Conselho do BB confirma Helio Magalhães como presidente do colegiado

Publicado em: 18/06/2019

Em reunião realizada na quinta-feira, 13, o conselho de administração do Banco do Brasil confirmou as nomeações de Hélio Magalhães, ex-presidente do Citi, e Marcelo Serfaty, da G5 Partners. Conforme informou mais cedo a Coluna do Broadcast, Magalhães foi confirmado como presidente do colegiado, e para a vice-presidência, foi escolhido o secretário de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues.

Integram ainda o colegiado do banco o ex-Accenture, Guilherme Horn; o próprio presidente do banco, Rubem Novaes; o ex-BRB, Paulo Evangelista; o engenheiro Luis Spinola, e Débora Cristina Fonseca, também do BB e indicada pelos funcionários.

Currículos

Hélio Lima Magalhães atua como conselheiro independente na Eletropaulo e na Companhia Melhoramentos de São Paulo. Foi presidente do Citigroup Brasil entre 2012 e 2017. É bacharel em Engenharia Elétrica pela George Washington University.

Por sua vez, Marcelo Serfaty é sócio-fundador e presidente do comitê de investimentos da G5 Partners Private Equity – Brasil. Possui bacharelado em Administração de Empresas, mestrado e doutorado em Economia pela FGV (Fundação Getúlio Vargas).

Já Waldery Rodrigues Júnior é secretário especial da secretaria da Fazenda do Ministério da Economia. É graduado em engenharia pelo ITA (Instituto Tecnológico da Aeronáutica), mestre em economia pela Universidade de Michigan e doutor pela UnB (Universidade de Brasília).

Por fim, Luiz Serafim Spinola atua como membro do Conselho de Administração do Banco do Brasil desde 2015, tendo sido eleito pelos acionistas minoritários. Possui graduação em Engenharia Civil, com mestrado em Engenharia de Produção pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).

Fonte: IstoÉ com Money Times

Governo do RN fecha parceria com BB para recuperar R$ 140 milhões

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Representantes do Banco do Brasil, da Procuradoria Geral do Estado do RN e a Governadora do RN, Fátima Bezerra assinaram um acordo que prevê a cobrança de um primeiro lote de dividas com o Governo do Estado, avaliado em cerca de R$ 140 milhões.

Esse acordo faz parte do esforço do Governo em resgatar dividas para efetuar o pagamento de valores atrasados, referentes aos pagamentos de servidores e fornecedores do governo passado.

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O Banco do Brasil assume um contrato de risco com o Governo do Estado e só será remunerado em cima do que for efetivado como pagamento por sua equipe de cobrança.

A estimativa do Banco do Brasil é que o banco consiga receber pelo menos oito por cento (8%) do valor inicial do lote, cerca de R$10 milhões de reais.

O acordo começa a vigorar desde a assinatura do contrato. E segundo a Governadora Fátima Bezerra “ é uma forma de mostrar à sociedade potiguar que o Governo está buscando alternativas para aumentar a receita do Estado, buscando recursos extraordinários e saldar as dívidas”.

Para o Procurador Geral do Estado do RN, Luiz Antônio Marinho “várias medidas estão sendo adotadas como alternativas para sanear as finanças do Estado, essa parceria com o Banco do Brasil vai permitir mais agilidade na recuperação dos créditos da divida ativa, tudo dentro da legalidade”..

O Superintendente Regional do Banco do Brasil, Christiano Carvalho ressaltou a parceria sólida que o banco tem com o Governo do Estado e “nós temos uma expertise muito grande em tecnologias de ponta e em soluções inovadoras na recuperação de seus ativos”.

Fonte: Grande Ponto

Acusado em irregularidade com BB, prefeito de Morro Agudo tem mandato cassado

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Por oito votos a um, a Câmara dos Vereadores cassou na tarde desta sexta-feira (14) o mandato do prefeito Gilberto Barbeti (PDT). O relatório final da Comissão Processante concluiu que o pedetista cometeu irregularidades em dois mandatos anteriores, causando prejuízo de R$ 1 milhão aos cofres públicos.

Gilberto Barbeti não compareceu à sessão. A defesa do prefeito informou que vai recorrer à Justiça sobre a decisão. O vice-prefeito Vinícius Castro (PPS) assumirá o cargo.

Acusações

Na quarta-feira (12), a defesa entrou com um mandado de segurança na Justiça para impedir a votação, mas o pedido foi negado pelo juiz Samuel Bertolino dos Santos.

A sessão começou com a leitura do relatório final da Comissão Processante. No âmbito da apuração, foram ouvidos o parlamentar denunciante, o prefeito e dez testemunhas. A fase de depoimentos foi concluída no dia 20 de maio. Vicari destacou que as testemunhas de defesa de Barbeti pouco ou nada contribuíram para o processo.

Segundo o relatório final, Barbeti cometeu irregularidades em dois momentos distintos. O primeiro quando rompeu o contrato da Prefeitura com o Banco do Brasil, que cuidava com exclusividade da movimentação financeira e da folha de pagamento dos servidores municipais, em 2007.

Na época do acordo, a instituição pagou R$ 800 mil ao governo municipal pela prestação de serviços em um período de cinco anos. No entanto, segundo a acusação, Barbeti não só quebrou o acordo antes do fim do prazo como revendeu a folha ao Banco Santander, que pagou outros R$ 800 mil.

O Banco do Brasil acionou a Justiça, venceu a ação e a Prefeitura foi condenada a devolver o valor, o que causou prejuízo aos cofres públicos.

O segundo caso diz respeito a um total de R$ 20 mil gastos com a compra de materiais de uma gráfica, sem abertura de licitação, nos anos de 2011 e 2012. Ele foi condenado em primeira instância por improbidade administrativa à perda do mandato e ao pagamento de uma multa no valor de R$ 300 mil.

Segundo a defesa, todos os recursos jurídicos serão usados para tentar reverter a decisão.

“Nós iremos ingressar com uma ação anulatória de ato jurídico, provavelmente na semana que vem, com tela de urgência. Caso o juiz aqui entenda que não há necessidade, iremos acionar todos os recursos inerentes à defesa”, disse Borsoe.

Para o relator, a decisão da Câmara confirmou o desejo da população. “Em cima de um processo que foi feito na Comissão Processante, eles [vereadores] entenderam todo o ilícito provocado pelo atual prefeito à administração de Morro Agudo. Eu vejo que, nesse momento, a justiça foi feita”, disse Vicari.

Fonte: G1

Banco do Brasil pode falir em dez anos, prevê jornalista em artigo

Publicado em: 13/06/2019

O STF decidiu na semana passada que o Congresso Nacional precisa dar autorização prévia para a privatização das empresas estatais — mas não precisa se manifestar em relação à venda de suas subsidiárias. Ótimo. Esse foi mais um desses momentos rumorosos, que têm se repetido com insistência, em que ministros da Corte se prestam a analisar leis que, como no caso específico da desestatização, já foram aplicadas à exaustão e que, a rigor, deveriam prescindir dos escrutínios judiciais.

Desde 1991, quando a venda da Usiminas inaugurou uma breve temporada de tentativas de redução do tamanho do Estado , mais de 20 empresas foram transferidas para a iniciativa privada sem que o judiciário visse irregularidades no processo. Mesmo assim, o STF resolveu voltar ao assunto e se manifestar agora. E quando a Suprema Corte fala, todos devem ouvir. Ponto final.

Diga-se em favor dos ministros que trouxeram o tema novamente à baila que, pelo menos, foi posta a ordem num debate que sempre motivou a ação de pessoas interessadas, senão em impedir, pelo menos em dificultar o enxugamento da máquina. Mas enquanto discussões desse tipo continuam mobilizando paixões em Brasília, a situação continua indo mal no mundo real.

Nesse ambiente chamado mercado, onde as empresas produzem, geram empregos e recolhem impostos, as estatais continuam sendo um fardo pesado para o contribuinte brasileiro. E mesmo aquelas empresas que hoje são intocáveis como uma vaca sagrada, correm o risco de desaparecer nos próximos anos se não houver uma mudança profunda no seu modelo de gestão e de relacionamento com os clientes.

AGÊNCIAS DE BOLSO

Tome-se, por exemplo, o Banco do Brasil , a mais longeva das estatais brasileiras. Se nada for feito para evitar — ou melhor, se não houver uma mudança rápida da mentalidade em torno da instituição —, ele corre o risco de sumir do mapa nos próximos anos. Não por ação de seus concorrentes, mas por incapacidade de acompanhar as transformações do mercado em que opera. Num mundo financeiro cada vez mais tomado por novidades como as fintechs e as agências bancárias que cabem no telefone celular, o BB pode ir a pique não por falta de musculatura, que ele tem de sobra, mas por falta de agilidade.

Em 2016, O BB anunciou um plano ousado, que propunha fechar mais de mil agências e postos de atendimento dos mais de 6.000 que tinha pelo Brasil afora. Chegou a por essa política em prática e, em 2017, eliminou 670 agências — mas não conseguiu cumprir a meta a que se propôs.

O plano de enxugamento foi abortado antes de concluído e o novo presidente da instituição, Rubem Novaes, chegou a declarar logo depois de tomar posse, em janeiro deste ano, que, em sua opinião, a rede deve permanecer como está — e que a redução da máquina estatal defendida pelo ministro da Economia Paulo Guedes não diz respeito ao banco. O mercado pode mudar, mas o BB permanecerá como está.

PONTO PARA O BB

Esse é o xis da questão. No Banco do Brasil, assim como em todas as outras 133 empresas controladas pela União (46 de controle direto e 88 subsidiárias, conforme o último levantamento do governo), as decisões técnicas são sempre subordinadas a questões políticas que as afastam do mercado. Não basta ao governo professar um credo liberal para livrar suas empresas da influência política que compromete sua eficiência. Ele precisa dar mostrar de que não quer interferir e isso, o presidente Jair Bolsonaro já deixou claro que não quer fazer. Já interferiu no preço do diesel vendido pela Petrobras e, no caso do BB, interveio no departamento de marketing da instituição.

Bolsonaro discordou de um comercial com o qual o BB procurava atrair o público mais jovem para sua carteira de clientes. Sem entrar no mérito da qualidade da peça publicitária — que, na opinião deste articulista, era ineficaz e ruim de doer —, o fato é que Bolsonaro interferiu na estratégia destinada a enfrentar um problema que tem sido especialmente preocupante para os administradores do BB: a incapacidade de se comunicar com o público mais jovem.

A rigor, a base da pirâmide etária dos clientes do BB é formada por pessoas que, no passado, foram atraídos pela bem-sucedida estratégia de patrocínio dos torneios de voleibol justamente no momento em que a seleção brasileira do esporte começava a brilhar nas quadras do mundo. Depois da conquista da medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 1984, e da medalha de ouro em Barcelona, em 1992, o vôlei virou mania entre os jovens e o nome do BB estampado nas camisas dos craques da seleção atraiu a atenção de quem acompanhou aquele momento de arrojo e de vitórias. Ponto para o BB.

INTERFERÊNCIA POLÍTICA

O problema é que nada foi posto no lugar daquele esforço vencedor. E os jovens que tinham vinte e poucos anos em 1992 hoje são senhoras e senhores na faixa dos 50. Desde aquela época, o banco estatal nunca mais conseguiu se comunicar com a juventude. Além de reduzir os esforços no sentido de ampliar sua presença no mundo digital, o bando passou a adotar estratégias de marketing tão vetustas quanto a própria logomarca da instituição — que existe há mais de meio século e é mantida até hoje exatamente como foi criada. Será que ela continua produzindo o mesmo efeito da época de seu lançamento? Provavelmente, não.

