Aposentados: como usar a antecipação do 13º a favor do seu bolso

Publicado em: 30/07/2026

O meio do ano é o momento ideal para fazer uma pausa estratégica, olhar para as finanças e ajustar a rota para os próximos meses. Para quem já construiu uma história de muito trabalho e costuma ser o porto seguro da família, manter as contas no azul é o segredo para curtir o dia a dia com a tranquilidade merecida.

Se você está em busca de uma alternativa inteligente para dar aquele respiro no bolso, a antecipação do 13º pode ser uma excelente aliada. Continue lendo para descobrir como usar esse recurso com segurança, organizar o orçamento no meio do ano e garantir um segundo semestre mais sossegado.

Por que o meio do ano aperta o orçamento do aposentado

Os meses de junho e julho costumam trazer demandas bem particulares. Muitas vezes, é a soma daquelas despesas acumuladas do primeiro semestre com necessidades que surgem de repente. Pode ser um reparo na casa, uma atenção extra à saúde para a chegada dos dias mais frios ou até mesmo o desejo de apoiar um novo passo seu, dos filhos ou dos netos.

Não dá para evitar que imprevistos aconteçam, mas é possível encará-los de frente. Ter uma visão clara do que está pesando no bolso é o melhor jeito de colocar o planejamento financeiro da aposentadoria em prática, mantendo a engrenagem familiar rodando e até mesmo se antecipando para os meses que virão.

O que é a antecipação do 13º e quem pode pedir

Pense na antecipação do 13º como uma ponte para acessar um dinheiro que já é seu usando uma linha de crédito com juros mais baixos sem parcelas mensais.O banco libera apenas o valor referente ao seu 13º do INSS, meses antes da data oficial de pagamento estipulada.

E quem pode pedir? O serviço é liberado para aposentados e pensionistas do INSS que já recebem o benefício diretamente na conta do Banco do Brasil, no caso de quem quer solicitar pelo BB. A ideia é facilitar ao máximo o acesso para quem já tem essa parceria no dia a dia.

A parte mais tranquila de todo esse processo é o pagamento. Você não precisa se preocupar em gerar boletos ou anotar datas de vencimento na agenda. A quitação acontece de forma automática, no dia em que o seu décimo terceiro salário for finalmente depositado na conta, com transparência e sem burocracia.

Quando antecipar o 13º vale a pena para o seu bolso

Ter um recurso extra à disposição é ótimo, mas usar ele com estratégia é melhor ainda. Saber quando vale a pena antecipar o décimo terceiro é o grande segredo para transformar esse dinheiro em um aliado. Por isso, pensamos em algumas situações em que ele faz toda a diferença. Veja a seguir.

Trocar uma dívida cara por juros menores: se o rotativo do cartão ou o limite da conta saíram do controle, esta é a hora de agir. Como a antecipação tem taxas bem mais amigáveis, ela se torna uma solução inteligente para quem busca sair do cheque especial e quitar dívidas caras de uma vez por todas.

Cuidar da casa e da saúde com tranquilidade: surgiu um pequeno reparo não planejado em casa ou a necessidade de cobrir exames médicos? Esse fôlego resolve a questão rapidamente, garantindo o seu bem-estar sem desequilibrar as contas do mês.

Apoiar os sonhos de quem você ama: ajudar os filhos ou netos em um projeto importante da família é sempre uma alegria. Com o adiantamento, você consegue dar esse suporte de forma planejada, mantendo a sua própria segurança financeira intacta.

Cuidados antes de contratar a antecipação

Mesmo sendo um recurso acessível e prático, vale lembrar que a operação não tem os mesmos juros do consignado. Por isso, a regra de ouro da educação financeira é dar esse passo com bastante clareza e consciência. Antes de confirmar o pedido, avalie com cautela se esse desconto não fará falta na sua rotina nos meses seguintes. Considere o impacto dessa decisão no período em que o 13º viria como um grande auxílio, como final e começo de ano, com as festividades, presentes, viagens, IPVA, entre outros.

A ideia é usar o adiantamento como um caminho inteligente para resolver as questões de hoje, protegendo a sua reserva financeira e garantindo que o futuro continue no azul e sem apertos.

Como simular e pedir a antecipação pelo aplicativo

Fazer isso sem sair de casa é muito simples e seguro. Pelo App BB, você consegue simular o valor, entender exatamente as condições e pedir a sua antecipação em poucos cliques.

Basta acessar o aplicativo, ir em Menu > Empréstimo > Contratar empréstimo > Simular e contratar e seguir o passo a passo na tela.

É tudo muito intuitivo e rápido. Além disso, o recurso cai na conta pronto para ajudar a colocar as ideias em prática.

E para facilitar ainda mais o acompanhamento do seu orçamento depois que o dinheiro entrar, você pode contar com a ferramenta Minhas Finanças, também disponível no App BB, que ajuda a categorizar os gastos e ter uma visão completa do seu mês.

Quem quer continuar cuidando do seu bem-estar financeiro sabe que a organização é sempre o melhor caminho para uma rotina mais leve. Aproveite que você já está ajustando as velas para navegar no segundo semestre e confira outras matérias que preparamos para apoiar a sua jornada.

Fonte: Blog BB

O custo social da reestruturação bancária no Brasil

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Enquanto bancos priorizam lucratividade com baixo custo, clientes idosos ou de baixa renda perdem canais de atendimento.

O cenário bancário brasileiro apresenta um paradoxo que desafia a lógica do cidadão comum. De um lado, os balanços financeiros dos cinco maiores bancos do país — Itaú, Bradesco, Santander, Banco do Brasil e Caixa — celebram lucros recordes que, somados, atingiram a cifra astronômica de R$ 124 bilhões ao longo do ano de 2025.

Do outro, o som metálico de portas de aço se fechando em esquinas de todo o país sinaliza o fim de uma era. A era do atendimento presencial, da conversa com o atendente ou o gerente para esclarecimentos e fechamento de novos contratos, está dando lugar ao atendimento via celular ou internet banking.

A quem serve, de fato, essa modernização galopante? Enquanto os algoritmos e a Inteligência Artificial (IA) otimizam a rentabilidade para acionistas, uma parcela significativa da população é empurrada para um deserto de assistência. A eficiência digital, ao que parece, tem um preço social elevado, pago com o isolamento dos mais vulneráveis.

Radiografia do Encolhimento

O encolhimento da rede bancária física não é apenas uma “tendência”; é um desmonte sistemático. Entre 2024 e 2025, o Brasil perdeu 1.345 unidades físicas, consolidando uma retração que já eliminou 37% das agências desde 2015.

Contudo, os dados revelam uma face ainda mais perversa: a “terceirização” da responsabilidade social para o Estado. Enquanto os bancos privados fecharam mais da metade de suas agências (-53%), os bancos públicos resistem com uma queda menor (-17%).

O resultado é que hoje a rede física sobrevivente é majoritariamente estatal (59%), deixando o atendimento presencial — essencial para o varejo de baixa renda — sob as costas das instituições públicas.

Entre os players privados, o Santander liderou a redução recente, reforçando o movimento de retirada do balcão em favor do clique.

Rentabilidade e a Guerra pela “Principalidade”

O que o setor chama de “transformação tecnológica” é, na verdade, uma contraofensiva estratégica conhecida nos bastidores como a “Revanche dos Bancões”.

Após verem o Nubank multiplicar sua receita por 20 e transformar prejuízos em lucros superiores aos do Santander e da Caixa, as instituições tradicionais mudaram o jogo. A nova estratégia converge em quatro pilares:

Seletividade de Crédito: Em uma manobra defensiva, o foco agora é o retorno ajustado ao risco, priorizando operações com garantias.

Redução de Custos: A IA e a automação não são apenas ferramentas, são substitutos para o trabalho humano e para a manutenção de estruturas físicas caras.

Foco em Alta Renda: O abandono do varejo popular é nítido. Os bancos estão migrando para segmentos como Uniclass, Prime, Select e Estilo, disputando os 1,2% a 4,4% de contribuintes que representam o topo da pirâmide de renda.

A Guerra pela “Principalidade”: O novo troféu não é apenas estar no celular do cliente, mas ser a “conta principal”. Nesta fase, a proposta de valor e a oferta de investimentos passam à frente da tecnologia pura.

A digitalização forçada ignora uma realidade crua: o Brasil ainda é um país de excluídos digitais. Segundo dados do PNAD e do BID referentes ao ano de 2025, 42 milhões de brasileiros (29% da população) não utilizam serviços financeiros digitais.

Idosos: 30% deste grupo não possui acesso à internet, sendo os mais prejudicados pelo fim do atendimento humano.

Abismo Rural: Enquanto o acesso urbano atinge 94,7%, o rural estagna em 84,8%.

O “Imposto” da Pobreza: O custo transacional de um atendimento presencial para o cidadão é de R$ 59,74**, contra **R$ 6,64 no digital. Ao fechar agências, o banco transfere para o cliente o custo do deslocamento e do tempo, criando um ônus invisível para quem já tem pouco.

O Desmonte do Emprego e o Viés de Gênero

Pode-se dizer que essa reestruturação bancária é um moedor de empregos. Desde 2016, 83,5 mil postos foram eliminados, com 12.815 cortes apenas em 2025. Mas o dado mais alarmante é a desigualdade de gênero nessa transição: as mulheres representam 80% do saldo negativo de emprego no setor.

A explicação é matemática e cruel: as vagas que estão sendo extintas são as de “Caixa” (-57%), ocupadas majoritariamente por mulheres (62%). Em contrapartida, as vagas de TI, que cresceram 175%, são um território ainda hostil: apenas 24% dessas novas posições são ocupadas por mulheres. A modernização está, na prática, expulsando a força de trabalho feminina do sistema financeiro.

Para tentar mitigar a ausência física, o setor financeiro aposta em Correspondentes Bancários (COBANS), que já somam 213 mil unidades majoritariamente contratadas pelos grandes bancos. Outro ponto de destaque é o crescimento de 102% das cooperativas de crédito, um segmento que concorre com os bancos, mas com o diferencial de contar com alternativas de atendimento presencial.

Contudo, o esforço é insuficiente. Atualmente, 2.649 municípios brasileiros não possuem agências físicas, o que deixa cerca de 19,6 milhões de pessoas sem acesso local a um gerente ou caixa eletrônico. Para esses milhões de brasileiros, o “banco digital” é uma promessa vazia em locais onde o sinal de internet é instável e o dinheiro físico ainda é a única linguagem de troca.

O Futuro da Bancarização no Brasil

Recentemente, a Febraban declarou que “está na hora de fechar a torneira” do crédito para conter o endividamento. O discurso soa cínico quando vem de um setor que lucra R$ 124 bilhões enquanto seleciona apenas os clientes de alta renda e abandona o cidadão comum à própria sorte digital.

A eficiência operacional não pode ser um salvo-conduto para a exclusão social. Com o avanço da IA Generativa, o risco de um apagão de humanidade no atendimento é iminente.

O Brasil precisa, com urgência, de políticas públicas que garantam a equidade digital e punam a discriminação de gênero e renda na oferta de serviços essenciais. Caso contrário, o banco do futuro será um cofre digital inexpugnável, muito lucrativo para poucos e invisível para milhões.

Fonte: Federação dos Bancários do Paraná

Bancos são os que mais investem em mídia, aponta estudo

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A indústria financeira brasileira ampliou os investimentos em mídia paga nos últimos anos, mas vem registrando uma queda no retorno sobre cada real aplicado em publicidade. É o que revela o estudo “Uncovering Finance 2026 – Quando performance não é suficiente”, produzido pela Uncover, plataforma brasileira especializada em Marketing Mix Modeling (MMM), que analisou mais de R$ 10 bilhões em investimentos de bancos, fintechs e instituições financeiras nos últimos quatro anos. Segundo o levantamento, empresas do setor financeiro investem entre duas e três vezes mais em mídia do que organizações de outros segmentos da economia. Apesar disso, o retorno sobre investimento em publicidade (ROAS) dessas companhias está 27% abaixo da média registrada por outras indústrias.

A conclusão é resultado da análise de 22 modelos de Marketing Mix Modeling desenvolvidos para empresas do mercado financeiro, comparados a outros 67 modelos de mais de dez segmentos econômicos. Ao todo, a Uncover afirma já ter analisado mais de R$ 30 bilhões em investimentos em mídia desde 2021. A metodologia de Marketing Mix Modeling utiliza modelos estatísticos para medir o impacto de fatores como canais de mídia, preço, distribuição, sazonalidade e contexto macroeconômico sobre os resultados de negócio. O modelo permite identificar quanto da receita foi efetivamente gerada pela publicidade, qual é o retorno de cada canal e em que momento o aumento do investimento deixa de produzir ganhos incrementais.

O estudo também incorpora dados produzidos pela Winnin sobre comportamento de consumo de conteúdo no ambiente digital, ampliando a análise sobre a eficiência das estratégias de comunicação adotadas pelo setor.

Mais alcance, menos engajamento

A análise da Winnin aponta um crescimento expressivo na produção de conteúdo sobre economia e finanças, mas sem avanço proporcional no envolvimento da audiência. Entre 2024 e 2025, o número de vídeos publicados na categoria cresceu 22%, enquanto a quantidade de criadores aumentou 32%. As visualizações médias por vídeo praticamente dobraram, passando de 13 milhões para 25 milhões. Em contrapartida, o engajamento por vídeo avançou apenas 3%, e a taxa de engajamento da categoria recuou 38% no período. Para o estudo, os dados indicam que o alcance aumentou, mas a conexão entre marcas e consumidores diminuiu.

A pesquisa também mostra uma mudança nas preferências da audiência. Conteúdos sobre bancos digitais e segurança financeira acumularam 5,4 bilhões de visualizações nos últimos 12 meses, mas registraram 88,3 milhões de interações. Já conteúdos voltados à educação financeira e planejamento pessoal alcançaram cerca de 3 bilhões de visualizações, porém geraram 127 milhões de interações, indicando um público mais participativo.

Outro movimento identificado foi o avanço do TikTok na distribuição de vídeos sobre finanças. A participação da plataforma cresceu de 16,8% para 24,6% no período analisado.

