Governo quer menos BB no setor de crédito rural, e mais bancos privados

Publicado em: 27/03/2019

O governo, via Ministério da Economia e o ministro Paulo Guedes, deseja reduzir a fatia do Banco do Brasil (BBAS3/BB) no mercado de crédito rural. Com a medida, o governo objetiva aumentar o espaço dos bancos privados neste segmento. Atualmente, o BB é líder do mercado, com participação de 57,4%, segundo o Banco Central (BC).

A orientação do governo indica que a contração pode ser expandida, e englobar também o mercado de taxas livres. Apesar de esclarecer que a participação do Banco do Brasil no segmento de crédito rural será menor, o governo não objetiva retirar completamente o banco da concorrência.

Opinião do ministério da Economia

“Queremos fazer com o BB o que estamos fazendo com o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social)”, afirmou o secretário especial de Fazenda do ministério da Economia, Waldery Rodrigues, ao “Valor Econômico”. O secretário especial referiu-se às novas políticas implementadas no BNDES para reduzir seu tamanho no mercado. Assim, o intuito é que mais espaço esteja disponível para instituições financeiras privadas e para o mercado de capitais. “A gente precisa, de maneira célere, priorizar o aumento do crédito privado”, defendeu Rodrigues.

“Ele [Banco do Brasil] é um grande agente no financiamento agrícola, área que precisa ser retrabalhada. Esse é um tema que vamos tratar e com certa brevidade […] Precisamos analisar se não há como agentes privados serem incentivados a entrar nesse mercado”, acrescentou Rodrigues.

Contudo, o secretário especial destacou que o banco estatal possui um “componente social importante”, pois o BB tem a função de financiar a agricultura familiar. Tal fatia do mercado de crédito rural não é o foco dos bancos privados.

Os principais bancos privados do País: Bradesco (BBDC3); Santander (SANB3); Itaú Unibanco (ITUB3); e Rabobank.

Mais os dois bancos cooperativos: Sicoob; e Bancoob.

Além dos demais públicos: Caixa Econômica Federal (CEF); e Banco do Nordeste (BNBR3).

Todos estes bancos juntos representam cerca de 40% da fatia restante do mercado de crédito agrícola.

Opinião do presidente do BB

“Podemos até vir a perder share, o que é natural para quem tem mais de 60%. Mas continuaremos crescendo no apoio ao setor”, disse o presidente-executivo do Banco do Brasil, Rubem Novaes. “A competição é sempre bem-vinda. Mais volume de crédito é o que mais deseja a Agricultura. E a concorrência sentirá nossa força no empenho em bem atender ao setor”, completou.

Segundo dados do BC, a parcela do BB no mercado de crédito agrícola é de 57,4%, considerando o saldo de sua carteira de agronegócio acumulada, nos últimos 12 meses encerrados, em dezembro de 2018. O montante é de R$ 188,7 bilhões. Até algum tempo atrás, os bancos privados não viam as operações de crédito rural como rentáveis. Assim, não raramente, o Banco do Brasil comprava (e ainda compra) carteiras de instituições privadas que falhavam em cumprir suas exigibilidades com o crédito rural.

Entretanto, nos últimos 40 anos o agronegócio brasileiro ascendeu. De acordo com a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), agência da ONU, o Brasil poderá ser o maior fornecedor de alimentos para o mundo no futuro. Com tal crescimento do setor agrícola brasileiro, aproxima-se o momento no qual haverá corte de subsídios agrícolas.

Opinião do ministério da Agricultura

O ministério da Agricultura, cuja chefia é da ministra Tereza Cristina, possui política de defesa dos recursos ao agronegócio. Todavia, a pasta está mais alinhada ao pensamento da equipe econômica. O secretário de Política Agrícola, do ministério da Agricultura, Eduardo Sampaio, afirmou ao “Valor Econômico” que a pasta concorda em ampliar a participação dos bancos privados no segmento de crédito rural, por meio de regras regulatórias.

Em adendo, o secretário contou que a Agricultura tem estudado como atrair instituições financeiras não-bancárias, as fintechs, para o financiamento agrícola. “A tendência, que já está em curso, é que o Banco do Brasil diminua sua participação no crédito rural”, afirmou Sampaio. Em adendo, o secretário destacou que o ministério deve aumentar o orçamento de subvenção ao seguro rural para, pelo menos, R$ 1 bilhão. A informação já havia sido adiantada por Tereza Cristina no fim de fevereiro. Segundo a ministra, a medida deve conduzir as possibilidades para que os juros do crédito rural possam baixar, no futuro, as taxas das operações de crédito rural.

Opinião do departamento de Agronegócios do Banco do Brasil

Apesar do setor de Agronegócios do Banco do Brasil concordar e estar cooperando com as mudanças em curso, a grande capilaridade do BB, cuja abrangência atinge regiões interioranas do País (nas quais os bancos privados devem continuar desinteressados), além da positiva imagem da estatal no setor, dão natural vantagem competitiva nessa disputa. Isto é o que a instituição acredita.

Ao “Valor Econômico”, o diretor de Agronegócios do BB, Marco Túlio da Costa, analisa que: caso ocorra a aprovação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) da reforma da Previdência ainda em 2019, há grandes chances de uma nova queda da taxa Selic, a taxa básica de juros. Atualmente em 6,5% ao ano, a taxa Selic está em seu menor patamar histórico.

Nos dias atuais, um financiamento a juros livres no BB pode variar entre 9,75% e 11% ao ano. “É evidente que o Estado quer reduzir o gasto com subsídios e o crédito rural tem um peso grande nessa conta, mas estamos preparados para isso […] Seja com recursos controlados ou livres, o BB continuará atuando no agronegócio. Estamos no jogo”, disse o diretor.

Costa também explicou que o Banco do Brasil tem ampliado as operações de crédito rural, com base em fontes alternativas:

captação de recursos exteriores ao Brasil;
operações na Bolsa de Chicago (CBOT);
uso de títulos do agronegócio, como o Certificado de Recebíveis do Agronegócio (CRA)
e o Certificado de Direitos Creditórios do Agronegócio (CDCA).

Fonte: Suno Research

Bancos acumulam saldo negativo de contratações em 2019, aponta pesquisa do Caged

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Após criar apenas seis postos de trabalho em janeiro, número risível para o setor mais lucrativo da economia, os bancos brasileiros engataram a marcha ré em fevereiro ao cortarem 415 empregos, acumulando assim saldo negativo de 409 vagas nos dois primeiros meses do ano. Os dados são do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), compilados pelo Ministério da Economia.

Em 2018, Itaú, Bradesco, Banco do Brasil e Santander lucraram R$ 73,2 bilhões, aumento de 12,8% em relação a 2017. A Caixa, que completa o grupo dos cinco maiores bancos do país, ainda não divulgou seu resultado do ano passado.

“Os bancos, com seus lucros sempre crescentes, pouco importando a situação econômica enfrentada pelo país, insistem em não gerar empregos para reduzir nosso alarmante índice de desemprego. Contribuir para a geração de empregos é uma contrapartida fundamental dos bancos para com a sociedade. Além disso, aumentar o número de contratações atenuaria a imensa sobrecarga de trabalho a qual os bancários estão submetidos e, por consequência, proporcionaria um atendimento melhor à população. Os bancos podem e devem contratar mais”, avalia a diretora de Imprensa e Comunicação do Sindicato, Marta Soares.

Em dezembro de 2017, de acordo com as demonstrações contábeis das próprias instituições, Banco do Brasil, Itaú, Bradesco e Santander tinham em média 820 clientes por empregado. Um ano depois, essa relação aumentou 3,3%, para 847 clientes por empregado.

Rotatividade

Além de cortar postos de trabalho, os bancos continuam utilizando como forma de cortar custos e maximizar lucros.a rotatividade, que consiste em demitir bancários que ganham mais e contratar funcionários com salários mais baixos. Em fevereiro, o salário médio dos desligados dos bancos equivalia a R$ 6.927, enquanto a remuneração média dos admitidos corresponde a R$ 4.185. Ou seja, novos funcionários foram contratados ganhando 40% menos do que os que deixaram o setor.

“O bancário cumpre metas, se qualifica e cresce na carreira. Ao invés de ter seu esforço e experiência valorizados, o banco o demite para cortar os salários mais altos. É esse tipo de meritocracia tão defendida pelo setor?”, questiona Marta.

Desigualdade de gênero

Os dados do Caged também revelam que a desigualdade salarial entre homens e mulheres ainda persiste no setor financeiro. Em fevereiro, as mulheres foram contratadas ganhando em média R$ 3.602, enquanto os homens admitidos receberam em média R$ 4.662. As demitidas ganhavam em média R$ 5.411, bem menos do que os dispensados (R$ 8.526).

“Apesar de mais escolarizadas que os homens no setor, bancárias ganham salários menores e possuem maior dificuldade para subir na carreira. Infelizmente, o machismo ainda persiste no setor bancário”, diz a diretora do Sindicato.

Na Campanha Nacional Unificada dos Bancários 2018, a categoria conquistou a realização de novo Censo da Diversidade, que deve iniciar este ano e será . O censo é uma ferramenta fundamental no combate às desigualdades de gênero e raça no setor bancário e na promoção de políticas de igualdade de oportunidades para mulheres, PCDs (pessoas com deficiência) e negros.

“O objetivo é que o censo não apenas trace um perfil da categoria, mas seja aplicado como um instrumento de transformação contra a violência e a discriminação que se perpetuam na sociedade e também muitas vezes são constatadas no setor bancário na forma de assédio sexual e moral”, explicou a presidenta do Sindicato, Ivone Silva, que é uma das coordenadoras do Comando Nacional dos Bancários.

