BB é condenado a pagar R$ 120 mil a bancários vítimas de assaltos em agência

Publicado em: 09/10/2018

O Tribunal Regional do Trabalho de Mato Grosso (TRT-MT) condenou o Banco do Brasil a indenizar em R$ 120 mil dois empregados da agência da região do Distrito Industrial, em Cuiabá, que foram assaltados duas vezes no local. A Justiça entendeu que faltou ao empregador promover medidas de segurança aos seus trabalhadores.

Foram dois assaltos em menos de um ano: o primeiro em maio de 2015 e o outro em abril de 2016. Nas duas ocasiões, os empregados da agência do Banco do Brasil da região do Distrito Industrial, em Cuiabá, foram surpreendidos por ladrões armados que invadiram o local antes do início do atendimento ao público. Todos foram feitos reféns e, num clima de tensão e medo, sofreram ameaças de morte pelos bandidos.

A ocorrência dos dois episódios violentos em um curto espaço de tempo levou o Sindicato dos Bancários de Mato Grosso a ajuizar uma ação na Justiça do Trabalho, pedindo a condenação do banco por omissão e negligência. Para o sindicato, faltou ao empregador promover medidas de segurança aos seus trabalhadores.

O banco, embora notificado, não compareceu à audiência realizada na 4ª Vara do Trabalho de Cuiabá e também não apresentou defesa, sendo ao final condenado, a pagar compensação por danos morais coletivos e individuais, além de honorários advocatícios. Pelos danos coletivos, foi fixado 200 mil reais e, pelos danos morais individuais, 10 mil reais para cada trabalhador.

A sentença foi alvo de recursos tanto do banco, argumentando, entre outros pontos, não ter culpa pelos assaltos, quanto do sindicato, requerendo o aumento do valor referente aos danos morais bem como do percentual de 5% de honorários advocatícios. Os pedidos foram julgados pela 1ª Turma do TRT de Mato Grosso.

Ao analisar o caso, o desembargador Edson Bueno, lembrou que a atuação em agência bancária expõe os empregados a risco de assalto muito superior aos demais ambientes de trabalho e, por isso, o Judiciário vem reconhecendo a aplicabilidade da teoria do risco.

De acordo com essa teoria, o responsável pela atividade deve reparar o dano causado em consequência da execução de serviço em seu benefício, independentemente de culpa, já que a atividade, por sua natureza, pode gerar riscos ou danos a terceiros.

Além disso, o desembargador não aceitou o argumento do banco de não teria tido nenhuma conduta ilícita quanto aos assaltos, por se tratarem de caso fortuito, escapando ao seu controle.

Conforme destacou o julgador, o dever do Estado de garantir segurança aos cidadãos (artigo 144 da Constituição Federal) não exclui a obrigação, igualmente constitucional, imposta aos empregadores de proporcionar um ambiente de trabalho seguro aos seus empregados (artigo 7º da CF).

“Caso contrário, seria possível, por exemplo, sustentar o absurdo de que as empresas também estariam dispensadas de qualquer compromisso com a salubridade na prestação dos serviços por seus trabalhadores, uma vez que, nos termos do artigo 196 da CF, a saúde também é um dever do estado”, explicou.

Também não concordou com a tese de caso fortuito por avaliar que não se trata de incidente a que estaria sujeito qualquer cidadão comum, uma vez que a ocorrência de assaltos às agências bancárias são eventos previsíveis. Tanto é fato que a Lei n. 7.102/83, que dispõe sobre segurança para estabelecimentos financeiros, estabelece a adoção de medidas com vistas a impedir esse delito.

O desembargador apontou ainda a existência da Lei 5.687/2013, editada pelo município de Cuiabá com o objetivo de dificultar atos criminosos nas agências, determinando a instalação de portas giratórias com detectores de metal, biombos nos caixas de atendimento e fachadas das agências com vidros blindados. Itens de segurança que o banco não comprovou ter adotado na agência do Distrito Industrial da Capital.

Assim, o relator avaliou que a instituição bancária foi omissa no seu dever de zelar pela saúde e segurança de seus trabalhadores, concluindo pela necessidade da reparação tanto do dano moral coletivo quanto individual, conforme havia sido reconhecida na sentença. A decisão foi acompanhada de forma unânime pelos demais membros da 1ª Turma do Tribunal.

Em relação aos valores, o desembargador entendeu necessárias alterações tanto na compensação do dano coletivo quanto no individual, sendo acompanhado também por unanimidade pela Turma.

Levando em conta critérios como a posição social e econômica das partes; o ambiente e os danos causados e, ainda, que o montante não pode ser elevado a ponto de enriquecer o ofendido nem tão mínima a ponto de não ser sentida pelo ofensor, reduziu o valor a título de dano moral coletivo para 100 mil reais, a ser revertido em prol da sociedade onde ocorreu o dano.

Por outro lado, considerando essas mesmas balizas e os casos semelhantes julgados no Tribunal, e elevou a compensação pelo dano moral individual para 20 mil reais a ser pago a cada trabalhador.

Por fim, a Turma modificou o percentual referente aos honorários advocatícios devidos pelo banco ao sindicato de 5% para 15% sobre o valor da condenação.

Fonte: Olhar Direto

BB deve pagar R$ 30 mil em indenização à bancária por LER/DORT

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Em ação ajuizada pelo Sindicato dos Bancários e Trabalhadores do Ramo Financeiro de Rondônia (SEEB-RO), o Banco do Brasil foi condenado, no dia 2 de outubro de 2018, a pagar R$ 30 mil de indenização por danos morais a uma funcionária portadora de doença ocupacional (LER/DORT), ocasionada por tantos anos de trabalho em funções que exigiam esforços repetitivos, como digitação e contagem de cédulas.

A sentença é da Juíza do Trabalho Substituta Marcella Dias Araújo Freitas, da 8ª Vara do Trabalho de Porto Velho (TRT 14), que entendeu ser justa a indenização, pois leva em conta a natureza do bem jurídico ofendido (saúde da trabalhadora), com a intensidade do sofrimento causado a ela, e considerando a conduta danosa que refletiu negativamente na vida pessoal e profissional da bancária – que se viu prejudicada pela incapacidade para o trabalho – e a inércia do banco em minimizar os riscos no ambiente de trabalho.

“Concluiu a prova pericial que a autora é portadora de moléstia profissional, guardando nexo causal e concausal com as atividades executadas no banco reclamado na função de bancária. Portanto, com base em tais elementos, ao indagar qual foi o evento decisivo para o desencadeamento da doença que acometeu a reclamante, em análise ao conjunto probatório existente nos autos, o resultado não pode ser outro senão o de reconhecer que as prevenções de riscos ergonômicos realizadas pela empregadora não foram suficientes para evitar o respectivo surgimento da doença que a empregada obteve ao longo da atividade laboral, mais de dezessete anos, que, diga-se de passagem, é muito tempo em atividade intensa e repetitiva, devendo, assim, responder pelos danos causados a ela na medida de sua culpabilidade”, menciona a magistrada em sua sentença.

RESSARCIMENTO E PLANO DE SAÚDE

A bancária também conseguiu comprovar, na ação, que necessitava de acompanhamento médico, fisioterápico e medicamentoso, para evitar agravamento ou crises futuras, e que por isso faz jus ao recebimento dos gastos realizados, presentes e futuros, visto que a responsabilidade se limita ao fim da convalescença (recuperação da saúde dela), ainda mais que ela sequer foi dispensada do quadro do banco reclamado, estando com seu contrato de trabalho suspenso por afastamento previdenciário.

“Assim, deve o banco reclamado pagar as despesas médicas relacionadas às enfermidades da autora, que guardam nexo de causalidade com o trabalho, abrangendo inclusive cirurgia, fisioterapia e medicamentos que se fizerem necessários ate o fim da convalescença, o que for comprovadamente gasto. Portanto, julgo procedente o pedido da autora para condenar o reclamado a fornecer plano de saúde à autora (CASSI) com integral custeio pela empregadora, o que devera ocorrer ate a recuperação da sua saúde ou consolidação das lesões”, enfatiza a juíza.

A ação foi conduzida pelos advogados Castiel Ferreira de Paula e Kátia Pullig, do Escritório Fonseca & Assis Advogados Associados, que responde pela assessoria jurídica do Sindicato.

Processo Nº RTOrd-0001008-80 2017 5 14 0008

Fonte: Rondônia Dinâmica

BB e Caixa cortam 21,2 mil empregados em dois anos; demissões geram economia de R$ 2,5 bilhões

Publicado em: 04/10/2018

Bancos públicos diminuíram a folha de pagamento em 21,2 mil empregados nos últimos dois anos. O corte faz parte do esforço do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal em reduzir custos e tornar a estrutura mais parecida com a dos bancos privados. A saída dos empregados deve gerar economia de pelo menos R$ 2,5 bilhões por ano aos dois bancos.

Após operar com mais de 114 mil empregados no início da década, o BB que já foi símbolo de emprego estável começou a agir para reduzir o quadro de funcionários.

