Economia barra reajuste de até 40% para comando do Banco do Brasil

Publicado em: 01/05/2022

O Ministério da Economia barrou na última quinta-feira, na assembleia do Banco do Brasil, proposta do comando da instituição para reajustes nos salários do seu presidente, vice-presidente e diretores.

Durante as últimas semanas, o comando do BB, principalmente por meio de seu vice-presidente corporativo, Ênio Mathias, fez gestões fortes junto à área econômica para que os vencimentos do seu presidente, Fausto Ribeiro, fossem reajustados em 40%, para R$ 96,9 mil, e dos demais cargos em cerca de 20%, para R$ 80,8 mil no caso dos vice-presidentes e R$ 67,3 mil nos diretores.

O argumento é que essas funções não têm correção salarial desde 2016 e que, especialmente no caso dos diretores, já está ocorrendo situações em que gerentes-gerais contratados pela CLT e sem o mesmo grau de responsabilidade estariam ganhando mais do que os diretores. Esses gerentes têm tido reajustes por meio das negociações sindicais.

Apesar de esse último argumento ser considerado razoável do ponto de vista da gestão, o ministro Paulo Guedes e a área responsável pelas estatais se mantiveram irredutíveis na decisão de não autorizar que a proposta avançasse. A leitura é que a medida seria ainda mais inoportuna em um contexto no qual o governo se vê em meio a um forte embate com os servidores públicos para conter as pressões por reajustes salariais. O governo topa dar 5% de reajuste para os funcionários dos três poderes, mas a medida não agrada as categorias.

Apesar da derrota na assembleia realizada na última quinta-feira, a direção do BB estuda a possibilidade de fazer nova proposta mais à frente, segundo apurou o JOTA. Procurada, a instituição não se manifestou oficialmente sobre o assunto.

Outras estatais também estavam tentando reajustes, mas também sem sucesso com a equipe econômica.

Fonte: Jota

Banco do Brasil prevê R$ 2 bilhões em pedidos de crédito durante Agrishow

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O vice-presidente de Agronegócios do Banco do Brasil (BBAS3), Renato Naegele, afirma que a expectativa do banco é de receber pedidos de crédito que somem um volume de R$ 2 bilhões durante a Agrishow, maior feira de tecnologia agrícola do Brasil, que está em seu terceiro dia nesta quarta (27). Na última edição presencial do evento, em 2019, o banco contabilizou R$ 1,2 bilhão em pedidos de crédito.

De acordo com o VP do Banco do Brasil, apesar da alta dos custos de produção e da escalada da Selic nos últimos meses – hoje em 11,75% ao ano -, a demanda por crédito rural continua forte.

Naegele destaca que o setor vem de cerca de quatro safras com altas margens de lucros. No ciclo 2021/22, apesar de os custos terem subido, a guerra na Ucrânia elevou os preços das commodities.

Em 23 de março, o Banco do Brasil começou a aceitar pedidos de crédito para a próxima safra, que começa em julho. Segundo o executivo, até o momento a procura pelos recursos ainda pelo agro não está maior do que há um ano.

No entanto, ele pondera que o ritmo normalmente começa a acelerar a partir de junho.

“Lançamos em março para o produtor ter mais uma opção de crédito, até porque tem a suspensão das linhas com equalização”, explica, referindo-se ao congelamento nos bancos, desde o início de fevereiro, de novos pedidos para diversas linhas do Plano Safra, com taxas subsidiadas, por falta de recursos.
Banco do Brasil tem ‘reserva polpuda’

No Banco do Brasil, cerca de R$ 3,5 bilhões estão congelados no momento, mas os recursos já estão comprometidos para os produtores, de acordo com Naegele. “Isso é dinheiro para médio e grande produtor, do Pronamp (programa focado nos médios) e para investimentos. Deixamos os produtores apresentarem suas propostas, acolhemos, mas não estão aprovadas por uma questão de sistema. Só posso aprovar quando o Tesouro der autorização”, disse o executivo.

Desempenho de BBAS3 na bolsa

As ações BBAS3 sobem 0,56% no intradia desta quarta-feira (27), a R$ 34,11. No acumulado de 2022, as ações do Banco do Brasil sobem cerca de 18,3%.

Se considerarmos a janela dos últimos 12 meses, são 14% de alta, ao passo que nos últimos 6 meses foram 17% de valorização nas ações ordinárias do Banco do Brasil.

Fonte: Suno Research

Gerente do BB pode exercer cargo de professor de Ciências na rede pública

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A 7ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho reconheceu a validade da acumulação dos cargos de técnico bancário do Banco do Brasil S.A. com o de professor da rede pública de ensino de Teresina (PI) e rejeitou exame de recurso do banco contra decisão que tornara nula a notificação para que o empregado escolhesse um dos cargos. Conforme o colegiado, o cargo de bancário está enquadrado na exceção constitucional que permite acumulação de um cargo técnico e outro de professor.

Contratado pelo Banco do Brasil em 1987 para cargo administrativo de nível básico, o empregado relatou, na ação trabalhista, que exerce a função de gerente de relacionamento há vários anos, com jornada diária de oito horas. Paralelamente, desde 1985, é professor de Ciências da rede pública, vinculado à Secretaria Estadual da Educação do Estado do Piauí, em regime de 20 horas semanais noturnas.

Em 2011, o banco comunicou-lhe que teria de optar pelo cargo de bancário ou pelo de professor, levando-o a ajuizar a reclamação trabalhista. Entre outros aspectos, ele argumentou que fora contratado, nos dois casos, antes da Constituição Federal de 1988 e que havia acumulado os cargos por mais de 25 anos sem que o banco se pronunciasse sobre a possível incompatibilidade.

Direito

O juízo de primeiro grau e o Tribunal Regional do Trabalho da 22ª Região (PI) reconheceram o direito ao exercício dos dois cargos, por entender que a situação está entre as hipóteses autorizadas pela Constituição da República, que admite a acumulação de um cargo de professor com outro técnico ou científico, desde que haja compatibilidade de horários (artigo 37, inciso XVI, alínea “b”).

Proibição

Ao recorrer ao TST, o Banco do Brasil sustentou que o cargo exercido pelo trabalhador é de escriturário, com serviços em sua maioria burocráticos, não se caracterizando como cargo técnico.

O relator do recurso de revista, ministro Renato de Lacerda Paiva, assinalou que, de acordo com o TRT, há compatibilidade de horários. Em relação ao outro requisito, lembrou que prevalece, no TST, o entendimento de que o cargo de técnico bancário, embora exija apenas a conclusão de ensino médio para ingresso nos quadros da empresa pública, requer conhecimento específico capaz de justificar seu enquadramento no permissivo de acumulação de cargos públicos.

A decisão foi unânime.

Fonte: Direito Real

 

BB é autorizado pela Câmara a instalar agência na Prefeitura de Uberaba

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A cessão de área pública para que o Banco do Brasil opere dentro da Prefeitura de Uberaba foi aprovada pela Câmara na última segunda-feira (25). O local que anteriormente era utilizado pela Caixa Econômica Federal e foi transferido para a outra instituição bancária, que em dezembro de 2021 se tornou a prestadora de operações bancárias da administração direta e indireta do município. Veja mais abaixo.

De acordo com o Legislativo, o projeto de lei para a cessão foi votado em regime de urgência. O espaço servirá para que o Banco do Brasil ofereça acesso rápido a produtos e serviços bancários.

No dia 23 de dezembro de 2021, a Prefeitura de Uberaba, por meio da Secretaria de Administração (SAD) e a Secretaria de Fazenda (Sefaz), assinou contrato com o Banco do Brasil (BB), para que instituição financeira centralizasse todas as operações bancárias do Município, tanto da administração direta quanto da indireta.

Á época, o secretário de Administração, Beethoven de Oliveira disse que a validade do contrato é de cinco anos, e que o banco faria um pagamento de R$ 22.200.00,00 pela folha de pagamento da administração direta e indireta, incluindo aposentados e pensionistas. A cessão do espaço no Centro Administrativo para atender aos servidores na abertura das contas, oferecimento de produtos e outros serviços já estava prevista.

Conforme a Prefeitura, uma novidade no contrato é que o contribuinte passou a ter opção diferente para pagamento de tributos municipais. O Banco do Brasil também ofereceu uma forma de pagamento via PIX, com o produto chamado “PIX Arrecadação” – uma nova modalidade que será ofertada ao contribuinte para pagar todos os tipos de tributos municipais.

Fonte: G1

Brasilprev, do Banco do Brasil, lança curso virtual sobre previdência privada

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Desde a semana passada, os interessados em aprender sobre previdência privada têm acesso a uma plataforma de ensino 100% gratuita. A Brasilprev, braço de previdência complementar aberta do Banco do Brasil (BBAS3), lançou a plataforma FuturEd, que fornece cursos sobre o tema em vídeos e em podcast.

O primeiro curso em vídeo, sobre previdência privada e planejamento financeiro, é ministrado pelo professor Carlos Heitor Campani, do Instituto Coppead de Administração, da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Organizado em três módulos, o curso tem dezenove aulas, que somam 159 minutos de duração.

Entre as principais lições dos três módulos estão as diferenças de investimentos nos planos PGBL e VGBL, como eles são tributados e os cuidados necessários na hora de fazer o Imposto de Renda.

O aluno também recebe orientações para começar hoje mesmo a planejar suas finanças de um jeito simples e descomplicado, com aulas sobre os principais tipos de investimento em renda fixa e em renda variável.

Em relação ao podcast, o primeiro episódio tem 50 minutos. Também narrado pelo professor Carlos Heitor Campani, ele apresenta um resumo do curso em vídeo. Segundo a Brasilprev, a ideia é que o podcast estimule o interesse do aluno sobre previdência privada, de forma a atraí-lo para esses cursos em vídeo.

Com 28 anos de atuação, a Brasilprev tem como acionistas a BB Seguros, braço de seguros, capitalização e previdência privada do Banco do Brasil, e a Principal Financial Group, instituição financeira norte-americana.

Líder do mercado de previdência privada aberta (em que qualquer um pode contribuir sem estar vinculado a um fundo de pensão), a companhia tem mais de R$ 322 bilhões em ativos sob gestão e uma carteira de 2,5 milhões de clientes.

Fonte: Space Money

 

Ex-ministro da Fazenda defende privatização do BB; quais são as chances?

Publicado em: 24/04/2022

O ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles defendeu nesta terça-feira (19) a privatização do Banco do Brasil (BBAS3). A Eletrobras (ELET3) também foi mencionada, chamada de parte das “grandes estrelas” em poder do governo federal.

