BB disponibiliza R$ 67 bi para capital de giro para apoio à micro e pequenos

Publicado em: 31/10/2018

O Banco elevou o limite de crédito dos clientes das micros e pequenas empresas nas linhas de capital de giro para o valor de R$ 67 bi, que já estão disponíveis aos clientes para contratação, com prazo de pagamento de até 48 meses. Com o final do ano se aproximando, os empresários estão em busca de crédito para formação de estoques e pagamento do 13º salário dos empregados.

Ainda, no propósito de ampliar o acesso das micro e pequenas empresas ao crédito, recentemente, foram feitas várias melhorias no portfólio, incluindo a diminuição do percentual de garantias de recebíveis exigido na contratação de giro e a elevação dos limites de crédito dos clientes.

MPE Week

A MPE Week, movimento do Banco do Brasil para apoio ao micro e pequeno negócio, inicia hoje, 29, uma nova etapa, dessa vez convidando toda a população a prestigiar os pequenos negócios e aproveitar as promoções. Nesta nova fase, as MPEs, clientes do BB ou não, que cadastraram suas ofertas desde o dia 29 de outubro no site da ação, passam a oferecer seus benefícios aos consumidores, contando com a divulgação dessas ofertas no mesmo site – mpeweek.com.br.

O movimento já conta com mais de 15 mil empresas cadastradas, e mais de 12 mil ofertas divulgadas, tudo com a finalidade de valorizar as comunidades locais, e incentivar a economia ao contribuir com o aumento do faturamento das empresas participantes. Entre 29 de outubro e 04 de novembro, os consumidores poderão buscar ofertas por região ou por categoria no site.

Para impulsionar o movimento, a partir de agora o Banco do Brasil passa a divulgar nas suas redes sociais essas ofertas, inclusive com compartilhamento de postagens feitas pelos empreendedores em suas redes próprias. Durante a última semana, o BB realizou a entrega de materiais de divulgação nos pontos de venda. Uma verdadeira caravana amarela pelas principais ruas de seis grandes metrópoles nacionais: São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Brasília, Salvador e Belém.

Por geolocalização é possível encontrar os estabelecimentos, tanto para oferta aos consumidores quanto para indicação em aplicativos de orientação de trânsito e/ou localização, sendo exibido ícone próprio da MPE Week nesses aplicativos. Essa campanha, que tem tudo para se tornar um marco para o segmento, como um dos mais importantes do País, é a resposta que coloca o Banco do Brasil como o histórico parceiro das MPE.

Em Minas Gerais, já são mais de 1100 ofertas cadastradas, ofertas que vão desde roupas e acessórios, alimentos, reparos e troca de óleo em automóveis e até descontos em mensalidades em academias.

Banco do Brasil especialista em MPE

O BB dispõe de soluções completas para apoiar o segmento MPE, e coloca à disposição de seus clientes uma estrutura especializada, com aproximadamente sete mil funcionários dedicados ao atendimento exclusivo das micro e pequenas empresas por todo país, em mais de 170 Agências Empresa e em 1,2 mil agências com atendimento ao público MPE.

Fonte: Portal Segs

Emater agora é correspondente do BB em operações de crédito rural

Publicado em:

O Instituto de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Piauí (Emater) e o Banco do Brasil assinaram, nesta quarta-feira (24), um termo de parceria que condiciona o Emater como correspondente bancário (Coban), em operações de crédito rural para o Programa de Fortalecimento Nacional da Agricultura Familiar (Pronaf).

A ação, além de agilizar as contratações do programa, vai aproximar os agricultores do agente financeiro, facilitando o processo de abertura de contas, atualização de cadastro, entrega de documentação e demais atividades bancárias. Gera ainda uma receita ao instituto para investimento e custeio de visitas técnicas. Facilita o acesso ao crédito rural, dando mais velocidade às analises, sabendo que o processo será realizado por técnicos capacitados do Emater sem a necessidade da ida do produtor ao banco.

A reunião ocorreu na agência do Banco do Brasil da Álvaro Mendes e teve a participação do diretor-geral do Emater, Marcos Vinicius; do diretor técnico, Clébio Coutinho; superintendente estadual do banco, Antônio Ivã Cerqueira; Elisangela Moura, presidente da Fetag; e Patrícia Vasconcelos, secretária de Estado do Desenvolvimento Rural.

Para Clébio Coutinho, as unidades de implantação do Coban foram escolhidos com base nos programas que o instituto executa pelo estado (Programas de Fomento, Programa Água Doce, Projeto Dom Hélder e PVSA), além das regiões onde foram implementadas ações de revitalização do crédito rural. “As próximas etapas serão a capacitação e certificação dos técnicos, depois disso, serão observadas as demandas existentes e regiões prioritárias, além das metas do banco. Vamos observar também a estrutura dos escritórios e a viabilidade de parceria com sindicatos de trabalhadores rurais e prefeituras. Já foram adquiridos computadores, impressoras e mobiliário que irão estruturar o escritório”, afirma o diretor técnico sobre as próximas etapas da ação.

O superintendente estadual do Banco do Brasil destacou a importância do fortalecimento da agricultura familiar por meio da desburocratização do acesso ao crédito. “Hoje, se concretiza o cadastramento do Emater como correspondente bancário do Banco do Brasil, uma vez que irá conferir maior agilidade no acolhimento e atendimento ao produtor rural”, disse Antônio Ivã.

Segundo o diretor-geral do Emater, durante um ano foram realizadas reuniões para análise da modalidade de correspondência bancária. Esta semana, a diretoria do Emater formalizou com a superintendência do banco a adesão do instituto para executar o serviço. “Os escritórios estão em fase final de estruturação, para que os técnicos, além de elaborar os projetos para solicitação de crédito, também possam incluir as propostas diretamente no Portal de Crédito do BB. Nessa ação, o banco fará a análise e liberação do recurso por meio de sistemas online, desburocratizando o processo. A equipe técnica do Emater será capacitada para atender com eficiência e agilidade nosso agricultor familiar. A ação também beneficiará o instituto, fortalecendo a extensão rural e assistência técnica em todo o Piauí”, disse Marcos Vinicius.

Fonte: Portal O Dia

Correntistas do BB em Macapá poderão pagar IPTU em plataformas digitais

Publicado em:

A Prefeitura de Macapá, visando facilitar e incentivar o pagamento do Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU), fez um convênio com o Banco do Brasil para que os débitos referentes ao imposto sejam pagos nas plataformas do banco (aplicativos, terminais de autoatendimento e computador). A partir desta sexta-feira, 26, mais de 28 mil correntistas do Bando do Brasil no município de Macapá já terão essa opção disponível para pagamento do IPTU.

O secretário de Finanças, Jesus Vidal, explica que esse é um projeto piloto para que, em 2019, correntistas de outros bancos também possam ter a facilidade de pagar seus débitos. “O objetivo é que o munícipe pague seus débitos do IPTU sem precisar entrar no site da prefeitura para retirar o código de barra para então pagar o imposto. Essa é uma forma de incentivo e de desburocratizar o pagamento”, explica.

A opção já está disponível nas plataformas por meio da aplicação, denominada “Lista de Débitos”. O cliente Banco do Brasil poderá acessar a funcionalidade nos Terminais de Autoatendimento, na Internet ou no aplicativo BB do seu celular: Opção: Pagamento – > Sem Código de Barras – > Lista de Débitos – > Consulta/Pagamento.

O correntista terá acesso à lista dos débitos detalhados vinculados ao seu CPF. Neste momento, o cliente deve selecionar o débito, confirmar as informações e realizar o pagamento. O contribuinte com dívidas junto à Prefeitura de Macapá receberá notificações no aplicativo BB, na sua caixa postal, no computador e no autoatendimento sobre os débitos do IPTU 2018. A intenção é estender esse serviço para outros impostos a partir desse projeto piloto.

Fonte: Prefeitura Municipal de Macapá

BB anuncia nova reestruturação com cortes de cargos e redução de pessoas

Publicado em:

O Banco do Brasil anunciou, nesta segunda-feira, 29, mais uma reestruturação com cortes de 126 cargos e redução de pessoas. Desta vez, a tesoura chega cortando funções nas áreas de Infraestrutura, Serviços e Operações, e ainda nas áreas de atacado. Ainda no calor do resultado da eleição presidencial, o BB continua com o seu processo de reestruturação permanente, envolvendo agora as praças de Belo Horizonte, Brasília, Curitiba e São Paulo.

O anúncio tomou as unidades de surpresa e os sindicatos foram comunicados diretamente pelos funcionários das áreas envolvidas. No mesmo dia, dirigentes sindicais se reuniram com as Gerências Regionais de Pessoas (Gepes) para colher as informações sobre a quantidade de funcionários prejudicados em cada cidade, bem como buscar soluções para a realocação dos mesmos. Na reunião, o banco informou que 126 cargos serão cortados e 66 funcionários deverão procurar realocação.

A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) critica a forma de comunicação das reestruturações no BB. “Não há nenhum tipo de consulta ou qualquer outro envolvimento dos sindicatos e demais áreas do banco para permitir que sejam buscadas soluções antecipadas ao corte de cargos e redução das remunerações. Quando os sindicatos são envolvidos antecipadamente, a realocação se dá de maneira mais ágil e menos traumática”, afirmou Juvandia Moreira, presidenta da Contraf-CUT.

De acordo com a medida anunciada pelo banco, os funcionários terão até 30 dias para tentarem realocação antes da perda da função e da redução salarial. A partir dessa data, terão um complemento para manutenção de salário que dura apenas quatro meses.

“Não consideramos pequena uma reestruturação que pode reduzir pela metade o salário de dezenas de pessoas”, afirmou o diretor do Sindicato e coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB (CEBB), Wagner Nascimento, completando que “mais uma vez o banco anuncia uma reestruturação sem comunicar com antecedência os representantes dos trabalhadores. Os sindicatos têm papel fundamental no auxílio à realocação daqueles que forem afetados”.

O coordenador da CEBB informou, ainda, que os sindicatos continuarão buscando soluções para proteger os funcionários e orientou estes a denunciarem situações de falta de critérios claros no corte e realocação que ocorrerem.

