IA já faz trabalho equivalente ao de 20 mil pessoas no BB, diz presidente do banco

Publicado em: 08/10/2026

A inteligência artificial já faz , no Banco do Brasil, o equivalente ao trabalho de 20 mil pessoas, com jornada de 6 horas por dia. Durante o Congresso do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) nesta quarta-feira (7 de outubro), em São Paulo, a presidente do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros, explicou que, em 12 meses, os cerca de 2.300 agentes de IA atualmente em operação no banco.

O intuito da executiva não foi trazer um alarme sobre a substituição do trabalho de humanos pela tecnologia – afirmou que isso não representa uma conta de redução de pessoal -, mas sim mostrar que o uso dessas tecnologias, combinada com a inteligência e experiência humana, traz eficiência ao negócio – 1,5 milhão de horas de eficiência no total.

Para ela, o número dá a dimensão da transformação em curso no banco. “É uma conta sobre o que os funcionários poderão fazer com o tempo que a tecnologia devolve. A ideia, segundo ela, é colocar mais pessoas em atividades de relacionamento com clientes.

A lógica é particularmente relevante em uma instituição com 85 milhões de clientes, dos quais 35 milhões fazem praticamente todo o relacionamento com o banco pelos canais digitais. O BB administra uma carteira de cerca de R$ 1,3 trilhão e está presente em 93% dos municípios brasileiros. Em uma organização dessa escala, pequenas mudanças nos processos produzem efeitos enormes, tanto em eficiência quanto em risco.

Para Tarciana, a IA já não pode ser tratada como uma tecnologia periférica. Ela está entrando no cotidiano do banco e deverá participar cada vez mais de processos e decisões. O desafio é estabelecer até onde. “Eu digo sempre que o futuro vai ser o banco com IA ou o banco sem IA”, afirmou.

O limite entre o que deve ser delegado para a máquina e o que ela não consegue – ou não pode – decidir aparece com clareza quando a decisão deixa de ser apenas uma questão de eficiência e passa a envolver contexto.

Tarciana citou o caso do agronegócio, área em que BB tem cerca de 600 mil clientes do setor, muitos deles clientes há décadas. Ela explica que um produtor que tomou crédito quando os juros estavam baixos, as commodities valorizadas e as safras eram boas pode ter se endividado nos últimos anos e, depois, enfrentado seca, enchentes e perdas de produção.

Se os dados desse cliente fossem submetidos a uma IA alimentada pelas políticas de crédito e de risco do banco, diz, a recomendação poderia ser interromper o crédito. “Se eu pergunto para a IA qual seria a decisão, à luz da minha política de crédito, da minha política de risco, com certeza eu não emprestaria mais nenhum real”, disse Tarciana.

Mas essa não necessariamente seria a decisão do banco, afirma a executiva. Para a presidente do BB, existe uma dimensão que os indicadores não capturam sozinhos, a do relacionamento construído ao longo dos anos e o papel do banco no financiamento do agronegócio brasileiro.

O mesmo raciocínio aparece no programa de renegociação de dívida Desenrola. Segundo Tarciana, o programa atendeu cerca de 400 mil pessoas e envolveu mais de R$ 12 bilhões, além de permitir a recuperação financeira de 53 mil jovens que haviam terminado a faculdade e carregavam dívidas do Fies. “Uma decisão baseada exclusivamente em eficiência financeira poderia concluir que não fazia sentido renegociar determinados créditos”, diz. A decisão humana incorporou outra variável: a possibilidade de recuperar a vida financeira daquele cliente.

Segundo ela, apesar de serem exemplos diferentes, eles apontam para a mesma questão: a IA pode ajudar a encontrar a resposta mais eficiente, porém, cabe ao humano decidir qual é a pergunta que o banco quer responder.

Essa distinção também vale para o Conselho de Administração – um dos temas discutidos também em outros painéis do Congresso IBGC nesta quarta-feira (07). A IA poderá ser usada, por exemplo, para ajudar conselheiros a analisar documentos extensos, identificar pontos relevantes e organizar informações antes de uma reunião.

Mas Tarciana considera perigoso que o conselheiro deixe de questionar a resposta produzida pela máquina. “Se a gente chegar num nível em que um conselheiro não tenha a criticidade para criticar o que a IA entregou, por que a gente vai ter conselheiro?”, questionou.

Neste ponto, a discussão sobre IA se torna também relevante no âmbito da governança corporativa. Para Tarciana, o risco não é apenas uma resposta errada do algoritmo. É delegar à máquina a própria gestão da empresa.

O banco afirma já ter criado mecanismos para lidar com esse desafio. Tarciana diz que o BB foi o primeiro banco da América Latina a lançar diretrizes de ética e IA e que, neste ano, criou um direcionamento para definir como a inteligência artificial deverá permear decisões e processos da instituição. O tema também já é tratado no Comitê de Tecnologia do banco, e a presidente considera que a IA caminha para deixar de ser uma questão exclusivamente tecnológica.

Há ainda uma preocupação com os vieses algorítmicos, que podem ser reproduzidos pelos dados e pelos processos históricos. Tarciana relaciona isso à diversidade dos próprios órgãos de decisão: se os conselhos reproduzem sempre o mesmo perfil de pessoas, as decisões tendem a reproduzir também determinados padrões. Para ela, uma composição mais diversa aumenta a possibilidade de decisões mais completas.

