Banco do Brasil tem mais de 1,5 mil integrações via API

Publicado em: 11/06/2021

Com a segunda fase do open banking prestes a iniciar no país, o Banco do Brasil apresenta números de APIs integradas que chamam a atenção. Por meio do Portal do Desenvolvedor (developers.bb.com.br), o BB entrou no mês de junho com 1.546 empresas integradas exclusivamente por esse canal, com a oferta de três APIs: cobrança, PIX QR Code e Arrecadação Integrada ao PIX.

Atualmente, são 871 clientes integrados com a API de cobrança, que acessam registro, alteração e baixa de boletos, além de consultas diversas. A troca de informações ocorre em tempo real. Com o Pix são 985 clientes integrados, todos com serviço que permite o recebimento imediato e seguro.

Com mais de 6 mil usuários cadastrados no Portal do Desenvolvedor, outras 2,1 mil aplicações estão em teste no momento. Em breve, outros serviços estarão disponíveis para os clientes e parceiros no Portal do Desenvolvedor: pagamentos em lote, débito online em conta corrente, débito automático e cartão de crédito.

Portal do Desenvolvedor

O site do Banco destinado aos desenvolvedores, o Portal do Desenvolvedor, disponibiliza informações completas que permitem que clientes e parceiros integrem os serviços de cash management de cobrança bancária, Pix e arrecadação de tributos com Pix.

O acesso ao portal é simples. Todas as informações e material de apoio para a integração estão disponíveis no site, assim como um time de especialistas para prestação de atendimento e suporte.

O que são APIs

API é uma interface que possibilita que sistemas diferentes se comuniquem através de rotinas e padrões de programação. Essa nova tecnologia permite que desenvolvedores de software integrem seus sistemas ao do BB de forma fácil, rápida e escalável. Ao incorporar as funcionalidades financeiras do BB às suas plataformas, o cliente ou parceiro consegue prover uma experiência completa aos seus usuários, agregando toda a sua expertise à robustez e confiança dos serviços do Banco do Brasil.

As APIs de cobrança permitem integração simples e moderna para os clientes que pretendem utilizar a cobrança do BB 100% online. As APIs de pagamentos contemplam as transferências, pagamento de boletos, guias de consumo e consultas diversas. Tudo é feito de forma integrada ao ERP ou ambiente web do cliente, sem necessidade de interação manual, espera por processamento ou troca de arquivos.

Agora, o BB busca parcerias com empresas de soluções de gestão, as chamadas ERP, para serem promotoras das soluções do Banco, por meio de integração das APIs e a disponibilização do módulo no ambiente do ERP, no formato bank as a service (BAAS). O grande diferencial para os clientes é que eles passam a ter acesso a soluções e serviços bancários de forma facilitada e online, dentro do seu ambiente de gestão diária.

Open banking

Em funcionamento no Brasil desde o dia 1° de fevereiro, o open banking tem como um de seus pilares a troca padronizada de informações entre as instituições financeiras. Essa padronização, definida em regulação do Banco Central, irá potencializar a utilização de APIs para integrar informações financeiras num só lugar.

Por enquanto, as APIs disponíveis são as de informações das próprias instituições financeiras como agências, produtos e taxas. A segunda fase, em que clientes poderão compartilhar suas próprias informações entre bancos de seu relacionamento, tem início em 15 de julho.

Fonte: Banco do Brasil

 

Banco do Brasil dará cashback para clientes Ourocard fãs de games

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O Banco do Brasil (BBAS3) lançou uma parceria com a Visa para dar cashback de R$ 50 em compras, com o cartão de crédito, acima de R$ 300 nas lojas da Microsoft Store, Nintendo Game Store e PlayStation Store. A informação foi divulgada nesta última segunda-feira (07).

Para se cadastrar o cliente deve se cadastrar na plataforma Vai de Visa e aceitar os termos de condições da ação. “O valor do cashback será creditado na fatura do cartão de crédito”, disse a empresa.

A promoção vai até o dia 2 de junho de 2022 e cada cartão terá direito a apenas um cashback.

Fonte: Money Times

Decisão judicial abre guerra entre o Banco do Brasil e a CGU

Publicado em: 04/06/2021

Uma decisão do desembargador João Batista Moreira, do Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região, tomada na quarta-feira (02/06) e à qual o Blog teve acesso, abriu uma guerra pesada entre o Banco do Brasil e a Controladoria-Geral da União (CGU).

O desembargador anulou o processo em que a CGU, por meio de sua Corregedoria, anulava a demissão de auditores do Banco do Brasil até que todas as investigações conduzidas pelo órgão fossem concluídas.

O magistrado acatou os argumentos do BB de que cabe à instituição e à Justiça do Trabalho decidirem sobre desligamentos de funcionários. Como empresa de capital misto, com ações negociadas em Bolsa de Valores e não dependente do Tesouro Nacional, o banco alega que não está sujeito aos controles da CGU.

Batalha deve parar no Supremo

A guerra judicial entre o Banco do Brasil e a CGU se arrasta há meses e deve ganhar novos capítulos no Superior Tribunal de Justiça ou mesmo no Supremo Tribunal Federal. A Controladoria-Geral da União vê irregularidades no processo de demissão dos auditores.

Toda a confusão começou em agosto de 2020, quando o BB anunciou mudanças em sua auditoria interna e demitiu os dois responsáveis pela área por justa causa, destituiu outros seis da função e uma assessora foi suspensa por alguns dias.

O primeiro round do Banco do Brasil foi com a Justiça do Trabalho, que determinou o retorno ao cargo de Aureli Balestrini, então auditor-chefe da instituição. O ex-gerente-executivo da área Alexander Alves Pires também recorreu à Justiça do Trabalho, mas não teve sucesso.

Segundo o BB, os dois auditores teriam facilitado a adesão de funcionários da área que comandavam a um programa de demissão voluntária (PDV) com regras mais vantajosas. Tanto Balestrini quanto Pires negam. Dizem que a decisão do banco foi arbitrária.

Disputa pode entrar Planalto adentro

O caso ganhou contornos tão grandes, que, além da CGU, também o Tribunal de Contas da União (TCU) e o Ministério Público se posicionaram em favor dos auditores. Mas o Banco do Brasil tem mostrado disposição em fazer valer a sua posição.

Quem acompanha o processo de perto espera um embate entre o novo presidente do Banco do Brasil, Fausto Ribeiro, e o controlador-geral da União, Wagner do Rosário. O próximo passo é a disputa entre eles entrar Palácio do Planalto adentro.

Fonte: Blog Correio Braziliense

 

Abertura de espaços ao Centrão soa alarme para uso de fundos de pensão

Publicado em: 03/06/2021

A saída de José Maurício Pereira Coelho da presidência da Previ, o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil (BB), é parte de uma nova onda no governo Bolsonaro para abrir espaço na máquina pública aos aliados do Centrão. Para acomodar indicações políticas, o governo também tem à disposição mais de 400 cargos nos conselhos de administração das empresas em que os fundos de estatais são acionistas.

Geralmente, eles investem em companhias com projetos sólidos de longo prazo de maturação. Só a Previ, o maior, administra ativos de mais de R$ 230 bilhões e conta com 430 mil participantes ao todo, entre aposentados, funcionários ativos e dependentes. Bolsonaro também esteve por trás de mudanças na cúpula da Funcef, fundo de pensão dos servidores da Caixa, presidida por Pedro Guimarães, executivo próximo do Planalto.

Há regras para as indicações. No caso da Previ, é preciso que o candidato seja funcionário do BB, segurado do fundo por pelo menos dez anos, com experiência em áreas como financeira, administrativa, jurídica, contábil e atuarial. Mas a influência política salta essas barreiras. Sempre existem padrinhos a indicações para altos cargos em estatais. O Centrão costuma ter currículos para apresentar nessas horas. Aproveita-se de Bolsonaro como noutros tempos aproveitou o petismo.

O caso mais ilustrativo do que foi aquela época é a empresa Sete Brasil. Projeto delirante na linha nacionalista de substituição de importações, a Sete ganhou reserva de mercado para construir 28 navios-sonda e depois arrendá-los à Petrobras. Bancos estatais (BB e Caixa) e privados (Santander, BTG Pactual, Itaú Unibanco) apoiaram o empreendimento, sob o impulso dos fundos de pensão de estatais (Funcef, Petros e Previ). Em 2016, a empresa, de cujo capital a Petrobras detinha 10%, entrou em recuperação judicial sem ter entregado uma sonda sequer. A Operação Lava-Jato deixou claro que se tratava de um projeto ditado mais por interesse político que econômico.

Quando a governança é sólida, os fundos podem se tornar fortes investidores em projetos de longo prazo. Quando fraqueja, a história é outra. Cargos em estatais e fundos dão acesso a recursos longe das regras orçamentárias e da vigilância dos organismos de controle. Quando não são usados simplesmente para desvios, como ocorreu com a Petrobras, se tornam vetores de interesses políticos, em vez de funcionar em favor dos cotistas ou acionistas.

A proximidade do PT com o Centrão deu origem a vários projetos de natureza duvidosa como a Sete Brasil, depois desmascarados pela Operação Lava-Jato. Entidades sob a esfera de influência do Estado funcionavam na prática como máquina para gerar recursos a aliados e para o próprio partido. Para Bolsonaro, o interesse imediato é aparentemente garantir apoio nas eleições do ano que vem, entregando cargos bem remunerados em troca de investimentos em regiões de interesse eleitoral. Mas é bom ficar de olho. O avanço de Bolsonaro com o Centrão sobre fundos e estatais faz soar todos os alarmes.

Fonte: O Globo

 

Trocas na parceria com Bradesco podem enfraquecer Banco do Brasil

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Segundo reportagem publicada pelo Broadcast Estadão, Bradesco e Banco do Brasil “tentam aparar arestas e superar a crise sem precedentes desencadeada pelas constantes mudanças no comando do banco público no governo de Jair Bolsonaro que, na semana passada, levaram à inesperada saída do presidente da Cielo”.

Bradesco e Banco do Brasil são sócios em sete empresas. Os negócios estão agrupados na holding Elopar, com exceção da Cielo.

Segundo o Estadão, a chegada de Paulo Guedes e sua equipe econômica, de perfil liberalizante, com a promessa de desinvestimentos e redução da máquina pública, despertou a atenção na sociedade entre Bradesco e BB.

O mandato de Rubem Novaes, primeiro indicado por Guedes e Bolsonaro para comandar o BB, trazia a determinação de venda de ativos como a Cielo, o que gerou custos para estruturar o desmonte sugerido pelo governo – e cansaço no Bradesco, relatam fontes ao Estadão, na condição de anonimato.

O desgaste entre os sócios Bradesco e BB ficou evidenciado com o pedido de renúncia do presidente da Cielo, Paulo Caffarelli, na semana passada.

Segundo o Estadão, o desenrolar da parceria entre Bradesco e BB têm sido acompanhado de perto por analistas de mercado, que demonstram ceticismo quanto ao futuro do casamento depois da crise instalada pelos liberais. “A troca de comando na Cielo só fez jogar lenha na fogueira”, diz o jornal.

“Essas trocas não são meras confusões, como a matéria quer transparecer. Estamos falando de grandes empresas com bilhões de reais em recursos, como a própria matéria enfatiza”, diz o coordenador da Comissão de Empresas dos Empregados do Banco do Brasil (CEBB), João Fukunaga.

“O que transparece nessas mexidas pode ser a possibilidade da entrada de um parceiro privado na administração das empresas. Normalmente, quem vinha administrando essas empresas era o próprio Banco do Brasil, através de suas indicações. E, agora, pode ocorrer uma reviravolta, com o Bradesco como o principal player nessas empresas”, alerta Fukunaga.

Segundo fontes ouvidas pelo Estadão, a ideia de vender a Cielo – que antes estava descartada – voltou a ser vista como essencial para o BB, diante da relação desgastada entre Banco do Brasil e Bradesco, o que estimulou as empresas a iniciarem “um novo ciclo”. O mesmo vale para os demais ativos, que devem ser mantidos na sociedade com o Bradesco.

