Bancários de Santos protestam contra o fim dos comissionamentos

Publicado em: 10/03/2019

O Sindicato dos Bancários de Santos e Região realizou na manhã do dia 6 de março um protesto na porta da agência do Banco do Brasil, na Rua XV de Novembro, no Centro de Santos. Os dirigentes e trabalhadores se manifestaram contra a política de descomissionamento dos funcionários dos estabelecimentos bancários.

De acordo com a presidente da entidade, Eneida Koury,os protestos aconteceram contra uma política que o Banco do Brasil adotou nas suas agências pelo País afora.

“O movimento aconteceu pois retiraram o comissionamento de um funcionário. O banco retirou, há três semanas, o comissionamento de três funcionários da agência Estilo e protestamos por quatro dias. Depois, foi a vez de um bancário do escritório virtual”.

Eneida lembrou que o Banco do Brasil sempre disse que a avaliação dos funcionários era de 360 graus, ou seja,feita pelos subalternos, pares e superiores e que levava em consideração diversos itens.

“Isso mudou. Agora, levam em conta apenas um item para retirar o comissionamento de um trabalhador. Isso provoca a diminuição de 2/3 no salário, 70%. Temos pressão, assédio moral e notas baixas. Vamos resistir para que eles não implantarem isso aqui”, afirmou.

Ela lembrou que ao perder o comissionamento, o bancário volta a ser escriturário e só pode voltar a candidatar a receber a comissão depois de um ano.”Não vamos admitir que eles façam isso aqui. O Sindicato, junto com os trabalhadores e trabalhadoras, seguirá mobilizado contra essa atual política de descomissionamento do Banco do Brasil. Tomaremos as medidas cabíveis”, finalizou.

Outro lado

A sede de Brasília da assessoria de imprensa do Banco do Brasil foi procurada, prometeu se manifestar e não respondeu até o fechamento desta edição.

Fonte: Diário do Litoral

Cassi: entidades rejeitam proposta do BB; negociações ainda continuam

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Uma nova rodada de negociação envolvendo entidades de representação dos funcionários e o Banco do Brasil para discutir a proposta apresentada para a Caixa de Assistência dos Funcionários (Cassi) estava marcada para a sexta-feira 8, logo após o feriado de carnaval. No último encontro, na quarta-feira 27 de fevereiro, os representantes dos trabalhadores alegaram que a proposta do banco é insuficiente para um encaminhamento ao Corpo Social, uma vez que está inferior à rejeitada pelos associados na consulta feita no ano passado. Além da proposta financeira pesar mais para os associados, ainda há muitos complicadores na parte de governança, como, por exemplo, a troca das diretorias.

As entidades informaram ao banco que a proposta divulgada serve para debates com os associados, mas que não há como defendê-la da forma como está apresentada.

Para Wagner Nascimento, coordenador da mesa pelas entidades e também da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, o momento requer maior participação dos associados e intensidade no processo de negociação. “A proposta apresentada pelo banco não nos atende. Estamos dispostos a achar uma alternativa para garantir minimamente a sustentabilidade da Cassi, evitando intervenção de terceiros no processo. Contudo, é necessário um esforço e entendimento do banco sobre o que cabe da parte dele zelar pela saúde dos funcionários”, disse. “Além disso, como patrocinador, o Banco do Brasil deve fazer seu esforço financeiro para melhorar a proposta de forma que cheguemos a um acordo”, acrescenta.

​O diretor recém-empossado da Diretoria Gestão de Pessoas do BB (Dipes), José Avelar Matias Lopes, que participou da abertura da última mesa de negociação, e ressaltou a necessidade de se chegar a um acordo negociado.

Wagner Nascimento acrescentou que a experiência do ano passado não foi boa, numa consulta sem a participação dos associados. “A solução negociada é o que queremos e esperamos achar o bom termo numa proposta que atenda às necessidades da Cassi e dos associados”, disse.

Sobre a ANS

O presidente da Cassi novamente falou sobre as reuniões com a Agência Nacional de Saúde (ANS) e sobre o que seria uma Direção Fiscal, que é a designação de uma pessoa que acompanha o que acontece no plano de saúde e orienta sobre o que pode acontecer, sem o controle da entidade.

Déficit da Cassi

O presidente da Cassi deu relato sobre a prévia dos números do balanço da Caixa de Assistência, que deve fechar 2018 com cerca de R$ 370 milhões de déficit. Os números oficiais serão divulgados assim que apreciados pelo conselho fiscal e aprovados dentro dos órgãos da governança da entidade.

Reabertura do plano aos novos funcionários

O Banco do Brasil falou que, sendo aprovado um novo estatuto que se adeque a algumas exigências dos órgãos reguladores, o Plano Associados possibilitará a entrada dos novos funcionários que recentemente tomaram posse no BB e que estão fora da Cassi.

Projeções de cálculos

O Banco do Brasil apresentou dados sobre as projeções financeiras da proposta apresentada e também simulações solicitadas pelas entidades da Mesa de Negociação, com o objetivo de subsidiar os debates e andamento das negociações, considerando o déficit atual da Cassi e as projeções de receita, que podem equilibrar a Caixa de Assistência.

Debates com os associados

As entidades afirmaram que há a necessidade de intensificar os debates com os associados da ativa nos locais de trabalho e nas associações de aposentados, para que se chegue a uma proposta com amparo na realidade dos associados.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Governo do Estado de MS renova convênio com Banco do Brasil

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O Diário Oficial (DOE) traz na edição desta quarta-feira (6.3), extrato do Convênio de Consignação entre o estado de Mato Grosso do Sul, por meio da Secretaria de Administração e Desburocratização (SAD) e o Banco do Brasil.

De acordo com a publicação, a instituição financeira segue credenciada a realizar empréstimos, financiamentos pessoais e operações com cartões de crédito disponíveis aos servidores públicos estaduais.

O objeto do convênio descreve ainda, a averbação de consignações na remuneração de servidores, processada pelo sistema de folha de pagamento do Estado e apresenta como fundamento, legislações pertinentes em âmbito federal e estadual.

Quanto à vigência, foi estabelecido um período de dois anos, com vencimento em 28 de fevereiro de 2021. O documento, foi assinado pelo secretário da SAD, Roberto Hashioka, e representantes legais do Banco do Brasil.

Fonte: Diário Regional

Banco do Brasil reabre linha de antecipação do imposto de renda

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Desde o último dia 7, os clientes correntistas do Banco do Brasil já podem antecipar a restituição relativa ao ajuste anual de Imposto de Renda Pessoa Física. O prazo de abertura da linha coincide com o primeiro dia de recepção das declarações de Imposto de Renda pela Receita Federal.

Com a linha de crédito, é possível antecipar até 100% do valor a ser restituído, limitado a R$ 20 mil, conforme o perfil do cliente. O pagamento é feito na data do crédito da restituição ou no vencimento do contrato, que será no dia 15 de janeiro de 2020, o que ocorrer primeiro.

Com o objetivo de proporcionar maior comodidade aos clientes, quem optar pelo aplicativo BB ou Internet Banking poderá fazer o envio do recibo da declaração no momento da contratação, dispensando a necessidade de comparecimento na agência para entrega física do documento. Para os clientes que desejarem, a linha continua disponível também nos terminais de autoatendimento e nas agências.

Além da comodidade no processo de contratação, os clientes que optarem pelo App e internet banking contarão com taxas de juros mais atrativas em relação aos demais canais de contratação. A partir de 1,79% a.m. para contratação no aplicativo BB e Internet Banking, as taxas variam de acordo com o perfil do cliente e canal de contratação.

A antecipação da restituição de IRPF apresenta-se como alternativa de crédito para quem não quer impacto mensal com prestações ou visando a reorganização financeira. No BB, grande parte dos clientes antecipa a restituição para quitar ou amortizar compromissos financeiros com custo maior, a exemplo do cheque especial ou rotativo do cartão de crédito.

Fonte: Imirante

ONU Mulheres e Fundação Banco do Brasil apoiam agricultoras rurais do RN

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A Fundação Banco do Brasil, em parceria com a ONU Mulheres, vai apoiar a Associação de Comercialização Solidária Xique Xique, que atua no comércio de produtos agroecológicos de mulheres produtoras rurais da região de Mossoró (RN).

Intitulado “Mulheres em Rede: fortalecendo a auto-organização, produção, comercialização e autonomia socioeconômica”, o projeto pretende contribuir para mobilização, empoderamento e geração de renda das agricultoras rurais.

A solenidade de assinatura do convênio ocorreu na quinta-feira (28) na cidade de Mossoró, e teve a presença de representantes de Fundação BB, ONU Mulheres, do secretário de Desenvolvimento Rural e Agricultura Familiar do RN, Alexandre de Oliveira, além de autoridades e parceiros locais.

O aporte financeiro da Fundação BB será de 750 mil reais, que dará condições para a entidade construir a sede da associação, que irá funcionar como um espaço multiuso para capacitação e comercialização. O projeto também vai contemplar a construção de uma cozinha para beneficiamento e armazenamento de alimentos agroecológicos. Cerca de 300 agricultoras devem ser beneficiadas diretamente com esta iniciativa.

Para o coordenador do projeto, Adriano Cavalcanti, as ações propostas serão importantes para o fortalecimento dos empreendimentos de economia solidária. O projeto, com duração de um ano, será desenvolvido em dez cidades: Mossoró, Governador Dix-Sept Rosado, Baraúna, Tibau, Grossos, Apodi, São Miguel, São Miguel do Gostoso, Messias Targino e Janduís.

Para a representante interina da ONU Mulheres Brasil, Ana Carolina Querino, é emblemática a dotação da Fundação Banco do Brasil para a Associação de Comercialização Solidária Xique Xique às vésperas do Dia Internacional das Mulheres.

“Empoderar trabalhadoras e mulheres rurais e investir recursos financeiros contribui para viabilizar projetos coletivos que gerem autonomia econômica, com foco no desenvolvimento sustentável de comunidades”, destacou ela, ao lembrar o compromisso entre ONU Mulheres e FBB para o empoderamento econômico das mulheres.

Segundo Ana Carolina, ao longo de março, a ONU Mulheres enviará mensagens enfatizando ser preciso investir nas mulheres e construir soluções inteligentes, inovadoras com tecnologias sociais e digitais voltadas para o acesso delas a serviços, proteção social e infraestrutura.

O presidente da Fundação Banco do Brasil, Asclepius Soares, destacou que o apoio às mulheres da Rede Xique Xique vai gerar renda e também contribui para o desenvolvimento da economia local destes municípios, o que gera transformação social. “Fortalecer a atuação das mulheres e a agroecologia traz inúmeros benefícios para as comunidades locais, como é o caso da Rede Xique Xique”, avaliou Asclepius.