“Não faz sentido o governo federal ter duas grandes instituições financeiras”, disse o ex-ministro se referindo ao Banco do Brasil (BB) e Caixa Econômica Federal.

Meirelles, que deixou o cargo de secretário de Fazenda do Estado de São Paulo neste mês, tem a intenção de concorrer a algum cargo nas eleições. Para ele, privatizar o BB seria mais fácil por se tratar de uma instituição que tem grande quantidade de ações espalhadas pelo mercado.

Segundo o ex-ministro, num cenário em que o Banco do Brasil fosse privatizado, as atividades da Caixa Econômica Federal seriam direcionadas à ações sociais.

Por fim, ele defendeu que a discussão de desestatização da financeira deve acontecer no início do próximo mandato presidencial, já que um governo eleito com a força popular sempre reúne condições de discutir programas consistentes de reformas e privatizações com o Congresso no primeiro ano de governo.

Quais são as chances de privatizar o Banco do Brasil?

Privatizar uma empresa estatal não é tão fácil quanto se fala. A exemplo disso, temos a Eletrobras (ELET3) que teve a desestatização aprovada pelo Congresso em junho de 2021, mas ainda aguarda julgamento do Tribunal de Contas da União (TCU) — previsto para esta quarta-feira (20) — para aprovar a privatização.

De fato, a privatização do Banco do Brasil (BBAS3) sempre esteve no radar do Ministério da Economia, chefiado por Paulo Guedes, assim como a Petrobras (PETR4).

“Um plano para os próximos dez anos é continuar com as privatizações. Petrobras, Banco do Brasil, todo mundo entrando na fila, sendo vendido e sendo transformado em dividendos sociais”, declarou Paulo Guedes, em setembro do ano passado.

O ex-governador de São Paulo e atual pré-candidato à Presidência pelo PSDB, João Doria, também já afirmou que, caso eleito, deve privatizar o Banco do Brasil (BBAS3). O assunto já foi discutido com Meirelles, afirmou o ex-ministro e ex-presidente do Banco Central durante o governo Lula.

Por fim, Meirelles disse não ver nos dois candidatos que lideram as intenções de votos (ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente Jair Bolsonaro) disposição clara para reformas.

Fonte: Seu Dinheiro

 

Banco do Brasil celebra fechamento de parceria com Agtech Garage

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O BB firmou parceria com o AgTech Garage, um dos principais hubs de inovação do agronegócio no mundo. Agora, o Banco do Brasil, maior parceiro do agronegócio brasileiro, passa a ser membro da comunidade “Ecossystem Partner”, integrada por corporações, startups e produtores que atuam no Parque Tecnológico de Piracicaba (SP). A cidade, conhecida como “AgTech Valley”, concentra atores importantes do ecossistema de inovação no setor agrícola.

A conexão no Agtech Garage, amplia e fortalece as iniciativas digitais do Banco do Brasil no ecossistema do agronegócio, promovendo a inovação aberta e estimulando novas parcerias com startups para o desenvolvimento de produtos e serviços para o setor agropecuário”.

A parceria reforça também o recém-lançado programa de inovação aberta, experimentação e novas tecnologias do Banco do Brasil, o Lentes BB, trazendo a aplicação de tecnologias digitais emergentes em novos modelos de negócio, melhores experiências e ganhos de eficiência.

“Estamos muito animados com a parceria com o Banco do Brasil. Sabemos da sua relevância para ao agro brasileiro. Estamos percebendo um alto nível de engajamento e um direcionamento estratégico muito forte voltado para a inovação aberta. Com certeza, vem para somar e construir excelentes iniciativas junto com o AgTech Garage”. José Tomé, CEO e co-founder do AgTech Garage.

Para o Vice-Presidente de Agronegócios do Banco do Brasil, Renato Naegele, “O ambiente de inovação aberta do Agtech Garage possibilita a conexão direta com a evolução tecnológica do agro, impulsionando a estratégia digital do Banco do Brasil na promoção de soluções inovadoras para apoiar a gestão e o crescimento dos produtores rurais. Buscamos que o Agro Digital do BB ofereça as melhores soluções de mercado aos nossos clientes, criando um ecossistema de inovação, gestão, conhecimento e assessoria.”

Lentes BB

O programa de inovação aberta do Banco do Brasil foi lançado no início deste mês de março. O programa será executado por meio de laboratórios, físicos ou virtuais, que irão unir empreendedorismo, capacitação e tecnologia, sempre com apoio de parceiros (startups, universidades e outras corporações) especialistas nos temas e tecnologias abordadas.

A jornada foi iniciada com um laboratório focado em blockchain, com objetivo de identificar, validar e criar protótipos que possam se beneficiar da tecnologia. Depois de blockchain e agronegócios, o Lentes BB irá ampliar sua atuação para outros temas relevantes como 5G, IoT e inteligência artificial.

Inovação

O BB possui um programa estratégico de investimento em startups no qual o agro é um dos pilares da tese de investimento. Em 2020, desenvolveu a solução Mappiá, que auxilia o produtor rural na captura de coordenadas e perímetro de área para facilitar o processo de financiamento. A iniciativa foi reconhecida pelo o prêmio CNN Notáveis 2022, na categoria Agronegócios e Alimentos pela sua atuação inovadora.

Broto

O Broto é uma plataforma digital voltada para apoiar os produtores rurais a expandirem os seus negócios, integrando os agentes do agronegócio e oferecendo informações, capacitação e soluções de negócios, consultoria técnica e financeira. Desde o seu lançamento, em julho de 2020, já foram realizados quase R$ 1,5 bilhão em financiamentos rurais na plataforma.

Fonte: Banco do Brasil

 

Banco do Brasil apoia agronegócio aplicando IA a imagens de satélite

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O Banco do Brasil é um dos principais agentes financeiros que impulsionam o agronegócio do País. Na safra de 2020/2021, por exemplo, a instituição foi responsável por mais de 560 mil operações de crédito no setor, ou o equivalente a R$ 117,5 bilhões contratados. Diante desses números, o banco enfrenta um sério desafio de monitoramento dos contratos.

Em todas as operações de financiamento estão previstas, em contrato, visitas de técnicos agrícolas às lavouras para validação das informações de produção. A grande quantidade de lavouras financiadas pela instituição – além da limitação humana para realização da fiscalização –, no entanto, levava o banco a realizar visitas presenciais por amostragem. O resultado disso é que a média de operações de custeio fiscalizadas por safra era de apenas 17%.

Para enfrentar este desafio, surgiu o projeto ‘Mappiá’, aposta do Banco do Brasil no mapeamento de lavouras via satélite e no emprego de inteligência artificial para digitalizar seu processo de fiscalização. Liderado por Rodrigo Mulinari, CIO do banco, o projeto foi reconhecido no Prêmio Executivo de TI do Ano 2022, organizado pela IT Mídia, na categoria ‘Novos modelos de negócios – Faturamento acima de R$ 5 bilhões’.

“Com o projeto nós conseguimos pegar praticamente o Brasil inteiro. Consigo ter uma escala maior, com custo menor, mais acurácia e melhor eficiência”, contou o executivo em entrevista ao IT Forum. “A visita física é sempre uma fotografia, o técnico não pode ir muitas vezes durante o plantio. [Com o Mappiá] eu posso ver se hora em hora, saber exatamente como está agora. Se deu um temporal, aconteceu uma geada. Eu tenho um filme da plantação”.

O Mappiá foi concebido na segunda metade de 2020 e, desde seu início, aplicou metodologias ágeis e UX para a elaboração da solução. Seu objetivo é a utilização de visão computacional, georreferenciamento e sensoriamento remoto para buscar lavouras financiadas pelo Banco do Brasil em imagens de satélites. A partir das imagens, a instituição é capaz de verificar se a área total contratada foi plantada e se as plantações correspondem à cultura contratada.

Construção

Por conta da complexidade e escopo da iniciativa, o banco buscou referências no mundo acadêmico e construiu novas soluções internamente, evoluindo a arquitetura, infraestrutura, recursos de Big Data, e os processos de negócio para integração de ambiente legado e distribuído. Um dos seus maiores desafios, conta Mulinari, foi desenvolver as competências para processamento dessas imagens dentro das equipes do banco.

“O primeiro desafio é a coleta da informação em si. Nós tivemos que cruzar satélites. Temos informações de mais de um satélite, temos áreas escuras, regiões que pegam nuvens durante muito tempo. Temos que coletar mais de um satélite em tempos diferentes”, explicou. “O segundo são os próprios modelos que temos que criar. Saber qual lavoura o cliente plantou, qual estágio ela está. Para isso são vários modelos de inteligência artificial, usando machine learning visão computacional, e técnicas bem avançadas para conseguir chegar ao resultado”.

O esforço já traz resultados positivos. Com a solução, hoje já é possível emitir alertas, caso encontradas irregularidades, para 99,84% das lavouras de soja financiadas e 94% das lavouras de milho. Isso representa um aumento em 454% das operações de soja monitoradas e 515% das operações de milho monitoradas, considerando dados da safra anterior, diz o Banco do Brasil.

Também já é possível utilizar a solução para auxiliar o direcionamento dos fiscais a campo, com potencial de melhoria operacional, melhor alocação de recursos e além de redução dos riscos de crédito e imagem para a instituição. Além disso, o projeto Mappiá também se tornou um novo ponto de informações públicas para produtores, que pode ser acessado por qualquer um – até não clientes do banco – para a tomada de decisão no planejamento de sua produção.

“Do ponto de vista do usuário final, a gente conseguiu distribuir essa informação de maneira gratuita de maneira assertiva e confiável. A gente percebe uma grande quantidade de acessos cada vez maior, o cliente vê valor naquilo”, pontuou o CIO do Banco do Brasil. “Nosso objetivo de democratizar a informação, a gente atingiu.”

Fonte: IT Fórum

 

BB oferece atendimento em libras a clientes com deficiência auditiva

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Os clientes do Banco do Brasil com deficiência auditiva ou de fala passam a ter atendimento na Língua Brasileira de Sinais (Libras) nos serviços presenciais e remotos. A novidade vale para as agências, a Central de Relacionamento, o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) e a Ouvidoria.

Intérpretes em uma central especializada ajudarão os clientes por meio de chamadas de vídeo, tanto no atendimento físico nas agências como no remoto.

Para fornecer o atendimento às pessoas com deficiência auditiva e de fala, o Banco do Brasil firmou parceria com o Icom, plataforma de referência%u202Fno mercado em tradução para pessoas surdas. A plataforma fornece comunicação%u202F em%u202F Libras, leitura labial ou texto a qualquer hora e em qualquer dia, para todas as pessoas que precisem de acessibilidade.

