Fundação BB assina acordo de cooperação com o Ministério da Cultura

Publicado em: 12/06/2026

Durante o Festival de Soluções Sociais para o Brasil, em parceria com o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), em Brasília (DF), a Fundação Banco do Brasil e o Ministério da Cultura assinaram acordo de cooperação com a finalidade de desenvolver atividades voltadas à valorização da cultura e ao desenvolvimento sustentável dos territórios, à qualificação dos espaços culturais, à ampliação do acesso e da participação cultural, à promoção da leitura e das demais manifestações e expressões culturais, à dinamização das redes de cultura, bem como à ampliação das práticas culturais formativas com ênfase na cultura local e nas tecnologias sociais a serem desenvolvidas em território nacional.

Para a ministra da Cultura, Margareth Menezes, cultura não é apenas uma expressão simbólica, é também uma dimensão estruturante do desenvolvimento humano, social e territorial. “Esse projeto de fortalecer a cultura e educação que possa gerar impacto nos territórios é importantíssimo. De repente isso toma uma dimensão enorme e começa a repercutir positivamente na vida de muitas pessoas”, explica.

A dinamização de iniciativas culturais contribui ainda para a ativação de espaços, o fortalecimento de redes locais e a circulação de bens e atividades culturais, ampliando as possibilidades de fruição, participação e produção cultural, com impactos na qualificação dos ambientes de vida e no uso social dos espaços, especialmente em territórios que demandam fortalecimento de vínculos comunitários e de práticas sociais positivas.

O presidente da Fundação Banco do Brasil reforça que a assinatura deste acordo consolida uma parceria construída a partir de valores que são compartilhados por ambas as instituições: inclusão, diversidade, pertencimento e transformação social. “A Fundação BB pretende construir iniciativas de fortalecimento de organizações culturais e, de maneira muito especial, daquelas que promovam o livro, a leitura e a formação de leitores. Porque um país que lê amplia horizontes, fortalece a cidadania e cria possibilidades de futuro”, explica.

O Festival de Soluções Sociais para o Brasil é uma realização da Fundação Banco do Brasil, com apoio do CCBB Brasília, da BB Asset, da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e da Associação Brasileira de Ensino Pesquisa e Extensão em Tecnologia Social (ABEPETS).

Fonte: Banco do Brasil

Diretora do BB participará de fórum global de pagamentos nos EUA

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O Banco do Brasil, por meio de sua vice-presidência, autorizou o afastamento do país da diretora Barbara dos Santos Lopes Freitas para uma missão oficial em San Francisco, nos Estados Unidos. A executiva representará a instituição financeira no ‘Visa Payments Forum 2026’, um dos principais encontros globais do setor de meios de pagamento. A decisão foi oficializada por meio de um despacho de 25 de maio de 2026, publicado no Diário Oficial da União (DOU).

O afastamento de Barbara ocorrerá no período de 7 a 12 de junho de 2026, incluindo o tempo necessário para o trânsito (deslocamento entre os países). De acordo com a publicação, a viagem será realizada com ônus (com as despesas custeadas pela instituição), seguindo as normas vigentes para o serviço público e sociedades de economia mista. O fórum em questão tem como objetivo reunir os principais líderes globais de pagamentos para discutir as tendências e as prioridades que devem moldar o setor nos próximos anos.

Contexto legal e governança

A autorização foi assinada por Marco Geovanne Tobias da Silva, vice-presidente do Banco do Brasil. O ato administrativo fundamenta-se na competência prevista no artigo 2º do Decreto 1.387/1995, que dispõe sobre o afastamento do país de servidores civis da administração pública federal. Além disso, o despacho cita a Portaria MF 160/2016 e a Portaria MF 267/2023, do Ministério da Fazenda, além da Resolução PRESI 149/2025, que organiza as normas internas de governança da presidência do banco.

Esse tipo de movimentação é comum em grandes instituições financeiras que buscam alinhar suas estratégias de inovação às práticas internacionais. O fato de a viagem ser classificada ‘com ônus’ indica que o banco arcará com passagens, diárias e demais custos operacionais, justificando o investimento pelo retorno técnico e estratégico que a participação de uma diretora em um fórum de tamanha magnitude traz para a companhia.