De acordo com a matéria do Estadão, a notícia de que a Alelo, de benefícios, vai começar a atuar no setor adquirência, deixando a irmã Cielo de lado, deu esperanças ao mercado quanto à possível separação dos sócios. Como resultado, a líder das maquininhas viu seu valor aumentar em R$ 1 bilhão na bolsa, para R$ 11,4 bilhões.

“Essa é briga de cachorro grande. O Bradesco é aliado do Guedes e pode ser beneficiado por todas essas mudanças, como mostra o movimento de subida da ação da Cielo nos últimos dias”, avalia Fukunaga.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Banco do Brasil promove terceirização irresponsável, apontam dirigentes sindicais

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Dirigentes sindicais têm apurado, junto aos funcionários do Banco do Brasil, que muitas agências estão operando com correspondentes bancários executando negócios na fila de triagem na sala de autoatendimento e utilizando equipamento do banco internamente para concluir os negócios, desrespeitando uma decisão do próprio sistema financeiro oriunda do Banco Central.

“Infelizmente, no desgoverno Bolsonaro, além da tristeza do aumento do risco de contaminação comunitária e o estimulo à imunização de rebanho, o governo da morte ainda promove a precarização do trabalho bancário com terceirização fraudulenta”, protesta o dirigente sindical e bancário do Banco do Brasil João Maia.

Além disto, em agências da cidade de São Paulo estão contratando trabalhadores terceirizados pra fazer triagem na fila da sala de autoatendimento, o que pode resultar em pressão para oferta de produtos e serviços, caracterizando fraude por desvio de função e precarização de direitos.

Para piorar, estes colegas não recebem da empresa equipamentos de proteção individual contra o coronavírus, e tampouco são contemplados pelos protocolos internos de prevenção. Mas, por outro lado, podem fornecer negócios para o banco.

“Portanto, são tratados como funcionários de segunda classe, com menores salários e menos benefícios. Uma comunidade de castas nas agências do BB. Repudiamos essa prática ignóbil”, afirma o dirigente sindical e bancário do Banco do Brasil Leonardo Diniz

O Sindicato também apurou que, na pandemia, muitas agências do BB em São Paulo operam com dois ou três funcionários no atendimento presencial. E apesar disso, o Banco do Brasil criou plano de demissão pra expurgar mais de 5 mil funcionários, mesmo tendo apresentado lucro de aproximadamente R$ 14 bilhões em 2020.

Para completar, há o notório descaso em não incluir os bancários como prioridade no Plano Nacional de Imunização, apesar de o governo federal ter decretado o serviço bancário essencial. “O desgoverno Bolsonaro não demonstra ter o menor interesse em abrir concurso de admissão no BB para atendimento nas agências, reivindicação enfática e permanente do movimento sindical bancário, desde sempre”, enfatiza João Maia.

Recentemente, houve o chamado “encontro de líderes” no BB, para motivar a tropa nas diversas áreas de varejo, atacado e operacional.

“Mas parece que líderes sem visão estão firmes e fortes na destruição da empresa. A pressão pelo cumprimento de metas é tão absurda que há casos de agências que abriram suas portas sem que os vigilantes estivessem devidamente equipados, aumentando o risco de insegurança para os funcionários e clientes”, denuncia João Maia.

Esta situação foi denunciada pelo Sindicato na Superintendência, Gestão de Pessoas e Gestão de Segurança em São Paulo.

“É preciso, mais que urgentemente, preencher a falta de funcionários com concurso de ingresso no BB e rechaçar a terceirização irresponsável. Todos que trabalham em banco, são bancários e devem ter os mesmos benefícios e direitos, inclusive com treinamento adequado” afirma Leonardo Diniz.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Banco do Brasil pagará R$ 480 milhões em juros sobre o capital próprio

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O Banco do Brasil (BBAS3) aprovou o pagamento de R$ 480 milhões em juros sobre o capital próprio relativos ao segundo trimestre de 2021.

De acordo com o comunicado, o valor por ação será de R$ 0,16851902084, a ser pago em 30 de junho de 2021.

A partir de 14 de junho, as ações passarão a ser negociadas “ex-JCPs”.

Segundo o jornal Valor Econômico, para isso ocorrer, a pasta estuda acabar com os juros sobre o capital próprio (JCP), que as companhias usam para distribuir lucros aos acionistas, gerando benefícios fiscais, e taxar a distribuição de dividendos em 15% no momento inicial e, em seguida, para 20% no segundo momento.

Embora o projeto já tenha sido discutido antes, a Ágora Investimentos afirma que a notícia é negativa para os mercados, especialmente para o setor financeiro.

Fonte: Money Times

Desembolso de crédito rural na safra 2020/21 supera R$ 100 bi, diz BB

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O Banco do Brasil (BB) superou a marca de R$ 100 bilhões de desembolso no Plano Safra 2020/2021, que termina no fim deste mês, com crescimento de 21% em relação ao mesmo período do ano anterior (R$ 82,5 bilhões). Após bater recorde em abril, com R$ 11,2 bilhões, quando a carteira de agronegócios superou R$ 200 bilhões, o BB repetiu o feito no mês de maio com mais um resultado inédito, superior a R$ 12 bilhões.

Para o vice-presidente de Agronegócios do BB, Renato Naegele, esses recordes seguidos tornam palpável o foco estratégico em agronegócios adotado pela empresa na atual gestão. “O BB mais forte no agro é o agro mais forte no Brasil e o Brasil mais forte no mundo”, sintetiza.

O Circuito virtual Agro do BB segue em frente impulsionando os negócios, fomentando o desenvolvimento regional, com o objetivo de levar aos clientes as condições especiais usualmente disponibilizadas nas feiras agropecuárias. A primeira fase do Circuito, ocorrida nos Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, gerou mais de R$ 440 milhões em negócios prospectados.

Nesta segunda etapa, que vai até o dia 11 de junho nas regiões Centro-Oeste e Norte, o produtor tem acesso a novidades exclusivas em seguros, consórcios e financiamentos, além de ações promocionais em diversas modalidades. Vale lembrar que essas condições especiais são válidas para todo o País.

O Circuito ocorre no Broto (broto.com.br), ambiente digital com lives especiais, demonstrações e interação virtual do público com as revendas, montadoras e outros parceiros do agronegócio. Já foram realizadas três lives em maio, nas quais foram debatidos temas de relevância para o setor agropecuário da região Centro Oeste e Norte.

Fonte: IstoÉ Dinheiro

 

Banco do Brasil impulsiona a requalificação para transformação digital

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O Banco do Brasil lançou um movimento interno, chamado de “evolution”, para trazer oportunidades de requalificação profissional, direcionadas para o desenvolvimento de competências digitais, que contribuirão para acelerar a transformação digital e transformar a cultura organizacional, com foco no cliente, inovação e meritocracia.

A primeira e principal ação é a disponibilização, para todos os funcionários, do acesso imediato e ilimitado à maior plataforma brasileira de cursos de tecnologia: a Alura. Por lá e também por meio da Universidade Corporativa Banco do Brasil (UniBB), os funcionários já podem acessar mais de 1,2 mil cursos online, sobre Mobile, Programação, Front-end, DevOps, UX & Design, Data Science e Inovação & Gestão.

“Nada melhor do que juntar todo o potencial arraigado que a UniBB possui com os cursos da Alura. Com o movimento evolution, estamos dando mais um passo na capacitação e no aprimoramento digital dos nossos funcionários”, destaca Avelar Matias, diretor de Gestão da Cultura e de Pessoas do BB.

Como parte das ações planejadas para desenvolvimento de competências digitais, o Banco irá oferecer também bolsas de idiomas, incentivos para graduação, pós-graduação lato sensu, mestrado e doutorado voltados para tecnologia e inovação. E ao longo dos próximos meses, os funcionários terão oportunidades de mentoria, compartilhamento de experiências e hackathons.

3,5 milhões de ações de capacitação

Em 2020, a UniBB promoveu 3,5 milhões de ações de capacitação, realizados por mais de 5 milhões de acessos no Portal UniBB e capacitando 98,36% dos funcionários. A média foi de 65,76 horas de treinamento por funcionário, totalizando 6 milhões de horas.

Somente pelo App UniBB Mobile, foram concluídos 221 mil cursos. Já a Rádio UniBB conta com mais de 1.000 podcasts disponíveis.

Premiações

O Banco do Brasil possui diversos reconhecimentos nacionais e internacionais por suas ações de capacitação e formação do corpo funcional ofertadas por meio da UniBB. Em maio, ela foi eleita a Melhor Universidade Corporativa em Cultura e Tecnologia em 2021 pelo Global CCU (Conselho Global de Universidades Corporativas, que reúne e destaca Universidades Corporativas em todo o mundo). E acumula muitas premiações nos últimos anos:

– Eleita a Melhor Universidade Corporativa do Mundo, em 2015; Melhor Universidade Corporativa do Mundo em Inovação, em 2017, pelo Global CCU; 2ª Melhor Universidade Corporativa, categoria “Abordagem Holística Humana e Digital”, pela Global CCU (2019).
– Top of Mind em 2015, 2016, 2018, 2019 e 2020: Empresa com prática Reconhecida em Educação Corporativa/ e-Learning.
– Learning & Perfomance 2014, 2015 e 2016. Premiação 2017 pelo Programa Certificação de Conhecimentos do BB e , em 2018, pelo Game Desenvolver – Líder de Si Mesmo.
– Educorp, em 2013 e 21014: Melhor Programa de Educação Corporativa. E, em 2016 e 2018: Melhor Case de Universidade Corporativa.
– Cubic Awards, em 2013, como Melhor Programa de Educação Corporativa e, em 2016, como o 2º Melhor Programa de Educação Corporativa do Mundo. E, em 2017, na categoria Excelência no Desenvolvimento da Liderança.
– Prêmio Relatório Bancário 2019: premiação por 4 casos de tecnologias digitais.

Fonte: Banco do Brasil

Presidente do BB quer concurso e órgão pode soltar dois editais

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O concurso do Banco do Brasil está cada vez mais próximo de ter edital publicado. Após as apurações exclusivas do Direção Concursos acerca da realização das provas, outras informações seguem saindo.

O que se sabe é que há grande interesse da alta cúpula da entidade na contratação de empregados na área de TI e escriturário. Para o primeiro cargo, seriam 240 vagas e cadastro de reservas com número igual.

Fonte: Metrópoles

Entenda a tecnologia por trás dos pagamentos no WhatsApp com Ourocard Visa

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O lançamento dos pagamentos pelo WhatsApp no Brasil veio para reforçar a adesão dos brasileiros aos novos meios de pagamentos digitais que trazem mais praticidade, rapidez e conveniência nas transações financeiras. E o Banco do Brasil acredita que a tecnologia de segurança para enviar dinheiro no WhatsApp pode ser um dos fatores propulsores para a adesão dos clientes portadores do Ourocard Visa. Segundo pesquisa recente realizada pela Visa, todas essas características são importantes para os consumidores, mas a segurança é o fator mais relevante para 83% dos pesquisados.

“A adesão dos nossos clientes às soluções digitais que oferecemos é decorrente da confiança construída com o Banco. Levamos inovação, tecnologia, praticidade, e sobretudo, segurança”, afirma Edson Costa, diretor meios de pagamentos e serviços do Banco do Brasil.

No Brasil, as operações de pagamentos no WhatsApp são oferecidas pelo Facebook Pay e processadas pela Cielo. Aos olhos do usuário, a operação de envio de dinheiro acontece de maneira simples e rápida. Por trás de tudo, porém, existem camadas de autenticação, verificação e criptografia que garantem segurança aos dados que transitam na operação.

Os números de cartões, por exemplo, que os usuários cadastram para utilizar a solução de pagamentos no WhatsApp ficam criptografados nos servidores e não são compartilhados com quem recebe o valor. Além disso, o Facebook Pay monitora as transações por um sistema antifraude a fim de evitar atividades não autorizadas.

A proteção biométrica do celular – autenticação digital ou leitura facial – ou o PIN do Facebook Pay adicionam mais uma camada de segurança antes de um pagamento no WhatsApp ser efetuado.

