Agência do BB é reaberta na cidade alagoana de Major Izidoro

Publicado em: 05/09/2018

O município de Major Izidoro passou a contar com o funcionamento da agência do Banco do Brasil. Durante uma solenidade, realizada nesta segunda-feira (03), diversos empresários e políticos se fizeram presentes no evento de suma importância para a economia do município.

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“Estou me sentindo muito feliz com a reabertura da nossa agência do banco do Brasil, pois sei mais que ninguém da importância dela pra nossa economia, haja vista que antes de ser prefeita sou empresária”, colocou a prefeita Santana Mariano.

A prefeita voltou a afirmar que sem o reforço policial na cidade não seria possível garantir a abertura da agência na cidade. Com isso, os moradores não irão precisar mais se deslocar para outras cidades para conseguir o atendimento bancário.

Fonte: Cada Minuto

BB nega informação sobre existência de ’21 mil codificados’ na Paraíba

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Em nota encaminhada à imprensa, na tarde desta quinta-feira (30), a assessoria do Banco do Brasil negou que tivesse publicado uma lista com o nome de todos os servidores codificados que prestam serviço ao Governo da Paraíba, totalizando 21 mil, como propagado em setores da imprensa. Conforme a nota, o Banco, por determinação judicial, emitiu uma relação de todos os servidores do Estado, sem distinção do que seria codificado ou não.

Ainda no texto, o Banco explica que foi protocolada, perante o juiz da 2ª Vara da Capital, todas as informações para que não houvesse equívocos em interpretações. Foi o Sistema Correio da Paraíba o primeiro a divulgar que a lista dos 21 mil servidores, emitida pelo Banco do Brasil, tratava-se de servidores codificados, fato negado pelo Banco do Brasil

O Estado, no entanto, garante que o número de servidores sem vínculos com o governo não chega a 8 mil. Desse total, mais de 95% são médicos e enfermeiros que prestam serviços na Rede Estadual de Saúde.

Ações por danos morais

Nas redes sociais, servidores do Governo do Estado – muitos deles efetivos – têm reclamado que tiveram seus nomes divulgados por setores da imprensa como se fossem “codificados”. Alguns estão anunciando que vão entrar com ações na Justiça por danos morais contra os veículos de comunicação que fizeram tal divulgação.

Comunicado do banco

“O Banco do Brasil vem a público esclarecer matéria veiculada na imprensa em 29.08.2018, que faz alusão a servidores codificados do Estado da Paraíba.

A propósito, atendendo determinação judicial de 16.07.2018, no processo 0810599-26.2016.8.15.2001, o Banco do Brasil enviou a relação de TODOS os servidores estaduais, pagos em janeiro de 2016, sem qualquer distinção entre codificados e não codificados.

Nesta data, protocolamos o ofício 0781/2018, perante o juiz de direito da 2ª vara cível da capital, esclarecendo o teor da relação, com a finalidade de dirimir quaisquer equívocos na interpretação das informações.”

Fonte: PB Agora

Governo quer BB e Caixa mais fortes no consignado para o setor privado

Publicado em: 29/08/2018

Depois de permitir que as taxas do crédito consignado praticadas pelos bancos privados tenham como garantia o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), o governo tenta, agora, atrair essas instituições. Para isso, segundo informou o jornal Folha de S.Paulo, a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil serão escalados para aumentar o volume de empréstimos concedidos ao trabalhador. A ideia, de acordo com a Folha, é que os bancos emprestem com juros de até 3,5% ao mês.

O crédito consignado – em que o valor das parcelas do financiamento é descontado diretamente na folha de pagamento do empregado – com taxas mais atrativas já pode ser acessado pelos servidores públicos, aposentados e pensionistas do INSS e, pelo projeto do governo, agora alcançará, de maneira mais ampla, funcionários de instituições privadas. Para isso, basta às empresas se conveniarem a um banco ligado ao sistema implantado pela Caixa Econômica Federal.

O governo quer reduzir os juros dos créditos consignados oferecidos à iniciativa privada para que se aproxime das taxas de juros médias praticadas atualmente pelo mercado para os servidores públicos, que está em 1,75% ao mês (atualização de junho/2018). O Crédito Pessoal Não Consignado, por exemplo, apresenta taxas médias de 6,57% ao mês (atualização de junho/2018).

Segundo o governo, nas comparações com todas as modalidades praticadas pelos bancos, o consignado para trabalhadores do setor público só não apresenta taxas mais interessantes do que os financiamentos imobiliários e para aquisição de veículos, que oferecem fontes especiais de financiamento e garantias reais.

Conforme o Ministério do Planejamento, o governo vem buscando alternativas para tornar o crédito consignado para o setor privado mais atrativo desde julho de 2016, quando foi sancionada a Lei 13.313, instituindo a garantia do FGTS para créditos consignados com as instituições financeiras. “Entretanto, devido a dificuldades operacionais, até hoje o benefício pouco chegava na ponta para os trabalhadores da iniciativa privada”, informa a nota do Ministério.

Fonte: Veja

BB apresenta proposta final que mantém todos os direitos

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O Banco do Brasil apresentou para a Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, no sábado 25, a redação de proposta de acordo para os trabalhadores do banco. A mesa de negociação ocorreu após a realização da mesa única com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban).

O BB propôs, assim como a Fenaban, um Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) de dois anos com reajuste de 5% em 2018 – que corresponde à reposição da inflação mais aumento real de 1,18% – e inflação mais ganho real de 1% em 2019 sobre todas as verbas.

Intervalo de almoço

O intervalo de almoço dos funcionários com jornada de oito horas poderá ser reduzido para 30 minutos, de forma facultativa. Já para os funcionários de seis horas será mantido o modelo atual, sem registro de ponto. A mudança no intervalo dos funcionários de seis horas será discutida ao longo do processo de negociação permanente até que se tenha um entendimento, inclusive em outros bancos.

No caso de horas extras, o tempo mínimo de intervalo para o funcionário de jornada de seis horas, poderá ser de 30 minutos. Diferente de como acontece atualmente, no qual o funcionário é obrigado a fazer uma hora de intervalo.

Banco de horas

Os funcionários terão seis meses para a compensação das horas extras com folgas, sendo um dia acumulado para um dia folgado, e caso a compensação não aconteça em até seis meses, o saldo de horas será convertido em espécie e pago no mês subsequente com o devido adicional de hora extra, ou seja, uma hora e meia.

PLR

Está mantido o mesmo modelo de PLR no Banco do Brasil e o pagamento do primeiro semestre, assim como nos anos anteriores, será logo após a assinatura do acordo, caso seja aprovado.

Manutenção das três avaliações

Foi conquistada na última reunião, realizada no dia 22 de agosto, a manutenção da cláusula do Acordo Coletivo que garante a observação de três ciclos avaliatórios consecutivos de GDP com desempenhos insatisfatórios, para efeito de descomissionamento.

Mesas temáticas

O acordo mantém a mesa temática sobre Saúde e Segurança no Trabalho, e acrescenta duas novas mesas temáticas sobre Teletrabalho e Escritórios Digitais e Entidades Patrocinadas de Bancos Incorporados.

A proposta também inclui um dia de luto para falecimento de padrastos e madrastas do funcionário. E o trabalhador poderá optar pelo recebimento do vale-transporte em dinheiro ou em cartão magnético.

“O Comando, em estratégia acertada, antecipou a Campanha Nacional devido ao fim da ultratividade, princípio que garantia a validade de um acordo até a assinatura de outro. O Comando também tinha objetivo de manter a mesa única, entre bancos públicos e privados, e garantir os direitos dos acordos específicos de bancos. Alcançamos o objetivo, por isso indicamos a aprovação da proposta da Fenaban e da proposta do BB”, diz a presidenta do Sindicato e uma das coordenadoras do Comando Nacional dos Bancários, Ivone Silva.

“Um ano após a reforma trabalhista que acabou com várias garantias legais para a classe trabalhadora, a categoria bancária deu um exemplo ao garantir os direitos conquistados em anos de luta na CCT e no acordo específico do BB. As propostas da Fenaban e do BB não só mantiveram a mesa única como trouxeram avanços específicos. Por isso, por resistirmos à reforma trabalhista em um acordo nacional para todos os bancários é que a Comissão de Empresa e o Comando Nacional dos Bancários indicam a aprovação da proposta”, orienta o representa de São Paulo na Comissão de Empresa, João Fukunaga.

Assembleia na quarta 29

As propostas da Fenaban e a específica do BB serão apreciadas pelos funcionários do bancos público em assembleia na quarta-feira 29, a partir das 19h, na Casa de Portugal (Av. da Liberdade, 602, Liberdade).

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Campanha do BB com a Lew’Lara\TBWA mostra investimento descomplicado

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O Banco do Brasil lança uma nova campanha de Investimento com a atriz Giovanna Antonelli. Criada pela Lew’Lara\TBWA, a campanha mostra que, ao contrário dos clichês e termos complicados dos comerciais de investimentos da categoria, no Banco do Brasil todo mundo pode investir direto pelo App, independente do valor.

A campanha conta com peças para TV aberta e fechada, rádio, internet, redes sociais e mídia impressa.

Felipe Luchi, CCO e sócio da Lew’Lara\TBWA comenta o novo filme: ” Fomos na direção contrária, expondo que marcas que não pensam diferente provavelmente estão te entregando os mesmos resultados de sempre.” Confira o filme abaixo:

Fonte: Ad News

OAB-RJ pede indenização de R$ 500 mil do BB por problemas com depósitos

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Os problemas enfrentados pelos advogados para levantar alvarás judiciais nas agências do Banco do Brasil chegaram à Justiça. A seccional fluminense da Ordem dos Advogados do Brasil cobra indenização de R$ 500 mil da instituição bancária por danos morais coletivos à advocacia.

A gota d’água para a seccional foi a pane do sistema do banco, no fim de 2017. Segundo a OAB-RJ, a comissão de prerrogativas da entidade recebeu, entre 20 de dezembro e 7 de janeiro, 11,6 mil reclamações de advogados que tiveram dificuldades na hora de pagar depósitos judiciais. A entidade diz que o problema é geral, não sendo específico de uma agência nem restrito a alvarás físicos ou digitais.

“Não existe nas agências da ré canal de atendimento preparado para os advogados com problemas de saque de mandados de pagamento, quanto menos são prestadas informações sobre os erros técnicos, apenas sendo informado pelos prepostos da Ré a indisponibilidade do sistema”, denuncia a OAB-RJ.

Além disso, a OAB-RJ reclama que o BB se nega a admitir as panes: “A resposta padrão dos prepostos da ré é de negar que qualquer problema estivesse ocorrendo (…) apesar de existirem inúmeros advogados e servidores do TJ-RJ relatando fatos contrários”.

“No final do ano passado, no período imediatamente anterior ao recesso, as falhas no sistema se intensificaram, sendo tão frequentes que a Comissão de Prerrogativas da OAB-RJ precisou notificar diversas vezes a gerência do Banco do Brasil”, diz a seccional.

Para a OAB-RJ, essa atitude do banco descumpre termo de cooperação técnica firmado com o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro para garantir atendimento aos jurisdicionados. No pacto é definido que a instituição financeira manterá sistema integrado com o tribunal para “otimizar o envio e o recebimento das informações online sobre os depósitos judiciais” e criar um canal de atendimento na agência instalada dentro da corte para solucionar “quaisquer ocorrências referentes à transmissão dos dados”.

Falha inexistente

Questionado pela ConJur, o Banco do Brasil negou o problema: “No final do ano de 2017, o tribunal carioca detectou dificuldades na emissão de alguns alvarás e acionou o BB. Após análise do processo, o banco não identificou qualquer erro em seu sistema. A partir disso, a situação foi regularizada pelo tribunal e os alvarás eletrônicos voltaram a ser emitidos normalmente.”

A instituição disse ainda que o TJ-RJ “possui uma solução própria, com conexão com o sistema do banco, que viabiliza os levantamentos dos depósitos judiciais” eletronicamente. Segundo o BB, essa via eletrônica permite às varas fazer o levantamento dos valores depositados da maneira pedida pelos beneficiários.

