Sindicato no TO conquista vitória judicial em ação de 7ª e 8ª horas contra o BB

Publicado em: 28/05/2026

O Sindicato dos Bancários do Tocantins obteve mais uma vitória na Justiça do Trabalho em ação contra o Banco do Brasil relacionada ao pagamento da 7ª e 8ª hora de bancária submetida indevidamente à jornada de 8 horas diárias.

A decisão, proferida pela Vara do Trabalho, reconheceu o direito da trabalhadora ao recebimento da 7ª e 8ª hora extra referente ao período de 26 de março de 2016 a 23 janeiro de 2017. A condenação também inclui reflexos sobre férias vencidas e proporcionais acrescidas de 1/3 constitucional, 13º salários, repousos semanais remunerados, incluindo sábados, domingos e feriados previstos nas Convenções Coletivas da categoria, FGTS, abono pecuniário, incidência na PREVI e gratificação semestral.

Além disso, a Justiça condenou o banco ao pagamento de honorários advocatícios sucumbenciais no percentual de 10% sobre os pedidos acolhidos na ação. A bancária também teve deferidos os benefícios da Justiça Gratuita.

O Banco ainda pode recorrer ao Tribunal Regional do Trabalho, mas as chances de reverter a decisão são mínimas.

Fonte: Contec

BB celebra 54 anos em Portugal e aborda as oportunidades do acordo Mercosul-UE

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O Banco do Brasil realizou no dia 20 de maio, em comemoração aos 54 anos de presença contínua em Portugal, o evento “Brasil-Portugal: Oportunidades de Negócios no Contexto do Acordo Mercosul-União Europeia”. O encontro reuniu empresários, investidores e instituições de referência do mercado português e brasileiro para debater o impacto do acordo comercial mais significativo das últimas décadas e o papel do BB nessa nova realidade.

O evento, organizado pelo Banco do Brasil AG em parceria com a Embaixada do Brasil em Lisboa, contou com a presença do embaixador Raimundo Carreiro e do chairman do Banco do Brasil AG e head de Negócios Internacionais do Banco do Brasil SA, Juliano Marcatto. O programa incluiu ainda palestras do chefe do Setor Econômico da Embaixada do Brasil, Bruno Simões, do economista-chefe da IM Gestão de Ativos, Luís Andrade, e do economista-chefe do Banco do Brasil SA, Marcelo Rebelo Lopes, com encerramento numa sessão de perguntas e respostas com os participantes.

O encontro contou com a participação de cerca 50 representantes de empresas e instituições que atuam no fluxo comercial entre Brasil e Portugal, incluindo os setores de alimentos, óleo e gás, aviação, engenharia, infraestrutura, hotelaria e comércio.

Para Raimundo Carreiro, “o Banco do Brasil, hoje, não é apenas uma das mais antigas instituições financeiras do país, mas também um ator central na articulação entre o Brasil e os mercados internacionais. Sua presença em Portugal simboliza, de forma muito concreta, a profundidade das relações entre as nossas economias e a maturidade do sistema financeiro brasileiro. No contexto da consolidação do Acordo de Parceria entre o Mercosul e a União Europeia, a abertura de uma nova etapa de aproximação entre as duas regiões torna essa presença ainda mais relevante. Trata-se de um marco com potencial para intensificar os fluxos econômicos e ampliar a demanda por instrumentos financeiros cada vez mais sofisticados”.

“Celebrar a trajetória do Banco do Brasil em Portugal neste momento de maior aproximação entre Mercosul e União Europeia reforça a relevância estratégica da nossa presença no país. Portugal tem uma posição singular na relação entre o Brasil e a Europa, seja pelo vínculo histórico e cultural, seja pela capacidade de conectar empresas, investidores e pessoas que mantêm projetos nos dois lados do Atlântico. Para o BB, fortalecer essa atuação é seguir acompanhando a internacionalização dos nossos clientes com confiança, proximidade e visão de futuro”, afirma Juliano Marcatto.

“O acordo Mercosul-UE não cria negócios por decreto, cria oportunidades. O nosso papel é ajudar as empresas a transformar essas condições em operações concretas: câmbio, financiamento, cartas de crédito, acesso a capital. O Banco do Brasil está presente em Portugal há 54 anos. Conhecemos os dois mercados, falamos a mesma língua e temos a estrutura para conectar empresas brasileiras e portuguesas numa das janelas de oportunidade mais relevantes das últimas décadas”, conclui Karen Machado, head da operação do Banco do Brasil em Portugal.

Um acordo histórico

O acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia, assinado em janeiro de 2026 após 26 anos de negociações, entrou em vigor de forma provisória no último dia 1º de maio. A zona de livre comércio criada reúne 31 países, O Acordo de Parceria integrará dois dos maiores blocos econômicos do mundo. Juntos, Mercosul e UE reúnem cerca de 718 milhões de pessoas e Produto Interno Bruto (PIB) de aproximadamente US$ 22,4 trilhões de dólares. No âmbito do acordo, a UE eliminará progressivamente tarifas sobre 95% dos produtos do Mercosul num prazo de 12 anos. Considerando que a UE é o segundo principal parceiro comercial do Brasil, com corrente de comércio de bens, em 2025, de aproximadamente US$ 100 bilhões, este é um marco de extrema relevância.

Para Portugal, as perspectivas são igualmente relevantes. Setores como máquinas e equipamentos, componentes para a indústria de automóveis, farmacêutica, metalomecânica e de materiais de construção encontram no acordo um estímulo direto à competitividade no mercado sul-americano.

O BB em Portugal

Com presença em mais de 20 países e operação em Lisboa há 54 anos, o Banco do Brasil disponibiliza para empresas que operam no fluxo comercial Brasil-Portugal e Brasil-Europa um conjunto integrado de soluções:

Financiamento ao comércio exterior: Cartas de crédito, garantias internacionais e linhas de crédito para exportadores e importadores, com conhecimento profundo das exigências regulatórias dos dois mercados.

Câmbio e remessas internacionais: Operações de câmbio para pagamentos e recebimentos internacionais

Private Banking para brasileiros em Portugal: Atendimento personalizado a clientes de alta renda e investidores brasileiros estabelecidos em Portugal, com soluções de gestão e diversificação patrimonial em ambiente europeu.

O Banco do Brasil opera atualmente em Lisboa por meio de sua subsidiária integral BB AG com foco em comércio exterior, clientes corporativos e segmento Private.

Fonte: Banco do Brasil

BB lança edital de até R$ 225 mi para apoiar comunidades na Bacia do Rio Doce

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O Banco do Brasil, por meio da Fundação BB e em parceria com a Secretaria-Geral da Presidência da República, lançou o Edital Rio Doce Participativo e Comunitário, que destina até R$ 225 milhões do Fundo de Participação Social vinculado ao Fundo Rio Doce para apoiar projetos comunitários voltados ao desenvolvimento socioeconômico de comunidades da Bacia do Rio Doce e do Litoral Norte capixaba. A iniciativa prevê inscrições abertas para projetos que receberão valores entre R$ 50 mil e R$ 400 mil, além de cerca de R$ 15 milhões para ativação territorial e inclusão produtiva, priorizando geração de renda, fortalecimento de modos de vida locais e desenvolvimento sustentável.

O projeto beneficia diretamente 49 municípios em Minas Gerais e no Espírito Santo. Podem se inscrever organizações da sociedade civil, cooperativas, coletivos formalizados e organizações representativas de povos e comunidades tradicionais sem fins lucrativos. Coletivos informais podem participar desde que com vínculo com instituição parceira com CNPJ formal. O projeto é uma parceria entre o conglomerado Banco do Brasil, via Fundação BB, e a Secretaria Geral da Presidência da República.

Para o vice-presidente de Governo e Sustentabilidade do Banco do Brasil, José Ricardo Sasseron, a iniciativa reafirma o papel do BB como instituição próxima das pessoas e comprometida com o desenvolvimento sustentável do país. “O Banco do Brasil nasce e cresce junto com o Brasil. Queremos ser um banco cada vez mais próximo, relevante e presente na vida da sociedade, contribuindo para o desenvolvimento social, econômico e ambiental dos territórios onde atuamos”, afirma.

Os recursos serão direcionados a projetos coletivos, com atenção especial a mulheres, povos indígenas, comunidades quilombolas, povos e comunidades tradicionais e jovens, priorizando iniciativas que fortaleçam a autonomia, a organização comunitária e a redução de desigualdades.

A Fundação BB será responsável pela seleção, contratação, acompanhamento e monitoramento dos projetos sociais apoiados. Os aportes por iniciativa poderão variar entre R$ 50 mil e R$ 400 mil, alcançando centenas ou milhares de projetos comunitários, conforme as propostas apresentadas. A estratégia inclui ações de capacitação, fortalecimento institucional e acompanhamento contínuo, assegurando transparência, controle social e impacto mensurável.

Segundo o presidente da Fundação Banco do Brasil, André Machado, a Fundação BB atua para transformar recursos em cidadania concreta. “Essa iniciativa permite que as próprias comunidades sejam protagonistas da reconstrução de seus territórios, com acesso a apoio técnico, investimento social estruturado e mecanismos de participação que fortalecem a autonomia, a geração de renda e a dignidade das pessoas atingidas”, afirma.

Cidade recebe novo Hub de Sociobieoconomia

Como parte desse esforço, o Banco do Brasil também lança na região a nova unidade do Hub de Sociobioeconomia, ampliando sua atuação no fomento a iniciativas sustentáveis e no apoio às cadeias produtivas da bioeconomia. A iniciativa visa ampliar o acesso ao crédito, a serviços financeiros e a oportunidades de mercado voltadas à sociobioeconomia e ao desenvolvimento territorial sustentável na região.

A inauguração do Hub está alinhada à estratégia de atuação em sustentabilidade do Banco do Brasil e vai auxiliar a fortalecer as capacidades produtivas locais, além de conectar agricultores familiares, povos originários e comunidades tradicionais, entre outros públicos, a terem mais acesso a políticas públicas.

O lançamento foi celebrado com a realização de um Fórum de Ativação de Crédito, evento que o BB vem realizando desde o início de 2025 para promover ações de educação financeira, regularização fundiária, assistência técnica e estruturação de projetos voltadas aos públicos envolvidos.

A unidade de Governador Valadares se junta às de Belém (PA), Ilhéus (BA), Manaus (AM) e Cuiabá (MT), regiões que vêm se beneficiando da mobilização territorial promovida pelos Hubs, por meio de ações de fomento à bioeconomia e cadeias produtivas sustentáveis, além de promover iniciativas produtivas, formação de empreendedores comunitários, assistências técnicas e mutirões territoriais em municípios de difícil acesso.

Com essa atuação, o Conglomerado BB, por meio do Banco do Brasil e da Fundação BB, reforça seu compromisso com a sustentabilidade, a cidadania e a reconstrução de territórios afetados por eventuais questões socioambientais, contribuindo para a construção de soluções estruturantes baseadas no diálogo, na participação social e na valorização das pessoas.

GRANDES NÚMEROS

Investimento social previsto:

  • Até R$ 225 milhões para seleção, contratação e acompanhamento de projetos comunitários;

Apoio direto a projetos locais:

  • Aportes entre R$ 50 mil e R$ 400 mil por projeto;

Ativação territorial e inclusão produtiva:

  • Cerca de R$ 15 milhões destinados a ações de sociobioeconomia e fortalecimento de cadeias produtivas locais;

Abrangência territorial:

  • 49 municípios da Bacia do Rio Doce, em Minas Gerais e no Espírito Santo;

Foco prioritário:

  • Geração de trabalho e renda;
  • Fortalecimento de economias locais;
  • Participação social e controle comunitário;
  • Atenção especial a mulheres, povos indígenas, comunidades quilombolas, povos e comunidades tradicionais e jovens.