Como funciona

O oferecimento da tradução simultânea ocorre por meio de chamada de vídeos com uma empresa especializada. Nas agências, a chamada é iniciada pelo funcionário do Banco do Brasil. No aplicativo ou no site da instituição financeira, o cliente pode iniciar uma chamada de vídeo com um intérprete, que, por meio de uma linha exclusiva com o BB, traduz o atendimento da Central de Relacionamento BB, SAC e Ouvidoria.

Segundo o Banco do Brasil, a%u202Finiciativa está alinhada aos dez Compromissos em Sustentabilidade assumidos pela instituição em 2021. O banco tem metas a serem implementadas até 2030 de negócios sustentáveis, investimento responsável e em gestão ambiental, social e de governança.

A instituição também treina os funcionários para melhorarem o atendimento a pessoas com qualquer tipo de deficiência. Segundo o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), há cerca de 10 milhões de pessoas com deficiência auditiva ou de fala no Brasil. Desse total, quase 3 milhões são totalmente surdas e não têm fluência em português, usando a Libras como principal idioma de comunicação.

Fonte: Diário de Pernambuco

BB inova em ação que conecta mundo dos games com automobilismo real

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O conglomerado Banco do Brasil anuncia, nesta sexta-feira, 22 de abril, a parceria com os Fittipaldi Brothers, Enzo e Pietro. Trata-se de uma ação que conecta o automobilismo virtual, a partir de uma estratégia de redes sociais do Banco do Brasil com o público jovem. A ação de engajamento contratada pelo Banco trará os irmãos pilotos que também são influenciadores digitais em redes como a Twitch, Instagram, YouTube e Twitter.

O cenário mundial de games e eSports vem crescendo em ritmo acelerado ao longo dos últimos anos e o panorama nacional desse mercado vem acompanhando essa tendência. O Brasil é hoje o terceiro país com maior número de gamers no mundo, com 72% de sua população, ficando atrás apenas dos EUA e da China. No Brasil, o BB é pioneiro no segmento ao participar e desenvolver, desde 2018, projetos que permitam a aproximação e o relacionamento com o público gamer, que inclui jovens, universitários, e nativos digitais.

Fittipaldi Brothers é, no Twitch, o maior canal de corridas do Brasil e o segundo maior do mundo. Além disso, os irmãos também contam, em seus perfis individuais nas redes, com diversos seguidores, que os acompanham em competições nas pistas e nos games. Cabe destacar que, em 2021, Enzo Fittipaldi conquistou o título do campeonato virtual da Fórmula 1. O piloto, ex-integrante da academia da Ferrari e representante da equipe americana Haas no torneio virtual, levou o título na última etapa do campeonato do ano passado, disputada no circuito virtual de Interlagos. Ele e Pietro também conquistaram o título mundial da F1 virtual para a equipe Haas, com 85 pontos na temporada, contra 62 da Ferrari, a segunda colocada.

Entre outros projetos desenvolvidos pelo Banco, destaca-se o Squad BB, que vem sendo realizado desde 2020 e tem como objetivo adaptar a comunicação do BB à linguagem e formatos de conteúdo que façam sentido para o segmento, prevendo a participação de influenciadores em ações promocionais e publicitárias. Os influenciadores que compõem o Squad BB são produtores de conteúdo reconhecidos no segmento nacionalmente, com trajetórias relevantes no universo de games e esportes eletrônicos. Todos estão na plataforma Tamo Junto Nesse Game https://tmjnessegame.com.br/ e contribuem para ampliar a divulgação da marca e de produtos e serviços do Banco, tanto por meio de seus perfis pessoais como pelos perfis do BB.

Atualmente, o Squad conta com integrantes que atuam e se comunicam com públicos que acompanham as modalidades de eSports: FPS (First Person Shooter), MOBA (Multiplayer Online Battle Arena) e Battle Royale. Além dessas modalidades, os games de simuladores também possuem grande penetração nesse mercado, com destaque para os simuladores de automobilismo.

Os Fittipaldi Brothers, Enzo e Pietro Fittipaldi, além de contarem com fãs nas categorias de automobilismo Fórmula 2 e Fórmula 1, respectivamente, mantêm uma legião de seguidores conhecida como Fittiforce. Essa base de apoiadores e torcedores já emplacou sua hashtag nos Top 10 Twitter Trending Topics tanto do Brasil quanto da Europa.

O projeto reforça o posicionamento como banco digital e inovador, além de promover o rejuvenescimento da marca e da base de clientes e contribuir como suporte às ações de publicidade e promoção, atuando no resultado negocial do Banco. A expectativa é também ampliar o relacionamento com públicos de interesse estratégico, proporcionar experiências diferenciadas de marca e gerar visibilidade e retorno de imagem.

Conglomerado BB acelera nas pistas

A ação com os jovens pilotos e streamers se estende à Fórmula 2, nesta temporada de 2022, com Enzo Fittipaldi que competirá pela equipe Charouz Racing System, e aos treinos do piloto na Fórmula 3. Os investimentos pelas empresas do conglomerado BB Seguros e pela Gestora de Fundos de Investimento do Banco do Brasil, na ordem de R$ 7 milhões, contarão com abatimento fiscal de acordo com a Lei de Incentivo ao Esporte.

O contrato também prevê, como contrapartida de visibilidade da marca do conglomerado BB, espaço no macacão de Pietro Fittipaldi, que é piloto de testes da Haas F1 Team. Para ele, será uma volta ao cockpit da Haas depois que ele disputou dois GPs no final de 2020, substituindo Romain Grosjean, que sofreu um acidente no GP do Bahrein daquele ano. Os pilotos brasileiros são muito bem avaliados pelos retornos técnicos em suas categorias e são jovens promessas para o automobilismo brasileiro.

“Para mim, é uma honra defender as cores do meu país junto da marca Banco do Brasil na Fórmula 2. Vou buscar todas as oportunidades para conseguir pódios e talvez vitórias tanto nas pistas virtuais, como no circuito da Fórmula 2 com os velozes carros reais”, diz Enzo. Pietro também valoriza a parceria: “estou muito feliz em poder demonstrar minha pilotagem nos testes da F1 e provar o meu valor para buscar espaço entre os titulares do circuito no futuro. Ao mesmo tempo, a ação do Banco mostra também que cada vez mais o mundo digital anda junto com o mundo físico. Fomos campeões mundiais no ano passado e estou muito feliz em estar com o BB também nos ambientes digitais”, reforça o piloto.

BB: mais de 30 anos de apoio ao esporte brasileiro

O Banco do Brasil entrou de vez para a história do esporte brasileiro em 1991, quando se tornou parceiro do vôlei brasileiro. Atualmente, patrocina as seleções de vôlei femininas e masculinas, adultas e de base, o vôlei de praia, o iatista Robert Scheidt, além de contar com o Circuito BB de Corridas de Rua. Recentemente, o BB passou a ser também patrocinador do canoísta, campeão olímpico, Isaquias Queiroz.

BB: pioneiro do segmento financeiro brasileiro nos eSports

O BB começou a apoiar o segmento de jogos eletrônicos em 2018. Desde então, patrocina eventos como o “Brasil Game Show” (BGS) e o “CBCS – Campeonato Brasileiro de Counter-Strike”, apresenta campeonatos, como VALORANT Ultimate Ignition Séries, e, neste ano, promoveu a troca de experiências entre gamers e amantes dos eSports com a “Game Talks BB”, criou o “BB Game Series Etapa Universitária”, primeiro torneio de propriedade da instituição e realizou o Stream Battle BB, concurso caça-talentos do Banco que selecionou seis novos influenciadores para o Squad BB. Por meio do eSports, o BB diversifica suas estratégias de transformação digital e rejuvenescimento da base de clientes.

Fonte: Banco do Brasil

 

STJ manda BB reabrir conta de corretora de bitcoin e devolver dinheiro

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O Banco do Brasil entrou no STJ contra uma corretora de Bitcoin, em um caso que se estende desde 2018, buscando a reforma de decisão. A disputa entre corretoras e bancos chama atenção da justiça nos últimos anos, com várias instituições financeiras bloqueando injustificadamente o acesso dos seus serviços por exchanges.

Em 2021, o Banco do Brasil cobrou conhecimentos em bitcoin em um concurso público, indicando que já estuda o mercado e pode até lançar suporte ao setor, visto que o cargo em questão era para agente comercial. Esses profissionais devem ofertar serviços e produtos do banco para clientes, entre suas atribuições.

É importante destacar também que bancos brasileiros têm encerrado contas de corretoras nos últimos anos. No Cade, por exemplo, um inquérito administrativo já discute essa situação de provável concorrência desleal das instituições bancárias.

STJ pede que Banco do Brasil reabra conta de corretora de bitcoin

O Ministro Marco Buzzi julgou nos últimos dias um caso envolvendo o Banco do Brasil e uma corretora de Bitcoin, que corre na justiça de São Paulo desde 2018.

Na ação, o banco apelou que o Superior Tribunal reconsiderasse uma decisão dada em primeira instância. Tudo começou em 2018, quando uma corretora recebeu uma transferência eletrônica de um cliente, valor enviado pelo Banco do Brasil para compra de bitcoin.

Para chegar ao Banco do Brasil, o valor havia saído do Itaú, que sinalizou ao BB que aquele era um valor obtido por fraude. Assim, segundo o entendimento da justiça, o banco foi absolutamente precipitado, ao não investigar as supostas irregularidades, bloqueando sua conta e senha.

Essa ação do banco aconteceu em 8 de outubro de 2018, quando a corretora pediu o desbloqueio alegando descabimento da prática. Como a situação não se resolveu, um processo foi protocolado e deu ganho de causa a corretora nos últimos anos, após vários recursos.

Segundo a justiça de São Paulo, o Banco do Brasil não conseguiu comprovar o motivo do bloqueio das contas da corretora, que movimentou sempre valores vultuosos para vários clientes, visto sua atividade empresarial, segundo consta nos autos a que o Livecoins teve acesso.

“Destarte, porque não comprovou o Banco do Brasil S/A a existência de irregularidade nas transferências eletrônicas realizadas para a conta corrente da autora (fls. 72/85), dúvida alguma remanesce de que foi realmente indevido o bloqueio inicial e o estorno do valor de noventa e oito mil reais de sua conta.”

O banco foi condenado a reabrir a conta da empresa, devolver um valor de R$ 98 mil corrigido monetariamente, além de juros mora. O STJ concordou com a decisão e indeferiu a apelação do BB.

Banco terá de pagar mais honorários advocatícios após derrota

Ao dar sua decisão, o Ministro Marco Buzzi, relator no STJ do caso, indeferiu o pedido do Banco do Brasil, dando a corretora de bitcoin um alívio. Além disso, manteve a decisão da primeira instância de que o banco deve pagar os honorários advocatícios, aumentando o valor em 10%.