Falta concorrência

Na peça, a OAB-RJ ainda sugere que a inércia do BB em resolver os problemas pode ser resultado da falta de concorrência por outras instituições, já que o levantamento de alvarás é limitado aos bancos públicos.

Essa falta de competição, continua a seccional, faz com que sejam praticadas “as mais indignas condutas para com o advogado, sujeitando-os a filas infindáveis, no calor de um corredor pouco ventilado do fórum, exigência de documentos desnecessários para os saques e, principalmente no período pré-recesso, falhas no sistema que impedem o envio do alvará confeccionado eletronicamente pelo órgão jurisdicional”.

Esse tema foi abordado por Marcelo Von Adamek, ex-presidente da Associação dos Advogados de São Paulo, em entrevista à ConJur. Segundo ele, a falta de concorrência resulta numa total falta de incentivo para que as instituições bancárias públicas “se preocupem em dar um melhor atendimento para o advogado”.

“A partir do momento em que eu tiver uma outra alternativa, seja qual for, as partes vão ter que disputar uma clientela e, portanto, ter que prestar o melhor serviço”, avalia Adamek.

Fonte: OAB/RJ com Revista Consultor Jurídico

BB é obrigado pela Justiça a regularizar atendimento em Ananás

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O Banco do Brasil foi obrigado, por decisão da Justiça, do último dia 23, a regularizar o atendimento presencial aos correntistas e consumidores da cidade de Ananás e ampliar o autoatendimento necessário à população, principalmente em virtude dos transtornos causados com o fechamento da agência no ano passado. A agência foi fechada em julho do ano passado e os serviços bancários vinham sendo oferecidos por meio de Posto de Atendimento.

Autor do pedido à Justiça, o Ministério Público Estadual argumentou que houve grande prejuízo aos moradores com a redução de circulação de cédulas, o que resultou em danos à economia e ao desenvolvimento do município.

À época do fechamento da agência, a instituição financeira argumentou que a mudança fazia parte de uma série de medidas, visando ampliar o investimento no atendimento digital e aumentar a eficiência operacional. Para o promotor de Justiça Celsimar Custódio, os moradores vem enfrentando restrições na operação e prestação de serviços financeiros, sendo obrigados a buscar serviços na casa lotérica e agência dos correios, que, por sua vez, não suportam o fluxo de consumidores. Muitos se viam obrigados a se deslocar até Xambioá, cidade distante a 80 quilômetros de Ananás para ir ao banco.

Na decisão, a Justiça destacou que os serviços oferecidos devem proporcionar a movimentação bancária de cédulas de dinheiro para saques, pagamentos e depósitos de todos os usuários, inclusive se for necessário, que a instituição adquira novo cofre e demais insumos, em um prazo de até 90 dias. O Banco do Brasil também foi condenado ao pagamento de danos morais coletivos no valor de R$ 300 mil e de multa no valor de R$ 75 mil pelo descumprimento da decisão liminar proferida em janeiro deste ano.

Fonte: Portal T1 Notícias

Apple Pay já está disponível para clientes do Banco do Brasil

Publicado em: 24/08/2018

Desde o dia 14 de agosto clientes do Banco do Brasil com Ourocard podem pagar suas compras com Apple Pay. A solução promete ser um marco na maneira como as pessoas usam o dinheiro, pela forma simples, segura e privativa de fazer pagamentos em lojas, aplicativos e internet, sem necessidade de usar o cartão físico.

Para Gustavo do Valle, vice-presidente de tecnologia, o “BB tem investido no desenvolvimento de diversas soluções digitais para pagamento de compras com cartão, buscando ofertar formas cada vez mais modernas para realizar esse tipo de transação. A chegada do Apple Pay reforça esse posicionamento e amplia as opções que o Banco disponibiliza a seus clientes”.

“Os clientes do BB com Ourocard têm à sua disposição as melhores e mais modernas soluções para pagamentos do mercado. Agora com o Apple Pay oferecemos uma experiência ainda mais simplificada, ágil e segura para fazer pagamentos com cartão, fortalecendo o papel do BB de cuidar do que é valioso para as pessoas”, afirma Marcelo Labuto, vice-presidente da negócios de varejo.

Segurança e privacidade são destaques no Apple Pay. Ao usar um cartão de crédito ou débito, o número do cartão do cliente não fica armazenado no dispositivo e nem nos servidores da Apple. É criado um número de conta exclusivo que é criptografado e armazenado com segurança no dispositivo. Cada transação é autorizada por meio de um código de segurança dinâmico, único e exclusivo.

Como pagar:

Nas lojas físicas, o Apple Pay funciona com o iPhone SE, iPhone 6 (ou modelos superiores), com o iPad e com o Apple Watch. O cliente também pode usar o Apple Pay na internet (Safari ou em qualquer modelo de Mac desde 2012 que tenha o sistema operacional macOS Sierra). Para concluir, basta confirmar o pagamento com o iPhone 6 e modelos posteriores, iPad, Apple Watch, ou com o Touch ID do novo MacBook Pro.

Para fazer compras online em apps e sites que aceitam o Apple Pay, basta usar Touch ID, dar um duplo-clique no botão lateral ou olhar para o iPhone X para autenticar usando o Face ID. Isso facilita o processo de compra e evita o preenchimento de formulários, tornando a experiência muito mais simples.

Para mais informações sobre Apple Pay, visite: www.bb.com.br/applepay

Fonte: Banco do Brasil

BB apresenta redação de cláusulas do acordo e negociação salarial continua

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Em face da extensa duração da negociação com a Fenaban, que tomou toda a quinta-feira 23, a negociação entre a Comissão de Empresa dos Funcionários do BB e representantes do banco público será retomada na sexta-feira 24. Até o fechamento desta edição, o banco havia apresentado a redação de diversas cláusulas que ainda estavam em negociação e essas foram debatidas pela Comissão de Empresa.

Ciclos de avaliação para descomissionamento por desempenho

Um grande avanço na mesa de negociação, conquistado nesta rodada, foi a manutenção da cláusula do Acordo Coletivo que garante a observação de três ciclos avaliatórios consecutivos de GDP com desempenhos insatisfatórios, para efeito de descomissionamento.

O banco havia anunciado a retirada desta cláusula do acordo desde as primeiras rodadas de negociação. Nas assembleias do dia 8 de agosto, os funcionários debateram e rejeitaram a retirada da proteção do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT)

Intervalo de almoço e lanche

O banco apresentou a proposta de implementação do intervalo de almoço para os funcionários de seis horas e de oito horas.

Os funcionários com jornada de oito horas poderão ter o horário de almoço reduzido para 30 minutos se for do interesse do funcionário, no ponto eletrônico. Também os funcionários de seis horas poderão, pela proposta, ampliar o intervalo para até 30 minutos. Neste caso, mesmo o intervalo de 15 minutos deverá ser obrigatoriamente registrado no ponto eletrônico.

A Comissão de Empresa informou ao banco que em visitas às diversas unidades em todo o Brasil houve uma percepção diferente dos diversos públicos, tendo uma aceitação maior dos funcionários de oito horas.

Os funcionários de seis horas têm percepção diferente, uma vez que em vários locais, com o fim das cantinas e prédios muito grandes, acaba sendo uma perda de alguns minutos para os locais de lanche.

A proposta da Comissão de Empresa é que seja colocado no acordo de 2018 a possibilidade de redução do intervalo apenas para os funcionários de oito horas, que efetivamente tem obrigatoriedade de registro de intervalo atualmente. A comissão ainda fez algumas ressalvas, para que não haja obrigação de redução de intervalo sem a vontade ou combinação com o funcionário.

Banco de horas

Foi apresentada uma proposta para banco de horas, retornando esta cláusula ao Acordo Coletivo, com as seguintes características: duração de seis meses para compensação com folgas, sendo um dia acumulado para um dia folgado e, caso a compensação não aconteça em até seis meses, o saldo de horas será convertido em espécie e pago no mês subsequente com o devido adicional de hora extra, ou seja, uma hora e meia.

Parcelamento de férias

Os representantes dos funcionários solicitaram ao banco que o parcelamento de férias em três períodos seja clausulado no ACT, permitindo que um dos intervalos seja de, no mínimo, 12 dias e não 14 dias como está na lei. A Comissão de Empresa afirma que na nova lei trabalhista, que retirou direitos, mesmo o parcelamento de férias traz prejuízo aos funcionários, uma vez que, com 14 dias, as empresas sempre ganharão um final de semana ou dois dias dos funcionários, que, no parcelamento anterior, não acontecia. O banco negou reduzir o período para 12 dias e este intervalo não entrará no acordo, já que pode ser implantado diretamente.

Bancos propõem reajuste insuficiente, com retirada de direitos

Para Wagner Nascimento, coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, comissão essa que assessora o Comando Nacional, desde os encontros regionais da categoria, Congresso Nacional do Funcionários do BB e a Conferência Nacional do Bancários, os bancários e bancárias do BB sinalizaram claramente que não querem a retirada de direitos e reinvidicam aumento real. “O que temos feito até o momento é um esforço enorme na nossa negociação para garantia dos direitos dos funcionários, dada toda a ameaça que a nova lei trabalhista nos impõe. A manutenção da cláusula das 3 avaliações é conquista dos funcionários numa difícil campanha salarial de anos atrás e a retirada inicialmente colocada pelo banco poderia trazer grande insegurança e uma onda de descomissionamentos. As manifestações dos funcionários nas assembleias e atividades organizadas pelos sindicatos deram um recado preciso de que não aceitaremos retirada de direitos”, afirmou.

“Esperamos que na continuidade das negociações sejam apresentadas propostas que atendam a categoria e que nosso propósito de fechamento de um acordo até 31 de agosto seja concretizado”, concluiu o coordenador da Comissão de Empresa.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Prefeita maranhense recorre à superintendência do BB no MA para instalação de agência

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Ciente da dificuldade dos moradores que precisam fazer operações bancárias, a prefeita Talita Laci esteve reunida nesta quarta-feira (22) com os Superintendentes do Banco do Brasil Álvaro Fertig e seu auxiliar Gilvan Sampaio Vieira, no intuito de viabilizar a implantação de uma agência do BB para o município de Raposa.

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Acompanhada do secretário municipal de Administração e Planejamento, Ualacy Costa Chaves, a prefeita explicou que não é a primeira vez que faz esta solicitação junto a direção do Banco do Brasil, mas que dessa não ficará apenas esperando a boa vontade da instituição, tomará inclusive, as medidas judiciais cabíveis para garantir a efetivação dos serviços bancários a população raposenses.

“Por inúmeras vezes já pedir a implantação de uma Agência do BB para a Raposa. Somos o único dos quatro município da Ilha que não dispõe de uma unidade do Banco do Brasil para atender nossa população e isso é inadmissível, cansei de tanto esperar, agora se extrapolar o prazo que me pediram, irei ingressar na Justiça para que a população seja atendida”, desabafou a prefeita.

No oficio encaminhado à cúpula do BB, Talita destaca o potencial econômico da cidade, alicerçado na pesca, turismo, gastronômica e sem contar no funcionalismo público, empresariado, aposentados e pensionista.

“Raposa é um dos maiores polos pesqueiros do Estado do Maranhão, bem como um importante centro de referência turística nacional e internacional. Soma-se a isso a crescente produção hortifrutigranjeira local que fortalece sobremaneira nossa economia, permitindo a movimentação de vultosas quantias, o que requer, para maior segurança e comodidade a operacionalização de uma Agência Bancaria.”, diz a prefeita no documento encaminhado ao BB.

Até que seja analisado o pleito da prefeita, ela solicitou ainda de forma imediata que seja implantado dois caixas eletrônicos e dois correspondentes bancários no município. Um na área do Araçagy/Piramide e outro no centro da cidade.