Fonte: Banco do Brasil

Cassi avança na implementação da metodologia DRG Brasil

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A Cassi acaba de implementar a metodologia DRG Brasil, sigla em inglês para Grupos de Diagnósticos Relacionados, em mais um passo importante na modernização de sua gestão de saúde. A iniciativa é muito mais do uma ferramenta tecnológica. Representa uma mudança de paradigma na forma como a Cassi acompanha a vida do paciente, combate desperdícios e garante a sustentabilidade do plano a longo prazo.

“A implementação do DRG não é apenas sobre tecnologia, é sobre descomplicar a vida do nosso participante e garantir que cada recurso investido se transforme em saúde de qualidade. Estamos utilizando dados e inteligência para humanizar o atendimento e combater falhas sistêmicas que geram desperdício. Nosso compromisso é com a entrega de valor: um cuidado mais seguro, eficiente e sustentável, que coloca a Cassi na vanguarda da gestão assistencial no Brasil”, destaca Alberto Junior, diretor de Planos de Saúde e Relacionamento com o Cliente.

O que é o DRG e como ele funciona

O DRG é um sistema de classificação de pacientes hospitalares que agrupa casos com características clínicas semelhantes e consumos de recursos comparáveis. Em vez de olhar para eventos isolados, a nova metodologia permite uma visão sistêmica da complexidade de cada paciente, considerando diagnósticos, idade e procedimentos realizados.

Na prática, a metodologia transforma dados brutos em indicadores de valor, permitindo que a Cassi compare a eficiência e os desfechos clínicos entre diferentes hospitais e profissionais.
Os benefícios da nova metodologia

“A partir do segundo semestre deste ano, teremos um novo aparato para gerir as despesas assistenciais por meio de um esforço coletivo que envolve toda a instituição. O DRG será o elo que conecta todas as soluções que estamos desenvolvendo. As equipes de saúde e risco populacional terão papel fundamental tanto na implantação quanto na condução das mudanças assistenciais, contando também com o peso estratégico das áreas de negociação e regulação. A equipe da GEO tem sido o ‘cérebro’ no modelo de implantação dessa solução, com a aplicação de um framework moderno e prático. Estamos muito satisfeitos com o avanço do trabalho”, explica o diretor Alberto Junior.

A adoção do DRG traz ganhos fundamentais para a operação e para o participante:

▪ Combate ao desperdício: estima-se que mais de 50% dos custos assistenciais hospitalares decorrem de falhas de organização ou má qualidade. O DRG atua diretamente na gestão da permanência, evitando que o paciente fique internado além do necessário por falhas de processo.

▪ Segurança do paciente: com o monitoramento em tempo real e a auditoria clínica concorrente, a jornada intra-hospitalar torna-se mais segura, reduzindo o risco de reinternações evitáveis e eventos adversos.

▪ Remuneração por valor: a metodologia permite migrar do modelo tradicional (baseado em volume) para um modelo de entrega de valor, onde parceiros e médicos são reconhecidos pela eficiência e pelos melhores resultados de saúde entregues ao paciente.

▪ Visão 360°: a integração dos dados hospitalares com a atenção primária garante a continuidade do cuidado, fortalecendo o modelo assistencial da CASSI.

A médio e longo prazos o DRG consolidará a Cassi como uma autogestão de referência em eficiência operacional e excelência clínica. Ao otimizar o uso de leitos (especialmente em UTIs e áreas materno-neonatais) e reduzir custos desnecessários, a Instituição assegura recursos para investir no que realmente importa: a saúde e o acolhimento de seus participantes.

Fonte: Associados Cassi

Seleção de Conselheiros 2026 da Previ é concluída

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A Previ concluiu recentemente a Seleção de Conselheiros 2026, um processo seletivo criterioso que consolida o compromisso com a diversidade e qualificação técnica, resultando na indicação de 31 candidatos para 34 assentos em conselhos de administração ou fiscal. Essa diferença se justifica pela previsão, estabelecida em normativos internos, de acúmulo de funções por conselheiros em empresas classificadas como Sociedades de Propósito Específico (SPEs) ou em ativos estratégicos.

O banco de candidatos contou com 432 inscritos, sendo 42% pertencentes a segmentos sub-representados. Desses, 368 comprovaram os critérios mínimos obrigatórios estabelecidos no edital e avançaram para as etapas seguintes.

Entre os 368 classificados, 40% pertencem a um dos quatro grupos com baixa representação definidos pela Previ:

Não classificados

34 candidatos não atenderam aos critérios mínimos obrigatórios e não foram classificados, sendo:

  • 88% não comprovaram o critério mínimo obrigatório de Experiência Profissional;
  • 33% não atenderam aos critérios de Certificação;
  • 11% não comprovaram a Formação Acadêmica – Graduação.

Além disso, em alguns casos, houve a ausência simultânea da comprovação de mais de um critério mínimo obrigatório.

Estratégia de Diversidade

Conforme divulgado em edital, a estratégia de diversidade tem por objetivo atingir 40% de representatividade de segmentos sub-representados na etapa de matching. Esse objetivo foi superado: 58% dos candidatos indicados se autodeclararam pertencentes a esses grupos, percentual superior ao verificado entre os inscritos (42%) e os classificados (40%).

Temporada de assembleias

Em 2026, a Previ participou de 17 assembleias ordinárias e realizou indicações em 14 delas. Mesmo na condição de acionista minoritária em 97% dos casos, obteve êxito em 82% do total de assentos pleiteados, evidenciando a efetividade de sua estratégia de indicação e articulação com demais acionistas.

Governança e sustentabilidade

A seleção, indicação e eleição de conselheiros, nas assembleias gerais ordinárias das empresas, com o apoio institucional da Previ, é um instrumento relevante de governança corporativa. Essa atuação visa fomentar e engajar as companhias em ações e processos alinhados às melhores práticas ASGI, fortalecendo o ambiente de negócios no longo prazo, gerando melhores retornos financeiros e impactos positivos nas diversas dimensões da sustentabilidade.

A relação completa de conselheiros eleitos com o apoio da Previ e com mandatos vigentes pode ser consultada no site Previ na aba investimentos da previ/governança de investimentos/conselheiros.

Fonte: Previ

Associados aprovam Relatório 2025 da Cassi com 77,3% dos votos

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Os associados e associadas da Cassi aprovaram o Relatório 2025 da entidade com 77,3% dos votos válidos, seguindo a orientação das entidades representativas do funcionalismo do Banco do Brasil e dos dirigentes eleitos da Caixa de Assistência. A votação, iniciada em 14 de maio e encerrada nesta segunda-feira (25), registrou 32.014 votos favoráveis ao documento.

Pelo Estatuto Social da Cassi, o relatório precisava de maioria simples para aprovação. O resultado demonstra que o Corpo Social da entidade, formado por funcionários da ativa e aposentados do Banco do Brasil associados à Cassi, reconhece que o documento retrata de forma transparente a realidade enfrentada pela Caixa de Assistência no último ano.

O secretário-geral da Contraf-CUT, Gustavo Tabatinga Jr., destacou a ampla participação dos associados e afirmou que a votação representa um importante recado à direção do Banco do Brasil. “Os colegas do banco votaram massivamente pela aprovação do relatório da Cassi, como orientado pela Contraf, demonstrando a seriedade do documento, que relata de forma fiel a situação que passa nossa Caixa de Assistência. Infelizmente, mais uma vez, tivemos uma chuva de fake news que atrapalham o momento. Sabemos que a situação financeira da Cassi é desafiadora e o relatório apontava a realidade. Com essa votação mostramos que estamos mobilizados, provando à direção do BB que merecemos uma proposta justa para a Cassi”, afirmou.

A Cassi destacou que o Relatório 2025 foi amplamente divulgado desde sua publicação, em 31 de março, por meio dos canais oficiais da entidade. A Diretoria Executiva realizou mais de 30 apresentações em cidades com maior concentração de associados, além de reuniões com entidades representativas, aposentados e conselheiros de usuários em todo o país.

Segundo a entidade, a aprovação também representa um voto de confiança dos associados na governança e na transparência da Cassi, modelo considerado uma conquista histórica do funcionalismo do Banco do Brasil, garantindo aos associados participação direta nos processos de decisão e fiscalização da Caixa de Assistência.

Fonte: Contraf_CUT

Economus conquista selo da 7º Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça

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Na segunda-feira, 25 de maio, o Economus recebeu o selo da 7ª edição do Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça. O reconhecimento foi concedido pelo Governo Federal em evento realizado em Brasília (DF).

Essa foi a 7ª edição do programa, que tem como objetivo reconhecer práticas e iniciativas que promovam a igualdade de oportunidades dentro das organizações. Desde a adesão, em junho de 2024, o Economus realizou uma série de ações internas e externas fomentando a importância de uma sociedade e mercado de trabalho mais justos. Muitas dessas iniciativas podem ser visualizadas no hotsite exclusivo para o tema.

O presidente do Economus, Kleuvânio Dias de Souza, recebeu a homenagem em nome do Instituto. Ele destacou a importância da conquista do selo pela segunda edição consecutiva do programa Pró-Equidade de Gênero e Raça. “Esse reconhecimento é resultado do engajamento e esforço da nossa equipe e demonstra que estamos no caminho certo em nosso compromisso com a causa”, exalta.

Além do Economus, outras 74 entidades receberam o selo nessa edição. Essa conquista reforça o comprometimento do Instituto em todos os assuntos relativos à justiça em relação à igualdade de oportunidades.

Clique aqui e veja as entidades contempladas com o selo.

Fonte: Economus

Com menos agências, idosos se reinventam no mundo dos aplicativos

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Durante décadas, eles aprenderam a preencher cheques, enfrentar filas de banco e guardar comprovantes em pastas. Agora, aos 60, 70 e até 80 anos, precisaram trocar o talão pelo Pix, o gerente pelo aplicativo e o balcão pelo WhatsApp — numa das mudanças tecnológicas mais rápidas e profundas já enfrentadas por uma geração.

A revolução digital que transformou o sistema bancário brasileiro obrigou milhões de brasileiros da geração que cresceu no mundo analógico a fazer uma migração acelerada para celulares, aplicativos e autenticações virtuais, além de acompanhar um cotidiano em que até ligar a televisão exige senha, conexão e atualização.

A adaptação tem sido bem-sucedida. Levantamento da Serasa aponta que quase 80% dos idosos já utilizam aplicativos bancários, enquanto estudos sobre mobile banking indicam que o celular se tornou parte da rotina financeira dessa geração.

Impulsionados pelo fechamento de agências, pela popularização do Pix e pela ajuda de filhos e netos, passaram de espectadores da revolução digital a usuários ativos dela — ainda que convivendo com dificuldades, insegurança e medo de golpes.

Apoio dos filhos ajuda na transição para aplicativos

A trajetória de Paulo Godoy, de 79 anos, ajuda a ilustrar essa mudança. A familiaridade com computadores começou cedo, ainda nos anos 1990, quando o filho entrou para a faculdade de Ciência da Computação. “Eu viajava muito e trazia periféricos, CPU, HD. Meu filho montava computadores em casa e fui acompanhando toda aquela transformação”, lembra.