Fonte: Sindicato dos Bancários de BH e Região com Contraf-CUT

Fonte: Sindicato dos Bancários de BH e Região

BB anuncia corte de 12 vagas gerenciais em Curitiba, revela sindicato

Publicado em: 30/10/2018

O Sindicato dos Bancários e Financiários de Curitiba e região foi chamado nesta segunda-feira, 29 de outubro, pela Gestão de Pessoas (Gepes) do Banco do Brasil para uma reunião, em que foi comunicado sobre o corte de 12 vagas de cargos gerenciais de várias unidades da capital. Segundo o BB, o primeiro gestor de cada dependência irá escolher os bancários a serem descomissionados, sem critérios determinados. Cortes de vagas estão ocorrendo em todo o Brasil nesta segunda.

Em Curitiba, os cortes serão no prefixo 7419, seis gerentes de grupo; no prefixo 9101, um gerente de setor e um gerente de grupo; no prefixo 8234, um gerente de área; e no prefixo 4781, dois gerentes de grupo e um gerente de área.

Política de cortes

O Sindicato avalia não se tratar de uma coincidência o anúncio do corte de vagas gerenciais no BB um dia após o resultado das eleições. “São medidas anti-trabalhistas já implementadas pelo Governo Temer e que tendem a se aprofundar no Governo Bolsonaro”, avalia Ana Paula Busato, representante do Paraná na Comissão de Empresa do BB. O Sindicato reitera que não houve qualquer tipo de negociação e se mantém contrário aos cortes, sobretudo devido a falta de critérios técnicos e objetivos para a escolha dos funcionários a serem descomissionados.

Fonte: Sindicato dos Bancários de Curitiba e Região

Prefeito de Nova Cruz recebe novo gerente do Banco do Brasil da cidade

Publicado em:

O prefeito de Nova Cruz, no Rio Grande do Norte, Targino Pereira recebeu, em seu gabinete, nesta quinta-feira (25-out.2018), o novo gerente geral da agência do Banco do Brasil de Nova Cruz, Manoel Advam. Na visita de cortesia, o novo gestor, na oportunidade fazendo-se acompanhar de outros integrantes da instituição financeira, colocou-se à disposição do Poder Executivo no sentido de reforçar e ampliar o relacionamento já existente entre o município e a instituição financeira.

DESTAQUE-REUNIÃO-1024x441

Na ocasião, o gerente enfatizou ainda a importância da parceria entre os órgãos públicos, ressaltando a importância desta no fortalecimento, interação e relacionamento com o município, pontuou. Por sua vez, o gestor municipal agradeceu a visita e falou da satisfação em poder contar com agências bancárias de grande porte no município e de se manter o bom relacionamento com essas instituições.

A visita do novo gerente ao prefeito fora, também, acompanhada pelos secretários municipais Germano Targino (finanças), José Arimateia (tributação) e Ricardo Marques de Melo (assessor político).

Fonte: Portal do Município

BB e Santander reabrem conta de corretora de Bitcoin para não pagarem multa

Publicado em:

O Banco do Brasil e o Santander reabriram as contas da exchange Bitcoin Max após as decisões liminares concedidas pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT). A razão para o cumprimento para as respectivas ordens judiciais é simples: evitar o pagamento de multas. O descumprimento poderia custar para as respectivas instituições um custo de até R$ 5 mil – para o Santander —; e de até R$ 20 mil – para o Banco do Brasil.

Leonardo Ranna, advogado da corretora de criptomoedas, disse ao Portal do Bitcoin que todas as contas bancárias da AL- INFORMÁTICA LTDA – ME, razão social da Bitcoin Max, “foram restabelecidas, incluindo as dos sócios a exchange”.

As decisões, entretanto, não são definitivas. Na ação contra o Banco Santander, essa conquista da corretora se deu graças à uma concessão de tutela antecipada de urgência (espécie de decisão liminar) para que o Santander em cinco dias restabelecesse as contas que haviam sido encerradas.

O pedido havia sido negado anteriormente pela juíza Geilza Fátima Cavalcanti Diniz da 3ª Vara Cível de Brasília, onde o processo tramita. Com isso, os advogados resolveram apresentar o agravo de instrumento para que a decisão fosse revista por um desembargador do TJDFT.

Bloqueio pelo Banco do Brasil

A nova decisão, então, foi proferida pela desembargadora relatora do caso, Ana Catarino, da 8ª turma cível do TJDFT. Na visão da relatora, a falta de comunicação prévia do banco sobre o encerramento da conta é conduta abusiva vedada pelas regras de proteção ao consumidor e viola “o contido na Resolução nº 2.025/93 do Banco Central do Brasil”.

O caso do Banco do Brasil foi um tanto mais delicado. Além de encerrar a conta, a instituição financeira bloqueou R$120 mil que estavam nela.

Adriano Zanella, CEO da Bitcoin Max, disse que em ambas as situações não houve comunicação formal dos bancos sobre o encerramento das contas. No caso do Banco do Brasil, Zanella afirma que soube do bloqueio através do gerente de sua agência momento em que iria “realizar um TED no banco”.

A ação contra o Banco do Brasil foi protocolada no dia 12 de setembro e tramita na 2ª Vara Cível Especial de Brasília. A liminar foi negada. Do mesmo modo que ocorreu no caso do Santander, os advogados agravaram da decisão.

O resultado foi que a desembargadora Fátima Rafael, da 3ª Turma Cível do TJDFT, concedeu a tutela de urgência que havia sido negada anteriormente. Ela deu o prazo de 24 horas para que o Banco do Brasil cumprisse a ordem judicial sob pena de multa diária de R$ 2 mil.

Fonte: Portal do Bitcoin

Conselho de Defesa Econômica multa BB, Bradesco e Cielo em R$ 33,8 milhões

Publicado em:

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, nesta quarta-feira, três Termos de Compromisso de Cessação (TCCs) com a Cielo e seus controladores, Banco do Brasil e Bradesco. As empresas foram multadas em R$ 33,8 milhões, valor que terá de ser pago em até 30 dias. Os bancos são investigados por discriminarem lojistas que não usam as maquininhas da Cielo.

A medida mostra que o Cade tem feito intervenções no mercado de cartões para assegurar a concorrência, que se acirrou com a entrada cada vez maior no mercado de empresas menores que fornecem esse tipo de equipamento.

— O acordo permitirá um ambiente de maior liberdade de negociações entre clientes, credenciadoras e bancos — disse o presidente do Cade, Alexandre Barreto, acrescentando que, com os TCCs, a investigação será suspensa.

Este é o segundo acordo que o Cade firma com instituições financeiras para coibir abusos nesse segmento. Há cerca de dois meses, o colegiado homologou um TCC com o Itaú e a Redecard. A multa para as duas empresas foi de R$ 21 milhões.

Fonte: Jornal O Globo

Caffarelli deixa presidência do BB para assumir comando da Cielo

Publicado em: 26/10/2018

O presidente do Banco do Brasil, Paulo Caffarelli (foto abaixo), deixará o cargo no dia 1º de novembro. Em comunicado ao mercado divulgado nesta sexta-feira (26), o banco estatal informou que o executivo apresentou “pedido de renúncia” aos cargos de presidente e membro do conselho de administração.

mca-abr-0307180905

O comunicado informa que para ocupar o cargo no lugar de Cafarellli, o presidente Michel Temer indicou Marcelo Augusto Dutra Labuto, de 47 anos, atual vice-presidente de Negócios de Varejo no BB.

Caffarelli, que estava no comando do banco estatal desde junho de 2016, recebeu convite para assumir o comando da Cielo, empresa de cartões e meios de pagamento controlada pelo Bradesco e Banco do Brasil.

Em comunicado, a Cielo informou que o nome de Caffarelli foi aprovado por unanimidade por seu conselho de administração e que executivo assumirá a presidência da empresa no dia 5 de novembro no lugar de Clovis Poggetti Jr, que continuará exercendo os cargos de Vice-Presidente de Finanças e Diretor de Relações com Investidores.

“O Conselho tem total confiança de que Caffarelli fará um excelente trabalho à frente da Cielo, nesse momento de rápida evolução tecnológica da indústria”, afirmou Marcelo Noronha, presidente do Conselho de Administração da Cielo. “O executivo já chega jogando”, completou.

Novo presidente do BB

Marcelo Augusto Dutra Labuto é funcionário de carreira do banco desde 1992. Entre os cargos que já ocupou, foi diretor de empréstimos e financiamentos, gerente-geral da Unidade de Governança Estratégica e diretor presidente da BB Seguridade, após passar pela diretoria de seguros, previdência e capitalização.

É graduado em Administração pela Universidade de Brasília (UNB) e em Administração de Sistemas de Informação pela União Educacional de Brasília (UNEB), com MBA em Marketing, pela COPPEAD UFRJ.

Fonte: Portal G1

“Quarto trimestre será o melhor do ano”, diz presidente do BB

Publicado em: 24/10/2018

O presidente do Banco do Brasil, Paulo Caffarelli, disse que a instituição registrou uma “pequena alta” nos desembolsos na área de crédito no terceiro trimestre em relação aos três meses anteriores. Para ele, os três últimos meses serão os melhores do ano, com maior atividade no mercado de dívida do que ofertas de ações. “O Brasil está andando. Poderia estar andando de uma forma mais acelerada, mas está andando”, disse ele, atribuindo ao cenário eleitoral o menor nível de atividade do que o esperado.

O presidente do BB não quis comentar os rumores de que o banco estaria negociando com uma instituição estrangeira uma parceria na área de mercado de capitais. De acordo com nota publicada pelo colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo, o BB estaria conversando com o UBS.

Na abertura do 19º Encontro de Governança da Previ (fundo de pensão do Banco do Brasil), que acontece nesta segunda-feira no Rio de Janeiro, falou do aumento da competição no setor bancário, com a entrada de fintechs, além dos competidores tradicionais. “Competimos com Bradesco, Itaú, Santander. Competimos com novos entrantes, mas o BB está fazendo o papel de se reinventar. Temos caminhos difíceis pela frente, mas saberemos enfrentar”, disse.

