BB e Americanas vão romper contrato para emissão de cartões

Publicado em: 13/06/2024

O Banco do Brasil e a Ame vão romper o contrato que mantêm para a emissão de cartões de crédito com a marca da fintech da Americanas. A venda de cartões na prática parou ano passado com a crise da varejista, que teve efeitos ainda mais profundos sobre a Ame. O contrato iria até 2030, mas as partes farão um distrato, e a Americanas busca um novo parceiro, provavelmente uma empresa que atue somente com cartões “de loja”.

A carteira envolvida no contrato tem cerca de R$ 2 bilhões em crédito, uma parte pequena dos R$ 54,3 bilhões que o BB concedia através do produto no final de março. O fim do contrato não levará ao cancelamento dos cartões existentes, que continuarão sendo geridos pelo BB.

Com a crise da Americanas, o BB “fechou a torneira” da emissão do cartão. Embora seja um dos maiores emissores de cartões do País, o banco público tem um viés mais conservador na venda do produto que os demais grandes bancos, e fez nos últimos meses uma revisão dos acordos de emissão que possui com empresas de varejo e consumo.

Crise teve efeitos profundos na subsidiária

Na Ame, a crise teve efeitos profundos. De acordo com fontes, a fintech passou pelos maiores ajustes entre todas as áreas da Americanas após a recuperação judicial da varejista, iniciada em janeiro do ano passado. Com isso, parou de conceder crédito com capital próprio. A maior mudança foi na política de cashback: o saldo obtido pelos clientes passou a ter validade, o que significa que créditos não utilizados voltam para o caixa da Ame após certo tempo.

Daqui em diante, a fintech deve operar como um shopping virtual em que bancos e financeiras concederão crédito com produtos como a antecipação do saque aniversário do INSS. O cartão de crédito operará sob a mesma lógica, mas com apenas um parceiro.

Procurado, o BB informou que não comentaria devido às cláusulas de confidencialidade do contrato com a Americanas. A Americanas não comentou.

Fonte: Contec

Impacto no Banco do Brasil com liberação de crédito para agricultores

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Recentemente, o Banco do Brasil (BVMF:BBAS3) anunciou a abertura de novas linhas de crédito no valor de R$ 2 bilhões destinadas a agricultores do Rio Grande do Sul. Essa iniciativa visa apoiar o setor agrícola, especialmente em tempos de dificuldades econômicas e climáticas. No entanto, a concessão de crédito nesse montante gera preocupações quanto à inadimplência e seus possíveis efeitos sobre as ações do banco, especificamente o ticker BBSA3.

O risco de inadimplência

A inadimplência ocorre quando os tomadores de empréstimos não conseguem honrar suas dívidas nos prazos estipulados. No contexto dos agricultores do Rio Grande do Sul, vários fatores podem contribuir para um aumento na inadimplência, incluindo:

1 – Condições climáticas adversas: Fenômenos como secas ou enchentes podem devastar colheitas, reduzindo drasticamente a capacidade de pagamento dos agricultores.

2 – Flutuações de preço no mercado agrícola: A variação nos preços das commodities agrícolas pode impactar a receita dos agricultores, dificultando o pagamento dos empréstimos.

3 – Condições econômicas gerais: Uma economia em recessão pode limitar o acesso dos agricultores a mercados lucrativos, bem como aumentar os custos operacionais.
Impacto nas ações BBSA3

A inadimplência elevada pode ter diversos efeitos negativos sobre o Banco do Brasil, refletindo-se diretamente no preço das ações BBSA3:

1 – Aumento nas provisões para perdas: O banco teria que aumentar suas provisões para perdas com inadimplência, o que impactaria negativamente seus lucros.

2 – Deterioração da qualidade dos ativos: Empréstimos inadimplentes reduzem a qualidade dos ativos do banco, podendo levar a uma reavaliação negativa por parte de agências de rating.

3 – Redução na confiança dos investidores: A percepção de risco elevado pode levar a uma venda massiva das ações por parte dos investidores, pressionando o preço para baixo.

4 – Custos de capital mais elevados: Com uma percepção de risco maior, o custo de captação de recursos pelo banco pode aumentar, afetando a lucratividade futura.

Medidas mitigadoras

Para minimizar os riscos associados à inadimplência, o Banco do Brasil pode adotar algumas medidas estratégicas:

1 – Avaliação rigorosa de crédito: Implementar critérios rigorosos na concessão de crédito para assegurar que apenas os agricultores com maior capacidade de pagamento sejam beneficiados.

2 – Seguro agrícola: Incentivar os agricultores a adquirirem seguros agrícolas para mitigar os impactos financeiros de eventos climáticos adversos.

3 – Diversificação de carteira: Diversificar a carteira de crédito para diluir o risco específico do setor agrícola.

4 – Monitoramento contínuo: Manter um monitoramento constante da saúde financeira dos tomadores de crédito para agir preventivamente em casos de risco de inadimplência.
Conclusão

A concessão de R$ 2 bilhões em linhas de crédito para agricultores do Rio Grande do Sul pelo Banco do Brasil é uma medida importante para sustentar o setor agrícola, mas não está isenta de riscos. A inadimplência pode ter impactos significativos nas ações BBSA3, afetando desde os lucros do banco até a confiança dos investidores. No entanto, com medidas de mitigação adequadas, o Banco do Brasil pode minimizar esses riscos e continuar a desempenhar um papel crucial no apoio ao desenvolvimento agrícola no Brasil.

Fonte: Investing

Bradesco e BB aumentam fatia na Cielo antes do fechamento de capital

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O Bradesco e o Banco do Brasil aumentaram suas participações na Cielo na semana passada através de instrumentos de swap, um tipo de derivativo existente no mercado financeiro. As operações já estavam previstas quando os bancos divulgaram ao mercado o projeto de fechamento de capital da credenciadora, e na prática, enxugam a liquidez e portanto a quantidade de ações que terão de comprar.

A operação aconteceu através da Livelo, empresa de fidelidade em que os bancos também são sócios, e que será uma das compradoras das ações da Cielo na oferta pública de aquisição (OPA), que deve acontecer em agosto. No caso do BB, a participação indireta subiu para 32,45%, contra 28,65% anteriormente. O Bradesco também aumentou a participação, mas segundo fontes, o aumento foi menor, e por isso, não há obrigatoriedade de divulgação. Antes, o banco possuía pouco mais de 30% das ações da empresa.

As regras da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) valem inclusive para aumentos de fatias acionárias que se dão através de instrumentos derivativos. No caso da Cielo, Bradesco e BB montaram através da Livelo um swap de total retorno (TRS, na sigla em inglês). Essa operação permite ganhar o retorno de uma empresa mesmo sem comprar a ação. O detentor do papel recebe uma taxa pré-acordada, e o beneficiário do swap, o retorno do papel no mercado.

Sem chamar a atenção

Segundo apurou a Coluna, a operação foi montada para que os bancos ganhassem espaço na base da Cielo sem chamar a atenção do mercado. Além disso, aproveitou-se o preço baixo do papel e o excesso de caixa da Livelo. “Não é nada fora do script”, diz uma fonte. Diferentes fontes ressaltam que no pedido de OPA, havia descrições sobre o derivativo.

Bradesco e BB pagarão R$ 5,60 por ação da Cielo para fechar seu capital, mais a correção pelo CDI até o fechamento da operação. Na época da aprovação pelos minoritários deste preço, estimava-se que os bancos desembolsariam R$ 6,4 bilhões para fechar o capital da credenciadora. Este valor será pago pela EloPar, holding em que os bancos são sócios na Livelo, na Alelo e na bandeira Elo, e sob a qual a Cielo será integrada após a OPA. Bradesco e BB deterão, indiretamente, metade das ações da empresa cada um.

Com a fixação do preço, o papel tem andando de lado na B3, com muitos investidores preferindo ganhar o CDI em títulos públicos, que são menos arriscados do que as ações. Procurados, Bradesco e Cielo não comentaram. O BB não retornou até o fechamento desta nota.

Fonte: Estadão

BB supera meio bilhão de desembolso no Pronampe Emergencial RS

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Nos primeiros sete dias após liberação dos recursos do Pronampe Emergencial para Micro e Pequenas Empresas no Rio Grande do Sul, o Banco do Brasil já desembolsou R$ 535 milhões. Os recursos beneficiaram mais de 5 mil clientes que tiveram perdas materiais em decorrência das enchentes na região. As contratações vão favorecer a recuperação das atividades econômicas nos municípios em estado de calamidade e em estado de emergência, conforme Portaria 1.802 de 31/05/2024 do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional.

Para a presidenta do BB, Tarciana Medeiros, “Nossa agilidade e capilaridade do BB no RS estão sendo fundamentais para o êxito nas liberações em apoio aos clientes do Banco na região. Em apenas uma semana, beneficiamos mais de 5 mil clientes. E agora essas micro e pequenas empresas poderão começar a refazer seus negócios, voltando a gerar trabalho e renda, participando efetivamente na recuperação da economia local. Seguimos mobilizados para continuar prestando todo o apoio aos nossos clientes”.

Pronampe Emergencial RS conta com subvenção da União

A União disponibilizou R$ 1 bilhão em subvenção que permite contratar R$ 2,5 bilhões em operações. Desse montante de R$ 1 bilhão, o BB recebeu R$ 400 milhões, que permite a contratação de R$ 1 bilhão em potencial de crédito nos municípios em estado de calamidade. A subvenção no Pronampe é de 40% do valor contratado, utilizados uma única vez por empresa.

Para a contratação da linha de crédito, a empresa deverá comprovar que a sede da empresa é nos municípios afetados e fazer a declaração de perdas materiais decorrentes das chuvas. O teto de contratação no Pronampe para essas empresas é de até R$ 150 mil, limitado a 60% da receita bruta anual informada à Receita Federal.

Para assegurar agilidade e permitir se antecipar a demandas relacionadas aos eventos climáticos que prejudicam as atividades, o Banco do Brasil mantém o monitoramento dos impactos nas empresas por meio de corpo técnico qualificado. Assim, oferecemos soluções rápidas e simplificadas, de acordo com a necessidade dos empreendedores.

Além disso, o Banco do Brasil continua oferecendo todas as alternativas de crédito para atendimento às mais diversas necessidades das micro e pequenas empresas.

Demais medidas de apoio creditício

  • Disponibilização de crédito em linhas governamentais e próprias com condições diferenciadas;
  • Pula parcela de até 6 parcelas para as linhas de crédito BB e repactuação das operações de Pronampe;
  • Suspensão das ações de cobrança e linhas de renegociação de dívidas com condições diferenciadas, com prazo de até 120 meses;
  • Linhas de repactuação de dívidas (Reperfilamento PJ), com prazo de até 60 meses para as empresas do RS;
  • Bloqueio de protesto cartorário de boletos de cobrança vencidos e não pagos no período de maio/2024 nos cartórios do Estado do RS.

Atendimento aos clientes micro e pequenas empresas

O Banco do Brasil reforça às empresas que está pronto para o atendimento e disponibilização dos recursos, tanto nas agências que estão funcionando quanto nos canais remotos e digitais.

A rede de atendimento do BB no Estado do Rio Grande do Sul conta com 349 agências comprometidas e capacitadas para atender qualquer solicitação de apoio às micro e pequenas empresas gaúchas, de cliente e não clientes, assim como as solicitações das pessoas físicas e produtores rurais.

A empresa se sensibiliza com toda essa situação e entende que apoiar as micro e pequenas empresas é apoiar o Estado do Rio Grande do Sul, afinal, os pequenos negócios são os maiores geradores de emprego e renda no país.

