BB lança em julho cartão sem anuidade e para não correntistas

Publicado em: 14/06/2018

O Banco do Brasil (BB) trará, em julho, o lançamento de um cartão sem anuidade e uma solução mobile completamente digital para que não correntistas peçam um cartão de crédito da instituição. O anúncio será feito amanhã, 13, no CIAB Febrabran.

O movimento vem como parte dos esforços do banco público em acompanhar os avanços de seus pares privados e das plataformas independentes, que já oferecem o plástico sem nenhum pagamento anual.

O cartão, por outro lado, – chamado de Ourocard Fácil – apesar de ser internacional, exige o gasto mensal de no mínimo R$ 100 na função crédito.

Já em relação à concessão de um cartão para os não correntistas, o vice-presidente do BB, Marcelo Labuto, reforça a oportunidade de crescimento na base de clientes de cartões do banco, principalmente, entre aqueles que têm vínculo com a instituição (como a conta poupança, por exemplo), mas que ainda não possuem o plástico.

“Acreditamos que a solução chegará forte ao mercado. Com a nova plataforma, quem ainda não é cliente poderá escolher o cartão que melhor atenda às suas necessidades, inclusive um ofereça a isenção total de anuidade”, explica o executivo.

Fonte: Jornal DCI

Funcionários do BB rejeitam proposta para a Cassi

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Representantes eleitos em assembleias por todo o Brasil, reunidos no Congresso dos Funcionários do BB realizado neste final de semana em São Paulo, rejeitaram as mudanças propostas pelo banco no custeio e na governança.

Se o banco quiser alguma mudança, terá de negociar com a Contraf, sindicatos e entidades representativas e apresentar uma proposta viável para os associados e que aumente também a contribuição do banco.

“O Congresso dos funcionários do BB, instância máxima de decisão da categoria, rejeitou a proposta do BB e a CGPAR 23. A nossa resposta à insistência da direção da empresa em aprovar essa proposta é que sabemos lidar bem com a pressão, somos bancários. Votaremos não! Assim, entendemos que o BB deve voltar à mesa para debatermos propostas factíveis de custeio, que respeitem a solidariedade e a proporção contributiva”, destaca o diretor do Sindicato e representante da Federação do Centro Norte (Fetec -CUT/CN) na Comissão de Empresa, Rafael Zanon.

As propostas do banco envolvem mudança no estatuto, que só pode ser alterado com quórum mínimo de 50% e voto favorável de 2/3 dos associados. Na história da Cassi, aprovação tão alta só ocorreu com apoio consensual das entidades.

Proposta do BB aumenta despesas e diminui representação dos associados – O banco quer aumentar definitivamente as contribuições dos associados para 4% e manter a dele em 4,5%, criar cobrança por dependente sem levar em conta a atual contribuição percentual sobre os salários, implantar voto de minerva para aprovar o que for do interesse do banco e entregar duas diretorias para agentes do mercado de saúde, que somarão seu voto aos dois indicados pelo BB. Ataca a democracia e penaliza os associados de menor salário, que terão aumento de até 170% nas contribuições mensais.

O banco manda os gestores fazerem reuniões para defender a proposta. Funcionários reclamam que os gestores apenas repetem que precisa aprovar a proposta, sem nenhum embasamento técnico.

Fonte: Sindicato dos Bancários de Brasília

BB é condenado a pagar 7ª e 8ª horas a cinco Assessores UT em Rondônia

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Em mais uma ação interposta pelo Sindicato dos Bancários e Trabalhadores do Ramo Financeiro de Rondônia (SEEB-RO), o Banco do Brasil foi condenado a pagar, como extras, a sétima e oitava horas trabalhadas, nos últimos cinco anos, aos funcionários que exercem a função de Assessores UT, que antigamente tinha a nomenclatura Analista A UT. Além disso, esses funcionários tiveram a jornada reduzida de oito para seis horas sem redução nos salários.

Foi essa a sentença do dia 5 de junho do Juiz do Trabalho Substituto Wagson Lindolfo José Filho, da 2ª Vara do Trabalho de Porto Velho (TRT 14), no processo RTOrd 0000765-60.2017.5.14.0001.

O magistrado, a exemplo do julgamento de outros juízes em outras ações semelhantes, também entende que a referida função de Assessor UT é meramente técnica, e não encontra amparo no Parágrafo 2º do art. 224 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), que detalha que a jornada de trabalho de seis horas, assegurada ao trabalhador bancário, não se aplica aos que exercem funções de direção, gerência, fiscalização, chefia e equivalentes, ou que desempenhem outros cargos de confiança.

E embora esses assessores recebam a gratificação de função, para que o empregado se enquadre na hipótese do § 2º, do art. 224, da CLT, não basta que ele perceba gratificação superior a 1/3 do salário efetivo, sendo necessário, também, que as tarefas por ele desempenhadas tenham a carga de fidúcia necessária para caracterizar o exercício da função de confiança.

“… nestas funções inexistem poder de mando, muito menos de gestão, não possuem subordinados ou poder de decisão. Trata-se de função técnica, não exigindo maior grau de fidúcia. Inexistente prova do exercício de função de direção gerencial, fiscalização ou chefia, bem como de fidúcia diferenciada daquela inerente aos contratos de trabalho em geral, fazem jus os trabalhadores bancários ao pagamento, como extra, das horas laboradas a partir da 6ª diária”, menciona o magistrado em sua sentença.

Assim, o Banco do Brasil volta a perder na esfera judicial e terá que pagar as 7ª e 8ª horas trabalhadas, como extraordinárias, vencidas e vincendas, considerando a evolução salarial dos empregados substituídos, os dias trabalhados, as parcelas salariais, inclusive a gratificação semestral paga mensalmente, o adicional de 50% e o divisor de 150, com reflexos em descansos semanais remunerados, 13º salário, férias acrescidas de 1/3 e FGTS durante todo o período, ou seja, os últimos cinco anos.

A sentença tem natureza de tutela de urgência. Cabe recuso ao banco.

A ação coletiva foi conduzida pelos advogados Castiel Ferreira de Paula e Kátia Pullig de Oliveira, do Escritório Fonseca & Assis Advogados Associados, que presta assessoria jurídica ao SEEB-RO.

Fonte: Rondônia Dinâmica

BB terá que pagar R$ 5 mil para cliente que esperou mais de 2 horas em fila

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Um cliente ganhou uma indenização por danos morais de R$ 5 mil após passar mais de duas horas esperando atendimento na fila de um banco. O caso foi registrado em uma agência do Banco do Brasil em Colinas do Tocantins, região norte do estado. A decisão é do juiz José Carlos Ferreira Machado, mas ainda cabe recurso.

Conforme a decisão, o cliente chegou para fazer algumas transações financeiras e aguardou por tempo excessivo. O extrato de atendimento guardado pelo homem mostra que ele retirou a senha às 12h04, mas só foi atendido às 14h. O caso foi registado no dia 16 de abril de 2018.

“No caso concreto vislumbra-se que o autor teve que aguardar um longo período para conseguir o atendimento, o que ultrapassa o mero aborrecimento […] Entendo por bem, que o dano moral experimentado pela parte autora, deve ser reparado pela instituição financeira requerida”, afirmou o juiz na decisão.

Inicialmente, o cliente havia pedido R$ 10 mil de indenização. Porém, juiz condenou o banco a pagar R$ 5 mil, com juros e correção monetária.

Em nota, o Banco do Brasil disse que entre as ações adotadas para reduzir a fila de espera nas suas agência, destacam-se reforço nas ações de capacitação, utilização de ferramentas para acompanhar e monitorar o atendimento dos clientes e o tempo de espera nas filas, redimensionamento das carteiras de clientes e a adequação do número de funcionários às necessidades da agência.

Fonte: G1

Banco do Brasil testa Open Banking para ampliar a força do digital

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O Banco do Brasil está apostando no Open Banking para aumentar sua presença digital. A instituição tem uma plataforma de Open Banking para desenvolvedores funcionando em modelo de experimentação. Durante o Ciab 2018, realizado nesta semana em São Paulo, Carlos Rudnei Dutz, gerente-executivo na Diretoria de Negócios Digitais do Banco do Brasil, explicou que o banco tem área de sandbox para APIs serem testadas pelos parceiros.

Segundo ele, as APIs são 100% RESTful e estão focadas em quatro categorias: statements, transacionais, negócios e inteligência. A documentação disponível é bilíngue.“A ideia de ter plataforma Open Banking é ampliar a força digital do banco”, disse, reiterando que foi esta a razão por trás de colocar APIs à disposição de desenvolvedores.

Rudnei Dutz destacou que as startups são mais ágis e podem criar melhores experiências, fazendo diferença no time to market. “Buscamos relacionamento de parceria com startups, principalmente aquelas que têm P&D.” Ao comentar a questão da segurança, o gerente-executivo informou que para usar a plataforma há um contrato de API que coloca corresponsabilidades para tratar informações, além de ter o termo de consentimento do usuário e usar protocolo de autenticação. Assista à entrevista com o gerente-executivo Carlos Rudnei Dutz.

Fonte: Convergência Digital

Prefeita de Várzea Grande faz convênio com BB e destaca credibilidade da cidade

Publicado em: 08/06/2018

A prefeita de Várzea Grande, Lucimar Campos (DEM), assinou, nesta terça-feira (05.06), convênio no valor de R$ 20 milhões com o Banco do Brasil, destinados a obras de infraestrutura como drenagem, meio-fio, asfalto para 24 bairros do município. Durante assinatura do convênio, a democrata lembrou que quando assumiu a gestão, encontrou o município sem certidões negativa – e hoje, segundo ela, comemora a credibilidade que conquistou.

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“É aquilo que a gente luta nestes três anos de administração, fazendo com que a cidade de Várzea Grande tenha realmente o seu lugar, para que seja a segunda maior da cidade de Mato Grosso. Um dos fatores mais importantes desta assinatura é justamente porque Várzea Grande não deve nada. Toda nossa documentação está em dia”, enfatizou a prefeita.

