BB é acionado por abrir conta sem autorização do trabalhador

Publicado em: 12/03/2023

A Segunda Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) rejeitou recurso em que o Banco do Brasil S.A. alegava incompetência da Justiça do Trabalho para examinar ação ajuizada por um trabalhador rural contra a instituição. Ele teve seu nome inscrito em órgãos de proteção ao crédito por não pagar tarifas bancárias relativas a uma conta-salário que nem sabia existir.

A conta foi aberta pela empresa Geraldo Nobile Holhausen, da qual foi empregado de maio a novembro de 2005, sem a autorização do trabalhador, que nunca recebeu salário pelo Banco do Brasil. Apenas a partir de janeiro de 2006, quando ele não mais era empregado, a empresa passou a efetuar os pagamentos de seus empregados pelo BB. Em julho de 2007, ao abrir um crediário, foi surpreendido pela informação de que não poderia concluir a operação porque seu nome estava negativado no SPC e na Serasa desde julho de 2006 por iniciativa do Banco do Brasil.

Ao ajuizar a ação para ressarcimento por danos morais, o trabalhador relatou o constrangimento por ter que devolver a mercadoria à vista do público e funcionários, sem sequer saber a razão. O Banco do Brasil foi condenado solidariamente com a empresa Holhausen a pagar R$ 5 mil de indenização ao trabalhador, com juros e correção monetária desde o ajuizamento da ação, em agosto de 2007.

O banco, desde o início do processo, sustentou que o litígio é de natureza cível, sem envolver relação de trabalho. E afirmou que todos os atos realizados decorrem, única e exclusivamente, de suas atividades comerciais, e que não pode ser punido por exercer o que lhe é permitido legalmente. Segundo o banco, mesmo a conta tendo sido aberta indevidamente, agiu em erro influenciado por atos da empresa, que deveria ser responsabilizada pelos prejuízos sofridos pelo trabalhador.

Segundo o Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região (Campinas/SP), representantes do banco e da empresa confirmaram não haver contrato escrito para a abertura da conta. O TRT manteve a sentença, concluindo que o litígio é decorrente da relação de emprego, e, portanto, da competência da Justiça do Trabalho.

À mesma conclusão chegou o ministro Renato de Lacerda Paiva, relator do recurso no TST, para quem o TRT “deu a exata colocação da descrição dos fatos ao conceito contido no artigo 114 da Constituição da República“. Renato Paiva ressaltou que a negativação do trabalhador rural nos órgãos de proteção ao crédito decorreu de débitos na conta-salário aberta pelo empregador, sem o seu consentimento, “estando, pois, atrelado ao contrato de trabalho e decorrendo da própria relação de emprego”.

A decisão foi unânime.

Fonte: Jusdecisium

 

Primeira mulher presidente do Banco do Brasil promete inovações

Publicado em: 06/03/2023

Bacharel em administração de empresas e pós-graduada em administração, negócios e marketing e em liderança, inovação e gestão, aos 45 anos Tarciana Paula Gomes Medeiros é a primeira mulher a comandar o Banco do Brasil. Natural de Campina Grande, na Paraíba, onde, na adolescência, trabalhou como feirante e depois ingressou no magistério, antes de ser aprovada em concurso da instituição, Tarciana tem trajetória de destaque no BB, liderando projetos de prospecção e automação de convênios para concessão de crédito, além de criar estratégias para o agronegócio.

Em entrevista exclusiva ao caderno Trabalho&Formação do Correio, ela fala sobre sua trajetória e sobre os desafios a serem enfrentados nos próximos quatro anos. “A missão que assumo é extremamente relevante e desafiadora. E a melhor forma de honrar isso é assumindo o compromisso de continuar a entregar resultados sustentáveis para os nossos acionistas e ser relevante na vida das pessoas, em todos os momentos, contribuindo para o desenvolvimento do Brasil”, diz. Segundo ela, a ordem é apoiar o empreendedorismo feminino para as micro e pequenas empreendedoras e mulheres do campo.

A mulher ainda ocupa pouco espaço no protagonismo de empresas e também na política. Na sua opinião, como será possível ampliar esse avanço, o que é preciso para que elas sejam devidamente reconhecidas e respeitadas?

Quando as pessoas me cumprimentam, dizendo “oi, Tarci, tudo bem?”, costumo responder “o que não está bem, vai ficar”. Acredito que é justamente isso. Temos que reconhecer os problemas, mas focar nas soluções. E é isso que estamos fazendo. Vou falar sobre o Banco do Brasil como exemplo. Pela primeira vez, em 214 anos de história, o Banco do Brasil é presidido por uma mulher. E, pela primeira vez, temos quatro mulheres no Conselho Diretor: eu e minhas três colegas, Ana Cristina Garcia, vice-presidente Corporativo; Carla Nesi, vice-presidente de Negócios de Varejo, e Marisa Reghini, vice-presidente de Negócios Digitais e Tecnologia. Acredito que o exemplo arrasta. Uma das formas de ampliar e valorizar a participação feminina na nossa sociedade é exatamente liderar pelo exemplo. E acredito que estamos num bom caminho. Claro, o primeiro passo é o reconhecimento de que é necessário olhar para as barreiras às vezes invisíveis sobre essa questão.

Como você enfrentou essas barreiras invisíveis?

Falo aqui dos vieses inconscientes, com um olhar de preconceito que às vezes afeta a todos. E por isso é tão importante ter a diversidade em debate, para que o diálogo ajude a quebrar preconceitos e abrir horizontes sobre este assunto. Por exemplo, minha essência profissional passa por ter tido a oportunidade de crescimento e aprendizagem com tantos colegas aqui no Banco do Brasil, que foram mentoras e mentores na minha carreira. A missão que assumo, ao ser a primeira mulher a presidir o BB, é extremamente relevante e desafiadora. Tenho plena consciência disso. E a melhor forma de honrar isso é assumindo o compromisso de continuar a entregar resultados sustentáveis para os nossos acionistas e ser relevante na vida das pessoas, em todos os momentos, contribuindo para o desenvolvimento do Brasil. Somos a primeira instituição bancária do país e, ao longo de nossa história, participamos ativamente do desenvolvimento econômico e social do Brasil. Nosso objetivo é trabalhar para que os cargos de gestão do BB possam ser ocupados por pessoas que refletem e representam melhor a realidade social do Brasil.

Queremos ter cada vez mais diversidade nos cargos de gestão. O próprio Banco do Brasil reflete muito do nosso país e ele é muito diverso”

A presença e ascensão feminina no BB, de acordo com a própria instituição, foram construídas ao longo dos anos e com constantes quebras de paradigmas em favor das mulheres. Como primeira mulher a presidir a instituição, o que pretende fazer para ampliar e valorizar a participação delas na instituição?

No BB, a equiparação salarial já existe. Somos uma empresa de vanguarda e que é exemplo em diversas ações de gestão de pessoas. Isso, pra nós, é o básico e já fazemos há décadas. O que buscamos é uma equidade de condições para que as mulheres possam superar vieses inconscientes, por exemplo, para que possam impulsionar suas carreiras. Queremos ter cada vez mais diversidade nos cargos de gestão. O próprio Banco do Brasil reflete muito do nosso país e ele é muito diverso, feito por pessoas com muita qualidade técnica e com diversidade em experiências de vida. Isso traz uma riqueza que faz com que a instituição seja pioneira, referência em diversas áreas, já que é essa diversidade que nos impulsiona a desenvolver soluções inovadoras para atender a sociedade. Temos quebrado paradigmas diariamente e conquistado muito, mas sabemos que há muito que avançar.

E a questão da diversidade, da pluralidade, como será tratada em sua gestão?

Reconhecemos que o tema da diversidade ainda precisa evoluir tanto na sociedade como na estrutura da organização. Este é o primeiro passo: o reconhecimento. Aqui, no BB, esse avanço será feito com base em muito diálogo, escuta ativa e entendimento da realidade de cada segmento do corpo funcional. E não vamos ficar apenas no aspecto simbólico da minha nomeação. Estamos construindo um diagnóstico preciso, estruturado. E já temos adotado medidas concretas para diversificar, ainda mais, os times e as lideranças. Nomeamos, pela primeira vez na história do BB, três vice-presidentes mulheres. Isso é muito emblemático e é uma das formas de irmos liderando pelo exemplo e enriquecendo o debate de ideias, a proposição de soluções e a tomada de decisões. Vamos escalar esses movimentos de valorização da diversidade, já que ela gera resultados ainda mais eficientes e sustentáveis. O Banco do Brasil vai vivenciar a diversidade plena, na prática!

Você iniciou sua vida profissional como feirante e foi professora no interior da Paraíba antes de ingressar no Banco do Brasil. Foi um período difícil? O que mais a marcou naquela época e em sua trajetória até chegar à presidência do BB?

Sou mulher nordestina, paraibana, mãe. Quando fui indicada para ser a primeira presidenta do BB voltei exatamente para as minhas raízes, aquilo que me forma como pessoa e como profissional. E, agora, presidenta do BB. A primeira coisa que fiz foi ligar pra ‘Mainha’ e ‘Titia’. Ainda estava no saguão do hotel, onde foi feito o anúncio da minha indicação. Liguei para dizer a elas o quanto foram e são importantes na minha vida. No evento da minha posse, por exemplo, em 16 de janeiro, no Centro Cultural Banco do Brasil, aqui em Brasília, também fiz questão de agradecer o apoio da minha família. Foi com ela que aprendi que sem educação não somos nada e que estudar tem poder libertador. Desde os tempos de feirante, Mainha me ensinou a não ter vergonha de trabalhar, que qualquer trabalho é nobre. E minha titia me ensinou a ter uma consciência cidadã, que ajudasse a quebrar padrões, sem nunca deixarmos de lado nossas raízes, nossos valores éticos.

Uma das formas de ampliar e valorizar a participação feminina na nossa sociedade é exatamente liderar pelo exemplo. E acredito que estamos num bom caminho. O primeiro passo é o reconhecimento de que é necessário olhar para as barreiras às vezes invisíveis sobre essa questão.”

Os desafios sempre foram grandes, mas sempre busquei jogar foco muito maior em meus anseios, sempre fui de olhar muito mais para as soluções do que ficar lamentando sobre os problemas. Não estou, com isso, romantizando as dificuldades, mas exaltando uma forma de viver a vida, já que é a gente que pode fazer algo por nós mesmos. Ainda que não seja necessário estar sozinha nessa caminhada, mas pelo contrário: valorizo muito minha família, meus amigos e cada profissional que atuou ao meu lado como verdadeiros professores. Da mesma forma, agradeço também aos 85 mil colegas, funcionários do BB, pelo acolhimento carinhoso com que receberam a minha indicação. Eu me sinto extremamente honrada pela oportunidade de liderar esse time, como funcionária de carreira que sou, e sabendo que podemos gerar resultados sustentáveis, que levem desenvolvimento para todas as regiões do Brasil.

O Banco do Brasil vai criar ou aprimorar algum tipo de serviço que beneficie e incentive mulheres empreendedoras em sua gestão?

Com toda certeza. Temos avançado muito em apoiar nossos clientes para atender em suas necessidades. Entendemos que a valorização da mulher na sociedade passa por diversos aspectos, incluindo sua segurança financeira. Além das questões de gestão de pessoas e do diagnóstico que estamos construindo, também estamos com avanços no nosso relacionamento com o público feminino que faz negócios conosco. Há uma quebra de paradigma diária. Como disse, temos vivenciado no BB uma quebra diária de paradigmas com a capacidade dos funcionários de atuar com colaboração para gerar resultados consistentes e sustentáveis. E atuar com nossas clientes é também uma frente importante nesse quesito.