A adaptação, porém, não aconteceu sem sustos. A digitalização, que ele classifica como “avassaladora”, impõe muitos desafios à terceira idade. “Antigamente você ligava a televisão e mudava o canal rodando o seletor”, lembra Godoy. “Hoje tem aplicativo, receptor, internet, sincroniza com celular. Desconfigura alguma coisa e vira uma loucura.”

Para ele, a palavra-chave nessa transição é paciência. “É como reaprender a ler. Uma coisa que meu filho faz em cinco minutos, eu levo umas duas horas.” Mesmo assim, ele faz praticamente toda a vida financeira pelo celular. Paga boletos, acompanha investimentos e opera renda fixa e ações pelo aplicativo do banco.

O Pix, diz, mudou completamente sua rotina. “Foi uma salvação. Antigamente você recebia cheque, tinha compensação, cheque sem fundo. Hoje resolve tudo na hora.” A relação com os bancos também mudou. O gerente, que antes centralizava as decisões financeiras, perdeu espaço para os aplicativos e para o acesso direto à informação.

“Gerente de investimento é bom para o gerente, não para você”, afirma, rindo. “No aplicativo você consegue comparar, olhar melhor, pesquisar. Se a pessoa não tiver informação, dança bonitinho.”
Golpes bancários são a principal preocupação dos idosos

O mesmo aconteceu com Eurides de Oliveira, de 83 anos, servidor federal aposentado. Assim como Paulo, ele afirma ter conseguido atravessar a revolução digital graças ao apoio dos filhos — um deles ligado à computação e outro ao design gráfico e às ferramentas de inteligência artificial. “Isso ajudou muito”, diz.

Hoje, Oliveira vê muita praticidade no celular: Pix, transações bancárias, pagamentos e conversas no WhatsApp fazem parte da rotina. Com as novas ferramentas, já não depende de atendimento presencial para resolver a maior parte das tarefas financeiras.

Ainda assim, preserva uma relação afetiva com o banco, construída muito antes da era dos aplicativos. Cliente do Banco do Brasil há décadas, mantém amizade até hoje com o mesmo gerente que o atende há mais de 30 anos.

A conexão pessoal sobreviveu à digitalização acelerada do sistema bancário. Redes sociais, porém, ficaram de fora da rotina. “Não me acostumei”, resume.

A maior preocupação dele são os golpes digitais. “Hoje em dia está tudo muito bem feito. Tem que prestar atenção em tudo”, afirma. “Se desconfio de algo, nem clico.”

O receio não é exagero. Pesquisa da Silverguard apontou que idosos registram os maiores prejuízos médios em golpes digitais no Brasil, com perdas superiores a R$ 4,8 mil por vítima.

Especialistas afirmam que pessoas mais velhas se tornaram alvo preferencial de criminosos por já terem acumulado patrimônio. Também costumam demonstrar maior confiança em contatos telefônicos e mensagens, sobretudo com o avanço da inteligência artificial e das fraudes que simulam vozes, rostos e conversas reais.

Aprender para não ficar para trás

Para Waldemar Santos Guimarães, engenheiro de recursos hídricos aposentado, a adaptação digital foi quase uma continuação natural da vida profissional. Aos 81 anos, ele diz não se sentir velho — e atribui parte disso à disposição para continuar aprendendo.

Depois de trabalhar durante anos com projetos e capacitação técnica, ele vê semelhanças entre a revolução digital atual e outras transformações tecnológicas que acompanhou ao longo da carreira.

Hoje, usa Pix regularmente e quase não frequenta mais agências bancárias. Apesar disso, ainda valoriza o contato presencial com os gerentes. “Às vezes vou lá conversar, entender alguma operação.”

Para Guimarães, a tecnologia trouxe praticidade, mas não eliminou completamente a necessidade de relações humanas — especialmente para uma geração acostumada ao atendimento “olho no olho”.

Nesse sentido, faz ressalvas à mudança do próprio conceito de trabalho promovida pela digitalização. “Hoje muita gente trabalha de casa, mas o espírito de equipe continua importante”, afirma.

Em comum, as histórias traduzem a percepção de que resistir à tecnologia deixou de ser uma opção. A geração criada entre cheques, carnês e cadernetas bancárias acabou obrigada a aprender, em poucas décadas, a viver em um mundo de QR Code, biometria facial e autenticação por aplicativo — e, apesar das dificuldades, conseguiu fazer a travessia. “Quem não se atualiza e não evolui fica para trás”, resume o aposentado.

Fonte: Gazeta do Povo

EDITAL DE CONVOCAÇÃO PARA ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA DA AGEBB

Publicado em: 27/05/2026

Prezado(a) Associado(a):

O presidente da AGEBB – Associação dos Gerentes do Banco do Brasil, Senhor Adriano Domingos, no uso de suas atribuições legais e estatutárias e atendendo ao que determina o artigo 14 e seus parágrafos, 15 e 17 do Estatuto Social, convoca a todos(as) os(as) associados(as) regulares com suas obrigações na associação, para a Assembleia Geral Ordinária, que se realizará no dia 27 de Junho de 2026 (sábado) nas dependências do Vivendas Hotel Rio Claro- Avenida 1, 1030- Centro- Rio Claro- SP, às 09:00 horas em primeira convocação, com quórum estatutário ou às 09:30 horas em segunda convocação com o número de associados presentes.

Pauta:

I – Prestação e Aprovação das contas do Ano 2025

II- Assuntos Diversos 

São Paulo, 27 de maio de 2026

Adriano Domingos

Presidente

Lucro do BB cai 53,5% no 1º tri com impacto agro e banco faz nova revisão de guidance

Publicado em: 14/05/2026

O Banco do Brasil (BBAS3) registrou lucro líquido recorrente de R$ 3,43 bilhões no primeiro trimestre deste ano, queda de 53,5% na comparação anual e baixa de 40,2% frente ao último trimestre, em um resultado ainda fortemente impactado pela turbulência no agronegócio.

Apesar da queda, o resultado ficou em linha com as estimativas de analistas compiladas pela Bloomberg, que estimavam um saldo de R$ 3,46 bilhões na última linha do balanço.

Em nota, a CEO Tarciana Medeiros reconheceu um ambiente mais desafiador para o crédito este ano, “com maior pressão especialmente na carteira de agronegócios”.

“Entre as medidas para enfrentar o ciclo de agravamento da inadimplência do agronegócio, ampliamos e evoluímos no uso de garantias por alienação fiduciária e revisamos as esteiras de cobranças. Nos primeiros meses de 2026, já dobramos o número de judicializações realizadas durante todo o ano passado. Isso reflete o nosso direcionamento de buscar a recuperação dos nossos ativos”, afirmou a CEO.

O banco estatal é líder no crédito ao agronegócio e tem um terço de sua carteira destinada ao setor. Os efeitos do endividamento e de uma alta no volume de recuperações judiciais no segmento vem impactando os negócios do BB desde o terceiro trimestre de 2024, com efeito mais pronunciado ao longo do último ano, marcado por duas revisões de projeções diante da piora dos números.

Junto com o resultado, o banco divulgou na noite desta quarta-feira (13) uma nova revisão de guidance – a terceira desde o início da crise e a primeira de 2026.

Foram revisadas as projeções para custo do crédito, margem financeira bruta e lucro líquido ajustado, a partir da reavaliação do cenário, “em especial a continuidade da dinâmica agravada do risco no agronegócio, das incertezas decorrentes do contexto geopolítico e seus reflexos nos indicadores macroeconômicos”, afirmou o banco em nota.

O BB agora projeta lucro líquido ajustado entre R$ 18 bilhões e R$ 22 bilhões, abaixo do piso da faixa anterior, que ia de R$ 22 bilhões a R$ 26 bilhões.

O custo de crédito passou para o intervalo entre R$ 65 bilhões e R$ 70 bilhões, vindo de uma faixa entre R$ 53 bilhões e R$ 58 bilhões. Já a margem financeira bruta, que ficaria entre 4% e 7%, subiu para o intervalo entre 7% e 11%.

BB no 1º tri

O retorno sobre o patrimônio líquido médio (ROAE), principal indicador de rentabilidade do banco, caiu para 7,3% dos 16,7% registrados no mesmo período do ano passado. Na comparação trimestral, a queda foi de 5,1 pontos percentuais.

A margem financeira alcançou R$ 27,42 bilhões, ganho de 14,8% na comparação anual e leve queda de 1,3% em três meses.

A carteira de crédito expandida somou R$ 1,306 trilhão no período, alta de 2,2% em 12 meses e de 0,7% frente ao terceiro trimestre.

Em inadimplência, o índice de atrasos acima de 90 dias avançou de 3,63% em março do ano passado para 5,05% no fechamento do primeiro trimestre de 2026. Na comparação trimestral, o indicador teve leve queda de 0,12 ponto percentual.

Fonte: Bloomberg Línea

Banco do Brasil aposta em pessoa física para melhorar rentabilidade, com agro ainda pressionado

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O Banco do Brasil aposta no crédito à pessoa física para melhorar a rentabilidade, principalmente nos segmentos de alta renda e no crédito consignado, enquanto ainda enxerga um cenário pressionado para a carteira do agronegócio.

“Nossa estratégia de crescimento em pessoa física é a melhor forma que temos para melhorar a rentabilidade do banco, fazer mais retorno. O cuidado que temos que ter aqui é focar naquelas operações de risco/retorno mais ajustado”, afirmou o vice-presidente de gestão financeira do BB, Geovanne Tobias, em teleconferência com analistas nesta quinta-feira, 14 de maio, após divulgação do balanço na véspera, com queda de mais de 50% no lucro e recuo do retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) para 7,3%.

Ele destacou que o crédito consignado privado é um vetor de forte crescimento, enquanto em cartão de crédito apontou que o foco deve ficar na alta renda. “Nós reduzimos muito o apetite (no segmento de cartões) para as pessoas físicas de menor renda, em que o risco está muito mais agravado”, afirmou, ponderando, contudo, que o Novo Desenrola traz expectativa de melhora na adimplência.

No primeiro trimestre, a carteira de crédito expandida pessoa física cresceu 1,4% no trimestre e 7,7% em 12 meses, para R$361,8 bilhões, enquanto a inadimplência acima de 90 dias ficou em 6,82%, de 5,10% um ano antes e 6,56% em dezembro de 2025.

Tal aposta vem mesmo com a visão de cenário para as pessoas físicas, em função do endividamento das famílias, mais desafiador, com perspectiva de uma piora na inadimplência no segmento.

De acordo com o vice-presidente de controles internos e gestão de risco do BB, Felipe Prince, esse cenário mais desafiador está principalmente no cheque especial, no cartão de crédito, no crédito não consignado. “Nós estamos atuando para que essas linhas sejam canalizadas aos nossos clientes de mais alto valor, onde ele tem mais resiliência para enfrentar esse ciclo e naturalmente maior capacidade de pagamento para avançar com essas linhas”, afirmou a jornalistas também nesta quinta-feira.

“Por outro lado, nós estamos muito tracionados no crédito consignado,… temos quase 25% do crédito consignado público, estamos fortemente tracionados para poder continuar liderando essa linha e, paralelamente, muito forte na atuação do ‘Crédito ao Trabalhador…uma linha que nos traz um retorno ajustado ao risco bastante favorável”, acrescentou.

Ainda assim, de acordo com Prince, dado o cenário macro mais desafiador e o efeito de contaminação dos clientes produtores rurais, que também são clientes nas linhas de pessoa física, os modelos indicam uma piora no desempenho da carteira de pessoa física, principalmente puxada pelo segmento de cartões — que, no primeiro trimestre, registrou um índice de inadimplência de 7,12%. Mas ele reforçou que o portfólio está adequadamente provisionado, buscando antecipar ao risco que o banco enxerga à frente.

