Visita do presidente do Banco do Brasil fortalece parceria com a Coamo

Publicado em: 24/09/2021

O presidente do Banco do Brasil, Fausto de Andrade Ribeiro, acompanhado de diretores da instituição, que representa o principal banco do agronegócio, visitou a Coamo nesta terça-feira (21/09). A delegação foi recepcionada pelas diretorias da Coamo e Credicoamo, com saudação do engenheiro agrônomo José Aroldo Gallassini, presidente dos Conselhos de Administração das cooperativas. Os presidentes executivos da Coamo e Credicoamo fizeram explanações dos trabalhos das duas cooperativas em prol dos milhares de cooperados.

Resgaste da vocação – Para o presidente do Banco do Brasil, Fausto Ribeiro, o agronegócio é muito importante para o desenvolvimento do país. “Ao longo de mais de 200 anos o Banco do Brasil esteve à frente de muitas ações para o desenvolvimento social e econômico do Brasil, e a nossa gestão está focada no resgaste do agronegócio para levar recursos e conhecimento aos produtores rurais”, afirma.

Admiração – Ribeiro manifestou admiração pelo cooperativismo e destaca a importância deste sistema para o país. “Fiquei encantado com o que vi na Coamo e no cooperativismo paranaense, que reúne agricultores para juntos produzir alimentos, gerar renda e desenvolvimento.

Parceiro – Para Gallassini, foi muito importante o encontro com o presidente do Banco do Brasil, que, segundo ele, é o principal parceiro da Coamo no cooperativismo e no agronegócio. “Foi muito importante receber os diretores do Banco do Brasil. Nesses 50 anos da Coamo é grande a história entre as duas instituições e o trabalho realizado para o desenvolvimento dos nossos cooperados “.

Homenagens – Ao final do evento, aconteceu assinatura do protocolo de Intenções BB e Coamo, homenagem da cooperativa aos visitantes e do Banco do Brasil à Coamo alusivo ao seu Jubileu de Ouro, e também, plantio de árvore pelo presidente do Banco do Brasil, na sede da cooperativa, para perpetuar a parceria e história entre as duas instituições.

Fonte: Paraná Cooperativo

Banco do Brasil reintegra cinco auditores que haviam sido acusados de fraudes

Publicado em: 16/09/2021

O Banco do Brasil reintegrou em seu quadros cinco dos sete auditores que foram afastados dos cargos acusados de “desvio comportamental grave e fraudes”. Pelas regras da instituição, eles ficariam afastados por um ano. Três assumiram cargos de executivos, com todos os benefícios trabalhistas, e dois retomaram cargos de gerência.

A reintegração dos auditores comprova, no entender de funcionários da própria instituição, que todo o processo de afastamento e demissão — dois executivos foram demitidos por justa causa e brigam na Justiça do Trabalho contra o BB — foi açodado. O entendimento é simples: se havia realmente algo errado, por que eles voltariam para o banco?

A reintegração dos auditores não encerra um processo aberto pela Controladoria-Geral da União (CGU) sobre o caso contra o Banco do Brasil. O que se sabe é que a Corregedoria quer levar o processo contra o BB até o final.

Por enquanto, as investigações pela CGU sobre o afastamento e as demissões de auditores estão suspensas por meio da uma liminar obtida pelo Banco do Brasil. A instituição alegou à Justiça que o caso se trata de questões trabalhistas, não cabendo, portanto, à Controladoria se meter nesse caso entre patrão e empregados.

A CGU, contudo, não aceita esse argumento. Para a Corregedoria, o que se está investigando é se o BB seguiu os ritos normais do processo. Ao que tudo indica, houve muitas falhas na decisão de afastar e demitir os auditores. Se realmente tivesse havido “desvio comportamental grave e fraudes”, o banco não os teria reintegrado a seus quadros.

Além da CGU, o afastamento e as demissões de auditores em agosto de 2020 estão sendo investigadas pelo Tribunal de Contas da União. O procurador Lucas Furtado, representante do Ministério Público na Corte, vê sérios indícios de irregularidades no processo conduzido pelo BB.

Fonte: Blog do Correio Braziliense

 

Funcionários do Banco do Brasil já podem voltar ao trabalho presencial

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O Banco do Brasil informou aos funcionários que permanecem em home office a retomada do trabalho presencial de forma opcional. O comunicado foi feito internamente, nesta quinta-feira (16/9).

Os empregados lotados nas agências já estavam em trabalho presencial, por tratar-se de um serviço essencial. Os funcionários do grupo de risco permanecem em home office, segundo o BB esclareceu à coluna Grande Angular.

Em Brasília, alguns gerentes executivos retomaram as atividades presenciais nesta quinta-feira.

Segundo o Ministério da Saúde, atualmente quase 36% da população brasileira está imunizada. E, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), baseada em dados científicos, só é possível controlar a disseminação da Covid-19 quando 70% da população estiver devidamente imunizada.

Apesar destes dados, o Banco do Brasil divulgou o comunicado interno informando que as funcionárias e funcionários que estão em home office, e não pertencem ao grupo de risco, poderão retornar ao trabalho presencial de forma opcional a partir do dia 20 de setembro, mesmo aqueles que ainda não se vacinaram ou completaram as duas doses do imunizante.

Para as organizações sindicais, o anúncio do BB foi motivado pela visão ideológica do governo Bolsonaro que, em setembro do ano passado, revogou uma portaria do Ministério da Saúde que incluía a Covid-19 na lista de doenças relacionadas ao trabalho.

“A pandemia ainda não acabou, estamos assistindo, no mundo todo, a atividade da terceira onda. Com a redução de circulação de pessoas, consequentemente, reduzimos a circulação do vírus. Então, nossa avaliação é que esse incentivo ao retorno presencial é ideológico, acompanhando o pensamento do governo Bolsonaro”, explicou a representante da Federação dos Bancários do Rio de Janeiro (Federa/RJ) na Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), Rita Mota.

Pesquisa de teletrabalho

Os representantes dos trabalhadores bancários ainda criticam o fato de o convite desrespeitar o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) Emergencial da Covid-19, estabelecido logo no início da pandemia, pela atuação dos sindicatos, que trouxe mais proteção à saúde dos funcionários e funcionárias do ramo financeiro em todo o país.

“Nós não fomos comunicados sobre a elaboração do convite para o retorno ao trabalho presencial, anunciado nesta quinta-feira (15). Mesmo seguindo todas as regras e protocolos de distanciamento e higiene, não precisamos ir muito longe para saber que o trabalho presencial aumenta o risco de contaminação pela Covid-19”, ponderou Fernanda Lopes, secretária de Juventude e representante da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) nas negociações com o BB.

Fernanda observou que uma pesquisa feita pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) com quase 13 mil bancários e bancárias, divulgada no início do mês, durante a 23ª Conferência Nacional dos Bancários, revela que o trabalho remoto garantiu mais proteção contra a pandemia.

“Entre as bancárias e os bancários que ficaram em teletrabalho, 77% não apresentaram diagnóstico positivo de Convid-19, contra 23% contagiados. Por outro lado, entre os que não estiveram em teletrabalho, o percentual de contaminação foi de 38%”, ressaltou a dirigente da Contraf-CUT.

Direito ao teletrabalho

Desde o ano passado, o atendimento presencial para garantir os serviços essenciais prioritários foi determinado pelo Banco Central. Mais recentemente, a entidade liberou as atividades de forma presencial em todo o Brasil de outras diversas atividades econômicas, que antes estavam suspensas ou realizadas de forma remota.

Ainda em março de 2020, o Banco do Brasil teve que determinar novas orientações protetivas aos funcionários, incluindo o trabalho home-office para todos que pudessem realizar seus trabalhos em casa, principalmente aqueles enquadrados nos grupos de risco.

Fonte: Metrópoles com Contraf-CUT

“Está sobrando dinheiro no FCO Empresarial”, diz gerente do Banco do Brasil

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O gerente de Negócios de Mercado do Banco do Brasil Centro-Oeste, Adonias Antônio Miranda, afirmou nesta terça-feira (14), em live da Federação das Indústrias de Goiás (Fieg), que há linhas de crédito no Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO) que não estão sendo acessadas pelos empreendedores.

De acordo com o gerente, os benefícios do FCO Empresarial incluem prazo de 20 anos para pagamento, carência de até cinco anos para quitação das parcelas de capital, financiamento de até 100% dos bens e não obrigatoriedade de carta-consulta para financiamentos com valor inferior a R$ 500 mil. “Estão sobrando recursos na linha do FCO Empresarial e a não obrigatoriedade de projeto para empréstimos até R$ 499.999,99 facilita ainda mais o acesso do pequeno empresário ao fundo”, argumentou.

Durante o webinar, Miranda ainda detalhou as principais linhas de crédito oferecidas pelo BB. “Não tem como competir com o FCO. A linha possui encargos financeiros diferenciados, bônus de adimplência de 15% sobre o componente prefixado dos encargos financeiros, isenção de tarifa de abertura de crédito (TAC) e IOF e prazo ajustados à capacidade de pagamento”, explicou.

O gerente apontou que as empresas podem utilizar o FCO para financiar projetos de instalação de energia fotovoltaica e lembrou que o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), que também possui recursos sobrando em 2021 para financiamentos de até R$ 150 mil, segue em vigor.

Destinado a empresas com faturamento de até R$ 4,8 milhões e constituídas há pelo menos um ano, o Pronampe oferta 11 meses de carência, empréstimos com encargos fixados em Selic + 6% a.a. e garantia do Fundo Garantidor de Operações (FGO). “É um programa que busca contribuir com a manutenção dos negócios e preservação de empregos, com liberação dos recursos rápida e diretamente na conta corrente da empresa”.

Para o presidente do Compem, Jaime Canedo, é fundamental que os empreendedores conheçam as linhas de crédito disponíveis no mercado e se atualizem quanto às políticas públicas para fomento da economia, sobretudo nesse momento de retomada dos negócios e da atividade produtiva. “Os pequenos negócios são a força da economia brasileira, gerando milhões de empregos e assegurando o sustento de milhões de famílias. Só na indústria, representam quase 25% do PIB do setor. É fundamental que os empresários conheçam as linhas de crédito que garantem maior competitividade ao seu negócio”, sustentou.