Fonte: Época Negócios

BB estuda transferir planos da Fusesc e do Economus para a Previ

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A Fusesc, fundo de pensão multipatrocinado que abriga ex-funcionários do Banco do Estado de Santa Catarina (Besc), recebeu comunicado do Banco do Brasil informando que seguem em andamento os estudos para a transferência para a Previ do plano de benefícios destinado a esses ex-funcionários. Segundo a entidade, o documento também menciona a continuidade das análises sobre a transferência dos planos do Economus, fundo de pensão dos ex-funcionários da Nossa Caixa.

O Besc, a Nossa Caixa e o Banco do Estado do Piauí (Bep) foram comprados pelo Banco do Brasil em 2008. Embora tenha absorvido os funcionários dessas instituições e assumido o patrocínio das três entidades, o BB manteve os planos desses trabalhadores na Fusesc, no Economus e na PrevBep, respectivamente.

Segundo nota publicada pela Fusesc na última sexta-feira (2/10), além de relatar o prosseguimento dos estudos sobre a transferência dos planos dos ex-funcionários do Besc para a Previ, o documento do BB também informa sobre a aprovação da incorporação da PrevBep pela Previ. A operação já havia sido divulgada pela própria Previ um dia antes, acrescentando que o projeto estava sendo encaminhado à Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (Sest/MGI) para chancela, antes de seguir para homologação pela Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc).

Histórico — No final de julho do ano passado, a Fusesc já havia divulgado nota sobre um comunicado do Banco do Brasil que informava a intenção de promover a “transferência para a Previ dos planos patrocinados pelo Banco do Brasil e administrados por Fusesc, PrevBep e Economus”.

Uma semana após esse primeiro comunicado, em 6 de agosto do mesmo ano, a Fusesc publicou nova manifestação informando ter recebido outra correspondência do Banco do Brasil “acerca da possibilidade de transferência de gerenciamento de planos por ele patrocinados para a Previ”.

Fonte: Investidor Institucional

Bancos disparam após 1º turno e euforia eleitoral engorda fortunas bilionárias

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O resultado do primeiro turno das eleições presidenciais não mexeu apenas com as expectativas dos investidores sobre os rumos da economia brasileira. A euforia que tomou conta da Bolsa na segunda-feira (5 de outubro), primeiro pregão após a votação, provocou uma forte valorização dos bancos brasileiros e acrescentou bilhões de reais ao patrimônio de seus acionistas. O Ibovespa disparou 7,70%, fechou aos 206.904 pontos e superou pela primeira vez a marca dos 200 mil pontos. O volume financeiro negociado alcançou R$ 102,7 bilhões, de acordo com a Reuters.

No primeiro turno das eleições, Flávio Bolsonaro (PL) obteve em torno de 47,1% dos votos válidos, ante cerca de 45,1% de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo Thomas Haugaard, gerente de portfólio da Janus Henderson Investors, Bolsonaro superou a média das pesquisas em mais de quatro pontos percentuais e ficou à frente nos três maiores colégios eleitorais do país: São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.

Para Haugaard, o desempenho sinaliza uma demanda mais ampla por mudança política, em vez de apenas uma consolidação do eleitorado tradicional de direita. “O segundo turno ocorrerá em 25 de outubro, com Bolsonaro agora como favorito. Ele parte com uma vantagem de dois pontos e deve conquistar uma parcela maior dos votos restantes do centro e da centro-direita. Os mercados de previsão ultrapassaram os 80% após o resultado. No entanto, a eleição ainda não está decidida”, aponta Haugaard.

Os papéis do banco BTG Pactual (BPAC11) encerraram o pregão em alta de 22,52%, a R$ 80,89, segundo dados de mercado divulgados após o fechamento — as ações chegaram a subir mais de 26% na máxima do dia. Foi uma das maiores valorizações entre as empresas que compõem o principal índice da bolsa brasileira. A disparada aumenta a fortuna de André Esteves o quarto brasileiro mais rico do país, principal acionista e chairman do BTG. Atualmente, de acordo com o ranking da Forbes, Esteves está na posição 229 entre os mais ricos do mundo — com um montante de US$ 13,7 bilhões (R$ 68,29 milhões).

Bancos ganharam dois dígitos em um dia

Não foi apenas o BTG que saiu ganhando, as instituições financeiras estiveram entre as principais beneficiadas pelo rali que tomou conta da B3.

As ações do Bradesco (BBDC4) terminaram a segunda em alta de 13,57%, a R$ 21,84. O Banco do Brasil (BBAS3) avançou 11%, para R$ 26,33, enquanto os papéis do Itaú Unibanco (ITUB4) – cujo controle é compartilhado entre as famílias bilionárias Moreira Salles e Setubal e Villela – ganharam 10,37%, superando a barreira dos R$ 50 pela primeira vez em sua história.

O BDR da XP (XPBR31) (certificado negociado na B3 que representa ações da empresa listadas no exterior), por sua vez, disparou 24,43%, para R$ 139,61.

Além disso, os bancos brasileiros negociados nos Estados Unidos também foram atingidos pelo movimento. Antes da abertura do mercado brasileiro, na segunda, as ações do Banco Inter negociadas na Nasdaq avançavam 13,14% no pré-mercado, enquanto os papéis do Nubank subiam 11,36%.

Ao longo da sessão, o movimento do Nubank se fortaleceu. As ações da Nu Holdings encerraram o pregão americano de 5 de outubro cotadas a US$ 15,18, alta de 13,03%.