Performance ganha espaço, branding perde força

Os dados da Uncover indicam que, pressionadas por resultados de curto prazo, empresas do setor financeiro ampliaram em 32% a participação de mídia de performance em seus investimentos. No mesmo intervalo, os aportes voltados à construção de marca recuaram 29%, enquanto iniciativas focadas em consideração caíram 50%. Segundo a empresa, essa estratégia tende a produzir resultados positivos apenas no curto prazo, sustentados pela força acumulada de campanhas anteriores de branding. Com o tempo, porém, a redução do investimento em construção de marca diminui o crescimento da demanda, aumenta o custo de aquisição de clientes (CAC) e reduz a eficiência das campanhas de conversão.

A modelagem aponta que atualmente 40% dos resultados obtidos pelo setor decorrem da demanda já consolidada pela marca, enquanto 38% são atribuídos diretamente à mídia e 22% a fatores externos, como sazonalidade, cenário macroeconômico e comportamento do consumidor. O estudo também estima que cerca de 10% do potencial da mídia é perdido em função da concorrência direta entre anunciantes.

“O mercado confunde eficiência de curto prazo com eficiência de verdade”, afirma Daniel Guinezi, co-CEO da Uncover. “Quando a indústria corta investimento em marca para proteger o resultado do trimestre, ela está financiando o próprio problema que vai enfrentar no ciclo seguinte, porque a demanda que sustenta a performance também se esgota.”

Creators e conteúdo educativo ganham relevância

Ao cruzar os resultados dos modelos econométricos com os dados de comportamento digital, o estudo conclui que estratégias centradas apenas em performance tendem a perder eficiência em categorias que exigem confiança do consumidor, como serviços financeiros. Nesse contexto, a Uncover recomenda ampliar investimentos em formatos capazes de fortalecer relacionamento e credibilidade, como marketing de influência, vídeos online e Connected TV (CTV). A avaliação é que creators e conteúdos educativos contribuem para reduzir barreiras institucionais e gerar maior confiança durante a jornada de decisão.

O levantamento também mostra que 16,5% das vendas do setor financeiro têm origem em buscas orgânicas, resultado atribuído ao trabalho contínuo de construção de marca. Segundo a Uncover, empresas que equilibram investimentos entre branding e performance podem alcançar retorno até 16 vezes superior ao de organizações que concentram seus recursos exclusivamente em ações de conversão imediata.

Fonte: PropMark

COMUNICADO IMPORTANTE

Publicado em: 17/07/2026

A ação de restituição do IRPF proposto pela AGEBB em parceria com um escritório especializado tem gerado muitas dúvidas quanto a utilização das contribuições extraordinárias do Economus para abater na base de cálculos do IR.

Em decorrência disso, elaboramos um pequeno FAQ, com perguntas e respostas, que esclarece melhor o motivo da ação.

  • Qual a finalidade dessa ação?

    Fazer com que a Receita Federal admita as contribuições efetuadas para a cobertura dos déficits dos planos de previdência serem abatidas, até o limite de 12% da renda bruta da base de cálculo do IR.

    • O que é o tema 1.224 do STJ?

    É um julgado do STJ que validou a dedução das contribuições extraordinárias dos planos de previdência complementar da base de cálculo do IRPF. Significa que o STJ pacifica o entendimento judicial, mas ao tempo determina que os contribuintes ingressem com ação judicial individual.

    • A Receita Federação não aceita liminar dessas deduções?

    Não. Todos que utilizam as deduções com base em liminar estão na Malha Fina.

    • O que a AGEBB está propondo?

    Ingressar com ações individuais para fazer valer os direitos dos contribuintes, bem como buscar, nos últimos cinco anos, o ressarcimento dos valores pagos a maior ou recebidos a menor.

    Observação: depois da sentença favorável poderá utilizar este benefício para sempre.

    BB: nova MP do agro traz alívio no curto prazo, mas não elimina desafios

    Publicado em: 16/07/2026

    Após anos de dificuldades provocadas por quebras de safra, eventos climáticos extremos, queda nos preços de algumas commodities e juros elevados, o agronegócio brasileiro passou a representar uma preocupação crescente para o sistema financeiro, especialmente para o Banco do Brasil (BBAS3), instituição com a maior exposição ao setor no país. O aumento da inadimplência entre produtores rurais e as incertezas em torno de um programa de renegociação de dívidas pressionaram as perspectivas para a qualidade dos ativos do banco nos últimos trimestres.

    Nesse contexto, o governo anunciou na quarta-feira (15) uma nova medida provisória (MP) para viabilizar a renegociação de dívidas do agronegócio, após meses de impasse político em torno do Projeto de Lei (PL) 5.122/2023, aprovado pelo Senado.

    Na avaliação do JPMorgan, a nova versão é mais restritiva do ponto de vista fiscal e mais sustentável do que a proposta original, ao reduzir o volume potencial de renegociações e elevar as taxas de juros cobradas dos produtores.

    Banco do Brasil: MP tem efeito positivo no curto prazo

    Para o Banco do Brasil, a medida tende a ter um efeito positivo no curto prazo. Segundo o banco americano, o programa deve aliviar a situação financeira de produtores rurais, aumentar as chances de recuperação de créditos e reduzir parte das preocupações relacionadas ao risco moral criado pela expectativa de sucessivas renegociações.

    Além disso, a MP pode destravar os desembolsos do Plano Safra, importante motor de crescimento da carteira agrícola do BB. A suspensão, por 30 dias, dos pagamentos de parcelas com vencimento em julho também deve dar fôlego aos produtores e ampliar o acesso às novas linhas de crédito.

    Cenário segue desafiador

    Apesar do alívio imediato, o JPMorgan destaca que a medida não resolve os problemas estruturais de qualidade dos ativos do setor agrícola. O banco continua esperando um cenário desafiador para o Banco do Brasil nos próximos trimestres, uma vez que a expectativa pela criação do programa pode ter incentivado produtores a postergar pagamentos no segundo trimestre, pressionando a inadimplência e as despesas com provisões.

    No primeiro trimestre de 2026, o BB registrou cerca de R$ 19 bilhões em provisões. Caso esse ritmo seja mantido ao longo do ano, o custo anualizado poderia se aproximar de R$ 80 bilhões, acima do guidance atual de R$ 65 bilhões a R$ 70 bilhões.

    O JPMorgan também ressalta que a suspensão temporária dos pagamentos pode reduzir a entrada de caixa no curto prazo e postergar o reconhecimento de inadimplência para o terceiro trimestre. Além disso, o forte crescimento esperado da carteira rural, impulsionado pelo Plano Safra e pela menor amortização dos financiamentos renegociados, pode aumentar as necessidades de capital e financiamento do Banco do Brasil.

    Por fim, o banco segue atento aos efeitos indiretos da crise no campo sobre outras linhas de crédito, como empréstimos a pessoas físicas e cartões, já que muitos produtores rurais também são clientes do Banco do Brasil nesses segmentos. Assim, embora a nova MP represente um alívio relevante para o BB no curto prazo, os desafios relacionados à qualidade dos ativos e à rentabilidade do banco ainda devem permanecer no radar dos investidores.

    Fonte: Infomoney

    Banco do Brasil sinaliza avanço nas negociações sobre o custeio da Cassi

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    O Banco do Brasil recebeu de forma positiva a proposta de negociação sobre o custeio da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (CASSI), mas ainda não apresentou resposta definitiva ao consenso construído pelas entidades sindicais. A proposta foi consolidada na sexta-feira, 3 de julho, durante reunião na sede da ANABB, em Brasília. Representando a CONTEC, participaram o coordenador da Comissão de Negociação com o Banco do Brasil, Gilberto Vieira, e o diretor de Saúde e Condições de Trabalho do Sindicato dos Bancários de Goiás (SEEB-GO), Ivanilson Batista.

    Após o debate, as entidades reafirmaram a proposta construída no último mês, que prevê aporte emergencial de R$ 580 milhões para assegurar a continuidade da assistência aos associados e o adiamento da cobrança da primeira parcela do adiantamento do 13º salário para o final de 2027.

    O gerente executivo de Gestão de Pessoas da instituição, Fabrizio Bordalo Calixto, afirmou que o Banco recebeu a proposta de forma positiva, mas destacou que ainda precisa avaliar os impactos financeiros e jurídicos das medidas. O representante do Banco também ponderou que a antecipação do 13º salário, de forma isolada, não resolve o desenquadramento do capital regulatório da CASSI e destacou qualquer solução definitiva deverá passar por consulta ao corpo social.

    O presidente da CASSI, Cláudio Said, explicou que o comunicado enviado às entidades e ao Banco decorreu do dever de diligência da Diretoria, diante da necessidade de registrar formalmente a situação financeira do Plano de Associados e os riscos da ausência de novos recursos. A preocupação também foi registrada em ata da última reunião do Conselho Deliberativo da Caixa de Assistência.

    As entidades sindicais também reforçaram que a recomposição das reservas deve observar a proporção de 70% de participação do Banco e 30% dos associados, conforme possibilita a Resolução CGPAR nº 52/2024. Foi sugerido ainda a celebração de um Memorando de Entendimentos formalizando os compromissos assumidos entre Banco e entidades e estabelecendo os parâmetros para os aportes e para a consulta aos associados.

    Ao fim da reunião, o Banco informou que fará a avaliação técnica da proposta e se comprometeu a apresentar manifestação em curto prazo, além de indicar nova data para a continuidade das negociações.

    Fonte: Sindicato dos Bancários de Cascavel

    BB coloca agentes de IA ao lado de gerentes para melhorar o atendimento a seus 88 milhões de clientes

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    Durante muito tempo, inteligência artificial nos bancos significou modelos capazes de calcular risco de crédito, detectar fraudes ou responder perguntas simples em um chatbot. Agora, uma nova geração de sistemas começa a assumir um papel diferente: atuar como um colega de trabalho dos funcionários.

    É exatamente esse movimento que o Banco do Brasil iniciou nos últimos meses. Em parceria com a Salesforce, a instituição passou a colocar agentes de inteligência artificial ao lado dos gerentes de relacionamento para ajudá-los a entender melhor cada cliente antes mesmo do início da conversa.

    Hoje, cerca de 12 mil funcionários já utilizam esses agentes, número que deve chegar a 36 mil até o fim do ano. A aposta faz parte da estratégia do banco para escalar um atendimento mais personalizado para seus mais de 88 milhões de clientes, sem substituir o contato humano.

    “Nossa premissa é transformar o nosso humano em um superfuncionário. Queremos eliminar os fardos operacionais e trazer informações relevantes para que ele ajude o cliente em uma transação ou em uma decisão financeira”, afirma Analaura Morais, head de CRM do Banco do Brasil.

    Ganhos em satisfação e conversão

    O agente mais avançado do banco recebeu o nome de “Resume Aí”. Sua função é reunir, em poucos segundos, informações que antes estavam espalhadas por centenas de sistemas internos.

    O Banco do Brasil possui mais de 900 sistemas legados. Antes de iniciar um atendimento, um gerente precisava consultar diferentes plataformas para entender o relacionamento daquele cliente com a instituição. Agora, o agente faz esse trabalho automaticamente.

    Ele reúne transações recentes, conversas realizadas em diferentes canais, perfil financeiro, histórico de relacionamento e até análises de sentimento das últimas interações. Com base nesse conjunto de informações, produz um resumo executivo e recomenda qual deve ser a melhor abordagem naquele atendimento.

    “O agente consegue integrar qualquer canal. Se o cliente falou no chat, no WhatsApp ou fez alguma transação, ele reúne tudo em um único espaço. Com um clique, o funcionário recebe um briefing completo sobre aquele cliente, além das melhores recomendações para aquele momento”, explica Morais.

    Além de reconstruir rapidamente o histórico do relacionamento, o sistema indica em que estágio o cliente se encontra – se o foco deve ser fidelização, aquisição de novos produtos ou ampliação dos negócios – e sugere os próximos passos ao gerente.

    Segundo o Banco do Brasil, os primeiros resultados apareceram rapidamente. Nas unidades que já utilizam o “Resume Aí”, o banco registrou aumento de cinco pontos no NPS (Net Promoter Score, pesquisa para avaliar a satisfação do cliente), crescimento de aproximadamente 30% na conversão de leads e expansão do relacionamento comercial com os clientes.

    A implantação também chamou atenção pela velocidade. Da concepção até o início da operação passaram menos de dois meses. Hoje, a tecnologia está presente nas agências digitais e em cerca de 200 agências físicas que participam dos testes da nova plataforma.

    IA também ajuda na concessão de crédito

    Outro agente em desenvolvimento atua durante as negociações de crédito. Enquanto o gerente conversa com o cliente, a IA acompanha a negociação e sugere, em tempo real, quais produtos fazem mais sentido para aquele perfil, quais taxas podem ser oferecidas e alerta quando determinada solução não é adequada ou não atende aos critérios regulatórios.

    “A ideia é que ele seja esse grande cérebro que apoia o funcionário. Ele padroniza processos, aumenta a segurança e ajuda a recomendar a melhor solução sem que o gerente precise consultar diversos sistemas durante a conversa”, diz Morais.

    Apesar da expansão dos agentes, tanto o Banco do Brasil quanto a Salesforce insistem que o objetivo não é substituir funcionários, mas aumentar sua capacidade de atendimento.

    “Temos 125 mil funcionários e 88 milhões de clientes. A IA entra como um conector entre um humano e outro humano. Ela vem para complementar e potencializar as relações, não para substituir colaboradores”, afirma Morais.

    Para Rodrigo Bessa, country manager da Salesforce Brasil, esse tipo de implementação representa uma nova etapa da evolução da inteligência artificial nas empresas.

    “Depois da IA preditiva e da IA generativa, entramos oficialmente na era da IA agêntica. O agente já funciona como um colega de trabalho capaz de ampliar a capacidade das pessoas. O grande desafio agora é preparar os profissionais para trabalharem ao lado dessas inteligências”, afirma.

    Fonte: Época Negócios

    Perfil das doenças e dos associados está mudando e a Cassi precisa acompanhar

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    A nova diretora eleita de Risco Populacional, Saúde e Rede de Atendimento, Luciana Bagno, assumiu o cargo no dia 1º de junho junto com os conselheiros deliberativos e fiscais que integraram as “Chapas 2 e 55 Cassi para os Associados”.