A Fenaban também aceitou a proposta da criação do Agente da Diversidade, que será constitúido por um representante em cada local de trabalho responsável por promover os debates sobre diversidade.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Governadora Fátima Bezerra negocia com BB para pagar servidores

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A governadora Fátima Bezerra e o secretário de Planejamento, Aldemir Freire, se reuniram com diretores do Banco do Brasil e receberam a primeira proposta de negociação para pagamento da folha salarial do servidores estaduais. No Instagram do Governo do RN, uma foto foi postada dos chefes do executivo do Estado com os diretores do BB, em Brasília, onde Fátima também participou do Fórum dos Governadores.

A expectativa é de que a negociação, que ainda envolve outras instituições bancárias, seja finalizada dentro dos próximos 40 dias. A ação renderá receita extra para o Estado e faz parte do esforço do Governo do Estado para colocar os salários em dia.

Fonte: Portal no Ar

Banco do Brasil perde na Justiça e é obrigado a reabrir conta da Foxbit

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O Banco do Brasil foi condenado pela Justiça de São Paulo a reabrir conta corrente da corretora de criptomoedas Foxbit. A sentença foi fundamentada no argumento de que não há lei que proíba a transação com criptomoedas e de que a autonomia de vontade nos contratos não deve passar por cima do direito do consumidor.

O Portal do Bitcoin entrou em contato com a assessoria de imprensa da empresa estatal, que postergou a resposta por duas vezes. Quando o comunicado finalmente foi enviado disse: “O Banco do Brasil não comenta nem emite opiniões sobre processos em andamento no âmbito do Judiciário”.

O processo está em segredo de justiça e por isso indisponível para consulta no site do Tribunal de Justiça de São Paulo. A decisão, contudo, pode ser vista no Diário Oficial do Estado, uma vez que ela foi publicada nessa segunda-feira (25).

Na publicação não há informação sobre a vara ou o juiz da causa. Nela, consta apenas que a Justiça acolheu os pedidos da corretora, que havia argumentado que “receberam notificação extrajudicial da ré informando o encerramento suas contas correntes firmadas de forma imotivada”.

O Banco do Brasil havia apresentado como um dos motivos para o fechamento da conta, a disparidade entre os valores transacionados pela corretora e aqueles que eram declarados à instituição bancária.

“A Foxbit transacionou mais de R$1.000.000.000,00 no último ano e que tal quantia é superior aos valores declarados”.

Conforme consta na sentença, o banco declarou:

“A comercialização de criptomoedas gera consideráveis riscos para instituição financeira, em decorrência de transações que ocorrem de maneira praticamente anônima, além da ausência de fiscalização por autoridade governamental”.

De acordo com a decisão judicial não há “prova de que exista risco decorrente de anonimato das pessoas que participam das operações” como estava sendo defendido pelo Banco do Brasil.
Banco do Brasil sem razão

A Foxbit, por meio de sua petição inicial, afirmou que o encerramento de conta corrente torna totalmente inviável as suas atividades. A empresa “depende do uso e manutenção das contas para realizar a sua atividade empresarial”.

O argumento apresentado pela instituição bancária de que ela não tem o dever de manter a prestação de serviços aos autores sob força de que não há lei que a obrigue a isso, foi rechaçado pela Justiça.

O juiz afirmou na decisão que a conta corrente “apresenta caráter de essencialidade e não pode violar direito do consumidor com simples aplicação do princípio da autonomia da vontade”.

Nisso ficou decidido que o banco agiu com abuso de direito por cancelar a conta corrente de modo unilateral e sem comprovar o motivo que foi alegado, “já que a utilização da conta-corrente configura requisito essencial e imprescindível para o desenvolvimento dos serviços da ré”.

Responsabilidade da corretora

Outro argumento que caiu por terra foi o de que a atividade exercida pela exchange não teria previsão legal. Segundo a sentença, o princípio da legalidade trazida pelo Banco do Brasil em suas alegações finais vai contra a própria instituição.

“Inexiste lei ou determinação judicial vinculante que declare ou mesmo induza que a atividade desenvolvida pela autora seja ilegal. E se tal declaração não há, é porque é legal”.

O argumento de que apenas empresas de criptomoedas podem incorrer em crimes como lavagem de dinheiro não condiz com a realidade, conforme foi apontado na decisão judicial.

“A alegação genérica que transação com criptomoedas é arriscada sob o ponto de vista mercadológico e institucional, em razão do efeito negativo que prejudicaria a reputação da ré e possíveis envolvimentos em atividades ilícitas, não tem o condão de afastar o caráter abusivo da medida”.

A afirmação de que o banco tem a responsabilidade sobre a ação dos usuários da corretora de criptomoeda não serve de motivo para encerramento unilateral da conta desse tipo de empresa, conforme está na sentença.

“A responsabilidade objetiva em caso de qualquer ação dos usuários cadastrados na empresa autora não será do banco e, sim da própria Foxbit, o que inviabiliza a possibilidade de encerramento unilateral com base em tal motivação”.

Esse ganho de causa, entretanto, para a corretora pode ser modificado, uma vez que se trata de uma decisão em 1ª instância e que o Banco do Brasil pode apresentar um recurso contra essa decisão, levando o caso à 2ª instância do Tribunal de Justiça de São Paulo.

Batalhas travadas

Assim como outras corretoras de criptomoedas, a Foxbit tem travado batalhas para manter suas contas abertas. No último dia 19, a Caixa Econômica Federal havia bloqueado a conta da exchange sem aviso prévio.

A empresa, que não informou o valor bloqueado pela Caixa, afirmou que entraria com uma ação judicial para solucionar esse problema. O fato, é que ainda não há qualquer ação ainda movida pela empresa.

Algumas contas da Foxbit têm sido mantidas por força de liminar à exemplo de uma no Bradesco. A corretora apresentou um agravo em recurso especial contra a decisão monocrática proferida pelo desembargador Hélio Nogueira, da 22ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP).

Enquanto se discute a causa, a conta corrente se mantém aberta. A decisão sobre esse caso que envolve a corretora e o Bradesco será do Superior Tribunal de Justiça, que já havia enfrentado tema semelhante no ano passado com a discussão entre o Mercado Bitcoin e o Banco Itaú.

Neste caso, o banco conseguiu ganhar a causa e o STJ trouxe um precedente que pode influenciar em novas discussões.

Fonte: Portal do Bitcoin

Agência do BB é autuada por desobedecer lei das filas, em João Pessoa, diz Procon

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Uma agência do Banco do Brasil, em João Pessoa, foi autuada pelo Procon-JP com uma multa em torno de R$ 30 mil por desrespeitar a lei das filas. De acordo com o secretário Helton Renê, os clientes esperaram por mais de duas horas até serem atendidos. A autuação aconteceu após uma denúncia feita por clientes.

O G1 entrou em contato com a superintendência regional do Banco do Brasil e aguarda um posicionamento. O banco tem até dez dias para recorrer e apresentar defesa.

Em João Pessoa, a Lei 8.744 de 1998 estabelece o atendimento em até 20 minutos em dias normais e em 30 minutos nos dias de pagamento de funcionários públicos municipais, estaduais e federais, de vencimento de contas de concessionária de serviços públicos e de recebimento de tributos municipais, estaduais e federais, e de 35 minutos nos dias considerados atípicos (como pagamento dos servidores públicos, vésperas e após feriados).

Quem se sentir prejudicado de alguma forma por conta das demoras em filas, em João Pessoa, o Procon orienta que o cidadão entre em contato com o órgão. Existe dois telefones para atendimento ao público: 3214-3042 e 0800 083 2015. A outra opção é ir ao Procon, que fica na Avenida Pedro I, 331, no Centro, das 8h às 14h.

Fonte: Portal G1

Superintendência do BB avalia reabertura de agência em Malhada após atos criminosos

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A Superintendência do Banco do Brasil avalia reabrir a agência na Malhada, no sudoeste da Bahia, mas tudo dependerá de uma pesquisa de satisfação,conforme informação é de um funcionário de alto escalão da instituição.

A agência está fechada desde 6 de dezembro de 2017,após criminosos fortemente armados explodiram o prédio.

A fonte confidenciou ao portal Folha do Vale, que o banco do Brasil perdeu clientes acima do esperado para o Bradesco nos últimos meses, principalmente depois que o município transferiu a folha de pagamento.

Conforme essa fonte, o Bradesco tem feito investimento no sentido de melhorar o atendimento, o que tem atraído mais clientes. Nos próximos dias o posto avançado do Bradesco de Malhada, localizado na Praça de Santa Cruz, será inaugurado para suprir a demanda que já não era mais comportada pelas instalações anteriores, possibilitando um melhor e mais eficiente atendimento para cairuenses e turistas.

Procurado pelo portal Folha do Vale, o superintendente Estadual do Banco do Brasil, Carlos Motta da Silva, não foi localizado, mas o espaço fica à disposição para os devidos esclarecimentos.

Fonte: Folha do Vale

Para presidente do BB, instituição estaria melhor no setor privado

Publicado em: 21/03/2019

O presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes, defendeu nesta sexta-feira, 15, a privatização das principais empresas estatais, incluindo o próprio BB, a Caixa Econômica Federal e a Petrobras, mas ressaltou que “não se cogita” no governo a desestatização dessas companhias atualmente. Novaes disse que é papel dos economistas liberais do governo Jair Bolsonaro defenderem a privatização dessas estatais.

“O governo, ao longo da história, atrapalhou mais do que ajudou o BB. Minha conclusão é que se o BB fosse privado, ele seria muito mais eficiente, teria melhor retorno e poderia alcançar todos os objetivos que hoje alcança”, afirmou Novaes, em palestra durante o seminário “A Nova Economia Liberal”, na Fundação Getulio Vargas (FGV) do Rio.