Haverá atenção especial para o público feminino nesse contexto?

Nossos pilares de atuação com clientes mulheres passam por ofertar soluções financeiras adequadas, apoiar com educação empreendedora, ofertar benefícios e promoções que se encontram no app do BB para as mulheres, além de ações corporativas para apoiar o empreendedorismo feminino, seja para as micro e pequenas empreendedoras, seja para as mulheres do campo, por exemplo, além de atuar com mulheres investidoras. São mais de 1,9 milhão de mulheres que investem cerca de R$ 290 bilhões conosco. Nas soluções financeiras para MPE [Micro e Pequeno Negócio], temos nossa conta Pessoa Jurídica com ofertas especiais em capital de giro, cobrança, recebíveis. Enfim, um portfólio completo que cada cliente pode consultar suas condições específicas no app ou com nossos funcionários. Temos avançado bastante. E vai ficar ainda melhor. Tenho como mantra dessa gestão disponibilizar um Banco do Brasil para cada cliente, ou seja, atuar de forma hiperpersonalizada, com base em análise de dados e com soluções adequadas a cada cliente, de acordo com seus perfis e comportamentos. Faremos o mesmo com o público feminino, valorizando a autonomia financeira das mulheres. É isso que gera empoderamento e faz crescer a representatividade da mulher brasileira na sociedade. Precisamos muito disso.

Fonte: Correio Braziliense

 

Indicado ao comando da Previ, João Fukunaga é aprovado para o cargo sob críticas

Publicado em: 03/03/2023

A indicação de João Fukunaga para a presidência da Previ, o fundo de previdência dos funcionários do Banco do Brasil, foi aprovada pela Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc) na última segunda-feira, mas sob questionamentos de aposentados do banco. As críticas são de que Fukunaga não cumpriria critérios técnicos necessários para ocupar o cargo. Na cadeira, ele será responsável por administrar um dos maiores fundos de pensão da América Latina, com mais de R$ 240 bilhões em ativos.

Em carta que circulou em grupos de aposentados do banco, a que o Broadcast teve acesso, associados dirigiram-se à Previc, órgão do governo federal que regula o segmento de previdência privada, para manifestar “inconformidade” com a indicação, divulgada na sexta-feira, 24, e para pedir que a nomeação não fosse aceita.

Para associados, falta experiência a Fukunaga

“Uma vez que o indicado não detém experiência nem conhecimento técnico para a função, sendo, no momento atual, Secretário de Organização e Suporte Administrativo do Sindicato dos Bancários de São Paulo, tendo a formação de Mestre em História, somos levados a concluir que a indicação ateve-se apenas a conexões políticas”, diz o texto.

Procurada, a Previ informou que o processo de indicação seguiu as normas da Previc, e que ele cumpriu todos os requisitos para receber o atestado. “O Banco do Brasil indicou Fukunaga em 24/2. Na mesma data, o Conselho Deliberativo da Previ aprovou a indicação do patrocinador, conforme previsto no Estatuto. A indicação e aprovação do nome de João Luiz passou por todo o processo de governança do BB, da Previ e da Previc”, disse a entidade.

Novo presidente é funcionário do BB desde 2008

Fukunaga foi indicado para suceder Daniel Stieler. Ele é funcionário do BB desde 2008, e atualmente, é secretário de organização e suporte administrativo do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região. As críticas afirmam que ele não cumpriria a exigência, prevista em resolução da Previc para dirigentes de fundos de pensão, de experiência profissional de ao menos três anos em atividades nas áreas financeira, administrativa, contábil, jurídica, de fiscalização ou de auditoria.

A Previ tem gestão compartilhada. Dos seis membros da diretoria, três são indicados pelo BB, e outros três, pelos participantes. Além do presidente, o banco indica o diretor de investimentos e o de participações, enquanto os associados elegem os diretores de seguridade, de planejamento e de administração.

Temor é de interferência na política de investimentos da Previ

Um dos temores dos associados é de que a indicação interfira na política de investimentos da Previ. “Se uma política de governo atropela os fundamentos que alicerçam a própria existência de um fundo de pensão, que é o compromisso com a saúde financeira para garantir os rendimentos de dezenas de milhares de aposentados, não pode ser uma política de governo”, diz o presidente da Associação Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil, Augusto de Carvalho.

Em governos anteriores do PT, fundos de pensão ligados a estatais, entre eles a Previ, fizeram investimentos que depois deram errado, como o da Sete Brasil, criada em 2010 para desenvolver sondas para a Petrobras, mas que pediu recuperação judicial em 2016, após a operação Lava Jato. Nesse caso, a Previ foi à Justiça para buscar ressarcimento pelas perdas.

“Defesa dos bancários e seus fundos de pensão são prioridade”

Em manifestação enviada por meio do Sindicato dos Bancários, Fukunaga afirmou que tem trajetória de defesa dos funcionários do BB, dos associados da Previ e dos trabalhadores. “A defesa dos direitos dos bancários e seus fundos de pensão são prioritários e a luta tem sido constante nos últimos anos”, diz ele.

O BB informou, em nota, que a indicação “foi aprovada pelos ritos de governança do BB e da Previ, atendendo a todas as exigências previstas nos processos de Elegibilidade de ambas instituições”, e que foi aprovada pela Previc.

Fonte: Estadão

BB faz parceria com FieldPRO para oferecer serviços climáticos a clientes rurais

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O Banco do Brasil anunciou nesta semana uma parceria com a startup FieldPRO, de inteligência e dados voltados para o clima, com o objetivo de oferecer o serviço a seus clientes produtores rurais.

A solução da nova parceira inclui um equipamento com 14 sensores que pode ser instalado na propriedade pelo próprio produtor e que permite coletar informações do clima, da lavoura e do solo, em uma área de até mil hectares. Com isso, o serviço avisa os melhores momentos para semear, pulverizar e colher.

As informações e notificações podem ser acompanhadas pelo usuário por meio de uma plataforma digital, disponível tanto para celular quanto para computador.

De acordo com o Banco do Brasil, o uso do serviço tem potencial para aumentar, em média, em 30% a produtividade e em 25% a eficácia do crescimento das plantas. Também pode diminuir em 20% a necessidade de replantio, em 30% a quantidade de irrigações e em 27% o consumo de água.

“Com tecnologia de ponta e inteligência de dados, nossos produtores contarão com informações precisas e tempestivas para produzir mais e melhor”, disse o presidente do BB, Fausto Ribeiro.

O presidente da startup, Ricardo Sodré, destacou a preocupação em prover um serviço com custo acessível aos produtores rurais. “O principal ponto ao desenvolver uma tecnologia avançada é fazer com que seja acessível aos clientes, este foi um grande cuidado que tivemos”, disse.

Fonte: CNN Brasil

Banco do Brasil quer incentivar a educação financeira aos brasileiros

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O Banco do Brasil lançou uma campanha de incentivo a educação financeira, com soluções reais e práticas, para divulgar a plataforma Minhas Finanças, no aplicativo do banco.

A peça, criada pela WMcCann, tem como principal objetivo destacar, de forma didática, as diferentes opções que os brasileiros tem para se reorganizarem financeiramente.

“O Banco do Brasil busca diariamente entender os desafios dos clientes para trazer as melhores soluções. As duas funcionalidades que apresentamos nesta nova campanha nasceram de carências reais dos nossos clientes, e dessa forma, reforçamos como sempre estamos presentes, com parceria e simplicidade”, explicou Paula Sayão, diretora de marketing e comunicação do Banco do Brasil.

A estratégia de comunicação da campanha conta com filmes de 30″ e 15″ com veiculação de abrangência nacional em TV aberta e payTV, além de desdobramentos para mídia exterior e digital. Para as redes sociais, o Banco prepara ações com influenciadores que irão amplificar a conversa sobre o tema e levá-lo até a realidade do jovem brasileiro.

“O Banco do Brasil já conta com duas soluções que unem tecnologia, facilidade e educação para o tema da organização financeira. O desafio foi comunicar seus atributos, e ninguém melhor do que quem está por trás dessas ideias para trazer ao público sua usabilidade e funcionalidade”, concluiu Patricia Andrade, VP executiva e diretora-geral de Brasília e Head Of Growth da WMcCann.

Fonte: Propmark

Presidenta do BB e ministra Anielle Franco realizam palestras em João Pessoa

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A ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco e a presidente do Banco do Brasil, a paraibana Tarciana Medeiros, participam em João Pessoa, na próxima segunda-feira, 6 de março, do lançamento do Programa de Formação de Lideranças Femininas – Empodera TRT-13, evento promovido pelo Tribunal Regional do Trabalho da Paraíba (13ª Região).

Na capital, o lançamento será a partir das 8h30 no auditório do Fórum Maximiano Figueiredo e contará com palestras de Anielle Franco, no formato telepresencial, e da primeira mulher a presidir o BB, Tarciana Medeiros, que participará presencialmente.

O lançamento contará com uma roda de conversa que abordará o tema “A mulher na contemporaneidade: qual o meu lugar?”. Participarão do momento a secretária de estado da Mulher e da Diversidade Humana, Lídia Moura; a juíza do trabalho da 13ª Região, Rosivânia Pereira Gomes; a reitora do Instituto Federal da Paraíba (IFPB), Mary Roberta Meira Marinho e a copresidenta da Central Única das Favelas (Cufa) nacional, Kalyne Lima. O grupo cultural As Calungas, constituído apenas por mulheres, fará uma apresentação.

Já no dia 8 de março, em Campina Grande, será a vez do Fórum Irineu Joffily sediar o evento alusivo ao Dia Internacional da Mulher, a partir das 9h. Além da apresentação cultural do grupo Baque Mulher Campina Grande, o momento contará com o lançamento do livro “Anayde Beiriz – a última confidência”, com a presença da autora Valeska Asfóra.

Em Campina Grande, a programação terá ainda uma roda de conversa com a participação da pesquisadora do Programa de Pós-Graduação em Educação da UFPB, Mayara Gomes da Silva; da presidenta da Associação das Trabalhadoras Domésticas de Campina Grande, Chirlene dos Santos Brito; da mestra em Serviço Social e vereadora Jô Oliveira; e a pró-reitora de Planejamento da UEPB, Pollyana Xavier França.

O Empodera TRT-13 tem o objetivo de buscar a igualdade de gênero nos cargos de gestão e assessoramento do tribunal e de fomentar políticas de estímulo à liderança para mulheres em situação de vulnerabilidade social. Também tem o intuito de promover ações mobilizadoras voltadas ao público externo feminino, a exemplo de movimentos sociais, organizações da sociedade civil e órgãos governamentais.

Dados do Observatório da Diversidade e Igualdade de Oportunidades no Trabalho, desenvolvido pela OIT em parceria com o MPT, apontam que, em João Pessoa, 57,7% dos cargos de direção são ocupados por homens, enquanto as mulheres ocupam 42,3%. Em Campina Grande 58,6% são homens e 41,4% mulheres.

O evento é tanto para o público interno quanto o externo e as inscrições podem ser realizadas aqui (público interno) e aqui (público externo).