    Filha de funcionário do Banco do Brasil (que ela acabou de perder dois dias após tomar posse), a mineira Luciana costuma dizer que “nasceu na Cassi”, onde continua até hoje, 23 anos após entrar no banco. Graduada em Psicologia pela PUC-MG, com MBA em Gestão Estratégica, Luciana Bagno foi gerente no Segmento Alta Renda, diretora do Sindicato dos Bancários de Belo Horizonte e representante da Fetrafi-MG na Comissão de Empresa dos Funcionários do BB. Ela também foi diretora executiva da Fundação Banco do Brasil e conselheira deliberativa eleita da Previ.

    Nesta entrevista, Luciana explica seu ousado plano de gestão, centrado na Atenção Primária à Saúde (APS), com ações planejadas em oito frentes diferentes, que vão desde a expansão da rede de atendimento e da implementação do TeleSaúde e de outras novas tecnologias até programas voltados para a Saúde do Trabalhador e Saúde da Mulher.

    “Nossa visão de Atenção Primária é focar mais na saúde, na prevenção, no acompanhamento do paciente, para que ele não precise das outras atenções secundária e terciária. Nosso objetivo é fazer com que a Atenção Primária funcione de fato e que chegue em todos os participantes de norte a sul do país, tanto da ativa quanto do aposentado”, diz a nova diretora eleita.

    Confira na entrevista abaixo.

    O seu plano de gestão é bastante ambicioso. O que você está pensando em mudar na gestão, o que você vai dar continuidade e o que você está trazendo de novo?

    Luciana Bagno – O meu plano de gestão traz sim muitas coisas que vinham sendo realizadas pela diretoria do Fernando Amaral, que já vinha conduzindo coisas bacanas. Eu acho isso importante porque a gente sempre falava na campanha eleitoral que éramos concorrentes, mas que ele é uma pessoa que tem a mesma visão de Cassi que a gente tem, que entende que a Cassi tem sempre que seguir pelo caminho da solidariedade. Então, muitas coisas que estavam lá vamos dar continuidade, como por exemplo a expansão e fortalecimento da Atenção Primária à Saúde (APS), a expansão das nossas CliniCassi e relocalização. Porque, se estamos falando de Atenção Primária, que é o coração da Cassi e da Diretoria de Saúde, temos que ter boas estruturas para atender o nosso participante. Então isso vai ter continuidade.

    Você poderia explicar rapidamente para o associado o que é Atenção Primária à Saúde?

    Luciana – Bom você perguntar isso, porque a gente fala e muitas vezes o associado não tem clareza sobre sua importância. Atenção Primária é, como o próprio nome diz, o primeiro atendimento, a primeira porta que o associado vai entrar na Cassi. Isso é muito importante porque, se a gente tem uma Atenção Primária bem feita, que é focada na prevenção, com capilaridade e com a abrangência que a gente precisa, estaremos promovendo a saúde. Hoje a nossa Atenção Primária se dá principalmente pelas CliniCassi, onde o associado e a associada são atendidos pelo seu médico da família, terão acompanhamento contínuo. Nossa visão de Atenção Primária é focar mais na saúde, na prevenção, no acompanhamento desse paciente, para que ele não precise das outras atenções secundária e terciária. Nosso objetivo é fazer com que a Atenção Primária funcione de fato e que chegue em todos os participantes de norte a sul do país, tanto da ativa quanto do aposentado.

    O que você pretende agregar na Atenção Primária?

    Luciana – Vou procurar na nossa gestão — eu detesto falar “eu” porque não existe “eu” aqui, eu sempre tive essa visão de que a gente é um mandato coletivo, estou aqui sendo um instrumento para poder fazer essas coisas funcionarem — fazer com que a Atenção Primária seja mais proativa. Eu nasci e cresci dentro da Cassi, eu vi essa Atenção Primária sendo estruturada e avançando, e a Cassi sempre foi um grande exemplo, que vem avançando muito ao longo dos anos e a gente tem que valorizar e honrar quem fez essa caminhada. Porém, a gente precisa que essa Atenção Primária chegue a mais pessoas e que ela seja mais efetiva.

    E como você pretende tornar a APS mais proativa?

    Luciana – Vamos continuar com as ampliações das CliniCassi. E embora a Atenção Primária se dá prioritariamente pelas CliniCassi, ela não pode ser operacionalizada exclusivamente pelas CliniCassi. Primeiro porque tem determinadas localidades em que a gente não vai conseguir ter CliniCassi, principalmente nesse primeiro momento. Temos alguns critérios que estou querendo revisitar, que é a de quantidade de participantes que a gente tem que ter para determinado porte de CliniCassi. Então, além das CliniCassi, queremos levar a Atenção Primária à Saúde também às clínicas parceiras e às “células avançadas”.

    O que serão as células avançadas?

    Luciana – Muitas vezes, para eu prestar uma Atenção Primária de qualidade não preciso de uma grande estrutura. Então, em localidades onde não há quantidade de vidas suficiente para ter uma CliniCassi, mas eu preciso de bons profissionais para fazer a Atenção Primária, essas células serão estruturas que vão contar com bons profissionais para fazer a Atenção Primária naquela localidade.

    E como você pensando o Telesaúde APS?

    Luciana – Aí vem o que eu acho que pode ser um grande diferencial. Durante as minhas visitas aos locais de trabalho e às CliniCassi vi que muitas vezes o associado não tem Atenção Primária porque não tem uma CliniCassi naquela localidade ou porque a CliniCassi está muito distante. Ou, muitas vezes — principalmente o colega da ativa — ele não tem tempo. Porque nós somos a sociedade do imediatismo. Eu vou no médico quando eu estou doente, e olhe lá. Eu não vou sair e perder duas horas do meu dia para ir numa CliniCassi para fazer um trabalho de prevenção e acompanhamento. Então o que eu quero? Estabelecer o modelo híbrido. Nas capitais, queremos ter o Telesaúde APS. Uma vez que o associado já está na Cassi, já tem o seu médico de família, o meu companhamento não precisa ser presencial. Porque 90% das vezes esse acompanhamento vai ser uma conversa, saber como está, pedidos de exame, prescrição de remédios. E esse acompanhamento eu consigo fazer pelo Telesaúde. Com isso eu consigo trazer mais gente para essa Atenção Primária e fazer um acompanhamento de fato. Porque esse é o desafio da Cassi: não é cadastrar gente na Atenção Primária, é fazer esse acompanhamento efetivo. Então essa é uma das mudanças que a gente quer trazer para a gestão.

    E quais outras políticas que a gestão anterior já vinha desenvolvendo que você vai dar continuidade ou ampliar?

    Luciana – As Redes Temáticas. O Amaral já vinha desenvolvendo em parceria com a diretoria do Júnior (Diretoria de Planos de Saúde e Relacionamento com Clientes). Na gestão anterior, já vinham desenvolvendo a questão das “Redes Referenciadas”. O que é isso? Hoje, o próprio associado, quando entra no app da Cassi, tem a opção de avaliar o prestador. A partir dessas avaliações, essa rede referenciada vem sendo construída, onde eu vou ter bons prestadores a partir da avaliação do próprio usuário e uma avaliação técnica da Cassi. A gente vai dar um passo adiante, que vai ser a criação das “Redes Temáticas”. Elas serão como subprodutos dessa rede referenciada, onde eu pretendo começar com umas três redes temáticas que seriam, a princípio: Saúde do Trabalhador, Oncologia e Saúde da Mulher. São grupos de pessoas que não é aquele paciente que vai ali fazer uma consulta, prescrever um medicamento e acabou. São grupos que precisam de acompanhamento contínuo. Os crônicos também, que talvez seja o nosso maior grupo hoje: diabetes, dislipidemia, pressão alta.

    E como vão funcionar as redes temáticas?

    Luciana – A partir dessa rede referenciada, queremos ter uma rede temática com prestadores das especialidades (que geralmente não é uma só) e que coordenarão o cuidado desse participante. Faremos um acompanhamento desse paciente crônico e orientar melhor. O paciente oncológico — eu passei por isso recentemente — muitas vezes descobre um câncer e nem sabe para onde vai. Nesse momento, a Cassi vai estar lá para orientar: “Você vai nesse oncologista, nesse mastologista, vai fazer seu exame nesse hospital”, tudo dentro da nossa rede temática. Isso a gente pretende fazer inicialmente para uns três grupos para poder expandir para os demais.

    Uma das iniciativas que você propõe é a frente “Informação, Educação e Comunicação em Saúde”. Você explicar o que é isso?

    Luciana – A gente fala muito de educação previdenciária e financeira, mas temos que falar muito também da educação em saúde. Queremos estruturar um curso na própria Unibb (Universidade Corporativa Banco do Brasil) para fazer essas informações chegarem mais ao nosso associado, principalmente se considerarmos que temos um contingente enorme de pessoas jovens que entraram no banco nos últimos anos e que não têm tanto esse conhecimento do que é a Cassi, o que é trabalhar com Atenção Primária e prevenção. Queremos levar esse conhecimento de uma forma mais didática, gamificada, para que essa informação chegue de fato ao associado.

    E quais outras novidades você pretende implantar na Cassi?

    Luciana – Minha cabeça fica borbulhando de ideias. Infelizmente na primeira semana de mandato eu perdi meu pai, então minha energia deu aquela baixada, mas aos pouquinhos está voltando. Quero fazer meu mandato para honrar o nome dele também, que sempre gostou tanto da Cassi. Mas uma das ideias que eu tive recentemente: como a gente faz para ter um acompanhamento mais efetivo do nosso associado? Toda a parte de orientação do cuidado passa pela “interoperabilidade”. Durmo e acordo pensando nisso hoje. Que é você conseguir ter o compartilhamento de prontuário e de informações, tudo, óbvio, respeitando a LGPD e com consentimento do associado. Mas é importante que eu tenha as informações desse participante compartilhadas para que eu possa de fato trazer isso para a minha Atenção Primária. Então tudo o que o participante fizer na rede, os médicos que ele consultar, quando ele estiver dentro da nossa rede referenciada, isso vai estar conectado também com as nossas CliniCassi. A própria Telesaúde tem que ter essa interoperabilidade funcionando. E vou dar um spoiler: a gente quer apostar muito também nos dispositivos “wearables”. Muita gente já tem os smartwatches, que medem sono, oxigenação, batimento cardíaco, pressão. Queremos viabilizar esses equipamentos para os nossos associados e, a partir daí, para quem estiver na Atenção Primária. É uma forma de induzir o comportamento de ir para a APS e que a gente possa fazer o monitoramento da saúde dele a partir dos dados fornecidos pelo relógio. É uma forma de a gente qualificar e dar escalabilidade para o acompanhamento dos associados. Isso é um ganho enorme para o associado e para a gente também em termos de prevenção e redução de custos com internações e exames desnecessários.

    E quais outros programas, que você está chamando de “frentes” no seu projeto?

    Luciana – Exato. Hoje estamos trabalhando com oito frentes. A “Saúde do Trabalhador” é uma questão que vamos dar um foco muito grande. Em que sentido? O nosso exame periódico, por exemplo, é um momento muito valioso para conhecermos o nosso participante e identificar doenças físicas ou mentais sinalizadas naquele questionário. A nossa ideia é conectar o exame periódico com a nossa Atenção Primária. Eu acho que o nosso exame periódico teria que ser feito pelo próprio médico da família. Tudo isso depende das nossas conversas com o banco, pois o periódico está dentro do PCMSO, que é um contrato da Cassi com o Banco do Brasil.

    E como funcionaria essa frente “Saúde do Trabalhador”?

    Luciana – A ideia é que haja o compartilhamento das informações entre o médico que avaliou e o médico da família. Quero passar essa segurança para o associado: o sigilo é garantido. A gente sabe que muitos associados têm receio de falar de algum problema no exame periódico temendo que vai vazar. Isso não vai ocorrer. O sigilo será com o médico da família para que ele comece o acompanhamento daquele funcionário, orientando se ele precisa de um especialista ou exames.

    E também pretendemos fazer um programa de acompanhamento daqueles funcionários que estão afastados há mais de 90 dias. Eu sou psicóloga de formação, e quanto maior o tempo de afastamento, mais difícil é para ele retornar, pelo medo do que vai encontrar, pela fragilidade… A gente quer ajudar nesse retorno para a atividade e com isso evitar inclusive as recidivas, que é um novo afastamento após pouco tempo de retorno. Queremos trazer saúde mental e conforto para o nosso associado.

    Outra frente que você está priorizando é a “expansão do uso de dados na gestão populacional”. O que é isso?

    Luciana: Dentro da nossa diretoria temos a gerência de saúde, rede de atendimento e risco populacional. A gerência de risco populacional é onde tudo começa. Ela faz os estudos populacionais. É com base nisso que vamos saber onde atuar e que problema sanar. Queremos que esses dados sejam de fato convertidos em ações. Os dados são riquíssimos, estudos muito robustos. Queremos pegar esses dados e transformar em ações efetivas para o cuidado da população. A abrangência da Cassi é muito grande: o problema que tenho no Norte é completamente diferente do Sul. A qualificação desses dados vai me permitir ter uma atuação muito mais efetiva nessas diversas populações.

    Sobre a saúde da mulher, tem algo específico planejado?

    Luciana – Tem uma frente que não está especificamente no plano de gestão mas vai entrar nas redes temáticas e conversar com a saúde do trabalhador: a “Saúde da Mulher”. Quero que essa seja uma das nossas primeiras redes temáticas. Gostaria de incluir no questionário do periódico questões relativas à saúde da mulher. Temas como vida fértil, gestação, parto humanizado até a menopausa. No banco, nosso público da ativa feminino está muito na faixa dos 35 aos 45 anos, que é quando a mulher começa a sentir os efeitos da perimenopausa. Ninguém fala disso. A queda dos hormônios tem impacto na vida pessoal e profissional (dorme mal, fadiga, oscilações de humor). Queremos trabalhar formas hormonais e não hormonais de dar qualidade de vida para essas mulheres. E incluo aqui as mulheres que passaram pelo câncer, como eu. Hoje as mulheres não estão morrendo de câncer como antigamente, estamos sobrevivendo. Só que sobreviver ao câncer não é a reta final. Começa uma outra fase difícil, muitas vezes com menopausa antecipada pelo tratamento. Toda essa parte do cuidado a gente tem que ter esse olhar. O mundo está mudando, o perfil das doenças e dos nossos associados está mudando, e a Cassi tem que acompanhar.