Fonte: Diário de Goiás

BB assina desapropriação de imóveis para a Prefeitura de São Francisco do Sul

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No dia 15 de setembro, foi assinada a escritura pública de desapropriação amigável de 66 imóveis do Banco do Brasil em favor do município de São Francisco do Sul, processo que estava parado há mais de 30 anos, e que somente agora foi concluído.

Os imóveis estão localizados na Quadra G, M, O, e P, do Loteamento São Francisco II, situado no bairro Água Branca, próximo a escola Waldemar da Costa.

O prefeito Godofredo Gomes Moreira Filho, não mediu esforços para dar sequência a esse processo e fosse concluído. “Nós estamos muito satisfeitos de ter conseguido resolver este processo, pois em parte desse terreno será construída a nova sede da APAE, que é uma instituição que presta um grande serviço social em nossa cidade, e merece nosso respeito”, diz.

Fonte: Prefeitura de São Francisco do Sul

 

BB: TST garante horas extras aos assessores juniores de TI da Geneg

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Em ação judicial movida pelo Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) manteve a decisão de instâncias inferiores, favorável à entidade e aos trabalhadores, que condenou o Banco do Brasil a pagar horas extras (7ª e 8ª horas), que ocupavam o cargo de Assessor Junior de TI da Geneg, entre 11 de novembro de 2006 até a mudança no setor, em 2015.

A sentença abrange os bancários da Geneg lotados na base do Sindicato – que engloba São Paulo e outros 15 municípios da sua região metropolitana. Embora o banco possa recorrer, a hipótese de reversão da decisão é remota.

A Justiça trabalhista entendeu que os funcionários que ocupam esta função não exercem cargo de confiança e, portanto, devem receber as sétima e oitava horas trabalhadas como extras. Isto porque a jornada de trabalho do bancário sem cargo comissionado (cargo de confiança) é de seis horas.

O artigo 224 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) determina que a jornada de trabalho dos bancários seja de seis horas continuas nos dias úteis, com exceção das funções de direção, gerência, fiscalização, chefia e equivalentes, ou que desempenhem outros cargos de confiança. Foi com base neste artigo da lei que o TST manteve a decisão de instâncias inferiores.

“Denota-se (…) que os depoimentos das testemunhas quanto à extinção do cargo de assessor júnior de tecnologia da informação e as alegadas horas extras, que não houve mudança de atividades, as quais eram eminentemente técnicas, desprovidas da fidúcia do § 2º do art. 224 da CLT. Portanto, não obstante as afrontas legais aduzidas, inviável o seguimento do apelo, uma vez que a matéria (…) reveste-se de contornos nitidamente fático-probatórios, cuja reapreciação, em sede extraordinária, é diligência que encontra óbice na Súmula n.º 126 do C. TST”, escreveu na sentença o ministro relator Breno Medeiros.

“O Sindicato sempre prioriza a negociação com os bancos para a resolução de problemas, demandas e desrespeitos aos direitos dos bancários. Mas quando as vias negociais se esgotam ou sequer são abertas pela empresa, não vemos outra saída a não ser recorrer ao Judiciário que, em muitos casos, como este, por exemplo, dá ganho de causa aos trabalhadores, representados por sua entidade de defesa. Por tudo isto, é fundamental estar sempre próximo ao Sindicato, reportando problemas e abusos, bem como é fundamental se manter sindicalizado, para manter a entidade forte, combativa na luta pelos direitos da categoria”, disse Felipe Garcez, secretário de Assuntos Jurídicos do Sindicato e bancário do Banco do Brasil

“Mais uma importante vitória do Sindicato contra o Banco do Brasil em relação ao reconhecimento da fraude praticada à jornada dos bancários, obrigados a cumprir oito horas diárias, em desrespeito ao que diz a CLT. As ações promovidas pelo Sindicato demonstram a importância do trabalhador participar e contribuir com a entidade para que ações como essa continuem sendo ajuizadas quando necessário”, ressalta Eduardo Bossolan, do Crivelli Advogados Associados, que presta assessoria jurídica ao Sindicato.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Analistas veem oportunidades para ações de bancos, mesmo com turbulência

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Em meio ao cenário de maior volatilidade, principalmente com o noticiário político passando cada vez mais a influenciar o mercado, as ações das companhias negociadas na Bolsa são impactadas, com o aumento do custo de captação delas em um ambiente de maior risco para a economia nacional. Nesse cenário, as ações dos bancos, até a última quinta-feira (9), tiveram forte queda no mês, de 7,4% ante baixa de 4,8% do Ibovespa em igual período, com a piora da crise fiscal e a turbulência política (ainda que tenha diminuído nos últimos dias).

Contudo, os analistas do Bradesco BBI destacaram, em relatório publicado na última sexta-feira (10), ainda estimarem potencial de valorização para Itaú (ITUB4), Banco do Brasil (BBAS3), Banrisul (BRSR6) e Banco Pan (BPAN4) em particular, mesmo depois de aplicar um aumento de 150 pontos-base no risco-país ao custo de capital (COE) das instituições financeiras.

“Como referência, ao aumentar o COE em 150 pontos-base, ainda veríamos 15% de potencial de valorização em nosso preço-alvo para final de 2022 para o Itaú, 27% para o Banco do Brasil, 22% para o Banrisul e 27% para o Banco Pan”, apontam Gustavo Schroden, Otavio Tanganelli e Eric Ito, analistas do banco que assinam o relatório.

Atualmente, as recomendações do BBI para os bancos são as seguintes:

  • ABC Brasil (ABCB4): com recomendação outperform (desempenho acima da média do mercado), com preço-alvo de R$ 20, ou potencial de alta de 25% frente o fechamento de segunda-feira;
  • Banco do Brasil (BBAS3): recomendação neutra, com preço-alvo de R$ 39 ou potencial de alta de 32%;
  • Banco Pan (BPAN4): recomendação outperform, com preço-alvo de R$ 26, ou upside de 51%;
  • Banrisul (BRSR6): recomendação neutra, com preço-alvo de R$ 16, ou alta de 32%;
  • BTG Pactual (BPAC11): recomendação outperform, com preço-alvo de R$ 37, ou potencial de alta de 34%;
  • Itaú (ITUB4): recomendação outperform, com preço-alvo de R$ 39, ou potencial de alta de 37%;
  • Santander Brasil (SANB11): recomendação neutra, com preço-alvo de R$ 48, ou upside de 29%.

Além disso, eles apontam que os bancos brasileiros costumam superar o Ibovespa durante períodos de incerteza, ressaltando que, durante o turbulento período eleitoral de 2018, o setor superou o Ibovespa em 12 pontos percentuais.

“Continuamos construtivos nos bancos, embora reconheçamos que o ambiente político e situação fiscal teve uma deterioração. No entanto, ainda vemos a dinâmica de crédito como saudável porque o PIB brasileiro deve continuar em expansão, apesar das revisões para baixo, enquanto os bancos também devem se beneficiar de taxas de juro mais
elevadas. Além disso, os bancos brasileiros costumam ser nomes defensivos durante períodos turbulentos,
especialmente os do setor privado”, apontam.

Em meio à turbulência política (ainda que diminuindo nos últimos pregões), os analistas fizeram um teste de estresse, decidindo testar os níveis de custo de capital para descobrir quais níveis de risco os preços das ações estão refletindo.

“Na verdade, descobrimos que com um aumento de até 200 pontos-base (pbs) em relação ao nosso custo de capital, os bancos brasileiros ainda apresentariam potencial de valorização em relação aos preços atuais de suas ações (alta de 10% em média). No entanto, achamos que seria justo supor que um aumento de 150 pontos-base seria um bom nível de teste de estresse para nossas avaliações, pois isso permitiria ao CDS 10 anos brasileiro atingir cerca de 425 pontos-base, o que se compara a 404 pbs durante o nível mais alto da eleição de 2018 (setembro) e também acima do 385 bps durante a greve dos caminhoneiros no mesmo ano (maio-junho)”, avaliam.

Assim, Schroden, Tanganelli e Ito apontam seguirem construtivos sobre os bancos brasileiros, apesar da maior incerteza. Isso porque ainda esperam a recuperação do crédito no país, embora os bancos também possam se beneficiar de taxas de juros mais altas.

“Além disso, em um cenário de turbulência política mais severa, acreditamos que os bancos de varejo tradicionais estão bem posicionados porque têm balanços sólidos e equipes de gestão experientes que podem ajudar a navegar em tempos adversos. Por fim, notamos que os preços das ações dos bancos geralmente têm sido mais resilientes durante os períodos turbulentos, e até identificamos potencial de valorização de 17% em média com um aumento de 150 bps nos custos de capital”, concluem.

Já após reuniões com os principais nomes de empresas em sua conferência anual para a América Latina, o Credit Suisse comentou as tendências para o setor, também reiterando visão positiva. Os analistas do banco suíço ressaltam que a demanda de crédito continua forte, com o crescimento de créditos para pessoas físicas e para pequenas e médias empresas apresentando boa tendência.

Além disso, a performance de receita líquida de juros dos clientes permanece robusta, impulsionado pelo forte crescimento do credito e melhor portfólio, apesar de alguma compressão do spread (ou diferença entre as taxas que os bancos pagam para captar recursos e a que eles emprestam aos tomadores) em produtos específicos, como folha de pagamento, hipotecas e cheque especial.

Os analistas avaliam que o custo de risco ainda está em níveis baixos e, embora a normalização seja esperada, não há sinais de que isso esteja prestes a acontecer, pelo menos para os bancos do setor privado.

Desse modo, no geral, a equipe mantém a visão mais favorável em relação aos bancos frente às instituições financeiras não bancárias devido ao ciclo de lucros mais forte, com preferência por bancos do setor privado. O Itaú Unibanco permanece como a top pick dos analistas devido as tendências de NII mais fortes em comparação com seus pares, seguido pelo Santander Brasil.

