Banco do Brasil lança serviço de compra de euros por smartphone

Publicado em: 25/05/2018

Quase quatro meses depois de lançar o serviço de compra de dólares por aplicativos, o Banco do Brasil expandiu a ferramenta para o cliente adquirir euros. Pioneiro no país, o serviço vale para transações de até US$ 3 mil por operação, limitada a US$ 10 mil por mês, limites que serão convertidos em euros pela cotação do dia.

A opção está disponível no aplicativo do banco desde segunda-feira (21). O cliente compra pela cotação do dia e tem até dois dias úteis para retirar a moeda estrangeira no guichê de uma das agências do Banco do Brasil que operam câmbio no país, sem passar pelo atendimento.

O próprio aplicativo avisa qual o posto de atendimento mais próximo onde pode ser feito o saque. O cliente pode ativar o GPS para o aplicativo exibir as agências que operam câmbio num raio de cinco quilômetros ou fazer a busca por estado e cidade.

A retirada se dará pela taxa de câmbio garantida no dia da transação no aplicativo. Caso o cliente não esteja satisfeito com a cotação do momento, pode definir uma taxa que esteja disposto a pagar e um período de espera. Caso o euro atinja a cotação pretendida nesse intervalo, o banco envia uma mensagem ao aplicativo perguntando se o cliente quer confirmar a operação.

A opção de compra de dólares pelo celular estará disponível na área logada do aplicativo, na opção “Viagens/Moeda Estrangeira”. Ao clicar nesse campo, aparecerá o item “Monitorar Taxa de Câmbio”, no qual o cliente define a taxa que gostaria de pagar e o intervalo de espera.

Dólar

De acordo com o Banco do Brasil, US$ 2,7 milhões foram comprados por meio de smartphones desde o lançamento do serviço, no início de fevereiro. O banco registrou uma média de 28 operações diárias do tipo.

No caso do dólar, o dinheiro pode ser retirado tanto no guichê das agências que operam câmbio como em um dos 95 caixas eletrônicos com saques na moeda norte-americana espalhados em 18 estados e no Distrito Federal.

Fonte: Agência Brasil

Acordo entre BB e Abraciclo viabiliza financiamento de motos para setor agrícola

Publicado em: 24/05/2018

A Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares – Abraciclo – e a Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário – Sead, vinculada à Casa Civil da Presidência da República, assinaram novo acordo de cooperação técnica para viabilizar o cadastramento de produtos do setor de Duas Rodas nas operações de financiamento do programa Pronaf Mais Alimentos, destinado aos agricultores familiares.

Na prática esse acordo significa que a partir de agora os fabricantes de motocicletas associados da Abraciclo poderão comercializar motocicletas, quadriciclos, motores de popa e produtos de força (motores estacionários), de fabricação nacional, com condições especiais de financiamento para as famílias cadastradas no Pronaf Mais Alimentos.

Atualmente, o Pronaf oferece linhas especiais de financiamento com prazos de até 120 meses (10 anos), carências de até 36 meses (3 anos) e taxa de juros que variam entre 2,5% e 5,5% ao ano, condições muito melhores que os poucos financiamentos existentes para quem quer comprar uma moto, principalmente as pequenas. As linhas são operacionalizadas pelo Banco do Brasil, como agente financeiro do programa.

Os produtos fabricados pelo setor de duas rodas que mais são utilizados na área rural são as motos (trail e street) de pequena cilindrada e os quadriciclos, que são utilizados para todos os tipos de serviços, desde simples deslocamentos de trabalhadores, uso administrativo e até no uso diretamente no plantio e nas colheitas das diversas safras ao longo do ano.

Segundo Marcos Fermanian, presidente da Abraciclo, a moto, que já está presente no ambiente rural, abre um enorme leque de possibilidade de novas vendas com esse acordo pela grande demanda que se tem de mobilidade também na área rural. “O Pronaf Mais Alimentos conta com cerca de 4 milhões de famílias agrícolas cadastradas”, ilustrou. “Esta iniciativa possibilita aos agricultores o acesso a produtos mais modernos, de tecnologia avançada, melhor desempenho e, ainda, com a garantia das fabricantes”, defendeu Fermanian.

Fonte: Moto Online

Banco do Brasil reduz taxas de juros para pessoas físicas e jurídicas

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O Banco do Brasil anunciou na quinta-feira, 17, nova redução das taxas de juros para pessoas físicas e jurídicas, o que reflete as seguidas reduções da taxa Selic pelo Comitê de Política Monetária desde o final de 2016. O BB também antecipou parte dos reflexos previstos após a implementação das ações de autorregulação do sistema financeiro para o cheque especial.

Para o presidente do BB, Paulo Caffarelli, mesmo com a Selic estável, anunciamos hoje nova redução de taxas, o que estimula a concorrência saudável no sistema bancário e resulta em melhores condições para a contratação de crédito para os nossos clientes.

O destaque da redução nos juros para pessoas físicas fica com o cheque especial, que será reduzido em até 0,6 ponto percentual ao mês, com taxas a partir de 1,99% ao mês, de acordo com o perfil de relacionamento dos clientes com o Banco. As taxas entram em vigor a partir da próxima segunda-feira, 21.

Para empresas, redução chega a 1,5 ponto percentual ao mês

Os clientes pessoas jurídicas do BB agora poderão ter taxas até 1,5 ponto percentual menor, ao mês, em diversas linhas, de acordo com o relacionamento comercial mantido com o BB e com o faturamento da empresa.

O Banco do Brasil reviu critérios de enquadramento possibilitando que mais clientes que concentram seus negócios no BB tenham acesso às taxas mais baixas. Os benefícios desta medida já podem ser percebidos pelos clientes do BB.

Outra redução de taxa para pessoas jurídicas ocorreu na linha Giro Empresa, com taxa mínima saindo de 1,72% para 1,48% ao mês, já em vigor desde o dia 17.

Reduções recentes também para veículos, imobiliário e crédito pessoal

Nos últimos 30 dias, o BB já havia anunciado cortes nas taxas de juros em outras linhas de crédito para pessoas físicas.

* Crédito veículo – sofreu ajustes que variaram entre 0,09 e 0,25 ponto percentual ao mês, a depender do prazo, tipo de veículo e percentual de entrada. A taxa mínima agora parte de 0,93% ao mês.

* Crédito imobiliário – ajustes entre 0,15 e 0,8 ponto percentual ao ano na linha de carteira hipotecária, a depender do perfil de relacionamento. Taxas a partir de 8,99% ao ano para as linhas do Sistema Financeiro de Habitação (SFH).

* Crédito não consignado – com redução entre 0,34 e 1,25 ponto percentual ao mês, a depender do prazo e perfil de relacionamento do cliente. Taxas partem de 2,81% ao mês.

Fonte: Investimentos e Notícias

Grupo Segurador BB oferece produtos customizados para entidades

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Os seguros de vida são um dos benefícios corporativos mais oferecidos pelas grandes empresas e um dos mais valorizados pelos colaboradores. Entre as de menor porte, é geralmente exigido nas convenções coletivas de trabalho. Para atender às necessidades das diferentes categoriais profissionais, a Mapfre Seguros, do Grupo Segurador BB e Mapfre, oferece amplo portfólio de produtos customizados para entidades de classe, sindicatos e empresas associadas.

Chamado Pró-Trabalho, o produto traz planos desenhados de acordo com a necessidade da convenção coletiva de trabalho de cada empresa, atendendo as principais categorias de classe com tal exigência, como Construção Civil, Hotéis, Bares e Restaurantes, Condomínios, Postos de Gasolina e Comércio.

O processo de contratação é simplificado e os recursos financeiros são liberados rapidamente no valor do capital contratado, em caso de morte natural ou morte acidental do titular do seguro, incluindo a cobertura de decessos (prestação dos serviços funerários ou reembolso dos gastos com o funeral) e auxílio-alimentação à família na falta do titular.

Para o segurado, o produto inclui coberturas e serviços inovadores no mercado, pagos em vida, como a cesta natalidade (com entrega de kit de higiene para o bebê, cesta de alimentos para a mãe e crédito no valor de R$ 523,00 em cartão alimentação, como bônus, no caso do nascimento de um filho do titular do seguro), Orientação Psicológica e Nutricional, além de uma cobertura para a acessibilidade física, que em caso de Invalidez Permanente por Acidente, auxilia o segurado a realizar em sua casa os ajustes necessários à sua mobilidade.

Para as empresas, o produto contempla a cobertura de Reembolso das Despesas com Rescisão Trabalhista, em caso de falecimento do colaborador, cobertura muito demandada pelas Convenções Coletivas. Outras vantagens do seguro são as facilidades de contratação, uma vez que o custo do seguro é parametrizado, sem necessidade de envio de base de vidas para cotação, sem limite de idade, e com agilidade na indenização, paga rapidamente após a entrega de todos os documentos.

Seguro de vida

“O papel social dos seguros de vida é muito importante. Estamos sempre atentos às novas demandas de trabalhadores, o que justifica um seguro especificamente desenhado para atender às suas necessidades. Com isso, a Mapfre Seguros traz ao mercado um produto de grande alcance, com coberturas atraentes e processos simplificados que atenderão a conveniência de todos os interessados: sindicatos, empresas e corretores de seguros”, explica Enrique de la Torre, diretor geral de Vida do Grupo Segurador BB e Mapfre.