“Ante o exposto, com fulcro no Art. 932 do CPC/2015 c/c Súmula 568/STJ, nego provimento ao agravo. Por conseguinte, nos termos do art. 85, § 11, do CPC/2015, majoro em 10% (dez por cento) o Valor dos honorários Advocatícios arbitrados na origem”.

Essa é mais uma decisão pró-corretoras na justiça brasileira, após confusões dos bancos sobre o mercado de criptomoedas.

Fonte: Livecoins

 

Banco do Brasil amplia marketplace com 11 novos varejistas

Publicado em: 14/04/2022

O Banco do Brasil anunciou a ampliação da oferta de serviços não financeiros no seu aplicativo, com a entrada de 11 novas empresas varejistas no portfólio da Loja BB. São nomes como Ponto Frio, Casas Bahia, Extra.com.br, Droga Raia, Centauro, Cobasi, Dafiti, Dolce Gusto, Boticário e L’Occitane.

Lançada em novembro de 2021, a Loja BB disponibiliza a todos os clientes acesso à Amazon.com.br. Agora, são ao todo 12 varejistas disponíveis para todos os clientes do BB.

“O marketplace do BB garante uma audiência qualificada e geração de novos negócios para as empresas que se conectam conosco e, para o cliente pessoa física, traz comodidade, experiência, simplicidade e benefícios tangíveis, como o cashback”, ressalta em nota Pedro Bramont, diretor de negócios digitais.

Só em 2021, foram movimentados mais de R$ 100 milhões com venda de produtos e serviços não financeiros via app BB. O aplicativo tem um acesso médio de 8 milhões de clientes por dia, com picos de 9 milhões.

A estratégia de oferta de produtos e serviços não financeiros teve início no fim de 2020, com a disponibilização dos gift cards, vouchers de empresas parceiras que podem ser comprados para uso pessoal ou para presentear amigos e parentes. Atualmente, são 17 parceiros, que incluem serviços de transporte individual, games, delivery, streaming, lojas de aplicativos, games, lojas de esportes, jogos educacionais e soluções empresariais.

Atualmente, o Banco do Brasil possui mais de 24 milhões de clientes ativos nas plataformas digitais.

Juntando as varejistas presentes na Loja BB e os parceiros de gift cards, o Banco do Brasil oferta produtos e serviços não financeiros de 29 marcas. Atualmente, o Banco do Brasil possui mais de 24 milhões de clientes ativos nas plataformas digitais. As transações realizadas nesses canais vêm registrando crescimento ano após ano e representam 91,7% das operações dos nossos clientes.

A avaliação média do aplicativo do BB é uma das mais altas do mercado, com 4,7 na Apple Store e 4,6 no Google Play. O investimento do BB nas soluções digitais vai muito além da construção de canais remotos para interação com o cliente. Trata-se de levar o Banco onde ele estiver, de forma ágil. As soluções digitais permitem que o Banco alcance um atendimento personalizado para o perfil de cada cliente, oferecendo soluções inovadoras e mais conveniência aos clientes.

Fonte: Valor Investe com Banco do Brasil

BB já desembolsou mais de R$ 115 bilhões na atual safra 2021/2022

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A carteira de crédito agro do BB continua em forte crescimento e demonstrando a resiliência do agronegócio nos mais diversos cenários. Desde o início da safra 21/22, o Banco já desembolsou R$ 115 bilhões, que representa um crescimento acima de 50% em relação ao mesmo período da safra passada.

O BB mantém a expectativa positiva para todo o ano de 2022, baseado na forte demanda por crédito ocorrida em 2021, que resultou na elevação de R$ 56,3 bilhões na nossa carteira de crédito ampliada (+29,4%), aliada ao nosso compromisso de fortalecer o agronegócio nacional.

O presidente do BB, Fausto Ribeiro, afirmou nesta quinta-feira, 7, que “a expectativa é ultrapassar R$ 145 bilhões em desembolsos da atual safra para gerar riqueza ao país e levar alimentos para a sociedade brasileira e também apoiar o comércio exterior”.

O guidance de crédito agro para 2022 é crescer entre 10% e 14%.

Tanto o desempenho como a convicção de continuar gerando valor aos produtores são obtidos com atendimento especializado, profissionais dedicados, lançamento de novas soluções digitais, conhecimento técnico e capilaridade nacional.

Fonte: Banco do Brasil

BB torna-se primeiro banco a oferecer iniciação de pagamentos com Pix

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Em breve, os clientes do Banco do Brasil (BB) que comprarem um produto ou serviço poderão iniciar o pagamento no site ou no aplicativo da empresa privada e concluí-lo na conta corrente. A instituição financeira tornou-se o primeiro banco no país habilitado para oferecer o iniciador de transação de pagamentos (ITP) a seus clientes. Inicialmente, a novidade estará disponível para transferências via Pix.

Até agora, o consumidor que compra bens e serviços em sites precisa emitir boleto bancário, digitar os dados do cartão de crédito ou copiar o código do Pix e colá-lo no aplicativo do banco. Com o ITP, o processo será mais simples.

O novo recurso permite que o cliente comece o pagamento no site ou aplicativo da empresa vendedora do produto ou do serviço. Em seguida, será diretamente encaminhado ao ambiente digital do banco, sem a necessidade de fechar o site do comércio e abrir o aplicativo do banco, concluindo o pagamento após sua identificação e seu consentimento.

De acordo com o Banco do Brasil, o Pix foi escolhido para ser o primeiro meio de pagamento integrado ao ITP por causa da alta adesão. Atualmente, o sistema de pagamentos instantâneo, que funciona 24 horas, concentra 30% do total de transações bancárias no Brasil, ultrapassando as transações via DOC, TED e boleto bancário.

Para as empresas, o ITP traz ganhos de eficiência e reduz custos com a administração de serviços de pagamento. Para o cliente, o novo sistema torna mais rápido o processo de pagamento e reduz as desistências.

Em breve, o Banco do Brasil começará a oferecer o serviço às empresas. A tecnologia está sendo testada em forma de projeto-piloto.

A adesão do Pix à tecnologia de iniciação de pagamentos foi possível após o início da terceira fase do open banking, em 29 de outubro. O compartilhamento de informações sobre o Pix abre caminho para que as transferências, no futuro, sejam feitas fora dos aplicativos das instituições financeiras.

Segurança

Segundo o BB, o iniciador de transação de pagamentos representa uma tecnologia segura porque todo o processo é supervisionado pelo Banco Central. Somente instituições homologadas pela autarquia podem operar a tecnologia. Os pagamentos são concluídos no banco onde o cliente tem conta.

Outras possibilidades de utilização do ITP estão em estudo. De acordo com o Banco do Brasil, em breve será possível usar o serviço para contratar um serviço, pagar uma obrigação ou mesmo pôr dinheiro na conta.

Fonte: Agência Brasil

Banco do Brasil passa a receber tributos municipais em Lucélia

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A Prefeitura de Lucélia realizou convênio com o Banco do Brasil para o recebimento de taxas e impostos como IPTU e ISSQN emitidos pela municipalidade. Os pagamentos poderão ser realizados nos caixas eletrônicos, Internet Banking, aplicativos e correspondentes Banco do Brasil.

A iniciativa visa facilitar para que o contribuinte tenha mais opções para o pagamento.

As Casas Lotéricas, agências da Caixa Econômica Federal e correspondentes Caixa Aqui, continuam credenciados para o recebimento.

Fonte: Prefeitura Municipal de Lucélia

 

BB: Sindicato cobra melhores condições de trabalho na CRBB

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Os bancários da Central de Relacionamento do Banco Brasil (CRBB) estão enfrentando diversos problemas relacionados com a insuficiência do quadro de funcionários, sobrecarga de trabalho e cobrança abusiva por metas. Diante deste cenário, o Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região cobra do banco melhores condições de trabalho, recomposição do quadro, valorização do papel do BB enquanto banco público, além da implementação do acordo de teletrabalho na CRBB.

Foco na oferta e vendas de produtos

Desde a alteração do nome de Central de Atendimento para Central de Relacionamento, aprofundou-se a mudança de foco na CRBB para a oferta e venda de produtos. Porém, é papel da CRBB atender clientes não encarteirados do banco, normalmente com menor poder aquisitivo, muitas vezes incapazes de adquirir produtos e serviços que devem ser ofertados obrigatoriamente pelos atendentes. Ou seja, um público que não condiz com o foco imposto pela Diretoria de Varejo (DIVAR) nas centrais.

“Por conta da pressão excessiva por metas, agravada pelo quadro insuficiente da CRBB, os atendentes ficam obrigados a focar em outros canais para fechar negócios, como o chat, em detrimento do devido atendimento à população, que deveria ser fundamental para um banco público como o BB. Tal situação fez, inclusive, com que a gestão adotasse mudanças para pontuar o resultado de vendas dos atendentes que tenham uma quantidade mínima de ligações atendidas”, diz Antônio Netto, dirigente do Sindicato e bancário do Banco do Brasil.

“Como concessões públicas, todos os bancos devem atender dignamente toda população, inclusive por canais remotos. No caso de um banco público como o BB isso é ainda mais importante. Compreendemos que as mudanças são inevitáveis com os avanços tecnológicos que estamos vivendo no sistema bancário, mas é inadmissível deixarmos uma parte expressiva da população brasileira com atendimento reduzido e precarizado. Por isso, defender o BB público é defender o fortalecimento e a ampliação da CRBB com quadro próprio! Tanto no caso dos bancos privados, a exemplo do Itaú, banco no qual o Sindicato luta contra a terceirização da central de atendimento, como no caso de um banco público, como o BB, onde lutamos pela valorização da CRBB, o objetivo é ter condições adequadas de atender todo o conjunto da população” acrescenta o dirigente.

Só na CRBB São Paulo, o quadro de funcionários está defasado em 70 vagas.

Imobilidade na carreira

Outro prejuízo acarretado pela falta de funcionários na CRBB é a impossibilidade de que os bancários que desejem mudar para outras áreas consigam a transferência. “Estes trabalhadores ficam presos, uma vez que, com a defasagem no quadro da CRBB, não é possível autorizar a transferência de nenhum funcionário”, explica Antônio.

Acordo de teletrabalho

Na avaliação do Sindicato, uma das possíveis medidas para melhorar as condições de trabalho na CRBB seria a implementação do acordo de teletrabalho, já assinado, o que seria um atrativo para que bancários de outras áreas migrem para a Central.