O principal ETF (fundo de investimento negociado em Bolsa que busca acompanhar o desempenho de um índice ou conjunto de ativos) de ações brasileiras negociado nos Estados Unidos, o iShares MSCI Brazil (EWZ), chegou a avançar em torno de 12% no pré-mercado na manhã seguinte à eleição.

Por que os bancos subiram tanto?

A disparada das ações dos bancos após o primeiro turno reflete, principalmente, umareprecificação do risco brasileiro, segundo especialistas consultados pela Forbes Brasil. Com o resultado das urnas diferente do que parte do mercado esperava, investidores passaram a incorporar nos preços uma probabilidade maior de mudança na condução da política econômica, especialmente na área fiscal.

Em relatório publicado na terça-feira (6), oJ.P. Morgandestacou que a taxa de juros de dez anos do Brasil caiu de aproximadamente14,4% para 13%durante o rali. Com a mudança, o banco reduziu em cerca de1,5 ponto percentualo custo de capital próprio (CoE, na sigla em inglês) utilizado para avaliar a maior parte das instituições financeiras que acompanha. Segundo o relatório, essa revisão explica entre15% e 20% da elevação dos preços-alvocalculados pelo banco para boa parte das empresas do setor.

Edgar Araújo, CEO da Azumi Investimentos, destaca que a reação também esteve ligada à composição do Congresso e à expectativa de maior disciplina fiscal. “O mercado trabalhava com uma configuração eleitoral diferente e precisou recalibrar as posições quando o primeiro turno mostrou Bolsonaro à frente e, ao mesmo tempo, uma composição do Congresso percebida como mais favorável a uma agenda de maior disciplina fiscal.”

Na avaliação de Araújo, a queda dos juros longos beneficia as instituições financeiras por diferentes canais. Além de reduzir a taxa de desconto utilizada nas avaliações das empresas, melhora as perspectivas para a atividade econômica e para o mercado de crédito, com potencial impacto sobre a inadimplência. Os bancos estão entre os ativos mais líquidos da Bolsa e, por isso, costumam funcionar como uma das portas de entrada para investidores estrangeiros que desejam aumentar rapidamente a exposição ao Brasil.

Renato Widmer, CIO e gestor da Aurum Wealth Management, afirma que uma possível vitória de Bolsonaro já estava parcialmente incorporada aos preços, mas que a liderança no primeiro turno ampliou a percepção do mercado sobre suas chances no segundo.

Para o gestor, a expectativa de juros menores em um cenário de maior compromisso fiscal ajuda a explicar por que os bancos ficaram entre os maiores beneficiados. Além do impacto de uma taxa de desconto menor sobre o valor dos lucros futuros, juros mais baixos podem criar condições mais favoráveis para retomada do crédito, fusões e aquisições e operações no mercado de capitais, atividades importantes para as receitas das instituições financeiras.

O J.P. Morgan passou a incorporar parte desse cenário às suas projeções. Para empresas mais expostas ao mercado de capitais, elevou as estimativas de lucro por ação para 2027 em8% a 12% para XP e B3e em4% a 5% para o BTG Pactual. O banco destacou ainda que o volume negociado no mercado à vista chegou aR$ 103 bilhõesno pregão posterior à eleição, entre três e quatro vezes os níveis anteriores ao pleito.

O rali dos bancos pode continuar?

Apesar da euforia, a disparada não significa que todas as instituições financeiras tenham agora o mesmo potencial.

O J.P. Morgan adotou uma postura mais seletiva depois do rali. O banco elevou a recomendação doBradesco paraoverweight(equivalente a uma expectativa de desempenho acima da média), mas rebaixou oBanco do Brasilparaunderweight(expectativa de desempenho abaixo da média). Para oItaú, manteve a recomendaçãooverweight.

No Bradesco, o preço-alvo passou paraR$ 26, ante R$ 22 anteriormente. Já para o Itaú, subiu deR$ 51 para R$ 60. No sentido contrário, o preço-alvo do Banco do Brasil ficou emR$ 23, abaixo dos R$ 26,33 em que a ação encerrou na segunda.

A cautela está relacionada ao fato de que juros menores não produzem apenas efeitos positivos sobre os bancos. O J.P. vê um cenário desafiador para o crédito e reduziu em torno de2% a 3%suas projeções de lucro para a maioria das instituições em 2027, principalmente diante do risco de aumento das provisões para perdas.

No Banco do Brasil, por exemplo, o banco de investimento avalia que juros menores podem ajudar a inadimplência, mas também pressionar amargem financeira, já que a instituição historicamente se beneficia de taxas mais elevadas em razão do baixo custo de captação e do excesso de liquidez.

Araújo da Azumi Investimentos pondera que movimentos da magnitude observada logo após o primeiro turno dificilmente serão recorrentes. “Depois de uma alta tão forte, é natural haver realização de lucros e maior seletividade entre os papéis.”

De acordo com ele, a continuidade do movimento dependerá daspesquisas para o segundo turno, das alianças políticas e das propostas fiscais apresentadas pelos candidatos. Para o setor bancário, entram ainda no radar a curva de juros, o fluxo de capital estrangeiro, a trajetória da inadimplência, a concessão de crédito e os resultados das próprias instituições.

“Se o prêmio de risco continuar caindo, o setor ainda pode se beneficiar, mas o mercado agora vai exigir fundamentos para sustentar a reprecificação que começou nas urnas”, ressalta Araújo.

