Com juros de cheque especial, ação de R$ 15 mil contra BB vira indenização de R$ 6 bi no TJ

Publicado em: 06/04/2017

A Seção Cível de Direito Privado do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) deve julgar uma ação bilionária contra o Banco do Brasil ainda neste mês de abril. Os desembargadores deverão votar se rescindem um acórdão que aplicou a taxa de juros do cheque especial em uma ação indenizatória movida por um cliente contra o banco. Até o momento, o cliente, indenizado inicialmente em R$ 10 mil, pode ganhar R$ 6 bilhões por conta do cálculo baseado no cheque especial. Todo imbróglio judicial começou no dia 12 de janeiro de 2001, quando o cliente ingressou com um processo contra o banco por ter percebido um saque irregular de R$ 5 mil em sua conta corrente. Ele era correntista de uma agência em Ilhéus, no sul do estado. O cliente atribuiu ao saque falha na segurança do sistema bancário, que permitiu a invasão de “piratas da internet”.

Em primeira e segunda instância, o pedido de reparação e indenização foi julgado procedente. À época, foi aplicado o valor de R$ 5 mil por indenização por danos materiais e R$ 10 mil por danos morais. Entretanto, a sentença e o acórdão não deixavam claro qual realmente seria a base de cálculo para atualizar os valores na fase de execução. Foi aí, então, que os advogados do cliente do banco pediram que o cálculo fosse feito com base na taxa de juros do cheque especial – uma das mais altas do país. Na época, a taxa girava em torno de 12%. A ideia dos advogados era que o banco pudesse “provar do mesmo remédio amargo que faz com que seus clientes tomem”. A ação rescisória foi interposta pelo banco em 2010, contra a decisão proferida pela 3ª Câmara Cível. O relator do caso, na época, desembargador Sinésio Cabral, considerou procedente o pedido do autor para aplicação da taxa de juros. Já nesta fase, a indenização girava entorno de R$ 490 mil. Em 2009, a cifra já era superior a R$ 1 bilhão. Em abril de 2016, já eram mais de R$ 3 bilhões.

O relator, desembargador Lidivaldo Britto, julgou o pedido do Banco do Brasil procedente e foi acompanhado pelos desembargadores José Olegário, João Augusto e Emílio Salomão. De acordo com Britto, na época da execução, em que o cliente afirmava que o crédito era de R$ 492,5 mil, os cálculos do banco apontavam que o valor devido era de R$ 27,3 mil. O desembargador Raimundo Cafezeiro votou pela extinção do processo. No dia 16 de março deste ano, a desembargadora Gardênia Duarte pediu vista.

O Ministério Público da Bahia (MP-BA), em um parecer, se manifestou pela procedência da ação sobre o critério de atualização da indenização por danos morais e defendeu que, no juízo rescisório, reconheça-se o excesso e determine-se a atualização dos valores da condenação. “Com efeito, constata-se que o acordão impugnado incorreu em equivoco ao manter a atualização através de juros contratuais para os danos materiais, pois na sentença da ação de conhecimento, já transitada em julgado, o critério, reconhecida a relação de natureza extracontratual, reside nos juros legais”, diz trecho do parecer.Segundo o Banco do Brasil, na petição, a ação busca restaurar “a segurança jurídica” e alega que a sentença “não especificou os encargos moratórios, situação que na opinião do autor leva à aplicação dos juros legais”.

O cliente do banco, por sua vez, diz que não houve violação literal ao dispositivo da lei, pois o acórdão “está fundamentado em precedentes jurisprudenciais” e que, se a decisão for reformada, gerará “a perda da confiança e descredito do jurisdicionado na própria instituição judiciária por esta não preservar a autoridade das decisões consolidadas pelos efeitos da coisa julgada”. Em 2016, o lucro do Banco do Brasil foi de aproximadamente R$ 8 bilhões. Com o valor da indenização, seria possível construir uma ponte entre Salvador e Itaparica, orçada pelo governo do Estado, em 2014, em R$ 6 bilhões.

Liberação de voto-vista: a ação suspensa desde outubro do ano passado, quando o desembargador Sérgio Cafezeiro pediu vista. No último dia 16 de março, Cafezeiro liberou o voto-vista do processo e destacou trechos do acórdão da 3ª Turma, em que era dito que “quanto ao dano material, os bancos devem experimentar as mesmas incidências capitais que os consumidores sofrem”. Também considerou que é direito do titular de contrato de abertura de crédito obter a restituição de valores indevidamente retirado por terceiros, por falta de segurança da instituição financeira. “Ora, está sobejamente provado que o apelante demonstrou total insegurança em seu sistema de banco de dados, realizando uma má prestação do serviço, e, por isso, entendo que o banco/apelante deve restituir o apelado nos moldes que onera o consumidor, caso este estivesse sendo executado ou cobrado por débito existente na conta corrente, experimentando o mesmo dissabor”, destacou.

“Se, em contrato de cheque especial pactuado à taxa de 11,21% ao mês, a instituição financeira cobrou valor de seu correntista indevidamente, deverá restitui-lo acrescido da mesma taxa, isto é, 11,21% ao mês, porquanto há um vínculo contratual entre as partes, já que é correntista do banco apelante”, recorta de outro trecho do acórdão questionado. “A conduta dos bancos (instituições financeiras) sempre se direciona no sentido de priorizar seus lucros em detrimento da segurança do contrato celebrado como cliente. Vivenciamos isso diariamente nesta Corte e o Poder Judiciário não deve conceder guarida a esse comportamento descompromissado com a lei, perpetrado, de forma maçante e reiterada, pelas instituições financeiras. Deve se proteger o único prejudicado desta lide, que é o consumidor”, diz em seu próprio voto. Para Cafezeiro, o “prestador de serviços tem o dever de indenizar o usuário/cliente pelos danos ocorridos, em razão de efeitos relativos à prestação, independemente de culpa”. O voto-vistor ainda disse que admitir ação rescisória seria uma “desobediência” ao Código de Defesa do Consumidor e que o Banco do Brasil não apresentou provas de que a lei foi aplicada de forma controvertida.

Fonte: BN Justiça

Consignado com garantia do FGTS deve ter juros mais baixos; entenda as regras

Publicado em: 05/04/2017

A nova modalidade de crédito que permite usar como garantia o saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) no empréstimo consignado, liberada nesta terça-feira (4), deve ter uma das taxas mais baratas do mercado por oferecer risco mais baixo aos bancos, avaliam economistas ouvidos pelo G1. Para o trabalhador, contudo, o risco implica em perder a “poupança” que o protege em caso de desemprego.

fgts-como-garantia

 

Pela nova regra, o trabalhador poderá oferecer até 10% do saldo disponível em sua conta do FGTS, ativa ou inativa, para obter o empréstimo consignado. Esta linha desconta as prestações da dívida diretamente de sua folha salarial. Em caso de demissão, o banco poderá reter 100% da multa do FGTS paga pelo empregador (que equivale a 40% do saldo na conta do Fundo), para garantir o pagamento da dívida.

“O consignado sempre foi uma linha de risco mais baixo. Com a garantia do FGTS, acredito que será possível emprestar a taxas ainda mais baratas ou muito próximas às atuais”, afirma o diretor-executivo da Anefac, Miguel Ribeiro de Oliveira, que pesquisa mensalmente os juros cobrados no crédito.

Ao G1, o Santander informou que vai oferecer a nova linha, mas ainda não definiu quais serão as taxas cobradas. O Itaú disse que está avaliando as regras divulgadas, mas não informou se vai oferecer a nova linha. O Bradesco informou que não disponibiliza a modalidade de crédito. O Banco do Brasil anunciou que “está avaliando as novas regras e os ajustes operacionais necessários”.
O presidente da Caixa Econômica, Gilberto Occhi, disse que o banco “já cobra 3% [ao mês atualmente nessa linha de crédito ao setor privado]. A taxa de juros de operação de crédito depende muito de garantia e do rating do cliente. A Caixa poderá oferecer abaixo de 3%, com base em garantias e rating [do cliente]”.

Dívida mais barata

Em fevereiro, a taxa média cobrada dos trabalhadores do setor privado no crédito consignado estava em 43,8% ao ano – enquanto os juros do cartão de crédito alcançaram 486% no mesmo período, segundo dados do Banco Central. Já os juros médios cobrados em todas as modalidades de crédito para pessoas físicas atingiram 73,2% ao ano.

Com a garantia do FGTS, as taxas do consignado não poderão ultrapassar 3,5% ao mês (o equivalente a 51% ao ano), de acordo com o Ministério do Trabalho. O prazo máximo da dívida será de 48 meses, de acordo com a medida anunciada no fim do ano passado e regulamentada nesta terça-feira (4).

A modalidade de crédito é mais interessante para quem está preso a uma dívida impagável, com juros extremamente altos como do cheque especial ou cartão de crédito, avalia o consultor financeiro do Mercantil do Brasil, Carlos Eduardo Costa. “É uma oportunidade de trocar uma dívida cara por outra mais barata. Isso aumenta a chance de quitar esse compromisso.”

fgts-consignado

Reserva contra o desemprego

Apesar dos juros atraentes, é preciso avaliar se vale a pena sacrificar a principal reserva do trabalhador em caso de desemprego para cobrir uma dívida, alerta o consultor Costa, do Mercantil do Brasil. “Ficar sem a multa do FGTS em caso de demissão é arriscado.”

Na avaliação do economista, mesmo com juros mais baixos se comparados a outras linhas de crédito, é preciso avaliar a real necessidade de contrair a dívida. “O cuidado como qualquer empréstimo é que ele deve ser excepcional, não uma situação corriqueira. Ainda mais quando envolve uma garantia como o saldo do FGTS”, acrescenta.

Bom para os bancos

Em julho do ano passado, a agência de classificação de risco Moody’s avaliou que a possibilidade de conceder empréstimos consignados para trabalhadores com garantia dos recursos do FGTS é positiva para os bancos.

Na época, a agência afirmou que essa garantia reduz “o risco de perdas com créditos em caso de demissões”. O risco do desemprego tem sido o maior desencorajador da oferta de crédito consignado para os trabalhadores do setor privado.

“Para os bancos, a garantia do FGTS é bem positiva, pois trata-se de um recurso ao qual eles não tinham acesso quando o trabalhador é demitido”, avalia Oliveira, da Anefac.
Veja perguntas e respostas sobre o FGTS como garantia do consignado:

O que é o crédito consignado?

É uma linha de crédito que desconta as parcelas da dívida diretamente a folha de pagamento do trabalhador, servidor público ou aposentado do INSS.
Como funciona a regra com garantia do FGTS?

A partir de agora, o trabalhador do setor privado poderá oferecer até 10% do saldo do seu FGTS (ativo ou inativo) como garantia e 100% da multa paga pelo empregador em caso de demissão sem justa causa (que é de 40% do saldo das contas) para obter esta linha de crédito.