O superintendente regional do Banco do Brasil, Marcos Paulo, destacou que a prefeita fez o dever de casa, mantendo as contas em dia. Segundo ele, a liberação dos R$ 20 milhões ocorrerá gradativamente conforme o município apresentar as medições e andamentos dos projetos.

“O Banco do Brasil sempre foi um apoiador dos Estado e dos municípios. Este convênio significa a redenção para o município de Várzea Grande. A cidade fez a gestão previdenciária, a gestão fiscal e apresentou todas as certidões, com base nisso foi assinado o primeiro contrato de R$ 20 milhões, mas poderemos trabalhar para fazer outras operações de crédito para Várzea Grande”, afirmou.

O ex-secretário de Assuntos Estratégicos, Jaime Campos (DEM), ressaltou que as obras estão em fase de licitação. Segundo o democrata, a elaboração dos projetos ocorreu ainda em sua gestão.

“Feito a licitação, naturalmente contrato e ordem de serviço, eu espero que nesses próximos 45 dias, no máximo 60 dias todas essas obras sejam lançadas de forma oficial e cumprindo o seu cronograma físico e financeiro estabelecido contratualmente junto ao Banco do Brasil. Eu acredito que no máximo um ano todas elas estejam concluídas”, pontuou.

Jaime Campos pontuou que este é o primeiro de vários outros financiamentos que Lucimar deverá assinar, conforme ele, o objetivo da prefeita é levar R$ 150 km de asfalto em vários bairros periféricos.

Segundo a prefeita, serão comtempladas com as obras os bairros: Asa Branca, Asa Bela, Cidade de Deus, Eldorado, Hélio Ponce, Joaquim Curvo, Jardim Glória I e II, Jardim Esmeralda, Jardim Paula I, Mapim – Bloco Dom Bosco, Mapim II e III, Nova Fronteira, Nova Era, Ponte Nova, Parque Mangabeiras, São Matheus, Santa Isabel, Vila Vitória, Vila Arthur I e II e 23 de Setembro.

Fonte: VG Notícias

“Torcida Brasil” do BB chega para elevar a vibração durante a Copa do Mundo

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“Energia a mil, sem perder a fé, Torcida Brasil, manda ver que é golaço”. É com o espírito festivo dessas estrofes, em uma canção inédita, que os cartões Ourocard Visa apresentam o Torcida Brasil, projeto que vai levantar o astral dos brasileiros durante o maior torneio de futebol do mundo. São duas ações criadas pela gravadora Musickeria: sete edições, com grandes shows e transmissão de jogos para a torcida se unir e festejar nas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília, e um álbum com 20 músicas brasileiras de grande sucesso, gravadas por diversos artistas nacionais, incluindo o hit inédito “Torcida Brasil”. Os ingressos, a partir de R$ 40 (meia) / R$ 80 (inteira), no primeiro lote, começaram a ser vendidos nesta sexta, 25 de maio, pelo site www.ingressocerto.com.br.

Para o diretor Rogério Panca, da diretoria de Meios de Pagamento do Banco do Brasil, o projeto desenvolvido em parceria com a Visa e a Musickeria “busca levar aos portadores dos cartões Ourocard Visa experiências exclusivas neste momento tão esperado. O Projeto tem grande sinergia com nosso produto, pois une música, torcida e descontos exclusivos para aquisição de ingressos para todos os eventos que, sem dúvida, serão lembrados por muitos anos por quem aprecia música e torce pelo Brasil”.

Evento Torcida Brasil

O Torcida Brasil conta com ações especiais como shows, roda de samba, blocos de carnaval e transmissão de jogos, a serem realizadas entre os dias 17 de junho e 15 de julho. Serão três eventos no Rio de Janeiro, na Marina da Glória, três em São Paulo, no Expo Barra Funda, e um evento em Brasília, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB). O primeiro lote dos ingressos começam a ser vendidos nesta sexta, 25 de maio, a partir de R$40 (meia) / R$80 (inteira), pelo site www.ingressocerto.com.br.

Clientes Banco do Brasil com Ourocard Visa terão acesso a diversos benefícios exclusivos para compra de ingressos na função crédito, como pré-venda, 50% de desconto limitado a quatro por CPF e enquanto durarem os estoques, parcelamento em três vezes sem juros, e, ainda, resgate de ingressos com pontos Livello. No evento, os clientes com Ourocard Visa contarão com 20% de desconto nos bares e terão entradas e caixas exclusivos.

“O papel da Visa é encurtar a distância entre Brasil e Rússia e fazer com que a experiência de casa seja a melhor possível. O objetivo é explorar, de diferentes maneiras, a vibração relacionada ao evento e não perder nenhum momento. O Torcida Brasil é uma das nossas iniciativas para levar esse espírito de congregação e festa para os brasileiros”, conta Rodrigo Bochicchio, diretor de Marketing da Visa.

Álbum Torcida Brasil

A gravadora Musickeria selecionou 20 músicas emblemáticas, todas festivas, e regravadas por grandes nomes da música brasileira, como Fernanda Abreu, Zeca Baleiro, Toni Garrido e Diogo Nogueira. Por exemplo, Rael regravou “Já sei namorar”, um dos hits dos Tribalistas; Emicida emprestou seu talento à música “Nosso Sonho”, de Claudinho e Buchecha; e Baby do Brasil levou o suingue para a regravação de “Assim caminha a Humanidade”, sucesso do hitmaker Lulu Santos.

No álbum, que tem direção artística de Afonso Carvalho, não falta nem mesmo uma canção inédita, gravada por Diogo Nogueira, embaixador do projeto. “Futebol e música fazem parte da minha vida, desde menino. A música tem uma energia incrível e é de um quarteto de compositores fantásticos: o Pretinho da Serrinha, Rogê, Gabriel Moura e o Leandro FAB. Essa mistura de futebol e música vai dar samba, e estou super empolgado com tudo. Até pra Rússia eu vou! Vamos com tudo!”, afirmou o cantor.

“Decidimos criar um projeto artístico que celebrasse o nosso País. A partir daí, surgiu o conceito do Torcida Brasil, e criamos um binômio que eleva a vibração da torcida por meio da música”, diz o empresário de entretenimento e sócio do da Musickeria, Luiz Calainho.

Em junho, o disco “Torcida Brasil” estará disponível em diversas plataformas digitais.

PROGRAMAÇÃO

Rio de Janeiro – Marina da Glória

17.06 (Domingo)
12:00: Abertura do evento com DJ
13:30: Bloco Fogo e Paixão
14:30: Início da Transmissão
17:15: Show Zeca Pagodinho
18:45: DJ
19:15: Roda de Samba do Casuarina
20:45: DJ

22.06 (Sexta-feira)
08:00: Abertura do evento com DJ
08:30: Início da Transmissão
11:15: Bloco Sargento Pimenta
12:45: Show Capital Inicial
14:15: DJ
14:45: Roda de Samba do Casuarina
17:00: DJ

27.06 (Quarta-feira)
12:00: Abertura do evento com DJ
13:30: Bloco da Preta
14:30: Início da Transmissão
17:15: Show Ludmilla
18:45: DJ
19:15: Roda de Samba do Casuarina
20:45: DJ

São Paulo – Expo Barra Funda

02.07 (Segunda-feira) – Oitavas de Final
09:00: Abertura do evento com DJ
09:30: Bloco Casa Comigo
10:30: Início da Transmissão
13:15: Show Alexandre Pires “Baile do Nego Véio”
14:45: DJ
15:15: Roda de Samba com “Samba do Sol”
16:45: DJ

06.07 (Sexta-feira)
12:00: Abertura do evento com DJ
13:30: Bloco Domingo ela Não Vai
14:30: Início da Transmissão
17:15: Show Diogo Nogueira
18:45: DJ
19:15: Roda de Samba com “Samba do Sol”
20:45: DJ

10.07 (Terça-feira)
12:00: Abertura do evento com DJ
13:30: Bloco Lua Vai
14:30: Início da Transmissão
17:15: Show Zé Neto & Cristiano
18:45: DJ
19:15: Roda de Samba com “Samba do Sol”
20:45: DJ

Brasília – CCBB

15.07 (Domingo)
09:00: Abertura do evento com DJ
10:30: Bloco Adocica
11:30: Início da Transmissão
14:15: Show Jota Quest
14:45: DJ
16:15: Roda de Samba
17:45: DJ

VENDA DE INGRESSOS

Os ingressos para os shows do Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília podem ser adquiridos por meio da tiqueteira www.ingressocerto.com.br. Confira o cronograma de pré-vendas para clientes com Ourocard Visa:

Pré-venda exclusiva para clientes Banco do Brasil portadores de cartões Ourocard Visa Infinite, Ourocard Platinum Visa e Ourocard Estilo Platinum Visa, com isenção da taxa de conveniência e da taxa de entrega: início da 0h do dia 25/5 até às 23h59 do mesmo dia (estoques limitados).

Pré-venda exclusiva para demais clientes Banco do Brasil portadores de cartões Ourocard Visa: início da 0h de 26/5 até as 23h59 do dia 30/5 (estoques limitados) – exceto para o evento do Rio de Janeiro de 17/06, quando a pré-venda se encerrará às 23h59 do dia 27/05.

A venda para clientes Banco do Brasil com pontos na Livelo começa às 10h do dia 25/5, às 10h (estoques limitados).

Para o público em geral, as vendas começam da 0h de 31/05, exceto para o evento do Rio de Janeiro, de 17/06, quando abrirá no dia 28/05.

O projeto Torcida Brasil conta com o patrocínio dos cartões Ourocard Visa.

Fonte: Banco do Brasil

BB firma parceria com Startup Farm para se aproximar de novatas

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O Banco do Brasil, que em 2018 completa 210 anos, fechou uma parceria para se aproximar de empresas nascentes e, assim, apostar em inovação. Com o acordo, a instituição ficará próxima das novatas que passarem pelos programas da aceleradora de negócios Startup Farm e também terá apoio para iniciativas inovadoras surgidas internamente.