“Nós nos antecipamos, fizemos o reforço perto de R$2 bilhões para essa carteira especificamente”, acrescentou Tobias.

AGRO

Para a carteira de crédito rural, porém, a perspectiva é de que continue pressionada, com alguma melhora em índices de inadimplência esperada somente a partir do segundo semestre.

De acordo com os executivos do banco, a pontualização em abril, quando os vencimentos começam a se materializar de uma forma mais forte, veio aquém do alvo que o banco tinha. Trata-se de um indicador do banco usado para medir a porcentagem de clientes e operações de crédito rural que estão com os pagamentos em dia.

Eles ressaltaram que isso não significa necessariamente que irá refletir na inadimplência, uma vez que o pagamento pode ocorrer nos dias seguintes. “Mas ela indica um comportamento do cliente”, ressaltou Prince, acrescentando que essa percepção foi um dos principais motes para a revisão para cima na previsão do banco para custo do crédito no ano.

O vice-presidente de agronegócio e agricultura familiar, Gilson Bittencourt, destacou que no mês de abril cerca de um quarto da carteira de agro era concedida a partir da nova matriz de resiliência que o BB começou a operar a partir de julho do ano passado. Assim, durante os próximos meses, o BB ainda tem um peso importante dos créditos concedidos antes desse novo formato.

“Somente a partir de setembro vamos ter um percentual superior a 50% dos vencimentos no mês já com a nova metodologia… Ainda vamos ver durante os próximos meses algum nível de inadimplência, porque estamos olhando ainda para uma carteira passada. A nossa expectativa é que essa adimplência vá melhorando ao longo dos próximos meses”, citou, não descartando efeitos ainda em 2027, mas com esses financiamentos cada vez com um peso menor sobre o total de vencimentos à frente.

“Isso nos dá uma esperança muito grande de que a adimplência volte aos patamares históricos”, afirmou, ressaltando que a produção agropecuária do Brasil continua forte e que o problema está centralizado mais em algumas atividades e principalmente por programas de fluxo de pagamento, mas não por receita que a atividade tem gerado.

De acordo com Prince, o risco de crédito total do banco deve cair um pouco no segundo trimestre, mas o risco de crédito do agro cresce.

De acordo com Bittencourt, o BB busca manter uma carteira de crédito rural na casa de R$405 bilhões, R$410 bilhões.

CAPITAL

Os executivos do banco destacaram que o BB mantém a perspectiva de capital ao redor de 11% durante 2026, incluindo efeitos regulatórios, apoiado pela MP 1.314 e pela geração orgânica de capital, compensando o crescimento dos ativos ponderados pelo risco (RWA). “A melhor estimativa que temos é que rodaremos entre 11% e 11,5% até o final do ano”, afirmou Prince. No primeiro trimestre, o índice de capital principal do banco ficou em 11,59%.

Em relação a discussões dentro do banco envolvendo monetização de ativos do conglomerado do BB, Tobias disse na teleconferência com analistas que o foco deste ano é crescer negócios e o crescer negócios não está limitado ao banking, mas também a todo esse “nosso sistema solar”.

“Eu falei da seguridade, falei da nossa asset, falei do nosso consórcio, tem todo o nosso negócio de meios de pagamento. De fato, quando estávamos olhando lá atrás, eventualmente possíveis medidas para estabilizar o nosso nível de capital, temos, sem dúvida alguma, inúmeras possibilidades para destravar valor. Mas, no momento, não vislumbramos isso, muito pelo contrário, porque elas são peças fundamentais para nos ajudar a passar por esse ciclo mais agravado de crédito”, afirmou o executivo.

“Nós não temos no curto prazo nenhuma expectativa de olhar essas empresas como um potencial de destravamento de valor, desacoplando-as desse sistema solar. Nós precisamos delas sim na órbita do nosso conglomerado. A nossa estratégia é uma estratégia de conglomerado porque ela retroalimenta a geração de negócios e ajuda na principalidade dos nossos clientes.”

Na entrevista a jornalistas, Tobias também citou que o ROE do primeiro trimestre ficou aquém daquilo que BB pode entregar e é muito fruto desse agravamento do risco, principalmente na carteira rural, mas também um pouco, agora, da posição prudencial do banco na carteira de pessoas físicas. Citando o guidance para 2026, ele destacou que embute uma perspectiva de melhoria da rentabilidade, “provavelmente entregando ROE entre 9 a 11%”.

Os executivos do BB reiteraram o payout de 30%, enquanto descartaram a possibilidade de dividendos extraordinários. “Está totalmente descartada essa possibilidade”, afirmou Tobias.

Na bolsa paulista, as ações chegaram a cair quase 5% no pior momento, mas reverteram as perdas e avançavam 1,4% por volta de 14h10, enquanto o Ibovespa tinha alta de 1,3%.

Fonte: Notícias Agrícolas

BB defende avanço em consignado e alta renda para recuperar rentabilidade

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O Banco do Brasil (BBAS3) encerrou o primeiro trimestre de 2026 com retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) em 7,3% – sua rentabilidade mais baixa em uma década, acima apenas dos 6,5% apurados no segundo trimestre de 2016.

Para sair das mínimas e buscar a retomada do indicador, o BB pretende avançar no crédito pelas linhas de maior spread enquanto o agronegócio – principal fonte da pressão para o balanço – ainda não se normaliza.

“Seguimos tracionados na pessoa física como uma estratégia para equilibrar o portfólio do banco, principalmente em momentos onde as outras carteiras, como a do agro, não performam tão bem”, afirmou o CFO Geovanne Tobias, a jornalistas nesta quinta-feira (14).

“[Assim] entregamos rapidamente uma volta a uma rentabilidade em patamares mais elevados”, disse.

A expectativa do banco é alcançar um ROE entre 9% e 11% ao final de 2026 – ainda abaixo do patamar de 20% conquistado antes da crise do agro, mas já em trajetória de retorno aos dois dígitos.

A queda da rentabilidade no trimestre acompanhou a pressão do agro sobre o custo de crédito do banco, que avançou 85,8% em relação ao mesmo período do ano anterior, chegando a R$ 18,9 bilhões no trimestre.

O saldo foi reflexo do aumento de provisões na carteira rural e da inadimplência persistentemente acima do que o banco havia projetado.

Em que áreas o BB pretende crescer

O crescimento em pessoa física está concentrado em dois eixos. O primeiro é o crédito consignado, no qual o BB já detém quase 25% do mercado público e mira 20% do privado. E o segundo envolve cartões e produtos para alta renda, público mais resiliente diante do ciclo econômico mais desafiador.

Os executivos destacaram a evolução do crédito ao trabalhador, linha de consignado privado para quem tem carteira assinada, para projetar a velocidade da expansão.

O Banco do Brasil saiu de 100 mil clientes atendidos no segmento no início de 2025 para 1,2 milhão este ano, com R$ 18 bilhões desembolsados.

Tobias reforçou ainda que o BB não pretende repetir o modelo de crescimento acelerado e indiscriminado do pós-pandemia, quando a expansão do crédito gerou ondas posteriores de inadimplência em todo o setor bancário. O CFO disse que vão evitar o chamado crescimento em ‘mar aberto’, buscando clientes não-correntistas.

Ainda na pessoa física, o banco enfrenta outro desafio: a “contaminação” dos portfólios por conta do agronegócio.

Produtores rurais que mantêm outras operações no banco, como cartão de crédito e crédito pessoal, passaram a atrasar também nessas linhas quando o fluxo de caixa apertou.

O BB identificou esse movimento e, de forma preventiva, reforçou as provisões sobre esse portfólio antes de os atrasos materializarem a inadimplência acima de 90 dias.

A inadimplência de pessoas físicas encerrou março em 6,82%, ante 5,10% um ano antes. O banco projeta que o segundo trimestre será o período de maior pressão nesse segmento, com concentração nas linhas de cartão de crédito e crédito pessoal.

A partir do terceiro trimestre, a expectativa é de normalização progressiva. O movimento pode ser acelerado, segundo Tobias, a depender dos frutos do novo programa Desenrola do Governo Federal, que deve estimular as renegociações e alongamento de dívidas entre os clientes mais apertados.

Nova revisão de guidance

Enquanto o crescimento não estabiliza os números do BB, o banco voltou a revisar suas projeções. O novo guidance de lucro líquido ajustado para 2026 passou para o intervalo de R$ 18 bilhões a R$ 22 bilhões — abaixo do piso da faixa anterior, que ia de R$ 22 bilhões a R$ 26 bilhões. Na prática, o teto do novo intervalo é igual ao piso do antigo.

O custo de crédito também foi revisado para cima, para R$ 65 bilhões a R$ 70 bilhões, vindo de uma faixa entre R$ 53 bilhões e R$ 58 bilhões.

A revisão no guidance já contempla também o desafio do BB em pontualização (indicador de pagamento em dia) no setor agro. Embora não seja ainda um indicador de inadimplência, a pontualização sinaliza um estresse no comportamento do setor.

Também inclui a mudança no cenário macroeconômico diante da guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã no Oriente Médio. “Não gostaríamos de estar revisando esse guidance agora, mas o mundo em que montamos o guidance anterior é completamente diferente do que temos hoje”, afirmou Tobias.

Para os próximos meses, a expectativa é que o agro ainda pressione os resultados, já que boa parte dos vencimentos deste ano ainda pertence ao portfólio originado antes da adoção de novas medidas de recuperação de crédito – iniciativa que veio a partir de julho de 2025. Apenas a partir de setembro mais de 50% dos vencimentos mensais serão de operações mais recentes, com critérios mais rigorosos de concessão.

Fonte: Bloomberg Línea

Banco do Brasil fecha a torneira: dividendos extras estão “totalmente descartados” em 2026, diz diretor

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Em meio à piora do cenário de crédito na largada de 2026, a diretoria do Banco do Brasil (BBAS3) decidiu antecipar a mensagem mais sensível para o investidor: não haverá espaço para dividendos extraordinários neste ano.

“Está totalmente descartado”, afirmou o vice-presidente de Gestão Financeira e Relações com Investidores, Geovanne Tobias, durante coletiva com jornalistas nesta quinta-feira (14 de maio).

A sinalização veio direto da diretoria durante a conferência de resultados do primeiro trimestre, em um momento em que o banco já lida com pressão crescente sobre a qualidade dos ativos, especialmente no agronegócio.

Além disso, a decisão também ocorre na esteira de uma revisão nas projeções (guidance) do BB para 2026, motivada por uma deterioração no cenário de crédito e um aumento nos riscos previstos.

Mais do que buscar acelerar a remuneração ao acionista nos próximos meses, a prioridade do Banco do Brasil agora é preservar capital e atravessar um ciclo de maior pressão com mais cautela.

O peso do agronegócio nos resultados do Banco do Brasil

Segundo o vice-presidente de agronegócio, Gilson Bittencourt, o fluxo de pagamentos do setor de agronegócio em abril veio pior do que o esperado — um sinal relevante em um momento em que o mercado já monitora de perto a qualidade do crédito rural.

Embora a produção e produtividade brasileiras continuem em níveis recordes, o banco enfrenta problemas pontuais de liquidez em algumas atividades específicas, o que tem afetado a pontualidade dos pagamentos, segundo a administração do BB.