Reaplicação de Tecnologias Sociais

Além de produção de produtos agroecológicos, a rede de mulheres irá reaplicar tecnologias sociais. Para Francisca Eliane, coordenadora da Rede Xique Xique, o projeto vai proporcionar uma maior autonomia dos grupos de mulheres participantes, promovendo a inclusão social e geração de renda além de melhorar os indicadores socioeconômicos das produtoras rurais.

As ações do projeto também irão contemplar a implantação de tecnologias sociais de convivência com o semiárido como os Sistemas de Reuso de Água Cinza, Energia Solar e Banco de Sementes Crioulas. “O reuso de água nos permite gerir um destino sustentável, ao aproveitarmos a água cinza, onde após tratada, poderá ser utilizada nas frutas e hortaliças que garantem a comida em nossa mesa e ainda diminui o desperdício de água”, avaliou Francisca.

Ela acredita que as mulheres da Rede Xique Xique possuem muito conhecimento sobre agroecologia, e as tecnologias sociais podem ser aliadas para a gestão dos recursos de forma sustentável. “Ainda acredito que nós mulheres precisamos nos apropriar das tecnologias sociais de energias renováveis, como a energia solar e as sementes crioulas, para criarmos um banco de sementes que possa servir de referência para todo estado do Rio Grande do Norte”, declarou.

O evento também celebrou a parceria com a Secretaria de Assuntos Fundiários e Apoio a Reforma Agrária (SEARA), do governo estadual, através de um termo de cooperação que tem como objetivo oferecer apoio técnico e auxílio logístico para o desenvolvimento das ações do projeto Mulheres em Rede, potencializando os processos de comercialização, inserção dos produtos nos mercados, acompanhamento das atividades de formação, e da certificação participativa da produção orgânica.

Xique Xique – Rede de Mulheres na agroecologia

A Rede Xique Xique é uma articulação de trabalhadoras rurais que busca manter os princípios da agroecologia e da economia solidária para produção, comercialização e consumo, afirmando a organização da luta pela transformação do mundo. Criada em 1999, na cidade de Mossoró, a entidade foi criada para fazer entrega de hortaliças orgânicas sem intermediários.

Organizada em 12 núcleos municipais, através de feiras agroecológicas, da agricultura familiar, economia solidária e loja de produtos, a rede oferece atividades de formação, práticas agroecológicas, intercâmbios, acompanhamento a comercialização, vendas de produtos e feiras.

Atualmente, são mais de 50 grupos articulados, com mais de 300 agricultoras e com uma produção bastante diversa. Em sua sede, a rede realiza uma feira de hortaliças, queijos, doces, ovos caipiras, frutas e polpas e verduras da agricultura familiar que acontece semanalmente.

Fonte: Nações Unidas

Duas horas na fila do banco não gera dano moral a advogado, decide STJ

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Os ministros da Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça aceitaram recurso do Banco do Brasil em uma ação que pedia a condenação da instituição financeira por deixar um advogado esperando na fila por mais de duas horas na cidade de Ji-Paraná, a 384 km de Porto Velho.

Segundo a ação, Maycon Jhonatan Sales Vieira alegou que estava na agência para tentar cadastrar um celular em sua conta bancária. Ele argumentou que a legislação municipal e estadual estabelece 30 minutos como prazo máximo para atendimento e que, ‘mesmo já tendo sido condenado com base nessas leis, o banco não tem melhorado a qualidade do serviço prestado’.

O advogado requereu indenização de danos morais no valor de R$ 5 mil.

O Tribunal de Justiça de Rondônia fixou a indenização em R$ 1 mil, mas o BB recorreu ao STJ pedindo a reforma do acórdão.

Em sua decisão, os ministros da Quarta Turma do STJ, de forma unânime, determinaram que a demora em fila de atendimento bancário ‘não lesa o interesse existencial juridicamente tutelado do consumidor e, portanto, não gera direito à reparação por dano moral de caráter individual’.

O ministro Luis Felipe Salomão destacou que a questão não tem recebido tratamento uniforme no STJ. Ele observou que, em casos semelhantes, a instituição já admitiu a indenização de dano moral coletivo.

Lembrou ainda que o Código de Defesa do Consumidor exige de todos os fornecedores de serviços atendimento adequado, eficiente e seguro. No entanto, segundo o ministro, não é juridicamente adequado associar o dano moral a qualquer prejuízo economicamente incalculável ou a mera punição.

“A espera em fila de banco, supermercado, farmácia, para atendimento por profissionais liberais, em repartições públicas, entre outros setores, em regra é mero desconforto que, segundo entendo, a toda evidência não tem o condão de afetar direito da personalidade, interferir intensamente no bem-estar do consumidor de serviço”, observou Luís Felipe Salomão.

Segundo o ministro, pedir a reparação por dano moral para forçar o banco a fornecer serviço de qualidade ‘desvirtua a finalidade da ação, além de promover enriquecimento sem causa’.

“[…] as normas municipais que estabelecem tempo máximo de espera em fila têm coerção, prevendo a respectiva sanção (multa), que caberá ser aplicada pelo órgão de proteção ao consumidor competente, à luz de critérios do regime jurídico de direito administrativo”, disse.

Salomão ressaltou ainda que o Judiciário não está legitimado e aparelhado para estabelecer limitações à autonomia privada, o que poderia ter consequências imprevisíveis no âmbito do mercado e prejudicar os consumidores, principalmente os mais vulneráveis.

“No exame de causas que compõem o fenômeno processual da denominada litigância frívola, o magistrado deve tomar em consideração que, assim como o direito, o próprio Judiciário pode afetar de forma clara os custos das atividades econômicas, ao não apreciar detidamente todas as razões e os fatos da causa”, destacou.

COM A PALAVRA, O BANCO DO BRASIL

“Os bancos têm defendido a tese de que não há dano moral nos processos da espécie, agora confirmada no julgamento pelo Superior Tribunal de Justiça. No caso do Banco do Brasil, o atendimento nas agências obedece ao que estabelece as legislações municipais e está em conformidade com o compromisso firmado entre a Febraban (Federação Brasileira de Bancos) e as instituições financeiras”.

COM A PALAVRA, MAYCON JHONATAN SALES VIEIRA

A reportagem tentou contato com Maycon Jhonatan Sales Vieira. O espaço está aberto para manifestação.

Fonte: Estadão

Justiça autoriza BB a fechar mais uma conta de empresa de criptomoedas

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A Justiça de São Paulo deu ganho de causa ao Banco do Brasil em disputa judicial travada pela exchange Coinbr, que buscava manter sua conta corrente aberta junta a instituição bancária.

A decisão foi proferida, na segunda-feira (25), pelo juiz Rodrigo Galvão Medina, da 9ª Vara Cível de São Paulo. Em nota, a empresa afirmou que vai recorrer até as últimas instâncias.

De acordo com a sentença, o Banco do Brasil apresentou fatos capazes de impedir o direito da corretora em ter sua conta corrente aberta. O juiz entendeu que a Coinbr e seu sócio José Mascelvam Bezerra da Silva não conseguiram sustentar o que argumentavam na ação.

“Ora, pela conjugação dos elementos de convicção angariados aos autos pelo réu, (…) depreende-se que as palavras dos autores consignadas em petição inicial se mostraram extremamente incongruentes”.

Apesar de a Coinbr ter afirmado que a conta foi encerrada sem haver qualquer notificação prévia e motivo justificável, essa conta tinha menos de 30 dias e não havia qualquer movimentação, conforme demonstrou o Banco do Brasil.

A corretora também afirmou ao Portal do Bitcoin que “o Banco do Brasil é um banco público e tem por obrigação atender o público que paga impostos e emprega pessoas”.

Banco do Brasil argumenta

A instituição bancária argumentou que a atividade econômica real da empresa era diferente daquela que foi informada ao banco e que isso lhe daria direito a encerrar a conta.

“A Autora seria empresa destinada a “serviços de informática”, não possuindo nenhuma previsão acerca da comercialização de bitcoins, atividade completamente distinta daquela declarada quando da abertura da conta corrente”.

O banco ainda sustentou que o sócio José da Silva “em diversos meses transacionou valores incompatíveis com o rendimento declarado”. Entretanto, não juntou provas quanto a isso alegando que seria “para preservar o sigilo bancário”

Esses dois fatos contaram muito a favor da instituição, a qual afirma ter apenas atendido o disposto na resolução 2.025/93 do Banco Central do Brasil.

De acordo com essa norma, a instituição financeira tem o dever de encerrar conta de depósitos em relação à qual verificar irregularidades nas informações prestadas.

O juiz acolheu os argumentos do Banco do Brasil e derrubou a decisão liminar que havia concedido o direito de a corretora manter a sua conta aberta. Dessa decisão, contudo, cabe recurso.

Causa semelhante

Assim, como ocorreu com a Coinbr, a Atlas Quantum teve uma decisão judicial a favor de banco no último dia 15. A coincidência entre as duas empresas que trabalham com criptomoedas é que a instituição vencedora em ambos casos foi o Banco do Brasil.

No caso envolvendo a Atlas quantum, o banco se defendeu dizendo que a atividade com criptomoedas não é regulada e que por isso se deu o encerramento da conta.

O juiz, na sentença, deu razão à instituição financeira afirmando que não há “como obrigar o banco a manter negócio com quem não deseja”.

Velho motivo

O argumento dos bancos de que apenas atendem a resolução 2.025/93 do Banco Central do Brasil e encerram a conta corrente em face de suspeitas de irregularidades também foi utilizado no inquérito administrativo que tramita no Conselho administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Na época, os bancos justificaram seus atos pela ausência da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) para as empresas que negociam criptomoedas.

O Banco do Brasil chegou a afirmar que a CNAE é “o instrumento de padronização nacional dos códigos de atividade econômica e dos critérios de enquadramento utilizados pelos diversos órgãos da Administração Tributária do país”.

O presidente da Associação Brasileira de Criptoativos e Blockchain (ABCB), Fernando Furlan, afirmou que a inexistência de “CNAE específica não pode ser considerada como indício de prática de lavagem de dinheiro” e isso seria apenas escusa para que os bancos agissem de modo abusivo.

Fonte: Portal do Bitcoin

Diretoria do BB apresenta proposta detalhada de custeio e governança para a Cassi

Publicado em: 27/02/2019

O Banco do Brasil apresentou nesta segunda-feira 25, a proposta detalhada de custeio e governança para a Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi). A proposta havia sido apresentada em reunião anterior e as entidades solicitaram maior detalhamento para poder divulgar aos associados e iniciar os debates sobre a mesma. As informações são da Contraf-CUT.