BB-e-Startup-Farm

O BB vai se juntar ao grupo de mantenedores da aceleradora paulista, que já conta com o Google for Entrepreneurs, o escritório Baptista Luz Advogados e a consultoria Falconi.

De acordo com o CEO da Startup Farm, Alan Leite, as conversas começaram há dois anos, quando um executivo do BB visitou o Vale do Silício e voltou ao Brasil com a ideia de se aproximar mais do ecossistema de startups. Esse é o papel da aceleradora na parceria. “Vamos ajudar o banco em sua transformação digital”, diz Leite.

Além de promover a aproximação com startups, a Farm será responsável por levar uma cultura empreendedora aos cerca de cem mil funcionários da instituição. Isso será feito por meio de vídeo-aulas em plataformas internas para colaboradores.

Segundo o diretor de negócios digitais do BB, Marco Mastroeni, esses cursos corporativos são importantes essencialmente pelo fato de o banco ser uma empresa pública. “Todos os nossos funcionários são concursados, então não podemos contratar profissionais de acordo com nossas necessidades específicas”, explica.

Apesar de não pensar em ter uma spin-off, ou seja, uma nova empresa originada de projetos internos, o BB já conta com um programa de intraempreendedorismo e incentiva seus funcionários a tocarem iniciativas em forma de startup, com equipes pequenas e focadas em uma única solução.

Para incentivar ainda mais esse movimento, a Startup Farm vai acelerar essas equipes considerando cada uma como uma startup.

Laboratório

De acordo com o diretor de negócios digitais do BB, algumas iniciativas que surgiram nos laboratórios de inovação do banco já estão em uso por clientes. Um exemplo é o aplicativo Agrobot, que auxilia os clientes de agronegócios como um consultor financeiro, ajudando no custeio de safra e na negociação de crédito, por exemplo.

Outro projeto surgido nos laboratórios já está em execução na área de governo, num fundo para educação. Anteriormente, explica Mastroeni, o governo federal repassava verbas para prefeituras comprarem itens como materiais escolares e cadeiras para salas de aula. Cabia às prefeituras guardar as notas fiscais num local físico para um auditor fiscalizar. Agora esse processo é feito de forma digital, diz. A prefeitura sobe as informações num site e os dados são enviados diretamente para as entidades fiscalizatórias.

Aceleração

Ao anunciar a parceria, em evento em São Paulo na noite de terça-feira, a Startup Farm abriu inscrições para o programa Ahead Banco do Brasil. Podem se inscrever empreendedores que tenham soluções em três áreas.

A primeira é analise de comportamento do consumidor, ou seja, soluções que ajudem a entender melhor os clientes e a direcionar soluções mais customizadas para eles.

A iniciativa busca também startups com soluções voltadas à administração do patrimônio dos mais de 50 milhões de clientes do BB, como robôs investidores e plataformas que oferecem crédito.

Também serão aceleradas empresas nascentes com foco em saúde e bem estar, que ajudem os clientes do banco a administrar bem suas finanças no consumo consciente de medicamentos ou no uso de planos de saúde, por exemplo.

Mastroeni diz que, inicialmente, as startups serão somente clientes do banco, ou seja, a instituição não fará aportes nas novatas. Mas já existe uma movimentação embrionária para a formatação de um fundo de investimentos para investir em companhias inovadoras, acrescenta.

Pensando em se aproximar dos empreendedores de todas as regiões do País, o executivo conta que também devem ser realizadas parcerias com outras entidades ligadas a empreendedorismo ou coworking para o BB estar presente não só em São Paulo, como no caso da Startup Farm.

Fonte: Jornal DCI

Cassi: proposta do BB onera associados da ativa e aposentados

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O BB apresentou às entidades de representação dos funcionários do Banco do Brasil, da ativa e aposentados, nova proposta para a Cassi. As mudanças sugeridas para o custeio da caixa de assistência oneram todos os associados, transformando a contribuição extraordinária em permanente e estabelecendo cobrança por dependente.

Além disso, o banco propõe mudanças na governança da Cassi, acabando com a paridade na gestão, com duas diretorias nas mãos de representantes do mercado e o voto de minerva para o banco.

Contribuição

De acordo com a proposta apresentada pelo BB, a contribuição do banco se mantém em 4,5% e dos associados passa para 4%, o que torna a contribuição extraordinária de 1%, que valeria apenas até dezembro de 2019 conforme memorando de entendimento, em permanente. Além disso, a proposta não menciona o aporte de cerca de R$ 300 milhões por ano pelo banco para a Cassi, também previsto no memorando de entendimento.

“A proposta de contribuição por titular já deixa clara a intenção do banco de onerar o associado. Enquanto não menciona o aporte anual acordado, transforma a contribuição extraordinária dos associados em permanente. A diferença de 1,5% entre os aportes do associado e patrocinador é justa, uma vez que as condições de trabalho no BB são responsáveis por índices cada vez maiores de adoecimento dos trabalhadores, o que por óbvio onera a Cassi”, critica o diretor do Sindicato e bancário do Banco do Brasil, João Fukunaga.

Cobrança por dependente

O BB propõe a instituição da cobrança por dependente na Cassi, o que não ocorre no atual modelo de custeio. A Contribuição por Dependente estabelece o valor base de R$ 360,57 (valor limitado ao da 1ª faixa do Cassi Família II).

Os aposentados teriam de contribuir com 100% do valor base (R$360,57) para o primeiro dependente e mais 20% do valor para o segundo em diante (R$72,11). Já para os ativos, seria 40% do valor base por dependente até o terceiro (R$144,23 por dependente) mais 20% do valor base (R$72,11) a partir do terceiro dependente. 60% desse valor seria pago pelo Banco do Brasil.

“A cobrança por dependente penaliza todos os associados, mas especialmente os aposentados, já que 83,8% deles possuem um dependente, o cônjuge, e terão que arcar com 100% do valor base. O BB tenta se livrar da responsabilidade sobre esse dependente, que pelo perfil de idade mais avançada gera um custo maior com internações, medicamentos e cirurgias, justamente a despesa com a qual o banco não quer arcar. O BB até já propôs a criação de um fundo para que esse custo não fosse do patrocinador. No caso dos dependentes da ativa, esse perfil muda, com o predomínio de exames e consultas. O que o banco propõe, além de onerar todos os associados, é a quebra do princípio da solidariedade, que garante o atendimento para todos. Pela proposta, quem ganha menos, pagará mais por dependente”, avalia Fukunaga.

“O que está claro na cobrança por dependente é que o BB quer retirar o cônjuge do plano, que não tem limite de idade e faz maior uso dos serviços. Não podemos ser hipócritas ao achar que o problema para o banco são os filhos, que podem ser dependentes até apenas 24 anos e não fazem uso tão frequente da Cassi. Os associados da ativa, que já são prejudicados hoje caso a proposta do BB se concretize, devem refletir que serão aposentados um dia e, no período de maior necessidade, não poderão contar com o princípio da solidariedade na Cassi. Inclusive, a proposta do BB vai de encontro com as resoluções da CGPAR, que pretendem excluir os aposentados e seus dependentes dos planos de autogestão”, acrescenta.

Governança

Além de onerar associados e quebrar o princípio da solidariedade na Cassi, prejudicando sobretudo os aposentados, a proposta do BB prevê mudanças na governança da Caixa de assistência com a criação de duas novas diretorias, que ficariam nas mãos de agentes do mercado, além da instituição do voto de minerva pelo banco no Conselho Deliberativo.

“Colocar agentes de mercado na gestão da Cassi não significa boa governança. Pelo contrário. Foram agentes do mercado, sem compromisso com os associados, que faliram grandes planos privados como, por exemplo, a Unimed Paulistana. Não podemos aceitar que a nossa saúde seja mercantilizada como quer o BB. Com saúde não se brinca. Além disso, o voto de minerva encerra a paridade na gestão, que protege os interesses dos associados”, critica João.

Responsabilidade

A AGEBB, desde o início de abril quando começaram as negociações com as entidades representativas dos funcionários, entre elas, a Contraf, legítima representante de todos os funcionários do BB, tanto os concursados quanto os provenientes de empresas incorporadas, mantém uma equipe exclusivamente dedicada a acompanhar e analisar o desenrolar dos fatos que afetam diretamente seus milhares de gerentes associados na ativa e aposentados do BB e das demais instituições financeiras adquiridas pelo banco (BNC, Besc, BEP etc.).

“Defendemos uma Cassi para todos. Não deve haver distinções. Todos os profissionais que trabalham no BB e por ele se aposentam, seja qual for a sua empresa de origem, devem ter o direito de aderir à Cassi e usufruir dos serviços de plano de saúde para si e seus familiares. Pelo direito constitucional, os trabalhadores de uma mesma empresa devem possuir isonomia de direitos. A nossa associação vai fazer valer esse benefício a todos os seus associados”, afirma Francisco Vianna de Oliveira Junior, presidente da AGEBB.

O executivo da Associação dos Gerentes do BB ressalta que a autorização para os funcionários das empresas incorporadas passarem a contribuir e utilizar os serviços da Cassi pode ser uma excelente alternativa para equilibrar as finanças e garantir a sustentabilidade da instituição. “Essa é a última alternativa para manter a Cassi perene, sustentável e equilibrada financeiramente, além de reduzir os custos do próprio BB. A receita gerada pelas contribuições mensais das dezenas de milhares de pessoas das várias empresas incorporadas nos últimos anos oxigenaria a minha, a sua a nossa Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil”, defende o presidente da AGEBB.

Fonte: AGEBB com Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

BB prevê arrecadar R$ 27 milhões em leilão de 26 imóveis em São Paulo

Publicado em: 07/06/2018

O Banco do Brasil (BB) vai realizar leilões nos dias 5 e 21 de junho para a venda de 26 prédios de agências desativadas, localizados em São Paulo e cidades do interior do Estado, resultantes da reestruturação organizacional promovida pela instituição. Considerando os lances mínimos, o banco deve arrecadar pelo menos R$ 27,2 milhões.

As ofertas contam com possibilidade de financiamento pelo próprio Banco do Brasil ou outra instituição de preferência do interessado. Os investidores podem participar dos leilões, ambos com início às 11 horas, com lances presenciais e online.