Tecnologia avançada de segurança

A Visa implementou uma combinação de duas tecnologias para o serviço de pagamentos no WhatsApp: o Cloud Token, que protege as transações substituindo informações sensíveis do portador de cartão por um token exclusivo armazenado em segurança na nuvem, e o Visa Direct, que é uma plataforma moderna de enviar e receber dinheiro de forma rápida.

Outras medidas de segurança

Uma recomendação importante para garantir mais segurança é não compartilhar o código de confirmação do WhatsApp, o PIN de seis dígitos do Facebook Pay ou o código de verificação do sistema. Ativar a confirmação de duas etapas e deixar a foto de perfil visível apenas para contatos são medidas simples que evitam clonagem da conta do WhatsApp.

Se o celular for roubado, o criminoso não conseguirá saber a numeração do cartão cadastrado, já que os dados estão criptografados. O cliente do BB que passar por esta situação deve solicitar o bloqueio do cartão nos canais de atendimento do Banco do Brasil.

Mais informações em bb.com.br/paguecomwhatsapp

Fonte: Banco do Brasil

Fitch reafirma rating do Brasil em “BB-” com perspectiva negativa

Publicado em: 28/05/2021

A agência de classificação de risco Fitch reafirmou nesta quinta-feira (27) o rating do Brasil em “BB-“, com uma perspectiva negativa para a nota.

Em comunicado, a empresa explica que os ratings do Brasil “são sustentados por sua grande e diversificada economia, alta renda per capita em relação aos pares e capacidade de absorver choques externos sustentados por sua taxa de câmbio flexível, desequilíbrios externos moderados, reservas internacionais robustas e profundo mercado interno de dívida governamental”.

Por outro lado, pesa contra o país as grandes necessidades de financiamento e o endividamento do governo, além de uma estrutura fiscal rígida, potencial de crescimento econômico fraco e um cenário político difícil, que impede o progresso oportuno nas reformas fiscais e econômicas.

Já a perspectiva negativa reflete os riscos para a consolidação fiscal e recuperação econômica necessária para a estabilização da dívida pública de médio prazo após a forte deterioração das contas fiscais do Brasil e da carga da dívida pública em 2020.

A Fitch cita ainda preocupações com a evolução da pandemia do coronavírus, o processo de vacinação e as consequências econômicas desse cenário.

“As pressões sobre os gastos públicos persistem e o apoio fiscal adicional para enfrentar as consequências da pandemia não pode ser descartado. Fragilidades fiscais contínuas, bem como vencimentos de dívidas encurtados, tornam o Brasil vulnerável a choques”, diz a agência.

Fonte: Infomoney

Banco do Brasil e Bradesco tentam superar crise com vai e vem do banco público

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Os sócios Bradesco e Banco do Brasil tentam aparar arestas e superar a crise sem precedentes desencadeada pelas constantes mudanças no comando do banco público no governo de Jair Bolsonaro que, na semana passada, levaram à inesperada saída do presidente da Cielo, apurou o Broadcast. Amarrada por vários ‘elos’ no setor de pagamentos, a sociedade passou a enfrentar mais volatilidade por unir um ente privado e outro público, que mudou de posicionamento em relação ao negócio com o embarque da equipe de viés mais liberal do ministro Paulo Guedes. De lá para cá, houve tentativas malsucedidas de desinvestimentos, dentre eles a empresa de maquininhas, e novas trocas de rotas para o negócio.

Bradesco e Banco do Brasil são sócios em sete empresas. Os negócios estão agrupados na holding Elopar, com exceção da Cielo. A sociedade de 26 anos teve início em 1995, no primeiro ano do governo Fernando Henrique Cardoso, justamente com a criação da Cielo, chamada de VisaNet, na época. De lá para cá, os negócios se multiplicaram, principalmente no fim do primeiro mandato da ex-presidente Dilma Rousseff. A justificativa era explorar ganhos de sinergia para ambos os sócios.

A chegada da turma de Guedes, com a promessa de desinvestimentos e redução da máquina pública, colocou a sociedade entre Bradesco e BB na berlinda. O mandato do economista Rubem Novaes, primeiro escalado para tocar o BB na gestão do presidente Jair Bolsonaro, trazia a determinação de venda de ativos como a Cielo, o que gerou custos para estruturar o desmonte sugerido pelo sócio – e cansaço no Bradesco, relatam fontes, na condição de anonimato.

O assunto esteve na pauta da primeira conversa entre o novo presidente do BB, Fausto Ribeiro, com o do Bradesco, Octavio de Lazari. Os dois teriam se encontrado no mês passado, durante passagem do executivo do banco público por São Paulo, diz uma fonte próxima. Um encontro também teria ocorrido com o chairman do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco Cappi.

Dentre os temas debatidos, conforme fontes, os sócios teriam conversado sobre a crise na relação e os gastos gerados com a avaliação dos ativos devido à vontade do BB de se desfazer da sociedade e sair das empresas. Espécie de ‘shake hands’, acerto entre os sócios, o encontro serviu de pontapé para a reformatação da parceria.

Sócios devem desistir de venda da Cielo

Diante de uma relação desgastada, Bradesco e BB tentam, agora, iniciar um novo ciclo, relatam fontes próximas aos sócios. A ideia de vender a Cielo, que chegou a atrair interessados para a fatia do banco público, por exemplo, foi descartada. Agora, o negócio voltou a ser visto como essencial para o BB, segundo essas fontes. O mesmo vale para os demais ativos, que devem ser mantidos na sociedade com o Bradesco. A prioridade, dizem, é explorar maiores ganhos dos negócios já selados.

A notícia de que a Alelo, de benefícios, vai atuar começar a atuar n setor adquirência, deixando a irmã Cielo de lado, porém, deu esperanças ao mercado quanto à possível separação dos sócios. Como consequência, a líder das maquininhas viu seu valor aumentar em R$ 1 bilhão na bolsa, para R$ 11,4 bilhões. Fontes próximas aos sócios reforçam: a chance de uma separação e desinvestir a Cielo no curto prazo é tipo ‘zero’.

O desgaste entre os sócios Bradesco e BB ficou claro com o pedido de renúncia do presidente da Cielo, Paulo Caffarelli, na semana passada. O executivo, que construiu carreira no BB e foi secretário da Fazenda na gestão da ex-presidente Dilma Rousseff, não era visto como um aliado do Planalto e vice-versa. Diante de várias tentativas para removê-lo do cargo, conforme revelou o Broadcast, ele pediu para sair, evidenciando ainda mais a pressão política do governo Bolsonaro sobre as empresas estatais.

Apesar da ânsia do Centrão pelo cargo, foi escolhido o vice-presidente da Cielo, Gustavo Sousa, para suceder Caffarelli. A indicação vem a reboque de uma tentativa do governo Bolsonaro, sob as mãos do PP, presidido por Ciro Nogueira, de emplacar o presidente do Desenvolve-SP, Nelson de Souza, para a adquirente. Seu nome, porém, foi rechaçado pelo Bradesco, cujo mandato é barrar qualquer indicação política nas empresas em sociedade com o BB, de acordo com fontes.

“Há um desgaste na relação. Em 25 anos de parceria, nunca o Bradesco recebeu pedido político para absorver alguém. Antes, o Banco do Brasil resolvia isso nas suas empresas”, diz uma fonte próxima aos sócios, que prefere o anonimato.

Sem sucesso na Cielo, outra revela, haver ainda um esforço de colocar Nelson de Souza, que presidiu a Caixa e o Banco do Nordeste, em alguma posição de destaque no BB para agradar ao PP. Em meio a questionamentos sobre indicações políticas para as coligadas do BB, o novo presidente do banco tem dito a aliados que sua gestão vai priorizar perfis técnicos.

Consultoria de recrutamento deve ajudar escolher candidatos

Seu posicionamento, afirma um deles, é fazer processos oficiais para preencher cargos de liderança nas empresas coligadas. Assim, Bradesco e BB consideram fazer uma seleção formal, antes de bater o martelo para o comando definitivo da Cielo, dizem duas fontes. A ideia é contratar uma consultoria internacional de peso como Spencer Stuart ou Korn Ferry para colocar um executivo de “primeira linha” no comando da empresa de maquininhas. O nome de Gustavo Souza, dizem, estará nesse processo, cujo objetivo é identificar um perfil jovem e antenado à tecnologia para capitanear a transformação da Cielo, alvo de forte ataque da concorrência.

“O foco é fortalecer, reconstruir a parceria. Os sócios querem resgatar o que tinham, uma parceria estratégica entre as duas instituições”, diz uma fonte próxima a um deles.

Do lado das indicações de executivos, apesar do desgaste na relação com o Bradesco, o BB tenta retomar os bons tempos, em que ambos não entravam em bolas divididas, e deixar o passado para trás. Como a nova gestão trocou toda a alta cúpula, negocia com o sócio posições para reacomodar executivos que não se aposentaram.

Um deles é o atual presidente da BB Seguridade, Marcio Hamilton. Depois de ter sido preterido para cargos de liderança nas empresas dos sócios, ele deve assumir a cadeira de vice-presidente de finanças (CFO, na sigla em inglês) na bandeira Elo, sociedade de BB, Bradesco e Caixa, de acordo com duas fontes, auxiliando em sua abertura de capital. Outro nome que circula nos bastidores é o do ex-vice-presidente de tecnologia do BB, Gustavo Fosse. Especula-se que ele vá para a Cielo. Falta, ainda, bater o martelo.

Cansado do vai e vem do governo Bolsonaro e os reflexos nos negócios em sociedade com o BB, o Bradesco tem sido taxativo e dito não a quaisquer nomes com sinais de indicação política, afirma uma fonte. “Esse governo decepcionou”, diz.

Os desdobramentos da parceria entre Bradesco e BB têm sido acompanhados de perto por analistas de mercado, que demonstram ceticismo quanto ao futuro do casamento depois da crise instalada pelos liberais. A troca de comando na Cielo só fez jogar lenha na fogueira. “Que a relação está desgastada é fato, mas qual a solução? Essa é a questão”, afirma um deles, na condição de anonimato.

Outro, que também prefere não ser mencionado, questiona a situação da Cateno, empresa que faz a gestão da operação de cartões do BB e que foi comprada pela Cielo. “É um imbróglio”, diz.

Na gestão de Rubem Novaes, a venda da Cateno, feita durante o governo da ex-presidente Dilma Rousseff, era considerado um erro. Essa posição também já havia sido defendida por alguns executivos no fechamento do negócio. De lá para cá, porém, a empresa vem perdendo importância com o avanço dos meios de pagamentos e em meio à transformação tecnológica do setor com a chegada do Pix, open banking.

Para a administração atual do BB, de acordo com uma fonte, não faz sentido investir na Cateno. Nesse sentido, conversas de troca de ações da empresa por papéis da Cielo, que chegaram a ocorrer em um passado recente, foram deixadas de lado.

Procurado, o Bradesco afirmou que a parceria com o Banco do Brasil é “uma referência de sucesso”. “Consideramos que o momento requer foco e união para o enfrentamento dos relevantes desafios do mercado”, acrescentou.

Já o BB disse que tem uma “sólida parceria” com o Bradesco, que “sempre resultou em produtos e serviços de alta qualidades para seus clientes e ótimos resultados para os sócios”. “O Banco do Brasil acredita na parceria, certo que ela continuará contribuindo para o fortalecimento das duas instituições, para a geração de negócios sustentáveis e para a melhoria continua da experiência dos clientes”. A Cielo não se manifestou.

Fonte: Estadão

 

Após conseguir fundo de R$ 230 bilhões, Centrão quer vagas da diretoria do BB

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Três anos após assumir o comando do maior fundo de pensão do país, José Maurício Pereira Coelho anunciou na terça-feira sua renúncia à presidência da Previ, como antecipou o colunista do GLOBO Lauro Jardim. O executivo deixará o posto a partir de 14 de junho .

A mudança na cúpula da fundação é resultado de uma ação dupla. Ela reflete a pressão cada vez maior do Centrão por cargos, o que deflagrou no governo uma operação para abrir vagas para acomodar indicações políticas em instituições como Banco do Brasil (BB) e Caixa e nos conselhos das empresas nas quais esses bancos e fundações têm assento.