Segundo Novaes, nenhum dos objetivos do BB definidos pelo governo, como a atuação no crédito rural, deixaria de ser alcançado caso o banco fosse privatizado. “Estou convencido de que o BB estaria bem melhor e deveria se privatizado. Defendo a privatização da Caixa e o ‘phasing out’ do BNDES”, completou o presidente do BB.

Processo de privatização em andamento

A liberdade para demitir e contratar foi um dos principais pontos explorados por integrantes da equipe econômica do governo ao defender a privatização de grandes empresas estatais, como Petrobrás, Banco do Brasil, Caixa e BNDES. Os presidentes dos bancos deixaram claro que a estratégia é enxugar quadros e privatizar.

“No BB, por exemplo, me sinto com as mãos atadas e como se tivesse bolas de chumbo na perna. Não tenho a mesma liberdade de contratação e de demissão”, afirmou Novaes. O processo de privatização dos bancos públicos está em pleno andamento, com o desmantelamento da empresa pública e a diminuição do seu papel.

A Caixa, por exemplo, já perdeu 15 mil trabalhadores de 2014 para cá. E, em três anos, o BB demitiu mais de 12.380 funcionários e fechou cerca de 700 agências em todo o país.

“A privatização das estatais beneficia apenas o mercado, que compra as empresas a preços mais baixos que seu real valor. Esse ataque ao patrimônio público resulta em piora da qualidade e redução de cobertura dos serviços, prejudicando clientes e usuários. Em 55 países, constata-se uma reversão das privatizações devido à precarização e encarecimento dos serviços”, explica o diretor do Sindicato Kleytton Morais.

Adoecimento do trabalhador

A facilidade de demissão e de contratação apontada pelos presidentes dos bancos públicos, ao defenderem a privatização das estatais, é rechaçada pelos dirigentes sindicais. “Isso só vai favorecer a sobrecarga de trabalho, o assédio moral e, consequentemente, o adoecimento do bancário e da bancária”, avalia Antonio Abdan, diretor do Sindicato.

“Não tem sentido a redução de empregados, assim como a intenção de privatizar a Caixa. O banco não dá prejuízo aos cofres públicos. Ao contrário, exerce um importante papel para o desenvolvimento socioeconômico do país e é lucrativo”, enfatiza Abdan.

Fim dos concursos públicos

Além de reforçar a intenção de privatizar as empresas públicas, o governo anuncia que vai travar os concursos públicos, decisão que já era prevista. Por ocasião da liberação da terceirização irrestrita de trabalhadores para atividades-fim nas empresas, proposta por Temer, especialistas alertaram que essa medida poderia acabar com os certames e a substituição por terceirizados vai inviabilizar a aposentadoria dos atuais servidores.

“Os concursos serão realizados quando for estritamente necessário. A ideia, por ora, é não ter concurso, e sim trabalhar para a melhoria operacional”, informou à imprensa o secretário especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia, Paulo Uebel. Segundo ele, antes de conseguir autorização para abrir novas vagas, os órgãos terão de cumprir 12 etapas de exigências. Entre os requisitos, estará a digitalização de serviços.

Desligamentos

Em 2018, foram fechados 2.929 postos de emprego bancário em todo o país. O saldo é resultado da contratação de 29.392 novos bancários e o desligamento de 32.321. Rio de Janeiro, Paraná e Distrito Federal apresentaram os maiores saldos negativos. Apenas em dezembro, os bancos fecharam 1.540 postos de trabalho no país, sendo 1.435 pela Caixa, em função do reeditado Plano de Desligamento Voluntário (PDV).

A análise por Setor de Atividade Econômica (CNAE) revela que a Caixa foi responsável pelo fechamento de 2.493 postos em 2018, enquanto os “Bancos múltiplos com carteira comercial”, categoria que engloba bancos como Itaú Unibanco, Bradesco, Santander e Banco do Brasil, fecharam 607 postos no ano passado. No caso da Caixa, esse saldo é reflexo do PDV de 2017.

Fonte: Infomoney“>Fonte: Infomoney (com Sindicato dos Bancários de Brasília)

Luiz Fernando Figueiredo aceita convite de Guedes para presidir conselho do BB

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O presidente-executivo da Mauá Capital, Luiz Fernando Figueiredo, aceitou o convite do ministro da Economia, Paulo Guedes, para presidir o conselho de administração do Banco do Brasil, informou nesta quarta-feira a gestora em comunicado.

“A nova função não terá qualquer impacto em sua atuação na liderança da Mauá Capital”, disse a companhia, acrescentando que Figueiredo assumirá o cargo nos próximos dias.

Ele foi diretor do Banco Central entre 1999 e 2003 e atualmente atua como conselheiro na B3 e diretor da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima).

Fonte: Reuters

Banco do Brasil apresenta ampliação dos escritórios digitais

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O Banco do Brasil apresentou, na terça-feira (19), os detalhes da ampliação dos escritórios digitais para mais de cem novas praças, sendo basicamente no interior e regiões metropolitanas, em reunião com os representantes dos trabalhadores.

O banco informou sobre o processo de migração de carteiras para os novos prefixos, o que inclui a mudança de localidade para muitos funcionários.

Os sindicatos solicitaram informações sobre como está acontecendo o processo de nomeação e posse e impacto para os funcionários.

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O banco informou que somente no primeiro dia, mais de 80% dos funcionários envolvidos já haviam feito a opção de migração de prefixos e que o processo está tranquilo até o momento, e que os problemas que surgirem nas bases sejam reportados para tentativa de solução.

Foram apresentadas as tabelas de migração de carteiras, bem como a lista das praças envolvidas.

Condições de trabalho

Os sindicatos apresentaram as reclamações dos funcionários em relação ao clima organização e a piora das condições de trabalho nos escritórios digitais. Foram apresentadas reclamações quanto ao grande número de clientes por carteira, bem como a pressão em relação às metas e ameaças de descomissionamento.

Também foram relatados os problemas detectados nas plataformas PJ, que tem dificultado a execução dos serviços de forma satisfatória.

Descomissionamentos

Os sindicatos apontaram a deterioração das condições de trabalho atrelada ao grande número de descomissionamentos, o que cria uma sensação de insegurança muito grande para bancárias e bancários.

Foi citada a manifestação dos funcionários em São Paulo em frente à Gepes, com participação de mais de 100 funcionários de escritórios digitais.

Um dos itens apontados pelos funcionários dos escritórios digitais é que a distância das Superintendências, na nova configuração, tem ocasionado cobranças mais exageradas e aumento das ameaças de descomissionamento, trazendo uma relação distante e descompromissada com o clima e saúde dos funcionários, por parte dos novos superintendentes nacionais.

PDG

Os representantes dos funcionários cobraram do BB atenção e retorno aos bancários e bancárias quanto aos pedidos de revisão do pagamento de PDG, pois tem chegado reclamações que os critérios são revisados sem comunicação prévia.

O Banco informou que tem procurado dar retorno aos funcionários.

A Contraf-CUT mais uma vez cobrou do Banco que haja negociação e contratação do PDG em acordo, algo que já acontece com diversos bancos, o que dá mais segurança sobre o modelo e regras utilizadas.

Para Wagner Nascimento, coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, a preocupação principal em todo processo de mudança de prefixos é com a mobilidade e garantia dos cargos dos funcionários. “Estamos fazendo o acompanhamento das movimentações agora e continuaremos o monitoramento das condições de trabalho nessas unidades.”

Fonte: Contraf-CUT

Ministro Paulo Guedes defende privatização do BB e Petrobras

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Em evento sobre liberalismo econômico nesta sexta-feira, 15, integrantes da equipe econômica do governo voltaram a defender a privatização de grandes empresas estatais, como Petrobras e Banco do Brasil, apesar de determinação contrária do governo Jair Bolsonaro.

Em sua palestra, na qual disse que privatizações e venda de ativos são uma das prioridades da gestão, o ministro da Economia, Paulo Guedes, chegou a dizer que “no final, vai a (privatização da) Petrobras também, vai o Banco do Brasil”. “Tem que ir tudo”, defendeu.

“Como liberais, somos contrários a empresas estatais. Com exceção do Banco Central, bancos públicos deveriam ser privatizados e o BNDES extinto. A Petrobras também deveria ser privatizada”, disse o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, para depois citar refrão dos Rolling Stones que diz “nem sempre se pode ter tudo”.

Também presente, o presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes defendeu a privatização dos dois maiores bancos estatais, o BB e a Caixa, argumentando que as instituições seriam mais eficientes com gestão privada. “Ao longo da história, o governo mais atrapalhou do que ajudou o Banco do Brasil”, afirmou. “Não vejo nada que não pudesse ser alcançado como prioridade do governo por todo o sistema bancário”, completou o executivo.

O presidente da Caixa, Pedro Guimarães, que participou da mesma mesa em que estava Novaes, não citou privatização, mas falou em saída de segmentos não prioritários e abertura de capital de subsidiárias. O banco pretende lançar em setembro operação para atrair investidores para a Caixa Seguridade.

O seminário, chamado ‘Nova Economia Liberal’ foi realizado pela FGV (Fundação Getúlio Vargas) do Rio e discutiu a reforma da Previdência, o papel dos bancos públicos e do setor de óleo e gás na nova política econômica brasileira.

Ao convidar Guedes para comandar a área econômica de seu governo, Bolsonaro prometeu carta branca ao economista, mas determinou a manutenção de Petrobras, Banco do Brasil e Caixa como estatais. A decisão tem apoio da ala militar do governo, principalmente em relação à Petrobras.