Implementação do Trabalho Remoto Institucional

“Implementar o acordo de teletrabalho seria benéfico em todos os sentidos. Além de atrair bancários de outras áreas, o teletrabalho na CRBB durante a pandemia teve um resultado extremamente positivo, inclusivo do ponto de vista financeiro”, lembra Getúlio Maciel, representante da Federação dos Bancários no Estado de São Paulo (Fetec-SP) na CEBB (Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil).

Mobilização

Diante do atual cenário nas Centrais de Relacionamento do BB em todo o Brasil, o movimento sindical prepara para breve uma grande mobilização nacional.

“Em 2019, já cobrávamos do banco mudanças nas centrais e a valorização dos atendentes da CRBB. Entretanto, o banco não trouxe até hoje nenhuma resposta positiva neste sentido. Com esta ausência de solução para os problemas enfrentados, temos de organizar e mobilizar a luta dos trabalhadores das centrais. Juntos somos mais fortes”, conclui Getúlio.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

 

Com acordo de R$ 3,1 bi, Previ abre fila de fundos que receberão precatórios

Publicado em: 07/04/2022

Maior fundo de pensão do País, o Previ, dos funcionários do Banco do Brasil, vai receber R$ 3,1 bilhões em títulos precatórios federais referentes a uma ação que se arrastava havia mais de 30 anos. Desde 1991, o fundo pedia na Justiça a revisão dos critérios de correção monetária das Obrigações do Fundo Nacional de Desenvolvimento (OFNDs).

O pagamento é fruto de um acordo assinado entre a Procuradoria Regional da União, com a chancela do Tesouro Nacional, e a Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp), que representa os fundos de pensão e foi a autora da ação. Outros fundos também serão beneficiados, como o Petros, que vai receber R$ 941 milhões.

O problema surgiu em 1989, no governo Collor, com o Plano Verão e a desindexação da economia, que estabeleceu uma nova ordem econômica e alterou o índice de correção de títulos em geral – inclusive das OFNDs. Em 1991, a Abrapp ingressou com a ação judicial para obter o recálculo de correção dos títulos pelo Índice de Preço ao Consumidor (IPC), mais usado naquela época.

Os precatórios federais serão incorporados ao patrimônio do Plano 1 da Previ, que apenas no ano passado pagou R$ 14 bilhões em benefícios.

Fonte: Estadão

BB torna-se primeiro banco a oferecer iniciação de pagamentos com Pix

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Em breve, os clientes do Banco do Brasil (BB) (BBAS3) que comprarem um produto ou serviço poderão iniciar o pagamento no site ou no aplicativo da empresa privada e concluí-lo na conta corrente.

A instituição financeira tornou-se o primeiro banco no país habilitado para oferecer o iniciador de transação de pagamentos (ITP) a seus clientes. Inicialmente, a novidade estará disponível para transferências via Pix.

Até agora, o consumidor que compra bens e serviços em sites precisa emitir boleto bancário, digitar os dados do cartão de crédito ou copiar o código do Pix e colá-lo no aplicativo do banco.

Com o ITP, o processo será mais simples. O novo recurso permite que o cliente comece o pagamento no site ou aplicativo da empresa vendedora do produto ou do serviço.

Em seguida, será diretamente encaminhado ao ambiente digital do banco, sem a necessidade de fechar o site do comércio e abrir o aplicativo do banco, concluindo o pagamento após sua identificação e seu consentimento.

De acordo com o Banco do Brasil, o Pix foi escolhido para ser o primeiro meio de pagamento integrado ao ITP por causa da alta adesão.

Atualmente, o sistema de pagamentos instantâneo, que funciona 24 horas, concentra 30% do total de transações bancárias no Brasil, ultrapassando as transações via DOC, TED e boleto bancário.

Para as empresas, o ITP traz ganhos de eficiência e reduz custos com a administração de serviços de pagamento. Para o cliente, o novo sistema torna mais rápido o processo de pagamento e reduz as desistências.

Em breve, o Banco do Brasil começará a oferecer o serviço às empresas. A tecnologia está sendo testada em forma de projeto-piloto.

A adesão do Pix à tecnologia de iniciação de pagamentos foi possível após o início da terceira fase do open banking, em 29 de outubro.

O compartilhamento de informações sobre o Pix abre caminho para que as transferências, no futuro, sejam feitas fora dos aplicativos das instituições financeiras.

Segundo o BB, o iniciador de transação de pagamentos representa uma tecnologia segura porque todo o processo é supervisionado pelo Banco Central.

Somente instituições homologadas pela autarquia podem operar a tecnologia. Os pagamentos são concluídos no banco onde o cliente tem conta. Outras possibilidades de utilização do ITP estão em estudo.

De acordo com o Banco do Brasil, em breve será possível usar o serviço para contratar um serviço, pagar uma obrigação ou mesmo pôr dinheiro na conta.

Fonte: Money Times

Banco do Brasil lança solução de crédito para preservação ambiental no campo

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O Banco do Brasil anunciou nesta quinta-feira (7) a emissão de sua primeira Cédula de Produto Rural voltada à preservação, solução financeira que oferece ao produtor crédito e recursos para apoiar e fomentar o cuidado que ele dedica à sustentabilidade no campo. O lançamento teve a participação do presidente da República, Jair Bolsonaro, e dos ministros da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Marcos Montes; da Economia, Paulo Guedes; do Meio Ambiente, Joaquim Leite; e da Infraestrutura, Marcelo Sampaio.

Criada a partir de metodologia desenvolvida pelo banco e amparada pela Lei 13.986/20 e Decreto nº 10.828/21, essa modalidade de crédito possibilita a monetização da área preservada, tendo como lastro para a emissão do financiamento a vegetação nativa do imóvel rural.

De acordo com o banco, a solução gera recursos adicionais para suportar custos e despesas das atividades produtivas e de conservação, agregando valor à sua atividade e produtos em função da adoção de ações voltadas à preservação do meio ambiente. Os valores financiáveis são estabelecidos por bioma de localização do estabelecimento rural (Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa e Pantanal), possibilitando a geração de recursos sobre as áreas de vegetação nativa das propriedades rurais, como reserva legal, áreas de preservação permanente e áreas excedentes de preservação.

“Ao lançar a CPR Preservação, o Banco do Brasil estabelece um marco, cria um parâmetro de repercussão mundial quando se fala em desenvolvimento do agronegócio e preservação do meio ambiente. Disponibilizamos uma solução que reforça nossa parceria com os nossos clientes produtores rurais, a partir de critérios que nos colocam na vanguarda mundial do crédito ambientalmente sustentável. Esse lastro ambiental cria possibilidades para que investidores externos possam aportar recursos em nosso país com o objetivo de apoiar a preservação de nossa fauna e flora”, ressalta o presidente do BB, Fausto Ribeiro.

A primeira operação de BB CPR Preservação foi realizada com o produtor Francisco Malta Cardozo, proprietário da Fazenda Alpes, localizada em Santa Lúcia (SP), empreendimento que se destaca pela preservação das áreas de vegetação nativa, biodiversidade e recursos naturais. A emissão da CPR conta com certificação externa de terceira parte da Global Certification System, a partir de Relatório de Auditoria de Sustentabilidade emitido pela CS Ambiental.

Fonte: Portal Gov.br

BB: Márvio Freitas renuncia ao cargo de diretor de estratégia e organização

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O diretor de estratégia e organização do Banco do Brasil (BBAS3), Márvio Melo Freitas, renunciou ao cargo, com efeitos a partir de 2 de maio. O executivo foi indicado para a posição de diretor vice-presidente do Banco Patagônia, informou o banco por meio de comunicado ao mercado.

Paulo Eduardo da Silva Guimarães foi o nome indicado para substituir Freitas como diretor de estratégia e organização da instituição financeira. A indicação está em processo de aprovação nas instâncias competentes de governância com vistas à eleição pelo conselho de administração, segundo o documento publicado.

Guimarães é formado em Economia pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas com MBA em Gestão de Negócios pela Fundação Dom Cabral.

É funcionário do BB há 29 anos, atualmente atuando como diretor de finanças da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi).

Antes disso, exerceu diversos cargos no banco, como gerente executivo de Produtos e Serviços Internacionais de Câmbio e Comércio Exterior, Superintendente Internacional responsável pela Rede de Negócios de Câmbio e Comércio Exterior e Rede Externa.

Atuou ainda como gerente geral BB Londres e gerente executivo de compliance da rede externa e subsidiárias externas.

Fonte: Money Times

Banco do Brasil lança linha de crédito para caminhoneiros

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O governo federal ampliou nesta 5ª feira (7.abr.2022) a linha de crédito que permite a antecipação de frete para os caminhoneiros autônomos. A possibilidade já havia sido lançada pela Caixa Econômica Federal e agora também está disponível no BB (Banco do Brasil).

Chamada de Antecipa Frete, a linha de crédito do Banco do Brasil foi lançada nesta 5ª feira (7.abr) em evento que contou com a participação do presidente Jair Bolsonaro (PL); do presidente do BB, Fausto Ribeiro; e dos ministros Paulo Guedes (Economia), Joaquim Leite (Meio Ambiente), Marcelo Sampaio (Infraestrutura), Marcos Montes (Agricultura) e Célio Faria Júnior (Secretaria de Governo). A cerimônia foi realizada na sede do Banco do Brasil, em Brasília.

Segundo o BB, a linha de crédito permite aos caminhoneiros autônomos que são correntistas do banco antecipar fretes por meio do aplicativo do BB. O objetivo é “fortalecer o setor de transportes no país”.

O presidente do BB, Fausto Ribeiro Neto, disse que a nova linha de crédito tem potencial para antecipar quase R$ 8 bilhões por ano em fretes. “O Banco do Brasil tem mais de 2.500 empresas do segmento que são correntistas e têm possibilidade de adesão ao convênio para realização do BB Antecipa Frete, além de possuir mais de 132 mil clientes que são caminhoneiros autônomos”, afirmou.

Ele disse que as empresas devem cadastrar os fretes que serão pagos aos caminhoneiros no sistema do BB. Com isso, os caminhoneiros poderão antecipar o pagamento por meio do aplicativo do banco. Segundo Fausto Ribeiro, o objetivo é liberar os recursos com agilidade e autonomia para os motoristas.

Eis as condições do Antecipa Frete:
• fretes com pagamento programado para os próximos 120 dias;
• taxas de juros a partir de 1,79% ao mês, conforme perfil do cliente;
• necessidade de convênio com a Transportadora/Embarcadora PJ.

Fausto Ribeiro disse que a linha tem a menor taxa do mercado. Na Caixa Econômica Federal, os juros começam em 1,99% ao mês.

