BB e Cielo querem impulsionar negócios de empreendedoras na Amazônia

Publicado em: 16/07/2026

O Banco do Brasil e a Cielo anunciam, em parceria, uma nova edição do Impulsiona Cielo Amazônia, programa voltado ao fortalecimento de negócios liderados por mulheres empreendedoras negras ou indígenas do Pará. A iniciativa pretende impulsionar o desenvolvimento dos empreendimentos por meio de capacitações e apoio financeiro, contribuindo para a ampliação da autonomia econômica das participantes e para o desenvolvimento sustentável na região amazônica.

Nesta nova edição, o programa se estrutura em três frentes: mentalidade, voltada ao desenvolvimento de mulheres como líderes e gestoras; inclusão financeira, que amplia o acesso a ferramentas, crédito e conhecimentos de gestão; e geração de renda, com foco em fortalecer a estrutura dos negócios. A iniciativa inclui acompanhamento individualizado e aporte financeiro na etapa final para impulsionar resultados duradouros.

As inscrições para o programa foram até o dia 15 de julho.

José Ricardo Sasseron, vice-presidente de Governo e Sustentabilidade do BB, afirma que “o Impulsiona Cielo Amazônia está alinhado ao compromisso do Banco do Brasil de promover o desenvolvimento sustentável com inclusão social e geração de oportunidades. Ao apoiar mulheres negras e indígenas empreendedoras, contribuímos para fortalecer negócios que geram renda, valorizam os saberes locais e impulsionam uma economia mais diversa, resiliente e sustentável na região amazônica. Acreditamos que ampliar o acesso ao conhecimento, às oportunidades de mercado e à inclusão financeira é fundamental para transformar potencial em prosperidade e promover o desenvolvimento dos territórios”.

“Com o Impulsiona Cielo Amazônia, a Cielo já atua no fortalecimento do empreendedorismo feminino na região, com foco na geração de renda e na autonomia. A parceria com o Banco do Brasil nos permite ampliar esse impacto de forma consistente, integrando capacitação, inclusão financeira e acesso a mercado em uma jornada estruturada e adaptada às realidades locais, gerando impacto positivo e sustentável, promovendo diversidade, equidade e o desenvolvimento das economias locais a partir do protagonismo feminino”, afirma Angélica Campos, Vice-presidente de Gente, Gestão e Performance da Cielo.

A ação está em linha com toda a atuação do BB durante a COP30, realizada em Belém em 2025. A parceria entre BB e Cielo amplia o alcance do Impulsiona Cielo Amazônia para conectar essas mulheres a crédito, tecnologia e mercado, elementos essenciais para transformar talento em negócio sustentável.

Como funciona a nova edição do Impulsiona Cielo Amazônia

A jornada de aprendizado ocorre de forma progressiva, em quatro etapas. Começa com 500 empreendedoras em aulas gravadas ao longo de um mês, avança para aulas ao vivo e, na sequência, segue para mentorias coletivas. Na etapa final, 20 empreendedoras recebem mentorias individuais por dois meses e, ao término, são contempladas com capital semente de R$ 15 mil cada para investir em seus negócios.

Além de uma formação completa, o programa oferece 1.000 bolsas de inglês, sendo 500 para as participantes e outras 500 para dependentes das participantes, ampliando o impacto social da iniciativa para as famílias das empreendedoras. É a primeira vez que o Programa oferece o benefício.

Ao longo da Impulsiona Cielo Amazônia, as participantes desenvolvem autoconhecimento e confiança para empreender, além de competências em gestão financeira, como precificação, fluxo de caixa e formalização, e o uso de tecnologias de pagamento no dia a dia. A iniciativa também valoriza saberes tradicionais e cadeias produtivas amazônicas como ativos que contribuem para fortalecer as economias locais.

Fonte: Banco do Brasil

BB e Assobio unem esforços para fortalecer populações da Amazônia

Publicado em: 01/11/2024

Em um esforço conjunto para promover o desenvolvimento sustentável e fortalecer as populações tradicionais ribeirinhas e indígenas da Amazônia, o Banco do Brasil e a Associação para o Desenvolvimento da Bioeconomia (Assobio) formalizam um Memorando de Entendimento durante participação na Convenção das Nações Unidas sobre Diversidade Biológica (COP-16), em Cali, na Colômbia. O acordo visa fomentar a sociobioeconomia na região através do financiamento e apoio técnico às cadeias produtivas locais, além de apoio a iniciativas de empreendedorismo na região da Amazônia Legal. Para tanto, serão realizados eventos e programas para fortalecer as empresas associadas e a cadeia de produtores responsáveis pelo fornecimento de insumos. Além disso, o BB poderá atuar na concessão de crédito e assistência técnica, conforme as necessidades dos extrativistas. As ações devem impactar 86 mil pessoas direta e indiretamente.