Confira as recomendações do Credit Suisse para os bancos:

  • Banco do Brasil, com recomendação neutra e preço-alvo de R$ 38, ou potencial de alta 29%;
  • Itaú, com recomendação outperform e preço-alvo de R$ 39, ou upside de 34%;
  • Santander, com recomendação neutra e preço-alvo de R$ 53, ou potencial de alta de 43%;
  • Bradesco, com recomendação outperform e preço-alvo de R$ 30,91, ou upside de 45%.

O Itaú BBA, por sua vez, revisou o setor de bancos na última segunda-feira (13), reduzindo a recomendação para a ação PN do Bradesco (BBDC4) de outperform (desempenho acima da média do mercado) para market perform (desempenho em linha com o desempenho do mercado). O preço-alvo foi de R$ 31 esperado para 2021 para R$ 25 projetado para o fim de 2022, ou upside de 17% em relação ao fechamento de segunda-feira.

A equipe de análise do BBA aponta que a performance do Bradesco na primeira metade do ano ficou abaixo das expectativas. Enquanto isso, a visão positiva para o nome se baseava na recuperação do cenário macro na segunda metade do ano e em 2022, o que agora está significativamente deteriorado.

“As despesas de baixas provisões (NPLs, na sigla em inglês), que impulsionaram o lucro por ação, não devem se estender por muito tempo. Acreditamos que o impacto adverso dos NPLs do próximo ano no PIB, com inflação substancialmente mais alta, está sendo subestimado”, apontam os analistas.

Assim, eles reduziram as estimativas para 2022 da “primeira à última linha”, para 15% abaixo do consenso, prevendo lucro líquido em R$ 24,5 bilhões.

O Banco do Brasil é o top pick do setor do BBA entre os grandes bancos, destacando que há assimetria para ganhos, expectativas baixas do consenso, enquanto os resultados superaram as projeções nos últimos dois trimestres.

Os analistas do BBA, cabe ressaltar, elevaram a recomendação para BBAS3 no final de agosto, destacando que a ação BBAS3 está negociada a um desconto historicamente alto em relação aos outros bancos brasileiros, o que sugere um alto grau de risco político já embutido, o que significa upside levando em conta qualquer moderação. O preço-alvo é de R$ 37 para 2022, ou upside de 26% em relação ao fechamento da véspera.

Fonte: Infomoney

 

TCU estuda afastamento de presidentes do BB e Caixa após polêmica com Febraban

Publicado em: 10/09/2021

O subprocurador-geral do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (MPTCU), Lucas Furtado, apresentou um pedido nesta quarta-feira (08) para que o órgão afaste temporariamente os presidentes da Caixa, Pedro Guimarães, e do Banco do Brasil, Fausto Ribeiro, de seus cargos.

O pedido foi enviado à presidente da corte, a ministra Ana Arraes. O procurador entendeu que houve abuso de poder dos presidentes dos bancos públicos na briga entre eles e a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) que repercutiu até semana passada. O pedido é para que tanto Guimarães quanto Ribeiro fiquem afastados dos cargos até que o tribunal decida sobre a questão.

“(…) seja adotada medida cautelar determinando o afastamento tanto do presidente da Caixa Econômica Federal, Sr. Pedro Guimarães, como o do Banco do Brasil, Sr. Fausto de Andrade Ribeiro, uma vez que demonstraram que o motor das decisões tomadas na condução das instituições que dirigem possui forte viés político, em afronta ao esperado zelo pelo interesse público e não do governo de plantão”, diz a representação.

O caso começou quando a Caixa e o Banco do Brasil ameaçaram se desfiliar da Febraban por entender que o teor do texto “A Praça é dos Três Poderes”, capitaneado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), seria crítico ao governo de Jair Bolsonaro.

Conforme mostrou a colunista Malu Gaspar em matéria citada pelo procurador na peça, o presidente da Caixa chegou a ameaçar os bancos privados de perder negócios com o governo se assinassem o manifesto da Fiesp.

O manifesto ainda não foi publicado. A Febraban reafirmou o apoio ao texto e deu o assunto como encerrado, assim como o Banco do Brasil.

Segundo Furtado, o episódio mostra “claro posicionamento político” dos dois presidentes o que afrontaria os princípios constitucionais de impessoalidade, moralidade e o artigo da Lei da Estatais que fala em abuso de poder.

Na representação, o procurador alegou que não hhá justificativa técnica para que os bancos públicos tenham ameaçado as instituições privadas.

“Os dispositivos legais citados têm por objetivo controlar o arbítrio dos dirigentes das instituições, dentre eles o excesso de interferência do governo sobre as decisões corporativas da empresa. Isso porque as companhias têm suas próprias responsabilidades e sua personalidade jurídica não se confunde com a personalidade jurídica da União e, menos ainda, com os voluntarismos dos ocupantes momentâneos do Poder Executivo”, apontou Furtado, que também pediu pela apuração do caso.

Página virada para o BB

O presidente do Banco do Brasil, Fausto Ribeiro, afirmou que o comunicado da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), na última quinta-feira (2), encerra o impasse entre o banco e a federação. Assim, ele alega que o BB segue como associado.

Em nota, a Febraban ainda declarou que a questão do manifesto está encerrada. Ela informou que não se vinculará a decisões da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

A Fiesp tinha assumido a organização do manifesto. Por conta da repercussão negativa por parte do governo, a divulgação foi adiada.

Diante da desvinculação da Febraban ao manifesto da Fiesp, o presidente do BB afirmou que a cúpula do banco “entende que o caso foi encerrado”.

Fonte: Portal IG

“Fiquei por fora desse episódio”, diz Guedes sobre crise entre BB e Febraban

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O ministro da Economia, Paulo Guedes, alegou nesta sexta-feira, 3, que não se envolveu na crise entre os bancos públicos – Caixa e Banco do Brasil – e a Federação Brasileira de Bancos (Febraban).

Após a entidade apoiar manifesto da Fiesp pela democracia, os dois bancos controlados pelo governo ameaçaram de desfiliar da instituição da qual são membros fundadores. “Fiquei muito fora desse episódio, só fiquei sabendo sexta-feira passada”, afirmou o ministro.

“Fui comunicado por alguém do governo que me disse que estavam tentando fazer um movimento do qual um banco público não deveria participar. Um presidente de banco público disse que não poderia assinar documento que atacava o governo federal, que é dono do banco”, completou, em participação no “Scoop Day”, organizado pelo TradersClub (TC).

“Outro empresário me ligou e disse que abria mão do movimento, porque ele estava sendo desvirtuado. O documento pedia moderação a todos os Poderes”.

O ministro relatou que a Febraban entrou em contato com ele para dizer que não queria atacar ninguém, mas sim pacificar. “Então aparentemente, saiu o documento para pacificar e os bancos públicos parece que disseram que não vão sair da Febraban, então parece ter amansado tudo, é o que eu espero”, avaliou.

Recentemente, Paulo Guedes foi criticado em análise realizada pelo economista Eduardo Giannetti, professor de economia do Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper), diante da política fiscal e dos impulsos populistas do governo frente às eleições presidenciais de 2022.

A opinião de Giannetti causou polêmica no Instagram do Seu Dinheiro. No perfil da rede social, nossa equipe leva ao público análises macroeconômicas, análises de investimentos, oportunidades da bolsa de valores, insights do mercado financeiro e notícias relevantes para o seu patrimônio (aproveite para nos seguir neste link). Confira abaixo as falas de Giannetti sobre Paulo Guedes:

Entenda o conflito com a Febraban

Voltando ao assunto, a indisposição dos bancos com a Febraban começou após um manifesto que a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) com o pedido de harmonia entre os três Poderes. A Febraban é signatária do documento.

A princípio, o entendimento do Banco do Brasil era de que a instituição que representa o setor no País, é privada e está se posicionando de forma política, o que ambos, controlados pelo governo, discordam.

O Banco do Brasil disse acreditar que “o episódio poderá, ao final, contribuir para reforçar mecanismos internos na Federação que favoreçam o diálogo e reforcem o papel da Febraban como importante agente de desenvolvimento do País”. Embora o Banco do Brasil seja de controle estatal, a instituição tem ações listadas na bolsa de valores (BBAS3).

Protestos de 7 de setembro

Ainda no evento do TradersClub, Paulo Guedes disse acreditar que não haverá confusões nas ruas na próxima terça-feira (7). “Tenho certeza que presidente Jair Bolsonaro está fazendo celebração ao 7 de setembro e ponto, pacífica. Com o passado militar dele, o amor à bandeira e à nação. Até hoje, todas as celebrações que eu vi foram de muita gente de verde e amarelo, sem confusão, imagino isso”, acrescentou.

“Reafirmo minha confiança de que são movimentações pacíficas, a celebração de independência. Um dia depois da celebração, todas as instituições estarão trabalhando de novo”, concluiu.

Fonte: Seu Dinheiro

 

Sebrae de AL e Banco do Brasil discutem parceria com foco no acesso ao crédito

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O Sebrae Alagoas e o Banco do Brasil (BB) trabalham juntos em um novo projeto para estreitar ainda mais a relação dos empreendedores com o sistema bancário. Ainda em fase piloto, a ideia é criar uma espécie de agência virtual do BB para facilitar o direcionamento do empreendedor que procura o Sebrae para buscar informações relacionadas a tomada de crédito.

Para tratar deste e de outros assuntos na área financeira, a Diretoria Executiva (Direx) do Sebrae Alagoas se reuniu, no final da manhã desta sexta-feira (3), com o presidente nacional do Banco do Brasil, Fausto Ribeiro. Também participaram do encontro o vice-presidente de Negócios e Varejo do BB, Carlos Motta; e o superintendente do banco em Alagoas e Sergipe e membro do Conselho Deliberativo Estadual (CDE) do Sebrae Alagoas, Rafael Alessi.

A comitiva contou ainda com as presenças do superintendente comercial do BB, Marcolino Rodighero, e do gerente de Mercado PJ e Coligadas do banco, Vinícius Marcel, que também é conselheiro suplente do CDE.