Esse descompasso entre produção forte e caixa mais apertado ajuda a explicar por que a inadimplência segue pressionada, mesmo em um setor que, historicamente, funciona como pilar da carteira do banco.

Além disso, o cenário climático adiciona mais uma camada de incerteza. Os efeitos do El Niño continuam no radar, com impactos distintos entre regiões e dificuldade maior de previsibilidade para os próximos meses.

Diante desse ambiente mais instável, o banco já começou a ajustar suas engrenagens internas.

O vice-presidente de controles internos e gestão de risco, Felipe Prince, destacou que o BB revisou suas estimativas de perda esperada — movimento que se traduziu em reforço de provisões e revisão do custo de crédito projetado para o ano.

Quando o agro transborda para a pessoa física

A deterioração do fluxo de caixa no agronegócio já começa a transbordar para outra ponta da carteira do Banco do Brasil: a pessoa física.

Como muitos produtores concentram seu relacionamento financeiro no Banco do Brasil, o aperto no campo acaba contaminando outras linhas de crédito dos mesmos clientes — elevando o risco também fora do segmento rural.

Para lidar com esse cenário, o BB vem acelerando a implementação de uma nova metodologia de concessão de crédito. O objetivo é elevar o nível de exigência, priorizar garantias mais robustas e tornar a originação mais seletiva.

Por enquanto, cerca de 25% da carteira agro já está enquadrada nesse novo modelo. A expectativa é que, até setembro, mais de 50% dos vencimentos mensais passem a seguir essas diretrizes.

A aposta da administração é que esse ajuste comece a aparecer de forma mais clara nos indicadores de inadimplência ao longo do segundo semestre, ainda que de maneira gradual.
O contra-ataque do Banco do Brasil no crédito

Enquanto recalibra o risco em algumas frentes de crédito, o banco também busca reequilibrar o portfólio por outro caminho: aumentando a exposição a linhas consideradas mais previsíveis e rentáveis.

O principal destaque é o crédito consignado privado. Em menos de um ano, o Banco do Brasil já desembolsou cerca de R$ 18 bilhões nessa modalidade, alcançando 1,2 milhão de clientes.

O objetivo do BB é atingir cerca de 20% de participação de mercado, patamar similar ao que já detém no consignado do setor público.

A estratégia é ganhar tração em produtos com garantias mais sólidas e spreads mais atrativos, compensando a menor performance de carteiras mais sensíveis ao ciclo econômico.

“A gente segue tracionado na pessoa física… para equilibrar o portfólio do banco, principalmente em momentos em que outras carteiras, como a do agro, não performam tão bem”, afirmou Prince.

Fonte: Seu Dinheiro

BB anuncia mais R$ 465 milhões em JCP após balanço fraco do 1T26

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A noite dos acionistas do Banco do Brasil (BBAS3) trouxe sinais mistos nesta quarta-feira (13 de maio). O balanço do 1T26 deixou um gosto amargo, com tombo no lucro, rentabilidade sob pressão e um guidance (projeção) mais fraco para 2026. Ainda assim, o BB não quis deixar os acionistas saírem de mãos vazias.

Em meio ao resultado mais pressionado, o BB anunciou o pagamento de R$ 465,7 milhões em juros sobre o capital próprio (JCP).

Os proventos complementares correspondem a cerca de R$ 0,08157 por ação BBAS3. Os JCP estão sujeitos à mordida do Leão, com retenção de 15% de imposto de renda na fonte.

Vale lembrar que a nova distribuição se soma aos R$ 400 milhões já antecipados aos acionistas em meados de março, reforçando a estratégia do banco de manter uma remuneração consistente mesmo diante de um ciclo difícil para lucro e rentabilidade.

Para ter direito à remuneração, é necessário possuir ações do Banco do Brasil até o fim do pregão do dia 1º de junho.

A partir do dia seguinte, os papéis passam a ser negociados “ex-direitos” e tendem a sofrer ajustes na cotação.

Ou seja, o investidor pode optar por adquirir ações do BB até a data de corte e ter direito aos dividendos, ou esperar pelo dia 02 de junho e comprar os papéis por um preço inferior, mas sem poder receber os JCP.

Já o pagamento deve cair na conta dos acionistas em 11 de junho. O Banco do Brasil encerrou o primeiro trimestre de 2026 com lucro líquido recorrente de R$ 3,43 bilhões, tombo de 53,5% em relação ao mesmo período de 2025 e de 40,2% frente ao trimestre passado.

Do lado da rentabilidade, o retorno sobre o patrimônio líquido médio (ROAE) ficou em 7,3%, dentro das expectativas do mercado. A cifra representa uma queda de 9,4 pontos percentuais (p.p) na comparação anual e de 5,1 p.p frente ao trimestre anterior.

Fonte: Seu Dinheiro

Banco do Brasil joga a toalha para dividendos extraordinários

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A piora do cenário fez o Banco do Brasil (BBAS3) descartar completamente o pagamento de dividendos extraordinários, disse o CFO do banco, Giovanne Tobias em coletiva com jornalistas. A possibilidade foi levantada no terceiro trimestre de 2025.

Na ocasião, Tobias havia afirmado que só teria clareza desse pagamento ao final de 2026. Porém, a situação, hoje, é pior que o esperado. Na noite da última quarta-feira, o banco divulgou lucro de R$ 3,4 bilhões, queda de 52%. Mais do que isso, cortou o guidance (projeções) para ano.

A principal mudança diz respeito ao lucro. Se antes o banco projetava lucrar de R$ 22 bilhões a R$ 26 bilhões, agora tem como meta o lucro de R$ 18 a R$ 22 bilhões. Ou seja, o teto virou piso.

O custo de capital disparou: saiu da faixa de R$ 53 bi a R$ 58 bi para R$ 65 bi a R$ 70 bi. Por outro lado, a margem financeira subiu de 4% a 8% para 7% a 11%.

Entre analistas, a previsão era de que o BB teria um primeiro trimestre tão fraco que corria o risco de não conseguir atingir seu guidance (projeções), o que, de fato, aconteceu.

Para o analista da Levante, Flavio Conte, supondo um lucro líquido de R$ 18 bi em 2026 e um payout de 30%, o banco distribuiria R$ 5,4 bi, equivalente a R$ 0,9422, a ser pago durante 2026. O dividend yield seria de 4,5% em relação a cotação de fechamento de R$ 20,76.

Banco do Brasil: foco na pessoa física

Uma das apostas do Banco do Brasil para mudar o jogo é para melhorar a rentabilidade, principalmente nos segmentos de alta renda e no crédito consignado. Apesar disso, o agro ainda continua pressionado.

“Nossa estratégia de crescimento em pessoa física é a melhor forma que temos para melhorar a rentabilidade do banco, fazer mais retorno. O cuidado que temos que ter aqui é focar naquelas operações de risco/retorno mais ajustado”, afirmou o vice-presidente de gestão financeira do BB.

Ele destacou que o crédito consignado privado é um vetor de forte crescimento, enquanto em cartão de crédito apontou que o foco deve ficar na alta renda.

“Nós reduzimos muito o apetite (no segmento de cartões) para as pessoas físicas de menor renda, onde o risco está muito mais agravado”, afirmou, ponderando, contudo, que o Novo Desenrola traz expectativa de melhora na adimplência.

Segundo o banco, o cenário para pessoas físicas está mais desafiador, principalmente em função do elevado endividamento das famílias.

Esse contexto impacta especialmente os portfólios não garantidos, como cheque especial, cartão de crédito — que representa uma carteira relevante para o banco — e o crédito pessoal não consignado.

Por outro lado, o BB aposta forte no crédito consignado, o que inclui o privado e público. Atualmente, o banco é líder nesse segmento, com quase 25% de participação.

“Estamos fortemente empenhados em manter essa liderança e, paralelamente, avançamos de forma bastante relevante no crédito ao trabalhador”.

Até o momento, o banco já desembolsou cerca de R$ 18 bilhões na nova modalide, beneficiando aproximadamente 1,2 milhão de clientes e trabalhadores. “Trata-se de uma linha que oferece um retorno ajustado ao risco bastante favorável”.

Agro ainda ruim

O vice-presidente de agronegócio, Gilson Bittencourt, destacou que o abril continua um mês ruim para a inadimplência do segmento, o que pode sinalizar um segundo trimestre ainda fraco.

Desde o ano passado, porém, o BB adota medidas para diminuir esses calotes, como maior seletividade e o uso de garantias para os empréstimos: um quarto da carteira já é composto por créditos concedidos a partir da nova matriz de residência, que começou a ser operado em julho do ano passado.

“Nossa expectativa é que a adimplência melhore gradualmente ao longo dos próximos meses”.

Ainda há algum impacto daqui para frente? Para ele, certamente, até porque, explica, existem operações de investimento contratadas há um, dois ou até três anos, que continuarão afetando os resultados.

“No entanto, esses contratos terão um peso cada vez menor sobre o total de vencimentos futuros”.

Fonte: Money Times

BB amplia ‘BB, Sou Eu!’ para clientes PJ e fortalece segurança com cartão

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O Banco do Brasil anunciou na sexta-feira, 8 de maio, a ampliação do BB, Sou Eu!, solução de autenticação que agora passa a atender também transações com cartões de clientes Pessoa Jurídica (PJ) no App BB. A iniciativa reforça o compromisso da instituição com inovação, segurança e melhoria contínua da experiência dos clientes.

Com a expansão, as empresas passam a contar com um processo mais ágil e eficiente para validação de transações. Sempre que uma operação apresentar indício de risco, o cliente é notificado em tempo real e pode confirmar, de forma simples no próprio aplicativo, se reconhece a compra, reduzindo novas recusas indevidas e garantindo maior fluidez no uso do cartão.

Para utilizar a solução, o cliente PJ precisa apenas ter o App BB instalado, chave J e senha de acesso ao App BB, o que possibilita uma jornada totalmente digital e prática. “A funcionalidade traz para o público PJ a mesma experiência já consolidada junto aos clientes PF, com interações rápidas e autonomia na tomada de decisão. A expansão fortalece a estratégia do Banco do Brasil de oferecer soluções digitais integradas, alinhadas às tendências do mercado financeiro e às necessidades dos clientes”, afirma Bárbara Freitas, diretora de Soluções em Meios de Pagamento do BB.

Sobre o ‘BB, Sou Eu!’

O ‘BB, Sou Eu!’ é uma solução de autenticação que informa o cliente, em tempo real, sobre situações de suspeita de fraude. Lançada em julho de 2025 para clientes PF, a solução permite, de forma simples e ágil, confirmar a autenticidade de uma compra, contribuindo para uma experiência de pagamento mais segura e sem interrupções.

Com a ampliação para clientes Pessoa Jurídica (PJ), a solução se torna ainda mais completa, oferecendo uma jornada 100% digital, simples, rápida e intuitiva, com mais autonomia e controle sobre as transações.

A iniciativa consolida o BB, Sou Eu! como uma ferramenta estratégica na evolução da experiência do cliente, combinando segurança, praticidade e inovação para pessoas físicas e jurídicas.

Fonte: Banco do Brasil

BB, Secretaria do Tesouro e B3 lançam Tesouro Reserva com operação 24h

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No dia 11 de maio, a Secretaria do Tesouro Nacional, a B3 e o Banco do Brasil lançaram oficialmente o Tesouro Reserva, novo título do Programa Tesouro Direto. O produto terá rendimento indexado à taxa básica de juros (Selic) e poderá ser negociado em qualquer hora, todos os dias da semana, ou seja, 24×7.