Qual a taxa de juros cobrada no crédito consignado?
Por ser considerada de baixo risco, esta linha é uma das mais baratas do mercado. Em fevereiro de 2017, a taxa média do consignado para os trabalhadores do setor privado era de 43,82% ao ano, segundo o Banco Central. A média das taxas para pessoas físicas foi de 73,2% ao ano.

Qual será a taxa de juros se houver uso do FGTS como garantia?
Os bancos poderão determinar quanto vão cobrar por essa modalidade, mas não poderão ultrapassar a cobrança de 3,5% ao mês (ou aproximadamente 51% ao ano). Consultados pelo G1, os cinco maiores bancos do mercado (Itaú, Bradesco, Santander, BB e Caixa) ainda não informaram quais serão as taxas.

Quando o banco poderá ficar com os valores do FGTS?
Em caso de inadimplência, o banco poderá resgatar até 10% do saldo da conta do FGTS do trabalhador para cobrir a dívida. Se houver perda do vínculo de trabalho com a empresa em que o trabalhador estava quando fez o empréstimo, o banco poderá reter os valores da multa. Caso o valor retido seja suficiente para quitar a dívida, o possível valor que sobrou será disponibilizado na conta do trabalhador para saque.

Fonte: G1

Itaú, Bradesco, BB e Caixa tinham quase 80% do mercado de crédito ao fim de 2016

Publicado em:

Os quatro maiores conglomerados bancários – Itaú-Unibanco, Bradesco, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal – detinham, no fim de 2016, 78,99% de todas as operações de crédito feitas por instituições financeiras no país e também 78,48% dos depósitos, segundo o relatório de estabilidade financeira divulgado nesta segunda-feira pelo Banco Central.

Um ano antes, no fim de 2015, os quatro bancos detinham, juntos, cerca de 75% dos empréstimos e depósitos de todo o sistema financeiro. Com isso, subiu a concentração bancária no ano passado, de acordo com dados do BC.

Em 2007, eles tinham 54,6% de todas operações de crédito, indicador que mostra que a concentração bancária era muito menor no país.
Recentemente, o BC informou que, em fevereiro, a taxa média dos juros bancários atingiu 53,2% ao ano. Em alguns casos, como no do cheque especial e do cartão de crédito, a taxa passa de 300% ao ano.

Com isso, o chamado “spread bancário” (diferença entre o que os bancos pagam pelos recursos e o que cobram de seus clientes) subiu em fevereiro para 42,5 pontos percentuais – patamar elevado para padrões internacionais.

concentracao-bancaria-2016

Concorrência

Segundo o diretor de Fiscalização da autoridade monetária, Anthero Meirelles, o aumento da concorrência no sistema financeiro é muito bem-vindo. Questionado se a instituição adotaria alguma medida para estimular a entrada de novos concorrentes, ele afirmou que o grande estímulo para isso é o crescimento do mercado e a melhora do ambiente econômico.

“Eu acho que a queda do risco Brasil, endereçamento de questões estruturais, fiscais, recuperação da confiança, e uma política macroeconômica que gera confiança nos agentes, é o melhor caminho para estimular a eventual entrada de novos concorrentes”, afirmou ele.

Meirelles avaliou ainda que, com mais segurança jurídica e regulatória e “incertezas dissipadas”, haverá um estímulo não só para a entrada de novos concorrentes, mas também para que os atuais participantes do mercado de crédito “se animem mais para concorrer”.

De acordo com o diretor, a segmentação promovida pelo governo no sistema financeiro, com a classificação em cinco grupos, é muito importante para a concorrência.

“Não necessariamente para que novas entidades estrangeiras entrem no Brasil, mas isso reduz o custo de observância e o custo regulatório”, afirmou Anthero Meirelles.

Fonte: G1

Programa lançado pelo BB oferece crédito para produtores adquirirem energia solar em Goiás

Publicado em:

Banco do Brasil lançou o Programa Agroenergia nesta terça-feira (4), durante a Tecnoshow Comigo 2017, em Rio Verde, no sudoeste de Goiás. O projeto oferece crédito para produtores rurais comprarem equipamentos para a geração de energia solar.

O diretor de agronegócio do Banco do Brasil, Marco Túlio Moraes da Costa, afirmou que a intenção é permitir que o produtor rural tenha acesso e ajude a gerar energia limpa, já que ainda há locais em que não chega energia elétrica.

Segundo Costa, o Banco oferece juros que variam entre 5,5% e 11% ao ano para a compra desses materiais e que podem ser pagos em até 10 anos. Com limite de crédito de até R$ 30 milhões, a proposta é atender a grandes e pequenos produtores. Ele estima que o custo médio de uma usina de energia solar, que pode gerar até 98% de economia de energia, custe em média R$ 400 mil.
“A possiblidade do produtor gerar energia solar fez com que o Banco do Brasil lançasse esse crédito. Todos, do pequeno ao grande produtor e até cooperativas podem ter acesso a essas linhas de crédito, que são condizentes com o porte de cada um deles. Com taxas e prazos compatíveis com a sua necessidade”, afirmou.
Ainda conforme o diretor, o produtor pode gerar mais energia e criar crédito para os meses seguintes, caso não use tudo o que produziu, criando um sistema de compensação de crédito de energia, que pode ser gasto em até 60 meses.

“Duas resoluções da Aneel [Agência Nacional de Energia Elétrica] regem a forma de gerar para autossuficiência e compensar essa energia para terceiros. Você gera energia para si próprio e o excedente você pode compensar em gasto no mês seguinte. Não é possível receber remuneração, mas é possível fazer essa compensação”, contou.
Durante o lançamento do programa, foi assinado um contrato com um produtor, simbolizando outros 16 que também já procuraram o Banco para o crédito. “Esse cliente tem uma despesa mensal de R$ 16 mil com energia e, com a linha de crédito, vai comprar quatro estruturas para gerar energia solar e vai passar a gastar R$ 469. Vai ter a mesma qualidade de energia, mas por um custo menor”, disse Costa.

Goiás Solar

Ainda segundo o diretor, foi firmado um acordo com o governo de Goiás para incentivar e fomentar a divulgação do programa. O governador Marconi Perillo (PSDB) esteve na cerimônia de lançamento e firmou apoio ao projeto por meio do programa Goiás Solar, que também investe em energia renovável.

“Esse programa é revolucionário. Isso impacta não só na redução de energia ruim, na redução do efeito estufa, na redução das mudanças climáticas, mas no bolso do produtor rural, da dona de casa e do comerciante. Vai nos ajudar a cumprir o que foi definido em termos de melhorias climáticas e ajudar a reduzir os custos de produção no campo”, afirmou.
Ainda segundo Perillo, o governo do estado também pretende investir em energias renováveis a partir de verba adquirida com a venda da Celg.

“Vamos investir R$ 50 milhões em energia solar. Vai permitir acelerar viabilização dos investimentos para energia solar no campo. Vamos investir em eficiência energética para que a gente acabe com essa historia de acabar luz, estragar aparelhos. São investimentos obrigatórios e que vão ser realizados a partir de agora”, garantiu.

Fonte: G1

Fundação BB e ONU abrem inscrições para prêmio sobre desenvolvimento sustentável

Publicado em:

Até 31 de maio, o Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social 2017 recebe inscrições de iniciativas desenvolvidas para resolver problemas em seis áreas — água e meio ambiente, agroecologia, economia solidária, educação, saúde e bem-estar, cidades sustentáveis e inovação digital — que formam as categorias temáticas do concurso. Premiação tem o apoio de quatro agências da ONU no país.

Até 31 de maio, o Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social 2017 recebe inscrições de iniciativas desenvolvidas para resolver problemas em seis áreas — “água e meio ambiente”, “agroecologia”, “economia solidária”, “educação”, “saúde e bem-estar”, “cidades sustentáveis” e “inovação digital” — que formam as categorias temáticas do concurso. Premiação tem o apoio de quatro agências da ONU no país.

Podem participar organismos sem fins lucrativos, como fundações, organizações da sociedade civil e instituições de ensino e pesquisa. Todos os inscritos precisam ser legalmente constituídos no Brasil, de direito público ou privado, e devem ter implementado a iniciativa concorrente em território brasileiro.

O primeiro lugar de cada uma das categorias será premiado com 50 mil reais, e as 18 instituições finalistas vão receber troféu e vídeo retratando sua iniciativa. Além disso, as tecnologias sociais que promovem o protagonismo e o empoderamento feminino vão receber um bônus de 5% na pontuação total obtida.

Realizado a cada dois anos, o Prêmio é considerado um dos principais do terceiro setor brasileiro. Em 2017, o concurso tem a cooperação da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), do Banco Mundial, da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), do Programa da ONU para o Desenvolvimento (PNUD) e do Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF).

Todas as categorias da premiação estão relacionadas aos Objetivos de Desenvolvimento das Nações Unidas (ODS). Saiba mais sobre as metas da ONU clicando aqui.

Categoria internacional

A novidade deste ano é a categoria internacional “Água e Meio Ambiente, Agroecologia ou Cidades Sustentáveis”, destinada a iniciativas realizadas em um ou mais países da América Latina e do Caribe. Projetos participantes precisam ter potencial de replicação no Brasil. Serão três finalistas, e o vencedor será conhecido na premiação, em novembro.

Representantes das experiências finalistas participarão também do Fórum Internacional de Tecnologia Social, a ser realizado em Brasília (DF), ainda em novembro deste ano. Especialistas, entidades de tecnologias certificadas, integrantes do Banco de Tecnologias Sociais (BTS) da Fundação do Banco do Brasil estarão entre os convidados. O objetivo do encontro é debater o conceito de tecnologia social como instrumento do desenvolvimento sustentável.

Para serem certificadas, as iniciativas precisam ser reconhecidas como soluções capazes de causar impacto positivo e efetivo na vida das pessoas, já implementadas em âmbito local, regional ou nacional e passíveis de serem reproduzidas.

As metodologias certificadas passam a integrar o BTS da Fundação BB, que já tem 850 iniciativas. O banco é uma base de dados online que reúne metodologias reconhecidas por promoverem a resolução de problemas comuns entre diferentes comunidades brasileiras. No acervo, as experiências desenvolvidas por instituições de todo o país podem ser consultadas por tema, entidade executora, público-alvo, região e outros parâmetros de pesquisa.

O conteúdo está disponível também nas versões em inglês, francês e espanhol e pode ser consultado no celular, pelos sistemas operacionais iOS e Android.

Os resultados de cada etapa do Prêmio serão divulgados no site da Fundação Banco do Brasil (www.fbb.org.br) e no BTS (www.tecnologiasocial.fbb.org.br).

Visite o site do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social 2017 clicando aqui.