No evento da Previ, Caffarelli informou que o BB está discutindo com a diretoria da Previ mudanças em seu estatuto. Entre as propostas, está a possibilidade de que o banco, como patrocinador, possa indicar aposentados para a diretoria da fundação.

Atualmente, apenas funcionários do BB em atividade podem ser indicados para a diretoria, que tem três representantes eleitos pelos participantes e três indicados pelo banco.

Fonte: Terra

BB avalia parceria com estrangeiros para criar corretora de investimentos

Publicado em:

O Banco do Brasil negocia uma possível joint venture (JV) com bancos estrangeiros para a criação de uma corretora de investimentos. De acordo com fontes ouvidas pela coluna do Broadcast, do jornal O Estado de S. Paulo, a instituição vem analisando as possibilidades de reforçar a área de mercado de capitais e também de separaro banco de investimentos do restante da operação. Entre os parceiros cotados, estão o suíço UBS e os americanos Citibank e Goldman Sachs. As negociações com o UBS foram reveladas no domingo (21) pelo colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo.

A estatal nunca teve uma corretora de valores mobiliários – seus concorrentes Bradesco e Itaú Unibanco mantêm operações independentes das suas demais áreas de atuação. A parceria com um banco estrangeiro na área de investimentos ajudaria o BB a reforçar sua posição no setor. Além disso, com um sócio estrangeiro, a oferta de fundos internacionais pode ser ampliada.

Essa iniciativa esbarra, no entanto, em questões burocráticas, como a possibilidade de usar uma estrutura de cargos e salários diferente da adotada no BB, o que exigiria aval do Tribunal de Contas da União (TCU). A ideia da atual gestão do BB era fortificar a estrutura de mercado de capitais do banco até dezembro, já que o novo presidente da República irá nomear a alta cúpula de empresas estatais. No entanto, as fontes afirmaram que nenhum movimento será feito antes do novo governo assumir em janeiro. Procurado, o BB não comentou o assunto. UBS, Goldman e Citi também não se manifestaram.

Fonte: Lexis Nexis

BB deve pagar R$ 30 mil por perseguição de gerente à funcionária no RN

Publicado em:

O Tribunal Regional do Trabalho (TRT) do Rio Grande do Norte condenou o Banco do Brasil a pagar R$ 30 mil como indenização por dano moral a uma ex-funcionária, vítima de perseguição “sistemática” de um superior imediato. A decisão da 1ª Turma manteve a condenação da 12ª Vara do Trabalho de Natal.

No processo, a gerente contou que trabalhou no banco entre 1986 e 2016, ano em que se aposentou. Ela contou que assumiu em 2001 a função de gerente de relacionamento sem nenhum problema, até a chegada, em 2013, de um novo gerente-geral, que teria iniciado “uma conduta desonrosa” de perseguição, sem nenhuma razão aparente.

Em sua defesa, o Banco do Brasil negou a ocorrência do assédio e argumentou que as alegações da ex-gerente não seriam verdadeiras e atingiriam a dignidade íntima do gerente-geral.

No entanto, para a juíza convocada Daniela Lustoza Marques de Souza, relatora do processo no TRT-RN, “os depoimentos prestados denunciam que a bancária era alvo de tratamento discriminatório dentro de seu ambiente de trabalho”.

A juíza elencou uma série de comportamentos que comprovam a perseguição, como a exclusão da gerente em reuniões em que colegas de mesmo nível participavam e a ausência de envio de comunicações que deveriam ser de seu conhecimento.

Daniela Lustoza reconheceu, ainda, que a ex-gerente recebeu tratamento rude na frente de seus colegas e foi prejudicada por uma avaliação que impediu a sua ascensão salarial. Para a juíza, em virtude da “repetição de atos com a finalidade específica de desestabilização da empregada, mediante processo calculado e cruel, é cabível o deferimento de indenização em razão dos danos decorrentes de tal procedimento”.

Fonte: G1

Assédio moral no BB é caracterizado como acidente de trabalho, aponta Justiça

Publicado em:

A 6ª Vara de Acidentes de Trabalho do Tribunal de Justiça de São Paulo corrigiu uma sentença convertendo benefício previdenciário em acidentário. A medida reconhece o assédio moral no Banco do Brasil como acidente de trabalho. As informações são do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait).

A ação foi movida em 2014 pela Superintendência Regional do Trabalho de São Paulo (SRT-SP) contra o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) após um funcionário do Banco do Brasil denunciar assédio moral por superiores para incluir seguros de empréstimos, o chamado BB Crédito Protegido – prestamistas, em operações de crédito sem informar ao cliente. Segundo o Sinait, o bancário denunciou assédio sofrido por não compactuar com as ordens dos superiores, “bem como por cancelar seguros de empréstimos feitos sem a anuência dos clientes quando estes compareciam ao PAB [Posto de Atendimento Bancário] para reclamar e solicitar o cancelamento”, como diz a nota da entidade. Também foi constatado que o bancário sofreu pressão e foi mudado de locais de trabalho várias vezes.

Após uma discussão com os superiores, que inclusive fizeram ameaças ao emprego do bancário, ele teve surto nervoso e foi afastado para tratamento da saúde mental causado pela prática constante de assédio. “É um problema relacionado à própria gestão do banco. A prática de assédio moral, de tão corriqueira, expõe os trabalhadores a uma endemia de transtornos psicológicos, e uma multidão de bancários, quando não está afastada, faz uso de remédios controlados para tratamento de pânico, crises de ansiedade e outras enfermidades mentais. O Sindicato vem sempre cobrando o fim da cobrança por metas abusivas e uma gestão mais humanitária por parte do BB”, afirmou o dirigente do Sindicato Ernesto Izumi.

Histórico

A nota publicada no site do Sinait ressalta que a pressão por metas abusivas é comum nos bancos, e afirma que “a questão dos adoecimentos relacionados ao assédio organizacional no Banco do Brasil está fazendo história”. A entidade lembra que a prática já levou o banco a outras condenações judiciais: na Bahia, a R$ 2 milhões; no Piaui, no valor de R$ 5 milhões; e no Distrito Federal. Em todas estas decisões, há obrigatoriedade de adoção de condutas para cessar a prática de assédio.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

BB disponibiliza valoração automática de bens rurais para o mercado

Publicado em:

Primeiro banco da América Latina a fazer uma operação estruturada de Open Banking, o Banco do Brasil expande a tecnologia para o agronegócio, também de forma inédita. Através da ferramenta BB Valor de Bens Rurais, disponibiliza a outras instituições financeiras, mediante cobrança de tarifas, a possibilidade de obter a valoração automática de bens rurais no Brasil.

Nesta terça-feira, 23, os bancos Original e Votorantim firmam contrato para ter acesso à solução que já é utilizada pelo BB desde 2016, onde acumula 490 mil valorações no cadastro interno (uma economia superior a R$120 milhões). Por meio de informações de atividades agropecuárias levantadas ao longo de mais de duas décadas por profissionais especializados, a funcionalidade permite a atribuição de valor de um imóvel rural (terra + benfeitorias) de forma online (Aplicação web).

O valor de mercado é obtido por meio de uma metodologia específica implementada no sistema corporativo Referencial Técnico Agropecuário (RTA). A base de informações que alimenta esse sistema é fundamentada no trabalho de mais de 240 agrônomos que realizam, por ano, cerca de 6 mil avaliações técnicas em todo o território brasileiro.

Uma das metodologias utilizadas é a interpolação espacial, que permite estimar o valor de um ponto desconhecido pela aproximação de um ponto já valorado. Com isso, uma avaliação técnica no Banco do Brasil possibilita a geração de até 120 avaliações de áreas circunvizinhas.

Por meio da parceria, o BB compartilha agilidade com o mercado, tornando automático um processo por vezes demorado, que depende de avaliações técnicas e laudos de opinião de valor. Além dos ganhos de rentabilidade, o BB também ganha com a diversificação de clientes, contando com outros bancos em sua base.

BB Valor de Bens Rurais

O modelo disruptivo de negócios 100% digital foi desenvolvido totalmente por funcionários do BB, aliando os principais recursos da empresa a uma moderna tecnologia para vender serviços, via Open Banking. Além dos bancos Original e Votorantim, o BB negocia a solução com outras instituições financeiras e estima que mais bancos terão acesso ao BB Valor de Bens Rurais até o fim deste ano.

Fonte: Maxpress

BB disponibiliza linha de crédito para o município de Bragança Paulista

Publicado em:

A Administração Municipal de Bragança recebeu a notícia do Gerente de Negócios do Banco do Brasil Silvio Pereira, que a instituição disponibilizou uma linha de crédito para o município em um teto de 10 milhões de reais para aquisição de bens e softwares para modernização da gestão municipal. O recurso inclui 15 eixos de investimento que engloba saúde, educação, cultura, modernização da gestão e modernização da frota.

Segundo explicou o gerente, a análise é do próprio banco, ou seja, os recursos são próprios e destinados a poucos municípios. “Somente prefeituras que estão com as finanças em dia e com as certidões em ordem conseguem este recurso. No estado de SP, menos de 100 municípios participam da linha de crédito e Bragança está sendo contemplada com esse recurso”, informou.

O Secretário Municipal de Finanças, Luciano Aparecido de Lima, explicou que frente a notícia, será dado andamento no projeto, elaborada a minuta e encaminhada para o jurídico. “Estaremos avaliando internamente os projetos de cada secretaria, de cada área que foi mencionada, justamente para captar esse financiamento, além das outras demandas que as secretarias têm. Na avaliação será analisada também a taxa, o maior de todos os fatores para prosseguimento das operações, que podem chegar até 10 milhões de reais”, explicou Luciano.

O vice-prefeito Amauri Sodré ressaltou a importância deste tipo de investimento e do trabalho da Prefeitura para que o município possa investir naquilo que é necessário à população.

