Acionistas do Banco do Brasil felizes com o retorno total de 106%

Publicado em: 29/08/2021

Os acionistas podem estar preocupados em ver um arquivo Banco do Brasil SA (BVMF: BBAS3) O preço das ações de (BVMF: BBAS3) caiu 10% no mês passado. Pelo lado positivo, o preço das ações subiu na última meia década. No entanto, não estamos muito impressionados com o fato de o preço das ações ter subido apenas 65%, abaixo do retorno do mercado de 144%.

Confira nossa última análise do Banco do Brasil

Embora os mercados sejam um mecanismo poderoso de precificação, os preços das ações refletem o sentimento do investidor, não apenas o desempenho do negócio principal. Uma maneira de examinar como o sentimento do mercado mudou ao longo do tempo é observar a interação entre o preço das ações de uma empresa e o lucro por ação (EPS).

Ao longo de meia década, o Banco do Brasil conseguiu aumentar o lucro por ação em 4,5% ao ano. Esse crescimento do EPS é mais lento do que o crescimento do preço das ações de 11% ao ano, no mesmo período. Isso indica que os participantes do mercado dão mais importância à empresa atualmente. Isso não é necessariamente surpreendente, dado o recorde de crescimento dos lucros em cinco anos.

O gráfico abaixo mostra como o EPS mudou ao longo do tempo (valores exatos revelados clicando na imagem).
BOVESPA: Crescimento de Dividendos BBAS3 em 11 de julho de 2021

Isso é incrível Sem custos O relatório interativo sobre ganhos, receitas e fluxo de caixa do Banco do Brasil é um ótimo lugar para começar, se você quiser investigar mais a fundo ações.

E os dividendos?

Além de medir o retorno do preço das ações, os investidores também devem considerar o retorno total para o acionista (TSR). Enquanto o retorno do preço das ações reflete apenas a mudança no preço das ações, o TSR inclui o valor dos dividendos (presumindo que sejam reinvestidos) e o benefício de qualquer aumento de capital descontado ou incidental. Portanto, para empresas que pagam dividendos generosos, o TSR costuma ser muito maior do que o retorno do preço das ações. Ressaltamos que, para o Banco do Brasil, o TSR dos últimos cinco anos foi de 106%, valor melhor do que o referido retorno do preço da ação.

Fonte: Bem Mais Brasília

 

PLR Banco do Brasil 2021 será creditada em 31 de agosto

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A pedido da Contraf-CUT e do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região, o Conselho de Administração do BB aprovou o pagamento da PLR Banco do Brasil 2021 aos funcionários na terça-feira 31 de agosto, mesma data em que serão distribuídos os dividendos aos acionistas.

“Os funcionários deram duro para chegar ao lucro atingido. Nada mais justo eles terem direito a receber esse valor o mais rapidamente possível. Acionista não faz parte da geração do lucro, mas é a parte que explora, através do capital, os trabalhadores para aumentar cada vez mais o lucro para seus dividendos, que inclusive são livres de tributação, ao contrário da PLR”, disse João Fukunaga, coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB).

O pagamento da PLR Banco do Brasil 2021, conquistada após a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho na Campanha Nacional de 2020, só ocorre após a distribuição de dividendos, ou juros sobre capital próprio, aos acionistas – incluindo o governo, que detém 50% das ações do BB; investidores estrangeiros com 21,5%; investidores nacionais com 28,1%; e ações em tesouraria, com 0,4%.

Em linhas gerais, não é possível simular previamente a PLR do Banco do Brasil 2021 porque este cálculo depende de etapas: separar o montante para os acionistas; fazer a distribuição para os acionistas; calcular o salário paradigma, a quantidade de salários e o módulo bônus para, enfim, fazer o pagamento da PLR.

O Acordo Coletivo de Trabalho do BB sobre PLR (ACT PLR Banco do Brasil 2020/2022) prevê o pagamento 10 dias úteis após a distribuição de dividendos, e todo semestre o Sindicato, por meio da Contraf-CUT, reivindica sempre a antecipação, tendo conseguido em anos anteriores.

  • Agosto de 2019: os acionistas receberam em 30 de agosto, e a PLR foi paga no mesmo dia;
  • Março de 2020: os acionistas receberam em 5 de março, e a PLR foi paga no mesmo dia;
  • Setembro de 2020: os acionistas receberam em 31 de agosto e foi um ano de renovação; do ACT, então a PLR foi paga após a assinatura do acordo, em 20 de setembro;
  • Março de 2021: os acionistas receberam no dia 3 de março e a PLR foi paga no dia 12.

“A rotina do funcionário do BB é cumprir metas cada vez maiores em meio a um cenário de pandemia, enfrentar sobrecarga por conta da redução do número de funcionários, menores oportunidades de crescimento profissional, e ameaças de perda de função, ou descomissionamento”, afirma Fukunaga.

“Esse cotidiano massacrante muitas vezes impede o funcionário de se atentar para outras questões que afetam o banco e, consequentemente, os funcionários, incluindo a redução do share no agronegócio, a concorrência das Fintechs, a ameaça do Open Banking e as ameaças constantes de privatização, a qual parte dos funcionários não acredita, mas que já foi defendida muitas vezes, inclusive pelo atual ministro da Economia, Paulo Guedes, na reunião ministerial divulgada em maio do ano passado, na qual o presidente disse cogitar a questão após 2022”, argumentou Ernesto Izumi, dirigente do Sindicato dos Bancário de São Paulo e conselheiro deliberativo da Previ.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

BB libera R$ 2 bi para recuperação de lavouras atingidas por geada

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O Banco do Brasil (BB) vai financiar os agricultores afetados pelas fortes geadas ocorridas no mês de julho em regiões produtoras de café e cana-de-açúcar. Ao todo, pouco mais de R$ 2 bilhões foram reservados para essa ação. O anúncio foi feito durante cerimônia no Palácio do Planalto, com a participação do presidente Jair Bolsonaro, ministros e autoridades.

“A gente ainda tem uma estimativa de 18% a 20% de perdas, mas que ainda leva um tempo para verificar o tamanho real das perdas que ocorreram com as geadas”, afirmou a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, durante o evento. Levantamento preliminar do governo federal indica que mais de 200 mil hectares de cafezais foram atingidos em Minas Gerais, São Paulo e Paraná, na pior geada em 19 anos.

Parte do recurso para a recuperação dessas lavouras, cerca de R$1,3 bilhão, foi remanejado pelo do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé), em decisão tomada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) na semana passada. A outra parte de R$ 1 bilhão será um aporte da carteira de crédito rural do próprio BB, e também será viabilizada para a recuperação de lavouras de cana-de-açúcar, que também tiveram áreas atingidas pela geada em São Paulo e no Mato Grosso do Sul.

Durante a solenidade, o presidente do BB Fausto Ribeiro também anunciou o programa BB Investimento Agro para viabilizar créditos de R$ 8,5 bilhões em diferentes ações voltadas para o setor. A maior parte desses recursos, cerca de R$ 5,5 bilhões, serão destinados para o financiamento de recuperação de pastagens, projetos de energia renovável, irrigação, produção integrada na avicultura e suinocultura, além da aquisição de máquinas e equipamentos agrícolas. Outros R$ 2 bilhões irão para projetos de armazenagem e mais R$ 1 bilhão será aplicado em um consórcio para apoiar pequenos e médios produtores na aquisição de silos, com prazo de até 240 meses.

Fonte: Agência Brasil

Banco do Brasil lança emissão de boletos por WhatsApp

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Os clientes do Banco do Brasil (BB) agora podem emitir, consultar e alterar boletos bancários pelo WhatsApp. Pioneiro no Brasil, o sistema de cobrança bancária por chat foi lançado nesta semana e, segundo a instituição financeira, beneficiará principalmente pequenos empreendedores.

Para usar a ferramenta, o cliente deve acessar o WhatsApp do BB e iniciar uma conversa com o especialista PJ, o assistente virtual do banco no aplicativo, digitando “#PJ”. Em seguida, basta escrever “Preciso registrar um boleto” para aparecerem instruções na tela de conversas. As informações são da Agência Brasil.

O aplicativo pedirá as informações do pagante (CPF, nome, endereço, complemento) e os detalhes de pagamento (valor, vencimento). O boleto é gerado assim que as informações forem confirmadas, com o cliente podendo encaminhá-lo ao destinatário.

O recurso também permite a realização de consultas, quando o usuário digita “Preciso consultar um boleto”. Os documentos podem ser alterados com o comando “Preciso alterar um boleto”. As duas opções permitem a geração de um PDF para compartilhamento.

No ano passado, o BB foi o primeiro banco a oferecer um assistente especializado em pessoa jurídica no WhatsApp. Além das transações da cobrança, o assistente faz atendimentos sobre crédito, capital de giro, desconto de títulos, desconto de cheques, folha de pagamentos, conta corrente, cartão de crédito e suporte técnico. A ferramenta também permite consultas de saldo, de extrato e de limite do cartão.

Fonte: Extra Globo

BB não pode negar informações sobre contas públicas, diz MP do Ceará

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Após atuação do Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE), a Justiça determinou que o Banco do Brasil não se negue a prestar informações sobre contas públicas, em especial de Prefeituras do Ceará, quando solicitado pelo MPCE no curso de investigações que tratem de irregularidades administrativas. A decisão, ratificada na segunda instância, transitou em julgado após a instituição bancária não ter recorrido a instâncias superiores.

Conforme o MPCE, através do promotor de Justiça Ricardo Rocha, o Banco do Brasil, com a justificativa do sigilo bancário, recusou-se a fornecer cópias dos cheques públicos e não prestava todos os detalhes solicitados de contas bancárias de titularidade de entes públicos. A não apresentação desses dados, considerados imprescindíveis pelo Ministério Público Estadual, acabava por prejudicar a conclusão das investigações.

Com o trânsito em julgado, portanto, o Banco do Brasil, por meio de suas Agências no Estado do Ceará e por seus representantes legais, terá que, obrigatoriamente, fornecer informações e dados cadastrais e de movimentações bancárias relativas a contas movimentadas por entidades integrantes da Administração Pública, Federal, Estadual e Municipal (extratos, cheques, ordens de pagamento, DOCs, TEDs, etc), sempre que requisitados pelo MPCE, sob pena de multa diária no valor de R$ 5 mil.

Fonte: Agora Ceará

 

BB amplia e refina serviço para megaprodutores do agronegócio

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O Banco do Brasil está expandindo o atendimento a megaprodutores rurais, com renda bruta anual superior a R$ 10 milhões – alguns superam R$ 300 milhões. Transformou seis escritórios “private” em espaços exclusivos para o setor e criou mais dois, em Barreiras (BA) e Ribeirão Preto (SP).

No Brasil, são 26 no total, que contam com gerentes (bankers) exclusivos para tratar de crédito, investimentos, fixação de preços de commodities e outros serviços. Renato Proença, gerente-geral de Private Bank do BB, diz que mais 20 bankers serão contratados, para chegar próximo de cem no fim do ano. Com eles, espera conquistar mil a 1,3 mil grupos familiares em um ano, além dos atuais 2 mil. “O setor vem se sofisticando e as necessidades, mudando”, afirma.

Fermento. Nos primeiros seis meses de 2021, a carteira de agronegócio de Private Bank do BB aumentou 16% em relação ao fim do ano passado, chegando a R$ 27 bilhões. Até dezembro, o plano é alcançar de R$ 30 bilhões a R$ 31 bilhões, cerca de 30% a mais do que em 2020. Proença conta que o BB atende, em média, 60% da demanda de crédito dos mega-agricultores e quer chegar a 62% até o fim da safra 2021/2022, em junho do ano que vem.