Fonte: ONUbr

BB novamente é alvo de falsas mensagens SMS por hackers

Publicado em:

Novamente em mais uma semana noticiamos aqui no TudoCelular que cibercriminosos estão enviando falsas mensagens SMS para clientes do Banco do Brasil na tentativa de aplicar golpes do tipo phising. Contudo, dessa vez, conforme informa o programador João Paulo Apolinário, a mensagem exibida quando a vítima clica no tal link misterioso (caso você receba, não clique de forma alguma) está chamando bastante a atenção:

id234144_1

Por mais engraçado que a ‘justificativa’ dada pelo hacker possa parecer, não há nada de engraçado com a situação, uma vez que o golpe tem como objetivo roubar dados pessoais da vítima como senhas, CPF, nome completo e tudo mais, muitas vezes fazendo falsas promessas como créditos grátis, por exemplo.

Como evitar?

Por esse motivo, mais uma vez alertamos para sempre desconfiar de links enviados por estranhos (e algumas vezes também por conhecidos) via WhatsApp, SMS, e-mail ou qualquer outra forma de comunicação. Normalmente quando o banco necessita comunicar qualquer tipo de procedimento ao cliente o seu gerente entra em contato diretamente com você e não solicita nenhuma informação que possa ser usada para aplicação de golpes.

Outra dica para identificar um ataque por phishing é verificar se o site em questão possui uma conexão segura (https://). E sempre que tiver qualquer dúvida, independente de ser cliente do Banco do Brasil, Santander, Itaú ou qualquer outra instituição financeira entre em contato com o seu banco para confirmar o envio de qualquer mensagem ou procedimento.

Fonte: Tudocelular.com

BB recebeu oferta de US$ 1,35 bi por Banco Patagonia

Publicado em:

Buenos Aires/São Paulo – O Banco do Brasil recebeu ofertas não vinculantes de mais de US$ 1,35 bi pelo Banco Patagonia, unidade da Argentina, e os bancos procuram fechar um acordo nas próximas semanas, disseram pessoas familiarizadas com o assunto.

Itaú Unibanco Holding SA, Banco Bilbao Vizcaya Argentaria SA e Banco Macro SA apresentaram as maiores ofertas pelo Patagonia, o 11º maior banco da Argentina em ativos, e passarão para a fase final com ofertas vinculantes, disseram as pessoas, pedindo para não serem identificadas porque as conversas são privadas.

O Banco Patagonia tem valor de mercado de cerca de US$ 1,97 bi, mas compradores pediram desconto para compensar inflação, o que reduz o valor da empresa em pesos.

O Grupo Financiero Galicia SA, proprietário do Banco de Galicia SA e da maior instituição financeira do país, fez uma oferta de US$ 1,2 bi, insuficiente para passar para a fase seguinte, disseram duas das pessoas com conhecimento da situação.

Macro, BBVA, Galicia, Itau e Banco do Brasil preferiram não comentar; assim como JPMorgan, que assessora o Banco do Brasil.

Fonte: EXAME

Suicídio: desfecho trágico de bancários que sucumbem às violências do trabalho

Publicado em: 30/03/2017

Chega à AGEBB a informação da morte, por suicídio, de um colega da área de comunicação da Super PE. No dia 10 de fevereiro, outro, da Superintendência Super Leste (Campinas/SP), também dava cabo da própria vida. Esses são os registros de apenas dois casos muito recentes de colegas do BB que chegaram ao extremo do estresse, perda do sentido da vida ou seja lá qual for o motivo que leve alguém à atitude de tirar a própria vida. Um levantamento realizado por uma comunidade de funcionários do BB nas redes sociais revela que 64 colegas se suicidaram nos últimos meses.

As ocorrências de morte por suicídio entre bancários chamam a atenção há muito tempo no território nacional. Tanto que foi tema de uma dissertação intitulada “Patologia da solidão: o suicídio de bancários no contexto da nova organização do trabalho”, de autoria de Marcelo Finazzi, mestre em administração de empresas pela Universidade de Brasília (UnB). De acordo com o estudo de Finazzi, a partir de informações do Ministério da Saúde, foi registrado um suicídio de bancário a cada 20 dias entre 1993 e 2005. Além disso, o trabalho estima que houve uma ocorrência diária de tentativa, não consumada, durante todo o período.

Para o autor do estudo, esse cenário indica a necessidade de humanização das relações de trabalho. “Falta o cumprimento da legislação trabalhista, metas de produção condizentes com a capacidade física e psicológica dos funcionários, assim como o treinamento dos gestores para lidar com os conflitos. O suicídio tem sido o desfecho trágico de muitos trabalhadores que sucumbem às violências do trabalho”, conclui Marcelo Finazzi.

A AGEBB não poderia deixar de novamente chamar a atenção para esses trágicos acontecimentos. Quantos colegas mais devem se matar para mostrar que centenas – ou milhares?! – de funcionários estão mentalmente doentes? Não basta serem os bancários a categoria campeã de registros de afastamentos por doenças psíquicas no Brasil, para que sejam adotadas medidas que mudem essas estatísticas no Banco do Brasil e nas outras instituições financeiras? Não é hora de acender a luz de alerta com tantos casos de condenações de bancos por assédio moral coletivo?

Reorganizar a estrutura da empresa, cortar custos, exigir o cumprimento de metas. Tudo isso faz parte do dia a dia de quem faz carreira no BB. O que não é aceitável são os vários descomissionamentos abruptos, fechamentos de centenas de agências em questão de poucos meses e total abandono dos gestores que nela trabalham, os quais têm de se virar por conta própria para obter uma vaga em outro local de trabalho na própria empresa. Vamos nos colocar no lugar, imaginar a “perda de chão” de cada gerente que semanas atrás recebeu o comunicado oficial de que foi escolhido para ficar como excedente. Daí, num prazo de apenas quatro meses continuará a receber os valores de suas comissões – o famigerado “esmolão” –, e depois disso será definitivamente descomissionado, passando a receber o salário de escriturário.

Gerentes do BB, temos de nos unir e nos solidarizar em prol da prevenção de suicídios para evitar além das mortes mais afastamentos por doenças das mais diversas causas, principalmente as psíquicas. A AGEBB levanta essa bandeira e vai buscar junto à diretoria do banco providências para riscar das estatísticas, ou pelo menos reduzi-los ao máximo possível, os casos de mortes ou acometimento de doenças causadas pelo estresse ou pressão desumana no trabalho para o cumprimento de entregas muitas vezes pouco possíveis de serem cumpridas. Gerentes são pessoas, seres humanos. Podem até realizar o extraordinário, não sucumbir à pressão, entregar o que foi determinado, mas não são super-homens ou heroínas.

Como lidar de forma assertiva com a pressão do dia a dia corporativo

A partir da próxima semana, a AGEBB passa a publicar periodicamente em seu site artigos de autoria dos profissionais do Núcleo Ser Treinamento e Consultoria (www.nucleoser.com.br) com informações e orientações sobre como os gerentes do BB podem lidar de forma assertiva com a pressão no dia a dia corporativo. Além disso, proporcionar conhecimentos e métodos para aprender como a mente funciona, aprofundar a compreensão de si mesmo e as diferenças que existem entre as pessoas e gerenciar melhor as emoções e os comportamentos. “Para sermos verdadeiros líderes e transformar nossas metas em realidade, é fundamental desenvolvemos o amor próprio e o fortalecimento da autoestima, para vencer os medos e adquirir mais autoconfiança”, diz o médico e terapeuta Marcelo Katayama.

Francisco Vianna de Oliveira Junior – Presidente da AGEBB
E-mail: francisco.vianna@agebb.com.br

Após queda no preço da carne, BB anuncia apoio a pecuaristas

Publicado em:

O preço da arroba do boi gordo no mercado do Estado de São Paulo, importante referência nacional, está sendo negociado no menor nível desde 18 de agosto de 2015, com impacto da operação Carne Fraca, que resultou em embargos ao produto brasileiro e afastou muitos frigoríficos das negociações.

A arroba foi negociada a R$ 140,98 nesta terça-feira, de acordo com dados apurados pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), com recuo de quase 3% desde o início da operação da Polícia Federal.

O valor médio no acumulado de março está 0,9% inferior ao de fevereiro e 7,7% abaixo do de março de 2016, em termos nominais.

Diante da pressão de preços no mercado físico, Banco do Brasil, maior financiador do agronegócio do país, anunciou nesta quarta-feira (29) novas linhas de crédito de R$ 1 bilhão para pecuaristas, além da repactuação de operações de custeio para criadores de bovinos que estão em dificuldades.

“O objetivo do Banco do Brasil é apoiar os produtores rurais pecuaristas que possam apresentar dificuldade momentânea para comercializar sua produção”, afirmou o Banco do Brasil em nota.

“O setor pecuário ainda vem absorvendo os impactos da Operação Carne Fraca… Em meio a muitas especulações e também aos recentes embargos por parte de importantes países à carne brasileira, pecuaristas e especialmente representantes de frigoríficos saíram do mercado, resultando em quedas nos preços da arroba”, afirmou o Cepea em nota nesta quarta-feira.

Muitas unidades já paralisaram as atividades, postergando os abates que já haviam sido programados com pecuaristas, apesar de os principais importadores da carne do Brasil, como China, Hong Kong e Egito, terem anunciado a retomada das compras do produto nacional, com exceção das 21 unidades investigadas na operação, que tiveram as exportações suspensas pelo Ministério da Agricultura.

A gigante JBS, maior produtora global de carnes, anunciou nesta quarta-feira que dará férias coletivas aos funcionários de dez de suas 36 unidades de bovinos no Brasil, colocando mais pressão no mercado.

BB AJUDA

Uma das novas linhas é voltada para a retenção de bezerros, matrizes e bois, permitindo aos produtores aguardarem a retomada de preços do mercado para comercialização.

A outra iniciativa é uma alternativa de financiamento, com recursos próprios do banco, envolvendo a aquisição de bovinos para recria e engorda.

As novas linhas possuem prazo de até dois anos e utilizam recursos captados da LCA. As taxas variam entre 9,9|% e 12,75% ao ano.

A instituição oferecerá ainda a seus clientes pecuaristas a possibilidade de prorrogar, por um ano, operações de custeio e investimento com vencimento entre março e junho deste ano. Essa medida pode beneficiar 77 mil clientes que possuem R$ 4,7 bilhões em operações passíveis de prorrogação. O banco manterá as taxas das operações originais.

 

Fonte: Folha de São Paulo

BB já contrata R$ 130 milhões de crédito para antecipação de IRPF 2017

Publicado em: 29/03/2017

R$ 14,3 milhões foram contratados por clientes pelo App BB, para celulares e tablets

Mais de 46 mil clientes já anteciparam suas restituições de Imposto de Renda com o Banco do Brasil desde o dia 2, quando a linha de crédito foi reaberta. Foram desembolsados R$ 130 milhões até o dia 24 de março, sexta-feira passada, sendo que R$ 14,3 milhões foram contratados por clientes pelo App BB, para celulares e tablets. Em todo o ano de 2016, a linha teve um desembolso total de cerca de R$ 500 milhões.