Participaram da reunião o vice-prefeito Amauri Sodré, os secretários municipais Dr. Tiago José Lopes (Assuntos Jurídicos), Mauricio Arnaldo Cunha (Recursos Humanos), Luciano de Lima (Finanças), a chefe da divisão de contabilidade Rosângela Aparecida Rodrigues Gonçalves e os gerentes do Banco do Brasil Josi Bonetto Russoni (Relacionamento) e Silvio Pereira (Negócios).

Fonte: Portal Bragança

Concurso Banco do Brasil: déficit entra em pauta na Paraíba

Publicado em: 18/10/2018

O déficit de servidores nas agências do Banco do Brasil não é nenhuma novidade! Mesmo com a realização do último certame, a carência de funcionários assusta e já compromete a realização das atividades bancárias. Na Paraíba, a situação foi tema de reunião realizada no mês de setembro.

Representantes da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf CUT) e o superintendente do BB no estado, Antônio Carlos Servo, se reuniram para tratar, entre outros itens, da falta de funcionários. Somadas a isso, foram discutidas as políticas de reestruturação e a questão das aposentadorias incentivadas.

Os diretores da Contraf CUT denunciam que servidores da capital e interior seguem pressionados para o cumprimento de metas, mas trabalham em situações sem a mínima estrutura. Ademais, padecem com frequentes situações de violência verbal partindo de clientes insatisfeitos.

Marcelo Alves, presidente do Sindicato, apontou que o processo de reestruturação reduziu o quadro de funcionários, precarizando as condições de trabalho e atendimento ao público. Em resposta, o Banco do Brasil respondeu que irá mapear as condições de trabalho apresentadas nas agências do estado.

Nisso, priorizará aquelas que estejam em condições críticas devido à carência de servidores. Nos próximos dias, será montado um banco de dados que levante as prioridades que devem ser tratadas.

Sem concurso desde 2015

A Paraíba esteve entre os estados contemplados pelo último certame realizado pelo BB para o Nordeste. Homologado em dezembro de 2015, o concurso trouxe 860 vagas, sendo 95 para contratação imediata e 765 para cadastro de reserva.

A seleção ofertou vagas para a carreira de escriturário e exigiu formação de nível médio. Contratados sob o regime celetista, os aprovados teriam direito à remuneração inicial de R$ 4.036,56 em cumprimento de 30h semanais.

O concurso teve validade prorrogada até dezembro de 2017, mas expirou sem o quantitativo de convocações devidas. O caso gerou protestos por parte dos aprovados que pediam pelas nomeações. Segundo a instituição, as contratações envolviam o estudo das necessidades do banco, bem como planejamento estratégico e orçamentário.

Concurso Escriturário 2018

Em março deste ano, o Banco do Brasil lançou edital com 30 vagas imediatas mais formação de cadastro de reserva para escriturário. Porém, a lotação dos aprovados foi restrita a agências das cidades de Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro.

Os candidatos foram avaliados por meio de provas objetivas e discursivas aplicadas no dia 13 de maio nas cidades de Belo Horizonte, Belém, Brasília, Curitiba, Campinas, Recife, Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro.

Nos exames objetivos, os participantes responderam a 70 questões de múltipla escolha sobre Conhecimentos Básicos e Específicos. Na prova dissertativa, deveriam elaborar texto contendo até 30 linhas e, no mínimo de 25. Só foram corrigidas as redações dos classificados nas provas objetivas. O resultado final do certame foi publicado no dia 05 de julho.

Fonte: Edital Concurso Brasil

BB investe em inteligência artificial e chatbot para atendimento a clientes

Publicado em:

Os clientes do Banco do Brasil agora podem realizar um total de 11 serviços financeiros, entre transferências, recarga de celular e liberação de cartão de crédito, pelo WhatsApp. O serviço está em expansão para uma base de 3 milhões de clientes. A solução alia o uso da inteligência artificial, com a prontidão do chatbot e as mensagens são criptografadas de ponta a ponta.

Para acessar o Banco do Brasil no WhatsApp, é necessário apenas salvar o telefone [55] 61 4004 0001 em seu celular e iniciar uma conversa. Quando um serviço de informações, como solicitar um extrato de conta corrente, for solicitado pelo cliente, um código de confirmação será enviado pelo Banco via push ou SMS. Para as outras transações, os clientes também deverão digitar sua senha. Depois, o cliente receberá uma resposta confirmando a transação, tudo em texto. Se houver necessidade de atendimento humano, o cliente passará a ser atendido por um funcionário do BB.

Chatbot

Desde 2017, o Banco do Brasil utiliza o Watson da IBM, uma solução em inteligência cognitiva, para ajudar os funcionários a resolver os problemas dos clientes. Em agosto de 2017, a poderosa nova tecnologia também começou a ser usada para dar suporte aos pedidos dos clientes no Facebook Messenger. O assistente virtual responde usando uma linguagem natural e aprende constantemente com base nas interações dos usuários. Após o lançamento do seu Assistente Virtual, o Banco do Brasil aumentou 71% suas interações com os clientes via mídias sociais.

Pesquisa

A agência “We Are Social” e a plataforma “Hootsuite” publicaram em 2017 um estudo sobre o uso da Internet e das redes sociais. Este estudo indicou que o Brasil é o terceiro país no ranking que aponta quem passa mais tempo na internet. Os brasileiros gastam em média nove horas por dia na Internet. Além disso, o Brasil aparece entre os primeiros em tempo gasto nas redes sociais: mais de três horas por dia.

O post BB investe em IA e chatbot para atendimento a clientes apareceu primeiro em Decision Report.

Fonte: Decision Report

Autenticação bancária no futuro será flexível e personalizada, prevê BB

Publicado em:

No futuro, a autenticação a serviços bancários será um processo flexível e personalizado, graças ao uso de inteligência artificial. Ou seja, dependendo do histórico e do perfil do cliente, assim como da natureza da transação, os bancos poderão exigir mais ou menos fatores de autenticação para garantir a segurança. O cálculo será feito caso a caso. Em determinadas situações, as senhas serão dispensadas. Esta é a visão de futuro do gerente executivo de TI do Banco do Brasil, Igor Régis Simões, responsável pela área de segurança, controle de fraude, lavagem de dinheiro e autenticação biométrica. Simões vai participar do painel de abertura do Mobi-ID, seminário sobre identificação e autenticação digitais que acontecerá no dia 26 de novembro, no WTC, em São Paulo. Ele conversou com Mobile Time sobre tendências desse mercado. Confira abaixo a entrevista.

Como o Banco do Brasil armazena e gerencia os dados cadastrais de seus correntistas?
Igor Régis Simões – Temos um time especializado nessa área. As informações são armazenadas no nosso mainframe. E temos mecanismos de encriptação de dados em disco. Essas informações, ao serem utilizadas pelo sistema, respeitam todas as normas de controle do Banco Central. Todos os acessos são registrados: quem acessou?; quando acessou?; por qual motivo acessou?; quais informações foram acessadas?; a partir de qual máquina? etc.

E as informações das impressões digitais dos correntistas?
As digitais ficam armazenadas em uma base de dados no mainframe para serem utilizadas pelos terminais de autoatendimento e nos caixas. Adotamos padrões internacionais de uso desses templates. O cadastramento é feito no próprio terminal de autoatendimento. No fim deste ano todos os mais de 35 mil terminais do Banco do Brasil estarão equipados com o leitor de digital. Não é um leitor comum. Ele segue um padrão de segurança elevadíssimo para impedir que a informação seja manipulada. O leitor de digital dos nossos terminais e caixas segue uma série de regras para garantir que nenhum outro dispositivo esteja intermediando a comunicação dele com nossos sistemas.

Qual a diferença para um leitor de digital em um smartphone por exemplo? A resolução é melhor?
A diferença está em garantir que não haja qualquer manipulação. Tem que verificar se é um dedo vivo, por exemplo. E garantir que a comunicação entre hardware e software não esteja sendo intermediada por outro dispositivo malicioso. Um equipamento comum de leitura de digital pode ser aberto e manipulado com a inserção de uma placa que faça alguma alteração no seu comportamento, como capturar os templates biométricos e enviar templates trocados quando alguém usar o leitor. Os nossos leitores são blindados: geram alertas e param de funcionar se forem abertos.

Cabe lembrar que o template biométrico em si não é um segredo, porque deixamos ele por todo lugar que tocamos. É uma informação de certa forma pública. Logo, o mais importante é garantir que no processo de leitura não haja manipulação, como o uso de uma foto de alta resolução ou de um dedo de silicone moldado a partir da digital que alguém deixou na maçaneta do seu carro.

O Banco do Brasil coleta a digital apenas do dedo indicador, certo?
Na verdade o cliente cadastra um dedo à sua escolha. Mas estamos nos preparando para cadastrar cinco dedos a partir do ano que vem.

Quantas pessoas já cadastraram sua digital no banco?
Temos 66 milhões de clientes nas nossas bases cadastrais. Cerca de 70 mil não têm a digital cadastrada. Os motivos são diversos. Pode ser uma pessoa que sofre de hiperidrose (suor em excesso), ou alguém que exerça uma profissão que cause desgaste ou remoção das digitais, como agricultores em contato com agrotóxicos. Mas fazemos trabalho constante de calibragem dos algoritmos e de vez em quando chamamos essas pessoas para ver se conseguimos captar suas digitais.

Por que cadastrar cinco dedos a partir do ano que vem? É para aumentar a segurança? Será usado o mesmo leitor atual?
Sim, usaremos o mesmo leitor. E vamos botar esse equipamento nas mesas de atendimento das agências para permitir que esse cadastramento possa ser feito também ali, se o cliente desejar.

A razão para cadastrarmos cinco dedos se deve mais à conveniência do que à segurança. Tem gente que cadastra um dedo e esquece qual foi.

O banco já experimentou o uso de reconhecimento facial?
Na abertura da Conta Fácil pegamos uma foto da pessoa e em cima disso fazemos a biometria por reconhecimento facial. Usamos uma solução desenvolvida pela própria equipe de TI do banco.