Fonte: Forbes

Eleições reforçam desafios para bancários e defesa dos bancos públicos

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A direção do Sindicato dos Bancários de São Paulo se reuniu na tarde desta quarta-feira 7 de outubro para avaliar o resultado do primeiro turno das eleições gerais e os impactos do novo cenário político para os bancários e demais trabalhadores.

A análise contou com a participação de Neiva Ribeiro, presidenta da entidade, Juvandia Moreira, presidenta da Contraf-CUT e Luiz Claudio Marcolino, ex-presidente do Sindicato e reeleito como deputado estadual (PT-SP).

Em sua análise, Luiz Claudio Marcolino apontou um cenário de disputa acirrada em São Paulo, com renovação das cadeiras na Assembleia Legislativa e avanço de candidaturas alinhadas às pautas conservadoras, resultando um pouco mais que na eleição de 2018. Ele ressaltou que será um mandato com muito enfrentamento em defesa dos direitos dos trabalhadores e da população paulistana.

“Eu reafirmo o meu compromisso neste mandato que será de levar para dentro do Parlamento as demandas dos trabalhadores e da população do estado de São Paulo. Vamos atuar na defesa dos direitos, dos serviços públicos e das empresas públicas, além de manter o diálogo permanente com os movimentos sociais e com a categoria bancária. O mandato precisa estar conectado às ruas e às necessidades reais da população”, destaca.

Defesa dos bancos públicos

No âmbito nacional, a defesa das empresas estatais especialmente Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal foi um dos principais pontos do debate. A presidenta do Sindicato, Neiva Ribeiro, reforçou que a categoria conhece os efeitos de uma eventual privatização dos bancos públicos ameaçados em governos de direita.

“Os bancários não apoiarão candidato que defende privatizar banco público. Eles sabem o que isso significa. Durante a Conferência Nacional dos Bancários de 2026, no Congresso do Banco do Brasil e no Conecef defendemos a categoria bancária, o fortalecimento do ramo e também a defesa dos bancos públicos. As eleições gerais impactam todas essas decisões tiradas em nos debates dos congressos e conferências”, relembra a presidenta.

Para Juvandia Moreira, presidenta da Contraf-CUT, a privatização pode representar mudanças profundas para os trabalhadores, com perda de estabilidade, enfraquecimento dos acordos coletivos, redução de direitos e diminuição da estrutura das instituições.

“Os trabalhadores dos bancos públicos já estão em alerta quanto aos riscos após a nossa campanha nacional, e os que ainda não perceberam, cabe a nós fazer esse diálogo, principalmente os empregados da Caixa que não terão ACT até 2028 e será preciso construir uma nova do zero, para garantir direitos. Agora é hora de fortalecer as organizações representativas e saber que temos responsabilidades coletivas”, destaca e acrescenta “a defesa dos bancos públicos também está relacionada ao papel dessas instituições no desenvolvimento econômico e social do país e, principalmente, na oferta de crédito e serviços à população”.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Banco do Brasil é condenado por expor gerente em ranking de desempenho

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Um gerente do Banco do Brasil, que atuou em diversas agências do Centro-Norte Baiano, será indenizado por danos morais, no valor de R$ 5 mil, por ter tido seu nome divulgado em ranking de desempenho da empresa. A decisão é da 3ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (TRT-5) e reformou a sentença de 1ª Grau. Os desembargadores sustentaram que o trabalhador era exposto a situações abusivas e vexatórias e comprovou o assédio moral sofrido através dos documentos juntados por meio de mídia digital. Não cabe mais recurso da decisão.

No processo, o autor alegou que o Banco possuía vários rankings para medir e comparar a atuação dos gerentes e suas agências através de programas de computador. “Também havia cobranças por grupos de WhatsApp, com envio de mensagens ao longo do dia sobre as metas de vendas impostas aos gerentes e quanto cada um estava vendendo”, afirmou o empregado. Por sua vez, o Banco do Brasil respondeu que apenas cobrava metas de seus funcionários e divulgava ranking de vendas, o que faz parte do seu poder diretivo.

De acordo com a relatora do acórdão, desembargadora Léa Nunes, mesmo que o empregador possa estabelecer metas, o que corresponde a um ato inerente ao seu poder diretivo, estas devem ter o seu cumprimento estimulado de maneira positiva, e não através de exposição pública que evidencia a improdutividade do trabalhador. “O respeito deve pautar a relação empregatícia, cabendo ao empregador orientá-los, fiscalizá-los e zelar pela manutenção de um ambiente de trabalho saudável e cordial, o que, contudo, não ocorreu nessa situação”, destacou a desembargadora.

Em seu voto, a magistrada ressaltou ainda: “Diferentemente do posicionamento do magistrado de origem, entendo que a cobrança do Banco extrapolou a razoabilidade diante da publicação de ranking com qualificação e colocação dos funcionários, de modo a ressaltar sua improdutividade, sendo manifestamente abusiva e vexatória, sujeitando não só o trabalhador, mas também toda a coletividade a situações constrangedoras e humilhantes, de modo habitual, sendo típica hipótese de assédio moral organizacional”.

Norma coletiva

A desembargadora Léa Nunes também pontuou que a divulgação interna do ranking individual dos empregados contraria, inclusive, determinações das cláusulas estabelecidas pelo sindicato profissional nas negociações coletivas. Ainda, afirmou que “o Banco não negou as informações contidas nos documentos juntados no processo que demonstraram a existência dos referidos rankings”.