Ainda assim, as gestões das grandes estatais vêm sinalizando uma postura mais agressiva com relação a vendas de ativos. Na Petrobras, por exemplo, Castello Branco já anunciou que vai rever o plano de desinvestimentos, acelerando a saída de segmentos e reduzindo ao menos à metade sua participação no refino brasileiro.

Guedes convidou o empresario Salim Mattar, dono da Localiza, para assumir a secretaria de Privatizações do ministério e estabeleceu a meta de vender US$ 20 bilhões (cerca de R$ 76 bilhões) ainda em 2019. “Eu trouxe o Salim Mattar, com apetite enorme, doido para privatizar o máximo possível, doido para passar a faca”, afirmou o ministro da Economia, no evento desta sexta. Ele calcula que a venda a venda de todas as empresas e imóveis do governo poderiam render R$ 1,2 trilhão.

Com a restrição à venda das três maiores estatais, porém, a principal operação na mira do governo atualmente é a venda de ações da Eletrobras, proposta pelo governo Temer, que reduziria a fatia do governo na companhia. O negócio deve render R$ 12 bilhões, segundo projeção feita ainda pelo governo anterior.

Outro foco é a venda de imóveis. No evento desta sexta, Guedes brincou que preferiu deixar Mattar morando em um hotel para vender a residência em Brasília para a qual ele poderia se mudar.

Fonte: Amazonas Atual

Privatização do BB pode prejudicar financiamentos e políticas sociais

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A mais recente declaração do presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes, só confirma o que desde o início de sua gestão vem sendo receio dos funcionários do BB, o despreparo de Novaes para assumir um banco público, como ressalta o diretor da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) Wagner Nascimento, em entrevista ao jornalista Rafael Garcia, da Rádio Brasil Atual.

Em evento no Rio de Janeiro na sexta-feira (15), o presidente do banco disse estar “convencido” de que é preciso privatizar a instituição. Novaes chegou a afirmar que no Banco do Brasil se sente de mãos atadas. “É como se tivesse bolas de chumbos nas pernas para competir com bancos privados”, ressaltou.

“Uma declaração equivocada, de alguém que chegou agora e não conhece o banco”, rebateu Nascimento contestando, por exemplo, que mesmo não sendo da natureza da instituição pública competir com outras instituições, ela é altamente rentável. “Ele (Novaes) esquece que o retorno dado pelo banco, os dividendos pagos aos acionistas e ao próprio governo, isso é revertido em ações e políticas”, afirma o bancário e diretor da Contraf-CUT.

Responsável pelo financiamento de projetos de desenvolvimento, como agricultura familiar e até o agronegócio, o Banco do Brasil tem, sendo público, a responsabilidade com funções sociais, algo que poderá ser posto em xeque se for privatizado. “É um banco que não pode ser privatizado, ele tem seu papel na economia do país, não é um banco que está simplesmente concorrendo com um outro para ver quem lucra mais”, defende. “A gente estará deixando uma parte da sociedade considerável que precisa desse banco, à mercê de agentes de mercado que vão cobrar muito caro para fazer isso.”

Fonte: Rede Brasil Atual

Levy atrela repasse de R$ 126 bi à União a pagamento de BB, Caixa e Estados

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O presidente do BNDES, Joaquim Levy, diz que a devolução dos recursos do banco à União deve estar atrelada ao pagamento dos financiamentos que a instituição concedeu com aportes feitos pelo Tesouro. “Tem dinheiro que está emprestado à Caixa, ao Banco do Brasil, e a algumas agências de fomento, além de Estados e municípios. Aí depende de esses devedores poderem devolver, por conta do programa a que estão associados”, diz. Segundo ele, o banco vai antecipar o pagamento dos recursos à União desde que essa devolução não coloque em risco a saúde financeira da instituição.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, cobrou, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, a antecipação de mais de R$ 100 bilhões neste ano. O secretário da Fazenda, Waldery Rodrigues Júnior, afirmou que enviou ofício “cristalinamente claro” ao banco com o pedido de devolução de R$ 126 bilhões. Segundo ele, o banco tem condições de devolver essa quantia sem descumprir nenhuma regra de solvência.

O BNDES começou a devolver os mais de R$ 500 bilhões que a União aportou no banco em 2015, quando Levy era o ministro da Fazenda. Na época, ele encerrou o Programa de Sustentação do Investimento (PSI), que financiava grandes empresas, as “campeões nacionais”, com taxas subsidiadas.

Agora, à frente do BNDES, Levy diz que, para devolver uma parcela maior do que a que estava prevista inicialmente neste ano, vai precisar do pagamento dos financiamentos que foram desembolsados pelo banco. Juntos, Estados, municípios, Caixa, BB e a agência de fomento de pesquisa Finep devem R$ 36,52 bilhões ao BNDES.

Segundo os dados do banco, do total que a União aportou, R$ 205,7 bilhões estão contratados em operações de crédito. A devolução dos recursos ao Tesouro é “uma prioridade para o banco”, diz Levy.

Segundo ele, o BNDES tem dinheiro em caixa, porque, com o fim do subsídio da Taxa de Juros de Longo Prazo, que foi substituída pela Taxa Longo Prazo (TLP), algumas grandes empresas fizeram as contas e preferiram antecipar o pagamento dos empréstimos à instituição.

Mudança

Na avaliação de Levy, até 2014, o governo usou o banco para muitas atividades “porque parecia muito fácil se alavancar via BNDES”. “O Tesouro botava dinheiro no BNDES e depois mandava emprestar para uma porção de coisas. Nós temos que desfazer várias dessas coisas, ao mesmo tempo em que mantemos a sustentabilidade financeira do banco.”

O presidente diz ainda que a venda de ações pertencentes à instituição está caminhando muito bem e num ritmo mais rápido do que “alguns pensam”. Segundo ele, o banco está vendendo grandes fatias, assim como pequenas posições que estavam negligenciadas.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Zero Hora

ABCS realiza audiência com diretoria do Agronegócio do BB

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Com o objetivo de atender as demandas da suinocultura nacional, em uma agenda positiva, o presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), Marcelo Lopes, apresentou ao vice-presidente de agronegócios do Banco do Brasil (BB), Ivandré Montiel, e ao diretor de agronegócios, Marco Túlio da Costa, as prioridades dos produtores de suínos no que tange à instituição financeira. O encontro aconteceu na segunda-feira (18), na sede do Banco, em Brasília, e também contou com a presença das consultoras do departamento de política da ABCS.

Com intuito de garantir a permanência de grande parte dos suinocultores na atividade, o encontro trouxe como tema principal a prorrogação do vencimento das parcelas de investimento adquiridas nos últimos anos. O presidente da ABCS, explicou à diretoria do Banco do Brasil que devido às crises cíclicas do setor suinícola, muitos produtores utilizaram recurso para investir nas propriedades, mas ainda não tiveram o retorno do mercado para quitar as dívidas. “Devido a demandas do mercado consumidor, muitos produtores investiram em tecnificação nas granjas, entretanto a venda da proteína no mercado não foi tão positiva. Dessa forma, a ABCS reitera o pedido para prorrogar as parcelas de investimento”, destacou Lopes.

O vice-presidente de agronegócios do BB, Ivandré Montiel, explicou que a orientação da instituição financeira é que cada caso seja resolvido pessoalmente com sua agência. “O que nós vamos fazer é chamar os superintendentes dos municípios que estão com problemas de endividamento nas parcelas de investimento e pedir para que a agência daquela unidade analise particularmente a situação do correntista e converse com ele sobre o que pode ser feito”, explicou.

Ainda durante a reunião, o vice-presidente reforçou a importância de buscar as agências financeiras, caso os produtores estejam com problemas de endividamento de modo geral. “Os suinocultores representam uma parcela quantitativa dos nossos clientes e ,por isso, vamos buscar analisar os casos e tentar atender da melhor forma possível. Mas, para isso, é necessário que cada produtor que esteja com problemas de inadimplência converse com o seu gerente, senão ele poderá ter problemas com a retirada de outras linhas de crédito no Banco”, ponderou.

Mais recurso para o suincultor no INOVAGRO

Ainda na agenda positiva, o presidente da ABCS solicitou à diretoria do Banco do Brasil mais recurso para o Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica na Produção Agropecuária (INOVAGRO), que é uma das linhas de crédito do Plano Agrícola e Pecuário (PAP) mais procuradas para inovações na área de sustentabilidade e bem-estar animal. “Atualmente poucos produtores conseguem acessar o INOVAGRO, devido à alguns entraves na sua contratação. Por exemplo, não é permitido fazer reformas civis e estruturais nas granjas, sendo que a suinocultura mundial passa por muitas inovações para o atendimento do mercado globalizado. Por conta desses entraves é necessário termos dentro do Programa alguns incentivos/mudanças”, destacou.

Montiel disse que não é complicado resolver o processo do INOVAGRO, mas que a demanda deve ser levada primeiramente ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) para que o banco construa depois a melhor forma de atender o setor.

Ao final da reunião o presidente da ABCS avaliou o encontro como produtivo, pois, segundo Lopes, o Banco se mostrou disposto a construir juntamente com o setor os melhores acessos ao INOVAGRO e as questões de investimento que interessam ao setor. “O que faremos agora é construir argumentos cada vez mais sólidos e com dados técnicos para que possamos evoluir mais nas agendas junto ao BB”, finalizou.

Fonte: O Presente Rural

Disputa entre BB, Itaú e Bradesco contra exchanges é adiada pelo Cade

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O governo adiou a decisão da investigação sobre a conduta anticoncorrencial de bancos como Itaú, Banco do Brasil, entre outros, contra as corretoras brasileiras de criptomoedas. O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) emitiu na sexta-feira (15) uma nota técnica afirmando que vai prorrogar o inquérito administrativo.