Crédito rural

O Banco do Brasil também anunciou nesta 5ª feira (7.abr.2022) a emissão da sua 1º CPR (Cédula de Produto Rural) voltada à preservação. Segundo o BB, é uma modalidade de crédito que permite a monetização da área preservada pelos produtores rurais brasileiros.

Na CPR Preservação, a vegetação nativa do imóvel rural serve de lastro para crédito. Os valores financiáveis serão estabelecidas de acordo com o bioma em que o estabelecimento rural está localizado, como a Amazônia, o Cerrado e a Mata Atlântica.

O presidente do BB, Fausto Ribeiro Neto, disse que é esta “a 1ª vez que um produto financeiro usa como lastros as reservas ambientais, contribuindo para a preservação de nossas florestas, rios e mangues”. Ele disse, então, que a medida gera recursos adicionais para o produtor rural e ainda estimula a preservação ambiental.

Para Fausto Ribeiro, a CPR Preservação ainda pode contribuir com a atração de investimentos externos. “Ao lançar a CPR Preservação, o Banco do Brasil estabelece um marco, cria um parâmetro de repercussão mundial quando se fala em desenvolvimento do agronegócio e preservação do meio ambiente”, afirmou.

Fonte: Poder 360

 

Prefeitura do Recife assina convênio de R$ 100 milhões com o BB

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Com o objetivo de investir, de forma rápida e eficiente, em obras e projetos da área de infraestrutura na cidade do Recife, o prefeito João Campos assinou um convênio para um contrato de empréstimo de R$ 100 milhões com o Banco do Brasil na manhã desta terça-feira (5), em seu gabinete, no edifício-sede da Prefeitura do Recife. Os recursos serão destinados a obras de proteção de encostas e também à Ponte do Monteiro, ao Parque das Graças, requalificação de quiosques da Orla de Boa Viagem, entre outros projetos.

“A gente acabou de assinar um convênio, com o Banco do Brasil, de R$ 100 milhões. Com isso, a gente vai poder acelerar os investimentos na cidade, obras nos quatro cantos do Recife, desde proteção de encostas, assim como obras de escadarias, Parque das Graças, requalificação dos quiosques da Avenida Boa Viagem. Então tem ações em várias áreas da cidade, de modalidades diferentes, e o importante é que a gente consegue ganhar ainda mais ritmo e entregar sempre com qualidade para o recifense”, explicou João Campos.

Da Prefeitura do Recife, além do prefeito, participaram do ato de assinatura do convênio: Maíra Fischer, secretária de Finanças do Recife; Felipe Martins, secretário de Planejamento, Gestão e Transformação Digital do Recife e Antônio Limeira, chefe da Assessoria Especial da PCR. Do Banco do Brasil, estiveram presentes: Bruno Vieira da Cunha, gerente de negócios (Escritório Setor Público PE); Tarcia Freire Cutarelli, gerente de relacionamento (Escritório Setor Público PE) e Luciana Veloso, assistente de Negócios (Escritório Setor Público PE).

Fonte: Diário de Pernambuco

Funcionários cobram explicações do BB sobre trabalho remoto institucional

Publicado em: 01/04/2022

A Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) se reuniu com a direção do banco, na tarde da quinta-feira (31), para discutir o modelo de Trabalho Remoto Institucional (TRI) divulgado pelo BB na segunda-feira (28). O encontro foi reivindicado pelo representante dos trabalhadores para elucidar o grande número de dúvidas que chegaram aos sindicatos de todo o Brasil e cobrar o compromisso assumido pelo banco de divulgar o cronograma de implementação e das áreas elegíveis, para o acompanhamento dos sindicatos.

Uma das principais dúvidas geradas foi a partir da publicação sobre Teletrabalho Remoto Institucional é de que trabalhadores só poderão prestar esta modalidade no município da dependência de lotação do funcionário, em município limítrofe ou na mesma região metropolitana “Temos de entender melhor este ponto. Vamos questionar essa limitação, pois muitos funcionários moram em cidades do interior e prestam serviços na capital, muitas vezes se deslocando por 1 hora ou 2 horas para chegar ao trabalho”, explicou coordenador da CEBB, João Fukunaga.

“É importante lembrar que o TRI consiste em uma regulamentação de uma modalidade de trabalho e nela está prevista regras que a lei de teletrabalho não versa, como por exemplo, fornecimento de equipamento e ergonomia. Mas, não podemos confundir com o ACT da Covid Emergencial, que alocou inúmeros trabalhadores em Home Office para preservar vidas, por isso em todo período de pandemia muitos ficaram trabalhando remotamente todos os dias, no caso do Acordo de Teletrabalho Institucional está previsto uma frequência de permanência em casa, não ficando 100% do tempo em casa”, completou.

Luciana Bagno, membro da CEBB, esclarece outro ponto que tem gerado confusão. “Está havendo um forte questionamento por parte dos gerentes sobre o fato deles não constarem como público-alvo ao TRI. Tal medida gerou muito descontentamento nesse segmento, que gerenciou com sucesso suas equipes durante todo o período do Trabalho Remoto Emergencial”.

A CEBB vai reforçar ainda uma reivindicação da Associação de Pais, Amigos e Pessoas com Deficiência, de Funcionários do Banco do Brasil (APABB) para priorização dos pais de crianças com deficiências no teletrabalho.

Pelo modelo de Trabalho Remoto Institucional (TRI) que implementado no banco, os funcionários só poderão trabalhar em home office por dois dias na semana ou o seu equivalente mensal. Cada departamento pode ter, por dia, ausência de, no máximo, 30% dos seus trabalhadores, levando em consideração ausências físicas programadas, como férias, abonos e trabalhadores do grupo de risco que já estejam em home office. As funções gerenciais não entram nesta modalidade de trabalho.

Fonte: Contraf-CUT

 

 

Avessas a estatais, gestoras se rendem a BB e Petrobras diante de descontos nas ações

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As ações de algumas empresas estatais estão entre as mais negociadas e populares da Bolsa brasileira. Por isso, figuram nas carteiras de uma parcela considerável dos investidores – sejam eles individuais, sejam institucionais.

Mas para certos gestores de fundos, dados os riscos de ingerência e governança presentes nas companhias que têm o governo como controlador, investir em estatais é um tabu. Ou era.

Gestoras que tradicionalmente queriam distância das estatais se renderam a ações de empresas como Petrobras e Banco do Brasil nos últimos dois anos. A avaliação é de que as cotações estavam descontadas demais para serem ignoradas.

Com a valorização dos papéis nesse período, parte das posições já começou a ser desfeita – ainda que as ações, na visão dos gestores, não tenham atingido o preço considerado justo.

Um levantamento com dados da Economatica, plataforma de informações financeiras, ajudou a identificar gestoras que não tinham Petrobras ou Banco do Brasil na carteira desde 2017, mas decidiram conceder o benefício da dúvida e montaram posições nestas ações de 2020 para cá.

É o caso da Guepardo, que comprou ações da petroleira pela primeira vez em mais de 20 anos de história. “Para a gente, ter qualquer estatal é uma exceção”, diz Octavio Magalhães, diretor de investimentos da Guepardo. “Para entrar no fundo, tem de estar muito descontada. Em condições normais, não entra, sempre vamos preferir empresas privadas em função do risco”.

Foi exatamente o cenário que a gestora identificou nas ações da petroleira há cerca de dois anos. Com o início da pandemia de coronavírus, a perspectiva de contração da atividade econômica ao redor do mundo levou os preços do petróleo para patamares historicamente baixos. O barril do tipo Brent chegou a ser negociado na faixa dos US$ 20, um nível que rapidamente ficou para trás.

“Ao mesmo tempo, o câmbio explodiu. Sabíamos que o câmbio seria estrutural, e o preço do petróleo, pontual. Foi uma grande oportunidade”, afirma Magalhães.

O baque sobre as cotações da Petrobras foi imenso na época. A Guepardo montou a posição quando as ações eram negociadas por cerca de R$ 20. De lá para cá, elas recuperaram terreno. Chegaram à faixa dos R$ 35 nas últimas semanas, no embalo do movimento oposto do petróleo em 2022 – com a guerra entre Ucrânia e Rússia, segundo maior produtor da commodity do mundo, as cotações chegaram a atingir US$ 130 por barril recentemente.

Não apenas o potencial de valorização atraiu a Guepardo, como também os dividendos da estatal. “Pagamos R$ 20 e recebemos mais de R$ 5 por ação em dividendos em 2021”, diz o executivo.

No auge, entre outubro de 2020 a março de 2021, a posição em Petrobras chegou a representar 17% do patrimônio líquido do fundo. Cerca de 45% dela foi desfeita desde então – mas não porque a empresa tenha atingido seu valor justo, e sim porque outros ativos mais baratos apareceram no caminho, segundo Magalhães.
Dupla de estatais, com margem de segurança “absurda”

Carlos Pessoa, CEO da gestora Vêneto, é outro que sempre evitou investir em estatais. “Nunca me senti confortável, por uma série de motivos. Pelo passado do Brasil, em quase todos os governos a regra do jogo nas estatais muda rápido”, diz. Para ele, só vale a pena entrar quando as ações estão muito baratas e a margem de segurança “é absurda”.

Por isso, nos últimos seis meses os fundos da Vêneto passaram a se posicionar em ações da Petrobras e também do Banco do Brasil. “Chegamos a ver o market cap [capitalização de mercado] do BB abaixo de R$ 80 bilhões, com o banco lucrando R$ 21 bilhões em 2021. Por isso. colocamos o pé”, conta Pessoa.

O gestor conta que, primeiro, ainda em 2020, montou uma posição tática nas duas estatais – cujas ações eram vistas como papéis descontados de empresas que passariam com tranquilidade pelo pior impacto da pandemia. Durou três meses. “Desmontamos e seguimos nosso caminho”, diz.

No primeiro semestre de 2021, no entanto, a Vêneto voltou a comprar os papéis, na sequência justamente de fatos encarados pelo mercado, na época, como interferências do governo na gestão das estatais.

Primeiro, em fevereiro do ano passado, o governo anunciou que substituiria o então presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, pelo general Joaquim Silva e Luna. No mês seguinte, foi a vez de um novo comando ser indicado para o Banco do Brasil. Fausto Ribeiro, que assumiu o cargo, foi o terceiro presidente do BB no governo do presidente Jair Bolsonaro.

As trocas de comando jogaram as ações para baixo, abrindo uma nova oportunidade. “Foi uma dança das cadeiras, com mudança de comando e alteração nos conselhos”, diz Pessoa. “Teve ainda o furo do teto de gastos, que agravou a situação das estatais”.