Ao contrário do Tesouro Selic, o Tesouro Reserva não terá marcação a mercado, eliminando o risco de oscilações no valor do investimento em momentos de maior volatilidade do mercado financeiro. O título inicialmente ficará disponível para a base de 80 milhões de correntistas do Banco do Brasil, instituição financeira parceira neste projeto. Outras instituições estão em fase de testes e devem ofertar o papel em breve.

O Tesouro Reserva foi criado para quem quer montar uma reserva de emergência de forma simples e segura. Alinhado ao objetivo do Tesouro Direto, o novo título visa atrair pessoas para iniciar a jornada de investimentos, fomentando a educação financeira de milhões de brasileiros, assim como outras iniciativas da Secretaria do Tesouro Nacional em parceria com a B3, a bolsa do Brasil, como a OLITEF (Olimpíada do Tesouro Direto de Educação Financeira).

“O Tesouro Reserva nasce para atender uma demanda concreta da população: a necessidade de guardar dinheiro com segurança, simplicidade e acesso imediato. Com a operação 24 horas por dia, sete dias por semana, eliminamos barreiras de horário e aproximamos o investimento público da rotina das pessoas. É um título pensado para quem quer começar a investir, formar uma reserva de emergência e ter previsibilidade, sem sustos no momento do resgate”, explica Daniel Leal, secretário do Tesouro Nacional.

O Tesouro Reserva tem rendimento a partir do primeiro dia útil após a aplicação. O valor mínimo para começar a investir é de R$ 1, com limite de até R$ 500 mil por investidor ao mês, sem restrição para resgates.

A B3 é responsável pela infraestrutura que viabiliza a operação dos títulos do Tesouro. Para o diretor de Relacionamento com Clientes e Pessoa Física da bolsa, Felipe Paiva, o novo produto cumpre um papel importante na democratização do mercado financeiro do país.

“Temos estudado formatos distintos para promover em escala a atração e formação de novos investidores digitais no Brasil. Com o Tesouro Reserva, a pessoa pode aplicar valores a partir de R$ 1, acompanhar o rendimento e resgatar quando quiser, 24×7. Tudo feito de forma simples. Isso reforça uma questão importante de finanças comportamentais: quando a pessoa detém um investimento, aumenta seu interesse na jornada de educação financeira”, afirma.

O Banco do Brasil é um parceiro histórico do Tesouro Direto, desde o lançamento do programa, em 2002. Na avaliação de Francisco Lassalvia, vice-presidente de Negócios de Atacado do BB, “ser a primeira instituição a distribuir o novo título reforça nossa expertise e vanguarda, tanto em tecnologia quanto em investimentos. Fomentar a cultura de investimentos e a educação financeira é uma forma poderosa de apoiar o desenvolvimento da economia do nosso país e promover a autonomia dos cidadãos”.

Os investimentos e resgates do Tesouro Reserva são realizados por meio do app Investimentos BB, utilizando transação via Pix, o que simplifica o processo.

Tributação

O Tesouro Reserva segue as mesmas regras dos demais títulos do Tesouro Direto. Há incidência de Imposto de Renda (IR) apenas sobre os rendimentos, no momento do resgate ou do vencimento, com alíquotas regressivas: quanto mais tempo o investimento permanecer aplicado, menor o imposto.

Para aplicações resgatadas em até 30 dias, pode haver cobrança de IOF, que é também regressiva e zerada após esse período. A cobrança dos impostos é automática, feita pela instituição financeira, sem necessidade de qualquer pagamento adicional por parte do investidor.

Fonte: Banco do Brasil

BB Asset lança fundo de crédito privado com foco em sustentabilidade

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A BB Asset Management, líder da indústria de fundos do país, anunciou no dia 11 de maio o lançamento do BB Renda Fixa Crédito Privado ASG IS. O fundo visa investir em empresas comprometidas com boas práticas relacionadas aos temas Ambiental, Social e de Governança Corporativa (ASG), buscando retornos no médio e longo prazo.

Os recursos serão alocados em ativos de crédito privado criteriosamente selecionados, aliados a uma estratégia de engajamento junto às empresas investidas. Para atingir seu objetivo de investimento sustentável, o fundo investe em emissores que apresentem práticas consolidadas de sustentabilidade ou que atuem em setores que contribuam para a descarbonização da economia e/ou para o desenvolvimento da infraestrutura nacional.

Para Fabricio Reis, diretor comercial da BB Asset, como incumbente na indústria de fundos, a gestora tem o compromisso de liderar pelo exemplo e inovar continuamente. “Para priorizar emissores comprometidos com boas práticas ambientais, sociais e de governança, o BB Renda Fixa Crédito Privado ASG IS adota uma metodologia própria de avaliação ASG, que combina análises qualitativas e quantitativas. A partir de um framework interno, é obtido Rating ASG capaz de medir o desempenho e a maturidade das empresas em critérios como governança, ética, meio ambiente e questões sociais”.

O público-alvo abrange os investidores institucionais em um momento em que a Resolução PREVIC nº26, estabelece que as EFPCs devem julgar os aspectos relacionados à sustentabilidade econômica, ambiental, social e de governança de seus investimentos, disponibilizando dessa forma investimentos com aspectos sustentáveis para um público que necessita endereçar a temática.

O lançamento do BB Renda Fixa Crédito Privado ASG IS reforça o alinhamento da BB Asset à Agenda 30 do Banco do Brasil, que estabelece metas claras para impulsionar o desenvolvimento sustentável. Entre os compromissos assumidos está o objetivo de alcançar R$ 30 bilhões em investimentos sustentáveis até 2030, consolidando o papel da instituição como protagonista na integração de critérios ASG e na promoção de uma economia mais verde, inclusiva e responsável.

Confira as informações básicas do fundo:
Tícket de entrada: R$ 0,01
Classe Anbima: Renda Fixa Duração Livre Grau de Investimento
Tributação: longo prazo
Rentabilidade Alvo: CDI + 0,3%
Aplicação: D+0
Resgate: D+10/D+11
Taxa global de administração: 0,60% a.a.
Taxa de performance: 20% sobre o excesso do CDI
Público-alvo: PF, PJ, RPPS, EFPC e Seguradoras.

Sobre a BB Asset

A BB Asset é a gestora de fundos de investimento líder do Brasil, com patrimônio líquido de R$ 1,88 trilhão e um market share de 17,82%, conforme ranking Anbima de março de 2026. Seus produtos são distribuídos pelo Banco do Brasil, e nas principais plataformas de investimento. Sua excelência em gestão é atestada por duas renomadas agências de rating: Fitch e Moody´s.

Fonte: Banco do Brasil

Banco do Brasil reforça sua participação no Desenrola Rural

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Agricultores familiares já podem regularizar seus débitos no Banco do Brasil por meio do Desenrola Rural. Anunciada na última semana, a nova etapa do programa amplia as possibilidades de renegociação e liquidação de débitos até 20 de dezembro de 2026, com oferta de descontos, prazos estendidos para pagamento e outras medidas de apoio financeiro aos produtores rurais.

Criado em 2025, o Desenrola Rural já beneficiou mais de 500 mil agricultores familiares. Segundo o Governo Federal, mais de R$ 23 bilhões em dívidas foram renegociados e a expectativa é que a nova fase do programa alcance mais 800 mil produtores, superando 1,3 milhão de beneficiados.

A iniciativa também contribui para fortalecer as atividades e cadeias produtivas, garantindo segurança alimentar e a geração de emprego e renda no campo. Considerando a importância da medida, o Banco do Brasil, principal parceiro da agricultura familiar, está participando ativamente do programa, reforçando seu compromisso histórico com o desenvolvimento dos produtores.

Condições diferenciadas

Os produtores que fazem parte do público-alvo do programa terão acesso a condições especiais para quitação ou renegociação de dívidas:

  1. Condições diferenciadas para liquidação ou renegociação de dívidas junto ao Banco do Brasil, observada a Políticas de Crédito e Cobrança do BB;
  2. Descontos de até 80% para liquidação ou renegociação de operações com risco integral do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO), observados os saldos devedores das operações na data de liquidação;
  3. Descontos de até 70% para liquidação ou renegociação de débitos inscritos na Dívida Ativa da União (DAU);
  4. Crédito Instalação do Programa Nacional de Reforma Agrária – Incra (PNRA).

No Banco do Brasil, os clientes que possuam dívidas financeiras contabilizadas em prejuízo ou em atraso há mais de 180 dias, em operações contratadas com recursos e com risco integral do BB, deverão procurar os canais de atendimento do BB. Além da rede de agências, os produtores podem utilizar o app BB e o Internet Banking (www.bb.com.br/renegocie). Pelo WhatsApp BB, basta enviar uma mensagem com #renegocie para o número 61 4004 0001. Também é possível entrar em contato com a Central de Relacionamento pelos números 4004 0001 (Capitais) e 0800-729-0001 (demais regiões).

Clientes que possuam operações de Pronaf contratadas entre 1º/1/2012 e 31/12/2022 com recursos e risco integral do FCO, cujas parcelas tenham sido contabilizadas em prejuízo pelo Fundo até 05/05/2026 (data de publicação do Decreto nº 12.956), também poderão procurar o BB para liquidar ou renegociar as parcelas com descontos de até 80%, observados o somatório dos saldos devedores na data de liquidação.

Os agricultores familiares com dívidas inscritas na DAU deverão realizar a renegociação de seus débitos diretamente com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), por meio da plataforma Regularize. Já para as dívidas de Crédito Instalação do PNRA, os beneficiários deverão procurar diretamente o Incra para quitação dos débitos com desconto.

Acesso ao crédito

Além da regularização de dívidas, o Desenrola Rural tem como objetivo impulsionar a concessão de novos financiamentos nas linhas Pronaf A, A/C e B com recursos do Tesouro Nacional ou Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO), abrangendo os clientes com dívidas enquadráveis no Desenrola Rural ou aqueles que não possuam dívidas elegíveis, mas estejam inscritos nos cadastros privados de crédito, desde que o somatório dessas dívidas não ultrapasse R$ 20 mil.

Fonte: Banco do Brasil

BB oferece condições especiais para renegociação no Desenrola FIES

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O Banco do Brasil já disponibiliza as condições do Desenrola FIES, iniciativa do Governo Federal voltada à renegociação de dívidas de estudantes e egressos do ensino superior.

Com descontos que podem chegar a até 99% do valor total da dívida, o programa busca apoiar a recuperação financeira dos beneficiários e contribuir para a continuidade ou retomada de seus projetos educacionais e profissionais.

O Desenrola FIES permite a renegociação de contratos a partir de 13 de maio, beneficiando potencialmente mais de 808 mil estudantes com operações ativas no Banco do Brasil.

Para o vice-presidente de Negócios de Governo e Sustentabilidade Empresarial do Banco do Brasil, José Ricardo Sasseron, a iniciativa reforça o papel da instituição no apoio às políticas públicas de educação. “O Banco do Brasil tem um compromisso histórico com a educação e com o desenvolvimento do País. Ao viabilizar o Desenrola Fies, contribuímos diretamente para que milhares de estudantes regularizem sua situação financeira e possam retomar seus projetos de vida, com mais segurança e dignidade”.

Condições de renegociação

As condições se aplicam a financiamentos contratados até o segundo semestre de 2017 e que se encontravam em fase de amortização em 4 de maio de 2026.

Entre os principais benefícios estão:

Estudantes adimplentes

  • desconto de 12% sobre o valor total da dívida (incluindo o principal), para pagamento à vista.