Quanto ao valor a ser arbitrado a título de indenização, a terceira Turma entendeu que a condenação deve ser coerente, visando à proporcionalidade do fato e do dano.

Assédio moral

Foi explicado, no acórdão, que assédio moral é a exposição dos trabalhadores e trabalhadoras a situações humilhantes e constrangedoras, repetitivas e prolongadas durante a jornada de trabalho e no exercício de suas funções, sendo mais comuns em relações hierárquicas autoritárias e assimétricas, em que predominam condutas negativas, relações desumanas e aéticas de longa duração, de um ou mais chefes dirigidas a um ou mais subordinados, desestabilizando a relação da vítima com o ambiente de trabalho e a organização, forçando-a, muitas vezes, a desistir do emprego.

Posicionamento do Sindicato

“Temos constatado que a pressão por metas e o assédio moral organizacional têm tomado conta das relações de trabalho no Banco do Brasil. A divulgação de ranking, além de ferir cláusula do acordo coletivo, contribui para o adoecimento dos bancários. Esse reconhecimento do assédio moral pela Justiça do Trabalho, além de ser uma vitória do empregado, é um estímulo ao combate a esta postura vexatória praticada pela direção do BB”, afirma a diretora Goretti Barone.

Fonte: Sindicato dos Bancários do Espírito Santo

Funcionários do BB publicam carta aberta em defesa do caráter público do banco

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A Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) divulga carta aberta à população brasileira em defesa do caráter público, da presença nacional e do papel social do Banco do Brasil.

No documento, a representação das funcionárias e dos funcionários destaca a trajetória de mais de dois séculos da instituição e sua importância para o desenvolvimento do país, o financiamento da agricultura, o apoio aos pequenos negócios e a oferta de serviços bancários em diferentes regiões.

A carta também aborda as condições de trabalho no Banco do Brasil, a necessidade de valorização das funcionárias e dos funcionários, a importância da recomposição do quadro de pessoal e os impactos da modernização tecnológica sobre o atendimento à população.

Outro ponto destacado pela CEBB é o debate sobre propostas de privatização do Banco do Brasil. A comissão defende a manutenção do caráter público da instituição e chama a sociedade a participar da discussão sobre o futuro do banco.

Leia abaixo a carta aberta da Comissão de Empresas dos Funcionários do Banco do Brasil na íntegra:

Carta aberta à população brasileira

O Banco do Brasil não nasceu para ser apenas um banco. Nasceu com o Brasil, cresceu com o Brasil e, há mais de dois séculos, carrega o país nas costas. Financiou a safra, abriu caminhos, sustentou o pequeno negócio, pagou o salário e a aposentadoria de quem nunca teve outra porta para bater. Essa história não pertence a acionistas, a gestões de passagem ou a planilhas. Pertence ao povo brasileiro.

Há lugares deste país onde o Estado chega pela agência do Banco do Brasil ou simplesmente não chega. Em centenas de municípios, longe dos grandes centros, ela é a única porta aberta. É ali que o aposentado recebe o que trabalhou a vida inteira para merecer, que o trabalhador movimenta seu salário, que o agricultor familiar consegue crédito para plantar, que o pequeno empreendedor aposta em seu sonho. Onde o mercado não quis ir porque não enxergava lucro, o Banco do Brasil foi, porque enxergava gente.

Por isso, dizemos com clareza: fechar agência não é corte de custo, é abandono. Cada porta que se fecha empurra uma comunidade para mais longe da cidadania, aprofunda a desigualdade e entrega o interior à própria sorte. Um banco público não pode medir seu tamanho apenas pelo balanço. Mede-se pelo Brasil que alcança.

E quem faz esse alcance acontecer tem nome, rosto e família. São os funcionários e as funcionárias do Banco do Brasil. São eles que acolhem o cliente aflito, explicam o crédito ao produtor rural, sentam ao lado do empreendedor, transformam política pública em comida na mesa. Sem eles, o banco é só um prédio e uma marca. Com eles, é a presença do país onde mais se precisa dele.

Por isso, é importante lembrar: não existe Banco do Brasil forte com trabalhador adoecido. Queremos condições dignas de trabalho. Exigimos cuidado com a saúde física e mental de quem adoece dando o melhor de si. Exigimos o fim de toda forma de assédio, da cobrança desumana de metas, do medo como método de gestão. Exigimos a recomposição do quadro de pessoal, porque ninguém sustenta por muito tempo o trabalho de três.

Não somos contra o futuro. Queremos um banco moderno, inovador, tecnológico. Mas modernizar não é desmontar. A tecnologia deve somar ao atendimento humano, jamais servir de pretexto para esvaziar agências, sobrecarregar quem fica e abandonar quem depende da presença física do banco. Inovação que exclui não é progresso. É retrocesso com verniz novo.

Os números robustos do Banco do Brasil provam o que sempre sustentamos: é possível ser eficiente, sólido e rentável sem deixar de ser público. É isso que separa um banco do povo de uma máquina de lucro. A riqueza que o banco produz nasce do trabalho de seus funcionários e da confiança da sociedade, e deve retornar em respeito a quem trabalha e a serviço de quem precisa.