No ano passado, a contratação realizada pelo aplicativo do Banco já permitia – de modo pioneiro no mercado bancário – o envio de foto do recibo do IRPF, sem necessidade do cliente ir à agência. Para este ano, o BB amplia a facilidade também para o cliente que realizar a antecipação pela internet: ele poderá realizar o upload do recibo da Declaração do IR, imagem ou PDF, pelo próprio canal. A funcionalidade traz conveniência e ganho de tempo ao cliente, pois ele receberá o crédito da antecipação direto na conta, sem precisar sair de casa.

Condições do crédito

Com a linha é possível antecipar até 100% do valor do crédito a ser restituído, limitado a R$ 20 mil, com taxas de juros a partir de 2,11% a.m, até 4,18%. O pagamento é realizado somente na data do crédito da restituição ou no vencimento do contrato, que será no dia 15 de Janeiro de 2018, o que ocorrer primeiro. As contratações podem ocorrer via Aplicativo BB para celulares e tablets, via internet e também nos terminais de autoatendimento, na Central de Atendimento BB e nas agências do Banco em todo o país por correntistas com limite de crédito aprovado e que tenham indicado o Banco do Brasil para recebimento da restituição.

Fonte: assessoria de imprensa do BB

BB DTVM recebe nota máxima da Fitch Ratings e bate recorde em recursos administrados

Publicado em:

A BB DTVM recebeu nota “Excelente” da Fitch Ratings, grau máximo em uma escala de cinco níveis. A estrutura operacional e a capacidade de gestão de ativos da BB DTVM são consideradas extremamente robustas, comparadas às melhores práticas adotadas pelos gestores de recursos internacionais, segundo a Fitch. Com a conquista, a instituição se torna a única asset brasileira com nota máxima em dois ratings em gestão de recursos. Desde 2006, ela possui o rating “MQ1”, da Moody´s.

Para Paulo Ricci, presidente da BB DTVM, ser a única asset com nota máxima em Gestão de Recursos pela Fitch e Moody´s, evidencia a qualidade do trabalho que a gestora desenvolve há mais de 30 anos. “A conquista consolida a consistência dos atributos da companhia junto aos clientes. Isso nos traz a certeza de que estamos no caminho certo para não sermos apenas a maior, como também a melhor gestora de recursos do país e contribuir cada dia mais com o resultado do Conglomerado Banco do Brasil”, afirma.

Em nota, a Fitch destacou ainda a forte capacidade de geração de receitas e a alta qualificação e experiência dos profissionais. Nesta semana, a gestora quebrou mais um recorde, com R$ 781,9 bilhões em recursos de terceiros sob sua administração, mantendo a liderança do ranking da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais). Apenas no primeiro bimestre deste ano, houve um crescimento total de R$ 51 bilhões no total administrado pela BB DTVM, enquanto todo o mercado cresceu R$ 145 bi. Ou seja, sozinho, o aumento do volume da BB DTVM contribuiu com 35% do crescimento de toda a indústria de fundos de investimento brasileira.

Apenas em relação à captação líquida no ano – isto é, o total de aplicações excluindo os resgates – os fundos do Banco do Brasil captaram R$ 34,9 bilhões, representando 55% do total captado pela Indústria, num claro resultado proveniente da rede de agências do BB. A diferença destes R$ 34,9 perante os R$ 51 bilhões se deu por meio de ganhos em rendimentos, ou seja, a partir das estratégias de aplicações pelo corpo técnico da BB DTVM.

“Esse resultado nos mostra claramente a importância da atuação entre da rede de agências do Banco do Brasil, na captação de recursos, e das estratégias de alocação pelas equipes de gestão de fundos da BB DTVM, contribuindo de forma consistente para o resultado do Banco do Brasil”, afirma Paula Teixeira, diretora executiva comercial e de produtos da BB DTVM.

Fonte: Assessoria de Imprensa do BB

BB Seguridade faz aporte no fundo de Investimentos BR Startups

Publicado em:

A BB Seguridade, holding que reúne os negócios de seguros, previdência, capitalização e planos odontológicos do Banco do Brasil, vai investir no fundo BR Startups, criado pela Microsoft Participações e gerido pela MSW Capital. Com o aporte, cujo valor não foi revelado, a BB Seguridade passa a ser o investidor-âncora de insurtechs — contração das expressões em inglês “insurance” (seguros) e “technology” —, segmento que procura desenvolver a cultura da inovação para a área de seguros.

Interessados em participar da seleção de investimento em startups no segmento de seguros e serviços que possam atender a esse mercado (insurtech) deverão se inscrever pelo site http://www.fundacity.com/fundo-br-startups/apply/1334. Os temas de interesse para este segmento são: produtos de seguridade, marketing e experiência do usuário, educação financeira e planejamento pessoal, big data e analytics, dispositivos da chamada “Internet das Coisas”, infraestrutura, sistemas, plataformas e inteligência artificial.

O interesse da BB Seguridade está direcionado a empresas que tenham atuação em uma das áreas do seu portfólio de negócios, direta ou indiretamente. Mais do que o investimento financeiro, as empresas poderão dispor da experiência dos principais executivos da BB Seguridade na mentoria e orientação dos negócios. Além disso, poderão contar com apoio operacional e tecnológico e business networking nos mercados em que a holding atua.

A diretora de clientes, comercial e de produtos da holding, Angela de Assis, comenta a experiência para a empresa. “Com a expertise adquirida neste trabalho com o fundo BR Startups, esperamos que novos insights sejam trazidos para a BB Seguridade, de forma a gerar eficiência em processos e para auxiliar na ampliação do comportamento de inovação dentro da empresa, buscando sempre soluções de seguridade que tenham foco na visão do cliente”, diz Angela.

O BR Startups é atualmente um dos principais veículos brasileiro de estímulo à inovação externa, por meio da atividade de corporate venture, contando com grandes investidores como a própria Microsoft Participações, o Banco Votorantim, a Monsanto, o grupo Algar, a Agência de Fomento do Estado do Rio de Janeiro (AgeRio) e a Qualcomm. Os investimentos são direcionados a empresas no estágio de pós-aceleração, ou que já tenham um modelo de negócio validado, porém com porte ainda insuficiente para atrair o interesse de investimento de fundos de venture capital, Série A.

Fonte: computerworld

BB anuncia medidas de repactuação e linhas de crédito para pecuária

Publicado em:

O Banco do Brasil anunciou nesta quarta-feira, 29, que oferecerá a seus clientes pecuaristas a possibilidade de prorrogar, por um ano, operações de custeio e investimento com vencimento entre março e junho deste ano.

A medida pode beneficiar 77 mil clientes que possuem R$ 4,7 bilhões em operações passíveis de prorrogação. O Banco manterá as taxas das operações originais.

O objetivo do Banco do Brasil é apoiar os produtores rurais pecuaristas que possam apresentar dificuldade momentânea para comercializar sua produção.

As agências do Banco do Brasil já estão preparadas para atender os pecuaristas a partir de amanhã, 30.

– Novas linhas de crédito oferecem R$ 1 bilhão a pecuaristas

Para as novas operações, o BB destina R$ 1 bilhão em duas soluções de empréstimos.

Uma delas é voltada para a retenção de bezerros, matrizes e bois, permitindo aos produtores aguardarem a retomada de preços do mercado para comercialização.

A outra iniciativa é uma alternativa de financiamento, com recursos próprios do Banco, envolvendo a aquisição de bovinos para recria e engorda.

As novas linhas possuem prazo de até dois anos e utilizam recursos captados da LCA. As taxas variam entre 9,9% e 12,75% a.a.

Maior parceiro do agronegócio, a carteira de crédito do Banco do Brasil atingiu R$ 179,8 bilhões em dezembro de 2016. A contribuição da bovinocultura neste montante é de 20,9%.

Fonte: Notícias Agrícolas

Cibercriminosos estão simulando mensagens do BB no WhatsApp

Publicado em:

De acordo com a plataforma de gerenciamento de vulnerabilidades Antecipe, cibercriminosos estão aplicando um golpe de phishing no WhatsApp e via SMS. Como você poderá notar nas imagens, o método é o padrão — mensagem que faz alusão ao valor em conta para enganar o usuário —, e redireciona o usuário para uma página falsa do Banco do Brasil.

Phishing é um dos métodos de ataque mais antigos, já que “metade do trabalho” é enganar o usuário de computador ou smartphone. Como uma “pescaria”, o cibercriminoso envia um texto indicando que você ganhou algum prêmio ou dinheiro (ou está devendo algum valor) e, normalmente, um link acompanhante para você resolver a situação. O golpe acontece quando você entra nesse link e insere os seus dados sensíveis, como nome completo, telefone, CPF e números de contas bancárias.

No caso do golpe encontrado pela Antecipe, a mensagem diz o seguinte no WhatsApp: “BB Informa: agendamento de saque sem cartão em sua conta, R$ 500 local DF-1038 correios para o dia 17/03/2017, acesse: www.XXXXXX/bb para cancelar”. Veja abaixo:

17112819398041

Logo após tocar no link, o usuário é redirecionado para uma página falsa. Ali, os cibercriminosos podem coletar os seus dados sensíveis.

17112951148043

Sempre desconfie de links enviados por estranhos no WhatsApp, SMS, email ou qualquer outra plataforma de troca de mensagens. Além disso, garanta que o site que você pretende entrar apresenta o protocolo “https://”.

Por último, você pode ficar ligado em nossa página dedicada ao assunto >> https://www.tecmundo.com.br/seguranca

Fonte: Tecmundo

BB mantém expectativa de IPO do argentino Patagônia

Publicado em:

SÃO PAULO – O presidente do Banco do Brasil, Paulo Rogério Caffarelli, afirmou que a instituição mantém o interesse em fazer a abertura de capital (IPO, na sigla em inglês) e que a venda de outros ativos, a princípio, está limitada a operações que não possuem relação com o setor bancário.

— Estamos estudando um IPO e neste momento não há nenhuma conversa direta com possíveis compradores — disse, após participar de evento do Bank of America Merril Lynch.

O BB é controlador do Patagônia desde 2010. Caffarelli afirmou que não há uma decisão de vender toda a participação acionária no banco argentino ou só uma parte.

O banco também pode vender participações em negócios fora do setor bancário, como a Neoenergia e a Kepler Weber. Essa última, que fabrica silos para armazenagem de produtos agrícolas, já está praticamente concluída. Os recursos das vendas de ativos considerados não essenciais serão usados para melhorar a estrutura de capital do banco. Pelas regras do setor, uma instituição precisa de um capital mínimo (medido pelo índice de Basileia) para continuar concedendo crédito. Quanto maior esse índice, mais espaço para crescimento da carteira.