A relevância do Visa Payments Forum

O ‘Visa Payments Forum 2026’ acontece em um momento de profunda transformação no sistema financeiro global. San Francisco, localizada na Califórnia, é um dos maiores polos de tecnologia do mundo, sendo a sede de gigantes do setor e berço de inovações em blockchain, inteligência artificial aplicada a finanças e novos modelos de crédito.

No evento, espera-se que líderes discutam a evolução dos pagamentos instantâneos – como o Pix, que se tornou referência brasileira – e a integração de moedas digitais emitidas por bancos centrais (CBDCs). Para o O TEMPO, a presença de representantes de bancos brasileiros em tais encontros reforça a posição do país como um dos mercados mais dinâmicos e tecnológicos no setor de serviços financeiros.

Durante os seis dias de evento, Barbara participará de painéis e reuniões com executivos de outros grandes bancos globais e provedores de tecnologia. O foco será identificar como as novas ferramentas de pagamento podem melhorar a experiência do cliente e garantir a segurança das transações em um ambiente digital cada vez mais complexo.

Próximos passos e transparência

A participação de servidores e empregados públicos em missões internacionais é acompanhada de perto pelos órgãos de controle. Após o retorno, é comum a elaboração de relatórios de viagem que sintetizam os conhecimentos adquiridos e as oportunidades de aplicação prática dentro da instituição.

O governo federal e as autarquias utilizam essas participações para garantir que o Brasil não fique isolado das discussões sobre padronização financeira global. O Banco do Brasil, como um dos principais agentes econômicos do país, utiliza essas agendas para fortalecer sua competitividade frente às fintechs (empresas de tecnologia financeira) e outros bancos privados que também marcam presença constante no Vale do Silício.

Fonte: O Tempo

PR e BB reforçam parceria voltada ao desenvolvimento do Estado

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A Secretaria da Fazenda (Sefa) e o Banco do Brasil (BB) reforçaram nesta quinta-feira (12), em Brasília, uma parceria construída ao longo de mais de 20 anos e considerada estratégica para o financiamento e desenvolvimento estadual. A reunião foi conduzida pelo diretor-geral da Sefa, Luiz Paulo Budal, e pelo diretor-geral da Casa Civil, Maiquel Zimann, reunindo executivos da Diretoria de Governo do Banco do Brasil.

Além de discutir novas frentes de cooperação, os diretores analisaram o cenário macroeconômico nacional e internacional, com foco em inflação, juros, câmbio, crescimento econômico e impactos de conflitos globais sobre as contas públicas e o crédito. A troca de informações serviu de base para projeções fiscais e decisões estratégicas da gestão estadual.

“A relação entre o Paraná e o Banco do Brasil vai além de operações financeiras. É uma parceria de confiança construída ao longo dos anos, que ajuda o Estado a planejar investimentos, ampliar capacidade de financiamento e dar segurança à gestão fiscal em um ambiente econômico cada vez mais desafiador”, destaca o diretor-geral da Sefa, Luiz Budal.

Participaram do encontro com o diretor-geral da Sefa, o gerente executivo da Diretoria de Governo do Banco do Brasil, Rui Mesquita; o diretor da Diretoria de Governo do Banco do Brasil, Euler Mathias; o vice-presidente de Governo do Banco do Brasil, José Ricardo Sasseron; e o presidente da Ativos S.A., Bruno Vieira.

Fonte: Secretaria da Fazenda do Paraná

Bancários do BB elegem delegados e debatem propostas para o 36º CNFBB

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Delegados de cidades englobadas pelos 15 sindicatos filiados à Fetec-CUT/SP elegeram no dia 6 de junho a delegação que representará os bancários paulistas no 36º Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil (CNFBB).

A deliberação se deu no Encontro Estadual dos Funcionários e Funcionárias do Banco do Brasil 2026, realizado presencial e virtualmente. Os debates se concentraram nos desafios e propostas para a Previ, Cassi e Economus.

Leonardo Imbiriba, diretor do Sindicato dos Bancários de São Paulo e membro suplente do Conselho consultivo do Previ Futuro, lembrou da luta histórica do movimento sindical que resultou na aprovação, em 2025, do novo regulamento do plano.