Além disso, é um retrato da interferência do presidente Jair Bolsonaro , que teria determinado uma “ limpeza ” para excluir nomes que tivessem qualquer vínculo com governos anteriores.

O Planalto já teria solicitado, inclusive, segundo fontes, uma lista dos indicados para vagas em conselhos onde estatais e fundos ocupam um dos assentos.
Estatuto é trava para indicações

No caso da Previ, a estratégia do Centrão é ganhar cargos com uma espécie de dança das cadeiras que teria início após a saída de José Maurício, o que abriria vagas no BB. A ideia seria deslocar um vice-presidente do BB para a Previ e preencher a vaga com uma indicação política, segundo fontes a par da discussão.

Desde a nomeação de Fausto Ribeiro para a presidência do banco, no fim de março, o senador Flávio Bolsonaro (sem partido-RJ) passou a ser apontado por fontes políticas e por servidores de carreira da instituição como um dos políticos mais influentes no Banco do Brasil. Flávio é citado nos bastidores como um político próximo a Ribeiro e ao novo vice-presidente de agronegócios, Renato Naegele, embora este negue a interlocutores que conheça o filho do presidente.

Fonte: Valor Investe e Portal IG

 

Ação Civil Pública em favor dos caixas do BB avança na Justiça do Trabalho

Publicado em: 27/05/2021

A administração do Banco do Brasil não ofereceu nenhuma proposta de acordo durante a audiência de conciliação que aconteceu na quarta-feira (19) sobre a Ação Civil Pública ajuizada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) pedindo que o BB se abstivesse de suprimir as funções e respectivas gratificações de seus caixas executivos.

A advogada da Contraf-CUT, Renata Cabral, do escritório Crivelli Advogados, afirmou que a entidade que representa os funcionários “como sempre” estava disposta a negociar com a direção do banco, contanto que os direitos dos trabalhadores fossem abarcados.

“Mas o banco não apresentou nenhuma proposta e não teve possibilidade de acordo na audiência”, explicou. Com isso, o juiz Antônio Umberto de Souza Junior, da 6ª Vara do Trabalho de Brasília, acabou encerrando a audiência de conciliação e marcou para o dia 23 de agosto a próxima etapa que será a audiência de instrução.

Em fevereiro, a Contraf-CUT entrou com uma Ação Civil Pública pedindo à Justiça do Trabalho que o Banco do Brasil fosse impedido de extinguir a função e a gratificação dos caixas executivos, previsto no Plano de Reestruturação divulgado em janeiro.

O juiz da 6ª Vara do Trabalho de Brasília deferiu a tutela de urgência requerida pela Contraf-CUT, decisão em plena vigência.

No Plano de Reestruturação, a administração do BB determinava que todos os caixas executivos migrassem de suas funções, voltando à função de escriturários. Quando necessário, poderiam atuar como caixas, recebendo a gratificação apenas pelos dias trabalhados nessa função.

“O banco, mais uma vez, usa a tática de individualizar uma discussão que é coletiva, que é nacional e técnica, ao querer propor trazer testemunhas para dizer o quanto o banco é generoso ao ofertar vaga, que há um processo seletivo que permite ascensão e que as pessoas sejam realocadas, mesmo sabendo nós que, no fundo, o banco cortou a gratificação de caixa”, observa o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), João Fukunaga.

“Se olharmos, mais ainda, é terrível essa proposta do banco de reestruturação, uma vez que atinge boa parte dos caixas que estavam em home office. Então, a partir do momento em que a reestruturação foi imposta, os funcionários estão sem a gratificação de caixa, porque eles não abrem o caixa e não tem perspectiva de promoção.

Essa crueldade do banco, querem transformar, dizendo que o banco é supergeneroso, mas nós sabemos que a reestruturação não teve nada disso”, completa o coordenador da CEBB.

Na decisão em favor da Contraf-CUT, o magistrado Antônio Umberto de Souza Junior destacou que o Banco do Brasil tem o direito de definir o número de empregados em cada função, mas não de “promover tamanha insegurança jurídica e financeira, deixando de ter o caixa interino qualquer noção do que efetivamente receberá pelo mês trabalhado, dependendo do fluxo de clientes e dos humores ou bom senso de seu superior hierárquico”, explicou.

Ainda segundo o juiz, a tutela para suspender a alteração nos contratos de trabalho dos caixas, parte da Reestruturação, foi conferida porque existe Instrução Normativa do banco e norma coletiva, se referindo ao Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2020/2022, conquistado com a mobilização sindical e que garante uma série de proteção aos funcionários do BB. O magistrado ponderou ainda que as soluções para ganhos de eficiência, argumento principal da direção do BB no Plano de Reestruturação, não podem simplesmente menosprezar os aspectos humanos e humanitários, menos ainda os direitos fundamentais sociais como são os direitos trabalhistas.

Fonte: Rondônia Dinâmica

Banco do Brasil divide vice-presidência de Agronegócios e Governo

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O Banco do Brasil (BB) informou nesta segunda-feira (24/5), em comunicado ao mercado (leia a íntegra no fim desta matéria), que resolveu dividir a vice-presidência de Agronegócios e Governo em duas.

A vice-presidência de Governo e Sustentabilidade Empresarial será comandada por Antônio José Barreto de Araújo Júnior. Já a de Agronegócios será chefiada por Renato Luiz Bellinetti Naegele.

Em consonância, uma série de vice-presidentes renunciaram após a saída de Brandão.

No comunicado, o banco informa também sobre a eleição de três diretores. São eles Adelar Valentim Dias, para o ocupar a posição de diretor de Controles Internos; Éder Luiz Menezes de Faria, como diretor de Suprimentos, Infraestrutura e Patrimônio; Paulo Augusto Ferreira Bouças, para diretor de Governo.

Fonte: Metrópoles

BB acredita na aderência em massa ao pagamento no WhatsApp

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Lançada no último dia 4 de maio, a solução de pagamentos no WhatsApp pode se tornar uma das formas de pagamentos mais utilizadas pelos brasileiros. Segundo pesquisa da Visa, 79% dos portadores de cartões da bandeira têm interesse em realizar transações financeiras pelo WhatsApp.

Edson Costa, diretor de meios de pagamentos e serviços do Banco do Brasil, avalia que o uso do WhatsApp para enviar e receber dinheiro será um sucesso no Brasil: “Acredito que teremos uma aderência significativa dos nossos clientes, por se tratar de mais uma facilidade com a tecnologia e segurança que o Banco do Brasil oferece. Estamos atuando na habilitação desse novo recurso de forma gradual. Nossa expectativa é que, em até dois meses, todos os 15 milhões de clientes que possuem um cartão Ourocard Visa já estejam aptos a utilizar a solução”.

O BB está convidando seus clientes portadores dos cartões Ourocard Visa a conhecerem e experimentarem a novidade. Considerando a fase restrita de expansão de usuários, a solução está sendo disponibilizada de forma gradual para os clientes, com envio de notificação no app BB, informando que o pagamento no WhatsApp já está disponível para a habilitação pelo cliente. No momento, estão sendo enviados em média 15 mil convites por dia – número que tende a aumentar nas próximas semanas.

Os usuários já podem se preparar e realizar a atualização do app para a versão mais recente do WhatsApp. Assim, conseguirão utilizar a solução quando receberem o convite.

Quem já recebeu o convite deve adicionar o cartão Ourocard Visa na função de Pagamentos no WhatsApp. O cadastramento é simples:

1- Abra a conversa com o contato para o qual você deseja enviar o dinheiro e, em seguida, toque em Anexar > Pagamento.
2- Toque em CONTINUAR na tela do Facebook Pay e, em seguida, selecione CONTINUAR para aceitar os termos e as políticas de privacidade atrelados ao uso da funcionalidade de pagamentos no WhatsApp.
3- Crie uma senha (PIN) de 6 dígitos para o Facebook Pay e faça sua confirmação. Também é possível optar pelo uso da biometria.
4- Insira nome, CPF, demais dados cadastrais e toque em AVANÇAR.
5- Adicione os dados do seu cartão Ourocard Visa, incluindo o número do cartão, a data de validade e o código CVV.
6- Faça e verificação do seu cartão e pronto! Você já pode fazer o envio do seu pagamento.

Viralização

Outra forma de ter acesso ao recurso de pagamentos no WhatsApp, sem precisar aguardar o convite, é recebendo um pagamento de uma pessoa que já esteja utilizando a solução. Para aceitar o pagamento, o recebedor já pode efetuar o cadastramento do cartão e começar a realizar pagamentos para outros contatos logo em seguida.

Mais informações em bb.com.br/paguecomwhatsapp.

Fonte: Banco do Brasil

Banco do Brasil promove 2ª etapa do Circuito Agro até 11 de junho

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O Banco do Brasil realiza, até 11 de junho, a segunda etapa do Circuito Virtual Agro de 2021, nas regiões Centro-Oeste e Norte, para levar aos clientes as condições especiais usualmente disponibilizadas nas feiras agropecuárias. A primeira fase do Circuito, ocorrida nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, gerou mais de R$ 440 milhões em negócios prospectados.

O BB vem ampliando sua estratégia de atendimento e oferta de soluções ao agronegócio, com soluções digitais, assessoria e especialização. O movimento reforça a experiência do cliente, com conveniência e comodidade e impulsiona o acesso à inovação e às transformações do setor. Nesse sentido, foi elaborada uma nova ambientação das feiras, com a realização 100% digital de negócios, atrativos e conteúdos especiais, além de condições vantajosas para aquisição de máquinas e implementos agrícolas.

Os eventos ocorrem na plataforma Broto, solução lançada no início da safra 2020/21 e aprimorada constantemente para ampliar o acesso para aquisição de produtos e serviços agropecuários, ferramentas digitais para toda a cadeia produtiva e a consultoria ao produtor rural.

O diretor de Agronegócios BB, Antônio Chiarello, destaca que nesta etapa a ação ganha reforço com mais fornecedores cadastrados na plataforma ofertando suas soluções aos produtores rurais. “A realização de circuitos regionais permite a troca de experiências, compartilhamento de inovações e tecnologias e a discussão de temas relevantes voltados para a diversidade do agro em todas as regiões do País. A próxima etapa do Circuito Virtual conta com novidades como as categorias de produtos de energia renovável, armazenagem e irrigação, bem como empresas voltadas para inovação no campo”.

Para Rodrigo Caramez, CEO da Brasilseg, a segunda etapa do Circuito Virtual é cercada de grandes expectativas. “O Broto segue evoluindo rapidamente, oferecendo novas alternativas para ajudar os produtores rurais a potencializarem seus resultados e proteger sua operação. Além de ampliar constantemente o leque de soluções, produtos e serviços através de novos parceiros, temos avançado na geração de conteúdo para o setor, e nos investimentos em tecnologia que suportam a plataforma. Quem visitar a etapa Centro-Oeste e Norte encontrará um ecossistema ainda mais conectado e relevante”, explica.

Circuito Virtual Centro-Oeste e Norte

Como ocorreu no primeiro Circuito, o produtor terá acesso a novidades exclusivas em seguros, consórcios e financiamentos, além de ações promocionais em diversas modalidades, nesta segunda etapa. Vale lembrar que essas condições especiais são válidas para todo o País.

O evento conta com lives especiais, demonstrações virtuais e promove a interação virtual do público com as revendas, montadoras, parceiros do agronegócio e funcionários do BB.

31/05 – Tendências do Agronegócio do MT

02/06 – Cenários do Agronegócio do MS

04/06 – Energias Renováveis

07/06 – Viagem AGRO – Rondônia, Acre, Amazonas e Roraima

10/06 – AGRO 4.0 – Produtividade e Sustentabilidade – Amapá e Pará

A programação virtual do BB voltada ao público agro segue até o mês de outubro, quando ocorre a 2ª Feira Virtual Agro.

Fonte: Banco do Brasil

 

Banco do Brasil abre crédito para empreendedores; veja condições

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O Banco do Brasil está com uma linha de crédito especifica para empreendedores informais que pode ser solicitada pelo celular, chamada Microcrédito Produtivo Orientado (MPO). Esse empréstimo pode variar entre R$ 1 mil e R$ 21 mil e o pagamento pode ser parcelado entre 5 e 18 prestações.