Caffarelli reforçou que a estratégia do banco para esse ano não depende da venda de ativos, mas que se for uma boa oportunidade será feita, já que está descartada aportes por parte do acionistas controlador – no caso, a União.
— Vamos vender só se forem boas oportunidades. Já a venda de algo do nosso core business, a gente está resistindo. Se você vende algo hoje, abre mão da receita futura em um momento que o modelo dos bancos esta migrando do crédito para serviços — explicou, dando como exemplo de áreas essenciais para a atividade bancária a de cartões e da distribuição de títulos e valores.

Fonte: EXTRA

BB disponibiliza quase R$ 3 bilhões para investimentos em MT

Publicado em:

O Banco do Brasil iniciou nesta segunda-feira (27) a Caravana Banco do Brasil FCO, que vai levar a diversos municípios de Mato Grosso as vantagens da linha de financiamento do Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO). O governador Pedro Taques participou do primeiro encontro e destacou a importância do fundo para a economia de Mato Grosso. O chefe do Poder Executivo destacou que o governo será parceiro do Banco do Brasil na busca de empreendimentos que podem ser financiados pelo fundo.

Taques avalia que os R$ 2,948 bilhões disponibilizados para as operações de crédito em Mato Grosso devem ter um grande impacto na economia estadual e ajudarão na recuperação da crise, fomentando a criação de novos empregos e a manutenção dos postos de trabalho existente nos diversos setores da economia. “Precisamos combater a crise com desenvolvimento. Só vamos conseguir o desenvolvimento com recursos, daí a importância do FCO”, disse.

Segundo Taques, o governo está presente na Caravana por entender que o Estado não tem que ser um agente atrapalhador do desenvolvimento, mas sim um fomentador e afastar a burocracia. “A Secretaria de Estado de Desenvolvimento (Sedec) estará com o Banco do Brasil e também o Desenvolve MT, antigo MT Fomento, com linhas de crédito, para que possamos trazer a paz, como sinônimo de desenvolvimento. Precisamos de rapidez, o empresário e o produtor rural sabem fazer, mas eles precisam de recursos rápidos para investir e gerar empregos”, destacou.

O vice-presidente de governo do Banco do Brasil, José Eduardo Pereira Filho, disse que o Banco do Brasil busca dar mais visibilidade ao FCO. Para ele, é possível bater o recorde de empréstimos concedidos em Mato Grosso neste ano. “Espero que a Caravana impulsione a apresentação de bons projetos com uso dos R$ 10 bilhões previstos para o Centro-Oeste neste ano. Os créditos estão disponíveis e há um time do Banco do Brasil preparado para este trabalho”.

Para o vice-presidente, o FCO tem o papel de indutor do crescimento. Ele lembra que ainda neste o ano o país deve registrar aumento do Produto Interno Bruto. “O Banco do Brasil é parceiro de Mato Grosso e juntos seremos muito mais fortes”, declarou.

Já o superintendente regional do Banco do Brasil em Mato Grosso, Sotero Sierra Neto, afirmou que os recursos foram divididos em duas frentes, sendo metade voltada ao FCO Rural e a outra parte aos investimentos empresariais. Destacou que o banco pretende emprestar os quase R$ 3 bilhões até setembro deste ano. Com isso, deve circular recursos que estiverem “parados” em outros estados. Para isso, conta que a equipe do banco está preparada para fazer rápida análise dos projetos e aprovar rapidamente a concessão dos empréstimos.

Fonte: portal odocumento

BB disponibilizará wifi gratuito em mais de 1000 agências até setembro

Publicado em:

O Banco do Brasil instalou redes Wi-Fi em mais de 300 agências pelo país durante o primeiro trimestre e estima expandir o serviço para mil unidades até setembro. A iniciativa tem o objetivo de divulgar o aplicativo da instituição e pretende familiarizar os clientes às operações disponíveis nos smartphones e tablets para intensificar o uso do canal.

O acesso à internet é feito com o apoio dos funcionários nas agências, que auxiliam os usuários a baixar o app, apresentam as funcionalidades e divulgam a segurança do canal. Segundo o banco, a tecnologia garante uma melhor experiência ao cliente, gerando maior conveniência e, na maioria dos casos, dispensa a necessidade de deslocamento até as agências bancárias. “A satisfação dos clientes que utilizam o modelo de atendimento digital é 21% superior daqueles que utilizam o atendimento físico. A solução para o cliente está disponível na palma da mão e pode ser feita em qualquer lugar,” ressalta o diretor de clientes pessoas físicas do BB, Simão kovalski.

Pelo aplicativo é possível fazer desde pagamento de boletos, transferências e depósito de cheques, até operações mais complexas, como: contratação de empréstimos, financiamento de veículos e de operações rurais. Apenas em 2016, foram feitas mais de 3 bilhões de transações pelos dispositivos móveis. “As transações realizadas nos canais mobile e Internet representam 65,9% do total do atendimento no BB e o aplicativo do banco já ultrapassou a marca de 11 milhões de usuários”, ressalta Gustavo Fosse, diretor de tecnologia do BB.

A pesquisa realizada pela Opinion Box e o Mobile Time apontou o app do Banco do Brasil como um dos cinco mais importantes no dia a dia do brasileiros, atrás apenas de redes sociais e do Google. Entre os aplicativos bancários, o BB é líder em downloads e possui a melhor avaliação dos usuários nas lojas Apple Store e Google Play.

Fonte: Notícias do Dia

Os alvarás judiciais, o Banco do Brasil e a dignidade da advocacia

Publicado em:

Poucas vezes se viu consenso tão grande, como ocorre agora, em relação à constatação da má prestação dos serviços bancários do Banco do Brasil no pagamento dos alvarás judiciais. A revolta é grande e ousamos dizer que tem alcance nacional!

Aqui na Bahia, — reforçada pela dedicação de inúmeros colegas que se mobilizaram, espontaneamente, em virtude das dificuldades que vivemos, cotidianamente — a OAB trava importante confronto no sentido de garantir serviço de excelência bancária para a advocacia.

Os últimos atos dessa batalha foram a liminar deferida pela 6ª Vara da Justiça Federal na Ação Civil Pública promovida pela OAB da Bahia (Processo 0019083-69.2016.4.01.3300), em 15 de março, e a audiência pública realizada em 17 de março, com a presença de advogadas e advogados, bem assim representantes do Tribunal de Justiça, do Banco do Brasil, do Procon e do Codecon.

O quadro atual, de acordo com a liminar deferida, nos garante (a) pagamento dos alvarás, em até 48 horas, (b) atendimento em toda rede nacional e (c) respeito, em Salvador, à lei que estipula limite máximo de 15 minutos de espera.

Ainda é pouco, em que pese seja um grande avanço diante da realidade infernal que vivemos todos os dias. Precisamos e exigimos: (1) pagamento imediato dos alvarás; (2) nos casos de inconsistência em alvará, respeito ao prazo de 48 horas, estipulado no contrato celebrado pelo banco com o Tribunal de Justiça, para solução do problema e efetivo pagamento; (3) implantação de alvará online; (4) efetivo atendimento em toda rede nacional, conforme obrigação contratual já contraída pela instituição financeira; e (5) criação de áreas de atendimento exclusivo para a advocacia.

Nossas pretensões são simples e fáceis de ser atendidas, pois estão amparadas em lei e por obrigação decorrente do contrato celebrado pelo banco com o Tribunal de Justiça e, no caso do alvará online, pela existência de tecnologia para sua implantação, conforme reconhece a própria instituição financeira.

O Banco do Brasil é bem remunerado para prestar o serviço e tem que cumprir suas obrigações sem subterfúgios. Importa destacar que aquele contrato entre o banco e o tribunal, malgrado sua forma aparentemente privada, é público e se destina a regular efeitos da prestação jurisdicional, envolvendo depósito, remuneração e entrega de dinheiro que não lhes pertence!

A má-gestão do dinheiro depositado, em suas diversas modalidades, entre as quais, o atraso na disponibilidade do crédito ao seu titular, configura ato ilícito contratual e, ainda, ato de improbidade administrativa e crime de desobediência!

Respostas evasivas e intenções não implementadas não são aceitáveis. O não cumprimento, pelo Banco do Brasil, dos pontos exigidos pela advocacia da Bahia implica responsabilidade contratual, administrativa e criminal, gerando, não apenas a punição dos agentes, mas, igualmente, a necessária rescisão do contrato e a celebração de novo pacto com outra instituição bancária, precedida de licitação.

Nunca é demasiado destacar, a exigência de prestação de serviço eficiente no pagamento dos alvarás é relevante porque representa a sobrevivência de parcela significativa da advocacia, e, ao mesmo tempo, é o respeito à dignidade da nossa profissão.

O advogado, sabemos todos, é indispensável à administração da Justiça (artigo 133, CF) e é direito nosso receber no exercício da profissão, tratamento compatível com a dignidade da advocacia e condições adequadas a seu desempenho (artigo 6º, parágrafo único, do EAOAB).

É muito estranho que tenhamos que buscar na Justiça o cumprimento de obrigação óbvia decorrente de lei e contrato contra o Banco do Brasil, justamente “o banco de todos os brasileiros”.

Exatamente porque vivemos tempos estranhos, estamos na trincheira da luta, lado a lado, ombro a ombro, com advogadas e advogados baianos. Juntos haveremos de vencer!

Por Luiz Viana Queiroz e Fabrício de Castro Oliveira

Fonte: portal Consultor Jurídico

BB é multado por não reabrir agências atingidas por ações criminosas em PE

Publicado em:

A não reabertura de agências atingidas por ações criminosas em Pernambuco levou o governo estadual, através da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos e do Procon-PE, a multar o Banco do Brasil no valor de R$ 4 milhões. A instituição bancária tem o prazo legal de 10 dias para apresentar recurso da decisão, que foi fundamentada em infração gravíssima, devido a defeitos de prestação de serviço coletivo e à cobrança de taxas a consumidores por serviços bancários durante o período de não funcionamento das agências.

Uma investigação preliminar contra as instituições financeiras que tiveram agências e caixas eletrônicos explodidos foi instaurada pelo Procon-PE em agosto do ano passado. De acordo com o órgão, apenas o Banco do Brasil segue com as agências atingidas no interior do Estado fechadas enquanto os demais bancos apresentaram defesa manifestando que foram reestabelecidos os serviços nos locais afetados pelas investidas criminosas.

Ainda segundo o Procon-PE, o Banco do Brasil alegou que a devolução de valores cobrados a correntistas das agências que estavam fechadas não seria necessária, já que o consumidor teria alternativas para realizar operações bancárias. O órgão entende, porém, que a não realização do estorno dos valores cobrados retira o direito de escolha do consumidor.

A não efetivação dessa cobrança é um dos pontos que constam no Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) proposto pelo Procon-PE em audiência realizada em fevereiro deste ano com a presença de representantes dos bancos. O documento, que não foi assinado por nenhuma instituição financeira, previa ainda a efetivação das medidas de segurança voltada à total inutilização de cédulas e a submissão do plano de segurança adotado à Polícia Federal, além do restabelecimento do funcionamento efetivo.

