Parceria entre BB e Cohagra resulta na retomada de imóveis em situação irregular

Publicado em: 13/02/2019

Oito imóveis foram retomados esta semana no Residencial Rio de Janeiro. A ação faz parte de um intenso trabalho entre o Banco do Brasil (BB), responsável pelos contratos e da Companhia Habitacional do Vale do Rio Grande (Cohagra), que investiga outros 100 imóveis com denúncias de irregularidades no mesmo bairro. Entre as acusações apontadas estão venda ilegal dos imóveis, locação ilícitas, casas vazias, dentre outros. “Essa ação é uma cobrança do prefeito Paulo Piau e temos o apoio irrestrito dele. Apresentamos semanalmente relatórios sistemáticos para a Justiça seja feita sempre”, declarou o presidente da Cohagra, Marcos Jammal.

Ele afirma que outros imóveis estão sendo investigados em virtude de algum tipo de irregularidade, a maioria, contratos de aluguel e venda ilegais, conhecido como “contrato de gaveta”. “Essas retomadas teve o apoio irrestrito do Banco do Brasil. Isso foi possível a partir de uma reunião onde conseguimos esse apoio, em definitivo, para apurar essas ocorrências. Por se tratar de uma ação de fiscalização pioneira no País, existem alguns percalços, mas agora, o banco vem realizando um trabalho assertivo e célere” destaca.

Jammal informa ainda que além das denúncias do próprio banco, os fatos são encaminhados à Polícia Federal e para o Ministério Público Federal, responsável pelas investigações. “Vamos dar o prazo legal informado nas notificações entregue aos envolvidos. Fazendo a prova de moradia às denúncias serão retiradas, caso contrário, o inquérito continuará”, explica.

O presidente volta a pedir a população que denuncie alguma irregularidade como locação, venda ou abandono de imóvel. As denúncias podem ser protocoladas via WhatsApp (34) 99873-9555.
Importante lembrar que inúmeras casas já foram retomadas a grande maioria nos bairros Girassóis, Isabel Nascimento e, Rio de Janeiro e estão sendo repassados para famílias em situação extrema, como problemas de saúde e vulnerabilidade social.

Fonte: Jornal de Uberaba

Descomissionamentos em lote assustam gerentes do BB em vários Estados

Publicado em: 06/02/2019

Os últimos dias foram assustadores e estressantes para os gestores e a gerência média do Banco do Brasil em todo o país. Desde a semana passada, descomissionamentos têm sido registrados nas agências, em vários Estados, pegando os executivos e suas equipes de surpresa.

A AGEBB tem recebido ligações de associados preocupados com a forma e os critérios com que ocorrem esses descomissionamentos. A informação é que essa “onda” costuma vir em bloco, reunindo, por exemplo, três gerentes Estilo de uma determinada região, quatro gerentes PJ de outra agência e até mesmo gerentes-gerais. Muitas vezes eles recebem a notícia do descomissionamento por terceiros.

“A AGEBB vai acompanhar bem de perto esses descomissionamentos e verificar se estão sendo feitos dentro da previsibilidade do banco e se os critérios que estão sendo utilizados estão em consonância com os próprios princípios éticos do BB”, afirma Francisco Vianna de Oliveira Junior, presidente da associação, que pretende promover ainda nesta semana uma reunião emergencial com alguns membros da diretoria, para que possam esclarecer e conhecer de perto essa situação.

A AGEBB sempre teve por princípio a defesa do banco e de seus gerentes, de forma a promover uma melhoria nas condições de trabalho dos executivos e uma gestão mais eficiente de pessoas e resultados em relação à instituição. “A associação sempre buscou um envolvimento direto dos gerentes nas ações do banco, para que essas sejam acolhidas e encampadas de forma natural por todos os gerentes e suas equipes. Mas sempre que há um desequilíbrio nessa relação, ocasionado por uma das partes, cabe a nós intervir no intuito de promover novamente o equacionamento”, argumenta Ronald Feres, vice-presidente da AGEBB.

O presidente da AGEBB afirma que mais uma vez o banco faz seus movimentos sem informar seus gestores sobre as regras e intenções, causando na rede, ponto principal de contato com seus clientes, um clima de instabilidade e terror sem precedentes. “Esses descomissionados estão perdendo o cargo por desempenho? As vagas desses profissionais serão extintas ou eles serão substituídos por outros funcionários? Para a reposição do quadro, serão abertas novas concorrências ou serão usadas para acomodar funcionários remanejados de outros setores? São várias perguntas que o BB ainda não informou a seus gerentes e superintendentes”, lamenta Vianna Junior.

A AGEBB pede aos seus associados, que venham a ser direta ou indiretamente afetados por essas mudanças, que continuem informando a associação para que ela possa acompanhar com a diretoria jurídica, e demais membros do conselho, toda a situação. Com essas informações, a ideia é que a entidade possa direcionar as ações que busquem salvaguardar não só os associados gerentes, como também o próprio BB que, se estiver cometendo injustiças e arbitrariedades, deve ser alertado. “Tudo isso, antes que uma chuva de ações trabalhistas pese sobre a instituição, causando ainda mais passivo trabalhista”, afirma o presidente da AGEBB.

Fonte: AGEBB

Salim Mattar precisa repensar o “emagrecimento” do BB, diz ex-ministro Maílson da Nóbrega

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Maílson da Nóbrega*

O jornal Valor mencionou um “descompasso” nos discursos do secretário de Desestatização e Desinvestimento, Salim Mattar, e o presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes. O primeiro declarou que permanecerão estatais a Petrobras, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica, mas “muito magrinhas”. O segundo afirmou que o banco não se desfaria das “joias da coroa”, o que inclui particularmente os cartões de crédito.

Creio que prevalecerá a opinião de Novaes. De fato, o banco se tornou o principal emissor de cartões de crédito graças à sua extensa rede de agências em todo o território nacional. A venda da área dessa área dificilmente seria atrativa sem a ligação com o BB. É preciso considerar, além disso, as razões pelas quais essa área foi criada.

O BB deteve, durante anos, o acesso automático a recursos no Banco Central, via “conta de movimento”. Por isso, suas atividades se limitavam basicamente ao crédito. O BB não seguiu a estratégia de conglomeração dos grandes bancos brasileiros, pois não precisava competir com eles por recursos e clientes.

Com o fim da “conta de movimento” em 1986 e já que não seria possível cogitar da extinção do BB, restou ao governo a alternativa de autorizá-lo a atuar em todas as áreas do sistema financeiro. O BB foi capitalizado para livrar-se do efeito de “esqueletos” dos velhos tempos e para dispor de uma estrutura de capital consentânea com a nova realidade.

O BB modernizou-se, reduziu seu quadro de pessoal, promoveu uma reestruturação interna, investiu na formação de quadros qualificados e se lançou à criação de subsidiárias para competir à altura com seus concorrentes. Foi uma revolução que transformou radicalmente o velho Banco do Brasil.

Ora, vender suas subsidiárias lucrativas, como a dos cartões de crédito, seria um contrassenso, pois a perda de rentabilidade poderia reduzir a capacidade do BB de prestar serviços ao governo, principalmente na área de crédito rural.

Chegará o dia da privatização do BB, mas isso não ocorrerá em futuro previsível. Seu “emagrecimento” neste momento teria o efeito negativo adicional de reduzir sua atratividade para o setor privado.

A soma das partes do BB é maior do que o seu todo. Por isso, é provável que Mattar venha a ter que refazer sua declaração quanto ao “emagrecimento” do banco.

Fonte: Blog de Maílson da Nóbrega em Veja.com

Eleita como Caref do BB, Débora Fonseca promete defesa do funcionalismo

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Apoiada pelo Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, a bancária Débora Fonseca recebeu 31.294 votos e será a nova Conselheira de Administração Representante dos Funcionários (Caref) do Banco do Brasil. O segundo colocado foi Jair Miller, executivo do BB, que recebeu 14.366 votos. A eleição foi em dois turnos, e Débora já havia tido o maior número de votos no primeiro turno, O resultado final da eleição foi divulgado nesta sexta-feira 8.

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“É uma honra ter obtido essa votação e uma responsabilidade imensa chegar a esse posto”, comemora Débora. “A partir de agora eu vou representar todos os funcionários e funcionárias do banco e o nosso mandato será pautado pela defesa do funcionalismo e do Banco do Brasil como empresa pública, voltada para a sociedade e a serviço da população. É fundamental que a instituição mantenha esse papel”, afirma Débora.

Ela destaca a relevância do Banco do Brasil para a economia, as famílias e o agronegócio. “Sempre tive consciência da força do Banco do Brasil. E agora, como representante dos funcionários no Conselho de Administração, vou poder defender a empresa e os funcionários nessa esfera de decisões”, destaca.

Débora Fonseca é bancária desde 2006. É bacharel em Comunicação Social, tecnóloga em Gestão de Recursos Humanos, com MBA em Gestão Bancária e Finanças Corporativas, CPA-10 e CPA-20.

Equidade de gênero

A conselheira destaca o fato de ser a única mulher no Conselho de Administração do BB. “Nós sabemos a importância de trabalhar as questões sobre equidade de gênero. Já existem algumas políticas no banco, mas que nem sempre são efetivas, visto que poucas mulheres ocupam os cargos mais altos na empresa onde a maioria dos funcionários é de mulheres. É algo que nós temos que trabalhar muito, e por isso é importante que uma mulher ocupe um posto no conselho de administração.”