A ideia do banco é ajudar o empreendedor com dinheiro para capital de giro, ou para compra de equipamentos, móveis, ferramentas e demais itens necessários ao funcionamento da atividade.

Entre as exigência do banco, o empreendedor deve ser:

– Informal, ter renda bruta mensal de até R$ 30 mil;

– Ser Microempreendedor Individual (MEI), com faturamento anual de R$ 81 mil;

– Ter Microempresa, com lucro de até R$ 360 mil ao ano;

– Apresentar garantia pessoal de terceiros (em alguns casos a garantia pode ser dispensada);

– O endividamento no Sistema Financeiro Nacional (SFN) não pode exceder R$ 80 mil, excetuando-se desse limite as operações de crédito habitacional.

No primeiro pedido, o empreendedor deve comparecer em uma das agências do Banco do Brasil para solicitar o empréstimo e assinar documentação como o Termo de Adesão, Cláusulas Gerais. Mas, caso esse tipo de empréstimo já tenha sido solicitado anteriormente, o interessado consegue a liberação do dinheiro diretamente pelo aplicativo do banco, ou em algum canal de atendimento do BB.

Fonte: IstoÉ Dinheiro

Troca no comando da Cielo reflete tensão entre Banco do Brasil e Bradesco

Publicado em: 21/05/2021

A renúncia do presidente da Cielo, Paulo Caffarelli, após quase três anos no cargo, ocorreu em meio a um desgaste crescente entre os sócios Banco do Brasil e Bradesco, apurou o Estadão/Broadcast. O anúncio, feito na noite de quarta-feira, foi mal recebido no mercado, em meio à sensação de que a reestruturação, até então em curso, vai atrasar, prejudicando ainda mais a líder das maquininhas.

Pesou na decisão do executivo a difícil relação entre o Bradesco e o Banco do Brasil, disseram três fontes, na condição de anonimato. A permanência de Caffarelli na presidência da Cielo era exatamente um dos vetores de estresse entre os sócios.

Isso porque o governo, que controla o BB, não queria o executivo no cargo por enxergá-lo como um nome alinhado ao PT, por conta de seu histórico profissional, a despeito de ter presidido o banco público somente na presidência de Michel Temer, após o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff.

A insatisfação do Planalto não vem de hoje. Desde o começo do novo governo, há uma força-tarefa para limar aqueles considerados petistas nas empresas públicas e coligadas.

A Cielo não ficou de fora. Nos bastidores, comenta-se que foram feitas três tentativas para tirar Caffarelli da presidência da companhia. Na primeira, o até então presidente do BB, Rubem Novaes, impediu. Na segunda, foi a vez do Bradesco, que trouxe o executivo para o cargo, entrar em ação.

Já a terceira tentativa estava em curso, dizem as fontes. O nome de um possível substituto para presidir a empresa seria o do presidente do banco Desenvolve-SP, Nelson de Souza, que teria o apoio do Centrão.

O Bradesco, porém, teria rejeitado, em um esforço de blindar seu negócio de maquininhas de pressões políticas.
Diante do desgaste entre os sócios, Caffarelli teria comunicado sua intenção de deixar o cargo, relataram as fontes. A medida evitaria, assim, explicam, uma fritura pública, que se tornou uma espécie de praxe no governo Bolsonaro.

Uma fonte próxima a Caffarelli afirmou que permanecer na Cielo era “insustentável” para o executivo, visto que ele não desfrutava mais de apoio político. “Era uma situação difícil. O desgaste foi muito grande”, afirmou, na condição de anonimato.

Caffarelli chegou à Cielo a convite do Bradesco, após deixar o comando do BB, no fim da gestão Temer, em novembro de 2018. O executivo capitaneou uma reestruturação na companhia, com o corte de custos e mudança de foco, voltando-se ao varejo, que é mais rentável.

Em paralelo, tentava reposicionar a líder das maquininhas em um cenário de elevada competição e inovação tecnológica. No meio do caminho, teve de lidar com a pandemia, que afetou diretamente o varejo.

“A saída de Caffarelli no meio da reestruturação é ruim. A sinalização que tenho é a de que a reestruturação vai demorar muito mais do que o esperado”, disse o diretor de renda variável da Eleven Financial, Carlos Daltozo.

Para outro especialista, a saída do executivo pode sinalizar uma “mudança dos rumos da companhia”, fechando um eventual ciclo de uma empresa listada em Bolsa, com dois controladores. Ele lembra que a estrutura societária da Cielo “precisa e está sendo repensada”.

Procurada, a Cielo não comentou. O Bradesco afirmou que se trata de uma decisão pessoal do executivo e que o banco respeita. O BB não se manifestou.

Fonte: Estadão

Após trocar alta cúpula, novo presidente do BB prepara mudanças em seguros e na Previ

Publicado em: 20/05/2021

O novo presidente do Banco do Brasil, Fausto Ribeiro, concluiu, ao menos por ora, as principais mexidas na alta cúpula da estatal com o anúncio de mais três novos vice-presidentes, na noite de ontem. O executivo parte, agora, para as empresas coligadas, como o fundo de pensão dos funcionários, a Previ, e a holding de seguros, a BB Seguridade, apurou o Estadão/Broadcast.

A expectativa, de acordo com fontes, é de que as mudanças sejam anunciadas em breve. Os nomes dos futuros indicados estão em processo de escolha. No caso da BB Seguridade, o atual presidente, Marcio Hamilton, deve deixar a cadeira e ir para alguma empresa do banco na área de cartões. Uma das possibilidades, dizem, é a Livelo, de fidelidade, da qual o banco público é sócio com o Bradesco.

O presidente da Previ, José Maurício Coelho, também será trocado. ‘Zé’, como é conhecido, está no cargo desde 2018 e seu mandato termina apenas em maio do ano que vem. A troca, porém, deve ocorrer antes disso, conforme fontes. Ainda não há, afirmam, uma definição quanto ao nome de seu substituto.

No BB, as principais mudanças foram concluídas. Nesta semana, mais três novos vice-presidentes foram anunciados, confirmando nomes já antecipados pelo Estadão/Broadcast. Na nova gestão, a alta cúpula do banco será maior, voltando ao que era antes do desembarque dos liberais no conglomerado. A vice-presidência de agronegócios e governo foi desmembrada em duas, como era antigamente. Assim, o BB passa a ter oito no lugar de sete vice-presidentes.

Banco do Brasil pode ter mais uma vice-presidência

E esse número ainda pode ser ampliado novamente, afirma uma fonte próxima ao banco, na condição de anonimato. Em estudo pela atual gestão, estaria a possibilidade de recriar a vice-presidência de negócios, que foi integrada à de tecnologia e de varejo na gestão do economista Rubem Novaes. O banco voltaria, assim, a ter nove vice-presidências, como no passado. Esse movimento, porém, deve ficar mais para frente, afirmam duas fontes, ao Estadão/Broadcast.

E esse número ainda pode ser ampliado novamente, afirma uma fonte próxima ao banco, na condição de anonimato. Em estudo pela atual gestão, estaria a possibilidade de recriar a vice-presidência de negócios, que foi integrada à de tecnologia e de varejo A diretora de clientes pessoas físicas do BB, Carla Nesi, é cotada para a futura vice-presidência, diz uma delas. Como é próxima de Ribeiro, seu nome tem sido considerado também para outros cargos. Dentre eles, citam o da presidência da BB Seguridade, conforme informações que circulam nos corredores do banco.

Quanto aos executivos da antiga gestão e que não se aposentaram, a expectativa, segundo fontes, é de que sejam remanejados. Nessa lista, estão o presidente da BB Seguridade, Marcio Hamilton, Gustavo Fosse, de tecnologia, e João Pinto Rabelo Júnior, de agronegócios e governo. Uma fonte diz que Fosse poderia reforçar o time da Cielo, da qual o BB também é sócio com o Bradesco.

Diretorias do Banco do Brasil ficaram vagas

Em contrapartida, há uma série de diretorias que ficaram vagas com as promoções dos executivos às vice-presidências. Nessa lista, estão as áreas de governo, suprimentos, controles internos e varejo. Também falta definir um novo presidente para o argentino Patagônia, controlado pelo BB, para a BB Consórcios e para a BBTS, empresa de tecnologia do banco. Com as mudanças anunciadas ontem, outra vaga que abriu foi de assessor especial da presidência.

No caso da BB Consórcios, que Ribeiro tocava antes de ser indicado ao posto máximo do conglomerado, cogita-se que o executivo da área de pagamentos do banco Rodrigo Vasconcelos ocupe o cargo. O Broadcast antecipou seu nome no fim de abril.

Em sua primeira aparição pública, o novo presidente do BB disse que sua gestão prioriza funcionários de carreira do banco, ou seja, ‘pratas da casa’. “Eu acredito que o nível de excelência de um profissional que requer no BB é uma gestão bem técnica. A própria governança do banco exige comportamento técnico”, afirmou, na semana passada, em conversa com a imprensa. Na sequência, ao falar a analistas e investidores, reforçou o discurso, evidenciando os talentos internos.

“Um profissional do banco tem as mesmas condições ou até mais (em relação a um profissional de fora) porque conhece a calibragem e também pode fazer uma gestão transformadora, acelerar e atingir mais rapidamente os resultados”, disse.

Procurado, o BB não se manifestou a respeito.

Fonte: Estadão

Com Temer e Bolsonaro, banco público empresta menos, e privado lidera alta

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Os bancos privados lideram o crescimento dos empréstimos no país desde 2017, enquanto os bancos públicos comerciais, sem levar em conta os de desenvolvimento (como BNDES), tiveram queda em sua oferta de crédito entre 2016 e 2019, nos governos Temer e Bolsonaro. Nos últimos cinco anos, os bancos públicos só tiveram alta no volume de empréstimos em 2020, ano da pandemia, mas ainda foi bem menor que os privados (12,1% x 20,5% de crescimento). Os dados são do Banco Central (BC).

Em 2019, por exemplo, os bancos privados aumentaram a concessão de empréstimos em 15,3%, enquanto os públicos cortaram em 0,5%. Especialistas afirmam que o encolhimento dos bancos governamentais coincide com a mudança da política econômica do país, que começou na gestão Michel Temer (PMDB) e foi aprofundada com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Em 2015, o saldo total de empréstimos foi de R$ 3,2 trilhões. Desse total, R$ 1,8 trilhão correspondia aos bancos públicos e R$ 1,4 trilhão aos privados. Em 2020, dos R$ 4 trilhões do volume de crédito, os privados somaram R$ 2,2 trilhões, um aumento de 56%, e os públicos mantiveram os mesmos R$ 1,8 trilhão.

Procurado, Temer afirmou que não se manifestaria sobre o assunto. O Ministério da Economia declarou que o esforço de desregulamentação e de inovações no mercado financeiro, com melhora nas regras para concessão de garantias nas operações de crédito, possibilitou que os bancos privados pudessem sustentar a retomada da economia.

Compare a variação percentual de empréstimos em bancos públicos e no gráfico a seguir:


Nos governos petistas, os bancos públicos eram estimulados a conceder empréstimos para impulsionar o crescimento econômico e receberam muito dinheiro da União para fazer isso.

Os economistas que assessoravam os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff acreditavam que o estímulo ao consumo geraria riquezas para o país.

Empréstimos de bancos públicos caíram com aumento dos calotes

Desde 2012, com o aval do governo, os bancos públicos adotaram a política de reduzir os juros dos empréstimos para forçar o setor privado a reduzir as taxas. A estratégia garantiu ao Banco do Brasil e à Caixa as posições de primeiro e segundo maiores bancos no mercado de crédito.

Entretanto, essa política levou ao aumento dos calotes, obrigou os bancos públicos a reduzir a oferta de crédito e aumentar as taxas cobradas a partir de 2015.