Ações como o incentivo à aposentadoria e mudança na estrutura de atendimento resultaram na saída de mais de 16 mil pessoas, sendo quase 12 mil apenas nos últimos dois anos, quando o quadro diminuiu em 10,9%. Na Caixa, um plano de demissão voluntária resultou na saída de 9,2 mil pessoas, queda de 9,7%.

Nesses dois anos, os concorrentes privados foram em sentido contrário. Juntos, Itaú Unibanco, Bradesco e Santander aumentaram a folha de pagamento em 11,3 mil empregados no mesmo período. Boa parte desse aumento se deve a aquisições, como a compra do HSBC pelo Bradesco.

Bancos públicos argumentam que a redução do quadro de funcionários é uma reação à transformação do setor. O BB diz que a medida busca “a sustentabilidade da empresa em um mercado em profunda transformação”.

A Caixa diz que o objetivo é “ajustar a estrutura ao cenário competitivo e econômico atual, buscando mais eficiência do banco”. Nesse esforço, sobrou até para o estagiário. No BB, o número despencou em 60% em dois anos com o desligamento de 2,8 mil estagiários. Na Caixa, o corte foi de 30%.

Lucro

A busca pela eficiência significa, na prática, aumentar o lucro. O BB estima que só o plano de aposentadoria incentivada, que teve adesão de 9,4 mil, gerou redução de custos em cerca de R$ 2,3 bilhões por ano. Na Caixa, onde 9,2 mil deixaram o banco, só a saída de 1,3 mil pessoas em 2018 gerará economia anual de R$ 248,5 milhões.

“Bancos privados já fizeram esse movimento e os públicos estão reagindo à concorrência”, diz o analista da consultoria Lopes Filho, João Augusto Salles, ao lembrar que o setor tem mudado radicalmente com o uso maciço dos canais eletrônicos. Salles nota ainda que o movimento responde a uma necessidade do principal acionista do BB e Caixa: o governo.

A presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro, Juvandia Moreira, diz que o enxugamento de pessoal tem gerado impacto no funcionamento dos bancos. “Gera sobrecarga para os empregados que ficaram e queda da qualidade do serviço ao cliente”, diz.

O ranking do Banco Central de reclamações é uma maneira de medir a qualidade do serviço bancário e, por esse critério, Caixa e BB pioraram. Em junho de 2016, a Caixa era o terceiro grande banco com mais reclamações e o Banco do Brasil ocupava a confortável sexta posição – era o melhor colocado entre os grandes.

Desde então, a Caixa chegou a liderar o ranking em alguns períodos e atualmente é o segundo pior avaliado. Já o BB passou de sexto a terceiro mais reclamado.

A insatisfação fica ainda clara com o detalhamento das reclamações recebidas pelo BC. Das 11,6 mil queixas do 2º trimestre contra a Caixa, mais de mil tratavam de “insatisfação com o atendimento prestado por agências”.

No caso do BB, das 8,7 mil reclamações no BC, 919 citavam o mesmo problema. Nos concorrentes privados, outros temas são os mais reclamados, como irregularidade em operações e oferta ou prestação de informação inadequada.

Caixa e BB

A Caixa diz que a posição do banco no ranking do BC não tem qualquer relação com o enxugamento da folha de pagamento ou o número de funcionários das agências.

Em nota, o banco informou que tem adotado ações que “visam aumentar a eficiência operacional, por meio da otimização e automação de processos internos, melhorias em sistemas e serviços e equalização da força de trabalho”.

O Banco do Brasil informou que “na maior parte dos períodos avaliados, ocupou posições melhores que seus principais pares no ranking do BC”. “O BB não ocupou em nenhum dos dois trimestres (de 2018) as primeiras posições, ficando apenas no terceiro lugar entre seus principais pares”, afirma a nota.

Fonte: Veja

BB investe em energia solar para abastecer agências e prevê economia de R$ 82 mi

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O Banco do Brasil e a EDP, uma das maiores empresas privadas do setor elétrico do mundo, assinam nesta quarta-feira, 03, contrato para a construção de sua primeira usina para captação de energia por meio da luz do Sol. Ela será instalada na cidade de Januária, norte do estado de Minas Gerais, em uma área de 150 mil metros quadrados e a previsão é de que comece a operar em 2019. A energia produzida será utilizada para abastecer 58 agências do Banco no estado mineiro.

A usina do BB contará com 15 mil painéis fotovoltaicos que totalizarão a capacidade instalada de 5 megawatts-pico (MWp). Essa energia produzida de forma limpa e 100% renovável irá gerar 11 GWh/ano, o que corresponde ao abastecimento de 4,5 mil residências com consumo médio de 2.400 kWh/ano. Levando em consideração o consumo anual proveniente de energia limpa, a região deixará de emitir mais de 1 mil toneladas de CO2, o equivalente ao plantio de mais de 7 mil árvores.

Nos próximos anos, a expectativa do BB é de construir outras duas usinas em Minas Gerais, além da expansão do modelo para os estados de Goiás, Distrito Federal, Pará, Maranhão e Bahia.
Além da relevância ambiental representada, o acordo reforça o compromisso do Banco do Brasil de busca constante pela melhoria de sua eficiência operacional. A energia obtida possibilitará ao BB reduzir em cerca de R$ 82 milhões em um período de 15 anos a sua conta de luz, o correspondente à economia de 58% na conta de energia dessas unidades.

Os recentes projetos de eficiência energética desenvolvidos pelo BB, como a entrada no mercado livre de energia e a substituição das lâmpadas de todas as dependências por equipamentos de LED, além dos ganhos financeiros com redução de despesas, trazem benefícios ambientais como a produção de energia renovável, redução de emissões de CO2 e promovem a diversificação da matriz energética brasileira.

Para Nilson Martiniano Moreira, diretor de suprimentos, infraestrutura e patrimônio do BB, a usina solar do BB irá reduzir o impacto ambiental das atividades do Banco e contribuir para a cultura do uso responsável de recursos naturais. “Projetos como esse reafirmam o compromisso do Banco na adoção de ações que envolvem todos os aspectos da sustentabilidade e de critérios socioambientais em seus processos, práticas e negócios”.

Fonte: Banco do Brasil

BB oferece antecipação de recebíveis pela internet

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Os desafios de um mercado competitivo têm levado as empresas brasileiras a buscarem cada vez mais facilidades que permitam ganhar tempo e aumentar a eficiência. Um fluxo de caixa equilibrado e instrumentos de crédito ágeis favorecem a tomada de decisão para aproveitar as oportunidades que esse mercado oferece.

Uma das alternativas para as empresas é buscar a antecipação de recebíveis de vendas a prazo. Essa dinâmica permite adiantar o recebimento de vendas a prazo e pode ser usada para os recebíveis das empresas, tais como cheques pré-datados, duplicatas e cartões de crédito.

Recursos como a antecipação de recebíveis têm dois estímulos importantes nesta época do ano. É quando as vendas costumam apresentar seu melhor desempenho, o que exige do empreendedor um reforço de caixa para que ele mantenha os estoques em bons níveis. Além disso, é preciso estar preparado para o pagamento do 13º salário dos funcionários, cuja primeira parcela tem de ser quitada até 30 de novembro e a segunda parte não pode passar de 20 de dezembro.

Clientes do Banco do Brasil não precisam ir a um a agência física para contratar esse tipo de serviço. De forma simples e rápida, o dinheiro pode ser liberado por meio do Gerenciador Financeiro, o Internet Banking do Banco do Brasil para a pessoa jurídica, em operações 100% digitais. A solução de internet é o caminho mais fácil para quem precisa antecipar os seus recebíveis. O produto, que conta com renovação automática, tem taxas mais atrativas entre as linhas de capital de giro.

No caso da Antecipação de Crédito ao Lojista (ACL), a empresa recebe imediatamente na conta corrente o valor das vendas feitas com cartão de crédito. Os clientes BB podem contratar o teto do ACL Digital, selecionar as faturas de cartão de crédito a serem antecipadas e solicitar a liberação do crédito diretamente no Gerenciador Financeiro. Ficou no passado a assinatura de documentos em papel e a necessidade de ir à agência formalizar a operação. Tudo simples, prático e digital. O cliente pode acompanhar pela internet os créditos repassados.

As vendas com duplicatas também contam agora com mais um facilitador. Os clientes do Banco do Brasil que possuem teto de desconto de títulos contratado podem consultar sua margem para antecipações, selecionar as duplicatas em cobranças a serem antecipadas, assinar eletronicamente o borderô de desconto e receber o crédito na conta. Tudo isso sem sair de sua empresa, diretamente no Gerenciador Financeiro.

Essa autonomia dá mais agilidade para o empresário, para decidir e concretizar as opções de gestão do fluxo de caixa de sua empresa.

Fonte: Valor Econômico

BB desenvolve Agrobot, aplicativo exclusivo destinado ao setor agrícola

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Detentor de um DNA empreendedor, o Banco do Brasil inova mais uma vez. O BB criou o Agrobot, um aplicativo exclusivo destinado ao setor agrícola que disponibiliza aos produtores rurais um consultor virtual inteligente para ajudá-los na gestão dos negócios. Pelo aplicativo, é possível, de forma rápida, segura e a qualquer hora, ter acesso a diversas informações, como plano financeiro, cotação do produto, tendências de mercado, produtividade por região, condições climáticas, notificações sobre a safra, linhas de custeio e até opções de culturas alternativas. Assim, os agricultores contam, sem custos, com um aliado para obter orientações sobre a melhor forma de administrar a sua produção.