As entidades de representação dos funcionários também apresentaram a proposta construída no GT da Cassi de novembro de 2018. A proposta apresentada pelo Banco do Brasil e que está em discussão na mesa de negociação apresenta pouca variação da proposta que foi rejeitada pelo corpo social na votação encerrada no início de outubro.

“São pouquíssimas alterações em relação à rejeitada, tanto na área de custeio como de governança. A proposta precisa melhorar e os associados entrarem no debate. As negociações vão continuar e queremos uma proposta que seja melhor, que não tire direitos de representação dos associados e que não seja inviável financeiramente para os funcionários”, disse o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB (CEBB), Wagner Nascimento, acrescentando que, na maioria dos pontos, a proposta tem número piores. “A explicação do BB é que havia necessidade de incluir os valores não arrecadados até o presente momento, considerando que não foi implantada a proposta no ano passado”.

Wagner lembrou ainda que a proposta rejeitada não foi construída com a participação dos associados e continha várias alterações estatutárias que colocavam em risco o equilíbrio de representação na Cassi.

Custeio

A proposta do banco parte de um aumento de contribuição de todos os participantes, igualando a contribuição do BB. É novamente colocada a cobrança por dependente, partindo de um Valor de Referência por Dependente (VRD) de R$ 370,00, sendo os valores pagos por quantidade de dependentes e por faixa salarial.

A mudança nesta proposta é que o BB repassa para a Cassi um VRD patronal de todos os dependentes dos funcionários ativos na ordem de 70%. Antes era escalonado entre 80% e 70% somente até o terceiro dependente.

Governança

O banco apresentou alterações na proposta de governança na versão detalhada. O BB concordou com o modelo de estrutura apresentado na proposta das entidades no GT da Cassi, acrescentando que a gerência do cálculo atuarial passaria para a Diretoria de Administração e Finanças. O banco continua com a proposta de alterar as representações das diretorias a partir de 2020.

A nova estrutura seria com a Presidência (indicado do BB), uma gerência especializada em Tecnologia, com vinculação à Presidência e as seguintes diretorias:

Administração e Finanças: (de indicado para um eleito)
Rede de Atenção à Saúde: (eleito)
Risco Populacional, Programas e Produtos de Saúde (de eleito para indicado).

O BB apresentou ainda propostas de alteração no formato das eleições, requisito de experiência mínima para ocupação de cargos na diretoria e conselhos e, ainda proposta para os casos de empate de decisão na diretoria e conselho deliberativo.

Acrescenta ainda a alternância da presidência do Conselho Deliberativo entre eleitos e indicados a cada dois anos.

Durante o processo de negociação retomado em 2019, houve rodadas de negociação nos dias 31/01, 07/02, 19/02 e 25/02, onde foram feitos debates e apresentação de propostas também por parte das Entidades de Representação dos Associados da Ativa e Aposentados.

Na mesa desta segunda-feira as entidades reunidas salientaram a importância dos debates com os associados por cada entidade nos locais de trabalho reuniões com aposentados para atualizar o processo de negociação, assim como reforçar as críticas à proposta e a necessidade de melhoria.

A cada reunião as entidades tem divulgado os boletins com o resumo das negociações e agora com a proposta detalhada poderão fazer uma melhor divulgação e debate com os associados.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Após lucro de R$ 12,8 bi, BB pagará PLR referente ao segundo semestre no dia 7 de março

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A Participação nos Lucros e Resultados (PLR) do Banco do Brasil referente ao segundo semestre de 2018, será paga aos funcionários no dia 7 de março. O acordo coletivo prevê que o pagamento seja feito até 10 dias depois do pagamento dos acionistas ou da assinatura do acordo coletivo.

Por dispositivos legais, a PLR não pode ser paga antes da distribuição aos acionistas. E, dado o histórico das negociações com os sindicatos, o pagamento é feito no mesmo dia da distribuição aos acionistas.

“A Contraf-CUT já fez a primeira reunião com o BB para analisar os critérios da distribuição e tão logo seja aprovada no Conselho Diretor divulgaremos a tabela com os percentuais que serão pagos no dia 7 de março, informa o Coordenador da Comissão de Empresa do Funcionários do BB, Wagner Nascimento.

O Banco do Brasil teve lucro líquido de R$ 12,8 bilhões em 2018, um crescimento de 11% em relação a 2017.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Executivos do Banco do Brasil e Caixa rejeitam assumir bancos estaduais

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Executivos do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal rejeitaram nesta quarta-feira planos para eventual incorporação de bancos estaduais, como parte dos esforços de governos regionais para se desfazerem de ativos públicos e reduzirem endividamento.

“O nosso mandato no Banco do Brasil é para nos desfazer de ativos que não guardem sinergia com o banco, não comprar”, disse o vice-presidente de finanças e de relações com investidores do BB, Carlos Hamilton, durante evento do BTG Pactual com investidores.

“Não temos mandato para assumir banco nenhum”, disse o vice-presidente de finanças da Caixa, André Laloni, também durante o evento.

Os executivos, que assumiram recentemente como parte de equipes do governo Jair Bolsonaro, com compromisso de reduzir a participação estatal na economia, reafirmaram planos de vender participações em subsidiárias dos dois bancos.

Laloni disse que a Caixa deve vender fatias minoritárias nos negócios de cartões, de gestão de recursos e de seguros, em ofertas iniciais de ações, com listagem na B3 e em Nova York, com ADRs de nível 3.

O executivo da Caixa disse também que o banco vai abandonar a política de empréstimos a grandes empresas.

“A Caixa não será instituição de caridade, principalmente para empresas que têm apoio político”, disse ele.

Fonte: Portal G1

PDG: BB muda regras do jogo aos “45 do segundo tempo” e revolta bancários

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O Sindicato recebeu diversas denúncias de que o Banco do Brasil alterou critérios do Programa Extraordinário de Desempenho Gratificado de última hora e sem comunicação prévia, prejudicando parte dos bancários. De acordo com relatos, na véspera do dia 18 de fevereiro, data do pagamento do PDG, diversos funcionários estavam classificados conforme acompanhamento via extrato, mas não receberam a gratificação porque o banco alterou os critérios na véspera, sem comunicação prévia, impossibilitando os funcionários de adequarem-se as regras da premiação.

“O banco anunciou que pagaria o PDG no dia 18. Eu e todos os gerentes de `carteirão´ e de PAA (posto de atendimento) segundo o regulamento seríamos avaliados pelos números da agência. Com a mudança das regras, o banco entendeu que somos responsáveis pela carteira e, portanto, seríamos avaliados por ela. Conclusão: foi todo mundo desclassificado”, diz um gerente de atendimento.

“Segundo as regras, 30% dos assistentes mais bem pontuados receberiam o PDG. Quem não entrasse nessa pontuação e tivesse cumprido o RIV (Receita Interna de Vendas) receberiam percentuais de acordo com uma tabela e mais uma parte em ações. Pois bem, sou assistente em escritório de negócios e não efetuo vendas, portanto, não recebo nada”, relata um assistente de negócios.

O Sindicato cobra do banco esclarecimentos sobre a forma como foi conduzida a mudança de regras no PDG e, para evitar situações similares no futuro, que critérios sejam definidos com antecedência, de forma objetiva e transparente.

“O banco cria um programa, define critérios, faz propaganda de que todos os funcionários serão contemplados, só que de forma totalmente desrespeitosa muda as regras e grande parte dos que seriam gratificados ficam de fora. Sem contar que, com as constantes reestruturações, funcionários com o mesmo cargo, mas em locais distintos, como agências e escritórios digitais, possuem demandas diferentes. Portanto, as regras não podem ser as mesmas”, critica a dirigente do Sindicato e bancária do BB, Ana Beatriz Garbelini.”Exigimos do banco respeito com seus funcionários, ainda que não tenham participação nas regras do programa”, acrescenta.

Já o diretor do Sindicato e membro da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, João Fukunaga, lembra que o atual presidente do BB, Rubens Novaes, chegou a afirmar que o banco teria melhor resultado, com o atual quadro de funcionários, se fosse privatizado.

“Convém lembrar ao presidente Rubens Novaes – que inacreditavelmente conseguiu desvalorizar o excelente resultado do BB em 2018, construído pelos funcionários, afirmando que seria superior caso o banco fosse privado – que os programas próprios de remuneração dos bancos privados são negociados com a representação sindical dos trabalhadores. Diferente do que defende o presidente do BB, o resultado do banco não seria melhor se fosse privado, mas sim se a sua direção respeitasse os trabalhadores que constroem esse resultado”, conclui João.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Cassi: representante de Satoru defende proposta do banco

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Em vez de defender os interesses dos associados da Cassi nas reuniões preparatórias para as negociações com o Banco do Brasil, o diretor eleito, Luiz Satoru, tem enviado representantes em seu lugar. No última reunião preparatória, realizado com as entidades do funcionalismo, o preposto de Satoru foi o gerente da Unidade Cassi de Brasília, Mário Tavares.

Na ocasião, Tavares foi o único a defender a proposta apresentada pelo banco no último dia 25, avaliando-a como “boa”. Satoru e Tavares são ligados e fundadores do autodenominado Grupo MAIS, que se mostra alinhado aos interesses do banco.

As entidades que participam das negociações com o banco foram unânimes em rejeitar a proposta, porque seu conteúdo pouco difere daquela rejeitada por 70% dos associados no final do ano passado. A proposta mantém a criação do voto de minerva a favor do banco na diretoria, a cobrança por dependentes penalizando mais quem ganha menos e, sobretudo, os aposentados.

“Parece que o representante do diretor ainda não entendeu que os associados rejeitaram massivamente a proposta. Dizer na reunião com as entidades que a proposta não é ruim defendendo o patronal só confirma o que sempre denunciamos: os integrantes do Grupo Mais estão trabalhando para o banco. Basta constatar o resultado das votações na diretoria e conselho deliberativo que foram desempatadas com voto do Sergio Faraco [conselheiro]”, afirma João Fukunaga, da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil e secretário de Assuntos Jurídicos do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região.

“É importante frisar que, ao contrário de Satoru, o diretor eleito Humberto Almeida acompanha todas as negociações pessoalmente, vem apoiando o posicionamento das entidades e defende os interesses dos associados”, ressalta Fukunaga.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Banco do Brasil aprova distribuição de R$ 450 mi em JCP; yield é de 0,25%

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Na noite de sexta-feira, o Banco do Brasil (BBAS3) informou que seu Conselho Diretor aprovou o valor de R$ 435 milhões a título de remuneração aos acionistas sob a forma de Juros sobre o Capital Próprio (JCP), relativos ao primeiro trimestre de 2019. O yield é pequeno, de 0,25% em relação ao fechamento de sexta-feira.

