BB se junta a Bradesco e Itaú na oferta de gestor independente

Publicado em: 19/07/2018

O Banco do Brasil (BB), líder no segmento de gestão de recursos no país, com R$ 876 bilhões ao fim de junho, vai passar a oferecer a partir de hoje fundos de terceiros para a segmentação Estilo – com renda a partir de R$ 10 mil. A grade começa com três gestoras independentes conhecidas no universo dos multimercados: Bahia AM Maraú, Gávea e SPX Nimitz. É a primeira vez que o banco federal desce para o varejo um tipo de oferta que até aqui era restrita ao grupo dos mais afortunados do private banking.

O movimento vem na sequência de outros grandes conglomerados financeiros. O Itaú tem mais de três dezenas de fundos de terceiros na prateleira, incluindo multifundos, carteiras espelho e os portfólios da Kinea, gestora de classes alternativas do próprio banco. O Bradesco começou a testar em janeiro a distribuição para o topo da segmentação Prime, com aplicações entre R$ 1 milhão e R$ 5 milhões, com nomes como Pimco, Gávea, SPX, Kapitalo e Adam Capital, mas planeja logo estender a oferta para a alta renda como um todo, apurou o Valor. Paralelamente, a corretora Ágora vem sendo repaginada para ter uma plataforma completa de investimentos, acessando clientes fora do banco.

Chegar mais tarde do que os seus pares diretos na abertura da plataforma é uma resposta a uma mudança de comportamento identificada dentro da base do próprio banco, segundo a gerente geral de captação e investimentos do BB, Paula Mazanék, e se pauta menos pelo movimento dos competidores. Este é, contudo, um passo sem volta, reconhece, especialmente após a Selic cair de 14,25% para 6,5%, com o aplicador se tornando mais inclinado a experimentar ativos além da renda fixa tradicional com que já está familiarizado. “O investidor está mais informado e passou a ser mais assediado pela concorrência”, diz.

De um ano para cá, o BB manteve a primeira posição no ranking de gestão de recursos, mas perdeu alguma participação de mercado, saindo de uma fatia de 25,2% em junho de 2017 para 23,99% no fechamento do primeiro semestre de 2018. Os dados são da Morningstar e não excluem fundos de fundos e carteiras “feeder”, criadas para acolher recursos de uma estratégia principal como um fundo em cotas ou um fundo espelho.

De acordo com a executiva, o banco mapeou com ferramentas analíticas o tipo de cliente que teria maior propensão à tomada de risco e identificou um universo de 100 mil investidores potenciais para alocar de 5% a 10% dos seus recursos em fundos de terceiros. Ainda que seja uma gota no oceano num universo de 22 milhões de clientes, dois anos atrás essa quantia era irrisória, diz. Na segmentação Estilo, que reúne cerca de R$ 65 bilhões em fundos sob gestão do BB, se 5% da base com perfil moderado e arrojado optasse pela diversificação, as estratégias de terceiros poderiam atingir R$ 2,3 bilhões.

Não há, entretanto, nenhuma meta estabelecida para essa grade específica e a oferta não vai contemplar todo esse conjunto, diz Paula. Só no perfil moderado, o Estilo conta com 99 mil clientes, com R$ 38 bilhões investidos, enquanto no grupo dos arrojados estão 24 mil correntistas, que reúnem R$ 8 bilhões.

“São produtos com volatilidade acima dos [fundos] mais tradicionais, o que inspira um pouco mais de cuidado sob a perspectiva do investidor, acompanhando o cenário conjuntural. Mas ao mesmo tempo ele deve tomar a decisão olhando não 2018 nem 2019, mas um horizonte de 24 a 36 meses.” Na rede, os gerentes da segmentação e os assessores especialistas têm metas de incrementar ativos sob gestão, que não é voltada para produtos específicos. No private banking, que oferece fundos de terceiros há dez anos, o patrimônio chega a R$ 2 bilhões.

No topo da pirâmide são 15 gestoras aprovadas, o que significa que a oferta na alta renda ainda pode ser ampliada. Os fundos espelho Gávea Macro, SPX Nimitz e Bahia Maraú chegam com aplicação mínima de R$ 50 mil e taxa de administração de 1,975%, 2,20% e 1,90%, respectivamente.

O Itaú, o primeiro top 5 do setor bancário no país a avançar no chamado modelo de arquitetura aberta do fim de 2016 para cá, acrescentou recentemente novos nomes à lista de fundos de terceiros distribuídos na segmentação Personnalité – com investimentos entre R$ 100 mil e R$ 10 milhões. SPX Nimitz, Neo Multi Estratégia, Adam Macro e Canvas Enduro passaram a compor a oferta. No grupo de portfólios globais, a novidade trazida foi um espelho da gigante internacional BlackRock com o seu “macro opportunities”, que se soma a outro nome de referência em gestão global, a carteira Pimco Income, há um ano na grade e que reúne R$ 993 milhões.

No conjunto do varejo de alta renda, já são mais de R$ 10 bilhões em fundos de terceiros, segundo Bruno Stein, superintendente do Itaú Unibanco. No fim de maio, o varejo de alta renda do banco reunia R$ 114,5 bilhões, segundo dados da Anbima.

De acordo com o executivo, a oferta de produtos de terceiros, que se estende a títulos de renda fixa, teve um papel relevante no ganho de “market share” no segmento de varejo. “Não tenho dúvida nenhuma de que foi um fator decisivo. Eu estou dando poder de escolha para o investidor.”

Apesar de a captação de um fundo próprio trazer mais receita para o banco que um portfólio de terceiro, na rede os gerentes não têm incentivos diferenciados para vender uma carteira ou outra, afirma Stein, apenas metas de captação líquida.

Pelos dados da Morningtar, no conjunto o Itaú fechou o primeiro semestre com R$ 588 bilhões em gestão de recursos, saindo de uma participação de 16,93% em junho de 2017 para 16,09% na fotografia mais atual. Ocupava o segundo lugar, enquanto o Bradesco caiu para a terceira posição, com 15,75% do mercado, ante 17,5% de um ano atrás. A Caixa saiu de 7,66% para 7,94% e o Santander de 6,55% para 6,57%.

Fonte: Valor Econômico

Conheça as 10 empresas mais bem avaliadas por funcionários; BB fica na vice-liderança

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Volvo, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal são as empresas mais bem avaliadas por quem trabalha ou trabalhou nelas, segundo um levantamento do site de empregos Indeed.

A pesquisa tem como base 1,5 milhão de avaliações de empregados ou ex-funcionários das companhias feitas no site. Quando se cadastram na plataforma, profissionais dão notas a seus empregadores em critérios como equilíbrio entre vida pessoal e profissional, remuneração, desenvolvimento de carreira, gestão e cultura.

O mercado financeiro e o setor automotivo se destacaram na lista brasileira. A Volvo ficou em primeiro lugar, seguida do Banco do Brasil e da Caixa. A Ford, a Caterpillar e o Banco do Nordeste completam o top 5.

Sem título

Fonte: Valor Econômico

Santander, Caixa e BB lideram ranking de reclamações contra bancos

Publicado em: 18/07/2018

O Santander, a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil são as instituições que aparecem na liderança do mais recente Ranking de Instituições por Índice de Reclamações, divulgado nesta segunda-feira, 16, pelo Banco Central. No topo do ranking, referente ao segundo trimestre de 2018, está o Santander, com índice de reclamações de 38,14. Nesta lista, são consideradas as instituições com mais de 4 milhões de clientes.

Pela metodologia do BC, este índice é calculado com base no número de reclamações consideradas procedentes, dividido pelo número total de clientes do banco e multiplicado por um fator fixo (1.000.000). No caso do Santander, foram 1.576 reclamações consideradas procedentes no segundo trimestre, numa base total de 41.311.632 clientes.

Na segunda posição entre os bancos que foram alvos de reclamações aparece a Caixa, com índice de 27,68 (2.475 reclamações procedentes e 89.400.030 clientes). Na terceira posição do ranking está o Banco do Brasil, com índice de 20,85, resultado de 1.301 reclamações procedentes numa base de 62.371.119 clientes.

Na sequência do ranking, ainda considerando os bancos e as financeiras com mais de 4 milhões de clientes, aparecem Bradesco (índice de 19,61), Itaú (18,61), Banrisul (18,57), Votorantim (14,10), Banco CSF (5,84), Pernambucanas (4,55), Midway (4,38%) e Banco do Nordeste (0,61).

Reclamações

Entre os assuntos que mais motivam reclamações por parte dos clientes, o campeão é o item “irregularidades relativas a integridade, confiabilidade, segurança, sigilo ou legitimidade das operações e serviços, exceto as relacionadas a cartão de crédito, cartão de débito, internet banking e ATM”. Ao todo, de acordo com o BC, este assunto gerou 1.656 reclamações com indícios de descumprimento das regras em vigor.