“Para os investidores é uma oportunidade excelente, tendo em vista a localização das agências, tanto para compra do imóvel, como para aluguel, com boa rentabilidade”, destaca Carla Sobreira, representante da Lance no Leilão. A leiloeira também afirma que, existindo valores não quitados de IPTU, ITR, CCIR, laudêmio (taxa de transação para a União) e condomínio, o Banco do Brasil ficará responsável pela quitação até a efetivação do registro da transferência do imóvel ao arrematante.

O imóvel mais caro é um prédio com área de 495 metros quadrados situado na Praça da Catedral, no município de São João da Boa Vista, com lance mínimo de R$ 2,102 milhões. Há também um prédio situado na praça Monsenhor João Batista Lisboa, na região central da cidade de Amparo, com lance mínimo de R$ 2,086 milhões.

O imóvel mais barato é um prédio comercial de 169 metros quadrados na cidade de Potirendaba, que pode ser arrematado por pelo menos R$ 337 mil.

Fonte: Valor Econômico

Liderança Inovadora: FGV In Company dá início às primeiras turmas para servidores do BB

Publicado em:

O FGV In Company deu início às quatro primeiras turmas do MBA Liderança Inovadora. O curso de pós-graduação, desenvolvido sob medida para escriturários, caixas, assistentes, atendentes e supervisores de atendimento participantes do Game DesEnvolVer, do Banco do Brasil, visa contribuir para a formação de novos líderes e para o desenvolvimento de competências estratégicas ligadas à transformação digital.

Essa primeira oferta de turmas aconteceu entre 15 e 18 de maio em Brasília, Belo Horizonte, São Paulo e Curitiba. Ainda em 2018 serão iniciadas mais 16 turmas, contemplando os mil funcionários do Banco do Brasil selecionados.

incompany

O Game DesEnvolVer é um programa de mentoria desenvolvido pelo Banco do Brasil com o propósito de estimular a aprendizagem e trocas de experiência e conhecimentos, além de proporcionar o crescimento e avanço de carreiras dos colaboradores.

A lista de classificados e outras informações sobre o MBA podem ser consultados no Portal UniBB. Saiba mais sobre soluções corporativas FGV in Company no site.

Fonte: Portal FGV

BB começa a atender clientes pelo whatsapp com consultas de saldo e faturas

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A Associação Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil (ANABB) informou que o BB está começando a atender seus clientes através do mensageiro instantâneo mais popular do país, o WhatsApp. Segundo o site da associação, o banco implementou um chatbot — um software inteligente capaz de conversar com humanos e atender solicitações simples — para que os correntistas possam fazer consultas de saldo, investimentos e conferir informações sobre a fatura de seus cartões de crédito.

Em outras palavras, em breve você poderá conversar com o robô do Bando do Brasil pelo WhatsApp para conferir algumas informações financeiras básicas, à exemplo do que já acontece no Facebook Messenger do banco. A insitituição afirma que todas as confirmações que o usuário precisará fazer para realizar suas consultas serão por comunicação completamente criptografada.

Contudo, essa novidade ainda está sendo implementada em caráter de teste. Apenas funcionários do BB estão participando desse processo no momento, mas a instituição pretende expandir a ferramenta para todos os clientes eventualmente.

É interessante destacar que, no momento, você não pode iniciar uma conversa com o BB pelo WhatsApp para conferir seu saldo ou fazer outras consultas. Em vez disso, é o banco que entra em contato com o cliente oferecendo a possibilidade.

Ainda assim, quem quiser colocar seu nome na fila de interessados pelo serviço pode iniciar um chat com o 61-4004-0001, que é o telefone de atendimento ao cliente que o banco já usa há anos, evitando assim possíveis tentativas de golpe contra os correntistas no mensageiro. Ao conversar com esse número, você será informado que o serviço ainda não está disponível, mas que você seu número foi colocado em uma lista de “interessados”.

Fonte: Tecmundo

Inadimplência assustou os bancos, que agora estão mais rigorosos, diz BB

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O presidente do Banco do Brasil, Paulo Caffarelli, afirmou que o salto de inadimplência na recente crise que o País enfrentou “assustou” os bancos, que ficaram mais rigorosos para emprestar. O ativo fundamental para a retomada do crédito, conforme ele, é exatamente a confiança que precisa continuar aumentando.

“Os bancos se assustaram. Nunca tínhamos passado por um volume de inadimplência como o que vimos durante a crise passada. Muitos bancos deixaram de conceder crédito nesse período crise. A retomada exige a volta da confiança no crédito”, ressaltou Caffarelli, no Fórum de Investimentos Brasil 2018.

Como exemplo, ele citou as micro, pequenas e médias empresas. Embora este público tenha sido um dos mais impactados na crise político-econômica que o País viveu uma vez que é menos resiliente frente a grandes grupos, já gera uma safra melhor de crédito ao banco. “A safra de crédito para as MPEs no ano passado foi a melhor na história do banco”, disse o executivo.

De acordo com Caffarelli, a retomada do crédito está em discussão e vai acontecer em meio à melhora da demanda. Ele ressaltou ainda que os bancos não podem estar ao lado das empresas apenas nos momentos bons, mas também em ambientes mais difíceis. “Faz parte do negócio. Risco faz parte da atividade bancária”, destacou ele.

Não deu certo

Ele disse também que ainda há uma “significativa” diferença de spreads (diferença de quanto um banco paga para captar e o quanto cobra para emprestar) nas instituições financeiras de controle estatal como herança da influência do governo no mercado de crédito. Reforçou ainda que essa intervenção “não deu certo”.

Segundo o presidente do BB, há competição significativa no setor bancário no Brasil não só com os bancos pares, bem como fintechs e cooperativas de crédito.

Fonte: IstoÉ Dinheiro

Tribunal de Contas suspende licitação para contratação de transporte do BB

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O Tribunal de Contas da União suspendeu contratação de transporte por meio de aplicativo pelo Banco do Brasil por suspeita de irregularidades no pregão.

O sistema teria validade para todo o país. De acordo com a liminar concedida pelo TCU, é preciso apurar se a empresa restringiu a concorrência e se, da forma como o edital estabeleceu, o banco se propõe pagar os custos e tributos apenas da intermediação feita pela empresa gerenciadora do aplicativo, e não do transporte propriamente dito, reduzindo as responsabilidades.

A ação foi movida pela Coopertran, cooperativa de motoristas autônomos que, apesar de fazer o serviço de transporte para o Banco do Brasil, tal como foi constituído o edital, ficou de fora da concorrência. A empresa acusa o BB de ter direcionado o edital, impedindo que locadoras de médio e pequeno porte participassem da disputa.

De acordo com a cooperativa, a não participação se dá, também, “para não incorrerem em graves ilícitos tributários”. Ao contratar uma empresa de tecnologia, como intermediadora, e não uma de transporte, diretamente, o Banco do Brasil poderia se desincumbir da carga tributária desse segundo, que é o serviço que de fato procura.

Ofensa à isonomia

Ante o risco de ofensa à isonomia, o relator do caso, ministro José Múcio Monteiro, ainda determinou que o banco fosse ouvido. O relator aceitou o pedido de urgência feito, considerando que o contrato anterior terminou no dia 14 de maio.

“As normas contidas no edital permitem interpretação que indica mácula aos princípios da isonomia, do julgamento objetivo das propostas e da economicidade, por não haver qualquer detalhamento das memórias de cálculo utilizadas para chegar ao valor estimado, sobre o qual incidem os dois parâmetros a serem trabalhados pelo licitante: percentuais de desconto e de taxa de intermediação”, argumentou Múcio.

Sendo assim, de acordo com ele, é necessária a equalização entre as propostas, já que aqueles que resolverem participar da licitação desconhecem os critérios de formação do preço-base. Outro ponto questionado é a forma como o edital foi dividido georgraficamente.

“Igualmente relevante é a ausência de justificativas para a divisão do objeto entre todos os municípios do Brasil em apenas dois lotes, sendo que um deles concentra São Paulo e Brasília, e o outro, todos os demais. Essa opção de regionalização tende a configurar restrição à competitividade, pois para prestar serviço no segundo lote há que se dispor de uma estrutura bem maior do que se tivesse sido parcelado em áreas menores”, explicou o relator.

O Banco do Brasil pretendeu, nos termos do edital, a “contratação, por lote, de empresa especializada na prestação de serviços de intermediação e agenciamento de transporte de passageiros (sistema corporativo) acionado via aplicativo para telefone celular e ambiente web”, para atendimento dos colaboradores do banco e de suas subsidiárias.

Múcio elencou como esclarecimentos a serem dados pelo BB e determinou o detalhamento do demonstrativo de orçamento de custos, presente no edital, para compreender se haveria risco de sonegação da parte do transporte, ainda que prestado por terceiro, e a disponibilização das planilhas de estimativa dos custos, esclarecendo como foram formados os valores que nelas aparecem e evidenciando, inclusive, a carga tributária adotada.

Fonte: Consultor Jurídico

Lei municipal quer obrigar bancos a manterem caixas abertos em Iacanga

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Projeto de lei do vereador Leonel Roma (PV) aprovado pela Câmara de Iacanga (50 quilômetros de Bauru) na sessão desta segunda-feira (4) quer obrigar os bancos com agências na cidade a manterem seus caixas eletrônicos em funcionamento todos os dias da semana, no período das 6h às 22h, sob pena de advertência, multas e até a cassação do alvará de funcionamento.

Há quase cinco anos, desde que grupo fortemente armado explodiu quatro terminais de autoatendimento do Banco do Brasil e atirou num policial militar, moradores de Iacanga vem sofrendo com as restrições no horário de funcionamento dos caixas. Com medo de novos ataques, a instituição bancária decidiu manter os equipamentos em funcionamento apenas de segunda a sexta-feira.

Com a medida, de acordo com o autor do projeto, correntistas do Banco do Brasil que precisam fazer alguma operação bancária aos sábados e domingos têm de se deslocar para municípios vizinhos. Ele revela que Iacanga também possui uma agência do Bradesco, mas, neste caso, o banco decidiu manter o funcionamento dos terminais de autoatendimento aos finais de semana.