O Pró-Trabalho está disponível para comercialização em todo o território nacional por meio da rede de corretores afiliados à Mapfre.

Fonte: Portal SEGS

BB e Fundação BB participam de projeto que formará orquestras de músicos

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Uma iniciativa do maestro João Carlos Martins levou o Banco do Brasil e a Fundação Banco do Brasil, em parceria com a Fundação Educacional, Cultural e Artística Eleazar de Carvalho, a criar o projeto Orquestrando o Brasil, para apoiar, capacitar e dar visibilidade a orquestras, bandas e conjuntos musicais de todo país.

Lançado nesta quinta-feira (17) em São Paulo, o projeto prevê a capacitação de novos regentes e a criação de uma plataforma digital para distribuir conteúdos e cursos e conectar músicos e grupos.

O Orquestrando o Brasil é uma expansão do projeto Orquestrando São Paulo, criado em 2017, também pelo maestro João Carlos Martins, com a finalidade de potencializar o trabalho dos grupos musicais e capacitar regentes do interior paulista, predominantemente em cidades com menos de 50 mil habitantes.

“Começamos em São Paulo, mas o nosso sonho é o sonho de Villa-Lobos [Heitor Villa-Lobos, compositor brasileiro], fechar o Brasil em forma de um coração através da música, com a frase dele que dizia: ‘Não é um público inculto que vai julgar as artes, mas sim as artes é que vão definir a cultura de um povo’. Vamos mostrar a importância que o maestro tem ao fazer uma transformação social através da música”, disse João Carlos Martins.

Nesta expansão do projeto, o público será formado por músicos, amadores e voluntários, e o investimento social será de R$ 1,6 milhão. Serão priorizados os atendimentos a grupos musicais de municípios de baixo Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM), que usam a música como ferramenta de transformação social e promoção da cultura local nas comunidades com vulnerabilidade social.

“Esse valor investido é para trabalhar com as pessoas que vão acompanhar o projeto, para promover o trabalho de identificação dos grupos musicais e também dos eventos que ocorrerão ao longo dos próximos 18 meses”, afirmou o presidente da Fundação Banco do Brasil (Fundação BB), Asclepius Soares.

Segundo o presidente do Banco do Brasil, Paulo Caffarelli, a ampliação do projeto tem uma importância maior do que o valor investido. “Mais importante que o valor investido é a capilaridade do projeto e a capacidade de mobilização, que será muito efetiva.”

Caffarelli ressaltou que o banco é parceiro da cultura brasileira. “Investimos mais de R$ 100 milhões por ano para manter nossos centros culturais, que propagam e fazem a inclusão cultural. Nossa força com esse projeto, junto com a Fundação BB e o maestro João Varlos Martins, é o que me faz garantir que é um movimento que veio para ficar”, enfatizou.

De acordo com a Fundação BB, a primeira parte será o levantamento e cadastro de grupos musicais com potencial para o projeto (500 grupos de comunidades carentes no Brasil). A segunda etapa prevê o desenvolvimento da Plataforma Digital. Entre os grupos cadastrados no portal, serão selecionados 50, que receberão consultoria customizada.Nulheres e jovens regentes terão prioridade nos cursos de formação.

“São públicos priorizados pelo ODS5 [Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 5: Alcançar a Igualdade de Gênero e Empoderar Todas as Mulheres e Meninas], e seguimos isso. Sempre priorizamos em nossos projetos a equidade de gênero e focamos na inclusão social”, detalhou Asclepius Soares.

Vitrine musical

Em levantamento feito pela Fundação Nacional de Artes (Funarte), foram detectadas quase 3 mil bandas em todo o Brasil. O Orquestrando o Brasil servirá de vitrine para tais grupos, por meio de uma plataforma digital elaborada pela Fundação Educacional, Cultural e Artística Eleazar de Carvalho com apoio da multinacional Ernest Young. A ferramenta vai promover e disseminar conteúdos e capacitações para regentes e músicos, além de proporcionar a constituição de redes para troca de experiências e intercâmbio.

“Através da música, vamos chegar a lugares aonde ninguém vai. Então, vamos unificar esses esforços, grandes músicos vão fazer treinamentos e orientar os músicos do interior, que terão acesso aos grandes nomes da música. O portal vai permitir ampliar e capacitar essas bandas. E também haverá formação técnica para maestros e líderes”, acrescentou o representante da Fundação Educacional, Cultural e Artística Eleazar de Carvalho, José Roberto Walker.

Segundo a Fundação BB, a expectativa é que a ferramenta contribua para transformar os participantes em agentes mobilizadores da cultura musical em diversas localidades. Mais de 5 mil pessoas serão atendidas, entre jovens alunos, músicos e maestros.

Asclepius Soares informou que o projeto prevê capacitação de 600 regentes. “A Fundação Eliazar vai identificar cidades e grupos musicais e, por meio do portal, as orquestras serão capacitadas.” Ele adiantou que, com de seis meses de projeto, haverá uma apresentação com as orquestras e o maestro João Carlos Martins.

Fonte: Agência Brasil

Banco do Brasil vai reduzir juros de algumas modalidades de crédito

Publicado em: 17/05/2018

O presidente do Banco do Brasil, Paulo Caffarelli, afirmou que, independentemente da decisão de quarta-feira, 16, do Comitê de Política Monetária (Copom) de manter a Selic em 6,50% ao ano, a instituição vai reduzir juros de algumas modalidades de crédito.

A queda das taxas ocorrerá, segundo ele, no cheque especial e na linha de capital de giro voltada às empresas. “Independente da mudança de ontem (por parte do Banco Central), nós estamos anunciando uma redução de juros em algumas linhas de crédito, principalmente, no cheque especial”, disse Caffarelli, durante conversa com jornalistas, nesta tarde quinta-feira, 17.

Segundo o executivo, a decisão do BC não pode ser encarada como uma surpresa porque não significa que a cada Copom tem de se fazer uma redução de juros. “O Banco Central foi extremamente diligente tendo em vista o momento”, acrescentou.

A manutenção dos juros, conforme o presidente do BB, não ameaça de forma alguma a recuperação do crédito no País. Ele reafirmou que há uma retomada do crescimento, mas que não ocorrerá na velocidade que o banco gostaria.

“É uma retomada do crescimento (do crédito) com base em uma crise absolutamente grande, mas não tenho dúvida de que vamos continuar nesse processo de retomada”, destacou Caffarelli, explicando que, neste momento, há uma série de efeitos externos que estão afetando o País.

Sobre dados divulgados recentemente e que motivaram a revisão das projeções para o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, o presidente do BB disse que, se a economia não vai crescer 3% este ano, vai se expandir 2,5%. Dentro de um cenário de retomada da atividade, segundo ele, esse é um número “absolutamente forte”. “E mostra uma tendência para o futuro de continuarmos com esse crescimento”, acrescentou o executivo.

Caffarelli ressaltou que a demanda por crédito tem crescido no País e que mediante a retomada economia a tendência é que a procura por empréstimos fique ainda mais forte.

De acordo com ele, os números mostram que os desembolsos de crédito tanto para pessoa física quanto jurídica estão crescendo. Disse ainda que a redução de juros que os bancos têm promovido não é sinônimo de que o crédito está retomando de forma mais fraca que o esperado, mas um ajuste em relação à queda da Selic e também a volta dos bancos para o crédito.

Sobre a possibilidade de as negociações da Odebrecht com os bancos para a obtenção de um crédito novo “ter um final feliz”, Caffarelli disse que não comenta casos específicos.

O presidente do BB participou nesta quinta de evento do lançamento do projeto Orquestrando o Brasil. Com investimento de R$ 1,6 milhão, o foco da iniciativa é formar novas orquestras e criar uma rede de músicos em todo o País e conta com o apoio do Banco do Brasil, a Fundação BB, em parceria com a entidade Fundação Educacional, Cultural e Artística Eleazar de Carvalho e o maestro João Carlos Martins. O projeto deve agregar, inclusive, as cerca de 5 mil agências do banco.

Fonte: Exame.com

Dividendo maior mostra nova fase do Banco do Brasil, avaliam analistas

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Apesar de o resultado do Banco do Brasil (SA:BBAS3) no primeiro trimestre não ter sido bem recebido pelo mercado, com as ações caindo em torno de 3%, o aumento do nível de dividendos pagos aos acionistas surpreendeu os analistas e mostrou que o banco público deixou para trás uma fase desconfortável de seus índices de capital.

O percentual em 2018 subiu de um intervalo entre 25% e 30% para 30% a 40%, disse a empresa. O fato, aponta o BTG Pactual (SA:BPAC11), “é especialmente bem-vindo após o excelente trabalho que o banco vem fazendo para melhorar seus índices de capital”, apontam os analistas Eduardo Rosman e Thiago Kapulskis. A recomendação de compra foi reiterada, com preço-alvo de R$ 39.

Para o Credit Suisse, a mudança “transmite uma mensagem forte em relação ao conforto com sua posição de capital”. Os analistas Marcelo Telles, Lucas Lopes, Alonso Garcia e Otavio Tanganelli reafirmaram a sua recomendação outperform (desempenho acima da média do mercado), com preço-alvo de R$ 50. Segundo o banco, as ações estão baratas considerando o potencial de aumentar a lucratividade.

