quase três anos no cargo, ocorreu em meio a um desgaste crescente entre os sócios Banco do Brasil e Bradesco, apurou o Estadão/Broadcast. O anúncio, feito na noite de quarta-feira, foi mal recebido no mercado, em meio à sensação de que a reestruturação, até então em curso, vai atrasar, prejudicando ainda mais a líder das maquininhas.

Pesou na decisão do executivo a difícil relação entre o Bradesco e o Banco do Brasil, disseram três fontes, na condição de anonimato. A permanência de Caffarelli na presidência da Cielo era exatamente um dos vetores de estresse entre os sócios.

Isso porque o governo, que controla o BB, não queria o executivo no cargo por enxergá-lo como um nome alinhado ao PT, por conta de seu histórico profissional, a despeito de ter presidido o banco público somente na presidência de Michel Temer, após o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff.

A insatisfação do Planalto não vem de hoje. Desde o começo do novo governo, há uma força-tarefa para limar aqueles considerados petistas nas empresas públicas e coligadas.

A Cielo não ficou de fora. Nos bastidores, comenta-se que foram feitas três tentativas para tirar Caffarelli da presidência da companhia. Na primeira, o até então presidente do BB, Rubem Novaes, impediu. Na segunda, foi a vez do Bradesco, que trouxe o executivo para o cargo, entrar em ação.

Já a terceira tentativa estava em curso, dizem as fontes. O nome de um possível substituto para presidir a empresa seria o do presidente do banco Desenvolve-SP, Nelson de Souza, que teria o apoio do Centrão.

O Bradesco, porém, teria rejeitado, em um esforço de blindar seu negócio de maquininhas de pressões políticas.
Diante do desgaste entre os sócios, Caffarelli teria comunicado sua intenção de deixar o cargo, relataram as fontes. A medida evitaria, assim, explicam, uma fritura pública, que se tornou uma espécie de praxe no governo Bolsonaro.

Uma fonte próxima a Caffarelli afirmou que permanecer na Cielo era “insustentável” para o executivo, visto que ele não desfrutava mais de apoio político. “Era uma situação difícil. O desgaste foi muito grande”, afirmou, na condição de anonimato.

Caffarelli chegou à Cielo a convite do Bradesco, após deixar o comando do BB, no fim da gestão Temer, em novembro de 2018. O executivo capitaneou uma reestruturação na companhia, com o corte de custos e mudança de foco, voltando-se ao varejo, que é mais rentável.

Em paralelo, tentava reposicionar a líder das maquininhas em um cenário de elevada competição e inovação tecnológica. No meio do caminho, teve de lidar com a pandemia, que afetou diretamente o varejo.

“A saída de Caffarelli no meio da reestruturação é ruim. A sinalização que tenho é a de que a reestruturação vai demorar muito mais do que o esperado”, disse o diretor de renda variável da Eleven Financial, Carlos Daltozo.

Para outro especialista, a saída do executivo pode sinalizar uma “mudança dos rumos da companhia”, fechando um eventual ciclo de uma empresa listada em Bolsa, com dois controladores. Ele lembra que a estrutura societária da Cielo “precisa e está sendo repensada”.

Procurada, a Cielo não comentou. O Bradesco afirmou que se trata de uma decisão pessoal do executivo e que o banco respeita. O BB não se manifestou.

Fonte: Estadão

Após trocar alta cúpula, novo presidente do BB prepara mudanças em seguros e na Previ

Publicado em: 20/05/2021

O novo presidente do Banco do Brasil, Fausto Ribeiro, concluiu, ao menos por ora, as principais mexidas na alta cúpula da estatal com o anúncio de mais três novos vice-presidentes, na noite de ontem. O executivo parte, agora, para as empresas coligadas, como o fundo de pensão dos funcionários, a Previ, e a holding de seguros, a BB Seguridade, apurou o Estadão/Broadcast.

A expectativa, de acordo com fontes, é de que as mudanças sejam anunciadas em breve. Os nomes dos futuros indicados estão em processo de escolha. No caso da BB Seguridade, o atual presidente, Marcio Hamilton, deve deixar a cadeira e ir para alguma empresa do banco na área de cartões. Uma das possibilidades, dizem, é a Livelo, de fidelidade, da qual o banco público é sócio com o Bradesco.

O presidente da Previ, José Maurício Coelho, também será trocado. ‘Zé’, como é conhecido, está no cargo desde 2018 e seu mandato termina apenas em maio do ano que vem. A troca, porém, deve ocorrer antes disso, conforme fontes. Ainda não há, afirmam, uma definição quanto ao nome de seu substituto.