Diferencial. Além dos serviços financeiros, os produtores “private” têm acesso a consultoria para jovens sucessores, orientações sobre governança e a uma “confraria” de agricultores com negócios afins, por meio de reuniões virtuais. Do lado do crédito, conseguem recursos para o custeio da safra e investimentos na fazenda, em parte obtidos por linhas do Plano Safra, mas também por linhas comerciais, títulos e produtos do mercado de capitais.

Posições. Os espaços exclusivos do agro do BB Private estão nos municípios de Goiânia (GO), Rondonópolis e Sorriso (MT), Campo Grande (MS), Uberlândia (MG), São José do Rio Preto (SP), além de Barreiras e Ribeirão Preto. Proença diz que os 20 novos bankers atenderão o Sul, São Paulo, Centro-Oeste e novas fronteiras do Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia).

Agora vai. A Associação Brasileira dos Produtores de Algodão

(Abrapa) está otimista com a adoção do “Blue Card”, uma espécie de visto que vai atestar a qualidade da pluma nacional exportada. A expectativa é que os trâmites para o selo avancem após a aprovação pelo Ministério da Agricultura, na última semana, da certificação voluntária de produtos de origem vegetal. “A ideia é adotar o selo para a próxima safra, 2021/22”, diz Júlio Cézar Busato, presidente da Abrapa.

Disputa. A iniciativa da Abrapa é inspirada no “Green Card”: selo de qualidade para o algodão norte-americano, principal concorrente da fibra brasileira no exterior. Com o Blue Card, a Abrapa espera aumentar a valorização da pluma local. “Em 2020, comprador asiático pagou em média 11% mais pelo algodão dos EUA com green card que pelo brasileiro”, comenta Busato.

Faça chuva… Eduardo Kerbauy, diretor de Mercado Brasil da New Holland Agriculture, acredita que o provável esgotamento dos recursos do programa Moderfrota antes do fim do ano não desestimulará produtores a comprar máquinas agrícolas. “Este será o melhor dos últimos cinco anos”, afirma. Segundo ele, a necessidade de modernizar a frota e os preços remuneradores das commodities estimularão os investimentos. O dinheiro do programa deve acabar no último trimestre, estima o executivo, mas a partir daí os agricultores deverão buscarão alternativas como CDC, crédito de fundos constitucionais regionais ou mesmo recursos próprios.

… ou faça sol. As vendas de tratores da marca cresceram 30% no primeiro semestre e as de colheitadeiras, 40%, garantindo, no segundo caso, um ganho de participação, diz Kerbauy, sem abrir o porcentual. Não só a atividade agrícola está contribuindo para o resultado deste ano, com destaque para grãos e algodão, como também a pecuária, que demanda tratores e outros equipamentos, como forrageiras, para transportar forragem para os animais.

Menos terra. Estudo da Neo Agro mostra que o uso de tecnologia que eleva a produtividade evitou a abertura de 11 milhões de hectares de terras no Brasil nos últimos dez anos. O efeito “poupa terra” é calculado considerando-se a área que seria necessária para a produção crescer os 57% reportados em uma década, segundo Luciano Vacari, diretor da consultoria. “Técnicas utilizadas para elevar o rendimento em uma mesma área evitaram a expansão”, diz.

Mais alimento. Em dez anos, a produtividade agrícola brasileira passou de 3,27 toneladas de grãos por hectare para 3,79 t/ha, avanço de 16%. O período considera as safras 2011/12, quando o Código Florestal começou a valer, e a temporada mais recente, de 2020/21.

Fonte: Estadão

 

54 milhões de clientes do Banco do Brasil sofrem com pane em sistema

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Clientes do Banco do Brasil estão relatando enormes dificuldades para acessar o sistema do Banco do Brasil. Nada funciona. Nem PIX, nem cartão de débito e crédito, nem depósitos e transferências entre contas. Os problemas perduram desde às 15h desta sexta-feira (28/08).

Segundo o Banco do Brasil, não se trata de um ataque de hackers, como o que paralisou todo o sistema das Lojas Renner. A instituição classifica o problema como “instabilidade”, mas que está demorando muito para ser resolvida. Pelo menos 54 milhões de pessoas foram afetadas.

Jorge Gonçalves, cliente do BB, diz que está precisando transferir uma quantia para a conta da irmã, mas não consegue. “É um absurdo o que está acontecendo. E a gente liga para o banco e ninguém sabe dizer exatamente o que ocorreu”, afirma.

Andreia Conforti conta que passou a maior vergonha no supermercado, pois não conseguiu usar nem o cartão de crédito nem o de débito. “Infelizmente, não tinha dinheiro suficiente na carteira para pagar as compras. Deixei tudo no caixa”, afirma.

Por meio de sua assessoria, o Banco do Brasil assegura que o sistema está sendo restabelecido aos poucos, mas não dá previsão para quando os serviços estarão normalizados. “Estamos muito dependentes dos bancos. Creio que está faltando investimentos em tecnologia”, afirma Jorge Gonçalves.

Fonte: Blog do Correio Braziliense

 

Bancária que trabalhou mais de três anos em outra cidade tem direito a adicional

Publicado em: 19/08/2021

O adicional de transferência deve ser pago ao trabalhador sempre que ele se vê obrigado a prestar seus serviços em outra localidade de maneira temporária. Com esse entendimento, a 6ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho manteve a condenação de um banco a indenizar uma funcionária que passou três anos e meio trabalhando em outro estado sem ter levado com ela a família.

Durante o período, a empregada do Banco do Brasil S.A., que é de Florianópolis, prestou serviços à instituição bancária em Curitiba. Segundo o juízo de primeiro grau e o Tribunal Regional do Trabalho da 9ª Região (PR), a transferência decorreu da reestruturação da empresa, que centralizou os Núcleos de Apoio aos Negócios de Crédito (Nucacs) em Curitiba, o que obrigou a bancária a ir trabalhar lá, deixando a família na capital catarinense enquanto esperava uma oportunidade de retornar. Assim, não há como considerar a transferência definitiva pelo simples fato de ter durado mais de três anos.

No recurso de revista apresentado ao TST, o Banco do Brasil argumentou justamente que a transferência foi definitiva, o que afastaria o direito ao adicional.

O relator do recurso, ministro Augusto César, explicou que, de acordo com a Orientação Jurisprudencial (OJ) 113 da Subseção I Especializada em Dissídios Individuais (SDI-1), o pressuposto legal para legitimar o pagamento da parcela é a transferência provisória.

“Os dados fáticos devem ser analisados em conjunto, não bastando o exame de um único fator, como o tempo, mas, sim, a conjugação de ao menos três desses requisitos: o ânimo (provisório ou definitivo), o interesse da transferência (se do empregador ou do empregado), a sucessividade de transferências e o tempo de duração”, afirmou o ministro, para quem a transferência para Curitiba não foi definitiva porque, em razão das alterações estruturais promovidas pelo banco, ela não tinha outra opção de trabalho. A decisão foi unânime.

Fonte: Consultor Jurídico com assessoria de imprensa do TST

 

Banco do Brasil precisa ser muito mais que um banco

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As resoluções aprovadas pelas delegadas e pelos delegados do 32º Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil, realizado no dia 8 de agosto, abordam – entre outros pontos – a atuação do Banco do Brasil em um governo democrático e popular.

“O Banco do Brasil precisa ser fortalecido como banco público e não pode ser privatizado. Defendemos que o BB, como instituição pública integrada a um programa de governo democrático e popular, deve orientar sua forma de atuação de acordo com as necessidades da maioria da população brasileira”, afirma o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), João Fukunaga.

Para os funcionários do banco, o BB deve continuar a atuação como um banco múltiplo, com operações características de toda instituição financeira. “A atuação do banco em todos os serviços e operações características do sistema financeiro garantem resultados para que ele possa também direcionar suas atividades para áreas que devam ser prioritárias para sua atividade de empresa pública. Mas deve ir além, e contribuir com o desenvolvimento econômico, com a sustentabilidade e com a inclusão das pessoas físicas e jurídicas que tenham dificuldade de acessar os serviços financeiros.”

Nos próximos dias, uma série de matérias da Contraf-CUT (veja link abaixo) irá detalhar resoluções aprovadas pelos delegados 32º Congresso Nacional funcionários do Banco do Brasil, e destacar algumas áreas de atuação que o Banco do Brasil deve avaliar e adotar como prioritárias em sua função de banco público.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

BB e CEF precisam rever decisão de fechar agências no interior, diz senador

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Em pronunciamento nesta quarta-feira (18), o senador Rogério Carvalho (PT-SE) pediu que os presidentes do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal revejam a decisão de fechar agências bancárias em cidades do interior do país.

Segundo ele, por causa dessa medida, muitas pessoas são obrigadas a se deslocar para outros municípios, em viagens de até 60 quilômetros, para ter acesso às agências dessas instituições.

— Esses bancos têm um papel fundamental na economia das cidades pequenas do interior do Nordeste. Têm um papel social fundamental. Essas cidades vivem da agricultura familiar. O Banco do Brasil tem um papel importante no financiamento agrícola. A Caixa Econômica Federal tem um papel fundamental na destinação dos benefícios sociais de todas as naturezas, além de ser o banco responsável pela linha de crédito para a habitação popular — ressaltou.

Fonte: Agência Senado

 

Concurso Banco do Brasil 2021: confira a concorrência por região

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O concurso Banco do Brasil 2021 surpreendeu a todos devido a seu alto número de inscritos, que entrou para a história! Confira aqui a divisão desse número por regiões do país.

O concurso, que está sob a organização da Fundação Cesgranrio , recebeu mais de 1,6 milhão de inscritos. As inscrições se encerraram no último dia 7 de agosto de 2021.

Na última quinta-feira, 12 de agosto, foi divulgada a relação do número de inscritos para as regiões do país. Confira:

O concurso nacional que entrou para a história por seu número de inscrições oferece 4.480 vagas de nível médio para o cargo de Escriturário. A metade desse número, 2.240, será destinada a formação de cadastro reserva.

Os contratados cumprirão uma jornada de trabalho de 30 horas semanais. As oportunidades para o cargo de Escriturário apresentam 2 perfis diferentes:

Agente Comercial (Escriturário Tradicional) – 4 mil vagas, sendo 2 mil imediatas e 2 mil para cadastro reserva; e
Agente de Tecnologia (Escriturário voltado para a área de TI) – 480 vagas, sendo 240 imediatas e 240 para cadastro reserva.

A remuneração para a carreira é de R$ 4.508,40, já incluindo os benefícios disponíveis para os contratados. Entre eles está o auxílio-alimentação de R$ 831,16 e a cesta alimentação de R$ 654,87. Os demais benefícios são:

participação nos lucros (geralmente paga duas vezes ao ano);
planos de saúde e odontológico;
previdência privada com participação do banco;
auxílio-creche/babá; e
auxílio ao filho com deficiência.

Ao todo, o novo concurso do BB recebeu, de acordo com a banca do certame, 1.645.975 inscritos. Desse número, 1.605.751 concorrem à vaga de Agente Comercial, enquanto que 40.224 concorrem à vaga de Agente de Tecnologia.
Provas do concurso acontecerão em setembro

As provas do concurso estão programadas para o dia 26 de setembro de 2021. Os candidatos deverão realizar uma prova objetiva e uma redação no tempo máximo de 5 horas.