Por meio de nota, a assessoria de imprensa do Banco do Brasil em Pernambuco informou que a instituição bancária não comentaria a aplicação da multa. No texto, o banco “reafirma o compromisso permanente de continuar prestando ao Procon-PE, em tempo ágil, os devidos esclarecimentos sobre a situação das agências que foram alvo de investidas criminosas, bem como as informações sobre os esforços diários que empreende visando disponibilizar alternativas de atendimento capazes de minimizar o impacto para as comunidades”.

Caixa Econômica Federal

O Procon-PE informou que enviou um ofício para a Polícia Federal para que realize uma fiscalização com o objetivo de verificar se a operação das agências estão seguindo a legislação de segurança. Sobre a Caixa Econômica Federal, o órgão informou que a defesa do banco afirmou que as duas agências que haviam sido alvo de explosões — uma em Ponte dos Carvalhos e outra em Gaibu, no Cabo de Santo Agostinho — já estariam com os serviços restabelecidos. Caso isso não corresponda à realidade, a Caixa será submetida a medida cautelar e a uma multa de R$ 100 mil, segundo o Procon-PE.

Fonte: G1

Segundo prefeito de Sorocaba condomínio foi entregue com autorização do BB

Publicado em:

O prefeito de Sorocaba, José Crespo (DEM), informou em uma coletiva de imprensa realizada na manhã desta terça-feira (28) que o Banco do Brasil autorizou a liberação dos apartamentos do Residencial Carandá.

Mais famílias são esperadas para se mudarem para o condomínio, localizado na Zona Norte De Sorocaba. No entanto, o Ministério das Cidades questionou na segunda-feira (27) a entrada dos moradores no imóvel e alegou que a ação foi feita “à revelia”.

Crespo apresentou um documento do Banco do Brasil, que é financiador da obra junto ao programa Minha Casa Minha Vida do Governo Federal, que confirma a entrega dos apartamentos, mas veta algumas torres, como: Figueiras, Jerivás, Macaúba, Araucária, Aroeira e Buriti.

Segundo o documento, o banco alegou que as torres deveriam permanecer fechadas para que reparos fossem feitos pela construtora. No entanto, Aroeira e Buriti foram liberadas depois que a prefeitura conseguiu uma liminar na Justiça no sábado (25) que autorizava a entrada dos moradores. Como ainda faltam 672 famílias para se mudar aos apartamentos, o prefeito de Sorocaba informou que vai recorrer ao Ministério Público e que vai a Brasília de forma emergencial para resolver o problema.

Em nota, o Banco do Brasil disse que, por ser agente financiador das unidades, não tem autonomia para autorizar a entrega dos apartamentos. Por meio de uma nota técnica, o BB diz que informou ao Ministério das Cidades que a entrega estava prevista para 1° de abril, mas o órgão teria que aprovar a data.

Quanto ao laudo técnico, explica que 1.456 apartamentos foram vistoriados e estariam aptos para serem ocupados, mediante autorização do Ministério das Cidades. As 1.008 moradias restantes estariam pendentes de regularização de documentos e medição final. Por fim, o banco afirma que notificou a construtora quanto os procedimentos técnicos para preservar a integridade do residencial e dos moradores.

“Irregularidades administrativas”

Em nota, o Ministério das Cidades informou que tomaria todas as medidas cabíveis para apurar eventuais irregularidades administrativas, civis e criminais na entrega parcial do residencial à revelia do Governo Federal.
Ainda segundo a nota, a decisão tem como objetivo garantir, principalmente, a segurança dos beneficiários e o respeito à legislação que regula o Programa Minha Casa Minha Vida.

O Ministério das Cidades ainda disse que a entrega dos imóveis pertencentes ao programa depende de autorização expressa do Governo Federal, após liberação do empreendimento pelo agente financeiro.

De acordo com nota técnica do Banco do Brasil, agente financeiro responsável pelo Residencial Jardim Carandá, encontram-se pendentes: a entrega de documentação que defina o responsável pela operação do sistema da água, e, a medição final, que só pode ser realizada após conclusão das obras.

O agente financeiro atesta, ainda, que estão aptas para entrega 1.456 unidades habitacionais restando 1.104 para serem vistoriadas até 30 de março, todas sem regularização de documentação. A previsão para finalização dos respectivos reparos e pendências é o dia 28 de março de 2017.

Diante das informações, o Ministério das Cidades reforça que a vistoria do Residencial Jardim Carandá encontra-se dentro do prazo e que o empreendimento não poderia ter sido entregue antes das datas mencionadas.

Localizado no bairro Caguaçú, o empreendimento vai abrigar 2.560 famílias beneficiadas pelos programas habitacionais Minha Casa Minha Vida, Casa Paulista e Nossa Casa; respectivamente, federal, estadual e municipal.
O Residencial Carandá tem 2.560 apartamentos de 47 m², divididos em sala, cozinha, banheiro e dois quartos, além de vaga de garagem. O empreendimento estava em construção desde julho de 2013 e tinha previsão inicial de entrega para o primeiro semestre do ano passado.

O residencial faz parte do programa de moradias populares e beneficia famílias de baixa renda, cadastradas na prefeitura. São 16 condomínios com 12 torres cada. Cerca de 9 mil pessoas vão morar no condomínio, mais gente do que na cidade de Tapiraí.

Construção polêmica

A obra do residencial foi marcada por uma série de polêmicas. O local fica a cerca de 15 quilômetros do centro e não tem infraestrutura. Por isso, a mudança está sendo feita com um ano de atraso.

Por conta da distância, a prefeitura teve que construir um posto de saúde que será inaugurado no mês que vem e terá que construir quatro escolas para atender os moradores. Não há previsão para o início das obras.
Enquanto isso a prefeitura vai disponibilizar transporte pra levar os alunos para as escolas. O residencial é tão grande que tem até sistema de tratamento de esgoto próprio.

Fonte: G1

Governo de Minas volta a acusar Banco do Brasil

Publicado em:

A Ordem dos Advogados do Brasil em Minas Gerais (OAB-MG) informou que recebeu 700 reclamações de alvarás que não foram pagos aos cidadãos por causa do impasse entre o governo do estado e o Banco do Brasil (BB) referente aos depósitos judiciais. As queixas chegaram à Ouvidoria do Alvará Judicial, que foi criada no último dia 13. De acordo com a assessoria de imprensa da OAB-MG, o órgão deve fazer uma reunião esta semana para tratar sobre o assunto.

O objetivo da ouvidoria é estabelecer um canal para o contato imediato da entidade com o advogado que não consegue receber o alvará da Justiça mineira nas agências do BB. De acordo com a OAB, a decisão foi tomada por causa de transtornos criados pela negativa de pagamentos de alvarás da Justiça estadual, resultantes da disputa entre o Executivo mineiro e o BB sobre a sistemática para contabilizar e administrar as contas judiciais sob responsabilidade do banco.

A partir de levantamentos de informações, a seccional mineira levará todos os casos ao conhecimento do ministro Celso de Mello, no Supremo Tribunal Federal (STF), para que ele tenha uma dimensão da repercussão e da importância do problema e decida, em função disso, com a máxima urgência.

O problema do não pagamento e do não cumprimento às decisões judiciais começou em dezembro de 2016, quando o BB informou ao Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) e ao governo de Minas que não havia recursos disponíveis para os pagamentos de valores depositados em contas judiciais até o ano de 2015.

O Banco do Brasil alegou, em nota, que o fundo de reserva não tem o saldo necessário desde o fim do ano passado e diz que os pagamentos de alvarás voltarão à normalidade assim que houver recomposição. O bando ainda informou que está disponível para prestar os escalrecimentos à Justiça.

A Advocacia-Geral do Estado de Minas Gerais informou, também por meio de nota, que, na última sexta-feira (24), dos R$ 36 milhões aportados pelo estado para o pagamento dos alvarás, restavam R$ 20 milhões. Isso significa que o valor não foi utilizado pelo banco para fazer os pagamentos. A AGE também disse que estuda uma solução para problema o mais rápido possível.

TJMG

O TJMG notificou, no último dia 23, o governador do estado, Fernando Pimentel (PT), para a recomposição dos fundos para o pagamento dos alvarás judiciais. Isso é uma das várias ações do TJMG para resolver a questão entre o estado de Minas Gerais e o BB.

Ainda para auxiliar na solução do caso, o TJMG enviou, no dia 24 de fevereiro, correspondências para o Banco Central do Brasil e a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), responsáveis pela fiscalização dos serviços bancários no Brasil, para que as duas instituições também atuem na resolução do impasse.

A medida foi tomada diante da imprecisão dos dados contábeis apresentados pela instituição financeira. Além disso, o Judiciário mineiro encaminhou a questão ao conhecimento do Ministério Público Estadual, para as providências cabíveis.

Todas as ações foram comunicadas aos magistrados de todo o estado, que deverão decidir o que entenderem pertinente, no âmbito de sua jurisdição, nos termos da legislação vigente.

Entenda o caso

O governo de Minas e o Banco do Brasil não entram em um acordo definitivo sobre estas questões desde 2015, quando o governo sancionou uma Lei sobre o uso dos depósitos judiciais – valores referentes a pagamentos feitos em juízo, como as multas determinadas por juízes ou desembargadores.

A lei determina que os recursos dos depósitos judiciais sejam usados para atender a demanda da previdência social, no pagamento de precatórios e assistência judiciária e na amortização da dívida de Minas Gerais com a União. Na regra, ainda está previsto que o governo poderia usar 75% dos depósitos no primeiro ano de vigência e 70% nos anos consecutivos.

Em dezembro de 2016, o banco notificou o estado sobre a insuficiência de saldo no fundo de reserva, solicitando sua recomposição em 48 horas. O objetivo era garantir o pagamento dos valores dos resgates de depósitos judiciais.
O governo recorreu no Supremo Tribunal Federal (STF) contra o Banco do Brasil. No dia 10 de janeiro(,) a presidente do Supremo, ministra Cármen Lúcia, negou o pedido do governo de Minas para impedir o bloqueio de R$ 1,5 bilhão das contas estaduais. No despacho, Cármen Lúcia justificou que o bloqueio dos recursos está previsto no contrato assinado entre o BB e o governo mineiro para guardar os depósitos judiciais. Depois disso, o executivo estadual entrou com a ação na Justiça de Minas.

Fernando Pimentel garantiu no dia 27 de janeiro deste ano que existe dinheiro suficiente no Banco do Brasil para pagar os depósitos e que “o banco está usando de um artifício para não fazê-lo”. “Nós vamos contornar essa questão”, afirmou.

De acordo com o Banco do Brasil, o “Governo de Minas Gerais vem procurando o Poder Judiciário local com o fim de obter decisões visando ao não cumprimento de suas obrigações legais e contratuais”. A instituição ainda reafirma que o governo deve recompor o fundo de reserva, “conforme valores constantes da notificação encaminhada ao Estado e ao Tribunal de Justiça de Minas Gerais em dezembro de 2016”.