A propósito da interferência na campanha, diga-se que Bolsonaro não foi o único presidente a meter o bedelho nos assuntos do banco e pode-se dizer até que, no frigir dos ovos, sua ação acabará se mostrando menos nociva ao BB do que a de outros presidentes da República da história recente. Cerca de dois anos depois de sua posse, por exemplo, a ex-presidente Dilma Rousseff começou a se queixar do spread — ou seja, da diferença entre as taxas que os bancos pagam aos investidores e aquelas que cobram de quem toma os empréstimos.

Sem que seu governo tomasse qualquer providência macroeconômica para reduzir a taxa básica de juros e deixasse de gastar muito mais do que arrecadava, Dilma passou a exigir que os bancos do país reduzissem suas taxas de juros com a esperança de, com isso, ativar a economia que começava a dar sinais de exaustão em 2013. Ninguém, além dos bancos estatais, a obedeceu. Os clientes não viram muita vantagem na redução que o banco estava oferecendo e, no final das contas, o BB e a Caixa perderam dinheiro sem ganhar nada em troca.

VENDA ENQUANTO É TEMPO

O resto da história é conhecido. Sem entrar no mérito — ou nos deméritos — das circunstâncias que motivaram o desempenho de cada instituição, o fato é que, com o passar do tempo, os concorrentes privados foram abrindo vantagem em relação ao BB na corrida pela liderança do mercado. Observem-se, por exemplo, os balanços dos três maiores bancos do país em 2018. Enquanto o Itaú lucrou R$ 25,73 bilhões e o Bradesco R$ 21,56 bilhões, o BB teve um lucro de R$ 13,5 bilhões.

Os três bancos são equivalentes em matéria de rede de agências e de número de empregados. Com pequenas variações para mais ou para menos, todos os três têm mais ou menos 100.000 pessoas em seus quadros de colaboradores — e isso indica que a produtividade por empregado, num ano em que o balanço doBB não registrou lucro com a venda de ativos, foi muito inferior ao de seus concorrentes. Num cenário como esse, talvez o melhor fosse vender o BB enquanto ele ainda tem algum valor. Do contrário, o Banco corre o risco de enfrentar dificuldades e, no limite, desaparecer sem que o mercado brasileiro sinta sua falta.

Fonte: Coluna Dinheiro do Povo, por Ricardo Galuppo, publicado no Portal IG

Terceira onda de reestruturação no BB em agências da Bahia

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A gestão do Banco do Brasil anunciou na semana passada, em seus canais internos, a terceira onda de reestruturação, sem nenhuma consulta prévia com seus funcionários. Segundo o anúncio feito pelo banco, nenhuma agência da base do Sindicato dos Bancários de Vitória da Conquista e Região será atingida. Na Bahia, as cidades de Salvador e Feira de Santana fazem parte das mudanças do plano.

No projeto apresentado, a função de Assistente será extinta na rede Varejo e novas vagas serão criadas na rede de Negócios Especializados – os escritórios do modelo digital do banco. Ao mesmo tempo, os escriturários que atuam nestes escritórios serão remanejados para as agências.

A decisão, que mexe profundamente com a vida dos trabalhadores envolvidos, foi tomada de forma unilateral, sem nenhum diálogo com as entidades representativas dos trabalhadores. “Sem muita informação, a medida foi anunciada como uma troca entre escritórios e agências, e os funcionários envolvidos na movimentação foram apenas informados da nova localização de trabalho. Seja como for o processo, o fato é que se faz mais uma mudança brusca, sem qualquer diálogo, desconsiderando os impactos que irão causar na vida dos trabalhadores e trabalhadoras”, destaca Larissa Couto, vice-presidente do SEEB/VCR.

Fonte: Sindicato dos Bancários de Conquista e Região

BB vai pagar R$ 476 milhões em distribuição de lucro a acionistas

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O Banco do Brasil vai pagar uma remuneração de R$ 476,6 milhões a acionistas referentes a juros sobre capital próprio (JCP), reportou a Exame na segunda-feira (03). A instituição obteve um lucro acima do esperado no primeiro trimestre do ano, de R$ 4,2 bilhões.

De acordo com o site, a base para o cálculo dos valores são as posições das ações de cada acionista no dia 11 de junho. Segundo o banco, eles vão receber o pagamento no dia 28 de junho com valor corresponde a R$ 0,17 por ação.

Conforme analistas da Mirae Asset, mesmo considerando que o novo governo não tem a intenção de privatizar o Banco do Brasil, há um plano de alienar ativos em sua estrutura para torná-lo mais competitivo no setor, diz a reportagem.

Distribuição de lucro

A distribuição de lucro, neste caso, juros sobre capital próprio, é uma execução financeira paga a acionistas de empresas de capital aberto, que são aquelas listadas em bolsa.

Essa distribuição de valores está prevista na Lei das Sociedades Anônimas. Ela diz que companhias listadas na bolsa de valores oficial do Brasil (B3) devem pagar pelo menos 25% de seu lucro líquido em remuneração aos detentores de suas ações.

Imposto de Renda será retido

No entanto, mesmo que o pagamento seja executado como dividendo, no caso do JCP, existe a cobrança de 15% de Imposto de Renda.

Porém, quando os acionistas receberem suas partes, o valor já chegou líquido, ou seja, a parte do Leão é retida na fonte pela Receita Federal do Brasil antes da realização dos depósitos.

Banco do Brasil e lucro

Os R$ 4,2 bilhões de lucro no 1º trimestre deste ano é cerca de 40% de crescimento na comparação com mesmo período do ano passado, publicou a Veja no início de maio.

De acordo com a reportagem, o Banco do Brasil disse que o resultado é o maior da sua história e foi influenciado pelo crescimento na carteira de crédito.

Fonte: Portal do Bitcoin

BB passa a oferecer atendimento por assistente de voz do Google

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Os correntistas do Banco do Brasil (BB) já podem conseguir atendimento por meio do assistente de voz do Google. Sem necessidade de digitar, pessoas físicas e jurídicas poderão ser atendidas falando a frase “OK, Google… falar com o Banco do Brasil” com o aplicativo aberto. Segundo a instituição, a solução é inédita no sistema financeiro.

O recurso está disponível para os smartphones com sistema operacional Android e iOS. Para os usuários deste último sistema, é necessário instalar o aplicativo Google Assistente. Na primeira etapa, a tecnologia apresenta algumas funções para pessoas físicas e jurídicas, a emissão de senhas para atendimento presencial e a localização de agências. Ao falar “Encontre o BB”, o cliente poderá consultar endereços e traçar a rota por meio do Google Maps.

WhatsApp

O Banco do Brasil também anunciou novos recursos para o atendimento via inteligência artificial por WhatsApp, que oferece consultas, transferências, pagamentos e saques. Agora, o correntista pode pagar boletos com o uso de fotografias e pedir atendimento por meio de mensagens de áudio. O usuário também pode cadastrar um apelido para o bot (robô que faz o atendimento).

O aplicativo do banco para smartphones trouxe novidades na última atualização. A função “Pagar e Receber”, pela qual é possível transferir ou receber recursos por meio de Códigos QR (desenho que aparece na tela para ser escaneado) agora está disponível para transações entre bancos diferentes e permite monitorar e controlar quem fez os pagamentos.

Os clientes do Banco do Brasil também podem transferir dinheiro apenas por meio da agenda de contatos do celular.

Realidade virtual

Na feira Ciab Febraban,congresso de tecnologia da informação para instituições financeiras, o Banco do Brasil apresentou um estande de atendimento por meio de realidade virtual. Em fase de testes, o ambiente simula o funcionamento de uma agência bancária, em que o cliente é atendido com o uso de óculos de três dimensões. O congresso ocorre até esta quinta-feira (13) em São Paulo.

Fonte: Agência Brasil

BB Tecnologia planeja incorporar cinco clientes privados até dezembro

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Sem perder a atenção no Banco do Brasil, a BB Tecnologia e Serviços (BBTS), ex-Cobra Tecnologia, está indo ao mercado e planeja incorporar até cinco novos clientes privados à sua carteira até dezembro, revelou seu presidente, Adriano Meira Ricci. Em entrevista à CDTV, do portal Convergência Digital, no CIAB 2019, que acontece esta semana, em São Paulo, o executivo disse que a virada de chave – não será apenas uma fornecedora do BB – aconteceu por meio do uso da inteligência nacional.

“Como o Banco do Brasil é muito exigente em seus processos, o nosso pessoal [são mais de 3 mil funcionários] está preparado para criar soluções ao mercado. Aqui [no evento] estamos colocando quatro soluções: biometria positiva, gestão de telefonia, gestão de monitoramento de segurança (PSIM) e segurança eletrônica (DOSA), mas temos mais soluções em desenvolvimento interno”, acrescentou Meira Ricci.

Ir ao mercado significou uma guinada nos projetos da BBTS, especialmente, com investimentos em contratação de pessoas para lidar com as corporações. “Foram 40 anos atendendo um único cliente, que seguirá sendo muito especial. Mas temos capacidade de ir além e estamos indo”, afirmou o presidene da BBTS. Segundo o executivo, hoje, as soluções da BBTS estão em piloto no mercado de seguros, em uma empresa privada que quer o modelo de cobrança e em um grande banco que almeja uma assistência técnica como a feita para o Banco do Brasil. “Nossa meta é terminar 2019 com cinco clientes privados na nossa carteira”, ressaltou.

Com relação à transformação digital, Meira Ricci disse que, hoje, o fornecedor de serviços precisa tratar o cliente do banco como se fosse um cliente seu. “Se não for assim, não vai funcionar porque o cliente está, de fato, dominando todas as ações. Ele quer ser bem atendido e exige qualidade”, observou. Assistam à entrevista com Adriano Meira Ricci, presidente da BBTS.

Fonte: Convergência Digital

BB disponibiliza R$ 500 milhões em linha de crédito para MPEs do TO

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Em encontro realizado no Palácio Araguaia entre o Governador Mauro Carlesse e o presidente de gestão de pessoas, suprimentos e operações do banco do Brasil, Antônio Gustavo do Vale, o representante da instituição informou ao Governador sobre a disponibilização de uma linha de crédito do valor de R$ 500 milhões de reais, que está sendo direcionada, em especial, para os micro e pequenos empresários do Estado.

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De acordo com o vice-presidente do Banco do Brasil, Antônio Gustavo do Vale, a linha de crédito visa ofertar aos empresários a aquisição de máquinas, equipamentos e veículos, o que ajudará na estruturação dos negócios instalados no Estado. “Os recursos serão liberados imediatamente, o Banco do Brasil já vai fazer uma comunicação aos empresários e tenho certeza que esses recursos vão alavancar a economia do Estado”, disse.

O governador Mauro Carlesse agradeceu aos executivos do Banco do Brasil pela resposta positiva à sua solicitação, e projetou que os empresários tocantinenses irão em busca desses recursos para impulsionar seus negócios. “O que empresários precisam é ter acesso a crédito com juros baixos e que os ajudem a fazer a empresa crescer. Assim, irá aumentar a geração de empregos e o Estado todo cresce. Pois o que eu digo sempre, o Estado precisa ser menor e é a iniciativa privada quem tem que gerar os empregos para a nossa população”, declarou.