Após Dilma, bancos públicos devolveram dinheiro à União

O economista Luis Miguel Santacreu, analista do setor bancário da agência de classificação de risco Austin Rating, declarou que após o impeachment de Dilma Rousseff, os bancos públicos iniciaram a devolução dos aportes de capital feitos pela União. Segundo ele, esse processo levou a uma redução na oferta de crédito.

“Os bancos públicos foram turbinados para crescer e ofertar mais crédito durante os governos do PT. Eles estavam muito alavancados e precisaram devolver dinheiro para o governo. Mas essa realidade mudou a partir de 2020, com a pandemia. Os bancos públicos voltaram a emprestar mais com o empoçamento do crédito no início da pandemia [os bancos privados não estavam liberando dinheiro]”, diz Luis Miguel Santacreu.

Por outro lado, os bancos privados reforçaram a oferta de crédito com garantias para empresas e para as famílias.
Com isso, cresceram na oferta de empréstimos como o consignado, com desconto em folha, e aumentaram a atuação no crédito imobiliário e agrícola, liderados por Caixa e Banco do Brasil respectivamente.

Fundamental é ter crédito, não importa se público ou privado

Qual o impacto para a economia, e o que é melhor para o país: ter mais crédito de bancos públicos ou privados?
Segundo Luis Miguel Santacreu, historicamente, os bancos privados mantêm a dianteira do crescimento total de empréstimos. Essa liderança, afirmou o economista, só foi conquistada pelos bancos públicos quando o governo Dilma Rousseff adotou uma política para estimular a economia e tentar derrubar os juros na marra.

“Independentemente de quem é o líder, o importante é que o governo estimule uma agenda para redução estrutural dos juros, com reformas microeconômicas e com a reforma tributária. O BC tem estimulado a competição com a entrada de novos participantes no mercado, que são as fintechs. Isso é importante, e não se a liderança do crédito é dos públicos ou dos privados”, afirma Santacreu.

Crescimento do crédito em 2021 depende da pandemia

O economista Carlos Eduardo de Freitas, ex-diretor do BC, declarou que a retração da oferta de crédito dos bancos públicos a partir de 2016 coincide com a troca de governo. Apesar disso, ele disse que, em períodos de crise econômica, os bancos públicos voltam a ter um papel na oferta de crédito porque os privados tendem a fechar a torneira para analisar a situação.

Segundo Freitas, o crescimento do mercado de crédito em 2020 foi impulsionado por renegociações realizadas ao longo do ano passado, e os bancos públicos foram os primeiros a iniciar a oferta de empréstimos durante a crise.

“As novas operações foram feitas em menor quantidade em 2020, porque os bancos focaram em renegociações e em fazer provisões para perdas [separar mais dinheiro para cobrir eventuais calotes]. Essa estratégia deu certo. Em 2021, os balanços mostram inadimplência controlada e que os clientes estão pagando em dia as renegociações”, declarou.

Segundo Freitas, o ritmo de recuperação da economia e da vacinação determinará o crescimento do crédito em 2021.
Com mais pessoas vacinadas e o fim das restrições de mobilidade, a tendência é de recuperação. Mas uma piora da pandemia pode afetar ainda mais a economia e a oferta de crédito.

“Se a pandemia não for controlada e não tivermos sucesso na vacinação, a crise se prolongará. Com isso, a economia continuará com recuperação lenta e os bancos tendem a ser mais cautelosos na hora de emprestar”, afirmou.

Fonte: UOL

 

Negócios de crédito privado do private do BB chegaram a R$ 1,8 bilhão no trimestre

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O Banco do Brasil fechou o 1° trimestre do ano com volume negociado de R$ 1,8 bilhão em negócios de crédito privado. O BB participa ativamente das maiores ofertas públicas em títulos de renda fixa de crédito privado, tendo em seu portfólio soluções e oportunidades em debêntures, CRA (Certificado de Recebíveis do Agronegócio), CRI (Certificados de Recebíveis Imobiliários) e outros títulos, nos mercados primário e secundário.

No total, o segmento Private do BB fechou mais de 8 mil operações entre janeiro e março deste ano – evolução de 340% em relação ao primeiro trimestre de 2020 e de 11% em relação ao trimestre imediatamente anterior. Os números confirmam tendência que já se via no ano passado, quando o Private do BB realizou cinco vezes mais negócios de debêntures, CRA e CRI do que em 2019.

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O incremento na carteira reflete a estratégia do segmento Private do BB em expandir a atuação no mercado secundário de crédito privado, que se apresenta como mais uma alternativa rentável para investidores que buscam maior diversificação de seus portfólios apostando em empresas do setor privado com boas perspectivas de resultado e crescimento para este ano.

A estratégia do segmento de alta renda contribui para os resultados da empresa. O market share do BB em quantidade de operações de crédito privado chegou a 39% somente neste 1° trimestre, frente a 22% de 2020. Já, em volume financeiro, a participação do BB chega a 9%, ante os 4% que detinha no ano passado.

Basicamente, esses papéis são emitidos por empresas privadas que buscam levantar capital para seus novos empreendimentos e projetos. Pela perspectiva do cliente, com a redução na taxa Selic no último ano, esses papéis tornaram-se mais atrativos pela versatilidade de condições negociadas, possibilidade de maiores retornos e isenção de imposto de renda para algumas modalidades (casos das CRIs e CRAs).

Expansão

Head do BB Private, Renato Proença, diz esperar expansão ainda maior para 2021.

“As soluções em crédito privado têm se tornado ainda mais atrativas em relação a outros papéis de renda fixa pela perspectiva de maiores rendimentos com o reaquecimento econômico, além da isenção de imposto de renda para algumas modalidades”, avalia Proença.

Segundo o executivo, o Banco do Brasil vai robustecer sua prateleira e expandir ainda mais a participação no mercado de crédito privado, com o aumento do ritmo na captação através desses ativos, oferecendo para o cliente o que há de melhor e mais aderente ao seu perfil e objetivo.

Fonte: Banco do Brasil

 

Presidente do Banco do Brasil diz que Bolsonaro exige maior lucratividade

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O novo presidente-executivo do Banco de Brasil negou na sexta-feira qualquer interferência política no banco, dizendo que o presidente Jair Bolsonaro havia apenas lhe pedido para trabalhar para melhorar a lucratividade do banco controlado pelo Estado.

Fausto Ribeiro assumiu a liderança em abril, substituindo André Brandão, que renunciou em março após uma disputa com o Bolsonaro sobre um plano de corte de custos que incluía o fechamento de várias filiais e um programa de aquisição de pessoal.

“O presidente Bolsonaro me pediu para buscar maior lucratividade e eficiência”, disse Ribeiro aos repórteres, acrescentando que sua administração seria técnica.

Não há interferência política e o banco só se dirige ao Ministro da Economia.

As ações do Banco do Brasil subiram quase 4% nas negociações da manhã, após seus resultados e comentários de Ribeiro.

Atualmente, o Banco do Brasil está atrás da lucratividade de seus pares. Há duas semanas, ele registrou um lucro líquido no primeiro trimestre de 4,913 bilhões de reais, superando as estimativas dos analistas. Seu retorno sobre o patrimônio líquido foi de 15,1%, inferior ao do Santander Brasil SA, Itaú Unibanco Holding SA e Banco Bradesco SA.

Ribeiro disse que o banco manteve o plano de redução de custos anunciado por Brandão em janeiro, que inclui o fechamento de 361 unidades de trabalho e dois programas de reajuste de funcionários.

No entanto, o CEO não estava claro como o banco abordaria seus pares. Ele disse que o banco não planeja fechar mais agências neste ano, mas está constantemente revisando sua rede de agências.

O novo CEO disse que também manterá planos para liquidar ativos não essenciais, sem identificá-los. Ribeiro acrescentou que o banco continua em busca de um sócio para a unidade de gestão de ativos da BB DTVM. (Preparado por Carolina Mandel. Edição de Mark Potter)

Fonte: Bem Mais Brasília

 

Funcionários do BB fazem vídeos e respondem ao presidente do banco

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O presidente do Banco do Brasil, Fausto Ribeiro, veiculou um vídeo no qual festeja o resultado do banco no primeiro trimestre deste ano, quando se obteve um lucro líquido de R$ 4,9 bilhões. Foi o resultado do trabalho dos funcionários e o vídeo provocou uma reação do movimento sindical. Os sindicalistas criticaram a jogada de marketing de Ribeiro em vídeos que estão nas redes.

As críticas dos funcionários vão contra a postura do presidente do BB que afirma estar próximo aos bancários, mas no fundo repete a mesma política da falida gestão de pessoas.

“Uma pessoa que não entende como estão as agências varejo do BB e como a reestruturação afetou a vida das pessoas nesse momento de pandemia. Um outsider da situação do dia a dia do BB. Por isso, o comando nacional dos bancários vem solicitando uma reunião para que se discuta de fato as condições de trabalho dos funcionários do BB. Se ele se preocupa tanto, vamos dialogar e criar pontes”, ressaltam os sindicalistas.

Fonte: Sindicato dos Bancários de Santos

 

Banco do Brasil fechou 29 agências na Bahia em 2021

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O plano de fechamento de agências e postos de atendimento anunciado no início do ano pelo Banco do Brasil foi colocado em prática nos últimos meses. Somente na Bahia, 29 agências foram fechadas ou transformadas em postos sem movimentação de dinheiro. Os dados foram confirmados à Agência Sertão pelo Sindicato dos Bancários da Bahia.

Em Salvador, foram fechadas três agências, localizadas na sede da Petrobras, no Aeroporto e no Campus da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Já no interior, 27 municípios perderam agências – Aratu, Abaíra, Aporá, Aramari, Feira de Santana (agência da Av. Getúlio Vargas), Barrocas, Biritinga, Brejões, Canápolis, Central, Costa do Sauipe, Encruzilhada, Ibirapitanga, Itagi, Itaquara, Lagoa Real, Lajedo do Tabocal, Pau Brasil, Piatã, Retirolândia, Barreiras (Rio de Ondas), Sebastião Laranjeiras, Teodoro Sampaio, Tremedal, Tanquinho e Uruçuca.

Segundo o sindicato, também estava previsto o fechamento da agência da cidade de Filadélfia, no entanto, a medida acabou sendo cancelada pelo banco. Em nota, o sindicato afirmou que o novo plano de reestruturação implementado pelo banco contribui para o desmonte da empresa. “A direção do Banco do Brasil fecha centenas de agências e demite 5 mil funcionários, com o novo plano de reestruturação, que, na prática, desmonta a empresa. Diante da ofensiva, o movimento sindical amplia as ações em defesa das estatais”, disse.

O sindicato ressalta ainda que são realizadas diversas manifestações e protestos presenciais e virtuais, para chamar atenção da sociedade sobre os prejuízos do sucateamento ao país. e que a justificativa usada pela empresa de aumento da digitalização é falsa.

“Na pandemia, as aglomerações na porta das agências deixaram evidente que a maioria da população não tem acesso às ferramentas digitais. Para se ter ideia da importância dos bancos públicos para o Brasil, dos 5.570 municípios do país, somente 3.256 possuem agências bancárias, sendo que em 990 só tem unidade do BB ou de outro banco público”.

O fechamento das agências do BB foi aprovado pelo Conselho de Administração do banco dentro do plano estratégico para o quinquênio 2021-2025. Além do fechamento de 361 unidades de atendimento, para reduzir despesas, foi adotado também um plano de demissão voluntária, que teve 5,5 mil adesões.

A meta é fechar todas as agências deficitárias em pequenos municípios. Os clientes atingidos estão sendo direcionados para outras agências em outras cidades, com distância média de 25 quilômetros, segundo o BB. No momento, não previsão para fechamento de novas agências na Bahia.

Fonte: Agência Sertão

Cidade de Candiota perde o status de agência do Banco do Brasil

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Desde o último dia 5 de maio que o Banco do Brasil de Candiota não tem mais o status de agência bancária. O município conquistou a agência do maior banco do país em 2009, depois de uma longa negociação, que havia se arrastado por alguns anos. Em 2021, a agência completaria 12 anos de existência.