A mudança possibilitou aos associados, desde o ingresso no plano, a contribuição de valores maiores – com contrapartida do banco –, a fim de garantir uma poupança mais robusta e uma aposentadoria mais tranquila. Mais de 60 mil participantes do Previ Futuro foram beneficiados com a conquista.

“A nova diretoria e conselhos da Previ estão comprometidos com a alteração da fórmula PIP para uma contribuição proporcional à remuneração e ao benefício desejado. Nós queremos uma Previ melhor para todos e todas. Contem conosco. Nós estamos aqui para escutar e levar a demanda da base para a Previ, e buscar avançar para o sonho virar a realidade de todo mundo”, afirmou.

Antonio Netto, dirigente do Sindicato e representante da Fetec-CUT/SP na Comissão de Empresa dos Funcionários do BB (CEBB), destacou a importância do encontro na junção de forças em torno da luta em defesa dos interesses dos funcionários do BB na Campanha Nacional dos Bancários 2026.

“Definimos as propostas da Fetec-CUT/SP para o CNFBB. Debatemos Cassi, Previ, Economus e como fortalecer nossa organização para melhor dialogar com nossos colegas sobre a importância da nossa luta”, destacou.

Propostas aprovadas para o 36º CNFBB

No encontro estadual também foram definidas as propostas que serão apresentadas no congresso nacional, que será realizado entre os dias 17 e 19 de junho. O encontro estadual e o 36º CNFBB são etapas preliminares da Campanha Nacional dos Bancários 2026.

Eixos do encontro estadual dos funcionários do BB Fetec-CUT

  • Fim do Performa
  • Cassi e Previ para todos
  • Concurso já
  • Redução da jornada de trabalho sem redução de salário;
  • Fim das metas;
  • Defesa do papel público do banco do brasil como agente de inclusão social;
  • Atendimento de qualidade à população com quadro próprio;
  • Defesa da soberania nacional contra os ataques do imperialismo e da extrema direita contra o BB.

Propostas da Fetec-CUT/SP para o CNFBB

  • Ampliação do TRI para todas as áreas onde esse modelo de trabalho possa ser implementado;
  • Programa para solução de dívidas de funcionários ativos e aposentados com melhores condições e taxas reduzidas;
  • Campanha de prevenção contra o câncer;
  • Ampliação dos níveis de promoção por antiguidade;
  • Garantir que mães com horário de amamentação não fiquem avaliáveis na GDP e possam concorrer a programas de remuneração e vagas;
  • Ampliação da licença-adoção para até 18 anos;
  • O delegado sindical que for aprovado para outro prefixo, independentemente de ser o caso de promoção ou não, não pode ser prejudicado pelo tempo que é necessário para retirada de inanomovilidade no sistema do banco;
  • Valor mínimo de um salário e meio para a PLR

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Contraf-CUT realiza pesquisa para ouvir funcionários do BB

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A Contraf-CUT (Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro) está fazendo um levantamento para saber quais as prioridades e expectativas dos funcionários do Banco do Brasil para a Campanha Nacional 2026.

A pesquisa, feita em parceria com o Instituto Simplex, tem por objetivo aprofundar o conhecimento sobre as principais demandas da categoria e fortalecer a atuação das entidades sindicais durante a Campanha Nacional dos Bancários 2026. A ideia é saber o que o funcionalismo pensa sobre temas, como, condições de trabalho, saúde, carreira, remuneração, diversidade, tecnologia, Cassi, Previ e os desafios enfrentados atualmente pelos trabalhadores do banco.

Em matéria publicada no site da Contraf-CUT, o secretário-geral da entidade, Gustavo Tabatinga disse que a iniciativa permitirá que as entidades tenham um retrato mais preciso da realidade vivida pelos colegas em todo o país. “A negociação coletiva precisa estar conectada com aquilo que os funcionários vivenciam diariamente. A pesquisa será uma ferramenta importante para identificar prioridades e orientar a atuação das entidades sindicais na Campanha Nacional de 2026”, afirmou.