Na sequência dos assuntos mais reclamados aparecem “oferta ou prestação de informação a respeito de produtos e serviços de forma inadequada” e, em seguida, “irregularidades relativas a integridade, confiabilidade, segurança, sigilo ou legitimidade das operações e serviços relacionados a cartões de crédito”.

Instituições menores

Entre as instituições financeiras com menos de 4 milhões de clientes, a Agiplan está no topo do ranking de reclamações do segundo trimestre, com índice de 143,57. Na sequência aparecem Paraná Banco (133,75), BRB (130,16), PAN (88,28) e Safra (78,42).

Fonte: Jornal do Brasil

Plano safra do Banco do Brasil reserva R$ 12,6 bilhões a produtores gaúchos

Publicado em: 12/07/2018

O Banco do Brasil detalhou na manhã da última terça-feira as principais diretrizes do seu Plano Safra 2018/19, em reunião na sede da AABB Santa Cruz do Sul. Para o período, a entidade bancária vai destinar R$ 103 bilhões em recursos. Segundo a assessora de agronegócio Thatiana Castro Tondo, que apresentou os dados fornecidos pela instituição, são R$ 11,5 bilhões destinados para as empresas do agronegócio e R$ 91,5 bilhões em crédito rural aos produtores e cooperativas – dos quais R$ 72,8 bilhões são para operações de custeio e comercialização e R$ 18,7 bilhões para créditos de investimento agropecuário.

Ao Rio Grande do Sul, o Banco do Brasil vai destinar R$ 12,6 bilhões em recursos para a safra 2018/19. Desse total, R$ 7,7 bilhões serão destinados à agricultura empresarial, R$ 2,1 bilhões aos médios produtores e R$ 2,8 bilhões ao crédito rural à agricultura familiar. Desse montante, conforme apresentou a engenheira agrônoma, R$ 10,8 bilhões serão direcionados para operações de custeio e comercialização e R$ 1,8 bilhão para créditos de investimento agropecuário. As principais novidades este ano são em relação às taxas de juros.

Para o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), por exemplo, a taxa para custeio e investimento na safra 2018/19 será de 2,5% a 4,6%. Na etapa 2017/18, essa variação era de 2,5% a 5,5%. Nessa linha de financiamento, o BB estima aplicar R$ 13,1 bilhões. Entre outros destaques, está a redução de até 1,5 ponto percentual nas taxas de juros do crédito rural para as linhas de custeio, investimento e comercialização da agricultura empresarial. No Programa Nacional de Apoio do Médio Produtor (Pronamp), serão destinados R$ 14,3 bilhões nesta safra.

Segundo Thatiana, os agricultores também encontram novidades no Programa Agricultura de Baixo Carbono (ABC), no Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica na Produção Agropecuária (Inovagro), no Programa de Construção e Aplicação de Armazéns (PCA) e no Moderfrota, dentre outros. Para estreitar a relação com os clientes desses produtos, a assessora ressalta que o banco aposta na extensão das plataformas digitais e em facilitadores, como o atendimento especializado para produtores rurais, o Circuito Agro e a Esteira Agro.

Sicredi

Para o plano safra 2018/19, o Banco Cooperativo Sicredi disponibilizará mais de R$ 16,1 bilhões em crédito rural. O recurso contempla mais de 213 mil operações, entre custeio, comercialização e investimento. No atual ano-safra de 2017/2018 (dados apurados até maio), a cooperativa foi responsável pela liberação de R$ 12,9 bilhões, em 169 mil operações.

A expectativa para o fechamento deste ano-safra é liberar R$ 12,1 bilhões em operações de custeio, comercialização e investimento, e R$ 2,2 bilhões com recursos do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e do Fundo Constitucional do Centro Oeste (FCO), totalizando R$ 14,3 bilhões.

O presidente do Sicredi Vale do Rio Pardo, Heitor Petry, destaca que a região também teve volumes consideráveis em crédito rural no último período. O dirigente destaca que os valores disponibilizados aos clientes serão ampliados para o novo plano safra, para custeio, investimento e comercialização.

Fonte: Portal GAZ

Concurso Banco do Brasil 2018: resultado final é homologado

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Foi homologado o resultado final do concurso Banco do Brasil 2018. A divulgação foi feita na última quarta-feira, 4, pela Fundação Cesgranrio, organizadora da seleção. Ao todo, foram oferecidas 60 vagas para o cargo de escriturário.

Do total de vagas, 30 são para provimento imediato e 30 para formação de cadastro de reserva. Para concorrer, foi preciso comprovar o nível médio completo. Os candidatos classificados e convocados receberão remuneração de R$ 4.036,56.

As oportunidades do concurso Banco do Brasil 2018 foram para as cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília-DF. A seleção terá validade de um ano e poderá ser prorrogada por igual período. Os selecionados serão contratados pelo regime celetista.

As disciplinas referentes à Tecnologia da Informação surpreenderam os candidatos. A matéria foi tema polêmico para o banco, que costumava selecionar o perfil clássico de escriturário, que desempenhava apenas as rotinas bancárias e administrativas.

Nesta seleção, a parte de Conhecimentos de Informática teve o maior número de questões (25) e não Conhecimentos Bancários, como ocorreu nos últimos concursos do banco. Além disso, foi incluída a disciplina de Probabilidade e Estatística (20 perguntas).

Para o coach Alessandro Marques, o fato do BB realizar concurso para escriturário com perfil em TI justifica uma oferta de vagas menor, se comparada às seleções tradicionais para essa carreira.

Ao todo, 150 mil candidatos foram convocados para realizar a prova, nas cidades de Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo.

Os concorrentes foram submetidos a uma prova objetiva, contendo 70 questões, e uma redação. Do total de perguntas, 20 foram de Conhecimentos Básicos e 50 de Conhecimentos Específicos. Somente os candidatos classificados nos exames objetivos tiveram as provas de redação corrigidas.

Fonte: Folha Dirigida

BB deve indenizar ex-estagiária que adquiriu síndrome do pânico após assaltos

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O Banco do Brasil foi condenado a indenizar, por danos morais e materiais, ex-estagiária que adquiriu síndrome do pânico em decorrência de assaltos ocorridos na agência em que trabalhava. A decisão é da 1ª turma do TRT da 14ª região.

A mulher estagiou na agência entre fevereiro de 2012 e setembro de 2013. Durante este período, foi vítima de três assaltos, sendo, inclusive, utilizada como refém e como escudo humano e tendo uma arma apontada para sua cabeça.

Consta nos autos que, a partir de junho de 2016, ela passou a sentir fortes crises de ansiedade e a apresentar quadro depressivo que passou a afetar sua vida cotidiana. A mulher ainda começou a ter lembranças traumáticas relacionadas aos assaltos e precisou passar por internação, uso de medicamentos e consultas com psicólogo.

Por causa do transtorno, ela ingressou com ação contra o banco, pleiteando indenização por danos morais e materiais. Em 1º grau, o processo foi extinto, com resolução de mérito, porque o juízo entendeu que havia prescrição no caso, já que os episódios de ansiedade passaram a ocorrer cerca de três anos após o término do contrato de estágio. O magistrado de 1º grau também considerou que não havia relação entre o transtorno psíquico e os assaltos, julgando improcedente os pedidos.

Recurso

Ao analisar recurso da ex-estagiária, a 1ª turma do TRT da 14ª região considerou que a perita do juízo concluiu pela inexistência de nexo de causalidade ou concausalidade entre o trabalho e o transtorno. No entanto, o relator, juiz convocado Afrânio Viana Gonçalves, entendeu que não há dificuldade em se reconhecer que os assaltos possam ter sido uma das causas da doença psíquica.

“À medida que traumas de infância podem desencadear transtorno do pânico, não há nenhum óbice a se reconhecer que um fato traumático ocorrido mais recente com a autora, há três anos, também seja uma das causas.”

O magistrado considerou que, ao não dar assistência à então estagiária e evitar a ocorrência de assaltos, é patente a responsabilidade civil subjetiva do banco, e pontuou que a mulher teve de passar por tratamento para a melhora de sua saúde psicológica.

Em razão disso, a 1ª turma condenou o banco a indenizar a ex-estagiária em R$ 40 mil por danos morais e em R$ 15 mil por danos materiais – valor equivalente gastos com tratamento, entre outros –, totalizando R$ 65 mil a serem pagos à reclamante. A decisão foi unânime.

“É inegável que ocorrências dessa magnitude a que foi submetida a autora detonaria alterações psíquicas em qualquer indivíduo, podendo, além do estresse pós-traumático, que acometeu a reclamante na época dos assaltos, com o passar do tempo e diante de não ter sido trabalhado a sua psique ao longo desses cerca de 3 anos, ela vir a desenvolver síndrome do pânico, como ficou evidenciado no laudo psicológico constante dos autos.”