Com todas essas ações o BB reafirma seu compromisso com seus funcionários e com as comunidades afetadas, trabalhando para oferecer o suporte necessário e contribuir para a recuperação da região e de sua população.

Permanecem disponíveis todos os Canais de Atendimento:

Site: bb.com.br/bbapoia
Central de Relacionamento BB: 4004 0001 / 0800 729 0001
Deficientes Auditivos: 0800 729 0088
SAC: 0800 729 0722
WhatsApp: 61 4004 0001
Ouvidoria BB: 0800 729 5678
Canal de Denúncias BB: 0800 300 4455

Demais medidas de apoio do BB

O Banco do Brasil foi uma das primeiras instituições financeiras a manifestar apoio às pessoas atingidas pelas enchentes no RS. Desde o dia 2 de maio, já foram anunciadas uma série de ações que vão desde doações que já ultrapassam a casa dos R$ 60 milhões entre valores do conglomerado BB e o arrecadado por campanha de mobilização social; além de ações humanitárias, para arrecadação de alimentos, água potável, kits de higiene e limpeza, colchões, gás de cozinha, cobertores, bens e utensílios, bem como o acolhendo de desabrigados em alojamentos em diversas Associações Atléticas do Banco do Brasil (AABB) no Estado; e com uma série de flexibilizações negociais, que podem ser consultadas nos releases, com medidas para pessoas físicas, jurídicas, agricultores da região e até mesmo com R$ 3,5 bilhões disponíveis para reconstrução de municípios gaúchos.

Fonte: Banco do Brasil

BB e Ministério das Comunicações juntos no programa Computadores

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O ministro das Comunicações, Juscelino Filho, e a presidente do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros, assinaram um acordo nesta terça-feira (4) para ampliação do programa Computadores para a Inclusão. O banco irá doar equipamentos para que sejam utilizados para aumentar a capacitação de jovens e adultos em situação de vulnerabilidade econômica em todo o país.

A iniciativa viabiliza a doação de computadores para o recondicionamento e distribuição de equipamento para pontos de inclusão digital. Durante a cerimônia, o ministro destacou a importância da doação para a conectividade dos brasileiros.

“Essa parceria com o Banco do Brasil é fundamental para milhares de brasileiros que vão ter acesso a esses equipamentos e ao mundo digital”, ressaltou.

O ministro Juscelino também reforçou que a ampliação do programa é muito especial porque vai na direção do que o presidente Lula determinou desde o início do Governo.

“Atuar para levar a inclusão digital, porque entendemos que quando levamos inclusão digital também levamos a inclusão social. O programa, além de ter o recondicionamento de máquinas por meio dos Centros de Recondicionamento de Computadores, está presente em 23 estados da Federação e a nossa meta é fazer com que os Centros estejam em todos os estados do país até o fim do ano”, afirmou.

A presidente do Banco do Brasil enfatizou que a doação é de fundamental importância para a sustentabilidade e inclusão digital.

“O exemplo de contribuição conjunta e de atuação fará diferença na vida de muitos jovens que buscam profissionalização em um mercado com tanto potencial como o da tecnologia”, disse. “Quando a gente vê programas como o CRC, que é possível entregar os equipamentos e fazer um descarte adequado dos resíduos e entregar equipamentos que serão recondicionados para inclusão digital e social, isso tangibiliza o que é ser um banco mais sustentável do mundo. Temos unidades em todos os estados da federação e com certeza todas as unidades terão parcerias com os Centros”, completou.

O programa Computadores para Inclusão tem como intuito apoiar e viabilizar iniciativas de promoção da Inclusão digital por meio dos Centros de Recondicionamento de Computadores, que são os espaços físicos adaptados para a recuperação de equipamentos eletrônicos e para a realização de cursos e oficinas.

“Hoje celebramos um acordo de cooperação técnica com o Banco do Brasil para dar suporte ao nosso programa Computadores para a Inclusão. Este é um programa importantíssimo que leva a inclusão digital para os brasileiros, por meio da doação de computadores para as comunidades carentes e também para a realização de treinamentos e descarte de parte de produtos”, comentou o secretário de Telecomunicações do Ministério, Hermano Tercius.

Computadores para Inclusão

Por meio do programa, equipamentos de instituições e empresas públicas que não estão mais em condições de uso, por estarem obsoletos ou com alguma avaria, são encaminhados para Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs) para serem preparados para novo uso por estudantes – majoritariamente jovens em situação de vulnerabilidade social – durante as aulas de formação profissional.

O Computadores para Inclusão já doou 40 mil equipamentos para 2,6 mil Pontos de Inclusão Digital em 805 municípios em todo o Brasil. Mais de 150 cursos foram oferecidos, capacitando mais de 36,4 mil alunos para a era digital.

Fonte: Ministério das Comunicações

Concurso Banco do Brasil já convocou mais de 5 mil aprovados

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Com edital válido até julho deste ano, o concurso Banco do Brasil já convocou 5.072 candidatos aprovados na seleção de 2022. Os dados foram divulgados pelo próprio BB.

Além do quantitativo de convocações já realizadas, no documento acessado pela Folha Dirigida por Qconcursos, o Banco do Brasil ainda reforça que não há previsão de realização de novos concursos.

O último concurso Banco do Brasil ficará válido até o mês de julho. Os estudos pela prorrogação da seleção já foram iniciados. A decisão, no entanto, ainda não foi fechada.

Caso o concurso de 2022 tenha a validade estendida, a seleção ficará vigente por mais um ano.

Realizado em 2022 e organizado pela Fundação Cesgranrio, o último concurso Banco do Brasil ofertou 6.525 oportunidades para o cargo de escriturário, cuja exigência era o nível médio completo.

Na época, o edital do concurso Banco do Brasil passou por mudanças e acrescentou 525 postos para Pessoas com Deficiência (PcD).

Com a mudança, o perfil profissional de agente comercial passou a contar com 3.300 vagas, enquanto o agente de tecnologia teve a oferta elevada para 3.225 postos.

O salário inicial oferecido no último concurso Banco do Brasil foi de R$5.436,03, sendo R$3.622,23 de vencimento, R$1.014,42 de auxílio-alimentação/refeição e R$799,38 de cesta alimentação.

Os candidatos foram avaliados por meio de provas objetivas e uma redação. O exame contou com 70 questões, sendo 25 de Conhecimentos Básicos e 45 de Conhecimentos Específicos.

Já as disciplinas variaram conforme o perfil profissional escolhido (agente comercial ou de tecnologia).

A redação teve caráter eliminatório. O exame foi realizado no modelo de texto dissertativo-argumentativo. A avaliação contou uma pontuação igual a 100, sendo necessário obter 70 pontos ou mais para ser aprovado.

Fonte: Folha dos Concursos

Economus Futuro: revisão de custeio para o período de junho a agosto

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De acordo com o regulamento do Economus Futuro, a cada trimestre são realizados estudos técnicos que analisam o equilíbrio financeiro do plano e buscam assegurar a sustentabilidade e a manutenção da qualidade dos serviços oferecidos.

O estudo observou o comportamento das despesas, a movimentação de beneficiários e a reserva de capital sob risco, no período de abril/2023 a março/2024, resultando na necessidade de um pequeno ajuste de 0,84% no valor da cota para o próximo trimestre.

Nesse contexto, foi aprovado o ajuste no valor da cota, que passa de R$ 463,98 para R$ 467,90, com validade para o trimestre de junho a agosto/2024.

O Economus Futuro foi criado como alternativa para a manutenção da assistência à saúde aos aposentados, tendo como prioridade o equilíbrio financeiro. O plano é coletivo por adesão, com formação de preço pós-estabelecida, individual e por faixa etária, com revisão trimestral do valor da cota que forma a tabela de contribuições.

Além da evolução das despesas, em razão da inflação médica e da faixa etária do grupo, a movimentação de beneficiários é ponto de grande importância na análise de sustentabilidade do plano. Nesse cenário, a evasão de beneficiários tem sido fator preponderante nos ajustes do valor da cota.

O Economus reforça o seu compromisso com a eficiência na gestão e a busca por soluções que assegurem a manutenção da cobertura assistencial aos beneficiários.

Fonte: Economus

Alvo de questionamentos, presidente da Previ ganha vaga em conselho

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Enfrentando questionamentos na Justiça sobre sua competência para presidir a Previ, o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, João Fukunaga ganhou um assento no conselho de administração do Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP).

Ele conseguiu a vaga justamente por causa da Previ. O fundo de pensão faz parte da Invepar (Investimentos e Participações em Infraestrutura SA), gestora que ganhou a concessão do aeroporto. O dirigente terá mandato no posto até agosto de 2026.

O conselho do Aeroporto Internacional de Guarulhos, o maior do Brasil em pousos e decolagens, é formado por nove membros eleitos e destituíveis pela assembleia geral.

Em seu site, a Previ afirma que os critérios para seleção de conselheiros das empresas “parametrizam os principais aspectos” que o fundo “entende ser relevantes para identificação dos candidatos com experiências e conhecimentos diversificados”.

“Os critérios de seleção de conselheiros parametrizam os principais aspectos que a Previ entende ser relevantes para identificação dos candidatos com experiências e conhecimentos diversificados para indicação às vagas em Conselhos de Administração e/ou Fiscal de suas empresas participadas”, diz o site do fundo de pensão do Banco do Brasil.

Questionamentos na Justiça

Fukunaga chegou a ser afastado duas vezes do comando da Previ pela Justiça nos últimos meses, após não conseguir comprovar sua competência para ocupar o cargo. O último afastamento foi suspenso em fevereiro de 2024 pelo TRF-1.

Na ocasião, o desembargador Rafael Paulo Soares Pinto decidiu que Fukunaga deve manter a posição de presidente da Previ até que seu caso seja julgado em definitivo. O pedido de afastamento partiu do deputado estadual paulista Leo Siqueira (Novo).

O atual presidente do fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil é formado em história pela PUC-SP. Ele nunca trabalhou no ramo aeroporturário. Além do aeroporto de Guarulhos, ele integra o conselho da Vale.

Fonte: Metrópoles

BB capta US$ 100 mi com francês Natixis em formato sustentável inédito

Publicado em: 02/06/2024

O Banco do Brasil deu o pontapé a uma nova estrada de emissões no universo das finanças sustentáveis. O conglomerado público acaba de levantar US$ 100 milhões junto ao banco de investimento francês Natixis Corporate & Investment Banking em uma captação internacional denominada ‘Triple Sustainable Repo’, a primeira desse perfil no mundo.

De acordo com o BB, a operação é considerada inédita por reunir em uma única emissão três elementos sustentáveis. O primeiro deles é a destinação dos recursos, que serão usados ao refinanciamento da carteira de crédito sustentável do banco, em especial, projetos de moradia social.

O segundo é o compromisso público do conglomerado com metas ESG – boas práticas e ações relacionadas ao meio ambiente, sociais e de governança, sigla que também pode ser usada em português como ASG (Ambiente, Social e Governança).

O terceiro e último é o fato de que a operação contou com a garantia dos títulos verdes do Tesouro Nacional, emitidos em novembro do ano passado, o que eleva a segurança para o investidor, neste caso, o francês Natixis CIB, e ainda chancela o compromisso do BB com práticas sustentáveis.