A participação dos bancários é importante porque as respostas servirão de subsídio para a definição das estratégias de negociação com a direção do banco e para a construção de uma pauta cada vez mais alinhada às necessidades dos trabalhadores. “É fundamental que os colegas atendam à ligação e participem. Quanto maior for o número de respostas, mais representativo será o resultado e mais força teremos para defender as reivindicações dos funcionários nas mesas de negociação com o banco”, explicou Gustavo.

O levantamento permitirá também, uma avaliação mais detalhada das diferentes realidades dentro do BB, considerando aspectos como local de trabalho, função exercida, tempo de banco, jornada, faixa etária e região do país.

A pesquisa é rápida e segura e o anonimato dos participantes está assegurado. Por isso, a orientação dos sindicatos, do Comando Nacional e da CEBB (Comissão de Empresa dos Funcionários) é que todos os funcionários e funcionárias que receberem a ligação reservem alguns minutos para responder ao questionário.

As informações coletadas serão tratadas de forma confidencial e utilizadas exclusivamente para subsidiar a atuação sindical durante a Campanha Nacional dos Bancários 2026.

“A construção coletiva é a base de todo nosso trabalho. É de suma importância que os funcionários e funcionárias possam participar desse levantamento para que tenhamos o retrato mais fidedigno possível para subsidiar nossas demandas”, explicou o diretor Executivo de Bancos Públicos do Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro e representante da Comissão de Empresa do BB, Alexandre Batista.

Fonte: Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro

Novos diretores e conselheiros eleitos ressaltam governança da Previ

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Os novos diretores e conselheiros eleitos pela “Chapa Previ para os Associados” tomaram posse no dia 1º de junho para um mandato de quatro anos ressaltando a importância da governança para o equilíbrio e solidez da Previ e reafirmando o compromisso de defender os direitos dos associados e associadas do Plano 1 e do Previ Futuro.

Na Diretoria Executiva, assumiram as funções o novo diretor de Administração Alencar Ferreira e a nova diretora de Planejamento Lissane Holanda, em substituição respectivamente a Márcio de Souza e Paula Goto. O diretor eleito de Seguridade Wagner Nascimento tem mais dois anos de mandato.

No Conselho Deliberativo, assumiram Carlos Alberto Guimarães de Sousa (titular) e Fátima Suzana Marsaro (suplente). Eles se somam aos conselheiros titulares eleitos em 2024 José Eduardo Rodrigues Marinho e Nilton Brunelli de Azevedo. Terminaram o mandato os eleitos Antônio Sérgio Riede e Luciana Bagno.

No Conselho Fiscal, tomaram posse Carlos Eduardo Bezerra Marques (titular) e o suplente Waldyr Peixoto Filho, substituindoGetúlio Maciel e Wagner Fonseca de Lacerda Bernardes. Permanecem no órgão os eleitos em 2024 Rafael Leite Figueiredo e Priscila Rodrigues Aguirres.

No Conselho Consultivo do Plano 1, entraram os titulares Edson Branco da Cruz Filho e Haroldo do Rosário Vieira e os suplentes Nadja Maria Santana da Silva e Ivanilson Batista Luz. Também integram o colegiado os eleitos em 2024 Cláudio José Zucco e Fernanda Carisio. Concluíram o mandato os eleitos Carlos Guilherme Haeser, José Carlos Vasconcelos, Eleucípio Vera Barreto e Francisco dos Santos Filho.

No Conselho Consultivo Previ Futuro, tomaram posse os titulares Karla Roberta Revert Mota e Samuel Bastos Macedo e os suplentes Laurito Porto de Lira Filho e Leonardo Imbiriba Diniz. Eles se somam à conselheira titular eleita em 2024 Juliana Carminato Nascimento Gava. Encerraram o mandato os eleitos André Luiz Alves, Elisa de Figueiredo Ferreira, Carlos Eduardo Bezerra Marques e Cleiton dos Santos Silva.

O Banco do Brasil também indicou seus representantes na Diretoria e conselhos da Previ, mantendo Márcio Chiumento na presidência.

O presidente Márcio Chiumento abriu a cerimônia com agradecimento à presença de todos e homenageou alguns dos primeiros integrantes dos Conselhos Consultivos da Previ, que este ano completaram 20 anos de criação. Joilson Ferreira representou a primeira formação do Conselho Consultivo do Plano 1 e Bianca Garcia Lourenço, Cesar Augusto Jacintho Teixeira e Humberto Fernandes, coordenador, representaram o Conselho Consultivo do Previ Futuro.