Segundo Roma, além de prejudicar quem mora na cidade, o fechamentos dos caixas do BB aos finais de semana afugenta turistas. “Com impossibilidade de efetuar transações financeiras neste município, muitos turistas optam em se dirigirem às cidades próximas, que oferecem similares fontes de cultura, lazer e entretenimento, mas não têm a mesma restrição em suas agências”, diz.

“Importante mencionar que esta Casa de Leis tentou, por inúmeras vezes, convencer o Banco do Brasil acerca da necessidade da abertura de sua agência local aos finais de semana, seja por meio de ofício especial, reunião com o atual gerente, e até mesmo através de Moção de Repúdio. Entretanto, nenhuma destas medidas foram suficientes para alcançarmos referido intento”.

LEI

Pela lei, as instituições financeiras com agências em Iacanga deverão manter os seus terminais de autoatendimento em operação das 6h às 22h, diariamente, inclusive em finais de semana, feriados e pontos facultativos.

Em caso de descumprimento, estão previstos advertência por escrito, aplicação de multas que variam de 1 mil a 2 mil Unidades Fiscais do Estado de São Paulo (Ufesps) e até cassação do alvará de funcionamento e localização da agência.

O prazo para que os bancos se adaptem à legislação é de 30 dias após o início da vigência da lei, que precisa ser sancionada pelo prefeito Ismael Boiani (PSB). A reportagem procurou a assessoria de imprensa do Banco do Brasil, mas ela informou que só conseguiria dar uma resposta nesta quarta-feira (6).

Fonte: Jornal da Cidade

Agência do BB em Catanduva comemora 95 anos com festa e homenagens

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A agência do Banco do Brasil, localizada na rua Pernambuco, Cen­tro, comemora hoje 95 anos de instalação em Catanduva. Para festejar o aniversário, toda a equipe da unidade ban­cária realiza um café da ma­nhã para clientes e funcioná­rios com homenagens.

BANCO-DO-BRASIL

No evento, marcado para às 8h30, na agência bancária, tam­bém serão feitas home­na­gens. A primeira delas para o funci­o­nário mais antigo – o apo­sen­ta­do Pedro Rubiano. Também haverá o reconheci­mento ao cli­­­­ente há mais tem­po na a­­gência, o senhor Valdomiro Bar­­­­­­berato. O café-da-manhã con­­tará com a participação do Supe­rin­tendente Regional do Ban­co do Brasil, Carlos Al­ber­to Correa, clientes, funcio­ná­rios e autori­da­des munici­pais.

De acordo com o gerente geral da agência, André Bre­cailo Kloeckner, a unidade ban­cária grande importância para o município, por estar fun­dada aqui praticamente desde o iní­­cio de Catanduva e ser prati­camente uma das pri­meiras a ser instaladas em to­do país. A agência em Catan­du­va foi a 50ª a ser aberta no Brasil.

Inaugurada em 07 de ju­nho de 1923, a agência do Ban­co do Brasil teve três en­de­reços. O primeiro na es­qui­na da Praça da República com a rua Sergipe. Em 1948, mudou-se para rua Brasil na esquina com a Alagoas e foi em 1983 que os atendimentos passaram a ser realizados na rua Pernambuco, onde perma­nece até hoje.

Desde sua fundação, se­gun­­do o gerente geral, foi gran­de parceiro dos produto­res rurais, na época dos pro­du­tores de café. E a escolha de Catanduva para a instala­ção da agência, foi devido ao grande fluxo de pes­soas e de produtores por conta também da ferrovia. “Convida­mos a todos os clientes para acom­pa­nhar essa festividade”, fi­na­li­zou Kloeckner.

Fonte: O Regional

55% dos brasileiros são contra privatização das empresas públicas, diz pesquisa

Publicado em: 30/05/2018

A maioria dos brasileiros é contra privatização de empresas e serviços públicos, segundo pesquisa CUT/Vox divulgada nesta segunda-feira (28). Os entrevistados citam preços mais altos, demissões de trabalhadores e redução de salários. Consideram ainda que o negócio não traz benefícios para o Brasil.

Perguntados se concordavam com a privatização da Petrobras, 60% foram contra e 59% disseram que a venda da companhia só interessa a empresários, os investidores e os mais ricos. A mesma opinião têm os 61% contrários à venda da Caixa Econômica Federal para o sistema bancário privado e os 58% que discordam da entrega do Banco do Brasil e os 57% que se opõem à perda do controle público da Eletrobras.

Mais da metade, 55% dos entrevistados, discordam das privatizações em geral. Outros 23% são a favor e 22% não souberam ou não quiseram responder. As informações são de Marize Muniz, do Portal CUT.

Os 23% que são a favor da privatização se dividem entre quem acha que todas as empresas e serviços deveriam ser privatizados e os que acham que apenas algumas, que não forem de setores estratégicos. Entre os 55% contrários a privatização, 59% não querem que nenhuma seja vendida; 31% apenas algumas.
Bancos públicos

Os bancos públicos, como o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal, são indispensáveis ao desenvolvimento nacional para 49% dos entrevistados. Outros 26% acham que os bancos privados são capazes de fazer as mesmas coisas e que a privatização do BB e da Caixa seria boa para o país.

Para 47%, se a Caixa for privatizada muitas cidades do interior vão ficar sem agências bancárias e muitos programas sociais vão diminuir ou parar de funcionar. Para 27%, isso não vai acontecer.

Fonte: Rede Brasil Atual

BB, Caixa e Santander anunciam projeto conjunto de blockchain para correntistas

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O grupo formado pelos bancos Banrisul, Banco do Brasil, Caixa Federal, SICOOB e Santander anunciou na última sexta-feira, durante o 11º Fórum Internacional de TI Banrisul, a criação de um novo serviço para os correntistas, com base em blockchain, nomeado de Sistema Financeiro Digital – SFD – que permitirá transferências de recursos entre clientes dos cinco bancos.

O anúncio foi realizado em conjunto no painel formado pelo gerente executivo da Unidade de Transformação Digital do Banrisul, Ranieri Fernandes; pelo gerente de Arquitetura Corporativa do SICOOB, Márcio Rodrigues; pelo gerente da Divisão de Engenharia de Software do Banco do Brasil, Bruno Schmidt; e pelo gerente executivo de Arquitetura de TI da Caixa Econômica Federal, Paulo da Costa.

O moderador do painel, Julio Brunet, diretor do Banrisul, disse que o projeto é resultado do trabalho colaborativo dentro do sistema empresarial mais competitivo do Brasil, que é o sistema financeiro, para a criação de um ecossistema digital onde todos poderão desenvolver suas aplicações. “Eu tenho muito orgulho que o Banrisul, junto com os demais bancos parceiros, esteja a escrever as linhas de código do que pode vir a ser um padrão para as transações financeiras ou não no País. Hoje, estamos fazendo história aqui”, frisou.

Márcio Rodrigues, do Sicoob, mostrou como funciona, atualmente, o Sistema de Pagamento Brasileiro. “É muito improvável que essa estrutura pare, mas se parasse teríamos um caos no sistema financeiro brasileiro. Por isso, é necessário pensar em novos modelos”, afirmou. Ele declarou que, com essa tecnologia se firmando, acredita-se que todos os produtos bancários podem ser revisitados e remodelados. “A adesão das instituições financeiras, assim como dos clientes, é espontânea. Essa é a primeira rede permissionada de blockchain em instituições financeiras do Brasil, e a única de que se tem conhecimento”.

Paulo da Costa destacou que essa tecnologia é realmente disruptiva. “Mudamos a nossa forma de trabalhar, criando um ambiente para desenvolver e estruturar essa aplicação”. Ele salientou que “temos um grande desafio que é cultural. As pessoas ainda não conseguem pensar em um modelo sem intermediários, mas essa tecnologia oferece novas possibilidades”.

Bruno Schmidt explicou a estruturação do projeto. “O Banco do Brasil criou um laboratório para estruturar este projeto e os bancos disponibilizaram funcionários para trabalhar em conjunto”.

Fonte: IP News

BB não sente alteração no desembolso do crédito com a greve, diz Caffarelli

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Apesar do primeiro trimestre ter vindo abaixo do esperado para o ano, o BB espera que sua carteira de crédito ampliada orgânica interna cresça entre 1% e 4% neste exercício.

“Os desembolsos de 2018 seguem melhores que os de 2017, mas temos vencimentos ocorrendo. Não tivemos impacto até o momento e nossas 5 mil agências seguem funcionando normalmente”, afirmou Caffarelli a jornalistas, durante o Fórum de Investimentos Brasil 2018.

Sobre o impacto da greve no segundo trimestre, o presidente do BB disse que não é possível fazer uma análise, uma vez que ainda restam cerca de 40 dias para o término do período. Também é cedo para avaliar, conforme ele, se as paralisações tendem a afetar o processo de retomada, principalmente, na pessoa jurídica que ainda não voltou a tomar crédito para investir.

Algumas empresas, de acordo com Caffarelli, tendem a ser impactadas pela greve dos caminhoneiros, mas o BB tem linhas de crédito específicas para atender a pessoa jurídica. “Precisamos esperar. A extensão da greve ainda não temos. Até ontem (segunda-feira, 28), quando fechamos o banco, no final do dia, não tivemos nenhuma diferença de movimento em função da greve”, explicou o executivo.

Em relação ao numerário dos caixas eletrônicos (ATMs, na sigla em inglês), o presidente do BB afirmou que o banco tem volume adequado para fazer frente às necessidades de seus clientes e que há, inclusive, uma discussão no âmbito da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) para acompanhar o tema.