Participação de lideranças comunitárias e extrativistas

Certos de que a presença na COP 16 de representantes que vivenciam a bioeconomia no dia a dia é fundamental para que pessoas, órgãos e empresas conheçam a realidade de quem trabalha e empreende na região da Amazônia, o Banco do Brasil e o Banco Mundial promoveram a ida de extrativistas e pequenos produtores representantes da Associação de Negócios da Sociobioeconomia (Assobio). A iniciativa faz parte da parceria firmada entre os bancos em setembro de 2023, quando BB captou US$ 400 milhões com objetivo de impulsionar soluções sustentáveis para sociobioeconomia, agricultura sustentável e de baixo carbono no Brasil, com foco no bioma amazônico e no Cerrado.

Além da celebração do memorando, foram realizadas agendas de negócios com foco na troca de experiências entre os produtores locais e demais parceiros estratégicos sobre as principais oportunidades para escalar o financiamento de produtos da sociobioeconomia. Os diálogos enfatizaram também a expansão da carteira de crédito de maneira a beneficiar diretamente os associados; fortalecimento da atuação na região, com maior presença e impacto positivo no desenvolvimento sustentável e o estreitamento das relações com o governo, facilitando a implementação de políticas públicas favoráveis à bioeconomia e valorização dos produtos amazônicos.

“Este acordo representa um passo significativo para a promoção da sustentabilidade e o fortalecimento das comunidades tradicionais da Amazônia, contribuindo para a conservação da biodiversidade e o desenvolvimento econômico da região”, destaca o vice-presidente de Negócios Governo e Sustentabilidade Empresarial, José Ricardo Sasseron. “Estamos aqui discutindo metas para conservar a biodiversidade e promover a sociobioeconomia na região. É fundamental destacar o impacto positivo que essas iniciativas têm nas comunidades locais, proporcionando trabalho e renda a partir de produtos amazônicos”, complementa.

“Estamos ansiosos para desenvolver parcerias e adicionar valor para as organizações, governos federais, estados e municípios, população indígena e sociedade civil. A Sociobioeconomia é muito importante e o tempo está correndo, há muito trabalho pela frente, devemos começar o quanto antes”, destaca Benoît Bosquet, diretor do Banco Mundial.

O fomento à bioeconomia regional está em sintonia com os Compromissos BB 2030 para um mundo mais sustentável, que tem como um dos objetivos estabelecer uma relação direta entre o potencial de geração de renda e a conservação da floresta. Atualmente o Banco do Brasil aplica mais R$ 53 bilhões em projetos com adicionalidades sociais e ambientais na região amazônica, sendo cerca de R$ 1,5 bilhões de reais em projetos de Bioeconomia de produtos extraídos da floresta, como por exemplo, açaí, castanha-do-pará, cacau, palmito, dentre outros.

Fonte: Banco do Brasil

Hub Financeiro do BB para Amazônia soma R$ 1,5 bilhão em financiamentos

Publicado em: 07/10/2024

O Banco do Brasil já contabiliza R$ 1,5 bilhão em saldo de financiamentos voltados para a bioeconomia na região da Amazônia legal. Os dados são referentes à estratégia de atuação do Hub financeiro de bioeconomia, lançado em abril, em parceria com o Instituto Clima e Sociedade (ICS), Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e Ministério do Meio Ambiente (MMA), que prevê injetar crédito para fomento da sociobioeconomia. A expectativa do BB é que esse valor chegue a R$ 5 bilhões de saldo até 2030, impactando positivamente a vida de cerca de 2 milhões de pessoas que vivem na região, com trabalho e renda a partir de produtos amazônicos.