Fonte: Blogueirama

OAB/DF e Associação dos Advogados atuam para que BB respeite as prerrogativas da advocacia

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A OAB/DF, junto com a AAT/DF, continua na luta pela defesa das prerrogativas da advocacia. O alvo da ação realizada nesta quarta-feira (22) foi a agência do Banco do Brasil (BB) localizada no Foro Trabalhista de Brasília. Na oportunidade, o presidente da Seccional, Juliano Costa Couto, acompanhado do Presidente da AAT/DF, Carlúcio Campos Coelho, membros do Conselho e de advogados e advogadas, entregou documento ao gerente-geral da agência requerendo a adoção de medidas contra os equívocos cometidos no âmbito das agências do BB instaladas nos Fóruns do DF, principalmente quanto às dificuldades enfrentadas para levantamento de alvarás.

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Segundo Costa Couto, os membros da advocacia do DF enfrentam, diuturnamente, grande demora no atendimento devido à falta de funcionários nas agências e postos de atendimento instalados nos Fóruns, procedimentos burocráticos injustificáveis, ilegalidade quanto à exigência de dois dias úteis para levantamento dos valores em ainda, a absurda impossibilidade de transferir os valores disponíveis para qualquer outra instituição financeira ou para quantas bancárias forem necessárias.

“Não há qualquer amparo legal que justifique tais condutas por parte do Banco do Brasil. Portanto, estamos aqui hoje pedindo o aporte de pessoal condizente com a demanda que aqui é feita pela advocacia. Nós entendemos que vocês aqui prestam o melhor serviço possível dentro das suas possibilidades e nosso objetivo com a iniciativa é auxiliá-los, assim como à direção do banco, para que o serviço seja melhorado”, destaca o presidente da OAB/DF. “Diante disso, solicitamos o pagamento imediato dos alvarás, nos casos de inconsistência em alvará, respeito ao prazo de 48 horas, implantação de alvará online, efetivo atendimento em toda a rede nacional, criação de áreas de atendimento exclusivo para a advocacia e a livre disposição dos valores a serem levantados, sem qualquer limitação de transferência”, conclui.

O secretário-geral da OAB/DF, Jacques Veloso, avalia como inadmissível a forma como o Banco do Brasil vem desrespeitando de forma contumaz as prerrogativas da advocacia. “Infelizmente, nós da advocacia temos enfrentado problemas recorrentes com o Banco do Brasil na liberação dos alvarás. Nossa ação tem por objetivo fazer com que esta instituição financeira tão importante para o país aprenda a respeitar a advocacia e as partes que estão envolvidas no processo. É inadmissível a demora de uma semana para a liberação de alvará. É igualmente inadmissível a recusa em depositar os valores em contas diversas. Tal conduta gera problemas contábeis para o advogado, gera problemas na relação com o cliente, além da demora para que o dinheiro efetivamente chegue aos verdadeiros destinatários. Isso tem que ser resolvido urgentemente.

O presidente da Associação dos Advogados Trabalhistas do Distrito Federal (AAT/DF), Carlúcio Coelho, ressalta a importância da iniciativa na defesa das prerrogativas da advocacia, constantemente violada pelos repetidos incidentes cometidos pelo Banco do Brasil. “O BB está demorando, no mínimo, 48 horas para a liberação de alvarás. Isso significa que o banco está usando o dinheiro dos nossos clientes em proveito próprio. Com a conduta, o BB está descumprindo ordem judicial e está se apropriando de dinheiro que não lhe pertence. Por isso estamos aqui em luta para que esta instituição financeira passe a respeitar a lei. Por ser uma instituição pública, o BB deveria ser o primeiro a dar o exemplo de cumprimento da legislação, e não é isso o que estamos vendo”.

Também estiveram presentes à iniciativa o diretor-tesoureiro da Seccional, Antônio Alves; o conselheiro Federal Severino Cajazeiras; o conselheiro Seccional Adelvair Pego Cordeiro; e os advogados Ana Lúcia Amaral, Dayane Cardoso, Ezequiel Florêncio, Isis Layanne, Joemil Alves de Oliveira, José Maria de Oliveira Santos, Joseni Santos e Rivail França.

Fonte: Ordem dos Advogados do Brasil/DF

Prefeitura de Várzea Grande e BB assinam convênio para ação social na cidade

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Foi assinado convênio entre a Prefeitura de Várzea Grande e o Banco do Brasil para execução de trabalho social a ser realizando no residencial São Benedito etapa 1,do Programa do Governo Federal, Minha Casa, Minha Vida, no valor de R$ 395.910,00 ,recursos do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), o que vai beneficiar 1.200 famílias.

O ato de assinatura ocorreu na manhã desta terça-feira (21), no gabinete da prefeita Lucimar Sacre de Campos e contou com a participação da Gerente Geral do Banco do Brasil,Gislene Aparecida Peperário, e do superintendente da instituição bancária de Várzea Grande Marcos Paulo Bancow.

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O convênio vai permitir que a secretaria de Assistência Social possa realizar o Projeto Social Preliminar (PTS-P),que é o levantamento de dados e diagnóstico das famílias para a preparação do Plano de Desenvolvimento Socioterritorial (PDST). Já nesse período serão realizadas ações de geração de renda, oficinas, palestras e cursos obedecendo aos Eixos de acordo com a Portaria nº 21, que rege sobre as obrigações sociais do Programa Federal.

Para a prefeita Lucimar Sacre de Campos, a articulação e a participação dos beneficiários com movimentos sociais, inclusos nas redes de Assistência Social, organizados em associações, conselhos, fica mais fácil interagir com o Poder Público buscando melhorias para a localidade onde vivem.

“Para se ter uma ideia o residencial São Benedito etapa 1 é constituído de 498 unidades habitacionais, localizado na região do Grande São Matheus e Parque Sabiá em nosso município. Significando que ali moram cerca de 1.200 pessoas ou mais só nesta etapa. As casas foram construídas sem os equipamentos públicos.Eles necessitam de unidade de saúde, espaço de lazer, escola entre tantas outras necessidades.Este Diagnóstico vai mostrar para nós o que é mais urgente.Fora isso a prefeitura já está construindo na Região uma unidade escolar e uma creche, o que vai minimizar os problemas de acesso das crianças em uma unidade escolar. Vão poder estudar perto onde residem. Este é o propósito deste convênio dar mais qualidade de vida a todos”, explicou a prefeita.

Para a Gerente Geral do Banco do Brasil ,Gislene Aparecida Peperario, Várzea Grande tem necessidades urgentes e o Banco do Brasil linhas de financiamentos para ajudar no desenvolvimento socioeconômico da cidade. “ Várzea Grande é uma cidade promissora, e hoje têm uma gestão forte, que mantém suas certidões negativas em dia e paga seus fornecedores. São pontos avaliados pelo Banco como fortes indicativos de se estabelecer e fornecer linhas de crédito. É o que estamos em curso hoje com a linha de financiamento que está em execução e o município cumprindo suas etapas , no asfaltamento da cidade com crédito de R$ 20 milhões. E após este financiamento a instituição bancária já estuda novas parcerias, para que Várzea Grande continue crescendo e desenvolvendo”, disse a gerente geral.

A secretária de Assistência Social, Flávia Omar,disse que o crédito concedido pelo Banco objetiva a articulação de políticas públicas, o apoio e a implementação de iniciativas de geração de trabalho e renda, visando à inclusão produtiva, econômica e social, de forma a promover o incremento da renda familiar e a melhoria da qualidade de vida da população moradora do residencial e ainda fomentando condições para um processo de desenvolvimento socioterritorial de médio e longo prazo.

“O Trabalho Social é um conjunto de estratégias, processos e ações, realizado a partir de estudos e diagnósticos integrados e participativos do território. Nesse diagnóstico são compreendidos dimensões: sociais, econômicas, produtiva, ambiental e político institucional do território e dos moradores daquela localidade. Após será feita a inclusão produtiva coerente com o potencial econômico e as características culturais da região, além de promover capacitação profissional e estímulo à inserção no ensino formal, especialmente de mulheres chefes de família, em situação de pobreza extrema, visando à redução do analfabetismo, o estímulo a sua autonomia e à geração de renda”, explicou.

A secretária destacou ainda que a conquista de uma moradia representa uma vitória, fortalece a base familiar e garante um futuro com tranquilidade e segurança. “Agora vamos promover o diagnóstico urbano social e concentrar esforços no assessoramento as famílias e grupos organizados no território para consolidação dos ganhos obtidos com a nova condição habitacional”.

Fonte: O Documento

Banco do Brasil anuncia novidade na remuneração dos seus 98 mil empregados

Publicado em: 15/08/2018

“A partir de agora, todo funcionário do Banco do Brasil, além de ser funcionário, é acionista da empresa”, revelou Paulo Rogério Caffarelli, presidente do banco, com exclusividade para VOCÊ S/A. Hoje, todos os 98.416 funcionários da ativa do banco ganharam três ações do BB. A novidade na remuneração dos servidores é parte de um plano de incentivo de resultados e representa de mais 9,6 milhões de reais em ações. “Mais do que o valor em si, é que a gente vai poder comunicar que todo empregado é também dono da empresa. Nosso mote agora, nossa campanha é que no Banco do Brasil você é atendido pelo dono”, diz Caffarelli.

Pelas regras do benefício, essas três ações não podem ser vendidas pelo servidor até que ele se aposente ou saia do banco. A ação fica custodiada pelo BB sob o CPF do servidor. Enquanto ele estiver na ativa obrigatoriamente ele tem que ser acionista do banco.

E a sua participação nas ações do banco pode aumentar ao longo dos anos, já que outra mudança também foi anunciada hoje: os servidores receberão metade do bônus semestral (por meio do Plano de Desempenho Gratificado – PDG – premiação vinculada ao resultado e ao desempenho dos funcionários participantes) em ações do banco. A outra metade é por crédito no cartão Alelo, empresa que tem como sócios o BB e o Bradesco.

As ações que o funcionário receber pelo PDG, conforme o seu desempenho, poderão ser monetizadas imediatamente, ou ele poderá ir criando a sua carteira de ações do banco, diz Caffarelli. O PDG, segundo o vice-presidente de gestão de pessoas do BB, João Rabelo, abrange milhares de servidores. “Dos 98 mil funcionários, 80 mil já fazem parte desse programa e a partir desse semestre vão receber essa parte em ações”, diz Rabelo.

Em conferência por telefone com VOCÊ S/A, os executivos deram mais detalhes sobre as mudanças e ações ligadas ao plano de incentivo voltadas ao engajamento dos servidores. Desde a chegada ao comando do banco, em 2016, Cafarelli orgulha-se de uma série de ações que fizeram subir o índice de satisfação e engajamento dos servidores do banco.

Em 2018, obteve-se o maior percentual histórico de respondentes (quase 70% dos funcionários do Banco) na pesquisa de satisfação, e o índice satisfação profissional mais alto dos últimos 15 anos: 83,6% do total.

Confira a entrevista:
VOCÊ S/A: O que muda na remuneração dos funcionários?
Paulo Rogério Caffarelli: Cada um dos funcionários do banco na ativa terá três ações na sua conta. Isso faz parte de um plano de incentivo de resultados, só que mais importante não é o valor em si, o mais importante é que a gente vai poder comunicar que todo colaborador, todo funcionário, todo empregado, além de ser colaborador, funcionário, empregado, é também dono, acionista da empresa. Nosso mote agora, nossa campanha é que no Banco do Brasil você é atendido pelo dono. E outra coisa, a partir de agora o bônus pago via Plano de Desempenho gratificado, o PDG, será pago metade em ações e a outra metade por crédito na Alelo.

VOCÊ S/A Como o senhor avalia o engajamento dos servidores do BB?
Paulo Rogério Caffarelli: A gente tem visto crescimento em relação ao engajamento com a causa do Banco do Brasil, com atendimento aos clientes, com o dia a dia do banco e assim por diante. Isso vale para quem está na linha de frente, nas agências, vale para quem está na sede do banco e para quem faz o back office do banco, que é o pano de fundo. Então a gente vem coroar isso, a gente está feliz que o pessoal vem se engajando. O nosso mote agora, a nossa campanha é: no Banco do Brasil você é atendido pelo dono.