Estudantes inadimplentes

  • débitos vencidos e não pagos até 90 dias em 4 de maio de 2026: desconto de 12% sobre o valor total da dívida (inclusive principal), para pagamento à vista;
  • débitos vencidos e não pagos entre 91 e 360 dias em 4 de maio de 2026: desconto de 100% sobre encargos (juros e multas) e de 12% sobre o valor principal para pagamento à vista; ou parcelamento em até 150 parcelas mensais e sucessivas, com desconto de 100% dos juros e multas, mantidas as demais condições do contrato;
  • débitos vencidos e não pagos por mais de 360 dias em 4 de maio de 2026 que estejam inscritos no CadÚnico: desconto de 92% sobre o valor total da dívida (inclusive principal), por meio da liquidação integral do saldo devedor, podendo ser parcelado em até 15 meses;
  • débitos vencidos e não pagos por mais de 5 anos em 4 de maio de 2026 que estejam inscritos no CadÚnico: desconto de 99% sobre o valor total da dívida (inclusive principal), por meio da liquidação integral do saldo devedor, podendo ser parcelado em até 15 meses;
  • débitos vencidos e não pagos por mais de 360 dias, em 4 de maio de 2026, que não se enquadrem na hipótese prevista nos dois itens anteriores: desconto de 77% sobre o valor total da dívida (inclusive principal), por meio da liquidação integral do saldo devedor, podendo ser parcelado em até 15 meses.

Acesso e canais de contratação

A renegociação pode ser realizada de forma simples e segura pelo App BB (Soluções de Dívidas > Central de Renegociações > FIES), ou alternativamente, se o estudante não tiver acesso ao App, em uma agência do Banco do Brasil. Os estudantes terão até 31 de dezembro de 2026 para aderir às condições especiais.

A atuação do Banco do Brasil no Desenrola FIES reafirma seu compromisso com a execução de políticas públicas de educação e com a ampliação de oportunidades para a população brasileira, contribuindo para a redução do endividamento e para a promoção do desenvolvimento social e econômico. Confira mais informações sobre o Novo Desenrola em bb.com.br/desenrola e sobre o FIES em bb.com.br/desenrolafies.

Cuidados contra fraudes

O BB reforça que qualquer contato para renegociação de dívidas deve ser feito pelos canais oficiais, com destaque para o WhatsApp oficial (61) 4004-0001. O Banco não solicita senhas, códigos de acesso, dados completos de cartões ou pagamentos antecipados por meio de mensagens, ligações ou redes sociais. Os clientes devem desconsiderar qualquer abordagem realizada por números diferentes, perfis não verificados ou mensagens com links suspeitos. Em caso de dúvida, a orientação é encerrar o contato e procurar diretamente os canais oficiais do Banco do Brasil, garantindo uma negociação segura, confiável e protegida.

Fonte: Banco do Brasil

BB tem novo diretor de Participações, Parcerias e Operações Societárias

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O Banco do Brasil comunicou ao mercado, na noite desta terça-feira, 12, a eleição de Gilmar Dalilo Cezar Wanderley para o cargo de diretor de Participações, Parcerias e Operações Societárias. O novo diretor ocupava anteriormente o cargo de gerente geral da Unidade de Participações e Parcerias Estratégicas, recentemente reestruturada em linha com a diretriz de fortalecimento da atuação do Banco na gestão estratégica de suas participações, no desenvolvimento de parcerias, sinergias intra‑conglomerado, no fomento de novos negócios e na geração de valor.

Gilmar é graduado em Ciências Econômicas, com especialização em Previdência Complementar e mestrado em Engenharia de Produção. Atua há mais de 22 anos no BB, com trajetória também na Previ, sendo responsável pelas atividades nas áreas de gestão de participações, renda variável, derivativos, alocação offshore, análise de empresas e operações de M&A.

Gilmar possui ainda experiência em conselhos de administração e fiscal, além de atuação em diretorias de empresas abertas e fechadas. Atualmente, é presidente do Conselho de Administração do BB-BI, conselheiro de administração da Livelo, diretor-presidente na Elopar e diretor do BB Marketplace.

Fonte: Banco do Brasil

Cassi apresenta aos associados o relatório 2025

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A Diretoria da CASSI apresentou aos associados, nesta terça-feira (12 de maio), o Relatório 2025, documento que reúne as principais ações da gestão ao longo do último ano, incluindo demonstrações contábeis e a análise econômico-financeira da Caixa de Assistência. A CASSI atende um total de 954.433 pessoas em todos os seus planos.

O relatório, amplamente detalhado durante a apresentação, está disponível aqui. Os associados podem participar da votação pela aprovação do documento entre 14 a 25 de maio pelo aplicativo da CASSI, pelo site da instituição, terminais de autoatendimento ou pelo SISBB.

O presidente da CASSI, Cláudio Said, fez a abertura da apresentação. O gestor destacou que o resultado de 2025 foi melhor que o de 2024, apesar das perspectivas de mercado; que a gestão continuará investindo em CliniCASSI, pois estas se pagam; e que as reservas livres (valores que a operadora de plano mantém além das reservas obrigatórias exigidas pela Agência Nacional de Saúde), previstas para se esgotarem em 2023, só serão esgotadas em outubro deste ano.

“Mesmo contra a expectativa do mercado, conseguimos resultado melhor que o previsto”, frisou Said.

A presidente do Conselho Deliberativo da CASSI e vice-presidente da ANABB, Graça Machado, destacou a importância de o associado conhecer o Relatório 2025 e votar.

“Todos os anos votamos. O que votamos? Votamos na veracidade das informações. Estamos votando se aquelas informações são fidedignas. Estamos votando no parecer do Conselho Fiscal, no parecer do Conselho Deliberativo. É importante saber como vamos dar nossa aprovação. Eu recomendo a aprovação do relatório. Nós, do Conselho Deliberativo, demos o nosso parecer de que aquelas contas apresentadas estavam fiéis ao que se passou. Como vice-presidente da ANABB, também aprovo o relatório”, disse ela.

O diretor de Administração e Finanças da CASSI, Gustavo Berti, destacou que o resultado consolidado da Caixa de Assistência em 2025 apresenta um déficit acumulado de R$ 425 milhões, bem abaixo do projetado, que era de R$ 1,3 bilhão. “Conseguimos esse resultado apesar da pressão da inflação médica”, apontou.

Berti destacou que reservas da operadora em todos os seus planos eram de R$ 3,358 milhões em 2023 e, ao final de 2025, de R$ 2,802 milhões. No combate a fraudes, a CASSI evitou o gasto de R$ 5,2 milhões em despesas que foram contestadas.

O presidente da Associação de Pais, Amigos e Pessoas com Deficiência, de Funcionários do Banco do Brasil e da Comunidade (APABB), participou da apresentação e falou da importância da CASSI para a entidade que ele preside. “Desde 1987, quando a APABB foi criada, contamos como apoio da CASSI”, destacou.

Também participou da reunião Luciana Bagno, diretora eleita de Risco Populacional da CASSI, que destacou seu compromisso em realizar uma gestão transparente à frente da Caixa de Assistência.

Fonte: ANABB

Previ amplia novamente limites do Empréstimo Simples

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Desde a quarta-feira, 13 de maio, entraram em vigor para todos os associados os novos limites de concessão do Empréstimo Simples (ES). Para o Plano 1, o teto passa de R$ 307 mil para R$ 314 mil. No Previ Futuro, o limite máximo sobe de R$ 235 mil para R$ 240 mil.

As mudanças nos parâmetros do ES se baseiam em estudos técnicos que são realizados periodicamente para adequar os valores à realidade de cada plano de benefícios. A elevação dos valores foi aprovada pela diretoria da Previ.

As taxas do ES, 4,62% + INPC, no Previ Futuro, e de 4,75% + INPC, no Plano 1, são competitivas e o prazo de pagamento do ES, que atinge até 120 meses, está entre os maiores do mercado.

Você pode conhecer mais sobre o Empréstimo Simples da Previ na seção Empréstimos e Financiamentos >> Empréstimo Simples. Para contratar o ES, acesse o Autoatendimento do site ou do App.

Fonte: Previ

Lucas Lima e Rodrigo Leite vencem as eleições para os conselhos do Economus

Publicado em: 07/05/2026

Terminou nesta quinta-feira, 7 de maio, a votação das eleições do Economus, Instituto de Seguridade Social dos funcionários oriundos da Nossa Caixa. Os participantes escolheram seus representantes para os Conselhos Deliberativo e Fiscal da entidade em processo realizado de forma eletrônica desde o último dia 16 de abril.

As candidaturas apoiadas pela AGEBB e outras entidades, como o Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, saíram vitoriosas no pleito. Para o Conselho Deliberativo, Lucas Passos de Lima foi eleito com 3.597 votos, o equivalente a 50,12% dos votos. Já Rodrigo Franco Leite conquistou uma vaga no Conselho Fiscal com 3.701 votos, alcançando 51,57% da votação.

Ao todo, 7.177 participantes exerceram o direito de voto entre os 18.374 eleitores aptos, índice de participação de 39,06%. Confira o resultado detalhado.

Conheça os eleitos

Lucas Lima ingressou no Banco Nossa Caixa em 2008 e acumula experiência no varejo do Banco do Brasil, onde atuou em diferentes funções, como caixa, gerente de serviço, supervisor de atendimento, gerente de relacionamento e gerente geral. Atualmente, é diretor de Comunicação do Sindicato dos Bancários de Piracicaba, além de suplente da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil e conselheiro fiscal suplente do Economus. Lima é graduado em Cibersegurança, com pós-graduação em Gestão Estratégica de Negócios, e possui certificação CPA-20.

Já Rodrigo Leite entrou no Banco Nossa Caixa em 2001 e possui trajetória ligada à representação sindical e à governança de entidades. É diretor executivo da FETEC/SP, membro da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil e atual conselheiro deliberativo do Economus. Formado em Administração, possui MBA em Controladoria e Finanças, pós-graduação em Economia do Trabalho (Unicamp) e certificação CPA-20.

Entre as principais propostas defendidas pelos candidatos estão a garantia da incorporação de ativos e aposentados à Cassi e à Previ, o acesso às unidades CliniCassi, o fim do voto de minerva no Conselho Deliberativo, a ampliação da mobilização das entidades representativas e a extensão do plano de saúde para filhos até 24 anos.

Fonte: AGEBB com Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região


Acionistas do BB aprovam aumento de capital de R$ 150 bi em meio à pressão no agro

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Os acionistas do Banco do Brasil aprovaram um plano para aumentar o capital autorizado do banco para R$ 150 bilhões, em um momento em que o crescimento da inadimplência pesa sobre o lucro.

O banco não pretende emitir ações para levantar capital neste momento, mas considera que aumentar o limite é uma medida prudente diante do aumento do custo de crédito, de acordo com uma pessoa familiarizada com o tema que falou à Bloomberg News.

O banco já tomou algumas medidas para aumentar os índices de capital, como reduzir a fatia do lucro que distribui aos acionistas, e vê uma capitalização como um último recurso, disse a pessoa, que pediu para não ser identificada discutindo informações privadas.

O capital social do Banco do Brasil está em R$ 120 bilhões, o que consome todo o limite anterior. O banco discutiu a necessidade de um aumento de capital no ano passado diante da pressão da alta da inadimplência e de resultados mais fracos, de acordo com outra pessoa a par do tema.

No entanto, antes de decidir pelo movimento, o BB apertou condições de crédito, o que incluiu uma redução na concessão de crédito rural. O movimento ajudou a estabilizar o desempenho e melhorar os resultados do banco, reduzindo a urgência de uma potencial injeção de capital.