O Hub Financeiro é um espaço físico localizado em Belém e, a partir deste mês, também em Manaus, que conta com a estrutura do próprio Banco e serve como base para agentes de crédito e correspondentes bancários especializados, uma vez que os atendimentos do Hub são prestados por funcionários do Banco do Brasil, auxiliados por Correspondentes Bancários (Coban) e Agentes de Crédito Rural (ACR). Esse hub foi implementado no primeiro semestre deste ano e possui atendimento “figital”, que centraliza todas as iniciativas relacionadas à bioeconomia, ofertando o produto financeiro adequado para os públicos de relacionamento do BB e disponibiliza assistência técnica, sempre que necessário.

“O Hub Financeiro vai injetar novos recursos para a região, contribuindo para geração de 11 mil empregos e preservando mais de 1 milhão de toneladas de CO2, contribuindo para a manutenção da floresta em pé. Estamos falando de uma atuação relevante do BB, em que conseguimos chegar não somente nos grandes produtores, mas sobretudo nas cooperativas, associações e agricultura familiar, aumentando a renda e a qualidade de vida das pessoas. Além disso, daremos ainda mais ênfase em energia Renovável, com financiamento à conectividade e no financiamento à exportação”, afirmou a presidenta do BB, Tarciana Medeiros, ressaltando o protagonismo do BB com boas práticas bancárias sustentáveis na Amazônia.

De acordo com o vice-presidente de Negócios Governo e Sustentabilidade Empresarial, José Ricardo Sasseron, o BB quer criar soluções inovadoras para a realidade da Amazônia legal que é bastante peculiar se comparada à algumas regiões do país. “Já como primeiro resultado da estratégia do Hub, tivemos crescimento da carteira de aproximadamente 30% em 7 meses, somando no total R$ 1,5 bilhão em crédito no bioma amazônico. Apoiamos nossos clientes, em especial os pequenos produtores, cooperativas e agricultores familiares , não somente com o crédito mas também com orientação e assistência técnica especializada em cadeias produtivas como as da castanha do Brasil, do Cacau, do Açaí, do Café, da Piscicultura e outras culturas regionais”, explica.

O Hub tem gerado reflexo direto também na carteira de crédito sustentável do Banco, que atingiu mais de R$ 360 bilhões de saldo contratados em linhas de crédito com predominância de alta adicionalidade ambiental e social.

O Hub conta com o apoio do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), a partir do desembolso do valor de US$ 250 milhões captados recentemente pelo BB junto ao Banco para ser direcionado ao fomento da bioeconomia na região da Amazônia Legal. O programa prevê condições diferenciadas de acesso ao crédito, inclusive com a estruturação de componentes garantidores que atuarão com a função de democratizar o acesso para agricultores familiares.

Além disso, o Hub conta com cooperação técnica com o Ministério do Meio Ambiente (MMA) para estimular o desenvolvimento socioeconômico sustentável de comunidades da região amazônica. O objetivo é promover o fortalecimento e a inclusão produtiva de associações e cooperativas a partir de projetos de bioeconomia. A parceria dará apoio técnico e financeiro a projetos de bioeconomia que respeitem as boas práticas ambientais e a cultura locais. O uso de tecnologias sociais e ações nas áreas de geração de renda, educação e meio ambiente serão prioritários.

Carteira de Crédito Sustentável do Banco do Brasil já ultrapassou a marca de R$ 360 bilhões de saldo
Com mais de 120 mil colaboradores em todo o mundo e com mais de 5 mil pontos de atendimento no país, o Banco do Brasil se importa com a sustentabilidade, com compromissos públicos para um futuro mais sustentável, com metas ousadas até 2030 e alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e Acordo de Paris. Apoiamos nossos clientes, parceiros e sociedade na transição para uma economia mais verde e inclusiva, com ações de destaque em crédito sustentável, mercado carbono, captações ESG e ações em prol da diversidade e inclusão social.

A Carteira de Crédito Sustentável do Banco do Brasil já ultrapassou a marca de R$ 360 bilhões de saldo, um crescimento de mais de 11% em 12 meses. Deste montante, R$ 150 bilhões alocados em negócios sociais. A carteira de financiamento para energias renováveis do BB ultrapassou os R$ 15,4 bilhões em junho de 2024 (ante R$ 13,2 bilhões em março de 2023), crescimento de 16,6% em 12 meses. O Banco possui, na carteira de bioeconomia na Amazônia Legal, saldo de R$ 1,4 bilhão, considerando apenas os produtos amazônicos. Ao final do primeiro semestre, são mais de 670 mil hectares preservados em projetos de carbono, na metodologia de desmatamento evitado (REDD+).