Uma nova mudança na Petrobras foi anunciada nesta semana – mas desta vez, não gerou o mesmo furor das anteriores. O governo indicou Adriano Pires, diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), para substituir Silva e Luna. Nessas situações, o receio do mercado é de que haja mudança na política de preços da Petrobras para os combustíveis, que prevê paridade com o praticado no mercado internacional. “Temíamos uma indicação na direção de controle de preços, mas com Adriano Pires não acreditamos nisso”, diz Pessoa. Seu perfil é considerado pró-mercado.

A Vêneto chegou a ter 4% da carteira alocada em Banco do Brasil e 6% em Petrobras. Mas um plano de desinvestimento em estatais já está em curso. A essa altura, a posição somada nas duas empresas já caiu para 6%. “Até o fim de maio, devemos não ter mais nada”, diz o gestor. Dado o retrospecto de volatilidade em eleições passadas, sua visão é de que “não vale o risco” de mantê-las.

Debutando em Banco do Brasil

Para algumas gestoras, ficar longe das estatais não é uma regra gravada em pedra (ou na política de investimentos do fundo) – mas se der para não comprá-las, melhor. “Não temos uma restrição a estatais, mas como todo mundo que faz análise fundamentalista, adotamos um cuidado adicional com elas”, diz Tomás Awad, sócio da gestora 3R Investimentos. “Investimos pouco. Procuramos evitar, pois, no fim, é um político quem manda nessas empresas”.

Na gestora, o foco está em buscar assimetrias entre os preços praticados no mercado e os que os especialistas acreditam que sejam os justos, sejam as empresas privadas ou não. E assimetria é o que não faltou nas ações das estatais mais badaladas nos últimos tempos.

Foi nessa toada que a gestora comprou ações do Banco do Brasil pela primeira vez. “O banco vinha negociando a quatro vezes seu lucro. Valia o risco”, diz Awad.

Já a Petrobras tinha feito parte da carteira da 3R também em outros momentos, e agora a posição se consolidou. “É um ativo com muita liquidez, dá para desmontar facilmente e vender, se for o caso”, explica o gestor. A governança da empresa foi aperfeiçoada como consequência da Operação Lava-Jato, o que dá alguma segurança. Fora isso, com o petróleo cotado nos níveis atuais, a petroleira se torna uma máquina de dividendos. “Os dividendos desse ano são muito polpudos, o que dá um colchão a mais. É uma ação que aguenta bastante desaforo”, afirma.

Por ora, a gestora permanece “quieta” com as ações das estatais. “Não fizemos nada nas últimas semanas, e não temos intenção de fazer por enquanto”, diz Awad. A aposta é de médio prazo, o que permite superar os ruídos do curto prazo. Não há perspectiva de mudança na política de preços até aqui. “Nosso próximo ponto de avaliação é a eleição. Vamos acompanhar e reavaliar”.

Petrobras e BB ainda valem o risco?

Desde que os gestores montaram suas posições em Petrobras e Banco do Brasil, as ações já andaram bastante. Os papéis da petroleira, por exemplo, subiram mais de 15% só neste ano – em 12 meses, a alta se aproxima de 70%. Já os do banco sobem cerca de 25% neste ano. Em 12 meses, a alta é de 24%.

É claro, portanto, que uma boa parte da oportunidade que os fundos encontraram já não existe para quem entrar nos papéis neste momento. Mesmo assim, alguns deles ainda enxergam um caminho à frente.

“A Petrobras ainda está longe do seu preço justo”, diz Magalhães, da Guepardo. Segundo ele, o petróleo está cotado acima do que deveria – mas mesmo que recue, as ações da petroleira ainda poderiam ser consideradas “baratas”.

Em suas projeções, a gestora considera que o preço adequado para o barril de petróleo varia de US$ 55 a US$ 60. “Cada ano a mais que o petróleo fica a US$ 90 é para explodir o preço da Petrobras. Então, se demorar para convergir o preço do barril, a ação ainda poderia subir”, explica Magalhães.

Isso não aconteceu até agora, segundo o gestor, exatamente por conta do “risco estatal” embutido na Petrobras. “Ela precifica a possibilidade de ingerência do próximo presidente, que pode não seguir a paridade internacional, pode quere investir em refinarias, pode fazer um monte de coisa que destrói valor da empresa”, diz.

A decisão sobre manter ou se desfazer da posição que ainda resta das ações também vai ficar para depois de outubro, segundo Magalhães. “Se tiverem outras empresas mais baratas e com menos risco, trocamos. Mas para a gente, com preço atual, a Petrobras não tem risco”.

Fonte: Infomoney

 

BB oferece espaço exclusivo para gestores públicos nas capitais dos 27 Estados

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O Banco do Brasil ampliou o atendimento especializado para todos os municípios brasileiros, com o objetivo de oferecer aos clientes consultoria especializada e suporte ao ente público.

A partir de agora, o BB passa a oferecer aos gestores municipais ambientes exclusivos nos escritórios Setor Público localizados nas capitais dos 27 estados do país.

Os espaços são destinados especialmente para os clientes desse segmento, como diferencial que o BB oferece aos gestores públicos, agregando ainda mais valor ao atendimento especializado e phigital (físico + digital).

COWORKING

As salas do cliente, como os ambientes são chamados, podem ser usadas pelos gestores públicos e seus assessores para realizar reuniões nas capitais. O Setor Público também pode tratar de negócios com o Banco do Brasil nesse ambiente exclusivo.

O espaço pode, inclusive, ser utilizado para coworking (trabalho colaborativo), permitindo ainda mais proximidade e parceria entre os clientes e o BB.

Uma das possibilidades desse tipo de trabalho poderá ser o desenvolvimento, dentro do ambiente do Banco, de soluções pensadas juntamente com o cliente e outros interlocutores, criadas especialmente para atendimento às necessidades do Setor Púbico e para o atendimento a demandas que beneficiem a sociedade.

O município de Fernão, em São Paulo, utilizou o ambiente previamente e aprovou.
“Foi uma experiência muito boa, diferenciada mesmo. É importante para nós, prefeitos, que haja um espaço tão bem pensado para trabalharmos. Nas minhas idas a São Paulo utilizarei o espaço, sempre que for necessário, pois fomos bem recepcionados e à vontade para voltar”, diz José Valentim Fodra, prefeito de Fernão.

Há casos de prefeitos que precisam se deslocar por longas distâncias para chegar até a capital do seu Estado.  Contar com um ambiente seguro e agradável, onde é possível realizar reuniões de trabalho ou fazer uma pausa antes de voltar para a estrada é uma comodidade que aproxima o BB desse público.

ATENDIMENTO ESPECIALIZADO

Para possibilitar a expansão do atendimento especializado a todos os municípios que ocorreu no início deste ano, o BB ampliou de 30 para 41 os escritórios especializados em Setor Público.

Os consultores são preparados para prestar atendimento ágil e resolutivo, assim como a oferta de soluções específicas para a realidade dos entes públicos, apoiando a gestão eficiente de recursos e a realização de políticas públicas.

Fonte: Banco do Brasil

 

Banco do Brasil reconhece competências profissionais de técnicos agrícolas

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O Banco do Brasil publicou, no Diário Oficial da União, aviso com a informação da alteração do Edital de Credenciamento nº 2019/03356(7421), que agora prevê a possibilidade de também participação empresas, inclusive individuais, que possuam profissionais técnicos agrícolas registrados no CFTA (Conselho Federal dos Técnicos Agrícolas) para a prestação de serviços técnicos de fiscalização e vistoria em empreendimentos rurais, comerciais e de garantias vinculados a financiamentos de crédito rural e comercial, bem como fiscalização de empreendimentos vinculados a programas e projetos com recursos não reembolsáveis.

Anteriormente, o BB permitia o credenciamento apenas de empresas que contassem com profissionais de nível superior, registrados em outros conselhos profissionais. No entanto, a partir dos argumentos jurídicos apresentados pelo CFTA e pela FENATA [Federação Nacional dos Técnicos Agrícolas], o Banco do Brasil acabou incluiu também a possibilidade de participação de empresas que prestem seus serviços mediante o trabalho de técnicos agrícolas, desde que empresa e profissional estejam devidamente registrados e em dia com o CFTA.

Os serviços a serem prestados serão executados conforme prevê o edital:

Rural:

Fiscalização e vistoria de empreendimentos vinculados a análise e/ou concessão de:

*financiamentos de custeio agropecuário;

*financiamentos de investimentos agropecuários;

*financiamentos de comercialização de produtos agropecuários;

*operações de Cédula de Produto Rural (CPR);

*programas e projetos com recursos não reembolsáveis;

*cadastro e limite de crédito (Produtor Rural iniciante na atividade).

Comercial:

Fiscalização e vistoria de empreendimentos vinculados a análise e/ou concessão de:

*financiamentos de custeio industrial;

*financiamentos de investimento comercial;

*financiamentos de investimento industrial;

*operações de arrendamento mercantil;

*programas e projetos com recursos não reembolsáveis.

O presidente do CFTA, Mário Limberger, destacou que há décadas os técnicos agrícolas trabalham com o BB na elaboração de projetos e laudos de crédito rural. Segundo ele, a decisão do Banco do Brasil cria mais oportunidades aos técnicos agrícolas nas atividades de projetos, vistorias e fiscalização dos financiamentos de custeio e investimentos agropecuários.

ARTICULAÇÃO POLÍTICA

É importante salientar que a conquista é fruto do forte trabalho desempenhado pelos Diretores e Assessores do CFTA e da FENATA junto ao Banco do Brasil. Todavia, devemos especialmente destacar a decisiva participação do Senador Wellington Fagundes, do estado de Mato Grosso, e de sua assessoria, cuja contribuição foi fundamental para a rápida resolução da questão pela Diretoria da Instituição e alteração do Edital, que agora, com justiça, passa a permitir a participação das Empresas e Técnicos Agrícolas registrados no CFTA.

Para o Presidente Téc. Agr. Mário Limberger ao manter aberto o dialogo rápido e objetivo com os técnicos agrícolas, que durante décadas já vem trabalhando com o banco na elaboração de projetos e laudos de credito rural, o Banco do Brasil se consolida cada vez mais como o maior agente financiador do agronegócio brasileiro, gerando mais oportunidades aos técnicos agrícolas nas atividades de projetos, vistorias e fiscalização dos financiamentos de custeio e investimentos agropecuários.

Fonte: Agro em Dia

 

BB, Itaú e Santander reforçam parceria com o mundo dos games

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No dia 21 de março, o Banco do Brasil (BB) anunciou o patrocínio à organização de esportes eletrônicos W7M Esports, que reúne equipes profissionais de CS:GO Feminino, Rainbow Six Siege e Fifa. O banco fomenta e incentiva o mundo dos games desde 2018.