Segundo a assessoria de Comunicação do banco, a agência candiotense passou a ser uma loja, não tendo apenas o atendimento de caixa (guichê) feito fisicamente por uma pessoa. “A Loja BB é uma tipologia inovadora de unidade própria do Banco do Brasil. Opera normalmente com numerário, realizando todas as transações de uma agência, especialmente saques de contas-correntes, poupança e benefícios INSS, além de estar apta a seguir realizando pagamentos, depósitos em dinheiro e negócios, tais como crédito, crédito consignado, abertura de contas, crédito agrícola (Pronaf), atendendo programas sociais, dentre outros. Tudo de maneira moderna, por meio de terminais que realizam o depósito de forma imediata (online). Desta forma, os clientes e usuários continuarão sendo atendidos e terão suas demandas e necessidades supridas”, assinala a nota enviada pela assessoria.

O atendimento presencial para abertura de contas e demais serviços segue acontecendo, entretanto, as transações financeiras, com exceção de troca de cheques, são todas feitas nos terminais eletrônicos, que na última semana foram substituídos. “O banco avalia constantemente suas unidades de negócios em relação ao desempenho financeiro de cada ponto, o potencial de negócios, o volume de utilização do ponto pelos clientes, a proximidade com outros pontos do BB e as características dos imóveis. O objetivo é trazer mais eficiência à rede de atendimento do banco, propiciando recursos para abertura das unidades de atendimento especializado e buscando melhorar a experiência do cliente”, destacou outro trecho da nota enviada.

Fonte: Tribuna do Pampa

 

Desembolso no BB Crédito Acessibilidade chega a R$ 679,5 milhões

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O BB Crédito Acessibilidade desembolsou R$ 679,5 milhões desde a sua criação, há nove anos, e atendeu mais de 87 mil pessoas com deficiência em todo o país. Somente em 2021, foram contratadas 3 mil operações, num total de R$ 31,6 milhões, da linha de crédito que permite financiar em condições especiais a compra de produtos e serviços de tecnologia assistiva.

A opção de crédito para financiar produtos como cadeiras de rodas, aparelhos auditivos, órteses, próteses, andadores, adaptação de imóvel residencial, dentre outros, tem encargos reduzidos que variam de 5% a 5,5% ao ano.

O público-alvo são correntistas PF com limite de crédito disponível e renda mensal bruta de até 10 salários mínimos. O valor do financiamento vai de R$ 70 a R$ 30 mil, em prazo que varia de 04 a 60 meses.

“Com essa linha de crédito, o Banco d­­­o Brasil reforça sua condição de agente de desenvolvimento sustentável do país e seu compromisso em promover a cidadania e o fortalecimento da integração da pessoa com deficiência na sociedade”, afirma Mariana Cappellari, executiva do Banco do Brasil.

A lista de produtos de tecnologia assistiva, com os itens financiados pelo BB Crédito Acessibilidade podem ser encontrados neste link.

Dia de conscientização

O Dia Mundial da Conscientização sobre a Acessibilidade é celebrado toda terceira quinta-feira de maio, com o objetivo de conscientizar a sociedade sobre a importância da acessibilidade para as pessoas com deficiências no meio digital. A data surgiu na Califórnia, em 2012, a partir da reflexão do desenvolvedor Joe Devon sobre a falta de acessibilidade no mundo digital.

Fonte: Banco do Brasil

BB lança soluções para estimular o uso de energia renovável no país

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O Banco do Brasil lançou nesta segunda-feira, 10, uma linha de crédito específica para aquisição de sistemas de geração de energia solar em residências e novos grupos de consórcio que estimulam a chamada Economia Verde.

Além desses lançamentos, o BB tem um portfólio completo de soluções que podem atender as necessidades em energia renovável e eficiência energética de todos os segmentos de clientes: pessoa física, pequenas e grandes empresas, produtores rurais e administração pública.

Crédito Energia Renovável

Elaborada para atender à crescente demanda por produtos de energia sustentável e responder à necessidade energética exigida pelo país, a linha BB Crédito Energia Renovável beneficia clientes pessoas físicas, que podem financiar até 100% do valor de sistemas fotovoltaicos, incluindo a instalação.

A linha de crédito tem as seguintes características:

– financiamento de até 100% do valor dos bens mais a instalação;
– parcelamento em até 60 meses;
– até 180 dias para pagamento da primeira parcela;
– juros a partir de 0,75% ao mês;
– valor contratado de R$ 5.000,00 a R$ 100.000,00.

A contratação é 100% digital e pode ser feita pelo App BB. A aquisição dos materiais e a montagem do projeto devem ocorrer em fornecedores que tenham convênio firmado com o BB. Já são cerca de mil parceiros cadastrados. Mais detalhes estão disponíveis em: bb.com.br/energiarenovavel.

Consórcio Grupo Verde

O BB lança ainda novos grupos de consórcio cujos bens de referência estimulam a eficiência no uso de recursos naturais e baixa emissão de carbono, considerando os aspectos Ambientais, Sociais e de Governança (ASG) na estratégia dos negócios.

A comercialização desses novos grupos terá como consequência uma ação direta no meio ambiente, promovida pela BB Consórcios em parceria com a Fundação Banco do Brasil, no sentido de apoiar financeiramente instituições que realizam projetos na área de Meio Ambiente e que receberão apoio para a recuperação de áreas degradadas por meio do plantio de mudas de árvores. A cada cota de consórcio comercializada no Grupo Verde, serão plantadas dez árvores. Como a expectativa de consumo desses grupos é de 10 mil cotas vendidas até o final do ano, estima-se o potencial de plantio de até 100 mil árvores em 2021.

O novo produto da BB Consórcios está disponível na modalidade Trator/Caminhão e conta com a taxa de administração promocional no período em que estiver com status em formação e os bens de referência possuem índice de atualização pelo IPCA, com reajuste anual.

Vale lembrar que, assim como nos demais grupos e, seguindo a legislação vigente, a utilização da carta de crédito não fica condicionada à compra exclusiva do bem de referência escolhido. O cliente pode optar pela aquisição de qualquer bem móvel e sua contribuição para o meio ambiente já se dá na aquisição da cota e não na utilização da carta de crédito.

Programa Agro Energia

Para os produtores rurais o BB já conta com o Programa Agro Energia, destinado à implantação de usinas geradoras de energias alternativas e renováveis nas atividades solar, biomassa e eólica, permitindo assim aos clientes reduzirem os custos de produção por meio da utilização de energia limpa e renovável. O programa já contratou R$ 1,34 bilhão em operações.

Fonte: Banco do Brasil

 

ROE de grandes bancos cai pela metade em 15 anos e pode piorar

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Mesmo diante da reversão nas provisões para inadimplência e dos lucros bilionários no primeiro trimestre, o desempenho das ações dos grandes bancos segue sofrível em 2021. Analistas avaliam que as razões por trás da queda dos papéis são estruturais e não passageiras, com os mais pessimistas dizendo que os altos retornos dos “bancões” ficaram para trás e uma nova era se inicia no setor financeiro: a era da competição.

À exceção das ações do Bradesco (BBDC4) – que subiram 1,35% em 2021, mas abaixo dos 2,4% do Ibovespa (IBOV) – os papéis dos outros três grandes bancos listados na Bolsa acumulam queda de janeiro até agora: Banco do Brasil (BBAS3) tem baixa de 18,05% no ano, Itaú (ITUB4) registra queda de 7,01% e Santander (SANB11) acumula perda de 9,84%.

O oligopólio dos cinco maiores bancos do país – os quatro citados e a Caixa, que não é listada – está sofrendo abalos com a disrupção no mercado financeiro provocada pelo crescimento das fintechs.

Os dados de market share (participação de mercado) no segmento de crédito mostram que, em 2017, os cinco bancões dominavam 83,4% do mercado no país (excluindo instituições não bancárias). A participação caiu para 82,2% em 2018 e 80,7% em 2019. No ano passado, a queda se acentuou e o share dos cinco maiores bancos ficou em 75%, a menor participação da série histórica do Banco Central, iniciada em 2015.

Para João Luiz Braga, sócio-fundador da gestora Encore, a razão por trás do aumento da competição é a regulação do setor.

“O setor financeiro sempre foi muito regulado, tanto que vários bancos estrangeiros que estavam aqui, como Citi, Bank Boston e HSBC, ou foram comprados ou saíram e a regulação pode ter sido o motivo. Mas hoje o BC está promovendo uma arbitragem regulatória e regulando menos as startups que os bancões. Assim, mesmo um player pequeno consegue, bem ou mal, competir com um gigante e virar um ‘Maverick’ que transforma o mercado”, disse em live da FEA-USP, mediada pelo InfoMoney.

Braga acrescenta que essa competição só tende a se intensificar com a implementação do Open Banking, conjunto de regras que, na prática, prevê que as instituições financeiras devem compartilhar sua vasta base de dados, se assim desejar o correntista. Agora dono dos seus dados, o cliente poderá apresentar seu histórico a outras instituições para escolher a que melhor lhe atende.

Além da regulação mais favorável, a abundância de recursos também favorece o surgimento e fortalecimento das startups, conforme destacou Florian Bartunek, sócio-fundador da Constellation, que também participou da live mediada pelo InfoMoney. “Tem muito dinheiro barato disponível. Antigamente, essas startups não sobreviviam muito tempo porque não tinham muito dinheiro. Hoje elas conseguem sempre ser financiadas e com isso crescer.”

Na esteira da mudança regulatória e dos recursos fartos, vem a mudança do cliente. “Antes se pagava taxa em tudo, mas agora é conta sem taxa, cartão sem taxa…Então mudou a cabeça do cliente. Ele não quer só não pagar taxa, ele ainda quer cashback, quer receber o dinheiro de volta, é cruel a situação [dos grandes bancos]”, diz Bartunek.

O sócio da Constellation cita ainda outro fator que explica o avanço das fintechs: a queda da taxa básica de juros. Quando a Selic estava acima de dois dígitos, os bancos cobravam taxas de 2% ou 3% em fundos e o investidor não percebia. Com os juros na casa dos 3% ao ano, as altas taxas ficam mais aparentes e os bancos faturam menos. “Hoje o cliente consegue comparar tudo. E uma das grandes prioridades do BC hoje é a transparência para o cliente – e isso está promovendo a competição.”

Elevar a competição é uma das prioridades da atual gestão do Banco Central, sob comando de Roberto Campos Neto. Para isso, o BC criou a chamada Agenda BC#, que é baseada em cinco pilares: competitividade, inclusão, transparência, educação e sustentabilidade. Foi no âmbito dessa agenda que foram criados o Pix e o Open Banking, que completará sua implementação em dezembro.

Mais competição, retornos menores

O título usado por um relatório recentemente divulgado pela XP resume bem o cenário atual: “Setor financeiro, um grande mercado em disrupção”. No texto, analistas afirmam que a competição está chegando e um dos principais motivos para isso são as menores barreiras de entrada para novos entrantes por causa da tecnologia.

Segundo a XP, antes dos aplicativos de celular, os bancos tinham diversas vantagens, como: menor custo de captação e mais retorno com o acesso a milhões de clientes de varejo, dispostos a pagar taxas altas; menor inadimplência devido a décadas de armazenamento de dados de clientes; receita diversificada por meio de milhares de agências e funcionários que distribuíam diversos produtos a milhões de clientes; e alavancagem operacional após várias fusões e aquisições. “Esses fatores contribuíram para entrantes estrangeiros não conseguirem ganhar escala e competir com bancos locais.”

No entanto, diz a XP, agora as instituições conseguem ganhar escala com menos gastos com o uso da tecnologia. “Via celular, o Nubank alcançou clientes em todas as 5.570 cidades brasileiras, ganhou acesso a captação mais barata e capacidade de distribuição de seus produtos para mais de 30 milhões de clientes […]. Da mesma forma, o Inter atingiu um custo de captação de 49% do CDI em 2020 com apenas 2 mil funcionários e sem agências (ante 100% do CDI do Banco do Brasil com 92 mil funcionários e 4,4 mil agências)”, diz.

Em live no Instagram do InfoMoney, Paulo Weickert, analista da Apex Capital, diz que “tudo leva a crer que a competição vai ficar cada vez maior e a fatia de mercado que os grandes bancos ainda têm vai ser cada vez mais disputada”. “Os bancões vão continuar a existir, vão ser empresas muito saudáveis e rentáveis, com nível de retorno ainda bom, mas abaixo do que é hoje“, afirma.