“Agora temos mulheres em posições importantes e que representam os trabalhadores e trabalhadoras nos dois principais bancos públicos do país: na Caixa Econômica Federal, com Maria Rita Serrano, e agora no Banco do Brasil, com Débora Fonseca. Será um mandato em defesa do Banco do Brasil como instituição pública”, reforça João Fukunaga, secretário de Assuntos Jurídicos do Sindicato e bancário do BB.

Maior participação

O segundo turno das eleições teve maior participação do que o primeiro, o que também foi enfatizado por Débora.

“Os trabalhadores entenderam a importância do Caref, se informaram sobre a importância dessa função, sobre as propostas. Foi uma evolução muito grande em relação ao primeiro turno. A recepção nas agências e nos locais de trabalho durante a campanha também foi muito boa para essa construção. Esse resultado é fruto de uma construção coletiva com as pessoas que divulgaram as propostas e as ideias, com todos os sindicatos e as entidades representativas que apoiaram a nossa campanha. Quero agradecer a todos que depositaram a confiança em nós.”

Fonte: Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região

Onda de descomissionamentos no BB expõe a falta de critérios da GDP

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Uma nova onda de descomissionamentos no Banco do Brasil fez novas vítimas com a perda do cargo e redução de salário via Gestão de Desenvolvimento por Competências (GDP). O banco investiu milhões de reais no desenvolvimento da ferramenta, com treinamento de gestores e demais funcionários para efetivar a aplicação da GDP. Contudo, o dinheiro investido está sendo jogado fora pois não se adota mais os critérios de avaliação em 360º conforme propagado.

Agora, para retirar o cargo dos funcionários, basta uma nota abaixo da média vinda do superior que o banco entende que pode efetivar o descomissionamento. A média das notas que historicamente era utilizada para avaliação de desempenho foi alterada ao longo dos anos pelo Banco do Brasil e os funcionários não entendem mais os critérios adotados.

O efeito imediato dessas ondas de descomissionamento é o terrorismo com todo os demais funcionários, principalmente os gerentes de relacionamento.

Acordo coletivo assinado com os sindicatos protege os funcionários

Consta no acordo coletivo que o banco observará três ciclos avaliatórios consecutivos de GDP com desempenhos insatisfatórios, como requisito para dispensa de função ou de comissão em extinção de funcionário.

A falta de critérios e de transparência nas avaliações tem causado perplexidade nos funcionários quem tem denunciado que as Superintendências estão pressionando os gestores imediatos a cortar o cargo e salários dos funcionários, mesmo sem critérios claros.

Nova superintendência dos escritórios digitais passa por cima das unidades locais

Uma informação apurada pelo Sindicato dos Bancários de Belo Horizonte e região é que o novo Superintendente Nacional tem pressionado os gerentes a fazer o descomissionamento, uma vez que ele sequer conhece o funcionário que vai perder o cargo e ter redução de salário. Esse modelo de gerenciamento à distância cria o que os funcionários estão chamando de “gerenciamento desumanizado”, já que sem conhecer os funcionários, a nova Superintendência trata os gerentes de relacionamento com descaso e sem observar as ferramentas básicas da gestão de pessoas. Somente em Belo Horizonte, houve 4 descomissionamentos no último dia 1º de fevereiro.

Para Wagner Nascimento, coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, o que mais causa indignação nos funcionários, além da falta de critérios é o comportamento dos gestores que não dão os chamados feedbacks. “Houve caso em que o funcionário é premiado com PDG mas naquele semestre a nota é considerada insuficiente. Como o banco pode premiar por desempenho alto e considerar fraco esse desempenho no mesmo semestre? De fato, é o fim da GDP. Orientamos os funcionários a acompanhar de perto a sua avaliação, com as anotações e comentários necessários. Conforme já foi publicado pela Contraf-CUT, muitos gestores não anotam na GDP os feedbacks positivos com o objetivo de dificultar futuros questionamentos sobre critérios adotados.”

Fonte: Contraf-CUT

Sindicato paralisa duas agências do BB contra descomissionamentos em Santos

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O descomissionamento de três funcionários do Banco do Brasil (BB) motivou a paralisação de duas agências Estilo em Santos, nesta segunda-feira, 4/2. A manifestação é para combater esse tipo de prática do banco, que acontece pela 1ª vez na Baixada Santista (base do Sindicato). As unidades ficam no Centro da Cidade e no Embaré.

“O primeiro caso aconteceu na sexta-feira (1º/2). A bancária ia entregar um atestado médico, mas os gestores da Estilo Porto, que fica na Praça José Bonifácio, não deixaram que ela entregasse o atestado e queriam que ela assinasse o descomissionamento. Estamos mobilizados para coibir essa irregularidade.”, afirmou a presidente do Sindicato dos Bancários de Santos e Região, Eneida Koury.

Estilo Embaré

A outra unidade paralisada é a Estilo Embaré, que fica no Canal 5, também em Santos, aonde nesta segunda, 4/2, houve retirada de comissão de dois funcionários. Segundo o dirigente sindical, e funcionário do BB, André Elias, houve desrespeito ao acordo coletivo da categoria.

“Na sexta-feira, 1º/2, o gerente da Estilo Embaré esteve na Superintendência do BB, em Campinas, e hoje (4/2) foram confirmados dois descomissionamentos na unidade. Conversamos com os trabalhadores e fechamos a agência para pressionar o banco e garantir os direitos dos bancários. As manifestações também são para evitar outras retiradas de comissão na Baixada Santista”, explicou André.

Além das paralisações, os dirigentes sindicais seguirão monitorando esse tipo de postura do BB para que sejam tomadas as medidas cabíveis.

Fonte: Santos Bancários

Banco do Brasil disponibiliza banco de horas para funcionários; adesão é voluntária

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O Banco do Brasil vai disponibilizar, a partir do dia 5 de fevereiro, a opção de banco de horas para os seus funcionários. A medida faz parte do acordo coletivo 2018-2020 e a adesão é voluntária.

Para o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), Wagner Nascimento, bancárias e bancários de todo o país cobravam pela disponibilização do sistema desde a assinatura do acordo. “Vamos monitorar a execução nos locais de trabalho para atestar o bom funcionamento do sistema de compensação de horas”, disse.

Aqueles que aderirem poderão optar por momentos de descanso para compensar horas de trabalho excedentes. Neste caso, será concedida uma hora de descanso para cada hora excedida. Quando o banco de horas ultrapassar a jornada diária, poderá ser convertido em folga. Para isso, os funcionários deverão se cadastrar em área exclusiva da Plataforma BB.

A compensação deverá ser feita em até seis meses. O pagamento de horas extraordinárias, entretanto, permanece, sendo pagas com um adicional de 50% para aqueles que não optarem pelo novo sistema. O coordenador da CEBB explicou que a qualquer momento o funcionário poderá alterar sua opção de banco de horas para a de pagamento de adicional.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Com medo de reforma, funcionários do BB fraudaram aposentadoria, diz AGU

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O procurador federal Alessander Jannucci, da Advocacia-Geral da União, revelou nesta terça-feira, 5, que os 38 benefícios previdenciários concedidos de forma fraudulenta a investigados na Operação Barbour são de servidores do Banco do Brasil. A vereadora afastada Elian Santana (SD), de Santo André (SP), e outros alvos da Barbour são acusados por improbidade administrativa pela AGU, em ação protocolada na sexta-feira, dia 1º.

“Os 38 benefícios objeto desta ação de improbidade são de servidores do Banco do Brasil. Eles só praticavam fraude com relação a funcionários do Banco do Brasil? Não, o Banco do Brasil teve uma parceria mais célere e forneceu os documentos de uma maneira mais rápida, que permitiu aferir pontualmente o modus operandi da fraude e quais seriam esses benefícios”, afirmou.

Alessander Jannucci declarou que “são todos funcionários antigos do Banco do Brasil que estavam em vias de se aposentar”. “Já haviam tentado, em alguns casos, a aposentadoria por meio de um serviço gratuito que o próprio Banco do Brasil oferece, tiveram a aposentadoria negada e viram nessa possibilidade espúria, contrária aos interesses sociais, a possibilidade de virem a se aposentar e de certo modo não serem atingidos por uma eventual reforma da Previdência Social.”

Segundo o procurador, após o ajuizamento da ação de improbidade, uma nova etapa da apuração vai mirar “se os beneficiários tinham ciência desta fraude”. Na avaliação de Alessander Jannuci, isto “provavelmente” vai se confirmar, “porque alguns deles apresentaram comprovantes de residência falsos”.

Além de Elian, são alvo da ação a chefe de gabinete da parlamentar, Luciene Aparecida Ferreira Souza; Vitor Mendonça de Souza, servidor público que trabalhava na agência do INSS em Diadema (SP) e é acusado de integrar a quadrilha; e Adair Assah, intermediário acusado de auxiliar nos procedimentos perante a autarquia e nas tratativas junto aos interessados adquirir as aposentadorias.

Segundo o procurador, a investigação identificou beneficiários que não eram da região de Diadema. “Um deles era de Belém do Pará, por exemplo. Forneceu um comprovante de endereço falsificado”, relatou Alessander Jannuci.

“São pessoas esclarecidas, a maioria delas com curso superior, recebendo altos salários, maioria deles praticamente acima do teto de salário de contribuição da Previdência Social e que buscaram por interesse próprio a prática dessa fraude.”