    E gostaria de ressaltar que o plano de fundo de todo esse plano de gestão é o contato constante com os nossos associados. Quero visitar todas as CliniCassi, me reunir com os nossos Conselhos de Usuários (instância que o Amaral já valorizava muito e queremos continuar). E também as nossas “lives” para prestar contas do mandato.

    Para concluir, vocês eleitos e as entidades representativas do funcionalismo do BB estão negociando com o banco um plano de sustentabilidade da Cassi. Como você está enxergando isso? Está otimista que se chegará a um acordo?

    Luciana – Eu sou otimista de nascimento. E eu gosto de negócio difícil. Já cheguei na Cassi com déficit e negociação. Estou muito otimista que a gente consiga uma solução para sanar esse momento de déficit. Temos que trabalhar com ações de curto e médio prazo. A de curto prazo é conseguir o aporte de recursos que precisamos para dar o respiro e tirar a Cassi da situação de risco de uma direção fiscal da ANS. Mas temos que pensar urgentemente em uma solução mais perene e sustentável. Não dá para ficarmos sentando de dois em dois anos para negociar custeio, aumentando contribuição de um lado e de outro. Isso não é sustentável. O problema a gente já sabe: as contas não fecham. E nem quero que fechem no sentido de “plano de mercado” (onde se o custo sobe, eu reajusto e quem não pode pagar, sai). O nosso modelo de solidariedade é um desafio para a sustentabilidade, mas tem solução. Queremos uma solução de longo prazo para que a gente possa trabalhar nos projetos sem interrupções por crises financeiras.

    Fonte: Associados Cassi

    BB e Cielo querem impulsionar negócios de empreendedoras na Amazônia

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    O Banco do Brasil e a Cielo anunciam, em parceria, uma nova edição do Impulsiona Cielo Amazônia, programa voltado ao fortalecimento de negócios liderados por mulheres empreendedoras negras ou indígenas do Pará. A iniciativa pretende impulsionar o desenvolvimento dos empreendimentos por meio de capacitações e apoio financeiro, contribuindo para a ampliação da autonomia econômica das participantes e para o desenvolvimento sustentável na região amazônica.

    Nesta nova edição, o programa se estrutura em três frentes: mentalidade, voltada ao desenvolvimento de mulheres como líderes e gestoras; inclusão financeira, que amplia o acesso a ferramentas, crédito e conhecimentos de gestão; e geração de renda, com foco em fortalecer a estrutura dos negócios. A iniciativa inclui acompanhamento individualizado e aporte financeiro na etapa final para impulsionar resultados duradouros.

    As inscrições para o programa foram até o dia 15 de julho.

    José Ricardo Sasseron, vice-presidente de Governo e Sustentabilidade do BB, afirma que “o Impulsiona Cielo Amazônia está alinhado ao compromisso do Banco do Brasil de promover o desenvolvimento sustentável com inclusão social e geração de oportunidades. Ao apoiar mulheres negras e indígenas empreendedoras, contribuímos para fortalecer negócios que geram renda, valorizam os saberes locais e impulsionam uma economia mais diversa, resiliente e sustentável na região amazônica. Acreditamos que ampliar o acesso ao conhecimento, às oportunidades de mercado e à inclusão financeira é fundamental para transformar potencial em prosperidade e promover o desenvolvimento dos territórios”.

    “Com o Impulsiona Cielo Amazônia, a Cielo já atua no fortalecimento do empreendedorismo feminino na região, com foco na geração de renda e na autonomia. A parceria com o Banco do Brasil nos permite ampliar esse impacto de forma consistente, integrando capacitação, inclusão financeira e acesso a mercado em uma jornada estruturada e adaptada às realidades locais, gerando impacto positivo e sustentável, promovendo diversidade, equidade e o desenvolvimento das economias locais a partir do protagonismo feminino”, afirma Angélica Campos, Vice-presidente de Gente, Gestão e Performance da Cielo.

    A ação está em linha com toda a atuação do BB durante a COP30, realizada em Belém em 2025. A parceria entre BB e Cielo amplia o alcance do Impulsiona Cielo Amazônia para conectar essas mulheres a crédito, tecnologia e mercado, elementos essenciais para transformar talento em negócio sustentável.

    Como funciona a nova edição do Impulsiona Cielo Amazônia

    A jornada de aprendizado ocorre de forma progressiva, em quatro etapas. Começa com 500 empreendedoras em aulas gravadas ao longo de um mês, avança para aulas ao vivo e, na sequência, segue para mentorias coletivas. Na etapa final, 20 empreendedoras recebem mentorias individuais por dois meses e, ao término, são contempladas com capital semente de R$ 15 mil cada para investir em seus negócios.

    Além de uma formação completa, o programa oferece 1.000 bolsas de inglês, sendo 500 para as participantes e outras 500 para dependentes das participantes, ampliando o impacto social da iniciativa para as famílias das empreendedoras. É a primeira vez que o Programa oferece o benefício.

    Ao longo da Impulsiona Cielo Amazônia, as participantes desenvolvem autoconhecimento e confiança para empreender, além de competências em gestão financeira, como precificação, fluxo de caixa e formalização, e o uso de tecnologias de pagamento no dia a dia. A iniciativa também valoriza saberes tradicionais e cadeias produtivas amazônicas como ativos que contribuem para fortalecer as economias locais.

    Fonte: Banco do Brasil

    BB leva pesquisas em IA para dentro da UnB e reforça tendência no setor

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    O Banco do Brasil (BB) e a Universidade de Brasília (UnB) vão desenvolver pesquisas conjuntas em dados e Inteligência Artificial (IA). O acordo de cooperação técnico-científica acompanha um movimento cada vez mais frequente no sistema financeiro, no qual bancos se aproximam de universidades para transformar pesquisas acadêmicas em soluções voltadas a desafios do negócio. O anúncio foi feito pelas instituições na quarta-feira (7 de julho).

    A parceria prevê o desenvolvimento de projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação, além de programas de capacitação. Os trabalhos devem envolver áreas como IA, analítica, experiência do usuário e segurança digital.

    Segundo as instituições, as pesquisas deverão resultar em aplicações para o Banco do Brasil. Além disso, a cooperação prevê estudos de interesse da instituição, do mercado financeiro e da sociedade.

    O acordo também prevê a atuação conjunta de equipes do banco e da universidade em iniciativas de pesquisa, desenvolvimento e capacitação, aproximando a academia do setor financeiro.

    Mas o movimento não é isolado. No ano passado, o Itaú lançou o Instituto de Ciência e Tecnologia Itaú (ICTi), voltado ao desenvolvimento de pesquisas em parceria com universidades brasileiras e internacionais. À época, o banco afirmou que a iniciativa busca transformar a produção científica em aplicações práticas, com foco em IA.

    Além disso, o ICTi reúne projetos em machine learning, computação quântica, engenharia de software e ciência de dados. Nesse sentido, o modelo prevê pesquisadores, bolsistas de mestrado e doutorado trabalhando diretamente em desafios tecnológicos do setor financeiro.

    Antes disso, em 2024, outros grandes bancos tradicionais também reforçaram essa aproximação com a academia. O Bradesco, por meio do ecossistema de inovação Inovabra, ampliou o acordo com o InovaUSP e diferentes laboratórios da universidade. Com isso, a parceria passou a desenvolver pesquisas em IA generativa, computação quântica, cibersegurança, otimização de investimentos e defesa contra ataques a modelos de IA.

    Já a Caixa Econômica Federal, no mesmo período, anunciou sua associação ao Parque Científico e Tecnológico da UnB. Assim, passou a integrar uma estrutura voltada ao desenvolvimento de soluções digitais e tecnológicas.

    Fonte: FInsiders

    Hub de Sociobioeconomia do BB viabiliza R$ 3,2 milhões na região cacaueira

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    Além da terra e dos insumos agrícolas, o acesso ao crédito e à assistência técnica viraram os mais novos recursos indispensáveis ao produtor rural. Grupos ligados à sustentabilidade e à preservação ambiental, portanto, ganharam ainda mais enfoque de entidades privadas e públicas na busca por aproximação a esses dispositivos.

    Há cerca de um ano, o Banco do Brasil (BB) ampliou a atuação do Hub Financeiro em Bioeconomia com objetivo de aproximar a assistência a quem vive da terra, principalmente àqueles ligados a produções em povos e comunidades tradicionais, agricultura familiar e assentamentos da reforma agrária.

    Em agosto de 2025, a Mata Atlântica do Sul e Baixo Sul da Bahia, territórios que se destacam pela cadeia produtiva do cacau, receberam o Hub de Sociobioeconomia do Banco do Brasil, sediado em Ilhéus.

    Ao menos 2,8 mil pessoas foram impactadas em 30 municípios. Ao todo, o Hub alcançou 35 comunidades, com atendimento direto a 22 assentamentos da reforma agrária, 8 aldeias indígenas e 5 comunidades quilombolas.

    “É uma frente que o Banco do Brasil deu há uns 2 anos de sociobioeconomia com o conceito de apoio à terra e das oportunidades que se tem com os produtos da biodiversidade e da preservação ambiental. Começamos há um ano no Sul da Bahia, onde pretendemos expandir para o restante do estado e do Nordeste, apoiando o produtor de cacau, povos e comunidades tradicionais”, disse José Ricardo Sasseron, Vice-presidente de Negócios com Governo e Sustentabilidade Empresarial do BB, em entrevista ao A TARDE Cast, podcast do Grupo A TARDE.

    Como o Hub atua no campo

    Além da Bahia, o Hub também está presente em Belém (PA) e Manaus (AM). A atuação desse dispositivo nestes territórios é uma forma de apoiar iniciativas e produtos da sociobiodiversidade característicos de cada região.

    A atuação desse dispositivo financeiro nestes territórios, inclui:

    • Visitas técnicas;
    • Orientação financeira;
    • Apoio à regularização documental; e
    • Estruturação de operações de crédito rural voltadas à agricultura familiar, povos indígenas, comunidades quilombolas e famílias assentadas.

    O trabalho é desenvolvido em parceria com instituições como Funai, Incra, Bahiater, CIAPRA e CDSLS, fortalecendo o acesso a políticas públicas, assistência técnica e crédito orientado.

    Como resultado, já foram viabilizados mais de R$ 3,2 milhões em crédito rural, principalmente por meio das linhas do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar, o Pronaf A e Pronaf B, destinados ao fortalecimento da produção, geração de renda e desenvolvimento local.

    Segundo Sasseron, o modelo de assistência ao produtor rural é uma forma de dinamizar a economia e estruturar essas pessoas em suas atividades econômicas.

    “Ao mesmo tempo em que apoiamos essa população, procuramos estruturar a cadeia produtiva negociando com grandes empresas que compram produtos dessas pessoas. O principal é chegarmos às comunidades porque existem muitas pessoas que nunca tiveram acesso ao crédito. E é nesse cenário que formamos agentes de crédito, junto com a Conexsus e o Instituto de Clima e Sociedade (iCS), captados dentro da própria comunidade de maneira que eles auxiliem o banco no fornecimento de crédito a essas pessoas”, continuou o vice-presidente de negócios.

    Cacau e o financiamento à sustentabilidade

    Na região cacaueira da Bahia, o Hub apoia a ampliação da produção de cacau em sistemas agroflorestais e no modelo cabruca, reconhecido por conciliar produção agrícola e conservação ambiental. A iniciativa também incentiva a diversificação produtiva com culturas como frutas, mandioca, hortaliças e mel, contribuindo para ampliar as fontes de renda das famílias rurais.

    Entre os projetos em andamento está a estruturação de operações de crédito para expansão da produção de cacau orgânico no Assentamento Dois Riachões, em Ibirapitanga. Outro destaque é o trabalho de inclusão financeira e acesso ao crédito junto às comunidades indígenas da etnia Pataxó Hã Hã Hãe, na região de Porto Seguro, fortalecendo atividades produtivas sustentáveis e agregando valor à produção das aldeias.

    Ao integrar crédito, assistência técnica e desenvolvimento territorial, o Hub de Sociobioeconomia reforça o compromisso do Banco do Brasil com a valorização dos povos e comunidades tradicionais, o fortalecimento da agricultura familiar e a promoção de um modelo de desenvolvimento sustentável baseado na preservação da Mata Atlântica.

    Distribuição dos recursos do Plano Safra 2026/2027

    Ainda como parte do plano de apoio à produção do agronegócio, o Banco do Brasil foi uma das instituições financeiras responsável por injetar R$ 210 bilhões para o financiamento do Plano Safra 2026/27.

    O Plano Safra da Agricultura Familiar reúne medidas relacionadas ao crédito rural, seguro agrícola, assistência técnica e extensão rural (Ater), compras públicas e demais instrumentos destinados à agricultura familiar.

    Do total, cerca de R$ 40 bilhões serão destinados a pequenos e médios produtores; R$ 170 bilhões à agricultura empresarial, contemplando operações de custeio, investimento, comercialização e industrialização; e R$ 25 bilhões em financiamentos para a cadeia de valor do agro.

    Cerca de 7,2 bilhões serão destinados ao estado da Bahia, com a distribuição da agricultura empresarial, mas também para os pequenos e médios produtores. De acordo com o superintendente de Varejo da Bahia do BB, Sinvaldo Vieira dos Santos, o valor investido no setor é mais uma comprovação de que o Banco do Brasil segue na missão de estreitar relações com o agronegócio.

    “A gente tem uma missão para fazer no próximo Plano Safra de trabalhar um crédito consciente, de proximidade, de investir mais no dia a dia, nas visitas, no apoio, na assessoria financeira aos nossos produtores, para que o investimento aconteça, o custeio aconteça na medida certa, no tempo certo, com toda orientação necessária e com a nossa rede de apoio. O Banco do Brasil é o principal agente financeiro do agronegócio do país, e a gente tem toda a estrutura montada e instalada para fazer o melhor Plano Safra possível”, explicou o superintendente.