Fonte: F5 Online

Banco do Brasil pagará JCP bilionário em março; veja valor por ação

Publicado em: 27/02/2023

O Banco do Brasil (BBAS3) pagará um total de R$ 1 bilhão em Juros Sobre Capital Próprio (JCP) aos seus acionistas, segundo fato relevante divulgado nesta sexta-feira (24). O valor dos proventos por ação será de R$ 0,35 por ação do Banco do Brasil, que serão pagos no dia 31 de março.

Apenas os investidores com ações do Banco do Brasil no dia 14 de março terão direito de receber os rendimentos.

A partir do dia 15 de março, as ações BBAS3 serão negociadas sem direito aos rendimentos. Ou seja, quem comprar os papéis no pregão do dia 15 já não receberão o JCP do Banco do Brasil.

Segundo documento arquivado na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), esses proventos fazem parte dos rendimentos relativos ao primeiro trimestre de 2023

O valor dos JCP terá retenção do imposto de renda na fonte, com alíquota de 15%, resultando em aproximadamente R$ 0,299 por ação.

JCP do Banco do Brasil

Valor total: R$ 1 bilhão
Valor por ação: R$ 0,35203697246
Data de corte: 14 de março
Data do pagamento: 31 de março
Rendimento (dividend yield) do pagamento: 0,85%

No pregão de hoje, a cotação das ações do BB cai 2,6%, a R$ 40,28. No ano, o papel acumula alta de 21%.

BBAS3 vai aumentar proventos?

Analistas da XP Investimentos esperam que o BB aumente o patamar proporcional de dividendos por ação neste e no próximo ano – representado pelo indicador de dividend yield (DY).

Segundo a casa, os dividendos do Banco do Brasil devem representar um yield de 10,6% neste ano e de 11,2% no ano seguinte.

Atualmente, segundo dados do Status Invest, as ações BBAS3 ostentam um yield de 9,9%, com R$ 4,17 pagos por ação ordinária nos últimos 12 meses.

Com essa projeção, a XP espera que o Banco do Brasil seja a companhia do setor financeiro a pagar mais proventos aos seus acionistas neste e no próximo ano.

Além disso, deve ser a única companhia dentre bancos e derivados que pagará dividendos de dois dígitos.

A segunda maior projeção é para a B3 (B3SA3) neste ano, de 7,7%. O Banrisul (BRSR6), por sua vez, tem a segunda maior projeção para 2024, de 9,9% de yield, ficando logo atrás do Banco do Brasil par ao ano em questão.

Fonte: Suno

BB prorroga prazo de inscrições de concurso público para 6 mil vagas

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O Banco do Brasil (BBAS3) prorrogou o prazo de inscrições do concurso público para 6 mil vagas de escriturário. Inicialmente previsto para terminar nesta sexta-feira, 24, o prazo agora terá fim somente no dia 3 de março.

As vagas no concurso do Banco do Brasil são nas funções de Agente de Tecnologia e Agente Comercial, com remuneração inicial de R$ 3.622,23. No total, são 4 mil vagas imediatas no Banco do Brasil e mais 2 mil para cadastro de reserva, distribuídas da seguinte forma:

– 2 mil vagas de Escriturário – Agente de Tecnologia, mais mil de cadastro de reserva;
– 2 mil vagas para Escriturário – Agente Comercial, e outras mil de cadastro de reserva.

Há vagas disponíveis em dependências situadas em todos os Estados e no Distrito Federal. Os cargos exigem certificado de conclusão ou diploma de curso de nível médio.

Do total de vagas oferecidas, 5% são reservadas para pessoas com deficiência e 20% para candidatos que se autodeclaram negros.

Inscrições para o concurso do Banco do Brasil

A realização do concurso público é uma parceria do Banco do Brasil com a Fundação Cesgranrio. Para se inscrever, é preciso acessar a página da Fundação Cesgranrio. O link para o concurso do Banco do Brasil aparece em “Banco do Brasil- Prorrogação”.

A taxa de inscrição para o concurso é de R$ 50. As inscrições poderão ser realizadas até às 23h59 do dia 3 de março de 2023, no horário de Brasília.

No momento da inscrição, o candidato deverá escolher a UF/Macrorregião/Microrregião e a cidade de realização das provas.

A seleção será realizada por meio de provas objetivas e de redação, que terão duração de 5 horas. A previsão é de que as provas objetivas sejam aplicadas no dia 23 de abril.

As provas objetivas da prova do concurso do BB terão 70 questões de múltipla escolha, sendo 25 questões de Conhecimentos Básicos (Língua Portuguesa, Língua Inglesa, Matemática e Atualidades do Mercado Financeiro) e 45 questões de Conhecimentos Específicos, de acordo com a vaga pretendida:

– Agente de Tecnologia: Probabilidade e Estatística, Conhecimentos Bancários e Tecnologia da Informação;

– Agente Comercial: Matemática Financeira, Conhecimentos Bancários, Conhecimentos de Informática e Vendas e Negociação.

É possível conferir mais informações sobre o concurso do Banco do Brasil na mesma página da Cesgranrio.

A validade do concurso será de um ano, a contar da data da homologação dos resultados finais, podendo ser prorrogada uma única vez por igual período.

A data prevista para a divulgação dos resultados finais do concurso do Banco do Brasil é 14 de julho.

Fonte: Suno

 

Banco do Brasil quer investir ainda mais em energias renováveis

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O Banco de Brasil vem há tempos investindo em fazendas solares, que agrega eficiência ao negócio, para abastecer as agências da rede. O resultado tem sido tão positivo que a instituição quer agora atingir um nível de suprimento de energia 90% renovável até 2024. O objetivo será alcançado por meio de geração distribuída remota, com 22%, e pelo mercado livre, com 68%.

De acordo com Mauro Ribeiro Neto, vice-presidente Corporativo da instituição, trata-se de um compromisso do banco com a eficiência e com a sustentabilidade dos seus negócios. “É uma meta desafiadora, mas plenamente factível de ser cumprida até 2024″, afirmou.

Atualmente, 10% da eletricidade consumida pelo banco já é solar. Outros 20% são adquiridos no mercado livre, a partir de fontes renováveis – a energia vem da comercializadora da EDP, selecionada por meio de licitação.

Até o momento, sete fazendas solares foram contratadas no Distrito Federal, Goiás, Pará, Bahia e Ceará, além de duas em Minas Gerais. Outras três devem ser licitadas em breve em São Paulo, Paraná e Santa Catarina. O investimento também deve gerar ao BB uma economia de quase R$ 200 milhões em gastos com energia até 2025.

O modelo de fazendas solares é o de geração distribuída remota, em que pequenas usinas de até 5 megawatts (MW) produzem energia a clientes distantes desses locais. A eletricidade injetada na rede gera créditos que são usados pelos edifícios do BB.

Em paralelo, o banco atua para reduzir o consumo de energia, com substituição de lâmpadas, modernização de equipamentos e um projeto de inteligência artificial e automação de aparelhos de ar condicionado. “Sensores instalados nos edifícios que otimizam o consumo e mantêm a refrigeração já reduziram os gastos em 30%”, comentou o diretor de Suprimentos, Infraestrutura e Patrimônio do BB, Ricardo Forni. “Nosso projeto de ecoeficiência energética está prospectando continuamente soluções de mercado que viabilizem ações concretas que se traduzam em eficiência e sustentabilidade”, afirmou.

O Banco do Brasil tornou-se a primeira instituição administração pública do país a ter a própria usina de energia solar com o objetivo de abastecer as próprias agências. Com capacidade de geração de 14 gigawatts-hora (GWh), inaugurou a usina de energia solar de Porteirinha, no norte de Minas Gerais em março deste ano.

Licitada pelo banco e construída pela empresa de energia EDP, a usina vai garantir o fornecimento de energia renovável para 100 agências no estado, permitindo à instituição economizar R$ 80 milhões em 12 anos. O local tem 19 mil painéis solares concentrados em 20 hectares, o suficiente para abastecer 5.833 residências com consumo médio anual de 2.400 kWh.

A energia produzida entra no sistema da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig). A distribuidora usa essa energia em sua rede e devolve o serviço como crédito na conta de luz do Banco do Brasil. Segundo a instituição financeira, o empreendimento permitirá a redução de 58% na conta de energia das agências em Minas Gerais e diminuirá a emissão de dióxido de carbono em 1 mil toneladas por ano, o equivalente ao plantio de cerca de sete 7 mil árvores.

Fonte: Portal Solar

Secretaria da Agricultura e BB renovam parceria para atendimento ao produtor rural

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A parceria visa aprimorar o atendimento aos produtores rurais do Estado de São Paulo, proporcionando juros baixos, facilidades no atendimento através das plataformas digitais do banco e apoio ao Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista – FEAP. O encontro serviu também para apresentar a nova cúpula da superintendência do Banco do Brasil.

“Estamos à disposição. A parceria será renovada até 2027, com a intenção de prolongarmos por um período mais longo.”, comentou Fernando Favoreto, superintendente Regional Sudeste l do Banco do Brasil.

O secretário de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, Antonio Junqueira, ressaltou a parceria com o Banco do Brasil e a importância para os produtores: “vamos continuar sendo parceiros. Temos que facilitar a vida dos produtores rurais”

Para o secretário Executivo da secretaria de Agricultura e Abastecimento Marcos Renato Böttcher, a parceria é positiva e benéfica: “toda parceria é muito bem-vinda”.

A reunião foi realizada nesta quinta-feira (23/02), na sede da secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, e contou com a participação do secretário executivo do Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista – FEAP, Francisco Martins, do gerente geral do escritório Setor Público, Ricardo Bacci, da assessora da diretoria de agro, Adriana Bezerra e da gerente de Relacionamento do Escritório do Setor Público, Fernanda dos Santos Eloi.

Fonte: Secretaria da Agricultura

CVM e Banco do Brasil realizam encontro institucional em Brasília

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Representantes da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e do Banco do Brasil estiveram reunidos em Brasília para um encontro institucional. Em pauta, temas de interesse comum às instituições.

“É tempo de diálogo, de construções coletivas. Momento de buscar contato, parcerias e focar em organização e desenvolvimento. Agradeço a oportunidade e o acolhimento de toda a equipe do Banco do Brasil, na figura da Presidenta Tarciana Medeiros”, disse o Presidente da CVM João Pedro Nascimento.

“Aproveito a ocasião pra desejar um excelente mandato à Presidenta Tarciana Medeiros na condução do BB”, finalizou o Presidente da CVM.

Fonte: Gov.br

Banco do Brasil pede falência de famosa faculdade para Justiça

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Uma das instituições de ensino privadas mais conceituadas na área da Comunicação Social solicitou recuperação judicial. Contudo, o Banco do Brasil começou a pressionar o Tribunal de Justiça para que esta declare estado de falência.

Em 2022, a Organização Hélio Alonso de Educação e Cultura (OHAEC) – constituída pelas Faculdades Integradas Hélio Alonso (Facha) e pelo Colégio Hélio Alonso (CHA) – entrou com um pedido de recuperação judicial no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.

Desde então, o pedido tem passado por diversas etapas de análise e se encontra, atualmente, sob análise do juiz Alexandre Mesquita, da 3ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro.

Em síntese, a recuperação judicial se baseia na suspensão temporária de cobranças, na nomeação de um representante da Justiça para ser o intermediário entre credores e a empresa devedora e, enfim, a elaboração de um plano de recuperação.