Fonte: Banco do Brasil

BB e Banco Mundial fazem acordo de US$400 mi para recuperar Amazônia

Publicado em: 21/09/2023


O Banco do Brasil e o Banco Mundial assinaram nesta terça-feira, dia 19 de setembro, memorando de entendimento para estabelecer uma linha de crédito de 400 milhões de dólares para a agricultura sustentável e a recuperação de áreas degradadas na região amazônica.

O acordo chega na esteira de um anúncio conjunto no ano passado de um projeto de 500 milhões de dólares para expandir o financiamento sustentável e melhorar a capacidade do setor privado de acessar os mercados de crédito de carbono.

“Este acordo para mais 400 milhões de dólares é o segundo do BB com o Banco Mundial e trará recursos destinados à agricultura sustentável, recuperação de áreas degradadas e bioeconomia”, disse Francisco Lassalvia, vice-presidente de Negócios de Atacado do Banco do Brasil.

O Banco Mundial, em um comunicado separado que não mencionou o valor da linha de crédito proposta, disse que ambas as instituições concordaram em cooperar na identificação de soluções sustentáveis ​​para a bioeconomia, restauração florestal e de terras do Brasil.

A nota também afirmou que eles examinariam a agricultura sustentável e de baixo carbono, especialmente nos biomas da Amazônia e do Cerrado.

“Esses esforços visam apoiar, entre outros, o plano nacional do Brasil para combater o desmatamento na Amazônia”, afirmou o Banco Mundial.

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva busca posicionar-se como uma liderança no desenvolvimento verde, atraindo investimentos com um amplo plano de transformação ecológica, que inclui um mercado regulamentado de créditos de carbono e a emissão dos seus primeiros títulos verdes.

O governo federal também deverá anunciar esta semana a revisão de suas metas climáticas, parte dos esforços de Lula para restaurar a gestão ambiental do país após o elevado desmatamento da Floresta Amazônica sob o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Fonte: UOL

Banco do Brasil adere à Coalizão Verde em evento pré-Cúpula da Amazônia

Publicado em: 10/08/2023


No início desta semana, o BB aderiu à Coalizão Verde – aliança de Bancos de Desenvolvimento da Região Amazônica – e assinou a “Declaração da Coalizão Verde de Bancos de Desenvolvimento”, que visa a promover soluções financeiras potencializadoras de atividades produtivas inclusivas e viabilizadoras de empreendimentos sustentáveis, respeitando características e potencialidades regionais e locais. A participação do BB na Coalizão Verde reforça o compromisso do Banco com a preservação da Amazônia e com a geração de valor para as cadeias produtivas locais, com consequente melhoria na qualidade de vida da população amazônica. A assinatura foi realizada em evento pré-Cúpula da Amazônia, em Belém (PA). No mesmo dia, iniciou-se um grupo de trabalho entre as instituições participantes. A adesão do BB conecta-se à robusta estratégia ASG já aplicada pelo Banco, disponível em detalhe em www.bb.com.br/sustentabilidade.

José Ricardo Sasseron, vice-presidente de governo e sustentabilidade do BB, afirma que o Banco do Brasil reforça o seu papel de protagonista no fomento de negócios socialmente inclusivos e ambientalmente corretos. “Atualmente já investimos mais de R$ 1 bilhão em bioeconomia e apoiamos projetos de carbono que preservam uma área total de mais de 500 mil hectares na região amazônica. Participando da Coalizão Verde, vamos expandir ainda mais nossa atuação econômica e social”, diz o vice-presidente, ao lembrar que o BB já tem investido em bioeconomia na Amazônia e que planeja potencializar as ações voltadas para crédito e financiamentos locais, além de apoiar assistências técnicas e produtivas para o desenvolvimento das comunidades amazônicas.

“Temos cerca de 33% de toda a nossa carteira em crédito sustentável e queremos avançar na agenda com a Amazônia, preservando a floresta, reduzindo as emissões de gases de efeito estufa no Brasil e, assim, melhorar a vida das pessoas que atualmente vivem nesta região”, ressalta Sasseron.

A Cúpula da Amazônia contempla debates sobre desmatamento, combate ao crime organizado e financiamento externo ao desenvolvimento sustentável da Amazônia.