Paralelo ao projeto piloto da agência virtual, também há a expectativa de que as Salas do Empreendedor contem com atendimento especial do banco em determinados dias do mês. Essa parceria seria disponibilizar um funcionário do BB de plantão numa dessas Salas, em um dia específico, tirando dúvidas dos empreendedores sobre o acesso a crédito e analisando propostas de novos clientes.

“A gente está fazendo isso com o Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e com o Banco do Nordeste. Nós somos a ponte entre o banco e os nossos clientes. Damos assistência aos nossos empreendedores na parte de gestão de empresas e na questão da educação empreendedora”, destaca o superintendente do Sebrae Alagoas, Marcos Vieira.

“Para os bancos, uma empresa que é atendida pelo Sebrae lhes dá muito mais garantias porque são empresas já preparadas [gestão] para a utilização do crédito”, completa. “O crédito pode ser a solução para um problema, mas também pode ser um enveneno para esse mesmo problema, ou seja, se não souber utilizar o crédito que você tira do banco você pode se complicar mais ainda”, alerta.

“Nós também estamos levando a garantia por meio do FAMPE [Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas], que é um fundo garantidor de crédito que o Sebrae dispõe para dar um esteio a essas operações. Essa garantia facilita o crédito. Então, são essas operações que nós estamos estudando e aprimorando com os bancos, para facilitar a vida dos empresários e do pequeno negócio”, explica Marcos Vieira.

Na reunião com o BB, também participaram o presidente do CDE do Sebrae Alagoas, Zezinho Nogueira; o diretor administrativo e financeiro da instituição, Roberval Cabral, e a gerente da Unidade de Competitividade e Desenvolvimento (UCD), Renata Fonseca.

Fonte: Tribuna Hoje

BB anuncia dois leilões online de imóveis na capital e no interior de São Paulo

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O Banco do Brasil (BB), em parceria com o escritório Lance no Leilão, faz dois leilões on-line de imóveis residenciais e comerciais. Entre as oportunidades estão lotes urbanos e rurais: apartamentos, casa, prédios comerciais, chácara e terrenos. Todos na capital e no interior de São Paulo.

Os leilões serão realizados na próxima quinta-feira (dia 16), às 11 e às 14 horas, exclusivamente on-line pelo portal Lance no Leilão. Com lances entre R$ 69 mil (para terreno na cidade de Ibiúna) e R$ 8,1 milhões (para dependência desativada na região central de Araçatuba), os lotes podem ser arrematados à vista ou por financiamento imobiliário, exceto no primeiro leilão.

Destaques

O investidor que desejar diversificar seus investimentos poderá fazer bons negócios. Chácara de 12.000,00m², em Campos do Jordão (do loteamento Parque do Ferradura, antiga Fazenda Natal ou Fojo), será oferecida com lance mínimo de R$ 109 mil. Já um apartamento de 109,76 m² de área total, na Vila Homero Thon, em Santo André, a lance mínimo de R$ 111 mil.

Em São José dos Campos, uma gleba de terras de 100.000 m², no bairro do Jardim ou pernambucana, está disponível para arremate pelo lance mínimo de R$ 3,1 milhões. Já na capital de São Paulo, na Mooca, será possível fazer lances para um terreno de 176,00m² de área total, com lance a partir de R$ 157 mil. “O leilão vai oferecer uma diversidade de imóveis, propriedades para quem planeja a casa ideal para a família, para os que procuram um bom ponto para o seu negócio, ou até mesmo apenas para os que desejam investir”, frisa Edson Chini, gerente executivo do Banco do Brasil.

Fonte: Blog do Correio Braziliense

 

Banco do Brasil retorna ao circuito de feiras presenciais na 44ª Expointer

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De volta ao circuito presencial de feiras agropecuárias, o Banco do Brasil está no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS), para a 44ª Expointer, com uma forma híbrida de atuação: acolhimento de propostas em formato físico e virtual. Desde o dia 4 e até 12 de setembro, o BB está presente com seu estande, com a plataforma broto.com.br e na Esteira Agro, reforçando o movimento de digitização do agronegócio.

O Banco espera um bom desempenho da feira considerando a forte demanda do setor por recursos. Em apenas dois meses, o BB já superou os R$ 30 bilhões liberados do total de R$ 135 bi anunciado para o Plano Safra 2021/2022, o maior plano safra de todos os tempos. Além disso, anunciou reforço às ações de apoio ao agronegócio com R$ 10,5 bilhões de recursos adicionais para financiamentos rurais, no final de agosto, por meio do Programa BB Investimentos Agro, do BB Consórcio Armazenagem a apoio aos agricultores afetados pelas geadas de julho.

Para o vice-presidente de Agronegócios, Renato Naegele, a retomada das feiras presenciais é um passo importante: “As feiras agropecuárias têm grande relevância para o setor. Além de inovação, troca de conhecimento e experiências, trazem também oportunidades de negócios. Estamos satisfeitos com a retomada desses eventos e nos preparamos muito para atender toda a demanda de crédito de nossos clientes.”

As agências do BB no Rio Grande do Sul estão aptas para o atendimento aos clientes produtores rurais e às revendas de máquinas e implementos agrícolas. Para fomentar os negócios, uma equipe especializada trabalha com exclusividade na condução das operações originadas no período da Expointer, agilizando a contratação e liberação dos recursos, que pode ocorrer no mesmo dia.

Expointer 2021

A maior feira de exposição de animais, máquinas e implementos agropecuários do estado marca a retomada das grandes feiras presenciais, com protocolos rígidos de segurança e capacidade limitada a 15 mil visitantes por dia. Tradicional patrocinador e expositor da Expointer, o Banco do Brasil reforça sua parceria, estando presente com soluções digitais, recursos e estrutura de atendimento para atuar de forma especializada.

Além de respeito aos protocolos sanitários, a maioria dos eventos está sendo transmitida virtualmente. Assim, quem estiver a muitos quilômetros de distância do parque de exposições pode acompanhar a programação técnica. Já no pavilhão dos bovinos de corte, a Expointer apresenta nove exemplares da raça estreante em feiras – Murray Grey.

“A presença do Banco do Brasil na 44ª edição da Expointer, com patrocínio, estande e equipe de atendimento, reforça nosso posicionamento de maior parceiro do agro de todos os tempos. Seguimos sempre presentes e com todos os cuidados necessários, mesmo em 2020 com a edição digital da Feira e o Drive Thru da Agricultura Familiar, e estamos juntos em 2021 fortalecendo essa crescente retomada econômica, na construção de um plano safra recorde. Temos certeza de que esta Expointer será outro grande marco de sucesso do agronegócio do Rio Grande do Sul”, destaca o superintendente estadual no RS, Everton Kapfenberger.

O Rio Grande do Sul tem grande representatividade no agronegócio brasileiro e responde por cerca de R$ 21,9 bilhões dentro da carteira agro do BB (R$ 205,9 bi). Atualmente, o Banco do Brasil possui 60 carteiras especializadas em agronegócio em todo o estado.

Fonte: Banco do Brasil

 

TJ anula dívida de produtores de cacau e condena BB a pagar indenização

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O Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) anulou dívidas de produtores de cacau do Programa de Recuperação da Lavoura Cacaueira da Bahia (PRLCB) e condenou o Banco do Brasil a pagar indenização por danos materiais e morais. A decisão foi publicada no Diário de Justiça da Bahia desta quarta-feira (1) e, apesar de se tratar de uma ação individual, serve de base para outros processos que estão em curso, movidos por produtores que sofrem com a consequência da crise que a vassoura de bruxa provocou no Sul da Bahia.

De acordo com o advogado Rogério Brandão, autor do processo, a ação teve início em 2005. O principal objetivo era conseguir a anulação dos contratos estabelecidos entre produtores e o banco em função da impossibilidade da realização do objeto, que seria o cultivo de cacau, já que as terras foram arrasadas pela doença vassoura de bruxa.

“Ainda que os cacauicultures soubessem da vassoura de bruxa, não pediram por ela e não podiam evitar que ela chegasse”, disse o advogado em entrevista à TV Cacau. “A sentença é um alento para a comunidade produtora de cacau e uma porta aberta porque essa decisão tem que alcançar a todos que sofreram o mesmo dano”, acrescentou.

A vassoura de bruxa é uma praga que colocou fim aos tempos áureos da produção cacaueira na Bahia. Ela deixa os ramos da planta secos, com aparência de uma palha ou vassoura e, assim, dizimou pés de cacau em 1989 e fez a produção cair de 400 mil toneladas para 92 mil toneladas em 1990, levando os coronéis à falência. Desde o grande desastre, a região nunca se recuperou totalmente e vem lutando para combater a praga, que nunca foi completamente extinta.

Em 1995, o governo de Fernando Henrique Cardoso lançou o Programa de Recuperação da Lavoura Cacaueira Baiana (PRLCB), com o objetivo de promover a recuperação das plantações, conter o avanço da vassoura de bruxa e aumentar a produção de cacau.

Para receber o financiamento, o produtor precisava adotar um pacote estabelecido pela Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), criada em 1957 pelo Governo Federal para renegociar dívidas de produtores de cacau com o Banco do Brasil. Apesar da intervenção do governo com o programa de recuperação, que durou quatro anos, não houve sucesso. Com isso, os devedores não tiveram recursos para quitar os financiamentos.

Procurada através do Ministério da Agricultura, a Ceplac respondeu que “disponibilizou tecnologias para solucionar os desafios enfrentados pela cacauicultura e, desde então, continua com seu trabalho de aperfeiçoamento dessas tecnologias e hoje concentra o foco na pesquisa e na inovação, com a difusão e transferência de tecnologias com o objetivo de modernização da cadeia produtiva do cacau e do chocolate”. “Todas as medidas possíveis e cabíveis foram implementadas, buscando atender da melhor forma as necessidades dos produtores frente ao avanço da doença”, acrescenta a nota.