O presidente da Federação das Associações Comerciais e Industriais do Estado do Tocantins (Faciet) Fabiano do Vale, também esteve presente na reunião e comemorou o anúncio da linha de crédito. “É um momento ímpar, pois o empresário terá acesso a recursos com uma taxa de juros de 0,7% a 1,3% ao mês, e isso será um estímulo para as empresas investirem, melhorarem seus equipamentos, seus estoques, melhorar sua logística, e com isso aumentar o número de empregos e contribuir com o crescimento do Estado. A Faciet se orgulha de fazer parte desse projeto e de ter contribuído para que o pedido do governo fosse efetivado na busca por essa linha crédito”, reforçou.

Também estiveram presentes na reunião, o superintendente comercial do Banco do Brasil no Tocantins, Raul Abu Bakr Mohamed Wahbe, o gerente Ricardo Nunes, O Superintende de Varejo da Região Centro Oeste, Felipe Zanella e os secretários da Fazenda e Planejamento, Sandro Henrique Armando e da Indústria e Comércio Ridoval Chiareloto.

Fonte: Portal Surgiu

Emater e BB dinamizam atendimento em linhas de créditos

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Trabalhadores rurais e clientes da Empresa de Assistência Técnica Extrativista Rural do Acre (Emater) passam a dispor de agilidade e comodidade nos atendimentos para concessão de linhas de créditos, graças ao Programa Agente de Crédito Rural, implementado através do convênio firmado entre a Secretaria de Estado de Produção e Agronegócio (Sepa) e o Banco do Brasil.

O convênio Agente de Crédito Rural possibilita à Emater originar negócios rurais através do Portal de Crédito, no sistema disponibilizado pelo Banco do Brasil. Essa parceria está dentro da resolução 4.631/2018 do Banco Central (Bacen) que normatiza empresas parceiras a oferecerem um leque de serviços aos clientes.

Assim, a Emater vai oferecer diretamente aos clientes os serviços em cadastro, recepção de documentação, análise prévia, orientação ao produtor rural, originação de propostas de crédito e arquivo de documentos.

A parceria Emater e Banco do Brasil também oferece para todos os produtores rurais, pessoas físicas, demais clientes do Banco do Brasil, que também são assistidos pela estatal, as linhas de crédito como Pronaf, Custeio, Pronaf Mais Alimentos e BB Agropecuário, tudo via portal.

Agilidade

A média de espera para operação de custeio era de 10 dias e até 30 dias para análise de investimento. Com o agente de crédito esse tempo irá baixar em até 30%, pois serão retiradas, no mínimo, três etapas que eram feitas inicialmente.

Para requerer os mais variados serviços o cliente não precisará ir até a Emater, depois ao banco. Poderá fazer tudo na Estatal e todas as etapas dos processos poderão ser acompanhados online.

O secretário de Produção e Agronegócio, Paulo Wadt, esclarece que antes o órgão só fazia a parte da assistência técnica e extensão rural, agora também fará o processo de crédito de forma mais direta, uma vez que atuará em Ater, elaboração do projeto, confecção do cadastro, originação da proposta, acompanhamento e gestão.

“Esse convênio está dentro do projeto de governo em melhorar os serviços prestados aos cidadãos. Não haverá mais aquele vai e volta do produtor rural, de ir várias vezes a Emater e ao banco, pois agora tudo será resolvido no escritório do órgão, num fluxo simplificado, se economiza tempo e recursos, com os processos todos online”, exemplificou Wadt.

Moderno e inovador

O produtor não terá mais que se deslocar de longas distâncias em busca da agência do Banco do Brasil mais próxima. Ele só precisa ir ao escritório da Emater e todo o processo será gerado, digitalizado no escritório e enviado via internet.

Logística remunerada

O Banco do Brasil irá remunerar a Emater pelos serviços de atendimento a esses clientes gerando receitas para a empresa investir e melhorar cada vez mais o atendimento.

Fonte: Governo do Estado do Acre

BB, Caixa Econômica, Sicoob, entre outros, lançam blockchain privada

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Foi lançada na quarta-feira (12), no CIAB Febraban, a Rede Blockchain do Sistema Financeiro Nacional. Desenvolvido pela CIP (Câmara Interbancária de Pagamentos) e pela Febraban (Federação Brasileira de Bancos), o sistema é uma aprimoração do Device ID, projeto apresentado no evento do ano passado.

Segundo a Folha, nove bancos já aderiram ao sistema de compartilhamento de dados e a rede já se encontra em operação. O lançamento ocorreu durante o CIAB Febraban 2019, que acontece no Transamerica Expo Center, em São Paulo (SP), nos dias 11, 12 e 13 deste mês.

Os bancos que aderiram foram os seguintes: Bradesco, Banrisul, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Banco Original, Itaú, JP Morgan, Santander e Sicoob. O serviço é pago, mas os bancos terão suas partes liquidadas pela CIP durante um ano — “qualquer instituição financeira pode aderir ao sistema”, diz o artigo.

A princípio, apenas a identificação de dispositivos móveis roubados será compartilhada, diz o site. No entanto, o novo instrumento dá início a um desenvolvimento no setor de pagamentos instantâneos, e também abre espaço para o open banking entre instituições.

Blockchain contra fraudes

Em um processo semelhante ao projeto da Anatel chamado ‘Celular Legal’, onde usuários, fabricantes e operadoras colaboram entre si no caso de roubo de aparelhos, o sistema da CIP informa os demais bancos quando apenas um é comunicado.

Do mesmo modo, caso o aparelho seja recuperado, todo sistema bancário em rede é informado em conjunto. Isso é possível devido à característica intrínseca da tecnologia blockchain em compartilhar, sem mudanças, todas as informações inseridas pelos nodes.

Será possível, também, introduzir informações através de uma API (Interface de Programação de Aplicativos), caso a instituição não tenha a tecnologia blockchain.

De acordo com a Folha, o superintendente-geral da CIP, Joaquim Kawakama, disse que a entidade já está em contato com operadoras para incluí-las na rede.

Leandro Vilain, da Febraban, também comentou:

“Essa é mais uma ferramenta para os algoritmos de segurança dos bancos. Com ela, o volume de fraudes via celular vai cair drasticamente”.

Fonte: Portal do Bitcoin

Bancos brasileiros dão o maior retorno em dividendos desde 2014

Publicado em: 06/06/2019

Os grandes bancos brasileiros registraram o melhor retorno em dividendos (dividend yield, equivalente ao ganho em relação ao valor da ação) desde o segundo trimestre de 2014, aponta levantamento feito pela Economatica.

Além disso, os bancos brasileiros lideram a lista dos bancos com maior retorno no mundo considerando o valor de seus recibos de ações (American Depositary Receipts, ou ADRs) negociados em Nova York. O levantamento considerou todos os bancos da América Latina, Estados Unidos e demais bancos do mundo com ADRs e com ativo total superior a US$ 100 bilhões.

O Brasil é representado nessa lista por quatro bancos, os EUA por 19 instituições e os demais países por 26 casas. Para o levantamento, a Economatica considerou somente uma ação por instituição, a de maior volume financeiro negociada nos últimos 30 dias.

A mediana dos quatro bancos brasileiros no dia 24 de maio de 2019 é de 6,79% de retorno sobre o valor da ação, o mais alto desde 30 de junho de 2014, relativo ao segundo trimestre daquele ano.

Segundo Einar Rivero, autor do estudo, o gráfico demonstra que os bancos brasileiros na mediana sempre tiveram melhor desempenho que a mediana dos bancos dos USA ou dos bancos do mundo com ADR´s negociados em New York.

Nos últimos três trimestres, os bancos dos USA ultrapassam os bancos do mundo. A mediana do “dividend yield” dos bancos americanos no dia 24 de maio de 2019 é de 2,69%. O maior valor registrado no período analisado foi registrado no segundo trimestre de 2017, com 2,70%.

Já os bancos do mundo com ADR´s em NY registraram seu melhor momento no primeiro trimestre de 2017 com 3,96%.

Economatica

Itaú e BB lideram no mundo

A Economatica fez uma lista das 20 ações com melhor retorno em dividendos nos 12 meses fechados em 24 de maio de 2019.

O “dividend yield” de 8,14% sobre o ADR coloca a ação preferencial do Itau Unibanco (ITUB4) na liderança dos 49 bancos da amostra. O segundo melhor desempenho é o da ação ordinária do Banco do Brasil (BBAS3) com 6,95%. Na quarta posição está a unit (recibo de ações) do banco Santander Brasil (SANB11) com 5,34%, a sua controladora na Espanha está na oitava colocação com 4,38%.

O banco Bradesco tem desempenho mais modesto, com a sua ação preferencial (BBDC4) ocupando a 12ª posição, com 3,71% de “dividend yield”.

Entre as 20 ações de grandes bancos com melhor “dividend yield” da América Latina, EUA e bancos do mundo, há seis bancos dos EUA. Brasil e Inglaterra têm quatro representantes, Coréia do Sul e Espanha apresentam duas instituições e Austrália e Holanda têm um banco cada.

Para o levantamento a Economatica calculou o “dividend yield”, ou retorno em dividendos de duas maneiras. No Brasil, os dividendos e juros sobre capital próprio informados à B3 nos últimos 12 meses até 24 de maio de 2019 são somados e divididos pelo preço da ação no dia 24 de maio de 2018, sem ajuste por dividendos e juros sobre capital.

Nos demais países, os dividendos informados às bolsas dos EUA nos últimos 12 meses até 24 de maio de 2019 são divididos pelo preço da ação no dia 24 de maio de 2018, também sem ajuste por dividendos.

Economatica 1

Fonte: Exame

Funcionários defendem BB e Cassi em conferência de Bancários no NE

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A defesa dos bancos públicos e da Cassi foram os principais eixos discutidos no encontro dos funcionários do Banco do Brasil na 21ª Conferência Interestadual dos Bancários da Bahia e Sergipe. Resultado do desmonte, a instituição eliminou 17.913 postos de trabalho, entre setembro de 2012 e março de 2017. Além de ter fechado 808 agências entre dezembro de 2014 e março deste ano.

O encontro aconteceu dentro da programação do 13º Congresso do Sindicato dos Bancários da Bahia, realizado na tarde de sábado (01/06). Os funcionários do BB aprovaram mobilização em defesa da Caixa de Assistência. Embora a proposta estatutária da Cassi tenha obtido a maioria dos votos, não atingiu a quantidade necessária para a mudança do estatuto, que é de 2/3.

Para o diretor Jurídico do Sindicato da Bahia, Fábio Lédo, independentemente do resultado da eleição anterior, “agora é hora de todos se mobilizarem para pressionar o banco a reabrir as negociações com as entidades representativas a fim de construir uma proposta que atenda aos interesses dos funcionários”.

Inclusive, com foco na reabertura das negociações sobre a Caixa de Assistência, também foi aprovada a participação dos funcionários do BB na greve geral do dia 14. Além disso, foram aprovadas campanhas para esclarecer as condições financeiras da Cassi.

A diretora de Planejamento da Previ, Paula Goto, compareceu ao evento. Na oportunidade, ela prestou esclarecimentos e apresentou panorama geral sobre da entidade. Também foram discutidas as denúncias de coação dos caixas para aderirem ao banco de horas, uma vez que a adesão é facultativa, conforme previso no Acordo Coletivo de Trabalho.