Banco mais sustentável do mundo

Em 2023, o BB foi eleito o banco mais sustentável do mundo, pela quarta vez, conforme ranking Global 100 da Corporate Knights, que reúne as 100 empresas globais mais sustentáveis. O Banco do Brasil é a única empresa brasileira a integrar o ranking. Também neste ano, o Banco foi o eleito o mais sustentável da América do Sul, pela segunda vez, pela CFi.co. Além disso, o Banco do Brasil é o banco mais bem colocado das Américas no principal índice global de sustentabilidade, o DJSI da Bolsa de Nova Iorque.

O BB também recebeu o selo Terra Carta concedido pelo Rei Charles, que reconhece empresas globais que têm ações efetivas na transição sustentável. Em julho último, o BB foi listado mais uma vez no FTSE4Good Index da bolsa de Londres; é o 8º ano consecutivo que o Banco aparece na lista.

Fonte: Banco do Brasil

 

Natura e Fundação BB firmam parceria inédita para beneficiar comunidades da Amazônia

Publicado em: 10/08/2017


A Natura e a Fundação Banco do Brasil assinaram nesta quinta-feira parceria inédita para fortalecer o uso de produtos e serviços da sociobiodiversidade da Amazônia, a partir do apoio a projetos nas áreas de inovação, pesquisa e produção sustentável, atendendo diretamente às comunidades agroextrativistas da região.

O primeiro projeto do convênio, com ênfase na produção sustentável, irá atender mais de 200 famílias de quatro comunidades da região do Baixo Tocantins, no Pará, contribuindo para a capacitação técnica das cooperativas e à adoção de tecnologias sociais adaptadas à agricultura familiar e ao agroextrativismo sustentável.

O investimento inicial no projeto, de R$ 190 mil, será aportado pela Fundação Banco do Brasil para a construção de 10 secadores solares de alta eficiência, que vão melhorar a qualidade da produção de andiroba e murumuru, ingredientes da biodiversidade usados pela Natura em seus produtos. A parceria prevê ainda fornecimento de 40 cadeiras para a coleta de patauá das palmeiras pelas comunidades extrativistas da região.

Em contrapartida a Natura irá fornecer, por meio de sua área de Gestão de Relacionamento e Abastecimento com Comunidades, capacitações e assistência técnica para essas famílias, de forma que consigam melhorar a qualidade dos óleos e tenham maior segurança na coleta do patauá.

A iniciativa será desenvolvida no âmbito do Programa Amazônia, criado pela Natura em 2011, com o objetivo de impulsionar um novo modelo de desenvolvimento, mais inclusivo e sustentável, partindo do princípio de que a floresta pode ter mais valor em pé do que derrubada. Ao longo dos últimos seis anos, a Natura já investiu mais de R$ 1 bilhão na região por meio do programa, beneficiando mais de 2 mil famílias em 28 comunidades.

“O convênio entre Natura e Fundação Banco do Brasil soma esforços; ele é uma sinergia entre empresas que acreditam que os negócios podem estar à serviço da geração de impacto positivo no meio ambiente e na sociedade”, afirma Josie Romero, vice-presidente de Operações e Logística da Natura. “Lado a lado, vamos alavancar a inovação na região amazônica, contribuir com a capacitação técnica de cooperativas e beneficiar a população local”, complementa.

Segundo o diretor de Gestão de Pessoas, Controladoria e Logística da Fundação Banco do Brasil, Valter Coelho de Sá, “a parceria inédita com a Natura agrega esforços para trazer a melhoria de vida das pessoas por meio de iniciativas que promovam a inclusão socioprodutiva e o desenvolvimento sustentável. Além disso, reaplica tecnologias sociais, metodologias simples que têm baixo custo e alta eficiência na solução de problemas sociais. A experiência e a atuação das duas empresas na região possibilitam uma maior transformação social”.

Essa iniciativa destaca a importância de alianças multissetoriais para o fortalecimento das cadeias produtivas sustentáveis do bioma da Amazônia.

As comunidades beneficiadas no Pará pelo primeiro projeto são:

– Cooperativa Mista Agroextrativista de Santo Antônio do Tauá – Camtauá – Santo Antonio do Taúa

– Cooperativa dos Fruticultores de Abaetetuba(Cofruta) – Abaetetuba

– Cooperativa de Resistência de Cametá (CART) – Cametá

– Associação de Moradores e Agricultores de Jauari Caminhando com Cristo – J Mojú

Fonte: O Nortão