Fonte: Investing.com

BB espera bom resultado no crédito, a despeito de ano atípico com eleições

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O ano atípico de eleições presidenciais no Brasil não deve fazer com que o Banco do Brasil fique fora das suas projeções de desempenho para crédito.

De acordo com o presidente da instituição, Paulo Caffarelli, o BB trabalha com um cenário de “bom resultado” na oferta de recursos, ficando dentro do intervalo de projeção já divulgado, que aponta para alta de 1% a 4% para a carteira de crédito ampliada orgânica interna da instituição.

“Estamos mais preocupados com rentabilidade do que com market share. Nossa safra (de crédito) tem se mostrado a melhor com relação a adimplemento. O BB vai continuar perseguindo oferta de crédito com qualidade, responsável e com adimplemento”, afirmou ele, em coletiva de imprensa, realizada nesta quinta-feira, 10.

O crescimento do crédito, conforme o executivo, depende, contudo, da velocidade da retomada da economia brasileira, passada a “pior crise” que o País teve e diante de uma “ressaca do consumo”.

“Acreditamos que o crédito vai aumentar dentro da velocidade de retomada do crescimento econômico”, acrescentou Caffarelli, ressaltando que os números do banco indicam aumento da oferta de recursos.

Ele disse ainda que o próximo presidente da República terá como lição de casa as reformas fiscal e da previdência.
Crédito corporativo e agro

Sobre o crédito corporativo, o presidente do BB disse que a queda é natural, uma vez que essa carteira foi ajustada. Lembrou ainda que há uma “migração significativa” do segmento corporate para mercados de capitais, que tem taxas “mais atrativas”.

Caffarelli mencionou ainda a aprovação do texto-base do projeto do novo cadastro positivo. De acordo com ele, o País necessitava há tempos dessa medida, que vai contribuir para o barateamento do custo do crédito e também para o crescimento dos spreads.

Em relação ao ataque dos bancos privados no setor do agronegócio, do qual o BB é líder em crédito, com 59% de participação, o executivo disse que o banco nunca foi atuante no segmento e que não considera perder market share neste setor.

“Não estamos parados. Pelo contrário”, afirmou ele, acrescentando que a concorrência de mais players em agronegócios é bem-vinda.


Janelas de mercado

O vice-presidente de Relações com Investidores do Banco do Brasil, Bernardo Rothe, afirmou que a instituição financeira segue acompanhando o mercado para eventuais recompras de bônus no exterior. Segundo ele, o banco pode recomprar papéis já emitidos com cumpom entre 9,00% e 9,5%, ou seja, mais caros.

“Não há nenhuma decisão tomada se vamos fazer novas recompras. Estamos acompanhando o mercado para eventuais janelas de oportunidade”, disse Rothe, a jornalistas, após coletiva de imprensa sobre resultados trimestrais do BB.

No mês passado, o banco realizou operação de recompra de US$ 600 milhões de bônus perpétuos, remunerados à taxa de 8,5% ao ano, e de US$ 100 milhões, remunerados à taxa de 9,25% ao ano.

Fonte: Exame.com

Presidente do BB diz que banco está aberto a negociar com clientes

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O presidente do Banco do Brasil, Paulo Caffarelli, afirmou que a instituição segue aberta a negociar com clientes, mas não está disposta a abrir mão de “práticas bancárias” em renegociação de dívidas. “Cada caso é um caso. Acreditamos que a boa prática bancária vai nos levar a um bom resultado de negociação com nossos devedores. Sempre estaremos abertos a achar o melhor caminho com nossos clientes”, disse ele, em coletiva de imprensa, na manhã desta quinta-feira, 10.

As afirmações do presidente do BB ocorrem em meio às negociações da Odebrecht para a obtenção de um novo empréstimo para honrar seus compromissos financeiros. Itaú Unibanco e Bradesco teriam aceitado liberar mais de R$ 2 bilhões em uma tentativa de reforçar as posições em possuem em garantias – neste caso, as ações da Braskem – em outros empréstimos, conforme fontes. No entanto, exigiram senioridade nos papéis, que está nas mãos do próprio Banco do Brasil, Santander e BNDES, para liberar os novos recursos.

Fonte: Exame.com

BB tem novo gerente para o agronegócio no Rio Grande do Sul

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Desde ontem Anderson Quevedo do Nascimento é o gerente responsável pela condução do Mercado Agronegócio do Banco do Brasil (BB) no Rio Grande do Sul. Natural de São Borja, onde iniciou sua carreira, Nascimento é graduado em Contabilidade com especialização em Gestão Empresarial e MBA Executivo Internacional.

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Funcionário do BB há 18 anos, ele foi gerente-geral em Itaqui, Alegrete e Santo Ângelo antes de se fixar em Porto Alegre, onde gerenciou agências voltadas ao atendimento para pessoas físicas e jurídicas. O novo gerente substitui João Paulo Comerlato, que após nove anos foi conduzido ao cargo de superintendente regional de Pelotas, onde comandará uma rede de 43 agências de varejo distribuídas na Região Sul e Centro-Sul do Estado.

A carteira ampliada de agronegócio do BB atingiu R$ 184,7 bilhões no primeiro trimestre deste ano, aumento de 2,6% ante R$ 180,1 do mesmo período do ano passado. O banco mantém-se, historicamente, como o principal agente financeiro do agronegócio no País, contribuindo de forma expressiva para o suprimento da demanda de crédito do segmento.

Conforme dados do Sistema Nacional de Crédito Rural (SNCR), o BB detém em março de 2018, 59% de participação nos financiamentos destinados ao setor. No Rio Grande do Sul, o BB acompanha esse percentual de financiamentos ao agronegócio. O Estado representa 13,1% da carteira agro do BB, sendo uma das principais carteiras agro do País.

Fonte: Jornal do Commércio

Banco do Brasil ajuda a concentrar a renda no campo

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Desde as capitanias hereditárias, a terra foi o principal meio de produção e de acumulação de riqueza no Brasil, nas culturas de cana de açúcar e café, e na mineração do ouro. Quase tudo com mão de obra negra, escrava, sem acesso à terra, como os imigrantes europeus que, enquanto a escravidão era extinta por etapas vieram com as famílias para cultivar o café nas ricas terras roxas do planalto paulista e do Paraná em regime de terça ou parceria. A falta de acesso ao meio de produção da época (e depois à educação) ajuda a explicar a posição da população negra na base sócio-econômica.

O Brasil foi o penúltimo país a abolir a escravidão e 130 anos após o fim desta chaga a terra continua a ser fator de acumulação de riqueza e de concentração de renda, estimulada pela política oficial de crédito. Quem quiser comprovar, basta pesquisar o balanço trimestral do Banco do Brasil, divulgado esta semana. O BB é o banco do agronegócios, fornecendo. 59% do crédito para o setor, como caudatário de recursos especiais do Tesouro Nacional – o famoso Plano Safra citado no julgamento do impeachment da ex-presidente Dilma.

No primeiro trimestre de 2018, as operações de crédito rural somavam R$ 161,888 bilhões, aumento de 6,3% sobre igual período de 2017. No período, enquanto a inflação acumulou 2,68%, as operações com pessoas jurídicas encolheram 7,3% e os empréstimos a pessoas físicas cresceram 2,8%, a fatia da agropecuária avançou de 24% para 25,9% do total emprestado pelo BB.

Seria ótimo se as operações tivessem ajudado a produzir a maior safra da história e a derrubar os preços dos alimentos e a inflação abaixo de 3%. Isso foi na safra 2016/17 (nas lavouras de soja, milho, feijão, arroz, trigo, algodão, a safra é plantada no segundo semestre e colhida no ano seguinte). A safra de 2017/18 será pouco menor que a do ano anterior.

Mas, na soja, algumas consultorias, como a Céleres, estimam produção ainda maior, de 117,8 milhões. A continuar a expansão da área plantada e da produtividade, na próxima safra o Brasil poderia superar, pela primeira vez, os Estados Unidos como maior produtor mundial do grão. O Brasil já exporta mais que os EUA, que tem grande consumo interno (com 326 milhões de habitantes contra 208 milhões do Brasil, segundo as projeções do IBGE.

Crédito para quem tem mais terras

A divisão dos créditos à agropecuária pelo Banco do Brasil no primeiro trimestre de 2018 é surpreendente. O setor que mais recebeu créditos (21,9% do total) foi a bovinocultura (14,3% para a pecuária de carne e 7,6% para a produção de leite). No primeiro caso, em grandes áreas de terras que exploram áreas onde as florestas foram derrubadas (Centro-Oeste e Sul da Amazônia). Em seguida, vêm os financiamentos a compra de máquinas e implementos agrícolas (sobretudo colheitadeiras de soja, milho e algodão), além de silos para armazenagem da safra, tratores e equipamentos de ordenha. A soja recebe 11% dos créditos, seguido do milho (plantado na mesma área após a colheita da soja). Ou seja mais da metade do crédito (54,4%) vai para grandes latifundiários que dão as terras como garantia dos créditos.

A concentração bancária contribui para agravar a concentração de renda no campo. Apesar da supersafra e dos juros baixos, a inadimplência do setor chegou a R$ 1,096 bilhão em março de 2018. Um aumento de 80,85% em 12 meses. Para variar, o setor espeta mais um calote na virada de governo.