Ainda foram eleitos 11 delegados que vão participar do 30º Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil, nos dias 1º e 2 de agosto, em São Paulo. O evento será realizado em conjunto com a Conferência Nacional dos Bancários.

Fonte: Sindicato dos Bancários da Bahia

BB expressa preocupação com eventual recuperação judicial da Odebrecht

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O presidente do Banco do Brasil (BB), Rubem Novaes, reconheceu haver preocupação da instituição com um possível pedido de recuperação judicial da Odebrecht. Segundo Novaes, a dívida da companhia com o banco ultrapassa R$ 9 bilhões.

“Há preocupação, sim, lógico que há preocupação. Os bancos têm um crédito grande [com a Odebrecht], mas felizmente estão bens provisionados, em condições de enfrentar qualquer situação”, disse.

O presidente do BB falou aos jornalistas após reunião com o ministro da Economia, Paulo Guedes. Também participaram da conversa o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Joaquim Levy, e o presidente da Caixa, Pedro Guimarães.

Questionado sobre os pedidos periódicos de Guedes para “despedalar” os bancos públicos, Novaes afirma que isso está acontecendo aos poucos, na medida do possível. “Estamos agora na operação [venda das participações] do IRB e da Neoenergia, batendo a porta aí”, completou.

Após a reunião com Guedes, Levy disse que o BNDES pretende ajudar principalmente em investimentos de infraestrutura. “Está cheio de coisa para a gente fazer, no gás, no saneamento. É ótimo que o Congresso está acelerando a votação do [novo marco legal do] saneamento, trazer o capital privado e melhorar a vida de milhões de pessoas”.

Levy também foi questionado sobre se o BNDES devolverá mais dinheiro ao Tesouro, além do previsto em cronograma. O presidente do banco de fomento respondeu que devolverão “tudo o que puder”.

Fonte: Valor Econômico

Diretor afastado após comercial sobre diversidade irá para o Patagônia

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Afastado do cargo após interferência do governo na divulgação de um comercial do Banco do Brasil sobre diversidade, Delano Valentim de Andrade renunciou oficialmente nesta sexta-feira (31). A saída não envolve, porém, o fim do vínculo com o banco público. Ele será vice-presidente do argentino Banco Patagônia, controlado pelo BB.

Andrade era diretor de Marketing e Comunicação do Banco do Brasil, mas foi afastado do posto após a interferência do presidente Jair Bolsonaro (PSL) na divulgação de um vídeo em que apareciam jovens descolados. Eram retratados negros, gays e havia uma transexual no vídeo.
O comercial foi considerado inapropriado pelo presidente, que pediu a retirada da campanha do ar. A ordem foi acatada por Rubem Novaes, presidente do BB, ainda em abril.

Desde que Novaes assumiu o comando do Banco do Brasil, delegou às suas equipes de marketing e de tecnologia um plano para atrair jovens com uma linguagem mais moderna e com serviços via internet capazes de competir com as fintechs, hoje uma ameaça concreta aos maiores bancos e que têm entre os jovens seus maiores adeptos.

Em entrevista a jornalistas, no começo do mês, Novaes afirmou que recebeu o vídeo deBolsonaro e que tampouco gostou do que viu. “Não gostei por uma razão muito simples: nosso objetivo é atingir todo o espectro de jovens, que não vi representado”, afirmou à época.

“Não vi o jovem fazendeiro, o rapaz esportista, o nerd. Não vi ali o jovem de classe média baixa que rala um dia inteiro para pagar estudos à noite. Ficou muito concentrado na juventude descolada”, criticou também à época.

O Banco do Brasil tem atualmente 15% de seus clientes entre 20 e 30 anos, fatia menor que os quase 18% que têm mais de 65 anos.

Fonte: Folha de S.Paulo

Com esforços da Prefeitura, Banco do Brasil reabre em Mairi

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O Superintendente Regional do Banco do Brasil em Feira de Santana, Fabio Ricardo Wietheuper, se reuniu nesta terça-feira (28), em Mairi, com o prefeito Jobope, para comunicar a abertura da agência da cidade.

O anúncio veio após reunião no gabinete da Prefeitura com Jobope, com a gerente geral da agência, Taciane Pinheiro Costa, e com o subgerente, Genolino Alves Oliveira Filho. “O empenho do gestor (Jobope) foi fundamental para a reabertura, uma vez que a gestão municipal manteve a folha de pagamento no banco e todas as outras contas, além da luta junto aos órgãos superiores do banco do Brasil”, reconheceu o superintendente regional.

O prefeito Jobope agradeceu o reconhecimento e reafirmou o seu compromisso em continuar lutando pelas causas da cidade. “Como cidadão mairiense me sinto grato pelo reconhecimento da luta da gestão e realizado por ter de volta o Banco do Brasil em nossa amada cidade.

O Secretário de Finanças, Afonço Selço, o tesoureiro Fernando Pacheco, a Superintendente de Administração, Ana Conceição, o Assessor Jurídico, Artur Borges, e o Chefe de Gabinete da Prefeitura, Leandro Assis, também participaram do encontro.

Explosão agência

Parte da agência do Banco do Brasil em Mairi ficou destruída após ser explodida por um grupo de criminosos na madrugada do dia 24 de abril de 2017. Teto, portas de vidro e paredes foram destruídas.

Segundo a Polícia, ao chegarem na estrada que liga Mairi a Baixa Grande, os bandidos ainda abordaram uma van que transportava pacientes e fizeram duas pessoas reféns. Logo após, elas foram liberadas e o veículo foi atravessado na pista para dificultar a passagem de carros.

Fonte: União dos Municípios da Bahia

Privatização dos bancos públicos: mais de 50% das cidades ficarão sem agências

Publicado em: 29/05/2019

Números do Banco central reforçam o que as entidades representativas dos empregados da Caixa Econômica Federal têm repetido diuturnamente: sem bancos públicos não há desenvolvimento econômico e social para o Brasil. Atualmente, dos 5.590 municípios brasileiros, 3.365 (60,2%) contam com uma ou mais agência bancária, 950 municípios (17%) são atendidos apenas por bancos públicos. Caso os bancos públicos sejam privatizados, 57% das cidades brasileiras ficarão sem agências bancárias.

“Isso significa que a população será privada de serviços bancários e de políticas sociais na área da habitação, da educação, do esporte, dentre outras. Os bancos privados não têm interesse em prestar serviços para a população menos favorecida e tampouco se instalar em cidades e bairros afastados dos grandes centros comerciais e financeiros”, alerta o presidente da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae), Jair Ferreira.

O dirigente lembra o importante papel dessas instituições no financiamento de projetos necessários ao desenvolvimento econômico, em atividades anticíclicas quando de crises e na bancarização, no acesso da população de menor renda aos programas sociais e às atividades bancárias, suprindo lacunas deixadas pelos bancos privados nacionais e estrangeiros.

Rondônia é um dos estados mais afetados pelo problema. Dos 15 municípios do estado, apenas seis contam com agências e, em cinco, são só agências de bancos públicos.

Fonte: Federação dos Bancários do Estado do Paraná

Bolsonaro sobre privatizações: ”Na Caixa e no BB, não pretendo mexer”

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Em café da manhã com jornalistas, nesta quinta-feira (23/5), o presidente Jair Bolsonaro mencionou que vem aí um programa de privatizações forte e em várias etapas. Citou que para os Correios, por exemplo, já há sinal verde. O secretário que comanda a área de privatizações no Ministério da Economia, Salim Mattar, está trabalhando ainda na área de refino da Petrobras, setor que o presidente espera que ajude a reduzir o preço do gás.

Mas há duas instituições que ele, pessoalmente, não pretende incluir nessa programação: Caixa Econômica e Banco do Brasil. “Não pretendo mexer”, disse. E previu: “Vai ter uma grita aí”. Vale lembrar que, nos Estados Unidos, o ministro Paulo Guedes havia mencionado a perspectiva de privatização do Banco do Brasil.

Coaf e relação com o Congresso

Em termos de organização de governo, o presidente tem esperanças em ver a Medida Provisória 870, que organizou o governo, aprovada até a semana que vem nas duas Casas e minimizou o fato de a Câmara ter devolvido o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) ao Ministério da Economia. “Foi um a um o jogo ontem, né? Faz parte, o Parlamento tem legitimidade para mudar”, disse ele, ressaltando a independência do Congresso. “Não temos base fixa. De acordo com o entendimento, votam de uma forma ou de outra. O Parlamento é um Poder independente, conforme está na Constituição”, disse ele.

O presidente ressaltou ainda que não se referiu especificamente aos congressistas quando mencionou, na segunda-feira, que o problema do país é a sua classe politica. “Foi um comentário geral. Estamos, nós, políticos, no poder desde que saiu o (presidente João Batista) Figueiredo. Um deputado não aguenta ouvir isso daí? Tá chateado? Eu me incluo no bolo”, afirmou.

Ele disse ainda que os 28 anos de parlamento deram uma ideia do que ele enfrentaria nessa relação. “Estamos mudando um paradigma”, disse, citando como exemplo o corte de um patrocínio de R$ 800 milhões da Petrobras a uma empresa de Fórmula 1. “Quando mexe, bota gente poderosa contra. Não sou o dono da verdade, mas procurarei mudar o Brasil. Então, o tiro vem. Poderia estar reeleito deputado federal, poderia estar no Senado ou aposentado. Mas estou feliz, tive a oportunidade de escolher os meus ministros. Agora, às vezes, é um parto sem respiração. Eu tenho engolido sapos até pela fosseta lacrimal”, disse o presidente.

Fonte: Estado de Minas

BB fica na 20ª posição no ranking das 50 marcas mais valiosas do Brasil

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Conceitos que geram negócio e dirigem a trajetória de uma companhia. O ranking das 50 marcas mais valiosas do Brasil, divulgado pela Kantar com exclusividade para a CM, traz as ideias e iniciativas de empresas que mais geraram lucro, investimento e fidelidade do cliente no país em 2019.

Em um seminário realizado nesta terça-feira (28), a Kantar, em parceria com a IstoÉ Dinheiro e a Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), apontou os resultados da pesquisa anual que estabelece um ranqueamento das marcas de acordo com seu crescimento no mercado financeiro, seu aumento de fidelidade e compradores.

Segundo Eric Salama, CEO Global da Kantar, é preciso entender o que move o comportamento do consumidor, codificar novos nichos e buscar novas oportunidades. “Você precisa entender os benefícios e os desejos do novo consumidor, como ele gasta o dinheiro e o que ele busca alcançar. O consumidor quer uma prova do produto, viver uma experiência, ele tem outros desejos hoje”, conta.

Sonia Bueno destaca o case da Coca-Cola, que penetra em 85% dos lares brasileiros e se tornou uma opção para quase a totalidade deles. “As marcas precisam sair da zona de conforto, oferecer novas soluções, inovadoras, comunicar e transformar o seu negócio”, afirma a CEO Brasil da Kantar.

Metodologia

Diversos rankings são desenvolvidos pela empresa, entre eles o das marcas mais fortes e mais valiosas. Para esses estudos, a metodologia para avaliação é feita a partir de três indicadores: o valor da marca, o poder da marca e a escolha da marca.