De acordo com a Nota Técnica nº18/2019 do Cade, nesse inquérito administrativo é necessário se ter “um prazo maior para aprofundar a análise dos documentos apresentados pelas partes e, se necessário, oficiar outras empresas”.

O motivo, de acordo com a superintendência geral do órgão regulador, é que a matéria em investigação envolve uma atividade econômica nova e não há regulação desse setor. Isso, sem contar que há informações novas trazidas “recentemente e ao longo da instrução, pela Representante, pelas diversas corretoras de criptomoedas e pelos seis Bancos Representados”.

O documento mostra que há uma grande complexidade que cerca esse caso, que envolve “catorze situações de encerramento unilateral de conta corrente e ao menos oito recusas de contratar (abrir conta corrente)”.

Itaú, Banco do Brasil, etc

Esses números se referem aos seis bancos que foram oficiados pelo Cade: Banco do Brasil, Santander, Bradesco, Itaú, Inter e Sicredi. A questão é que as corretoras relataram durante o andamento do inquérito “diversas dificuldades de uso e acesso a suas contas correntes que se mantiveram ativas por força de decisão judicial.”

Essas instituições bancárias, ao apresentarem suas respostas ao órgão, alegaram que o motivo para o encerramento das contas das corretoras de criptomoedas se deu por elas não seguirem as precauções necessárias para evitar atividades ilícitas.

Os bancos também afirmaram como justificativa para seu ato “a ausência de regulação do setor (de criptomoedas) e de uma Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) para essa atividade”.

Defesa do bancos

Isso, contudo, trouxe uma reação da Associação Brasileira de Criptoativos e Blockchain (ABCB). Fernando Furlan, presidente da ABCB e ex-presidente do Cade, afirmou há época que: “O fato de inexistir até o momento uma CNAE específica não pode ser considerado como indício de prática de lavagem de dinheiro. É absurdo conceber que uma descrição aproximada (por falta de descrição mais específica) do ramo de atividade de um cliente possa levantar suspeita da prática de ilícitos e gerar postura e atitude tão radicais por parte da instituição financeira”.

A defesa dos bancos de que a ausência de Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) das exchanges traria a suspeita de prática de ilícitos e que “a falta de regulamentação do setor também aumentaria o risco para as instituições financeiras” foi também rechaçada pela Superintendência-Geral do Cade.

Isso, na verdade, foi o que fez com que o órgão regulador iniciasse o inquérito administrativo. A Superintendência Geral do Cade afirmou que havia fortes indícios de conduta anticoncorrencial, os quais deveriam ser apurados.

Novas informações

O órgão regulador justificou a prorrogação do inquérito administrativo por causa da complexidade da matéria, uma vez que ela não possui regulação e também pelo fato de cada vez mais se ter informações novas acerca dessa discussão.

Na última quarta-feira (13), Fernando Furlan levou ao Cade cópia da decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo, o qual manteve a decisão da Juíza Renata Baião, da 19ª Vara Cível de São Paulo, para ordenar o Santander a desbloquear mais de R$1 milhão das contas do Mercado Bitcoin.

“Neste caso, o Judiciário Paulista definiu que a responsabilidade pelo controle de valores, procedimentos de compliance anti-lavagem de divisas e outros ilícitos financeiros, é antes das instituições financeiras, do que dos operadores de criptoativos, ônus que os bancos sugerem transferir às exchanges e mais, usam como ‘desculpa’ para encerrar contas, sem qualquer justificativa comercialmente aceitável”, afirma Furlan.

A ABCB tem demonstrado pelas informações levadas ao órgão que a conta corrente para essas corretoras é um elemento essencial para a continuidade de sua atividade empresarial.

Furlan disse que o “poder de fogo” dos bancos é muito forte no setor financeiro. “Parece que eles não estão dispostos a ceder espaço. Há uma clara estratégia de fechamento de mercado por parte dos grandes bancos”.
A associação mostrou que em outros lugares do mundo como Chile e Coreia do Sul, os órgãos e a justiça têm decidido à favor das corretoras por vislumbrarem que a conduta dos bancos viola a ordem econômica.

O que pode também favorecer as corretoras nessa discussão é a resposta do banco Sicoob Coopercredi que ao explicar ao Cade o porquê de excluir a Coinbr de seu quadro de associados afirmou que a corretora exercia “atividade concorrente aos investimentos ofertados pelo Sicoob Coopercredi-SP”.

Essa justificativa dada pelo Sicoob mostra que, pelo menos, por parte deles há uma conduta anticoncorrencial, o que é negado por outros bancos.
Esses pontos estão sendo considerados pelo Cade. O órgão se referiu a essas nuances como algo que precisasse de mais tempo para ser apurado.

“Os fatos analisados até o momento por esta SG (Superintendência Geral) podem, em tese, constituir indícios de infração à ordem econômica, matéria de competência desta autarquia antitruste”.

Fonte: Portal do Bitcoin

Banco do Brasil de Bodoquena divulga linhas de crédito para 2019

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Desde o início de ano, empresários e produtores rurais já têm acesso a linhas exclusivas de crédito do Banco do Brasil de Bodoquena, localizado na Rua 13 de Maio, 317. Entretanto, muitos ainda não se atentaram para a disponibilidade dos recursos disponíveis para a região. Dessa forma, o gerente da unidade, Newton Nogueira, concedeu entrevista ao jornal O Pantaneiro para tirar dúvidas sobre as linhas de crédito disponíveis e também quanto ao horário de atendimênto na agência, que atualmente fecha às 13 horas. Acompanhe a entrevista:

Quais são as linhas de crédito disponíveis para 2019?

Para a Pessoa Jurídica, nós temos as linhas de capital de giro e também as linhas do FCO que estão abertas desde janeiro. É necessário que a empresa realize seu o cadastro para que possamos analisar quais os valores estão disponíveis a fim de elaborar uma proposta direcionada ao que a empresa precisa, como uma implantação, melhoria, uma reforma, entre outros, dentro da linha de capital de giro, o próprio giro da empresa, pagamentos de tributos, inclusive, décimo terceiro de funcionários, além de despesas administrativas.

Quais são os requisitos necessários para essa linha de crédito?

É preciso atualizar o cadastro, dessa forma, o empresário deve procurar seu contador e providenciar sua relação de faturamento, os dados de cadastro da empresa, com declaração de imposto individual, contrato social e cartão do CNPJ. Nós fazemos a abertura da conta, quando a empresa ainda não tem e quando tem a gente atualiza o cadastro, calcula-se o limite de crédito e vamos determinar conforme o faturamento qual o valor máximo e mínimo que é possível liberar.

Levando em consideração a quantidade de assentamentos em Bodoquena, e em todos eles temos pequenos produtores, qual a linha de crédito que o BB oferece aos produtores de Bodoquena?

Esses produtores já são atendidos hoje pelo PRONAF (Programa de Fortalecimento da Agricultura Familiar), tanto para custeio de sua produção, quanto para investimentos em suas propriedades, como por exemplo, construção, ampliação, reforma entre outros.

Quem tem direito a esse crédito?
Todo cliente que não tenha restrição financeira, que tenha um cadastro rural e possua imóvel, mesmo que arrendado. Depois de feito cadastro junto a AGRAER (Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural ), já tem acesso a essas linhas de crédito.

Porque o BB de Bodoquena fecha o atendimento ao público às 13 horas?
Esse horário foi estipulado desde a inauguração da agencia. Certa vez foi pleiteada uma mudança, mas para que isso ocorra, tem que haver uma concordância de todos os bancos da praça, passar por uma aprovação junto à Câmara municipal, pra que isso possa acontecer. Na época não deu certo em razão da questão de disponibilidade de tempo e funcionário também,
inclusive estamos com poucos funcionários, sendo hoje eu (gerente) mais dois funcionários para atender nossos clientes e ainda tratar a parte interna do banco, porém já estamos revendo esta questão. Embora tenhamos poucos funcionários , nós temos no desdobrado para oferecer um melhor atendimento.

Existe alguma previsão, algum projeto que visa a mudança de horário ao publico, inclusive que se enquadre com as demais cidades da região, que tem horário de atendimento até as 15 horas?

Se nós conseguirmos essa unanimidade perante toda a comunidade, é possível a mudança sim.

Mas o que seria preciso para essa mudança no horário de atendimento, a comunidade precisa se manifestar? Procurar a agência? Como seria essa manifestação?
É necessário abrir uma demanda. Por exemplo: a Câmara de Vereadores nos solicita via oficio essa mudança, nós a encaminhamos à Superintendência e ela faz a avaliação. Seria preciso uma adequação em nosso pessoal, aumento de funcionários, mas não vejo dificuldade, é possível. Durante a implantação, não conseguimos essa adequação de pessoal, mas hoje é diferente e existe até uma previsão de melhoria.

Fonte: O Pantaneiro

Diretoria da Cooperativa São Gabriel do Oeste busca apoio do BB

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A fim de tratar sobre estratégias para captação de recursos financeiros para o exercício de 2019, os membros do Conselho de Administração da COOASGO (Cooperativa Agropecuária São Gabriel do Oeste) se reuniram com o Gerente Geral André Luiz Otten da Roza e o Gerente de Relacionamento Thiago Serpa Boynard da Agência Corporate Centro Oeste do Banco do Brasil, nesta quarta-feira (13).

“Estamos pleiteando recursos para viabilizar projetos que trarão ampliação a nossa produção, trazendo crescimento e fortalecimento da COOASGO”, afirma Sérgio Marcon, presidente da cooperativa.

Após a reunião, a equipe se deslocou para visitar a área destinada a construção da Multiplicadora na cidade de Rio Verde de Mato Grosso – MS. Essa unidade irá operar como Granja Multiplicadora. Serão cinco mil fêmeas alojadas, entre avós e bisavós, naquela que será uma das mais modernas unidades de produção de suínos do País.