No BB, as principais mudanças foram concluídas. Nesta semana, mais três novos vice-presidentes foram anunciados, confirmando nomes já antecipados pelo Estadão/Broadcast. Na nova gestão, a alta cúpula do banco será maior, voltando ao que era antes do desembarque dos liberais no conglomerado. A vice-presidência de agronegócios e governo foi desmembrada em duas, como era antigamente. Assim, o BB passa a ter oito no lugar de sete vice-presidentes.

Banco do Brasil pode ter mais uma vice-presidência

E esse número ainda pode ser ampliado novamente, afirma uma fonte próxima ao banco, na condição de anonimato. Em estudo pela atual gestão, estaria a possibilidade de recriar a vice-presidência de negócios, que foi integrada à de tecnologia e de varejo na gestão do economista Rubem Novaes. O banco voltaria, assim, a ter nove vice-presidências, como no passado. Esse movimento, porém, deve ficar mais para frente, afirmam duas fontes, ao Estadão/Broadcast.

E esse número ainda pode ser ampliado novamente, afirma uma fonte próxima ao banco, na condição de anonimato. Em estudo pela atual gestão, estaria a possibilidade de recriar a vice-presidência de negócios, que foi integrada à de tecnologia e de varejo A diretora de clientes pessoas físicas do BB, Carla Nesi, é cotada para a futura vice-presidência, diz uma delas. Como é próxima de Ribeiro, seu nome tem sido considerado também para outros cargos. Dentre eles, citam o da presidência da BB Seguridade, conforme informações que circulam nos corredores do banco.

Quanto aos executivos da antiga gestão e que não se aposentaram, a expectativa, segundo fontes, é de que sejam remanejados. Nessa lista, estão o presidente da BB Seguridade, Marcio Hamilton, Gustavo Fosse, de tecnologia, e João Pinto Rabelo Júnior, de agronegócios e governo. Uma fonte diz que Fosse poderia reforçar o time da Cielo, da qual o BB também é sócio com o Bradesco.

Diretorias do Banco do Brasil ficaram vagas

Em contrapartida, há uma série de diretorias que ficaram vagas com as promoções dos executivos às vice-presidências. Nessa lista, estão as áreas de governo, suprimentos, controles internos e varejo. Também falta definir um novo presidente para o argentino Patagônia, controlado pelo BB, para a BB Consórcios e para a BBTS, empresa de tecnologia do banco. Com as mudanças anunciadas ontem, outra vaga que abriu foi de assessor especial da presidência.

No caso da BB Consórcios, que Ribeiro tocava antes de ser indicado ao posto máximo do conglomerado, cogita-se que o executivo da área de pagamentos do banco Rodrigo Vasconcelos ocupe o cargo. O Broadcast antecipou seu nome no fim de abril.

Em sua primeira aparição pública, o novo presidente do BB disse que sua gestão prioriza funcionários de carreira do banco, ou seja, ‘pratas da casa’. “Eu acredito que o nível de excelência de um profissional que requer no BB é uma gestão bem técnica. A própria governança do banco exige comportamento técnico”, afirmou, na semana passada, em conversa com a imprensa. Na sequência, ao falar a analistas e investidores, reforçou o discurso, evidenciando os talentos internos.

“Um profissional do banco tem as mesmas condições ou até mais (em relação a um profissional de fora) porque conhece a calibragem e também pode fazer uma gestão transformadora, acelerar e atingir mais rapidamente os resultados”, disse.

Procurado, o BB não se manifestou a respeito.

Fonte: Estadão

Com Temer e Bolsonaro, banco público empresta menos, e privado lidera alta

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Os bancos privados lideram o crescimento dos empréstimos no país desde 2017, enquanto os bancos públicos comerciais, sem levar em conta os de desenvolvimento (como BNDES), tiveram queda em sua oferta de crédito entre 2016 e 2019, nos governos Temer e Bolsonaro. Nos últimos cinco anos, os bancos públicos só tiveram alta no volume de empréstimos em 2020, ano da pandemia, mas ainda foi bem menor que os privados (12,1% x 20,5% de crescimento). Os dados são do Banco Central (BC).

Em 2019, por exemplo, os bancos privados aumentaram a concessão de empréstimos em 15,3%, enquanto os públicos cortaram em 0,5%. Especialistas afirmam que o encolhimento dos bancos governamentais coincide com a mudança da política econômica do país, que começou na gestão Michel Temer (PMDB) e foi aprofundada com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Em 2015, o saldo total de empréstimos foi de R$ 3,2 trilhões. Desse total, R$ 1,8 trilhão correspondia aos bancos públicos e R$ 1,4 trilhão aos privados. Em 2020, dos R$ 4 trilhões do volume de crédito, os privados somaram R$ 2,2 trilhões, um aumento de 56%, e os públicos mantiveram os mesmos R$ 1,8 trilhão.