Eric Salama revela que comunicação, inovação, experiência para o consumidor, comunicação multiplataforma e engajamento são pontos chave para o desenvolvimento de qualquer marca e que o Brasil deve investir nisso. “Marcas brasileiras são fortes, mas precisam investir mais para fazer o consumidor se apaixonar, saber que o que ele está consumindo é diferente do resto e não se prender à referências de fora”, revela.

Eduardo Tomiya, Managing Director da Kantar no Brasil, reforçou a ideia de que significado e diferenciação são indispensáveis para o crescimento de qualquer empresa. “A reputação e o conceito talvez sejam os ativos mais importantes de uma marca”, finaliza.

Confira o ranking completo abaixo

1- Bradesco

2- Itaú

3- Skol

4- Brahma

5- Globo

6- Antarctica

7- Magazine Luiza

8- Petrobras

9- Renner

10- Amil

11- Natura

12- Ypê

13- Sadia

14- Bohemia

15- Ipiranga

16- Lojas Americanas

17- Ypióca

18- Vivo

19- Embratel

20- Banco do Brasil

21- NET

22- Localiza

23- Drogasil

24- Porto Seguro

25- B3

26- Droga Raia

27- Seara

28- Schin

29- Netshoes

30- CVC

31- TOTVS

32- Cielo

33- Pão de Açúcar

34- Casas Bahia

35- Suvinil

36- Iguatemi

37- SBT

38- Caixa

39- Bauducco

40- Gol

41- Estácio

42- Buscapé

43- Havaianas

44- Fleury

45- Smiles

46- Arezzo

47- Dorflex

48- Tigre

49- Perdigão

50- Extra

Fonte: Consumidor Moderno

“Fusão do BB com banco americano era brincadeira de Paulo Guedes”, diz governo

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Um vídeo do ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmando que poderia fundir o Banco do Brasil (BB) com o Bank of America (BoFa) – uma das principais instituições financeiras dos Estados Unidos – viralizou nas redes sociais. O discurso, apesar de verdadeiro, foi uma brincadeira que o ministro fez a uma plateia formada por empresários e investidores, segundo o próprio Guedes, o Ministério da Economia e o Banco do Brasil.

A frase foi dita por Guedes na quinta-feira passada (15), em Dallas, nos Estados Unidos, durante a cerimônia de entrega do prêmio “Personalidade do Ano” ao presidente Jair Bolsonaro pela Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos.

“Vamos tentar vender a Petrobras, tentar vender o Banco do Brasil. Ou, melhor, tentar fazer uma fusão do Banco do Brasil com o Bank of America. Eles são ótimos no mercado imobiliário e em empréstimos ao agronegócio. Então, vamos juntá-los. Já fizemos isso colocando Boeing e Embraer juntas. Vamos construir empresas transnacionais”, afirmou Guedes, em meio a risos na plateia.

Depois, a jornalistas, incluindo Raphael Sibilla, que cobriu o evento para a Gazeta do Povo, o ministro se explicou e disse que fez a afirmação apenas em tom de brincadeira e que usou uma metáfora para referir às negociações entre a americana Boeing e a brasileira Embraer.

A Boeing anunciou no fim de 2017 intenção de comprar a fabricante brasileira de aviões Embraer. Depois de quase um ano de negociações, elas chegaram em um acordo. Foi criada uma terceira empresa que ficará responsável pela fabricação e venda dos aviões comerciais da Embraer. Essa empresa terá a Boeing como acionista majoritária, com 80% das ações. A Embraer ficará somente com a fabricação e venda de aviões de defesa e jatos executivos.

Procurados pela reportagem, tanto o Ministério da Economia quanto o Banco do Brasil confirmaram que o ministro estava brincando ao falar entre uma associação do Banco do Brasil com o BoFa. O ministério da Economia também negou que esteja sendo avaliada uma fusão ou uma parceria entre os dois bancos nos mesmos moldes do acordo feito entre Embraer e Boeing.

Ministro já havia falado sobre fusão no ano passado

Apesar do tom de brincadeira, não foi a primeira vez que o ministro Paulo Guedes falou sobre uma eventual parceria entre o banco brasileiro e o norte-americano. Logo após a eleição de outubro de 2018, Guedes disse ao site “Poder360” que o Banco do Brasil e o Bank of America poderiam fazer um acordo para operarem juntos e que isso aumentaria a competição do setor bancário brasileiro.

Depois, também ao “Poder360”, Guedes falou que isso era uma ideia para ser discutida no futuro e não estaria necessariamente no plano de governo de Bolsonaro. “É uma ideia para ser discutida, se for o caso, lá no futuro.”

O ministro é amigo de Alexandre Bettamio, presidente do Bank of America para a América Latina, e chegou a convidar o banqueiro para assumir o Banco do Brasil. Bettamio, porém, não pôde aceitar o convite e Rubem Novaes foi nomeado presidente do banco brasileiro.

O Banco do Brasil é uma das principais estatais da União, considerada uma das “joias da coroa”, com valor de mercado de R$ 140 bilhões no início de abril e 108 mil funcionários, segundo dados referentes ao fim de 2018. Além de atuar como banco de varejo, seu diferencial é o atendimento ao setor de agronegócio, sendo responsável pelo Plano Safra.”

Fonte: Gazeta do Povo

Caixa e Banco do Brasil perdem espaço no crédito, mas liderança não está ameaçada

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O Banco Central (BC) apresentou novos dados sobre a concentração no mercado financeiro. Os cinco bancões continuam respondendo por 85% das operações de crédito, 84% dos depósitos e 81% dos ativos do sistema, dentro de um universo de 172 bancos. No entanto, parece se consolidar uma tendência de menor participação dos bancos públicos, embora sigam líderes em diversos segmentos.

No Relatório de Economia Bancária (REB), o BC apresenta diversos recortes sobre o mercado, mas vamos centrar atenção na participação nos segmentos de pessoas físicas e jurídicas, bem como nas modalidades crédito imobiliário e rural.

A história que os dados do BC nos conta é a da mudança de orientação de governo na utilização dos bancos públicos como ferramenta de política parafiscal, que se encerrou em meados de 2016, com mudança de governo, e tende a se acentuar com um governo de orientação liberal, que quer reduzir a concentração e ampliar a concorrência.

Pessoas físicas

A participação da Caixa e do Banco do Brasil vem diminuindo desde 2016, quando chegou a 51,7%, e agora caiu para menos da metade do crédito para as pessoas físicas, ficando em 48,16% em 2018.

A Caixa, fechou o ano respondendo por 29,5% do mercado ante 32,58% em 2016. Já o BB caiu de 19,13% para 18,7%. O banco privado com melhor colocação no período foi o Itaú Unibanco, que fechou o ano passado com 12% desse segmento, marcando uma ampliação sobre os 11,77% de 2017, que tinha registrado queda sobre 11,91% de 2016.

Pessoas jurídicas

No financiamento às empresas, a predominância continua sendo do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), com 20,58% do estoque. Mas a fatia é menor que os 21,9% de 2016 e os 22,6% de 2015.

O banco de fomento vem observando redução na sua carteira, depois de observar crescimento na casa de 40% depois da crise de 2008. O ano passado também marcou a adoção da Taxa de Longo Prazo (TLP) no lugar da Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP), reduzindo o volume de subsídio nas operações do banco.

A segundo posição no segmento empresarial segue com o Banco do Brasil, que tem 18,7% do mercado, seguido pela Caixa, com 12% e pelo Bradesco, com 11,5%. Em comparação com 2016, BB perdeu mercado, enquanto Caixa e Bradesco ganharam espaço.

Imobiliário

Aqui, a Caixa continua sendo o “banco da casa própria”, como 70% do estoque de financiamentos, pouco acima dos 68,17% de 2016 e dos 69,96% de 2017.

O segundo colocado é o Banco do Brasil, com 8,2%, ampliando dos 7,86% de 2016. Entre os privados, o Bradesco é o melhor colocado, com 7,94% ante 7,26% de 2016. Itaú e Santander apresentam quedas marginais de participação.

Crédito rural

Aqui, o Banco do Brasil é o “banco do campo”, respondendo por 53,36% do estoque de crédito em 2018, menos que os 55,45% de 2017, mas acima dos 47,55% de 2016. A segunda colocação é do Bradesco com 6,54%, também menos que 2017 (7,21%), mas acima dos 6,14% de 2016.

Movimentações acontecerem nas demais posições. O Santander parece ter firmado posição em terceiro lugar, com 3,79%, menos que os 4,05% de 2017, mas acima dos 2,53% que tinha em 2016, quanto ocupava a quinta colocação.

Quem perdeu terreno no período, foi o Banco Cooperativo Sicredi, que era o terceiro em 2016, com 4,28%, não figurou entre os cinco maiores em 2017, e agora está em quinto lugar, com 2,67% em 2018.

O IHHn que aparece nas tabelas é o índice de Herfindahl-Hirschman Normalizado (IHHn) utilizado para medir a concentração no sistema. Ele oscila entre zero e um. O BC considera que mercados que registram valores correspondentes ao IHHn situados entre zero e 0,1000 são considerados de baixa concentração. Acima de 0,1000 até 0,1800, de moderada concentração e acima de 0,1800 até 1, de elevada concentração. Para o sistema financeiro como um todo, as medições então na faixa de moderada concentração.

Fonte: Seu Dinheiro

Governo do Amazonas emprestará R$ 400 milhões do Banco do Brasil

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A ALE (Assembleia Legislativa do Amazonas) aprovou no início da tarde desta quarta-feira, 23, o Projeto de Lei n° 168/2019 que autoriza o Governo do Amazonas a fazer empréstimo de R$ 400 milhões do Banco do Brasil. A proposta teve apenas um voto contra, do deputado Wilker Barreto (PHS).

Os deputados aprovaram emenda de Wilker Barreto que retira o parágrafo único do Artigo 6°. O parágrafo previa a dispensa a emissão de nota de empenho para a realização das despesas. Os deputados entenderam que a ausência das informações prejudicaria a transparência e, consequentemente, a fiscalização dos gastos do Poder Executivo.

A deputada Alessandra Campêlo (MDB), relatora do projeto, afirmou que o dinheiro é para obras de saneamento básico com a retomada do Prosamim e a geração de emprego com a continuação da construção do anel viário de Humaitá, que facilitará o escoamento pela rodovia AM-070.

O empréstimo é uma das medidas anunciadas pelo governador para reduzir a dívida do Estado, que soma R$ 1,5 bilhão, segundo a Sefaz (Secretaria de Estado da Fazenda). Além do empréstimo, o governo anunciou em março que quer aumentar a arrecadação de impostos, reduzir gastos, emprestar U$ 150 milhões do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento). Atualmente, já dispõe de dinheiro do FTI (Fundo de Turismo ao Fomento).

Conforme o projeto de lei, o Estado poderá emprestar até R$ 400 milhões, com garantia da União, do Prodecap 2019 (Programa de Apoio às Despesas de Capital). Os valores serão destinados à amortização da dívida pública, capitalização de Fundo Garantidor de Parceria Público-privada e pagamento de contrapartida de operações de crédito.

O projeto proíbe o uso do dinheiro para despesas correntes e determina que o dinheiro do empréstimo deverá ser consignado como receita no orçamento ou em créditos do Estado. O Artigo 4° diz que os orçamentos ou os créditos adicionais deverão consignar, anualmente, as dotações necessárias às amortizações e aos pagamentos dos encargos, relativos aos contratos de financiamento.