A Operação

Durante a investigação, a Polícia Federal apontou que o esquema vendia, por valores que podiam chegar a R$ 15 mil, aposentadorias fraudulentas concedidas por meio da inserção de dados falsos nos sistemas da Previdência Social – em especial atestando períodos de trabalho em condições insalubres ou perigosas que, na realidade, nunca existiram. A PF afirma que a operação que funcionava com a ajuda do gabinete da vereadora Elian.

“Grupos de WhatsApp de funcionários do Banco do Brasil revelavam que em Diadema havia um intermediário que conseguia aposentar funcionários exatamente naquelas mesmas situações de uma maneira célere e sem problemas. Só que para isso eram cobrados valores de R$ 10 mil a R$ 15 mil”, narrou Alessander Jannuci.

“As investigações revelaram que funcionários do Banco do Brasil, por meio do aplicativo WhatsApp, comunicavam-se diariamente e acabavam fazendo a publicidade desse serviço espúrio. Muitos funcionários do Banco do Brasil que possuíam salários consideráveis, com receio de uma eventual Reforma Previdenciária, de terem seus rendimentos diminuídos ou majorado o tempo necessário para a aposentadoria, buscavam este tipo de serviço. Muitos deles sequer viram pessoalmente o intermediário.”

De acordo com o procurador federal, os funcionários encaminhavam dados e documentos pelos Correios e faziam o pagamento ao intermediário por meio de depósito em conta bancária. Alessander Jannuci afirmou que o intermediário e o servidor do INSS,então, realizavam a fraude

“Eram utilizados documentos falsos, de tempo de atividade especial, com funções que sequer existiam no quadro de funções e cargos do Banco do Brasil. Esse servidor do INSS, ciente da fraude, utilizando dos documentos falsos, computava períodos especiais que de fato não existiam”, declarou.

Na ação de improbidade, a AGU pede para que os integrantes da quadrilha sejam condenados a pagar R$ 2,8 milhões – R$ 942 mil pelo prejuízo direto causado ao INSS e R$ 1,88 milhão em multa civil por dano causado.

O valor está ligados a 38 benefícios previdenciários fraudados. Segundo a AGU, “o número de aposentadorias concedidas por meio de fraudes pode ser ainda maior, visto que o INSS continua auditando os benefícios aprovados pelo servidor envolvido no esquema”.

A Advocacia-Geral também solicita que o bloqueio de bens que já havia sido efetuado sobre o patrimônio de quatro dos acusados (Elian, Vitor, Adair e Luciene) no âmbito de ação cautelar proposta junto com a deflagração da operação seja mantido e ampliado para atingir o patrimônio de outros dois envolvidos no esquema, cujos nomes permanecem sob sigilo.

A AGU pede para que Elian, Luciene e Vitor sejam mantidos afastados dos cargos e funções públicas que exercem “em vista da necessidade de continuidade da apuração das fraudes perpetradas e diante das dificuldades” que os acusados poderiam causar à investigação, “notadamente ocultação de documentos e tentativas de persuasão a terceiros’.

A ação pediu ainda autorização da Justiça para leiloar veículos dos acusados antes que os bens percam valor de mercado, bem como para quebrar o sigilo bancário de pessoas ligadas aos envolvidos, suspeitas de também participarem do esquema criminoso.

Defesas

“O Banco do Brasil colabora com as investigações e iniciou apuração interna para verificar a conduta dos funcionários envolvidos”, disse a instituição por meio de nota.

O advogado Carlos Callado, que defende a vereadora Elian Santana, afirmou que a defesa ainda não foi notificada. “Estamos esperando sermos notificados para apresentar a defesa. Tão logo haja a citação, vamos entrar nos autos e tomar inteira ciência. A vereadora Elian Santana não tinha participação nestas supostas fraudes que ocorreram ao INSS. Se foi usado o gabinete ou a linha telefônica, ela desconhecia.”

A reportagem fez contato com a defesa da chefe de gabinete Luciene Aparecida Ferreira Souza. O espaço está aberto para manifestação. A reportagem também está tentando contato com as defesas dos outros citados. O espaço está aberto para manifestação.

Fonte: Exame

Conselho do Banco do Brasil aprova nomeação de quatro novos diretores

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O conselho de administração do Banco do Brasil aprovou a nomeação de quatro novos diretores, para completarem o mandato 2017/2019. Segundo o banco, todos atendem às exigências legais e estatutárias.

Alexandre Alves de Souza é o novo diretor de estratégia e organização. Ana Paula Teixeira de Souza ficará na diretoria de controles internos. Delano Valentim de Andrade comandará a diretoria de marketing e comunicação. E Gerson Eduardo de Oliveira será o diretor de gestão de risco.

A administração do BB é formada pelo presidente, até dez vice-presidentes e até 38 diretores-executivos.

Fonte: Valor Econômico

BB vai pagar R$ 300 mil em multas por descumprir lei da fila em Campina Grande

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Duas decisões do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), nessa terça-feira, 30, determinaram o pagamento de R$ 300 mil em multas pelo Banco do Brasil, por descumprimento da Lei das Filas em Campina Grande.

As ações são acompanhadas pela Procuradoria do Município e são fruto de autuações realizadas pelo Procon municipal.

Em um dos processos, o Procon municipal havia autuado a instituição bancária em R$ 100 mil por descumprir a lei das filas diante de seus clientes.

Em primeiro grau, porém, a Justiça havia baixado o valor da multa para R$ 50 mil, mas ontem a 1ª Câmara Cível do TJ restabeleceu o valor originário da multa, atendendo ao recurso da Procuradoria de Campina Grande.

Na outra ação, o valor aplicado da multa foi de R$ 200 mil. Em primeiro grau o montante foi reduzido para R$ 50 mil, mas ontem a 3ª Câmara Cível do TJ revogou o abatimento.

No total, o trabalho dos procuradores municipais assegurou a aplicação de R$ 300 mil em multas, recursos que deverão beneficiar o município.

O procurador geral adjunto de Campina Grande, Alessandro Farias [foto], que acompanha de perto os processos originados pelo trabalho do Procon, comemorou as decisões.

“É uma vitória para o município e sobretudo para o consumidor campinense, já que garantimos o respeito à lei das filas e, por consequência, estamos inibindo novos descumprimentos”, observou Alessandro, ressaltando ainda o apoio que tem recebido do procurador geral do município, José Fernandes Mariz, para esse tipo de ação.

A Lei da Fila prevê que o atendimento deve ser feito em até 20 minutos (em dias normais), 30 minutos (em dias de pagamento de funcionários públicos municipais, estaduais e federais) e em 35 minutos em dias atípicos, como as véspera e o dia seguinte aos feriados.

O descumprimento dessa legislação por parte das instituições bancárias, supermercados e lojas de departamento acarreta sanções aplicadas pelo Procon Municipal.

Fonte: Paraíba Online

Crédito rural do BB cresce 15% em MS e soma R$ 3,47 bilhões

Publicado em: 31/01/2019

Os produtores rurais de Mato Grosso do Sul já contrataram R$ 3,47 bilhões em crédito rural, dos R$ 6,4 bilhões previstos no Plano Agrícola e Pecuário (PAP) 2018/2019, do Ministério da Agricultura, para o Estado. Os resultados positivos registrados na comercialização da safra 2017/2018, bem como as exportações pecuárias, estimularam o avanço na contratação de linhas de crédito no ciclo 2018/2019.

Segundo o assessor da Superintendência Regional do Banco do Brasil, José Luiz dos Reis, até o momento, houve um incremento de 15% na contratação do crédito disponibilizado pela instituição, no período de julho a dezembro de 2018, com total de R$ 3,471 bilhões, contra R$ 3,023 bilhões do ano anterior.

“Acredito que este crescimento seja decorrente do otimismo dos produtores rurais em relação aos resultados da safra passada. O agronegócio puxou a economia, e as exportações são a melhor prova, por manterem a balança comercial positiva”, analisa o especialista.

Em julho do ano passado, o plano disponibilizou no Brasil volume de recursos no valor de R$ 191,1 bilhões para crédito rural, com a promessa de redução no cálculo das taxas de juros e de criação de novos formatos de contratação, para formação de capital de giro.

Reis destaca ainda que as taxas de juros tiveram redução, conforme anunciado pelo Mapa, no lançamento do Plano Agrícola, tornando as linhas de crédito mais competitivas. “O melhor momento para o produtor procurar informações sobre o crédito rural é quando se finaliza uma safra. Isso porque ele poderá informar quanto produziu e terá uma ideia de quanto pretende investir no próximo ciclo”, detalha.

O balanço da safra 2017/2018 divulgado pelo Banco do Brasil no Estado aponta que o total contratado em crédito rural foi de R$ 6,1 bilhões, divididos nas seguintes finalidades: investimento, R$ 1,619 bilhão; custeio, R$ 3,747 bilhões; e comercialização, R$ 650 milhões.

Seguro rural

Diante de perdas nas safras de grãos em vários estados brasileiros em consequência do clima adverso, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, afirmou, na quinta-feira (24), que o seguro rural no Brasil deve ser ampliado.

Durante visita ao sul do Brasil, onde participou de cerimônia de abertura da colheita da soja, ela disse a autoridades, parlamentares e produtores locais que tem discutido mudanças no seguro rural, segundo nota do Ministério da Agricultura.