O desafio das contas digitais é exatamente essa mudança de paradigma no processo de abertura. Antes pegávamos comprovantes de tudo, o que garantia uma política forte de ‘know your customer’ (KYC). A conta digital leva isso integralmente para o mundo digital, o que exige que os bancos repensem vários de seus processos, não apenas de autenticação e segurança, mas de como estabelecer uma história do cliente. Este começa a se identificar e se relacionar com o banco com identificações fracas e com o passar do tempo vai estabelecendo um relacionamento e fornecendo informações que dão mais segurança para a identificação correta daquela pessoa.

O que pensa sobre outras técnicas de reconhecimento biométrico, como íris e voz?
Já testamos íris, palma da mão, voz… Posso dizer que íris é mais seguro do que face. Já fizemos uma prova de conceito interna em nossos prédios com controle de acesso por reconhecimento facial e conseguimos que um irmão gêmeo acessasse uma área restrita. Com uma foto simples o desafio é ainda maior. A foto foi tirada agora? Ou alguém pegou no Facebook? Toda a sociedade publica livremente suas informações na Internet. Vinte anos atrás seria diferente. O fraudador precisaria roubar uma fotografia impressa ou tirar uma foto da vítima. Hoje basta procurar na Internet, o que torna a biometria facial um desafio à parte. A leitura de íris é mais segura.

O reconhecimento de voz, por sua vez, tem ótima precisão, mas há solução de redes neurais profundas que em poucos minutos de gravação da sua voz consegue reproduzi-la perfeitamente a ponto de desbloquear seu telefone. Ou seja, não dá para confiar somente em um fator de autenticação.

O que é mais seguro para autenticação: uma coisa que você sabe; uma coisa que você tem; ou uma coisa que você é?
O ideal é sempre uma combinação. Não dá para dizer qual é mais forte sozinho. O que você tem pode ser roubado. O que você sabe pode ser aprendido. E o que você é pode ser simulado. Até a sua geolocalização pode ser simulada. Um criminoso consegue fingir que um aparelho está na sua residência. Em suma: não dá pra confiar cegamente em apenas um desses aspectos. Temos que calibrar de acordo com o cenário de risco.

Portanto, a biometria sozinha não consegue garantir a segurança na identificação de uma pessoa. Trabalhamos com múltiplos fatores de identificação: biometria do dedo e da face, posse do cartão, posse do celular etc.

Poderemos dispensar as senhas no futuro?
As senhas continuam importantes, mas a tendência é que para determinadas situações elas serão dispensadas. Para tanto, vamos usar inteligência artificial e analytics. Temos monitorado em tempo real todas as transações que são realizadas pelos clientes do banco em meios eletrônicos. São mais de 5 mil por segundo. Isso alimenta a base estatística comportamental do cliente. Cruzamos com informações de ocorrências de fraude. E aí conseguimos estabelecer quando em determinada situação precisamos de mais de um fator de autenticação. Queremos personalizar esse processo. Para cada pessoa, em uma situação específica, vamos pedir mais ou menos fatores. Quando alguma coisa sair da sua curva, pediremos mais. Vamos personalizar porque os riscos são individualizados. Temos estatísticas que mostram os público mais sujeito a sofrer fraudes. Hoje as regras de autenticação são fixas. Mas com inteligência artificial elas vão se tornar flexíveis e personalizadas. Essa é a nossa visão. Temos muito trabalho sendo feito com machine learning nessa área.

Ou seja, vai variar de pessoa para pessoa e também de acordo com a transação feita…
Sim. Há limites para exposição ao risco. Por exemplo, até determinada quantia você poderia sacar apenas com biometria. Aí vamos aprendendo sobre o cliente e vamos personalizando as regras até certos limites de risco. O hábito das pessoas vai permitir que sejam dispensadas de senha para algumas operações. Digamos que você transfere dinheiro sempre para a mesma pessoa, com o mesmo valor, na mesma época do mês. Talvez a gente te dispense de senha para essa operação, bastando o acesso ao app no smartphone. Mas nosso trabalho vai além: vamos verificar se a conta da outra pessoa foi comprometida. Nossa análise não avalia somente você, mas toda a cadeia de relacionamento que você possui.

O que acha do conceito de identidade autossoberana, segundo o qual o cliente é responsável pela gestão dos seus dados cadastrais?
É interessante a abordagem, mas não necessariamente uma solução que funciona na Europa é viável aqui. Temos que levar em conta as características de cada mercado. Nosso país é um dos líderes mundiais em fraudes online.

Veja o exemplo dos caixas eletrônicos. No exterior eles não têm nem 10% do nível de segurança que a gente tem aqui. Temos sensores de fumaça, de luminosidade e de trepidação há décadas, exatamente para identificar qualquer tentativa de manipulação. E só agora isso está sendo adotado lá fora. Sociedades diferentes requerem soluções de segurança diferentes.

Fonte: Mobile Time

BB promove MPE Week para apoiar micro e pequenas empresas

Publicado em: 17/10/2018

Reconhecendo a importância das micros e pequenas empresas, que representam 54% dos empregos com carteira assinada e 27% do PIB brasileiro, o Banco do Brasil se prepara para o lançamento da MPE Week: uma semana de ofertas e benefícios para mobilizar a população sobre a importância dos pequenos empreendedores para as comunidades locais e, assim, ajudá-los a faturar mais.

Para Adriano Ricci, diretor de Micro e Pequenas Empresas do Banco do Brasil, a ação é apenas uma consequência do trabalho que o Banco vem fazendo pelos pequenos negócios no País. “O Banco do Brasil entende a importância das MPEs na economia e tem investindo na especialização do atendimento a este segmento, que representa 98,5% das empresas privadas registradas no Brasil. A MPE Week é mais uma prova de que somos um grande parceiro do micro e pequeno empreendedor”.

A campanha acontecerá em duas fases: uma convocando as empresas a aderirem e se cadastrarem para participar, e outra convidando o público geral a aproveitar as vantagens em uma semana repleta de ofertas, em que todos saem ganhando. Quem compra e quem vende. Segundo Karen Machado, gerente executiva de Marketing e Comunicação, a ideia foi fazer mais do que uma simples propaganda para o segmento. “Usamos o potencial de investimento de mídia e de articulação de parcerias de uma empresa do porte do Banco do Brasil para engajar a população e gerar mais visibilidade – e consequentemente mais vendas – para as micro e pequenas empresa”, disse Karen.

Além de benefícios nos produtos do Banco do Brasil, as MPEs participantes contarão com vantagens de parceiros exclusivos, como bonificação na Google Ads, descontos em produtos e maior visibilidade de suas ofertas, fomentando seus negócios a fim de estabelecer bons preços a serem ofertados ao consumidor final na MPE Week. Para cadastrar uma oferta, o empreendedor deve acessar www.bb.com.br/mpeweek no período de 5 a 28 de outubro. O cadastro é gratuito.

Para o público geral, a MPE Week acontece de 29 de outubro a 4 de novembro. Os consumidores poderão buscar ofertas por região ou por categoria no site e aproveitar uma semana de vantagens para quem vende e para quem compra.

O esforço de mídia da campanha contará com merchandising em TV aberta – inclusive com participação da Ana Maria Braga em seu programa, redes sociais, mídia impressa, mídia exterior, ações com influenciadores digitais nacionais e regionais, tudo para mobilizar.

Fonte: Portal Empreendedor

Câmara aprova texto-base de MP que cria crédito para santas casas; BB é um dos operadores

Publicado em:

A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (16) o texto-base da Medida Provisória 848/18, que cria uma linha de crédito, com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), destinada às santas casas e os hospitais filantrópicos que atendem pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Ainda faltam ser analisados as propostas de alteração ao texto, os chamados destaques, para que a matéria siga para análise dos senadores.

Segundo a justificativa da MP, muitas instituições sem fins lucrativos, especialmente as santas casas de Misericórdia, já estão em situação insustentável e acumulam dívidas na ordem de R$ 21 bilhões. “[Essas instituições] exercem papel fundamental e estratégico na assistência à saúde, uma vez que representam 31% do total dos leitos do Brasil e são responsáveis por quase metade das cirurgias do SUS”. Na prática, a medida pretende viabilizar a captação de recursos com baixo custo para as instituições financeiras.

De acordo com a medida, 5% do programa anual de aplicações do FGTS serão destinados a essa linha de financiamento. Segundo o Ministério da Saúde, isso equivale a cerca de R$ 4 bilhões em 2018. Os operadores serão Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O risco financeiro da operação ficará com os bancos.

Fonte: Agência Brasil

Ex-funcionários do BB participam de confraternização em Ivaiporã

Publicado em:

Funcionários e ex-funcionários que trabalharam na agência do Banco do Brasil de Ivaiporã, especialmente nas décadas de 70 a 90, participaram, no final de semana, de uma confraternização, na sede da AABB (Associação Atlética Banco do Brasil). Esse é o terceiro encontro dos ex-funcionários no município, sendo que o primeiro ocorreu em 2009 e o outro havia acontecido em 2012.

Ivaipora

Israel Francisco, que trabalhou no BB de Ivaiporã entre 1981 e 1992, e atualmente mora em Araçatuba, comentou que o banco forma uma grande família, em que todos se consideram, e que a velha geração de funcionários, além do lado profissional, também tem um forte lado social e a ideia é repetir essa confraternização por mais vezes. “Temos pessoas que hoje moram em Santa Catarina, São Paulo, Mato Grosso, Goiás e diversas cidades do Paraná, mas todos fazem parte de uma família, vão para outras cidades, mas é em um encontro como esse que ficamos mais unidos”, comenta.

Ele frisa que Ivaiporã é um lugar especial para todos, pois muitos formaram suas famílias aqui e, por mais que residam em outras cidades, eles nunca se esquecem de Ivaiporã. “A terra de Ivaiporã circula nas nossas veias”, brinca Israel.

Hermes Gatti foi um dos primeiros funcionários do Banco do Brasil presentes na confraternização. Ele chegou à agência de Ivaiporã, vindo de Arapongas, em maio de 1973 e ficou na cidade até 1982. “Nesse período, conheci mais de 300 funcionários que passaram por aqui”, comenta.