Fonte: G1

BB Investimentos recomenda compra de ação e vê potencial de alta de 37%

Publicado em: 23/03/2017

SÃO PAULO – A equipe de análise do BB Investimentos elevou a recomendação para as ações da Direcional (DIRR3) de market perform (desempenho em linha com a média do mercado) para outperform (desempenho acima da média do mercado) mesmo após a companhia reportar prejuízo líquido de 64,811 milhões no quarto trimestre do ano passado.

De acordo com o BB Investimentos, os resultados operacionais da empresa foram fortes, com o lançamento calculado em R$ 316 milhões nos segmentos de renda Minha Casa Minha Vida 2 (de R$ 1,8 mil até R$ 4 mil) e 3 (até R$ 9 mil) no quarto trimestre e vendas líquidas de R$ 179 milhões no período.

O resultado da empresa foi impactado pela reforço dos orçamentos das obras do MCMV 1 em fase de entrega e suplementação da provisão para manutenção deste segmento.

Os analistas do BB estimam que as margens brutas devem continuar pressionadas em 2017 ante da recuperação esperada para 2018. “Isso se deve ao alto nível de projetos de renda média e média-alta no estoque (R$ 712 milhões ou 56% do estoque total, enquanto 39% já estão concluídos)”, explica o BB, em relatório.

O aumento da participação dos segmentos MCMV 2 e 3, mais rentáveis que a faixa 1, nos negócios da empresa também deve impulsionar os resultados. Atualmente, as faixas 2 e 3 do programa correspondem a 44% do estoque da Direcional ante 19% no quarto trimestre de 2015. “Na medida em que a sua quota aumentar, acreditamos em resultados mais estáveis à frente, apoiando a nossa visão otimista sobre DIRR3”, dizem os analistas.

Esse otimismo com o papel leva o BB a estimar preço-alvo em R$ 7,30 ao fim deste ano, acima da expectativa anterior de R$ 6,80 e valorização de 37,2% ante o fechamento de 21 de março.

 

Fonte: Infomoney

BB Seguridade faz aporte em fundo de tecnologia da Microsoft

Publicado em:

São Paulo – O grupo BB Seguridade fez um aporte no fundo de fomento a empresas brasileiras de tecnologia organizado pela Microsoft, de olho em acesso rápido a novas tecnologias como análise de grande volume de dados em áreas como monitoramento de sinistros.

A companhia que reúne participações do Banco do Brasil em seguros e previdência fez um aporte de 5 milhões de reais no fundo BR Startups, criado pela unidade brasileira da gigante norte-americana de software em 2014.

 A BB Seguridade vai se unir no fundo, que até agora tem 27 milhões de reais em capital comprometido, a empresas como Monsanto, multinacional de insumos agrícolas; banco Votorantim; e Algar Telecom.

“Com o fundo, podemos acelerar bastante alguns processos nossos de análise de informação (…) melhorar experiência dos clientes e de acompanhamento de sinistros”, disse a diretora de clientes, comercial e de produtos da BB Seguridade, Angela de Assis.

Ela acrescentou que entre os focos do grupo segurador no investimento no fundo está a tecnologia de big data, voltada à análise de enormes volumes de informações para geração de valor aos negócios da BB Seguridade.

Segundo Franklin Luzes, vice-presidente de operações da Microsoft Participações, braço de investimentos da unidade brasileira da companhia de software, o fundo tem autorização para elevar seu capital para até 300 milhões de reais. O fundo tem retorno mínimo esperado em 10 anos de CDI mais 3 por cento ao ano, afirmou.

“Temos seis anos de investimento e quatro de desinvestimento, Estamos no ano três”, disse ele. “Nossa ideia é crescer estruturadamente para aumentar o retorno financeiro dos cotistas (…) Vamos ter condições de crescer para chegar nos 300 milhões. Estamos indo conforme nos sentimos confortáveis”, acrescentou.

Entre as empresas apoiadas pelo fundo, Luzes citou a Asapp, uma startup que desenvolveu uma plataforma de software que agiliza a distribuição de conteúdo e informação atualizada a equipes de vendas.

O fundo começará nesta semana a receber inscrições de empresas nacionais interessadas em apoio para seus projetos de tecnologia. A expectativa é que o BR Startups escolha três para serem apoiadas.

Luzes afirmou que quando a Monsanto ingressou no fundo, houve 83 inscrições de empresas com projetos de tecnologia voltados ao agronegócio.

Dessas inscritas, apenas seis foram chamadas para uma pré-seleção que culminará no início de abril com a escolha de uma companhia para ser apoiada pelo fundo.

 

Fonte: EXAME

Grupo BB e MAPFRE apaga as luzes para marcar a “Hora do Planeta”

Publicado em:

Por mais um ano, o Grupo Segurador Banco do Brasil e MAPFRE participará do movimento “Hora do Planeta”, iniciativa mundial promovida pelo Fundo Mundial para a Natureza (WWF) para conscientização sobre os impactos das mudanças climáticas por meio de uma atitude simples: desligar as luzes durante o período de uma hora.

A sede da companhia, localizada da Avenida das Nações Unidas, próximo à estação Morumbi da CPTM, zona Sul de São Paulo, e as 102 sucursais distribuídas por todo o país farão o ato simbólico de apagar as luzes em apoio ao movimento, que em 2016 chegou a 178 países e territórios e 9.000 cidades e vilas, segundo a organização.

A edificação do condomínio WT Morumbi, onde está localizada a sede do Grupo, é certificada LEED (principal selo de construção sustentável) Core and Shell – Silver, assim como o projeto de interiores do grupo, que acaba de ser certificado LEED-CI – Gold. Tanto o projeto quanto a execução de obras seguiram requisitos e métodos que geram maior eficiência energética, racionalização de água, redução da geração de poluentes e qualidade do ambiente para o usuário.

A participação do grupo no movimento Hora do Planeta está alinhada à sua estratégia de promover sustentabilidade em todas as esferas de atuação. Desde o início de suas operações, em 2011, esse cuidado está presente por meio da promoção de diversas iniciativas para reduzir o impacto ambiental na realização de suas atividades.

“Participar da Hora do Planeta estimula o engajamento de pessoas, cidades e empresas em ações que façam a diferença para a preservação ambiental. Mais do que simplesmente apagar as luzes durante uma hora, a iniciativa pode ajudar a potencializar a mobilização em busca de iniciativas concretas em favor das questões climáticas”, afirma Fátima Lima, diretora de Marketing e Sustentabilidade do grupo.

A companhia é certificada pela norma ISO 14001, que atesta que o sistema de gestão ambiental da companhia segue padrões internacionais e demonstra sua preocupação com a proteção do meio ambiente, por meio de um compromisso formal e internacionalmente reconhecido. Para recebê-la, o grupo estabeleceu novas metas e indicadores ambientais para as áreas, investiu em treinamentos para os colaboradores e adequou processos aos padrões internacionais pré-estabelecidos pela norma.

“A busca por alternativas inteligentes e sustentáveis é uma responsabilidade de toda a sociedade e o grupo, que pauta suas ações e decisões buscando sempre o equilíbrio socioambiental, procura investir em iniciativas que geram valor para a empresa e para a sociedade, garantindo a mitigação de riscos socioambientais na sua operação”, conta Fátima.

 

Fonte: Revista JRS

BB está melhor preparado para se adequar a Basileia, diz Moody’s

Publicado em:

São Paulo – Os esforços do Banco do Brasil para moderar o ritmo de crescimento e reduzir custos colocaram-no em melhor posição para cumprir com padrões de capital de Basileia que entrarão integralmente em vigor até 2019, afirmou a Moody’s em relatório nesta quarta-feira.

Estas melhorias refletiram-se na recente afirmação do rating Ba2 do banco estatal e na revisão da sua perspectiva para estável, de negativa, afirmou a agência.

Mas o BB terá que ser ainda mais conservador na concessão de empréstimos, além de controlar custos e procurar oportunidades para ampliar spreads de crédito e aumentar a receita de taxas, afirmou a Moody’s.

Os comentários vêm após o BB ter anunciado em novembro um amplo pacote de medidas destinado a reduzir custos, incluindo um plano de aposentadoria incentivada que envolveu cerca de 10 mil funcionários e o fechamento ou redução de cerca de 800 agências, na tentativa de elevar sua rentabilidade.

Para a Moody’s, os riscos de ativos continuarão a diminuir à medida que a economia brasileira começa a se recuperar, permitindo uma melhora da carteira do BB de grandes corporações e pequenas e médias empresas, que se enfraqueceu bastante.

“Mas graças à sua decisão de reduzir sua exposição a segmentos de mercado de alto risco no ano passado, as métricas de qualidade de ativos do banco estão mostrando sinais iniciais de melhora, com a formação de empréstimos inadimplentes caindo nos últimos dois trimestres”, disse a Moody’s no relatório.

As provisões para perdas com empréstimos, que subiram para 4,6 por cento da média dos empréstimos em 2016, ante 2,7 por cento dois anos antes, começarão a cair este ano como resultado das melhorias já mencionadas na qualidade dos ativos, disse a agência.

Para cumprir sua meta de capital, o banco terá que manter um ritmo disciplinado de crescimento. O objetivo do BB é manter seu índice de capital principal de nível 1 igual ou superior a 9,5 por cento, próximo do nível atual.

A Moody’s calcula que o banco terá que limitar o crescimento dos chamados ativos de risco a um ritmo anual de 7,1 por cento nos próximos três anos. Este cenário pressupõe que o lucro do siga em elevação nos próximos anos.

As ações do BB fecharam em alta de 3,38 por cento nesta quarta-feira, ante alta de 0,86 por cento do Ibovespa.

 

Fonte: EXAME

Geraldo Dezena, vice-presidente de TI do BB se aposenta

Publicado em:

Geraldo Dezena, vice-presidente de TI do Banco do Brasil, está se aposentando. O BB ainda não comunicou quem será o sucessor.

Segundo um e-mail obtido pelo site Convergência Digital, Dezena comunicou aos funcionários da área de tecnologia depois de uma carreira de 40 anos no banco.

Dezena destacou os projetos que passaram por sua gestão, entre eles a nuvem corporativa, a criação do Laboratório Avançado no Vale do Silício e o lançamento da Conta Digital.

O trabalho de Dezena foi destacado em diversas premiações, sendo uma das mais recentes a edição 2016 do CIO 100 Awards, prêmio organizada CIO Magazine dos Estados Unidos.

O Banco do Brasil foi a única empresa brasileira no entre os vencedores, sendo destacada modelo de atendimento BB Estilo Digital, que, de acordo com o BB, levou a instituição à liderança do segmento de alta renda no país.