Quando entrar em operação, no início de 2020, a granja da COOASGO responderá por uma produção de mais de 40 mil matrizes Camborough por ano.

Fonte: Enfoque MS

BB vai passar a exigir CPF no guichê do caixa a partir de abril

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A partir da segunda quinzena de abril, as agências do Banco do Brasil de todo o país vão passar a exigir a apresentação de CPF de quem procurar o guichê do caixa. O objetivo, segundo a instituição financeira, é prevenir a lavagem de dinheiro.

O documento será requerido tanto de clientes com contas-correntes ou poupanças quanto de usuários de serviços do BB. A apresentação do CPF não vai dispensar a entrega de um documento de identificação com foto ao caixa. Os dois serão exigidos.

Fonte: Jornal Extra

BB busca parcerias para unidades de gestão de ativos, banco de investimento e cobrança de dívidas

Publicado em: 13/03/2019

O Banco do Brasil está buscando parcerias em suas unidades de gestão de ativos, banco de investimento e cobrança de dívidas, em vez de listar esses negócios em bolsa, disseram analistas em notas a clientes nesta segunda-feira. Analistas do Itaú BBA disseram que o vice-presidente de Gestão Financeira do BB, Carlos Hamilton, afirmou em reunião que as parcerias seriam semelhantes às forjadas pela BB Seguridade antes de sua oferta pública inicial de ações.

A BB Seguridade tem parcerias com empresas como Principal Financial, Mapfre e Icatu Hartford, que detêm participações em seguradoras junto com a BB Seguridade. “Uma estrutura semelhante pode ser aplicada a outros segmentos, particularmente os de gestão de ativos e de banco de investimento”, escreveram analistas do Itaú BBA.

A Brasil Plural disse que o banco não pretende vender qualquer participação em seu negócio de cartões e destacou que Hamilton também mencionou a unidade de cobrança de dívidas do Banco do Brasil como um potencial alvo para parceria. “Ficou claro que o banco prevê a oportunidade de melhorar a lucratividade desses ativos, como aconteceu com a BB Seguridade”, escreveram analistas do Banco Safra.

Falando em condição de anonimato, uma fonte disse à Reuters que uma análise preliminar mostrou que o BB poderia destravar um valor maior para seus negócios se primeiro buscasse parcerias com renomadas instituições financeiras. Em uma segunda etapa, o banco poderia listar suas subsidiárias.

A BB Seguridade vale 53,2 bilhões de reais, quantia que dificilmente alcançaria dentro do BB se não tivesse sido listada em 2013, acrescentou a fonte.

O presidente do BB, Rubem Novaes, disse mais cedo neste ano que o banco venderia fatias em negócios-chave com o objetivo de agregar valor às unidades. O banco, no entanto, buscará a venda total de ativos considerados não essenciais, como da empresa de energia Neoenergia e do Banco Patagonia, da Argentina.

O Banco do Brasil não comentou o assunto.

Fonte: Jornal DCI

Banco do Brasil lança canal para startups interessadas em criar parcerias

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O Banco do Brasil (BB) lançou um canal para contato direto com startups interessadas em se tornarem fornecedoras ou fechar parcerias.

Além da ferramenta, que está disponível no site BB Startups, os empreendedores encontrarão detalhes sobre as áreas de inovação da instituição financeira.São elas os laboratórios de inovação do BB no Brasil e no Vale do Silício.

E o Portal do Desenvolvedor, que permite que tais empresas possam utilizar APIs de diversos serviços do banco.

Fonte: Jornal DCI

Negociações da Cassi têm nova rodada; debates continuam no próximo dia 18

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Uma nova rodada da Mesa de Negociações da Cassi, na sede do Banco do Brasil, em Brasília, aconteceu na sexta-feira 8. Na ocasião, as entidades representativas dos trabalhadores retornaram com as primeiras análises dos associados sobre a proposta do BB, divulgada com detalhes na semana anterior. Para a Comissão de Empresa dos Funcionários do BB (CEBB), a proposta ainda precisa ser melhorada.

Os representantes dos funcionários reafirmaram ao BB que algumas premissas precisam ser observadas na parte da proposta sobre governança, como não ter voto de minerva e alternância de presidência no conselho deliberativo, além da troca das representações nas diretorias. As entidades informaram, ainda, que poderão ser introduzidos outros mecanismos para facilitar o rito de decisão como pauta automática no conselho deliberativo.

Sobre a reabertura do Plano Associados, as entidades cobraram do BB o detalhamento de como seria a entrada dos novos funcionários e a possibilidade de entrada dos funcionários de bancos incorporados.

O Banco do Brasil respondeu que vai detalhar as formas de autopatrocínio dos futuros funcionários e que fará uma proposta de redação no Estatuto da Cassi que prepare o Plano para recebimento de novos funcionários.

Em relação ao custeio, foi cobrado do BB que seja mantida a proporcionalidade de 60/40 nos valores globais das contribuições entre patrocinador e associados.

As entidades reivindicaram mais estudos e simulações sobre a proposta de custeio. Ficou estabelecido que serão feitas simulações utilizando os dados existentes e as projeções na Cassi.

Será constituído grupo técnico para fazer as simulações de custeio, no início da próxima semana, com indicados das entidades, Cassi e BB. Os estudos serão utilizados para melhor análise dos números globais e formatação de contrapropostas sobre o custeio.

Continuidade das negociações

A próxima rodada está marcada para a segunda-feira dia 18, com negociações nos dias subsequentes. Segundo o Coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB (CEBB), Wagner Nascimento, as simulações feitas no grupo técnico servirão para subsidiar os debates com os associados e a formulação de uma proposta para levar ao Corpo Social. “Por isso, nosso compromisso em manter um processo de negociação permanente, considerando a necessidade de urgência da Cassi. A proposta que o banco apresentou agora precisa ser melhorada. Não podemos aceitar uma proposta pior que a proposta rejeitada pelos associados”, disse.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Reativação de convênio entre Emater e BB agiliza crédito rural em Rondônia

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Paralisada devido à mudança jurídica da Emater-RO, o convênio firmado entre o Banco do Brasil e autarquia para agilizar as operações de crédito rural volta a ativa. A proposta foi finalizada esta semana e os extensionistas que receberam capacitação para atuar no sistema já poderão fazer as operações diretamente no portal do Banco do Brasil. O convênio, que era de correspondente bancário, passa agora a ser de agente bancário e traz grandes benefícios tanto para o órgão público quanto para os produtores rurais.

O sistema criado pelo Banco do Brasil visa permitir que outras instituições que atuam com crédito rural possam colaborar na agilização de cadastros e liberação de crédito rural. Com o convênio, a Emater-RO que tem entre as suas ações a elaboração de projetos para financiamento através da linha de crédito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), torna-se apta para atuar como agente bancário viabilizando a liberação do crédito para investimento rural.

Segundo Jhovito Evaristo Correa, Jhovito Evaristo Correa gerente de mercado agro em Rondônia do Banco do Brasil, as propostas podem ser enviadas diretamente pelo portal de crédito do banco (portalcredito.bb.com.br). “Nesse portal foi disponibilizado também o acompanhamento das propostas que estavam sendo conduzidas anteriormente, pelo convenio antigo”, diz o gerente.

Correa explica ainda que a mudança no convênio fez-se necessária para corrigir as alterações legais devido à mudança jurídica da Emater-RO que deixou de ser empresa publica para ser autarquia, o que acabou bloqueando o antigo convênio antes de sua finalização. “Tivemos que mudar o convênio que era de correspondente bancário por meio de uma resolução do Banco Central (Bacen) para agente de crédito, que é outra resolução do Bacen”, explica.

Além de agilizar a contratação de crédito pelos produtores rurais, o convênio é uma grande fonte de recursos financeiros para a Emater-RO. Correa destaca que a autarquia receberá R$ 60 a cada custeio e R$ 92 a cada investimento contratado, além do bônus de adimplência sobre o custeio. “Cada semestre, geralmente em agosto e fevereiro, a gente faz a medição de como foi o controle da carteira da Emater, como foram feitas as operações, como foi conduzido o pagamento desses custeios que foram feitos e, tendo uma inadimplência dentro do padrão que o banco considera ajustado para continuar operando o Pronaf, que é no máximo, até 2% de inadimplência, a Emater pode estar recebendo um bônus e, em caso de 100% de adimplência, esse bônus poderá chegar até a um por cento sobre o valor dos custeios, além dos 2% que já recebe do convênio”.

Para o diretor presidente da Emater-RO, Luciano Brandão, a reativação do contrato será de grande ajuda para a Emater-RO e trará mais benefícios para o público beneficiário. “Agora cada gerente da Emater-RO local deverá entrar em contato com o gerente da agencia de seu município e trabalharem nas contratações de crédito rural oferecendo maior agilidade e benefício para o produtor rural.

Fonte: Rondônia News

Banco do Brasil lança, em Sinop, crédito especial para setor da madeira

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Em 20 de março, a partir das 19h, o Sindicato das Indústrias Madeireiras do Norte do Estado de Mato Grosso (Sindusmad) sedia o evento “Financiamento da Cadeia Produtiva do Manejo Florestal Madeireiro Sustentável”, no Pavilhão Nereu Pasini, quando o Banco do Brasil divulgará a abertura de linhas de créditos direcionadas, especificamente, para o setor florestal.

A iniciativa conta com a parceria do Banco do Brasil, Instituto WWF, Sindusmad e Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeiras do Estado de Mato Grosso (CIPEM) e apresentará alternativas para o crédito para financiar e custear atividades florestais, sendo este um dos principais instrumentos para a promoção do uso sustentável da floresta.