Para a avaliação objetiva, 70 questões deverão ser respondidas, sendo 25 sobre Conhecimentos Básicos e 45 sobre Conhecimentos Específicos.

A redação, por sua vez, possuirá o modelo dissertativo-argumentativo e valerá 100 pontos. Para a aprovação, o candidato deve atingir o mínimo de 70 pontos.

Fonte: Nova Concursos

Banco do Brasil e Fecomércio vão apoiar Caravana da Retomada em Goiás

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Banco do Brasil e Federação do Comércio de Goiás (Fecomércio) vão integrar a Caravana da Retomada, conforme anunciou na tarde desta segunda-feira (16) o governo de Goiás.

O programa foi lançado pela Secretaria da Retomada para levar serviços públicos e de parceiros para os municípios goianos, a partir de um levantamento das demandas e potencialidades de cada região.

O Banco do Brasil integra o time de parceiros com a Caravana do Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO), que pretende tirar dúvidas e oferecer as oportunidades de financiamento pelo fundo. Para o superintendente de varejo do banco, Gustavo Henriques, o objetivo é pulverizar o recurso disponível e focar no desenvolvimento regional do micro e pequeno empreendedor.

“Queremos ir a todas as regiões, no interior, para desmistificar o FCO, tanto para o empresariado local, quanto para os colaboradores do Banco do Brasil, para que a gente possa catapultar esse recurso, tão barato e que é tão importante nesse momento da retomada econômica no Brasil”, explicou o executivo.

Para o secretário da Retomada, César Moura, que também é presidente do Conselho do FCO em Goiás, “a aliança com o Banco do Brasil vai ampliar a possibilidade de atender micro e pequenos empresários que já possuem conta no banco, além de permitir acesso fácil ao recurso do FCO a quem ainda não é correntista do banco”, declarou.

Durante sua fala na reunião do Conselho do FCO, Gustavo citou aos conselheiros que nem todos os Estados têm a oportunidade de oferecer crédito tão acessível. “Aqui em Goiás buscamos oportunizar cada vez mais indústrias a tomar crédito nesse sentido. Cabe salientar que, por uma decisão do banco, agora empresas de risco C também podem acessar o FCO. Agora temos clientes risco A, B e C, que anteriormente só eram A e B”, contou Henriques.

O presidente da Fecomércio, Marcelo Baiocchi, afirmou que a entidade vai ” participar ativamente e podemos oferecer nossa infraestrutura, seja com pessoal, seja com espaço físico, com instrumentos e ferramentas de trabalho, para que a gente alcance o verdadeiro objetivo que todos nós temos, de fazer a retomada do estado pós pandemia”.

A Caravana da Retomada foi criada em janeiro e passou por 25 cidades. O objetivo é mapear as demandas locais, identificar as potencialidades regionais e levar os serviços e programas do Governo de Goiás de acordo com a necessidade da região.

A caravana já realizou mais de 600 orientações de acesso a linhas de crédito, via parceria com a GoiásFomento. Outro parceiro essencial neste programa é o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas( Sebrae), responsável por cerca de 700 consultorias financeiras e de empreendedorismo. Também há 250 cursos de capacitação profissionais em parceria com os Colégios Tecnológicos, e 30 em conjunto com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar).

Fonte: Diário de Goiás

Mudança para aposentados: Paraná vai migrar contas da Caixa para BB

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A Paraná Previdência, entidade responsável pela seguridade funcional dos agentes públicos estaduais e pensionistas, começou na segunda-feira (16) a mudança nas contas bancárias de recebimentos dos salários que vão migrar da Caixa Econômica Federal para o Banco do Brasil. O Governo do Estado emitiu uma nota no site da Paraná Previdência, na segunda-feira, informando que renovou e ampliou a parceria com o Banco do Brasil para também abranger servidores aposentados e pensionistas.

Junto com a nota, um calendário com as datas limites de migração pelo atendimento presencial nas agências do Banco do Brasil, conforme o mês de aniversário do beneficiário, também foi apresentado no site. A informação é de que os detalhes sobre o processo serão enviados por SMS, e-mail ou podem ser obtidos na Central de Relacionamento do Banco do Brasil, pelos telefones 4003-5289 (capitais e regiões metropolitanas) ou 0800-729-5289 (demais localidades).

Pelo aplicativo de celular do Banco do Brasil, como informa o texto da nota, também é possível obter mais detalhes da migração. O aplicativo está disponível no neste link. Por ele, segundo as informações, a complementação dos dados do beneficiário para abertura de contas pode ser realizada de forma totalmente digital.

A Paraná Previdência também informa na nota que publicará mais detalhes da migração nas redes sociais da instituição, além de usar o SMS e e-mail do beneficiário cadastrado no sistema. Por isso, o pedido é para que o cadastro pessoal seja mantido atualizado no sistema da Paraná Previdência, que também está disponível por aplicativo de celular disponível neste link.

A reportagem questionou a Paraná Previdência sobre a divulgação de informações para aposentados e pensionistas por SMS e e-mail, uma vez que os golpes digitais cresceram durante a pandemia de coronavírus (covid-19). Também foram pedidos detalhes sobre a ampliação do convênio com o Banco do Brasil, bem como sobre quais formas de comunicação serão utilizadas para dar ampla divulgação à migração das contas de pagamento.

Fonte: Tribuna Paraná

Em agosto, Banco do Brasil vende 2,3 mil imóveis com até 80% de desconto

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Durante o mês de agosto, o Banco do Brasil (BB) disponibiliza novas ofertas para venda de imóveis, tanto por leilão quanto por venda direta no site Seu Imóvel BB, parceria do Banco com o outlet de imóveis Resale. Estão disponíveis 2.300 propriedades em todo o país, com até 80% de desconto, por valores que iniciam em R$6.924,00 e chegam a R$33.908.476,74.

Todos os imóveis estão quitados e não possuem dívidas a cargo do adquirente. Podem ser comprados à vista, com mais 3% de desconto em cima do valor ofertado, ou parcelados em até 12 vezes sem juros. As vendas são realizadas 100% online.

Para Edson Chini, gerente executivo do BB, trata-se de uma oportunidade de investimento: “O Banco do Brasil está sempre atento ao desenvolvimento de soluções que garantam transparência, agilidade e automação da venda ao consumidor final. É por isso que a jornada do cliente no espaço virtual não é só uma aposta, é uma realidade que oferece comodidade e traz benefícios e segurança aos clientes”, afirma.

O site Seu Imóvel BB se insere neste contexto de inovação. “Nós da Resale somos uma proptech que tem a missão de democratizar a compra de propriedades de forma 100% online. Nossa parceria com o Banco do Brasil tem como resultado levar ao consumidor segurança e agilidade nestas aquisições”, afirma Igor Freire, CRO da Resale.

Fonte: Portal Surgiu

 

Prefeitura de Inconfidentes e BB definem auxílios para lavouras atingidas pela geada

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A prefeitura de Inconfidentes e o Banco do Brasil definiram uma série de ações com o objetivo de atender os agricultores com lavouras atingidas pelas geadas, nos últimas semanas.

Em reunião realizada no gabinete da prefeita, na tarde de terça-feira (17/08), Rosângela Dantas recebeu o gerente do Posto Avançado do Banco do Brasil de Inconfidentes, Lucas Rennó da Costa Chaves. “Precisamos definir ações para diminuir o impacto econômico sofrido pelos produtores rurais”, comentou a prefeita durante o encontro.

Para o enfrentamento das perdas nas lavouras, o Banco do Brasil anunciou o investimento de R$ 1 bilhão e meio para o orçamento do Funcafé, em todo o país. O Funcafé é um programa de crédito para investimentos nas lavouras com recursos do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira.

Durante a reunião, o gerente do Banco do Brasil, Lucas Rennó, apresentou os programas oferecidos pelo Posto Avançado de Inconfidentes aos agricultores. Dentre eles está a indenização de até 100% das perdas por meio do “Pronaf Custeio”. De acordo com o gerente, há ainda a possibilidade de prorrogação das parcelas de financiamentos depois da data final do contrato. “Quem financiou maquinários, casa ou lavouras, poderá pedir a cobrança das parcelas para o ano depois do final do financiamento contratado”, explicou Rennó. O Banco do Brasil oferece ainda financiamentos para gastos com a recuperação da lavoura. “Nesta modalidade, o agricultor terá 3 anos para pagamento com taxa de juros de 4% ao ano”, completou o gerente do Posto do BB de Inconfidentes.

Os interessados em se beneficiar com os programas do Banco do Brasil devem procurar o Posto Avançado, em Inconfidentes, de segunda a sexta-feira, das 12h às 15h.

O Departamento Municipal de Agricultura, por sua vez, dará assistência técnica para os agricultores atingidos. “Vamos dar a orientação correta para o manejo das lavouras atingidas pela geada”, comentou o chefe do Departamento, Everton Henrique Veronez.

Fonte: Prefeitura de Inconfidentes

 

Banco do Brasil deve superar expectativas no crédito rural

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Embalado pelo melhor começo de safra de todos os tempos em termos de desembolsos de crédito rutal, com empréstimos de R$ 19,8 bilhões em 33 dias úteis desde 1º de julho, o Banco do Brasil já prevê superar os R$ 135 bilhões que anunciou que liberaria em toda a temporada 2021/22, e com folga. Assim, a expectativa da instituição é ampliar sua liderança nesse mercado e fortalecer a reaproximação com os produtores.

“Temos convicção de que isso é piso, porque a demanda no agro, que já veio acelerada desde o fim da safra passada, está muito forte. E não vai faltar recurso. Temos o compromisso do conselho diretor do banco de que a demanda por crédito rural e por títulos vai ser atendida”, disse Renato Naegele, vice-presidente de Agronegócios do BB, ao Valor.

O montante de financiamentos liberados até agora é 60,4% maior que do mesmo período de 2020 (1º de julho a 16 de agosto). Já foram fechadas cerca de 100 mil operações. No Pronaf (agricultura familiar), o crescimento chegou a 43,5%, com R$ 3,3 bilhões concedidos para quase 50 mil produtores.

A alta dos juros nas linhas de crédito rural do Plano Safra 2021/22 não diminuiu a demanda dos produtores. A procura foi até mais robusta do que na virada de safra de junho para julho de 2020, quando as alíquotas recuaram. No último trimestre da safra 2020/21, de abril a junho, o BB emprestou R$ 36,7 bilhões.

Os números refletem, em parte, uma “reaproximação” do Banco do Brasil com o setor – embora sua liderança nunca tenha sido ameaçada. “O banco estava distante de todos. Havia recuado nos últimos três ou quatro anos porque tinha restrição de capital e teve atuação limitada. Agora temos folga de capital e é natural que esse recurso, que significa uma oportunidade, seja aplicado”, disse Naegele.

A carteira de agronegócios do BB alcançava R$ 205,9 bilhões na metade deste ano, 9,7% mais que em junho de 2020, e a perspectiva de crescimento no segundo semestre teve que ser ajustada para cima no último balanço da instituição, para um intervalo entre 11% e 15% até o fim de 2021. O banco tem 54,4% do mercado de crédito rural.

A certeza de que os financiamentos vão extrapolar as projeções iniciais também vem dos recursos adicionais que o banco vai ofertar. Na semana que vem, o BB lançará um novo programa para financiar os investimentos, categoria com demanda crescente.

A percepção é que o interesse dos produtores não vai diminuir, sustentado pelo cenário de bons preços agrícolas e de capitalização do setor. Além dos R$ 33 bilhões do Plano Safra, o BB vai disponibilizar mais dinheiro para projetos de irrigação, energias renováveis, recuperação de pastagens e aquisição de máquinas e equipamentos.