Fonte: Jornal do Brasil

BB suspende fechamento de agência em cidade pernambucana de Amaraji

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No ano que o Banco do Brasil subiu 20% em lucro e atingiu R$ 3 bilhões neste ano segundo o site infomoney, moradores de diversas cidades sofrem com a espera de resposta sobre a abertura ou não de diversas agências, que segundo a entidade, depende de aprovação para orçar e licitar os serviços para reabertura das agências e pontos de atendimento.

Esta semana, após a divulgação da reportagem exclusiva de que o Banco do Brasil, agência Amaraji iria por esses dias retirar móveis e máquinas ainda dentro do prédio desde a explosão em dezembro de 2017. A assessoria de imprensa do órgão emitiu uma nota informando sobre os fatos e confirma que não fechará a agência no município.

Indagada sobre a fala do vereador Elnatan Barros, se retiraria ou não os móveis e máquinas da agência, a assessoria informou:

“Os eventos de sinistro ocasionam prejuízos à integridade física e emocional dos nossos clientes, funcionários e prestadores de serviços, além dos valores subtraídos e dos investimentos necessários para recomposição das agências e imóveis de terceiros eventualmente danificados.

A recomposição estrutural de agências e postos de atendimento que foram totalmente danificadas é um processo oneroso e sujeito à legislação específica voltada para empresas estatais (Lei 8.666/1993).

Assim, o BB precisa cumprir requisitos legais para licitação da contratação de projetos arquitetônicos e de engenharia (estrutura, eletricidade, etc), para realização de obras e aquisição de bens e equipamentos. Além disso, há de se considerar o prazo necessário para a realização das respectivas obras de recomposição.

Fonte: Amaraji Notícia

MP investiga prática abusiva pelo Banco do Brasil em Campo Maior, no Piauí

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O Ministério Público do Estado do Piauí, por meio do Procon, abriu procedimento administrativo para investigar denúncia de prática abusiva pela agência do Banco do Brasil em Campo Maior. A portaria nº 001/2018 foi assinada pelo promotor de Justiça Maurício Gomes de Souza, no dia 30 de abril deste ano.

Segundo o promotor, chegou ao conhecimento que o Banco do Brasil estaria impondo situação vexatória aos consumidores de seus serviços bancários, fazendo-os esperar em fila para atendimento por tempo desarrazoado, imputando-lhes espera vexatória para a regular prestação do serviço contratado.

Consta ainda que a Lei Municipal n° 011/2013 fixa como limite temporal máximo para qualquer consumidor bancário aguardar em fila por atendimento 20 minutos em dias normais e 30 minutos em dias que sejam anteriores ou imediatamente posteriores a feriados, não se incluindo como feriados os finais de semana (sábado e domingo).
“O Banco do Brasil, por sua agência em Campo Maior, ao maximizar lucros com a redução de funcionários a quantitativo que importa em espera em fila por parte dos consumidores, por mais de 30 mínimos, disponibiliza a prestação de serviços bancários por meio inadequado ao consumo, notadamente havendo norma que impõe o limite temporal máximo de espera em fila bancária em Campo Maior/PI”, diz trecho da portaria.

O membro do MP determinou a notificação do diretor do Banco do Brasil para cessar a prática do ato lesivo ao consumidor, sob pena de crime de desobediência, devendo: Disponibilizar pessoal para atendimento na agência em Campo Maior em quantitativo que nenhum consumidor aguarde por atendimento em fila por mais de 20 minutos em dias normais e 30 minutos em dias que sejam anteriores ou imediatamente posteriores a feriados, não se incluindo como feriados os finais de semana (sábado e domingo).

Outro lado

A assessoria de comunicação da superintedência do Banco do Brasil no Piauí informou que o problema já está sendo resolvido: “O gerente da agência já fez um plano de readequação de atendimento, porque a agência no primeiro momento, recebeu um impacto grande, por exemplo de Castelo do Piauí, porque lá praticamente nenhum banco tá funcionando com dinheiro por conta das ocorrências criminosas que aconteceram lá, então a população vai para o lugar mais próximo, e isso, de certa forma, sobrecarregou a agência durante um bom tempo e ainda acontece, então com base nisso o banco vem desenhando um novo plano, uma reformatação de atendimento, inclusive, com plano que envolve a comunidade, comércio, sobre questão de uso de cartões, etc”, explicou. “Um novo plano de atendimento foi estabelecido e está sendo implementado, inclusive, tem agenda para ir ao Procon e mostrar qual vai ser a sistemática do atendimento”, finalizou.

Fonte: Portal GP1

Cade pede explicação sobre estratégia do BB, Bradesco e Cielo em maquininhas

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O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) solicitou, no final do mês passado, explicações para Bradesco e Cielo sobre a estratégia conjunta em serviços de adquirência, popularmente chamado de setor de “maquininhas”. O órgão antitruste quer saber, conforme documento obtido pelo Broadcast (serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado), mais detalhes da operacionalização dessa estratégia, condições de comercialização, dentre outros pontos.

O questionamento por parte do Cade ocorre após a Coluna do Broadcast ter antecipado, no dia 23 de abril, que a Cielo se aliou aos seus sócios, Bradesco e Banco do Brasil, para ofertar máquinas de cartões (POS, na sigla em inglês) em parceria, ou seja, co-branded.

A estratégia, porém, inclui mais parceiros tanto bancos como empresas e foi inspirada numa atuação similar que a adquirente tem com a BR Distribuidora em postos de combustíveis, conforme executivos da credenciadora.

O próximo player a iniciar a parceria é a Caixa Econômica Federal. Na prática, a máquina segue sendo da Cielo e recebe apenas uma nova roupagem com a marca do parceiro uma vez que a oferta de terminais em conjunto com os seus sócios já existia.

Na quinta-feira, 11, o presidente do BB, Paulo Caffarelli, afirmou que a meta do banco é ofertar ao menos 120 mil máquinas da Cielo este ano. Já o Bradesco comercializou cerca de 14 mil terminais até o momento e mira ultrapassar a marca de 100 mil neste ano.

O contra-ataque da Cielo com sócios e parceiros é uma resposta à concorrência que tem aumentado no setor de adquirência com a chegada de novos players. Além disso, os bancos, miram, principalmente, as pequenas e médias empresas clientes que têm recorrido a outros players do mercado para ter o serviço de credenciamento. Foi esse mesmo racional que motivou o Safra a investir em sua própria rede de maquininhas, aproveitando o potencial da sua clientela e que estava à disposição do mercado.

Detalhes

Além da atuação em parceria de Bradesco e Cielo no credenciamento de lojistas para captura de transações com cartões, o Cade, que no documento pede para que ambos “detalhem” a iniciativa diversas vezes, questiona ainda quem será o responsável pela a oferta de máquinas, público alvo e também as condições de comercialização.

O órgão também quer entender se as maquininhas serão ofertadas conjuntamente com outros produtos e serviços bancários e se as condições de acesso aos mesmos também serão diferenciadas.

Em relação à manutenção do domicílio bancário, conhecida como “trava” e que nada mais é do que a conta indicada pelo estabelecimento para receber os créditos das vendas feitas com cartões, o Cade questiona se há vinculação com a oferta de POS por parte de Bradesco e Cielo. Pede ainda explicações sobre as condições e ainda um exemplo de um contrato de como isso será feito.

Procurada, a Cielo informa que a iniciativa de máquinas co-branded com Bradesco é reflexo de uma prática já existente na companhia, que busca associar a força de marcas parceiras à marca da Cielo. “Não há nenhuma alteração no modelo operacional da Cielo com os lojistas – a Cielo segue sendo responsável pela prestação de serviço junto ao lojista”, acrescento a adquirente, em nota ao Broadcast.

O Bradesco não comentou.

Fonte: Exame.com

Nova ofensiva de bancos rivais da Caixa reduz juros do crédito imobiliário

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A disputa pelo mercado de crédito imobiliário está cada vez mais acirrada e quem ganha com isso são os consumidores, que conseguem taxa de juros mais atraentes. Depois de a Caixa Econômica Federal anunciar redução de juros em meados de abril, outras instituições financeiras concorrentes também diminuíram seus porcentuais.

Na Caixa, as taxas mínimas caíram para 9% ao ano, no caso de imóveis dentro do Sistema Financeiro de Habitação (SFH). Mesmo com a redução, o banco estatal segue com o maior custo do mercado ao lado do Itaú Unibanco, que também tem taxas a partir de 9% ao ano.

Dentro da nova ofensiva das instituições neste segmento, o Bradesco tem hoje a menor taxa para financiamento imobiliário. Pelo SFH, os juros partem de 8,85% ao ano. O Santander, por sua vez, tem linhas a partir de 8,99% ao ano assim como no Banco do Brasil, cobra a mesma taxa.

Vale destacar que os custos variam de acordo com o perfil do cliente e relacionamento com a instituição.

Juro não é tudo

O professor de finanças e sócio da MelhorTaxa, Rafael Sasso, alerta que, apesar de importante, a taxa de juros não deve ser o único ponto considerado pelo mutuário ao escolher o seu financiamento imobiliário. “O consumidor tem que ficar atento porque, mesmo com juros aparentemente baixos, o CET (Custo Efetivo Total) pode ser alto, porque há outros custos embutidos que podem elevar muito o valor do financiamento”, alerta.

O financiamento de imóveis com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) despencou nos últimos quatro anos. Depois de atingir de 81 bilhões de reais de crédito para a aquisição de imóveis em 2014, o setor viu a liberação de financiamentos cair para 34 bilhões de reais no ano passado, reflexo da crise financeira que levou ao aumento do desemprego, mas também da alta taxa de juros cobrada nos parcelamentos. Pelo menos no que diz respeito aos juros, aos poucos as instituições financeiras estão reduzindo as taxas cobradas.