Esta carta é, portanto, um chamado. Ao povo brasileiro, que tem no Banco do Brasil um patrimônio seu e deve zelar por ele. Aos funcionários e às funcionárias, que sustentam esta instituição todos os dias e não estão sozinhos. Às comunidades, aos produtores, aos aposentados, aos pequenos negócios que dependem dessa rede. Defender o Banco do Brasil é tarefa de todos.

E essa tarefa nunca foi tão urgente. Candidatos à Presidência da República anunciam a intenção de privatizar o Banco do Brasil, como quem fala de uma loja qualquer, de um bem que se vende para fechar a conta. Não é. Vender o Banco do Brasil é vender a agência que sustenta o município esquecido, o crédito que faz a safra, a tranquilidade de quem se aposentou. É entregar a banqueiros o que o povo levou mais de dois séculos para construir.

E sabemos o que vem depois: agências fechadas onde o lucro não é imediato, juros mais altos para quem mais precisa, demissões, o interior abandonado à própria sorte. Privatizar é trocar o interesse público pelo ganho de poucos. A isso dizemos não. Não antes da eleição, não depois dela, não em governo nenhum.

O Banco do Brasil não está à venda, porque o Brasil não está à venda. Quem quiser governar este país terá de responder, olhando nos olhos do povo, se está ao lado de quem constrói esse banco todos os dias ou de quem quer comprá-lo.

Um Banco do Brasil público, forte, presente em cada canto do país e com funcionários valorizados não é um favor. É uma conquista a ser defendida e a condição para um Brasil mais justo, desenvolvido e inclusivo.

O Banco do Brasil é do Brasil. Defendê-lo é defender o povo brasileiro.

Fonte: Sindicato dos Bancários do Distrito Federal

Banco do Brasil: licença-paternidade ampliada de 35 dias já está valendo

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A ampliação da licença-paternidade do Banco do Brasil para até 35 dias já está em vigor. A iniciativa que concede um prazo base de 20 dias, e que pode ser estendido por mais 15 dias caso o funcionário participe de um curso de paternidade responsável, é resultado da renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2026/2028.

“Essa ampliação de direitos é mais uma conquista que obtivemos ao longo das negociações para a renovação do ACT dos funcionários e representa um importante avanço social às famílias, ao proporcionar mais tempo de convivência e participação dos pais nos cuidados com os filhos”, destaca Fernanda Lopes, coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB).

Por lei, todo o funcionário pai de recém-nascido tem uma licença de cinco dias. Com a conquista dos funcionários do BB no ACT esse direito passa para 20 dias, com mais 15 dias se o bancário apresentar comprovação de curso de paternidade responsável.

Fonte: Federação dos Bancários do Paraná

BB Cash passa a permitir abertura de conta desde o nascimento

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O Banco do Brasil ampliou o acesso à BB Cash, conta destinada a crianças e adolescentes. Com a atualização, a conta pode ser aberta pelo app BB desde o nascimento. Para menores de até 15 anos, é necessário apresentar a certidão de nascimento no processo de identificação. Já os jovens de 16 e 17 anos devem apresentar um documento com foto.

A mudança permite que as famílias organizem, em uma conta própria, os recursos destinados à criança e iniciem seu relacionamento financeiro desde os primeiros dias de vida. Anteriormente, a contratação da BB Cash para menores de 8 anos era possível apenas em agências do Banco.

“A iniciativa integra a estratégia do Banco do Brasil de estabelecer relacionamentos de longo prazo com os clientes desde os primeiros anos de vida. A proposta é oferecer uma solução adequada às necessidades de crianças, adolescentes e suas famílias, além de contribuir para a inclusão financeira e para a experiência digital dos clientes”, comenta Dione Cordioli, head de soluções cash e conta do BB.

O processo de abertura da conta também foi revisado. Entre as alterações está a eliminação da etapa de selfie para determinados públicos, reduzindo as etapas adicionais de validação e documentação. A medida diminui o esforço dos responsáveis durante a contratação e simplifica a jornada no ambiente digital.

Outra novidade é a Central de Liberação de Dispositivos. A funcionalidade permite que os responsáveis gerenciem os equipamentos utilizados para acessar a BB Cash, um dos recursos voltados ao monitoramento do uso da conta do menor.

As atualizações visam facilitar a contratação e o uso da BB Cash pelas famílias, apoiar o acompanhamento financeiro realizado pelos responsáveis e ampliar o contato de crianças e adolescentes com a educação financeira.

Fonte: Banco do Brasil

BB amplia acesso à compra de imóveis com ofertas online e sem lance mínimo

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O Banco do Brasil realiza, entre outubro e dezembro de 2026, a campanha “Aceita BB?”, que permite que qualquer pessoa possa adquirir imóveis do BB sem valor mínimo de lance de oferta. Neste início, a ação possibilitará a negociação de 75 imóveis do Banco no portal SeuimóvelBB (https://seuimovelbb.com.br/) e busca atrair compradores para oportunidades disponíveis em todas as regiões do país. Até o final do ano, a campanha ofertará até 800 imóveis.

“A ação integra a estratégia de comercialização de ativos imobiliários e de ampliação da visibilidade das ofertas disponíveis ao mercado, permitindo que os clientes apresentem propostas diretamente no portal, com mais flexibilidade na negociação e acesso a oportunidades em todo o país”, explica Maria Delacir Carbornar, gerente de área do Banco do Brasil.