Ele ressalta que Ivaiporã foi muito importante em sua vida profissional e financeira. “Quando vim para Ivaiporã, foi uma alegria, porque havia sido aprovado no concurso e precisava trabalhar e, hoje, foi uma felicidade rever os companheiros e também essa AABB, que iniciamos do nada e, hoje, temos uma estrutura fantástica”, comentou Hermes Gatti.

BB, Bradesco e Santander lideram ranking de reclamações do Banco Central

Publicado em:

Banco do Brasil, Bradesco e Santander são as instituições que aparecem na liderança do mais recente Ranking de Instituições por Índice de Reclamações, divulgado nesta segunda-feira, 15, pelo Banco Central. No topo do ranking, referente ao terceiro trimestre de 2018, está o Banco do Brasil, com índice de reclamações de 25,22. Nesta lista, são consideradas as instituições com mais de 4 milhões de clientes.

Pela metodologia do BC, este índice é calculado com base no número de reclamações consideradas procedentes, dividido pelo número total de clientes do banco e multiplicado por um fator fixo (1.000.000). No caso do Banco do Brasil, foram 1.590 reclamações consideradas procedentes no segundo trimestre, numa base total de 63,027 milhões de clientes.

Na segunda posição entre os bancos que foram alvos de reclamações aparece o Bradesco, com índice de 22,55 (2.151 reclamações procedentes e 95,352 milhões clientes). Na terceira posição do ranking está o Santander, com índice de 22,10, resultado de 933 reclamações procedentes numa base de 42,206 milhões de clientes.

Na sequência do ranking, ainda considerando os bancos e as financeiras com mais de 4 milhões de clientes, aparecem Caixa Econômica Federal (índice de 21,64), Itaú (18,18), Banrisul (15,81), Votorantim (12,93), Pernambucanas (7,19), Banco CSF (5,87), Midway (4,67%) e Banco do Nordeste (0,29).

Reclamações

Entre os assuntos que mais motivam reclamações por parte dos clientes, o campeão é o item ” oferta ou prestação de informação a respeito de produtos e serviços de forma inadequada”. Ao todo, de acordo com o BC, este assunto gerou 1.470 reclamações com indícios de descumprimento das regras em vigor.

Na sequência dos assuntos mais reclamados aparecem ” irregularidades relativas a integridade, confiabilidade, segurança, sigilo ou legitimidade das operações e serviços, exceto as relacionadas a cartão de crédito, cartão de débito, internet banking e ATM” e, em seguida, “irregularidades relativas a integridade, confiabilidade, segurança, sigilo ou legitimidade das operações e serviços relacionados a cartões de crédito”.

Instituições menores

Entre as instituições financeiras com menos de 4 milhões de clientes, a Facta Financeira está no topo do ranking de reclamações do terceiro trimestre, com índice de 325,72. Na sequência aparecem Intermedium (157,88) e PAN (128,76).

Fonte: O Estado de Minas

BB volta a usar GDP para descomissionar e cobrar metas abusivas de funcionários

Publicado em:

Mais uma leva de descomissionamentos voltou a fazer parte da rotina dos trabalhadores do Banco do Brasil. O BB, como apurou o Sindicato dos Bancários, está usando o descomissionamento como uma ameaça para que os colegas cumpram metas abusivas.

Esse cenário faz parte desde a reestruturação de 2016. Muitos funcionários tiveram que mudar de agência, de local de trabalho e de função sem treinamento. Mas o pior é que estão sendo penalizados justamente por uma política que usa a GDP de forma distorcida.

A diretora do SindBancários e funcionária do Banco do Brasil, Bia Garbelini, diz que a equação de dificuldades a crise econômica pela qual o país passa dificulta a comercialização de produtos nas agências. “A GDP é um instrumento de avaliação que tem por objetivo ajudar o colega a saber onde tem que melhorar. O colega é avaliado a cada seis meses e tem três ciclos ou 18 meses para melhorar. O problema é que a avaliação deveria ser de 360 graus, olhando todos os aspectos do desempenho do trabalhador, mas está sendo usada como um instrumento de terror e descomissionamento”, explica a diretora.

Para Bia, o banco realiza uma distorção da GDP, instrumento de avaliação que a Campanha Nacional 2018 dos bancários conseguiu manter no Acordo Coletivo Aditivo do BB. “Além de usar a GDP como instrumento de terror, a diretoria cria regras para jogar um funcionário contra o outro. Eles estão fazendo uma disputa interna que não é boa para os trabalhadores nem para a saúde do banco. Concentram as carteiras de clientes com mais recursos e punem os colegas que pegam carteiras sem nenhuma rentabilidade”, acrescentou Bia Garbelini.

Fonte: Imprensa SindBancários

BB ainda não marcou negociação sobre embróglio Cassi

Publicado em:

O estrondoso “não” que os associados disseram às mudanças no Estatuto da Cassi ainda não sensibilizou a diretoria da entidade e a direção do banco para buscar nova proposta. A Contraf-CUT, a Associação Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil (ANABB) e a Federacao das Associacoes de Aposentados e Pensionistas do Banco do Brasil (FAABB) já reivindicaram a reabertura das negociações para construir outra solução viável para ambas as partes, mas o banco ainda não respondeu.

A diretoria da Cassi comunicou aos associados que vai contingenciar despesas, rever programas de saúde e escolher quais prestadores de serviços vai pagar. Estão pregando o caos, o que pode complicar ainda mais a situação pois associados podem demandar procedimentos que poderiam esperar, com medo da interrupção de serviços.

Pelo tom do comunicado, parece que os gestores da entidade estão pedindo intervenção da ANS. Esquecem que as despesas da Cassi estiveram contingenciadas por cerca de dois anos, sem comprometer a normalidade no atendimento.

A Contraf-CUT já apresentou ao BB uma nova proposta e reafirma a necessidade urgente de reativar a mesa de negociações com as entidades representativas. Só assim os funcionários vão reconhecer a legitimidade e o equilíbrio de uma nova proposta para manifestar livremente pela sua aprovação.

A direção do banco e seus prepostos na Cassi precisam reconhecer que os associados rejeitaram a proposta de alterar a governança da entidade. Os associados desejam uma solução rápida e não se furtarão a debater o custeio da Cassi, desde que o banco arque com a sua parte e não queira repassar a conta para os funcionários da ativa e aposentados.

Para Wagner Nascimento, coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, a primeira resposta os associados já deram, que foi a rejeição da proposta que retirava direitos do corpo social. “Agora, a equipe de negociação do BB e da Cassi precisam aceitar que tantas mudanças no Estatuto, mesmo na base do terrorismo, não tem o apelo que pensaram. A irresponsabilidade na condução da proposta e acabar com as negociações manchou a imagem do Banco do Brasil no mercado e parece que ninguém está se preocupando com isso. O movimento sindical sempre teve a responsabilidade de buscar as melhores soluções para a sustentabilidade da Cassi, sem prejudicar os associados. Precisamos retomar o processo negocial e achar soluções conjuntas, banco, entidades representativas e associados”, disse.

Fonte: Contraf-CUT

Inspira BB acontece no Teatro Ademir Rosa em Florianópolis

Publicado em: 09/10/2018

Florianópolis é a cidade escolhida para receber a 5ª edição do ano do INSPIRA BB, um movimento realizado pelo Banco do Brasil, que propõe reflexões acerca de temas de destaque na sociedade, com o objetivo de compartilhar histórias e experiências singulares que emocionam, conectam e engajam na busca de uma transformação coletiva para toda a sociedade. O evento será realizado no dia 13 de outubro, às 16 horas, no Teatro Ademir Rosa, com o tema “Gente existe? Que mundo você está deixando pra mim?”

No INSPIRA BB, funcionários são escolhidos a partir de uma seleção interna para terem suas histórias contadas, em apresentações curtas de até 10 minutos. Nessa edição, as histórias serão roteirizadas e contadas através de diferentes técnicas voltadas ao público infantil, pelo Dia das Crianças.

Já estão confirmados:

– O grupo musical Farra dos Brinquedos, que desperta o encanto pela música entre pais e filhos, através de um repertório descontraído e diversificado;

– Gabriela Kapim, nutricionista que trabalha com crianças há mais de 13 anos, apresentadora do programa “Socorro! Meu filho come mal”, do canal GNT;

– Adriana Falcão, autora do livro “Mania de explicação”, em que ela “explica” algumas palavras mais desafiadoras para aqueles que estão começando a entender o mundo, a exemplo de: “angústia é um nó muito apertado bem no meio do seu sossego”;

– David Campolongo, o ator mirim do longa-metragem “João, o Maestro”, que viveu os primeiros anos do grande maestro João Carlos Martins na telona, se tornou uma revelação ao aprender a tocar piano e já tocou concertos com o Maestro no Theatro Municipal de São Paulo e fez participações especiais na Sala São Paulo e no Teatro Villa Lobos.

Além das atrações mencionadas, outras performances teatrais e de dança prometem fazer desse INSPIRA inovador um evento inesquecível para toda a família.

As inscrições para a plateia de Floripa já estão encerradas, mas o evento será transmitido ao vivo, na íntegra, pelo canal do YouTube e ainda há possibilidade de participar das retransmissões. O INSPIRA BB estará em 16 cidades espalhadas pelo Brasil, com eventos de retransmissão abertos a comunidade local, sendo que 10 delas farão o evento na AABB Comunidade da região. As inscrições para as retransmissões ficam abertas até o dia do evento.