As ações do banco operam em queda de 0,64% a R$ 52,73.

O montante representa um total bruto de R$ 0,1561 a ser pago a cada ação ordinária, sendo imputado ao dividendo mínimo obrigatório referente ao 1º semestre de 2019. Os JCP serão pagos em no dia 29 de março e terão como base a posição acionária de dia 11 do mesmo mês, sendo as transferências de ações a partir do dia seguinte sendo efetuadas “ex” JCP.

O BB também comunicou que comunica que o Conselho de Administração, aprovou para o exercício de 2019, o intervalo de 30% a 40% do lucro líquido a ser distribuído (payout), via dividendos e/ou JCP. Sendo que, quando a distribuição for via JCP, o montante calculado com base no percentual de payout fixado corresponde ao valor bruto, sobre o qual poderão incidir tributos, conforme legislação vigente.

O banco informou ainda que, dentro do intervalo definido para 2019, o valor do payout a ser pago será estabelecido pela administração, considerando os balizadores constantes na Política, em especial, o Plano de Capital e suas metas e respectivas projeções, a Declaração de Apetite e Tolerância a Riscos, perspectivas dos mercados de atuação presentes e potenciais e oportunidades de investimento existentes.

Fonte: Money Times

TJ-PB mantém multa de R$ 200 mil ao BB por descumprimento da ‘Lei da Fila’

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A 4ª Câmara Especializada Cível do TJ-PB manteve a multa de R$ 200 mil aplicada pelo Procon ao Banco do Brasil por desrespeito à ‘Lei da Fila’.

A instituição financeira interpôs a Apelação Cível nº 0009359-25.2015.815.0011, assim como o Município de Campina Grande, contra sentença proferida pelo Juízo da 2ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Campina Grande.

O banco afirmou que, apesar de ter colocado todo o seu pessoal nos guichês de caixa, a alta demanda dos dias de autuações não foi suprida, mas que isso não representa a realidade. Nos embargos, o Banco conseguiu minorar a multa de R$ 200 mil para R$ 50 mil. Mas, na apelação, pleiteou a redução do valor arbitrado para o patamar máximo de R$ 5 mil.

O Município pediu a reforma da sentença, dizendo que o valor aplicado pelo Procon Municipal é discricionariedade administrativa, que não pode sofrer a ingerência do Poder Judiciário. Por isso, requereu o provimento do recurso para manter o valor de R$ 200 mil.

O relator entendeu que o valor arbitrado pelo Procon Municipal é razoável e proporcional se comparado à natureza da infração, e cumpre o caráter pedagógico da sanção, sem causar enriquecimento ilícito do Município.

Ele pontuou que não há vício do ato administrativo, uma vez que o banco não demonstrou a excludente da responsabilidade, nem que o atendimento estava sendo feito por todos os caixas no momento da infração. Quanto à aplicação da multa, ressaltou a vedação do Poder Judiciário de adentrar no mérito dos atos administrativos, cabendo-lhe somente examiná-los à luz da legalidade. (Com informações do Tribunal de Justiça da Paraíba.)

Fonte: Juristas

Banco do Brasil seria mais eficiente se fosse privatizado, diz presidente

Publicado em: 20/02/2019

Para o novo presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes, a instituição seria mais eficiente se fosse privatizada – e todos os funcionários ganhariam com isso. Novaes, porém, deixou claro que essa posição é pessoal, e não uma política de governo, mas espera que um dia o País esteja preparado para essa ideia. As informações foram publicadas pela Folha de S. Paulo.

“Temos essa ambição [de dar retorno similar ao de instituições privadas]. O banco público sempre tem alguns entraves, não temos a mesma liberdade que os privados para tomar certas decisões”, disse o presidente. “Se o Banco do Brasil fosse privado, teria um resultado melhor do que tem hoje”, completou.

As declarações foram feitas nesta quinta-feira (14) durante o evento de divulgação do balanço da instituição. O BB reportou um lucro líquido ajustado – isto é, livre de efeitos extraordinários – de R$ 12,862 bilhões em 2018, uma alta de 16,8% em relação ao ano anterior. Só no quarto trimestre, o resultado positivo foi de R$ 3,803 bilhões, 22,3% acima do registrado no mesmo período de 2017.

A opinião de Novaes sobre a privatização do Banco do Brasil não é compartilhada pelo governo – pelo menos não por enquanto. Em outra ocasião, o secretário especial de Desestatização e Desinvestimento, Salim Mattar, já indicou que o BB, a Caixa Econômica Federal e a Petrobras devem ser preservados porque são considerados “estratégicos”.

Durante o evento, Novaes também comentou sobre os planos que tem para o Banco do Brasil. O presidente afirmou que a instituição estuda parcerias e abertura de capital para as atividades mais afins ao negócio principal do BB, como as áreas de banco de investimentos, meios de pagamento e seguridade.

“Entendemos que a abertura de capital estampa valor e costuma melhorar a governança. Parceria não significa que vai dividir receita. Você cria um bolo maior e a parcela que recebe pode ser superior ao que ganhava integralmente. Parceira só faz sentido se agrega valor”, disse Noves.

Os demais ativos, porém, são passíveis de desinvestimentos – e não a “qualquer preço”. Segundo o presidente, ainda não foi definido quais seriam esses desinvestimentos e quanto o banco poderia ganhar com eles, muito porque existe uma preocupação com uma possível desvalorização. “A pior coisa é ter pressa para vender alguma coisa, porque vai desvalorizar seu ativo”, defendeu.

Mulheres no BB

Em meados de 2018, o então presidente do Banco do Brasil, Paulo Caffarelli revelou que a instituição tinha cerca de 16% dos cargos de comando ocupados por mulheres, e que o objetivo era chegar ao menos a 22%.

O novo presidente disse desejar uma participação cada vez maior de mulheres na gerência do Banco do Brasil , e garantiu que qualquer entrave existente para alcançar essa meta será eliminado. O executivo, contudo, descartou a adoção de uma política de cotas.

Fonte: Portal IG

Banco do Brasil pagará remuneração complementar de R$ 1,63 bilhão aos acionistas

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O Conselho de Administração do Banco do Brasil (BBAS3) aprovou a distribuição de JCP (juros sobre capital próprio) complementar no valor de R$ 1.630.972.721,96, sendo R$ 0,58551597122 por ação. Esse valor corresponde a um dividend yield (valor do provento dividido pelo preço da ação) de 1,112%. O montante será atualizado, pela taxa Selic, da data do balanço (31 de dezembro) até a data do pagamento, em 7 de março.

O JCP terá como base a posição acionária de 21 de fevereiro e o valor a ser pago será acrescentado ao dividendo mínimo obrigatório referente ao segundo semestre do ano passado. O crédito aos acionistas será será por meio de conta corrente, poupança-ouro ou por caixa. Aos acionistas com ações custodiadas na CBLC (Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia), os valores serão pagos à entidade, que os repassará aos acionistas titulares, por meio de seus respectivos agentes de custódia.

Como aproveitar?

Para ter direito aos proventos, é preciso comprar os papéis e segurá-los em sua carteira de investimentos até a ‘data-com’, ou seja, o último dia para estar apto a receber o pagamento – no caso, dia 21. A data “ex” é o dia 22 de fevereiro.

Primeiro, é preciso abrir uma conta em uma corretora de valores credenciada pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários). Lembre-se que quanto menor os custos operacionais, maior será a sua rentabilidade. Hoje, corretoras como a Clear oferecem taxa zero para corretagem de ações.

Uma vez com a conta aberta, basta transferir o dinheiro a ser investido de sua conta corrente para a conta da corretora e enviar uma ordem de compra de ações da empresa, informando a quantidade de ações que você deseja comprar.

Lucro maior

O Banco do Brasil, que encerrou nesta quinta a temporada de balanços dos grandes bancos de capital aberto no País, teve lucro líquido ajustado de R$ 3,845 bilhões no quarto trimestre do ano passado, cifra 20,6% maior que no mesmo período de 2017. Ante os três meses anteriores, de R$ 3,402 bilhões, foi 13% superior.

O lucro ajustado superou a maior estimativa dos analistas, segundo pesquisa Bloomberg, com projeções que variavam entre R$ 3,54 bilhões e R$ 3,83 bilhões, com uma mediana de R$ 3,69 bilhões. O resultado trimestral do BB, de acordo com a instituição, reflete a queda nos gastos com calotes, as chamadas PDDs (provisões para devedores duvidosos), e crescimento de receitas com prestação de serviços e tarifas.

Em todo o ano de 2018, o lucro líquido ajustado do BB foi de R$ 13,513 bilhões, incremento de 22,2% na comparação com 2017, quando o resultado alcançou R$ 11,060 bilhões.

A carteira de crédito ampliada do BB fechou dezembro em R$ 697,324 bilhões em dezembro, aumento de 1,8% em um ano e de 1% em relação a setembro. O crescimento foi puxado, principalmente, pela pessoa física, com altas de 5% e 2,7%, respectivamente. Em contrapartida, os empréstimos para empresas se reduziram em 4,6% no quarto trimestre ante um ano antes e apresentaram leve alta de 0,6% na comparação com o quarto trimestre.

O BB fechou dezembro com R$ 1,417 trilhão em ativos totais, cifra 3,5% maior ante um ano, mas 3,7% inferior em relação aos três meses antes. Seu patrimônio líquido foi a R$ 102,253 bilhões no quarto trimestre, alta de 3,6% e retração de 1,5%, respectivamente.

O retorno sobre o patrimônio líquido (RSPL) no quesito mercado do BB foi a 16,3% no quarto trimestre ante 14,3% no terceiro e 14,5% em um ano. No exercício de 2018, o indicador foi a 13,9% ante 12,3% de 2017. No conceito acionista, a rentabilidade do BB atingiu 17,8% ao final de dezembro contra 15,7% ao término de setembro e 16,0% em um ano. Em 2018, ficou em 15,1% ante 13,6% no exercício de 2017.

O lucro líquido do BB, considerando eventos extraordinários, foi a R$ 3,803 bilhões no quarto trimestre, aumento de 22,3% em relação ao mesmo período de 2017, de R$ 3,108 bilhões. No comparativo trimestral, quando ficou em R$ 3,175 bilhões, cresceu 19,8%. No ano de 2018, somou R$ 12,862 bilhões, elevação de 16,8% sobre 2017, quando atingiu R$ 11,011 bilhões.