Fonte: Veja

Banco do Brasil se mantém otimista e projeta spreads menores neste ano

Publicado em: 11/05/2018

O presidente do Banco do Brasil (BB), Paulo Caffarelli, acredita em novas reduções dos spreads (prêmios em crédito) ao longo deste ano. A expectativa é que uma melhora na curva de juros futura traga benefícios mais significativos para o médio e longo prazo.

Os spreads bancários totais, de acordo com o último relatório do Banco Central (BC) marcaram 20 pontos percentuais (p.p.) em março, queda de 3,8 p.p. em relação a igual mês do ano passado.

Em relação ao BB especificamente, o presidente do banco público, Paulo Caffarelli, reforça que o movimento acontece muito em função da própria retomada econômica ao longo de 2018, onde as projeções de melhora no volume de crédito e de queda da inadimplência possibilita “taxas mais atrativas”.

“Além disso, outro fator que influencia hoje é a curva futura de juros que ainda está alta. Na medida que a economia se estabilize, a curva de juros cai e traz condições melhores de spread no médio e longo prazo”, comenta.

Para o banco, no entanto, o crédito continua em trajetória cadente. No primeiro trimestre deste ano, a carteira do BB registrou R$ 675,6 bilhões, no menor patamar em mais de quatro anos.

O valor corresponde a uma queda de 1,9% em relação aos três primeiros meses de 2017 (R$ 688,7 bilhões) e de 0,8% ante o trimestre imediatamente anterior (R$ 681,3 bilhões).

“Estamos mais preocupados com rentabilidade do que com share e, assim, vamos continuar perseguindo o crédito com qualidade responsável e mais adimplemento”, afirma Caffarelli, ponderando que o foco está voltado para as linhas de menor risco, como consignado, imobiliário, crédito para exportação e agronegócio.

“A carteira agro, por exemplo, cresceu 2,5% [de R$ 180,1 bilhões no primeiro trimestre de 2017 para R$ 184,7 bilhões neste ano até março] e nós mantivemos a participação no mercado. Estamos trabalhando e capturando propostas”, acrescenta o vice-presidente de gestão financeira e relações com investidores do BB, Berdarno de Azevedo Silva Rothe.

Em relação à recuperação de crédito, por sua vez, os executivos do Banco do Brasil têm perspectiva de estabilidade.

O montante recuperado marcou os R$ 1,205 bilhão nos três primeiros meses desse ano, aumento de 26% em relação a igual período do ano passado (R$ 956 milhões) mas recuo de 30,3% ante o trimestre imediatamente anterior.

“Foi uma queda sazonal e o trabalho nessa parte é completamente persistente. É natural que em um processo pós crise vejamos volumes mais altos, mas é um processo que tende a ser mais puxado no segundo e no quarto trimestre, com uma tendência de estabilizar em um patamar semelhante ao que vimos em 2017”, disse Marcio Hamilton Ferreira, vice-presidente de controles internos e gestão de riscos.

Prestação de serviços

Além disso, outro destaque do banco público foi sua atuação no mercado de capitais, que demonstrou o maior crescimento entre as receitas com tarifas e prestação de serviços no primeiro trimestre deste ano frente a igual intervalo de 2017 (+34,2%, de R$ 170 milhões para R$ 228 milhões).

“Há uma forte migração do Large Corporate para o mercado de capitais e nós estamos estruturados para ser um grande player nesse sentido. Mas pelo volume e relacionamento que nós temos com nossos clientes, vamos nos atualizar sempre”, completa Caffarelli.

O lucro líquido ajustado do banco registrou R$ 3,026 bilhões no primeiro trimestre, alta de 20,3% em relação a igual intervalo do ano passado (R$ 2,515 bilhões). O retorno sobre patrimônio líquido (RSPL) registrou 13,2%. O presidente também anunciou, na coletiva de ontem, o aumento para 40% nos dividendos aos acionistas para 2018.

Fonte: Jornal DCI

Lucro do BB sobe 20% e atinge R$ 3 bilhões; banco altera política de dividendos

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O Banco do Brasil registrou lucro líquido ajustado de R$ 3,026 bilhões no primeiro trimestre, 20,3% superior na comparação com o mesmo período de 2017. O lucro líquido contábil, que referencia remuneração aos acionistas, somou R$ 2,749 bilhões no período, avanço de 12,5% na base de comparação anual.

O retorno sobre o patrimônio líquido ajustado pelo critério de mercado foi de 13,2% no primeiro trimestre, alta de 0,8 ponto percentual ante os 12,4% dos três primeiros meses de 2017. No critério acionista, o retorno do banco foi a 14,4% no primeiro trimestre ante 16,0% no quarto e 13,7% em um ano.

O índice de inadimplência (INAD+90) apresentou queda pelo terceiro trimestre consecutivo com 3,65%, especialmente por conta do segmento de pessoas jurídicas. “Ao desconsiderar o caso específico, o índice de inadimplência acima de 90 dias do BB (3,22%) retornou ao patamar inferior ao do Sistema Financeiro Nacional (3,30%)”, disse a companhia.

O desempenho do BB no primeiro trimestre foi impulsionado, conforme a instituição explica em relatório que acompanha as suas demonstrações financeiras, pelo aumento das rendas de tarifas, redução das despesas de provisão para devedores duvidosos (PCLD) e ainda menores gastos administrativos.

A carteira de crédito ampliada do BB foi a R$ 675,645 bilhões no primeiro trimestre, queda de 0,8% em relação ao fechamento do quarto trimestre, de R$ 681,3 bilhões. Em um ano, os empréstimos tiveram declínio de 1,9%. Na pessoa física, foi visto recuo de 0,9% de ao final de março ante dezembro, mas alta de 0,4% em um ano. Já a carteira da pessoa jurídica diminuiu 3,4% e 8,1%, respectivamente.

O Banco do Brasil registrou R$ 1,423 trilhão em ativos totais, montante 1,5% maior em um ano, quando havia somado R$ 1,402 trilhão. Ante os três meses anteriores, aumentou 3,9%. Já o seu patrimônio líquido totalizou R$ 101,227 bilhões no primeiro trimestre, com elevação de 12,7% em 12 meses, quando estava em R$ 89,820 bilhões. Ante os três meses imediatamente anteriores cresceu 12,7% também.

Com relação a proventos, o Banco do Brasil pagará R$ 595,9 milhões em JCP complementar, ou R$ 0,21395486144 por ação em 30 de maio, tendo como base a posição acionária de 21 de maio, de acordo com comunicado. As ações serão negociadas ex-JCP a partir de 22 de maio.

O Conselho do banco também aprovou a revisão da política de remuneração aos acionistas, segundo comunicado separado. Para o exercício de 2018 foi definido o intervalo de 30% a 40% do lucro líquido a ser distribuído como payout.

Metas

O Banco do Brasil reafirmou suas metas (guidances) de desempenho para 2018, apesar de parte delas ter ficado fora dos intervalos divulgados pela instituição. As linhas que não entregaram desempenho dentro das faixas foram margem financeira bruta e carteira de crédito ampliada orgânica interna, incluindo pessoa física e jurídica.

No caso das despesas administrativas, o BB superou o seu guidance de desempenho ao diminuí-las em 0,2%, para R$ 7,759 bilhões, no primeiro trimestre. Segundo o banco, o resultado foi influenciado pela “gestão contínua das despesas e melhoria da eficiência”. O banco espera que as despesas administrativas tenham aumento de 1% a 4% em 2018.

Sobre a carteira de crédito, o banco explicou, em relatório que acompanha as suas demonstrações financeiras, que o desempenho foi impacto principalmente pela carteira de pessoa jurídica que, apesar da queda maior que o guidance, está em linha com as expectativas da instituição para o ano. Em relação ao crédito para pessoa física, o BB afirmou que o desempenho está dentro das projeções de 2018 e que o crescimento maior deverá ocorrer no segundo semestre.

Depois de encolher seus empréstimos em 2017, o banco espera retomada do crescimento deste ano. Projeta alta de 1% a 4% para a carteira de crédito ampliada orgânica interna. O BB espera que sua carteira de crédito de indivíduos cresça entre 4% e 7%. Já o segmento de agronegócio deve ter expansão de 4% a 7% neste ano contra faixa para 2017 que indicava aumento de 6% a 9%.

Na contramão, o crédito à pessoa jurídica pode ter mais uma queda anual. O BB espera que essa carteira caia até 3% e, na melhor das hipóteses, fique no zero a zero.

O Banco do Brasil espera que seu lucro líquido ajustado neste ano fique entre R$ 11,5 bilhões e R$ 14 bilhões. O resultado representará aumento de 3,6% se ficar no piso do guidance e de mais de 26% considerando o ponto mais alto. Em relação à margem financeira bruta sem recuperação de operações em perdas, a instituição espera que o indicador fique estável e, na pior das hipóteses, recue até 5%.

As despesas de provisões para devedores duvidosos (PCLD) líquidas de recuperação de operações em perdas do banco devem somar de R$ 19 bilhões a R$ 16 bilhões neste ano. Para as rendas de tarifas, o BB espera avanço de 4% a 7% neste ano.