De acordo com o vice-presidente de Negócios de Governo e Sustentabilidade Empresarial do Banco do Brasil, José Ricardo Sasseron, a emissão vai ajudar a apoiar a agenda verde dos clientes. A operação foi feita a um custo atrativo, segundo ele, considerando as práticas de mercado. O banco não abre, porém, a taxa por se tratar de uma operação bilateral. “Essa precificação diferenciada a partir da transação inovadora destaca como a inclusão de critérios ASG pode mitigar riscos financeiros, sociais e climáticos, tornando os ativos ainda mais atrativos”, diz Sasseron, em nota ao Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

“Além do ineditismo e do custo atrativo, essa transação reforça a importância do Brasil para o mercado global de finanças sustentáveis, colocando o BB em destaque e liderança dessa agenda, com apoio de um parceiro internacional, como o banco Natixis CIB nesta oportunidade”, acrescenta o diretor da Tesouraria Global do BB, Daniel Bogado.

Além de investidor, o francês Natixis CIB atuou ainda como coordenador de sustentabilidade da operação.

Da parte do BB, a operação também inaugura o novo Framework de Dívidas Vinculadas à Sustentabilidade do banco, atualizado em fevereiro último. Trata-se do arcabouço de regras para guiar as emissões da instituição, no qual o banco se comprometeu em elevar os seus investimentos em negócios sustentáveis a R$ 320 bilhões até 2030. No fim do ano passado, a cifra estava em R$ 207 bilhões.

O mercado de dívidas sustentáveis global deve quebrar a marca inédita de US$ 1 trilhão neste ano, projeta a S&P Global Ratings, em relatório recente.

Fonte: Época Negócios

Banco do Brasil pagará mais R$ 1,1 bilhão em juros sobre o capital próprio

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O Banco do Brasil (BBAS3) anunciou um novo pagamento de juros sobre capital próprio (JCP), no valor de mais de R$ 1,165 bilhão. Conforme comunicado na sexta-feira (24), os proventos foram aprovados no dia 17 de maio de 2024.

Os JCP do Banco do Brasil são relativos ao segundo trimestre de 2024, e serão pagos a título de remuneração antecipada aos investidores, no valor de R$ 0,2042404444 por ação.

A distribuição será realizada em 28 de junho de 2024. O valor se destina somente aos investidores que tiverem ações da companhia até o fechamento da data de corte, que será em 13 de junho de 2024. Assim, a partir do pregão seguinte (14), as ações serão negociadas como “ex” JCP, ou seja, sem direito a receber os proventos.

Sobre os juros sobre capital próprio do Banco do Brasil, haverá retenção de imposto de renda na fonte, conforme legislação vigente e aplicável a esse tipo de rendimento.

No caso dos investidores que estiverem dispensados dessa tributação, eles precisam comprovar tal condição até o dia 13 de junho indo até uma das agências do banco.

JCP do Banco do Brasil

Valor: R$ 1.165.792.500,00
Valor por ação: R$ 0,20424044440
Data de corte: 13 de junho de 2024
Data de pagamento: 28 de junho de 2024

Como vai funcionar o pagamento do Banco do Brasil?

O pagamento dos proventos do Banco do Brasil será realizado por meio de conta corrente, poupança-ouro ou caixa. Os investidores que estão com seus cadastros desatualizados vão ter suas remunerações retidas até que a devida regularização seja efetivamente concretizada em uma das agências da instituição financeira.

Nesse sentido, a regularização do cadastro pode ser feita por meio da apresentação de um documento de identidade, CPF e comprovante de residência, caso seja um investidor pessoa física. No caso de ser pessoa jurídica, deve-se mostrar o estatuto ou contrato social, assim como a prova de representação.

No caso dos investidores com ações do Banco do Brasil custodiadas na Central Depositária da B3, os pagamentos serão feitos primeiramente para esta entidade que, por sua vez, vai repassar os valores para os investidores através dos agentes de custódia.

Fonte: Suno

BB opera crédito para MPE com subvenção da União no valor de R$ 1 bilhão

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O Banco do Brasil anuncia que já está aberto para contratações, com subvenção da União, de crédito para Micro e Pequenas Empresas que tiveram perdas materiais em decorrência das enchentes no Rio Grande do Sul. São créditos com condições especiais, via Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) Emergencial RS, que vão favorecer a recuperação das atividades econômicas de regiões impactadas no Estado, são 46 municípios em estado de calamidade e mais 320 em estado de emergência, declarados na Portaria 1.587 de 13/05/2024 do Governo Federal.

De acordo com a presidenta do BB, Tarciana Medeiros, “assim como as MPE, o BB é feito de pessoas. Essa é a nossa essência, a nossa base. Por isso, este apoio às MPE significa garantir e gerar trabalho e renda nesses diversos municípios que foram impactados pelas enchentes. As MPE movimentam a economia, não apenas no RS, mas em todo o país. Com mais este apoio – que se soma às doações, ajuda humanitária e demais flexibilizações negociais – estamos botando em prática o nosso propósito, de ser relevante na vida das pessoas em todos os momentos, inclusive agora”, afirma.

“Todas as ações de apoio ao Estado do Rio Grande do Sul são fundamentais para amparar e apoiar o reestabelecimento da normalidade e reerguer a economia local e mais uma vez o BB será protagonista no apoio às empresas impactadas, por meio da nossa presença ‘fígital’, com nosso atendimento na rede física ou nos nossos canais digitais”, considera Carla Nesi, vice-presidente de Negócios de Varejo do BB.

A União disponibilizou R$ 1 bilhão em subvenção que permite contratar R$ 2,5 bilhões em operações. Desse montante de R$ 1 bilhão, o BB recebeu R$ 400 milhões, que permite a contratação de R$ 1 bilhão em potencial de crédito nos municípios em estado de calamidade. A subvenção no Pronampe é de 40% do valor contratado, utilizados uma única vez por empresa.

Para a contratação da linha de crédito, a empresa deverá comprovar que a sede da empresa é nos municípios afetados e fazer a declaração de perdas materiais decorrentes das chuvas.

As empresas sediadas nos municípios em estado de calamidade e emergência contarão com novos recursos para o Pronampe. O teto de contratação no Pronampe para essas empresas é de até R$ 150 mil, limitado a 60% da receita bruta anual informada à Receita Federal.

Para assegurar agilidade e permitir se antecipar a demandas relacionadas aos eventos climáticos que prejudicam as atividades, o Banco do Brasil mantém o monitoramento dos impactos nas empresas por meio de corpo técnico qualificado. Assim, oferecemos soluções rápidas e simplificadas, de acordo com a necessidade dos empreendedores.

Além disso, o Banco do Brasil continua oferecendo todas as alternativas de crédito para atendimento às mais diversas necessidades das micro e pequenas empresas.

Demais medidas de apoio creditício

  • Disponibilização de crédito em linhas governamentais e próprias com condições diferenciadas;
  • Pula parcela de até 6 parcelas para as linhas de crédito BB e repactuação das operações de Pronampe;
  • Suspensão das ações de cobrança e linhas de renegociação de dívidas com condições diferenciadas, com prazo de até 120 meses;
  • Linhas de repactuação de dívidas (Reperfilamento PJ), com prazo de até 60 meses para as empresas do RS;
  • Bloqueio de protesto cartorário de boletos de cobrança vencidos e não pagos no período de maio/2024 nos cartórios do Estado do RS.

Atendimento aos clientes micro e pequenas empresas

O Banco do Brasil reforça às empresas que está pronto para o atendimento e disponibilização dos recursos, tanto nas agências que estão funcionando quanto nos canais remotos e digitais.
A rede de atendimento do BB no Estado do Rio Grande do Sul conta com 349 agências comprometidas e capacitadas para atender qualquer solicitação de apoio às micro e pequenas empresas gaúchas, de cliente e não clientes, assim como as solicitações das pessoas físicas e produtores rurais.

A empresa se sensibiliza com toda essa situação e entende que apoiar as micro e pequenas empresas é apoiar o Estado do Rio Grande do Sul, afinal, os pequenos negócios são os maiores geradores de emprego e renda no país.

Com todas essas ações o BB reafirma seu compromisso com seus funcionários e com as comunidades afetadas, trabalhando para oferecer o suporte necessário e contribuir para a recuperação da região e de sua população.

Permanecem disponíveis todos os Canais de Atendimento:
Site: bb.com.br/bbapoia
Central de Relacionamento BB: 4004 0001 / 0800 729 0001
Deficientes Auditivos: 0800 729 0088
SAC: 0800 729 0722
WhatsApp: 61 4004 0001
Ouvidoria BB: 0800 729 5678
Canal de Denúncias BB: 0800 300 4455

Demais medidas de apoio do BB

O Banco do Brasil foi uma das primeiras instituições financeiras a manifestar apoio às pessoas atingidas pelas enchentes no RS. Desde o dia 2 de maio, já foram anunciadas uma série de ações que vão desde doações que já ultrapassam a casa dos R$ 60 milhões entre valores do conglomerado BB e o arrecadado por campanha de mobilização social; além de ações humanitárias, para arrecadação de alimentos, água potável, kits de higiene e limpeza, colchões, gás de cozinha, cobertores, bens e utensílios, bem como o acolhendo de desabrigados em alojamentos em diversas Associações Atléticas do Banco do Brasil (AABB) no Estado; e com uma série de flexibilizações negociais, que podem ser consultadas nos releases, com medidas para pessoas físicas, jurídicas, agricultores da região e até mesmo com R$ 3,5 bilhões disponíveis para reconstrução de municípios gaúchos.

Fonte: Banco do Brasil

Cinco maiores bancos brasileiros lucram R$ 29,2 bi no 1ºtri 2024

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Os cinco maiores bancos brasileiros lucraram R$ 29,186 bilhões no primeiro trimestre deste ano, um crescimento de 15,2% em relação ao mesmo período do ano passado e de 8,9% na comparação com o trimestre imediatamente anterior.

O número mostra uma temporada em que as instituições mostraram ritmos novamente dissonantes no crescimento da carteira de crédito, antes de um período de incertezas quanto ao rumo das taxas de juros, e de possíveis impactos das enchentes no Rio Grande do Sul sobre a qualidade dos ativos.

Os maiores crescimentos de lucro entre 2023 e 2024 foram da Caixa Econômica Federal, com um salto de 49% no resultado, e do Santander Brasil, com avanço de 41,2%. O único banco que teve queda no lucro foi o Bradesco, mas o recuo, de 1,6%, foi menos intenso que o observado em trimestres anteriores.

O crescimento dos resultados reflete um arrefecimento mais amplo da inadimplência, em especial no segmento de pessoas físicas. Em alguns bancos, houve aumentos nos atrasos das carteiras de pessoas jurídicas e, no caso do Banco do Brasil, na de crédito rural. Entretanto, essa piora acabou diluída pelo arrefecimento dos atrasos das famílias.

“Nós esperamos uma certa estabilidade na inadimplência”, disse o presidente do Itaú Unibanco, Milton Maluhy, em coletiva de imprensa na semana passada. O controle da qualidade dos ativos deve fazer com que o maior banco da América Latina retome um crescimento mais robusto da carteira de crédito que, no trimestre, subiu 5,6%, abaixo das projeções fornecidas pelo Itaú para o ano.

Neste quesito, houve uma separação dos bancos entre dois grupos. Junto com o Itaú, o Bradesco apresentou um avanço (+1,2%) abaixo do guidance para o ano. O Santander, que não divulga projeções, cresceu 8,1%, enquanto o BB teve alta de 10,2%, e a Caixa voltou a apresentar o maior crescimento, de 10,4%.

No BB, o crescimento foi novamente puxado pelo agro, mas o banco também tem avançado em pessoas físicas, com foco em operações garantidas. “Nós expandimos em 16% o consignado do INSS em relação ao primeiro trimestre de 2023”, afirmou o vice-presidente Financeiro e de Relações com Investidores do banco, Geovanne Tobias, em coletiva de imprensa na semana passada.