Mais informações no site www.inspirabb.com.br

– 51.292 inscritos para assistir
– 16.2 milhões de visualizações nas redes sociais

Edições e temas do Inspira BB:
1ª 2016 – São Paulo: Mundo em transição. Para onde vamos?
2ª 2017 – Rio de Janeiro: Gênero e Diversidade
3º 2017 – Curitiba: Diálogo entre Gerações
4º 2017 – Brasília: Vamos falar do humano diante da tecnologia?
5ª 2017 – Salvador: Identidade Brasileira
6ª 2017 – São Paulo: A Alma Humana. O que nos Move?
7ª 2018 – Belo Horizonte: Liderança para um novo tempo
8ª 2018 – Belém do Pará: Vamos trocar de lugar?
9ª 2018 – Porto Alegre: Educar para Revolucionar
10ª 2018 – Recife: Você tem medo do que?
11ª 2018 – Florianópolis – Gente existe? Que mundo você está deixando pra mim? (13/10/2018)
12ª 2018 – São Paulo – Encontros Transformadores (previsão 18/11/2018)

Fonte: Maxpress

BB estimula exportações durante evento com executivos em Goiânia

Publicado em:

Goiânia recebeu na noi­te desta segunda-feira, dia 8, os maiores no­mes da direção do Banco do Brasil nacional para assuntos ligados ao Comércio Exterior em debate pro­movido pela instituição com em­presários exportadores goianos. Trata-se do Circuito Banco do Brasil de Comércio Exterior.

5-2-3

Estiveram presentes Paulo E. S. Guimarães, Superintendente da Superintendência Internacio­nal do Banco do Brasil ((BB) (Bu­siness Head, International Opera­tions–Brasil/Americas/Europe/ Asia)), Glaydson Teixeira Cavalcan­te, Gerente de Mercado da Superin­tendência Internacional do Banco do Brasil, especialista em comér­cio internacional; Glaydson Teixei­ra Cavalcante, Superintendente da Superintendência de Atacado In­ternacional do BB (International Operations–Brazil/Americas/Eu­rope/Asia); Antônio Germano dos Santos Júnior, Gerente de Soluções da Diretoria de Estratégia e Organi­zação do Banco do Brasil; Guilher­me Arcanjo Battisti, Gerente Ge­ral da Gerência Regional de Apoio ao Comércio Exterior em Brasília Vander Cavalcante, Gerente de Ne­gócios Internacionais da Gerência Regional de apoio ao comércio ex­terior do Banco do Brasil e o anfi­trião, Marco Antônio Felicio San­ches, Superintendente Estadual do Banco do Brasil em Goiás; todos dos quadros do Banco do Brasil.

O objetivo do encontro foi ge­rar maior dinamismo para a eco­nomia brasileira e oportunidades negociais para o Estado de Goiás, visando o público que atua no comércio exterior. O Estado de Goiás figura como um dos principais estados que atuam no comércio exterior. Goiás é a 5.ª cidade do circuito. Outras 27 cidades sediarão o mesmo evento.

Em 2017, Goiás atuou no comér­cio exterior com 480 pequenas em­presas que movimentaram 136 mi­lhões de dólares. Daí a importância do Estado no cenário nacional.

O economista Antônio Germa­no dos Santos Júnior, Gerente de Soluções da Diretoria de Estratégia e Organização do Banco do Brasil, abriu o evento com uma palestra que abordou o ambiente econô­mico nacional e as perspectivas do comércio exterior para os pró­ximos anos, a partir das tendências mercadológicas atuais.

Antônio Germano analisou a economia internacional, abordan­do a economia no resto do mundo, considerando países como a Chi­na e a exportação do mercado de Goiás para aquele país.

ECONOMIA BRASILEIRA

Para Antônio Germano, o Brasil fez uma série de medidas estrutu­rais na sua economia, como siste­mas de metas para inflação, regi­me de câmbio flutuante e adotou um sério regime de disciplina fis­cal. Esse regime de disciplina fis­cal foi essencial para que o Brasil tivesse condições de servir à eco­nomia internacional em um cená­rio muito mais seguro.

O regime de disciplina fiscal de­senvolvido pelo governo brasileiro fez que com que o Brasil conseguis­se economizar parte de sua receita para pagar parte dos juros da dívida externa, o chamado superávit pri­mário. Através deste superávit pri­mário, o país conseguiu reduzir o risco, e lá fora, aumentou o índice de confiabilidade, melhorando o ranking de segurança internacional.

“Isso fez que conseguíssemos o reconhecimento de país com maior grau de investimento, ou seja, o Brasil tem pouca chance de deixar de pagar seus compro­missos. Hoje somos reconheci­dos como país bom pagador”afir­mou Antônio Germano.

Ele lembrou da crise de 2008 a 2009, quando o país adotou uma série de medidas que levaram o país ao crescimento.

A partir daí, houve um bom de­sempenho econômico, quando o governo manteve os incentivos para que o país continuasse a cres­cer. Com o crescimento, os incen­tivos não foram mais necessários e a economia se estabilizou, até que em 2014, enfrentou nova crise eco­nômica. Pela sua análise, o Brasil se recuperará voltando para o mesmo lugar de produção de bens e servi­ços em 2021, quando irá alcançar os mesmos patamares de 2014.

“Estamos crescendo, mas mui­to menos do que em 2014. O ano de 2018 ainda é uma incógnita, já que com o ambiente eleitoral, não há com fazer uma avaliação precisa da situação.” analisou An­tônio Germano.

Também para os próximos anos, Antônio Germano obser­va que a economia dependerá do projeto de governo de quem assu­mirá a presidência do Brasil. “Os dados são incertos e imprevisíveis, pois o discurso se distancia da prá­tica, e não temos margem de aná­lises sólidas, até porque o cenário atual antecede a eleição presiden­cial” afirmou Antônio Germano.

“O desafio do próximo governo será conciliar governabilidade com agenda de reformas”, disse Antônio Germano. “A dúvida gira em torno de qual vai ser a governabilidade, independente de quem irá assu­mir. O governo deverá ter alguma dificuldade de governabilidade de­vido à elevada polarização, quando dois extremos chegam ao segundo turno, ou seja, qualquer que seja o resultado das eleições, será ne­cessário que o governante se dire­cione às forças de centro para que viabilize seu governo, e a partir des­ta suposta governabilidade, tenha condições de abrir uma agenda de reformas para o Brasil, pois só as­sim voltará a crescer de maneira sustentável”, avaliou.

Guilherme Arcanjo Battisti, Ge­rente Regional de apoio ao comér­cio exterior afirmou ao empresa­riado presente que em qualquer dos cenários, o Banco do Brasil será parceiro da classe. “No pas­sado, os empresários já passa­ram por crises. Muitos governan­tes passaram, e o Banco do Brasil permaneceu. Qualquer um dos dois que ganhe as eleições, conti­nuaremos sendo parceiros de vo­cês, seja no mercado interno, seja no mercado externo”, declarou.

“O Banco do Brasil existe para fazer a economia girar, visando o crescimento do país. O banco se preparou para continuar atenden­do as empresas em qualquer dos dois cenários”, afirmou Battisti.

O Banco do Brasil foi criado em 1808 por Dom João VI, é líder de mercado em vários segmentos, in­cluindo seguridade, mercado de capitais, captação de recursos de terceiros, cartões, franquia de aten­dimento no exterior, o que signifi­ca a independência do Brasil lá fora.

A presença do Banco no Brasil chega a 99,7% dos municípios, o que significa estar onde a empresa está, sem esquecer das soluções di­gitais, que substituíram as presen­ciais. São 66,360 milhões de clien­tes. Não há nenhum outro banco que tenha esse número de clien­tes, o que demonstra o caráter so­cial desta empresa estatal.

Arcanjo Battisti apresentou dados do Banco que servem para atestar a busca da empresa por so­luções de atendimento ao cliente, seja pessoa física ou jurídica.

Em Goiás, há dois escritórios de negócios e 1.600 funcionários envolvidos com o projeto de co­mércio exterior.

COMÉRCIO EXTERIOR

O Banco está estruturado no mercado internacional desde 1941, com a primeira agência aberto no exterior em Assunção, no Paraguai. Há onze agências no exterior, duas sub agências no Japão, seis escritó­rios de representações, dez subsi­diárias sucursais, e duas unidades de serviços compartilhados.

Também está presente em 16 países e conta com uma rede de comércio exterior em 26 pontos de atendimento.

Hoje há 874 bancos correspon­dentes que trabalham em 104 paí­ses.

BRASIL

No Brasil, o banco está organi­zado com 17 agências de atendi­mento, 6 empresas regionais es­pecializadas em fechamento de campo; 43 plataformas de negó­cios internacionais e 104 geren­tes de negócios internacionais, so­mando-se a isso 900 funcionários que se dedicam exclusivamente ao comércio exterior. Guilherme Ar­canjo Battisti finalizou: “O Banco do Brasil está focado no apoio ao cliente, no financiamento, na pres­tação de serviço, visando viabilizar e incentivar o crescimento do co­mércio exterior”, finalizou.

Como parte da programação, após cada explanação, havia es­paço aberto para perguntas. De­bates calorosos se seguiram após o pronunciamento dos Ceo’s (Chief Executive Officers), o que enri­queceu o evento.

Marco Antônio Felicio Sanches, Superintendente Estadual do Ban­co do Brasil declarou, ao final do evento: “Para nós do Banco do Brasil o encontro foi muito posi­tivo. Tivemos a oportunidade de falar a respeito de economia bra­sileira e internacional e de comér­cio exterior; além disso, de ouvir nossos clientes. Tivemos diversas sugestões e contribuições, além de muitas críticas, que são muito bem vindas, pois sempre há algo a aprimorar. Minha avaliação é que o evento foi um sucesso”.

Fonte: DM Cotidiano

Cassi: bancários dizem não à proposta do Banco do Brasil

Publicado em:

Na última sexta-feira 5, foi apurado o resultado da votação da reforma estatutária da Cassi. Ao todo, 132.504 associados votaram; destes, 91.796 disseram não à proposta do Banco do Brasil, que retira direitos e onera o participante. Em contrapartida, 38.970 votaram a favor. Foram registrados também 805 votos brancos e 933 nulos. O Sindicato, a Contraf-CUT e outras entidades representativas dos trabalhadores defenderam o voto não.

A mudança estatutária da Cassi feria a representação dos associados com a mudanças de governança na Caixa de Assistência. Para isso, o BB usou de métodos, como assédio, mensagens nos terminais de autoatendimento e nos celulares dos funcionários, como lembra a Contraf-CUT.