As declarações foram feitas em momento em que produtores de soja do Paraná contabilizam perdas pela seca, enquanto, no Rio Grande do Sul, chuvas excessivas reduziram o potencial produtivo. Em Mato Grosso do Sul, as perdas chegam a 20% em algumas áreas.

“Quando estão com a produção segurada, os produtores não perdem o sono nem precisam pedir renegociação de dívida com o pires, não”, disse a ministra, informando que tem feito várias reuniões para tratar do assunto, com autoridades como o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, e Roberto Campos Neto, que deverá sucedê-lo no cargo.

“O seguro rural precisa ter alcance, ser amplo, democrático”, defendeu Tereza. A ministra disse a produtores e autoridades locais que “podem contar com a máximaboa vontade do ministério para encontrar solução para os problemas causados na agricultura”.

Durante o evento, a ministra ainda disse que está alterando o funcionamento das Câmaras Setoriais do ministério, unificando os temas de interesse para dar-lhes mais funcionalidade.

Sobre recursos para financiar a safrinha de milho, ela declarou que está sendo colocado mais crédito à disposição, para atender, até o próximo plano safra, senão todos, pelo menos, pequenos e médios produtores.

“A decisão deverá ser oficializada em reunião do Conselho Monetário Nacional na próxima semana”, segundo nota do ministério. (Com agências)

Fonte: Correio do Estado

Banco do Brasil avalia realizar desinvestimentos, diz vice-presidente

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O vice-presidente do Banco do Brasil, Carlos Hamilton, disse nesta terça-feira (29) que a instituição avalia realizar desinvestimentos em atividades que não tenham sinergia com a atividade principal do negócio.

“Nós não precisamos vender ativos para alcançar as nossas medas e objetivos e os nossos objetivos corporativos”, disse Hamilton. “Mas avaliamos oportunidades de desalavancagem do que não guarda sinergia com o core business”, afirmou.

Durante participação em evento em São Paulo, Hamilton disse que o banco ainda discute se vai promover o processo de desalavancagem por meio de IPOs (abertura de capital) ou de parcerias estratégias.

As áreas de assets e de recuperação de crédito são as que podem deixar a gestão direta do banco. “Não há uma definição do modelo, há uma reflexão, sempre procurando adicionar valor ao acionista”, afirmou. Vamos fazer uma reflexão em cada uma dessas situação e tomar a decisão que traga mais valor para o acionista

O Banco do Brasil publica no dia 14 o balanço do último trimestre de 2018. No terceiro trimestre, o banco teve lucro de R$ 3,17 bilhões. “Em 2019, o lucro líquido deve continuar crescendo e a carteira de crédito deve avançar em linha com o (crescimento) do mercado de crédito”, disse.

Fonte: G1

BB, Caixa e Petrobras devem permanecer como estatais ‘bem magrinhas’, diz secretário

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O secretário-geral de privatizações do governo federal, Salim Mattar (foto), afirmou nesta terça-feira (29) que a Petrobras, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal devem ser as únicas companhias a permanecerem estatais na gestão do presidente Jair Bolsonaro. Entretanto, elas devem ficar “bem magrinhas” – o que indica que subsidiárias vão ser vendidas.

José-Salim-Mattar-Júnior

Na abertura de evento do Credit Suisse Group, banco suíço de investimentos, Mattar ainda destacou que tem como meta superar de “25% a 50%” o montante que o ministro da Economia, Paulo Guedes, pretende arrecadar com as vendas de estatais. No Fórum Econômico Mundial, Guedes estimou valores em US$ 20 bilhões – mais de R$ 74,5 bilhões.

“Vamos surpreender”, afirmou Mattar, destacando que a intenção é vender todas as outras estatais. No caso da Eletrobras, ele pretende capitalizar a companhia e tirar o governo do controle dela, em um primeiro momento. “Na área de óleo e gás, só vai permanecer a Petrobras”, disse o executivo, que também é fundador da empresa Localiza.

“A Petrobras é uma mega companhia, mas não tem eficiência e produtividade que falam no mercado.” Para ele, a companhia deve começar “lentamente” a vender participações de muitas subsidiárias. “A tendência é que, até o final deste governo, a Petrobras tenha vendido todas as participações.” Essa é uma das metas da gestão.

O secretário disse que o governo federal “não pode continuar sendo empresário, mas sim cuidar de coisas que fazem sentido para a população”, como saúde e educação. “Não faz sentido o governo atuar na área de seguros.” De acordo com Mattar, o Brasil tem hoje 134 estatais que podem ser privatizadas – Michel Temer privatizou 20, o PT criou 48.

“Queremos o povo rico e o Estado mais enxuto. Se vendêssemos todas estatais poderíamos reduzir nossa dívida para R$ 3 trilhões.” Ele disse fazer trabalho de “formiguinha” para convencer outras pastas a vender estatais, mas reforçou que executivos que assumiram Petrobras e BB têm visão de mercado e não têm resistência a privatizar subsidiárias.

Segundo Salim Mattar, o País tem “18 estatais dependentes”, que custam R$ 15 bilhões por ano ao governo, como EBC, Valec, CBTU, Embrapa e Codevasf. Para ele, governos sociais democratas são “fingidos”, não gostam de capitalismo e empresários. “Este governo gosta de empresários”, disse ele, destacando que haverá segurança jurídica para se fazer negócios.

Fonte: Jovem Pan com Estadão Conteúdo

BB pode ser o mais prejudicado do setor com “efeito-Vale” após tragédia em Brumadinho

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O desastre com o rompimento da barragem de rejeitos da Mina do Feijão, em Brumadinho (MG), deve ter impacto pouco significante na maior parte dos bancos brasileiros, segundo nota a clientes assinada pelo analista do Itaú BBA, Thiago Bovolenta Batista. No entanto, a exposição indireta do Banco do Brasil (BBAS3) às ações da mineradora deve impactar negativamente a estatal.

Isto porque a Previ (Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil) é atualmente um dos maiores acionistas da Vale por meio da Litel Participações, veículo de investimento que possui cerca de 18% do capital da mineradora. A Previ detém 80,6% de participação na Litel.

“O Banco do Brasil é responsável por 50% do superávit e déficits do Plano I da Previ e, portanto, a mudança no valor de mercado da Vale deve afetar indiretamente o Banco do Brasil. Observe que o Banco do Brasil marca o valor dos ativos e passivos da Previ duas vezes ao ano (segundo e quarto trimestres) e, portanto, deve afetar os resultados do banco no segundo trimestre, caso o preço das ações da Vale permaneça no nível atual”, escreve o analistas em relatório enviado a clientes.

Nesta segunda-feira (28), os ativos da Vale (VALE3 -24,52%) ficaram em leilão por cerca de meia hora, para abrirem em forte baixa de 19,98%, a R$ 44,93. Com essa queda, a companhia perde cerca de R$ 59,29 bilhões de valor de mercado. Durante o pregão, os papéis da Vale amenizam as perdas. Já as ações do BB registram queda de cerca de 1% nesta sessão, enquanto Bradesco (BBDC3 +2,35%;BBDC4 +0,81%) e Itaú Unibanco (ITUB4 +1,79%) têm baixas menos expressivas.

Outros bancos

O Bradesco também tem ligação indireta com a Vale desde julho de 2015, quando um fundo de investimentos do Bradesco BBI comprou 36,4% da MBR (Minerações Brasileiras Reunidas), uma das subsidiárias da Vale. Contudo, o Itaú BBA não acredita que o fluxo de pagamentos dessa estrutura seja afetado pela tragédia em Brumadinho.

Para outros bancos, o risco de crédito permanece baixo, segundo o Itaú BBA, uma vez que a alavancagem da Vale é “bastante baixa”, de 0,7 vezes a dívida líquida/Ebitda do terceiro trimestre de 2018. “Esse acidente não parece aumentar substancialmente o risco de inadimplência da empresa”, afirma o analista. Assim, o cenário-base do Itaú BBA não inclui impacto relevante no balanço de bancos devido ao risco de crédito da Vale.

Fonte: Infomoney

Queda de ações da Vale não compromete pagamento de benefícios, diz Previ

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A Previ, fundo de pensão do Banco do Brasil e uma das principais sócias da Vale, informou que, apesar da forte queda das ações da Vale no mercado acionário, não terá problema de pagar os benefícios de seus associados, e que também não há necessidade de vender as ações da mineradora. Os papéis da Vale fecharam em queda de 24,52%, impactados pela tragédia do rompimento de uma barragem da Vale em Brumadinho, Minas Gerais.

“Sobre o impacto negativo da desvalorização das ações da companhia no Balanço da Previ, a Entidade informa que possui uma carteira de ativos diversificada, capaz de absorver os efeitos de curto prazo desse evento”, disse a Previ em nota.

O fundo de pensão afirmou que segue acompanhando os desdobramentos do acidente de Brumadinho, “que afetou fortemente o preço das ações da Vale, na qual é sócia relevante”, explicou. “A Previ reafirma sua solidariedade com o sofrimento das vítimas e seus familiares”, concluiu a entidade em nota.

Fonte: Infomoney

Longevidade maior pressiona compromissos da Previ

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Apenas 13 pessoas com mais de cem anos recebiam benefícios da Previ, fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, em 2012. Em seis anos, os centenários quintuplicaram para 67 aposentados e pensionistas. O aumento reflete a maior de expectativa de vida de todos os participantes, o que têm impacto sobre os pagamentos.