“O Banco do Brasil reportou um trimestre forte, com lucro crescendo 13% sequencialmente e 21% na base anual, principalmente por uma melhora da qualidade de crédito que atingiu níveis bastante saudáveis. Mais importante que isso, o banco deu o guidance para 2019, sendo o destaque positivo uma melhora bem forte de provisões (queda de 9% no ponto médio), o que pode levar o mercado a rever projeções de lucro para cima no ano”, afirmam os analistas do Credit Suisse.

Fonte: Infomoney

BB vai contratar consultoria para estudar melhor caminho para o Votorantim

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O Banco do Brasil vai contratar uma consultoria para definir o melhor destino para o banco Votorantim, do qual é sócio com a família Ermírio de Moraes, segundo o presidente da instituição, Rubem Novaes. “Ainda não assinamos com a consultoria. Mas não há nada determinado para o Banco Votorantim”, disse ele, em coletiva de imprensa, na sede do banco, em São Paulo, sem dar detalhes sobre o futuro do Votorantim.

Novaes afirmou que vender o Votorantim é possibilidade, mas que o BB não tem pressa. Disse ainda que cogita o desinvestimento parcial ou total do banco, mas não interesse em comprar a fatia da família Ermírio de Moraes.

Essa semana, a Coluna do Broadcast antecipou que os sócios do Votorantim consideram o banco apto para abrir capital levando em conta os números do ano passado, quando o banco elevou seu lucro em cerca de 80%, para mais de R$ 1 bilhão ante 2017.

A venda total da fatia do BB, de 49,99% do capital votante, ocorreria depois e a família, conforme noticiou a Coluna, também tem interesse em se desfazer do ativo em algum momento.

Patagônia

Sobre a participação do BB no banco Patagônia, Novaes disse que também é passível de desinvestimento, mas ponderou que o momento atual da economia local não é favorável, com as ações das empresas desvalorizadas. Ele disse que é necessário esperar as eleições na Argentina para que os papéis voltem a se valorizar e o ambiente fique mais propício para um desinvestimento.

“O Patagônia não tem sinergia com operação do banco”, destacou o presidente do BB.

Fonte: Terra

BB vai vender banco comprado por Bendine de ex-ministro angolano

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O Antagonista apurou que Rubem Novaes, presidente do Banco do Brasil, mandou incluir no plano de desinvestimento o BB Americas, ex-Eurobank.

Antes de passar adiante, Novaes deveria pedir uma auditoria.

Em 2016, O Antagonista alertou sobre o negócio, capitaneado por Aldemir Bendine e Allan Toledo – ambos presos.

O Eurobank tinha entre seus principais acionistas José Pedro de Morais Jr, ex-ministro das Finanças angolano citado na CPI dos Correios por receber remessas da offshore Tradelink, usada por Marcos Valério.

Fonte: O Antagonista

Banco do Brasil é a instituição mais forte do mundo, diz pesquisa norte-americana

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O Banco do Brasil (BBSA3) é a instituição financeira mais forte do mundo, de acordo com raking global da agência de notação financeira norte-americana, Weiss Ratings. A nota do banco brasileiro é B+, o que indica uma boa segurança financeira e que ele tem recursos suficientes para lidar com uma série de condições econômicas adversas.

Em geral, o estudo mostra que a América Latina acolhe os bancos com maior força financeira do globo, enquanto Europa, Ásia e Estados Unidos dominam o ranking dos mais fracos.

No Velho Continente, os chamados PIIGS (Portugal, Irlanda, Itália, Grécia e Espanha), juntamente com França e Alemanha, concentram 75 grandes bancos, todos com classificação D+ pela Weiss. Isso representa 42% do universo de 206 instituições pesquisadas mundialmente.

Ainda de acordo com a sondagem, considerando os 17 bancos pesquisados nos Estados Unidos, apenas um aparece na lista de instituições com desempenho positivo. No Japão, metade dos 32 bancos pesquisados recebe nota D+ pela agência de notação financeira.

Entenda: a nota D+ demonstra que a agência vê debilidades significativas na instituição, as quais podem impactar negativamente os depositantes e os credores, sendo que em um ambiente econômico desfavorável, essas deficiências poderiam ser ampliadas.

Confira a lista dos bancos mais fortes do mundo:
1. Banco do Brasil (Brasil)
2. Hang Seng Bank (Hong Kong)
3. Turkiye Garanti (Turquia)
4. Qatar National Bank (Qatar)
5. Akbank (Turquia)
6. Banco Mandiri (Indonésia)
7. Al Rajhi Bank (Arábia Saudita)
8. Grupo Financiero Santander (México)
9. Samba Bank (Arábia Saudita)

Confira a lista dos bancos mais fracos do mundo:
1. Deutsche Bank (Alemanha)
2. Barclays (U.K.)
3. Royal Bank of Scotland (U.K.)
4. Credit Agricole (França)
5. Bank of America (EUA)
6. Mizuho Financial (Japão)
7. Banco Santander (Espanha)
8. Société Générale (França)
9. Lloyds Banking (U.K.)
10. UniCredit (Itália)

Fonte: Infomoney

BB e Itaú são ações preferidas dentro do setor após safra de balanços

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Após o fim da safra de balanços dos grandes bancos relativos ao quarto trimestre de 2018, o Banco do Brasil e Itaú Unibanco são as ações mais recomendadas pelos analistas. O Itaú entrou nas carteiras de três corretoras, e o Banco do Brasil foi inserida em uma recomendação, e está presente em outras três.

O BB é a top pick da Planner Corretora para o setor bancário. Para o analista Victor Figueiredo, os pontos positivos do banco público apresentados no balanço do quarto trimestre foram a redução das provisões contra créditos de liquidação duvidosa (PDD), com inadimplência em queda, o aumento das receitas de serviços, despesas alinhadas com a inflação, melhora da rentabilidade e boas perspectivas para 2019.

Segundo Figueiredo, todos os bancos devem gerar resultados melhores neste ano, mas os maiores crescimentos devem ser registrados por BB, Bradesco, Itaú Unibanco e Santander, nesta ordem.

A Guide Investimentos incluiu o Banco do Brasil na sua carteira recomendada, retirando Petrobras PN da lista. A corretora afirma que segue confiante com o banco para este ano. “Os últimos resultados operacionais têm superado a expectativa do mercado, mostrando uma contínua recuperação da qualidade da carteira de crédito, além do eficiente controle das despesas administrativas e crescimento das rendas de tarifas, reflexo do maior consumo de produtos e serviços”, diz a Guide.

Para Pedro Galdi, analista da Mirae Asset, a melhor aposta para este ano entre os grandes bancos também é o BB. Ele cita a estratégia do governo de enxugar as estatais que não serão privatizadas.

No entanto, para a próxima semana, o banco que faz parte da carteira da Mirae é o Itaú Unibanco. Além de citar os números dos últimos três meses do ano passado, a corretora lembra que o banco pagará Juros sobre Capital Próprio (JCP) de R$ 0,7494 por ação, para quem estiver na base de acionistas até a próxima quinta-feira (21). Para 2019, a Mirae espera uma “melhora relevante na margem financeira com clientes”, depois do banco anunciar um guidance de crescimento entre 9,5% e 12,5% neste indicador.

A Terra Investimentos também colocou Itaú Unibanco PN em sua carteira. A corretora cita, entre os motivos para inserir a ação nas recomendações, a melhora nos resultados de seguros de autos e residências, a distribuição de proventos, e a capacidade de alavancagem por conta da alta liquidez.

Além de Itaú Unibanco, entraram na carteira da Terra Petrobras PN e Raia Drogasil ON, com as saídas de Braskem PNA, Marfrig ON e Klabin Unit. A Mirae manteve somente Pão de Açúcar PN em relação à última semana, e além de Itaú Unibanco PN, entraram na carteira recomendada Marcopolo ON, Petrobras PN e Ultrapar ON.

A Planner fez uma troca em sua carteira, retirando Iochpe Maxion ON e colocando Vale ON. O Modalmais trocou toda sua carteira, com as saídas de Itaú Unibanco PN, Petrobras PN, Lojas Renner ON, B3 ON e Porto Seguro ON, com as entradas de Itaúsa PN, BB Seguridade ON, Pão de Açúcar PN, Iguatemi ON e Minerva ON. A Nova Futura também trocou todas as ações, tirando Cesp PNB, Vale ON, Porto Seguro ON, Lojas Marisa ON e Smiles ON, com inclusão de Camil ON, Embraer ON, Gerdau PN, Petrobras PN e Ultrapar ON.

Termômetro

A perspectiva de alta para o Ibovespa cresceu na pesquisa do Termômetro Broadcast Bolsa, que tem por objetivo captar o sentimento de operadores, analistas e gestores para o comportamento do índice na semana seguinte. Entre 30 participantes, 60,00% acreditam em avanço das ações, ante 50,00% no levantamento da semana passada, enquanto a previsão de baixa oscilou de 26,32% para 26,67%. A fatia dos que esperam estabilidade caiu de 23,68% para 13,33%. A Bolsa teve ganho semanal de 2,29%.

Na próxima semana, um dos pontos altos da agenda doméstica é a entrega ao Congresso pelo Executivo da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) sobre a reforma da Previdência marcada para quarta-feira, dia 20, quando também serão conhecidos os detalhes do texto. Entre os indicadores, o destaque é o IPCA-15 de fevereiro, na quinta. Ainda sem data definida, estão previstos o resultado do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e da arrecadação. Na B3, a semana começa com exercício de opções sobre ações já na segunda-feira (18). A temporada de balanços do quarto trimestre tem sequência, com resultados de empresas como a própria B3, Pão de Açúcar, Fibria, Gerdau, Magazine Luiza, Natura e Via Varejo.

No exterior, haverá a divulgação de uma série de indicadores econômicos na Europa, entre eles o PIB da Alemanha e a inflação na zona do euro. A ata da reunião do Federal Reserve, na quarta-feira, também atrairá as atenções. “A ata pode trazer mais detalhes sobre os próximos passos da condução da política monetária. Para este ano, não esperamos alteração da taxa de juros nos EUA”, afirmam os economistas do Bradesco, em relatório. São esperados, ainda, discursos de vários diretores regionais do Fed nos próximos dias. Na segunda-feira, os mercados em Wall Street estarão fechados em razão do feriado do Dia do Presidente.