Com o Agrobot, apresentado na 41ª Expointer, em Esteio (RS), em agosto, o Banco do Brasil estreita mais a sua relação com o agronegócio do país – segmento responsável por índices positivos da economia nacional, em meio à crise dos últimos anos –, fornecendo dados fundamentais para que os agricultores tomem decisões assertivas e obtenham, consequentemente, maior rentabilidade.

Tudo pensado pelo banco, que completa 210 anos em 2018, para oferecer conhecimentos mercadológicos que possam impactar positivamente no planejamento dos produtores.

O agronegócio representa cerca de 20% da atividade econômica brasileira. De acordo com dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, divulgados em julho último, o PIB (Produto Interno Bruto) do agronegócio deverá crescer 3,4% este ano. Índice menor se comparado ao de 2017 (7,6% graças, principalmente, à safra recorde de soja e milho), mas ainda assim acima da alta prevista para o PIB geral em 2018, de 1,5%, segundo a última pesquisa Focus, do Banco Central. Desta forma, com o Agrobot, o Banco do Brasil inova para ajudar a incrementar os resultados não só do setor, mas da economia como um todo.

Fonte: Agronovas

MP e sociedade conseguem retorno do serviço do BB em Itapetim

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Depois de quase dois anos funcionando sem realizar operações com dinheiro em espécie, o Banco do Brasil de Itapetim, no Sertão do Pajeú, vai voltar a oferecer o serviço aos correntistas. A ação foi resultado de uma série de reuniões promovidas pela Promotoria de Justiça local, com a participação da Prefeitura, Polícia Militar, gerente do Banco do Brasil e a população de Itapetim.

Em audiência pública, os presentes decidiram por manter a agência funcionando apenas com dinheiro em circulação no município, ou seja, sem a realização do transportes de grandes valores por meio de carros-forte. A alternativa é considerada pela promotora de Justiça Lorena de Medeiros Santos um meio-termo entre a proposta defendida pelo banco, que era a realização de pagamentos apenas por meio de cartão de débito, e o funcionamento da agência nos moldes tradicionais.

“A opção de realizar os pagamentos somente por meios eletrônicos foi descartada pela população, porque é algo que ainda não está na cultura das pessoas e em razão de haver custos para os comerciantes aceitarem o cartão de débito. Já o banco alegou que não havia segurança para voltar à operação padrão”, explicou a promotora de Justiça.

Em atendimento às solicitações do Banco do Brasil, o município implantou o Conselho Municipal de Segurança Pública e a Polícia Militar providenciou reforço no efetivo que atende a cidade. “Essa medida é positiva para a população como um todo; para os clientes, deixa de haver a necessidade de se deslocar 18 quilômetros, até São José do Egito, para sacar dinheiro; e para os comerciantes, o movimento deverá ter uma melhora, já que os compradores poderão realizar suas compras na própria cidade”, complementou Lorena Santos.

Fonte: Ministério Público de Pernambuco

R$ 7 bilhões: vendas de consórcios atingem recorde histórico no BB

Publicado em: 27/09/2018

O BB atingiu patamar histórico com a venda de mais de R$ 7 bilhões durante os primeiros oito meses do ano de 2018. O volume representa 81% de todo o montante negociado pela modalidade durante todo o ano passado – com crescimento de 21% sobre o mesmo período de 2017 e de 26% na comparação com mesmo período de 2016. O BB havia fechado o primeiro semestre de 2018 com R$ 5 bilhões em vendas. Ou seja, nos dois primeiros meses do segundo semestre deste ano, já foram vendidos mais R$ 2 bilhões.

O tripé que permitiu este crescimento no Banco foi:
i. o foco estratégico e aproveitamento de oportunidade de vendas, observando comportamento de clientes na busca por planejamento financeiros que o produto consórcio oferece;
ii. vendas em novos canais alternativos (como aplicativo para celular, por exemplo)
iii. e atração de novos públicos a partir de reformulação e desenvolvimento de novos produtos para segmentos específicos, como clientes alta renda ou produtores rurais.

Inovação no DNA de consórcios do BB

Este patamar é recorde histórico absoluto na BB Consórcios, desde a criação desta alternativa financeiro na década de 1960, por funcionários do próprio Banco do Brasil. De acordo com a Abac www.abac.org.br/o-consorcio/historia, associação do setor, com a instalação da indústria automobilística no país e sem oferta de crédito direto ao consumidor na época, funcionários do Banco tiveram a ideia de formar um grupo para constituir fundo para aquisição de carros. “O consórcio reforça o posicionamento histórico de inovação do Banco do Brasil. Quando se fala em inovação, muito se imagina sobre ‘acompanhar o mundo em transformação’. Mas, historicamente, assumimos outro papel, o de protagonistas, com o BB como agente ativo da transformação do mundo. Esse é um diferencial importante em um ambiente de concorrência acirrada”, afirma Paulo Ivan Rabelo, diretor comercial da BB Consórcios.

Ele ressalta que a inovação é constante neste segmento e que o BB é o único banco no país a oferecer a opção de comercialização de consórcios via App, cujas vendas já superam a marca de R$ 1,4 bilhão desde o lançamento, em maio do ano passado. Paulo Ivan atribui o sucesso de consórcios do BB a outras características: “é um produto que ainda traz atributos bastante atuais de educação financeira e de economia compartilhada, importantes para apresentação do consórcio como opção financeira para planejamento de compras e realização de desejos, seja um bem móvel, imóvel ou serviços, como uma viagem, por exemplo”, explica.

Grandes números

Entre os produtos preferidos dos consorciados, estão as cotas para a aquisição de automóveis. Os grupos para veículos responderam por R$ 4,1 bilhões de todo o volume faturado no período. Os imóveis aparecem em 2º lugar, com R$ 1,4 bilhão, seguidos pelo segmento de motocicletas (R$ 1,2 bilhão).

Relação das principais vendas de consórcios em 2018:

– Automóveis: R$ 4,1 bilhões
– Imóveis: R$ 1,4 bilhão
– Moto: R$ 1,2 bilhão
– Trator e Caminhão: R$ 307 milhões
– Serviços: R$ 108 milhões
– Outros Bens Móveis: R$ 45 milhões

Fonte: Banco do Brasil

Banco do Brasil zera taxa para investir em Tesouro Direto e previdência

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O Banco do Brasil anunciou nesta quinta-feira (20) que zerou a taxa de custódia para investir no Tesouro Direto e em papéis de renda fixa, como CRIs, CRAs e debêntures. O BB segue o efeito manada: é o quarto grande banco a isentar essa taxa, depois do Bradesco, do Itaú e do Santander. As instituições financeiras seguem um movimento que começou com as corretoras independentes.

O BB também zerou a taxa de carregamento dos planos de previdência privada. As novas condições valem a partir desta sexta-feira (21), para todos os clientes.

Segundo o banco, as medidas servem para “alinhar os custos desses produtos à nova prática de mercado e fortalecer o posicionamento junto aos clientes investidores”.

Antes, o BB cobrava taxa de custódia de 0,5% ao ano no Tesouro Direto e de 15 reais por mês nos papéis de renda fixa. A taxa de carregamento nos planos de previdência variava entre 0,5% e 5%.

Fonte: Exame.com

Justiça reverte decisão sobre incorporação de comissões a funcionários do BB

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Em 20/09/2018 foi proferida sentença no processo movido pela Contraf e Federações contra o Banco do Brasil (0000695-06.2017.5.10.0017), onde se pleiteia a incorporação das comissões/gratificações recebidas por 10 anos ou mais por empregados que foram afetados pelo processo de reestruturação iniciado em novembro de 2016.

Em setembro de 2017 foi concedida tutela de urgência, determinando a incorporação da média dos últimos dez anos e o Banco do Brasil tinha prazo até início de dezembro de 2017 para cumprir a decisão liminar. O banco, em parcial cumprimento à tutela de urgência, implementou a referida verba no contracheque de aproximadamente 580 bancários, sob a rubrica 480.

Houve audiência de instrução em agosto de 2018 e a sentença foi proferida agora em setembro. O juiz resolveu extinguir o processo sem julgamento de mérito, uma vez que entendeu que não se trata de direito individual homogêneo e, portanto, não seria o caso de ação coletiva. Nesse sentido, cassou a tutela de urgência em vigência desde setembro de 2017, que tinha prazo a ser cumprida a partir de dezembro de 2017.

A sentença proferida é frágil em sua fundamentação, uma vez que há inúmeras decisões em sentido contrário já proferidas pelo Tribunal Superior do Trabalho.

QUAIS AS CONSEQUÊNCIAS DESSA DECISÃO?

De pronto, face à cassação da tutela de urgência, as verbas que foram implementadas no contracheque dos bancários, sob a rubrica 480, deixarão de ser pagas no próximo contracheque.

E OS VALORES PAGOS ATÉ AGORA? SERÃO COBRADOS PELO BANCO?