No final de 2018, ao fazer uma revisão da chamada “tábua de mortalidade” – que permite estimar a longevidade dos participantes e definir o montante de recursos necessários para pensões e aposentadorias futuras -, a fundação constatou um aumento de R$ 4,1 bilhões em seus compromissos. “Isso na prática vai consumir parte do nosso superávit. Os números de 2018 já estarão impactados por isso. Ou seja, vai aumentar nossas reservas em R$ 4 bilhões”, disse ao Valor José Maurício Coelho, presidente da entidade, que se manterá no cargo.

O resultado do ano será conhecido em março, mas até outubro estava positivo em R$ 14,485 bilhões. Na última vez que o fundo realizou esta atualização na tábua – no final de 2013 e aplicada no ano seguinte -, o impacto foi de R$ 1,9 bilhão, menos da metade dos valores comprometidos na revisão atual.

Os números referem-se ao Plano 1, de benefício definido (BD), maior e mais maduro, e que concentra a maior parte dos investimentos do fundo de pensão. O plano tem pouco mais de 110 mil associados, sendo 80 mil aposentados e 20 mil pensionistas. Na ativa, são cerca de 10 mil, sendo que 7 mil já têm as condições exigidas para se aposentar. Em até três anos, os outros três mil também poderão fazê-lo.

Hoje, a média de idade de aposentadoria no Banco do Brasil é de 53 anos. Para que tenha condições para começar a receber os benefícios pela Previ não é necessário seguir as mesmas regras o INSS. Basta ter pelo menos 15 anos de contribuição ao fundo de pensão e 50 anos de idade.

Neste caso, o pagamento será proporcional ao tempo de contribuição e à idade. Para receber o benefício integral, é necessário, no mínimo, 30 anos de contribuição à fundação. A idade mínima se mantém de 50 anos. Em média, o valor das aposentadorias pagas é de pouco mais R$ 9 mil e das pensões, R$ 7 mil.

De acordo com os estudos do fundo de pensão, a expectativa média de vida dos participantes do plano subiu de 85,7 para 86,2 anos, no casos dos homens, e de 87,7 para 89,7, considerando apenas mulheres. Em ambos os casos, a comparação foi realizada com a última revisão, em 2014. A longevidade entre os associados é bem maior do que a média brasileira, que é de 76 anos.

O dado, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) considera a expectativa de vida ao nascer. Já os cálculos da Previ consideram a expectativa de vida dos participantes do plano, que já é maior de 45 anos e eleva essa média. “A tendência é que as pessoas vivam mais. Nos próximos três a quatro anos podemos agravar a tábua”, disse o diretor de seguridade da fundação, Marcel Barros, referindo-se a novas revisões no futuro.

A legislação exige que os estudos de aderência das chamadas “tábuas biométricas” sejam realizados a cada três anos, mas a Previ optou por analisar as premissas anualmente. Quando julgar necessário, promove essa revisão. O objetivo é medir de forma precisa o passivo atuarial da Previ, ou seja, o quanto a entidade vai pagar a seus associados ao longo do tempo. “A intenção é monitorar os riscos para agir de forma planejada”, diz Coelho. Além da mortalidade, os estudos de aderência são realizados para juros atuariais, crescimento salarial e composição familiar.

A Previ também tem o Previ Futuro, plano de contribuição definida, que ainda está em fase de acumulação de recursos e tem 1 mil aposentados. Nele, a tábua de mortalidade também foi revisada, mas o impacto ainda é muito pequeno. Criado no final dos anos 1990, a maioria dos participantes está na ativa e a massa de aposentados ocorrerá por volta de 2030.

Fonte: Valor Econômico

Banco do Brasil vai reduzir crédito a juro subsidiado para o agronegócio

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Mesmo sob pressão do agronegócio, o novo presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes, mantém a posição de que o “grosso da atividade rural” pode se financiar a taxas de mercado. Da carteira de R$ 188 bilhões de crédito rural do BB, 46% foram desembolsados com subsídios do Tesouro Nacional. Em 2018, a União bancou R$ 5 bilhões de diferença entre o juro cobrado pelo BB e o custo da captação.

Novaes disse que a estratégia do banco é reduzir as operações de financiamento a grandes empresas e focar pessoas físicas e pequenas empresas. “Temos vantagens comparativas e encontramos um maior retorno”, afirma.

O novo presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes, durante cerimônia de transmissão do cargo na sede do Banco do Brasil

O novo presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes, durante cerimônia de transmissão do cargo na sede do Banco do Brasil

A seguir, os principais trechos da entrevista:

Como se dará a redução dos subsídios do BB à agricultura?
A questão depende de orientação do Ministério da Economia. Percebemos a intenção de reduzir os subsídios no crédito agrícola e estimular o uso de seguros. Com a redução da taxa básica de juros, o panorama mudou. O grosso da atividade rural pode se financiar em condições próximas às de mercado.

Apesar da queda da taxa básica, os juros de mercado ainda não estão muito altos?
Em relação ao crédito rural, não. De uma maneira geral, para o tomador final, é alta. Mas no crédito rural, não é o caso.

Como reduzir os juros para a população?
A taxa de juros depende basicamente de duas coisas: da pressão do governo sobre o mercado de crédito e da concorrência bancária. O caminho para baixar juros de uma maneira geral é ter menos dívida pública e mais competição entre as instituições financeiras. Nesse sentido, o Ministério da Economia está trabalhando na direção de menor endividamento público e o Banco Central está trabalhando na direção do estímulo à concorrência bancária.
Nos últimos governos houve uma pressão dos presidentes para reduzir os juros na marra…

Nenhuma autoridade consegue derrubar as leis da oferta e da procura sem sofrer consequências. O governo pode fazer algumas coisas na microeconomia, como o cadastro positivo e redução de compulsórios e impostos.

Há ingerência do governo sobre o banco?
Acabou esta prática. Tive liberdade total para montar equipe. A correta arrumação do tabuleiro é tarefa fundamental na organização de uma empresa do tamanho do Banco do Brasil. Todas as pessoas foram convidadas para a equipe unicamente em função de suas competências. Em alguns poucos setores, achei que era necessário trazer gente de fora. Mas percebi que, para o benefício do banco, o melhor caminho era manter a maior parte do Conselho Diretor no posto, mudando apenas alguns vice-presidentes de área.

Fonte: Notícias Agrícolas com Estadão Conteúdo

Sindicato Rural de Uberlândia fecha parceria com o Banco do Brasil

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A partir deste ano, a Feira do Agronegócio Mineiro (Femec) fará parte do calendário oficial de eventos parceiros do Banco do Brasil. A parceria foi oficializada na sede do Sindicato Rural de Uberlândia, ontem, onde representantes regionais da agência, produtores rurais e membros da diretoria do sindicato estiveram presentes. Uma vez parte deste circuito de eventos do agronegócio do Banco, a Femec ganha mais representatividade nacionalmente e deve atrair mais expositores.

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Segundo o diretor do Sindicato Rural, João Carlos Semenzini, a partir desta parceria, a expectativa de crescimento da Femec passa a ser de 15% em relação ao ano passado. “O Banco do Brasil está vindo para engrandecer o evento, para fortalecer e para fazer grandes negócios para o produtor rural. Todas as ferramentas que o banco dispunha para financiamento nas grandes feiras do país estarão na Femec também este ano”.

A partir dessa parceria, o pequeno, médio e grande produtor rural que for à próxima edição da Femec, além de preços de fábrica de maquinários, insumos e outros produtos, terá a oportunidade de fechar contratos de financiamentos com os próprios representantes da instituição financeira que também estarão presentes. Felipe Zanella (foto), gerente executivo da diretoria de agronegócio do Banco do Brasil, afirma que o objetivo principal desta iniciativa é de agilizar processos, evitando, inclusive, que o produtor precise ir a uma agência para ter seu financiamento aprovado. “Se o produtor ver um equipamento [por exemplo] e der negócio, a empresa encaminha a proposta ali mesmo para o Banco do Brasil através de um convênio que a gente chama de Esteira Agro”, explica Zanella.

O gerente reitera que os produtores que vêm na FEMEC uma oportunidade de investimento, devem, desde já, organizar seus cadastros e analisar seus limites de créditos a fim de garantir uma agilidade ainda maior do processo que será oferecido na feira. Zanella acredita que esta parceria deve continuar nos próximos anos porque o Banco do Brasil acredita que a região é representativa no universo do agronegócio. “Estamos fazendo uma bela organização para que a feira seja um sucesso do ponto de vista de negócios para todos: para o produtor que busca tecnologia e novidades, para os parceiros, as revendas de tecnologia e para o Banco do Brasil que vai ser o vetor, ligar estes pontos através das linhas de crédito”.

FEMEC 2019

A FEMEC fará parte de uma das 50 feiras de agronegócio que o Banco participará em 2019. A feira vai acontecer no Parque de Exposições Camaru, de 26 a 29 de março. O evento movimentou R$ 230 milhões em 2018 e, de acordo com os organizadores, deve receber de 50 a 60 mil pessoas nos três dias. João Carlos Semenzini acredita que o incentivo trazido pela parceria com o Banco do Brasil também será um atrativo neste ano e fará jus ao pressuposto divulgado por eles, de que na ocasião os profissionais do agronegócio devem fechar a melhor compra. “A FEMEC faz parte de uma tradição não só de Uberlândia, mas de todo o estado de Minas Gerais. Queremos manter isso fazendo com que produtor rural tenha a melhor condição de compra aqui”.