Processo: 0000107-41.2017.5.14.0161

Fonte: Portal Migalhas

BB mexe na alta cúpula e faz rodízio em vice-presidentes

Publicado em: 05/07/2018

O Banco do Brasil anunciou nesta terça-feira, dia 3, um “rodízio” em algumas de suas vice-presidências e também no comando do seu fundo de pensão, a Previ. As indicações ocorrem a um semestre do fim da gestão atual, de Paulo Caffarelli, que pode ser substituída após as próximas eleições presidenciais.

O Estadão/Broadcast apurou que as mudanças fazem parte de uma estratégia de mais agressividade do BB. Os indicados, cujos nomes ainda terão de ser ratificados pelo Conselho de Administração, vão concluir o mandato no triênio 2016/2019.

O atual presidente da Previ, Gueitiro Genso, deve voltar para o BB, do qual é funcionário há 33 anos, para tocar a vice-presidência de Distribuição de Varejo e de Gestão de Pessoas, no lugar de Walter Malieni. Este, por sua vez, será indicado para assumir a vice-presidência de Negócios de Atacado do banco.

O atual responsável pelo atacado, Antonio Maurano, deixa a alta cúpula do BB para assumir a presidência da holding de seguros do banco, a BB Seguridade, no lugar de José Maurício Coelho – este executivo passa a comandar a Previ.

Também houve mudança na presidência de Serviços, Infraestrutura e Operações. Carlos Vasconcelos Araújo decidiu tocar um novo projeto e, em seu lugar, será promovido João Rabelo Júnior, que ocupava o cargo de diretor de governo do BB e tem 34 anos de banco.

As mudanças na alta cúpula do BB não terão impacto na mineradora Vale. Segundo a Previ, Genso deixará a presidência da fundação, mas ficará na presidência do Conselho de Administração da mineradora. Seu mandato vai até 2019.

No mercado de previdência complementar fechada, a expectativa é que a troca de comando da Previ não impacte no apoio do maior fundo de pensão do País a pleitos como a abertura de espaço para captação de novos participantes.

Genso defendia ainda a abertura dos fundos de pensão para captação de poupança previdenciária de familiares dos atuais participantes do sistema. O tema aguarda decisão do Conselho Nacional de Previdência Complementar (CNPC) há mais de dois anos.

Fonte: Portal Terra

Banco do Brasil destina R$ 103 bilhões para crédito agrícola

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O Banco do Brasil vai destinar R$ 103 bilhões para o financiamento da safra agrícola 2018/2019. O valor é 21% maior do que o total desembolsado na safra 2017/2018, cerca de R$ 85 bilhões. Para a safra que se inicia neste mês, os juros também serão menores do que os praticados até este momento. Em entrevista à NBr, o presidente do Banco do Brasil, Paulo Rogério Caffarelli, disse que, para a agricultura familiar, a taxa vai variar de 2,5% a 4,6% ao ano e, para os empréstimos do agronegócio, será de 6% a 7,5%. O anúncio do Plano Safra do Banco do Brasil foi feito hoje (4) em cerimônia na sede da instituição, com a participação do presidente Michel Temer.

O Banco do Brasil é o principal agente de financiamento da agricultura brasileira: responde por 60% do crédito disponível para o setor. Neste ano, o governo federal anunciou um total de R$ 194,3 bilhões para o financiamento da safra agrícola 2018/2019. “Eu considero o Banco do Brasil, que é responsável por 60% dos créditos do agronegócio, o grande parceiro da agricultura brasileira. É importante destacar, acima de tudo, a capacidade que o produtor brasileiro teve de se superar, se reinventar e fazer com que o Brasil chegasse aos números que temos hoje”, afirmou Caffarelli.

O lançamento do Plano Safra do Banco do Brasil acontece tradicionalmente na sequência do anúncio do governo federal. Os R$ 103 bilhões serão direcionados ao custeio e ao investimento da produção agrícola, bem como à comercialização dos produtos. No total, o saldo da carteira de crédito agrícola do Banco do Brasil tem R$ 185 bilhões, sendo R$ 43 bilhões para a agricultura familiar, R$ 117 bilhões para grandes empresas e R$ 24 bilhões para empresas de médio porte.

O presidente do Banco do Brasil destacou a importância do setor rural para a retomada do crescimento econômico do país. “O agronegócio talvez seja o grande instrumento que o Brasil tem hoje para a retomada do crescimento econômico. O setor teve participação ativa na superação da crise”, argumentou.

Segundo Caffarelli, a agricultura responde por 23% do Produto Interno Bruto (PIB) e por 44% do total das exportações brasileiras, o que deixa clara a vocação do país para o agronegócio. “Estamos trabalhando para dar continuidade a um trabalho que foi feito, lembrando que a safra 2016/2017 foi a maior de todos os tempos. Nós tivemos 238 milhões de toneladas. Esperamos que a safra 2017/2018 possa atingir números bastante semelhantes. Portanto, começamos uma nova safra com muita expectativa, com muita esperança de continuar esse processo de produção”, disse.

Nos últimos 25 anos, segundo Caffarelli, a área plantada no país cresceu 65%, mas a produção aumentou 375% no mesmo período. Para se chegar a esses índices, disse Caffarelli, houve um forte investimento em tecnologia, pesquisa e desenvolvimento, bem como um estímulo ao crédito, com participação expressiva do Banco do Brasil.

Fonte: Agência Brasil

Apple Pay vai começar a aceitar clientes do Banco do Brasil

Publicado em: 04/07/2018

No início de abril, a Apple passou a oferecer no Brasil o Apple Pay, o seu sistema de pagamento móvel. Até então o serviço estava disponível apenas para os clientes do banco Itaú, mas parece que o Banco do Brasil também começará a usar a plataforma.

O desenvolvedor Guilherme Rambo publicou no Twitter uma imagem da página do Apple Pay liberando o cadastro do cartão de crédito do Banco do Brasil. Ele afirma que a verificação do cartão ainda não está funcionando porque precisa de uma atualização no aplicativo do banco.

Para usar o serviço, é necessário abrir o aplicativo Wallet do iOS, cadastrar o cartão e seguir as instruções de ativação do banco. É necessário ter um cartão de crédito ou débito compatível além de um iPhone com tecnologia NFC, o que inclui todos os modelos desde o iPhone 6 e o Apple Watch.

Segundo informações do MacMagazine, os usuários do Bradesco também estão conseguindo se cadastrar. Porém, somente os cartões com a bandeira Visa, de ambas as instituições, estão sendo liberados.

Já era esperado que os clientes de outros bancos conseguissem usar o Apple Pay em meados de julho, pois o Itaú tem um contrato de exclusividade de 90 dias com a gigante da tecnologia. Como o serviço começou a funcionar no país em 4 de abril, esse tempo de exclusividade se encerra amanhã, dia 4 de julho, abrindo espaço para novos usuários.

Fonte: Olhar Digital

Blockchain: BB e outros três bancos aumentam investimento em tecnologia

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A grande aposta dos bancos brasileiros tem sido a tecnologia, incluindo o blockchain. Depois do ano de 2017, os investimentos feitos pelas instituições financeiras no setor tecnológico só têm aumentado e chegou a marcar R$ 19,5 bilhões, segundo dados da 26ª pesquisa de Tecnologia Bancária da Febraban (Federação Brasileira de Bancos).

Desenvolvida em parceria coma Deloitte, a pesquisa aponta que houve um aumento de 5% em investimentos em tecnologia em relação a 2016. Metade desses R$ 19,5 bilhões investidos nesse ano foram destinados ao desenvolvimento e aprimoramento de softwares e plataformas digitais.

O estudo contou com a participação de 24 bancos, os quais representam 91% dos ativos dessa indústria no País.

Esse interesse por parte dos bancos coincide com o significativo aumento de fintechs no país e com o fato do Banco Central procurar cada vez mais o caminho da regulamentação de operações de crédito que utiliza o sistema peer-to-peer (ponto a ponto).

No último mês, o Bacen havia regulamentado as fintechs de crédito permitindo que essas atuem como Sociedades de Empréstimo entre Pessoas (SEP), que conectam investidores a tomadores de recursos. A regulamentação, contudo, previu limite de R$ 15 mil para empréstimos.

Os ventos da mudança chegaram. Os bancos tradicionais, ao se depararem com o surgimento dos primeiros bancos 100% digitais, tiveram de repensar sua forma de atuar no mercado e declarar guerra as fintechs já não era mais uma saída interessante.

As fintechs que funcionam como Sociedades de Empréstimo entre Pessoas intermedeiam operações peer-to-peer pelas quais pessoas aplicam dinheiro de um lado, e empresas ou outras pessoas físicas pegam empréstimos de outro.

Entre Open Banking e o Blockchain

A imagem de um cliente indo até a uma agência física para conversar sobre investimento com o seu gerente nos remete a um filme antigo tendo em vista as inúmeras plataformas digitais pelas quais esse mesmo cliente opera a partir de alguns toques na tela do seu celular.