Fonte: IstoÉ Dinheiro

Banco do Brasil recebe autorização da justiça para fechar conta da Atlas Quantum

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O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo julgou improcedente a ação movida pela Atlas Proj Tecnologia Ltda, (empresa que controla a plataforma de investimento Atlas Quantum) contra o Banco do Brasil em razão do fechamento da conta da empresa de criptomoedas pela instituição financeira.

Segundo o Juiz Gustavo Coube de Carvalho:

“As partes contratantes têm o direito de se desvencilhar de relações jurídicas de caráter continuado. O contrato de conta corrente é firmado por tempo indeterminado, de forma que pode o banco encerrá-lo a qualquer momento e sem justificativa, bastando que notifique o titular da conta corrente da forma regulada pela Resolução 2.747/2000 do Banco Central do Brasil”, segundo a decisão.

Além de julgar improcedente o pedido da Atlas, Carvalho ainda exigiu o pagamento de R$5 mil reais por custos administrativos e também extinguiu o processo.

“Ante o exposto, julgo improcedente o pedido, revogo a tutela de urgência e condeno a autora Atlas Proj Tecnologia Ltda. ao pagamento das custas e despesas processuais, e de honorários advocatícios que fixo,por equidade, em R$ 5.000,00 (cinco mil reais), quantias atualizáveis com base na tabela oficial do TJSP, custas e despesas dos desembolsos, honorários da presente data e, a partir do trânsito em julgado, acrescidas de juros de mora de 1% ao mês.Julgo extinto o processo, com resolução de mérito, com base no art. 487,caput, I, do Código de Processo Civil”, conclui.

A decisão, no entanto, não foi reconhecida pela Atlas que pretende recorrer à decisão. Em contato com o Criptomoedas Fácil, a assessoria de imprensa da empresa informou:

“A Atlas Quantum não detalha processos em andamento, mas informa que irá recorrer da decisão”, destacou.

Enquanto a justiça decide favoravelmente aos bancos, no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) tramita um processo, aberto pela ABCB (Associação Brasileira de Criptoeconomia e Blockchain), fundada pela Atlas, que busca justamente uma manifestação do regulador em favor do não fechamento, de maneira arbitrária, de contas bancárias.

“A mais recente vitória da corretora Coinis contra o Banco Nonghyup deverá retirar a pressão dos bancos sobre as corretoras de criptoativos, pois algumas corretoras que não procuraram a justiça tiveram que se submeter às determinações do banco. Agora, parece que as coisas estão mudando na Coreia”, diz um e-mail da ABCB enviado ao CADE, no ano passado, visando impactar positivamente no processo em andamento.

Fonte: Criptomoedas Fácil

BB não paga PDG para bancários que deram nota máxima na avaliação do GDP

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O Sindicato dos Bancários de Bauru e Região noticiou em seu jornal, no dia 18 de fevereiro, que o Banco do Brasil tem descomissionado sem critérios e transparência seus funcionários (leia aqui).

Os critérios de avaliação da Gestão de Desenvolvimento por Competências (GDP), ferramenta para avaliação individual dos funcionários do banco, não estão sendo usados pelos gestores. Agora, uma única nota abaixo da média vinda do superior, valerá como passagem livre para o descomissionamento.

Além disso, foi noticiado que o banco intimidou ainda mais seus funcionários ao enviar à algumas equipes a informação de que avaliações com nota 7 (conceito máximo) no GDP, feitas pelos próprios bancários ou por seus pares, ferem o código de ética do banco e podem ser retiradas da base de dados e avaliadas disciplinarmente.

Hoje (19), o Sindicato recebeu denúncias de que o Programa Extraordinário de Desempenho Gratificado (PDG) está sendo pago nesta terça-feira, no entanto, os funcionários que fizeram avaliações com nota 7 não estão recebendo o valor.

O Sindicato dos Bancários de Bauru e Região repudia essa postura dissimulada do banco e já está em contato com a GEPES para tentar negociar a reversão dessa represália.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de Bauru e Região

Contraf-CUT orienta retorno das sessões de CCV com o Banco do Brasil

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Depois de reuniões e negociação da Comissão de Empresa e o Banco do Brasil sobre as divergências acerca dos prazos dos termos de conciliação nos acordos das Comissões de Conciliação Voluntária (CCV), foi acordado o retorno das sessões nos sindicatos.

Houve entendimento de que os termos de conciliação deveriam contemplar os prazos anteriormente utilizados, propiciando o retorno das sessões de conciliação.

De acordo com Fátima Marsaro, diretora do Sindicato e bancária do BB, “a entidade vai continuar orientando os trabalhadores antes das sessões, cumprindo seu papel de proteger os direitos dos bancários nesta instância de negociação. O Sindicato está de olho e se coloca à disposição do bancário”.

Fonte: Sindicato dos Bancários de Brasília

Pressão dos bancários faz BB reabrir diálogo sobre descomissionamentos

Publicado em: 15/02/2019

Após diversas paralisações de agências Estilo em Santos, contra a atual política de descomissionamentos do Banco do Brasil (BB), fez o banco reabrir diálogo com a categoria sobre o tema. No início da noite de ontem (quinta-feira, 14), a presidente do Sindicato dos Bancários de Santos e Região, Eneida Koury, foi contatada pelo BB e uma reunião foi marcada para a próxima segunda, 18/2, com a superintendência estadual.

“Vamos cobrar da superintendência estadual que essa postura injusta de descomissionamentos que tem se espalhado pelo País, tratando pessoas como se fossem descartáveis, não se torne uma prática na região”, comentou Eneida.

Nos últimos dois dias (13 e 14/2), as agências Estilo Embaré e Estilo Porto, em Santos, foram paralisadas pela categoria por serem unidades onde gerentes tiveram suas comissões retiradas. Na semana passada (4 e 5/2) também houve paralisações, inclusive com o fechamento das três Estilo (Santos, Embaré e Porto). “A mobilização dos bancários e bancárias é importante e durante a reunião buscaremos negociar recolocações. Vamos tomar todas as medidas possíveis para coibir que o BB continue usando de forma injusta os ciclos avaliatórios”, disse Eneida.

Avaliações

O Sindicato critica o uso unilateral de uma avaliação, que envolve várias pessoas, como critério para o descomissionamento. “A avaliação que existe no banco é chamada de ‘360º’ porque é composta por autoavaliação e avaliações feitas pelo seu par (colega direto de trabalho) e pelo gestor da agência. Porém, o BB está usando apenas a avaliação do gerente geral, em um dos diversos subitens do processo, como motivo para descomissionar trabalhadores. Os bancários sempre entenderam que o processo para a retirada de comissão envolvia a média de três ciclos avaliatórios”, disse o dirigente sindical André Vasconcelos.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

BB tem lucro líquido ajustado de R$ 3,845 bilhões no 4º trimestre

Publicado em: 14/02/2019

O Banco do Brasil (BB) apurou lucro líquido ajustado de R$ 3,845 bilhões no quarto trimestre, o que representa alta de 20,6% em relação ao mesmo período do ano passado. O número veio acima da projeção média de analistas consultados pelo Valor, que era de R$ 3,786 bilhões. O lucro líquido contábil ficou em R$ 3,803 bilhões, indicando aumento de 22,3% na comparação anual.

No resultado fechado de 2018, o lucro ajustado foi de R$ 13,513 bilhões, com alta de 22,2%. Já o lucro contábil cresceu 16,8%, a R$ 12,862 bilhões. A margem financeira bruta somou R$ 12,490 bilhões entre outubro e dezembro, o que mostra uma queda de 0,7% frente ao terceiro trimestre e redução de 2,6% na comparação com o quarto trimestre de 2017. O resultado foi motivado pela queda na receita com operações de crédito, a despeito de um leve aumento do spread.

No crédito, a receita financeira cresceu na carteira de pessoas físicas, que teve volume e spreads maiores no período. Em pessoas jurídicas, houve queda de volume e dos spreads, enquanto no agronegócio o estoque aumentou, mas os spreads praticados recuaram.

O banco obteve R$ 18,452 bilhões em receitas provenientes do crédito, uma queda de 5,5% em relação ao mesmo período de 2017. Esse desempenho foi parcialmente compensado pela queda nas despesas com captação e pelo crescimento de 18,3% no resultado de tesouraria, que somou R$ 3,051 bilhões.

A carteira de crédito ampliada subiu 1,8% no ano, a R$ 697,3 bilhões. Na passagem do terceiro para o quarto trimestre, a expansão foi de 1,0%. O estoque de operações com pessoas físicas totalizava R$ 196,654 bilhões no fim de 2018, o que representa alta de 2,7% em três meses e de 5% em um ano. O banco avançou principalmente nas linhas de consignado, financiamento imobiliário, cartão de crédito e empréstimos pessoais, e recuou em financiamento de veículos, cheque especial e CDC salário.

A carteira de pessoa jurídica, por sua vez, cresceu 0,6% no trimestre, mas recuou 4,6% em 12 meses, para R$ 219,951 bilhões. O banco encolheu 5%, em um ano, nas operações com médias e grandes empresas, e reduziu em 16,1% o portfólio de micro e pequenas. Apenas as operações com o governo tiveram desempenho positivo na comparação com dezembro de 2017.

Quase todas as linhas encolheram no ano passado, com exceção de ACC/ACE, que sofre influência do câmbio, e recebíveis.

No crédito rural, a carteira do BB somava R$ 187,193 bilhões no fim do ano passado, o que representa queda de 0,1% frente a setembro e alta de 3,2% em relação ao fim de do ano anterior.

Spread

No geral, o spread nas operações de crédito do banco ficou em 7,6% no quarto trimestre, estável na comparação com os três meses mediatamente anteriores e 0,1 ponto percentual maior que o aplicado no período de outubro a dezembro de 2017, do ponto de vista gerencial.

O BB vem tentando reprecificar sua carteira de crédito nos últimos anos, depois da queda artificial de taxas praticada no governo Dilma, que penalizou a rentabilidade da instituição.

Houve alta no spread para pessoas físicas, que ficou em 16,7%, ante 16,5% no terceiro trimestre e 16,3% no quarto trimestre de 2017. Nas operações com pessoa jurídica, excluindo governo, o prêmio recuou para 4,7% — queda de 0,3 ponto tanto no trimestre quanto em 12 meses.

No agronegócio, o spread médio recuou de 4,8% no quarto trimestre de 2017 para 4,6% no mesmo período do ano passado. Em relação ao terceiro trimestre, o recuo foi de 0,1 ponto percentual.

As despesas líquidas com provisões para devedores duvidosos (PDD) caíram 19% em relação ao quarto trimestre do ano passado, para R$ 3,168 bilhões. Na comparação com o terceiro trimestre, houve queda de 1,8%.