Neste plano, a proposta engloba prazos mais acessíveis para os devedores para quitar as pendências junto aos credores. Caso a empresa não cumpra o acordo ou não seja possível uma negociação, os credores podem solicitar a falência da empresa devedora.

Neste caso, a empresa fecha as portas, encerrando toda e qualquer atividade. Além disso, todas as propriedades do negócio vão para leilão, a fim de abater parte das dívidas.

Facha se posiciona quanto a pedido de Banco do Brasil

Em nota oficial, a instituição universitária aponta que o pedido não tem respaldo em lei. Veja:

“A recuperação judicial da OHAEC, mantenedora da Facha, encontra-se em tramitação regular. E a etapa atual, fundamental para o bom andamento do processo, é a de negociação do plano com os credores. A posição do Banco do Brasil (…) é tecnicamente uma manifestação isolada de ‘objeção ao plano’, além de não ter qualquer respaldo na lei, uma vez que a deliberação acerca dos meios para renegociação das dívidas é prerrogativa da coletividade dos credores (…) e não sua isoladamente”.

Ademais, a nota também reforça o otimismo da empresa em quitar as pendências e manter as atividades.

“A OHAEC está segura e confiante em sua capacidade de preservar sua relevante e cinquentenária atividade em benefício de toda a sociedade, bem como de alcançar junto aos seus credores uma negociação saudável e responsável”.

Fonte: JDV.com

Banco do Brasil entrega o maior ROE do setor; lucro em 2022 foi de R$ 31,8 bi

Publicado em: 17/02/2023

O Banco do Brasil apresentou um lucro líquido ajustado de R$ 31,8 bilhões no ano de 2022, crescimento expressivo de 51,3% na comparação com 2021, o que representa um RSPL (retorno sobre patrimônio líquido) de 21,1%.

No trimestre, o lucro líquido ajustado alcançou R$ 9,0 bilhões, o maior ROE entre os bancões, 52,4% acima do quarto trimestre de 2021, renovando recorde de geração de resultados trimestrais. O RSPL atingiu 23,0%.

O resultado do Banco do Brasil foi alicerçado no crescimento responsável da carteira de crédito, com inadimplência controlada, no fortalecimento da geração e diversificação de receitas e na disciplina na gestão de custos, tudo isso somado a uma sólida estrutura de capital.

Nos destaques patrimoniais, os ativos totais fecharam 2022 acima de R$ 2 trilhões. O Banco do Brasil distribuiu aos seus acionistas R$ 11,8 bilhões em dividendos e juros sobre capital próprio referentes ao resultado de 2022, equivalente a um payout de 40%. Em 2022, o BB agregou à sociedade o valor adicionado de R$ 80,1 bilhões, crescimento de 35,9% frente ao ano de 2021.

Compõem esse montante o pagamento de juros sobre o capital próprio e dividendos, impostos, folha de pagamento, cadeia de fornecedores entre outras. Como reconhecimento à contribuição para uma economia mais sustentável, pela quarta vez, o Banco do Brasil foi eleito como o Banco mais sustentável do mundo (edições de 2019, 2021, 2022 e 2023), sendo a única empresa brasileira classificada no referido ranking das 100 Corporações Mais Sustentáveis do Mundo 2023 –Global 100.

Carteira de crédito ampliada: R$ 1 trilhão

A carteira de crédito ampliada, que inclui TVM privados e garantias, superou a marca expressiva histórica de R$ 1,0 trilhão em dezembro/22, crescimento anual de 14,8%, fruto do relacionamento com nossos clientes, das soluções ofertadas de forma personalizada. Na comparação trimestral, o crescimento foi de 3,7%.

Carteira ampliada pessoa física

Crescimento de 2,7% no trimestre e 9,0% no ano, totalizando R$289,6 bilhões, influenciada pelo desempenho na carteira de crédito consignado que alcançou R$ 115,1 bilhões.

Carteira ampliada pessoa jurídica

Registrou incremento trimestral de 1,1% e de 12,8% em 12 meses, totalizando R$358,5 bilhões, com ênfase para os crescimentos de operações com recebíveis (+11,3% no trimestre e +20,4% em 12 meses) e de TVM privados e garantias (+4,6% no trimestre e +21,4% em 12 meses).

O BB reafirmou seu compromisso com empresas de pequeno porte, com destaque para os desembolsos realizados na linha do Pronampe a partir de julho que totalizaram R$ 12 bilhões, beneficiando 128 mil MPEs, sendo líder no programa.

Carteira ampliada agronegócios

Atingiu R$ 309,7 bilhões, um crescimento de 8,3% no trimestre e 24,9% em 12 meses. O BB manteve a posição histórica de principal agente financeiro do agronegócio, contribuindo de forma expressiva com toda a cadeia do agro.

Carteira de negócios sustentáveis

Atingiu R$ 327,3 bilhões em 2022, crescimento de 12,3% em 12 meses. Esse montante foi contratado em linhas de crédito com elevada adicionalidade ambiental e/ou social ou destinado a financiar atividades e/ou segmentos que possuem externalidades positivas e representa 33% da carteira ampliada do BB, mostrando o compromisso do banco com temas de ASG.

Inadimplência sob controle

A Inad + 90 (relação entre as operações vencidas há mais de 90 dias e o saldo da carteira de crédito classificada) atingiu 2,5% em dezembro de 2022, mantendo-se abaixo do Sistema Financeiro Nacional, que encerrou o período em 3,0%. O índice de cobertura do BB foi de 227,1% em dezembro de 2022.

Capital

O Índice de Basileia foi de 16,65% em dezembro de 2022. O Índice de Capital Nível I atingiu 14,74%, sendo 12,01% de capital principal.

Dinâmica de receitas e despesas

As Receitas de Prestação de Serviços somaram R$ 32,3 bilhões em 2022, crescimento de 10,2% no ano, influenciado principalmente pelo desempenho nas linhas de administração de fundos (+11,8%), seguros, previdência e capitalização (+14,6%) e operações de crédito e garantia (+27,4%). O Banco do Brasil diversificou fontes de receitas com novos serviços e produtos, com destaque para a Loja BB.

As despesas administrativas cresceram 5,6% na comparação anual, abaixo da inflação acumulada em 12 meses, demonstrando compromisso na gestão de despesas.

O índice de eficiência acumulado em 12 meses atingiu 29,4%, o melhor da série histórica.

Foco no relacionamento

Com atendimento completo, humano e digital, o BB está presente onde e quando o cliente quiser, com produtos e serviços para todos os momentos de vida, provendo relacionamento de confiança e duradouro, proporcionando a melhor experiência e gerando satisfação. Nesse contexto, o NPS apresentou elevação de 10 pontos em 2022, patamar mais alto da série histórica.

Além disso, o BB foi o primeiro grande banco a reduzir o índice de reclamações para 1 dígito no Ranking Bacen.

O BB utiliza tecnologia e conhecimento para oferecer soluções de inteligência financeira para todo seu público, intensificando sua atuação responsável.

A solução Minhas Finanças Multibanco, que auxilia gestão de finanças pessoais, já gerou mais de 1milhão de planejamentos orçamentários, que propuseram mais de R$ 3 bilhões em economias para os clientes.

No ecossistema das empresas, as plataformas Liga PJ e Painel PJ apoiam a saúde financeira, a gestão e trazem consultoria especializada para os empreendedores. Tudo isso com tecnologia open finance e muitas parcerias para uma experiência completa.

A capacidade do BB de criar soluções inovadoras e entregar valor aos clientes concedeu ao Banco mais um reconhecimento, o Organizations leading Open Finance.

O Banco do Brasil foi a única empresa brasileira listada no ranking global de Empresas que Lideram o Progresso do Open Finance no mundo, da Open Future World.

Fonte: Banco do Brasil

 

Banco do Brasil pagará R$ 14 bilhões em dividendos neste ano, projeta XP Investimentos

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Projeções da XP Investimentos indicam que o Banco do Brasil (BBAS3) pode pagar uma cifra de R$ 14 bilhões em dividendos no ano de 2023. Essa projeção dos dividendos do Banco do Brasil leva em consideração a projeção de lucros para este ano (que consta no guidance).

Isso, pois o BB estima que lucrará entre R$ 33 bilhões e R$ 37 bilhões, e o Conselho de Administração aprovou a distribuição de uma fatia do lucro líquido (payout) de 40% em meados de janeiro.

Se isso se concretizar, a proporção entre o valor dos dividendos e a cotação das ações (ou dividend yield) deve ser de 14% no ano.

Essa projeção, de yield na casa dos dois dígitos, fica em linha com o que especialistas da XP já apontavam há alguns meses, citando o BB como o banco com o maior potencial de pagar proventos em 2023.

Os especialistas ainda detalham que neste ano serão oito pagamentos de dividendos, sendo quatro realizados ao longo dos trimestres de referência, de forma antecipada, e outros quatro pagamentos complementares, feitos após o encerramento dos trimestres de referência.

Dividendos do Banco do Brasil em 2023

Proventos antecipados

Referência: 1º trimestre de 2023 – 31/03/2023
Referência: 2º trimestre de 2023 – 30/06/2023
Referência: 3º trimestre de 2023 – 29/09/2023
Referência: 4º trimestre de 2023 – 28/12/2023

Proventos complementares

Referência: 1º trimestre de 2023 – 12/06/2023
Referência: 2º trimestre de 2023 – 30/08/2023
Referência: 3º trimestre de 2023 – 30/11/2023
Referência: 4º trimestre de 2023 – 29/02/2024

Veja o pagamento mais recente do BBAS3

Ainda nesta semana, o Banco do Brasil anunciou um novo pagamento de dividendos logo após divulgar seu balanço financeiro referente ao quarto trimestre de 2022 (4T22).

Conforme divulgado pelo Suno Notícias, são R$ 671,9 milhões em dividendos e R$ 1,63 bilhão em Juros sobre Capital Próprio (JCP), totalizando então R$ 2,3 bilhões em proventos aos acionistas que detém BBAS3.

Com isso, serão R$ 0,58 pagos por ação ordinária no caso do JCP do Banco do Brasil e R$ 0,23 pagos por ação ordinária no caso dos dividendos.

Segundo a própria empresa, “os valores pagos serão atualizados, pela taxa Selic, da data do balanço (31/12/2022) até a data do pagamento (03/03/2023)”.

Os dados mais atualizados do Status Invest mostram que o yield atual do Banco do Brasil é de 10%, com R$ 4,17 pagos por ação no acumulado dos últimos 12 meses.

Fonte: Suno Notícias

 

Nova presidente do BB diz que governança é escudo contra “dedo do governo”

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A nova gestão do Banco do Brasil está buscando dissipar a nuvem de desconfiança que paira sobre ela. Depois das interferências que a instituição sofreu durante o governo da ex-presidente Dilma Rousseff, muitos temem que a prática possa voltar no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O temor do mercado é que o novo governo retome as políticas intervencionistas de Dilma, forçando o Banco do Brasil e a Caixa a concederem mais crédito do que podem para estimular o crescimento da economia. Durante o mandato da ex-presidente, a participação dos bancos públicos no mercado de crédito total passou de 40% para 60%, segundo estudo do Itaú BBA, pressionando os balanços das instituições.

Mas a nova presidente da instituição, Tarciana Medeiros, buscou tranquilizar analistas e investidores a respeito desse tema. Segundo ela, a governança corporativa evoluiu ao longo dos anos, impedindo que a política possa determinar a condução do banco.