    Fonte: A Tarde

    Banco do Brasil inaugura nova sede de agência em Itu, interior de São Paulo

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    O Banco do Brasil inaugurou, na manhã de segunda-feira (13 de julho), a nova sede da Agência 6523-4, em Itu. Após anos de funcionamento no prédio que abrigou o antigo Banco Nossa Caixa, na Rua Floriano Peixoto, a unidade passou a atender em um novo endereço, localizado na Avenida Tiradentes, 409, no Alto da Vila Nova, em frente ao Supermercado São Vicente.

    A cerimônia de inauguração contou com a presença do gerente geral da agência, Hissakazo Taya Júnior, e do gerente de Relacionamento, Paulo Eduardo Maclean, além de convidados e representantes da instituição. Também estiveram presentes diversos vereadores e secretários municipais.

    O novo espaço, que anteriormente abrigava uma agência do Banco Itaú, foi preparado para oferecer mais conforto, acessibilidade e modernidade aos clientes. Com uma estrutura mais ampla e adequada às demandas atuais, a unidade busca proporcionar uma experiência de atendimento mais eficiente e acolhedora.

    A mudança da Agência 6523-4 não alterou o funcionamento da outra unidade do Banco do Brasil em Itu, localizada na Rua Floriano Peixoto, 952, em frente à Azul Calçados, que continua realizando atendimento normalmente.

    Fundado em 1808, o Banco do Brasil é a instituição financeira mais antiga em atividade no país e uma das maiores da América Latina. Com presença em todos os estados brasileiros, o banco atua nos segmentos de varejo, agronegócio, empresas, investimentos e setor público, oferecendo uma ampla gama de produtos e serviços financeiros.

    A instituição também desempenha papel estratégico na execução de políticas públicas e no financiamento de atividades econômicas, mantendo forte atuação no desenvolvimento regional e no apoio ao agronegócio brasileiro.

    Fonte: Jornal Periscópio

    Sindicato quer concursos públicos e valorização dos funcionários do BB

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    A primeira rodada de negociações com o Banco do Brasil, no âmbito da Campanha Nacional Unificada dos Bancários 2026, realizada no dia 8 de julho, teve como principal pauta a defesa do emprego.

    “O BB precisa ter o foco no funcionário, no cliente e no fortalecimento da sua responsabilidade como banco público. O papel do banco público não é o de ser um banco meramente de mercado, que busca somente o lucro, mas que está presente em todas as regiões e cidades do interior, estimula o desenvolvimento, a partir da ampliação do acesso ao crédito que fortalece a produção e reduz as desigualdades”, resumiu a coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, Fernanda Lopes.

    O movimento sindical reforçou que existe um movimento de mudanças estruturais que estão descaracterizando a função pública do BB. “O cenário hoje é de agências com poucos funcionários, de prefixos sendo agregados e agências transformadas em lojas. Paralelo a esse movimento, ocorre o aumento de correspondentes bancários contratados pelo próprio banco e que atendem clientes que poderiam ser atendidos por funcionários do BB”, destacou Fernanda Lopes.

    Abertura de concursos públicos

    Diante desse quadro, a categoria reforçou a reivindicação pela abertura de concursos públicos, para garantir a qualidade do atendimento presencial e humanizado aos clientes e pela saúde mental da categoria.

    Em São Paulo, Osasco e região, temos agências em que clientes aguardam até mais de uma hora, por conta da insuficiência de funcionários para atendê-los. A saída é a recomposição do corpo de funcionários via concurso público, com a garantia de que a população de regiões menos assistidas continue sendo assistida. Inclusive o Sindicato está fazendo protestos, diariamente, para denunciar esta situação.

    Avanços para os funcionários de bancos incorporados

    Os trabalhadores reforçaram a reivindicação para que os colegas de bancos incorporados pelo BB (como Banco Nossa Caixa/BNC, Banco do Estado de Santa Catarina/Besc e Banco do Estado do Piauí/BEP) tenham os mesmos direitos previdenciários (Previ) e de saúde (Cassi) que os demais funcionários do banco público.

    “Entendemos que a integração é complexa, seja pela conciliação de direitos, seja pelas diferenças atuariais, financeiras e custeio dos planos originais em relação à Previ e à Cassi. Mas acreditamos que a integração é possível, a partir da combinação de acordos coletivos, aportes financeiros do banco e reformas no modelo de custeio que beneficiem a categoria e protejam o princípio de solidariedade”, reforçou Fernanda Lopes.

    Segurança bancária

    As mudanças estruturais, com prefíxos sendo integrados e transformação de agências em lojas, estão resultado ainda na retirada de mecanismos de segurança que antes eram tradicionais dos bancos: as portas giratórias e vigilantes.

    “Defendemos manutenção das portas giratórias e da vigilância em todos os tipos de unidades, sejam agências, lojas ou unidades de atendimento. Ainda que em algumas dessas unidades não se trabalhe mais com o numerário (dinheiro físico), os funcionários e funcionárias estão sendo expostos às situações de violência”, destacou Fernanda Lopes.

    “O BB não pode se deter na ideia de que a porta giratória não é uma boa experiência para o cliente, mas sim que é uma ferramenta que reforça a segurança, tanto para os funcionários quanto para os próprios clientes, pois reduz drasticamente o risco de serem abordados por criminosos”, completou a dirigente.

    O movimento sindical também reforçou que a vigilância ajuda a reduzir casos de violência de clientes para com os funcionários.

    Escala 4×3

    Os representantes dos trabalhadores do Banco do Brasil defenderam a escala 5×2 para todos os funcionários e que, ainda, que há espaço para a implementação da escala 4×3 (quatro dias de trabalho para três dias de descanso), respeitando a jornada diária de 6h.

    Fernanda Lopes afirma que as novas tecnológicas permitem que a escala 4×3 possa ser implementada no Banco do Brasil, sem comprometer o atendimento ao público, possibilitando a melhora da qualidade de vida do funcionalismo e dos ganhos de produtividade à empresa.

    Incorporação das comissões

    Os sindicatos também reivindicaram a “incorporação das comissões”, portanto o direito dos trabalhadores de manterem os valores da gratificação de função (comissão), mesmo se o funcionário perder ou deixar o cargo de confiança.

    Os membros da CEBB querem ainda que esse direito seja acompanhado da regra dos 10% a cada ano, ou seja, que uma fração de 10% da comissão seja incorporada à remuneração do funcionário a cada ano, até somar 100%. “Esse, aliás, é um critério de estabilidade financeira muito comum em disputas trabalhistas”, pontuou Fernanda Lopes.

    Acúmulo e desvio de funções

    O movimento sindical denunciou que, em algumas bases, estão sendo registrados trabalhadores realizando atividades que não são relacionados às suas funções de registro. Entre os exemplos, estão gerentes de serviços que acabam acumulando funções administrativas e negociais. E, ainda, de escriturários que acabam tendo que fechar e abrir caixas, sem o direito de receberem o adicional da função de caixa.

    O banco respondeu que irá apurar os casos levados à mesa. “No fim, tudo esbarra na questão de falta de funcionários, e que traz outros impactos como a dificuldade de ascensão de trabalhadores, que são impedidos de assumirem funções mais elevadas em outras unidades, porque estão em locais que já estão com cargos vagos ou posições de trabalho deficitárias no quadro de funcionários (claros)”, explicou Fernanda Lopes.

    Pessoas com Deficiência (PCDs)

    O movimento sindical reivindicou neste ponto que o banco derrube o limite de idade de filhos PCDs que necessitam de suporte.

    Atualmente, o ACT possibilita o abono falta aos funcionários com filhos PCDs de até 14 anos, quando necessitam levar seus filhos para alguma terapia, atendimento médico ou outro tipo de suporte. Ocorre que alguns filhos precisarão de suporte a vida toda, por isso a reivindicação dos trabalhadores é pelo fim do limite de idade.

    Essa reivindicação inclui o pedido de jornada de trabalho reduzida aos funcionários que possuem como dependentes pessoas com deficiência, principalmente com deficiência intelectual, conforme art. 98 da Lei 8112/1990.

    Reembolso de conselhos profissionais (OAB, CREA, etc.)

    A categoria reivindica que o banco devolva o valor integral da anuidade paga por funcionários ligados às entidades regulamentadoras de profissões, a exemplo da OAB, CREA, CRM e CRP.

    Agenda das próximas negociações:

    17/07 – Igualdade de oportunidades, endividamento e monitoramento
    23/07 – Saúde e condições de trabalho
    31/07 – Remuneração e cláusulas econômicas

    Manifesto em defesa do BB público

    Antes de apresentarem as reivindicações, a CEBB iniciou o encontro entregando à representação da empresa um manifesto em defesa do Banco do Brasil como banco público e necessário para o desenvolvimento de todas as regiões do país.

    “O Brasil precisa de um Banco do Brasil que seja muito mais do que um banco lucrativo. Precisa de um banco que seja instrumento de política econômica nacional, capaz de estimular o desenvolvimento, ampliar o acesso ao crédito, fortalecer a produção, reduzir desigualdades e impulsionar a geração de emprego e renda”, destacam os dirigentes em um dos trechos do manifesto.

    Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

    TJPE e Banco do Brasil discutem melhorias no pagamento de precatórios

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    O presidente do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), desembargador Francisco Bandeira de Mello, recebeu, nesta quinta-feira (3), representantes do Banco do Brasil para uma reunião voltada ao aperfeiçoamento dos procedimentos relacionados ao pagamento de precatórios. Também participaram do encontro o coordenador-geral de Precatórios do TJPE, juiz Luiz Carlos Vieira de Figueirêdo, a diretora-geral adjunta do Tribunal, Anna Karolina Costa, e o secretário-geral da Coordenadoria de Precatórios, Maurício Santa Cruz.

    Representando o Banco do Brasil, estiveram presentes Whelen Rodrigues Leite Arruda, superintendente regional de Governo; Raimundo da Silva Baia, gerente-geral do Escritório Setor Público de Pernambuco; Bruno Vieira da Cunha, gerente de Negócios do Escritório Setor Público de Pernambuco; Fabiana Maria de Vasconcelos Lins Maia, gerente de Relacionamento do Escritório Setor Público de Pernambuco; Alessandra Farias de Oliveira Barboza, gerente-geral do Jurídico; e Isis Yumi Miyachi Matos, supervisora Jurídica.

    Durante o encontro, foram debatidas medidas para fortalecer a interação entre o Banco do Brasil e a Coordenadoria-Geral de Precatórios do TJPE, com o objetivo de tornar mais eficiente o fluxo de pagamento aos beneficiários.

    Também esteve em pauta a ampliação da transparência das informações compartilhadas entre o Tribunal de Justiça, a instituição financeira e os credores, permitindo maior clareza sobre as etapas do processamento dos pagamentos.

    Outro encaminhamento discutido foi o estabelecimento de um canal permanente de interlocução entre o TJPE e o Banco do Brasil, a fim de agilizar a solução de eventuais pendências documentais ou operacionais que possam retardar a liberação dos valores de precatórios.

    Fonte: Tribunal de Justiça de Pernambuco

    BB anuncia fim de cartão e envia alerta para clientes com contas a pagar

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    O Banco do Brasil confirmou o encerramento do Cartão Ame e emitiu um aviso aos clientes por e-mail e pelo aplicativo da instituição.

    A descontinuição do produto, prevista para ocorrer em até 30 dias, não interrompe a cobrança de compras parceladas nem de valores ainda em aberto, que continuarão sendo enviados até a quitação total.

    A medida atinge exclusivamente o Cartão Ame emitido pelo Banco do Brasil com bandeira Mastercard, sem impacto sobre os demais cartões oferecidos pela instituição.

    Conforme comunicado do Banco do Brasil, mesmo após o fim do cartão, clientes que ainda possuem despesas pendentes não deixarão de receber as cobranças.

    A instituição informou que “se ainda houver compras parceladas ou valores pendentes no seu Cartão Ame, as faturas continuarão sendo enviadas pelos canais que você já utiliza, até a quitação total”.

    A medida ocorre quase dois anos depois do encerramento da carteira digital Ame. Na ocasião, a Americanas informou que concentraria seus esforços em um novo programa de fidelidade, deixando de oferecer a conta de pagamento e os demais serviços financeiros vinculados à marca.

    Agora, o processo avança com o encerramento definitivo do cartão de crédito emitido em parceria com o Banco do Brasil.

    Quem ainda utiliza o Cartão Ame deve acompanhar os comunicados enviados pelo aplicativo e pelo e-mail cadastrado para verificar prazos e informações sobre o encerramento do produto.

    Enquanto houver parcelas ou débitos pendentes, o envio das faturas continuará normalmente, garantindo que os compromissos financeiros possam ser quitados mesmo após a desativação do cartão.

    Fonte: ND Mais

    Rede CliniCassi vive expansão com a inauguração de novas unidades

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    A ClinicaCassi Santos, inaugurada no fim de junho, somou-se às mais de 60 unidades existentes em todo o país, incluindo as localizadas no Jabaquara e na Avenida Paulista, em operação desde 2024 e 2025, respectivamente.

    Há ainda a previsão de três novas unidades em São Paulo: na zona norte da capital, em Santo André e em São José do Rio Preto

    Nas duas unidades inauguradas na capital paulista houve um aumento considerável no número de atendimentos entre o primeiro semestre de 2025 e o primeiro semestre de 2026. Na Avenida Paulista, o crescimento foi de 12%, e na Jabaquara, 75%.

    “Esse crescimento dos números demonstra a confiança dos colegas nessa nova estrutura de atendimento, e sinaliza que a diretoria eleita de saúde, rede de atendimento e risco populacional, liderada por Luciana Bagno, está no caminho certo para atender as demandas dos associados, sempre buscando novas melhorias nessa nova estrutura de atendimento da CliniCassi”, destaca Diego Carvalho, diretor do Sindicato dos Bancários de São Paulo e vice-presidente do Conselho Fiscal da Cassi.