As receitas com tarifas subiram 7,4% na comparação anual, para R$ 7,236 bilhões. Ante o terceiro trimestre, a expansão foi de 5,3%. No ano fechado de 2018, essas receitas cresceram 5,8%, a R$ 27,452 bilhões.

A maior fonte de receita do BB ainda é a conta corrente, que rendeu R$ 1,902 bilhão em tarifas no quarto trimestre, com expansão anual de 1,1%. Entretanto, as receitas com administração de fundos vêm crescendo. No período, a expansão foi de 10,4%, a R$ 1,487 bilhão.

O volume de recursos administrados relacionadas à Administração de Fundos subiu 8,9% no ano passado, a R$ 941,1 bilhões.

As receitas de Seguros, Previdência e Capitalização também tiveram forte expansão no quarto trimestre, de 28,2%, a R$ 1,039 bilhão. “O destaque é o bônus de performance anual, no valor de R$ 276,1 milhões, pagos pela BB MAPFRE SH1 em razão da superação das metas de comercialização dos seguros no período de abril a dezembro de 2018, conforme acordado na renegociação da parceria com o Grupo Mapfre”, diz o BB.

As despesas administrativas recuaram 0,2%, para R$ 8,220 bilhões. Ante o terceiro trimestre, a expansão foi de 3,8%. No ano fechado de 2018, as despesas cresceram 0,6%, a R$ 31,966 bilhões.

Do total de despesas no quarto trimestre, R$ 4,970 bilhão são de pessoal (crescimento anual de 3,4%) e R$ 3,251 bilhões em outros gastos administrativos (queda de 5,4%).

O BB terminou 2018 com 96.889 colaboradores, com queda de 2,3%. “Em 2018 o Programa de Adequação de Quadros (PAQ), ocorrido no primeiro trimestre, influenciou significativamente os desligamentos de mais de 2.200 colaboradores”, diz o banco.

Já sobre as outras despesas administrativas, o BB explica que a queda se deveu principalmente à substituição de terminais de autoatendimento do banco por terminais da rede 24 horas. Foram afetadas as linhas de Comunicação e Processamento de Dados, com queda de R$ 141,7 milhões em 2018, e os Serviços de Segurança e Transporte, com redução de R$ 205,5 milhões.

Além disso, as ações de eficiência com renegociações de contratos de imóveis e otimização de espaços foram responsáveis pela redução de R$ 178,9 milhões em gastos no ano passado.

O retorno sobre o patrimônio líquido ajustado (ROE) pelo critério de mercado ficou em 16,3% no quarto trimestre, de 14,3% no terceiro e 14,5% no mesmo período do ano passado. No resultado fechado de 2018, o ROE foi de 13,9%, ante 12,3% em 2017.

“Parte desse resultado foi alcançado pelo rígido controle de despesas administrativas, que caíram 3,91% no ano, mesmo com a inflação (IPCA) de 3,75%, e pela redução das despesas de provisão para créditos de liquidação duvidosa (PCLD) em R$ 4,971 bilhões (19,3% frente a 2017)”, diz o relatório da administração.

Mesmo com a melhora, o retorno do BB continua abaixo dos rivais privados. O Itaú Unibanco registrou ROE de 21,8% no quarto trimestre, enquanto o Santander teve taxa de 21,1% e o Bradesco, de 19,7%. O BB fechou dezembro com índice de Basileia de 18,9% e 10,0% de capital principal.

O conselho diretor do banco aprovou o pagamento de R$ 1,630 bilhão em juros sobre capital próprio (JCP) relativos ao quarto trimestre de 2018. Isso equivale a R$ 0,58551597122 por ação.

O JCP terá como base a posição acionária de 21/02/2019, sendo as ações negociadas “ex” a partir de 22/02/2019. O valor será atualizado, pela taxa Selic, da data do balanço (31/12/2018) até a data do pagamento (07/03/2019).

Queda na inadimplência

O BB registrou inadimplência de 2,53% em dezembro, de 2,82% em setembro e 3,72% no fim de 2017. Já a inadimplência de curto prazo na carteira de crédito era de 1,78% no fim de 2018. A taxa de operações com atraso de 15 a 89 dias recuou 0,02 ponto percentual na comparação com setembro e 0,05 ponto frente a dezembro de 2017.

Em pessoa jurídica, o índice de inadimplência recuou para 3,17%, de 3,70% e 6,18%, na mesma base de comparação. Em pessoa física, as taxas foram de 3,08%, ante 3,27% e 3,36%, respectivamente. E em agronegócio, o indicador ficou em 1,53%, de 1,62% e 1,67%.

Da inadimplência em pessoa física, a maior taxa foi observada na linha CDC Salário, com 4,63%. Na sequência aparecem Financiamento Imobiliário, com 2,54%, e Cartão de Crédito, com 2,41%.

Em pessoa jurídica, a taxa de inadimplência mais elevada é na linha ACC/ACE, de 1,36%. Depois vêm as linhas Recebíveis, com 1,06%, e Capital de Giro, com 1,00%.

Em agronegócios, a linha com maior inadimplência é Pronaf, com 3,01%; seguida de Pronamp, com 2,44%; e BNDES/Finame Rural, com 1,85%. As provisões para devedores duvidosos (PDD) somaram R$ 3,168 bilhões no quarto trimestre, uma queda de 19% na comparação com o mesmo período do ano passado, e baixa de 1,8% ante o terceiro trimestre.

No resultado fechado de 2018, as despesas de PDD somaram R$ 20,229 bilhões, com redução de 19,9% em relação ao ano anterior. O índice de cobertura do BB subiu para 211,6% no quarto trimestre, de 192,7% no terceiro e 154,9% no fim de 2017.

O BB também divulgou o indicador New NPL/Carteira de Crédito, que representa uma tendência da futura inadimplência. O indicador é apurado pela relação entre a variação trimestral do saldo das operações vencidas há mais de 90 dias, acrescida das baixas para prejuízo efetuadas no trimestre; e o saldo da carteira de crédito classificada do trimestre anterior.

No quarto trimestre, esse indicador foi de 0,52%, ante 0,27% no terceiro e 0,89% no quarto trimestre de 2017.

Planos para 2019

Segundo o guidance do BB para 2019, que foi publicado na manhã desta quinta-feira, o banco projeta um lucro líquido ajustado entre R$ 14,5 bilhões e R$ 17,5 bilhões para este ano. O BB também prevê um crescimento de 3% a 6% em sua carteira de crédito em 2019, o que indica que adotará um ritmo mais moderado que os concorrentes privados.

Tanto Bradesco quanto Itaú Unibanco estimam que podem crescer mais de 10% em estoque de operações. A projeção do BB é aumentar de 7% a 10% o portfólio de crédito a pessoas físicas. Na carteira de pessoas jurídicas, o banco prevê uma variação de 0% a 3%. No crédito rural, a expansão esperada é de 3% a 6%.
A margem financeira bruta do BB deve crescer de 3% a 7% em 2019. As despesas líquidas com provisões para devedores duvidosos devem ficar entre R$ 11,5 bilhões e R$ 14,5 bilhões neste ano, depois de terem somado R$ 14,221 bilhões em 2018.

A expectativa do banco é que as rendas de tarifas aumentem entre 5% e 8% e as despesas administrativas, de 2% a 5%.

Fonte: Valor Econômico

Lucro do Banco do Brasil cresce 16,8% em 2018 e chega a R$ 12,8 bilhões

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O Banco do Brasil registrou lucro líquido contábil de R$ 12,8 bilhões em 2018. O resultado representa um aumento de 16,8% na comparação com 2017, quando a instituição lucrou R$ 11 bilhões.

No quarto trimestre, o lucro líquido foi de R$ 3,803 bilhões, um aumento de 22,3% na comparação com o mesmo trimestre de 2017.

Já o lucro líquido ajustado do banco, que exclui itens extraordinários, somou 3,845 bilhões no quarto trimestre, valor 20,6% maior se comparado ao mesmo período de 2017.

BB

As receitas com tarifas subiram 7,4% na comparação anual, para R$ 7,236 bilhões. As despesas administrativas recuaram 0,2%, para R$ 8,220 bilhões.

O retorno sobre patrimônio líquido (RSPL), que mede como o banco remunera o capital de seus acionistas, cresceu para 13,2%, frente a 12,3% em 2017. Segundo o banco, parte deste resultado foi alcançado pelo rígido controle das despesas administrativas.

Carteira de crédito cresce 1,8%

A carteira de crédito ampliada do banco finalizou o ano a R$ 697,3 bilhões e cresceu 1,8% em 12 meses. Em relação ao terceiro trimestre, houve um crescimento de 0,7%. Já o índice de inadimplência com mais de 90 dias alcançou 2,53% em dezembro de 2018.

As despesas líquidas com provisões para devedores duvidosos (PDD) recuaram 19% na comparação com o quarto trimestre do ano passado, para R$ 3,168 bilhões.

Lucro dos concorrentes em 2018

O Bradesco anunciou no fim de janeiro que seu lucro atingiu R$ 19,085 bilhões no acumulado do ano passado, um crescimento de 30,19% na comparação com 2017 (R$ 14,659 bilhões).

No acumulado em 2018, o lucro líquido do Santander somou R$ 12,166 bilhões, alta de 52% na comparação como 2017 (R$ 7,997 bilhões). Já o lucro gerencial alcançou R$ 12,398 bilhões, alta de 24,6%.

O banco Itaú informou que encerrou 2018 com lucro líquido de R$ 24,977 bilhões, um crescimento de 4,2% na comparação com o ano anterior (R$ 23,965 bilhões).

Fonte: Portal G1

Banco do Brasil: descomissionamentos em todo pais geram ainda mais injustiças

Publicado em: 13/02/2019

A Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil reuniu-se, na quarta-feira (6), com a direção do banco numa Mesa de Negociação Permanente para tratar das mudanças no modelo de atendimento e gerenciamento das agências, escritórios de varejo e estilo. Também foram tratados na mesa a suspensão da CCV e a onda de descomissionamentos em todos o pais, principalmente nos escritórios digitais, sem critérios claros e sem observar os ciclos avaliatórios de GDP (Gestão de Desempenho Profissional).

Foram citados inúmeros casos em que não há feedbacks ou anotações positivas e também o caso de gerentes gerais que, se aproveitando da distância que as superintendências estão, têm informado que a ordem do descomissionamento vem das novas superintendências centralizadoras no Rio de Janeiro e São Paulo.