Possivelmente, sim. Em casos semelhantes o banco tem notificado seus funcionários, indicando que haverá o desconto e, normalmente, possibilidade a devolução parceladamente. No entanto, da sentença proferida cabe recurso ordinário para o Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região. Contraf e Federações recorrerão da decisão, assim que for proferida decisão pelo próprio juiz de primeiro grau acerca de pedido já formulado e protocolizado pela Confraf e Federações, via embargos de declaração, acerca da modulação dessa decisão, ou seja, sobre pedido de pronunciamento judicial acerca da impossibilidade da devolução dos valores pagos até agora. O pedido é no sentido da não devolução ou de possibilidade de cobrança apenas quando o processo transitar em julgado, ou seja, quando estiver finalizado em definitivo.

Fonte: Sindicato dos Bancários de Rondônia

BB reabre agência em Itapetim quase dois anos após ação criminosa

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O Banco do Brasil reabre suas portas hoje em Itapetim depois de meses fechado por conta da última ação criminosa em novembro de 2016. A agência estará inicialmente apenas com os caixas eletrônicos normalizados para saque e depósito. De toda forma, um alento para quem dependia de agências em outras cidades.

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Na última ação, criminosos quebraram as portas do banco e tentaram explodir um caixa eletrônico, deixando o equipamento danificado. A PM informou que ainda atiraram no prédio da Delegacia de Polícia Civil do Município. Pelo menos dez homens participaram da ação e fugiram em cinco motocicletas e três carros.

Em julho deste ano, a criação do Conselho de Segurança Pública, uma das condições que a instituição financeira exigia para análise da viabilidade de reabertura da agência do Banco do Brasil, foi efetivada.

O MP, através da promotora Lorena de Medeiros Santos destacou a necessidade da reabertura de todos os serviços da agência bancária, pelas dificuldades que os moradores de Itapetim, especialmente os idosos, enfrentam em se locomoverem até São José do Egito para efetivar saques, entre outras necessidades.

O comércio da cidade também foi muito prejudicado. Prefeitura, Câmara polícias e outros setores da sociedade também se envolveram na busca de condições para a reabertura da agência. Foram quase dois anos de espera.

Fonte: Portal Nill Júnior

BB, Cielo e Bradesco fecham acordo no Cade e pagarão multa de R$ 33,8 mi

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O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) homologou nesta quarta-feira (19) três Termos de Compromisso de Cessação (TCCs) com a Cielo, Bradesco e Banco do Brasil. O acordo prevê o pagamento de R$ 33,8 milhões de multa.

Procurados pelo G1, o Bradesco e a Cielo informaram que não vão comentar o assunto. Por meio de nota, o Banco do Brasil disse que prestou todos os esclarecimentos ao Cade e reafirmou “compromisso com a promoção da livre concorrência” e as “melhores práticas de mercado”.

Com o TCC, as empresas se comprometem a encerrar as ações que estavam sendo investigadas pelo Cade. O conselho apurava práticas anticompetitivas praticadas pela Cielo e por seus controladores – Bradesco e Banco do Brasil – no mercado de cartão de crédito.

A multa de maior valor será paga pela credenciadora de cartão de crédito Cielo, mais de R$ 29,7 milhões. O Bradesco pagará R$ 2,236 milhões e o Banco do Brasil R$ 1,945 milhão.

Entre as condutas que estavam sendo investigadas estavam práticas de discriminação e recusa na contratação de operações de crédito que tinham como garantia operações feitas em máquinas dos concorrentes da Cielo. Segundo o Cade, essas práticas tinham potencial de prejudicar a concorrência no mercado de credenciamento de máquinas de cartão de crédito.

O inquérito administrativo que analisa os possíveis crimes contra a concorrência foi instaurado em março de 2016. As condutas se referem a questões como antecipação de recebíveis; mecanismo de trava de domicílio bancário; práticas de retaliação e venda casada; discriminação da cobrança de tarifas de trava bancária; e contratos de incentivo.

Em julho, o Itaú e RedeCard assinaram um TCC e pagaram multa de R$ 21 milhões.

Fonte: Portal G1

BB e suas coligadas firmam compromisso com a Iniciativa Empresarial pela Igualdade

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O Banco do Brasil e a #Iniciativa Empresarial pela Igualdade anunciam na manhã desta sexta-feira (21), na sede da Faculdade Zumbi dos Palmares, em São Paulo, acordo em que a instituição e suas empresas coligadas assumem os “10 Compromissos das Empresas com a Promoção da Igualdade Racial”.

Também serão signatárias do compromisso as entidades ligadas ao Banco do Brasil. Farão parte da Iniciativa a BB Consórcios, Ativos S.A, BB Tecnologia e Serviços, Movera, Elo Participações (EloPar), BB Mapfre, BB Seguros e a Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil (Previ).

Formado por 40 das maiores empresas do país, o projeto #Iniciativa Empresarial pela Igualdade trabalha pela inclusão étnica-racial em uma plataforma de articulação entre empresas comprometidas em buscar desempenho ainda mais significativo na abordagem do tema.

O projeto constitui em espaço de diálogo do empresariado brasileiro em torno dos seus compromissos com a inclusão, promoção e valorização da diversidade étnica e racial. A iniciativa é desenvolvida e liderada pela ONG Afrobras e pela Faculdade Zumbi dos Palmares, em parceria com a iniciativa privada.

“O objetivo da parceria é promover a equidade e a pluralidade, compartilhar desafios e aprendizados na promoção da diversidade e da inclusão étnico-racial, com foco na população negra. Expressa nosso compromisso com a valorização da diversidade, relações pautadas pela ética e a construção de ambientes e relacionamentos inclusivos e, por isso, criativos e inovadores”, diz Raphael Vicente, coordenador da Iniciativa Empresarial pela Igualdade.

“A questão da diversidade racial está diretamente ligada às atitudes que temos defendido para promover um ambiente de pluralidade, de respeito e inclusão”, diz o presidente do BB, Paulo Caffarelli. A adesão do BB à iniciativa, avalia Caffarelli, complementa outras articulações que o Banco vem buscando em prol da diversidade e igualdade racial.

“As empresas em geral, incluindo os bancos, têm fortes expectativas para evoluir nesses temas, uma vez que o sucesso e a sustentabilidade dos negócios dependem, cada vez mais, do compromisso social da empresa com seus públicos de interesse”, enfatiza.

Compromissos

Com a adesão, o Banco reforça o compromisso de promover a igualdade étnico-racial internamente e no relacionamento com seus diferentes públicos de interesse. A carta-compromisso prevê ainda iniciativas do BB para sensibilizar e educar para o respeito e a promoção da diversidade racial no planejamento de produtos, serviços e atendimento aos clientes e a promoção de ações de desenvolvimento profissional com foco na igualdade racial no acesso a oportunidades de trabalho e renda.

Além da adesão ao Compromisso, o BB e suas entidades ligadas comprometeram-se a apoiar a Afrobras e a Faculdade Zumbi dos Palmares por meio da contratação de aprendizes e estagiários por meio da entidade ligada à causa pela igualdade (Diversity Talentos) e a realização de evento “Trip Transformadores”, com a participação de personalidade negra, para compor a Virada da Consciência.

Noutra frente, a Universidade Corporativa Banco do Brasil (UniBB) vai compartilhar conteúdo do seu acervo com a Faculdade Zumbi dos Palmares. A Fundação Banco do Brasil (FBB) vai disponibilizar o conteúdo do Projeto Memória para a Faculdade Zumbi dos Palmares. O voluntariado do BB também participa da iniciativa com campanha para a divulgação da temática e identificação de interesse na elaboração de conteúdos para relações étnicos raciais por esse público.

Fonte: Ceert

Para BB, uso de banco para fomentar crédito tem de respeitar regras

Publicado em: 20/09/2018

Uma hipotética utilização dos bancos públicos para fomentar o crescimento do crédito no Brasil depende de como essa estratégia seria estruturada, afirmou nesta terça-feira o gerente-geral de relações com investidores do Banco do Brasil, Daniel Maria. A proposta faz parte do plano de governo do candidato do PT à presidência, Fernando Haddad.

Segundo o executivo, é difícil comentar a proposta sem detalhes, mas qualquer implementação depende de uma decisão do próprio banco e também do Banco Central (BC), além de respeitar a governança da instituição. “O banco tem de ver como seria estruturado isso. E eu imagino que qualquer movimento dessa natureza tem um racional de mercado, como você faz a remuneração, a redução da tributação e como funcionariam esses aspectos. É difícil falar sobre alguma coisa que você ainda não tem informações a respeito”, disse ao Valor após participar de reunião Apimec com investidores, no Rio.

Segundo o plano de governo do PT, o aprofundamento da competição bancária deverá ser estimulada pelos bancos públicos – além do Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal (CEF) e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) – e pela difusão de novas instituições de poupança e crédito. O PT também propõe a adoção de uma tributação progressiva sobre os bancos, com alíquotas reduzidas para os que oferecerem crédito a custo menor e com prazos mais longos.