“Somos um banco que conta com uma governança corporativa muito forte, que ao longo dos anos evoluiu bastante”, disse ela na terça-feira, 14 de fevereiro, na teleconferência de resultados do quarto trimestre. “Quanto aos riscos de interferência, acreditamos que estamos bem protegidos.”

A declaração ocorre após o Banco do Brasil ter fechado 2022 com resultados recordes, obtidos na gestão de Fausto Ribeiro, indicado ao comando em abril de 2021. Medeiros assumiu o cargo em 16 de janeiro.

O banco registrou em 2022 um lucro líquido ajustado de R$ 31,8 bilhões, aumento de 51,3% em relação a 2021. No quarto trimestre, o lucro líquido ajustado alcançou R$ 9 bilhões, alta de 8,1% em relação ao terceiro trimestre e 52,4% ante o mesmo período de 2021.

O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) anualizado alcançou 21,1% no ano, ficando acima de seus pares privados – o Itaú registrou um retorno de 20,3%, o Bradesco de 13,1% e o Santander de 16,3%.

Em time que está ganhando

Primeira mulher a comandar o Banco do Brasil em seus 214 anos de história, Medeiros afirmou que sua administração no Banco do Brasil pretende construir em cima daquilo que seus antecessores criaram. Segundo ela, o plano é manter o foco na disciplina de capital, no retorno ao acionista e no controle de despesas.

“Todos os meus antecessores trouxeram a empresa até aqui e cabe a nós assumir esse legado e avançar ainda mais, encontrando soluções e modelos de negócios para adaptar o bancos às mudanças no mercado”, afirmou.

O novo corpo diretor do Banco do Brasil citou que o guidance estabelecido para 2023 pressupõe uma relativa manutenção do que vinha sendo feito, embora destaquem que ajustes podem ser realizados ao longo do caminho.
O Banco do Brasil prevê fechar 2023 com lucro líquido ajustado entre R$ 33 bilhões e R$ 37 bilhões, com o diretor financeiro, José Ricardo Forni, avaliando que o ROE pode ficar um pouco abaixo do apurado em 2022, mas na casa dos 20%.

“Um pedaço do ROE tem relação com o nível de juros da economia e a perspectiva futura é de redução da taxa de juros então o nível em 2023 vai depender da conjuntura econômica e da Selic”, disse. “Mas o setor tem como girar com ROE de 18% a 20% no longo prazo, dependendo das decisões que forem tomadas.”

Americanas

Os executivos também comentaram sobre o provisionamento feito pelo caso Americanas, sem citar a companhia nominalmente, como fizeram outros bancos.

O Banco do Brasil decidiu por provisionar R$ 788 milhões, correspondente a 50% da exposição ao ativo, ao contrário do que Itaú e Bradesco fizeram, decidindo por se proteger totalmente do caso. Já o Santander decidiu por um provisionamento de 30% de sua exposição.

A lista de credores da Americanas mostra que o Banco do Brasil tem cerca de R$ 1,5 bilhão a receber da varejista.
Segundo o vice-presidente de controles internos e gestão de riscos, Felipe Prince, a decisão de provisionar metade dos créditos foi tomada após os modelos de risco do banco indicarem que era suficiente.

Ele afirmou que o banco está atuando juridicamente para se proteger do caso, acreditando ser possível recuperar “ao menos parte” dos créditos.

Por volta das 13h15, as ações do Banco do Brasil subiam 4,34%, a R$ 42,36. Em 12 meses, elas acumulam alta de 12,4%, levando valor de mercado a R$ 121,3 bilhões.

Fonte: Neofeed

 

BB atinge maior lucro nominal para um trimestre entre bancos listados na bolsa

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Com ganho de R$ 8,627 bilhões no quarto trimestre de 2022, o Banco do Brasil registrou o maior lucro líquido nominal para um trimestre entre bancos listados na B3, a bolsa de valores brasileira.

O lucro contábil do BB superou o maior resultado até então, do próprio banco, que somou ganho de R$ 8,099 bilhões no terceiro trimestre de 2022. Na sequência, está o Itaú, com lucro de R$ 7,879 bilhões no mesmo período, segundo levantamento feito por Einar Rivero, do TradeMap.

O lucro líquido do Banco do Brasil no quarto trimestre de 2022 foi divulgado pela instituição nesta segunda-feira (13). O resultado positivo ocorre apesar do ‘efeito Americanas’, que impactou negativamente os balanços de grandes bancos do país.

O Bradesco, por exemplo, registrou lucro líquido contábil de R$ 1,437 bilhões no período, o pior resultado trimestral desde o terceiro trimestre de 2006. O banco é um dos credores da varejista, que anunciou no mês passado um rombo contábil de R$ 20 bilhões e, dias depois, entrou em recuperação judicial.

O caso Americanas também impactou as operações do Banco do Brasil, que fez uma reserva adicional para calotes, de R$ 788 milhões, correspondente a 50% do crédito tomado pela empresa.

Já o Itaú, apesar do resultado pressionado pelo efeito Americanas, atingiu no quarto trimestre de 2022 um lucro de R$ 7,356 bilhões, o décimo maior entre os bancos listados na B3, segundo o levantamento do TradeMap.

Fonte: Portal G1

Banco do Brasil acredita que vai recuperar provisionamento com Americanas

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O provisionamento relacionado à dívida da Americanas (AMER3) pode até ter impactado o lucro do Banco do Brasil (BBAS3) no quarto trimestre de 2022, mas não impediu que o BB tivesse um resultado considerado robusto e positivo. Além disso, executivos do banco acreditam que os recursos provisionados vão ser recuperados.

Na noite de ontem, sem citar diretamente o nome da varejista, o o BB informou ter provisionado R$ 788 milhões para o caso. O valor corresponde à metade da dívida que a Americanas tem com o banco, de R$ 1,3 bilhão.

“A provisão é técnica, baseada em nossos modelos e requer acompanhamento do caso daqui pra frente”, afirmou Felipe Prince, vice-presidente de controles internos, na teleconferência com analistas sobre os resultados da companhia.

O Banco do Brasil adotou uma postura diferente de outros “bancões” em relação à divida da varejista em recuperação judicial. Itaú (ITUB4) e Bradesco (BBDC4) optaram por provisionar 100% de suas exposições já no balanço do quarto trimestre de 2022.

“Com o tempo, colocamos novas variáveis nesse modelo que vão dizer se a provisão é suficiente ou se vamos ter de elevá-la”, explicou Prince. Contudo, ele afirmou estar certo de que o banco será capaz de recuperar ao menos uma parte do crédito.

Nova CEO destacou governança do banco

A teleconferência sobre os números do quarto trimestre foi a primeira de Tarciana Medeiros como CEO do Banco do Brasil. Ao ser questionada sobre o risco de intervenção do governo, maior acionista do BB, na gestão do banco, a executiva destacou a governança da instituição.

“Nós somos um banco que conta com uma governança corporativa forte e em evolução. Somos uma S.A. com estatuto próprio, mais abrangente até que a nossa legislação vigente”, disse Tarciana.

“Nosso sistema é colegiado e temos 1 milhão de acionistas. No que diz respeito de proteção em relação a interferências [do governo], estamos bastante confortáveis”, afirmou.

A executiva também deu a entender que dará continuidade à estratégia da gestão passada. “Nossos antecessores trouxeram a empresa até aqui com muita competência”, reconheceu. E disse que a nova equipe tem o papel “de assumir um legado e evoluir ainda mais”, para deixar o banco pronto para mudanças no sistema financeiro.

Ela explicou que o BB vai trabalhar na evolução de modelos analíticos de conhecimento do cliente e também na simplificação de oferta de produtos e serviços.

“Simplificando a gente expande”, disse ela. “A aceleração da transformação digital é um dos pilares pra construir um banco para cada cliente”, complementou a CEO.

Crescimento do ROE esbarra em juros

No quarto trimestre, o retorno sobre patrimônio (ROE, na sigla em inglês) do Banco do Brasil chegou a 23%. Assim, o BB apresentou a maior rentabilidade da temporada entre os bancões.

Contudo, Ricardo Forni, vice-presidente de gestão financeira do banco, explica que o crescimento do ROE esbarra na redução da taxa básica de juros.

“Um pedaço do retorno sobre patrimônio está atrelado à Selic. Olhar no contexto de que a perspectiva é de redução de juros a partir do segundo semestre deste ano, vai afetar [o ROE] pra 2024, 2025”, admitiu.

“Mas é um jogo de estratégia, de posicionamento de balanço, de originação de crédito”.

Fonte: Infomoney

BB vai recomprar título de dívida emitido em 2012 no valor total de US$ 1,75 bi

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O Banco do Brasil (BBAS3) informou nesta terça-feira, 14 de fevereiro, que exercerá a opção de recompra total (call option) do título de dívida subordinada de capital nível I emitido em 2012 (Banbra 9,25% a.a.), em sua totalidade, o que hoje representa o montante de US$ 1,75 bilhão.

O resgate do título ocorrerá em 15 de abril de 2023, primeira call date, pelo valor de face mais juros acruados, conforme notificação enviada ao trustee da emissão e autorização emitida pelo Banco Central do Brasil.

“A operação de recompra será realizada com recursos provenientes do caixa do BB e não trará impactos relevantes para os níveis de liquidez”, afirmou o banco estatal em um comunicado ao mercado.

O capital complementar de nível I de 14,74% em 31/12/22 sofrerá uma redução aproximada de 60 pontos base na data do exercício da recompra, permanecendo em patamar superior ao nível regulatório.

Dividendo e JCP

O Banco do Brasil (BBAS3) informou na véspera (13/02) que foi aprovado no último dia 9 de fevereiro a distribuição de R$ 671.995.087,13 a título de remuneração aos acionistas sob a forma de dividendos e R$ 1.636.622.703,42 sob a forma de Juros sobre Capital Próprio (JCP), ambos relativos ao quarto trimestre de 2022.

O valor por ação dos dividendos é de R$ 0,23549139130. O valor atualizado até 13/02/2023 é de R$ 0,23922741843.

O valor por ação dos JCP é de R$ 0,57353180827. O valor atualizado até 13/02/2023 é de R$ 0,58263078375.

Os valores pagos serão atualizados, pela taxa Selic, da data do balanço (31/12/2022) até a data do pagamento (03/03/2023) e terão como base a posição acionária de 23/02/2023. As ações serão negociadas a “ex” a partir de 24/02/2023.

Fonte: Finance News

BB procura chefe de agronegócio para comandar carteira de crédito de R$ 310 bi

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O Banco do Brasil (BBAS3) aumentou em 25% sua carteira de crédito do agronegócio em 2022, que totalizou cerca de R$ 310 bilhões no final de dezembro. Foi a área de maior crescimento com contribuição decisiva para a alta de 51,3% do lucro (R$ 31,8 bilhões) no ano passado. Apesar de sua relevância, o cargo de VP (vice-presidente) de agronegócio está vago.

A função era ocupada por Renato Naegele, que era ligado à gestão anterior do banco e deixou o cargo na segunda-feira (13). O atual vice-presidente de negócios e atacado, Francisco Lassalvia, assumiu o posto temporariamente, acumulando as funções. Não há ainda definição de nome para comandar a área, segundo o executivo.
Além do VP de agronegócio, a nova CEO do BB, Tarciana Medeiros, ainda espera que o seu novo CFO assuma o cargo. Marco Geovanne da Silva já foi indicado, mas aguarda a conclusão de procedimentos internos do governo para ser efetivado.