Manifestações no Rio

Aqui no Rio, o Sindicato estará realizando nessa terça-feira, dia 12, manifestações no Sedan e Andaraí para denunciar a falta de critérios e perseguição promovida por alguns administradores.

“Em vários casos que chegam ao sindicato, observamos que as GDPs são feitas desconsiderando as próprias instruções normativas do banco. Não são feitos acordos de trabalho, apesar da formalidade no sistema, nem são dados feedbacks e orientações para o desenvolvimento profissional. Chega ao ponto não ficar claro o motivo do descomissionamento, o que leva a crer que há meta para descomissionar. Os funcionários devem ficar atentos ao processo para evitar avaliações subjetivas que possam levar retirada de comissões injustamente”, comenta Rita Mota, diretora do sindicato e membro da Comissão de Empresa dos Funcionários (CEBB).

Os representantes dos funcionários também levaram ao banco as diversas reclamações que estão chegando em todos os locais do país, sobre o programa de metas Conexão, em que os parâmetros usados estão sendo alterados de forma que a maioria das carteiras não conseguirá atingir as suas metas, com sérios impactos financeiros pois reduz a PLR, o Programa de Desempenho Gratificado (PDG) e cria mais assédio para descomissionamentos.

Ficou definido que haverá nova reunião com o BB em data a ser agendada, para tratar especificamente de GDP e CONEXÃO (programa de metas).

Comissão de Conciliação Voluntária

Na mesa de negociação permanente, também foi tratada a suspensão da CCV. O banco começou a apresentar em algumas sessões de CCV termos de quitação com mais de 5 anos, sem alterar o valor dos acordos. A Contraf-CUT cobrou do banco a falta de negociação e comunicado prévio, causando enorme desconfiança e questionamento ético sobre o comportamento do BB.

O banco apresentou uma proposta de solução que precisa ser analisada pelos sindicatos. As negociações sobre o retorno da CCV vão continuar nos próximos dias.

Fonte: Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro

Contra descomissionamentos, funcionários do BB realizam Dia Nacional de Luta

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Os bancários do Banco do Brasil realizam, nesta quinta-feira (14), o Dia Nacional de Luta contra os descomissionamentos no banco. Nos últimos dias uma nova onda de descomissionamentos no Banco do Brasil fez novas vítimas com a perda do cargo e redução de salário via Gestão de Desenvolvimento por Competências (GDP).

Isso porque, o novo modelo de gerenciamento dos escritórios, com as Superintendências Centralizadoras, tem feito à distância uma maior pressão sobre os administradores para descomissionar mesmo sem observar os critérios históricos.

O Banco investiu milhões de reais no desenvolvimento da ferramenta, com treinamento de gestores e demais funcionários para efetivar a aplicação da GDP. Contudo, o dinheiro investido está sendo jogado fora pois não se adota mais os critérios de avaliação em 360º conforme propagado.

Agora, para retirar o cargo dos funcionários, basta uma nota abaixo da média vinda do superior que o banco entende que pode efetivar o descomissionamento.

Wagner Nascimento, coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil, convocou os trabalhadores para as atividades programadas para todo o país. “A Contraf-CUT orienta todos os sindicatos e federações a participarem desta mobilização de luta contra os descomissionamentos no BB”.

Fonte: Contraf-CUT

Descomissionamentos: reunião entre BB e Sindicato dos Bancários de Santos termina em impasse

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Terminou em impasse a reunião entre o Sindicato dos Bancários de Santos e Região e a superintendente regional do Banco do Brasil (BB), Ana Maria, para cobrar sobre os descomissionamentos de três gerentes na Baixada Santista. O encontro aconteceu na sede do Sindicato, nesta terça-feira, 12, e ficaram claras a intransigência do BB e que o processo de avaliação é injusto.

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Além da superintendente, o banco enviou representantes da Gepes e gerentes gerais das agências Estilo Santos e Embaré. “Quando apontávamos que o atual uso do sistema de avaliação é injusto, nenhum deles apresentava argumentos que indicassem que ele é correto”, comentou Eneida Koury, presidente do Sindicato e funcionária do BB.

“Para que serve a avaliação 360º? Para nada! Porque na verdade eles utilizam apenas a avaliação do gerente geral, em um dos subitens para descomissionar! A avaliação é desonesta e fraudulenta. Os bancários sempre acharam que o que contava para o descomissionamento era a média, o placar, de três ciclos avaliatórios. Pontuamos isso para os gestores”, afirmou o dirigente sindical André Vasconcelos, também empregado do BB.

O Sindicato apresentou a proposta de reintegrar, em outras carteiras, os três descomissionados, mas os gestores do banco já tinham nomeado novos gerentes. “Os representantes do banco não vieram dispostos a negociar ou a solucionar a questão” comentou o secretário geral do Sindicato e bancário do BB, Ricardo Saraiva Big.

O Sindicato seguirá tomando todas as medidas cabíveis para buscar coibir esse tipo de postura do banco. “Os bancários e bancárias do BB precisam seguir mobilizados, junto com o sindicato, para que os descomissionamentos não se tornem uma prática na Baixada Santista”, ressaltou Eneida.

Exposição

Além da questão dos descomissionamentos, logo no início da reunião os dirigentes sindicais precisaram intervir para evitar a exposição e constrangimento de um bancário que o banco levou para a reunião.

“O banco trouxe um gerente substituto para a reunião que é companheiro direto de trabalho de um dos descomissionados, situação que iria expor e constranger o funcionário. Por isso, insistimos e o encontro só continuou quando o gerente substituto saiu da sala. Explicamos para ele que a nossa posição era para sua proteção”, contou Big.

Fonte: Sindicato dos Bancários de Santos

Reunião debate novo modelo de atendimento e suspensão da CCV no BB

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A Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil reuniu-se, nesta quarta-feira 6, com a direção do banco numa Mesa de Negociação Permanece para tratar das mudanças no modelo de atendimento e gerenciamento das agências, escritórios de varejo e estilo.

O modelo de atendimento da Unidade de Atendimento Varejo (UNV) que estava em 4 praças (Joinville, Ribeirão Preto, Curitiba e Belém), foi ampliado para Brasília e São Paulo e, recentemente, estendido para 106 praças em todo o Brasil. Além da criação de uma nova unidade para gerenciar o modelo de atendimento: a UAV.

Os representantes dos funcionários levaram vários questionamentos colhidos nos locais de trabalho pelos sindicatos, pois além da ampliação do modelo da UAV, os escritórios e agências especializadas também mudaram a sua vinculação.

Houve questionamentos sobre es estruturas das unidades, a ascensão profissional e trilha de carreira, bem como sobre alteração no nível das agências.

Os representantes do Banco do Brasil informaram que não há previsão sobre mudança no nível das agências. Está em estudos um modelo que contemple os diversos tipos de agências e escritórios, mas não há previsão de conclusão dos estudos.

O modelo foi expandido no meio de janeiro e os ajustes ainda estão sendo feitos, o que demandará novas reuniões para discutir problemas que aparecerem.

Um dos grandes problemas é que a quantidades de metas está maior que o volume de clientes, já que as carteiras foram migradas e muitos dos atendimentos não estão gerando conversão.

Houve denúncias de locais que estão atendendo clientes sem a senha, para evitar que o atendimento gere mais cobrança aos funcionários.

Houve cobrança para que as novas superintendências centralizadoras tenham contato com as entidades sindicais, uma vez que a resolução de problemas muitas vezes se dá em nível local, sem que vire uma demanda à diretoria, ouvidoria ou ação judicial.

Descomissionamentos

Os sindicatos questionaram o Banco sobre uma nova onda de descomissionamentos e muito foi cobrado sobre os critérios, principalmente sobre o Gestão de Desempenho por Competências (GDP).

Foram citados os casos em que não há feedbacks ou anotações e também o caso de gerentes gerais que, se aproveitando da distância que as superintendências estão, tem informado que a ordem do descomissionamento vem das novas superintendências centralizadoras no Rio de Janeiro e São Paulo.

A Comissão de Empresa organizará atividades nacionais para denunciar a falta de critérios e perseguição promovida por alguns administradores.

Para Wagner Nascimento, coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, uma onda de descomissionamentos só aumenta a pressão e adoecimento dos funcionários. “Há muito tempo a GDP acabou para muitos administradores e isso fica evidente quando nem quem descomissiona, nem quem é descomissionado entende e sabe explicar os critérios. O que parece é que existe meta de descomissionamento e não importa os critérios, vão cortar cabeças, cortar cargos e os salários dos funcionários. Por isso, é importante a luta por melhores condições de trabalho e a luta histórica dos sindicatos por aumentos salariais. Não há segurança nenhuma da permanência no cargo mesmo para quem tem boa avaliação.”

Metas e conexão

Os representantes dos funcionários levaram ao banco as diversas reclamações que estão chegando em todos os locais do país, sobre o programa de metas Conexão, em que os parâmetros usados estão sendo alterados de forma a maioria das carteiras não conseguirá atingir as suas metas.

Esse não atingimentos tem vários impactos financeiros pois reduz a PLR, o Programa de Desempenho Gratificado (PDG) e cria mais assédio para descomissionamentos.

Ficou definido que haverá nova reunião com o BB em data a ser agendada, para tratar especificamente de GDP e CONEXÃO (programa de metas).

Sobre PDG, a Comissão de Empresa cobrou que este seja negociado com os sindicatos e que seja feito acordos específicos, assim como acontece com os programas próprios de outros bancos públicos e privados. Há uma grande reclamação sobre as alterações unilaterais do BB nas regras do PDG.
Comissão de Conciliação Voluntária

Na mesa de negociação permanentes, também foi tratado sobre a suspensão da CCV e os motivos que levaram a essa suspensão. O banco começou a apresentar em algumas sessões de CCV termos de quitação com mais de 5 anos, sem alterar o valor dos acordos. A Contraf-CUT cobrou do banco que faltou comunicado prévio e negociação sobre isso, causando enorme desconfiança e questionamento ético sobre o comportamento do BB.

O banco se desculpou sobre a falta de comunicação prévia e apresentou uma proposta de solução que precisa ser analisada pelos sindicatos, pois envolvem aspectos ainda não muito claros. As negociações sobre o retorno da CCV vão continuar nos próximos dias.

O coordenador da Comissão de Empresa, Wagner Nascimento, afirma que a Comissão de Conciliação Voluntária é um instrumento importante para se resolver demandas extrajudiciais e a Contraf-CUT defendeu o direito dos bancários de fazer esses acordos. “Contudo, mudanças unilaterais que podem prejudicar os bancários não serão aceitas. Esperamos sair logo desse impasse e retomarmos o recebimento de pedidos.”

Fonte Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região