O executivo do BB afirmou que na implementação de qualquer discussão, há a discussão com o acionista majoritário, mas a lógica do negócio precisa ser analisada, além da governança corporativa da instituição ser preservada. “Até mesmo porque você está sujeito às regras prudenciais do Banco Central, que são muito bem definidas. O Banco Central foi um dos primeiros bancos a implementar a Basilieia 3, isso começou em 2003. E a tecnocracia do Banco central desenhou um modelo de forma a gerar um controle de capital e um controle sobre os bancos bastante estrito”, continuou.

Segundo Daniel Maria, o Banco do Brasil tem uma visão de negócios mais longa que a duração do mandato do próximo governo federal e a execução de seu plano estratégico ocorrerá independentemente de quem ganhar as próximas eleições. “Certamente o presidente [da República] é uma peça importante, mas o plano acontece independentemente do presidente ou do governo”, afirmou o executivo em reunião Apimec com investidores, no Rio. Ele lembrou que o governo é o controlador mas há uma “diversidade de acionistas”. “O banco tem os minoritários e tem uma responsabilidade com este grupo”, garantiu.

Maria afirmou ainda que a administração dos custos do banco e da base de clientes, além da gestão da carteira de crédito são fatores que independem do novo governante do país. “No banco, estamos acostumados com ciclos e mudanças de governo e temos um visão estratégica bem mais longa que o período de um governo”, afirmou, destacando a importância da estrutura de governança corporativa do Banco do Brasil.

O executivo afirmou que o fechamento de agências tradicionais do Banco do Brasil tem sido compensado por abertura de unidades especializadas, que em alguns casos representam custos menores para a instituição. Desde 2016, foram encerradas cerca de 700 agências, com a abertura de 400 especializadas, afirmou. “O banco está mudando o perfil de atendimento ao cliente”, disse em reunião Apimec com investidores nesta terça-feira, no Rio. Atualmente, 57% das transações do BB são realizadas pelo celular, 19% pela internet e 10% em terminais de autoatendimento.

Os custos de segurança de uma agência tradicional, por exemplo, são representativos, segundo o executivo. Em alguns dos novos modelos mais compactos não há o uso de dinheiro, o que elimina a necessidade do nível de segurança de uma agência tradicional. “O modelo brasileiro sempre foi muito associado a vinculação do cliente a determinada agência. Com a tecnologia, você pode ter condições de ser atendido em qualquer agência”, disse.

Durante a apresentação, os executivos do banco reforçaram o entendimento do presidente do BB, Paulo Caffarelli, de que a evolução do ROE (retorno sobre patrimônio líquido) na busca por uma rentabilidade mais próxima dos pares privados é um dos objetivos estratégicos do banco. “Temos focado em melhor alocação do capital, priorizando um melhor retorno, diversificando receitas e ampliando a prestação de serviços, além de um rigoroso controle de despesas administrativas”, disse Maria.

Fonte: Valor Econômico

Plano estratégico do BB não depende de novo governo, diz executivo

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O Banco do Brasil tem uma visão de negócios mais longa que a duração do mandato do próximo governo federal e a execução do plano estratégico ocorrerá independentemente de quem ganhar as próximas eleições, disse ontem o gerente-geral de relações com investidores do banco Daniel Maria. “Certamente o presidente [da República] é uma peça importante, mas o plano acontece independentemente do presidente ou do governo”, afirmou o executivo em reunião da Apimec com investidores no Rio. Ele lembrou que o governo é o controlador, mas há uma “diversidade de acionistas”. “O banco tem os minoritários e tem uma responsabilidade com este grupo”, disse.

Maria afirmou ainda que a administração dos custos e da base de clientes, além da gestão da carteira de crédito são fatores que independem do novo governante do país. “No banco, estamos acostumados com ciclos e mudanças de governo e temos uma visão estratégica bem mais longa que o período de um governo”, afirmou, destacando a importância da estrutura de governança corporativa.

Segundo ele, uma potencial utilização dos bancos públicos para fomentar o crescimento do crédito no país depende de como seria estruturada. A proposta faz parte do plano de governo do candidato do PT à presidência, Fernando Haddad. Para Maria, é difícil comentar a proposta sem detalhes, mas qualquer implementação depende de uma decisão do próprio banco e também do Banco Central (BC), além de respeitar a governança da instituição.

“O banco tem de ver como seria estruturado isso. E eu imagino que qualquer movimento dessa natureza tem um racional de mercado, como você faz a remuneração, a redução da tributação e como funcionariam esses aspectos. É difícil falar sobre alguma coisa que você ainda não tem informações a respeito”, disse ao Valor.

Segundo o plano de governo do PT, o aprofundamento da competição bancária deverá ser estimulada pelos bancos públicos – além do BB, a Caixa Econômica Federal e o BNDES – e pela difusão de novas instituições de poupança e crédito. O PT propõe a adoção de tributação progressiva sobre os bancos, com alíquotas reduzidas para os que oferecerem crédito a custo menor e prazos mais longos.

O executivo do BB afirmou que na implementação de qualquer plataforma, há a discussão com o acionista majoritário, mas a lógica do negócio precisa ser analisada e a governança deve ser preservada. “Até mesmo porque você está sujeito às regras prudenciais do Banco Central, que são muito bem definidas. O Banco Central foi um dos primeiros bancos a implementar a Basileia 3, isso começou em 2003. E a tecnocracia do Banco Central desenhou um modelo de forma a gerar um controle de capital e um controle sobre os bancos bastante estrito”, continuou.

Durante a apresentação, os executivos do banco reforçaram o entendimento do presidente Paulo Caffarelli de que a evolução do ROE (retorno sobre patrimônio líquido) é um dos objetivos estratégicos do banco, no sentido de buscar uma rentabilidade mais próxima dos pares privados. “Temos focado em melhor alocação do capital, priorizando um melhor retorno, diversificando receitas e ampliando a prestação de serviços, além de um rigoroso controle de despesas administrativas”, disse.

Fonte: Valor Econômico

Banco do Brasil pode recomprar mais títulos no exterior este ano

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O Banco do Brasil SA, maior banco da América Latina em ativos, está decidindo se vai recomprar antecipadamente mais títulos de sua dívida externa neste ano, de acordo com o diretor financeiro, Bernardo Rothe. Com R$ 55,6 bilhões em caixa, 18 porcento a mais do que no final do ano passado, o banco tem liquidez e capital não-core em excesso, disse Rothe em entrevista no escritório da Bloomberg em São Paulo. Um resgate antecipado de títulos perpétuos poderia ajudar a reduzir esses números, disse ele.

Os principais candidatos para uma possível recompra são os bônus perpétuos do banco, com cupom de 9 porcento e 9,25 porcento, dependendo das condições do mercado, disse Rothe, acrescentando que o banco também pode fazer uma oferta pelos perpétuos com cupom de 8,5 porcento, mas somente se os preços caírem bem abaixo do par. O Banco do Brasil tem uma opção de resgate antecipado que vence a partir de outubro de 2020 para comprar ao par o perpétuo de cupom de 8,5 porcento e provavelmente irá exercê-la, então não faz sentido pagar mais do que isso agora, disse Rothe.

Uma oferta pública no início deste ano resultou em recompras totais de US$ 700 milhões em valor de face de duas notas perpétuas.

O Banco do Brasil quer resgatar todos os US$ 898,5 milhões restantes de seu bônus perpétuo de US$ 1,5 bilhão, com cupom de 8,5 porcento, porque ele “não vai mais ser capital, vai ser um título sênior muito caro”, disse Rothe.

Esse título perpétuo foi emitido em outubro de 2009. Ele paga agora 8,5 porcento ao ano, mas a partir de outubro de 2020 pagará o rendimento dos títulos do Tesouro dos EUA de 10 anos mais 778,2 pontos base. Isso totalizaria cerca de 10,7 porcento com base no rendimento atual do título do Tesouro dos EUA.

“Temos excesso de capital –mais capital total do que qualquer outro banco no Brasil– e portanto podemos reduzir o capital nível 2 e o capital não-core nível 1 ao mesmo tempo que aumentamos o capital principal nível 1”, disse Rothe, acrescentando que “uma recompra está sempre na mesa” como uma maneira lucrativa de usar o excesso de caixa em condições difíceis de mercado.

Fonte: Portal UOL

Contratação de crédito rural no BB soma R$ 18,2 bi no 1º bimestre de 2018/19

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A contratação de crédito rural pelo Banco do Brasil (BB) em operações de custeio, comercialização, investimento e industrialização na safra 2018/2019 atingiu R$ 18,2 bilhões no primeiro bimestre de 2018/2019. O volume representa alta de 48% sobre o total de R$ 12,3 bilhões negociado entre julho e agosto de 2017/2018 e supera, porcentualmente, o avanço de 41% na tomada de crédito agrícola em todo o sistema financeiro, na mesma base de comparação, que atingiu R$ 40,4 bilhões.

Ao Broadcast Agro, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, o vice-presidente de Agronegócios do BB, Tarcísio Hübner, atribuiu a alta na demanda por crédito ao atraso na compra de insumos causado pela polêmica tabela de fretes rodoviários, o que represou também financiamentos. Outro fator é o momento positivo para as commodities, principalmente a soja. “Houve atraso (na aquisição) de insumos e adubo por causa da questão do frete. Além disso, o ambiente é favorável, com preços bons e uma disposição grande de produtores em busca da melhor tecnologia possível”, afirmou o executivo.