Fonte: InfoMoney

Concurso Banco do Brasil terá participação de 150 mil candidatos em 2018

Publicado em: 10/05/2018

Já está disponível para consulta o cartão de inscrição dos candidatos do concurso Banco do Brasil 2018, para escriturários. O documento, com o local e o horário da prova objetiva da seleção, pode ser acessado no site da Fundação Cesgranrio, organizadora. No cartão, os candidatos devem conferir ainda: nome; número do documento de identidade, órgão expedidor e estado emitente; CPF; data de nascimento; e sexo. As avaliações estão confirmadas para este domingo, dia 13, pela manhã.

Quem precisa de tratamento diferenciado para a realização das provas ou concorre às vagas reservadas para pessoas com deficiência ou para pessoas negras ou pardas também deverá conferir todos os dados no cartão de confirmação. Caso haja erro em relação à cidade de realização das provas ou na condição de pessoa com deficiência e negros, será preciso entrar em contato com a Fundação Cesgranrio. Isso poderá ser feito nestas quinta e sexta-feiras, dias 10 e 11, pelo telefone (0800 701 2028). O atendimento é feito das 9h às 17h. O candidato também pode entrar em contato pelo e-mail (concursos@cesgranrio.org.br).

O BB também informou o número definitivo de inscritos da seleção. O quantitativo adiantado por FOLHA DIRIGIDA na última terça, 8, era referente à ampla concorrência. Somando deficientes e negros, são 150.172 candidatos na disputa. Esse número é composto por 127.304 da ampla concorrência, 22.206 negros e 62 deficientes – acesse a divulgação no site da Cesgranrio. Por região, o banco informou apenas a relação de inscritos da ampla concorrência.

Do total de concorrentes, São Paulo lidera, com 37.568 inscritos. Logo atrás, Rio de Janeiro e Brasília, regiões que também contam com vagas nesta seleção, têm 36.037 e 32.117 inscritos, respectivamente. Vale lembrar que o concurso Banco do Brasil teve as inscrições abertas no período entre 8 e 27 de março. O concurso conta com 60 vagas, sendo 30 imediatas e 30 em cadastro de reserva. Todas as oportunidades são para o cargo de escriturário, com exigência de nível médio completo. A remuneração para os classificados será de R$4.036,56. A seleção terá validade de um ano, prorrogável por igual período, e os selecionados serão contratados pelo regime celetista.

Saiba como serão as provas do concurso

Os candidatos do concurso Banco do Brasil 2018 serão avaliados por meio de prova objetiva e redação. Esses exames estão marcados para o próximo domingo, 13 de maio, embora seja Dia das Mães. A prova objetiva terá 70 questões. Dessas, 20 serão de Conhecimentos Básicos e 50 de Conhecimentos Específicos. Todas as questões contarão com cinco alternativas e apenas uma resposta correta. A pontuação máxima a ser atingida é de 100 pontos.

As questões de Conhecimentos Básicos possuem, no total, valor de 25 pontos distribuídos por: Língua Portuguesa (5 perguntas), Língua Inglesa (5), Matemática (5) e Atualidades do Mercado Financeiro (5). Já os itens de Conhecimentos Específicos somam 75 pontos, sendo divididos pelas disciplinas de: Probabilidade Estatística (20 questões, totalizando 30 pontos), Conhecimentos Bancários (5 questões, totalizando 7,5 pontos) e Conhecimentos de Informática (25 questões, totalizando 37,5 pontos).

Será aprovado o candidato que conseguir pelo menos 60% do total da pontuação das provas objetivas ou 55% da parte de Conhecimentos Básicos ou ainda 60% da pontuação da prova de Conhecimentos Específicos. Caso um concorrente obtenha nota zero em qualquer uma das disciplinas estará eliminado do concurso Banco do Brasil 2018. Somente os candidatos classificados nos exames objetivos terão as provas de redação corrigidas.

Fonte: Folha Dirigida

Bancos brasileiros investem R$ 20 bilhões para demitir 16 mil funcionários

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A julgar pelos resultados do primeiro trimestre, os cinco maiores bancos do país devem repetir a dose e ostentar, novamente, lucros recordes este ano. Em 2017, Itaú Unibanco, Bradesco, Caixa Econômica, Banco do Brasil e Santander levaram, juntos, R$ 77,4 bilhões para os cofres, 33,5% a mais do que em 2016. A estratégia é bem antiga: cortar gastos a partir de demissões, fechamento de agências e digitalização das operações, sem repassar a economia ao consumidor final, que continua a pagar tarifas de serviço cada vez mais altas e abusivas, segundo o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec).

Só nos primeiros 90 dias deste ano, por exemplo, tarifas de conta corrente renderam R$ 1,8 bilhão ao maior banco do país, o Itaú Unibanco. Foram R$ 168 milhões (+10,1%) a mais do que no mesmo período de 2017. Já cobranças pelo uso de cartões de crédito chegaram a R$ 3,1 bilhões no primeiro trimestre. A arrecadação, 6,5% maior que a registrada no início do ano passado se deve às maiores receitas com anuidade, taxação sobre lojistas e a incorporação da carteira de clientes do Citbank.

O Bradesco não ficou para trás. Nesse início de ano, gerou R$ 1,7 bilhão com as taxas em contas correntes (9,2%). O banco atribuiu o aumento ao “aprimoramento e expansão do leque de produtos oferecidos aos clientes” — que migraram para pacotes mais caros. Já os cartões de crédito renderam R$ 2,7 bilhões (4,8%) ao segundo maior banco privado do país. A alta se deve, em boa medida, às “maiores receitas com anuidades, em função do fim do período de isenções de início de relacionamento”.

Apesar da escalada nas receitas de tarifas, os bancos não param de demitir. Fecham, em média, mil postos de trabalho por mês há mais de um ano. Entre janeiro e março de 2018, foram eliminados 2.226 empregos, informou o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED). No ano passado, foram eliminadas 14.080 vagas em todo o país, totalizando uma diminuição de 16.306 empregos nos últimos 15 meses. O número de agências também diminuiu. Em 2017, o saldo foi de menos 1.314 agências no país.

Rotatividade

Os cortes na folha de pagamento são ainda maiores devido à rotatividade de empregados e a depreciação de salários. “Além da informatização, os bancos demitem para contratar pessoas mais jovens com um salário até um terço menor”, lembra Juvandia Moreira Leite, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf). De fato, no primeiro trimestre, a média salarial dos novos funcionários foi de R$ 4.053, contra uma remuneração média de R$ 6.614 dos dispensados, uma redução salarial de 38,7%, aponta o Dieese.

O verso da moeda das demissões é a transferência das operações para as mãos dos próprios clientes, via internet. Confome o JORNAL DO BRASIL noticiou, os bancos vêm investindo pesado em tecnologia digital. Uma pesquisa da Febraban mostra que, só em 2017, foram gastos R$ 19,5 bilhões para levar os clientes ao online. No agregado dos últimos quatro anos, o investimento bruto foi de R$ 76,6 bilhões.

Vem dando certo. Só no ano passado o número de transações pelo mobile banking cresceu 37,6%. Somados, telefone celular e plataformas na internet já dão conta da maioria das operações realizadas pelo clientes (58%). Só o Santander, que detém a menor carteira de clientes no clube dos cinco, ganhou 9,1 milhões de novos clientes digitais no primeiro trimestre, uma alta de 32,8% com relação a igual período do ano anterior. O banco espanhol realiza até mesmo contratações de créditos imobiliários integralmente remotas. O Bradesco deve oferecer o mesmo até o final do ano.

Tarifas sobem

Apesar de toda a economia gerada com cortes de pessoal e barateamento da infraestrutura, as tarifas bancárias continuam caras para o cliente e altamente rentáveis para os bancos. O último levantamento anual do Idec sobre preços de serviços bancários, apontou que, dos 58 pacotes de tarifas oferecidos pelos cinco bancos, 50 sofreram reajustes abusivos. O reajuste médio do total de pacotes pesquisados ficou em 12,6%, quatro vezes e meia a inflação do período (2,7%). A Caixa liderou o aumento, com reajustes de até 78% em seu pacote convencional.

Segundo Ione Amorim, economista do Idec, a estratégia da Caixa é aproximar a receita anual com tarifas bancárias daquelas obtidas por Banco do Brasil, Itaú e Bradesco, todas superiores a R$ 6,5 bilhões no ano passado. Amorim define a política tarifária do clube dos cinco como um “cartel autônomo”, já que não existe um indicador de correção de preços que leve em conta parâmetros como a inflação e o custo operacional das empresas. Além disso, a resolução do Banco Central dedicada às tarifas bancárias – criada há dez anos e atualizada em 2010 – impõe um período de 180 dias a cada seis meses. Na prática, explica Amorim, isso permite dois reajustes por ano.

“A situação é preocupante há alguns anos. O consumidor tem de se questionar e ser mais criterioso na contratação de serviços”, diz a economista, que sugere enfaticamente a adesão aos pacotes essenciais e a busca por bancos digitais que oferecem transações sem custos.