Desde 2021, o portal SeuimóvelBB vem consolidando a comercialização digital de imóveis do Banco e já negociou mais de 7 mil imóveis, movimentando cerca de R$ 1,6 bilhão em vendas. Os números reforçam a relevância da plataforma na ampliação do acesso a oportunidades de aquisição de imóveis em todo o país.

Como funciona?

A modalidade “Aceita BB?” permite que o interessado apresente, online, uma proposta de compra para o imóvel de sua escolha. Nessa modalidade, o bem é ofertado pelo Banco sem valor mínimo declarado para negociação.Basta acessar o portal SeuimóvelBB e selecionar o imóvel de interesse. Em seguida, é direcionado à página na internet da empresa parceira responsável pela comercialização, na qual realiza seu cadastro e apresenta sua proposta de compra ou participa do leilão simplificado. Após o envio da proposta, o Banco realiza a análise da oferta conforme critérios internos. Uma vez aprovada, a empresa parceira conduz a formalização da negociação junto ao comprador.

O portal SeuimóvelBB é a plataforma oficial do Banco para divulgação de imóveis disponíveis para comercialização. Os interessados podem consultar oportunidades em todo o país e acessar a empresa parceira responsável pela condução operacional dos processos de venda, recebimento de propostas e formalização das negociações.

Fonte: Banco do Brasil

Inscrições para o BBDW 2026 estão abertas; novos palestrantes confirmados

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Estão abertas as inscrições para o BB Digital Week (BBDW) 2026, um dos maiores eventos de tecnologia, inovação e transformação digital do país. Promovido pelo Banco do Brasil, o encontro será realizado de 27 a 29 de outubro, no Ulysses Centro de Convenções, em Brasília, e tem expectativa de receber cerca de 30 mil pessoas ao longo dos três dias de programação. O evento é gratuito e aberto ao público.

Após anunciar recentemente as participações de Drauzio Varella, Michelle Schneider e Edu Lyra, o evento confirma agora a atriz Denise Fraga e o jornalista, escritor e criador do Manual do Mundo, Iberê Thenório.

Sob o tema “Inteligência que conecta”, o BBDW reunirá especialistas nacionais e internacionais, lideranças empresariais, profissionais de tecnologia, empreendedores, estudantes e representantes do setor público para discutir o impacto das transformações digitais na sociedade, nos negócios e nas relações humanas.

A quinta edição do evento terá centenas de painéis, palestras e atividades simultâneas distribuídas em diversas trilhas temáticas. Entre os temas previstos estão inteligência artificial, dados, engenharia de software, plataformas digitais, infraestrutura inteligente, inovação, novas tecnologias, cibersegurança, governança tecnológica, hiperpersonalização, inovação verde, futuro do trabalho e empreendedorismo.

“O BBDW se consolidou como um espaço de troca de conhecimento e de discussão sobre os temas que estão moldando o futuro. Nesta edição, ampliaremos o debate sobre inteligência artificial, inovação, dados, sustentabilidade e novas formas de trabalho, reunindo especialistas reconhecidos nacional e internacionalmente e oferecendo conteúdo relevante para todos os públicos”, afirma Marisa Reghini, vice-presidente de Negócios e Tecnologia do Banco do Brasil.

Além dos conteúdos voltados à tecnologia e à inovação, o evento também abre espaço para reflexões sobre educação, sustentabilidade, comportamento, criatividade, liderança e desenvolvimento humano. A programação completa será divulgada em breve. Informações atualizadas sobre palestrantes, trilhas, horários e inscrições estão disponíveis em bbdw.bb.com.br.

Feita a inscrição, os participantes também podem acompanhar novidades e acessar conteúdos exclusivos por meio do aplicativo oficial do evento, disponível para Android e para iOS.

Novos palestrantes confirmados

Denise Fraga
Consagrada no teatro, cinema e televisão, Denise Fraga é uma das atrizes mais respeitadas do Brasil. Com mais de três décadas de carreira, construiu uma trajetória marcada pela valorização das relações humanas, da empatia e da escuta. Criadora e protagonista do quadro Retrato Falado, tornou-se referência por sua capacidade de transformar histórias reais em reflexões sobre a vida contemporânea.

Em suas palestras e encontros, Denise propõe discussões sobre inteligência emocional, conexões humanas, liderança e relações interpessoais, temas cada vez mais relevantes em um cenário de transformações aceleradas.

Iberê Thenório
Jornalista formado pela USP, autor, educador e um dos criadores do Manual do Mundo, Iberê Thenório lidera o maior canal de ciência e tecnologia da América Latina, com mais de 30 milhões de inscritos e milhares de conteúdos publicados.

Reconhecido pela capacidade de tornar temas complexos acessíveis a diferentes públicos, Iberê inspira pessoas de todas as idades a desenvolver curiosidade, pensamento crítico e interesse pelo conhecimento, contribuindo para aproximar ciência, tecnologia e educação do cotidiano.

Palestrantes já confirmados

Drauzio Varella
Médico cancerologista formado pela USP, Drauzio Varella é uma das maiores referências brasileiras em saúde, divulgação científica e bem-estar.

Michelle Schneider
Autora best-seller de O Profissional do Futuro, colunista da CNBC e especialista em inteligência artificial e futuro do trabalho.

Edu Lyra
Fundador e CEO da Gerando Falcões, é um dos principais empreendedores sociais do país e referência internacional em transformação social e inovação de impacto.