Essa ação do BB é o primeiro passo como patrocinador oficial da W7M Esports. A marca do banco será estampada no uniforme das equipes da organização. Segundo Felipe Funari, diretor da W7M Esports, essa parceria é de grande importância, já que a organização está traçando um novo caminho. Além disso, ele também diz ser gratificante anunciar um patrocinador como o Banco do Brasil nessa nova fase.

Além da inserção da marca do BB no uniforme das equipes, a parceria também possibilitará:

  • A personalização do cartão com a identidade visual da W7M para os usuários do banco;
  • Ativação no stand da Brasil Game Show;
  • Interação entre jogadores dos esportes tradicionais e atletas da W7M;
  • Associação do naming rights (será lançada em breve).

O Banco do Brasil já patrocinou o Prêmio eSports Brasil, em 2019. No ano passado, em parceria com a Visa, realizou o lançamento do BB Game Series e promoveu a Stream Battle BB. O banco também criou o Squad BB.

Itaú Unibanco e o mundo dos games

Não é só o Banco do Brasil (BB) que tem investido no mundo dos games. O Itaú Unibanco também está reforçando sua presença no universo.

Neste mês, o Itaú divulgou o lançamento do Player’s Bank, uma nova conta digital criada para o público gamer.

A intenção do banco é disponibilizar o aplicativo, que ainda está em processo de criação, para mais pessoas da comunidade. Isso deverá ocorrer a partir de uma extensa rede de beta testers nos próximos meses, antes que o app esteja disponível para o público geral.

Os usuários do Player’s Bank terão acesso a diversos serviços, incluindo cartão de crédito sem anuidade, atendimento via Discord, rendimento automático e outros.

Ainda neste mês de março, o Itaú também iniciou uma parceria com o site NAVE, que é especializado em equipamentos necessários para gamers. Os usuários do banco poderão adquirir acessórios e máquinas, parcelar as compras e ter acesso a planos especiais.

Além disso, em 2021 o Itáu se uniu à comunidade gamer e criou a plataforma #IssoMudaOGame, que conta com iniciativas para o público interessado em jogos online.

Santander e o mundo dos games

O Santander é mais um dos bancos a investir no mundo dos games. Em 2021, a instituição criou uma linha de consórcio para os players.

O Consórcio Gamer Santander, a partir de R$ 5 mil em crédito, pode ser dividido em até 48 vezes, além de permitir que o usuário compre uma série de equipamentos para jogos, como cadeiras, headset, notebooks, PCs, entre outros.

Ainda no ano passado, o Santander também passou a ser patrocinador oficial da Liga Brasileira de Free Fire (LBFF) e lançou, em parceria com o time de CS:GO, a iniciativa “Tem Santa, tem game”.
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Fonte: Seu Crédito Digital

 

BB é certificado pela Women on Board por diversidade de gênero em Conselho de Administração

Publicado em: 27/03/2022

As integrantes do Conselho de Administração, Iêda Cagni – presidente do CA – Rachel Maia, Debora Nascimento, representaram o Banco do Brasil no recebimento do Certificado WOB – Women on Board que reconhece, valoriza e divulga boas práticas corporativas sobre a presença de mulheres em conselhos de administração ou conselhos consultivos, para demonstrar os benefícios desta diversidade ao mundo empresarial e à sociedade.

A WOB acompanha os benefícios para as companhias oriundos da diversidade em posições de liderança, um ativo estratégico e importante para empresas que pretendem se destacar em eficiência, criatividade e responsabilidade social. Trata-se de uma iniciativa apoiada pela ONU Mulheres Brasil.

“Quando falamos em equidade de gênero, é claro que olhar para a nossa história como sociedade nos mostra lutas, conquistas e avanços. E, se por um lado sabemos que sempre temos muito em que avançar, também é motivo de orgulho, para nós do conglomerado BB, marcarmos a posição de liderança também em indicadores de diversidade, com viés de equidade de gênero, em um momento em que globalmente se debate sobre as questões ASG”, afirmou a presidente do Conselho de Administração do BB.

Cabe destacar que, no dia 8 de março, o BB lançou o movimento “BB pra Elas”, dedicado à mulher brasileira cliente BB ou que venha ser cliente BB. O objetivo é apoiar as mulheres e o empreendedorismo feminino, por meio de soluções financeiras, educação empreendedora, saúde e bem estar, e uma série de condições especiais.

Para o presidente Fausto Ribeiro, tanto o reconhecimento, como o lançamento do movimento reforçam o compromisso do BB em oferecer opções adequadas aos clientes. “O Banco do Brasil, ao se colocar de forma relevante nesse movimento em benefício do empreendedorismo feminino, demonstra que é de fato uma instituição que apoia as mulheres para que continuem a levar adiante sua força e vitalidade em todos os campos da nossa sociedade”, afirmou.

No Banco do Brasil, temos 38 milhões de mulheres como clientes, representando aproximadamente 50% de nossos clientes. Do total do público feminino que tem relacionamento ativo conosco, 55% tem maturidade digital avançada, o que é mais uma demonstração da dedicação das mulheres brasileiras em se capacitar e em se adaptar às transformações de um mundo conectado.

BB Pra Elas

No Banco do Brasil, todos os dias nos relacionamos com mulheres com voz ativa no agronegócio e nas decisões de micro, pequenas e médias empresas. Sabemos do valor e importância das executivas dos grandes conglomerados, da profissional liberal e da gestora pública. A presença feminina na sociedade engrandece todas as frentes de negócios dos quais o BB participa. O BB criou uma plataforma (bb.com.br/bbpraelas) com ações diretas e de parceiros nesses três eixos temáticos. Para cada um dos eixos, existirão benefícios exclusivos pensados especialmente para o público feminino. Para semana de lançamento, serão mais de vinte ofertas, distribuídas nos três eixos, para as Mulheres clientes BB.

Soluções financeiras

O BB disponibilizará R$ 85 bilhões, para mais de 3 milhões de mulheres empreendedoras clientes BB, com taxas promocionais. Será oferecido desconto de até 57%, na taxa de administração dos grupos de consórcio de bens móveis e imóveis. Para bens móveis, a empreendedora cliente BB poderá adquirir motos e veículos. Os consórcios de demais bens poderão ser utilizados para comprar de tudo o que a empreendedora precisar (batedeiras, máquinas de costura, lavatórios, celulares, notebooks, eletros, eletrônicos, etc). Em linhas de crédito agro são mais de R$ 90 bilhões em limites disponíveis.

Educação empreendedora

Haverá mais de 1,3 mil cursos profissionalizantes para mulheres (EduK), três meses de treinamento grátis, para todas as mulheres clientes que se cadastrarem na semana de lançamento da plataforma BB pra Elas.

Saúde e bem estar

Para todas que se cadastrarem na plataforma, terão ofertas gratuitas, de 30 dias de consultas médicas online e orientações sobre saúde da mulher cliente BB e para sua família.

Esse é um dos nossos 10 compromissos pela sustentabilidade. No Brasil, temos pessoas de várias etnias, gostos, preferências, e essa pluralidade é um dos traços mais característicos de nossa sociedade. Mas as lideranças de boa parte das empresas ainda não refletem essa rica diversidade. Especialmente sobre o debate de gênero, nosso objetivo é trabalhar para que os cargos de chefia do BB possam ser ocupados por pessoas que refletem e representam melhor a realidade social do Brasil. Por isso, nossa meta é atingir um índice de pelo menos um terço de mulheres em cargos de liderança até 2025. E o trabalho de formação desses futuros líderes começa agora. Esse é o nosso compromisso com a sustentabilidade.

Fonte: Banco do Brasil

 

BB é condenado por expor gerente em divulgação de ranking de desempenho na BA

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Um gerente do Banco do Brasil, que atuou em diversas agências do Centro-Norte da Bahia, venceu uma ação trabalhista contra a entidade e será indenizado por danos morais, no valor de R$ 5 mil. Isso porque, o trabalhador teve seu nome divulgado em um ranking de desempenho da empresa.

A decisão foi da 3ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (TRT-5) e reformou a sentença de 1ª Grau, decidida em favor do banco. Segundo os desembargadores, o trabalhador era exposto a situações abusivas e vexatórias e comprovou o assédio moral sofrido através dos documentos apresentados. Não cabe mais recurso da decisão.

No processo, o autor alegou que o banco possuía vários rankings para medir e comparar a atuação dos gerentes e suas agências através de programas de computador.

“Também havia cobranças por grupos de WhatsApp, com envio de mensagens ao longo do dia sobre as metas de vendas impostas aos gerentes e quanto cada um estava vendendo”, disse o empregado.

O Banco do Brasil respondeu que apenas cobrava metas de seus funcionários e divulgava ranking de vendas, o que faz parte do seu poder diretivo.

De acordo com a desembargadora Léa Nunes, mesmo que o empregador possa estabelecer metas, estas devem ter o seu cumprimento estimulado de maneira positiva, e não através de exposição pública que evidencia a improdutividade do trabalhador.

“O respeito deve pautar a relação empregatícia, cabendo ao empregador orientá-los, fiscalizá-los e zelar pela manutenção de um ambiente de trabalho saudável e cordial, o que, contudo, não ocorreu nessa situação”, destacou a desembargadora.

A desembargadora Léa Nunes também destacou que a divulgação interna do ranking individual dos empregados contraria determinações das cláusulas estabelecidas pelo sindicato profissional nas negociações coletivas.

Ainda de acordo com a decisão, “o Banco não negou as informações contidas nos documentos juntados no processo que demonstraram a existência dos referidos rankings”.

Fonte: G1

 

Araçatuba recebe Circuito de Negócios Agro do Banco do Brasil

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Nos dias 7 e 8 de abril Araçatuba vai receber o Circuito de Negócios Agro 2022, uma iniciativa do Banco do Brasil com parceria e apoio da prefeitura da cidade. O evento é itinerante e percorrerá, até o fim do ano, mais de 60 mil quilômetros, com carretas que são agências móveis e farão paradas em centenas de cidades do país.

O objetivo da iniciativa é levar bons negócios para os produtores rurais, movimentar a economia de Araçatuba, também realizar palestras para dar conhecimento técnico e boas práticas no campo. O Circuito prevê a divulgação de produtos, serviços e inovações tecnológicas ao setor, além de levar assessoria aos produtores rurais.

De acordo com o secretário de Desenvolvimento Agroindustrial e de Governo, Arnaldo Vieira Filho (Dindo), no vento os produtores rurais podem encontrar um espaço com vários produtos do setor e oportunidades de linhas de crédito, além de promover a congregação dos vários elos do setor produtivo.

Fonte: Band UOL