O RAIO X DOS 5 GRANDES

R$ 77 bilhões de lucro em 2017

R$ 1,8 bilhão em tarifas no primeiro tri de 2018

R$ 19,5 bilhões de investimento em tecnologia digital

15 mil demissões em 2017-2018

1.314 agências fechadas em 2017

38,7% de Redução de nos salários médio

Fonte: Jornal do Brasil

Banco do Brasil tem lucro de R$ 2,75 bilhões no 1º trimestre, alta de 12,5%

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O Banco do Brasil registrou lucro líquido de R$ 2,749 bilhões no 1º trimestre, um resultado 12,5% acima do registrado nos 3 primeiros meses do ano passado (R$ 2,443 bilhões). Na comparação como 4º trimestre de 2017, entretanto, quando o banco teve lucro de R$ 3,108 bilhões, houve queda de 11,6%.

Já o lucro líquido ajustado cresceu 20,3% no 1º trimestre, alcançando R$ 3 bilhões. O Banco do Brasil disse no balanço que o resultado pelo crescimento de 5,4% das receitas com tarifas e pela redução das despesas de provisão e das despesas administrativas.

Carteira de crédito

A carteira de crédito para pessoas físicas cresceu 3% na comparação anual, atingindo R$ 177,2 bilhões no 1º trimestre. Segundo o BB, os destaques foram o crédito consignado e o financiamento imobiliário, que avançaram 8,2% e 6,8%, respectivamente.

Já a carteira de crédito das pessoas físicas caiu 6,3% no ano, influenciada principalmente pela queda de 7,4% nas nas operações de capital de giro, além do recuo em investimentos e crédito imobiliário.

O retorno sobre patrimônio líquido (RSPL), indicador de rentabilidade, aumentou de 12,4% para 13,2% na comparação anual.

O BB informou que em abril atingiu 1,9 milhão de clientes com contas digitais. “Para 2018 o desafio é atingir 3 milhões de clientes digitais”, informou o banco.

Lucros dos concorrentes no 1º trimestre

Itaú: R$ 6,28 bilhões

Bradesco: R$ 4,467 bilhões

Santander: 2,8 bilhões

Fonte: Portal G1

BB Seguridade: lucro líquido ajustado é de R$ 907,4 mi no primeiro trimestre

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A BB Seguridade, holding que concentra os negócios de seguros do Banco do Brasil, anunciou lucro líquido ajustado de R$ 907,4 milhões de janeiro a março, cifra 8,6% menor que no primeiro trimestre de 2017, de R$ 992,803 milhões. Na comparação com os três meses anteriores, a queda, porém, foi menor, de 3,6%.

A companhia destaca, em relatório que acompanha as suas demonstrações financeiras, que apesar do crescimento de 3,5% no resultado operacional combinado das empresas do grupo, o lucro líquido foi fortemente impactado pela retração da taxa Selic. “A queda dos juros levou o resultado financeiro combinado a uma queda de 37,3% quando comparado ao mesmo período do exercício anterior (para R$ 185 milhões)”, destaca a BB Seguridade, no documento.

Seu lucro contábil, que considera eventos extraordinários, alcançou R$ 886,5 milhões no primeiro trimestre, queda de 10,7% na mesma base de comparação. Ante o trimestre anterior a retração foi de 2,4%. Dentre os fatos não recorrentes no início do ano, conforme a BB Seguridade, está um ajuste de provisão de sinistro a liquidar judicial (PSLJ) da BB Mapfre SH2, que compreende os ramos de seguro patrimonial e de automóvel, de mais de R$ 20 milhões.

“A necessidade de provisionamento adicional de PSLJ foi estimada em R$ 108,0 milhões, que deduzido da reversão de R$ 32,0 milhões na provisão de sinistros ocorridos mas não suficientemente avisados (IBNER) e dos efeitos fiscais gerou impacto negativo de R$ 20,9 milhões no lucro líquido da BB Seguridade”, explica a holding.

No primeiro trimestre, o volume de total de prêmios emitidos de seguros, contribuições de previdência e arrecadação com títulos de capitalização alcançou R$ 12,7 bilhões. Apesar de ter sido suficiente para manter a holding líder nos segmentos em que atua, o volume é 14,2% menor que o visto nos três primeiros meses do ano passado, de R$ 14,8 bilhões.

A BB Seguridade encerrou março com R$ 9,807 bilhões em ativos totais, cifra 5,5% maior em um ano, de R$ 9,297 bilhões. Em relação aos três meses anteriores teve queda de 9,2%. Já o patrimônio líquido da holding somou R$ 9,795 bilhões, elevação de 5,4% e 10,1%, respectivamente e na mesma base de comparação.

Fonte: Isto É Dinheiro

Com Veloe, BB e Bradesco estreiam no pedágio eletrônico

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Bradesco e Banco do Brasil lançaram nesta quarta-feira (9) a Veloe, bandeira de pedagiamento eletrônico com a qual competirão com marcas estabelecidas, como Sem Parar e o ConectCar. O serviço é a mais recente aposta dos sócios por meio da joint venture Elopar para ampliar as receitas com serviços, em um momento no qual o crédito patina, com país saindo lentamente da recessão.

A holding Elopar controla também os cartões Elo, a gestora de programas de fidelidade Livelo e a administradora de programas de benefícios Alelo, entre outros.

O objetivo para a Veloe, segundo os sócios, é atingir 1,5 milhão de usuários até 2020. Além de pedágios de estradas, a Veloe deve operar também estacionamentos de shopping centers e postos de gasolina.

O sistema está já operando em modo piloto em São Paulo e deve funcionar nacionalmente no começo do segundo semestre. “Mais para o final do ano também passaremos a trabalhar também com fretes de empresas, inclusive de veículos pesados”, disse a jornalistas o presidente da Alelo, Raul Moreira.

Fonte: Portal G1

BB é condenado a pagar R$ 50 mil por danos morais e pensão vitalícia a funcionário

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“Se da ofensa resultar defeito pelo qual o ofendido não possa exercer o seu ofício ou profissão, ou se lhe diminua a capacidade de trabalho, a indenização, além das despesas do tratamento e lucros cessantes até ao fim da convalescença, incluirá pensão correspondente à importância do trabalho para que se inabilitou, ou da depreciação que ele sofreu”.

Com esse entendimento, estabelecido no Art. 950 do Código Civil, bem como dos artigos 927, 944 e 950 do mesmo CC, o Juiz do Trabalho Substituto Wagson Lindolfo José Filho, da Vara do Trabalho de Jaru, em Rondônia, condenou o Banco do Brasil a pagar indenização por danos morais no valor de R$ 50 mil a um bancário vítima de doença adquirida decorrente de suas atividades como funcionário do banco (doença ocupacional), além de pensão vitalícia de 50% da sua última remuneração.

Neste pensionamento devem integrar ainda, além das parcelas salariais variáveis, o valor do 13º salário e do terço de férias, a ser pago proporcionalmente todos os meses. O valor da pensão mensal deverá ser reajustado anualmente, conforme índices da categoria profissional e, na ausência, em consonância com os índices oficiais. As prestações vencidas deverão ser pagas de uma só vez, com juros e correção monetária legais, observando-se os índices e critérios aplicáveis aos créditos trabalhistas.

Entenda o caso

O bancário foi admitido no Banco do Brasil em 4 de junho de 2001, na agência do município de Jaru. Nesses quase 17 anos de serviços prestados ao banco, acabou sendo acometido de doença ocupacional (LER/DORT), como ficou comprovado após duas avaliações médicas que, em seus laudos, diagnosticaram que o trabalhador é portador de endinopatia do supraespinhal à direita e, portanto, inapto ao trabalho.

Mesmo com o tratamento fisioterápico, medicamentoso e psiquiátrico, o trabalhador teve sua capacidade laboral comprometida permanentemente e, com isso, não pode mais sequer vislumbrar um retorno à sua vida profissional como anteriormente.

O magistrado entendeu que não resta dúvida de que a prestação de serviços para o Banco do Brasil contribuiu para o surgimento da doença que acomete o bancário, estando inquestionavelmente presente, assim, além do dano, o nexo de causalidade e concausalidade.

A ação foi conduzida pelo advogado Castiel Ferreira de Paula, do Escritório Fonseca & Assis Advogados Associados, que presta assessoria jurídica ao Sindicato.

Fonte: Rondônia News

BB deve indenizar idosa que esperou atendimento por quase três horas

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A juíza Maria Verônica Correia de Carvalho Souza Araújo, do 1º Juizado Especial de Maceió, condenou o Banco do Brasil a pagar R$ 2.862,00 a uma idosa que esperou por quase três horas na fila para ser atendida. A decisão foi publicada no Diário da Justiça Eletrônico desta segunda-feira (7).

A cliente, que tem mais de 60 anos, entrou com ação contra o banco alegando ter sofrido constrangimento por conta da demora excessiva no atendimento. Em contestação, a instituição financeira se limitou a dizer que não houve dano moral, não apresentando, contudo, nenhum documento que afastasse o direito da cliente.

De acordo com a magistrada, o banco impôs à usuária um serviço defeituoso, prestado com lentidão e descaso. “Com a agitação da vida nos centros urbanos, não se pode tolerar e nem aceitar a longa espera em fila de banco, ainda mais em face dos modernos e avançados sistemas de informatização que dispõem os conglomerados bancários, com informações e processamentos em tempo real, além de pessoal qualificado”.

Na decisão, a juíza citou a lei municipal nº 5.516/2006, segundo a qual o tempo razoável para atendimento dos usuários dos serviços bancários é de até 20 minutos (em dias normais) e de até 30 minutos (em véspera ou dia seguinte de feriados prolongados, nos dias de pagamento dos servidores públicos, e nos dias de vencimento de contas de concessionárias de serviços públicos e de recebimento de tributos).