Isso, contudo, tem avançado e hoje as instituições financeiras passaram a trabalhar em parceria com fintechs através das Interfaces de Programação de Aplicação (APIs – sigla para o termo em inglês Application Programming Interface).

Essas interfaces possibilitam que empresas conectem seus sistemas aos dos bancos integrando dados e operando de modo automatizado e isso é o que possibilita o funcionamento da plataforma Open Banking.

A Stefanini, uma grande desenvolvedora de soluções para bancos, afirmou que essa nova funcionalidade deve ganhar fôlego com a nova regulamentação do Banco Central sobre a concessão de crédito por fintechs.

Breno Barros, diretor de inovação e de negócios da Stefanini, afirma que essa é uma evolução natural das eras do Internet Banking (década de 1990) e do Mobile Banking (2010): “Agora chegou a hora do que acreditamos ser o Seamless Banking – um banco em qualquer lugar, em qualquer dispositivo e em qualquer momento”.

O Banco do Brasil foi a instituição que primeiro adotou a plataforma Open Banking, na América Latina. Mas o maior avanço em bancos 100% digital parece que tem sido do Bradesco, que já fechou uma parceria com a fintech CAPTCO a fim de desenvolver sua plataforma Next.

Essa inovação de Open Banking não é, entretanto, o ápice buscado pelos bancos. As instituições financeiras tem investido em pesquisas a fim de possibilitar o uso do Blockchain e isso tem se evidenciado cada vez mais.

Depois de o Santander, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, SICOOB e Banrisul se juntarem num projeto que envolve um novo serviço digital baseado no Blockchain, eis que já se fala num projeto-piloto a ser desenvolvido pela Febraban.

Na 28ª edição do CIAB Febraban – Congresso e Exposição de Tecnologia da Informação das Instituições Financeiras, foi apresentado pelo Grupo de Trabalho Blockchain Febraban um protótipo para reforçar a segurança na adesão de clientes para receber, dos bancos, um determinado serviço ou produto por meio digital.

Gustavo Fosse, diretor setorial de Tecnologia e Automação Bancária da Febraban, afirmou que os bancos debateram nesse congresso “os avanços obtidos com tecnologias como internet das coisas, inteligência artificial e computação cognitiva, usadas para aprimorar a experiência digital dos correntistas”.

“Também tivemos a apresentação de um protótipo de Blockchain, feito de maneira colaborativa entre as instituições, e importantes discussões para outros segmentos, como a criação de um ecossistema de pagamentos instantâneos no Brasil”, disse.

O grupo de trabalho existe desde agosto de 2016 e conta com a colaboração com 18 bancos e instituições financeiras, incluindo o próprio Banco Central. Coincidência ou não, o aumento em investimentos das instituições financeiras em tecnologia sucedeu partir de 2017, depois de um jejum de dois anos.

Fonte: Portal do Bitcoin

Longas filas aborrecem clientes do BB na cidade de João Pessoa

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A demora na fila do autoatendimento em uma das agências do Banco do Brasil, no Centro de João Pessoa, deu dor de cabeça para os clientes na manhã de sexta-feira (14). De acordo com relatos de alguns deles, a demora seria para receber a ficha no guichê de autoatendimento e essa seria a realidade dessa agência todos os dias.

A fiscalização do Procon-JP compareceu ao local, mas não pôde autuar a agência porque, segundo o fiscal, as filas para o autoatendimento não entram na Lei da Fila, que serve apenas para os caixas de atendimento dentro do banco. Até a publicação desta matéria, a assessoria de imprensa do Banco do Brasil não se pronunciou sobre o caso.

Lei da fila

De acordo com a Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-JP), a lei prevê que haja o atendimento nas agências em até 20 minutos em dias normais, em 30 minutos em dias de pagamento de funcionários públicos municipais, estaduais e federais e em 35 minutos em dias atípicos como véspera e o dia seguinte a feriados.

Em caso de descumprimento destas leis, o Procon-JP convoca o consumidor a efetuar a denúncia em tempo real, por meio do telefone 0800-083-2015.

Atendimento no Procon-JP

O Procon-JP atende de segunda à sexta-feira, das 8h às 14h, na Av. Pedro I, nº 331, Centro. Informações podem ser adquiridas pelos telefones 3214-3042 ou 3214-3040.

O post Longas filas aborrecem clientes do Banco do Brasil em JP apareceu primeiro em Portal Correio.

Fonte: TV Cariri

Grupo carioca adquire imóvel do Banco do Brasil por R$ 37,7 milhões

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O grupo carioca Opportunity deu o maior lance no leilão de uma área de mais de 11 mil metros quadrados pertencente ao Banco do Brasil. O imóvel localizado na Enseada do Suá, em Vitória, foi arrematado por R$ 37,7 milhões. O evento aconteceu nesta quinta-feira (28), no bairro Santa Lúcia, na Capital.

O imóvel, situado na Avenida Nossa Senhora dos Navegantes, tem uma área edificada de 5.155,74 m² e está a poucos metros do mar. Até então, era a maior propriedade que ainda estava à venda na Capital. Com a negociação, o grupo – especializado em gestão de fundos imobiliários – vai investir em um empreendimento com apartamentos residenciais e lojas comerciais.

De acordo com o leiloeiro oficial do Banco do Brasil, Ayrton Porto Filho, haviam pelo menos seis grupos interessados pelo imóvel – a maioria do Espírito Santo – mas no final só ficaram dois disputando a compra. Ainda segundo o leiloeiro, o capital usado para a aquisição do imóvel é de investidores do Estado e do Rio de Janeiro.

“Desde 2014 o imóvel não estava sendo utilizado pelo banco. Em 2015, fizemos o primeiro edital, sem sucesso. Depois, fizemos outros dois e, agora, conseguimos realizar a venda. O imóvel teve como lance inicial R$ 32 milhões e acabou saindo por R$ 37,7 milhões”, contou.

Segundo Ayrton Porto Filho, a área deve receber um empreendimento misto, com apartamentos residenciais e comerciais e, para isso, “devem ser gastos mais de R$ 150 milhões de investimento para erguer uma obra desse porte”.

Esse não foi o primeiro investimento da empresa em solo capixaba. No final do ano passado, o Opportunity entregou um residencial na Praia do Canto, Vitória.

TENTATIVAS

Desde 2015, antes da aprovação do novo Plano Diretor Urbano (PDU) de Vitória, haviam sido realizadas três tentativas de leilão da propriedade, mas nenhuma deu certo. Naquele ano, o valor inicial do lance era de R$ 54 milhões. No segundo certame, em 2016, o valor do primeiro lance caiu para R$ 47 milhões e, em 2017, foi reduzido novamente chegando a R$ 32 milhões.

“O primeiro leilão aconteceu em 2015, em um momento onde o mercado imobiliário não estava consistente. Naquele período, os valores dos imóveis vinham caindo muito. Para cada edição de certames que vinham sendo realizados, tivemos as mesmas pessoas interessadas no imóvel, mas os valores que o banco propunha não correspondiam aos lances que os interessados pretendiam dar”, comentou Ayrton Porto Filho.

Como a área do imóvel é terreno de marinha, a preferência de aquisição é da União. Mas como o governo federal não demonstrou interesse pelo espaço, ele foi ofertado à iniciativa privada.

No contrato firmado entre o Banco do Brasil e a empresa compradora ficou estabelecido que quem vai assumir o laudêmio – taxa sobre a transação de venda de imóvel em terreno de marinha – será o Banco do Brasil. O pagamento, no valor de mais de R$ 1 milhão, será destinado à União e à Prefeitura de Vitória, segundo o leiloeiro.

De acordo com o site da companhia, o Opportunity é uma das primeiras empresas de gestão independente de recursos criadas no Brasil e está em atividade desde 1994. Ele foi um dos primeiros a atuar na gestão de fundos de Private Equity. Em conjunto, faz a gestão de aproximadamente R$ 37,9 bilhões.

Fonte: Gazeta Online

BB conclui reestruturação em seguros com Mapfre e embolsa R$ 2,4 bilhões

Publicado em: 28/06/2018

O Banco do Brasil concluiu a reestruturação do acordo de seguros existente entre a sua holding, a BB Seguridade, e a seguradora espanhola Mapfre, conforme antecipou mais cedo a Coluna do Broadcast. No novo desenho, a parceria ficará restrita aos segmentos de vida e rural e as carteiras de automóvel e grandes riscos serão recompradas pela Mapfre, pelas quais desembolsará R$ 2,4 bilhões, de acordo com fato relevante divulgado nesta terça-feira, 26.

A reorganização societária, segundo a BB Seguridade, permitirá uma liberação de capital estimada em R$ 1,8 bilhão, passível de distribuição aos acionistas da holding a depender de futura deliberação do Conselho de Administração após o fechamento da operação.