Uma expansão do crédito consignado para trabalhadores do setor privado também ajudou na melhoria dos resultados. O Banco do Brasil é líder no consignado para servidores públicos e quer atingir uma fatia de pelo menos 20% no consignado para o setor privado.

Embora um aumento de capital não seja mais visto como iminente, continua sob o radar e é discutido com frequência em reuniões internas, de acordo com a pessoa.

O BB disse em um comunicado enviado por e-mail que a decisão dos acionistas é uma das medidas prudenciais que o banco adota para resguardar seu capital.

O banco afirmou ainda que não há necessidade de medidas adicionais e que não há qualquer debate sobre aumento de capital, e que as projeções financeiras divulgadas ao mercado apontam para um reforço gradual dos níveis de capital.

A inadimplência no crédito agro bateu recordes no começo deste ano, de acordo com dados do Banco Central. O BB responde por mais de 50% deste mercado.

Os produtores rurais brasileiros tomaram dívidas nos últimos cinco anos diante de um boom nos preços das commodities após a pandemia da Covid 19. Quando os preços caíram, muitos deles se viram com dívidas mais caras em meio a um ciclo de alta de juros no Brasil.

Parte do impacto nos resultados do Banco do Brasil veio da aceleração dos pedidos de recuperação judicial no setor. O BB respondeu com um endurecimento de regras no crédito, pedindo mais garantias.

O banco espera que os resultados se mantenham sob pressão no curto prazo porque empréstimos mais antigos, que têm maior risco, ainda são a maior parte dos volumes em aberto. Mas o BB disse que operações mais novas já mostram resultados mais positivos em termos de pagamento.

“A carteira que foi concedida com base nas alienações fiduciárias teve resultados bem mais significativos em relação à adimplência nos primeiros dias de abril”, disse o vice-presidente de agronegócios do banco, Gilson Bittencourt, em um evento para investidores na semana passada.

Segundo ele, essas operações mais novas representam apenas 20% do que o banco está recebendo este ano em algumas linhas.

O Banco do Brasil deve divulgar os resultados do primeiro trimestre em meados de maio.

Na média, analistas consultados pela Bloomberg estimam que o banco mostrará um lucro líquido ajustado de R$ 3,52 bilhões neste ano, uma queda de 52% em relação ao mesmo período do ano passado. A estimativa do mercado caiu mais de 18% nas últimas quatro semanas.

Fonte: Bloomberg Línea

Com R$ 2,2 bilhões, BB Seguridade tem lucro 11% maior no 1º trimestre

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A BB Seguridade (BBSE3) teve lucro líquido ajustado de R$2,2 bilhões no primeiro trimestre, alta de 11,2% sobre o desempenho obtido um ano antes, impulsionado em parte por melhora em resultado financeiro do grupo.

Analistas, em média esperavam lucro líquido de R$2,2 bilhões para a BB Seguridade, segundo dados da LSEG.

Em termos consolidados, a empresa teve resultado positivo de R$2,14 bilhões nos três primeiros meses do ano, ante R$1,96 bilhão um ano antes.

A companhia, braço de seguros e previdência do Banco do Brasil, teve um resultado financeiro de R$507 milhões de janeiro ao final de março, correspondendo a 22,8% do lucro líquido e saltando 58,5% na comparação anual.

Segundo a empresa, a melhora no resultado financeiro ocorreu pela alta da taxa média Selic no período e redução do custo do passivo da Brasilprev, que foi favorecido pela deflação do IGP-M.

A BB Seguridade afirmou no balanço que os prêmios emitidos pela Brasilseg no primeiro trimestre ficaram dentro das estimativas para o ano e reservas de previdência PGBL e VGBLda Brasilprev variaram em linha com os intervalos das estimativas do grupo para 2026.

A Brasilseg apurou queda de 2,3% nos prêmios emitidos ante uma previsão para o ano de queda de 3% a alta de 2%. A sinistralidade foi de 23,9%, queda de 2,2 pontos percentuais sobre o primeiro trimestre do ano passado.

Fonte: Infomoney

Banco do Brasil anuncia investimento de R$ 5,4 milhões na Agrorobótica

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O BB Ventures, programa de Corporate Venture Capital do Banco do Brasil, anuncia o investimento de R$ 5,4 milhões na Agrorobótica, agtech brasileira que desenvolve soluções de inteligência agronômica e tecnologias voltadas ao mercado de carbono no solo.

A operação marca a entrada da Agrorobótica no portfólio do Fundo BB Impacto I, gerido pela Vox Capital e reforça a estratégia do Banco do Brasil de apoiar empresas inovadoras que contribuem para o aumento da eficiência no campo, a sustentabilidade do agronegócio e a inserção do Brasil em cadeias globais de valor associadas à nova economia de baixo carbono.

Para o vice-presidente de agronegócios e agricultura familiar do Banco do Brasil, Gilson Bittencourt, o investimento está alinhado ao papel histórico do Banco no setor. “O BB é o principal parceiro do agronegócio e investir em soluções como as desenvolvidas pela Agrorobótica reforça nosso compromisso com a inovação, a competitividade do produtor rural e a modernização do campo brasileiro, combinando produtividade, tecnologia e sustentabilidade”, afirma o executivo.

Fundada em 2015 e incubada na Embrapa Instrumentação, a Agrorobótica desenvolve tecnologias que integram agricultura de precisão, gestão da fertilidade do solo e mensuração de carbono, ampliando as oportunidades econômicas para o produtor rural e fortalecendo práticas alinhadas à transição sustentável do agro.

Com o investimento, o BB Ventures amplia sua presença no ecossistema de inovação com o olhar em negócios sustentáveis, fortalecendo conexões entre startups, unidades de negócio do Banco do Brasil e parceiros estratégicos, com foco em soluções que gerem valor econômico e impacto positivo de longo prazo.

O BB Ventures

O BB Ventures é o programa de Corporate Venture Capital do Banco do Brasil. Criado em 2020, conta hoje com R$ 500 milhões de capital comprometido. Em sua tese, o Programa busca soluções nas verticais agtechs, govtechs, fintechs e estreia a vertical de ASG com o aporte em Agrorobótica. O portfólio conta com cinco Fundos de Investimento em Participações e 51 startups investidas com estágios que vão desde o late seed até Serie B e aderência a tese.

Para saber mais, acesse bb.com.br/startups.

BB tem novo gerente geral de cobrança e reestruturação de ativos

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O Banco do Brasil tem novo gerente geral para a Unidade de Cobrança e Reestruturação de ativos. Daniel Regis Filho foi nomeado para a função em substituição a Kleuvanio Dias de Souza , que se tornou presidente da Economus.

Daniel Regis Filho está no BB há 18 anos. Nesse período, ocupou funções de Gerente Executivo na Diretoria de Negócios Digitais, na BB Seguros e atualmente estava na Diretoria de Empréstimos e Financiamentos onde atuava como responsável pela estratégia de produtos e negócios em crédito para pessoas físicas.

É mestre em Engenharia pela Universidade do Estado de Santa Catarina, possui MBA Executivo pelo IBMEC, formação executiva pelo Insper e graduações em Geografia e Marketing, além de formação complementar internacional pela Bridgewater State University e de possuir certificado pelo IBGC.

Fonte: Banco do Brasil

Postagens alegam que BBB confirmou concurso para 2026, mas é mentira

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Diversos perfis em redes sociais têm divulgado que o Banco do Brasil confirmou um novo concurso para o ano de 2026. Essa informação, porém, já foi desmentida pela própria instituição financeira em fevereiro deste ano.

Grande parte das contas que publicam a alegação é focada na venda de cursos preparatórios para concursos – ou seja, a desinformação é movida por interesse monetário. Análise feita pelo Estadão Verifica também identificou milhares de postagens patrocinadas na Biblioteca de Anúncios da Meta, que direcionam usuários do Facebook e do Instagram a sites fraudulentos de matrícula.

Anúncios alegam que o Banco do Brasil já teria confirmado o concurso e que o edital seria divulgado “em breve”. Veja abaixo um exemplo.

Em fevereiro deste ano, o BB informou que não há previsão de divulgação de edital para concurso. O banco classificou como “notícia falsa” e “desinformação” alegações semelhantes que circulavam naquela época.

Veículos de imprensa, como a Rádio Itatiaia e o portal R7, informaram que a instituição retomou o processo de escolha da banca organizadora. Apesar disso, não há previsão oficial para a divulgação do edital.

O último concurso do BB foi divulgado no final de 2022, com as provas realizadas em 2023. Naquele ano, a organizadora foi a Fundação Cesgranrio. Segundo a instituição financeira, a seleção externa admitiu, nos últimos três anos, mais de 5 mil funcionários.

O Banco do Brasil ressaltou que divulga formalmente por seus canais de comunicação todas as notícias sobre concursos. São nesses canais oficiais que os interessados podem obter informações confiáveis sobre o assunto.

Fonte: Terra

Banco do Brasil realiza 1,8 mil renegociações no primeiro dia do Desenrola

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Nesta quarta-feira, 6 de maio, primeiro dia de renegociações pelo Novo Desenrola, o Banco do Brasil realizou 1.807 renegociações com clientes que atendem às condições do Programa do Governo Federal. As operações somam cerca de R$ 3 milhões.

A instituição oferece ainda condições especiais de renegociação para clientes com outros perfis, que firmaram 10,1 mil novos acordos no mesmo dia; o montante total chega a R$ 94,8 milhões. Com o anúncio do Programa e a maior interesse pelos clientes, o BB notou um aumento significativo na procura durante esta semana. Para se ter uma ideia, a quantidade de renegociações, considerando todos os públicos, saltou 87% na comparação com o início da semana passada.

O BB oferece a seus clientes a possibilidade de renegociar dívidas diretamente pelo WhatsApp oficial do BB (61 4004-0001), com descontos que podem chegar a 90%, além de condições facilitadas de pagamento.

A partir do contato pelo WhatsApp, com uso da senha pessoal, a renegociação pode ser concluída ali mesmo, de forma ágil. E os clientes ainda contam com atendimento especializado realizado por atendentes da Central de Relacionamento BB, garantindo suporte humano durante todo o processo de negociação, de forma simples, segura e digital, aos clientes que precisarem de consultoria específica. O BB oferece ainda o acesso às negociações por outros canais, como o aplicativo da instituição, Internet Banking, pelos telefones 4004-0001 (capitais e regiões metropolitanas) e 0800 729 0001 (demais localidades) e ainda na rede de agências.

O Banco do Brasil incentiva hábitos financeiros mais saudáveis e reafirma seu papel como agente de desenvolvimento econômico e social, oferecendo soluções responsáveis que apoiam a regularização de dívidas, a recuperação do equilíbrio financeiro e o planejamento do futuro com mais segurança.

Cuidados contra fraudes

O Banco do Brasil reforça que qualquer contato para renegociação de dívidas deve ser feito pelos canais oficiais do BB, com destaque para o WhatsApp oficial (61) 4004-0001. O Banco não solicita senhas, códigos de acesso, dados completos de cartões ou pagamentos antecipados por meio de mensagens, ligações ou redes sociais. Os clientes devem desconsiderar qualquer abordagem realizada por números diferentes, perfis não verificados ou mensagens com links suspeitos. Em caso de dúvida, a orientação é encerrar o contato e procurar diretamente os canais oficiais do Banco do Brasil, garantindo uma negociação segura, confiável e protegida contra tentativas de fraude.

Fonte: Banco do Brasil