Para Hübner, por concentrar o plantio na safra de verão, a soja continua sendo a commodity que mais demanda crédito rural, “mas a pecuária também tem puxado bem” os negócios, explicou. Os financiamentos com linhas de crédito sem a utilização de recursos oficiais, subsidiados pelo governo, se mantêm firmes na atual safra. Essas linhas tiveram reduções nas taxas após a série de quedas na taxa básica de juros, a Selic, utilizada pelas instituições financeiras para captar recursos.

De acordo com o vice-presidente de Agronegócios do BB, financiamentos com recursos oriundos das Letras de Crédito do Agronegócio (LCAs) continuam em crescimento entre as linhas de crédito sem o suporte público. O BB pretende conceder para a safra 2018/2019 um total de R$ 103 bilhões em crédito rural, alta de 21% sobre a safra passada. “A alta porcentual nesse primeiro bimestre ocorre por alguns fatores e porque é pico das contratações, com procura maior. Mas não é garantido que essa será a linha nos próximos meses”, afirmou Hübner. “Se necessário, com um patamar de juros mais baixo, haverá mais funding ao produtor.”

Do total previsto para ser liberado pelo BB em 2018/2019, R$ 11,5 bilhões são destinados para empresas da cadeia do agronegócio e R$ 91,5 bilhões em crédito rural a produtores e cooperativas, dos quais R$ 72,8 bilhões são para operações de custeio e comercialização e R$ 18,7 bilhões para créditos de investimento agropecuário.

Fonte: Estadão Conteúdo

Sindicato acompanha mudanças nas agências varejo do BB

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O Sindicato se reuniu na quinta-feira 13 com o Banco do Brasil para discutir seu novo modelo da carteira-varejo, o carteirão, como é conhecido. Segundo a proposta do BB, os cerca de 720 mil clientes do carteirão vão passar para a Unidade de Negócio Varejo (UNV), escritório digital com sede em Brasília. O UNV já vem incorporando algumas praças, como Curitiba, Ribeirão Preto, Joinville e Belém, sendo São Paulo e Brasília as próximas.

De acordo com este novo desenho proposto pelo banco, a UNV ficará responsável pela “meta negocial” relacionada a estas carteiras – o que inclui venda de seguros e capitalização, por exemplo. Com a mudança, tais metas deixariam de impactar no sistema de cobrança e avaliação dos funcionários e agências, que ficariam focados exclusivamente no atendimento ao cliente.

O Sindicato cobrou, então, que não houvesse perda de cargos. A Superintendência São Paulo Capital e a UNV garantiram que não serão cortadas comissões neste novo modelo, inclusive haveria a possibilidade de aumentar o número de comissionados. O banco explicou que os gerentes varejo virarão gerentes de atendimento, e os salários serão mantidos. O Banco do Brasil vem fazendo uma série de workshops para explicar o modelo que está sendo implementado, e o Sindicato vai continuar acompanhando.

Gerente PAA

Sobre a informação de que o gerente PAA assumiria um trabalho volante, podendo circular por diferentes localidades, o banco desmentiu esta possibilidade e garantiu que isto não ocorrerá.

“Nós temos que avaliar este processo, pois é tudo muito novo. Mesmo assim iremos continuar acompanhando de perto, pois não vamos aceitar qualquer mudança nos bancos públicos que prejudiquem o trabalho bancário e o atendimento à população. Por isso é fundamental que cada funcionário do BB entre em contato com o Sindicato caso observe alguma arbitrariedade, ou mesmo em caso de dúvidas relativas à implementação deste novo formato”, afirmou a presidenta do Sindicato Ivone Silva.

Outra preocupação do Sindicato é com um possível aumento de fluxo de trabalho na Central de Atendimento (CABB), já que o contato telefônico com o cliente de varejo não será mais realizado pelas agências. O BB explicou que as centrais que dividirão esta tarefa com a UNV estão sediadas em outras bases, o que não impactaria na Central de Atendimento de São Paulo, onde já há sobrecarga de trabalho devido à falta de funcionários.

O Sindicato aproveitou a reunião para reivindicar a solução para a falta de funcionários, uma vez que faltam 304 escrituários só na cidade de São Paulo, onde há 230 agências e 50 PAAs. O banco reconheceu o déficit de escriturários e de funcionários na CABB, mas alegou que não será aberto a curto prazo devido a restrições impostas pela legislação eleitoral.

“De todo modo, continuaremos fazendo atividades por mais contratações para que o bancário ou a agência não sejam alvo de penalização de atendimento devido a desfalques no quadro de pessoal. Nossa maior preocupação é com o funcionário”, defendeu João Fukunaga, secretário de Assuntos Jurídicos do Sindicato.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

BB inicia reforma da agência de Buritis que deve terminar em janeiro

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Prestes a completar dois anos do assalto e explosão da agência do Banco do Brasil em Buritis, Minas Gerais, a instituição deu início à reforma do prédio. De acordo com o gerente Fausto César Santiago, a previsão de conclusão das obras e reabertura da agência é para janeiro de 2019.

“A reestruturação do prédio foi iniciada em 10 setembro com previsão de término em 4 meses”, informou o gerente. “Hoje além dos Correios, nosso clientes podem fazer saques, depósitos, pagamentos e outros serviços em 5 correspondentes bancários na cidade” acrescentou.

Os pontos de atendimento mencionados pelo gerente são Drogaria Popular, Isis Copiadora e Correios. Em breve a Drogaria Sagrada Família e a Loja Leopoldinense também serão incluídos na lista. Fausto destacou que os correspondentes manterão seus atendimentos após a reabertura da agência, assessorando os serviços prestados.

Atualmente o atendimento do Banco do Brasil está sendo realizado em um espaço provisório localizado entre as avenidas Minas Gerais e Bandeirantes.

Fonte: Portal Mais Buritis

BB e Bradesco são condenados pela Justiça de Goiás por má serviço

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O Bradesco S/A e o Banco do Brasil foram condenados a pagar R$ 1 milhão cada um a título de dano moral coletivo devido a má prestação de serviço em Catalão. A decisão é do juiz da 2ª Vara da comarca local, Marcus Vinícius Ayres Barreto. Contra as instituições bancárias foram propostas duas ações civis públicas separadamente pelo Programa de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) de Catalão com o propósito de obrigar a instituição bancária a cumprir o dever de assegurar a qualidade do serviço oferecido aos usuários.

Segundo consta dos autos dos dois processos, os bancos violaram as regras estabelecidas na Lei Municipal 2.624/2009, que estipula o tempo máximo de espera na fila pelos consumidores dos serviços bancários. Narra ainda que o Procon impôs sucessivas autuações aos bancos e diversas ações de indenização foram propostas por usuários na comarca e região. As defesas do Bradesco e do Banco do Brasil alegaram, porém, que cumprem as regras estabelecidas pela Lei Municipal nº 2.624/2009, considerando pontuais os atrasos nos atendimentos cujas consequências já formam minimizadas. Argumentaram ainda não haver dano moral coletivo, pois, o número de pessoas é imcompatível e requereu o indeferimento.

O juiz Marcus Vinícius destacou que não pairam dúvidas sobre os vícios de qualidade nos serviços prestados pelo Bradesco, como atentam os autos de infração lavrados pelo Procon, concluindo que ficou comprovado o descumprimento da Lei Municipal em relação aos limites máximos razoáveis de tempo para que os atendimentos em agências bancárias fossem considerados adequados.

Para o magistrado, nos dois processos, o dano moral coletivo deve ser reparado, pois, há a violação dos direitos dos consumidores ao serviço público adequado e eficaz, somados ao desassossego social advindo dos inevitáveis constrangimentos e desconfortos inerentes à excessiva demora no atendimento aos consumidores, que chegam a ficar até duas horas em pé nas filas bancárias.

Marcus Vinícius considerou adequado o valor de R$1 milhão para cada banco, valor, segundo ele, compatível com o grau de culpa, com os reflexos da conduta geradora de potencial à dignidade dos usuários pela prática abusiva. “Para a fixação do quantum há de se utilizar os critérios de proporcionalidade e razoabilidade, com prudência e firmeza a fim de coibir recidivas, não podendo ser exarcebado a ponto de converter-se em fonte de enriquecimentou ou ruína, nem ínfimo que o torne ineficaz”, ponderou o magistrado. O montante estipulado para cada banco será revertido ao Fundo Municipal de Defesa do Consumidor.

Fonte: Diário de Goiás

BB confirma WMcCann e Lew’Lara\TBWA como novas agências de publicidade

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A concorrência do Banco do Brasil para publicidade chegou ao seu final. A verba anual de R$ 500 milhões será administrada pelas agências Lew’Lara\TBWA e WMcCann. A comissão de licitação do BB rejeitou os recursos impetrados pela Master e NBS e não há mais a hipótese de um novo apelo.