VOCÊ S/A: O que o Banco do Brasil tem feito para aumentar a competitividade na atração de talentos em relação a outros bancos, como o Itaú e Santander, que crescem em relevância como marca empregadora?
Paulo Rogério Caffarelli: O que acontece na prática é que eu não consigo ir ao mercado e buscar um gerente pronto, buscar um analista de mercado de capitais pronto, um auditor pronto. Aqui o banco tem carreira única e o funcionário entra mediante concurso público. Então nós temos que estimular e preparar esses funcionários aqui no Banco do Brasil para que eles possam ter um encarreiramento.

VOCÊ S/A: O senhor poderia dar um exemplo de ação voltada ao desenvolvimento de carreira?
Paulo Rogério Caffarelli: Nós criamos no ano passado, um game chamado Game DesEnvolVer, é um programa de formação de funcionários que engloba os colaboradores em início de carreira: atendentes, caixas, supervisores do atendimento operadores de sala de autoatendimento. É um game nos moldes de um videogame: conforme a pessoa vai superando as etapas, vai ganhando certificações. Na hora de premiar aqui, na hora de nomear, a gente também leva em consideração esse desempenho.

VOCÊ S/A: Esse tipo de ação tem o objetivo de tirar a imagem de que o Banco do Brasil, por ser o mais antigo, tem ambiente menos moderno do que o apresentado pelos outros bancos?
Paulo Rogério Caffarelli: Ao mesmo tempo em que tenho essa dificuldade de não poder buscar um profissional pronto, eu tenho que formar, e a dificuldade de sofrer o reverso, muitas vezes o mercado vem buscar o profissional aqui e eu não tenho a contrapartida, também nós temos uma coisa muito importante: o funcionário vê aqui dentro uma perspectiva muito boa de crescimento na empresa.

VOCÊ S/A: Como funciona o crescimento de carreira?
Paulo Rogério Caffarelli: o crescimento não é mais como era no passado vinculado ao tempo de banco, é vinculado à meritocracia. Nós temos regras de meritocracia e na última ‘fotografia’ que nós tiramos, num volume de mais de 13 mil nomeações, nós tivemos 12 nomeações fora do critério. E essas 12 estavam fora do critério porque eram funcionários específicos para a área de tecnologia do banco que vieram com essa experiência de tecnologia de fora do banco.
João Rabelo, (VP de gestão de pessoas): Para todos os cargos há processos seleção, com critérios claros, desde executivos até gerente de contas. As pessoas que têm interesse em ser gerente de contas se oferecem para essa bolsa de talentos, são entrevistados e passam a pontuar e aí passam a participar de um grupo de selecionados que podem ter a sua promoção isso serve para gerente de conta, gerente de agência superintendente, até executivos da empresa.

VOCÊ S/A: Como é feita a avaliação da alta liderança do banco?
Paulo Rogério Caffarelli: Contratamos a Korn Ferry que fez um trabalho de avaliação, vice-presidentes, dos diretores, gerentes executivos, superintendentes, é um trabalho que envolve quase 600 pessoas no total, isso está no comando da empresa justamente para a gente revisitar se essas pessoas que estão no comando estão digamos adequadas a cumprir esse papel. As que não estão nos estamos treinando e preparando essas pessoas para que elas fiquem adequadas.

VOCÊ S/A: O que torna interessante o trabalho no BB?
Paulo Rogério Caffarelli: Temos situação interessante aqui que é a de proporcionar para o funcionário o crescimento dentro do banco. Ele pode ir para o exterior, pode trabalhar agência, na sede do banco, no mercado de capitais, no private, ele pode trabalhar na área de comércio exterior e até no centro cultural.

VOCÊ S/A: Como é o processo de seleção para quem quer seguir carreira internacional no Banco do Brasil?
Paulo Rogério Caffarelli: A gente frequentemente faz seleção para que as pessoas se habilitem a trabalhar em nossas agências no exterior. Esse processo foi criado recentemente também a gente cria uma “bolsa de talentos” para preenchimento das vagas quando necessário.Nós estamos construindo todo um instrumental que permite ao funcionário melhorar a sua formação e nisso também resultado gerado no banco. Isso serve para alta gestão, é um fenômeno em que todos passam a tangibilizar atitude.

VOCÊ S/A: quais as características da atitude valorizada pela sua gestão no Banco do Brasil?
Paulo Rogério Caffarelli: É o comprometimento
João Rabelo: A 4ª Revolução Industrial muda hábito de consumo e isso não é específico de uma classe ou grupo, vale para todos. Isso nos obriga a repensar constantemente a empresa. Nesse repensar constante temos que estar muito próximos dos nossos clientes para identificar as necessidades e essa atitude que o presidente Cafarelli diz é isso de identificar as oportunidades dentro das necessidades que o cliente tem, observar isso e tentar atender e continuar mantendo nosso propósito de ser um grande prestador de serviço para todos os nossos clientes.

VOCÊ S/A: Que outras ações o senhor tomou e que fizeram subir o engajamento dos funcionários com essa atitude e causa?
Paulo Rogério Caffarelli: desde a minha chegada, a gente começou a fazer o que a gente chama de Café com o Presidente. Já fiz 36 cafés em que recebo 20 funcionários que vêm de todos os lugares para escutá-los. Tivemos aqui o que a gente chama de Conselho diretor Itinerante, nós visitamos, conversamos com os administradores para saber o que precisa ser melhorado. Tem um site chamado Fale com o presidente em que o pessoal consegue sugerir uma série de ideias. Algumas a gente implementa, há ideias que dependem de tecnologia para implementar e ideias que a gente explica que não dá para implementar. Tem o Programa de Desempenho Gratificado que é um paradigma.
A gente criou uma rede social dentro de banco, e essa rede social é extremamente democrática no sentido de as pessoas podem se manifestar, então de uma certa maneira também reforçou essa abertura dos diálogos que nós fizemos. Trabalhamos a questão da equidade de gêneros. De forma a aumentar o número de mulheres participando da gestão, respeitando a diversidade.

Fonte: Exame

Banco do Brasil quer acrescentar “mais risco” às carteiras de crédito

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O Banco do Brasil vai acrescentar mais risco nas carteiras de crédito neste e no próximo ano, afirmou Bernardo Rothe, vice-presidente de gestão financeira e relações com investidores do BB, em coletiva sobre os resultados do segundo trimestre. “A tendência natural é a gente continuar a trazer mais riscos para a carteira trabalhando com o correntista e linhas de retorno mais elevado”, disse.

De acordo com o executivo, “a perspectiva para os próximo anos é de crescimento bastante alinhado ao mercado, ou seja, mais no crédito livre e menos no direcionado”. Rothe apontou que as projeções do banco para a expansão do crédito livre em geral estão em 7,3% para 2019 e 7,9% em 2020.

Apesar da tendência de aumentar o risco nas carteiras de crédito, o vice-presidente do BB explicou que a tendência é de no curto e médio prazo haver a redução das provisões para crédito de liquidação duvidosa (PCLD). “Dada a qualidade da carteira, a tendência de trimestre a trimestre é ter uma redução das PCLD”, disse.

Rothe ressaltou ainda o crescimento da recuperação de crédito. “O movimento tem sido bastante bom, com o terceiro trimestre melhor que o primeiro, mas não do que o segundo e o quarto trimestre, o melhor momento do ano.”

A instituição informou que as carteiras de crédito para pessoa física e a voltada ao agronegócio estão “crescendo dentro das projeções”. O vice-presidente do BB ressaltou ainda a redução do guidance de provisão para créditos de liquidação duvidosa (PCLD) para R$ 16 bilhões a R$ 14 bilhões, ante faixa anterior de R$ 19 bilhões a R$ 16 bilhões. No primeiro semestre, o BB realizou um gasto de R$ 7,8 bilhões referente ao PCLD.

De acordo com Rothe, a provisão bruta para liquidação de créditos duvidosos antes de recuperação vem caindo consistentemente. “Haverá uma melhora na provisão bruta no resto do ano e a tendência desse indicador é continuar a cair ao longo do tempo.”

Metas

Durante a teleconferência, o banco reafirmou a meta de alcançar 11% de capital principal em janeiro de 2022. Segundo o vice-presidente de gestão financeira e relações com investidores, o indicador tende a melhorar no resto do ano, assim como outros resultados que permanecem abaixo das metas.

O índice de capital principal da instituição, ou seja, o colchão de proteção contra perdas formado pelos ativos de maior qualidade, está em 9,61%, conforme dados de junho, um recuo de 0,15 ponto percentual em relação ao trimestre anterior.

Rothe ressaltou que todos os demais itens do resultado “já estão ou vão convergir para o guidance até o fim do ano”. A margem financeira, por exemplo, apresentou recuo de 8,1% na comparação do primeiro semestre com o mesmo período de 2017, mas, conforme Rothe, “tende a caminhar em direção à meta nos próximos trimestres”.

Em relação ao lucro líquido de 2018, Rothe afirmou que a expectativa do BB é que o resultado fique “no meio do guidance, um pouco acima disso”. A atual meta para o ano está na faixa entre R$ 11,5 bilhões a R$ 14 bilhões. No primeiro semestre o lucro líquido ajustado alcançou R$ 6,3 bilhões.

Um efeito estatístico também vai ajudar a levar o crescimento da carteira de crédito para pessoa jurídica do banco para dentro da meta. Conforme Rothe, “houve uma queda significativa no segundo semestre do ano passado na carteira PJ, então na comparação dezembro a dezembro vai nos colocar na meta”.

Dividendos

O banco informou que pretende melhorar a distribuição dos resultados no segundo semestre. “Nossa visão é que há espaço para trabalhar a redistribuição dos resultados no ano, que foi atrapalhada pela volatilidade [no primeiro semestre] e pela potencial volatilidade” dos próximos meses, disse Rothe.

O executivo reafirmou a meta de alcançar uma taxa de “payout”, ou seja, a distribuição de lucro como dividendo, juros sobre capital próprio ou recompra de ações, em 40% neste ano. “Tudo indica que vamos fazer o payout em 40%, mas vamos aguardar mais a volatilidade que pode acontecer no segundo semestre.”

Fonte: Valor Econômico

BB melhora resultados, sem se preocupar com eleições

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O crescimento do crédito para pessoa física, o aumento da receita com as tarifas, controle de despesas administrativas e a queda das despesas com provisões para calotes ajudaram o Banco do Brasil a chegar a um lucro líquido ajustado de R$ 6,3 bilhões no primeiro semestre de 2018 – alta de 21,4% na comparação com o desempenho dos primeiros seis meses do ano anterior. Levando-se em consideração apenas os números do segundo trimestre, o lucro ajustado foi de R$ 3,24 bilhões (alta de 22,3%) e o líquido bateu em R$ 3,135 bilhões (aumento de 19,7%).

O índice de inadimplência acima de 90 dias (Inad+90) da carteira de empréstimos caiu para 3,34% no terceiro trimestre – em 2017, nesse mesmo período, esse número era de 4,11%. Foi o quarto trimestre consecutivo de recuo. Daí o banco ter conseguido reduzir a provisão para perdas esperadas com inadimplência, que recuou 31,9% no comparativo 2017/2018, para R$ 3,58 bilhões.

O resultado obtido com a cobrança de tarifas, principalmente na linha de conta-corrente (alta de 7,2%), foi outro empurrão importante no resultado do banco. O aumento foi de 5,75% no primeiro semestre. Já as tarifas obtidas com a administração de fundos registraram crescimento de 13,2%.

FÔLEGO PARA O CRÉDITO

A carteira de crédito ampliada (pessoa física, agronegócio e pessoa jurídica) apresentou uma ligeira recuperação, de 1,5% na comparação entre o primeiro e o segundo trimestres. O melhor desempenho veio da PF, com alta de 2,2%, seguida pela modalidade agro, com aumento de 2,1%. A PJ teve um crescimento de apenas 0,1%.