Fonte: baguete

BB já contrata R$ 83,5 mi de crédito para antecipação de IR em 2017

Publicado em:

Mais de 23 mil clientes já anteciparam suas restituições de Imposto de Renda com o Banco do Brasil desde o dia 2, quando a linha de crédito foi reaberta. Foram desembolsados mais de R$ 83,5 milhões até o dia 15 de março, sendo que R$ 9,2 milhões foram contratados por clientes pelo App BB, para celulares e tablets, representando 80% de crescimento da participação do canal em relação ao ano anterior. Em todo o ano de 2016, a linha teve um desembolso total de cerca de R$ 500 milhões.

No ano passado, a contratação realizada pelo aplicativo do Banco já permitia – de modo pioneiro no mercado bancário – o envio de foto do recibo do IRPF, sem necessidade do cliente ir à agência. Para este ano, o BB amplia a facilidade também para o cliente que realizar a antecipação pela internet: ele poderá realizar o upload do recibo da Declaração do IR, imagem ou PDF, pelo próprio canal. A funcionalidade traz conveniência e ganho de tempo ao cliente, pois ele receberá o crédito da antecipação direto na conta, sem precisar sair de casa.

Condições do crédito
Com a linha é possível antecipar até 100% do valor do crédito a ser restituído, limitado a R$ 20 mil, com taxas de juros a partir de 2,11% a.m, até 4,18%. O pagamento é realizado somente na data do crédito da restituição ou no vencimento do contrato, que será no dia 15 de Janeiro de 2018, o que ocorrer primeiro. As contratações podem ocorrer via Aplicativo BB para celulares e tablets, via internet e também nos terminais de autoatendimento, na Central de Atendimento BB e nas agências do Banco em todo o país por correntistas com limite de crédito aprovado e que tenham indicado o Banco do Brasil para recebimento da restituição.

 

Fonte: assessoria de imprensa do BB

BB realiza evento que mistura palestra de funcionários com nomes consagrados

Publicado em:

No último sábado, 18, o Banco do Brasil realizou um evento para funcionários, chamado de “Inspira BB”, no Rio de Janeiro. Com palestras em formato TED, de personalidades reconhecidas, como os jornalistas Xico Sá e Fernanda Gentil, as atrizes Beth Goulart e Taís Araújo, além de cinco funcionários, incluindo um escriturário e o próprio Presidente do Banco, Paulo Caffarelli, abordou o tema “Mundo em Transição: Gênero e Diversidade”. Esta foi a segunda edição do evento, que estreou em São Paulo, em 2016. O “Inspira BB” propõe reflexões acerca de temas de destaque na sociedade.

Ao todo, foram 160 funcionários inscritos para palestrar, e dentre os selecionados destacaram-se um funcionário autista e outro transexual, por exemplo. Para participar da plateia, foram cerca de 1800 inscrições de funcionários, em auditório com capacidade para 1200 pessoas.

O evento foi transmitido, ao vivo, pelo canal do Banco do Brasil no YouTube. Clique aqui para ver a transmissão completa do evento.

Programação:

Palestrantes:

Xico Sá, jornalista e escritor, foi colunista do jornal Folha de S. Paulo e, atualmente, integra a programação da TV Globo, do GNT, e escreve para a edição brasileira do jornal El País. É autor de livros, como “O Livro das Mulheres Extraordinárias” e o “Modos de macho & Modinhas de Fêmea”. Ele esteve no Inspira, para falar sobre “linguajar masculino”.

Fernanda Gentil é jornalista, trabalha como repórter e apresentadora da TV Globo, e comanda o programa Esporte Espetacular. É conhecida por sua forma descontraída e divertida de apresentar e lidar com o público. Estreou como autora no ano passado, no livro “Gentil Como a Gente”, em que conta histórias cômicas sobre o casamento e a vida de uma família “nada convencional”, inspiradas em suas experiências pessoais.

Beth Goulart, atriz, participou do evento atuando como Clarice Lispector. Apresentou uma adaptação especial da peça “Simplesmente eu, Clarice Lispector”.

Taís Araújo, atriz, foi a primeira atriz negra a ser protagonista de uma novela brasileira, com “Xica da Silva”, na extinta Rede Manchete. Por esse trabalho, realizado quando tinha apenas dezessete anos, tornou-se conhecida internacionalmente. Em 2015, foi alvo de comentários racistas em uma rede social, quando foi criada a hashtag #SomosTodosTaísAraújo.

Viviane Mosé, psicóloga, escreveu e apresentou, em 2005 e 2006, o quadro “Ser ou não ser”, no Fantástico, da Rede Globo, onde trazia temas de filosofia para uma linguagem cotidiana. Tem ainda diversos livros publicados e é Mestre e Doutora em filosofia, pelo Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Gabriela Duarte é, desde 2011, uma das poucas mulheres do Brasil que tem o orgulho de ser Comandante de Boeing 737 da Gol, aeronave de maior venda na história da aviação civil e uma das mais antigas em operação no mundo. No Inspira, ela compartilhou sua experiência na aviação e o fato de ter realizado o maior sonho da vida de seu pai: ser piloto.

Ricardo Guimarães, consultor e ex-publicitário, atua diretamente com o BB e crê na comunicação como exercício de identidade, principalmente no tempo real da sociedade em rede.

Thais Linero, assessor na Diretoria de Gestão de Riscos do BB, falou sobre a importância do respeito ao próximo, na palestra “Ser Trans, Ser Humano”.

Hector Amaral, escriturário, trouxe o tema Síndrome de Asperger e Autismo, em sua palestra “Azul da cor do mar”.

Michelle Sampaio, gerente de Relacionamento PJ na agência Juazeiro do Norte (CE), esteve no Inspira com o tema “Superando Limites”.

Luciane Cortes, gerente de Grupo no SAC, Serviço de Atendimento ao Consumidor, falou sobre “Dependência da Independência”.

Bruna Cortella, gerente Geral da agência Banco do Brasil em Conchal, interior de São Paulo, abordou sobre como as diferenças precisam ser respeitadas, para que as desigualdades entre homens e mulheres nos cargos de gestão sejam reduzidas, em sua palestra “Reduzir as Desigualdades com respeito às Diferenças”.

Paulo Caffarelli, presidente do Banco do Brasil, encerrou o evento.

O “Inspira BB” teve também participações musicais de funcionários e convidados, como o grupo Mansão Popular Brasileira, formado por 20 jovens cantores e compositores dos mais diversos ritmos.

 

Fonte: assessoria de imprensa do Banco do Brasil

BB oferece novas linhas de crédito do FCO para MT desenvolver projetos

Publicado em:

O Banco do Brasil deu a missão ao Governo de Mato Grosso de escolher e apresentar projetos com potencial para novos investimentos no Estado, por meio do por meio do Fundo de Financiamento do Centro-Oeste (FCO). Segundo o vice-presidente de Agronegócio do Banco do Brasil, Tarcísio Rubner, a instituição financeira percorrerá Mato Grosso, em uma caravana, também em busca de projetos sociais que possam aderir ao programa.

O governador Pedro Taques e diretores do Banco do Brasil em Mato Grosso discutiram nesta sexta-feira, 17 de março, novos investimentos em projetos do Executivo, com recursos provenientes do FCO.

Durante a reunião, o vice-presidente de Agronegócio do Banco do Brasil, Tarcísio Rubner, destacou que a instituição financeira “tem muito dinheiro para investir, só precisa de projetos”.

Ainda de acordo com Rubner, as linhas de crédito foram facilitadas. No encontro ficou acertado a incumbência dos secretários de Estado de Desenvolvimento, Ricardo Tomczyk, de Gestão, Júlio Modesto, da Casa Civil, Paulo Taques, e de Fazenda, Gustavo de Oliveira, em escolher e apresentar os projetos com potencial para novos financiamentos.

O vice-presidente de Agronegócio do Banco do Brasil, Tarcísio Rubner, revela que a instituição financeira irá percorrer Mato Grosso em uma caravana em busca de projetos sociais que possam aderir ao FCO.

“Estamos trabalhando com menos burocracia e pessoal treinado para angariar projetos. Agora estamos partindo pra campo e temos tranquillidade em investir no Estado de Mato Grosso”, disse Rubner no encontro.

De acordo com informações do Governo de Mato Grosso, uma nova reunião entre o Executivo e o Banco do Brasil deve ocorrer nas próximas semanas. Na oportunidade será realizada a apresentação dos projetos e a conclusão da parceria com o Banco do Brasil.

Fonte: Agro Olhar

Banco do Brasil é multado em R$ 4 milhões pelo Procon

Publicado em:

O Procon multou o Banco do Brasil no valor de R$ 4 milhões. A multa foi devido ao descumprimento da reabertura das agências atingidas por ações criminosas, o que vai de encontro com o Código de Defesa do Consumidor.

O órgão instaurou investigação preliminar contra as instituições financeiras, que tiveram agências e caixas eletrônicos explodidos, em agosto de 2016. Desde então foram realizadas audiências com a presença dos bancos. Na última, realizada em fevereiro deste ano, o órgão de Defesa do Consumidor propôs um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC). Termo esse que não foi assinado por nenhuma instituição financeira.

Entre os pontos propostos pelo TAC estavam: a submissão do plano de segurança adotado à Polícia Federal; a efetivação das medidas de segurança voltada à total inutilização de cédulas; a devolução e suspensão das cobranças bancárias dos consumidores que estão com suas agências fechadas; e o restabelecimento do funcionamento efetivo.

Todos os bancos apresentaram defesa manifestando que as agências que tinham sido atingidas, já estavam com os serviços reestabelecidos. Apenas o Banco do Brasil continua com as agências atingidas no interior do Estado fechadas.

Ainda na defesa, os bancos salientaram que as taxas de serviços bancários não estavam sendo cobradas aos correntistas das agências que estavam fechadas e que em caso da efetivação da cobrança os valores serão estornados.

O Banco do Brasil alegou que a devolução não seria necessária, visto que o consumidor teria alternativas para realizar operações bancárias. Em contrapartida, o Procon/PE entende que essa atitude retira o direito de escolha do consumidor.

A decisão de multa é fundamentada em infração gravíssima, e destaca entre os fatores: defeitos de prestação de serviço coletivo e cobrança de taxas a consumidores por serviços bancários, durante o período de não funcionamento. O Banco do Brasil terá o prazo legal de 10 dias para apresentar recurso.

O Procon também enviou um ofício para a Polícia Federal, para que, como órgão competente, fiscalize todos os bancos, com o objetivo de verificar se a operação das agências estão seguindo a legislação de segurança.

RESPOSTA – Por meio de nota o Banco do Brasil comentou a decisão.

“O Banco do Brasil reafirma o compromisso permanente de continuar prestando ao Procon PE, em tempo ágil, os devidos esclarecimentos sobre a situação das agências que foram alvo de investidas criminosas, bem como as informações sobre os esforços diários que empreende visando disponibilizar alternativas de atendimento capazes de minimizar o impacto para as comunidades.

No tocante à multa, a Instituição não comenta.”