Fonte: Gazeta Web

Reestruturação feita pelo BB desespera cliente e põe em risco bancários

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A política dos banqueiros de fazer o possível e o impossível para que a população não movimente os seus recursos no banco beira ao absurdo. Poucos caixas eletrônicos, uma grande parte sem funcionamento, limite de saque nos terminais eletrônicos restrito a quase nada, o mesmo acontecendo nos correspondentes bancários, na boca do caixa. Para que o cliente possa sacar uma certa quantia, é necessário ligar para o canal de atendimento e aguardar, em muitos casos, mais de 48h para efetuar a transação, isso sem falar nas enormes filas que a população é obrigada a suportar que pode chegar a mais de duas horas de espera.

No Banco do Brasil, com a reestruturação, ocorreu uma diminuição expressiva do quadro funcional dos 112 mil funcionários, passando para os atuais 87 mil, o que piorou muito a situação dos clientes, da população em geral e para os seus funcionários.

Essa política – dos banqueiros – tem levado uma revolta generalizada por parte dos clientes – os bancos são o setor que mais gera reclamações nos órgãos de defesa do consumidor – chegando ao ponto do cliente de uma agência Estilo do Banco do Brasil, em Belo Horizonte, expor uma arma ao funcionário da agência após não conseguir sacar o seu dinheiro na boca do caixa.

Fonte: Diário Causa Operária

Bancos podem ter horário especial em dia de jogo do Brasil na Copa

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O Banco Central publicou circular, nesta quarta-feira (9), para regulamentar o funcionamento das instituições bancárias durante os jogos da seleção brasileira na Copa do Mundo da Rússia 2018, que será disputada entre os dias 14 de junho e 15 julho.

A atuorização – que vale para bancos múltiplos com carteira comercial, bancos comerciais e as caixas econômicas – prevê que as agências poderão alterar o horário de atendimento ao público, mas deverão garantir funcionamento mínimo de quatro horas ao longo do dia, uma hora a menos do que as cinco horas obrigatórias exigidas para os dias úteis. Além disso, as agências ficam dispensadas do cumprimento do horário ininterrupto de funcionamento, conforme as normas em vigor. Nesse caso, os bancos podem, por exemplo, abrir antes das partidas, fechar no início dos jogos e reabrir as portas após o término das disputas.

O Brasil estreia na Copa contra a Suíça, no dia 17 de junho, um domingo, às 15h, no horário de Brasília, pelo grupo E da competição. A segunda partida será contra a Costa Rica, no dia 22 de junho, sexta-feira, às 9h. O jogo de encerramento da fase de grupos será no dia 27, contra a Sérvia, às 15h. Se chegar às semifinais ou à grande final, no dia 15 de julho, o Brasil ainda poderá jogar outras quatro vezes. A definição das datas dos confrontos das fases seguintes dependem da posição do país na fase de grupos.

O Banco Central determinou que as instituições financeiras deverão informar, com antecedência mínima de dois dias úteis, o horário de atendimento nos dias de jogos da seleção. Os informes deverão ser afixados nas dependências das próprias agências.

Fonte: Isto É Dinheiro

Nova audiência de ação coletiva em prol de descomissionados fica para março de 2019

Publicado em: 04/05/2018

Ficou agendada para o dia 7 de março de 2019 a próxima audiência, de instrução, da ação coletiva de número 0001027-64.2017.5.10.0019, ajuizada pela Associação dos Gerentes do Banco do Brasil (AGEBB) em agosto do ano passado. A audiência de instrução é a oportunidade em que serão ouvidas testemunhas a fim de concluir a fase de apresentação de provas.

A decisão foi tomada, no dia 26 de abril, durante audiência na 19a Vara do Trabalho de Brasília. Na ocasião, o BB apresentou sua defesa e a juíza do Solymar Dayse Neiva Soares concedeu prazo para que a AGEBB se manifeste sobre ela e os documentos apresentados pelo banco.

Cumpre ressaltar, segundo a Moraes e Lindgren Advogados, escritório parceiro da AGEBB especializado em questões bancárias, que o pedido de tutela de urgência já deferido nesse processo permanece com validade durante este período. Caso haja o descumprimento quanto a decisão da incorporação da gratificação de função pela média dos últimos dez anos, a AGEBB orienta para que o interessado entre em contato com a associação pelo e-mail agebb@agebb.com.br para que sejam tomadas as devidas providências.

Fonte: AGEBB

BB desvenda superpoderes de mães reais e as coloca em capa de HQ gigante

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Quais superpoderes as mães brasileiras possuem? É o que a nova campanha do Banco do Brasil vai desvendar neste próximo Dia das Mães. Composta por filme, que ocupará os canais digitais do Banco e ação no portal Vix, a comunicação criada pela agência Master traz depoimentos de filhos e maridos sobre o dia a dia de suas heroínas e quais habilidades elas têm para dar conta de tudo o que envolve suas rotinas.

Sensível, delicado e ao mesmo tempo divertido, o vídeo intercala momentos em que os familiares descrevem todas as particularidades e singularidades que tornam a mãe especial, enquanto um desenhista cria uma personagem para cada uma delas. O resultado é uma coleção de capas de HQ de “Supermães”.

As contempladas, assim como todas as mães brasileiras, possuem algo de especial em suas personalidades, no modo de agir e de levar a vida. São elas a influenciadora digital Julyana Mendes, do canal Mãe de Sete, que, como o próprio nome anuncia, possui sete filhos, e três funcionárias do Banco do Brasil: Carla Nesi, mãe de um menino de 12 anos, Claudiane Guimarães, mãe de dois filhos (6 e 12 anos) e, atualmente, grávida de oito meses, e Sheila Greik, mãe de dois filhos adotivos (13 e 15 anos).

“Muitas vezes, no dia a dia, nos esquecemos de quão importante é a presença da mãe em nossas rotinas. Parece que tudo está tão no automático, que não prestamos atenção em todas as coisas que elas fazem e nem em como sempre dão conta de tudo: são amigas, companheiras, chefs, conectadas, trabalhadoras e muitas outras coisas. A campanha vem para mostrar que são mesmo super-heroínas”, explica Alexandre Alves, diretor de Marketing e Comunicação do Banco do Brasil.

Além do filme, a campanha conta com ação no portal Vix, em que os internautas poderão responder a um Quiz e descobrir qual o perfil de heroína de suas mães: superbiônica, superfã, supervidente, superamiga, superzen ou superlacradora. O questionário traz 10 perguntas sobre o perfil das mães, abordando características e atitudes de forma divertida e bem-humorada. O resultado é a ilustração de uma supermãe, que pode ser compartilhado em redes sociais.

A comunicação conta também com ação da agência Isobar para as redes sociais e para o público interno do Banco. No dia 09 de maio, ilustradores farão desenhos de mães dos usuários do Facebook. Haverá um post para convidar as pessoas a interagir e falar como veem ou imaginam as suas mães. Para captar os traços da figura materna, os ilustradores interpretarão as informações dadas pelos seus filhos na página de perfil do Banco, irão ilustrá-las como super-heroínas e elas serão postadas na própria rede. No dia 13 de maio, Dia das Mães, haverá um vídeo do compilado da ação no Facebook, levando o conceito de super-heroína como homenagem do Banco do Brasil.

No sábado (12), véspera do Dia das Mães, nos CCBBs Belo Horizonte, Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo ilustradores atenderão aos visitantes que quiserem homenagear suas mães com uma imagem que as retrate como super-heroína.

Fonte: Banco do Brasil

Smartfit aprova empréstimo de R$ 100 milhões com Banco do Brasil

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O conselho de administração da rede de academias de ginástica SmartFit aprovou na sexta-feira (27) a contratação de um empréstimo de R$ 100 milhões junto ao Banco do Brasil, por meio de uma cédula de crédito bancário (CCB).

A CCB foi emitida em 20 de abril e possui vencimento final de em 15 de abril de 2022, com a primeira parcela sendo paga em 15 de maio de 2019. O encargo financeiro corresponde à taxa média dos Certificados de Depósitos Bancários (CDI), mais sobretaxa efetiva de 3,28% ao ano.

O conselho também aprovou a cessão fiduciária dos direitos creditórios sobre recebíveis de vendas efetuadas com cartões de crédito como garantia à CCB.

Fonte: Valor Econômico

Banco do Nordeste lidera ranking do BC sobre melhores ouvidorias; BB fica em quarto

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O Banco Central (BC) apresentou seu ranking trimestral que avalia a qualidade das ouvidorias das instituições financeiras. No primeiro trimestre do ano, a melhor colocação entre as instituições com mais de 4 milhões de clientes ficou com o Banco do Nordeste, com nota 4,95, seguido por Votorantim (4,35), Midway (3,58%), Banco do Brasil (3,49) e Itaú (3,37). Não houve alteração de colocação, se comparado com a avaliação do quarto trimestre do ano passado.

A nota máxima é 5 e são considerados prazo de resposta, qualidade da resposta, reclamações contra a ouvidoria da instituição e participação na plataforma de mediação “consumidor.gov.br”.

Entre as instituições com menos de 4 milhões de clientes, cinco apresentaram nota máxima no trimestre: Banco Toyota, CCB, Crefisa, Original e Volkswagen.

Fonte: Valor Econômico