Fonte: Diário do Comércio/RSO presidente do Banco do Brasil, Paulo Caffarelli, afirmou que a instituição financeira ainda não teve seus desembolsos de crédito afetados pela greve dos caminhoneiros

BB apoia todas as etapas do agronegócio nacional e zela pelas exportações

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Na economia brasileira, nenhum setor produtivo se compara ao agronegócio. Ele responde por 39% do que o País exporta, gera 37% dos empregos e perfaz 22% do Produto Interno Bruto. Tais indicadores bastariam para dimensionar o quanto o agronegócio é estratégico para o País. Além da força expressa nos números, porém, há uma característica que o torna motivo de orgulho nacional: a excelência brasileira na produção de alimentos, fibras e energia para abastecer o mundo. Reunindo condições altamente favoráveis de clima, solo, recursos hídricos e a melhor tecnologia tropical do planeta – fruto de boas políticas públicas e da competência de produtores e profissionais capacitados – o Brasil ocupa uma posição singular no mapa-múndi do agronegócio. É dele que o País extrai a maior parte de sua riqueza e faz circular recursos em bolsas de valores e de mercadorias, em mercados atacadistas, em redes varejistas, em pequenas e grandes propriedades, no campo e na cidade. Somos líderes na exportação de commodities como café, suco de laranja, açúcar, soja e carnes. O Banco do Brasil, principal parceiro do agronegócio brasileiro, apoia o setor em todas as suas etapas produtivas – incluindo o fortalecimento da presença nacional no exterior.

“No que diz respeito à inserção brasileira no comércio internacional de produtos agropecuários é possível afirmar com segurança que o Brasil possui posição privilegiada”, afirma Thompson César, Head da Unidade de Comércio Exterior (UCE) do Banco do Brasil, criada no final de 2017 e que se soma à Diretoria de Agronegócios para contribuir com o desenvolvimento do campo fomentando toda a cadeia produtiva. Pensando nas necessidades de quem planta, cria e exporta, o Banco do Brasil financia o custeio da produção e a comercialização de produtos agropecuários, além de estimular os investimentos rurais. Para isso, possui soluções em crédito e serviços para o agronegócio que melhor atendem o produtor e suas cooperativas, conforme a necessidade e o empreendimento, seja ele agropecuário ou agroindustrial. Para atender a demanda por crédito, o Banco atua em todo o País com mais de 4.300 agências operando com crédito rural.

O saldo da carteira de agronegócios do BB é de R$ 184,7 bilhões (mar/18) e é responsável pelo financiamento de 60% do crédito do setor. “Somos pioneiros e únicos no fornecimento de crédito rural via smartphone através das linhas Investimento Digital e Custeio Digital”, afirma Marco Túlio Moraes da Costa, Diretor da Diretoria de Agronegócios do BB (Dirag). “Nossos clientes podem financiar investimentos ou custear sua produção operacionalizando toda a contratação ou até mesmo renovação de crédito pelo aplicativo do Banco do Brasil para smartphone”, explica. Lançados no primeiro semestre de 2017, os programas Custeio e Investimento Digital já alcançaram a marca de R$ 2,3 bilhões em operações liberadas.

Voltado para financiar máquinas e implementos agropecuários diretamente nas revendas, o programa “Esteira Agro BB”, superou a marca de R$ 1 bilhão em operações liberadas na safra 2017/2018 agora em maio, consolidando mais uma solução digital desenvolvida para melhor atender os clientes. No portfólio do BB há linhas de crédito a taxas livres como o Investe Agro, BB Agronegócio Giro, CPR (Cédula de Produto Rural, um título que representa uma promessa de entrega futura de um produto agropecuário, funcionando como um facilitador na produção e comercialização rural). O banco oferece ainda linhas de crédito com recursos controlados voltados para a construção e ampliação de armazéns, energia limpa, irrigação, correção de solo e recuperação de pastagens degradadas, entre outros. Atendendo a uma exigência cada vez maior da sociedade por políticas sustentáveis no campo, o Banco do Brasil disponibiliza também linhas de crédito voltadas a modelos de produção que conciliem aumento de produtividade com conservação dos recursos naturais. “Uma dessa linhas é o Programa de Agricultura de Baixa Emissão de Gases de Efeito Estufa – Programa ABC – que busca viabilizar a mudança no modelo de produção que atenda também aos compromissos brasileiros no âmbito do Acordo de Paris, firmado durante a Conferência das Partes para Mudanças Climáticas (COP 21) de 2015”, diz o executivo da Dirag.

Superando barreiras

A liderança da instituição acompanha o produtor rural brasileiro mundo afora. Com vasta experiência na realização de negócios internacionais, o BB disponibiliza três principais mecanismos de apoio às exportações do agronegócio: consultoria (para entender as necessidades dos clientes e apresentar as melhores soluções), crédito internacional e garantias. “A consultoria internacional contribui para que o produtor realize negócios com facilidade e segurança no mercado global, o auxilia a entender a regulamentação cambial, particularidade de cada mercado, aplicando produtos e serviços que tragam eficiência tributária e que protejam suas vendas contra possíveis oscilações de preços, garantindo os seus recebimentos”, explica o executivo à frente da UCE. Ao produtor rural e às empresas de agronegócios são oferecidas linhas de crédito à exportação como ACC (Adiantamento sobre Contrato de Câmbio) e ACE (Adiantamento sobre Cambiais Entregues), que destinam-se a prover recursos antecipados ao exportador para completar as diversas fases do processo de produção e comercialização da mercadoria a ser exportada. “Existem ainda opções de financiamentos e serviços através de nossas dependências no exterior”, completa César.

O BB mantém diversos programas de fomento à exportação que podem apoiar os exportadores explorando as oportunidades existentes. “Bons exemplos são o Proex, financiamento direto ao exportador brasileiro; o Proger exportação, focado na promoção comercial de micro e pequenas empresas; a consultoria especializada aos exportadores através de nossa rede em Comércio Exterior”, destaca César. Cabe ressaltar ainda a presença internacional do Banco do Brasil nos maiores centros consumidores de produtos brasileiros, que pode apoiar os exportadores explorando as oportunidades existentes. E para proteger o produtor rural de flutuações cambiais inesperadas, o BB disponibiliza operações de derivativos, como as de NDF (sigla em inglês para Non Deliverable Forward, ou Contrato a Termo de Moeda sem Entrega Física), que permitem ao cliente estabelecer, antecipadamente, uma taxa de câmbio sem o pagamento de tarifas, definindo seus custos e garantindo sua margem de lucro.

Fonte: IstoÉ Dinheiro

Prefeitura e Banco do Brasil alinham financiamento de obras para Manaus

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As linhas de financiamento para obras de infraestrutura a serem executadas pela Prefeitura de Manaus no valor de R$ 100 milhões, foram discutidas pelo prefeito Arthur Virgílio Neto e parte da bancada amazonense, nesta terça-feira, 15/5, com o vice-presidente do Banco do Brasil, José Eduardo Pereira Filho. A operação de crédito está em fase de avaliação pelo credor para que seja liberada.

Além da primeira-dama e presidente do Fundo Manaus Solidária, Elisabeth Valeiko Ribeiro, participaram da reunião, na sede da instituição em Brasília, o senador Omar Aziz, os deputados federais Arthur Bisneto, Pauderney Avelino e Conceição Sampaio.

Durante o encontro, a equipe técnica do Banco do Brasil apresentou os requisitos e informações sobre o status do financiamento que foi pleiteado pela Prefeitura. Segundo o prefeito, as condições estão muito favoráveis para que, muito em breve, Manaus disponha de mais recursos para investimento na infraestrutura urbana.

“Viemos até aqui para reuniões que são muito proveitosas do ponto de vista do andamento dos processos para a liberação dos empréstimos aos agentes governamentais. Estamos cumprindo todos os requisitos para que este dinheiro chegue no momento em que a cidade mais precisa”, afirmou Arthur Virgílio.

O secretário municipal de Finanças, Tecnologia da Informação e Controle Interno (Semef), Lourival Praia, também presente na reunião, esclareceu que o município está respondendo diretamente aos técnicos do Banco do Brasil com a devida celeridade que a liberação deste financiamento exige. “A Prefeitura de Manaus forneceu toda documentação necessária para a avaliação e autorização deste financiamento”, ressaltou.

Ainda na tarde desta terça-feira, em Brasília, o prefeito participa de reunião no Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), com pauta também sobre recursos para Manaus.

Fonte: Prefeitura Municipal de Manaus

Concurso BB: bancários exigem novo edital e contratações

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O Banco do Brasil lançou, no primeiro trimestre deste ano, um edital de concurso público para preenchimento de 30 vagas em Brasília (DF), Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP). No entanto, o certame não foi o suficiente para prover a atual demanda do Banco. Acontece que os bancários da instituição realizarão na próxima segunda-feira, 28, um protesto exigindo do banco e do governo a realização de concurso público e contratações para suprir a falta de funcionários em todos os locais de trabalho.

“O Sindicato exige contratações diante deste desmonte promovido pelo governo federal. O banco deveria era melhorar as condições de trabalho dos funcionários, pois lucrou R$ 3 bilhões neste primeiro trimestre, 20% a mais do que o mesmo período do ano passado”, disse o funcionário do BB Davi Basso, diretor da Fetec e conselheiro consultivo da Previ.

De acordo com o Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região, nos últimos 12 meses, o Banco do Brasil fechou 1.983 postos de trabalho e 270 agências no país, causando inclusive conflitos nesses locais de trabalho entre a população e bancários.

“O Sindicato e os bancários do BB defendem um banco público para a sociedade, com crédito mais barato, tarifas menores e, principalmente, melhores condições de trabalho para os funcionários melhor atenderem a população. É importante a participação dos funcionários do BB no protesto. Precisamos de concursos públicos e contratações para preencher vagas nas agências e departamentos, pois há em todos os locais de trabalho sobrecarga. Vamos mostrar que estamos unidos e prontos para defendermos nossos direitos na Campanha Nacional, que já está começando”, finaliza Davi Basso.

Sobre o cargo de escriturário do concurso 2018

O cargo de Escriturário conta com remuneração inicial de R$ 2.718,73 (Dois mil, setecentos e dezoito reais e setenta e três centavos) e auxílio alimentação/refeição de R$ 1.350,00, totalizando ganhos de R$ 4.068,73. Além disso, haverá possibilidade de ascensão e desenvolvimento profissional; participação nos lucros ou resultados, nos termos da legislação pertinente e acordo sindical vigente; vale-transporte; auxílio-creche; auxílio a filho com deficiência; e previdência privada.