Procurado, Temer afirmou que não se manifestaria sobre o assunto. O Ministério da Economia declarou que o esforço de desregulamentação e de inovações no mercado financeiro, com melhora nas regras para concessão de garantias nas operações de crédito, possibilitou que os bancos privados pudessem sustentar a retomada da economia.

Compare a variação percentual de empréstimos em bancos públicos e no gráfico a seguir:


Nos governos petistas, os bancos públicos eram estimulados a conceder empréstimos para impulsionar o crescimento econômico e receberam muito dinheiro da União para fazer isso.

Os economistas que assessoravam os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff acreditavam que o estímulo ao consumo geraria riquezas para o país.

Empréstimos de bancos públicos caíram com aumento dos calotes

Desde 2012, com o aval do governo, os bancos públicos adotaram a política de reduzir os juros dos empréstimos para forçar o setor privado a reduzir as taxas. A estratégia garantiu ao Banco do Brasil e à Caixa as posições de primeiro e segundo maiores bancos no mercado de crédito.

Entretanto, essa política levou ao aumento dos calotes, obrigou os bancos públicos a reduzir a oferta de crédito e aumentar as taxas cobradas a partir de 2015.

Após Dilma, bancos públicos devolveram dinheiro à União

O economista Luis Miguel Santacreu, analista do setor bancário da agência de classificação de risco Austin Rating, declarou que após o impeachment de Dilma Rousseff, os bancos públicos iniciaram a devolução dos aportes de capital feitos pela União. Segundo ele, esse processo levou a uma redução na oferta de crédito.

“Os bancos públicos foram turbinados para crescer e ofertar mais crédito durante os governos do PT. Eles estavam muito alavancados e precisaram devolver dinheiro para o governo. Mas essa realidade mudou a partir de 2020, com a pandemia. Os bancos públicos voltaram a emprestar mais com o empoçamento do crédito no início da pandemia [os bancos privados não estavam liberando dinheiro]”, diz Luis Miguel Santacreu.

Por outro lado, os bancos privados reforçaram a oferta de crédito com garantias para empresas e para as famílias.
Com isso, cresceram na oferta de empréstimos como o consignado, com desconto em folha, e aumentaram a atuação no crédito imobiliário e agrícola, liderados por Caixa e Banco do Brasil respectivamente.

Fundamental é ter crédito, não importa se público ou privado

Qual o impacto para a economia, e o que é melhor para o país: ter mais crédito de bancos públicos ou privados?
Segundo Luis Miguel Santacreu, historicamente, os bancos privados mantêm a dianteira do crescimento total de empréstimos. Essa liderança, afirmou o economista, só foi conquistada pelos bancos públicos quando o governo Dilma Rousseff adotou uma política para estimular a economia e tentar derrubar os juros na marra.

“Independentemente de quem é o líder, o importante é que o governo estimule uma agenda para redução estrutural dos juros, com reformas microeconômicas e com a reforma tributária. O BC tem estimulado a competição com a entrada de novos participantes no mercado, que são as fintechs. Isso é importante, e não se a liderança do crédito é dos públicos ou dos privados”, afirma Santacreu.

Crescimento do crédito em 2021 depende da pandemia

O economista Carlos Eduardo de Freitas, ex-diretor do BC, declarou que a retração da oferta de crédito dos bancos públicos a partir de 2016 coincide com a troca de governo. Apesar disso, ele disse que, em períodos de crise econômica, os bancos públicos voltam a ter um papel na oferta de crédito porque os privados tendem a fechar a torneira para analisar a situação.

Segundo Freitas, o crescimento do mercado de crédito em 2020 foi impulsionado por renegociações realizadas ao longo do ano passado, e os bancos públicos foram os primeiros a iniciar a oferta de empréstimos durante a crise.

“As novas operações foram feitas em menor quantidade em 2020, porque os bancos focaram em renegociações e em fazer provisões para perdas [separar mais dinheiro para cobrir eventuais calotes]. Essa estratégia deu certo. Em 2021, os balanços mostram inadimplência controlada e que os clientes estão pagando em dia as renegociações”, declarou.

Segundo Freitas, o ritmo de recuperação da economia e da vacinação determinará o crescimento do crédito em 2021.
Com mais pessoas vacinadas e o fim das restrições de mobilidade, a tendência é de recuperação. Mas uma piora da pandemia pode afetar ainda mais a economia e a oferta de crédito.

“Se a pandemia não for controlada e não tivermos sucesso na vacinação, a crise se prolongará. Com isso, a economia continuará com recuperação lenta e os bancos tendem a ser mais cautelosos na hora de emprestar”, afirmou.

Fonte: UOL