Ambiente mais incerto

Os balanços do primeiro trimestre não refletem os possíveis efeitos de uma redução no ritmo de queda da Selic, que entrou no radar do mercado após a última reunião do Copom, e das enchentes no Rio Grande do Sul, Estado que representa 6% do PIB brasileiro, e que tem a quinta maior economia do País.

No primeiro caso, a redução da Selic é um ponto importante: a estratégia dos bancos de voltar a ganhar tração em crédito e, consequentemente, em margens, está bastante correlacionada à queda dos juros, que tende a aumentar a demanda por crédito. Além disso, juros mais baixos ampliam a renda disponível das famílias e sua capacidade de pagamento, além de aliviarem as despesas financeiras das empresas.

O caso das enchentes no Rio Grande do Sul é mais complexo. Na semana passada, o Bank of America (BofA) estimou em relatório que entre os cinco maiores, a Caixa tinha a maior exposição de crédito ao Sul do Brasil, com 20% da carteira total nos três Estados da região. O BB vinha em seguida, com 18%, e o Bradesco logo depois, com 15% do total.

O BB afirmou que 4% de sua carteira vem do Rio Grande do Sul, e disse não ter estimativa dos impactos. Ainda assim, considerou que devem ser pequenos. “Não é o Rio Grande do Sul que deve mexer no ponteiro do nosso índice de cobertura contra a inadimplência”, disse o vice de Controles Internos e Gestão de Riscos, Felipe Prince, em coletiva.

Na segunda, 13, o Conselho Monetário Nacional (CMN) e o Banco Central aprovaram medidas que amenizam os impactos da calamidade sobre os balanços dos bancos. Permitiram, por exemplo, que créditos renegociados no Estado durante a calamidade deixem de ser classificados como ativos problemáticos, o que evita despesas maiores com provisões.

Medida similar foi tomada no estouro da pandemia da covid-19, em 2020. Naquele momento, os bancos renegociaram prazos e ampliaram a concessão de crédito em linhas mais garantidas. A inadimplência surgiu apenas dois anos depois, momento em que a alta dos juros e da inflação acertou em cheio as famílias e empresas mais endividadas.

Fonte: Estadão

Banco do Brasil: vale comprar ações após resultados do 1° trimestre?

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O Banco do Brasil (BBAS3) encerrou recentemente a temporada de resultados financeiros do primeiro trimestre de 2024, apresentando um lucro líquido ajustado de R$ 9,3 bilhões. Este resultado representa uma leve queda de 1,5% em comparação ao trimestre anterior, porém mostra um aumento de 8,8% se comparado ao mesmo período do ano anterior.

Apesar de uma pequena redução no lucro em relação ao último trimestre de 2023, o Banco do Brasil conseguiu superar as projeções de lucro de analistas financeiros, que esperavam cerca de R$ 9,132 bilhões. Esta performance é um indicativo robusto de uma gestão eficaz e de uma operação resiliente frente aos desafios econômicos atuais.

O que os especialistas estão dizendo?

Segundo análises de especialistas do mercado financeiro, como José Daronco, da Suno Research, o Banco do Brasil está posicionado como uma das oportunidades mais atrativas no setor bancário para investimento na bolsa. Daronco destaca a política de distribuição de dividendos do banco, que chega a quase metade do lucro líquido.

Além disso, o relatório do BTG Pactual sublinha a manutenção de um Retorno sobre o Patrimônio (ROE) acima de 20%, apoiando a perspectiva de que as ações do banco possuem bom suporte. No entanto, nota-se uma preferência moderada pelos papéis do Itaú em comparação com os do Banco do Brasil.

O Banco do Brasil mostrou uma expansão notável em sua carteira de empréstimos, com especial destaque para o segmento do agronegócio, que apresentou um crescimento de 15,5% em um ano. Esse avanço é crucial, visto que o agronegócio é um pilar fundamental da economia brasileira.

No entanto, a inadimplência neste setor aumentou, alcançando o maior patamar desde setembro de 2020. O banco atribui este aumento a condições conjunturais que afetaram a liquidez dos produtores rurais, especialmente os que cultivam soja.

Desafios e oportunidades para o Banco do Brasil

Crescimento consistente: O crescimento da carteira de crédito e a boa performance no segmento do agronegócio são indicativos de uma estratégia robusta.

Dividendos atrativos: A política de dividendos do banco é um ponto forte para atrair investidores.

Inadimplência no agronegócio: Este é um desafio que necessita de atenção especial, sobretudo com as variações de mercado e condições climáticas adversas.

Em conclusão, apesar de alguns desafios, como a inadimplência crescente no setor do agronegócio, o Banco do Brasil continua a ser uma opção de investimento atraente, graças à sua sólida performance financeira e estratégica. O cenário para os próximos trimestres sugerem cautela, mas também revelam um potencial significativo de crescimento e rentabilidade para os investidores.

Fonte: BMC News

Mesmo impactada por turbulências, Previ se mantém em equilíbrio no 1ª tri

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A Previ, fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, divulgou os resultados dos seus planos, no primeiro trimestre do ano. O Plano 1, maior e mais maduro da entidade, encerrou o período com queda de 1,02%, levando a um negativo de R$ 8,37 bilhões. O segundo principal plano da entidade, o Previ Futuro, teve queda de 0,03%.

Em termos de recursos acumulados, o Plano 1 encerrou o primeiro trimestre do ano com superávit acumulado de R$ 6,12 bilhões e um total de investimentos de R$ 232,04 bilhões. O Previ Futuro, por sua vez, terminou o período com patrimônio de R$ 32,63 bilhões.

Os recuos das ações da Vale, seja por causa da redução de 26% nos preços do minério de ferro, ou pelos noticiários sobre suspensão de licenças, passivos ambientais e sucessão do CEO, foram os principais responsáveis pelo resultado rebaixado no Plano 1.

“Por outro lado, o plano foi protegido por causa da nossa estratégia de imunização da carteira, com a concentração da maior parte de ativos em renda fixa”, explicou a diretora de Planejamento Paula Goto. “Esse tipo de ação está dentro da política de investimentos da Previ, pensada para mitigar, ao máximo, o risco de desequilíbrio dos planos, e que busca a melhor relação retorno/risco na escolha de ativos”, completou.

O Previ Futuro, por sua vez, apresentou rentabilidade negativa de 0,03% em razão do desempenho menor das NTN-Bs (títulos públicos do Tesouro Direto mais conhecido como Tesouro IPCA+ com juros semestrais) e que representam 61% da carteira de ativos do plano. Ainda assim, no Previ Futuro, a entidade teve rentabilidade melhor em relação aos planos de outros fundos semelhantes, nos períodos analisados de 12, 36 e 60 meses.

Em nota, a Previ ressaltou ainda os impactos do Ibovespa sobre a carteira de renda variável dos planos, ao lembrar que o índice de referência da Bolsa de Valores de São Paulo (B3) teve, entre janeiro e março, o pior desempenho entre os pares globais, com queda de 4,53% no acumulado do período. A principal razão para este resultado do Ibovespa foi externa: a inflação persistente nos Estados Unidos e a decisão, daquele país, de deixar para depois a redução da taxa básica de juros.

“As políticas de investimentos são os instrumentos que nos permitem navegar numa direção segura, mesmo no meio de um mar revolto”, destacou Paula Goto. “Por isso, mesmo diante de incertezas em momentos como esses, os resultados da Previ são melhores. Ainda que atingida por situações conjunturais, ao olhar toda a trajetória dos planos, seguimos em equilíbrio, porque nosso foco é a sustentabilidade para que os planos se mantenham perenes”, concluiu.

Patrimônio dos trabalhadores

“É muito importante entender e acompanhar os resultados da Previ, porque estamos falando de patrimônio nosso, acumulado durante a vida de trabalho e para garantir um futuro seguro para nós e nossos familiares”, avaliou a coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) e secretária da Mulher da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Fernanda Lopes.

Ela também ressaltou o papel da Previ para a economia do país, ao lembrar que a entidade, atualmente, paga por mês R$ 1,35 bilhão em benefícios para mais de 100 mil famílias, além de gerenciar R$ 272 bilhões em recursos dos cerca de 200 mil associados e associadas. “A Previ não colabora apenas para o país a partir do pagamento de benefícios que são injetados mensamente no mercado, mas também quando incentiva setores a partir de investimentos na economia real”, completou.

Fonte: Sindicato dos Bancários do ABC

BB disponibiliza R$ 2 bilhões via Crédito Emergencial RS para o Agro

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Na tarde desta terça-feira, 28, agricultores clientes do Banco do Brasil já assinaram os primeiros contratos de crédito emergencial do Governo Federal. A cerimônia de assinaturas que simbolizaram o início do acolhimento das propostas de financiamentos para investimentos de produtores rurais que tiveram perdas materiais em decorrência das enchentes no Rio Grande do Sul foi realizada na superintendência do BB, em Porto Alegre, com a presença de representantes do Banco e do Governo Federal. São créditos com condições especiais, via subvenção econômica e recursos de equalização, visando reduzir os custos financeiros dos empréstimos e favorecer a recuperação das atividades produtivas e das economias de regiões impactadas no Estado, em situação de calamidade e emergência.

Ao todo, até o momento, são 47 municípios em estado de calamidade e mais 323 em estado de emergência. Estão disponíveis R$ 1,9 bilhão em linhas do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), nas linhas do Pronaf Investimento (Mais Alimentos) e de Crédito de Investimento em Sistemas de Exploração Extrativistas, de Produtos da Sociobiodiversidade, Energia Renovável e Sustentabilidade Ambiental (Pronaf Bioeconomia); além do Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp Investimento).

De acordo com a presidenta do BB, Tarciana Medeiros, “o Banco do Brasil cumpre, mais uma vez, seu propósito e está ao lado dos produtores em todos os momentos, inclusive neste momento de dor e perdas na região. Prestamos apoio por meio de doações, ações humanitárias e flexibilizações negociais e, com mais essas medidas, a partir de financiamentos disponibilizados que vão contribuir para a reconstrução e retomada de atividades produtivas na região. São ações que buscam a recuperação da renda e das condições de agricultores familiares e de empresas vitimadas pela calamidade, com repercussão positiva na economia das regiões afetadas”, considera.

São beneficiários os agricultores familiares enquadrados no Pronaf e os médios produtores rurais enquadrados no Pronamp, PF e PJ, que tiveram perdas ou danos de, no mínimo, 30% (trinta por cento) do valor da estrutura produtiva de sua unidade de produção rural, com destaque para máquinas, equipamentos, construções, instalações, animais e solos das áreas de produção agrícola e pecuária.

A contratação já está disponível e o desconto será aplicado no ato da contratação sobre o valor financiado das operações de crédito rural a serem contratadas a partir de agora e até o dia 31 de dezembro de 2024 nas áreas afetadas pelos eventos climáticos extremos ocorridos no estado do Rio Grande do Sul.

“O BB, reforçando seu papel de maior parceiro do agro e das empresas, agilizou o desenvolvimento das linhas de crédito e mobilizou a rede de agências. Além disso, desde o início das enchentes, o BB já oferece condições negociais e operacionais diferenciadas em apoio ao público geral atingido, como manutenção de limites e assistência creditícia, prorrogação e repactuação de dívidas, crédito para municípios, simplificação de processos, reforço de equipes e de atendimentos especiais de agências, centrais e da seguradora, como a esteira preferencial 24h para tratamento de sinistros e assistências e pagamento de indenizações”, reforça o vice-presidente de agronegócios e agricultura familiar do BB, Luiz Gustavo Braz Lage.

Condições negociais

Pronaf Investimento – Agricultura Familiar

  • Teto da Linha: R$ 210 mil
  • Prazo: 10 anos, com até 3 anos de carência
  • Taxa de Juros: a partir de 4% a.a.