Sem sua equipe completa, Medeiros apresentou nesta terça-feira (14), pela primeira vez, o resultado trimestral, participando de teleconferência com analistas de bancos nacionais e estrangeiros. O CFO da gestão passada, Ricardo Forni, respondeu à maioria das perguntas e praticamente repetiu as diretrizes que o ex-CEO, Fausto Ribeiro, costumava fornecer ao mercado.

Tarciana Medeiros, nomeada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para o cargo, se ateve mais à agenda ESG (meio ambiente, social e governança), insistindo nos temas de seu discurso de posse no último dia 17 de janeiro. Ela falou na ideia de conciliar rentabilidade financeira do banco público, o mais antigo do país, com seu papel social de incentivar a sustentabilidade no campo.

“Vamos buscar fomentar a agricultura familiar. Setenta por cento de tudo que passa na nossa mesa vem da agricultura familiar”, disse Medeiros, durante entrevista coletiva, em São Paulo, fazendo referência ao reforço do Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar).

Um analista chegou a questionar o comando do BB sobre o risco de interferências políticas na gestão do banco. A CEO lembrou os avanços da política de governança corporativa nos últimos anos e seus compromissos como companhia aberta com boas práticas de gestão.

A área de agronegócio é considerada estratégica para o BB, devido aos seus expressivos desembolsos para financiamento da safra brasileira. No ano passado, a instituição destinou R$ 200 bilhões para safra 2022/23. A definição sobre a próxima safra está prevista para ser anunciada no próximo mês de julho.

Em 2022, a carteira ampliada de agronegócio desembolsou R$ 179,7 bilhões, aumento de 21% em relação ao ano anterior. Segundo o banco, 80% dos clientes da carteira são agricultores familiares, e 48,3% da carteira é de agricultura sustentável.

O BB divulgou nesta terça-feira um guidance (projeção) de crescimento entre 11% e 15% da carteira de crédito do agronegócio, abaixo da meta fixada para o ano passado (18% a 22%) e do concretizado em 2022 (+24,9%). Mesmo menor do que a do último ano, a projeção do BB para o agronegócio é melhor do que os guidances para a carteira de pessoa física (+8% a 12%) e empresas (+7% a 11%). Considerando todos os segmentos, o BB espera elevar sua carteira de crédito entre 8% e 12% neste ano, abaixo do observado no ano passado (+17%).

Já o guidance para o lucro líquido ajustado aponta um resultado positivo entre R$ 33 bilhões e R$ 37 bilhões em 2023, acima dos R$ 31,8 bilhões anunciados na noite de ontem. O resultado do quarto trimestre (R$ 9 bilhões) foi afetado pela despesa de provisão de R$ 788 milhões para o caso Americanas (AMER3), o que representa 50% da exposição. O BB considera a possibilidade de fazer provisão adicional, dependendo da evolução da renegociação de dívida da varejista, que entrou em recuperação judicial no mês passado após revelar um rombo contábil de R$ 20 bilhões.

Fonte: Bloomberg Línea

Banco do Brasil amplia público da BB Cash; idade mínima é de 10 anos

Publicado em: 16/02/2023

Para atender à crescente demanda da BB Cash, o BB acaba de anunciar que a idade mínima para abertura da conta pelo celular passa de 13 para 10 anos de idade. Nas agências BB, é possível abrir a conta a partir de 8 anos de idade, sendo necessário o comparecimento do menor, junto com seus pais.

A solução existe desde outubro de 2022, quando o BB lançou a BB Cash. Desde então, foram registrados mais de 75mil novos clientes com idade entre 13 e 17 anos de idade via BB Cash. O número de aberturas mensais vem crescendo exponencialmente e o total de novos clientes desses quatro primeiros meses superam as expectativas iniciais.

Como resultado, 96% dos novos clientes estão engajados, com uso recorrente da conta. Outros 87% solicitaram cartão e, desses, 60% já estão utilizando para compras no crédito. O Pix é outra solução super popular entre esses clientes jovens e adolescentes, sendo que mais de 70% já usaram o Pix para receber ou pagar.

A presidenta do BB, Tarciana Medeiros, explica que essa é uma resposta do Banco à demanda do mercado. “A BB Cash se alinha com a nossa estratégia de rejuvenescimento da base de clientes e da marca Banco do Brasil, que tem mais de 214 anos, mas se posiciona como uma das mais inovadoras do mercado e com atualização constante, mantendo um diálogo consistente com o que os clientes valorizam”. Para ela, a ampliação da idade de entrada evidencia o movimento de desenvolvimento dos jovens, apoiado nos benefícios de independência e de educação financeira.

Carla Nesi, vice-presidente de Negócios de Varejo do BB, destaca que a BB Cash vai além do conceito de produto e abrange uma estratégia de construção de valor para o segmento-alvo. “As soluções foram 100% desenvolvidas no modelo ágil de trabalho, com equipes multidisciplinares, que interagiram em torno de uma proposta de valor, pensando e executando na direção do que os clientes querem”, afirma. Para isso, os clientes foram diretamente envolvidos na construção das soluções. Grupos de clientes participaram do processo de design e testes das soluções, o que vem contribuindo para o sucesso da BB Cash. “Outra curiosidade é que 20% dos clientes já fizeram investimentos financeiros, com tíquete médio de R$ 4,5 mil, e 3 mil clientes compraram gift cards na ‘Loja BB’, o Market Place digital do Banco do Brasil disponível diretamente no nosso App”, complementa Nesi.

Toy Arts

Até abril de 2023, clientes que realizarem a abertura da BB Cash via App BB para seus filhos têm direito a resgatar um dos seis modelos de Toy Arts alusivos aos amigos imaginários do Squad BB. A promoção contempla as contas abertas via App desde o lançamento da BB Cash.

Como funciona

Após a abertura e a aprovação da conta BB Cash pelo responsável, o cliente receberá mensagem, em até três dias úteis, com informações para resgatar um Toy Art como brinde na plataforma oficial da promoção – www.toyartsbb.com.br. Quem já está com a conta aberta, pode acessar o site para resgatar o seu boneco. A escolha deve ser realizada em até 30 dias após a liberação do acesso à plataforma oficial da promoção. São seis opções de bonecos dos amigos imaginários, produzidos com o apoio da Livelo, parceira do Programa de Relacionamento do BB.

Também é possível interagir com os amigos imaginários no Brablox, mapa desenvolvido pelo BB, dentro do metaverso do Roblox, com o objetivo de criar novas audiências para a galerinha mais jovem.

Saiba mais sobre a BB Cash

O público jovem quer uma experiência digital, com ambiente de navegação lúdico e gamificado, e com soluções que atendam às suas necessidades. Pensando nisso, em outubro do ano passado, o Banco do Brasil lançou a BB Cash, uma conta 100% digital e gratuita voltada aos jovens com menos de 18 anos.

A BB Cash disponibiliza abertura totalmente digital, com fluxo simplificado e adequado ao público, sem tarifas, com direito a cartão para compras online, sem anuidade, e serviços como: Pix, transferências, gift cards, saques, pagamentos de boleto, aplicação em poupança e no BB Cash Renda Fixa, fundo de investimentos sem carência com aplicação a partir de R$ 0,01. A conta permite ainda que o responsável acompanhe as movimentações realizadas pelo adolescente.

Para realizar a abertura da conta, é necessário que o menor tenha CPF e RG e que seu pai ou mãe sejam clientes com conta corrente no BB. A partir daí, o processo de abertura da conta é realizado pelo App BB em três etapas simples: autorização prévia do pai ou mãe; abertura da conta pelo adolescente e liberação de uso pelo responsável.

Fonte: Banco do Brasil

BB oferece solução de pagamento de tributos com criptomoedas

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O Banco do Brasil acaba de disponibilizar possibilidade de que contribuintes com criptomoedas custodiadas na Bitfy paguem seus tributos com esses ativos.

A Bitfy é uma startup especializada em soluções blockchain e investida do Programa de Corporate Venture Capital – CVC do BB. Com o arranjo, ela passará a atuar como parceira de arrecadação do Banco. O serviço permite aos parceiros (instituições financeiras, fintechs, entre outros) ofertar a solução de pagamento de guias de tributos, taxas e obrigações para seus clientes, utilizando os convênios firmados pelo BB com entes e concessionárias de serviços públicos.

A iniciativa posiciona o Banco do Brasil na vanguarda de soluções modernas e eficientes e democratiza o acesso a novas tecnologias financeiras, além de trazer comodidade aos clientes, visto que amplia as opções de recebimento de tributos do setor público.

Para Lucas Schoch, fundador e CEO da Bitfy, “a nova economia digital é catalisadora de um futuro repleto de vantagens. Esta parceria possibilita ampliar a utilização e acesso ao ecossistema de ativos digitais com abrangência nacional e com o selo de segurança e confiabilidade do Banco do Brasil.”

A opção, por enquanto, é exclusiva para usuários do App Bitfy.

Funciona da mesma forma de quando o cliente paga um boleto com código de barras. Basta selecionar as criptomoedas com as quais ele deseja pagar o imposto, capturar o código de barras ou digitar a sequência de números. Todas as informações do tributo aparecerão para serem validadas, previamente à confirmação do pagamento.

Nesta solução, a conversão e a liquidação em Reais da criptomoeda escolhida ocorrem instantaneamente, com uma experiência segura e fluída, tanto para o cidadão quanto para o ente público, sem precisar de novos convênios ou alteração na forma de receber os tributos.

Fonte: Banco do Brasil

 

BB é responsabilizado por acidente de gerente que viajava a serviço

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A Terceira Turma do Tribunal Superior do Trabalho reconheceu a responsabilidade objetiva do Banco do Brasil S.A. por acidente automobilístico sofrido por um gerente que viajava a serviço. O entendimento da Turma reforma o do Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região (MG), que afastou do trabalhador o direito à indenização por dano moral, material e estético. Para o relator do processo no TST, desembargador convocado Cláudio Soares Pires, ficou provado que o empregado era obrigado a se deslocar constantemente entre cidades, a trabalho, sujeitando-se a riscos superiores aos enfrentados por outros trabalhadores.

O gerente viajava pelo menos três vezes por semana, principalmente entre Juiz de Fora e Varginha (MG). Na ação, ele sustentou que, na função que exercia, era responsável pelo próprio deslocamento, que era submetido a jornadas extenuantes e que, no dia do acidente, já acumulava mais de dez horas de expediente. Disse ainda que o veículo fornecido pela empresa era um modelo popular, sem mecanismos especiais de segurança, como air bags, freio ABS e outros itens, o que acentuou a gravidade do ocorrido.

De acordo com a perícia policial juntada ao processo, não foi possível identificar a real causa do acidente. O veículo que o gerente conduzia teria invadido a contramão e atingido outro veículo, “por perda do comando direcional”, mas os exames não conseguiram indicar se houve falha humana, mecânica, ou adversidades na pista. Diante disso, o juízo de primeira instância atribuiu a culpa pelo acidente ao próprio trabalhador.

O TRT-MG também afastou a teoria da responsabilidade objetiva da empresa, por não ter ficado comprovado o nexo de causalidade entre o acidente e a atividade realizada pelo gerente. Para o Regional, o fato de ele ser responsável pelo próprio deslocamento não configurou ato ilícito ou culpa da empresa.