Serviço
BBDW 2026
27 a 29 de outubro de 2026
Ulysses Centro de Convenções, Brasília (DF)
Evento gratuito
Inscrições abertas a partir de 5 de outubro
Informações: bbdw.bb.com.br
Aplicativo oficial: disponível para Android e iOS
Programação completa: divulgação em breve

Fonte: Banco do Brasil

Candidatos apoiados pelo Sindicato são eleitos ao Conselho de Usuários da Cassi

Publicado em:

As eleições para o Conselho de Usuários SP da Cassi, plano de saúde dos trabalhadores do Banco do Brasil, foram encerradas no dia 27 de setembro. O pleito teve 15 candidatos apoiados pelo Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região eleitos para representar os associados da Grande São Paulo.

A votação teve início no dia 23 de setembro, 27. Ao todo, estavam em disputa 20 vagas para conselheiros na Grande São Paulo. O resultado garante ampla participação de colegas comprometidos com o fortalecimento, a sustentabilidade e a melhoria contínua da Cassi.

O mandato dos conselheiros será de dois anos. A posse dos eleitos deve ocorrer em novembro, na Conferência de Saúde da Cassi.

Titulares eleitos:

  • Alessandra Gomes Ribeiro
  • Alessandro Sobolewski de Lima
  • Andrea Cristina Reginato Rocha
  • Cláudia Cristina da Conceição Monteiro
  • Eliana Mayumi Matsuura
  • Fabiana Aparecida Gomes de Oliveira
  • Guilherme Eurípedes Silva Ferreira
  • Hugo Tomé Aquino
  • Karin Diaz Caliento
  • Maria Cristina Izaguirre Villaça
  • Monica Regina Arteaga Rodrigues
  • Regiane Angélica Violato Francisco da Silva
  • Silvia de Sousa Beserra
  • Suzana Violante Cardoso Gonçalves Bortoloto
  • Thais Menezes

Suplentes:

  • Ana Cláudia Semensatto de Lima Costa
  • Ana Paula de Azevedo Tonetto
  • Bento José Cordeiro Damasceno Ferreira
  • Natalino Fabbrini Filho
  • Veridiana Aparecida Frederichi Bezerra

Os suplentes também acompanham os processos e atividades do Conselho, não participando apenas das votações, caso sejam necessárias.

Participação dos associados

O Conselho de Usuários é a instância responsável por receber as demandas dos associados da Cassi e cobrar soluções da gestão. Além disso, o órgão atua na fiscalização da qualidade do atendimento prestado e do cumprimento do modelo assistencial do plano.

Para o dirigente do Sindicato, bancário do BB e conselheiro fiscal da Cassi, Diego Carvalho, o resultado demonstra a confiança dos trabalhadores nas candidaturas apoiadas pela entidade.

“Agradecemos a cada colega que participou da eleição e confiou seu voto aos candidatos apoiados pelo Sindicato. Essa confiança aumenta a responsabilidade de todos que foram eleitos para representar os associados e defender uma Cassi cada vez mais forte, sustentável e com atendimento de qualidade”, afirma Diego.

Leonardo Imbiriba Diniz, coordenador de dirigentes sindicais do BB no Sindicato e bancário do Banco do Brasil, também agradeceu a participação da categoria e parabenizou os eleitos.

“Quero agradecer a confiança dos trabalhadores do Banco do Brasil que participaram da eleição e apoiaram os nomes indicados pelo Sindicato. Parabenizo todos os eleitos e desejo muito sucesso nessa nova tarefa. Que possam ouvir os associados, levar suas demandas e contribuir para a melhoria permanente do nosso plano de saúde”, destaca Leonardo.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Economus é informado sobre aprovação da incorporação da PrevBEP à PREVI

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O Economus foi comunicado pelo Banco do Brasil sobre a aprovação da incorporação da Caixa de Previdência Social do Banco do Piauí (PrevBEP) pela Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil (PREVI).

O comunicado informou também que os possíveis estudos envolvendo os planos de previdência do Economus permanecem em análise e que, até o momento, não há decisão a respeito.

Os detalhes sobre o processo de incorporação da PrevBEP estão disponíveis no portal da PREVI, em hotsite exclusivo sobre o tema: https://www.previ.com.br/portal-previ/bancos-incorporados.htm.

O Economus mantém o compromisso de transparência e proximidade com seus participantes e noticiará em seus canais de comunicação qualquer informação relevante sobre o tema.

Fonte: Economus

Economus divulga resultados de saúde e previdência para 1º semestre de 2026

Publicado em:

Os principais indicadores do Economus para saúde e previdência, referente ao 1º semestre de 2026, já estão disponíveis.

Na previdência, os destaques foram os planos Regulamento Complementar nº 01 e Regulamento Complementar nº 02. Ambos registraram superávit no período, reforçando o momento positivo. O PrevMais se manteve estável, enquanto o plano Regulamento Geral oscilou negativamente.

Na saúde, os planos permanecem estáveis e dentro do projetado para o ano, mesmo diante de um cenário desafiador no setor. A Central recebeu mais de 35 mil atendimentos no 1º semestre de 2026, com 94% de satisfação.

Mesmo com cenários desafiadores, o Economus segue em busca de melhorar os resultados, com responsabilidade e equilíbrio na administração dos recursos, transparência e confiança.

A apresentação na íntegra, com os resultados detalhados, está em nosso autoatendimento da previdência. Após o login, clique em Resultados Previdência e Saúde > Resultados 1º Semestre de 2026.

Fonte: Economus