O analista da Apex acredita que o Retorno sobre o Patrimônio Líquido (ROE) dos bancos, hoje em 18,5% no caso do Itaú e 18,7% no caso do Bradesco, deve cair para cerca de 12% nos próximos anos. “Há opções melhores do que bancos para investir neste momento. Quem não investe hoje nos grandes bancos, vai encontrar em outras empresas e setores melhores oportunidades de investimentos”, opina.

O gráfico abaixo mostra que os altos retornos dos bancões estão ficando para trás. O ROE, indicador preferido dos analistas para medir a saúde financeira dos bancos, apresenta um declínio forte de 2006 até agora. Do pico de 26,98% em 2007, a mediana do ROE dos quatro maiores bancos de capital aberto caiu praticamente pela metade, para 13,73%, conforme mostra o levantamento abaixo da Economatica.

Menos rentáveis, mas ainda fortes

Os temores sobre a competição das startups apareceram em diversos comentários de analistas sobre os resultados de bancos no primeiro trimestre (veja qual banco se saiu melhor).

Ao comentar os balanços dos quatro maiores bancos de capital aberto, o Morgan Stanley citou riscos em comum às ações de todos eles: o desemprego e a recessão econômica e seus efeitos na inadimplência; o aumento das taxas cobradas de clientes; a alta exposição à volatilidade causada pelo déficit fiscal e pela inflação; e, por fim, a disrupção das fintechs.

Um dos pontos elogiados pela XP no balanço do Bradesco foram os cortes de custos, justamente por reduzir a distância do banco para as fintechs em termos de eficiência. “O Bradesco apresentou redução de custos de 5% na comparação anual […]. As despesas parecem estar caindo em todos os lugares, de pessoal a despesas administrativas específicas, e vemos isso como um movimento necessário com tanta concorrência vindo dos bancos digitais mais leves e empresas de varejo.”

Mas, mesmo com o cenário mais desafiador, é claro que ainda há espaço para os grandes bancos no mercado brasileiro.

Marcel Campos, analista de setor bancário da XP, que também participou da live no Instagram do InfoMoney, lembrou que as empresas ainda estão muito ligadas aos grandes bancos. principalmente por causa do crédito e pela necessidade de um atendimento mais focado, que cubra necessidades mais complexas, enquanto as fintechs focam mais em pessoas físicas.

“A rentabilidade pode cair no longo prazo, mas a influência dos grandes bancos vai continuar grande entre empresas. As fintechs padronizam o atendimento com o uso de algoritmos para ganhar escala, o que funciona mais fácil com pessoas físicas do que jurídicas. As empresas precisam de atendimento mais personalizado e de um volume maior de crédito, o que só encontram nos grandes bancos”, diz Campos.

Braga, da Encore, afirma que as receitas dos bancões se dividem, de forma geral, em: um terço crédito, um terço prestação de serviços, como cartão de crédito, e um terço seguros. “A parte que tem bastante disrupção é a prestação de serviços, em seguros vejo acontecendo menos, já que ainda é vantajoso ter seguro dentro de banco, mas a parte de crédito, essa vamos ver como vai ficar com o Open Banking”, diz.

Ele diz que operar no mercado de crédito no Brasil é complexo, até mesmo para os players tradicionais. “O Itaú, um banco brilhante na execução, já errou – e bastante – no início dos anos 2010, tanto em pequenas empresas quanto em crédito para veículos. Então, o pessoal vai ‘camelar’ um pouco mais, mas com a arbitragem regulatória e o Open Banking eu não vejo cenário bom para bancões, não“, afirma o sócio da Encore.

Florian Bartunek diz ainda que outro desafio dos novos entrantes é o receio que os brasileiros ainda têm de migrar seus recursos de bancos tradicionais para instituições mais novas. “Os bancos são bons, grandes, têm fortaleza no crédito, então concordo com o Braga que não vai ser fácil [para as fintechs]. Mas que o jogo mudou, claramente mudou.”

É hora de sair de bancos?

Apesar dos desafios estruturais e da queda nos ROEs, analistas afirmam que não é o caso de descartar o investimento em bancos.

Conforme explica Marcel Campos, o fato de as operações dos bancos serem menos rentáveis hoje não significa que eles vão gerar menos retorno aos acionistas. “É preciso sempre ver fundamento e preço. Se a rentabilidade cair 10% de maneira perpétua, por exemplo, mas o preço cair de maneira mais drástica, a ação pode se tornar ainda melhor. Uma coisa é a operação do banco e outra o investimento na ação. Mesmo uma empresa ruim pode trazer bons retornos aos acionistas”, diz.

Campos também ressalta que apesar de os quatro grandes bancos estarem imersos no mesmo contexto, há nuances entre eles, já que suas operações se diferenciam e o comportamento das ações também. Dentre os bancões, a XP tem recomendação de compra para Banco do Brasil, com preço-alvo de R$ 43, e Bradesco, com preço-alvo de R$ 27.

No caso do BB, o analista diz que a ação está muito descontada, negociando a um múltiplo de 0,6 vez o preço sobre o patrimônio. “A queda do ROE pode até piorar mais à frente, mas hoje a ação negocia com 40% de desconto sobre o seu patrimônio líquido, está muito descontada”, afirma o analista da XP.

Já em relação ao Bradesco, Campos justifica a recomendação de compra citando que as receitas de varejo de pessoa física e de crédito do banco têm se mostrado resilientes, e que um terço do lucro líquido banco é proveniente do braço de seguros, segmento que, segundo o analista, vem crescendo e tem potencial de avançar ainda mais.

A recomendação da XP, porém, é neutra para Santander (preço-alvo de R$ 32) já que os analistas enxergam que o banco vem provisionando pouco e isso pode ser um risco à frente com aumento da inadimplência. E também é neutra para o Itaú (preço-alvo de R$ 29) que, segundo a XP, tem apresentado queda na receita de itens importantes, como renda de tarifas e margem com clientes, o que torna o banco menos atraente frente aos pares, sobretudo considerando o ambiente mais competitivo.

Braga, da Encore, diz que a gestora não investe em nenhum dos quatro bancos hoje, mas tampouco riscou os bancos da lista de “ações compráveis”. “Em determinado nível de preço pode ser um bom investimento, mas é preciso notar que existe uma dinâmica diferente para as ações de grandes bancos com o cenário mais desafiador daqui para a frente.”

Ele acrescenta que a gestora está inclusive discutindo neste momento se deve incluir algum banco na carteira. “Estamos incorporando o cenário mais desafiador para ver se faz sentido. Não deixamos de olhar para bancão, longe disso. É preciso olhar o preço, afinal esses bancos não vão acabar agora, de forma alguma”, diz o sócio da Encore.

Em relatório publicado em janeiro, ao reduzir as recomendações de Itaú e Santander de compra para neutra – que se juntaram à recomendação já neutra para o BB -, o Bradesco BBI disse que apesar da expectativa de melhora dos lucros, incertezas de longo prazo podem afastar os investidores dos papéis.

“Incertezas provavelmente crescentes devem fazer com que os investidores fiquem cada vez mais céticos sobre as próximas mensagens a serem transmitidas pela indústria, e levantam preocupações sobre a sustentabilidade dos resultados daqui para frente, uma vez que desafios de longo prazo permanecem no radar (por exemplo, novos concorrentes, evolução do Pix, open banking)”, disse o BBI.

Hoje, o BBI tem os seguintes preços-alvos para os bancos: R$ 44 para o Banco do Brasil, R$ 33 para o Itaú e R$ 44 para o Santander.

Mais otimista, o Credit Suisse só não tem recomendação de compra para o BB entre os quatro maiores bancos, por causa dos riscos de interferência política. No início do ano, o banco suíço afirmou que o ano deve ser de ganhos para os bancos com o aumento da Selic, com o crescimento de 7% a 8% no crédito e o forte controle de custos, fatores que devem conduzir os bancos a um “ciclo de crescimento de ganhos de vários anos”.

O Credit tem preço-alvo de R$ 30,91 para o Bradesco, R$ 39 para o Itaú e R$ 53 para o Santander. Para o Banco do Brasil, cuja recomendação é neutra, o preço-alvo é de R$ 38.

Outra instituição a reforçar um cenário geral mais otimista para os bancos brasileiros foi o Bank of America, que elevou o preço-alvo para as ações do setor após os resultados do primeiro trimestre e prevê alta dos lucros dos grandes bancos, em média, de 33% em 2021, de 12% em 2022 e de 13% em 2023.

“Após o lucro líquido dos bancos superar as estimativas no primeiro trimestre do ano, revisamos as estimativas de lucro para 2021 em 5% para cima e em 4% para 2022 e atualizamos nossos preços-alvos, que agora sugerem 23% de alta em relação aos preços atuais, em média. Nossas novas estimativas refletem previsões de margem financeira mais altas e menores provisões para devedores duvidosos”, apontam.

O BofA destaca que o setor apresentou um desempenho abaixo do Ibovespa no acumulado do ano (de queda de 9% ante alta de 2% do benchmark do índice), colocando os múltiplos do setor de preço sobre o lucro (P/L) para abaixo da média histórica. Para os analistas, o ambiente de alta de taxa de juros e reabertura da economia sustentará lucros mais altos na segunda metade do ano, o que deve sustentar o desempenho das ações.

Eles também preveem que o retorno sobre o patrimônio liquido (ROE) do setor melhorará de 14,7% em 2020 para 17,4% em 2021, embora ainda abaixo dos 20,1% de 2019.

Os analistas do banco possuem recomendação de compra para Banco do Brasil, com preço-alvo sendo elevado de R$ 41 para R$ 43 (potencial de valorização de 36% frente o fechamento da véspera), para Bradesco, com preço-alvo mantido em R$ 31 (com upside de 24% para os ativos PN) e para o Itaú, com preço-alvo indo de R$ 32 para R$ 34 (upside de 17%). Já para o Santander Brasil, a recomendação é neutra, com preço-alvo sendo elevado de R$ 45 de R$ 46 (ou potencial de valorização de 16%), por conta de um valuation mais esticado e um balanço patrimonial mais fraco na comparação com os seus pares.

As recomendações de corretoras e bancos, compiladas pela Refinitiv, mostram que as ações do Bradesco são as preferidas dos analistas de longe. Santander é a ação menos indicada e aparece com mais recomendações neutras e de venda do que compra, refletindo o pessimismo com os papéis e os riscos do baixo provisionamento.

Banco do Brasil tem um número considerável de recomendações neutras e de venda, mas é também a ação com maior potencial de alta, já que suas cotações têm sofrido com os riscos de interferência política. E o Itaú aparece praticamente com o mesmo número de recomendações de compra e neutra do BB, mas com menor potencial de alta.

E as fintechs?

O ambiente mais competitivo também se reflete no mercado de capitais. O investidor tem mais opções para diversificar sua carteira de ações do setor financeiro com a chegada das fintechs na Bolsa.

“As fintechs têm aprendido cada vez mais o comportamento dos seus clientes para, no longo prazo, expandir sua carteira de crédito, seus produtos de investimentos e o cashback. As que acertarem vão ganhar dinheiro no longo prazo”, diz Weickert, que afirma que a posição da Apex no setor financeiro hoje está concentrada em ações de fintechs.

Em relatório divulgado sobre fintechs no último dia 10, o Bank of America traduz em números o ritmo de expansão dessas empresas. No texto, o banco destaca que os apps de fintechs somaram 20 milhões de downloads só em abril e dobraram a base de usuários ativos em relação a abril de 2020.

“Downloads permaneceram fortes em abril, ajudados por esforços de marketing, maior oferta de produtos e políticas de permanência em casa e restrições. […] Os downloads de todos os bancos tradicionais desaceleraram, principalmente o Caixa Tem, que continuou perdendo engajamento, sugerindo que grande parte de sua base baixada de 70 milhões (construída em um único ano) dependia fortemente da ajuda emergencial do governo”, diz o BofA.

Fonte: Infomoney