    Ana Beatriz Garbelini, diretora executiva do Sindicato dos Bancários de São Paulo e membro do Conselho Deliberativo da Cassi, enfatiza o compromisso dos novos conselheiros de fazer uma gestão mais inclusiva, representativa e atenta às demandas dos associados. E também o dever do Sindicato de fiscalizar a gestão 2026-2030. “O Sindicato mantém contato constante com os diretores e conselheiros eleitos para cobrar melhorias na rede de atendimento da Cassi”, afirma.
    CliniCassi Santos

    O Sindicato dos Bancários de São Paulo, representado por Diego Carvalho, esteve presente na cerimônia de inauguração da CliniCassi Santos, no dia 26 de junho.

    Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

    Planos Feas: percentuais de contribuição mantidos para o próximo trimestre

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    Após análise dos resultados do estudo técnico trimestral de revisão de custeio dos planos Feas, informamos que o Conselho Deliberativo do Instituto aprovou a manutenção dos parâmetros de contribuição para o próximo trimestre.

    Os quadros abaixo demonstram os percentuais, pisos e tetos de contribuição dos planos Feas Básico, Feas Pamc e Novo Feas, com vigência para os meses de julho a setembro/26.

    Fonte: Economus

    Banco do Brasil pode enfrentar nova pressão no segundo semestre, diz BTG Pactual

    Publicado em: 03/07/2026

    O Banco do Brasil (BBAS3) deve enfrentar mais um trimestre desafiador diante da piora no comportamento de pagamento de produtores rurais, segundo avaliação do BTG Pactual. Para o banco, a expectativa de aprovação, no Congresso Nacional, de um programa de renegociação de dívidas do agronegócio pode estar levando parte dos tomadores de crédito a adiar o pagamento de financiamentos, aumentando a pressão sobre a qualidade da carteira rural.

    A análise foi elaborada após reportagem do jornal Valor Econômico informar que produtores rurais têm postergado pagamentos na expectativa de que suas operações sejam incluídas em um eventual programa de renegociação. Executivos de grandes bancos e cooperativas relataram ao jornal que os índices de inadimplência apresentaram deterioração em maio e junho, contrariando o padrão sazonal normalmente observado para o período.

    Na avaliação do BTG Pactual, esse movimento está alinhado com as conversas recentes mantidas pela instituição com participantes do mercado. O banco afirma que o debate em torno de novas medidas de renegociação pode estar criando um ambiente de “risco moral”, no qual produtores optam racionalmente por atrasar pagamentos enquanto aguardam possíveis condições mais favoráveis para regularizar suas dívidas.

    Segundo o relatório, a implementação do Desenrola 2.0 e as discussões sobre programas de renegociação para contratos ainda adimplentes reforçaram essa dinâmica, elevando as incertezas sobre o comportamento dos clientes do crédito rural.

    Calendário amplia riscos

    O BTG destaca que o calendário de vencimentos da carteira rural do Banco do Brasil aumenta a sensibilidade dos resultados do segundo trimestre. Conforme dados apresentados pela própria instituição durante o Investor Day, o banco possui R$ 155,6 bilhões em operações com produtores rurais vencendo ao longo de 2026.

    Desse total, R$ 44,2 bilhões — o equivalente a 28,4% dos vencimentos do ano — concentram-se justamente no segundo trimestre. As linhas de financiamento de custeio agrícola representam 56% dos vencimentos de abril, 60% dos de maio e 63% dos de junho, enquanto quase 60% de todos os vencimentos anuais estão concentrados entre abril e setembro.

    Na visão do BTG, essa concentração, combinada com os relatos de enfraquecimento da disciplina de pagamentos, tende a manter elevada a pressão sobre a capacidade de cobrança do banco e sobre o custo do risco nos resultados do segundo trimestre.

    Desafios persistem

    A avaliação ocorre após um primeiro trimestre já considerado difícil para o Banco do Brasil. Na ocasião, a instituição reportou um ROE (Return on Equity) de 7,3% e revisou suas projeções para 2026, citando a deterioração da qualidade da carteira de crédito voltada ao agronegócio.

    Para o BTG Pactual, os próximos resultados deverão continuar refletindo os desafios enfrentados pelo segmento rural. Embora o lançamento do Plano Safra 2026/2027 possa trazer maior previsibilidade ao setor, a instituição acredita que a discussão sobre renegociação de dívidas continuará sendo um fator relevante para o comportamento dos produtores e para o desempenho financeiro do Banco do Brasil nos próximos meses.

    Fonte: Eu Quero Investir

    Banco do Brasil ganha alívio de R$ 4 bilhões em meio à crise do agro — e reforça o caixa para atravessar a tempestade

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    Em um momento em que preservar capital se tornou prioridade, o Banco do Brasil (BBAS3) conseguiu um importante alívio no balanço. O Tribunal de Contas da União (TCU) autorizou o banco a renegociar o cronograma de devolução de R$ 4,1 bilhões que ainda restam de um instrumento financeiro contratado com o Tesouro Nacional há mais de uma década.

    Com a decisão, o BB ganha tempo para quitar essa obrigação e reduz a pressão sobre seu capital justamente em um período marcado pela piora da carteira de crédito do agronegócio e pelo aumento da inadimplência.

    O valor faz parte de um Instrumento Híbrido de Capital e Dívida (IHCD) emitido em 2012, quando o banco buscava reforçar seus índices de capitalização.

    O mecanismo funciona como uma espécie de aporte do Tesouro com características de dívida e de capital: fortaleceu o balanço da instituição, mas precisa ser devolvido conforme um cronograma previamente definido.

    Agora, mais de dez anos depois, o Banco do Brasil conseguiu reescalonar esses pagamentos. Segundo o Acórdão 1.553/2026, publicado nesta sexta-feira (26), a instituição fará desembolsos simbólicos nos próximos dois anos e deixará a maior parte da quitação para o fim da década.

    O que muda para o Banco do Brasil?

    O principal efeito da decisão está na preservação de capital. Pelas estimativas do banco, o novo cronograma deve acrescentar cerca de 7 pontos-base ao índice de Capital Principal tanto em 2026 quanto em 2027, ampliando a folga regulatória em um momento considerado sensível pela instituição.

    O principal efeito da decisão está na preservação de capital. Pelas estimativas do Banco do Brasil, o novo cronograma deve acrescentar cerca de 7 pontos-base ao índice de Capital Principal em 2026 e 2027.

    Com isso, o Banco do Brasil amplia a folga de capital em um período em que busca fortalecer o balanço após a deterioração da carteira de crédito do agronegócio.

    O efeito se inverte nos anos seguintes, quando os desembolsos aumentam. A instituição estima um consumo de capital de 8 pontos-base em 2028 e de 21 pontos-base em 2029, quando será liquidada a maior parte da obrigação.

    O cronograma aprovado pelo TCU ficou dividido da seguinte forma:

    2026: pagamento de R$ 100 milhões;
    2027: pagamento de R$ 100 milhões;
    2028: pagamento de R$ 1 bilhão;
    2029: pagamento dos R$ 2,9 bilhões restantes.

    Em outras palavras, o Tesouro posterga a maior parte do recebimento para permitir que o banco atravesse um período de maior pressão sobre seu capital.

    A situação financeira do Banco do Brasil

    O alívio chega poucos meses depois de o Banco do Brasil enfrentar uma piora relevante na carteira de crédito ao agronegócio.

    A inadimplência do segmento saltou de cerca de 1% para 6,1%, pressionando provisões, reduzindo a rentabilidade e contribuindo para uma queda próxima de 60% no lucro do banco.

    O retorno sobre patrimônio líquido (ROE) também recuou para um patamar de um dígito, o pior nível em quase uma década.

    Diante desse cenário, a administração anunciou uma série de medidas prudenciais para preservar capital, incluindo a redução do payout para 30% em 2025 e 2026, diminuindo a distribuição de dividendos aos acionistas.

    A repactuação do IHCD segue a mesma lógica: fortalecer o balanço enquanto o banco administra os efeitos da crise no setor agrícola.

    Recuperação do Banco do Brasil ainda deve levar tempo

    Apesar do reforço de capital, a própria administração do Banco do Brasil tem adotado um discurso cauteloso sobre a recuperação.

    A expectativa é de que a normalização da carteira de crédito ocorra de forma gradual. Segundo a direção do banco, a retomada deve seguir um formato de “W”, com os índices de adimplência voltando para perto de 95% apenas ao longo da safra de 2026.

    Até o momento, cerca de 20% da carteira afetada já foi enquadrada nas novas políticas de renegociação, garantias e gestão de risco.

    Fonte: Seu Dinheiro

    Banco do Brasil anuncia R$ 210 bilhões para financiar a Safra 26/27

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    O Banco do Brasil anuncia nesta sexta-feira, 3 de julho, R$ 210 bilhões para o financiamento da safra 2026/27, reafirmando o seu papel como principal parceiro do agro. Do total, cerca de R$ 40 bilhões serão destinados a pequenos e médios produtores. Já a agricultura empresarial contará com R$ 170 bilhões, contemplando operações de custeio, investimento, comercialização e industrialização. Neste volume estão também contemplados R$ 25 bilhões em financiamentos para a cadeia de valor do agro.

    Na última safra, o BB desembolsou R$ 209 bilhões em cerca de 500 mil operações, apoiando mais de 200 atividades agropecuárias em todas as regiões do país. Esse valor inclui os R$ 36,6 bilhões em prorrogações por meio da MP 1.314/25.

    “O Banco do Brasil tem o agro no DNA e, ao lado dos produtores, contribui diretamente com o avanço tecnológico e social do campo, a geração de empregos e a segurança alimentar da população mundial. Temos orgulho em sermos o principal parceiro do agro brasileiro, na safra cheia e, sobretudo, nos ciclos mais difíceis. Ao anunciar o Plano Safra do BB, reafirmamos a confiança como base do nosso relacionamento com os produtores rurais, por meio da concessão de crédito sustentável e responsável para apoiar financeiramente quem precisa”, afirma Tarciana Medeiros, presidenta do BB.

    “Os investimentos realizados nos últimos ciclos foram decisivos para que o Brasil colhesse as duas maiores safras de sua história, em 2025 e 2026, com ganhos expressivos de produtividade em diversas regiões. Como principal financiador do agro, o BB tem a responsabilidade de garantir que os recursos cheguem de forma adequada a todos os produtores, desde a agricultura familiar até a agricultura empresarial. Nossa atuação é baseada em uma relação de confiança construída ao longo do tempo, apoiando quem produz, investe e honra seus compromissos. Seguiremos ao lado do produtor rural, fortalecendo essa parceria e contribuindo para o crescimento sustentável do campo”, acrescenta Gilson Bittencourt, vice-presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar do BB.

    Fonte: Banco do Brasil

    BB celebra 30 anos de Pronaf com mais de 2,5 milhões de agricultores atendidos

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    O Banco do Brasil comemora nesta semana 30 anos ao lado de quem acorda cedo, dedica-se com esforço próprio e mantém viva a produção de alimentos no Brasil: os agricultores familiares. No Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), principal política pública de crédito voltada a produtores rurais que compõem unidades familiares, incluindo agricultores, pescadores artesanais, aquicultores, silvicultores e extrativistas e suas cooperativas, esse compromisso se traduz em apoio para gerar renda, ampliar oportunidades, fortalecer a inclusão produtiva e estimular o desenvolvimento sustentável das comunidades rurais.

    Nessas três décadas, o Banco do Brasil se consolidou como o principal parceiro financeiro da agricultura familiar, apoiando produtores, cooperativas e empreendimentos rurais em atividades agropecuárias e não agropecuárias. Desde o início do programa, o BB já desembolsou R$ 500 bilhões em operações de crédito no âmbito do Pronaf, um impulso que chegou a aproximadamente 2,5 milhões de famílias em todas as regiões do país. Somente na safra atual, foram liberados R$ 23 bilhões para produtores do Pronaf, contribuindo para transformar a realidade dos produtores familiares. Esses recursos têm possibilitado tirar planos do papel, investir no cuidado com a terra e garantir mais segurança para a continuidade da produção.

    A presença do BB no Pronaf fortalece, na prática, a base produtiva do agronegócio brasileiro ao apoiar pequenos produtores responsáveis por grande parte do alimento que chega diariamente à mesa da população. São famílias que, em sua maioria, utilizam a própria mão de obra, mantêm uma produção diversificada e constroem, dia após dia, um vínculo profundo com o desenvolvimento das suas comunidades, prosperando sem perder suas raízes.

    “A agricultura familiar é estratégica para a segurança alimentar do país. É ela que coloca comida na mesa do brasileiro. Apoiar esses produtores, com crédito acessível, orientação técnica e soluções pensadas para a realidade do campo é mais do que uma prioridade: é um compromisso que renovamos todos os dias e que mantemos há 30 anos com o desenvolvimento do Brasil”, afirma Gilson Bittencourt, vice-presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar do Banco do Brasil.

    Saiba mais sobre as principais linhas do Pronaf operadas pelo BB

    O Pronaf é estruturado em diferentes linhas de crédito, desenvolvidas para atender às diversas realidades da agricultura familiar, respeitando o perfil produtivo, a renda e o estágio de desenvolvimento dos produtores rurais:

    • Pronaf Custeio
      Destinado ao financiamento das despesas normais das atividades agropecuárias e não agropecuárias, como preparo do solo, plantio, tratos culturais, colheita, criação de animais e atividades de base agroecológica. Atende agricultores familiares com Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF) válido, respeitando os limites de renda e enquadramento definidos pelo programa.
    • Pronaf Investimento
      Voltado à implantação, ampliação ou modernização da estrutura produtiva das propriedades rurais familiares. Financia, entre outros itens, máquinas, equipamentos, benfeitorias, sistemas de irrigação, armazenagem, conectividade no campo e práticas sustentáveis, contribuindo para o aumento da produtividade e da renda no meio rural.
    • Pronaf Mais Alimentos
      Linha de investimento destinada à modernização da produção da agricultura familiar, com foco no fortalecimento da capacidade produtiva, melhoria da infraestrutura rural e ampliação da competitividade dos empreendimentos familiares.
    • Pronaf Agroindústria
      Apoia o beneficiamento, processamento e comercialização da produção da agricultura familiar, incluindo a implantação, ampliação ou modernização de agroindústrias familiares e cooperativas, agregando valor à produção e fortalecendo a economia local.
    • Pronaf Mulher e Pronaf Jovem
      Linhas específicas voltadas à ampliação do acesso ao crédito por mulheres e jovens agricultores familiares, incentivando a sucessão rural, a autonomia produtiva e a permanência das novas gerações no campo.
    • Pronaf Floresta, Agroecologia e Bioeconomia
      Direcionadas a projetos sustentáveis, sistemas agroflorestais, produção agroecológica, recuperação ambiental, uso racional dos recursos naturais e atividades alinhadas à conservação ambiental e à sociobiodiversidade.
    • Pronaf Grupo B e Programas Especiais
      Focados em agricultores familiares de menor renda, incluindo indígenas, quilombolas e povos tradicionais, com condições diferenciadas, incentivo à inclusão produtiva e apoio à geração de renda, inclusive por meio do microcrédito produtivo orientado.