O CORREIO entrou em contato com a assessoria do Banco do Brasil, que informou que “sobre ação judicial em curso, somente se manifesta nos respectivos autos”

Fonte: Correio 24 Horas

 

BB é desleal com os funcionários de Bauru e Maranhão, diz Contraf-CUT

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O Banco do Brasil deu mais uma demonstração de deslealdade com os trabalhadores. Depois de participar da audiência de instrução – realizada em 23/08/2021 -, onde lhe foi concedido prazo para cumprir a tutela de urgência na íntegra, o obrigando a restabelecer a função de caixas para todos os funcionários do Banco do Brasil no país, o BB entrou com Mandado de Segurança contra o ato do juiz no Tribunal Regional do Trabalho 10. O pedido de liminar foi negado pelo Desembargador do TRT da 10ª Região.

A surpresa ficou por conta da postura do banco, que na audiência confirmou, em relação ao descumprimento parcial da liminar, que não compreendeu que a decisão abrangia efetivamente todos os caixas do Banco, sem nenhuma exceção, limitando-se à adoção de medidas de cumprimento às agências que estavam em locais abarcados pela representação territorial da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT). Ou seja, alegou, involuntário descumprimento da liminar.

Para Renata Cabral, advogada da Contraf-CUT, do escritório Crivelli Advogados, a medida adotada pelo banco é absolutamente incongruente com o que aconteceu em audiência, pois “o banco admitiu que estava descumprindo a liminar parcialmente, se justificou como se o descumprimento fosse involuntário e ainda conseguiu prazo para a implementação da medida. Ora, o Juiz partiu da boa-fé do banco e esclareceu, ainda em audiência, que tanto na primeira decisão de concessão da liminar quanto na decisão que a ratificou, o alvo da tutela de urgência não eram apenas os bancários associados a Sindicatos atrelados à Contraf, mas a todos os caixas bancários em atividade em 11/01/2021, sem qualquer segregação ou limitação”. A advogada acrescenta que “o banco esteve presente em audiência e, inclusive, tratou dos prazos concedidos para o cumprimento da decisão. Impugnar essa decisão, via Mandado de Segurança, chega a ser deslealdade processual”.

Para coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), João Fukunaga, é mais uma demonstração da deslealdade da atual gestão do banco. “O Banco do Brasil se comprometeu a pagar as diferenças desde a primeira decisão. Mas, novamente usa desculpas para não pagar os bancários de Bauru e Maranhão, não reconhece esses direitos. Ele foi desleal com a própria postura da audiência. ”
Histórico

Em fevereiro, a Contraf-CUT entrou com uma Ação Civil Pública pedindo à Justiça do Trabalho que o Banco do Brasil fosse impedido de extinguir a função e a gratificação dos caixas executivos, previsto no Plano de Reestruturação divulgado em janeiro. O juiz da 6ª Vara do Trabalho de Brasília deferiu a tutela de urgência requerida pela Contraf-CUT, decisão em plena vigência.

No Plano de Reestruturação, a administração do BB determinava que todos os caixas executivos migrassem de suas funções, voltando à função de escriturários. Quando necessário, poderiam atuar como caixas, recebendo a gratificação apenas pelos dias trabalhados nessa função. “O banco, mais uma vez, usa a tática de individualizar uma discussão que é coletiva, que é nacional e técnica, ao querer propor trazer testemunhas para dizer o quanto o banco é generoso ao ofertar vaga, que há um processo seletivo que permite ascensão e que as pessoas sejam realocadas, mesmo nós sabendo que, no fundo, o banco cortou a gratificação de caixa”, observou o coordenador da CEBB.

“Se olharmos mais ainda, é terrível essa proposta do banco de Reestruturação, uma vez que atinge boa parte dos caixas que estavam em home office. Então, a partir do momento em que a Reestruturação foi imposta, os funcionários estão sem a gratificação de caixa, porque eles não abrem o caixa e não tem perspectiva de promoção. O banco quer esconder essa crueldade e dizer que é supergeneroso, mas nós sabemos que a Reestruturação não teve nada disso”, completa o coordenador da CEBB.

Na decisão em favor da Contraf-CUT, o magistrado Antonio Umberto de Souza Junior destacou que o Banco do Brasil tem o direito de definir o número de empregados em cada função, mas não de “promover tamanha insegurança jurídica e financeira, deixando de ter o caixa interino qualquer noção do que efetivamente receberá pelo mês trabalhado, dependendo do fluxo de clientes e dos humores ou bom senso de seu superior hierárquico”, explicou.

Ainda segundo o juiz, a tutela para suspender a alteração nos contratos de trabalho dos caixas, parte da Reestruturação, foi conferida porque existe Instrução Normativa do banco e norma coletiva, se referindo ao Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2020/2022, conquistado com a mobilização sindical e que garante uma série de proteções aos funcionários do BB. O magistrado ponderou ainda que as soluções para ganhos de eficiência, argumento principal da direção do BB no Plano de Reestruturação, não podem simplesmente menosprezar os aspectos humanos e humanitários, menos ainda os direitos fundamentais sociais como são os direitos trabalhistas.

Fonte: Contrf-CUT

 

Senado derruba resolução que podia acabar com planos de saúde de estatais

Publicado em: 02/09/2021

Em sessão realizada nesta quarta-feira (1º de setembro), o plenário do Senado aprovou o Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 342/2021, que suspende os efeitos da Resolução 23/2018, da Comissão Interministerial de Governança Corporativa e de Administração de Participações Societárias da União (CGPAR), que acaba com planos de saúde de trabalhadores de estatais e seus dependentes.

Foi mais uma vitória da classe trabalhadora, que se mobilizou para derubar a resolução nas ruas e nas redes, além de atuar junto aos parlamentares no Congresso Nacional. A outra vitória, também consequência da luta dos trabalhadores, no mesmo dia, foi a rejeição, por 47 contrários e 27 a favor, da reforma Trabalhista do governo de Jair Bolsonaro (ex-PSL) que a Câmara dos Deputados contrabandeou no texto da Medida Provisória (MP) nº 1.045, em conluio com o ministro da Economia, Paulo Guedes.

Resolução 23 rejeitada

No papel, a Resolução 23, rejeitada pelos senadores, trata das regras do custeio das empresas estatais federais sobre benefícios de assistência à saúde aos empregados.

De fato, era mais um ataque do governo aos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras, uma vez que representava o fim de diversos planos de saúde de estatais. Para os que os trabalhadores permanecessem nos planos, previa a divisão dos custos, meio a meio, com a empresa. Isso afetaria mais de 3 milhões de trabalhadoras das estatais, especialmente aposentados e pensionistas, que corriam o risco de ficar sem plano de saúde.

Segundo a autora do projeto, deputada federal Erika Kokay (PT-DF) aprovado ontem, a resolução — agora revogada — limitava a contribuição das empresas estatais aos planos de saúde dos empregados que forem organizados sob a forma de autogestão.

De acordo com ela, a resolução exorbitava o poder regulamentar do Executivo por contrariar as regras da Lei dos Planos de Saúde (Lei 9.656, de 1998) e ferir direitos adquiridos dos empregados das estatais, que estariam assegurados em negociações coletivas e em estatutos.

Relator da matéria no Senado, Romário (PL-RJ) apresentou voto favorável ao projeto de Erika Kokay. O senador afirmou que a resolução é inconstitucional por restringir indevidamente o direito dos empregados à saúde e violar direitos adquiridos dos trabalhadores à manutenção das condições do contrato de trabalho.

“Apesar de declarar que estabelece diretrizes e parâmetros para o custeio das empresas estatais federais sobre benefícios de assistência à saúde aos empregados, na realidade [a resolução] restringe o direito à saúde dos empregados de empresas estatais”, disse Romário ao ler seu relatório.

“Com a citada resolução, o que se tem é o empregador simplesmente declarando que contribuirá a menor para o citado plano, sem qualquer tipo de compensação, contrapartida ou mesmo transição”, acrescentou o senador, que também argumentou que a resolução, por ter status normativo-hierárquico infralegal, não pode contrariar o que diz a lei.

“Ora, se a lei não exige esse requisito e, mais ainda, expressamente exclui essa exigência, jamais poderia uma resolução instituí-lo. Ao fazer isso, nitidamente exorbita do poder regulamentar, o que exige sua sustação pelo Congresso Nacional.”

Antes da edição da resolução, era comum que estatais bancassem mais de 90% dos custos, sem qualquer coparticipação – hoje, o limite é de 50%. Várias empresas aceitavam que os funcionários incluíssem como dependentes pais, mães e filhos sem qualquer limite de idade. Agora, a inclusão dos dependentes foi limitada a cônjuges e filhos com até 24 anos – desde que estivesse cursando ensino superior.

Fonte: Agência Senado

 

Único banco público na Abag, BB fica na entidade após críticas ao governo

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Apesar do tom grave assumido publicamente pelo presidente da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), Marcello Brito, na crítica ao governo e de seu endosso ao manifesto liderado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) em prol de harmonia entre os três poderes da República, o Banco do Brasil (BB) não pretende arredar pé dessa associação. No fim de semana, o banco público ameaçou deixar a Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), caso a entidade assinasse o manifesto da Fiesp.

A distinção entre o tratamento dispensado às entidades se deve a um só fato: na Abag, o BB não tem a companhia da Caixa Econômica Federal, como na Febraban. Por isso, não se vê impelido a acompanhar o levante dos bancos públicos.

No BB, refuta-se essa tese. Teria pesado sobre o caso da Febraban o papel que o banco tem na direção da entidade. Na Abag, é somente membro, sem interferência na tomada de decisão de subscrever o texto no epicentro da polêmica.

Permanecer ou não na Abag também não faria qualquer diferença para o banco ou para a entidade. Apesar da busca por negócios no agro ser crescente por parte de outras instituições, inclusive a Caixa, o BB vem batendo recordes de desembolsos nesse ramo e não vê seu reino ameaçado. Procurado, o BB não comentou.

Fonte: Estadão

BB deverá devolver valores descontados de trabalhadores que participaram de greve

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Verificando a ausência de abusos por parte dos funcionários que aderiram à greve, a 2ª Vara do Trabalho de Blumenau (SC) determinou que o Banco do Brasil devolva os valores descontados dos que participaram do movimento e retire dos documentos funcionais a expressão “falta não abonada/não autorizada”, substituindo-a pela expressão utilizada nas demais ausências por greve.