O presidente do Sindusmad, Sigfrid Kirsch, destacou que há muito tempo o segmento busca por linhas de crédito para o fomento da cadeia produtiva. Para ele, “esta é uma importante oportunidade de conhecermos o projeto e taxas interessantes para fomento da atividade madeireira”.

O alto custo das operações industriais madeireiras estão no pequeno rol de atividades que não possuem acesso ao crédito. Dentre as grandes demandas destaca-se a necessidade de fomento para o manejo florestal, a recuperação da vegetação nativa em áreas de preservação permanente (APP) e Reserva Legal, aquisição de equipamentos, beneficiamento de produtos florestais, bem como a comercialização e capital de giro.

“É uma excelente notícia, pois o setor terá disponível a destinação de valores para a cadeia florestal, incluindo manejo, renovação do parque tecnológico, capital de giro e mercado externo, entre outras”, explicou o presidente do CIPEM, Rafael Mason.

Fonte: Expresso MT

Banco do Brasil precifica US$ 750 milhões em bônus de cinco anos

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Banco do Brasil precifica nesta quarta-feira um bônus de US$ 750 milhões e vencimento em cinco anos, afirmou uma fonte próxima do assunto. O Banco do Brasil deve pagar cerca de 5%.

O IFR publicou mais cedo que a venda dos papéis será assessorada por BB Securities, BNP Paribas, Goldman Sachs, Itaú BBA e Standard Chartered.

Na terça-feira, a Petrobras precificou títulos globais de US$ 3 bilhões e vencimento em 2029 e 2049.

Fonte: Época Negócios

Governador do Rio Grande do Sul recebe representantes do Banco do Brasil

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O governador Eduardo Leite recebeu, na tarde desta terça-feira (12), a visita institucional de representantes do Banco do Brasil. O superintendente regional, Fernando Favoreto, o superintendente estadual, Edson Bündchen, e o gerente Samuel Cordenonsi Andreola estiveram no Palácio Piratini a fim de colocar a instituição à disposição para eventuais parcerias com o Estado.

Entre as ações citadas pelos representantes do banco, estão as voltadas para auxiliar a saúde financeira dos municípios, estimular a cultura e a educação e incentivar projetos na área da ciência e tecnologia.

O governador agradeceu a disposição do Banco do Brasil e se prontificou a colocar os três representantes em contato com as secretarias vinculadas a essas áreas.

Fonte: Governo do Estado do Rio Grande do Sul

Agência do Banco do Brasil em cidade cearense de Ipueiras é reinaugurada

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A agência do Banco do Brasil do município de Ipueiras, foi reinaugurada na manhã desta terça-feira (12). A agência estava desativada há um ano e sete meses, após ser explodida por criminosos.

Desde a ação criminosa, as solicitações para agilizar a reforma foram pautas da gestão do prefeito Nenem do Cazuza. O gestor relatou com muita indignação a ação criminosa dos bandidos quando sitiaram a cidade e atacaram a agência do BB. Em seu discurso, Nenem destacou a parceria do governo municipal com a instituição e parabenizou toda a equipe da agência de Ipueiras, destaque para a gerente, Elionara Pereira pelo seus esforços em reativar os trabalhos do banco no município. “Estamos felizes por trazer de volta o Banco do Brasil que vai favorecer os moradores, comerciantes”, reforçou.

Em clima de muito contentamento, os serviços de atendimentos à população e caixas eletrônicos foram retomados já nesta terça-feira (12). Na ocasião, foi realizado a assinatura do convênio da folha de pagamentos da prefeitura municipal de Ipueiras.

Ao longo do período que a agência esteve desativada, a gerência local do BB disponibilizou atendimento em uma sala no prédio da prefeitura, onde os moradores puderam efetuar algumas transações bancárias com comodidade e praticidade.

A solenidade de reinauguração contou com a presença do superintendente de Varejo Ceará, Fábio Alexandre Pereira, superintendente Regional de Sobral, Celso Hidekikaku, gerente da agência, Elionara Pereira Costa, pároco de Ipueiras, padre Denilson Pereira,secretários municipais, vereadores, prefeito Nenem do Cazuza e da primeira Dama Ana Tereza.

Fonte: Prefeitura Municipal de Ipueiras

MPE não quer cliente esperando mais de 15 minutos em agência bancária do MS

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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul, recomenda ao gerente da agência do Banco do Brasil de Mundo Novo, que adote todas as medidas necessárias a fim de respeitar o teor da Lei Estadual n. 2.085/2000, que obriga as Instituições financeiras a prestar o atendimento à população no espaço de tempo máximo de 15 minutos.

De acordo com a Recomendação, a 1ª Promotoria de Justiça de Mundo Novo foi informada por consumidora que a agência do Banco do Brasil estava atuando em desconformidade com a Lei Estadual. Tais informações foram corroboradas em diligência realizada em 19 de abril de 2017, atestando a demora de até 47 minutos para obtenção de atendimento na agência.

Ainda, segundo a Recomendação, mesmo após a Gerência da Agência do Banco do Brasil receber notificação, o problema não foi solucionado, porquanto, atendendo à determinação da Promotora de Justiça, em 04 de fevereiro, a técnica da 1ª Promotoria de Justiça deslocou-se à agência bancária, constatando que os atendimentos para o caixa convencional e para o caixa prioritário não respeitaram o tempo máximo de espera de 15 minutos previsto em lei.

A Procuradoria Jurídica do Município também realizou constatação, em duas datas diversas, 17 de dezembro e 29 de janeiro, junto à agência do Banco do Brasil de Mundo Novo, quando observou o descumprimento do tempo máximo de espera dos clientes na fila para atendimento.

O responsável pela Agência do Banco do Brasil de Mundo Novo terá o prazo de 20 dias úteis para informar sobre o acatamento ou não da Recomendação, bem como eventuais medidas adotadas.

A omissão na adoção das medidas implica o manejo de medidas cabíveis, inclusive eventual propositura de Ação Civil Pública, com a postulação, além da obrigação de fazer, de condenação por danos morais coletivos.

O Procon Estadual e o Procon Municipal vão receber cópia da Recomendação para que adotem, no âmbito de suas atribuições, à luz da Lei Estadual n. 2.085/2000, as providências que lhe são afetas, como fiscalização e aplicação de multa.

Fonte: Dourados News

2ª Turma do Supremo mantém punição a magistradas em caso de golpe ao BB

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Por unanimidade, a 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal confirmou, nesta terça-feira (12/3), a pena de aposentadoria compulsória imposta às desembargadoras Marneide Merabet e Vera Araújo de Souza, do Tribunal de Justiça do Pará. As condenações são do Conselho Nacional de Justiça, de dezembro de 2017. Para o colegiado, o CNJ agiu dentro das atribuições constitucionais ao impor a penalidade por considerar as duas magistradas negligentes na atuação em caso de tentativa de golpe bilionário contra o Banco do Brasil, por uma quadrilha de estelionatários, em 2010.

Na sessão desta terça, a Turma negou os mandados de segurança impetrados contra a decisão. “Não vejo nenhuma teratologia”, disse o relator, ministro Gilmar Mendes, ao afastar todas as alegações das desembargadoras. Ele também considerou razoável e proporcional a pena aplicada, por estar amparada na prova dos autos e em elementos sólidos descritos na decisão.

O relator foi foi acompanhado pelos ministros Luiz Edson Fachin, Celso de Mello e Ricardo Lewandowski. A ministra Cármen Lúcia se declarou impedida e não participou da análise do caso. Ela era a presidente do CNJ quando da condenação das duas.

Os advogados afirmaram, nas sustentações orais, que houve violação ao direito de defesa. O relator rebateu, afirmando que a impossibilidade de oitiva de testemunha em razão de morte ou ausência de identificação não anula o processo administrativo. “As conclusões a que chegou o CNJ amparam-se em fartos elementos de prova, razão pela qual seria temerário supor que a oitiva de uma testemunha traria para o PAD um desfecho diametralmente oposto”, observou.

Quanto à atuação do CNJ, o ministro verificou que o órgão agiu dentro das atribuições estabelecidas pela Constituição Federal. “A competência do CNJ não é subsidiária, mas originária e concorrente à competência das corregedorias locais”, explicou. Ele reiterou ainda que o procedimento disciplinar não foi instaurado pelo CNJ no exercício da competência revisional, mas da originária. Não se aplica, então, o prazo de um ano para revisão disciplinar, previsto no artigo 103-B, parágrafo 4º, inciso V, da Constituição Federal.

Sobre a alegada prescrição, Gilmar Mendes lembrou que a jurisprudência do Supremo aponta que ação disciplinar para a aplicação de aposentadoria compulsória prescreve em cinco anos, contados a partir da data do conhecimento do fato, salvo quando configurar tipo penal. No caso concreto, disse o relator, as condutas imputadas às desembargadoras — descumprimento dos deveres de cautela e prudência — constituem falta funcional, e não penal.

Não houve também, segundo o relator, desatenção aos princípios da razoabilidade e da proporcionalidade na aplicação da penalidade. “É justamente amparado na conclusão de que as magistradas se olvidaram dos deveres de cautela e prudência, ignorando dados elementares trazidos aos autos que demonstravam claramente a utilização do aparato judiciário para atingir desiderato criminoso, que o CNJ aplicou a penalidade”.

Entenda o caso

De acordo com o acórdão do CNJ, Vera Araújo de Souza, titular da 5ª Vara Cível da Comarca de Belém, em 2010, determinou o bloqueio de R$ 2,3 bilhões pelo Banco do Brasil, que teriam sido depositados havia mais de três anos na conta de um dos integrantes da quadrilha. Para provar a fortuna, o procurador do grupo apresentou cópias de extratos falsos.