Os destaques ficaram com a carteira de crédito consignado, com alta de 24% nas contratações, e na carteira de crédito imobiliário, que cresceu 90,3% entre o primeiro semestre de 2017 e de 2018. O financiamento de veículos (feito pelo BB e pelo Banco Votorantim), expandiu 11,7%, o que dá à instituição financeira uma participação nesse mercado de 22,2%.

Foi a primeira vez que todas as modalidades de crédito subiram desde o pós-crise. “O banco passou por um período grande de redução da carteira de crédito por causa de perdas, principalmente em micro e pequenas empresas”, explicou o presidente do banco, Paulo Caffarelli, durante a apresentação dos resultados, em São Paulo.

Segundo o executivo, o banco continuará a crescer nas operações de crédito para PF e vai melhorar “substancialmente” o resultado no segmento de PF no segundo semestre. “O caminho para os próximos trimestres está pavimentado. Tenho certeza de que colheremos novos ganhos”, sinalizou.

Mas, apesar de o segundo semestre ainda seguir sob forte tensão por conta do quadro imprevisível das eleições presidenciais, Caffarelli mantém o otimismo e acredita que será possível melhorar os números no segundo semestre, particularmente com uma estratégia mais agressiva em algumas linhas de crédito.

As despesas administrativas tiveram elevação de 1,2% no primeiro semestre, ante aumento salarial de 2,8% concedido aos funcionários.

Outra área de negócio que se destacou foi a de consórcios, com alta de 27% no comparativo entre o primeiro semestre de 2017 e o de 2018. O banco vendeu cerca de R$ 5 bilhões no primeiro semestre, chegando ao seu melhor patamar histórico. Esse volume responde por 59% de todo o volume negociado pela modalidade de janeiro a dezembro de 2017.

PRIVATIZAÇÃO

O executivo do BB não acredita que a instituição financeira sentirá os efeitos de um discurso de parte dos candidatos à Presidência da República, que propõe a privatização de empresas da União. Essa é a proposta, por exemplo, defendida por Paulo Guedes, coordenador do plano econômico de Jair Bolsonaro (PSL-RJ), líder em quase todas as pesquisas quando Luiz Inácio Lula da Silva (PT), preso em Curitiba, é excluído da lista de opções dos entrevistados. Em entrevista concedida à Reuters, em maio, o economista afirmou que a princípio não haveria restrição a nenhuma estatal no plano de privatização.

“A cultura organizacional do banco está acostumada a muitos anos de eleições, portanto, isso não nos afeta. Não perco nenhum segundo do meu sono por conta disso (a chance de privatizar o banco). Público ou privado no futuro, o banco segue rumo à consolidação. Não cabe a nós, mas sim aos acionistas, tomar esse tipo de decisão”, afirmou Caffarelli.

Ainda de acordo com o executivo, o clima eleitoral não tem afetado e não influenciará nos resultados do banco no segundo semestre. “A empresa sabe como agir em momentos como esse. Apesar de toda a volatilidade, temos condições para avançar e teremos um segundo semestre mais forte.”

FINTECHS

O presidente do BB também não demonstrou preocupação quanto ao crescimento das fintechs – startups que atuam com inovações tecnológicas no mercado financeiro. “Não tenho nenhum pingo de preocupação com as fintechs, ao contrário”, disse.

Segundo o executivo, os novos bancos que têm surgido sob o guarda-chuva da tecnologia são pequenos, com carteiras que oscilam entre 200 mil e 300 mil clientes. Caffarelli argumenta que o banco tem conseguido avançar entre os nativos digitais e oferecido alternativas de atendimento fora do ambiente das agências. Hoje, o BB já chegou a 2,2 milhões de clientes digitais e até o fim do ano a previsão é alcançar 3,3 milhões.

Dados do primeiro semestre mostram que 69% das contratações de crédito para pessoa física foram por meio do smartphone e 56% para financiamentos de veículos (contra 30% no acumulado entre janeiro e junho de 2017). O dispositivo tem gerado ainda 6 mil pedidos de emissão de cartão por dia.

As transações pela internet e telefone celular responderam por 77% do total de operações do BB no segundo trimestre. Além dos serviços para pessoa física, o banco também vai aumentar a oferta para as empresas. Por exemplo, com a contratação de Antecipação de Crédito ao Lojista (ACL) por meio de canais digitais.

Três ações para cada funcionário

Enquanto o presidente Paulo Caffarelli anunciava o lucro líquido de R$ 6,3 bilhões no primeiro semestre, cada funcionário do Banco do Brasil recebia uma nanoparticipação da instituição financeira. Os trabalhadores ganharam três ações BBAS3, independentemente do cargo ou do salário.

Pela cotação de ontem, equivale dizer que eles embolsaram por volta de R$ 100. Como os papéis fecharam em alta no pregão da BM&FBovespa, de 2,97%, os empregados do BB que passaram a fazer parte do mercado acionário já começaram com ganhos.

Mas os funcionários do banco não poderão negociar os papéis. Eles só terão direito a usufruir dos seus ganhos (ou arcar com perdas) quando deixarem o BB.

Apenas os funcionários da ativa receberam as ações que o banco tinha em sua tesouraria – um total de 295.248 papéis que mudaram de mãos. O BB terá a responsabilidade da custódia. Assim, os empregados não terão de arcar com esse custo.
A ideia dessa iniciativa, segundo Caffarelli, é que os funcionários do banco incorporem o “espírito de dono”. “Do foco no cliente é que virá a rentabilidade, o ganho de eficiência, o aumento de capital. Essa busca de rentabilidade não será de uma gestão, mas de milhares de donos que brigarão por isso”, disse.

Fonte: Estado de Minas

Canal digital do BB fecha mais de 27 mil acordos

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Empresas clientes do Banco do Brasil (BB) fecharam mais de 27 mil acordos de renegociação de dívidas usando a ferramenta de autoatendimento da instituição. Ao todo, R$ 2,04 bilhões foram renegociados por meio do Portal Solução de Dívidas, sem que as empresas precisassem se dirigir a uma agência. O valor médio negociado foi de R$ 75 mil por companhia.

O canal digital é focado nos segmentos de micro e pequenas empresas e pessoas físicas. Segundo o BB, a taxa de cumprimento das renegociações firmadas pelo portal são maiores do que as registradas por empresas de cobrança. Desde que foi criada, há quatro anos, a plataforma permitiu a realização de 480 mil acordos, no valor de R$ 6,1 bilhões. A menor participação de PJs nesse montante (34%) deve-se, segundo o banco, às características das dívidas empresariais, que são maiores e mais complexas.

A ferramenta possibilita visualização de todas as dívidas do cliente com o banco, assim como das propostas de renegociação oferecidas pela instituição. Se algum delas agradar ao cliente, o acordo pode ser selado imediatamente. Se houver mais de uma dívida, ele pode negociá-las em conjunto ou separadamente. Pode também propor um valor de entrada e parcelamento em 60 vezes ou pagamento à vista com desconto. O próprio portal gera os boletos.

A solução vale-se de algorítimos para propor abatimentos das dívidas levando em conta a probabilidade de recuperação do crédito. Os descontos podem ser bem atrativos, mas especialistas alertam para o fato de que, ao optar por eles, o cliente não terá mais acesso a linhas de empréstimo e financiamento do banco, uma vez que o abatimento é considerado prejuízo para a instituição.

A renegociação on-line também está disponível no aplicativo para celular do banco, mas o uso desse canal por PJs ainda é incipiente. Considerando internet e app, o BB já fechou 777 mil acordos com pessoas físicas e jurídicas, totalizando R$ 8,97 bilhões. A expectativa é que a conveniência do serviço, associada à crise econômica e ao aumento da inadimplência, acelere a busca por renegociações. O BB também usa as redes sociais para se aproximar de clientes endividados. Em sua página oficial no Facebook pessoas físicas e jurídicas podem enviar propostas de negociação por mensagem direta.

Fonte: Valor Econômico

Banco do Brasil leiloa 109 imóveis com lance mínimo de R$ 20 mil

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O Banco do Brasil vai realizar no dia 23 de agosto um leilão de 109 prédios entre imóveis residenciais e comerciais localizados nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro, sobretudo nas capitais.

De acordo com o banco, o leilão será realizado às 11h de forma online e presencial, e conta com lance mínimo de R$ 117 mil para agências antigas e R$ 20 mil para imóveis residenciais.

No Rio de Janeiro, serão leiloados imóveis nas cidades de Nova Friburgo, Petrópolis, Rio de Janeiro (capital) e Volta Redonda. Já em São Paulo, há um total de 66 cidades, entre elas Amparo, Bebedouro, Ibitinga, Itapeva, Leme, Mauá, Penápolis, Pirajui, Porto Feliz, Santa Cruz do Rio Pardo, São José do Rio Preto, São Pedro e Uchoa. Entre as oportunidades, um prédio comercial situado em uma área de 484,00m², na cidade de São José do Rio Preto, com lance mínimo de R$ 775 mil.

Investidores que quiserem participar presencialmente devem comparecer ao auditório na Rua Pio XI, Alto da Lapa, na capital paulista. Os lances online, por sua vez, podem ser feitos no site do leiloeiro responsável, a Lance no Leilão.

O Banco Brasil ressalta ainda, que existindo valores não quitados de IPTU, ITR, CCIR, laudêmio (taxa de transação para a União) e condomínio, o banco ficará responsável pela quitação até a efetivação do registro da transferência do imóvel ao arrematante.

Fonte: Infomoney

BB suspende financiamento na linha Pró-Cotista para imóveis usados

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O Banco do Brasil anunciou, nesta quarta-feira, a suspensão de financiamentos imobiliários através da linha Pró-Cotista para aquisição de imóveis usados. A modalidade utiliza recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e oferece os juros mais baixos do mercado. De acordo com o BB, a linha só continua em operação no banco para compra de imóveis residenciais novos com taxa anual a partir de 9% mais Taxa Referencial (TR), com prazo máximo de 30 anos.

O orçamento disponibilizado pelo Conselho Curador do FGTS para a modalidade em 2018 chegou ao fim no banco, que não informou o volume de recursos liberado para o ano. Atualmente, a Pró-Cotista é operada apenas por Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil.

Antes do Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal (CEF) já havia interrompido as operações na linha Pró-Cotista também para imóveis usados por causa do esgotamento de recursos.

De acordo com a Caixa, o volume de recursos disponibilizados pelo Conselho Curador do FGTS para 2018 na linha Pró-Cotista foi de R$ 3,5 bilhões, sendo R$ 1,4 bilhão para imóveis usados e R$ 2,1 bilhão para imóveis novos. A Caixa garantiu que o estoque de processos em andamento será contemplado.

Entenda a modalidade

A linha Pró-Cotista é uma modalidade de financiamento que utiliza os recursos do Programa Especial de Crédito Habitacional ao Cotista do FGTS. Para ter acesso a essa linha, o consumidor precisa ter conta ativa no FGTS e um mínimo de 36 contribuições. Caso a conta esteja inativa, é necessário que ela tenha saldo superior ou igual a 10% do valor do imóvel.

Bancos privados entram na operação

O Santander começou a operar na modalidade e oferecer empréstimos para compra da casa própria por meio da linha Pró-Cotista, tornando-se o primeiro banco privado a fazê-lo. De acordo com o banco, neste primeiro momento, as operações serão restritas e só serão elegíveis para financiamento pela Pró-Cotista imóveis de empreendimentos que já são financiados pelo próprio Santander.

O Santander Brasil define como pré-condições para concessão de recursos o prazo máximo de 30 anos para o financiamento. O produto tem taxa de 8,4% ao ano, mais atualização pela TR.

O Bradesco informou que começará a operar a linha Pró-Cotista a partir de janeiro de 2019, mas as condições ainda serão definidas. Já o Itaú-Unibanco informou que a implementação da modalidade ainda depende de estudos dentro da instituição financeira.