Caso o projeto seja aprovado, o Banco do Brasil está autorizado a debitar na conta corrente do Governo do Amazonas os valores referentes ao pagamento do empréstimo, juros e tarifas bancárias.

Portal: Amazonas Atual

Guedes cogita “associação” entre Banco do Brasil e Bank of America

Publicado em: 22/05/2019

O ministro da Economia, Paulo Guedes, falou novamente sobre a possibilidade de uma “associação” entre o Banco do Brasil (BB) e o Bank of America (BofA) Merrill Lynch, na última quinta-feira (16). “Vamos procurar fazer uma associação entre o Banco do Brasil e o Bank of America. São bancos bons para empréstimos agrícolas. Já fizemos uma nova relação entre Embraer (EMBR3) e Boeing. Vamos construir empresas transnacionais. E ultrapassar as nossas fronteiras na procura de melhores oportunidades econômicas”, afirmou Guedes, em discurso na cidade de Dallas (EUA).

O evento em Dallas foi realizado pela Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos (EUA). E tinha por objetivo homenagear o presidente da República, Jair Bolsonaro.

Em 7 de novembro de 2018, após a votação do segundo turno da eleição presidencial, Guedes havia dito para o portal “Poder360” que a equipe econômica estudava a fusão do Banco do Brasil (BBAS3) com o Bank of America Merrill Lynch. Guedes é amigo do presidente do BofA para América Latina, Alexandre Bettamio. Antes de tornar-se ministro, Guedes era conhecido no mercado financeiro por ter sido um dos quatro fundadores do Banco BTG Pactual (BPAC11), além do think-tank Instituto Millenium (RJ).

Confira outros pontos mencionados pelo ministro no breve discurso:

Guedes citou positivamente a possibilidade de um acordo similar entre a Boeing e a Embraer. O ministro voltou a defender a aprovação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) da reforma da Previdência, novamente afirmando que o Brasil está em um “buraco negro” causado pelo desequilíbrio das contas públicas. Acerca da aos mercados de petróleo e gás, o ministro declarou que a “quebra de monopólios” levará à “reindustrialização” da economia brasileira. Guedes elogiou Jair Bolsonaro, e na opinião do ministro, o presidente “nomeou um gabinete que fala a mesma língua”. Além disso, o economista liberal afirmou que tem boas relações com o presidente da Argentina, Mauricio Macri, e o presidente do Paraguai, Mario Abdo Benítez. “Nosso presidente buscará unificar América Latina como uma economia de mercado”, completou Guedes.

Alexandre Bettamio foi cogitado para presidência do Banco do Brasil

Alexandre Bettamio recusou convite para ser CEO do Banco do Brasil durante governo Bolsonaro O presidente do Bank of America na América Latina teria recusado convite do governo Bolsonaro para liderar o banco estatal. O fato teria ocorrido perto do dia 30 de outubro de 2018, de acordo com o “Estado de S. Paulo”. Assim, em 5 de novembro do ano passado, Marcelo Augusto Dutra Labuto foi nomeado como CEO. A passagem de cargo deveu-se ao pedido de demissão de Paulo Caffarelli, que passou a ser o presidente-executivo da Cielo (CIEL3). Portanto, a nomeação de Labuta foi assinada ainda pelo ex-presidente da República, Michel Temer (MDB), e pelo ministro da Fazenda de seu governo, Eduardo Guardia. Em 7 de janeiro, Rubem Novaes assumiu a presidência do Banco do Brasil, já na gestão Bolsonaro.

CEO do Banco do Brasil é a favor da privatização do banco O presidente do BB, Rubem Novaes, declarou o banco seria mais eficiente se fosse privatizado. A fala ocorreu em 14 de fevereiro, em palestra do evento “A Nova Economia Liberal”, na Fundação Getúlio Vargas (FGV). “Se o BB fosse privatizado, seria mais eficiente e todos ganhariam”. Contudo, “não está em cogitação hoje nenhuma privatização realmente relevante das estatais”, afirmou Novaes.

Possível privatização do BB DTVM

A possibilidade de privatização da BB DTVM, líder da indústria nacional de fundos de investimento e carteiras administradas, foi divulgada em 2 de dezembro do ano passado. O “Blog do Lauro Jardim” publicou que a controlada do Banco do Brasil tinha a privatização na agenda econômica de Paulo Guedes. Rubem Novaes declarou no início de abril ao jornal “O Globo” a intenção de abrir o capital da empresa. “O meu sonho é que o BB se torne uma grande ‘Corporation‘, mas o país não está preparado para isso”, afirmou Novaes. O CEO do Banco do Brasil também afirmou que vê maior sentido em uma parceria na BB DTVM. Com isso, o negócio ganharia corpo, para então realizar o IPO.

Fonte: Suno Research

Banco do Brasil vai vender fundos fora das suas agências

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Maior gestora de recursos brasileira, com quase R$ 970 bilhões sob seu guarda-chuva, a BB DTVM pretende defender seu quinhão e não ceder fatias de mercado à concorrência das assets independentes que ganharam o mundo com o avanço das plataformas de investimentos.

Segundo Carlos André, o novo executivo-chefe, o plano é aumentar a capacidade de gestão com fundos de maior valor agregado. Em outra frente, a casa planeja se projetar para fora da sua rede bancária e ofertar alguns de seus fundos por meio de distribuidores externos.

As estimativas para o crescimento da divisão de gestão de recursos de terceiros neste ano estão entre 7% e 12%. Isso significa que em algum momento neste ano, a BB DTVM vai ultrapassar a simbólica marca do R$ 1 trilhão, uma cifra e tanto. Pelos números apresentados na semana passada junto com as demonstrações financeiras da instituição, no primeiro trimestre a gestora teve um incremento de 4,4% no seu patrimônio.

Independentemente dos estudos dentro do governo para dar um novo destino para a BB DTVM — que cogita a venda da gestora ou a listagem da empresa na bolsa, a exemplo da BB Seguridade —, André diz que seu mandato é tocar o negócio da melhor maneira possível e continuar gerando valor para o BB.

“Essas eventuais discussões relacionadas a qualquer movimento mais estratégico envolvem o conselho diretor do BB e da BB DTVM. Se necessário, vamos ser chamados para contribuir, mas não tem nada definido até agora”, diz. “Para a indústria de fundos como um todo, receitas de prestação de serviços são um componente importante do resultado. Essa é uma receita que não consome capital.”

Aos 55 anos, André é o tipo de executivo que pode ser chamado de “prata da casa”. Ingressou no Banco do Brasil há mais de três décadas na agência Cinelândia, no centro do Rio. Antes de chegar à BB Securities em 2000, trabalhou em diversas áreas do BB, incluindo a diretoria de finanças, mercado de capitais, negócios Internacionais e a própria BB DTVM (entre 1992 e 2000).

Essa segunda passagem começou em 2009, como diretor de gestão de fundos. Passou a acumular o cargo de executivo-chefe em dezembro, com a aposentadoria de Paulo Ricci, sendo confirmado no posto, já na gestão do novo presidente do BB, Rubem Novaes, em fevereiro.

Junto com André, uma nova diretoria assumiu em fevereiro. Marcelo Marques Pacheco, que era gerente executivo de fundos multimercados e offshore, passou a ser o novo diretor de gestão de ativos; Aroldo Salgado de Medeiros Filho, o novo diretor comercial de produtos, enquanto João Vagnes de Moura Silva permaneceu como diretor de administração de fundos e gestão da empresa.

Linha de defesa

No comando da gestora, uma das linhas de defesa de André, num mercado em que vê em rápida transformação, é rechear a grade com estratégias ativas, com potencial de trazer retornos acima dos referenciais de mercado, como o CDI (que acompanha o desempenho da taxa Selic) ou o Ibovespa (principal indicador da bolsa brasileira) — e com mais risco também.

Multimercados de crédito privado, fundos que combinam a gestão de ativos locais com a alocação no exterior e a estratégia “long-biased” — que calibra a exposição em ações conforme o cenário — são exemplos que começaram a ser testados ao longo do ano passado. Com volatilidade média de 6% (a estimativa de quanto a carteira pode ganhar ou perder num único dia), os novos fundos atraíram cerca R$ 300 milhões, nos últimos dez meses, calcula o executivo.

Na área de renda variável, a BB DTVM tem pensado em fundos setoriais e temáticos. Um deles, lançado em setembro, para os clientes afortunados do private banking e da segmentação de alta renda, tem como foco empresas que valorizam a equidade de gênero em posições de comando. A carteira faz um mix entre ações de companhias brasileiras e estrangeiras que sejam signatárias dos princípios de empoderamento feminino da Organização das Nações Unidas (ONU). De lá para cá, o portfólio atraiu cerca de R$ 170 milhões.

Comparativamente ao gigantismo da BB DTVM, os multimercados, com R$ 18,6 bilhões, ainda representam uma pequena fração da gestora. Os fundos de ações, por sua vez, reuniam R$ 51,7 bilhões ao fim de março.
“O mercado, de fato, passou por uma revolução e o ponto fundamental, talvez o principal catalisador da indústria de fundos, tenha sido a mudança da taxa básica de juros. Caminhamos para mais de dois anos de juros no menor patamar histórico. Isso vem contribuindo para a mudança de mix da indústria de investimentos, e em especial para a de fundos”, resume André.

As carteiras de renda fixa representam a maior parte do bolo da BB DTTVM, com mais de R$ 600 bilhões. Questionado se a ideia é dar um maior equilíbrio à composição do mix sob gestão, o executivo diz que o importante é estar preparado para essa transição que o investidor brasileiro, de todos os portes, tem feito, em busca de maior diversificação.

Com a Selic em dois dígitos, não havia razão para sair da zona de conforto das aplicações atreladas a juros de mercado. Agora, com a taxa básica da economia em 6,5% ao ano, e com chances de se manter nesse patamar, a história muda de figura.

Concorrência dentro de casa

Paralelamente, o BB, num trabalho conjunto com a BB DTVM, vem abrindo a sua plataforma para fundos de terceiros para a segmentação Estilo, com renda mensal a partir de R$ 10 mil.

Começou em julho do ano passado com gestoras especializadas em multimercados, como Bahia Asset, Gávea e SPX Capital, ampliando a lista em maio último com Truxt Investimentos e Adam Capital. André diz que esse é um movimento natural do banco, que há anos tinha o chamado modelo de arquitetura aberta restrito ao private banking.

A intenção, agora, é fazer a mão contrária e oferecer fundos de gestão da BB DTVM em plataformas de investimentos externas, caminho que já começou a ser testados por concorrentes como Itaú e Bradesco. O executivo diz que a casa ainda não bateu o martelo de que fundos podem ser oferecidos da porta para fora, mas que tem uma lista de candidatos em avaliação.

“A ideia é ter produtos que, na prática, representem soluções diferenciadas numa relação risco/retorno em relação à média do que as plataformas oferecem”, resume. “É um exercício interessante identificar onde nos diferenciamos de casas independentes, talvez duas a quatro estratégias dentro de uma gama enorme e avaliar quais têm chances de se destacar”, afirma André.

A pré-seleção inclui de multimercados a fundos de ações e de renda fixa, “produtos com algum valor agregado e boa consistência de retornos”.