Fonte: Diário de Uberlândia

BB e Bradesco possuem piores ouvidorias entre os grandes bancos

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O Bradesco e o Banco do Brasil possuem as piores ouvidorias entre as instituições financeiras de maior porte no País, indicou o “Ranking de Qualidade de Ouvidorias”, divulgado pelo Banco Central. Em uma escalada de zero a cinco, o índice do Bradesco foi de 2,90 no quarto trimestre de 2018, enquanto o do Banco do Brasil foi de 3,11. Quanto menor o índice, pior a ouvidoria.

O índice é formado a partir das reclamações registradas pelos cidadãos nos canais de atendimento do Banco Central. Na prática, são considerados aspectos como o prazo de resposta dos bancos às reclamações e a qualidade da resposta. Além disso, o indicador leva em conta a iniciativa dos bancos em aderir a plataformas públicas de resolução de conflitos com os clientes.

Entre as instituições com mais de quatro milhões de clientes, o Bradesco apresentou prazo médio de respostas de 9,42 dias úteis, sendo que houve 91 reclamações sobre a qualidade da resposta e uma reclamação sobre a própria ouvidoria. No caso do Banco do Brasil, foram 8,56 dias úteis para resposta e 35 reclamações contra a qualidade da resposta, além de quatro reclamações contra a ouvidoria.

A terceira pior ouvidoria, conforme o ranking, é da Omni, com índice de 3,14. Na lista com 11 instituições, o Banco do Nordeste aparece com a melhor classificação para ouvidorias, com índice de 5,00.

Instituições menores

Entre as instituições financeiras com menos de quatro milhões de clientes, a pior ouvidoria é a da Avista S.A Crédito, Financiamento e Investimento, com índice de 1,00. Na sequência aparecem Sofisa (1,55) e Banco do Estado de Sergipe (2,28). (Jornal de Brasília)

Fonte: Estadão Conteúdo

BB permite aos clientes pagamento de IPVA pelo WhatsApp

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O Banco do Brasil vai permitir que seus clientes façam o pagamento do Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e outras taxas cobradas pelo Detran, diretamente pelo WhatsApp. A transação passou a fazer parte do rol de serviços de atendimento a clientes do banco por meio do aplicativo de mensagens instantâneas.

Para efetuar o pagamento do IPVA e outras taxas, incluindo multas de trânsito, o cliente do banco deve informar o código do Renavam, a placa do veículo e o CPF do proprietário. A utilização do WhatsApp como um canal de atendimento do BB requer o cadastramento prévio do telefone do cliente em suas informações cadastrais registradas no banco.

A operação, por enquanto, só está disponível nos estados do Maranhão, Pernambuco, Rio Grande do Sul e no Distrito Federal. Nos demais estados, o uso do WhatsApp deverá estar disponível nos próximos meses, após a adequação de sistemas das secretarias de Fazenda com a tecnologia do banco, informou a assessoria da instituição.

O atendimento pelo Whatsapp foi lançado para todos os clientes em setembro de 2018, com opção para 14 transações. Em dezembro, o BB foi o primeiro banco a permitir saque pelo WhatsApp. Com mais essa solução, já são 16 transações que podem ser realizadas pelo aplicativo de mensagens, incluindo rastreio de cartão, consulta de limite, extrato, saldo e fatura do cartão, poupança e conta-corrente, além de recargas de celular e transferências entre contas.

O banco informou que, em menos de quatro meses, já foram realizadas mais de 100 mil transações (financeiras e consultas) pelos clientes via WhatsApp. Os saques e transferências realizados por meio do aplicativo são limitados até R$ 300.

Como funciona

A solução alia o uso da inteligência artificial, por meio de chatbot (uma máquina que conversa com o cliente), e as mensagens são criptografadas de ponta a ponta. Para acessar o Banco do Brasil no WhatsApp é necessário salvar o telefone [+55] 61 4004 0001 no celular e iniciar uma conversa. O aparelho e o número do cliente precisarão estar cadastrados previamente.

Quando um serviço de informações, como solicitar um extrato de conta-corrente, for solicitado pelo cliente, um código de confirmação será enviado pelo banco via push ou SMS. Para as outras transações, os clientes também deverão digitar sua senha. Depois, o cliente receberá uma resposta confirmando a transação, tudo em texto. Se houver necessidade de atendimento humano, o cliente passará a ser atendido por um funcionário do BB.

A tecnologia de assistência virtual vem sendo utilizada pelo BB desde 2017, utilizando inteligência cognitiva. Segundo o banco, o chatbot responde por meio de uma linguagem natural e aprende constantemente com base nas interações dos usuários. “Após o lançamento do seu Assistente Virtual, o Banco do Brasil aumentou 71% suas interações com os clientes via mídias sociais”, informou o BB.

Fonte: Agência Brasil

Prefeito de Cuiabá recebe comitiva do BB para fortalecer parceria com banco

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O Prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, recebeu nesta terça-feira (22), o novo superintendente estadual do Banco do Brasil, Pedro Marques Júnior, em seu gabinete no Palácio Alencastro. Acompanhado de toda sua equipe, em visita de cortesia, o gestor do banco fortaleceu a relação de parceria com o Município já alinhando novas tratativas que vêm ao encontro das ações para o desenvolvimento de Cuiabá.

A parceria com o Banco do Brasil foi imprescindível para que Cuiabá conseguisse realizar um empréstimo no valor de R$ 51 milhões que será executado em duas obras de mobilidade urbana: o viaduto que liga a Avenida Beira Rio à Ponte Sérgio Motta e o elevado que permite o acesso da Avenida das Torres à Avenida Itália. As obras foram pensadas para os 300 anos de Cuiabá.

“Essa parceria é muito importante para nós. O banco disponibiliza o dinheiro, porém a Prefeitura deve fazer sua parte, ter uma saúde financeira equilibrada e estar com as contas em dia. A Prefeitura de Cuiabá tem demonstrado isso para nós, tanto que recentemente liberamos a operação de crédito de R$ 51 milhões que foi destaque nacional e demostra a capacidade econômica da Capital. Além disso, a qualidade do projeto, que também é muito importante, dá mais segurança para que os recursos sejam liberados o mais rápido possível e assim atender a população, que é o objetivo final”, disse o superintendente estadual, Pedro Marques Júnior.

O gestor do banco destacou que para aprovação de uma linha de crédito de um montante expressivo como este, existe uma minuciosa análise que envolve órgãos como Tribunais de Contas e a Secretaria do Tesouro Nacional (STN). Em Mato Grosso, em torno de 60% dos municípios tem limites aprovados com condições para realizar esse tipo de operação, mas boa parte dos municípios não consegue essa autorização para movimentações muitas vezes pela falta de capacidade técnica de gerir o recurso.

“O empréstimo foi destaque nacional porque pouquíssimas prefeituras no país consegue aprovar um valor tão representativo”, ressaltou o superintendente.

Dentre as pautas, o prefeito também sinalizou que está com projetos prontos para a capitalização de uma segunda operação, que trata-se de um excedente de R$ 28 milhões, que foi solicitado junto ao banco para serem destinados em pavimentação asfáltica que contemplará uma média de seis bairros.

“O Banco do Brasil é muito importante para o desenvolvimento do município e queremos estreitar essa relação com esta equipe competente, buscando sempre novas parcerias. Com essa segunda operação poderemos dar continuidade com o Programa Minha Rua Asfaltada. Estamos numa linha ascendente e o banco tem sido parceiro. Com esses dois financiamentos daremos sequência nesse trabalho e atingiremos uma média de 46 quilômetros de asfalto incluindo os trabalhos de drenagem de águas pluviais, calçada e meio-fio. Boa parte disso já está sendo licitada e por isso estamos focados em fecharmos mais essa conquista inédita”, afirmou o prefeito, Emanuel Pinheiro.

Cuiabá 300 Anos

Em se tratando de eventos alusivos às comemorações dos 300 anos da Capital, o Banco do Brasil está trazendo para Cuiabá o Circuito Brasileiro Open de Vôlei de Praia – a principal competição do calendário nacional desse esporte -, que acontecerá de 08 à 13 de outubro. A Prefeitura de Cuiabá irá incluir este evento também na programação de seu aniversário. A ideia será criar ações que envolvam alunos de escolas municipais, promovendo a visitação nos Centro de Treinamentos abertos ao público, encontro com os atletas etc. O evento tem transmissão ao vivo, no Globo Esporte nacional.

Participaram da reunião, o deputado federal, Emanuel Pinheiro Neto, os secretários municipais de Fazenda, Antônio Roberto Possas de Carvalho; Planejamento, Zito Adrien; e de Inovação e Comunicação, Júnior Leite.

Fonte: Cenário MT

BB e Procon reforçam compromisso de melhorar atendimento ao cliente

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Durante reunião realizada entre representantes da Diretoria de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon/AC) e a nova equipe da superintendência regional do Banco do Brasil no Acre foram definidas algumas ações que serão colocadas em prática pela instituição bancária na intenção de cumprir o que determina o Código de Defesa do Consumidor (CDC).

Todos os dias o Procon/AC recebe inúmeras denúncias relacionadas a demora do atendimento no interior das agências, tanto nos guichês para pagamento quanto na gerência de relacionamento.