Fonte: Jornal Extra

Lucro ajustado do BB aumenta 22% e passa de R$ 3 bilhões no trimestre

Publicado em: 09/08/2018

O Banco do Brasil (BB) apurou lucro líquido ajustado de R$ 3,240 bilhões no segundo trimestre, o que representa alta de 22,3% em relação ao mesmo período do ano passado. O número veio acima da projeção média de analistas consultados pelo Valor, que era de R$ 3,172 bilhões. O lucro líquido contábil ficou em R$ 3,135 bilhões, indicando aumento de 19,7% na comparação anual.

Números do BB

A margem financeira bruta somou R$ 12,595 bilhões entre abril e junho, uma queda de 4,7% frente ao segundo trimestre de 2017. A carteira de crédito ampliada caiu 1,5%, a R$ 685,462 bilhões.

As receitas com tarifas subiram 5,7% na comparação anual, para R$ 6,798 bilhões. Segundo o BB, esse resultado está ligado diretamente ao desempenho dos negócios, a maior quantidade de dias úteis e aos efeitos sazonais do trimestre.

As despesas administrativas aumentaram 2,6%, para R$ 8,070 bilhões. O retorno sobre o patrimônio líquido ajustado pelo critério de mercado ficou em 13,8% no segundo trimestre, de 13,2% no primeiro e 12,8% no mesmo período do ano passado.

As despesas líquidas com provisões para devedores duvidosos (PDD) caíram 31,9% em relação aos três meses até junho de 2017, para R$ 3,583 bilhões. Na comparação com o primeiro trimestre do calendário atual, houve recuo de 15,6%. Na primeira metade de 2018, a instituição contabilizou R$ 7,827 bilhões em despesas com PDD, o que representa queda de 29% em relação ao mesmo período do ano passado. A redução reflete uma melhora no risco de crédito no país.

Diante desses números, o Banco do Brasil melhorou a previsão de despesas com PDD neste ano e passou a estimar uma faixa de R$ 14 bilhões s R$ 16 bilhões para o indicador. Anteriormente, a expectativa era um intervalo entre R$ 16 bilhões e R$ 19 bilhões.

Inadimplência

A inadimplência acima de 90 dias ficou em 3,34% em junho, ante 3,65% em março e 4,11% no sexto mês de 2017. É o quarto trimestre seguido de queda. Segundo o BB, se um caso específico fosse desconsiderado, a inadimplência ao fim do segundo trimestre teria ficado em 2,92%, retornando a patamares próximos à série histórica.

No caso da carteira de pessoa jurídica, a inadimplência se situou em 5,20% em junho, de 5,76% em março e 7,35% em junho de 2017. Para pessoa física, a inadimplência correspondeu a 3,33%, ante 3,49% e 3,34%, respectivamente. E na carteira de agronegócio, o índice foi de 1,61%, de 1,85% e 1,39%, na mesma base de comparação.

No caso de pessoa física, a linha com maior índice de inadimplência é CDC salário, com 4,94%. Na sequência, apareceram cartão de crédito (3,47%) e financiamento imobiliário (2,15%). Em pessoa jurídica, a inadimplência é maior em recebíveis (6,01%), seguido de capital de giro (5,21%) e investimento (3,30%). Na carteira do agronegócio, a inadimplência mais elevada é na linha Pronamp (2,75%), seguida de Pronaf (1,96%) e custeio agropecuário (1,02%).

O BB também divulga o indicador de new NPL/carteira de crédito, que representa uma tendência da inadimplência futura. Esse índice caiu a 0,55% no segundo trimestre, depois de marcar 0,99% no primeiro e 1,07% no segundo trimestre de 2017.

No caso da inadimplência de curto prazo, o BB registrou taxa de 1,93% — estável em relação a junho do calendário anterior, mas 0,11 ponto percentual superior àquela observada em março. O indicador mede operações de crédito com atraso entre 15 e 89 dias.

Carteira de crédito

O BB chegou ao fim de junho com R$ 685,462 bilhões em sua carteira de crédito ampliada, que inclui títulos, avais e fianças. O volume cresceu 1,5% em relação a março, mas encolheu 1,5% ante junho do calendário anterior.
O estoque de operações com pessoas físicas somava R$ 189,628 bilhões no fim de junho, com aumento de 2,2% em três meses e também de 2,2% em um ano. O BB teve desempenho positivo nas linhas de crédito consignado, financiamento imobiliário e cartão de crédito. Na comparação anual, o saldo de financiamento de veículos, empréstimo pessoal e cheque especial encolheu.

A carteira de pessoa jurídica terminou junho com R$ 219,677 bilhões em empréstimos e financiamentos. O volume aumentou 0,1% em relação a março, mas diminuiu 6,2% perante um ano antes. O estoque de operações com empresas de todos os portes encolheu tanto na comparação trimestral quanto na anual. O desempenho positivo ficou por conta das linhas para o governo.
A carteira do agronegócio totalizava R$ 187,941 bilhões, 2,1% maior que em março e 0,1% superior ao volume apresentado em junho de 2017.

Fonte: Valor Econômico

Novo gerente da agência do BB em Pedro II toma posse

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A agência do Banco do Brasil de Pedro II passa por mudanças na sua administração e conta agora com novo gerente. Ele é Fernando Leopoldo, o mesmo estava atuando na agência do Banco do Brasil da cidade de Picos e agora segue com sua missão no município de Pedro II. A posse de Fernando Leopoldo aconteceu na manhã da última segunda-feira (06/08).

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O momento foi prestigiado pelos funcionários da agência e pela imprensa. Edinaldo Soares, um dos funcionários da agência, deu as boas vindas a todos, logo em seguida, o superintendente regional do banco do Brasil, Silvio Luiz, seguiu com a fala e uma das suas orientações foi pedir que Fernando Leopoldo, mantenha através da agência, o desenvolvimento na cidade. “Seja bem vindo a esta agência, e que através da sua administração, com a colaboração de todos os nossos companheiros, você possa continuar mantendo o desenvolvimento no município com as oportunidades dos programas que serão oferecidos por esta agência”, disse.

Silvio Luiz também recomendou. “Cuidem dessa agência, mas cuidem principalmente de vocês e mantenham a agilidade no atendimento ao público. Também desejo que com sua experiência, Fernando, você faça um belo trabalho e tenha a certeza que Deus estar presente no meio de cada um de vocês”, complementou.

O novo gerente agradeceu pela recepção e prometeu dar continuidade aos trabalhos e parcerias no município. “Prazer estar aqui, obrigado pela recepção, iremos dar continuidade aos serviços oferecidos pelo Banco do Brasil e vamos manter e criar novas parcerias. Acredito que será uma experiência um pouco diferente, mas com Deus será uma experiência de muito sucesso nesta agência em Pedro II”, disse Fernando Leopoldo.

Fernando Leopoldo já realiza o seu trabalho normalmente, mas continua inteirando-se do funcionamento da agência e segue conhecendo o perfil dos clientes do Banco do Brasil em Pedro II.

Fonte: Portal do Dia

BB irá indenizar cliente que passou seis horas na fila no Rio de Janeiro

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O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) condenou o Banco do Brasil a pagar uma indenização a um cliente que passou seis horas na fila de uma agência somados dois dias de atendimento. O valor estipulado pela 20ª Câmara Cível é de R$ 6 mil.

O cliente passou o tempo na fila para tentar resolver um problema com o banco. Não ação, é apontado que o homem teve que ir duas vezes à agência. No primeiro dia ele esperou duas horas e 30 minutos antes de ser atendido. Já no segundo, ele passou mais três horas e 20 minutos.

A decisão é do desembargador Alcides da Fonseca Neto, que considera que o tempo do cliente foi desperdiçado, o que se caracteriza como um desvio produtivo. Ele explicou que “o fato ou evento danoso que se consuma quando o consumidor, sentindo-se prejudicado, gasta o seu tempo vital — que é um recurso produtivo — e se desvia das suas atividades cotidianas — que geralmente são existenciais”.

O desembargador ainda apontou que o Rio de Janeiro determina que o tempo máximo de espera em filas de banco é de 20 minutos em dias normais e de 30 minutos em véspera e após o feriado.

Fonte: Pleno News

BB e Bradesco são os mais atingidos pelos ataques às agências bancárias

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O Banco do Brasil e o Bradesco são as duas instituições financeiras com maior rede de atendimento no interior do Brasil e, por isso, estão mais expostas à onda de ataques. Os dois bancos informaram que estudam maneiras de amenizar os problemas causados pela falta de dinheiro nas pequenas cidades.

Em nota, o BB diz que “lamenta transtornos provocados em praças onde suas agências são alvo constante de explosões e arrombamentos”. O banco não informou o número de postos de atendimento (PA) que operam sem dinheiro, mas diz que investe em tecnologias para “manutenção da circulação de numerário nas cidades”.

O BB informa ainda que trabalha com a polícia para “combater o crime organizado e propiciar condições de funcionamento de agências”. A preocupação, cita a nota, é não pôr em risco a segurança da população e empregados.

Já o Bradesco informou que “iniciou período de avaliação da sua política de fluxo de recursos em alguns postos”. Atualmente, o banco tem cerca de 4,8 mil PAs e cerca de 1% está sendo avaliado sobre o funcionamento sem dinheiro. “O objetivo é oferecer nossa contribuição para preservar condições de segurança dessas comunidades”, diz o banco.

Em nota, o Bradesco avalia como “inadmissíveis as consequências sociais da violência causada pelos ataques”. Para tentar contornar o problema, o banco quer intensificar o uso dos cartões nessas cidades. “Uma alternativa viável e de rápida implementação”, cita a nota.

O diretor de clientes e canais da Caixa Econômica Federal, Julio Volpp, disse que o sistema usado para gerenciamento das lotéricas analisa qualquer necessidade de numerário e, por isso, não deveria ocorrer falta de dinheiro, como visto na lotérica de São Miguel do Tapuio (PI). “Pedirei averiguação desse caso. Nosso trabalho é não permitir que isso aconteça”.
O executivo explicou que o custo do envio de dinheiro da transportadora de valores até a lotérica é custeado pelo próprio agente lotérico. A Caixa tem um grupo de parceiros com transporte de valores subsidiado, mas o programa beneficia apenas as lotéricas mais movimentadas das grandes cidades.

A Federação Brasileira dos Bancos informou que o setor investe cerca de R$ 9 bilhões em segurança anualmente, o triplo do investido há dez anos. Já o Banco Central se limitou a dizer que não tem informações sobre o número de postos de atendimento sem dinheiro.

Fonte: Diário do Comércio

Prédio antigo do BB de Amparo será leiloado com mais 108 imóveis

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Na região de Bragança Paulista, será leiloado um imóvel que já abrigou uma agência do Banco do Brasil, na cidade de Amparo. A agência já está desativada e o prédio comercial fica na Praça Monsenhor João Batista Lisboa, 64, no centro de Amparo. O lance mínimo é de R$ 2.086.000,00.

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O leilão acontece de forma presencial e online. Entre os imóveis, 39 são unidades de agências, sendo 32 antigas agências da Nossa Caixa e 7 do Banco do Brasil.

Além deste imóvel em Amparo, no Estado de São Paulo o leilão pretende vender imóveis nas cidades de Bebedouro, Ibitinga, Itapeva, Leme, Mauá, Penápolis, Pirajui, Porto Feliz, Santa Cruz do Rio Pardo, São José do Rio Preto, São Pedro e Uchoa.

Os investidores que desejarem participar presencialmente do leilão devem comparecer ao auditório na Rua Pio XI, 743, Alto da Lapa, em São Paulo capital. Já para os lances online, os interessados devem fazer o cadastro com até 48 horas de antecedência da data do leilão no site www.lancenoleilao.com.br. Tanto pessoa física quanto jurídica podem participar.

Fonte: Bragança em Pauta

Veja o que os bancos oferecem para atrair sua conta-salário

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As novas regras de portabilidade das contas-salário entraram em vigor há um mês e já produziram seu primeiro efeito prático, segundo economistas: uma ofensiva dos bancos, especialmente os digitais, para atrair os correntistas da concorrência. As instituições financeiras ainda estão contabilizando os dados iniciais da migração de clientes.

A medida do Banco Central simplifica o processo de mudança para o consumidor que quer levar sua conta-salário para outra instituição. A portabilidade dessa modalidade existe desde 2006, mas só podia ser feita para uma conta de depósito tradicional.