O aumento dos preços dos maquinários agrícolas, a previsão de expansão da área plantada no país e a retomada das feiras agropecuárias presenciais vão inflar a busca pela compra de máquinas, acredita o banco. Nesta safra, o BB não anunciou uma linha própria similar ao Moderfrota, mas ela fará parte desse programa adicional, disse Naegele, sem revelar valores e condições para a tomada dos recursos.

O BB também terá um pacote para apoiar a expansão da armazenagem, em complemento aos R$ 1,5 bilhão já disponíveis nas suas agências por meio do Programa para Construção e Ampliação de Armazéns (PCA) e do Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO). O valor será definido até o início da próxima semana, em linha com a capacidade de entrega da indústria fabricante.

Para atender os pequenos produtores, o banco está construindo uma solução de consórcio para silos. Além disso, a instituição vai operar até US$ 300 milhões do New Development Bank (NDB) para os projetos de infraestrutura armazenadora. “Queremos entrar com uma linha de recurso próprio para poder garantir que haja dinheiro durante toda a safra. Sabemos que os valores do PCA vão acabar”, disse o vice-presidente.

A linha de industrialização é outro destaque deste ciclo. Enquanto em toda a safra 2020/21 os desembolsos nessa categoria somaram R$ 1,5 bilhão, em 33 dias, o BB já emprestou R$ 1,3 bilhão. O montante inicial da linha para a temporada 2021/22 é de R$ 2 bilhões. A instituição já anunciou que terá R$ 3,8 bilhões adicionais para cobrir a demanda, que avança principalmente entre as cooperativas, para capital de giro. O banco ainda programa para novembro o lançamento do seu Fiagro, nova alternativa de financiamento criada para oferta de recursos privados.

De olho nesse mercado, o BB identificou aumento da demanda por recursos de médio prazo e vai adequar seus produtos para isso. O prazo das Cédulas de Produto Rural (CPR) emitidas pelo banco passará de dois para cinco anos. Em um mês e meio, esses títulos já movimentaram R$ 1,2 bilhão com o financiamento de 18 produtos diferentes – na lista estão as tradicionais lavouras de soja e milho, produção de farinha de trigo no Nordeste, café beneficiado, frango vivo, uva, amendoim, derivados de leite e erva mate. As opções financiáveis passaram de 6 para 51 itens.

Os Certificados de Direitos Creditórios do Agronegócio (CDCA), destinados a empresas e com tíquete maior, também financiaram R$ 1,2 bilhão no período. O desempenho dos títulos do agronegócio deve ultrapassar os R$ 10 bilhões previstos para a safra. Outra novidade nessa área será a criação de uma plataforma própria de registro de CPRs de terceiros, uma prestação de serviço para permitir a emissão e registro do título de forma digital e com mais transparência, afirmou Naegele.

O provável aumento do repasse de recursos das instituições financeiras que não conseguirão cumprir as exigibilidades do crédito rural é outro fator que deverá fazer o BB extrapolar o desembolso de R$ 135 bilhões. Em 2020/21, o BB captou R$ 6,5 bilhões por meio dos Depósitos Interfinanceiros Vinculados ao Crédito Rural (DIR). “Do que tiver no mercado, nós vamos pegar, porqueexiste demanda. Os bancos terão mais dificuldade para cumprir as exigibilidades por causa do aumento dos depósitos à vista e da Selic. Vamos ter oferta de DIR muito superior”, projetou.

Fonte: Suinocultura Industrial

Banco do Brasil deve indenizar cliente que sofreu sequestro relâmpago

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O Banco do Brasil foi condenado a indenizar em R$ 5 mil, por danos morais, um cliente que sofreu sequestro relâmpago, fora da agência, na capital goiana. O correntista teve prejuízo de R$ 14,8 mil, devido a compras e saques realizados pelos criminosos. A Justiça de Goiás entendeu que a instituição bancária agiu com negligência ao não detectar movimentação suspeita na conta.

A decisão é da 4ª Turma Recursal dos Juizados Especiais de Goiás, que seguiu voto do relator, juiz Algomiro Carvalho Neto. Ele negou recurso do banco e manteve sentença de primeiro grau homologada pela juíza Viviane Silva de Moraes Azevêdo, do 11º Juizado Especial Cível de Goiânia. Foi determinado, ainda, o pagamento de dano material, referente a valores sacados pelos criminosos.

De acordo com o processo, a vítima é cliente do banco há mais de 20 anos e foi abordada após sair de um supermercado, em Goiânia. Na ocasião, o correntista estava com os cartões de débito e crédito da instituição financeira.

Cartões clonados

Os criminosos, segundo os autos, portavam armas brancas e levaram a vítima para um hotel. No local, clonaram os cartões. Depois, de acordo com o processo, realizaram várias transações bancárias e transferências por meio do aplicativo do banco. Tudo ocorreu sob ameaça, enquanto o cliente do banco foi mantido com os criminosos por mais de três horas.

Após ser liberado pelos criminosos, o cliente foi à delegacia e contestou os débitos junto ao banco. A defesa ressaltou, no processo, que as transações realizadas durante o sequestro relâmpago foram feitas em um único dia e de forma flagrantemente atípicas, algo que, conforme acrescentou, deveria ter sido detectado pela instituição bancária.

Em sua defesa, o Banco do Brasil disse que as transações foram feitas por meio de cartão de débito com o uso de chip e senha pessoal. Segundo a instituição, se a transação não foi realizada pelo próprio autor, o teria sido por terceiro autorizado por ele, inexistindo qualquer elemento de clonagem ou mesmo fraude.

Além disso, o banco afirmou que, ao ter sido comunicado do ocorrido, tomou todas as providências que lhe competia.

Em primeiro grau, a Justiça entendeu que houve violação da segurança esperada pelo consumidor com a contratação dos serviços e ressaltou que o banco deveria ter bloqueado e suspendido o cartão, assim que tivesse detectado operações fora do padrão de uso.

Responsabilidade

A Justiça também considerou que, apesar de ter apontado culpa exclusiva do consumidor, o banco não fica eximido de sua responsabilidade nessa situação.

Ao analisar o recurso do banco, o relator salientou que a falha na prestação do serviço configura-se em razão da negligência do banco ao deixar de detectar movimentação suspeita na conta de seu correntista.

“Demonstrado que os saques e compras realizados indevidamente prejudicou de forma efetiva o seu sustento e o abalou. Além de o obrigar a percorrer longo percalço para o ressarcimento, em clara perda do tempo útil, com desvio produtivo, restam configurados danos materiais e morais”, afirmou o relator.

Fonte: Metrópoles

 

Prefeitura de Rio Branco firma parceria com BB em pagamento dos servidores

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O prefeito de Rio Branco Tião Bocalom esteve reunido, na tarde desta quarta-feira, 18, com a superintendência do Banco do Brasil, para assinatura do contrato firmado entre prefeitura e banco que assumirá a partir do mês de outubro a folha de pagamento do funcionalismo municipal.

Estiveram presentes durante o encontro, além do prefeito, o diretor Nacional do Banco do Brasil, Luís Cláudio, o secretário de Finanças da prefeitura, Cid Ferreira e o superintendente comercial do banco, Márcio Carioca.

“É um dia muito importante para o Banco do Brasil. Estamos tentando há algum tempo e hoje nós selamos, com a prefeitura, essa parceria que será de grande valia para o banco, para a prefeitura e também para os servidores”, informou Márcio Carioca.

De acordo com o secretário de Finanças Cid Ferreira as negociações começaram em março e agora foi assinado a contrato que atenderá todas as reinvindicações feitas pelos órgãos que compõem a administração pública municipal. “A partir de outubro a folha do funcionalismo passa a ser movimentada pelo Banco do Brasil e estamos satisfeitos com isso”, concluiu o secretário.

Fonte: Prefeitura de Rio Branco

Concurso do Banco do Brasil atrai 1,6 milhão de candidatos para 2,2 mil vagas

Publicado em: 13/08/2021

Em plena era das fintechs, com os mais jovens acalentando o sonho de atuar na construção da chamada nova economia, a chance de trabalhar no Banco do Brasil (BB) ainda mexe com os brasileiros. Em 26 de setembro, 1,646 milhão de pessoas disputarão 2.240 vagas de escriturário na instituição bicentenária, no maior processo seletivo na história do País, segundo a Fundação Cesgranrio, que organiza o concurso. As inscrições foram encerradas no dia 7 de agosto.

O número de candidatos equivale a mais de 10% do efetivo em busca de trabalho no Brasil. Conforme o IBGE, ao fim do primeiro trimestre deste ano, 14,7 milhões de pessoas tentavam encontrar uma ocupação, o maior contingente da série histórica do instituto.

Ao todo, são 734,8 candidatos para cada vaga oferecida pelo banco. A concorrência é quase cinco vezes maior do que a do curso de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), o mais concorrido no vestibular da Fuvest, que teve 154,6 candidatos por vaga em sua edição mais recente.

Além de sair da fila, os candidatos às vagas oferecidas no BB disputam um salário mensal pouco acima de R$ 3 mil, por 30 horas semanais de dedicação. Outros 2.240 pessoas preencherão a reserva, aguardando uma chance de serem convocadas para preencher os quadros do banco no futuro.

Dentre os inscritos, a grande maioria se candidatou para atuar como agente comercial. Pouco mais de 40 mil, para atuar na área de tecnologia. Dos postos oferecidos, 2 mil são para agente comercial e 240 para agente de tecnologia, com a mesma proporção para a reserva. Mas 20% das vagas serão reservadas a cotas para “pessoas pretas ou pardas” e outros 5%, para portadores de deficiência, atendendo à legislação.

Números surpreendentes

O que está em jogo, entretanto, é bem mais do que o salário oferecido. “Acreditamos que os candidatos foram atraídos pelas oportunidades de ascensão e encarreiramento que o BB oferece, além do conjunto de benefícios”, disse por meio de nota enviada pelo banco o vice-presidente corporativo do BB, Ênio Mathias. Segundo ele, o número de inscritos surpreendeu a instituição.

Somente os auxílios de refeição e alimentação do BB adicionam quase 50% à remuneração inicial. No pacote constam ainda participação nos lucros ou resultados, conforme a legislação e o acordo sindical, vale-transporte, auxílio-creche, auxílio a filho com deficiência, previdência complementar e assistência à saúde.

Fonte: Estadão

 

 

MPT pede nulidade de edital de concurso BB por menos vagas para deficientes

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O Ministério Público do Trabalho no Distrito Federal (MPT-DF) processou o Banco do Brasil após identificar irregularidades que dificultam a contratação de Pessoas com Deficiência (PcD). A procuradora Flávia Bornéo Funck pediu a declaração de nulidade do Edital nº 1 de 2021, aberto para o cargo de escriturário.

Ela aponta ilegalidade de requisitos para inscrição, como a exigência ultrapassada de laudo com a Classificação Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde (CID-10) para comprovação da deficiência. Flávia cita outros problemas, como a previsão de quantitativo de oferta de vaga no patamar mínimo de 5% – insuficiente para corrigir o déficit atual –, a não convocação prioritária das pessoas com deficiência, a adoção indevida de classificação de corte para PcD, mesmo alcançando a nota mínima.

A possibilidade de eliminação do candidato pela equipe multiprofissional após a aprovação e a não previsão de adaptação durante o período de experiência são outros pontos levantados pela desembargadora.