Desconto de 30% (trinta por cento) sobre o valor financiado, limitado a R$ 25 mil por beneficiário/unidade de produção familiar, desde que o empreendimento produtivo do agricultor familiar esteja localizado em município reconhecido em estado de calamidade pública;

Desconto de 30% (trinta por cento) sobre o valor financiado, limitado a R$ 20 mil por beneficiário/unidade de produção familiar, desde que o empreendimento produtivo do agricultor familiar esteja localizado em município reconhecido em situação de emergência.

Pronamp Investimento – Médios Produtores

  • Teto da Linha: R$ 600 mil
  • Prazo: 8 anos, com até 3 anos de carência
  • Taxa de Juros: 8% a.a.

Desconto de 25% (trinta por cento) sobre o valor financiado, limitado a R$ 50 mil por beneficiário/unidade de produção familiar, desde que o empreendimento produtivo esteja localizado em município reconhecido em estado de calamidade pública;

Desconto de 25% (trinta por cento) sobre o valor financiado, limitado a R$ 40 mil por beneficiário/unidade de produção familiar, desde que o empreendimento produtivo esteja localizado em município reconhecido em situação de emergência.

Demais medidas de apoio do BB

O Banco do Brasil foi uma das primeiras instituições financeiras a manifestar apoio às pessoas atingidas pelas enchentes no RS. Desde o dia 2 de maio, já foram anunciadas uma série de ações que vão desde doações que já ultrapassam a casa dos R$ 60 milhões entre valores do conglomerado BB e o arrecadado por campanha de mobilização social; além de ações humanitárias, para arrecadação de alimentos, água potável, kits de higiene e limpeza, colchões, gás de cozinha, cobertores, bens e utensílios, bem como o acolhendo de desabrigados em alojamentos em diversas Associações Atléticas do Banco do Brasil (AABB) no Estado; e com uma série de flexibilizações negociais, que podem ser consultadas nos releases, com medidas para pessoas físicas, jurídicas, agricultores da região e até mesmo com R$ 3,5 bilhões disponíveis para reconstrução de municípios gaúchos.

Fonte: Banco do Brasil

BB anuncia medidas para beneficiários do INSS atingidos no RS

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Reafirmando o compromisso com o atendimento e apoio aos aposentados e pensionistas, o Banco do Brasil anuncia nesta quarta-feira, 29, medidas especiais para os clientes de crédito consignado INSS que residem em municípios atingidos pelas enchentes no Rio Grande do Sul. Eles poderão contar com a concessão de 60 dias de suspensão de parcelas sem juros. Além disso, o BB também vai permitir a contratação ou a renovação de operações com até seis meses de carência, a partir da regulamentação de normativo aprovado pelo CNPS na segunda-feira, 27 de maio.

“As medidas reforçam nosso propósito, na prática, de sermos próximos e relevantes na vida das pessoas em todos os momentos e apoiando, especialmente, os atingidos pelas enchentes no RS, com flexibilizações negociais, além de doações e apoio humanitário. Essas medidas apoiam os clientes a buscar readequação financeira neste momento complexo”, afirma a presidenta do BB, Tarciana Medeiros.

O Crédito Consignado INSS pode ser contratado via app BB, Correspondente BB, terminais de autoatendimento, internet ou em qualquer agência do Banco do Brasil.

Flexibilizações negociais, doações e apoio humanitário ao RS

O Banco do Brasil foi uma das primeiras instituições financeiras a manifestar apoio às pessoas atingidas pelas enchentes no RS. Desde o dia 2 de maio, já foram anunciadas uma série de ações que vão desde doações que já ultrapassam a casa dos R$ 60 milhões entre valores do conglomerado BB e o arrecadado por campanha de mobilização social; além de ações humanitárias para arrecadação de alimentos, água potável, kits de higiene e limpeza, colchões, gás de cozinha, cobertores, bens e utensílios, bem como o acolhimento de desabrigados em alojamentos em diversas Associações Atléticas do Banco do Brasil (AABB) no Estado; e com uma série de flexibilizações negociais, que podem ser consultadas nos releases abaixo, com medidas para pessoas físicas, jurídicas, agricultores da região e até mesmo com R$ 3,5 bilhões disponíveis para reconstrução de municípios gaúchos.

Fonte: Banco do Brasil

BB aponta a Paraíba como a maior projeção do PIB entre os Estados

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O Produto Interno Bruto (PIB) da Paraíba deverá registrar uma expansão de 4,7% em sua economia em 2024, o maior crescimento entre todas as unidades da Federação do País. A taxa de expansão da economia paraibana será mais que o dobro do País neste ano (2,2%) e também sobre a Região Nordeste (2,1%). Os dados e projeções são do estudo publicado pelo Banco do Brasil, neste mês de maio, via “Resenha Regional de Assessoramento Econômico”.

No ranking das projeções com os maiores crescimentos econômicos para o ano de 2024 estão, além da Paraíba (4,7%), os Estados de Tocantins (4,1%), Amapá (3,9%), Maranhão (3,7%) e o Distrito Federal (3,6%). Já o Mato Grosso é o único Estado com previsão de queda no PIB (-0,9%).

PIBs DOS SETORES DA PARAÍBA – Nos três setores analisados pelo Banco do Brasil, que serviram de base no estudo para projeção do crescimento em 2024, a Paraíba apresentou taxas superiores às médias do Brasil e da Região Nordeste. Por exemplo, no PIB de Serviços, que concentra a maior força da economia, que inclui comércio e administração pública, a Paraíba terá um crescimento de 4,5% este ano, enquanto a média do Brasil será de 2,4% e a do Nordeste de 2,6%, conforme o estudo.

No PIB da indústria, a Paraíba com expansão de 5,9%, também terá uma média maior que a do Brasil e a do Nordeste, que estarão empatados com 3,2%. No PIB agropecuário, o setor paraibano terá a maior taxa de crescimento (7,6%), enquanto o Brasil (-2,3%) e o Nordeste (-2,9%) estão com projeções de queda.

“ESTAMOS NO CAMINHO CERTO” – Para o secretário de Estado da Fazenda, Marialvo Laureano, o estudo técnico do Banco do Brasil, que projeta a expansão da economia paraibana em 2024, “evidencia que a gestão do governador João Azevêdo está no caminho certo e que essa projeção não surpreendeu o nosso governo, diante da gestão fiscal e financeira, avaliadas por instituições nacionais e internacionais independentes, e das pesquisas publicadas pelo IBGE e pelo Caged dos setores como comércio, serviço e emprego”.

Ele lembrou que, “por três anos consecutivos, a gestão fiscal e financeira do Governo da Paraíba tem recebido da Secretaria do Tesouro Nacional (STN), a chamada CAPAG A (Capacidade de Pagamento A), e da Standard & Poor’s Financial Services (S&P Global Rating), umas das maiores agências de classificação de risco do mundo, notas máximas em suas avaliações de capacidade de pagamento, poupança corrente e liquidez. Em 2024, por exemplo, a nota da S&P Global Rating ratificou pelo quarto ano consecutivo a eficiência da gestão fiscal do Estado, concedendo a nota de triplo AAA+, a maior nota para um ente subnacional. Ou seja, o Governo da Paraíba não está apenas fazendo o dever de casa nesta gestão, mas potencializando indicadores que garantem, com o nosso esforço e empenho, a ampliação da implementação de políticas públicas para a população, mas também nos investimentos, com recursos próprios, nas áreas estruturantes do Estado como, por exemplo: estradas, segurança hídrica e no porto”.

INDICADORES POSITIVOS DA ECONOMIA – Marialvo Laureano citou números atualizados de indicadores importantes da economia paraibana. “Para se ter uma ideia, já geramos um saldo de 85 mil empregos, nos últimos anos, só com carteira assinada em cinco setores da economia, alcançando 487 mil no estoque total, além de reduzirmos a taxa de desocupação para 9,9%, no 1° trimestre deste ano, a menor da nossa série histórica dos últimos 8 anos. Registramos a maior taxa de crescimento do comércio do País em fevereiro deste ano com alta de 19,6% e a terceira maior em março (10%). O potencial de consumo das famílias paraibanas, que chegou a R$ 88,980 bilhões em 2023, apresentou uma taxa de crescimento de 3,52%, que representou o dobro do País (1,52%)”, detalhou.

O MELHOR ESTÁ POR VIR – Segundo o secretário da Sefaz-PB, “o equilíbrio fiscal alcançado pelo Estado da Paraíba, que garante maior capacidade de investimento com recursos próprios, além de nosso baixo endividamento, tem atraído também mais investimentos e negócios privados, que deverão crescer ainda mais nos próximos anos. Podemos citar a área de turismo como a do Polo Turístico Cabo Branco, que ganhará vários resorts, sendo 5 em construção e um parque temático, bem como outros investimentos como novas fábricas sistemistas da Jeep, a ampliação do Porto de Cabedelo, além de equipamentos públicos importantes do Estado, que serão concedidos à iniciativa privada nos próximos anos via parceria público-privada. Enfim, a política fiscal e os novos investimentos públicos e privados deverão garantir um crescimento sustentado ao Estado não apenas em 2024, mas nos próximos anos. Por isso, tenho certeza que o melhor ainda está por vir em nosso Estado”, apontou

Para a secretária de Estado do Turismo e Desenvolvimento Econômico, Rosália Lucas, “a Paraíba tem se destacado positivamente e vivenciado um crescimento sólido em diversos setores essenciais que refletem diretamente no nosso PIB. O turismo desempenha um papel importante nessa conquista e os investimentos na infraestrutura turística têm atraído visitantes não só do Brasil, mas também do exterior, gerando empregos e renda para o nosso Estado”, comentou.

Fonte: Governo do Estado da Paraíba

Banco do Brasil chega a 500 milhões de transações PIX/mês

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O Banco do Brasil contabiliza 500 milhões de transações PIX/mês, ou algo em trono de R$ 1 trilhão em transações financeiras com o meio de pagamento, conta a gerente Executiva do Banco do Brasil, Lorena Prado, que participou nesta quarta-feira, 22/05, do Tech Bank Forum, realizado pela Network Eventos, em Brasília.

Em entrevista ao Convergência Digital, a executiva, ao ser indagada, se o Banco do Brasil seria algum dia um banco 100% digital, disse que a estratégia é ser o que for melhor para o cliente. “Hoje nós somos phigital, ou seja, temos o físico e o digital. Temos uma iniciativa, o Ponto BB, no Porto Digital, em Recife, que une os mundos e vai além dos serviços bancários, com a oferta até de serviço celular por assinatura”, conta.

Com relação à infraestrutura da instituição no Rio Grande do Sul, Lorena Prado, diz que houve uma força-tarefa para acolher os colaboradores atingidos pela calamidade da chuva, e outra para deslocar equipamentos para manter o serviço dentro do possível. Como a infraestrutura do BB está em Brasília, os serviços digitais foram mantidos sem serem afetados pela chuva. Assistam a entrevista com a gerente Executiva do Banco do Brasil, Lorena Prado.

Fonte: Convergência Digital

BB lança medidas para promover a diversidade e combater a discriminação

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O Banco do Brasil anuncia uma série de ações para a população LGBTQIAPN+ durante participação na 23ª Feira Cultural da Diversidade, realizada nesta quinta-feira, 30, no Memorial da América Latina, em São Paulo. O evento faz parte das celebrações que antecedem o Mês do Orgulho LGBTQIAPN+, em junho, e traz práticas de inclusão e apoio à cultura e ao empreendedorismo da comunidade LGBT+.