Na avaliação do executivo da BB DTVM, olhando anos à frente, a diferença entre as diversas plataformas acessadas pelo investidor não vai estar na grade e sim na experiência que o setor vai entregar para o aplicador. Para ele, o casamento da abordagem digital com a assessoria financeira, para, de fato, dar o melhor aconselhamento para o investidor, é que vão pesar nas escolhas.

Questionado se haveria alguma mobilização na instituição para baratear fundos com altas taxas de administração, ele diz que à medida que percebe perda de competitividade, a gestora cria produtos com custos melhores.

“A tendência é que estratégias tradicionais tenham alguma compressão de taxas. Não vai ser do dia para noite, vai ser um movimento gradativo”, afirma André. “A gente procura lançar soluções que sejam boas alternativas para produtos menos competitivos na grade.”

Fonte: Valor Investe

Programas de cortes em estatais preveem desligamento de mais de 25 mil funcionários

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Em meio à orientação do governo federal de reduzir custos e gerar resultados, as estatais deverão enxugar ainda mais o quadro de funcionários em 2019. Levantamento feito pelo G1, a partir de informações do Ministério da Economia e das próprias empresas, aponta que o número de desligamentos no ano poderá passar de 25 mil.

Segundo Fernando Soares, secretário de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (Sest) do Ministério da Economia, já foram aprovados pelo governo este ano 7 programas de demissão voluntária (PDVs) ou de aposentadoria incentivada de empresas distintas.

A estimativa do governo é de um total de 21,5 mil desligamentos ao longo do ano somente com esses sete programas, o que poderá gerar uma economia com folha de pagamento da ordem de R$ 2,3 bilhões por ano.

O número não inclui o PDV anunciado em abril pela Petrobras, que pela lei não precisa de aval do governo para lançar programas de desligamento. Considerando também a expectativa de 4,3 mil demissões na petroleira, o total de desligamentos previstos no ano em estatais chega a 25,8 mil.

“Além desses, já temos outros 4 em discussão”, disse o secretário Soares em entrevista ao G1.

A lista das estatais envolvidas, entretanto, ainda não foi tornada pública. Segundo o secretário, a abertura de PDVs ou programas de aposentadoria incentivada é uma “decisão estratégica de cada empresa” e não cabe ao governo “queimar a largada”.

“A secretaria aprova os parâmetros. Cabe à diretoria das empresas, em conjunto com a área de recursos humanos, conversar com os funcionários e fazer um trabalho de divulgação”, disse.

Entre as estatais que já anunciaram PDVs ou programas de aposentadoria incentivada estão Correios, Petrobras, Infraero, Serpro e Embrapa. Os planos são voltados principalmente a trabalhadores mais velhos, próximos da idade de se aposentar ou que já estejam aposentados pelo INSS. Veja quadro abaixo:

Redução do quadro começou em 2015

O enxugamento do quadro de pessoal das estatais vem ocorrendo continuamente desde 2015, em movimento iniciado ainda no governo Dilma Rousseff.

Segundo dados da Sest, o número total de funcionários empregados em estatais federais caiu de 554.834 no final de 2014, para 494.912 final de 2018 (último dado disponível), o que representa uma queda de 11% (59.922 a menos).
De acordo com a secretaria, desde 2015, já chegam a cerca de 44 mil o número de cortes resultantes da implementação de programas de desligamento voluntário.

Somente no ano passado, houve uma redução de 13.434 pessoas no quadro das estatais através deste mecanismo. As principais reduções foram na Caixa Econômica Federal (2.728), Correios (2.648) e Banco do Brasil (2.195), segundo os dados oficiais.

Atualmente, a estatal com o maior número de funcionários é os Correios, com 105 mil trabalhadores. Na sequência, estão Banco do Brasil (101 mil), Caixa (84,9 mil) e Petrobras (62 mil).
Confirmada a expectativa de mais de 25 mil cortes em 2019, o quadro de funcionários nas estatais irá recuar para o menor patamar em ao menos 10 anos.

“Queremos que as empresas se reinventem, realoquem e apliquem mais tecnologia de forma que possamos ter de fato uma redução de custos e um aumento da produtividade da mão de obra… Essas estatais e participações da União precisam gerar resultado e fazer sentido para a sociedade”, afirma o secretário.

Redução de custos e reação de funcionários

Embora as medidas de enxugamento das estatais sejam bem recebidas pelo mercado, elas têm sido criticadas pelos sindicatos e federações de trabalhadores.

A Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares (Fentect), por exemplo, classifica o programa de desligamentos nos Correios como “parte do projeto de sucateamento das estatais visando a terceirização e a privatização”.

“A imposição de um plano de saúde abusivo, extinção de cargos e a falta de concurso para carteiros desde 2011 provocaram um déficit no quadro da empresa que tem gerado sobrecarga e queda na qualidade dos serviços prestados à população”, disse a Fentect, em nota.

Questionado sobre os riscos da redução dos quadro comprometer a qualidade do serviço prestado pelas estatais, Soares disse que o melhor indicador de eficiência das empresas é o de rentabilidade, e destacou que o resultado das estatais melhoraram nos últimos anos.

“Os resultados mostram que estamos melhorando. Saímos de um resultado negativo de R$ 32 bilhões em 2015 para um lucro de R$ 25 bilhões em 2017. Ainda estamos fechando os dados consolidados das estatais em 2018, mas posso adiantar que será substancialmente maior”, afirmou.

Considerando somente os conglomerados das maiores estatais (BB, BNDES, Caixa, Eletrobras e Petrobras), o lucro passou de R$ 28,3 bilhões para R$ 70 bilhões.

Atualmente, 18 estatais, que reúnem cerca de 77 mil trabalhadores, ainda seguem dependentes do Tesouro Nacional. Ou seja, precisam receber dinheiro para pagar suas despesas, pois não geram receita suficiente.

País tem atualmente 134 estatais federais

Atualmente, são 134 estatais federais, sendo 88 delas subsidiárias de Petrobras, Eletrobras, Banco do Brasil, Caixa, Correios e BNDES. Em 2016, eram 154. Veja aqui a lista.

Nos últimos dois anos, 20 estatais já foram privatizadas ou liquidadas, sendo a maioria delas subsidiárias da Eletrobras e da Petrobras.

O governo do presidente Bolsonaro tem prometido reduzir significativa o número de estatais e defende a venda de uma série delas e de suas subsidiárias.

Entre as empresas à frente da fila da privatização, cuja venda já está sendo formatada pelo Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) do governo federal, estão Eletrobras, Casa da Moeda, Ceasaminas, CBTU (Companhia Brasileira de Trens Urbanos) e Trensurb (Empresa de Trens Urbanos de Porto Alegre).

“É complexo dar uma previsão para o ano, mas acredito que vamos reduzir esse número. Somente a Eletrobras tem 28 subsidiárias embaixo dela”, avaliou o secretário.

Na avaliação do secretário de Desestatização e Desinvestimentos do Ministério da Economia, Salim Mattar, as mais de 100 estatais sob o controle do governo federal podem render cerca de R$ 490 bilhões para a União. Segundo ele, apenas Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, BNDES e Petrobras deverão ser preservados como empresas estatais.

“Além das privatizações do PPI, temos a política de desinvestimentos que vai ser acelerada na Petrobras, venda de subsidiárias, extinções e outras modalidades que também ajudarão a gerar um enxugamento das estatais e do número de funcionários”, acrescentou Soares.

Fonte: G1

Para viabilizar IPO da Neoenergia, BB aceita reduzir valor de avaliação

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A operação para a oferta inicial de ações (IPO) da Neoenergia está sendo avaliada em R$ 18,4 bilhões, nas conversas que os bancos que assessoram a companhia estão realizando no mercado. Um dos principais acionistas, o Banco do Brasil (SA:BBAS3), desejava um valor maior, mas acabou convencido a reduzir sua pedida diante de um cenário de maior competição. As informações são da edição desta segunda-feira do Valor Econômico.

A nova tentativa de abrir o capital da empresa é próximo ao que havia sido tentado em 2017, que era de R$ 19 bilhões e o lançamento da oferta deve acontecer em duas semanas, de acordo com a publicação.

A oferta secundária terá como vendedores o BB, o fundo de pensão Previ e a Iberdrola (MC:IBE). Atualmente, o banco detém 9,34%, a Previ tem 38,21% e a Iberdrola 52,45%. Os acionistas querem levantar entre R$ 3 bilhões e R$ 3,5 bilhões.

Em seu balanço patrimonial, o BB estima o valor de mercado da Neoenergia em R$ 19,4 bilhões e aceitou negociar essa cifra.

A operação da companhia irá disputar a atenção dos investidores com a oferta subsequente de ações da CPFL (SA:CPFE3), que será precificada na primeira semana de junho. A CPFL representaria um risco menor, uma vez que tem planos de investimento de R$ 12 bilhões nos próximos cinco anos e um endividamento correspondente a 2,4 vezes a geração de caixa

Já a Neoenergia deve aportar nos próximos cinco anos somam R$ 25 bilhões e a alavancagem está próxima de 3 vezes

A operação tem como coordenadores Banco do Brasil, Bank of America, Citi, J.P. Morgan, Credit Suisse e HSBC.

Fonte: Investing

Banco do Brasil leiloa prédio em Brasília por mínimo de R$ 31,8 milhões

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Um prédio no Setor Bancário Sul (SBS) será leiloado pelo lance mínino de R$ 31,8 milhões. O Banco do Brasil anunciou um leilão de imóveis na última terça-feira (21) e o edifício está entre os 41 espaços que poderão ter novos donos.

O imóvel de Brasília em questão fica ao lado da Sede III do Banco do Brasil e possui uma área de pouco mais de mil metros quadrados. Já o total construído no térreo e no subsolo soma 6,7 mil metros quadrados, com potencial para novos empreendimentos até três vezes maiores.

Com potencial construtivo de 19 mil m2, o terreno possui 1.031,64 m2, com área construída de 6763,315 m2 (entre pavimentos térreo e subsolo), e será leiloado a um lance mínimo de R$ 31,8 milhões. De acordo com Carla Umino, Leiloeira Oficial da Lance no Leilão, empresa contratada para realizar os leilões judiciais e extrajudiciais do Banco do Brasil, a compra de um imóvel no SBS representa uma oportunidade significativa de investimento, tendo em vista a localização estratégica para negócios e a saturação de áreas à venda na região. Segundo Carla, o imóvel em questão destina-se a multi family offices, consórcios, grandes grupos de investimento, instituições bancárias ou até mesmo escritórios.

Já no estado de São Paulo, serão ofertados imóveis de agências desativadas do BB, apartamentos, além de espaços comerciais e residenciais, localizados em 32 cidades. Os lances partem de R$ 37,2 mil. Há também uma fração de terreno em Guarani D´oeste, cujo lance mínimo é R$ 400,00. Entre as oportunidades do leilão estão o prédio da agência desativada do BB, localizada no município de Amparo, cujo lance mínimo é de R$ 1,7 milhão, e da cidade de Dois Córregos, com lance a partir de R$ 920 mil

Caso seja arrematado, o Banco do Brasil irá arcar com despesas do imóvel (IPTU, ITR, CCIR, laudêmio e condomínio) referentes ao prédio até que seja feita a transferência da propriedade.

É possível fazer lances no site de leilões do BB ou presencialmente. O leilão acontece no dia 6 de junho, às 11h, em São Paulo-SP.