No caso, o Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de Blumenau e Região ajuizou uma ação civil pública contra o Banco do Brasil. O pedido foi pela restituição dos valores descontados dos empregados pela instituição. Buscava, ainda, a retirada da marcação do ponto e dos demais documentos funcionais dos funcionários a expressão “falta”, substituindo por outra que indique ausência decorrente de greve.

O juiz, Oscar Krost, pontuou que a greve é a forma que os trabalhadores possuem de tornar públicas suas reivindicações e anseios como categoria, não apenas ao empregador, mas à sociedade. No caso concreto, a reivindicação objetivou a preservação dos direitos dos empregados do Banco do Brasil em face de reformas prejudiciais.

Além disso, o magistrado ressaltou que o artigo 7º da Lei nº 7.783/89 deixa claro que as relações obrigacionais durante o período de suspensão do contrato de trabalho (greve), devem ser regidas pelo acordo, convenção, laudo arbitral ou decisão da Justiça do Trabalho.

Ausentes as três primeiras opções, cabe ao juízo a decisão sobre as consequências da adesão dos trabalhadores do réu à greve geral quanto aos aspectos obrigacionais das partes, afirmou o juiz.

Não existindo nos autos nenhuma prova sobre eventual abusividade da referida greve, Krost condenou o réu a proceder à devolução dos valores descontados dos substituídos processuais participantes do movimento grevista, inclusive sábados, domingos e FGTS, nos limites do pedido.

Fonte: Consultor Jurídico

Banco do Brasil e Caixa poderão ter mais greves caso deixem Febraban

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A desfiliação da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil (BB) da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) poderá tornar os bancos públicos mais suscetíveis a greves de funcionários. Atualmente as negociações salariais são feitas conjuntamente pela Febraban, independente da natureza do banco.

A expectativa, segundo autoridades dos dois bancos, sob sigilo, é que estas entidades voltem ao padrão anterior a 2006, quando, com negociações salariais separadas dos bancos privados, Caixa e BB tinham mais paralisações ou greves mais longas que as dos bancos privados.

Desde 2006, a campanha salarial de todos os bancários é conduzida pela Federação Nacional de Bancos (Fenaban), que é o braço sindical do sistema financeiro. A pauta de reivindicações é unificada com assinatura de convenção coletiva de trabalho, válida em todo o país.

Contudo, não é possível vislumbrar nenhuma greve no curto prazo. A atual convenção coletiva dos bancários tem validade até setembro de 2022.

Caixa e Banco do Brasil ameaçam se desligar da entidade em reação ao manifesto articulado por empresários, endossado pela Febraban, em defesa de uma harmonia entre os Poderes, após ataques às instituições democráticas. Os dirigentes dos bancos viram no texto um ataque ao governo de Jair Bolsonaro, embora ele não seja citado no documento.

Outros bancos federais, o Banco da Amazônia (Basa) e o Banco do Nordeste (BNB) também são associados da Febraban. A assessoria do Basa informou que o assunto não está em discussão no momento. Já a assessoria do BNB não quis comentar.

O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, que está liderando a saída dos bancos públicos da Febraban, disse nesta segunda-feira a interlocutores acreditar que a entidade vai recuar. Os dois bancos privados representam 22,5% do orçamento anual da Febraban. Procurada, a assessoria de imprensa também disse que a Caixa não iria se manifestar, mesmo posicionamento do Banco do Brasil.

Fonte: Portal IG

Bancos não arredam o pé e impasse na Febraban sobre manifesto prossegue

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O impasse entre bancos privados e públicos continua na Federação de Bancos Brasileiros (Febraban), apesar da tentativa de entendimento para amenizar o ruído causado pelo manifesto da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), assinado pela entidade dos bancos, que pede harmonia entres os três poderes. Até aqui, a Febraban decidiu seguir com o voto da maioria de seu conselho diretor e manter o apoio ao texto, sem críticas diretas ao governo, mas que cobra paz em Brasília. As instituições públicas têm, em contrapartida, a expectativa de que o manifesto seja arquivado.

O presidente do Banco do Brasil, Fausto de Andrade Ribeiro, convocou a reunião na segunda-feira à noite e chamou diretamente bancos privados. Segundo interlocutores, ele teria dito que a conversa foi mantida com os dois lados menos tensos e dogmáticos do que a situação dava a entender. Por isso, a expectativa em Brasília é que haja uma solução para o impasse nos próximos dias, provavelmente após o feriado do dia 7, data em que apoiadores do presidente Jair Bolsonaro prometem manifestações pelo País.

Desembarque

Entre os bancos privados, as posições divergem. Para parte dos banqueiros, é possível haver “mediações” que evitem um cenário de saída dos bancos públicos da Febraban. No entanto, se a federação cumprir sua promessa e mantiver a adesão ao documento, que na verdade já é praticamente público, o desfecho deve ser o desembarque de Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil da entidade.

A Caixa foi uma das instituições fundadoras da federação, enquanto o BB aderiu ao grupo em 1970. No governo Lula, o BB entrou na comissão de campanha salarial da Febraban, ou Fenaban, e os acordos salariais fechados pelos bancos privados passaram a valer para os públicos.

Com isso, diminuíram as tensões em torno de salários e greves para os bancos ligados ao governo. Dessa forma, alguns especialistas entendem que a saída das instituições financeiras públicas da federação pode causar algum barulho nos sindicatos que representam os bancários.

Dentro da Febraban, uma eventual saída de ambos é lamentada, mas o clima é vida que segue. Ambas instituições representam 23% do orçamento da Febraban. Procurados, Caixa e BB não comentaram. A Febraban esclareceu nesta quinta-feira (02), que a frase “vida que segue” não pode ser atribuída à entidade, que não emitiu qualquer declaração nesse sentido.

Fonte: Estadão

 

Concurso Banco do Brasil: trabalho remoto promete economia de R$ 1 bilhão

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Ao que tudo indica, os próximos aprovados no concurso Banco do Brasil podem se preparar para a possibilidade de trabalharem em home office. Projetos recentes do banco trazem foco no trabalho remoto e remodelação dos escritórios.

De acordo com Gustavo Henrique, gestor de engenharia e patrimônio do Banco do Brasil, o banco instaurou um projeto, que se transformou em um programa, focado em melhorar a forma de trabalhar e os conceitos de transformação dos espaço.

Com o trabalho remoto, o banco se esforçou para equalizar e melhorar os ambientes e os conceitos de trabalho. Os pilares foram eficiência mobiliária, mudança organizacional e cultura e uma transformação digital com itens de tecnologia

Com isso, os modelos dos escritórios passaram por mudanças. Ao todo, 43 prédios foram utilizados como público alvo, em que foram utilizados o conceito de open space, de compartilhamento de assentos.

Por exemplo, um funcionário do Banco do Brasil, ao trabalhar em home office, poderia agendar uma sala e uma estação de trabalho, compartilhando com outros colegas, em datas pré-definidas.

Estas medidas otimizaram os espaços e em torno de 40% dos edifícios do Banco do Brasil poderão passar por desocupações ou vendas.

“O trabalho remoto é a alavanca que vai trazer a otimização do espaço”, comentou o gerente. “Ao longo de 10 anos, teremos uma economia e eficiência de mais de 1 bilhão de reais”.

Fonte: Direção Concursos

Banco do Brasil pagou PLR aos funcionários no último dia 31 de agosto

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O Banco do Brasil divulgou no dia 30 a tabela com valores da Participação nos Lucros e/ou Resultados referente ao primeiro semestre de 2021. Os valores totais por cargo foram de R$ 7.672,68 para escriturários e R$ 8.307,49 para caixa executivo.

Pelas regras definidas no Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) dos funcionários do Banco do Brasil, o pagamento da PLR só ocorre 10 dias após o pagamento aos acionistas, ou juros sobre capital próprio, aos acionistas – incluindo o governo, que detém 50% das ações do BB; investidores estrangeiros com 21,5%; investidores nacionais com 28,1%; e ações em tesouraria, com 0,4%. Mas, atendendo solicitação da Contraf-CUT, o pagamento será realizado nesta terça-feira (31), no mesmo dia em que será efetuado o pagamento da complementação dos Juros sobre Capital Próprio (JCP) aos acionistas.

“O pagamento antecipado da PLR é uma grande ajuda para os funcionários, que pode fazer uso do recurso que lhe pertence de forma antecipada. Mas, é também o reconhecimento do trabalho que eles desempenham para que o banco obtenha os bons resultados que vem obtendo, mesmo em meio a uma pandemia que está deixando toda a economia em frangalhos”, ressaltou o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), João Fukunaga.

Regras da PLR do BB

A PLR do banco é composta pelo módulo Fenaban e pelo módulo BB.

Pelo módulo Fenaban, o funcionário recebe 45% do salário paradigma definido no acordo, acrescido de parcela fixa a ser definida pelo banco, para cada semestre.

O módulo BB constitui-se de uma parcela composta pela divisão entre os funcionários de 4% do lucro líquido verificado no semestre, mais uma parcela que varia conforme cumprimento do Acordo de Trabalho (ATB) ou Conexão.

Em linhas gerais, não é possível simular previamente a PLR do Banco do Brasil 2021 porque este cálculo depende de diversas variáveis que somente o banco tem as informações, como separar e distribuir o montante para os acionistas; calcular o salário paradigma e a quantidade de salários e o módulo bônus para enfim, fazer o pagamento da PLR.

Fonte: Contraf-CUT

Estado do PR migra folha de pagamento de inativos e pensionistas para o BB

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As contas nas quais aposentados e pensionistas recebem o crédito de benefícios do Governo do Estado serão migradas para o Banco do Brasil. A mudança se fez necessária depois que o contrato entre o Executivo Estadual, firmado por meio da Secretaria da Fazenda, e a instituição bancária foi ampliado.