Para a Terceira Turma do TST, no entanto, o fato de o gerente se deslocar entre cidades e assumir o papel de motorista demostra que o dano era virtualmente esperado, não havendo como negar a responsabilidade objetiva do Banco do Brasil. Segundo o relator, desembargador convocado Cláudio Soares Pires, a frequência com que o trabalhador era submetido a viagens rodoviárias, a serviço da empresa, o expunha a uma maior probabilidade de sinistro, o que configura risco no exercício da atividade. Por violação ao artigo 927 do Código Civil, a Turma, por unanimidade, determinou o retorno dos autos ao TRT de Minas Gerais para novo julgamento do pedido de indenização.

Fonte: Jusdecisum

Banco do Brasil confirma vitória de apoiada pela AGEBB, Kelly Quirino, para Caref

Publicado em: 10/02/2023

Com o fim do prazo para impugnação, o Banco do Brasil confirmou, nesta quarta-feira (8 de fevereiro), a eleição de Kelly Quirino como Caref (conselheira de representante dos funcionários no Conselho de Administração da empresa). A nova representante dos funcionários recebeu 19.091, ou 60,70% dos 31.429 votos válidos, enquanto o segundo colocado teve 1.235. Havia 91 candidatos.

“Com esse resultado, de mais de 50% dos votos, a vitória foi alcançada no primeiro turno. E isso mostra a importância da união e colaboração de todos que acreditam na representatividade de Kelly”, avalia Fernanda Lopes, funcionária do BB e secretária da Mulher da Contraf-CUT (Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro), entidade que apoiou a candidatura de Quirino ao lado da maioria dos sindicatos.

Para Kelly, que é bancária do BB há 15 anos, o resultado alcançado não seria possível não fosse “a militância que abraçou de corpo e alma este projeto em defesa de um novo BB, para um novo Brasil”. A nova Caref se torna, portanto, a primeira mulher negra eleita pelos funcionários para representá-los no Conselho de Administração.

Entre as propostas da nova Caref está a criação de um canal direto com os funcionários, “de preferência com inclusão na intranet corporativa”, explica Kelly. A Caref defende o equilíbrio do papel do Banco do Brasil, como agente financeiro que precisa apresentar resultados e, ao mesmo tempo, que deve dar apoio às políticas de desenvolvimento social do país.

A funcionária do BB também propõe a criação de um comitê de diversidade e inclusão, vinculado à Presidência da instituição, com representantes dos funcionários, para fomentar a valorização de trabalhadores e trabalhadoras, “com a igualdade de oportunidades dentro do banco, independente de gênero, cor, idade, orientação sexual ou escolha religiosa”.

Próximos passos

Após a confirmação do resultado eleitoral, o próximo passo dentro do BB será a verificação dos requisitos de elegibilidade. Em seguida, o processo de aprovação nas instâncias competentes de governança.

Para concorrer, ser eleito, tomar posse e exercer o cargo de Conselheiro de Administração Representante dos Funcionários, devem estar atendidos todos os critérios, exigências, requisitos, não impedimentos e vedações normativas e regulamentares aplicáveis ao cargo, conforme está previsto no regulamento eleitoral.

Fonte: Contraf-CUT

Associação de funcionários do BB entra no BC com denúncia contra novo vice-presidente

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A Associação Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil (Anabb) protocolou uma denúncia no Banco Central contra o novo vice-presidente de Governo e Sustentabilidade Empresarial do BB, José Ricardo Sasseron, eleito nesta quarta-feira, 8, para o cargo.

Antes, Sasseron foi diretor de Seguridade da Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil (Previ/BB). O documento, que é assinado pela Anabb e advogados do escritório Costa Couto, foi protocolado do BC na última sexta-feira, 3.

Na denúncia, a associação afirma que há indícios de que Sasseron teria se envolvido em “atos possivelmente passíveis de enquadramento como improbidade administrativa”, quando atuava na Previ, com aprovação de medidas que levaram ao aumento de salários de toda a diretoria que ocupou cargos nas entidades, e dele próprio, “de forma desprovida de limites”, entre 2008 e 2021.

A reportagem chegou a fazer contato com Sasseron, que foi nomeado hoje, por telefone e mensagem. Ele preferiu não se manifestar sobre o assunto. O nome dele passou pelo processo de elegibilidade da governança do banco.

Segundo a Anabb, dirigentes do BB e da Previ mantiveram vigente, por anos, uma situação jurídica no plano de previdência em que eles mesmos se beneficiavam de um salário de participação “ilegalmente superior ao dos outros participantes”. Isso teria ocorrido por causa de uma mudança nas regras de contratação.

Até 2008, os dirigentes, eram remunerados conforme regras da CLT, em um modelo em que verbas não-salariais – como abono-assiduidade, férias, folgas, licenças-prêmios, diárias, etc. – não faziam parte do salário de participação. A partir de 2008, porém, por deliberação dos próprios dirigentes em Assembleia Geral Ordinária (AGO), a remuneração dos dirigentes passou a ter natureza jurídica de honorários, não mais se equiparando à remuneração conforme a CLT. Esses honorários não alteraram o valor da remuneração, mas incorporaram, dentro deles, todas as verbas salariais e também não-salariais.

Na prática, alega a Anabb, as verbas não-salariais acabaram compondo o salário de participação dos dirigentes, que passou a ser representado pela integralidade do vencimento de seus recém estabelecidos “honorários”. Somente em 2008, esses honorários globais dos dirigentes foram fixados em R$ 23,996 milhões, dinheiro que foi pago com recursos de todos os contribuintes da Previ e do próprio BB.

“Isto significa que, tão somente no ano de 2008, quase R$ 24 milhões foram indevidamente levados em consideração para elevar o salário de participação dos dirigentes do Banco do Brasil e da Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil (Previ/BB), tal qual do direto de seguridade, entre os anos de 2006 e 2012, o senhor José Ricardo Sasseron, que participou ativamente dos atos destinados à viabilidade desta realidade de fatos”, afirma a Anabb. “Em outras palavras, o senhor José Ricardo Sasseron esteve envolvido neste esquema que possui a capacidade de gerar possíveis ações de improbidade administrativa em seu detrimento.”

A associação chega a destacar um trecho de outro documento, em que Sasseron teria confirmado a ciência de que os honorários globais recebidos pelos dirigentes da Previ, ele incluso, levam em consideração “inúmeros valores que não deveriam compor o salário de participação”. No entanto, na mesma nota, o então diretor afirma que “não se mostra materialmente possível à Previ ‘desconsiderar’” esses itens”.

“Em outras palavras, afirma que seria impossível à Previ corrigir o ‘rombo’ dos salários de participação de seus dirigentes, no sentido que não teria escolha outra se não se beneficiar pessoalmente da ausência deste teto”, afirma a Anabb.

Segundo a associação, essa condição se manteve até o ano de 2021, quando o teto remuneratório no salário de participação dos dirigentes foi estabelecido. “Não houve qualquer tipo de regularização da situação irregular entre os anos de 2008 e 2021. As consequências se encontram vigentes no presente e, até o momento, permanecerão vigentes no futuro”, alega a Anabb, sob o argumento de que esses benefícios pagos a mais vão engordar a aposentadoria desses ex-dirigentes.

A Anabb afirma ainda que Sasseron, quando era diretor de seguridade, chegou a oficiar a Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc) – a qual já tinha esclarecido de que preciso reinstituir do teto do salário de participação – , que a Previ/BB teria “desistido” do processo de regularização do regulamento, que reinstituiria o teto salarial.

“Um ato unilateral, pois realizado à revelia da diretoria e do conselho, e que inequivocamente trouxe benefícios pessoais ao então Diretor de Seguridade e outros dirigentes”, afirma a associação. “Apesar do senhor José Ricardo Sasseron ter figurado como dirigente da Previ/BB somente entre os anos de 2006-2012, usufruirá dos benefícios pessoais obtidos com a ausência do teto no salário de participação durante toda a sua vida, tendo em vista que servirá como base de cálculo de valores receptíveis de forma previdenciária.”

Em novembro do ano passado, o Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (TCU) pediu uma investigação sobre o pagamento de aposentadorias acima do teto para alguns funcionários da cúpula do Banco do Brasil. A decisão, assinada pelo subprocurador-geral Lucas Rocha Furtado, dizia que a remuneração extra-teto gera prejuízo para os demais beneficiados pelo plano de aposentadoria e para o Banco do Brasil. O ministro do TCU Aroldo Cedraz é o relator do caso.

Em agosto do ano passado, a Anabb questionou o então ministro da Economia, Paulo Guedes, sobre a prática de furar o teto da aposentadoria. Com um limite oficial de R$ 45 mil, a aposentadoria de executivos do banco já chega até R$ 70 mil.

A Anabb relata, por fim, que as informações foram encaminhadas ao Tribunal de Contas da União e ao Ministério Público Federal, que repassou os dados à Polícia Federal do Rio de Janeiro.

Outro lado

Todas as informações foram enviadas ao Banco Central, Banco do Brasil e Previ. O BC não se manifestou. O Banco do Brasil declarou que sua governança, regulada no seu Estatuto e nas normas aplicáveis, “impõe aos seus dirigentes um conjunto de regras criteriosas em relação à capacidade técnica e à reputação” e que “o Comitê de Elegibilidade verifica a adequação do dirigente ao cargo, para validação pelo Conselho de Administração”.

O BB afirmou ainda que “sempre observou as boas práticas de governança da Previ e em nenhum momento constatou irregularidades, sobretudo em relação à ausência de um teto de benefícios, uma vez que nunca gerou o pagamento de valores indevidos aos aposentados e muito menos comprometeu o equilíbrio do Plano. Fatos esses que foram devidamente acompanhados pelos órgãos de controle e fiscalização”.

A Previ declarou que não comenta as indicações do Banco do Brasil para cargos no seu Conselho Diretor.

Por meio de nota, informou que “toda concessão de benefício realizada pela Previ observa estritamente os regulamentos vigentes de seus planos de benefícios e reflete o disposto no contrato previdenciário. Essa regra vale para todos os associados”.

A instituição disse que seus planos “são geridos no modelo de capitalização, que prevê a formação de reserva de cobertura compatível para cada tipo de benefício, a partir das contribuições vertidas pelos seus participantes e pelo patrocinador, apurada segundo critérios técnico-atuariais mais aderentes à sua população de associados e observado o arcabouço normativo da previdência complementar fechada”.

A Previ declarou que conta com uma estrutura de governança que é referência no setor, fundamentada na decisão colegiada de órgãos estatutários com paridade de representação entre integrantes eleitos pelos participantes e indicados pelo patrocinador. “Até a presente data, não há qualquer registro interno de irregularidade que tenha sido cometida pelo dirigente em questão na administração da Entidade. Trabalhamos pelo propósito de cuidar do futuro das pessoas e há mais de 118 anos temos cumprido pontualmente com a nossa missão de pagar benefícios de forma eficiente, segura e sustentável.”

Fonte: Estadão

Novos executivos do Banco do Brasil tomam posse em Brasília

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O Conselho de Administração do Banco do Brasil (BVMF:BBAS3) elegeu novos membros de cargos de gestão, com posse nesta segunda-feira, 6 de fevereiro.

Ana Cristina Rosa Garcia passou a ocupar o cargo de Vice-Presidente Corporativo, posição anteriormente ocupada por Ênio Mathias Ferreira. Francisco Augusto Lassalvia é o novo Vice-Presidente de Negócios de Atacado, posição que era de João Carlos de Nobrega Pecego.