“A reestruturação da operação de seguros está alinhada com a estratégia de simplificação da estrutura de governança e gestão das participações adotada pela BB Seguridade. Essa estratégia tem por objetivo aumentar a ênfase na comercialização de produtos de seguro no canal bancário, buscando aperfeiçoar os serviços prestados aos clientes do BB bem como a maximização na geração de valor para seus acionistas”, informa a BB Seguridade, no documento.

No âmbito da revisão do acordo, BB Seguridade e Mapfre vão celebrar acordo comercial no segmento de seguro de automóvel e também nos produtos enquadrados como grandes riscos. A seguradora espanhola vai permanecer com a exclusividade nos canais do banco. Esse foi um dos pontos, conforme fontes, que gerou divergências na reestruturação da parceria e atrasou a sua conclusão.

O valor a ser pago pela Mapfre pela compra da carteira de seguros de veículos (concentrada na Brasilveículos), conforme o fato relevante, poderá sofrer reajustes ao final de cada exercício a partir deste ano até 2031, data final do acordo, em função do atingimento ou não das metas de faturamento neste segmento.

A concretização da reorganização societária de BB Seguridade e Mapfre está condicionada ao cumprimento de determinadas condições precedentes, incluindo as aprovações aplicáveis dos órgãos reguladores.

Fonte: IstoÉ Dinheiro

BB é o primeiro grande banco brasileiro a aderir a padrões de conduta da ONU

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Na noite desta terça-feira, 26, em evento em São Paulo, o Banco do Brasil foi o primeiro grande banco brasileiro a aderir aos padrões de conduta para empresas, criados pela ONU, Organização das Nações Unidas.

A data marca a adesão formal do BB aos padrões de conduta que fazem parte da campanha Livres & Iguais, de acordo com os princípios da Diversidade, o que fortalece o compromisso do Banco com os Direitos Humanos e contribui para demonstrar a clientes, funcionários e acionistas o apoio a pessoas LGBTI (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e pessoas intersexo).

“O Banco do Brasil tem como diretriz de suas políticas de gestão de pessoas o respeito à orientação sexual de cada um. É com essa postura que temos adotado iniciativas que criam condições para que todos os funcionários assumam sua identidade sem qualquer constrangimento”, ressalta Paulo Caffarelli, presidente do BB. O Banco foi, por exemplo, o primeiro do país a normatizar o nome social para os funcionários transexuais, em janeiro de 2017. “Acreditamos que a pluralidade de visões de mundo e de comportamento beneficia todos os aspectos organizacionais”, completa Caffarelli.

Os compromissos básicos das empresas, estabelecidos pela ONU, pela igualdade LGBTI são:

– SEMPRE: Respeitar os direitos humanos de funcionários, clientes e membros da comunidade LGBTI

– NO LOCAL DE TRABALHO: Acabar com a discriminação contra funcionários LGBTI e apoiar funcionários LGBTI no ambiente de trabalho

– NO MERCADO: Não discriminar clientes, fornecedores e distribuidores LGBTI, além de insistir que seus parceiros de negócios também não discriminem

– NA COMUNIDADE: Defender os direitos humanos de pessoas LGBTI nas comunidades onde realizam seus negócios

A campanha mundial da ONU, contra homofobia e transfobia, começou em 2013, com o Escritório do Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH). O objetivo já era de promover direitos iguais e tratamento justo para pessoas LGBTI. Versões nacionais e eventos têm sido organizados em quase 30 países, sendo que o Brasil participa desde 2014. O único banco brasileiro que já havia aderido é o Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG).

De acordo com a ONU, com o primeiro lançamento na América Latina sendo realizado em São Paulo, o Brasil consolida sua posição no mapa dos esforços globais das empresas pelo fim da discriminação com base em orientação sexual, identidade de gênero e/ou status sexual.

Mais informações sobre a campanha em: https://www.unfe.org/pt-pt/about/

Para ver a lista completa de empresas que já aderiram: https://www.unfe.org/standards/

Fonte: Banco do Brasil

BB capta R$ 1 bilhão pelo simulador de investimentos em 470 mil operações

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O Banco do Brasil superou a marca de R$ 1 bilhão em captação por intermédio de seu Simulador de Investimentos. Aberto aos clientes há pouco mais de sete meses, a solução acumula 470 mil operações para 33 mil investidores.

Disponível no App da instituição e pelo Internet Banking, a funcionalidade indica as melhores opções para cada cliente, a partir das informações da Análise de Perfil do Investidor (API) e considera ainda o valor, o prazo da aplicação e os produtos que já fazem parte da carteira do investidor, caso haja.

Paula Mazanék, gerente geral da Unidade de Captação e Investimentos do BB, destaca a assertividade das sugestões e a escala da solução, “Trabalhamos para prover mais conveniência aos nossos clientes e sabemos que a oferta adequada para cada perfil garante a melhor jornada aos investidores”. A executiva ressalta ainda que o Simulador auxilia desde os investidores mais experientes até aqueles que estão começando no mundo dos investimentos.

O início da experiência dos clientes pelo simulador do banco indica que a sexta-feira é o dia predileto para as aplicações e o horário mais utilizado é 14 horas. O início do mês também merece destaque. Na média, o dia 2 surge como o melhor momento em cada mês.

Além disso, 80% das aplicações são de até R$ 30 mil e o valor de aporte mais frequente é R$ 5 mil. Para ter uma ideia, em maio, 36,71% das aplicações via Simulador foram de pessoas que não possuíam investimentos, o que demonstra o acesso democrático e a aceitação por clientes com diferentes faixas de renda.

A categorização pelos perfis dos usuários sinaliza maior presença de investidores conservadores e moderados, que juntos representam 93,3%. Enquanto 6,7% dos usuários da ferramenta são classificados como arrojados.

Reconhecimento

Além da aceitação dos clientes, a solução do BB acaba de conquistar o primeiro lugar na categoria aplicativo de investimentos do Efinance 2018, o maior prêmio de tecnologia bancária do país.

Fonte: Banco do Brasil

Superintendente do BB visita obras de reconstrução da agência em Cedro

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O superintendente Estadual do Banco do Brasil, Amauri Aguiar, fez uma vistoria nas obras de reconstrução e reforma da agência do Banco do Brasil, em Cedro.

Durante a visita, Amauri Aguiar reforçou o empenho para a conclusão da obra que foi iniciada em fevereiro. A previsão é que a agência seja entregue em agosto próximo. “Estamos agora só com a dependência de itens complementares como segurança e vistoria da Polícia Federal. A minha vinda foi justamente para acompanhar o andamento da obra e a nossa estimativa para entrega durante o mês de agosto”.

Após a explosão, o prefeito de Cedro, Dr. Nilson Diniz, reuniu representantes do Banco do Brasil, comerciantes e população em um diálogo em prol da rápida reforma da agência e da disponibilização dos seus serviços. “Estes encontros foram importantes para que esta reforma fosse agilizada, em breve teremos de volta os serviços do Banco do Brasil”, reforça o gestor municipal.

Fonte: Mais FM

BB capta R$ 20 milhões de investimentos no Ceará em sete meses

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Mesmo tendo de lidar com a cautela e algumas barreiras do setor público, assim como o Banco do Nordeste, a análise de dados e de comportamento já está dando retorno ao Banco do Brasil. Em sete meses -até o último dia 12 de junho -, o BB ultrapassou a marca de R$ 20 milhões em captação de investimentos no Ceará por meio de um simulador de investimentos que leva em consideração informações pessoais para traçar perfis individuais e sugerir as melhores opções de aplicação. No Estado, foram registradas, desde a abertura da ferramenta, 1.188 operações.

Disponível no aplicativo para dispositivos móveis da instituição e pelo Internet Banking, a funcionalidade indica as melhores opções para cada cliente, a partir das informações da Análise de Perfil do Investidor (API) e considera ainda valor, prazo da aplicação e produtos que já fazem parte da carteira do cliente.

“Trabalhamos para prover mais conveniência aos nossos clientes e sabemos que a oferta adequada para cada perfil garante a melhor jornada aos investidores”, analisou Paula Mazanék, gerente geral da Unidade de Captação e Investimentos do BB. A executiva ressaltou ainda que o simulador auxilia desde os investidores mais experientes até os que estão começando a fazer aplicações.

Estatística nacional

No Brasil, os números da funcionalidade superam as marcas de R$ 1 bilhão em captação e 470 mil operações para mais de 33 mil investidores. Além disso, 80% das aplicações são de até R$ 30 mil e a média dos aportes no País é de R$ 5 mil. Segundo o BB, em maio, 36,71% das aplicações via simulador foram de pessoas que não possuíam investimentos, o que “demonstra o acesso democrático e a aceitação por clientes com diferentes faixas de renda”.