O diretor-presidente da Paranaprevidência, Felipe Vidigal, explica que os termos anteriores do contrato previam o pagamento de salários dos servidores ativos e que, com a ampliação, o alcance chega também aos aposentados e pensionistas. “A renovação e ampliação do contrato foi efetivada no final do mês de julho. Desde então a parceria entre as instituições tem sido para facilitar e agilizar a migração das contas”, afirma.

A migração completa deve ser concluída até o dia 15 de outubro e requer alguns procedimentos. O primeiro deles é a validação da nova conta, que pode ser feita por meio do aplicativo da instituição bancária e nas agências e, em Curitiba, nos postos de atendimento instalados no Shopping Estação ou diretamente no posto que funciona na Paranaprevidência. Nos atendimentos presenciais não é necessário agendamento prévio.

Caso os beneficiários optem pela modalidade de atendimento presencial, devem levar o RG, contracheque e o comprovante de endereço. “O Banco do Brasil abriu um horário especial para atendimento dos aposentados e pensionistas, das 8h às 10h da manhã, além do horário padrão de atendimento dos bancos, que vai das 10h às 16h”, ressalta Vidigal.

Aposentados e pensionistas que já são correntistas do Banco do Brasil terão suas contas regularizadas automaticamente e aqueles que optarem pela portabilidade, no momento da validação da conta, deverão informar a instituição bancária e número da conta de destino do crédito.

Durante todo este período de migração os beneficiários podem tirar dúvidas diretamente nas centrais de atendimento do Banco do Brasil pelos números 4003.5289 (capitais e regiões metropolitanas) ou pelo 0800.729.5289 (demais regiões). O Call Center da Paranaprevidência também está à disposição pelo 0800.643.0037.

Fonte: Agência Estadual de Notícias

Cliente BB pode contestar compras não reconhecidas no WhatsApp

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Disponível para tirar dúvidas sobre produtos e serviços, o assistente virtual do Banco do Brasil no WhatsApp disponibiliza ainda uma série de outras transações para facilitar a vida do cliente. E agora é possível contestar uma compra com cartão não reconhecida pelo aplicativo de conversas preferido do brasileiro, sem a necessidade de atendimento humano, a qualquer hora e dia da semana. Neste primeiro momento, a novidade está disponível apenas para clientes pessoas físicas.

A funcionalidade, que também está disponível no app BB e no app Ourocard, vale para os casos em que o cartão físico está com o cliente, mas ele não teve participação na compra. Solicitar bloqueio de cartão perdido, roubado ou extraviado também está disponível pelo WhatsApp.

Além disso, o usuário tem atendimento completo pelo canal. Para cartões, por exemplo, é possível receber sua fatura em PDF, verificar o limite do cartão de crédito, alterar o tipo de recebimento da sua fatura, solicitar código de barras para pagamento ou pedir ao assistente que realize o pagamento online do cartão.

No último ano o número de clientes ativos no WhatsApp cresceu cerca de 112% chegando a mais de 5 milhões de usuários em julho de 2021. Só no primeiro semestre desse ano já foram mais de 14,5 milhões de conversas com o assistente virtual, um aumento de 120% em relação ao primeiro semestre de 2020.

Novas funcionalidades no WhatsApp

Demanda frequente dos clientes ao assistente virtual, correntistas e não correntistas já podem solicitar a segunda via de cartão também pelo WhatsApp. Além disso, agora os cartões de algumas parcerias também podem ser liberados pelo canal. Por meio de um link no app do parceiro, os clientes não correntistas são direcionados ao WhatsApp BB e podem fazer a liberação por lá.

O BB tem investe em tecnologia para ganhar eficiência no atendimento em todos os canais, garantindo a conveniência para os clientes, independentemente do canal de sua preferência. Para conversar com o WhatsApp BB, basta salvar o número (61) 4004-0001 e iniciar uma conversa.

Pelo WhatsApp, dá pra fazer as seguintes transações:

• Pix – Cadastrar e Consultar Chave, Enviar, Receber e Extrato
• Consultas – Saldos, Extratos, Código IBAN e Código SWIFT
• Pagamentos – Contas, Boletos, Impostos e IPVA
• Transferências – Entre contas BB
• Cartões – Limite, Vencimento, Fatura, Pagamento, Rastreio e Consulta de Benefícios
• Benefícios – BEM e Auxílio Emergencial
• Dívidas – Renegociação e 2ª Via de Boleto
• Recargas – Celular e Bilhete Único SPTrans
• Encontre o BB – Pesquisar Dados de uma Agência
• Open Banking – Informações, Como Aderir, Vantagens e Portal do Desenvolvedor
• INSS – Portabilidade do benefício

Fonte: Banco do Brasil

Banco do Brasil inova e lança cobrança bancária pelo WhatsApp

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Os clientes do Banco do Brasil agora podem registrar boletos, fazer comando de instrução e consultas pelo WhatsApp. De forma simples e intuitiva, o BB é a primeira instituição financeira a permitir a emissão de boletos em uma tela de conversas pelo WhatsApp.

Para utilizar a funcionalidade, o cliente acessa o WhatsApp do BB (61) 4004-0001, inicia uma conversa com o especialista PJ, o assistente virtual do BB no aplicativo, digitando “#PJ” e escreve “Preciso registrar um boleto”. Na tela de conversas, serão solicitadas as informações do pagador do boleto (CPF, nome, endereço, complemento) e os detalhes de pagamento (valor, vencimento). Confirmadas as informações, o boleto é gerado e o cliente já pode encaminhar ao pagador.

Além do registro, também é possível realizar consultas, bastando digitar “Preciso consultar um boleto”, e alterar boletos registrados com comandos de instrução “Preciso alterar um boleto”. As duas opções permitem a geração de um PDF para compartilhamento.

“Imagine o pequeno empreendedor, que já usa o WhatsApp para atender clientes e lidar com fornecedores. Ele tem que fazer tudo, está sempre envolvido com seu negócio. Vende, entrega, atende os clientes, lida com sua equipe. Com essa solução via WhatsApp, com pouquíssimos dados, ele conseguirá emitir um boleto e enviar para seus próprios clientes. Ou seja, estamos ajudando nosso cliente PJ a aumentar sua chance de receber pagamentos com uma solução de extrema simplicidade e facilidade, suportada por inteligência artificial”, conta Pedro Bramont, diretor de negócios digitais do Banco do Brasil.

Assistente PJ

Em 2020, o BB saiu na frente e foi o primeiro banco a oferecer um assistente especializado em pessoa jurídica no WhatsApp. Além das transações da cobrança, o assistente realiza atendimentos sobre crédito, capital de giro, desconto de títulos, desconto de cheques, folha de pagamentos, conta corrente, cartão de crédito, suporte técnico e realiza consultas de saldo, extrato e limite do cartão.

Fonte: Banco do Brasil

 

Banco do Brasil terá que prestar esclarecimento ao Procon do RJ sobre pane

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O Banco do Brasil foi notificado pelo Procon Carioca a prestar esclarecimentos sobre problemas no sistema da instituição, no último dia 27, que deixou por cera de sete horas os 54 milhões de clientes do banco sem acesso ao aplicativo, a cartões de crédito e débito, a operações via internet banking e Pix.

O Procon Carioca informa ter relatos de usuários com dificuldades de realizar saques e transferências inclusiva nas agências bancárias.

Em nota, Igor, Costa, diretor executivo do Procon Carioca, diz que o objetivo é apurar se houve infração ao Código de Defesa do Consumidor, já que a falta dos serviços levou muitos clientes a passar por constrangimento, como não ter suas comprar autorizadas ao usar cartões débito ou credito.

O órgão de defesa do consumidor quer saber quais as providências o banco irá tomar nos casos em que os usuários não conseguiram realizar suas transações e, consequentemente, perderam os prazos. Outra questão que a instituição terá que responder é sobre a estratégia de comunicação do problema aos clientes.

O BB terá 10 dias, a partir da notificação, para apresentar a defesa ao Procon Carioca.

Procurado, o Banco do Brasil informa que “ainda não consta o registro em seus sistemas da notificação emitida nesta data pelo Procon Carioca, mas antecipa que vai prestar todas as informações requeridas no prazo determinado pela autarquia”.

Fonte: Jornal Extra

 

Concurso BB: mais de 40 mil inscritos no cargo de Agente de Tecnologia

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Ao todo, mais de 40 mil candidatos se inscreveram no concurso Banco do Brasil para o cargo de Agente de Tecnologia, que oferta 240 vagas imediatas para lotação de Brasília.

O número exato de inscritos é de 40.224 para o cargo de Agente de Tecnologia, sendo a divisão por ampla, cotas de negros e de pessoas com deficiência:

  • Ampla concorrência: 31.734 inscritos
  • Pessoas Negras: 7.932 inscritos
  • Pessoas com Deficiência: 558 inscritos

Com isso, a demanda total de candidatos por vaga é de aproximadamente 167 candidatos/vaga. Considerando o valor das vagas imediatas e de Cadastro de Reserva, a demanda seria de 83,8 candidatos/vaga.

Enquanto isso, a quantidade de inscritos ao cargo de Agente Comercial foi de 1.605.751 candidatos. A região Sudeste contou com a maior quantidade de interessados, com 595.690 inscritos.

O prazo final para o pagamento da taxa de inscrição do concurso Banco do Brasil ocorreu no dia 9 de agosto. Agora, candidatos se preparam para aplicação das provas previstas para o dia 26 de setembro.

O edital do concurso Banco do Brasil foi publicado com a oferta de 2.240 vagas imediatas e 2.240 para formação de cadastro de reserva no cargo de escriturário, que exige nível médio. A remuneração inicial é de R$ 3.022,37.

Fonte: Direção Concursos

 

BB e Caixa decidem deixar Febraban; Guedes e Campos Neto foram avisados

Publicado em: 29/08/2021

O Banco do Brasil e a Caixa resolveram deixar a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e já avisaram a decisão ao ministro da Economia, Paulo Guedes, e ao presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, conforme apurou o Estadão/Broadcast. O motivo da saída se deve a um manifesto que a Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) deve publicar na terça-feira com um pedido de harmonia entre os três Poderes. A Febraban é signatária do documento.