Em vigor desde 1991, o artigo 93 da Lei nº 8.213 determina que empresas com mais de 1.000 empregados devem preencher 5% de suas vagas com Pessoas com Deficiência. No caso do Banco do Brasil, por se tratar de sociedade de economia mista, esta contratação se dá por meio de concurso público.

Entretanto, atualmente, o banco estatal preenche apenas 1,69%, tendo 1.637 pessoas com deficiência ou reabilitadas em seu quadro, em universo de 96.616 empregados. Há, portanto, um déficit de 3.194 trabalhadores.

Apesar da legislação existir há 30 anos e dos editais preverem a reserva de 5%, o Banco do Brasil nunca chegou perto da marca mínima. A procuradora Flávia Funck explica que a conta não fechará tão cedo, pois, com o déficit atual, o chamamento de novos aprovados no percentual mínimo de 5% não será suficiente para corrigir a defasagem.

Ela também critica as limitações impostas pelo edital, que afastam candidatos com deficiência ou eliminam possíveis aprovados que atingiram a nota mínima do concurso, mas são ‘cortados’ pela restrição prevista do número máximo de vagas. “Com a Previsão de vagas que consta no Edital, na melhor das hipóteses, alcança-se um total de 135 convocações, além de 134 possíveis convocações em Cadastro de Reserva (total de 269), sendo que o déficit atual é de 3.194”, esclarece a procuradora.

Flávia demonstra, a partir de números do próprio BB, que houve crescimento do cumprimento da Cota Legal de 0,09% em três anos, quando o banco passou de 1,60% para 1,69%. Nesse ritmo, seriam necessários 103 anos para o cumprimento integral.

“Ocorre que há um ‘efeito cascata’ que é decorrente, justamente, da não adaptação das normas editalícias às disposições constitucionais, convencionais, legais e regulamentares, resultando em exclusões injustificadas de pessoas com deficiência nas diversas fases do concurso”.

A procuradora foi à Justiça e pediu a nulidade do Edital nº 1 de 2021. Ela quer que seja elaborado novo documento com os seguintes tópicos:

I) Previsão de contratação prioritária de pessoas com deficiência;

II) Não adoção do critério de classificação de corte (posição-limite) para os candidatos com deficiência, de modo a sujeitá-lo apenas às notas mínimas nas fases objetivas e subjetivas;

III) Não condicionamento da inscrição à apresentação de Laudo Médico em que conste o código CID ou à apresentação de Laudo expedido em prazo menor de três anos quando a deficiência for permanente;

A Ação Civil Pública também cobra indenização, a título de dano moral coletivo, de R$ 50 milhões, em razão do reiterado descumprimento da legislação vigente há trinta anos. Segundo a procuradora, o valor é devido em razão do “enorme prejuízo representado pela não contratação de trabalhadores com deficiência pelo Banco do Brasil”.

O Processo será julgado pela 9ª Vara do Trabalho de Brasília. O Correio procurou a assessoria de imprensa do Banco do Brasil para obter um posicionamento da estatal sobre o pedido do MPT e aguarda um retorno. O espaço segue aberto para manifestações.

Fonte: Correio Braziliense

 

Concurso Banco do Brasil: mais de 114 mil se inscreveram no Distrito Federal

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Após anunciar o recorde de mais de um milhão e meio de inscritos no concurso do Banco do Brasil, a instituição informou a quantidade de cadastros para o Distrito Federal. Foram contabilizados 114.778 inscrições, sendo 74.554 inscritos para o cargo de Escriturário – Agente Comercial e 40.224 para Escriturário – Agente de tecnologia.
Desse total, 1.621 se inscreveram para as vagas reservadas às Pessoas com Deficiência e 20.987 para as vagas reservadas às Pessoas Pretas e Pardas.

O concurso do Banco do Brasil reserva chances para todos os estados e o Distrito Federal. Na última quarta-feira (11/8), o banco informou que recebeu 1.645.975 inscrições no total. E, segundo a Fundação Cesgranrio, banca organizadora da seleção, trata-se do maior concurso da história do país.

Foram registrados 1.605.751 inscritos para as vagas de Escriturário – Agente Comercial e 40.224 inscritos para as vagas de Escriturário – Agente de Tecnologia. As inscrições terminaram no último dia 7.

A Fundação Cesgrario é organizadora da seleção. As chances são para os Estados o Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe, Tocantins e no Distrito Federal. O salário iniciail é de R$ 3.022,37.

As chances são distribuídas da seguinte forma:

– 2 mil vagas para Escriturário – Agente Comercial, mais 2 mil de cadastro reserva, para atuação nas unidades de negócios;

– 240 vagas de Escriturário – Agente de Tecnologia, e outras 240 de cadastro de reserva, com foco em Conhecimentos de TI.

Segundo o banco, o cargo de escriturário possui nomenclaturas específicas para uso no relacionamento com o mercado, que variam de acordo com a unidade em que o funcionário está lotado.

Para este concurso, os candidatos podem concorrer para Agente Comercial, que trabalha na rede de agências do BB, em todo o país, ou para Agente de Tecnologia, que assume na área de Tecnologia, em Brasília.

Etapas

Para participar da seleção, é preciso ter certificado de conclusão ou diploma de curso de nível médio, expedido por instituição de ensino reconhecida pelo Ministério da Educação, Secretarias ou Conselhos Estaduais de Educação e idade mínima de 18 anos completos, até a data da contratação.O concurso será composto de aplicação de provas objetivas, de caracteres eliminatório e classificatório, prova de Redação, de caráter eliminatório, aferição da veracidade da autodeclaração prestada por candidatos (as) pretos (as) ou pardos (as), e procedimentos Admissionais e Perícia Médica.

A realização das provas está prevista para o dia 26 de setembro de 2021 e seguirá os protocolos de prevenção à Covid-19, conforme regras do edital.

As provas irão conter questões de Conhecimentos Básicos (25 questões): Língua Portuguesa, Língua Inglesa, Matemática e Atualidades do Mercado Financeiro e Conhecimentos Específicos (45 questões), de acordo com a vaga pretendida:

– Agente de Tecnologia:
Probabilidade e Estatística, Conhecimentos Bancários e Tecnologia da Informação.

– Agente Comercial:
Matemática Financeira, Conhecimentos Bancários, Negociação e Vendas e Conhecimentos de Informática.

Remuneração e benefícios

A remuneração inicial é de R$ 3.022,37, para jornada de 30 horas semanais, ajuda alimentação/refeição de R$ 831,16 por mês e, cumulativamente com o benefício de ajuda alimentação/refeição, o Banco concede a cesta alimentação, no valor mensal de R$ 654,87, na forma do Acordo Coletivo de Trabalho – ACT. Há possibilidade de ascensão e desenvolvimento profissional; participação nos lucros ou resultados, nos termos da legislação pertinente e acordo sindical vigente; vale-transporte; auxílio-creche; auxílio a filho com deficiência; e previdência complementar.

Os funcionários do BB possuem, ainda, acesso à Universidade Corporativa Banco do Brasil (UniBB), que promoveu 3,5 milhões de ações de capacitação apenas em 2020. “Estamos sempre investindo no encarreiramento dos nossos funcionários. Agora em maio, lançamos um movimento interno, chamado de ‘evolution’, para trazer oportunidades de qualificação profissional, direcionadas para o incremento e desenvolvimento de competências digitais”, destaca o presidente do BB.

O Banco irá oferecer bolsas de idiomas, incentivos para graduação, pós-graduação lato sensu, mestrado e doutorado, oportunidades de mentoria, compartilhamento de experiências e hackathons. “A nossa cultura organizacional é baseada em valores consolidados de foco no cliente, ética, inovação, senso de dono, confiabilidade, eficiência e espírito público”, finaliza Fausto.

O prazo de validade da esgotar-se-á após um ano a contar da data de publicação do Edital de Homologação dos resultados finais, podendo ser prorrogado, uma única vez, por igual período, a critério exclusivo do banco. “Nosso objetivo é atrair novos talentos, em nível nacional, que se identifiquem com nosso propósito de cuidar do que é valioso para as pessoas. Em decorrência da pandemia, tivemos o cuidado de definir um cronograma mais extenso para realizar a inscrição, possibilitando mais tempo de estudo aos candidatos”, explica Fausto Ribeiro, presidente do BB.

Fonte: Correio Braziliense

Resolução contra o Cassi Essencial é aprovada durante 32º CNFBB

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O 32º Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil (CNFBB) aprovou resolução contra o Cassi Essencial com 97% dos votos. Durante o evento, realizado no último final de semana, os bancários apontaram que, entre os efeitos nocivos do novo plano proposto pelos diretores e conselheiros da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi), estão o esvaziamento dos planos já existentes Cassi Família I e II e a possibilidade de adesão dos novos funcionários do BB, reduzindo a responsabilidade do Banco com a manutenção da Cassi e do Plano Associados.

“O Cassi Essencial também é um ataque direto à mesa de negociação para que os funcionários dos bancos incorporados tenham os mesmos direitos na Cassi”, alertou o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), João Fukunaga, durante o Congresso. “Nosso acordo coletivo, na mesa de negociação, estabelece que os funcionários dos bancos incorporados façam parte do Plano Associados. Nem um direito a menos”, completou.

Esvaziar e enfraquecer

O Cassi Essencial, lançado em junho, não foi criado apenas para atender os parentes por afinidade e consanguinidade dos funcionários, ex-funcionários e aposentados do BB. Pessoas que tiveram ou ainda possuem vínculos de trabalho com o Banco do Brasil poderão trocar o Plano Associados pelo Essencial. Essa possibilidade coloca em risco toda a Cassi, como explica João Fukunaga: “Ao atrair funcionários do BB para o novo plano, a diretoria e conselheiros da Cassi violam o princípio de solidariedade e isonomia da entidade”, destaca. “O Plano Associados torna a Cassi forte porque os mais jovens ajudam a custear os mais velhos e porque o Banco do Brasil ajuda a arcar com parte das despesas, como patrocinador”, completa.

O Cassi Essencial, assim como os planos Família I e II, não conta com o patrocínio do BB. Enquanto que, no Plano Associados, o banco contribui com 4,5% para o funcionário, inclusive na aposentadoria, e 3% até o 3º dependente de associados da ativa. “O movimento correto para fortalecer a Cassi é estimular os funcionários, ex-funcionários e aposentados a se manterem no Plano Associados e não criar um plano de mercado que, além de promover a perda de cobertura em doenças importantes, poderá estimular a troca de plano, entre os funcionários”, pontua Fukunaga.

“Não podemos nos esquecer que o plano foi criado por diretores e conselheiros eleitos e indicados pela alta administração do BB na Cassi. Isto aponta que existe uma preocupação maior com os interesses do banco do que com os interesses dos associados. Afinal, quanto mais funcionários, ex-funcionários e aposentados o Cassi Essencial atrair, menores serão as contribuições do BB com o custeio da Cassi”, pondera.

Durante live realizada dia 27 de julho, para tirar dúvidas sobre o Cassi Essencial, a atual diretoria do plano não respondeu às críticas, feitas reiteradamente pelas entidades sindicais, sobre a dinâmica que tende a esvaziar toda a Caixa de Assistência.

Rede de credenciamento menor

O novo plano de mercado foi lançado como alternativa “mais barata” aos planos Cassi Família I e II, todos criados para atender os parentes por consanguinidade e afinidade dos funcionários do Banco do Brasil.

Para oferecer um valor mais atraente no Cassi Essencial, a diretoria da Caixa de Assistência dividiu o Brasil em doze regiões. Cada uma com características de preços e custos próprios de assistência à saúde.