Agora, o correntista pode solicitar a portabilidade de sua conta-salário com um procedimento semelhante ao da telefonia: basta pedir a transferência na instituição financeira para a qual quer migrar, sem contato com a anterior.

— A medida incentiva as instituições a serem proativas e procurarem os correntistas para oferecer vantagens — avaliou o professor Luis Braido, da Escola Brasileira de Economia e Finanças da Fundação Getulio Vargas (EBEF/FGV).

No caso dos bancos digitais, o perfil dos consumidores que estão pedindo a migração é de pessoas com idade de 20 a 30 anos (70%), oriundas de um dos cinco maiores bancos do país (82%), segundo dados preliminares do Nubank.

— As novas regras de portabilidade podem ser uma alternativa para quem quer reduzir os gastos com as tarifas. Além disso, representam uma possibilidade de inclusão financeira para as pessoas que não têm contas-correntes e pretendem utilizar somente os cartões das instituições — ressaltou Ione Amorim, economista do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec).

Uma preocupação da economista é em relação à idoneidade das instituições financeiras, especialmente dos bancos digitais. O Idec informou que enviará carta ao Banco Central e à Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), ligada ao Ministério da Justiça, questionando a falta de canais para a consulta de informações das empresas.

O que cada um oferece

Itaú

Entre as vantagens que oferece para quem recebe seu salário pelo banco estão prazo de até 90 dias para pagar a primeira parcela do crédito pessoal, desconto de até 10% para contratar o seguro do automóvel e 50% de abatimento em cinemas e teatros.

Santander

O cliente pode ter acesso a taxas diferentes nos produtos de crédito e investimento, e pode escolher a conta que mais combina com seu perfil.

Nubank

A NuConta é uma conta isenta de tarifas de manutenção ou taxas para a realização de transferências para qualquer banco. Além disso, o dinheiro aplicado nela rende automaticamente 100% do CDI, com liquidez diária.

Original

Oferece benefícios para quem migrar o salário para o banco, entre eles pacote de tarifas grátis e anuidade grátis no cartão de crédito. Quando o primeiro salário cair na conta, o correntista tem direito a 50% de desconto na taxa do cheque especial e a 50% de desconto na taxa de empréstimo pessoal. O site do Banco Original teve um aumento de 300% nas visitas. A meta do banco é um aumento de 38% na abertura de contas até o fim do ano.

Caixa Econômica Federal

A Caixa não faz cobrança de tarifas por transferência automática da conta-salário, por emissão de um cartão magnético, por efetivação de cinco saques e, mensalmente, por duas consultas de saldo e até dois extratos da movimentação dos últimos 30 dias. A Caixa oferece isenção ou desconto em tarifas bancárias, taxas e prazos diferenciados para financiamento habitacional, taxa de juros diferenciada no cheque especial, e condições especiais em linhas de crédito (crédito pessoal, Crédito Auto, Crédito Imóvel Próprio).

Banco do Brasil

O consumidor pode utilizar o aplicativo do banco para migrar sua conta-salário. O banco oferece um pacote de serviços e anuidade grátis no cartão Ourocard, com isenção de um ano. A instituição financeira também oferece taxas competitivas para várias modalidades de crédito.

Bradesco

As condições variam de acordo com as parcerias estabelecidas com empresas públicas e privadas e o perfil dos clientes.

Fonte: O Globo

Ferramenta inédita permite cliente do BB enviar remessas ao exterior pelo celular

Publicado em: 02/08/2018

A partir de agora, os clientes pessoas físicas do Banco do Brasil (BB) podem enviar recursos para parentes ou amigos no exterior por meio do smartphone. O banco lançou uma ferramenta no aplicativo da instituição que permite o envio de até quatro remessas de US$ 3 mil (ou o equivalente em outras moedas), em um período de 30 dias.

Inédita no Brasil, a ferramenta permite transferências internacionais via Swift (com código de 8 a 11 caracteres que indica o banco, o país, a região e a filial). Para remessas em dólares para a manutenção de residentes e de estudantes, o cliente pode enviar os recursos por meio do convênio entre o BB e a Western Union, empresa especializada em transferências internacionais.

O cliente também pode receber ordens de pagamentos do exterior pelo celular. Após fazer o login no aplicativo, basta acessar a opção Câmbio, disponível no menu, e, em seguida, escolher o item Ordens de Pagamento.

Segundo o BB, o serviço traz agilidade no envio de remessa para o exterior, simplifica o fluxo de transação, com atendimento totalmente digitalizado e débito direto na conta-corrente. Desde 2015, o banco oferecia o envio simplificado de remessas ao exterior na página da instituição na internet. Agora, o serviço também pode ser feito no aplicativo.

Em fevereiro, o Banco do Brasil permitiu a compra de dólares por smartphones. Em abril, o serviço foi expandido para a aquisição de euros.

Fonte: IstoÉ Dinheiro

Funcionário com 32 anos de BB assume como diretor de governo do banco

Publicado em: 26/07/2018

Após algumas semanas de espera, o Banco do Brasil indicou anteontem, dia 23, o novo diretor de governo da instituição. O posto será ocupado por Ênio Mathias Ferreira, que está há 32 anos no banco. Ele assume a vaga aberta com a nomeação de João Pinto Rabelo Jr para vice-presidente, na esteira dos anúncios que o BB fez no início do mês.

O BB também aprovou um rearranjo de áreas. Com isso, a diretoria de gestão de pessoas deixa a vice-presidência de distribuição de varejo e passa a integrar a vice-presidência de gestão de pessoas, operações e suprimentos, comandada por Rabelo Jr. Procurado, o BB não comentou.

Fonte: Estadão

Bancos eliminaram 2.846 vagas no primeiro semestre, diz Caged

Publicado em: 25/07/2018

Os bancos eliminaram 2.846 postos de trabalho em todo o país no primeiro semestre de 2018. Foram 13.948 admissões e 16.794 desligamentos no período. Apenas em junho, 171 empregos foram eliminados. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Emprego é o assunto a ser discutido na próxima mesa de negociação com a Fenaban da Campanha Nacional Unificada 2018.

Os bancos múltiplos com carteira comercial – categoria que engloba Itaú Unibanco, Bradesco, Santander e Banco do Brasil – foram responsáveis pelo fechamento de 1.804 postos nos seis primeiros meses do ano. A Caixa eliminou 1.101 postos no período, em grande parte devido ao Programa de Desligamento de Empregados, lançado em 22 de fevereiro. Juntos, esses cinco bancos empregam cerca de 90% dos bancários no país.

Campanha 2018 reivindica defesa dos empregos

A Campanha Nacional Unificada 2018 da categoria bancária começou em maio, com a entrega da pauta de reivindicações à Fenaban no dia 11, e um dos principais eixos é justamente a defesa dos empregos, tema da próxima rodada de negociação com os bancos, na quarta-feira 25.

O lucro dos cinco maiores bancos que atuam no país (Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Itaú e Santander) passou de R$ 58 bilhões, em 2016, para R$ 77,4 bilhões em 2017, crescimento de 33,5%.

No 1º trimestre de 2018, foram R$ 20,6 bilhões de lucro, 20,4% de aumento em relação a igual período de 2017, quando essas instituições lucraram R$ 17,1 bilhões.

“Os números demonstram que, apesar do setor da economia que mais lucra, independentemente de qualquer crise, os bancos não contribuem com a sociedade na manutenção e oferta de postos de trabalho. Pelo contrário, eliminam cada vez mais vagas, ao mesmo tempo que aumentam as tarifas e elevam os juros”, salienta Neiva Ribeiro, secretária-geral do Sindicato.

Desde 2012 bancos lucraram R$ 426,4 bilhões

A partir de 2012, assiste-se a nova inflexão no emprego bancário, com o saldo de empregos no setor sistematicamente negativo, acumulando 57.045 postos de trabalho a menos entre janeiro de 2012 e junho de 2018. De 2012 a 2017, houve uma redução de 11,5% na categoria. No mesmo período (2012 a 2017), os cinco maiores bancos lucraram R$ 426,4 bilhões em termos reais. Somente em 2017, estas mesmas instituições financeiras eliminaram 17,9 mil postos de trabalho.

São Paulo registrou 57,8% das admissões e 53,7% do total de desligamentos, apresentando o maior saldo negativo no emprego bancário no período analisado, com 955 postos fechados no ano.

Desigualdade entre homens e mulheres

As 6.729 mulheres admitidas nos bancos entre janeiro e junho de 2018 receberam, em média, R$ 3.452. Esse valor corresponde a 71% da remuneração média recebida pelos 7.219 homens contratados no mesmo período. A diferença de remuneração entre homens e mulheres também é verificada nas demissões. As 8.338 mulheres desligadas dos bancos recebiam, em média, R$ 5.571, o que representou 74% da remuneração média dos 8.456 homens desligados dos bancos.

Faixa Etária

Os bancos continuam concentrando suas contratações nas faixas etárias até 29 anos, em especial entre 18 e 24 anos. Foram criadas, de janeiro a junho, 5.142 vagas para trabalhadores até 29 anos. Acima de 30 anos, todas as faixas apresentaram saldo negativo (ao todo, menos 7.988 postos), com destaque para a faixa de 50 a 64 anos, com fechamento de 3.958 postos no período.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Negociação entre BB e Comando dos Bancários traz poucos avanços

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A terceira mesa de negociações entre Comando Nacional dos Bancários, representado pela Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil, e o banco aconteceu nesta segunda 23, na sede do BB em Brasília. Conforme divulgado no calendário das negociações, o encontro tratou dos temas da Minuta de Reivindicações do Acordo Coletivo Aditivo (ACT) relacionados a Saúde do Trabalhador e Segurança Bancária.

A Comissão de Empresa abriu a reunião fazendo um relato dos problemas de afastamentos e adoecimento dos funcionários que, em muitas das situações são causados pela forma de cobrança das metas. Muitas delas são estabelecidas no BB fora do acordo de trabalho das equipes e com o controle e solicitação exclusiva do gestor, sem ligação com as metas das agências, no caso do BB, o sistema Conexão.

Os funcionários reclamam que as metas geralmente não precificam o mês de férias, o que faz com que até no período de gozo da folga o funcionário não descanse por aquele mês constar como queda de rendimento.

O banco ficou de avaliar essas situações com as áreas gestoras para entender melhor os problemas.

Cobrança de metas de caixas fora do horário

A Comissão de Empresa relatou ainda que tem recebido muitas reclamações de caixas, cuja cobrança de metas tem sido feita pelos chamados caixas líderes, em muitos casos, fora do horário de trabalho e descumprindo o ACT. Essas cobranças são incentivadas pela Plataforma de Suporte Operacional, mas os exageros não estão sendo coibidos. O banco solicitou que a representação dos bancários informasse as situações pontuais para que a prática seja coibida.
Correspondentes bancários dentro das agências

Foram denunciadas também várias situações de correspondentes bancários dentro das agências, atuando nas salas de autoatendimento e até nas mesas de trabalho. Há uma reivindicação na minuta para que essa prática seja proibida, uma vez que traz para o ambiente interno uma concorrência de venda de produtos e serviços que prejudica a realização das tarefas dos funcionários, além de trazer insegurança jurídica para a empresa.

O banco foi categórico ao afirmar que o correspondente bancário não é para atuar dentro da agência e vai orientar as unidades a cumprir o que determina a norma do Banco Central.

Sem avanços nas questões de saúde

Nas questões específicas de saúde, não houve avanços e o banco se comprometeu a renovar as cláusulas do ACT que tratam desse tema.

Algumas cláusulas tratadas também sem avanços ainda serão objeto de discussão sobre redação.

Intervalo intrajornada ou intervalo de almoço

Uma novidade colocada pelo banco foi a proposta de flexibilização do intervalo de almoço. Ao funcionário de 6 horas passaria a possibilidade de intervalo de 15 até 30 minutos e para os funcionários de 8 horas, seria permitida a redução do intervalo para até 30 minutos. Em ambos os casos, normatizado no ponto eletrônico e sem opcional pelo funcionário, não sendo obrigatória a flexibilização.