No final de agosto, as agências ingressaram com um recurso administrativo junto à Comissão Especial de Licitação. O objetivo era reverter o resultado, provando que as suas propostas não foram bem avaliadas.

A verba anual de publicidade do anunciante é de R$ 500 milhões, com a possibilidade de crescer a cada período de 12 meses em até 25%. A Lew’Lara\TBWA permanece como fornecedora de serviços de publicidade do BB e a WMcCann assume a vaga que era ocupada pela curitibana Master.

Fonte: Propmark

BB lançará fundo de equidade de gênero e mira R$ 200 mi em captação

Publicado em: 12/09/2018

O Banco do Brasil lança, na quarta-feira (12), um fundo de investimento que vai alocar recursos em empresas que apoiam a equidade de gênero. Focado tanto no segmento de varejo como na alta renda, o veículo mira captar R$ 200 milhões em até três anos, de acordo com o presidente da instituição, Paulo Caffarelli.

“Esse fundo foi constituído com o objetivo de direcionar recursos para privilegiar a questão da equidade de gênero. O BB Ações Equidade vai investir em empresas signatárias aos “Princípios de Empoderamento das Mulheres” (WEP, na sigla em inglês), estabelecidos pela ONU Mulheres”, explicou o executivo, em teleconferência com a imprensa, realizada nesta terça-feira (11/9).

Em um primeiro momento, o novo fundo do BB vai investir apenas em ações de empresas. Na mira, estão 18 companhias brasileiras que incluem nomes como Ambev, B3, Vale, Bradesco, o próprio BB, e outras cinco estrangeiras: Microsoft, Tiffany, Mondelez, Pepsico e Merk.

Um dos critérios utilizado para a seleção desses nomes foi o porcentual de mulheres em cargo de gerência e administração nessas empresas, indicador este que pode ser estendido para outros veículos de investimento, conforme o banco. No BB, a participação do público feminino em cargos de chefia, segundo Caffarelli, subiu de 12% para 16% em sua gestão. A meta, contudo, garantiu, é chegar aos 22% “o mais rápido possível”, considerando o tamanho da instituição.

Para permitir que mais mulheres galguem posições de chefia no BB, de acordo com o executivo, o banco faz um esforço de destravar barreiras que travam o encarreiramento feminino no banco como, por exemplo, a mobilidade. Isso porque muitas mulheres deixam de subir a cargos mais altos por não poderem mudar a sua localidade por conta da família e filhos.

“Não se muda o desenho de um dia para o outro. Tínhamos muitas mulheres no banco parando sua carreira por questão de mobilidade. Temos tido a preocupação de que não se pode penalizar mulheres por não terem mobilidade”, destacou Caffarelli, acrescentando que o BB acaba de promover uma gerente de São Paulo a superintendente, um fato inédito no banco.

Retorno absoluto

O novo fundo do BB não tem uma referência (benchmark) de rentabilidade. Seu retorno será absoluto. O banco mira captar R$ 100 milhões junto a pessoas físicas em até três anos, cuja aplicação mínima é de R$ 200,00 e os outros R$ 100 milhões no segmento private, com tíquete inicial de R$ 25 mil. A taxa de administração é de 1,5% a 2,0% para o varejo e de 1,00% a 1,5% para o private.

Segundo Paula Mazanék, gerente geral da unidade de captação e investimento do BB, o banco avaliou diversos estudos e identificou que empresas com maior diversidade de gênero em cargos de comando e processo decisório entregam rentabilidade “bastante satisfatória”. “Nossa estratégia além da questão de buscar resultado ao investidor, vai ao encontro dos anseios crescente da sociedade da valorização de diversidade no mundo empresarial e corporativo”, acrescentou ela, em conversa com jornalistas.

De acordo com o BB, o fundo é o primeiro que vai apoiar a equidade de gênero no Brasil. Além dele, há outro semelhante, conforme Paula, em Londres.

Fonte: Diário de Pernambuco

BB lança serviço de contratação de crédito 100% digital

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O Banco do Brasil avança na estratégia de open banking e lança a primeira API (Interface de Programação de Aplicativos) de crédito do Brasil. Ampliando as parcerias de open banking, oferece agora a contratação de crédito consignado (servidor público e INSS) totalmente digital, com a bxblue, startup que oferece comparativo de taxas de crédito consignado para aposentados, pensionistas e funcionários públicos.

“Em um ambiente de forte competição no crédito, não podemos limitar a oferta de consignado apenas a canais tradicionais. Precisamos disponibilizar o produto onde o cliente estiver, de forma segura e 100% digital. Saímos na frente com esta parceria que aumenta a capilaridade digital do BB em soluções de crédito”, afirma Marcos Renato Coltri, diretor de empréstimos, financiamento e crédito imobiliário do BB.

Por meio da integração, os clientes do BB ganharão agilidade na contratação, uma vez que o crédito consignado contratado via bxblue é creditado rapidamente na conta do cliente, que realiza a simulação e contratação do seu empréstimo por meio de um moderno protocolo de segurança que conecta o BB à bxblue.

“A parceria é um grande marco para a bx, mas também um excelente benchmark para o mercado. Da forma que a API foi construída, o usuário do BB, pode entrar e contratar o seu empréstimo na bxblue em menos de três minutos, e receber o dinheiro em instantes, a qualquer hora do dia ou da noite, de qualquer local do Brasil”, ressalta Gustavo Gorenstein, CEO da bxblue.

“As parcerias que firmamos por meio do open banking vêm para complementar a estratégia do Banco em soluções totalmente digitais, para trazer mais facilidade e agilidade para os nossos clientes, no ambiente que ele estiver, seja no aplicativo da agência de viagens ou no site de uma fintech parceira”, afirma Marco Mastroeni, diretor de negócios digitais do BB.

Open banking

O Banco do Brasil lançou a sua plataforma de open banking em junho do ano passado, com o Portal do Desenvolvedor. Em agosto, anunciou a primeira operação estruturada do país, numa parceria com a ContaAzul, que oferece uma plataforma de gestão empresarial para micro e pequenas empresas.

O conceito de open banking compreende a criação de novos negócios e ecossistemas digitais, disponibilizados por instituições bancárias, por meio da integração de seus sistemas. Isso permite que outras empresas e desenvolvedores criem novas soluções, aplicativos e serviços que melhoram a interação entre bancos e clientes.

Fonte: TI Inside

Banco do Brasil amplia participação no Patagônia para 80,4%

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Na última quinta-feira, o Banco do Brasil (BOV:BBAS3) comunicou que as condições precedentes para o aumento de sua participação para 80,4% no Banco Patagonia, da Argentina, foram concluídas e desta forma foi realizado, na mesma data, a transferência de 154.014.912 ações escriturais (correspondem a aproximadamente 21,42% do capital do social do banco argentino) dos acionistas minoritários do Banco Patagonia.

Sendo assim, o BB agora é titular de 578.116.870 ações ordinárias escriturais classe B e reconhecer 80,3894% do resultado gerado pelo Patagonia. Além disso, estima-se redução de 12 pontos base no índice de capital principal do BB com esta aquisição.

A Suno Research destaca que, conforme informado em ocasiões anteriores, o preço de exercício da opção de venda é de US$ 1,314 por ação totalizando um montante de US$ 202,375,594.37.

Para os analistas, a avaliação do negócio é bastante positiva no que tange o aumento de sua participação no Banco Patagonia para 80,38%, após os três acionistas minoritários citados do banco argentino terem exercido opção de vender para a instituição brasileira a fatia conjunta equivalente a 21,42 por cento no negócio.

A Suno lembra ainda que os três acionistas vendedores fazem parte da família de quem o BB comprou uma fatia de 51% do Banco Patagonia em abril de 2010, por US$ 479,6 milhões. Esses acionistas tinham direito a exercer opção de venda ao BB, e decidiram por então exercê-la.

Fonte: Portal ADVFN

BB suspende empréstimos a servidores após governo de Minas atrasar repasses

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A contratação de novos empréstimos consignados – com desconto direto na folha de pagamento – para servidores estaduais em Minas Gerais foi suspensa pelo Banco do Brasil. O motivo é o atraso do governo em repassar valores devidos a instituições financeiras.

“O Banco do Brasil informa que novas contratações para os servidores do Estado de Minas Gerais estão suspensas por conta do atraso do repasse do consignado e que está adotando as medidas cabíveis para o recebimento dos valores devidos”, informou a instituição financeira no fim da tarde desta segunda-feira (11).

Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), houve ausência de repasse na ordem de R$ 924 milhões por parte do governo de Minas Gerais referente ao mês de agosto. O montante representa o saldo no mês, e a federação não informou desde quando era devido.

O governo afirma que a situação está regularizada. O advogado-geral do Estado, Onofre Batista não confirmou o valor informado pela Febraban, mas reconheceu que houve atrasos causado por uma insuficiência momentânea no caixa do estado.

“O problema é confundir deficiência de caixa momentânea com dívida acumulada. Não significa um saldo devedor com os bancos. É o que já aconteceu. É uma dívida já resolvida”, afirmou.

Segundo ele, o governo se reuniu com instituições financeiras há cerca de 15 dias para tratar da regularização. Batista explica que o dinheiro do estado é movimentado em um caixa único. “Tira o dinheiro para acertar uma coisa, e abre outra. Os estados trabalham no limite, não tem poupança”.