Nesta semana, o BB também participou ativamente de demais ações de diversidade, como o Evento do Relatório PPA para Igualdade Racial, a Reunião do GT da Igualdade Racial, que aconteceu no BB no âmbito do Conselhão e contou com a presença de diversas lideranças do movimento negro; a entrega do selo para população LGBTQIAPN+ e a entrega do pacote de medidas anunciado agora.

Durante a feira, o banco esteve presente na Tenda BB, onde os visitantes tiveram acesso a diversas atrações, como rodas de conversa sobre educação financeira e orientações de investimentos com especialistas, além de ativações para distribuição de brindes. O evento contou ainda com espaços gastronômicos, de artesanato e de prestações de serviços, bem como diversos shows. Confira outros destaques da participação do BB:

Colaboração com Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania (MDHC)

O BB e o MDHC celebram protocolo de intenções para fortalecimento das medidas intersetoriais de promoção e defesa de pessoas LGBTQIAPN+, com destaque para o estímulo da ocupação de espaços de liderança no banco considerando questões de gênero e orientação sexual.

Na parceria, Banco e Ministério também firmam apoio mútuo para valorização de iniciativas de pessoas da comunidade LGBT+ em diversas áreas, como em projetos culturais; estabelecimento de ações de fomento à formação profissional, empreendedorismo e contratação de pessoas da comunidade que estejam em situação de vulnerabilidade social, como a adesão à Estratégia Nacional de Trabalho Digno; além do intercâmbio de experiências para ampliação de políticas afirmativas em prol da comunidade, considerando também interseccionalidade de raça, gênero e sexualidade.

Outro fruto da colaboração entre o BB e o MDCH é o programa Empodera +, que visa a inclusão de profissionais LGBT+ no mercado de trabalho. O projeto está alinhado com o Movimento Salário Digno, do Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU), do qual o BB é embaixador, e que objetiva garantir remuneração justa para funcionários, incluindo contratados e terceirizados. O programa será implementado junto as empresas que prestam serviços ao banco.

BB reforça atuação social com seu cartão Ourocard Orgulho

Além da parceria com o MHDC, o Banco apresenta novidades do Ourocard Orgulho. O BB se compromete a repassar R$ 1 milhão e doar adicionais, junto com a Visa, por transação, além de R$ 14,00 a cada Ourocard Orgulho emitido, por meio da Fundação Banco do Brasil, para estruturação de projetos sociais voltados para esse público em 2024.

O Ourocard Orgulho foi lançado em junho de 2023 e bateu recorde de emissões na época, com 293 cartões em um único evento. Até o momento, mais de 16 mil unidades foram solicitadas. Além dessas novidades, durante o mês de junho, o cliente que pedir o Ourocard Orgulho via app estará isento de tarifa.

Núcleo de Saúde para população LGBTQIAPN+

A Cassi, plano de saúde dos funcionários do BB, também lança, nesta quarta-feira, 30, o Núcleo de Atenção à Saúde da População LGBTQIAPN+, um grupo de profissionais para acolher e orientar usuários LGBT+ no contexto do atendimento de saúde mais adequado para suas necessidades. A iniciativa é pioneira e assume um papel fundamental de facilitar o acesso dessas pessoas à profissionais sensibilizados com a causa.

Fundação BB desenvolve ferramenta inovadora em favor da empregabilidade

A Fundação Banco do Brasil (FBB), através de parcerias estratégicas, vai desenvolver uma plataforma de empregabilidade que conecte empregadores a candidatos LGBTQIAPN+ qualificados, proporcionando oportunidades de emprego que respeitem a diversidade e promovam a Igualdade de oportunidades para a comunidade LGBT+.

A presidenta do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros, corrobora a importância de ações em prol da inclusão. “A diversidade está nos valores do BB e é um dos pilares da nossa estratégia corporativa. E isso não fica só no papel. O Banco já fez muito e seguirá atuando para promover a equidade, a igualdade e o respeito. Um exemplo recente é justamente essa parceria com o MDHC, que nos permitirá, de forma efetiva, contribuir para melhores condições de vida e de trabalho de pessoas historicamente minorizadas. Além disso, as melhorias no Ourocard Orgulho e nossa participação na Feira da Diversidade posicionam o BB diante da sociedade, dos clientes, acionistas, fornecedores e outros públicos de relacionamento”, comenta.

O Banco do Brasil aderiu aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), desenvolvidos pela ONU, e lançou os Compromissos 2023 para um Mundo + Sustentável, com temas prioritários que se desdobram em ações para toda a organização. Dentre esses, o BB assumiu o desafio de promover a diversidade e combater qualquer forma de discriminação no ambiente de trabalho, nas relações com os públicos de relacionamento e fortalecer a atuação do BB em relação ao tema ética e compliance nos seus negócios e processos, com adoção de controles internos cada vez mais eficientes.

Fonte: Banco do Brasil

CEBB divulga programação do 34º Congresso dos Funcionários do BB

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A Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) finalizou, na última quarta-feira (29), a programação dos debates do 34º Congresso Nacional dos Funcionários do BB que, neste ano, será realizado entre os dias 4 e 6 de junho, na capital de São Paulo.

Na terça-feira (4), está programada a abertura solene do evento, a partir das 16h30. Já as mesas de debates serão realizadas nos dias subsequentes, começando com a aprovação do regimento interno do congresso, às 9h de quarta-feira (5). Veja a programação no final deste texto.

“Além das reuniões das centrais sindicais e correntes políticas, vamos realizar cinco mesas com temas fundamentais às nossas pautas de luta, para seguir fundamentando nossas reivindicações”, explica a coordenadora da CEBB, Fernanda Lopes.

Entre os temas das cinco mesas estão “os desafios da sociedade e dos trabalhadores”; “previdência”; “papel dos bancos públicos para o desenvolvimento do país”; “saúde e condições de trabalho”; e “igualdade de oportunidades”.

Nesta sexta-feira (31), a Contraf-CUT encaminha um comunicado para todas as federações e sindicatos com a programação completa e as últimas orientações aos representantes de cada base sindical do país.

Programação resumida

4/6 – terça-feira

16h30 – abertura solene do 34º Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil

5/6 – quarta-feira

9h – Aprovação do regimento interno do 34º Congresso

10h – Mesa 1 – Os desafios da sociedade e dos trabalhadores

11h35 – Mesa 2 – Previdência

13h – Almoço

14h – Mesa 3 – Papel dos bancos públicos no desenvolvimento do país

15h35 – Mesa 4 – Saúde e condições de trabalho

6/6 – quinta-feira

9h – Reuniões das centrais sindicais e correntes políticas

12h – Almoço

13h – Mesa 5 – Igualdade de oportunidades

15h – Plenária final

Fonte: Contraf_CUT

Banco do Brasil indica membros para órgãos de gestão da Previ

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Como acontece a cada dois anos, a renovação de parte dos dirigentes da Previ tem indicação do patrocinador Banco do Brasil. De acordo com o previsto no Estatuto vigente, o BB indicou o diretor de Participações e o diretor de Investimentos para nomeação pelo Conselho Deliberativo, um membro titular e respectivo suplente para o Conselho Deliberativo, um membro titular e respectivo suplente para o Conselho Fiscal e dois membros titulares e respectivos suplentes para cada Conselho Consultivo.

Em 2024, foram indicados os seguintes representantes do patrocinador:

Diretoria Executiva

Cláudio Antônio Gonçalves – Diretor de Investimentos

Fernando Sabbi Melgarejo – Diretor de Participações

Conselho Deliberativo

Rosiane Barbosa Laviola – Titular

Sandro Jacobsen Grando – Suplente

Conselho Fiscal

Karine Etchepare Wernz – Titular

Geraldo Morete Junior – Suplente

Conselho Consultivo do Plano de Benefícios 1

Alexandre Bocchetti Nunes – Titular

Leandro de Carvalho Vieira – Titular

Alexandre Teofanes Pissolatto – Suplente

Sérgio Gonçalves Freire – Suplente

Conselho Consultivo do Plano de Benefícios Previ Futuro

Bruno Monteiro Martins – Titular

Marcelo Gusmao Arnosti – Titular

Antônio Germano dos Santos Júnior – Suplente

Denísio Augusto Liberato Delfino – Suplente

Flavio Alexandre Ferreira de Medeiros – Suplente (Indicado para cargo vago – mandato 2022/2026)

Declaração de Propósitos

Em atendimento ao disposto no artigo 23 da resolução nº 23 da Previc, publicamos a declaração de propósitos dos novos indicados aos cargos de conselheiros Deliberativo e Fiscal. Conforme determina a resolução, as declarações ficarão publicadas por 10 dias para eventuais objeções por parte do público. Para os indicados cujos mandatos foram renovados, não é necessária a publicação da declaração, já que foram habilitados pela Previc em seu mandato anterior.

Fonte: Previ

Previ disponibiliza crédito especial para participantes do RS

Publicado em:

A partir de 22/5, os associados adimplentes dos Planos 1 e Previ Futuro, residentes no Rio Grande do Sul, podem contratar o montante de até três salários brutos (Folha de pagamento de maio de 2024), limitado a R$ 50 mil, acima do teto atual do Empréstimo Simples (ES): R$ 200 mil para o Previ Futuro e R$ 280 mil para o Plano 1.

A medida foi aprovada pela Diretoria Executiva da Previ como forma de atenuar os impactos decorrentes das enchentes que atingiram o estado nas últimas semanas.

O valor máximo de concessão para os participantes da ativa não poderá superar o saldo da reserva individual de poupança líquida. E o valor da prestação para todos os associados não poderá superar a margem consignável definida pela Legislação.

Aos associados com a margem comprometida, será permitido alongar o prazo para adequação da margem, limitado a 240 meses ou a idade definida na regra do ES, o que for menor.

É importante destacar que as concessões acima de 120 meses ocorrerão por meio da renovação de todas as operações vigentes e impedirão novas contratações. E a renovação ficará disponível somente quando for possível enquadrar o saldo devedor ao prazo máximo de 120 meses definido na regra do ES.

No período entre 22 e 31/5, os associados poderão manifestar a intenção de adesão. Para isso, basta fazer a solicitação, pelo e-mail cadastrado na Previ, para o endereço eletrônico esespecial@previ.com.br. Orientamos que o e-mail com a manifestação expressa do seu interesse venha acompanhado do seu contracheque.

A análise das solicitações será feita por ordem de chegada na Previ e a contratação das propostas aprovadas ocorrerá no mês de junho.

Suspensão da prestação

Outra medida aprovada pela Diretoria Executiva da Previ para residentes no Rio Grande do Sul, é a suspensão da cobrança das prestações do ES nas contratações e renovações realizadas até 27/5, com crédito realizado até 31/5.

A suspensão das prestações poderá ser solicitada até 31/5. A interrupção da cobrança é única, portanto, a solicitação vai ser aplicada a todos os empréstimos vigentes nas modalidades ES Rotativo e ES Finimob, pelo período de dois meses, ou seja, nos meses de junho e julho.

Passo a Passo para a suspensão

Para fazer sua solicitação, acesse o Autoatendimento do site, selecione a opção Empréstimo Simples > Meus Empréstimos e imediatamente será disponibilizada a tela de opção. Para solicitar, basta clicar no botão “Suspender Cobrança”. Caso escolha manter o pagamento das prestações, clique na opção “Não tenho interesse”, para ser direcionado à tela inicial do ES.

Quem optar pela suspensão, mas depois mudar de ideia, tem até 31/5 para reativar a cobrança das prestações de junho e julho. O procedimento é similar: acesse o Autoatendimento, escolha a opção Empréstimo Simples > Meus Empréstimos e clique no botão “Reativar Cobrança”.