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“Os assuntos bancários farão parte da agenda de prioridades tratadas em 2019 pelo Procon. Nosso interesse é também harmonizar as relações de consumo, com base na prevenção e orientação, tanto dos consumidores quanto dos fornecedores”, destacou Francisca Brito, diretora do Procon/AC.

O superintendente do Banco do Brasil lembrou que muitas iniciativas vêm sendo colocadas em prática para melhorar o atendimento nas agências e diminuir o tempo de espera dos clientes.

“O Banco do Brasil passa por uma reestruturação em todo o país. Nosso objetivo é melhorar a experiência dos clientes no atendimento das agências e canais alternativos. Essa parceria com o Procon é fundamental”, disse Márcio Carioca.

Fonte: Agência Acre

BB e Detran-PE fazem parceria para facilitar pagamento do IPVA

Publicado em: 23/01/2019

Com a data de vencimento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) se aproximando, começa a corrida pelos boletos de pagamento do tributo. Neste ano, contudo, a guia física não é mais necessária para quitar o imposto. É que o Detran-PE fez uma parceria com o Banco do Brasil (BB) para facilitar o pagamento de débitos tributários como o IPVA e isso resultou na criação de um mecanismo que permite realizar o pagamento de forma simplificada através do aplicativo ou dos correspondentes bancários do BB.

“O contribuinte que é cliente do BB não precisa mais entrar no site do Detran para ter acesso ao boleto de pagamento de taxas como IPVA, seguro obrigatório (DPVAT) e multas de trânsito. Todas as informações para pagamento estão disponíveis nos canais do Banco do Brasil. Por isso, o contribuinte pode quitar seu débito através dos terminais de autoatendimento, do aplicativo ou do site do banco”, informa a superintendente do BB-PE, Shirlei Parise.

A funcionalidade só não está disponível nos caixas bancários, pois o foco é o pagamento digital. Mas Shirlei garante que o processo na internet é simples: quando entrar no sistema bancário, o consumidor só precisa acessar o canal de pagamentos sem código de barras e o campo de taxas do Detran. “Informando a placa do carro e o CPF ou o CNPJ do proprietário do veículo, é possível ter acesso ao histórico e às pendências que o automóvel tem com o Detran e efetuar o pagamento dessas taxas”, detalha Shirlei, dizendo que, se algum débito estiver em atraso, o sistema ainda calcula automaticamente a multa que precisa ser paga.

A facilidade ainda está disponível para quem não é correntista do banco, só que em outro canal de relacionamento: os correspondentes bancários do BB. “Isto é, nos estabelecimentos comerciais credenciados pelo banco, como farmácias, mercados e lojas que têm a placa Mais BB”, conta Shirlei, dizendo que o banco vai tentar aperfeiçoar o sistema para permitir que esse público também pague seus débitos tributários nos terminais de autoatendimento do BB.

O sistema de modernização da arrecadação de tributos e taxas, por sinal, está sendo testado e aperfeiçoado em parceria com o Detran-PE para depois ser levado para outros estados do Brasil. “O modelo atual é mais simples e completo, porque pede a placa do carro, um dado que, ao contrário do Renavam, está na cabeça dos contribuintes, e informa todos os débitos do veículo, até as multas”, revela Shirlei.

Ainda segundo a superintendente, o Estado foi escolhido para testar o modelo por conta disposição do Detran-PE em trabalhar junto com o BB em soluções inovadoras de pagamento. “Além de buscar inovação no meio financeiro, o Detran-PE permitiu uma troca de informações com o banco: nós recebemos a base de dados dos carros e proprietários do Detran e damos um retorno sobre os pagamentos tributários. É uma troca tão importante que o pagamento realizado pelos canais do BB entra na hora no sistema do Detran”, explica Shirlei, garantindo que essa troca é segura e protege os dados dos contribuintes.

O contribuinte ainda pode optar por pagar a parcela única com o desconto de 7% que é oferecido pela Secretaria da Fazenda de Pernambuco (Sefaz-PE) no sistema do BB caso o pagamento seja efetuado dentro dos prazos estabelecidos pelo governo.

Fonte: Folha de Pernambuco

BB e Caixa vão mudar estratégia em busca de maior competitividade no setor

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O discurso de austeridade dos gastos transbordou a Esplanada e passou a ser prioridade também dos bancos públicos. O ministro da Economia, Paulo Guedes, escalou dois comandantes liberais para as instituições públicas, que prometem uma nova era no setor. A intenção da equipe é deixar a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil (BB) com mais cara de empresa, ao reduzir subsídios e aplicar taxas de mercado. O governo terá, também, uma tarefa árdua para aumentar a competitividade no setor, que está concentrado nas mãos de cinco instituições financeiras.

A missão será “desestatizar” o mercado de crédito, ou seja, reduzir a participação pública nos empréstimos em 2019. O crescimento econômico mais forte deve permitir que o estoque de financiamentos seja o maior dos últimos cinco anos.

De acordo com os presidentes da Caixa, Pedro Guimarães, e do BB, Rubem Novaes, é necessário ampliar a concorrência no mercado de crédito e fazer com que os recursos cheguem aos que mais precisam, como consumidores de baixa renda e empresas menores. Economistas ressaltam que o discurso mostra a continuidade de um trabalho que já vinha sendo feito.

A principal preocupação dos presidentes empossados é com o desempenho financeiro dos bancos públicos, deixando-os com mais cara de empresa privada. O BB é uma instituição de capital aberto e, segundo Novaes, passará a ser mais “compatível com o interesse de acionistas minoritários”. O dirigente ressalta que é preciso vender alguns ativos, desde que não sejam as “joias da coroa” e sinaliza que há uma posição do governo eleito de diminuir subsídios para financiar o setor agrícola com juros mais baixos, mas que ainda não há definições.

Dívida

O presidente da Caixa deu mais detalhes de como será a gestão no banco. A intenção é adotar políticas que reduzam a dívida da instituição com o governo federal, que é de R$ 40 bilhões. Guimarães ressalta que pretende quitar o pagamento em quatro anos. A estatal deverá vender participações em áreas, como seguros e loterias, reforçar o financiamento imobiliário via mercado de capitais e investir em microcrédito a juros mais baixos.

“É fundamental discutir a parte imobiliária. Hoje temos problemas de funding. Via mercado de capitais, vamos vender de R$ 50 bilhões a R$ 100 bilhões para a Caixa continuar ofertando esse crédito”, diz o executivo. “Não me conformo em ver pessoas tomando dinheiro a 15%, 20% ao mês. O Brasil pode ser uma referência em microcrédito”, acrescenta. Nas próximas 30 semanas, Guimarães vai visitar todos os estados para conhecer o que a população acha da Caixa.

Caminho

Na opinião do economista-chefe da Modal Mais, Álvaro Bandeira, a sinalização é de que os bancos públicos vão financiar quem precisa é correta. “Quando se tem recursos escassos, é preciso delimitar e pulverizar mais o dinheiro para dar acesso maior às empresas menores e consumidores. É um processo que já vinha acontecendo e deve ter continuidade com os novos gestores”, avalia.

Para João Alberto De Negri, especialista do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o Brasil tem um problema sério de crédito, que representa 50% do Produto Interno Bruto (PIB) — índice baixo se comparado com as nações desenvolvidas. “O grande desafio dos presidentes é fazer com que aumente essa relação, porque, hoje, há restrição grande. As taxas de juros são elevadas e é preciso aumentar a competição bancária”, ressalta.

De Negri afirma que a Caixa e o BB terão de ampliar a capacidade tecnológica e fomentar a modernização do setor, financiando fintechs e inovações para deixar o setor mais competitivo. “Não dá para fazer mais do mesmo. O grande desafio é deixar o crédito mais acessível para aumentar a produtividade e financiar empreendimentos inovadores”, argumenta.

Segundo dados do Banco Central (BC), mais de 80% do mercado de crédito está concentrado em cinco instituições — Caixa, BB, Bradesco, Santander e Itaú. O aumento da competitividade tende a reduzir a taxa, de acordo com analistas. O professor e economista Istvan Kasznar, da Fundação Getulio Vargas (FGV), diz que a agenda liberal faz muito sentido e é necessária para reduzir as taxas de juros “estratosféricas”. “Apesar de ter caído nos últimos anos, o fato é que há muita concentração. É preciso abrir o mercado bancário e reverter esse quadro”, aponta.

Maior desafio

Para o economista-chefe da Rio Bravo Investimentos, Evandro Buccini, caberá ao presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Joaquim Levy, a tarefa mais difícil: refazer toda a política de financiamento de empreendimentos. “Ele terá de priorizar as empresas médias, o que é bom, porque as grandes, que já conseguem acesso ao crédito no mercado privado, são as principais beneficiadas. Isso mostrou que não houve impacto muito significativo no investimento do Brasil”, afirma. Buccini defende que a redução de ofertas de empréstimos às companhias maiores não deve ter um efeito danoso à economia.

Fonte: Correio Braziliense

Banco do Brasil é eleito como instituição financeira mais sustentável do mundo

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O Banco do Brasil foi considerado a instituição financeira mais sustentável do mundo e está entre as top 10 Corporações Mais Sustentáveis no ranking Global 100 de 2019, da Corporate Knights. O anúncio foi feito hoje (22), no Fórum Mundial Econômico em Davos, na Suíça.