Assim, enquanto os participantes dos planos Família I e II e os Associados da Cassi têm acesso, sem custo adicional, a toda a rede credenciada da Caixa de Assistência, os participantes do Cassi Essencial terão acesso a uma rede em média 22% mais enxuta. Em Brasília a rede chega a ser menor em 78%, Alagoas 50% e Rio de Janeiro 32%. (link: https://www.cassi.com.br/images/hotsites/nossosplanos/basecredenciada.html).

Franquias e coparticipação

Caso necessitem recorrer a um atendimento fora da sua região, o participante do Cassi Essencial terá que pagar uma franquia de R$ 350. Mas se a internação ocorrer dentro da região contratual, a franquia paga será de R$ 250.

Nos planos Família I e II e no Plano Associados, não existe a cobrança de franquia de internação. Outra diferença que pesará no bolso do participante, ao longo do tempo, é a cobrança de coparticipação de 40% sobre os atendimentos realizados fora da região contratual estabelecida na adesão ao plano e de 30% para todos os atendimentos realizados na região contratual.

Os planos Família I e II, que têm a mesma finalidade do Essencial, de atender aos parentes dos funcionários do BB, não cobram taxa de coparticipação. Portanto, se comparado os custos entre Família e Essencial, com a cobrança da coparticipação, o Cassi Essencial poderá alcançar o mesmo custo dos planos Família.

O diretor de Planos de Saúde e Relacionamento com Clientes da Cassi, Carlos Emílio Flesch, inclusive admitiu isso durante a live: “O plano Família não possui coparticipação. Já o plano Essencial possui coparticipação, dentro e fora da região de preço. Se é alguém que utiliza muito assistência à saúde, então é [melhor] você optar por pagar um pouco mais, mas não ter [a cobrança] de coparticipação, como é o caso do Cassi Família”, declarou.

Em outras palavras, o custo com a contratação do Cassi Essencial pode ser, no final das contas, maior para quem tiver que aumentar a frequência de uso do plano.

Fonte: Contraf-CUT

Definido plano de atuação em prol de funcionários durante Congresso do BB

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Os funcionários do Banco do Brasil aprovaram o plano de atuação em defesa do banco e de seus direitos no encerramento do seu 32º Congresso Nacional, realizado neste domingo (8). Realização de seminários sobre a Caixa de Assistência dos funcionários (Cassi) específicos sobre saúde e outro sobre previdência estão entre os destaques. Mas, também as resoluções sobre a unidade dos empregados na defesa do BB e dos demais bancos e empresas públicas, que estão sob ataque do governo Bolsonaro.

“Trata-se de um governo que não tem compromisso com os trabalhadores e quer acabar com o patrimônio do país”, afirmou a presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Juvandia Moreira, que é uma das coordenadoras do Comando Nacional dos Bancários. “Por isso, também foi muito importante a aprovação da resolução pela mobilização e participação nas atividades do Dia Nacional de Luta e Paralisações contra a PEC 32, que, com a desculpa de promover uma ‘reorganização’ da administração pública, ataca os funcionários públicos e seus direitos e prejudica o oferecimento de serviços públicos à população brasileira”, completou. O Dia Nacional de Luta será no próximo dia 18.

Correios

A secretária de Juventude e representante da Contraf-CUT na Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), Fernanda Lopes, destacou também a moção em defesa da luta contra a privatização dos Correios. “Não apenas o Banco do Brasil, mas os demais bancos e as empresas públicas estão sob ataque. Um exemplo é a aprovação da privatização dos Correios nesta semana na Câmara dos Deputados”, ressaltou Fernanda.

Saúde e previdência

O CEBB, João Fukunaga, ressaltou a importância da aprovação sobre a realização de seminários sobre saúde e previdência. “É importante refletirmos sobre a Cassi e os plano de saúde e de previdência dos funcionários, que são muito afetados pelos ataques que estão sendo promovidos pelo governo federal, mas também pelas resoluções 23 e 25 da CGPAR (Comissão Interministerial de Governança Corporativa e de Administração de Participações Societárias da União)”, destacou. “Agora, é mobilizar os funcionários para a luta da categoria”, concluiu.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

 

Prefeitura de Blumenau solicita financiamento de R$ 160 milhões com o BB

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O prefeito de Blumenau, Santa Catarina, Mário Hildebrandt apresentou um projeto de lei do município pleiteando um recurso no valor de R$ 160 milhões junto ao Banco do Brasil. O PL foi apresentado na Câmara de Vereadores nesta terça-feira, 10.

Com o investimento a prefeitura ganharia novo fôlego financeiro para atender uma série de demandas reprimidas como reformas de pontes, pavimentações, contenções, além de obras na área da saúde.

Este seria um segundo pacote financiado pelo Banco do Brasil para a cidade. No ano passado o município assegurou um recurso no valor de R$ 80 milhões, possibilitando diversas obras públicas como as melhorias nos quatro ZEIS (Zonas Especiais de Interesse Social). “Não existe gestão sem planejamento! Nestes três anos que estou à frente da Prefeitura planejamos muito. E é por isso que muitas obras já estão acontecendo na cidade e seguimos trabalhando para que outras aconteçam. Se o município não consegue com recursos próprios realizar as melhorias que a cidade precisa, é minha função enquanto gestor buscar outras fontes financeiras e linhas de crédito para que Blumenau continue evoluindo e crescendo. Temos demandas em todas as áreas e o que a comunidade espera do Poder Público é a proatividade de buscar soluções para essas necessidades. E isso é o que estamos buscando com este novo financiamento”, salienta o prefeito Mário Hildebrandt.

Planos para recuso

Entre os projetos a prefeitura poderá viabilizar a partir deste financiamento via Banco do Brasil, estão a reforma da Ponte Adolfo Konder, o Parque Linear da Margem Esquerda, a revitalização da rua Erwin Manske, a conclusão do Terminal Oeste, além das pavimentações da rua Francisco Vahldieck e da rua 4 de Fevereiro (Morro da Goiaba), entre outras obras de contenções e o impulsionamento ao Programa de Mutirão.

Além destes investimentos, a nova linha de crédito permitirá também avanços na área da saúde na ordem R$ 7 milhões, como a construção do novo ambulatório geral do Badenfurt e do novo ESF Franz Zimdars, na Itoupava Rega.

O financiamento pleiteado no valor de R$ 160 milhões tem um prazo de 120 meses, com carência de 12 meses. A taxa de juros anual é de 120% do CDI, que equivale a 4,98% ao ano.

Outros projetos de lei

O prefeito Mário Hildebrandt aproveitou a oportunidade na sessão da Câmara de Vereadores para apresentar alguns projetos de lei de suplementação orçamentária como, por exemplo, R$ 450 mil de concessão e auxilio a entidades; dotações de folha de pagamento das secretarias no valor de R$ 6,3 milhões; folha salarial e investimentos na Secretaria de Educação na ordem de R$ 46 milhões; contrapartidas da Secretaria de Obras no valor de R$ 600 mil; R$ 7,2 milhões para manutenções de vias; mais R$ 310 mil destinado ao Cepread, além da R$ 10 milhões de subsídio a Blumob. Outro projeto de lei também apresenta o valor R$ 133 mil como contrapartida do Salão Kunze.

Vale ressaltar que a suplementação orçamentária da Prefeitura de Blumenau não condiz com aumento ou redução no orçamento da área, mas sim, a realocação do recurso de um local para atender outra determinada área.

Fonte: O Município

 

Campanha destaca as vantagens do cartão BB para os universitários

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Já imaginou pedir um cartão universitário ou abrir uma conta digital no Banco do Brasil e encontrar disponíveis R$ 1.500 de limite no cartão de crédito? É este o mote da campanha do BB, voltada para quem está na faculdade, e que começa a ser veiculada nesta segunda, 9, nos canais digitais.

As peças promocionais, desenvolvidas pela WMcCann convidam o jovem a pedir um Ourocard Universitário ou abrir uma conta digital grátis. E destacam o maior limite inicial da categoria, um grande diferencial em relação à concorrência, a oferta de R$ 1.500 de limite no cartão de crédito, sem a necessidade de comprovação de renda e sem anuidade.

Para reforçar a mensagem, a campanha conta com uma música criada especialmente para a ação: a “Pisadinha Universitária”, disponibilizada no Spotify e no Deezer. Não falta nem mesmo a coreografia oficial no TikTok, sob a coordenação da gamer AnaXisdê, integrante do Squad BB no projeto #TamoJuntoNesseGame.

“Queremos ser a instituição financeira pioneira na vida desses jovens que estão em busca da realização de seus sonhos e desejos. A oferta de crédito sem necessidade de comprovação de renda é uma demonstração de confiança do BB nessa geração que chega com tudo para empreender e viabilizar seus projetos”, afirma Paula Sayão, diretora de Marketing do Banco do Brasil.

Fonte: Banco do Brasil

BB, Itaú, Santander e Bradesco lucram juntos 63% mais no 2º trimestre

Publicado em: 12/08/2021

Uma alta de 63% dos lucros no segundo trimestre de 2021, a R$ 22 bilhões, na comparação com o mesmo trimestre de 2020, mas uma quase estabilidade frente o primeiro trimestre de 2021.

E, se por um lado, há expectativa de normalização da atividade com a vacinação e revisões para cima de algumas projeções, por outro, sinais de maior concorrência e de aumento de inadimplência seguem no radar, ainda que a níveis controlados e bastante monitorados.

Tendo em vista todas essas indicações no radar, as grandes instituições financeiras diminuíram as suas provisões para calotes e retomaram o ritmo de crédito, conforme mostraram Itaú (ITUB4), Bradesco (BBDC4), Santander Brasil (SANB11) e Banco do Brasil (BBAS3) durante a divulgação de resultados do segundo trimestre de 2021.

“A partir de agora já vivenciamos a perspectiva de um cenário mais próximo ao do pré-pandemia”, disse o presidente do Bradesco (BBDC3;BBDC4), Octavio de Lazari, na última semana.

Após apurar lucro de R$ 6,5 bilhões no segundo trimestre, o Itaú Unibanco (ITUB4) elevou a perspectiva para o crédito neste ano e passou a prever crescimento de até 11,5%. O destaque positivo entre os resultados, de acordo com a maior parte dos analistas, foi justamente para esse banco, que reportou um lucro líquido cerca de 56% maior na comparação anual, a R$ 6,54 bilhões.

 

“Em nossa visão, o Itaú apresentou um conjunto sólido de resultados no segundo trimestre e com melhor qualidade,
além de emitir uma revisão positiva do guidance. Continuamos a ver tendências positivas para o lucro líquido de juros nos próximos trimestres, à medida que o crescimento dos empréstimos continue a acelerar devido a uma melhor combinação, enquanto as receitas com tarifas também foram uma surpresa positiva”, aponta o BBI.

A XP destacou que houve uma surpresa positiva no balanço: o banco foi capaz de produzir um resultado sólido e, ao mesmo tempo, melhorou a qualidade dos ativos e o índice de cobertura – relação entre empréstimos inadimplentes e provisões.

Bradesco: seguro pesa sobre o resultado, mas a expectativa é de recuperação

Já na ponta negativa, esteve o Bradesco (BBDC3; BBDC4), cujas ações caíram mais de 4% após a divulgação do balanço. O banco teve lucro líquido recorrente de R$ 6,319 bilhões no segundo trimestre de 2021, aumento de 63,2% ante o mesmo período do ano passado e queda de 3% na comparação com o primeiro trimestre deste ano.