O BB chegou a alertar a magistrada e os advogados do banco afirmaram que o mesmo golpe já havia sido tentado antes contra a instituição. Mais tarde, em 2011, após os advogados da quadrilha desistirem do processo, Vera homologou a desistência.

Mesmo depois de advertida pelo banco sobre o esquema fraudulento, a juíza não se manifestou formalmente sobre o caso. Enquanto aguardava a manifestação da juíza, o banco recorreu da decisão na 2ª instância. A defesa do BB apresentou provas da condenação do grupo em golpe idêntico, proferida pela Justiça do Distrito Federal.

A desembargadora Marneide Trindade Pereira Marabet, por sua vez, manteve a decisão ao apreciar recurso, mesmo ciente de que estava amparada em documento falso. Ela teria ignorado os laudos da perícia que atestavam a falsidade do documento usado como prova na defesa da quadrilha.

Fonte: Consultor Jurídico

Após Bolsonaro criticar, presidente do BB diz que curso sobre assédio fomenta guerra cultural

Publicado em: 10/03/2019

O presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes, defendeu as críticas que o presidente Jair Bolsonaro fez à exigência de cursos de ética, diversidade e contra assédio sexual para que funcionários do BB sejam promovidos . Novaes disse que conceitos como diversidade foram capturados pela esquerda radical para fins políticos e ideológicos a fim de fomentar uma “guerra cultural” que cria rivalidade entre negros e brancos, pobres e ricos, mulheres e homens, homossexuais e heterossexuais e até entre bandidos e “respeitadores da lei e da ordem”.

“A “guerra cultural” foi um tema sobejamente coberto na campanha presidencial e o povo manifestou nas urnas sua inconformidade com a utilização de conceitos politicamente corretos para fins negativos e inconfessáveis”, afirmou Novaes, em e-mail encaminhado ao GLOBO.

Na edição deste sábado, o jornal publicou as críticas feitas pelo presidente por causa de um edital para assistente técnico da Previ, o fundo de pensão do BB. Nos processos de seleção interna do banco, cursos de caráter ético são uma exigência para que o funcionário evolua profissionalmente. O GLOBO teve acesso ao curso e divulgou o seu conteúdo, que esclarece, por exemplo, o que é equidade de gênero. Temas como prevenção de violência contra a mulher e assédio sexual no trabalho também são abordados.

Novaes afirmou que o presidente chamou sua atenção sobre o assunto. O presidente do BB disse que deu inteira razão a Bolsonaro e argumentou ao GLOBO que a questão não pode ser vista sem a devida atenção para o quadro político mais amplo.

“A verdade é que conceitos nobres, como o da diversidade, foram capturados com fins político ideológicos, pela esquerda mais radical, para fomentar o que chamam de “guerra cultural”, onde negros e índios se oporiam a brancos, pobres se oporiam a ricos, mulheres se oporiam a homens, homossexuais se oporiam a heterossexuais e até bandidos se oporiam a respeitadores da lei e da ordem”, disse Rubem Novaes, que completou em sua mensagem:

“Foi dentro deste contexto que entendi o alerta do presidente, dando-lhe inteira razão”.

Críticas do presidente

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) causou polêmica em sua rede social ao criticar o curso obrigatório do Banco do Brasil sobre diversidade e de prevenção e combate ao assédio moral e sexual na instituição. A crítica de Bolsonaro foi publicada na última quinta-feira (7), véspera do Dia Internacional da Mulher, e causou repercussão negativa.

O presidente disse que ordenou à cúpula do banco para que a formação seja retirada da instituição. Ele também aconselhou que as pessoas que concorrem a cargos no banco, procurem a Justiça.

Para Bolsonaro, as questões relacionadas a assédio moral e sexual, além de diversidade, deveriam ser tratadas na área da educação.

“Olha só o nível de aparelhamento que existe no Brasil. Isso aqui é processo de educação. Não precisa fazer curso nesse sentido. Nos futuros editais, não teremos mais essa obrigatoriedade. Um conselho que dou a vocês é: se, porventura, alguém que for aprovado no concurso e for exigido esse diploma, você pode entrar na Justiça, que tu vai ganhar. Se bem que vou tentar junto ao Banco do Brasil ainda para que se evite isso”, disse em live realizada no Facebook.

Bolsonaro se confundiu ao fazer a crítica, pois o curso não faz parte do concurso público para trabalhar na instituição. Na verdade, a formação faz parte de um processo interno de formação e promoção de funcionários.

Os cursos são online e cada formação conta como pontos, que classificam os funcionários para promoções futuras que surgem dentro do banco. A exigência da instituição é que um conjunto de aulas que trata de ética, respeito no trabalho, fim do preconceito e combate ao assédio seja realizado.

Fonte: Jornal O Globo

Descomissionamentos, assédio e agressão revoltam bancários do BB

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Cerca de 250 bancários do Banco do Brasil, dos escritórios digitais do Cenesp Santo Amaro e Verbo Divino, paralisaram com o apoio do Sindicato suas atividades nesta sexta-feira 1º em protesto contra descomissionamentos e o assédio moral praticado por um gestor.

“O clima entre os trabalhadores é péssimo. As pessoas estão apavoradas com o assédio reincidente do gestor e com os descomissionamentos. A gota d’água foram quatro descomissionamentos nessa sexta 1º e a forma como o gestor conduziu um dos casos, humilhando publicamente a bancária, agredindo-a ao segurá-la pelo braço no momento que tentava bater o ponto e, ainda não satisfeito, ofendendo-a de forma grosseira mesmo enquanto ela já se retirava do local”, relata o dirigente do Sindicato e bancário do BB, Antônio Neto.

Antônio conta que o Sindicato foi até o local realizar atividade contra o assédio moral e foi surpreendido com os quatro novos descomissionamentos. “Nós já tínhamos levado ao conhecimento do banco, em reunião recente, o comportamento assediador desse gestor e, para a nossa surpresa, constatamos que ele foi autorizado pela Super a realizar novos descomissionamentos. Isso mostra a total falta de transparência e de compromisso da Superintendência Regional na condução de denúncias de assédio moral”, critica.

De acordo com o dirigente, diante da justa revolta dos funcionários, muitos em crise nervosa, o Sindicato solicitou a presença da Gepes (Gestão de Pessoas) nos locais de trabalho paralisados, o que não ocorreu. “A Gepes simplesmente deu de ombros para os trabalhadores diante de uma situação gravíssima, com bancários aos prantos. Nem sequer enviou um representante para dar uma atenção aos funcionários. O senhor Esaú não tem competência para atuar na área de gestão de pessoas do BB”, denuncia.

A presença da Cassi também foi solicitada por conta do estado emocional dos funcionários.

Devido à gravidade das denúncias, foi feita reunião com a presença do superintendente regional, na qual ficou estabelecido o compromisso de que todos os descomissionamentos serão avaliados para verificar os critérios que justificaram a perda de função e de que a conduta assediadora, assim como a denúncia de agressão por parte do gestor, serão apuradas.

“Cobramos do banco que seja apurado também de que forma o assédio recorrente pode ter interferido no desempenho dos descomissionados, levando-os a perda da função. Além disso, o BB precisa reorientar todas as áreas envolvidas nesse caso, que tiveram a pior conduta possível frente a uma situação gravíssima”, enfatiza Antônio.

A também dirigente sindical e funcionária do BB Silvia Muto afirma ainda que é necessário que o banco reveja todo o modelo de implantação dos escritórios digitais, além da sua atual política de descomissionamento.

“É necessário que se reveja com urgência esse modelo de estruturação dos escritórios digitais. Bancários estão sendo afetados por essa política de descomissionamento de forma arbitrária. Um exemplo é o fato de que gerentes PJ foram obrigados a assumir carteiras PF, sem qualquer tempo de adaptação, correndo assim maior risco de descomissionamento. Na última Campanha Nacional dos Bancários arrancamos do BB uma mesa temática para debater os escritórios digitais e suas condições de trabalho, mas o BB ainda não convocou o encontro. Esse debate não pode mais ser adiado. É urgente e necessário”, conclui Silvia.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Trabalhadores do BB realizam paralisação nas agências digitais em São Paulo

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No último dia 1º de março, os trabalhadores dos escritórios digitais do Banco do Brasil, localizados no Cenesp Santo Amaro e Verbo Divino em São Paulo, paralisaram suas atividades contra o clima de terror nessas dependências, onde estão submetidos à pressão das chefias para que cumpram as metas, absurdas, estabelecidas de venda de produtos bancários.

Os funcionários dos escritórios digitais passam por um processo de exploração, onde o critério adotado pela empresa é pela obtenção, a qualquer preço, pelo lucro, passando por cima dos direitos dos trabalhadores sem que se tenha um mínimo de critério para o desenvolvimento adequado de método de trabalho.

Os métodos são a desclassificação e rebaixamento de funcionários, hão há suporte devido de treinamento, sobrecarga no acúmulo de diferentes funções em que o funcionário é submetido a trabalhar com quatro tipos de mídias simultaneamente (telefone chat, email e Gat), cada trabalhador fica responsável pelo atendimento de mais de 800 pessoas. Para piorar, os trabalhadores estão submetidos, regularmente, ao assédio moral pelo cumprimento de metas e a política de descomissionamentos em que o banco, através dos seus chefetes de plantão, vem retirando as funções comissionadas dos funcionários, passando por cima do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT).

A paralisação que ocorreu nesses dois escritórios digitais em São Paulo com cerca de 250 trabalhadores, com o apoio do Sindicato dos Bancários de São Paulo, foi devido a mais quatro descomissionamentos nesses setores e pelo assédio moral do gestor que humilhou publicamente uma funcionária ofendendo-a e agredindo-a.

Fonte: Portal Causa Operária