O Escriturário do Banco do Brasil tem as seguintes atribuições: comercialização de produtos e serviços do BANCO DO BRASIL S.A., atendimento ao público, atuação no caixa (quando necessário), contatos com clientes, prestação de informações aos clientes e usuários; redação de correspondências em geral; conferência de relatórios e documentos; controles estatísticos; atualização/manutenção de dados em sistemas operacionais informatizados; execução de outras tarefas inerentes ao conteúdo ocupacional do cargo, compatíveis com as peculiaridades do BANCO DO BRASIL S.A. A jornada de trabalho é de 30 horas semanais.

Último concurso foi divulgado no dia 06 de março

No dia 06 de março, o Banco abriu concurso para preencher 30 vagas no cargo de Escriturário, além de cadastro reserva. A Fundação Cesgranrio, organizadora do certame, aplicou as avaliações no dia 13 de maio em Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Campinas (SP), Curitiba (PR), Fortaleza (CE), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ) ou São Paulo (SP).

De acordo com o documento publicado, as oportunidades foram para lotação nas cidades de Brasília (DF), Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP). Para concorrer a uma das vagas, o candidato precisou ter certificado de conclusão ou diploma de curso de nível médio expedido por instituição de ensino reconhecida pelo Ministério da Educação, Secretarias ou Conselhos Estaduais de Educação, (MEC), e idade mínima de 18 anos completos na data da contratação.
O concurso do Banco do Brasil BB 2018 contou com quatro etapas, conforme disposto a seguir:

a) 1ª Etapa: Avaliação de Conhecimentos, mediante a aplicação de provas objetivas, de caracteres eliminatório e classificatório, sob a responsabilidade da FUNDAÇÃO CESGRANRIO.
b) 2ª Etapa: Prova de Redação, de caráter eliminatório, sob a responsabilidade da FUNDAÇÃO CESGRANRIO.
c) 3ª Etapa: Aferição da veracidade da autodeclaração prestada por candidatos(as) pretos(as) ou pardos(as), conforme subitem 4.2 e seus subitens.
d) 4ª Etapa: Procedimentos Admissionais e Perícia Médica, de caráter eliminatório, sob a responsabilidade do BANCO DO BRASIL S.A.

Fonte: Boa Informação

BB deve pagar R$ 4 milhões a sindicato em acordo trabalhista no Piauí

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Em um acordo intermediado pela Justiça do Trabalho nesta quarta-feira (23), o Banco Do Brasil pagará cerca de R$ 4 milhões para 73 funcionários da empresa e para o Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários e Financiarias no Estado do Piauí (SEEBF-PI).

A decisão foi da juíza Basiliça Alves, titular da 4ª Vara de Teresina. No acordo, ficou acertado que não haverá a execução do crédito trabalhista para os empregados participantes do acordo.

O Banco tem 30 dias, para recolher e repassar cerca de R$ 1,12 milhões referentes às parcelas de FGTS, INSS, imposto de renda, honorários advocatícios de sucumbência além de depositar, na conta do sindicato, cerca de R$ 2,8 milhões crédito principal dos trabalhadores.

O descumprimento do acordo resultará a execução direta do valor remanescente, através do bloqueio online nas contas do Banco do Brasil e/ou com a utilização de outros meios de constrição.

Porém, o processo trabalhista continua em tramitação para os trabalhadores que ingressaram com a mesma ação, mas não aceitaram fazer o acordo.

Fonte: Portal Vi Agora

BB e Caixa têm 822 mil clientes aptos a aderir acordo da poupança

Publicado em: 25/05/2018

Caixa e Banco do Brasil calculam que 822 mil clientes poderão aderir ao acordo com os poupadores afetados pelos planos econômicos de 1980 e 1990. A Caixa informou que prevê pagar R$ 1,2 bilhão em indenizações aos poupadores. Já o Banco do Brasil tem R$ 4,53 bilhões provisionados, mas informou não ter previsão de quanto será efetivamente pago, uma vez que as adesões são voluntárias.

Ou seja, os bancos públicos poderão responder por quase a metade do pagamento total de indenizações previsto pelo governo (entre R$ 11 bilhões e R$ 12 bilhões).

Segundo a Caixa, mais da metade dos poupadores que estão sob o seu guarda-chuva deverão receber menos de R$ 5.000 e, por isso, teriam direito ao pagamento à vista, ou seja, ainda neste ano. Os demais valores serão pagos em até cinco vezes, em parcelas semestrais por dois anos.

Segundo a Febraban (Federação Brasileira dos Bancos), 65% dos poupadores têm a receber menos de R$ 5.000.
No setor privado, o Itaú Unibanco informou que tem 170 mil clientes que poderiam aderir ao acordo. O Santander e o Bradesco não quiseram informar o número de clientes que poderiam aderir ao acordo.

Itaú, Santander e Bradesco já comunicaram que pretendem fazer os pagamentos à vista, mas não informaram quanto isso representa. O Bradesco disse que está estudando a viabilidade de fazer os pagamentos à vista.

O governo espera que os recursos ajudem a impulsionar o consumo em um momento de letargia do crescimento econômico.

Fonte: Folha de S.Paulo

BB pode antecipar pagamento a poupadores indenizados dos planos econômicos

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Depois de Itaú Unibanco e Santander Brasil, o Banco do Brasil também avalia a possibilidade de formas de antecipação do pagamento aos poupadores que têm direito à indenização por conta de perdas com os planos econômicos em uma só parcela. Há, conforme o presidente da instituição, Paulo Caffarelli, um contingente de cerca de 600 mil pessoas que podem receber os valores devidos por meio do banco, cujo número final depende do patamar de adesão ao acordo feito no ano passado.

O BB conta com R$ 4,5 bilhões em provisões para fazer frente ao pagamento aos poupadores. Cálculos feitos pelo JPMorgan, no passado, indicavam que o fator devido à instituição ficaria entre R$ 2,2 bilhões e R$ 3,3 bilhões. Questionado se o banco poderia reverter provisões, Caffarelli afirmou que o colchão pode ser usado para outros fins. “Estamos avaliando. O valor total a ser pago aos poupadores depende do nível de adesões”, disse o executivo.

O Itaú foi o primeiro a anunciar, em março último, que anteciparia o pagamento para correntistas da instituição com crédito em conta desde que eles atendessem aos critérios estabelecidos. Já o Santander Brasil informou na última segunda-feira que fará o mesmo, mas por meio de uma linha de crédito para fazer o pagamento das indenizações à vista, com custo de 1,49% ao mês. O BB ainda não teria bem definido como fará esse movimento, mas descarta a hipótese de uma antecipação via um empréstimo sob os moldes de antecipação do Imposto de Renda ou do 13º salário como o banco espanhol.

Mais cedo, evento em Brasília, no Palácio do Planalto, marcou o lançamento da plataforma que vai viabilizar a adesão dos poupadores ao acordo com os bancos para que seja feita a indenização das perdas ocorridas com os planos econômicos das décadas de 1980 e 1990. A expectativa do governo é que o pagamento injete entre R$ 11 bilhões e R$ 12 bilhões na economia brasileira para um total de 3 milhões de pessoas.

Fechado em dezembro do ano passado entre bancos e representantes de poupadores, o acordo sobre as perdas foi homologado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no início deste ano. Foi estabelecido que para valores de até R$ 5 mil o poupador receberia em uma única parcela à vista. Já entre R$ 5 mil e R$ 10 mil, a indenização pode ser feita em uma parcela à vista e duas semestrais. Já acima dos R$ 10 mil, serão pagos uma parcela à vista e quatro semestrais.

Fonte: Diário do Comércio

Falta verba para renegociar dívida de produtor, diz executivo do BB

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Na semana passada, a Câmara dos Deputados propôs aos bancos a criação de uma linha de crédito a produtores endividados. Nesta terça-feira, dia 22, o vice-presidente de Agronegócios do Banco do Brasil, Tarcísio Hübner, declarou que faltam recursos para o refinanciamento de dívidas. Ele orientou o produtor a procurar novas modalidades de seguro para não ser pego desprevenido mais adiante.

O Banco do Brasil é o principal responsável pela oferta de crédito agrícola no país. Pela proposta parlamentar, os agricultores teriam prazo de pagamento de 25 anos, com dois de carência para renegociar os valores. A taxa de juros sugeridas é de 4,5% ao ano.

De acordo com Hübner, os bancos não têm capital para abraçar essa solução no prazo previsto. “A não ser que haja uma solução por parte do Tesouro. Está se discutindo que alternativas são viáveis para colocar à disposição de alguns produtores com dificuldade para fazer frente aos seus compromissos”, diz.
O banco deve apresentar uma contraproposta de linha de crédito especial aos produtores endividados, mas ainda não deu detalhes sobre as condições. A expectativa é que a proposta seja apresentada antes da divulgação do Plano Safra 2018/2019.

No entendimento do banco, é mais viável a prevenção aos endividamentos do que a renegociação. O seguro faturamento tem sido divulgado aos produtores como forma de garantia de renda, em caso de sinistro na lavoura, e também para que não percam a capacidade de investimento.

O seguro faturamento está disponível desde 2011 e cobre a renda esperada de determinada atividade. É diferente do seguro agrícola, mais popular, e que protege o custeio firmado junto aos bancos. No último Plano Safra, 62 mil apólices foram contratadas, mas apenas 11 mil eram de seguro faturamento. Nesta terça, o Banco do Brasil falou da modalidade de seguro a produtores rurais. A ideia é aumentar a adesão para diminuir riscos à cadeia produtiva e à instituição financeira.

Consultor em seguros rurais do Banco do Brasil, Luiz Antônio Digiovani afirma que um produtor rural, mesmo usando toda a tecnologia disponível para uma boa safra, pode ter resultados negativos por questões climáticas. Sem estar protegido, nesse caso lhe restaria fazer a renegociação de dívida, enquanto que, com o seguro, receberia indenização pelas perdas. “Com a complementação indenizatória do seguro, o produtor, apesar de ter um ano ruim, vai poder continuar na atividade, usando tecnologia novamente”, diz Digiovani.