Para o secretário de Assuntos Jurídicos do Sindicato, João Fukunaga, o momento é de união para discutir os rumos da caixa de assistência. “Agora é hora de chamar a unidade. Precisamos discutir com seriedade formas de sair desta crise na Cassi e, para isso, o banco precisa se dispor a negociar com os representantes dos trabalhadores. Em 2016, na ocasião da votação do Memorando de Entendimentos, tivemos uma resposta semelhante por parte dos bancários. Por isso entendemos que a negociação é sempre a melhor saída”, defendeu.

Agora, o Banco do Brasil tem até 30 dias para apresentar uma nova proposta para apreciação dos associados.

Relembre

As mudanças sugeridas pelo BB onerariam todos os associados, transformando a contribuição extraordinária em permanente e estabelecendo cobrança por dependente. Além disso, o banco também propôs mudanças na governança da Cassi, acabando com a paridade na gestão, com duas diretorias nas mãos de representantes do mercado e o voto de minerva para o banco.

Os representantes dos trabalhadores, por outro lado, apresentaram uma proposta detalhada para a sustentabilidade da Cassi. A proposta preserva o princípio da solidariedade, segundo o qual os associados contribuem de forma proporcional ao salário, independentemente da idade ou condição de saúde; defende a manutenção da Cassi sob o comando dos representantes dos associados, sendo gerida de forma paritária; dentre outros pontos.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Sindicato cobra e superintendente diz estudar déficit de funcionários do BB na PB

Publicado em:

O déficit de funcionários das agências do Banco do Brasil segue preocupante em todo o país. Especificamente na Paraíba, sem concurso válido desde 23 de dezembro de 2015, a necessidade preocupa os funcionários. As agências da região atuam hoje com um quadro de funcionários reduzido, o que acarreta em uma qualidade de atendimento à população precária.

Esse foi um dos temas abordados na reunião entre representantes da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf CUT) da Paraíba e o superintendente do Banco do Brasil no estado, Antonio Carlos Servo. O encontro foi realizado no dia 19 de setembro.

Foram debatidos os processos de reestruturação realizados nas agências, as aposentadorias incentivadas e, principalmente, a falta de funcionários. Tal carência, segundo os funcionários, afeta significativamente as atividades das agências.

“O que a gente tem visto nas visitas às agências de cidades do interior e também da capital é preocupante. As unidades estão funcionando sem a mínima estrutura e os bancários estão sendo cobrados por metas e pressões cada vez maiores, além da violência verbal muitas vezes sofridas por parte de clientes insatisfeitos”, expuseram os diretores da Contraf-CUT. Foram eles: Magali Pontes, Francisco de Assis, Paulo Henrique e Jurandi Pereira. Além deles, esteve presente o presidente do sindicato, Marcelo Alves.

A superintendência do BB disse que está sendo feito um mapeamento das condições de funcionamentos das agências em todo o estado. Estão sendo priorizadas as agências que apresentam um estado mais crítico, inclusive as que apresentam dificuldades em relação aos quadros de funcionários. “Está sendo montado um banco de dados para levantar as prioridades a serem tratadas, já para os próximos dias”, prometeu o superintendente do BB.

O presidente do sindicato, Marcelo Alves, se mostrou satisfeito com as soluções apresentadas na reunião, mas reforçou que continuará cobrando ações efetivas sobre os temas abordados no encontro. “Todo o processo de reestruturação trouxe um quadro agravante, que reduziu o quadro funcional, culminando com a precarização do atendimento e das condições de trabalho. É contra esse cenário caótico, que a diretoria do sindicato saiu em defesa da categoria e cobrando solução para a situação”, enfatizou.

Fonte: Folha Dirigida

Concurso BB 2019: postos vagos aumentam chances de novo edital

Publicado em:

O Banco do Brasil é uma instituição financeira de economia mista em que a União possui boa parte das ações. Sediado em Brasília, o banco possui mais de 5 mil agências espalhadas por todo o território nacional. Mais de 109 mil funcionários, lotados em todas as regiões do país, compõem o quadro de servidores. A admissão de grande parte deles, os chamados efetivos, acontece via concurso público, que é um dos mais tradicionais e concorridos do país.

Sem dúvidas, um dos concursos mais aguardados para 2019 é o do Banco do Brasil. Apesar de ter aberto uma seleção em 2018, ela não foi suficiente para suprir toda a necessidades de reposição de funcionários. Além disso, as oportunidades foram exclusivas para três localidades, excluindo as demais que precisam de novos servidores.

O déficit segue grande em todas as regiões do país e interfere diretamente no bom funcionamento das agências. No nordeste a situação é um pouco mais grave do que no restante do Brasil, já que o último concurso com vagas para a região aconteceu em 2015.

Além disso, atualmente não há concurso válido para atendimento em nenhuma localidade do país. Mesmo assim, não há previsão para abertura de seleções públicas na área.

Em relação a escriturários, a situação não é diferente. Apesar do certame recente, a carência é de mais de 10 mil profissionais, conforme dados da Contraf-CUT, que representa trabalhadores do ramo financeiro.

A baixa no número de servidores tem sido pauta de muitas reuniões entre membros de sindicatos e representantes do Banco do Brasil. Porém, até o momento, não há nenhuma expectativa para a publicação de editais.
Concurso Banco do Brasil 2018

O Banco do Brasil publicou edital de concurso público pela última vez em 7 de março de 2018. A seleção disponibilizou 60 vagas para a carreira de escriturário, divididas igualmente entre contratação imediata e composição de reserva técnica.

Para concorrer a uma das oportunidades foi necessário comprovar ensino médio completo, dentre outros requisitos constantes no edital.

Uma observação importante é que, apesar de as vagas serem para escriturário, tradicionalmente uma área administrativa, o conteúdo programático do concurso visou a seleção de profissionais com perfil de TI, que é uma das áreas em que o órgão mais tem investido.

A execução do certame ficou a cargo da Fundação Cesgranrio, uma das bancas mais tradicionais, e difíceis, do país. De acordo com informações da organizadora, 107.304 pessoas se inscreveram no pleito, sendo as vagas voltadas para o estado de São Paulo as mais concorridas, com mais de 37 mil inscrições.

Além de São Paulo – SP, houve oportunidades para as cidades do Rio de Janeiro – RJ e Brasília – DF. Porém, um item do regulamento se destacou entre os demais. No concurso Banco do Brasil 2018 os candidatos tiveram classificação única, ou seja, a ordem geral de classificação foi nacional.

Na prática, isso significa que a lotação dos aprovados pode ser feita em qualquer uma das três cidades, de acordo com as necessidades do órgão.

Os candidatos foram avaliados por meio de prova objetiva e de redação, aplicadas no dia 13 de maio de 2018. A homologação do resultado final foi divulgada pela organizadora no dia 04 de julho do mesmo ano. A contar da referida data, a seleção terá validade de 12 meses, prorrogáveis por mais 12 meses.

Fonte: Edital Concursos Brasil

Sindicato dos Bancários critica descomissionamentos de gerentes do BB

Publicado em:

O Banco do Brasil descomissionou três bancários na última semana, alegando que eles tiveram três avaliações negativas consecutivas no Gestão de Desempenho (GDP). Os funcionários eram gerentes de relacionamento de escritórios digitais da capital.

Em um dos casos, o gerente era da carteira de Pessoa Jurídica e, em janeiro deste ano, assumiu uma carteira Pessoa Física. Em sua primeira avaliação semestral, já foi considerado inapto para a função. “Sabemos que o público, os produtos e os processos com os quais ele tem que lidar são totalmente distintos nas carteiras PF e PJ, o que requer um certo tempo de adaptação, que no nosso entendimento não foi respeitado pelo banco no caso deste funcionário”, criticou Ana Beatriz Garbelini, dirigente sindical e bancária do BB.

Durante a Campanha Nacional, o Banco do Brasil tentou retirar as cláusulas que garantiam o critério de três avaliações negativas no GDP antes de ser efetuado qualquer descomissionamento. Os bancários, entretanto, conseguiram a manutenção deste dispositivo no acordo coletivo assinado no dia 31 de agosto e com validade até agosto de 2020. O Sindicato, agora, cobra mais transparência neste processo, para cessar descomissionamentos arbitrários.

Posicionamento

Os representantes dos trabalhadores cobram, também, que o gerente geral da Gestão de Pessoas (Gepes) se manifeste em relação a esta recente onda de descomissionamentos. “Trabalhadores estão sendo prejudicados, e o gerente geral da Gepes permanece como se não tivesse nada com isso. Faremos atividades permanentes até que a Gepes assuma uma posição, já que ela tem assistido a tudo sem fazer uma análise minimamente crítica sobre o que vem acontecendo”, completou a dirigente.

Um dos gerentes descomissionados reforçou o clima de terror no escritório digital. Segundo ele, os funcionários trabalham se questionando sobre quem será o próximo.

O bancário, que foi descomissionado nesta sexta-feira 5 após cerca de 9 meses no escritório digital onde trabalhava, conta que sequer foi informado sobre o motivo de seu rebaixamento. “Quando eu cheguei para trabalhar já recebi de cara esta notícia infeliz. Fui orientado a procurar a Gepes. Chegando lá, fui informado de que não poderiam me esclarecer quanto ao motivo do meu descomissionamento e que eu deveria procurar tal informação no sistema”, relata o profissional, que teve sua identidade preservada para evitar represálias.

“Um absurdo essa politica de pessoas que nem sequer teve respeito pelo bancário. Ele veio até aqui por orientação de seus superiores e teve a notícia de que a Gepes não poderia atendê-lo, que seria um fato da vida. Não esperamos isso da gestão de pessoas, um tratamento dos trabalhadores como se fossem peças sobressalentes. Queremos tratamento digno de colegas e funcionários do banco. Infelizmente essa politica vem se repetindo desde que esse atual gestor assumiu, mas não iremos mais aceitar esse tipo de postura. Se o banco fará vistas grossas para uma indicação do gerente executivo da Dipes, nós iremos defender os trabalhadores como sempre fizemos”, reforçou o dirigente Sindical Antonio Netto.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região