    Para acessar o Pronaf, o agricultor deve ter CAF válido, atender aos critérios de renda, área e predominância de mão de obra familiar. A contratação exige documentação pessoal, comprovação do imóvel e apresentação de proposta ou projeto técnico. O pedido é analisado pelo banco quanto à capacidade de pagamento e regularidade. Após aprovação, o contrato é formalizado e os recursos liberados. A aplicação segue o projeto, com acompanhamento e fiscalização conforme normas.

    Além do crédito, o Banco do Brasil atua de forma integrada no apoio à agricultura familiar, oferecendo assistência técnica, incentivo à modernização produtiva, inclusão financeira e estímulo à sustentabilidade econômica, social e ambiental das propriedades rurais. O Pronaf também possibilita o acesso dos produtores a outras políticas públicas voltadas ao fortalecimento do campo, ampliando oportunidades e renda no meio rural.

    Ao celebrar os 30 anos do Pronaf, o BB reafirma seu compromisso histórico com a agricultura familiar e com a construção de um modelo de desenvolvimento que valoriza o produtor rural, gera empregos, promove inclusão e garante alimentos de qualidade para a população brasileira.

    Fonte: Banco do Brasil

    BTG vê risco de calote no agro pressionando BB no segundo trimestre

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    O Banco do Brasil deve chegar ao balanço do segundo trimestre sob nova pressão do crédito rural. Relatório do BTG Pactual afirma que produtores têm atrasado pagamentos à espera de uma possível renegociação de dívidas do agro no Congresso.

    Em maio, o banco estatal informou que teve um dos piores trimestres de sua história recente. O lucro líquido ajustado de R$ 3,4 bilhões no primeiro trimestre, queda de 54%, em meio à piora da inadimplência no agronegócio. Os atrasos acima de 90 dias no setor chegaram a 6,22% da carteira, e o banco elevou as provisões para perdas a R$ 16,8 bilhões. O BB teve retorno sobre patrimônio de 7,3% e revisou suas projeções para 2026 diante da piora do risco de crédito no agronegócio.

    O relatório do BTG indica que a piora apareceu em maio e junho, período importante para a cobrança de financiamentos rurais. O banco diz que a discussão pode estar criando um “risco moral”, ou seja um incentivo para que produtores deixem de pagar agora na expectativa de condições melhores depois.

    Os analistas afirmam que os devedores podem estar “postergando racionalmente pagamentos” enquanto aguardam alguma medida de alívio.

    O alerta pesa mais sobre o Banco do Brasil por causa do tamanho da carteira no setor. O banco tem R$ 155,6 bilhões em vencimentos esperados na carteira de produtores rurais em 2026. Desse total, R$ 44,2 bilhões, ou 28,4%, vencem apenas no segundo trimestre.

    A concentração também preocupa. As linhas de financiamento de safra representam 56% dos vencimentos de abril, 60% dos de maio e 63% dos de junho. Entre abril e setembro, vencem 59,4% das obrigações anuais da carteira rural do BB.

    Para o BTG, esse calendário, combinado à piora no comportamento de pagamento, aponta para “pressão contínua sobre cobranças e custo de risco” no segundo trimestre. Na prática, isso significa mais dificuldade para receber os empréstimos e maior necessidade de provisões contra calotes.

    O relatório também aponta um alívio pontual de capital. O TCU autorizou o reescalonamento de um instrumento híbrido de R$ 4,1 bilhões com o Tesouro, o que deve preservar 7 pontos-base de capital principal em 2026 e 2027. Ainda assim, o principal alerta para o curto prazo segue no agro.

    Fonte: Forbes

    BB apresenta em Londres projetos para recuperação pastos degradados

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    O Banco do Brasil confirmou, em nota ao Broadcast Agro , que apresenta nesta semana em Londres projetos de financiamento voltados à recuperação de áreas degradadas. “A iniciativa está sendo desenvolvida em conjunto com a BB Asset e está alinhada ao programa Caminho Verde Brasil, do Ministério da Agricultura e Pecuária”, disse o banco na nota.

    Segundo o BB, a principal atividade será nesta segunda-feira, durante a London Climate Week, onde projetos serão apresentados. “Neste momento, o projeto ainda está em fase inicial de discussão e validação junto ao mercado. O objetivo da agenda é avaliar o interesse de potenciais investidores e ouvir percepções sobre as propostas”, afirmou o banco sem detalhes sobre quais projetos apresentará.

    O BB informou ainda que será o “primeiro contato estruturado” com o mercado internacional para verificar a atratividade da iniciativa e identificar oportunidades de captação. “A ideia é que os financiamentos possam contar com recursos de investidores nacionais e internacionais. No entanto, aspectos como estrutura definitiva, governança e modelagem ainda estão em fase de construção e dependerão dos resultados dessas conversas iniciais”, acrescentou o banco.

    Como mostrou a reportagem, o Ministério da Agricultura lança hoje em Londres o Fiagro Multimercado, como fundo de investimento e de participação de investidores em projetos de recuperação de pastagens degradadas e conversão em áreas agricultáveis. O projeto piloto do fundo envolve entre US$ 150 milhões e US$ 200 milhões para recuperação de 35 mil hectares degradados.

    Fonte: Invest Talk

    BB, ICS E Conexsus juntos para ampliar investimentos em sociobioeconomia

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    O Banco do Brasil, o Instituto Clima e Sociedade (iCS) e a Conexsus lançam o Programa Implementa Sociobio, iniciativa que visa ampliar o acesso de agricultores familiares, cooperativas e empreendimentos comunitários a crédito, assistência técnica, mercados e instrumentos financeiros voltados ao fortalecimento para fortalecer cadeias produtivas sustentáveis.

    A iniciativa parte de uma experiência já consolidada pela atuação nos Hubs de Bioeconomia, nos quais BB, iCS e Conexsus já são parceiros. Os Hubs já contribuíram para a mobilização de mais de R$ 3 bilhões em operações financeiras e impactaram mais de 157 mil pessoas em diferentes territórios do país e fortalecem negócios comunitários em territórios estratégicos do Brasil.

    “O Programa Implementa Sociobio está alinhado ao compromisso do Banco do Brasil com a promoção do desenvolvimento sustentável e da inclusão produtiva. Em parceria com o iCS e a Conexsus, a iniciativa contribui para ampliar o acesso a instrumentos financeiros, assistência técnica e mercados, fortalecendo cadeias produtivas sustentáveis”, afirma José Ricardo Sasseron, vice-presidente de Governo e Sustentabilidade Empresarial do BB.

    O objetivo com o lançamento do programa é abrir novas frentes de captação de recursos e atrair investidores interessados em soluções que conciliem desenvolvimento econômico, inclusão produtiva e conservação ambiental.

    “O Implementa Sociobio consolida esta parceria estratégica envolvendo três instituições com credibilidade e expertise nas suas áreas de atuação e estrutura um programa compatível com o nível de ambição e potencial da bioeconomia brasileira. Inspirada nos princípios de Alto Nível da Bioeconomia do G20 e ancorada no recém-lançado Plano Nacional de Desenvolvimento da Bioeconomia, a iniciativa busca superar gargalos históricos e implementar em escala toda a potência da sociobiodiversidade enraizada nos territórios”, afirma Thaís Ferraz, diretora programática do iCS.

    A estratégia contempla a estruturação de mecanismos financeiros inovadores, parcerias com organismos multilaterais, fundos climáticos, instituições filantrópicas e investidores privados, criando condições para ampliar a escala dos investimentos destinados à sociobioeconomia.

    “As respostas para alguns dos maiores desafios do nosso tempo já existem nos territórios. A sociobioeconomia tem demonstrado sua capacidade de gerar renda, conservar a biodiversidade e fortalecer a resiliência climática. O Implementa Sociobio é o como: o caminho concreto para transformar esse potencial em impacto em escala, conectando territórios, parceiros e recursos em torno de uma agenda comum”, afirma Fabíola Zerbini, diretora executiva da Conexsus.

    O evento de lançamento também apresenta experiências recentes de mobilização de capital para a agenda, incluindo instrumentos blended finance, grants e iniciativas estruturadas como, por exemplo, arranjos envolvendo o setor privado e empresas âncora, para ampliar o fluxo de investimentos em cadeias produtivas sustentáveis.

    Ao conectar comunidades, organizações locais, compradores, financiadores e investidores, o Programa Implementa Sociobio busca consolidar uma plataforma capaz de transformar ativos socioambientais em oportunidades concretas de desenvolvimento sustentável e geração de renda nos territórios. Confira mais sobre nossa atuação em bb.com.br/sustentabilidade.

    Fonte: Banco do Brasil

    BB autoriza missão internacional no Peru para tratar de finanças sustentáveis

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    O Banco do Brasil, por meio de sua vice-presidência, autorizou o afastamento do país do especialista Jorge Andre Gildi dos Santos para uma missão oficial em Lima, no Peru. O objetivo da viagem, que ocorre entre os dias 30 de junho e 5 de julho de 2026, é representar a instituição financeira na Quinta Reunião do Comitê Técnico da Coalizão Verde de Bancos Públicos de Desenvolvimento. A medida foi oficializada por meio de um despacho publicado no Diário Oficial da União (DOU).

    A autorização, assinada pelo vice-presidente do banco, Jose Ricardo Sasseron, fundamenta-se na necessidade de representação institucional em fóruns internacionais de alta relevância para a agenda de sustentabilidade. O especialista Jorge Andre Gildi dos Santos atua na área de ASG – sigla para Ambiental, Social e Governança –, setor que tem ganhado protagonismo crescente nas estratégias de investimento e concessão de crédito do governo federal e de suas autarquias. A viagem será realizada com ônus para o banco, o que inclui o custeio de passagens e diárias para o período de trânsito e permanência no exterior.

    Foco em desenvolvimento e parcerias internacionais

    Além da participação na Coalizão Verde, a agenda em solo peruano prevê reuniões paralelas com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e outras instituições financeiras (IFs) parceiras. Esses encontros visam estreitar laços de cooperação técnica e financeira para projetos que conciliem o crescimento econômico com a preservação ambiental, especialmente em biomas sensíveis como a Amazônia, que integra tanto o território brasileiro quanto o peruano.

    A Coalizão Verde de Bancos Públicos de Desenvolvimento é uma iniciativa que reúne diversas instituições da América Latina e do Caribe com o intuito de harmonizar práticas bancárias e promover o financiamento de soluções baseadas na natureza. O comitê técnico, do qual o Banco do Brasil faz parte, é responsável por definir as métricas e os critérios de aplicação de recursos que devem impulsionar a economia de baixo carbono na região.

    Base legal e governança

    O afastamento foi concedido com base no Decreto nº 1.387, de 7 de fevereiro de 1995, que disciplina a viagem ao exterior de servidores públicos e empregados de empresas públicas. A decisão também observa diretrizes estabelecidas pelo Ministério da Fazenda, por meio de portarias publicadas em 2016 e 2023, além de resoluções internas da presidência da instituição.

    Segundo apurou O TEMPO, a participação do banco nesses eventos reforça o posicionamento da instituição como líder em finanças sustentáveis no mercado brasileiro. A governança do Banco do Brasil tem buscado alinhar suas operações aos compromissos internacionais assumidos pelo Brasil no âmbito do Acordo de Paris e de outros tratados climáticos.

    Os custos operacionais da missão são justificados pelo caráter estratégico dos diálogos com o BID, que é um dos principais parceiros do país no financiamento de infraestrutura sustentável. Ao final do período em Lima, o especialista deverá apresentar relatórios técnicos sobre os avanços nas negociações e as diretrizes estabelecidas pelo comitê técnico da coalizão.

    A movimentação de técnicos e especialistas do escalão do governo federal para agendas internacionais integra o esforço de retomada do protagonismo brasileiro na diplomacia ambiental e financeira. A expectativa é que os resultados da reunião no Peru possam se desdobrar em novas linhas de crédito para empresas e produtores brasileiros que adotem práticas regenerativas e sustentáveis em suas cadeias produtivas.

    Fonte: O Tempo

    Banco do Brasil lança Validador de Comprovantes no portal BB

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    O Banco do Brasil lançou o Validador de Comprovantes BB, uma solução digital que permite a qualquer pessoa, cliente ou não do Banco, validar a autenticidade de comprovantes de transações financeiras emitidos pela instituição. A ferramenta amplia a segurança, a transparência e a confiabilidade nas operações, além de responder a uma demanda recorrente por maior segurança e confiabilidade na conferência de pagamentos, transferências e outras transações.

    Disponível na página inicial do portal BB (bb.com.br), o Validador pode ser acessado por dispositivos móveis e desktops. A funcionalidade permite conferir informações como valor e data da transação, desde que o comprovante contenha a informação “Autenticação SISBB”. Estão contemplados pela solução comprovantes de Pix, boletos, convênios, transferências da conta corrente e TED. Por dispensar a necessidade de login e consulta ao extrato, o validador facilita o dia a dia de pessoas físicas e jurídicas.

    A iniciativa contribui para a prevenção de fraudes e golpes financeiros, aumenta a credibilidade dos comprovantes emitidos pelo Banco do Brasil e fortalece a confiança nas transações digitais.

    Para Dione Cordioli, executiva de conta, serviços e Pix do Banco, o Validador de Comprovantes BB é uma resposta concreta à insegurança na conferência de transações financeiras, um problema que afeta pessoas e negócios no dia a dia.