Além da tela inicial, também é possível verificar se a solicitação foi realizada na opção Meu Perfil > Meus Protocolos. Para consultar as informações, orientamos anotar o número do protocolo gerado na solicitação de suspensão.

A possibilidade de contratar as operações deve ser avaliada com cautela e responsabilidade, tendo em mente a sua capacidade de pagamento, evitando armadilhas e tomando decisões conscientes em relação ao consumo e ao uso do crédito.

Fonte: Previ

EDITAL DE CONVOCACÃO PARA ELEIÇÃO DA DIRETORIA EXECUTIVA E DOS MEMBROS DO CONSELHO DELlBERATIVO E CONSELHO FISCAL DA AGEBB

Publicado em: 31/05/2024

Pelo presente edital, esta Comissão Eleitoral faz saber que será realizada no período de 8h de 02/09/2024 até às 17h do dia 09/09/2024, a eleição para os novos membros da Diretoria Executiva e membros do Conselho Deliberativo e Conselho Fiscal da AGEBB e seus respectivos suplentes. A eleição será realizada pela internet, por sistema eletrônico contratado conforme o Regulamento aprovado pela Comissão Eleitoral.

As inscrições das Chapas para a Diretoria Executiva e os candidatos do Conselho Deliberativo e Conselho Fiscal estarão abertas do dia 1º a 15 de julho de 2024, e os pedidos deverão ser encaminhados à Comissão Eleitoral, na sede da AGEBB, Praça Dr. João Mendes Junior,52 11ª CJ.1101 , Centro, São Paulo, Capital, CEP 01501-000, de segunda à sexta feira, das 10h às 17h e somente será processada mediante requerimento assinado pelos candidatos, pessoalmente com contra recibo, ou via correio através de Sedex 10.

Neste caso, é de inteira responsabilidade do(a) candidato(a) a confirmação do recebimento do Requerimento pela Comissão Eleitoral de acordo com as normas do Regulamento Eleitoral. A apuração dos votos será realizada às 10h do dia 10/09/2024, pelo próprio sistema eletrônico contratado. A divulgação dos resultados será no dia 10/09/2024. Os pedidos de impugnações ao pleito serão recebidos até dia 11/09/2024 até as 18h.

A decisão dos Recursos será divulgada em 16/09/2024.A proclamação oficial dos resultados ocorrerá no dia 20/09/2024, sendo que a posse da Diretoria Executiva e dos membros do Conselho Deliberativo e Conselho Fiscal ocorrerá no dia 01/10/2024.

O Regulamento das eleições será afixado no quadro de avisos na sede da AGEBB, no site e jornal da AGEBB, a partir da publicação deste edital. Este edital foi aprovado por unanimidade pelos membros presentes da comissão eleitoral.

São Paulo, 31 de maio de 2024.

       Olivia Souza Januário de Freitas              Pedro Ferreira de Barros                                          

                 Presidente                                         Vice-presidente            

                                                         

Maria Teresa Lacerda Rodrigues

Secretária

Ficha de inscrição para Diretoria Executiva

Ficha de inscrição para o Conselho Deliberativo

Ficha de inscrição para o Conselho Fiscal

Ata da Comissão Eleitoral_Constituição de Junta

Ata da Comissão Eleitoral_Regulamento

EDITAL DE CONVOCAÇÃO PARA ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA DA AGEBB

Publicado em: 29/05/2024

Prezado(a) Associado(a):

O presidente da AGEBB – Associação dos Gerentes do Banco do Brasil, Senhor Adriano Domingos, no uso de suas atribuições legais e estatutárias e atendendo ao que determina o artigo 14 e seus parágrafos, 15 e 17 do Estatuto Social, convoca a todos(as) os(as) associados(as) regulares com suas obrigações na associação, para a Assembleia Geral Ordinária, que se realizará no dia 29 de Junho de 2024 (sábado) nas dependências do Rio Claro Plaza Hotel – Avenida Ápia, N° 101 – Rio Claro – São Paulo, às 09:00 horas em primeira convocação, com quórum estatutário ou às 09:30 horas em segunda convocação com o número de associados presentes.

Pauta:

I – Prestação e Aprovação das contas do Ano 2023

II- Assuntos Diversos 

São Paulo, 29 de maio de 2024

Adriano Domingos

Presidente

BB disponibiliza R$ 3,5 bilhões em limite de crédito para reconstrução de municípios gaúchos

Publicado em: 23/05/2024

Como forma de apoiar a reconstrução da infraestrutura do Rio Grande do Sul, o Banco do Brasil aprovou nesta terça-feira, 14, R$ 3,5 bilhões em limite de crédito às prefeituras gaúchas. Os valores são destinados à linha Programa Eficiência Municipal e contarão com até 12 anos para pagamento. Também haverá carência estendida, de até dois anos, e taxas diferenciadas. As análises das solicitações serão realizadas caso a caso, em esteira priorizada.

Outra medida adotada pelo Banco do Brasil é o envio ao RS de duas unidades do BB Móvel – agências modulares itinerantes que oferecem atendimento em locais onde houve sinistro ou interrupção calamidade pública. Severiano de Almeida, cidade a 400km de Porto Alegre, já hospeda uma unidade da Carreta Agro – estrutura bancária móvel que percorre anualmente 250 mil km conduzindo negócios com produtores rurais por todo o país – para atendimento presencial. Ao todo, 49 agências do Banco do Brasil no estado permanecem fechadas, sendo que 14 ainda se encontram alagadas.

O BB também habilitou automaticamente todos os clientes do Rio Grande do Sul para atendimento gerencial via App BB, por meio da ferramenta Fale Com o Seu Gerente, e todos eles contam com atendentes 24h por dia na Central de Relacionamento do Banco do Brasil, com a possibilidade de conduzir transações bancárias entre 7h e 22h. Os telefones da CRBB são 4004 0001 (capital e região metropolitana) e 0800 729 0001 (demais localidades).

Clientes do RS com consórcio no Banco do Brasil podem diluir até seis parcelas no saldo devedor, tanto para cotas contempladas como não contempladas. Também foi simplificado o processo de pagamento de imóvel, com esteira especial, dispensa de documentos e isenção de tarifas. Outra novidade é a flexibilização para resgate dos planos Brasilprev. E, para clientes PJ, haverá isenção de aluguel das máquinas Cielo até o fim do ano.

“Nos solidarizamos e estamos mobilizados em relação à tragédia que atinge o Rio Grande do Sul. Desde o primeiro momento, no dia 2 de maio, lançamos diversas iniciativas de apoio ao Estado, além do apoio humanitário e flexibilizações negociais para todos os segmentos. São atitudes importantes que contribuem para amenizar este momento de dor. Continuamos acompanhando de perto a situação e estamos empenhados para que o Rio Grande do Sul possa começar a se reconstruir o quanto antes, com o apoio da sociedade brasileira e internacional”, afirma Tarciana Medeiros, presidenta do Banco do Brasil.

Todas essas medidas se somam às outras que já haviam sido anunciadas pelo BB ao longo das últimas semanas, como a alocação de recursos próprios e oriundos da campanha solidária de arrecadação que já ultrapassam os R$ 60 milhões. Além de doação, o BB ainda atua com apoio humanitários e flexibilizações negociais. Confira:

Seguros
A BB Seguros priorizou o atendimento aos segurados da região nos canais de atendimento para melhor acolhê-los e tem realizado contato ativo com clientes para avisar sobre a disponibilidade de cobertura dos seguros Residencial, Auto, Empresarial e Rural.

A seguradora também reforçou e priorizou a esteira de assistências e sinistros, além de simplificar o processo de abertura e análise.

Também foram ampliados os valores dos serviços de limpeza, cobertura de telhados e desentupimento previstos nas apólices dos seguros Residencial e Empresarial. Reguladores e peritos foram enviados para as regiões atingidas, com possibilidade de realizar a vistoria presencialmente ou de forma remota.

Crédito
O Banco do Brasil decidiu pela manutenção de disponibilidade de crédito e avaliação de risco para PF, PJ e produtores rurais. As micro e pequenas empresas terão à disposição linhas governamentais e próprias com condições diferenciadas. Além disso, os clientes terão carência de até seis meses para pagamento da primeira parcela na renovação ou contratação de BB Crédito Consignado e BB Crédito Salário.

Adicionalmente, como anunciado pelo Governo Federal na última semana, serão disponibilizados R$ 1 bilhão para subvenção econômica de juros no Pronampe (operado pelo BB e pela CEF) e R$ 4,5 bilhões para concessão de garantias de crédito no Fundo Garantidor de Operações no Pronampe por todo o sistema financeiro. Produtores rurais contarão com mais R$ 1 bi para subvenção de juros ao Pronaf e Pronamp, em operação conjunta do BB, CEF e cooperativas de crédito. As medidas aguardam regulamentação para entrar em vigor.

Renegociação de dívidas
O BB também definiu ações para renegociação de dívidas dos clientes:

· Renegociação de dívidas com taxas diferenciadas, com até 180 dias de carência e até 120 meses para pagamento;

· Suspensão das ações de cobrança e de negativação de clientes localizados em munícipios afetados;

· Pula Parcela com a prorrogação de até três parcelas para as linhas Reescalonamento PJ, Renegociação Massifica e Renegociação Especial;

· Pula Parcela Emergencial PJ para as linhas BB Capital de Giro Digital e BB Financiamento PJ, que permite a prorrogação extraordinária de até seis parcelas;

· Linhas de repactuação de dívidas (Reperfilamento PJ), com prazo de até 60 meses para as empresas do RS;

· Pronampe: repactuação de dívidas para até 72 meses;

· Repactuação de quatro parcelas de capital e encargos básicos das operações de financiamento imobiliário e empréstimo com garantia de imóvel, que serão transferidas para o final do cronograma;

Além disso, os clientes agro do Rio Grande do Sul terão as operações prorrogadas de acordo com as necessidades individuais. O Banco também implementou medidas simplificadoras, para atender principalmente nas operações da agricultura familiar, dispensando a apresentação de laudos individuais.

Cartões e cobrança
O saldo devedor das faturas de cartões Ourocard não pagas integralmente durante o período de calamidade será transportado para o mês seguinte, sem incidência de encargos. Também serão suspensas as ações de cobrança e de negativação de clientes localizados em municípios afetados.

Também haverá isenção ou estorno de tarifas dos produtos Cobrança Bancária, Pagamentos em Lote e Débito Automático de clientes MPE por 60 dias (1º/5 a 30/6). E será priorizada a emissão dos Cartões Pagamento Defesa Civil.

Doações
O BB está recebendo doações de qualquer valor por meio da conta abaixo:

Banco do Brasil – 001

Agência 1607-1
Conta 51.000-9
Pix: pix.enchentesrs@fbb.org.br
IBAN (para remessas internacionais): BR7700000000016070000510009C1

Além da doação em espécie, é possível contribuir com pontos Livelo. A cada ponto doado pelos clientes, a Livelo irá doar outro. Atletas patrocinados pelo BB também se engajaram na divulgação da campanha de arrecadação.

Ao todo, o Conglomerado foi responsável pelo envio de R$ 60 milhões ao RS. E, além da doação em espécie, 20 unidades das AABB (Associação Atlética Banco do Brasil) estão recebendo itens de primeira necessidade, sendo que dez delas também foram mobilizadas para acolher pessoas desabrigadas.

Fonte: Banco do Brasil

Liminar garante Cassi a aposentados do Banco Nossa Caixa e seus dependentes

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Uma liminar do Tribunal Superior do Trabalho determinou ao Banco do Brasil e à Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi) que possibilitem o ingresso nesta última aos aposentados egressos do Banco Nossa Caixa e seus dependentes, em igualdade de condições com os empregados originariamente vinculados ao Banco do Brasil, até que ocorra o trânsito em julgado da matéria.