Dentre as mais de 7.500 empresas avaliadas, o BB ficou em primeiro lugar no segmento financeiro e em oitavo no ranking mundial.

Segundo o BB, um dos destaques do banco para a classificação na lista de 2019 foi a alocação de R$ 193 bilhões em setores da chamada economia verde, que tem como caraterísticas a baixa emissão de carbono, eficiência no uso de recursos e busca pela inclusão social.

O Global 100 é um índice que classifica as empresas pela excelência em sustentabilidade, considerando as dimensões econômica, social e ambiental. A metodologia de avaliação é baseada em 21 indicadores de desempenho como: práticas de governança corporativa; racionalização de recursos naturais, resíduos e emissões; gestão de fornecedores; boas práticas com funcionários; capacidade de inovação; receita obtida de produtos ou serviços com benefícios sociais ambientais, entre outros.

Para determinar o ranking, foram analisadas 7.536 empresas de 21 países diferentes com base em dados públicos (dados financeiros e relatórios de sustentabilidade, dentre outros) e por meio do contato direto com empresas com ações negociadas em bolsas de valores, com receita bruta anual superior a US$ 1 bilhão e questionário específico, onde as empresas selecionadas são convidadas a complementar suas informações.

Economia Verde

Segundo o Banco do Brasil, integram essa carteira as operações de crédito relacionadas a investimentos e empréstimos para energias renováveis, eficiência energética, construção sustentável, transporte sustentável, turismo sustentável, água, pesca, floresta, agricultura sustentável e gestão de resíduos. Para fomentar uma economia inclusiva também fazem parte da carteira áreas de cunho social, como educação, saúde e desenvolvimento local e regional.

A metodologia foi desenvolvida pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e considera setores de acordo com a classificação do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) e também produtos temáticos e específicos de atividades relacionadas à economia verde.

São as seguintes as 10 corporações mais sustentáveis no ranking Global 100 de 2019:
1. Chr Hansen Holding – Dinamarca
2. Kering – França
3. Nestle Corporation – Finlândia
4. Orsted – Dinamarca
5. GlaxoSmithKline – Reino Unido
6. Prologis – Estados Unidos
7. Umicore – Bélgica
8. Banco do Brasil – Brasil
9. Shinhan Financial Group – Coreia do Sul
10. Taiwan Semiconductor – Taiwan

Fonte: Época Negócios

Conselho do BB confirma eleição de novos vice-presidentes

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Em reunião realizada nesta sexta-feira, 18, o conselho de administração do Banco do Brasil confirmou os nomes indicados para as vice-presidências da instituição. Entre os indicados inicialmente, o único barrado pela Casa Civil foi Flávio Basílio, que tinha sido indicado para vice-presidência de Governo. Para o seu lugar, o conselho elegeu o atual vice-presidente de Gestão de Pessoas, Suprimento e Operações da instituição, João Pinto Rabelo Júnior.

Foram confirmados ainda os nomes de Antônio Matos do Vale para a vice-presidência de Gestão de Pessoas, Suprimentos e Operações; Carlos Hamilton na área de Gestão Financeira e Relações com Investidores; Carlos Motta dos Santos como vice-presidente de Distribuição de Varejo; Carlos Renato Bonetti para a vice-presidência de Controles Internos e Gestão de Riscos; Fabio Barbosa como VP de Tecnologia; Ivandré Montiel da Silva como vice-presidente de Agronegócios; e Márcio Hamilton Ferreira como VC de Negócios de Atacado.

O conselho do BB confirmou ainda as renúncias de Bernardo Rothe ao cargo de VP de Gestão Financeira e Relações com Investidores. Ele assume a presidência da BB Seguridade. Walter Malieni Júnior renunciou ao cargo de VP de Negócios de Atacado.

Fonte: IstoÉ

BB Seguridade escolhe novo presidente; ações caem mais de 2%

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A BB Seguridade (BBSE3) braço de seguros e previdência do Banco do Brasil (BBAS3), informou nesta sexta-feira que seu conselho de administração elegeu Bernardo Rothe como novo diretor-presidente da companhia. Com isso, as ações figuram entre as maiores baixas do Ibovespa, com queda de 2,46% a R$ 28,92

Rothe, que também fará parte do conselho de administração da companhia, assumirá o cargo em 21 de janeiro, para completar o mandato 2016-19, informou a BB Seguridade. Para assumir o cargo, o executivo deixa a vice-presidência de finanças e de relações com investidores do BB.

Para a Suno Research, a escolha do novo presidente, não deve trazer impactos operacionais para BB Seguridade. Por conta disso, os analistas entendem que o crescimento da empresa deverá permanecer no longo prazo, principalmente quando avaliada a posição ainda subpenetrada do mercado de seguros brasileiro que deverá continuar crescendo a um ritmo interessante, entendemos que as empresas que nele atuam possuem à sua frente um ambiente muito favorável para o desenvolvimento de performance e geração de caixa, além da possibilidade de distribuir dividendos atrativos e crescentes.

A equipe da casa de análises acredita no potencial de crescimento da BB Seguridade, e aguarda ansiosamente pela divulgação de seus resultados operacionais referentes ao quarto trimestre de 2018, previstos para serem revelados no próximo dia 11 de fevereiro.

Fonte: Money Times

Walter Malieni é o novo diretor-presidente da Brasilprev

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Walter Malieni assume a presidência da Brasilprev no próximo dia 21. Ele exercia a função de vice-presidente de Negócios Atacado do Banco do Brasil, área responsável pela gestão da rede de Comércio Exterior, gestão dos mercados Corporate, Private, de soluções empresariais e do Mercado de Capitais. Walter substitui Marco Barros, que estava na liderança da companhia desde o início de 2018.

Walter-Malieni-da-Brasilprev

Walter tem 25 anos de experiência no mercado financeiro, 10 deles em posição estatutária, sendo seis como vice-presidente. Além da mais recente, na área de Negócios Atacado, atuou como vice-presidente de Distribuição de Varejo e Gestão de Pessoas, vice-presidente de Controles Internos e Gestão de Riscos e diretor Comercial Estatutário da Cia. de Seguros Aliança do Brasil.

Em sua carreira também atuou no conselho de importantes empresas, como a BRF, a Eletrobrás, a Kepler Weber S.A, a Neoenergia e a Previ.

Fonte: Revista Apólice

BB comemora recordes em venda de consórcio em 2018

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O braço de consórcios do Banco do Brasil celebra os resultados de 2018. Após registra recordes de vendas mês a mês, fechou o ano com um recorde: crescimento de 32% no volume de vendas.

Foram R$ 11,3 bilhões vendidos em 2018, sendo que em 2017 esse volume alcançou R$ 8,6 bi. Com isso, a receita de prestação de serviços chegou a quase R$ 1 bilhão, num crescimento de 30%, atingindo R$ 942,1 milhões em 2018.

Quando observada a quantidade de cotas vendidas, o crescimento foi de 40% em 2018 sobre 2017 – 304,2 mil no ano passado contra 217 mil no anterior.

Canais alternativos

De acordo com o diretor comercial da BB Consórcios, Paulo Ivan Rabelo, os resultados só foram possíveis diante do comprometimento e entrega de resultados pela Rede BB, aliados ao movimento de vendas de consórcios em canais alternativos, como o App BB.

“O foco estratégico e aproveitamento de oportunidade de vendas pela Rede BB proporcionou o crescimento observado nos indicadores de 2018. O consórcio é um produto que traz atributos atuais de educação financeira e de economia compartilhada, características que apresentam o consórcio como opção financeira para planejamento de compras e realização de negócios em diversos segmentos”, diz Paulo Ivan.

Fonte: Destak Jornal

Sindicato dos comerciários de Itabuna repudia fechamento de agência do BB

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O Sindicato dos Comerciários de Itabuna vem a público manifestar seu repúdio ao fechamento da agência Grapiúna do Banco do Brasil, situada no bairro São Caetano, decisão recentemente manifestada pelo prefeito de Itabuna, Fernando Gomes de Oliveira.

Os bancos públicos têm grande importância para o desenvolvimento econômico, geração de empregos e celebração de negócios para qualquer localidade. A região do São Caetano é de grande importância para a economia de Itabuna. Trata-se da segunda maior geradora de empregos da cidade, ficando atrás apenas da região central.

Uma área geográfica grande e pulsante, que envolve bairros como Pedro Gerônimo, Maria Pinheiro, Carlos Silva, Jardim Primavera, Núcleo Habitacional da Ceplac, Novo São Caetano, Fonseca, Jaçanã, Novo Jaçanã, Vila Anália, etc. O fechamento da agência Grapiúna do Banco do Brasil implicará, inevitavelmente, na diminuição dos negócios, tendo como consequência imediata o aumento do desemprego.

A decisão do prefeito vai de encontro ao desenvolvimento da cidade. Enquanto prefeitos de todo o Brasil lutam para ter equipamentos do governo federal, como bancos e outras repartições públicas, o governo Fernando Gomes adota o caminho contrário e quer fechar uma agência do Banco do Brasil, aprofundando ainda mais a crise econômica e o desemprego na cidade. Vale destacar que tal ação implicará, também, em diminuição da arrecadação do município.

O Sindicato dos Comerciários de Itabuna espera que o prefeito reveja sua decisão, em favor da manutenção dos empregos e das atividades econômicas naquela importante região da cidade.

Fonte: Diário de Ilhéus