O aumento do lucro ocorreu por diversos fatores, como maiores receitas com prestação de serviços, crescimento da margem financeira com clientes, menores despesas operacionais e menores despesas com provisões para devedores duvidosos. Porém, o número foi abaixo do esperado. Segundo dados compilados pela Refinitiv, a expectativa média dos analistas para o lucro do Bradesco era de R$ 6,454 bilhões.

O desempenho mais fraco do que o esperado reflete principalmente um resultado bem inferior em seguros e mais tímido em crédito.

As operações de seguros, previdência e capitalização tiveram queda de 49,8% em relação ao primeiro trimestre de 2021 e de 58,3% ante o mesmo período no ano passado, representando R$ 1,57 bilhão. O segmento tinha perspectiva de 2% a 6%, mas após o resultado trimestral, a instituição financeira prevê uma variação entre queda de 15% a 20% para 2021.

O desempenho do segmento foi impactado pela elevação do índice de sinistralidade, que foi afetado pela frequência dos eventos relacionados à Covid-19, por conta do aumento da necessidade de assistência médico-hospitalar, diagnósticos, consultas, internações, eventuais consequências pós Covid-19, retomada dos procedimentos eletivos e indenizações nos produtos de “Vida”.

Contudo, em teleconferência, o banco destacou esperar melhora na área de seguros com redução de despesas a partir da segunda metade do ano, conforme os casos de Covid e internações recuam

A Levante Ideias de Investimentos também aponta que, apesar de seguir tendências semelhantes aos números vistos pelo Santander (SANB11) e Itaú, o crescimento inferior da carteira de crédito e a maior exposição a seguros que os competidores levaram ao resultado abaixo das expectativas.

A carteira de crédito mostrou expansão de 3% na comparação trimestral, puxada por crédito a pessoas físicas, com alta de 5,7%, e a pequenas e médias empresas, com alta de 4,6%.

O Itaú BBA ressalta ainda que a margem financeira com clientes cresceu em menor velocidade; um avanço de 1,9% na passagem trimestral, resultando em uma leve perda de spread bancário (diferença entre a taxa de juros cobrada aos tomadores de crédito e a taxa de juros paga aos depositantes pelos bancos).

O índice de inadimplência, por sua vez, se manteve em 2,5%. A despesa com previsões caiu 11% entre o primeiro e segundo trimestre, para R$ 3,5 bilhões, ficando 6% abaixo das expectativas da XP, o que compensou parcialmente os resultados fracos, mas prejudicou o índice de cobertura do banco (relação entre empréstimos inadimplentes e provisões), com queda de 500 pontos-base. “Vemos isso como negativo, pois os índices de inadimplência podem aumentar em relação aos atuais 2,5% observados no trimestre, aumentando a exposição do banco”, avaliam.

A Levante ainda apontou que o Bradesco se mostrou focado em melhorar sua eficiência com uma queda de 4,1% nas despesas operacionais no trimestre quando comparado com o segundo trimestre de 2020, um bom número, mas uma desaceleração em relação a redução anual de 4,7% vista no trimestre anterior.

Já as receitas de serviço do banco foram um destaque positivo do resultado, com uma melhora de 10,3% em relação ao mesmo trimestre do ano passado, atingindo R$ 8,4 bilhões.
Resultados “mistos”

Já na esteira daqueles que divulgaram resultados considerados “mistos”, estão o Santander Brasil e o Banco do Brasil (BBAS3).

No caso do Santander Brasil, o lucro, a princípio, animou os investidores, ficando acima do esperado ao atingir R$ 4,171 bilhões, no segundo trimestre deste ano, o maior nível da história da instituição, quase o dobro na comparação anual e ficando 5,7% acima do esperado pelo consenso Bloomberg.

O ROE ficou em 21,6%, acima dos 20,6% registrados no primeiro trimestre deste ano, e muito próximo à rentabilidade de 21,7% obtida um ano antes, quando excluídos os efeitos das provisões extraordinárias realizadas naquele período.

“O Santander Brasil apresentou um bom conjunto de resultados no segundo trimestre, mostrando tendências positivas no crescimento do crédito, com melhor mix e evolução positiva da receita líquida de juros com clientes, e nas receitas de tarifas, refletindo a melhor atividade econômica”, apontaram os analistas do Bradesco BBI.

Entretanto, os analistas do banco destacaram que as provisões aumentaram no trimestre, enquanto o índice de cobertura diminuiu para 263%, embora a taxa de inadimplência se mantenha relativamente sob controle.

A XP também ressaltou esse ponto. Nos últimos balanços, os analistas já haviam destacado que os resultados poderiam ser pressionados mais à frente, uma vez que a instituição possui um menor índice de cobertura em relação aos seus pares no setor; o banco decidiu não fazer tantas provisões quanto as outras instituições. “No geral, mantemos nossa visão de que o consumo do balanço abaixo do provisionado do Santander não será capaz de sustentar seus ganhos”, avalia a XP.

O Itaú BBA avaliou que os resultados foram positivos, mas ponderou que a margem financeira com clientes alcançou R$ 11,473 bilhões no segundo trimestre, uma alta modesta de 1,6% ante o primeiro trimestre na sequência de menores spreads.

Por fim, na última quarta-feira, foi a vez do Banco do Brasil divulgar seus números, que foram vistos de forma diversa pelos analistas. O BB registrou lucro líquido ajustado de R$ 5,039 bilhões no segundo trimestre deste ano, 52,5% superior aos R$ 3,311 bilhões reportados para igual período de 2020. O resultado ficou 2,6% acima do ganho reportado nos primeiros três meses deste ano, de R$ 4,913 bilhões.

A XP destacou que o lucro foi em linha com as estimativas da casa, de R$ 5 bilhões, mas bem acima dos R$ 4,4 bilhões do consenso de mercado (que contava com oito projeções). O resultado, na avaliação da equipe de análise, também apresentou uma boa qualidade de ganhos, considerando que: i) não houve consumo de cobertura; ii) apresentou melhoria de custos; e iii) taxas recuperadas. Além disso, o BB também decidiu revisar seu guidance para cima, com o lucro agora possivelmente atingindo o recorde de R$ 20 bilhões em 2021.

O lucro veio acima da expectativa também do Itaú BBA, “mas a razão desse desempenho não foi das mais nobres”, segundo os analistas do banco. Isso porque foi reflexo de menores provisões e de uma alíquota de imposto menor.

Ao falar sobre a revisão dos lucros para cima, o BBA ressaltou que a estatal reduziu a indicação para margem com clientes, mas também as despesas com provisões – “movimento contrário àquele que normalmente agrada o mercado”. A expectativa para o crescimento da margem financeira bruta foi reduzida de alta entre 2,5% e 6,5% para alta entre 1,0% e 4,0% (provavelmente por maiores despesas de captação), enquanto a expectativa para as provisões foi reduzida de entre R$ 14 bilhões e R$ 17 bilhões para entre R$ 13 bilhões e R$ 15 bilhões.

Também do lado negativo, apontam os analistas, a margem financeira contraiu em 1%, com perda de spread bancário advinda de maiores custos de captação. Por outro lado, as despesas operacionais ficaram estáveis na comparação anual, em R$ 7,9 bilhões. O BB também indicou estabilidade dessa linha no novo guidance, o que é positivo no atual cenário de custos, avaliam os analistas. A carteira segue também com boa qualidade – o índice de inadimplência teve ligeira queda para 1,8%.

Em teleconferência, a administração do banco ainda destacou que o crescimento do lucro líquido recorrente deve ser um pouco menor no segundo semestre em relação ao primeiro, quando lucrou R$ 10 bilhões (alta de 48,4% frente à primeira metade de 2020). Isso porque os encargos de provisão foram anormalmente menores no primeiro semestre.

Além disso, a administração acredita que a receita líquida de juros continuará pressionada por maiores custos de captação em função da alta da Selic, reforçando a avaliação de que um cenário mais competitivo deve limitar o crescimento dos spreads, embora tenham indicado que o mix de crédito deve melhorar no segundo semestre.

Desafios: impacto da reforma tributária e concorrência

O Banco do Brasil também destacou em teleconferência que a definição da reforma tributária e seus potenciais impactos são essenciais para qualquer decisão de alocação de capital. A empresa destaca seus níveis de capital robustos, mas deve aguardar um cenário menos incerto para tomar uma decisão sobre como consumir a elevada base de capital.

O tema sobre reforma tributária, por sinal, foi destaque entre os bancos. Se a atual proposta do governo da reforma tributária for mantida, o Bradesco avalia que terá que reconhecer no seu balanço uma baixa expressiva de crédito tributário em função das mudanças de alíquotas de impostos previstas. Com relação ao fim do pagamento de juros sobre o capital próprio (JCP), a previsão é que isso intensifique a recompras de ações, que seria uma forma de dar retorno aos acionistas.

“Cada vez o governo tem uma proposta diferente, mas considerando a última, nós e outros bancos teremos que fazer uma baixa expressiva de crédito tributário no fim do ano. Mas levando em conta todas as mudanças, ainda vemos um efeito positivo para o acionista”, disse Carlos Firetti, diretor de relações com investidores do Bradesco.

Já Milton Maluhy Filho, presidente do Itaú, disse que a reforma tributária é essencial e vai na direção correta, mas disse que é preciso se pensar em modelos de transição para alguns pontos. Isso por conta dos efeitos relevantes no curto prazo, destacando também o possível fim do JCP e a possível redução na alíquota de Imposto de Renda de Pessoa Jurídica. Apesar de isso ser bom no longo prazo, ele explicou que, se essa mudança de fato ocorrer, as instituições terão de fazer uma reavaliação dos seus créditos tributários, gerando um impairment [ou baixa contábil] grande.

Com relação à concorrência, a Levante ressalta que o tema no setor vem sendo debatido há bastante tempo e incentivado pelos órgãos reguladores, principalmente com a entrada das fintechs e bancos digitais. Enquanto o Bradesco tenta criar um banco digital separadamente (o Next), o Itaú investe em se tornar mais ágil e operar de maneira mais parecida com as fintechs, avaliam os analistas da casa de research.

Eles ainda apontam que, com o avanço no cronograma do open banking, as instituições financeiras mais estabelecidas, em especial os adquirentes, têm seu lucro mais ameaçado, uma vez que o compartilhamento dos dados beneficia os novos entrantes, que antes tinham poucas informações.

No entanto, o novo ambiente também se mostra uma oportunidade para que os grandes bancos possam utilizar sua inteligência de dados para concessão de crédito para expandir sua oferta para além de seus clientes. “Dessa forma, podemos entender este novo cenário tanto como uma ameaça quanto uma oportunidade para o banco”, avaliam.

A XP destaca ainda a iniciativa iVarejo, do Itaú, uma estratégia de omnichannel do banco que permitirá aos clientes interagir com o banco por meio de suas operações físicas e digitais integradas, segue avançando no seu esforço de integrar as agências físicas do banco com o seu superapp. O banco atingiu a maior pontuação de net promoter score (o NPS, ferramenta que mede a satisfação dos clientes) em seu aplicativo, o que os analistas da XP veem com bons olhos, já que o mundo digital será o principal campo de batalha para absorver novos clientes no futuro.

Já durante teleconferência, Octavio Lazari Jr., CEO do Bradesco, falou sobre o Next, destacando principalmente as perspectivas para a abertura de capital e que é visto como um dos catalisadores para a ação do banco. O banco digital apresentou resultados positivos no período, com crescimento anual de 99% na base clientes, atingindo 5,4 milhões usuários, além de uma redução de 31% nas despesas por cliente. Segundo o CEO, não haverá abertura de capital do Next no ano que vem, mas isso pode ocorrer em 2023.