Fonte: Diário do Nordeste

Programa Ahead Banco do Brasil busca startups brasileiros para investir

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O programa Ahead Banco do Brasil, parceria entre a instituição financeira e a Startup Farm, vai selecionar até 10 startups para aceleração em São Paulo.

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As inscrições terminam em 1º de julho, e podem ser feitas aqui.

Com duração de seis meses, o processo de aceleração busca soluções nas áreas de:

wellness,
customer analytics, e
wealth tech.

Parceria

O Banco do Brasil tem laboratórios de inovação em Brasília e no Vale do Silício. Entre as inovações recentes do banco está o uso de chatbots. Atualmente, 70% dos atendimentos em redes sociais são feitos por chatbot.

A Startup Farm já apoiou 276 startups, que captaram mais de R$ 320 milhões em investimentos. Trata-se da primeira iniciativa da aceleradora com o banco.

Fonte: Portal Inova

Justiça determina reabertura do posto de atendimento do BB em Sarutaiá

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A Justiça determinou a reabertura do posto de atendimento do Banco do Brasil, em Sarutaiá (SP). A unidade havia sido fechada em novembro de 2017 por fazer parte do plano de reestruturação .

Na decisão da ação popular em primeira instância, o juiz Acauã Müller Ferreira Tirapani, da Comarca de Piraju (SP), afirma que o banco pode fechar agências, mas o fechamento repentino na cidade de Sarutaiá não permitiu que os moradores pudessem se reorganizar para evitar prejuízos.

Além disso, ele ainda afirma que o deslocamento para outras cidades vizinhas significa transtornos à população de baixa renda.

Agora, o banco tem um prazo de 60 dias pra ser reaberto, sob pena de multa diária no valor de R$ 10 mil caso a medida seja descumprida.

Em nota, a assessoria de imprensa do Banco do Brasil afirmou que não vai comentar a decisão porque o banco ainda não foi notificado.

Fonte: Portal G1

TST mantém multa aplicada por auditor fiscal ao BB por terceirização

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A Subseção I Especializada em Dissídios Individuais (SDI-1) do Tribunal Superior do Trabalho considerou válido auto de infração lavrado por auditor fiscal do trabalho por terceirização ilícita no Banco do Brasil S. A. Segundo a decisão, não houve invasão da competência da Justiça do Trabalho na declaração de existência de vínculo de emprego feita pelo auditor, porque é sua atribuição verificar o cumprimento das normas trabalhistas.

A autuação diz respeito a prestadores de serviço da Probank S. A. contratados pelo Banco do Brasil para o processamento de envelopes de depósito bancário de terminais de autoatendimento em Belo Horizonte (MG). Diante da ausência de registro desses trabalhadores, a fiscalização do trabalho aplicou multa de R$ 86 mil ao BB.

Em ação anulatória, o banco sustentou que não poderia ter registro de pessoas que não eram seus empregados. A União, por sua vez, defendeu a licitude da autuação, afirmando que os serviços prestados seriam essenciais à dinâmica do banco.

Como o auto de infração foi considerado válido pela Terceira Turma do TST, o banco interpôs embargos à SDI-1, sustentando a licitude da terceirização. Segundo o BB, sendo integrante da administração pública indireta, a contratação desses trabalhadores exigiria aprovação em concurso público.

O relator, ministro Augusto Cesar Leite de Carvalho, observou que a Lei 10.593/2002, que dispõe sobre a carreira de auditor, prevê, entre as suas funções, a verificação dos registros e do correto recolhimento do FGTS, com vistas a reduzir os índices de informalidade. Tal atribuição, segundo o ministro, reforça o disposto no artigo 41 da CLT, que exige o registro de empregados, e no artigo 47, que prevê multa para o empregador que não observar a exigência.

“Não se pode entender que a atuação do auditor fiscal se limite à análise da regularidade formal da documentação dos empregadores”, assinalou. “Constitui sua atribuição também a verificação do cumprimento das normas trabalhistas, devendo, portanto, valorar a existência ou não de relação de emprego quanto a trabalhadores que prestam serviços mediante terceirização”.

No entendimento do relator, a natureza jurídica do Banco do Brasil não o torna imune às sanções da lei, apesar da impossibilidade de regularização dos trabalhadores sem o prévio concurso público. “Esse fator impeditivo não pode respaldar pretensa anulação do auto de infração”, concluiu.

Por maioria, a SDI-1 negou provimento ao recurso do banco. Ficaram vencidos o ministro Ives Gandra da Silva Martins Filho e a ministra Maria Cristina Peduzzi.

Processo: 2320-40.2012.5.03.0019

Fonte: Jornal Jurídico

BB foca em produtos para garantir e atrair contas de salários

Publicado em: 19/06/2018

Por determinação do Conselho Monetário Nacional (CMN), a partir do dia 2 de julho o trabalhador brasileiro, da iniciativa privada ou pública, é quem decide em que banco prefere receber o salário. Até então, a empresa ou órgão determinava a instituição financeira e o empregado, caso fosse de sua preferência, poderia solicitar a mudança. Com a alteração nas regras da Livre Opção Bancária (LOB), que nada mais é do que o livre direito do cliente (trabalhador) escolher onde deseja receber seus créditos oriundos de salários, bonificações e afins, acirra-se a disputa por salários entre os bancos.

Com a mudança na LOB, o cliente poderá fazer a portabilidade em qualquer canal de atendimento ou diretamente na instituição onde deseja receber os proventos, que pode ser um banco tradicional, digital ou até uma fintech. A resolução do CMN gera oportunidades e ameaças para o BB. Se por um lado, haverá mais facilidade para atração de novos proventistas, por outro, com a maior base de proventistas do mercado, superior a 10 milhões de clientes, o banco é o principal alvo nesse cenário.

No BB, os proventistas fomentam cerca de 65% da margem de contribuição total do mercado PF, o que destaca a importância de a instituição reforçar o seu relacionamento com esse público. A estratégia para retenção, atração e fidelização desses clientes está estruturada em uma comunicação direcionada, com novos conteúdos e ferramentas para apoiar o trabalho na rede, vantagens em produtos e preços, com oferta de benefícios diferenciados e ajustes e melhorias nos processos de tecnologia para canais de atendimento.

No BB, os clientes que recebem crédito do salário em conta e optam por pacotes de serviços específicos contam com todas as vantagens e benefícios do BOMPRATODOS, como taxas reduzidas em linhas de crédito, dez dias sem juros no uso do cheque especial, taxa mensal de 3% no cartão de crédito e assessoria financeira exclusiva. Há ainda isenção de tarifa (na adesão e primeira carga do Ourocard Pré-Pago, no serviço de SMS e seis meses sem tarifa do pacote de serviço) e isenção da anuidade no primeiro ano do cartão de crédito.

Nesse trabalho de atração e retenção de proventistas, o papel dos gerentes, especialmente os de unidade, é fundamental. “O gerente de banco não só coordena e lidera a equipe, mas atua na manutenção e difusão da boa imagem, produtos e serviços do BB. Ele deve estar sempre motivado a cumprir suas metas e missões como um bom administrador, que conhece a instituição e seus processos, mas principalmente as necessidades de seus clientes”, afirma Ronald Feres, vice-presidente da AGEBB.

Confira abaixo as mudanças nas regras determinadas pelo CMN

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Banco do Brasil faz permuta de imóveis com Ministério do Planejamento

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O Banco do Brasil anunciou nesta sexta-feira que fez uma permuta de imóveis com a Secretaria do Patrimônio da União, do Ministério do Planejamento.

Na troca, o BB recebeu um terreno avaliado em 162 milhões de reais e transferiu imóveis situados em Brasília, Campo Grande, Porto Alegre e Rio de Janeiro.

“Estima-se que a permuta impactará positivamente o resultado do segundo trimestre em 73 milhões de reais, líquidos de impostos”, afirmou o banco em comunicado.

Fonte: Exame

BB eleva participação em argentino Banco Patagônia para 80,4%

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Banco do Brasil anunciou nesta sexta-feira (15) que elevou sua participação do Banco Patagonia para 80,38%, após três acionistas minoritários no banco argentino terem exercido opção de vender para a instituição brasileira a fatia conjunta equivalente a 21,42% no negócio.

Em fato relevante, o BB afirmou ter sido notificado que os acionistas Jorge Guillermo Stuart Milne, Ricardo Alberto Stuart Milne e Emilio Carlos González Moreno exerceram a opção de venda de suas fatias no Banco Patagonia para o banco brasileiro.

O preço de exercício da opção de venda é de 1,314 dólar por ação, somando um total de US$ 202,375 milhões.

Fonte: Portal G1

Reestruturação no BB descomissiona mais de 700 caixas em todo o país

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A direção do Banco do Brasil aprofunda a política de privatização da empresa através dos descomissionamento em massa dos trabalhadores que exercem a função de caixa nas agências.