    “Ao permitir a validação oficial de comprovantes de forma simples e acessível, o Banco do Brasil protege relações comerciais e fortalece a confiança no ambiente digital. Essa entrega combina tecnologia, transparência e foco nas pessoas, ao facilitar decisões e reduzir riscos sem criar barreiras para o usuário”, afirma a executiva. “Com o Validador, o BB reafirma seu papel de liderança na construção de um ecossistema financeiro mais seguro, confiável e orientado à experiência do cliente”, finaliza.

    Fonte: Banco do Brasil

    BB amplia atuação no Move Brasil com parceria estratégica com a Uber

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    O Banco do Brasil e a Uber anunciam no dia 26 de junho uma parceria para ampliar o acesso de motoristas de aplicativo a soluções de financiamento de veículos, no âmbito do Programa Move Brasil – Táxi e Aplicativos, iniciativa do Governo Federal voltada à renovação de frota, inclusão produtiva e mobilidade sustentável.

    No âmbito da parceria do BB com a Uber, a linha de crédito poderá contar com um benefício adicional às condições do Programa Move Brasil: um cashback de até 3,5 parcelas ao longo do contrato, de acordo com o valor, prazo e pontualidade do financiamento. Na prática, o benefício reduz o custo do financiamento e reforça a proposta do Banco do Brasil de levar soluções mais vantajosas e conectadas à realidade do cliente.

    O modelo é simples: a cada 12 parcelas pagas, o Banco oferece um cashback direto na conta corrente. Esse bônus é gradual e progressivo, e pode chegar ao equivalente a até 3,5 parcelas do financiamento. Para ter acesso a esse benefício, é necessário financiar um veículo novo pelo Banco do Brasil, manter as parcelas em dia e completar uma média mínima de 240 viagens por mês pela plataforma da Uber. É uma forma de tornar a compra do carro novo mais acessível para os motoristas parceiros da plataforma.

    O Programa permite o financiamento de veículos novos, incluindo modelos elétricos, híbridos, flex ou a etanol, no valor de até R$ 150 mil, com prazo de pagamento de até 72 meses, incluída carência de até 6 meses, e taxas de juros de 0,91% ao mês para mulheres e 0,99% ao mês para homens, ampliando as possibilidades de renovação da frota com tecnologias mais eficientes e de menor impacto ambiental.

    Com abrangência nacional, o acordo conecta a expertise financeira, capacidade operacional e capilaridade do BB ao ecossistema digital da Uber, criando uma jornada integrada que facilita o acesso ao crédito para profissionais que utilizam o veículo como instrumento de trabalho.

    “Essa parceria reflete a capacidade do Banco do Brasil de estruturar soluções completas, que conectam crédito, tecnologia e relacionamento para gerar valor para todos os envolvidos. Ao atuar de forma integrada com a Uber, ampliamos nosso alcance, fortalecemos nossa atuação em um ecossistema relevante e viabilizamos oportunidades concretas de negócios, com impacto direto na vida dos clientes e na economia do país”, afirma Marcelo Gomes, diretor de Clientes Varejo PF do Banco do Brasil.

    “A parceria exclusiva entre Uber e Banco do Brasil amplia os benefícios oferecidos aos motoristas parceiros que desejam adquirir um veículo novo por meio do programa Move Brasil. Além das condições já previstas pela iniciativa do Governo Federal, os motoristas elegíveis terão acesso a vantagens adicionais exclusivas, reforçando o compromisso das empresas em promover mais acesso à mobilidade e melhores oportunidades para o setor”, acrescenta Marco Cruz, diretor de Business Development da Uber no Brasil.

    Vale lembrar que, além do crédito, o Banco do Brasil disponibiliza um portfólio completo de soluções financeiras, como seguros, meios de pagamento e serviços personalizados, fortalecendo a proposta de valor para os motoristas e impulsionando novas oportunidades de negócios em um ecossistema em expansão. A parceria com a Uber também contribui para ampliar o alcance do BB junto a novos públicos, promovendo bancarização, geração de renda e melhoria das condições de trabalho de milhares de profissionais em todo o país.

    Fonte: Banco do Brasil

    Banco do Brasil pisa no freio, Caixa e BNDES aceleram: veja o alerta da Moody’s

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    O Banco do Brasil (BBAS3) entrou em 2026 com uma estratégia oposta ao que se espera normalmente de um banco público em um momento de estímulo à economia: ele apertou o crédito.

    Depois de ver as provisões saltarem com a piora da carteira rural e do crédito ao consumo sem garantia, o BB reduziu o ritmo das concessões e passou a selecionar com mais rigor os novos tomadores.

    A prioridade deixou de ser crescer a carteira a qualquer custo e passou a ser evitar que a inadimplência pressione ainda mais os resultados.

    A mudança diferencia o BB da Caixa Econômica Federal e do BNDES, que mantêm uma postura mais expansionista.

    Mas também expõe o dilema enfrentado pelos bancos públicos em 2026: emprestar mais pode ajudar a atividade econômica, mas, com juros elevados e tomadores mais pressionados, também aumenta o risco de novas perdas.

    É esse o alerta da Moody’s Ratings. A agência de classificação de risco avalia que uma aceleração mais forte do crédito pode elevar os riscos para todo o sistema bancário.

    No caso do BB, a resposta já está em curso: menos apetite nas linhas mais sensíveis e maior cautela depois de uma sequência de resultados entre os mais fracos desde 2020.
    Banco do Brasil (BBAS3) aperta o crédito diante da piora da carteira

    Para os analistas, a pressão sobre os resultados do Banco do Brasil aparece de forma clara nas métricas de provisionamento.

    Segundo a Moody’s, a relação entre as provisões para perdas de crédito e o lucro antes dessas provisões saltou de 54% em março de 2025 para 83% em março de 2026 no Banco do Brasil.

    Isso significa que uma parcela maior da geração operacional passou a ser consumida pela necessidade de cobrir eventuais perdas com crédito.

    A agência também chama atenção para a piora gradual da inadimplência no sistema bancário desde meados de 2025.

    No Banco do Brasil, os empréstimos vencidos há mais de 90 dias alcançaram 8,8% na carteira de pequenas e médias empresas, 6,8% no crédito ao consumidor e 6,2% no agronegócio em março de 2026.

    É justamente nesse contexto que o BB passou a ajustar a estratégia.

    A redução do apetite em algumas linhas não significa abandonar segmentos considerados estratégicos, mas tentar preservar a qualidade da carteira enquanto produtores rurais, pequenas empresas e consumidores enfrentam um cenário financeiro mais apertado.
    Caixa e BNDES seguem em outra marcha

    Enquanto o Banco do Brasil decidiu priorizar a defesa do balanço, Caixa e BNDES mantêm uma postura mais alinhada ao papel anticíclico esperado das instituições públicas — servindo como o braço do governo para injetar liquidez.

    O BNDES vem registrando crescimento dos empréstimos acima da média do sistema financeiro, um movimento que a Moody’s interpreta como potencial aumento de risco caso o cenário econômico permaneça adverso por mais tempo.

    Por sua vez, a Caixa continua focada na atuação no crédito habitacional e em programas de fomento, embora também tenha reforçado as provisões para operações ligadas ao agronegócio e às pequenas empresas.

    Segundo a Moody’s, a pressão sobre a Caixa também se tornou mais evidente nos indicadores de cobertura de perdas. A relação entre as provisões e o lucro antes de provisões da instituição subiu de 26% em março de 2025 para 82% em março deste ano.

    Para a agência, as três instituições ainda contam com capitalização adequada e colchões de provisionamento que ajudam a absorver uma deterioração adicional da carteira.

    “Os três bancos se beneficiam de capital forte e colchões de provisionamento; no entanto, essas defesas podem ser testadas se as condições de crédito permanecerem fracas por um longo período”, alerta a Moody’s.

    Crédito maior pode ajudar a economia — e elevar os riscos

    O relatório da Moody’s reconhece que o governo intensificou, ao longo de 2026, medidas de apoio social e programas voltados à expansão do crédito. Em um ambiente de crescimento mais moderado, o impulso pode ajudar a sustentar a atividade econômica.

    Mas há um limite delicado nessa equação. A ampliação das concessões ocorre justamente quando os juros seguem altos, a inadimplência avança e o endividamento das famílias continua elevado.

    “Uma aceleração no crescimento dos empréstimos pode levar a um aumento dos riscos para todos os bancos brasileiros em meio a um cenário de enfraquecimento das condições de crédito”, alertam os analistas da Moody’s.

    O que esperar do Banco do Brasil e de outros bancos públicos até 2027?

    A Moody’s projeta que os resultados do sistema bancário brasileiro devem continuar pressionados ao longo de 2026 e possivelmente também em 2027.

    Além das perdas de crédito, os bancos enfrentam uma combinação de menor geração de receitas com tarifas e competição mais intensa pela captação de recursos entre as grandes instituições de varejo, segundo os analistas.

    Nesse cenário, a aposta da Moody’s é que a divergência entre os bancos públicos tende a continuar.

    Caixa e BNDES devem permanecer como canais relevantes de crédito e fomento, enquanto o Banco do Brasil busca equilibrar seu papel no financiamento da economia com uma gestão mais rigorosa de risco.

    Para o BB, a aposta é que a seletividade agora possa reduzir a necessidade de provisões mais adiante.

    Fonte: Seu Dinheiro

    BB Seguridade pagará R$ 3,8 bilhões em dividendos

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    A BB Seguridade (BBSE3) aprovou o pagamento de R$ 3,8 bilhões em dividendos, mostra documento enviado ao mercado no dia 24 de junho.

    Ainda de acordo com o comunicado, o valor dos dividendos por ação, bem como as datas de pagamento e de início de negociação das ações ex-dividendos, será oportunamente divulgado após a publicação dos resultados do segundo trimestre de 2026, prevista para o dia 3 de agosto de 2026.

    Em relatório da semana passada, o Itaú BBA reafirmou seu pessimismo com o papel e disparou: dividendos não compensam riscos.

    A recomendação é de venda, com preço-alvo de R$ 32 até o final de 2026. Os dados da Susep de abril marcaram o mês mais fraco do ano para a BB Seguridade, com queda de 22% nos prêmios em relação ao mesmo período do ano anterior.

    O resultado foi puxado por uma forte contração nos seguros de vida vinculados ao crédito (-51%) e na carteira rural (-20%, com safra em queda de 64%).

    No agronegócio, segmento que enfrenta dificuldades, os analistas afirmam que a pressão sobre os prêmios da Brasilseg deve continuar ao longo do ano, à medida que os agricultores lidam com crédito mais restrito e margens mais apertadas nas safras.

    No geral, o BBA continua prevendo queda de aproximadamente 6% nos lucros em 2026, seguida por uma modesta recuperação de cerca de 2% em 2027. Além dos desafios operacionais, a renovação do contrato de distribuição com o Banco do Brasil segue como um fator de incerteza.

    “Após o desempenho recente das ações, os papéis são negociados a cerca de 9 vezes o lucro projetado para 2026, com dividend yield em torno de 10%. Em nossa opinião, esses níveis não são suficientemente atrativos para compensar esse período mais prolongado de fraqueza nos lucros.”

    Fonte: Money Times

    Nova CliniCASSI Santos é apresentada a participantes da Baixada

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    As novas instalações da CliniCASSI Santos foram apresentadas, no dia 26 de junho, a participantes da CASSI na Baixada Santista, a lideranças das entidades representativas dos funcionários da ativa e aposentados do Banco do Brasil em São Paulo e gestores do BB. Com um número maior de consultórios, sala de sala de espera e recepção mais amplas e confortáveis, o serviço ganhou maior capacidade de atendimento e passou a realizar novos procedimentos, se tornando mais resolutivo.

    A proposta é que a CliniCASSI Santos seja a primeira opção de atendimento para os funcionários do Banco do Brasil e seus familiares, pois oferece consulta sem necessidade de agendamento. Também está preparada para ser a referência de cuidado em saúde, com acompanhamento contínuo por uma equipe de profissionais de saúde para garantir qualidade de vida, por meio de hábitos saudáveis, e prevenir doenças evitáveis.

    Essa forma de cuidar “é a força da CASSI” e o que diferencia a Instituição em relação aos demais planos de planos de saúde, destacou a diretora de Risco Populacional, Saúde e Rede de Atendimento, Luciana Bagno, durante o evento. “A CASSI promove saúde e vai no sentido contrário àquele que vimos a saúde caminhar, infelizmente, no Brasil e no ocidente como um todo, que é foco em doença”, disse Luciana.

    “Estamos celebrando a vitória da atenção primária à saúde, e é esse o modelo que queremos fortalecer. O Conselho Fiscal tem esse compromisso, para que a CASSI seja cada vez mais próxima e atuante e que a saúde dos nossos participantes seja a nossa prioridade”, enfatizou a presidente do Conselho Fiscal, Sybelle Natalle Braga Chagas.

    A presidente do Conselho Deliberativo, Graça Machado, destacou a força e o empenho dos funcionários e aposentados do Banco do Brasil na região de Santos e o comprometimento que demonstram ao usarem a CliniCASSI mesmo antes da relocalização. Ela reforçou ter certeza de que a “CliniCASSI Santos, assim como foi, continuará sendo um grande sucesso”.

    Durante a apresentação, o gerente estadual da CASSI em São Paulo, Marcelo Callai, a gerente da CliniCASSI Santos, Marcela Araújo e representante do Conselho de Usuários da CASSI Reginaldo Fonseca, destacaram a importância das melhorias se da ampliação desse serviço para os participantes.

    SERVIÇO

    • Consultas sem necessidade de agendamento prévio e/ou com hora marcada
    • Sutura e retirada de pontos
    • Administração de medicamentos
    • drenagem de furúnculos e hematomas
    • inserção e retirada de DIU
    • inserção e retirada de implante anticoncepcional subcutâneo (Implanon)
    • alívio de quadros agudos de dor por liberação miofascial
    • lavagem auditiva

    Endereço: Marcílio Dias, 170, Centro Empresarial Santos, bloco I 3º andar
    Atendimento: de 2ª a 6ª feira, das 8h às 18h
    Telefone: (13) 2101 – 3810

    Fonte: Cassi