O advogado-geral do Estado também afirmou que a Secretaria de Estado da Fazenda vem adotando medidas para evitar que a situação se repita. “A Fazenda já tomou precauções, como fazer um deslocamento imediato de recursos para isso. A Fazenda está dançando a sua valsa para regularizar a situação do estado”.

A Febraban informou que cada banco pode estabelecer uma conduta própria no caso de desacordos comerciais. A reportagem entrou em contato com outras instituições financeiras e aguarda retorno.

Ações da Justiça
Além de afetar a disponibilidade de crédito, o atraso gerou ações judiciais. Um servidor de Montes Claros, no Norte de Minas, que teve o nome incluindo no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), acionou a Justiça. De acordo com o advogado Christian de Almeida, as parcelas foram descontadas no pagamento pelo governo, que deixou de repassar ao banco. Por meio de liminar, o trabalhador teve o nome limpo. Sobre esta ação, o advogado-geral do Estado informou que o governo não foi intimado.

No momento, há ao menos cinco ou seis ações cobranças de bancos, conforme a AGE. “Chega e imediatamente a Fazenda faz o acerto, e a ação é arquivada”, disse Batista.

Fonte: Portal G1

Agências do Banco do Brasil tem novos gerentes em Cachoeira do Sul

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A agência do Banco do Brasil da Zona Norte tem um novo gerente geral desde o início deste mês. Ele é Cássio Copetti (foto abaixo), 42 anos, natural de Giruá na região noroeste do estado.

Cassioa

Lá coordenará uma equipe de 14 funcionários diretos e quatro indiretos.
Copetti substituiu o Jovencio Krusser que foi transferido para a agência de Jaguari.

O novo gerente local é funcionário do Banco do Brasil há 10 anos. Antes de Cachoeira do Sul ele trabalhou nas agências de Itaqui, Alegrete, Santa Maria, Faxinal do Soturno e Jaguari.

Já a agência do Banco do Brasil da Rua 7 de Setembro recebeu em abril deste ano o seu novo gerente-geral, o cachoeirense Moisés Arrial de Souza, 38 anos.

Ele trabalha há 14 anos no banco e já atuou nas agências de Cruz Alta, Rio Pardo, Vista Gaúcha, Erval Seco, Horizontina e Palmeiras das Missões. Em Cachoeira ele coordena 31 funcionários, sendo 21 diretos e 10 terceirizados.

O Banco do Brasil completará 100 anos de atuação em Cachoeira do Sul em 2019.

Fonte: Jornal do Povo

BB é listado no índice de sustentabilidade de Londres pelo 3º ano seguido

Publicado em: 05/09/2018

O Banco do Brasil foi listado no índice de sustentabilidade da Bolsa de Londres, o FTSE4 Good Index Series, pelo terceiro ano seguido. Além de ser uma referência para fundos de investimento com políticas sustentáveis, também serve de espelho para investidores que buscam companhias com as melhores práticas ambientais, sociais e de governança corporativa (ESG, na sigla em inglês).

Dentre os 128 indicadores em que foi avaliado tais como gestão de risco, anticorrupção e outros, o BB obteve nota quatro numa escala que vai de zero a cinco. Nos quesitos Governança” e “Ambiental”, sua pontuação foi ainda maior, de 4,3 e 5, respectivamente.

A permanência do BB no indicador, na visão do diretor de Estratégia e Organização do banco, Carlos Netto, é um “reconhecimento do mercado à decisão da instituição de incorporar sustentabilidade à estratégia corporativa, refletindo no equilíbrio entre a geração de resultados econômicos e atuação socioambientalmente responsável”. Além deste ranking, o BB está listado em outros índices de sustentabilidade como o Índice Dow Jones de Sustentabilidade da Bolsa de Nova Iorque – carteira Mercados Emergentes, e o Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE), da B3.

Fonte: O Estado de S.Paulo

Documentos com dados de clientes do BB são achados em terreno baldio

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Documentos de clientes do Banco do Brasil foram achados jogados em um terreno baldio de Porto Velho, próximo da Estrada da Penal. Segundo o morador de um condomínio, o material foi descartado nesta semana por um caminhão.

Entre os documentos jogados no local estão cheques de clientes, ofícios de órgãos públicos, boletos e outros itens bancários.

Vários dos envelopes achados nas caixas tinham nomes de pessoas físicas, com o número do CPF, telefone, RG, e outras informações pessoais. Também havia documentos com dados de pessoas jurídicas.

Procurada pelo G1, o Banco do Brasil informou que preza pela segurança de seus clientes e que o caso está sendo apurado internamente.

Após a equipe de reportagem ir ao terreno baldio, uma equipe do Banco do Brasil foi local e recolheu os documentos dos clientes.

Leia abaixo a nota do Banco do Brasil sobre o caso:

“O Banco do Brasil informa que preza pela segurança e privacidade dos dados e informações de seus clientes e que a situação observada em Porto Velho é pontual e está sendo apurada internamente.”

Fonte: Portal G1

BB vai leiloar terreno no Distrito Federal avaliado em R$ 42 milhões

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O Banco do Brasil colocou em leilão na quarta-feira (05/09) aquela que é considerada última projeção do Setor Bancário Sul, centro financeiro do Distrito Federal. O valor mínimo para participar do leilão é de R$ 41,999 milhões. O leilão ocorreu no Setor de Oficinas Norte (SOF/Norte), Quadra 01, Conjunto A, Lote 08, às 14h30.

De acordo com Fernando Gonçalves, leiloeiro e intermediador da venda, as expectativas em relação ao leilão são altas. “É uma projeção que já não existe mais ali no Setor Bancário Sul. Assim, divulgamos e comunicamos aos empresários. As expectativas são as melhores possíveis, até em relação a aumentar o valor”, afirma.

Segundo Gonçalves, o arrematante deve desembolsar um sinal de 5% do valor, ou seja, no mínimo de R$ 2.099.950 após a compra e complementar o total dentro de um prazo de 30 dias. O comprador que decidir financiar a compra também terá 30 dias para concluir o pagamento.

Poderiam concorrer à licitação pessoas físicas ou jurídicas, associadas ou não, domiciliadas ou estabelecidas em qualquer parte do território nacional, com exceção das seguintes situações:

a) Caso sejam membros do Conselho de Administração, da Diretoria Executiva ou do Conselho Fiscal do Banco do Brasil, bem assim integrantes da Comissão de Licitação;

b) Se estiverem cumprindo a penalidade de suspensão temporária imposta pelo BB;

c) Se forem declaradas inidôneas em qualquer esfera de governo;

d) Se estiverem sob falência, concordata, recuperação judicial ou extrajudicial, dissolução, liquidação, ou processo de execução;

e) Caso estejam impedidas de licitar e contratar com a União, durante o prazo da sanção aplicada;

f) Se não atenderem a todas as exigências contidas do Edital e seus anexos.

Em nota ao Blog, o Banco do Brasil afirma que a perspectiva em relação ao leilão é boa. “A expectativa do Banco do Brasil com o leilão é obter lance vencedor, preferencialmente com disputa entre interessados, e alienar o imóvel do seu patrimônio. O Banco não tem informações sobre eventuais interessados, visto que a promoção do leilão fica à cargo do leiloeiro oficial.”

Fonte: Correio Braziliense

Município de São Miguel do Oeste toma posse de imóvel do antigo BB

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O Município de São Miguel do Oeste tomou posse, na tarde desta quinta-feira, 30, do imóvel desapropriado do Banco do Brasil, onde funcionava a antiga agência do Besc. A Imissão de Posse decorreu de ordem judicial expedida pela juíza da Segunda Vara Cível, Dra. Aline Mendes de Godoy, que deferiu a liminar em favor do Município na ação onde é buscada a aquisição efetiva do imóvel. O valor de avaliação, de R$ 2.158.000,00, também já foi depositado.

O prefeito, Wilson Trevisan, recebeu pessoalmente o Mandado de Imissão de Posse e Intimação, entregue por um oficial de justiça, acompanhado do vice-prefeito, Alfredo Spier; da procuradora geral do Município, Barbara Rodrigues; e do advogado, Julio Bagetti, no próprio local do imóvel. A partir de agora, o Banco do Brasil tem 10 dias de prazo para a desocupação voluntária.

A procuradora geral, Barbara Rodrigues, explica que o processo de desapropriação seguirá seu trâmite normal no Judiciário até a efetiva decisão de transferência de propriedade, mas o Município já está pré-autorizado a utilizar o imóvel.

O prefeito, Wilson Trevisan, analisa que foi uma ótima aquisição para o Município. “Para este local, queremos transferir a Prefeitura; e o prédio onde hoje ela está instalada, será transformado em creche. Com um investimento próprio, que conseguimos fazer graças às economias que fizemos desde o início do ano passado, teremos uma nova prefeitura, resolveremos de uma vez por todas o problema da falta de vagas em creches, e ainda sairemos de mais um aluguel, do imóvel onde hoje funciona a creche do centro”, explica.

Fonte: Folha Nobre