As medidas adotadas pela direção do banco de descomissionamento dos caixas não deixam dúvidas que a intenção da empresa é preparar o caminho para a privatização do banco. Querem acabar com os caixas que detém a efetividade da sua função, através do descomissionamento em massa para, aproveitar a nova lei da terceirização, que possibilita a contratação de trabalhadores terceirizados tanto nas áreas meio quanto nas áreas fins e enxugar o quadro funcional do banco.

Está para ser anunciado, segundo rumores dentro do banco, para o começo de julho, um pacote por parte da direção do banco com a possibilidade da implementação de mais um Plano de Demissão Voluntária (PDV) para reduzir o custo com a folha de pagamento, e em marcha o planejamento de uma nova estrutura, tanto na área de tecnologia quanto nas áreas administrativas e suporte operacional.

Na área de suporte operacional, no qual se incluem os caixas das agências, o que se pretende é automatizar ou terceirizar todo o setor. Não por acaso a política de descomissionamento em massa dos caixas executivos, parte da ideia de preparar o setor para a sua completa terceirização.

Fonte: Diário Causa Operária

CBBS: conheça parceria BB com Bradesco para crescer em finanças virtuais

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A sede do banco CBSS, em Alphaville, na Grande São Paulo, pouco lembra o ambiente sisudo do mercado financeiro. Nenhum dos 116 funcionários, incluindo o presidente, Carlos Giovane Neves (foto), usa gravata. As paredes ostentam desenhos e frases ao lado de quadros com o estágio de desenvolvimento de projetos. Neves ocupa a única sala individual, mas as paredes são de vidro e a porta fica sempre aberta. A aparência de startup não é uma coincidência.

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Controlado por Bradesco (50,01% das ações) e Banco do Brasil (os 49,99% restantes), o CBSS é um dos pilares mais importantes da estratégia dos dois gigantes para crescer no ambiente das finanças virtuais. Na primeira semana de junho, ele anunciou parcerias com duas fintechs. Uma delas foi a Lendico. Outra foi a GuiaBolso, que surgiu como administradora de contas pessoais, passou a oferecer empréstimos e vai ampliar essa atividade com a parceria. A elas juntam-se outros três nomes e mais alguns em negociação (observe o quadro abaixo ao final da reportagem).

Parcerias como essa são positivas para ambas as partes. Marcelo Ciampolini Neto, CEO da Lendico, afirma que a associação permitirá ampliar a atuação de sua companhia. Fundada na Alemanha em 2013, a Lendico surgiu como uma plataforma de concessão de empréstimos de pessoa para pessoa, o chamado peer-to-peer. A empresa está no Brasil desde 2016, mas, por aqui, opera como correspondente bancário do mineiro BMG. “Agora poderemos emprestar para mais pessoas e selecionar clientes com risco de crédito maior”, diz Ciampolini. “A parceria é fundamental para ganhar escala.”

Quem conhece o mercado concorda com essa visão. “Ao se associar a um banco, ainda que de médio porte, uma fintech ganha capital e acesso a clientes”, diz Fabio Gonsalez, principal executivo de tecnologia da Torq, consultoria de desenvolvimento de projetos ligada à Senior Solution. “Em vez de tentar capturar cada cliente, a fintech é apresentada por um banco e tem acesso a 500 clientes de uma vez.” Já os bancos ganham canais novos para distribuir seus produtos e, mais importante, acesso fácil e rápido à tecnologia. “Isso acelera o crescimento, pois as fintechs são mais inovadoras que os bancos”, diz Neves, que espera costurar novas parcerias neste ano.

À primeira vista, a decisão de Bradesco e BB de cacifar fintechs pode parecer incompreensível. No entanto, há uma dose razoável de pragmatismo. A aposta em tecnologia funciona como um seguro para os bancões. “As gerações mais jovens estão acostumadas a resolver tudo pelo celular e os empréstimos não são uma exceção”, diz Neves. “O que vai definir a preferência do cliente, além do preço e do prazo do financiamento, será a qualidade do serviço e a facilidade da contratação.” As vantagens oferecidas tradicionalmente pelos bancos, como extensas redes de agências, perderão importância diante da agilidade do ambiente mobile, afirma Neves.

Nesse cenário, as fintechs têm uma capacidade de adaptação maior. “Elas têm um foco no cliente e uma rapidez no desenvolvimento de produtos muito maiores”, diz Gonsalez. “Bons desenvolvedores de aplicativos são caros e muito disputados no mercado”, diz Gonsalez. “É mais vantajoso obter seus serviços por meio das fintechs do que contratá-los diretamente.”

Neves sabe bem disso. Formado em Direito e com uma longa trajetória em empresas de financiamento ao consumo, ele não tem o perfil típico dos empreendedores digitais. No entanto, o ex-militar nascido em Petrópolis entende a importância de adaptar rapidamente a estratégia às mudanças no ambiente. A inovação, diz ele, é demorada nos bancos. Antes de tentar algo novo, a instituição financeira vai avaliar se a mudança não contraria as dezenas de regulamentos do sistema. “O profissional de uma fintech faz o caminho inverso”, diz Neves. “Ele primeiro desenvolve o produto e só depois marca uma reunião no Banco Central para perguntar se pode fazer ou não.”

O CBSS serve a BB e Bradesco para fazer essa ponte entre o antigo e o moderno. Aprovado pelo BC em 2015, o banco surgiu da promotora de vendas Ibi Financeira, ligada à rede de varejo C&A, adquirida pelo Bradesco em 2009. É pequeno perto dos gigantes que a controlam, com R$ 1,5 bilhão em ativos e R$ 805 milhões em empréstimos. Seu principal produto é o Digio, um cartão de crédito sem anuidade. O banco não revela o número de cartões emitidos.

Oferecer crédito é a primeira etapa da estratégia. Com margens maiores do que a distribuição de investimentos e de seguros, os empréstimos permitirão um crescimento sustentado da instituição. No entanto, a diversificação é questão de tempo. Segundo Neves, em algum momento no futuro as fintechs poderão se tornar uma ameaça concreta aos bancos. “Se isso ocorrer, já estaremos lá.”

Fonte: IstoÉ Dinheiro

Apple Pay chega ao Banco do Brasil e Bradesco a partir de julho

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Confirmando os rumores, a partir de julho clientes do Bradesco e do Banco do Brasil poderão efetuar pagamentos utilizando o Apple Pay, serviço lançado pela Apple em 2014.

No Brasil, o serviço chegou no dia 4 de abril exclusivamente para clientes do Itaú; no próximo mês, o contrato de exclusividade de 90 dias com o banco chega ao fim, o que possibilita a adoção da tecnologia por outras instituições.

Com o recurso, o consumidor não precisa usar o cartão físico para fazer suas compras, bastando encostar o iPhone na máquina de cartão. Usuários de Android também já têm acesso a um sistema de pagamento parecido, o Android Pay, com smartphones da Google e da Samsung.

Segundo informações coletadas pela Folha, o que atrasou a expansão do serviço no Brasil foi a baixa venda de iPhones no início deste ano, com 5,8% do total, contra 93% de aparelhos Android vendidos.

A tecnologia NFC, responsável pelos pagamentos com a aproximação do dispositivo na máquina de cartão, também causou o atraso. De acordo com a fonte, o recurso chegou a smartphones intermediários da Motorola e da Samsung apenas nos últimos meses.

Para estimular o uso da tecnologia, os bancos estão desenvolvendo alternativas como relógios, pulseiras e adesivos para o pagamento sem a necessidade do uso do cartão e digitação da senha.

Em todo o mundo, o Apple Pay está disponível em mais de 20 países.

Fonte: Canal Tech

Prefeitura de Piranhas firma parceria para reativar caixa eletrônico do BB

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A população de Piranhas/AL, no sertão alagoano acaba de ganhar uma boa notícia. É que a Prefeitura conseguiu sensibilizar a direção do Banco do Brasil –BB- a reativar os serviços bancários na cidade. É que desde o último dia 3 de abril, quando bandidos danificaram por completo com explosivo a agência do BB em Piranhas, na parte alta da cidade, as pessoas passaram a se deslocar para Delmiro Gouveia/AL e até pra Canindé no Estado de Sergipe, a fim de realizar seus compromissos bancários.

Pois a parceria que teve a ampla participação da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, garante ao Banco do Brasil, o mesmo ponto no Centro Histórico que já tinha um Caixa Eletrônico, além de segurança e serviço de monitoramento de câmeras, que já está sendo providenciado. No momento, diz um assessor: “apenas está sendo possível a realização de consultas, como saldo, extrato, pagamentos e transferências; porém, brevemente será disponibilizado a efetuação de saques no terminal, mas isso depois que as câmeras foram instaladas.