Ainda, Marisa Reghini Ferreira Mattos passou a ocupar o cargo de Vice-Presidente de Negócios Digitais e Tecnologia, no lugar de Marcelo Cavalcante de Oliveira Lima.

As ações do Banco do Brasil fecharam o pregão de sexta-feira, 3, em queda de 0,63%, cotadas a R$39,20. A média das estimativas de analistas compiladas pelo Investing.com é de R$52,87, um potencial de valorização de 34,86%. De 16 analistas, 13 recomendam a compra e 3 posição neutra.

Fonte: Investing

 

BB: eleitos novos VP de Governo e Sustentabilidade Empresarial

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Nesta quarta-feira (8 de fevereiro), o Banco do Brasil (BBAS3) informou que seu conselho de administração elegeu José Ricardo Sasseron para ocupar o cargo de vice-presidente de Governo e Sustentabilidade Empresarial, posição anteriormente ocupada por Antônio José Barreto de Araújo Júnior.

Em outro comunicado, o banco estatal anunciou que Euler Antônio Luz Mathias foi indicado para ocupar o cargo de diretor de Governo.

A indicação está em processo de aprovação nas instâncias competentes de governança, com vistas à eleição pelo conselho de administração.

O diretor que atualmente ocupa a respectiva posição continua a exercer suas funções regularmente até a investidura do indicado.

Fonte: Spacemoney

Banco do Brasil aumentará dividendos em 2024, projeta XP Investimentos

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Além de ser a companhia com os maiores dividendos do setor financeiro da bolsa, o Banco do Brasil (BBAS3) deve aumentar o patamar de pagamento de proventos no ano de 2024, segundo projeções da XP Investimentos.

Conforme os dados da casa, as ações do Banco do Brasil devem ostentar um pagamento proporcional de dividendos (dividend yield, ou DY) de 11,6% neste ano. Já para o ano de 2024, os dividendos do Banco do Brasil devem representar um yield de 12,2%, seguindo como o banco que mais paga proventos.

Segundo dados do Status Invest, atualmente o yield de BBAS3 é de 10,65%, dados os R$ 4,17 pagos por ação ordinária nos últimos 12 meses. Segundo a XP, o único banco que tem potencial de ter um yield de dois dígitos, além do Banco do Brasil, é o Banrisul (BRSR6).

A estimativa é de que o banco gaúcho feche este ano com pouco mais de 7,5% de DY, mas suba esse patamar para 10,5% no ano que vem. Atualmente os papéis somam yield de 9,1%, segundo os dados atualizados do Status Invest, com R$ 0,88 pagos por ação.

Banco do Brasil é um dos “protagonistas” dos fundos, diz gestor da Suno

Em entrevista ao Gestão Ativa, quadro semanal do YouTube do Suno Notícias, o CIO da Suno Asset, Vitor Duarte, destaca que dentro da seleção de ativos da casa, as ações do Banco do Brasil seguem dentro das carteiras de ações como um dos protagonistas, sendo um ativo resiliente para o momento atual e com exposição a setores mais seguros – como o agronegócio.

Segundo o gestor da Suno, a análise ‘bottom-up’ da gestora prevê que a casa não compre uma cesta de ações de bancos, mas escolha um player só e, nesse sentido, o BBAS3 foi o ‘cavalo escolhido’.

“O Banco do Brasil tem uma presença muito forte no agro. Além disso, o banco tem uma gestora que já é a maior da América Latina e ainda cresceu muito. Lá tem muita renda fixa, e renda fixa está sendo muito demandada com os juros altos. Ou seja, BB DTVM que já era gigante, cresceu ainda mais. É o tipo de negócio que gostamos”, comenta.

BBAS3 é ação mais recomendada do setor

Conforme apurado pelo Suno Notícias, as ações do Banco do Brasil são, de fato, praticamente uma unanimidade dentre analistas, na toada do último resultado trimestral com um lucro bilionário acima do previsto e uma revisão de guidance que animou o mercado.

Em um compilado de dezembro de 2022, 14 de 16 analistas recomendavam compra das ações do Banco do Brasil, incluindo avaliações de bancos e corretoras como XP, Credit Suisse, JP Morgan e Scotiabank.

A média estimada foi de R$ 55,20 de preço-alvo, ao passo que os papéis são negociados na casa dos R$ 40.

Renan Manda, analista que cobre o setor financeiro na XP, destaca que o banco é de longe o mais resiliente no setor e tem uma seguridade muito maior em relação aos pares.

Além disso, enxerga os múltiplos como muito baratos, dado o patamar atual, especialmente considerando o múltiplo de 0,7x preço sobre valor patrimonial.

“O Banco do Brasil acaba tendo menos provisão e a carteira cresce bastante com risco baixo. Isso traz mais receita com menos PDD (Provisão para Devedores Duvidosos), e isso puxa o lucro muito para cima. O BB fica acima do ROE (Retorno sobre Patrimônio) de outros bancos, de 20%. Quando olhamos P/L, o lucro cresceu muito, e o múltiplo continua baixo. Ele parece muito descontado. Historicamente o BB tem desconto em relação aos pares por ser estatal”, comenta.

Fonte: Suno

 

Banco do Brasil projeta R$ 1 bilhão em negócios no Show Rural Coopavel

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O Banco do Brasil participa da 35ª edição do Show Rural Coopavel, a primeira grande feira do agronegócio brasileiro de 2023. Sediado em Cascavel (PR), o evento ocorre de 06 a 10 de fevereiro. O BB participou de todas as edições da feira e está presente mais uma vez fomentando e impulsionando o crescimento da produção agropecuária.

Além da presença física na feira, o Banco promoveu ações comerciais em 51 municípios do Paraná (PR) com a realização de 55 eventos pré-feira, mobilizando produtores rurais e empresas do agro para realização de negócios e contribuindo para a dinamização da economia da região.

Durante a feira, o BB consolida o apoio aos produtores rurais, promovendo ações de relacionamento e promoção de negócios como a assinatura de operações rurais, eventos com clientes, realização de palestras técnicas, eventos e apresentação das soluções do BB para fomentar o agronegócio. Destaque para a apresentação Mulheres do Agro, que abordará, com a participação de clientes produtoras rurais, o papel das lideranças femininas no setor.

A presidenta do BB, Tarciana Medeiros, destaca que “a parceria do BB desde a 1ª edição do Show Rural Coopavel demonstra o nosso compromisso histórico em apoiar os produtores rurais em todos os momentos, promovendo negócios para o crescimento da produção de alimentos e da sustentabilidade no campo. Vamos ampliar e fortalecer o fomento ao setor agropecuário, com proximidade, inclusão produtiva, assessoria financeira e soluções digitais”.

Loja Fundação BB – Apoio a Sustentabilidade

Clientes e participantes do Show Rural Coopavel poderão trocar pontos Livelo por produtos exclusivos na “Loja Fundação BB – Livelo”. Todos os pontos doados, após convertidos em reais, serão repassados pela Fundação BB para projeto socioambiental no estado do Paraná, no âmbito do Programa Carbono Neutro BB.

Plataforma Broto – Acolhimento de propostas e novas soluções

Para impulsionar os negócios durante a feira, o acolhimento de intenções de propostas de financiamento pode ser realizado pela plataforma Broto de forma rápida e simples:

O Broto apresenta novidades, com a disponibilização na plataforma de opção de consulta à tabela Fipe de preços de máquinas agrícolas usadas. Com a solução, o Broto facilita a jornada dos produtores rurais que estão pesquisando tratores e colheitadeiras usadas no ambiente digital, auxiliando na tomada de decisão.

Para consultar, acesse a página do Broto e clique em “Tratores, Colheitadeiras e Produtos Usados”. O cliente será direcionado para a ferramenta da Fipe. Nela, ao indicar marca, modelo e ano do trator ou colheitadeira, visualiza o preço médio da máquina no mercado nacional.

O portfólio de produtos anunciados no Broto está ainda mais amplo, passando a oferecer novas opções para os clientes investirem em seus negócios com comodidade e segurança. A loja do Broto conta com três novas categorias: Pecuária, Peças Agrícolas, e Transporte e Mobilidade. Atualmente, a vitrine virtual da plataforma conta com mais de 5 mil produtos e serviços.

Registro Cartorário Eletrônico – Cédula de Produto Rural (CPR)

O Banco do Brasil consolida sua oferta de soluções digitais durante o Show Rural 2023, com o lançamento do registro cartorário eletrônico para operações de Cédula de Produto Rural (CPR). A solução, que já contemplava operações de custeio, passa a permitir aos produtores encaminharem o registro do financiamento no momento da contratação de forma digital, também, para as operações de CPR.

Agricultura Familiar – Pronaf

Para ampliar o apoio aos pequenos produtores da agricultura familiar, o Banco do Brasil celebra a contratação de operações no âmbito do Pronaf para aquisição de tratores, reforma de instalações produtivas e aquisição de imóvel rural no âmbito do Programa Nacional de Crédito Fundiário (PNCF).

Fonte: Banco do Brasil

Funcionários do Banco do Brasil devem fazer declaração no e-Patri

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Funcionários da ativa do Banco do Brasil foram orientados, em recente comunicado interno, sobre a obrigação de fazerem a declaração anual de Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) ao Sistema eletrônico de Informações Patrimoniais e de Conflitos de Interesses (e-Patri).

Nesse mesmo comunicado da Diretoria de Gestão e Cultura de Pessoas (Dipes), os funcionários receberam o endereço do sistema e-Patri, com instruções de como fazer a declaração até o dia 28/02.

Vale destacar que essa é uma obrigação legal, em conformidade com o Decreto 10.571/2020. Dessa forma, todos os funcionários da administração pública, direta ou indiretamente, incluindo de empresas de economia mista como o BB, devem fazer a apresentação da Declaração de Bens e Rendas, referente aos anos-calendários 2020 e 2021.

Fonte: Agência ANABB

Agente de TI para o concurso Banco do Brasil: salário quase dobra em 6 meses

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Uma das funções contempladas para o concurso Banco do Brasil, que está com edital em andamento, é a de Agente de Tecnologia. O cargo exige apenas formação em nível médio e é uma das grandes oportunidades para o concurseiro que busca uma oportunidade.

Nesta matéria você encontra todos os detalhes sobre a progressão de carreira, vantagens e salários que quase dobram em seis meses de atuação.

De acordo com o edital de abertura do concurso Banco do Brasil, os salários iniciais foram estipulados nos valores de R$ 3.622,23. As jornadas são de 30 horas semanais, ou seja, 6 horas por dia.

A carreira de Agente de Tecnologia do BB inicia na aprovação no certame, onde o aprovado assume a função de escriturário.

Após três meses de estágio probatório segue para período de Trainee, de mais três meses, e a partir daí pode pleitear ascensão na carreira, a depender do desempenho. Confira a estrutura:

Se considerarmos o total cash, que é a soma dos benefícios que você pode receber por ano no cargo, as remunerações médias mensais são de:

Escriturário – R$ 8.719,62
Trainee – R$ 13.511,16
Assessor de TI III – R$ 15.767,89

Perceba que em um período de seis meses (de escriturário a assessor), os salários quase atingem o dobro do quantitativo.

Atenção: estes valores são referentes aos salários brutos e nestes cálculos estão compostas a remuneração fixa, possíveis bônus e outros benefícios.

Fonte: Direção Concursos