Proposta para a Cassi

A representação dos trabalhadores protocolou ao banco uma nova proposta para a Cassi, construída junto aos sindicatos, com o objetivo de mais uma vez chamar o banco à negociação na Mesa Específica da Cassi. Desde que a mesa foi interrompida, não houve nenhum avanço concreto de propostas e isso tem causado insegurança aos funcionários.

Para Wagner Nascimento, coordenador da Comissão de Empresa, a mesa não trouxe avanços significativos, o que frustra os funcionários, principalmente no que se refere às questões de saúde, afastamentos e em relação às metas abusivas. “A perda de comissão no retorno de licença saúde é um ponto que assombra muitos bancários e esperávamos um avanço maior. Esperamos que ainda no decorrer do processo de negociação, tenhamos respostas efetivas sobre saúde e segurança.”

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Seis das principais estatais têm possível débito trabalhista de R$ 43,8 bilhões

Publicado em: 19/07/2018

O julgamento de uma ação bilionária com ganho de causa para funcionários da Petrobras nas últimas semanas evidenciou a dimensão dos passivos trabalhistas que ameaçam as finanças das estatais. Levantamento feito pelo GLOBO com as seis principais empresas públicas do país — Petrobras, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Eletrobras, Correios e BNDES — mostra débito possível de R$ 43,8 bilhões (dados do 1º trimestre de 2018). Desse montante, R$ 14,2 bilhões são considerados como “risco de perda provável”. Ou seja, são dados como praticamente perdidos e têm que ser provisionados dentro do balanço financeiro das empresas.

O débito possível representa 7,6% do total do patrimônio líquido (que exclui as dívidas e mostra a saúde financeira) dessas empresas. Por outro lado, só o passivo provável corresponde a quase todo o lucro que as estatais tiveram no primeiro trimestre deste ano, de R$ 14,9 bilhões. Isso significa que, apesar de deixarem provisionados em seus balanços os valores que consideram perdidos, qualquer surpresa nas decisões judiciais que não estão provisionadas pode representar um aperto no manejo financeiro dessas estatais. Em última instância, a situação pode prejudicar decisões de investimento e afetar a imagem de empresas perante investidores.

— Uma empresa com um passivo desses no balanço perde valor em Bolsa. O risco nesses casos é grande, porque a Justiça do Trabalho é protetiva (ao trabalhador) no sentido de que essas verbas discutidas são consideradas como de natureza elementar — diz a advogada Maria Lúcia Benhame, sócia do escritório Benhame Sociedade de Advogados.

Em empresas menores, a fragilidade é ainda maior e ameaça efetivamente o patrimônio das estatais. No Serpro, responsável pelo processamento de dados federais, dois acordos fechados com funcionários e uma decisão judicial a favor de um grupo de empregados, no fim do mês passado, geraram uma conta milionária para a empresa, de R$ 351 milhões. O número não só é bem maior que o lucro obtido pela estatal no trimestre, de R$ 73 milhões, como representa metade de todo o patrimônio líquido da empresa. Os acordos foram feitos para evitar prejuízo muito maior: a empresa calculava que, se perdesse esses processos integralmente na Justiça, a conta seria superior a R$ 1 bilhão.

Para os especialistas, os passivos altos refletem uma combinação de fatores, que vão desde falhas de gestão estratégica até a morosidade da Justiça no país, que leva processos a tramitarem por décadas e a atingirem cifras vultosas após correção monetária. No caso do Banco do Brasil, por exemplo, só a atualização monetária engordou o passivo provável em R$ 56 milhões no período de um ano. Nos Correios, o aumento foi de R$ 1,8 milhão apenas entre dezembro de 2017 e março de 2018.

O Globo

Os passivos trabalhistas são corrigidos pela Taxa Referencial e por juros (simples) de 1% ao mês. No caso do Serpro, um dos acordos, feito em processo que se alongava há quase 30 anos no Tribunal Regional do Trabalho (TRT) do Rio, deu a dez empregados da empresa o direito de receber R$ 80 milhões, após todas as correções e juros referentes às três décadas. Eles foram demitidos em 1989 e pediam reintegração. Há casos em que um único empregado receberia R$ 25 milhões, conforme revelou o colunista do GLOBO Ascânio Seleme.

PETROBRAS E ELETROBRAS TÊM OS MAIORES PASSIVOS

O maior passivo é o da Petrobras, que tinha provisionados, até março, R$ 4,7 bilhões para perdas prováveis. O número é mais da metade do lucro da estatal no primeiro trimestre, de R$ 6,96 bilhões. Outros R$ 24 bilhões são questionados em ações judiciais, mas são considerados como “saída de recursos não provável ou para os quais não seja possível fazer uma estimativa suficientemente confiável do valor da obrigação”.

A principal dessas ações foi julgada há 15 dias pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST), que deu ganho de causa para os funcionários da Petrobras. O processo, que envolve um conjunto de ações coletivas movidas por trabalhadores de 15 estados, discute o cálculo de remunerações adicionais dos empregados da estatal e contempla 51 mil funcionários ativos e inativos da petroleira. Os sindicatos querem que adicionais, como periculosidade, fiquem de fora do cálculo da remuneração mínima e sejam pagos separadamente. Se não conseguir sucesso em seu recurso no Supremo Tribunal Federal (STF), a Petrobras poderá ter um impacto nas contas de R$ 17 bilhões: gastos de R$ 15,2 bilhões com salários retroativos e um aumento de R$ 2 bilhões na folha de pagamento a cada ano.

Um outro processo, movido pelo Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense contra a estatal, quer que a companhia pague como hora extra tudo que ultrapassar as 12 horas diárias de jornada aos trabalhadores embarcados nas plataformas e navios. A ação, que está no TST, quer também que a companhia seja obrigada a respeitar “intervalo interjornada” (período entre a saída do trabalho e sua volta ao serviço) de 11 horas. Ou seja, no dia em que o funcionário tiver que extrapolar sua jornada, terá de entrar mais tarde no dia seguinte. A Petrobras estima que esse processo lhe custará R$ 1,3 bilhão.

A Eletrobras tem o segundo maior passivo da lista, estimado em R$ 6,6 bilhões. Destes, R$ 2,2 bilhões são considerados como prováveis. Entre as ações sofridas pela empresa de energia está um processo movido pela Federação Nacional dos Urbanitários (FNU) contra o presidente da empresa, Wilson Ferreira Júnior, após ele ter chamado de “vagabundos” e “safados” parte da chefia da empresa. A federação pede indenização equivalente a dez salários mínimos (R$ 9.540,00) para 23 mil trabalhadores, além de indenização por dano moral coletivo. A ação tramita em fase inicial.

A Caixa tem estimados R$ 4,5 bilhões provisionados para 63,9 mil processos trabalhistas. O Banco do Brasil e os Correios têm passivos de R$ 2,7 bilhões e R$ 992,8 milhões, respectivamente. E o BNDES, R$ 57,8 milhões, em 187 processos que envolvem o banco. A maior parte deles, 126, já está no TST. Mesmo que as empresas percam as ações, o pagamento dos passivos não deve se dar em única parcela. Ele costuma ser dividido em vários anos.

HORAS EXTRAS, O PRINCIPAL QUESTIONAMENTO

Entre as estatais analisadas pelo GLOBO, o principal motivo que leva os funcionários a entrarem na Justiça é o questionamento de horas extras. O advogado trabalhista Fernando Peluso, do escritório Peluso, Stüp e Guaritá Advogados, explica que as horas extras estão no topo das reclamações trabalhistas do país. E ressalta que, no caso dos bancos, é uma discussão sujeita a interpretações variadas, uma vez que há uma série de questionamentos sobre a jornada desse tipo de profissional:

— O empregado está executando as tarefas e, quando vê, passou. Além disso, casos de horas extras ficam mais comuns à medida que as empresas estão com quadros de empregados mais reduzidos. Nas instituições financeiras, existe ainda uma discussão jurídica ampla sobre o tamanho da jornada.

Também estão na lista de processos contra as estatais questionamentos sobre indenizações, complementação de aposentadoria, descaracterização de jornada de trabalho, adicional de gratificação de função, benefícios, participação nos lucros e responsabilidade subsidiária.

Para Maria Lúcia Benhame, há descuido por parte das empresas, tanto do setor privado quanto do público, na gestão estratégica de questões trabalhistas. Para ela, há pouca preocupação com uma atuação preventiva, para evitar que tantos casos parem na Justiça. A advogada explica que muitos dos problemas são resultado de acordos mal gerenciados.

— Faltam coisas básicas, como o cuidado de documentar ata de assembleia, votação e apuração — diz, completando: — O problema é uma má gestão diária e um total desprezo da área executiva das empresas em relação à área trabalhista. Ela é vista como uma área menor, que só traz despesa. Não se investe em informação, em construir uma expertise em negociação sindical, para que isso seja bem feito.

O advogado Domingos Fortunatto, sócio do escritório Mattos Filho, ressalta, no entanto, que há um esforço perceptível das estatais na busca de acordos e conciliações:

— Antes, ninguém dava atenção para isso. Agora, os números são grandes, e as empresas têm tomado cada vez mais cuidado. As empresas públicas têm liderado iniciativas para celebrar acordos. Existe uma conscientização para diminuir a litigiosidade.

A Caixa, por exemplo, está dando andamento a uma política de conciliação judicial e extrajudicial com o objetivo de diminuir os litígios e os valores:

“Visando reduzir o litígio judicial e diminuir os valores despendidos nos processos, a Caixa continua executando sua política de conciliação judicial e extrajudicial, realiza o cumprimento espontâneo de certas decisões judiciais e faz a análise das perdas incorridas a fim de mitigar novos litígios de causas semelhantes. Em virtude disto, as ações relevantes não são individualmente divulgadas para não inviabilizar a realização de acordos”, diz a empresa em seu demonstrativo financeiro.

Procuradas, as empresas se limitaram a reiterar as informações de seus balanços. O Tribunal de Contas da União (TCU) disse que não tem nenhum processo ou investigação relacionados aos passivos trabalhistas das estatais.

Fonte: Jornal O Globo

Banco do Brasil amplia oferta de fundos de arquitetura aberta

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Nesta quarta-feira, 18, o BB inaugura a comercialização de três fundos de arquitetura aberta para os seus clientes. Os fundos escolhidos pelo banco para o lançamento são das gestoras Bahia AM Maraú, Gávea e SPX Nimitz.

É a primeira vez que clientes do segmento Estilo, com renda a partir de R$ 10 mil, terão acesso a fundos de outras casas. A iniciativa representa a ampliação da estratégia do banco, disponível para clientes Private há mais de dez anos.

Para Paula Mazanék, gerente geral de investimentos e captação do BB, a abertura é uma forma de colocar uma gama ainda maior de opções de investimentos à disposição dos clientes, “O lançamento dos novos fundos confirma o nosso compromisso em oferecer opções de investimento em linha com as expectativas de nossos clientes investidores”, ressalta.

Para selecionar os gestores e seus respectivos fundos, a BB DTVM, líder da indústria nacional de fundos de investimento e carteiras administradas, analisou aspectos qualitativos de avaliação das equipes de gestão, conformidade e riscos dos gestores. Além do nível de volatilidade, histórico de rentabilidade e evolução do patrimônio líquido dos fundos.

Saiba mais sobre os novos fundos:

multimercadogavea

Site da gestora: http://www.gaveainvest.com.br/pt
Site do fundo: http://www.gaveainvest.com.br/pt/fundo/gavea-plus-fic-fim/perfil

multimercadobahia

Site da gestora: http://www.bahiaasset.com.br/institucional/bahiaasset/
Site do Fundo: http://www.bahiaasset.com.br/produtos/multimercados/marau-fic-de-fim/

multimercadospx

Site da gestora: http://www.spxcapital.com.br/
Site do fundo: http://www.spxcapital.com.br/nimitz

Fonte: Banco do Brasil