“Trata-se de uma parceria que fizemos com o Banco do Brasil, para que o órgão reabrisse pelo menos com um Caixa Eletrônico, sobretudo pelo fato de Piranhas receber muitos turistas; além é claro; do incômodo constante nas pessoas da nossa cidade, quanto ao deslocamento para outras regiões, que por sua vez compromete até a nossa economia, já que o dinheiro deixa de circular em nosso comércio”, revelou a prefeita Maristela Dias.

Fonte: Cada Minuto

Permissão para funcionários das incorporadas aderirem à Cassi oxigenaria a instituição

Publicado em: 18/06/2018

A AGEBB tem acompanhado, com muita atenção e preocupação, o desenrolar do equacionamento dos déficits milionários da Cassi. Aguardava-se o desfecho da análise das propostas apresentadas em 5 de junho pelo BB, exclusivamente à Diretoria Executiva da Cassi. A Associação, desde o início de abril quando começaram as negociações com as entidades representativas dos funcionários, entre elas, a Contraf, legítima representante de todos os funcionários do BB, tanto os concursados quanto os provenientes de empresas incorporadas, mantém uma equipe exclusivamente dedicada a acompanhar e analisar o desenrolar dos fatos que afetam diretamente seus milhares de gerentes associados na ativa e aposentados do BB e das demais instituições financeiras adquiridas pelo banco (BNC, Besc, BEP etc.).

“Defendemos uma Cassi para todos. Não deve haver distinções. Todos os profissionais que trabalham no BB e por ele se aposentam, seja qual for a sua empresa de origem, devem ter o direito de aderir à Cassi e usufruir dos serviços de plano de saúde para si e seus familiares. Pelo direito constitucional, os trabalhadores de uma mesma empresa devem possuir isonomia de direitos. A nossa associação vai fazer valer esse benefício a todos os seus associados”, afirma Francisco Vianna de Oliveira Junior, presidente da AGEBB.

O executivo da Associação dos Gerentes do BB ressalta que a autorização para os funcionários das empresas incorporadas passarem a contribuir e utilizar os serviços da Cassi pode ser uma excelente alternativa para equilibrar as finanças e garantir a sustentabilidade da instituição. “Essa é a última alternativa para manter a Cassi perene, sustentável e equilibrada financeiramente, além de reduzir os custos do próprio BB. A receita gerada pelas contribuições mensais das dezenas de milhares de pessoas das várias empresas incorporadas nos últimos anos oxigenaria a minha, a sua a nossa Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil”, defende o presidente da AGEBB.

Fonte: AGEBB

Entenda mais sobre o caso Cassi

 

Cassi: imbróglio bilionário que merece muita atenção de todos

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“A AGEBB tem um interesse especial nas mudanças sugeridas para a Cassi pois, assim como acontece no Instituto de Seguridade Social Economus, qualquer alteração que seja prejudicial aos seus associados não terá a nossa anuência e trabalharemos para que não venham a ser implementadas”. A frase do vicepresidente Ronald Feres ressalta o quanto a AGEBB está alerta e acompanhando de perto a situação da Cassi. A preocupação da associação de gerentes tem lá seus motivos. O BB apresentou, no fim de maio, a nova proposta de sustentabilidade para a Cassi, desta vez na própria governança da entidade, depois de aguardar a mesa de negociações para discutir e avançar sobre a proposta inicial, o que não ocorreu. “Queremos uma Cassi para todos e isso inclui os funcionários dos bancos incorporados, que têm direito de aderir ao plano, afinal vão se aposentar pelo patrocinador BB”, justifica Francisco Vianna Oliveira Junior.

Em fevereiro, o BB entregou à Cassi um diagnóstico da Accenture, cuja síntese foi apresentada aos representantes das entidades. Nele, constava um plano de ajustes de curto prazo, ao mesmo tempo em que o BB noticiou o adiantamento de quatro anos da contribuição patronal sobre o 13º salário, no valor de 323 milhões de reais, em três parcelas. O diagnóstico da Accenture revelou que a Cassi carece de mudanças para resolver limitações estruturais que se agravaram ao longo do tempo e provocaram os déficits hoje existentes. A consultoria diz que as contribuições para o custeio do plano de associados não são suficientes para a cobertura das despesas assistenciais.

Nesse cenário, a proposta inicial do BB prevê aumento na coparticipação do associado em exames e em consultas, o que vai onerar o participante, principalmente aqueles que recebem os menores salários. Para se ter uma ideia, um funcionário na ativa que tenha dois dependentes e que ocupe cargo igual ou inferior a uma gerência média, por exemplo, já atingirá o limite de 8%. Parte da gerência média e assessores, nas mesmas condições, teria sua contribuição aumentada para 6,3%. Já o gerente de área ou gerente-geral de agência ou cargo superior teria sua contribuição aumentada para até 5,7%.

A nova proposta do BB está publicada no site bbnegociacaocoletiva.com.br e na Plataforma BB, Comunicação, Destaques. Depois de análise da diretoria executiva da Cassi, ela irá para o Conselho Deliberativo. Caso seja aprovada, vai para consulta do corpo social. “Essa oportunidade é única e de extrema importância a avaliação de todos os funcionários, principalmente dos incorporados, para que os direitos sejam respeitados”, destaca o presidente da AGEBB.

Cumprindo o que determina a Resolução 23 da Comissão Interministerial de Governança Corporativa e de Administração de Participações Societárias da União (CGPAR), do Ministério do Planejamento, o edital do concurso para novos escriturários do BB, realizado em março, não prevê aos novos funcionários da instituição financeira o direito à assistência de saúde. Trocando em miúdos, os futuros funcionários do banco não terão direito de aderir à Cassi. A notícia causou surpresa entre muitos participantes do processo.

Fonte: AGEBB

Regra antiga atrasa avanço tecnológico de bancos públicos, como BB e Caixa

Publicado em: 14/06/2018

O controle de gastos e a falta de uma regulamentação bancária mais atualizada têm sido empecilhos para que os bancos públicos agilizem a migração digital de seus sistemas. Com forte demanda, porém, expectativa é que mudança chegue em até cinco anos.

Segundo o vice-presidente de tecnologia da informação da Caixa Econômica Federal, José Antônio Eirado Neto, apesar de os bancos públicos terem acelerado seus processos, as instituições precisam de planejamentos melhores para trazer a transformação digital para suas realidades.

“É complicado. Precisa ser uma estrutura diferente que não conflite com o modelo de negócio”, explicou o executivo em palestra realizada no CIAB Febraban.

Em relação ao avanço das tecnologias bancárias nas instituições públicas, os executivos ponderam ainda que as dificuldades vinculadas ao controle do governo também atrasam a adesão desses processos tecnológicos.

Além da limitação trazida pelo controle da União – com o Tribunal de Contas e a Controladoria-Geral (TCU e CGU) –, há também a impossibilidade de contratação de especialistas da iniciativa privada e as dificuldades estratégicas trazidas pela lei nº 8.666/1993, por exemplo.

Para o vice-presidente de tecnologia do Banco do Brasil (BB), Antonio Gustavo do Vale, as dificuldades vão além.
De acordo com ele, não apenas há a necessidade de uma educação “tecnológica” e de uma infraestrutura que possibilite a implementação das novas tecnologias, mas as normas bancárias também precisam de revisão.

“Algo precisa ser feito para permitir que essas tecnologias sejam também regulamentadas e se alinhem com as instituições financeiras. Tudo isso, porém, sempre mexe com a confiança do consumidor. Precisamos inovar em termos de arcabouço digital”, comenta.

Os executivos, no entanto, reforçam que os esforços das instituições em inovar seus processos já vêm de algum tempo e também já trazem alguns resultados positivos.

“Apesar das amarras trazidas pelo controle estatal, conseguimos ampliar a base de clientes e trazemos diversos investimentos tecnológicos”, diz o diretor geral de tecnologia da informação do Banco do Estado do Rio Grande do Sul (Banrisul), Jorge Krug.

“As tendências são positivas”, complementa Krug.

‘Mindset monolítico’

Do outro lado, porém, o contraponto de que a forte aversão ao risco dos bancos públicos e seus processos “monolíticos” também precisam de reavaliação é recorrente entre demais especialistas do setor.
“Inovação é risco e experimentação. Assim, essas instituições precisam achar formas dentro da legislação de adotar esse conceito. Além disso, o mindset não pode ser monolítico. Vivemos em uma época de colaboração, onde desenvolvem-se ideias em conjunto e riscos e benefícios são divididos”, opina o presidente da TransUnion, Juarez Zortea.

O diretor da GFT da Espanha, Ignasis Barri, por sua vez, pondera que o encontro dos mundos tradicional e digital já está acontecendo e os bancos já percebem pequenas partes do share indo para as fintechs.

“Já temos visto mudanças bancárias e com bancos públicos não será diferente. O esforço será maior, mas a janela de tempo que eles têm para conseguir se atualizar é de, no máximo, cinco anos. Ou adotam novas tecnologias ou ficarão para trás, porque os mercados de renovam”, conclui.

Fonte: Jornal DCI