Enquanto isso, o Santander Brasil terá que lidar com outro desafio além dos já postos. Sérgio Rial, que realizou um turnaround na companhia, deixará o cargo de CEO e assumirá o cargo de Presidente do Conselho de Administração em 1º de janeiro de 2022. Mario Opice Leão, que ingressou na diretoria do banco em 2015, foi nomeado o novo CEO, e também será nomeado para um cargo no Conselho de Administração. O processo ainda está pendente das aprovações regulatórias relevantes.

“Essa notícia era de alguma forma esperada pelo mercado, embora o timing possa ser uma surpresa. Ressaltamos que Sérgio Rial liderou um importante processo de turnaround no banco, e sua presença no Conselho de Administração pode ser um sinal de que a estratégia deve continuar”, avalia o BBI. Já a XP ressalta que a notícia é negativa, dada a importância do atual CEO para a estratégia do banco.

Já para o Banco do Brasil, o BBI ressalta que, apesar do banco estatal mostrar evolução dos números, o mercado está focado na formação de receita, especialmente na receita líquida de juros com clientes. Assim, por não verem um catalisador de curto prazo e qualidade de lucro relativamente mais fraca em comparação com seus pares do setor privado, os analistas do banco possuem recomendação neutra para BBAS3. Por outro lado, a XP reiterou recomendação de compra com um preço-alvo de R$ 52, pois vê o banco negociando a um múltiplo barato de 4,5 vezes o preço sobre o lucro, embora os fundamentos pareçam sólidos.

Assim, a projeção é de continuidade da recuperação para os bancos com a expectativa de continuidade da retomada da economia com a vacinação. Enquanto isso, a inadimplência, a competição maior no setor (que já ganhava destaque no noticiário desde antes da pandemia) e os impactos da reforma tributária no curto prazo seguem sendo observados de perto pelos investidores.

Fonte: Infomoney

 

Congresso com funcionários vai refletir sobre o Banco do Brasil que o país precisa

Publicado em: 06/08/2021

Funcionários do Banco do Brasil realizam seu 32º Congresso Nacional nesta sexta-feira (6) e no domingo (8). Com debates e votações online, as reflexões vão girar em torno do tema “Construindo juntos o futuro do Banco do Brasil”. Serão três mesas de debate: “Retrato do Banco do Brasil nos últimos anos”; “O BB que queremos para o futuro do Brasil” e “Diversidade para construir um banco realmente do Brasil”. Nesta última mesa, a discussão abordará a diversidade e a inclusão como forma de fazer com que o banco tenha cada vez mais a cara do Brasil.

“A história do desenvolvimento de nosso país se confunde com a do Banco do Brasil, a primeira instituição financeira brasileira. Os investimentos para a infraestrutura, o desenvolvimento industrial, do setor de serviços, comércio e agropecuário foram e são feitos pelo Banco do Brasil. Mas, pessoas e setores com interesses escusos menosprezam a importância do banco para o país”, disse o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), João Fukunaga.

“Além disso, desde pelo menos 2016, o banco vem passando por constantes processos de reestruturações que, na verdade, acabam com sua estrutura e sua capacidade de fomentar o desenvolvimento da economia e do país como um todo. Não é este Banco do Brasil desestruturado que o Brasil precisa. Não é este Banco do Brasil capenga que a gente quer! É sobre isso que nosso congresso vai tratar”, completou.

O fundador e reitor da Universidade Zumbi dos Palmares professor dr. José Vicente, que recentemente foi convidado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Luiz Fux, para integrar o grupo de trabalho sobre Segurança Privada do Conselho Nacional de Justiça; a economista e técnica do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, Nádia Vieira de Souza; e o professor e ex-deputado federal, Jean Wyllys, estão entre os convidados para compor as mesas e contribuir com os debates.

Jean Moreira Rodrigues, ex-funcionário do BB; Débora Fonseca, Conselheira de Administração do BB eleita pelos funcionários; Isabela Lemos, funcionária aposentada do BB; e Carlos Augusto Vidotto, ex-funcionário do BB e ex-dirigente do Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região, também farão parte das mesas de discussões do congresso, que será realizado inteiramente no formato eletrônico, via videoconferência Zoom. Os delegados inscritos antecipadamente receberam links individuais para completarem sua inscrição e terem acesso à plataforma de participação e votação. O público em geral poderá acompanhar os debates pelos canais da Contraf-CUT no Facebook e YouTube.

Fonte: Contraf-CUT

 

Banco do Brasil lucra R$ 5 bilhões no 2º tri, aumento de 52,2% na base anual

Publicado em:

O Banco do Brasil (BBAS3) registrou lucro líquido ajustado de R$ 5,039 bilhões no segundo trimestre deste ano, número 2,6% maior que o reportado no primeiro trimestre e 52,2% superior ao do mesmo período do ano passado.

Já no semestre, o lucro líquido resultado ajustado alcançou R$ 10,0 bilhões, aumento de 48,4% frente ao primeiro semestre do ano passado.

O lucro líquido contábil, por sua vez, foi de R$ 5,5 bilhões no 2º trimestre, resultado 72,1% acima do apresentado no mesmo período do ano passado, quando ficou em R$ 3,2 bilhões.

A carteira de crédito atingiu R$ 766,5 bilhões em junho de 2021, crescimento de 6,1% na comparação com junho de 2020, com destaque para as operações de varejo e agronegócios.

O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE, na sigla em inglês), foi de 14,4% no segundo trimestre, ante ROE de 11,4% no mesmo período do ano anterior.

O índice de inadimplência acima de 90 dias ficou em 1,9%, praticamente estável.

O BB ainda registrou receita líquida de juros, receita com empréstimos menos despesas com depósitos, de R$ 14,4 bilhões, 0,6% superior ao ano anterior. O banco disse que enfrentou custos de financiamento mais altos à medida que as taxas de juros de referência subiram.

Já a receita de prestação de serviços do banco teve leve alta de 3,5% em um ano, atingindo R$ 7,206 bilhões entre abril e junho.

Novas projeções

O Banco do Brasil também emitiu comunicado revisando suas projeções para este ano, elevando o lucro líquido da faixa entre R$ 16 e R$ 19 bilhões para entre R$ 17 e R$ 20 bilhões.

Já a margem financeira bruta prevista agora está entre 1% e 4%, antes projeção anterior de 2,5% a 6,5%, ao passo que a perspectiva para a carteira de crédito foi mantida em uma variação de 8% a 12%.

A Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (PCLD) Ampliada, por sua vez, está prevista para fechar 2021 entre R$ 13 bilhões e R$ 15 bilhões, enquanto a projeção anterior era de R$ 14 a R$ 17 bilhões.

Fonte: Infomoney

 

Banco do Brasil tem ações baratas, mas entrega menos que Itaú e Santander

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As ações do Banco do Brasil (BBAS3) seguem baratas, mas o retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) deixa a desejar, aponta a Ágora Investimentos em relatório de início de cobertura.

“Estamos assumindo cobertura do Banco do Brasil com recomendação neutra, pois sua rentabilidade deve seguir pressionada nos próximos dois anos, embora esteja sendo negociado com um desconto significativo em relação aos seus pares do setor privado”, aponta.

A corretora tem preço-alvo de R$ 39 para os papéis, o que implica potencial de alta de 23%.

Segundo os analistas Gustavo Schroden e Maria Clara Negrão, no momento não existem catalisadores de curto e médio prazo que possam desencadear expansão dos múltiplos para reduzir o desconto em relação aos bancos do setor privado.

“Enquanto o ROE do Banco do Brasil deve atingir em média 13,7% nos próximos dois anos, estimamos ROE médio de 19,2% para o Itaú Unibanco (ITUB4) e Santander Brasil (SANB11) no mesmo período”, argumentam.

A dupla também espera que o resultado da estatal do segundo trimestre, previsto para ser divulgado nesta quarta-feira, tenha uma qualidade mais fraca.

“Embora também esperemos que o banco se beneficie de um melhor mix de produtos e menor custo de risco, destacamos que a qualidade dos lucros deve ser afetada por despesas de contingência durante o ano, impactando negativamente as demais despesas”, pontuam.

Além disso, eles continuam a ver receitas de tarifas sob pressão devido à concorrência e o PIX.

Na visão da corretora, o lucro líquido recorrente deve crescer em uma taxa de crescimento média ponderada (CAGR) estimada no período 2020-2022 de 22%, relativamente em linha com a projeção para o sistema financeiro.

“Estimamos um lucro líquido de R$ 4,8 bilhões vindo do Banco do Brasil, uma ligeira deterioração no trimestre (-2,2%), mas ainda em alta de 45,1% no período, com um ROE de 14,0%”, completam.

Ação descontada: vale o risco?

De acordo com a corretora, o BB está negociando com um desconto considerável em relação aos seus pares do setor privado, a um preço sobre lucro (P/L) de 12 meses de 5x, o que é um desconto de 49% para os pares do setor privado e 25% abaixo da média histórica.

Já o preço sobre valor patrimonial está negociando a 0,7x, 65% abaixo da média dos pares do setor privado e 35% abaixo de sua média histórica.

Apesar disso, Ágora cita alguns pontos negativos do banco, como:

  • crescimento dos empréstimos mais fraco em função do crescimento do PIB;
  • incapacidade de manter o ROE em níveis elevados;
  • interferência do governo, que é o acionista controlador.

Fonte: Money Times

Concurso Banco do Brasil: lucro de R$10 bilhões favorece PLR

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O Banco do Brasil lucra R$ 5,032 bilhões no segundo trimestre e eleva o seu lucro líquido para R$10 bilhões, nos seis primeiros meses do ano. Os ganhos favorecem os empregados aprovados no concurso Banco do Brasil, que recebem Participação nos Lucros e Resultados (PLR).

Como Folha Dirigida mostrou em reportagem de julho deste ano, todos os anos, os ganhos com a PLR podem chegar ao dobro do salário.

Segundo informou a Assessoria de Imprensa do Banco do Brasil, cada escriturário recebeu R$ 9.255,24, referentes à PLR, em 2020.

Esse valor foi pago em duas parcelas semestrais, sendo a primeira de R$ 4.845,65 e a segunda de R$ 4.409,56. Os ganhos dos escriturários referentes ao primeiro e segundo semestres de 2020 foram pagos nas seguintes datas:

R$ 4.845,65 – PLR 2020/1 (paga em 11/09/2020); e
R$ 4.409,59 – PLR 2020/2 (paga em 12/03/2021).

O lucro líquido do BB favorece o aumento dessas parcelas. Isso porque, segundo o Sindicato dos Bancários, a PLR é paga semestralmente e os valores correspondem à soma do módulo Fenaban e do módulo BB.

Pelo módulo Fenaban, o funcionário recebe 45% do salário estabelecido em acordo, acrescido de parcela fixa a ser definida pelo banco para cada semestre.

Já o módulo BB é formado por uma parcela constituída pela divisão entre os funcionários de 4% do lucro líquido verificado no semestre mais uma parcela que varia conforme cumprimento do Acordo de Trabalho (ATB) ou conexão.

Além dos ganhos iniciais de R$4.508,40, sendo R$3.022,37 de salário-base, R$831,16 de auxílio-alimentação/refeição e R$654,87 de cesta alimentação, os contratados contam com auxílio-transporte e outros benefícios, como:

  • planos de saúde e odontológico;
  • previdência privada com participação do banco;
  • auxílio-creche/babá; e
  • auxílio ao filho com deficiência.

Fonte: Folha Dirigida