Para visualizar a descrição dos imóveis e o edital, acesse www.lancenoleilao.com br/bb

O imóvel de Brasília em questão fica ao lado da Sede III do Banco do Brasil e possui uma área de pouco mais de mil metros quadrados. Já o total construído no térreo e no subsolo soma 6,7 mil metros quadrados, com potencial para novos empreendimentos até três vezes maiores.

Caso seja arrematado, o Banco do Brasil irá arcar com despesas do imóvel (IPTU, ITR, CCIR, laudêmio e condomínio) referentes ao prédio até que seja feita a transferência da propriedade.

Fonte: Jornal de Brasília

Fenae solicita ingresso como assistente do STF em ação que discute a dispensa imotivada de bancários

Publicado em: 15/05/2019

Contra a demissão imotivada e indiscriminada de trabalhadores das empresas públicas e sociedades de economia mista, a Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae) requereu formalmente ao Supremo Tribunal Federal (STF) o seu ingresso como assistente (“amicus curiae”) nos autos de um Recurso Extraordinário, o RE nº 688.267, que prevê a possibilidade de demissão de bancários concursados por mero ato de gestão. A ação foi originada por dispensa sumária de um empregado concursado do Banco do Brasil.

O processo tramita na Suprema Corte e foi enquadrado como decisão de repercussão geral, de modo que a conclusão a ser alcançada deverá abranger milhares de casos em idêntica situação, inclusive no âmbito do único banco 100% público e social do país, o que justificou a solicitação formalizada pela Fenae.

Hoje, o Recurso Extraordinário aguarda apenas a inclusão em pauta para ser analisado pelo Pleno do STF, que a qualquer momento poderá autorizar todos os bancos públicos a realizarem demissões sem qualquer justificativa. O pedido da Federação ainda não foi apreciado. Enquanto isso, o relator da matéria, ministro Alexandre de Moraes, já deu parecer favorável para a realização de dispensas imotivadas, sob a alegação de conferir maior competitividade aos bancos públicos.

Por considerar a situação ilegal, além de extremamente grave, o presidente da Fenae, Jair Pedro Ferreira, acha imprescindível a mobilização de toda a categoria bancária para impedir que esse novo entendimento seja consolidado pelo Supremo. “A dispensa de trabalhadores na Caixa e em outros bancos públicos deve ser sempre motivada, sob pena de violar a Constituição, que em alguns de seus artigos veda a demissão arbitrária e traz a necessidade de obediência aos princípios da legalidade e da impessoalidade, assim como a obrigação de investidura no cargo apenas por concurso público”, denuncia.

Ele diz que a postura do atual governo é a de sempre: desrespeito às leis, aos acordos coletivos e às negociações com as entidades representativas, acrescida da falta de transparência na gestão.

Para Jair Ferreira, se o poder de admissão tem limitações, a mesma regra deve ser aplicada à dispensa, que precisa se revestir de interesse público, estando adequadamente motivada. Nesse sentido, segundo ele, as consequências da demissão arbitrária no ambiente bancário podem afetar gerações de trabalhadores. “O enxugamento de pessoal e a redução das operações, que vem ocorrendo não só na Caixa, mas no Banco do Brasil e em outras instituições públicas, só favorecem o sistema financeiro privado, agravando ainda mais a concentração bancária no Brasil e os altos juros”, declara o presidente da Federação.

Jair Ferreira lembra que, no caso da Caixa, as consequências de uma medida como a que está sendo analisada pelo Supremo Tribunal Federal são danosas para a atuação e para a função social do banco. “Hoje, o que vemos é a redução dos investimentos em saneamento, habitação e em outras áreas que têm os bancos públicos como principais financiadores. Outro impacto aparece na precarização das condições de trabalho e no atendimento nas agências. Nos últimos anos, por exemplo, o banco perdeu mais de 17 mil empregados, provocando aumento das metas e sobrecarga de atividades nas unidades de todo o país”, pontua.

O presidente da Fenae diz que, neste momento, os empregados têm de fazer aquilo que historicamente sabem fazer: organizar-se e defender o papel do banco e a importância que possui para o país. “Somos 84 mil formadores de opinião, profissionais qualificados, que acreditam na gestão pública e lidam com mais de 80 milhões de clientes de forma direta ou indireta. O banco público, social e forte só vai existir, de fato, se tiver foco no desenvolvimento do Brasil”, alerta Jair Ferreira.

Fonte: Fenae

Gerentes retratam pressão e cobranças nos escritórios digitais do BB

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Oferecer facilidade de acesso dos clientes ao gerente de relacionamento, por meio da tecnologia, horário de atendimento ampliado, assessoria financeira de especialistas que podem ser acionados por videoconferência a partir de qualquer local, e muitas outras conveniências e soluções que não dependem do ponto físico. É assim que o BB propagou a criação e o desenvolvimento de seus escritórios digitais por todo o país, especialmente a partir de 2016.

A estratégia de transformação digital permite ao BB entregar mais valor e aprimorar a experiência dos clientes, sem dúvida nenhuma. Mas, para quem atua no banco e acompanha o dia a dia dos escritórios digitais sabe o que os gerentes vivenciam em seu trabalho. À AGEBB chegam informações de que muitos gestores estão convivendo com ameaças constantes de descomissionamento e sofrendo com a cobrança desenfreada por seus superiores para que metas absurdas sejam atingidas.

Alguns relatos de gerentes, que preferem o anonimato, dão conta de que as metas estão sendo definidas sem critérios palpáveis e muito menos foco no cliente, mas sim na rentabilidade do negócio a todo custo. As ameaças de descomissionamento e notas da GDP, segundo a AGEBB, são realidades que caminham juntas diariamente.

Hoje a GDP tem notas de 1 a 7 e quem tira um 4, por exemplo, em qualquer quesito, participa de um plano de ação elaborado em conjunto com o gerente-geral para reverter o conceito, sob a pressão de, em caso negativo, ser descomissionado a qualquer momento. “Ou seja, o clima de terror contra os trabalhadores é total. E isso é inadmissível, pois o gerente é peça chave no relacionamento com o cliente e está apto a fazer seu bom papel”, explica Francisco Vianna Oliveira Junior, presidente da AGEBB.

Encarteiramento de clientes

Outro problema sério é o encarteiramento de clientes de outros Estados. Ocorre que a maioria, para dificultar ainda mais o fato de serem de regiões distantes e geralmente não atenderem o telefone com DDD desconhecido, ainda são idosos e não digitais. “Como querem que os gerentes façam negócios com esse nicho? Enquanto eles são encarteirados, os bons clientes, que geram negócios, fidelizados e que têm margem de contribuição considerável com produtos e serviços, são levados quase que automaticamente para as carteiras Estilo”, afirma Oliveira Junior.

Vale lembrar, segundo o presidente da AGEBB, que o gerente exclusivo é multicanal, utiliza do telefone com handset, celular, chat ao e-mail para contatar os clientes da carteira e buscar negócios para o cumprimento das metas, fator que gera um grande estresse. “Todos esses problemas têm contribuído, e muito, para levar uma quantidade significativa de gerentes exclusivos a desenvolverem problemas de saúde física e mental. É preciso repensar em algumas ações e, principalmente, oferecer condições e ferramentas adequadas para eles possam fazer seu bom trabalho, de forma tranquila, disciplina e organizada”, destaca Oliveira Junior.

Fonte: AGEBB

Lista de desinvestimentos do Banco do Brasil já conta com seis empresas

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O Banco do Brasil (BB) já tem uma lista de seis empresas nas quais pretende desinvestir nos próximos trimestres. A ideia é que a instituição se desfaça de todos os ativos que não possuem sinergia com sua atividade principal com o intuito de melhorar sua eficiência.

O primeiro desinvestimento a ser realizado, segundo o presidente do BB, Rubem Novaes, é a BB Tur, agência de turismo do banco público e que deve ser fechado, ao invés de vendido. Em seguida, os dois outros processos mais maduros são a venda de participações do banco na Neoenergia e no IRB Brasil Resseguros.

Entre outros nomes cotados também estão o BB Américas e os bancos Votorantim e Patagônia.“O Banco do Brasil é diferente das instituições que têm ações líquidas disponíveis para venda. Normalmente temos acordos de acionistas que precisamos cumprir e em muitos desinvestimentos sequer somos o acionista majoritário. Essas coisas precisam ser discutidas porque não são unilaterais, mas continuamos na intenção de desinvestir tudo o que não tem sinergia com nossa nave central”, afirma o presidente.

Novaes também reitera que todos esses ativos já contam com assessores (advisors) para encaminhar as questões de desinvestimentos da melhor maneira possível, de forma que o banco não saia “desesperado”, mas sim, fazendo bons negócios.O executivo também relacionou as “amarras” que a instituição tem como banco público como a razão de ainda não conseguir competir de igual para igual com seus pares privados. “Essas amarras do setor público que travam certas providências e que podem tirar a velocidade dessa briga com os pares privados. Não temos a mesma liberdade nem a facilidade de contratação, demissão ou encerramento de agências, por exemplo. É natural que a gente sofra um pouco com isso”, completa Novaes.

Carteira de crédito

Ao mesmo tempo, apesar do lucro líquido ajustado do BB ter atingido a marca recorde de R$ 4,247 bilhões no primeiro trimestre deste ano, avanço de 40,4% em relação a igual período de 2018 e Retorno Sobre Patrimônio Líquido (RSPL) de 16,8% (contra 12,6% na mesma relação), a receita do banco com mercado de capitais – aposta do banco para este ano – ficou aquém do esperado.

A renda com o segmento no primeiro trimestre alcançou R$ 151 milhões, uma queda de 34% em comparação ao observado no mesmo intervalo de 2018 (R$ 228 milhões). O recuo é bem mais significativo do que a redução vista no mercado, cuja movimentação financeira demonstrou queda de 9% no quadrimestre deste ano ante os quatro primeiros meses do ano passado.

Segundo o vice-presidente de negócios de atacado, Márcio Hamilton, apesar de o BB ter participado de 26% do total captado no primeiro trimestre, a retração das empresas ante a economia ainda fraca reflete e pesa na composição com prestação de serviços. “A grande maioria dos empresários ainda espera pela reforma da Previdência e continua alongando suas posições tanto em operações comerciais quanto no mercado de capitais. Pode-se dizer que o segundo semestre deve melhorar, mas ainda vai depender da confiança e da estrutura de capital de cada companhia”, diz.

Na mesma linha, a carteira de crédito de pessoas jurídicas registrou uma queda de 3,7% no primeiro trimestre deste ano em relação a igual período de 2018, de R$ 266,4 bilhões para R$ 2566 bilhões. A queda foi puxada, principalmente, pelas grandes empresas, que mostraram recuo de 13% na mesma comparação, de R$ 120,9 bilhões para R$ 105,1 bilhões.

Já as micros, pequenas e médias empresas caíram 3% no período, de R$ 60,8 bilhões para R$ 58,9 bilhões.Já a carteira de crédito total da instituição, por sua vez, somou R$ 684,2 bilhões no primeiro trimestre, um aumento de apenas 0,8% em comparação a igual período do ano passado (R$ 678,8 bilhões).A inadimplência do BB ficou em 2,59% de janeiro a março, recuo de 1,04 ponto percentual contra os mesmos meses de 2018 (3,63%). As ações ordinárias do Banco do Brasil estavam entre as mais negociadas e terminaram com valorização de 0,87%, cotadas a R$ 51,03.

Jornal DCI