“Efetivamente, partindo da premissa de que as regras que regem o plano de saúde Cassi preveem a irrestrita acessibilidade a todo empregado do Banco do Brasil, não há como vedar a adesão dos trabalhadores egressos de instituições financeiras incorporadas, se assim não faz o próprio regulamento, sob pena de ofensa ao princípio da igualdade e de caracterização de prática discriminatória no ambiente de trabalho”, escreveu na sua decisão a ministra relatora Delaíde Miranda Arantes.

“Ainda que caiba recurso, esta liminar é um avanço importante no sentido de garantir a Cassi aos funcionários egressos e aposentados dos bancos incorporados pelo Banco do Brasil. Seguiremos acompanhando esta ação e informaremos qualquer nova atualização. A secretaria de Assuntos Jurídicos do Sindicato dos Bancários de São Paulo está à disposição para eventuais dúvidas e esclarecimentos”, ressalta Adriana Ferreira, eleita para o conselho deliberativo do Economus e diretora do Sindicato.

“O resultado desta liminar é uma boa notícia, ainda que o movimento sindical bancário sob a égide da Contraf-CUT defenda e valorize a negociação coletiva para a resolução de conflitos e para a garantia de novos direitos”, afirma Antonio Netto, representante da Fetec-CUT/SP na Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB).

“Estamos começando a Campanha Nacional dos Bancários 2024, e as negociações com o Banco do Brasil visando a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho começarão em breve. Será a ocasião ideal para que direção da empresa estenda a Cassi e a Previ aos funcionários egressos de bancos incorporados, bem como aposentados”, acrescenta o dirigente.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

BB Asset lança mudanças no fundo de criptoativos para ampliar acesso a todos os investidores

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A BB Asset, gestora de recursos do Banco do Brasil, anuncia importantes alterações no fundo BB Multimercado Criptoativos Full LP FIC FI, ampliando o acesso aos investimentos em criptoativos para todos os públicos. Essas mudanças, que entram em vigor hoje (15), incluem a abertura do fundo para investidores em geral, a melhoria nas condições de liquidez e a redução significativa do valor mínimo de aplicação.

A partir de hoje (15), o fundo, que inicialmente era restrito a investidores qualificados e tinha um valor de aplicação inicial de R$ 1.000,00, agora pode ser acessado por qualquer investidor com apenas R$ 0,01. Além disso, a liquidez foi ajustada para D+1 (cotização de resgate) e D+6 (crédito em conta), facilitando o acesso e a flexibilidade para os investidores.

Mário Perrone, Diretor Comercial e de Produtos da BB Asset, destaca: “Essa mudança é um marco na democratização do acesso aos criptoativos no Brasil. Estamos atendendo a uma demanda crescente por parte de nossos clientes, que desejam diversificar seus investimentos e aproveitar as oportunidades que os ativos digitais oferecem. Com essas alterações, tornamos o investimento em criptoativos acessível a todos, independentemente do valor a ser investido.”

O fundo BB Multimercado Criptoativos Full LP FIC FI é gerido por uma equipe altamente qualificada, focada em antecipar tendências macroeconômicas e identificar oportunidades de investimento no mercado de criptoativos. As alterações realizadas pela BB Asset estão em linha com a Resolução 175 da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que permite que fundos com 100% do patrimônio no exterior sejam acessíveis a todos os investidores.

Isso reflete a adaptação da gestora às novas regulamentações e seu compromisso em oferecer produtos que atendam às necessidades dos investidores modernos, especialmente a geração Z, que demonstra um crescente interesse por moedas e ativos digitais. Segundo a sétima edição do “Raio X do Investidor”, publicado em abril deste ano pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (ANBIMA), as moedas digitais, criptomoedas e criptoativos se destacam entre as opções de investimento para essa geração, representando 8% dos investimentos escolhidos por esse grupo.

Com mais de 35 anos de experiência no mercado financeiro, a BB Asset administra atualmente cerca de R$ 1,6 trilhão em fundos, sendo reconhecida pela sua solidez e expertise por agências de classificação de risco como Fitch e Moody’s.

Fonte: Banco do Brasil

BB já desembolsou mais de R$ 9,1 bilhões em crédito consignado INSS

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O Banco do Brasil já desembolsou mais de R$ 9,1 bilhões em crédito consignado INSS para 460 mil clientes nos primeiros meses do ano. Além disso, nesse mesmo período de 2024, o BB adquiriu R$ 1,6 bilhão em operações de portabilidade dos demais bancos, o que representa um crescimento de 140% em relação ao mesmo período de 2023.

Tanto o volume de desembolso, como a estratégia em portabilidade de crédito reforçam a disposição do Banco do Brasil em praticar condições atrativas de taxas aos clientes, com redução de juros ao longo de 12 meses em 0,18 pontos percentuais ao mês.

“Esse desempenho de 2024 demonstra um aumento de 18% na quantidade de aposentados atendidos, em apenas 12 meses, e incremento de 60% no volume de crédito liberado, com redução das taxas praticadas nesse segmento”, afirma a presidenta do BB, Tarciana Medeiros.

A competividade das taxas do BB pode ser consultada no site “Meu INSS” (Meu INSS – https://meu.inss.gov.br/), que busca oferecer aos aposentados parâmetros de comparação e escolha para contratação do seu empréstimo. O BB oferece taxas atrativas aos clientes em níveis inferiores ao oferecido pelos principais bancos do sistema financeiro com relevância de atuação nesse segmento. Destaca-se que a partir de 23/05, o BB oferece a taxa máxima de 1,67% a.m. para contratação de empréstimos de consignado INSS, inferior ao teto estabelecido para a modalidade.

Fonte: Banco do Brasil

CNA entrega ao Banco do Brasil propostas para o Plano Safra 2024/2025

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A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) entregou, na segunda (20), à Diretoria de Agronegócios do Banco do Brasil, as propostas da entidade para o Plano Agrícola e Pecuário (PAP) 2024/2025 .

Durante o encontro, a CNA enfatizou os principais pontos. “Essas propostas foram desenvolvidas após diversas reuniões regionais com a participação de produtores, instituições financeiras, federações e diversos outros representantes do sistema de crédito e seguro”, destacou Guilherme Rios, assessor de Política Agrícola.

O gerente executivo de Agronegócios do BB, Diego Ferrazzo, recebeu o documento e ressaltou a importância do diálogo contínuo entre o sistema financeiro e os produtores rurais.

“Esse tipo de interação é fundamental para alinharmos nossas ações e políticas de forma a atender as necessidades do setor agropecuário de maneira eficaz.”

Rios frisou que a CNA está à disposição do banco para colaborar em pautas de interesse mútuo, visando fortalecer ainda mais a parceria entre as duas instituições.

“Essa colaboração visa promover o desenvolvimento sustentável do agronegócio brasileiro, garantindo melhores condições de financiamento e seguros para os produtores,” disse.

Mapa – Em março, o presidente da CNA, João Martins, entregou ao ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, o documento com as propostas da entidade.

O material apresenta 10 pontos considerados prioritários para o próximo Plano Safra, focados no aumento dos recursos financiáveis e do volume para o seguro rural; prioridade para as linhas de investimento; regulamentação da lei que criou o Fundo de Catástrofe; fomento do mercado de capitais e títulos privados, entre outros.

Fonte: Confederação Nacional da Agricultura

BB reforça medidas de apoio aos trabalhadores vítimas de catástrofe no RS

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A Diretoria de Gestão da Cultura e de Pessoas do Banco do Brasil anunciou, nesta segunda-feira (20), ampliação das medidas do pacote emergencial para as trabalhadoras e trabalhadores gaúchos, e seus dependentes, atingidos pela tragédia ambiental que assola o Rio Grande do Sul.

As novas medidas anunciadas para os trabalhadores são:

  1. Auxílio-moradia de até R$ 2.750 por mês, considerando prazo de 90 dias, aos trabalhadores que estejam impedidos de permanecer em suas casas em decorrência da calamidade pública;
  2. Prioridade da telemedicina da Cassi aos participantes do Rio Grande do Sul, especialmente àqueles em situação delicada de saúde, que estejam em home care, tenham mais de 60 anos ou realizem tratamento oncológico, por exemplo;
  3. Atendimento psicológico prioritário e ativo pelos psicólogos da Cassi também aos funcionários do RS. Essa medida inclui a parceria com a Wellz, para atendimento psicológico por três meses para até dois dependentes maiores de 18 anos;
  4. Distribuição de 1.000 pontos no Conexão para todos os prefixos do RS, garantindo o recebimento da PLR integral aos colegas;
  5. Suspensão do débito das parcelas de operações de CDC por dois meses, a partir do dia 20 de maio, aos residentes nos municípios em estado de emergência e/ou calamidade. A solução será automática, mas as pessoas que optarem por manter a operação atual, sem a suspensão dos débitos, poderão comunicar o banco;
  6. Carência de até 180 dias para pagamento da primeira parcela na renovação e contratação de CDC salário dos funcionários da ativa e aposentados;
  7. Previ: a entidade oferece aos participantes do RS a possibilidade de suspender as parcelas de contratos de Empréstimo Simples (ES), vigentes em 30 de abril, nas modalidades ES Rotativo e ES Finimob;
  8. Programa Certificação de Negócios: Em relação às certificações de investimentos (CPA 10, CPA 20 e CEA), dos funcionários do Rio Grande do Sul, a Anbima prorrogou automaticamente o prazo de vencimento previsto entre 6 de maio e 6 de setembro para 6 de outubro.

“Entendemos que essas medidas, somadas às que foram anunciadas na semana passada, dão um conjunto importante de ferramentas neste momento de extrema gravidade que colegas gaúchos estão enfrentando. Como movimento sindical, estamos acompanhando de perto a situação de todos”, destaca a coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) e dirigente da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Fernanda Lopes.

Quando o BB anunciou as primeiras medidas, o movimento sindical fez um balanço positivo, mas alertou que outras ações seriam necessárias.

“Desde o início, avaliamos que o banco demonstrou boa vontade, para auxiliar os trabalhadores. De pronto, destacamos que seria necessário, entretanto, outras medidas, levando em consideração perdas irreparáveis que sofremos, não apenas materiais, mas também psicológicas. O auxílio-moradia e a garantia da PLR, por exemplo, acrescentados agora no conjunto de medidas, são extremamente necessários aos funcionários”, acrescentou Priscila Aguirres, representante da Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Instituições Financeiras do Rio Grande do Sul (Fetrafi-RS) na CEBB.

Além dessas novas medidas, o BB anunciou que 17 equipes da Rede Gepes estão mobilizadas para auxiliar os trabalhadores e orientar os que são gestores. As linhas telefônicas disponibilizadas são: 61 4003-5291 (capitais), 0800 88 15291 (outras regiões), além do WhatsApp BB Funci.

Estão acontecendo também ações voluntárias e coletivas, organizadas espontaneamente entre funcionários e terceirizados para arrecadar recursos e distribuí-los entre os colegas e colaboradores impactados.

Há o Pix Solidário RS que já conseguiu ajudar mais de 300 pessoas e você pode contribuir doando por meio da chave Pix sosfuncisbb.rs@gmail.com até sexta-feira, 24. A conta está em nome de Nádia Brugnara Soares, gerente geral da Gepes Rio Grande do Sul. Outras ações de voluntariado estão fase de formulação no âmbito do Programa do BB para ampliar o apoio ao estado.

Fonte: Contraf_CUT