O entendimento dos bancos públicos, de acordo com fontes, é que a instituição, que representa o setor no País, é privada e está se posicionando de forma política, o que ambos, controlados pelo governo, discordam.

A informação sobre o desembarque de BB e Caixa da Febraban foi antecipada pelo colunista Lauro Jardim, de O Globo.

Os dois bancos teriam encaminhado nota à Febraban, comunicando a saída da entidade caso o manifesto seja publicado. Segundo relatos colhidos pela reportagem, ambos se posicionaram contra a adesão à iniciativa, que foi votada na instituição e teve concordância da maioria. O assunto tem sido discutido há uma semana. O manifesto não cita o presidente Jair Bolsonaro, mas traz críticas implícitas à gestão de Paulo Guedes e foi encarado pelos bancos públicos como uma claro ataque à política econômica. Isso porque no texto, obtido pelo Estadão/Broadcast, as entidades que o assinam pedem “medidas urgentes e necessárias” para o Brasil superar a pandemia, voltar a crescer e gerar empregos para, assim, “reduzir as carências sociais” que “atingem amplos segmentos da população”.

No governo, quem liderou o movimento de ruptura dos bancos públicos com a Febraban foi o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, que mantém grande proximidade com Bolsonaro.

A relação dos bancos públicos com os privados já estava ruim na Febraban, ao ponto de uma associação nacional dos bancos públicos estar sendo cogitada. O manifesto da Fiesp, intitulado “A praça é dos três Poderes”, foi assinado por diversas entidades da sociedade civil. Juntas, destacam no documento, que veem com “grande preocupação” a “escalada de tensões e hostilidades entre as autoridades públicas”.

“O momento exige de todos serenidade, diálogo, pacificação política estabilidade institucional e, sobretudo, foco em ações e medidas urgentes para que o Brasil supere a pandemia, volte a crescer, a gerar empregos e assim possa reduzir as carências sociais que atingem amplos segmentos da população”, afirmam as entidades, no manifesto.

O documento pede ainda a harmonia como “regra” entre o Legislativo, o Executivo e o Judiciário. Nenhum dos poderes, defende, é “superior em importância”, nenhum “invade o limite” dos outros e um “não pode prescindir” dos demais. “Em resumo, a harmonia tem de ser a regra entre eles”, afirmam as entidades no manifesto, que defende como “primordial” que todos os ocupantes de cargos relevantes da República “sigam” a Constituição.

Resposta

A cúpula dos dois bancos oficiais contesta uma parte específica do texto: “As entidades da sociedade civil que assinam este manifesto veem com grande preocupação a escalada de tensões e hostilidades entre as autoridades públicas. O momento exige de todos serenidade, diálogo, pacificação política, estabilidade institucional e, sobretudo, foco em ações e medidas urgentes e necessárias para que o Brasil supere a pandemia, volte a crescer, a gerar empregos e assim possa reduzir as carências sociais que atingem amplos segmentos da população”.

Para eles, “o Brasil já está crescendo, a economia está em ‘retomada em V’ e já está gerando empregos” e, portanto, o manifesto não faz sentido.

Nas duas instituições, há uma ala que se preocupa se a saída pode ser questionada por órgãos de controle, como Tribunal de Contas da União (TCU) e Ministério Público Federal (MPF), ficando caracterizado como ingerência política. Além disso, o desligamento dos dois maiores bancos da associação que representa as instituições financeiras pode ter consequências em “objetivos comuns”, como a reforma tributária, em que todos estão do mesmo lado.

Procurados, BB e Caixa não comentaram o assunto. A Febraban afirmou que não comenta sobre posições atribuídas a seus associados. Sobre o manifesto da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, disse que o documento foi “dirigido a várias entidades e que o assunto foi submetido à governança da Febraban, como é usual”.

Fonte: Estadão

 

Banco do Brasil aprova R$ 527,136 milhões de remuneração aos acionistas em JCP

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O Banco do Brasil (BBAS3) informou nesta sexta-feira (27) que, em reunião de 18 de agosto, foi aprovado o valor de R$ 527,136 milhões a título de remuneração aos acionistas sob a forma de Juros sobre o Capital Próprio (JCP), relativos ao terceiro trimestre de 2021, correspondendo a R$ 0,18473964825 por ação.

Os JCP serão pagos em 30 de setembro e terão como base a posição acionária de 13 de setembro, sendo as transferências de ações a partir de 14 de setembro efetuadas “ex” JCP.

O banco estatal destaca que o crédito será por conta corrente, poupança-ouro ou por caixa.

Fonte: Infomoney

Grandes bancos fecham 642 agências no 1º semestre de 2021

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Quatro entre os cinco maiores bancos do país fecharam juntos 642 agências e postos de atendimento no primeiro semestre de 2021, segundo os balanços a investidores publicados nas últimas semanas pelo Banco do Brasil, Bradesco, Itaú Unibanco e Santander.

O fechamento de agências atingiu 3,7% de espaços físicos que os quatro bancos disponibilizavam no final de 2020, reduzindo o número de unidades a pouco mais de 17 mil em todo o país.

O saldo é de 597 agências fechadas se considerados os 5 grandes bancos do país, já que a Caixa anunciou que abriu 45 agências nos primeiros seis meses do ano, seguindo caminho inverso em relação aos concorrentes.

A tendência de redução de espaços físicos já havia sido verificada ao longo de 2020 e em anos anteriores, mostrando um movimento de substituição do atendimento presencial pelo uso de canais digitais. A transformação foi acelerada pela pandemia e pelo lançamento de novos serviços como o Pix.

O banco com maior número de fechamentos foi o Banco do Brasil, com 305 espaços, que atribuiu a mudança a um movimento de “reorganização institucional” anunciado em janeiro e que prevê a desativação de 361 unidades.

Depois aparecem Bradesco, com 227 fechamentos, Santander, com 100, e Itaú Unibanco, com 10.

O presidente executivo do Bradesco, Octavio de Lazari Júnior, já afirmou em balanço da entidade que o movimento de clientes em direção aos serviços digitais permite essa transformação e a “racionalização da rede”. No primeiro semestre, por exemplo, 98% das transações do banco foram feitas pelos canais digitais. O crescimento do uso de serviços digitais é uma realidade também dos demais bancos.

Parte dos bancos também reduziu o quadro de funcionários na mesma estratégia de redução do atendimento presencial e foco em serviços digitais.

O caso mais emblemático é novamente o Banco do Brasil, que terminou o semestre com 6.155 colaboradores a menos do que no final de 2020 – uma redução de 6,7% no quadro de 91 mil empregados.

A restruturação anunciada pelo banco em janeiro incluía um programa de demissão voluntária, que teve a adesão de 5.533 funcionários, conforme divulgação do Banco do Brasil. A instituição não detalhou por que o número de demissões registrado nos balanços foi maior que o anunciado como resultado do PDV.

O Bradesco ficou em segundo lugar nesse quesito, com redução de 2.213 funcionários.

Já o Santander teve mais admissões do que demissões e terminou o semestre com novos 1.827 profissionais. O Itaú Unibanco também teve mais admissões e ficou com saldo positivo de 1.750 novos trabalhadores. O banco atribui o crescimento ao investimento em tecnologias e na incorporação de trabalhadores dessa área.

A Caixa é o único grande banco que tem plano de expansão de agências. A empresa anunciou em julho que serão inauguradas 268 novas unidades, sendo 100 especializadas no agronegócio. “O banco estará presente em todos os municípios brasileiros com mais de 40 mil habitantes”, afirma a instituição.

O balanço da Caixa não detalha o número total de colaboradores, impedindo a análise sobre possível ampliação ou redução do quadro.

Fonte: R7

Ação do Banco do Brasil está descontada; o problema é o governo

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Mesmo com descontos e negociando a múltiplos atraentes, analistas seguem pessimistas com os papéis do Banco do Brasil (BBAS3), muito por conta da interferência política na companhia.

A Ativa elevou o preço-alvo do banco de R$ 35 para R$ 38, o que implica potencial de alta de 29,8% ante o último fechamento.

“O Banco do Brasil é dono da maior carteira de crédito do país e possui diferenciais competitivos interessantes, como sua forte participação no crédito rural, que lhe garante resiliência em momentos adversos”, aponta o analista Leo Monteiro.

Ele lembra ainda que por ser uma empresa estatal, possui um P/VPA (Preço sobre Valor Patrimonial por Ação) menor que seus concorrências privados, o que abriria margem para uma possível valorização caso houvesse melhora na gestão do banco e redução nos riscos de interferência política.

“Entretanto, as recentes ações do governo, com demissões de diretores de estatais e ameaças ao programa de reformulação administrativa do banco, nos tornam céticos sobre uma possível melhora na governança e, portanto, optamos por nos manter neutros”, diz.

O ex-CEO André Brandão renunciou ao cargo em abril após abrir divergências com o presidente Jair Bolsonaro por conta do fechamento de agências.

O desgaste começou em janeiro: o BB anunciou um plano para fechar 361 agências e programa de demissão voluntária para 5 mil funcionários, o que não agradou o presidente.

“Apesar do desconto que o Banco do Brasil possui sobre seus pares privados, fruto da precificação de seu risco político no valuation, as recentes intervenções do Governo Federal no banco nos tornam céticos quanto ao fechamento desse desconto em um horizonte projetável”, completa.

Monteiro argumenta que os índices de inadimplência e cobertura do BB se encontram em patamares saudáveis e em linha com o esperado pelo setor.

A carteira de crédito também é um ponto positivo: por ser conservadora em relação aos outros bancos, apresenta menor risco.

No segundo trimestre, o Banco do Brasil lucrou R$ 5 bilhões, alta de 52% ante mesmo período do ano passado.

O número ficou um pouco acima do consenso do mercado, que esperava lucro de R$ 4,5 bilhões.

As provisões para devedores duvidosos caíram 49,8% ano a ano, embora tenham crescido 13,8% na base sequencial.

Fonte: Money Times