Fonte: Canal Rural

Novo gerente do BB de Cajazeiras assume cargo com histórico de sucesso

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A agência do Banco do Brasil de Cajazeiras está de gerente novo. Alan Frankylly, 35 anos, assumiu os comandos prometendo resultados ainda mais positivos para a agência, como aconteceu nos municípios por onde passou.Natural de Pombal, Alan Frankylly é formado em Administração, com MBA em Gestão de Pessoas e Liderança Estratégica. Possui experiência de 15 anos no Banco do Brasil e já trabalhou nas cidades de Princesa Isabel, Tavares, Sousa, Pombal, Esperança, Patos e recentemente São José de Piranhas.

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Nos últimos anos, agências administradas por ele ficaram nas primeiras posições de avaliação pelo Banco do Brasil. “Estou muito satisfeito em gerenciar a agência de Cajazeiras. A expectativa é apoiar o desenvolvimento dos mais de 4.700 clientes atendidos em toda a região”, disse.

Atualmente a agência do Banco do Brasil de Cajazeiras atende 500 clientes pessoas jurídicas e 4.200 pessoas físicas com linhas de créditos e planos de fomento de políticas públicas como o programa Minha Casa Minha Vida, FIES, crédito rural, entre outras.

Fonte: Diário do Sertão

Decisão da Justiça confirma direito à gratificação no BB a funcionários comissionados

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Funcionários do Banco do Brasil, que em novembro de 2017 tinham cargo comissionado há no mínimo dez anos, não poderão perder a gratificação, ainda que tenham sido revertidos aos seus cargos anteriores. A decisão é da 5ª Vara do Trabalho de Macapá (AP) e vale para todo o Brasil. A Justiça reitera que, salvo a existência de justo motivo, tal gratificação já se incorporou à remuneração do bancário.

Caso descumpra a decisão, o BB pagará multa diária de R$ 5.000 por trabalhador que tenha a gratificação suprimida ou reduzida. A decisão judicial registrou, ainda, que o valor da gratificação incorporado corresponde à média da gratificação recebida nos últimos dez anos. Ainda que o banco tenha ingressado com recurso, a aplicação da sentença é imediata.

Mesmo diante das mudanças na lei trabalhista pós-golpe presidêncial de Michel Temer, que acabou com as súmulas, inclusive a 372 que previa o direito à gratificação, houve êxito nessa ação em prol do trabalhador. Apesar da viória, é necessário de ter cautela, pois as decisões ainda são frágeis frente ao que o Judiciário pode decidir no TRT. Muita coisa acaba sendo mais política do que técnica, por isso temos de ser vigilantes e estar permanentemente mobilizados ao lado do Sindicato. Não se pode apenas confiar no Judiciário.

A sentença foi proferida nos autos do processo nº 0001296-75.2017.5.08.0208, em ação proposta pelo Sindicato dos Trabalhadores do Ramo Financeiro do Estado do Amapá. Essa decisão também abrange os caixas do BB de todo Brasil.

Essa ação não se confunde com a Ação Civil Pública que tramita em Brasília, onde uma tutela antecipada garante aos empregados atingidos pela reestruturação iniciada em novembro de 2016, a incorporação da média das comissões/gratificações recebidas por no mínimo dez anos.

Essa ação afirma que o processo de reestruturação não é motivo suficiente para respaldar a não incorporação das comissões ou gratificações dos bancários.

Já na ação que tramita no Amapá, a tese é relativa à reforma trabalhista e seu impacto nos contratos em vigor para aqueles que, na data da entrada em vigor da Lei 13.467/2017, 11 de novembro de 2017, já contavam com pelo menos dez anos de recebimento de gratificações/comissões.

Fonte: Sindicato dos Bancários de Santos e Região

Dividendo do Banco do Brasil pode superar 40%, avalia Santander

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A equipe de análise de investimentos do Santander esteve reunida com o diretor de relações com investidores do Banco do Brasil (BBAS3) Daniel Maria e reiterou a recomendação de compra dos papéis após o encontro. O preço-alvo de R$ 42 corresponde a um potencial de valorização de aproximadamente 38%.

Segundo os analistas Henrique Navarro e Olavo Arthuzo, o foco atual do BBAS no fortalecimento de capital (CET1 em 9,8% no primeiro trimestre de 2018) permitiu ao banco aumentar o índice de distribuição de dividendos, passando de 25% para cerca de 40% no exercício fiscal de 2018. Este nível, explicam Navarro e Arthuzo, pode ultrapassar os 40% se o banco atingir sua meta de CET1 de 11%.

Fonte: Money Times

BB é condenado contra trabalhador e relator afirma: #nemvemquenaotem

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O desembargador Dagoberto Nishina Azevedo, do TRT da 15ª região, foi enérgico ao manter condenação do Banco do Brasil por transferir e rebaixar um funcionário acometido de câncer. No acórdão, o desembargador avisa: #nemvemquenaotem.

No julgamento do recurso do BB, foi determinado ainda o envio de cópia dos autos ao MPT para que tome as providências que entender cabíveis, “no sentido de coibir as más práticas” do BB em relação a seus empregados.

O recurso do banco foi interposto contra sentença que julgou parcialmente procedente uma reclamação trabalhista, restabelecendo gratificação de função, mudança de agência, e concedendo indenização por danos morais para o empregado.

O funcionário, originariamente admitido pela Nossa Caixa-Nosso Banco em 1981, integra o BB desde 2009, quando o empregador originário foi incorporado, e atua como gerente-geral desde 1995; no início de 2016 foi diagnosticado com câncer no pâncreas, e desde então se submete a vários exames e tratamentos, estando afastado do trabalho dada a gravidade da doença e suas consequências à sua saúde.

“Sanha maligna”

Para o desembargador Dagoberto Azevedo, a delicada saúde do empregado não comoveu o banco. Ao contrário, o relator considerou o depoimento das testemunhas “estarrecedores”.

“Pelo contrário, avivou sua sanha maligna, aplicou-se um castigo cruel, obrigou-o a pedir transferência para uma agência menor, a de Serrana, numa classificação de quatro níveis era a penúltima, rebaixando sua remuneração.”

O relator considerou que o BB perpetuou “uma fraude” contra um empregado que lhe serviu por 34 anos, “aproveitando-se odiosamente de sua debilidade provocada por um câncer gravíssimo”.

“Ao Banco do Brasil convém alertar: ainda temos Justiça do Trabalho no Brasil! #nemvemquenaotem

A ilicitude do Banco do Brasil esbarrou numa Magistrada de alta estirpe que a fulminou com uma solução há muito solidificada na Justiça do Trabalho.”

A magistrada havia consignado que pelo princípio da estabilidade financeira do trabalhador, é vedado ao empregador suprimir a gratificação de função recebida pelo empregado que tiver ocupado cargo de confiança por mais de 10 anos. Mais adiante, o desembargador anotou:

“A vida não para e está acima da mesquinhez humana! A tentativa de transferência do reclamante com intuito de reduzir custo é nula de pleno direito, a teor do disposto no Artigo 9º, da CLT, em não havendo justificativa plausível para sua transferência meramente punitiva.”

Ainda mais: o relator chamou de “patético” o fecho do arrazoado, que afirmou ter “demonstrado não haver qualquer ilegalidade na conduta do recorrente”

“Como ensinava meu avô: quanto mais se tenta justificar o injustificável, mais o vilão se enrola!

A ofensa impingida foi gravíssima, expôs uma administração ruinosa do Banco do Brasil, tratamento vil e total desprezo pela condição humana de seus empregados, caso tenha se esquecido, seu maior patrimônio.”

Oportunidade perdida

Na análise do recurso do BB, o desembargador entendeu que a indenização por dano moral – fixada em 1º grau em R$ 350 mil – foi “arbitrada modicamente”.

Na sentença, a juíza do Trabalho Arilda Cristiane Silva de Paula Calixto afirmou que, para dar ao ofensor a “oportunidade de ao menos minimizar a ofensa”, se o BB pagasse o dano e cumprisse espontaneamente a condenação, no prazo de 30 dias a contar do julgamento, o valor da indenização seria reduzido para 2/3 do valor inicial.

Mas, conforme Dagoberto Nishina Azevedo, “o Banco do Brasil desprezou a oportunidade de se redimir e não cumpriu a decisão, devendo arcar com o valor integral da condenação, talvez uma lição eficiente para repensar seus métodos de tratamento do seu pessoal e não reincidir na mesma vileza, ou talvez deixe a desonrosa 2ª colocação no rol das empresas mais acionadas na Justiça do Trabalho”.

O recurso do BB foi provido apenas para decotar da condenação os honorários advocatícios. A 4ª câmara (2ª turma) do Tribunal acompanhou o voto do relator à unanimidade.

Execução imediata

Em tempo: em decisão do último dia 21, a juíza Arilda Cristiane, diante do julgamento do recurso do BB pelo TRT, acolheu o pedido de liberação dos valores para o reclamante, afirmando:

“O atual entendimento do STF é pela execução imediata e completa da condenação imposta, após decisão de segundo grau, ainda que pendentes de julgamentos recursos da partes.

Se um ex-presidente da República pode ser tolhido de sua liberdade sem o trânsito em julgado após a decisão de segundo grau, cujo direito à liberdade só se perde em face do direito à vida, ainda que possa existir alguma controvérsia, no particular, não pode esta Justiça do trabalho quedar-se inerte e assistir a luta incansável deste Reclamante por sua VIDA, eis que diagnosticado com avançado câncer de pâncreas e deixar que não tenha o ressarcimento ainda em vida, daquilo que lhe foi conferido por julgado já mantido em segunda instância.”

A advogada Silvana Aparecida Calegari Caminoto patrocina a causa pelo trabalhador.

Processo: 0010501-16.2017.5.15.0150

Veja a íntegra do acórdão.

Fonte: Portal Migalhas