Em seguida foram homenageados os 20 conselheiros e diretores que encerraram seus mandatos. Todos receberam uma placa comemorativa de agradecimento. Getúlio Mendes Maciel, que encerrou seu mandato como presidente do Conselho Fiscal, discursou em nome dos membros desse conselho em sua despedida, assim como Antonio Sérgio Riede (veja vídeo), que representou os membros do Conselho Deliberativo em fim de mandato. Paula Goto e Márcio de Souza lembraram os avanços e conquistas em seus oito anos de mandato.

Os novos diretores de Planejamento e Administração, Lissane Holanda e Alencar Ferreira, agradeceram a confiança depositada neles pelos associados e lembraram que é hora de iniciar os compromissos assumidos.

A cerimônia também contou com a presença de dirigentes do patrocinador, Banco do Brasil, da Cassi e de diversas entidades representativas do funcionalismo do Banco do Brasil.

Fonte: Associados Previ

Cassi: nova direção assume compromisso em defesa dos associados

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Os dirigentes eleitos para a gestão 2026-2030 da Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi) tomaram posse em 1º de junho, assumindo o compromisso de fortalecer a assistência à saúde dos associados e garantir a sustentabilidade da entidade nos próximos anos.

Para a Diretoria de Saúde, Rede de Atendimento e Risco Populacional, tomou posse Luciana Bagno. Durante o mandato, a dirigente terá como prioridades a ampliação da rede CliniCassi, o fortalecimento da Atenção Primária à Saúde (APS), da Estratégia Saúde da Família (ESF) e dos programas de atendimento médico, psicológico e farmacêutico oferecidos aos associados.

Também assumiram seus mandatos os integrantes eleitos para o Conselho Deliberativo. Como titulares, tomaram posse Gilmar José dos Santos e Humberto Fernandes de Oliveira. Como suplentes, assumiram Diusa Alves de Almeida e Loreni de Senger.

A diretora do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região e integrante do Conselho Deliberativo no mandato 2024-2028, Ana Beatriz Garbelini, destacou a importância da nova gestão para a defesa dos interesses dos associados.

“A Cassi é um patrimônio dos funcionários do Banco do Brasil e precisa ser administrada com responsabilidade, planejamento e visão estratégica. Nosso compromisso é seguir defendendo os direitos dos associados e contribuir para que a entidade tome decisões assertivas, garantindo atendimento de qualidade, cuidado com a saúde e preservação dos interesses de todos os participantes”, afirmou.

Conselho Fiscal

Também tomaram posse os representantes eleitos para o Conselho Fiscal da Cassi no mandato 2026-2030. Diego Carvalho assumiu como membro titular e Luana Narimatsu como suplente. Também dirigente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Carvalho ressaltou o papel do Conselho Fiscal na governança da entidade.

“Assumo como conselheiro fiscal com o compromisso de zelar pelos princípios da transparência, equidade, sustentabilidade, responsabilidade e integridade. Nosso trabalho será contribuir para uma governança sólida, que ofereça segurança aos associados, evite riscos e fortaleça os mecanismos de controle e acompanhamento da gestão da Cassi”, declarou.

Legado da gestão 2022-2026

A posse da nova direção também marcou o encerramento do mandato 2022-2026, período marcado por importantes desafios relacionados ao financiamento da Cassi e às negociações sobre o custeio da entidade entre os associados e o Banco do Brasil. Fernanda Lopes, coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) e conselheira com mandato encerrado em 31 de maio de 2026, destacou o trabalho realizado ao longo dos últimos quatro anos.

“Vivemos um período de grandes desafios, especialmente diante das discussões sobre o custeio da Cassi e das restrições financeiras enfrentadas pela entidade. Ainda assim, mantivemos uma atuação vigilante e comprometida com os associados, o que permitiu avanços importantes na rede de atendimento, nos programas de saúde e na qualidade dos serviços prestados. Encerramos este ciclo com a convicção de que contribuímos para fortalecer a Cassi e preparar a entidade para os desafios futuros”, afirmou.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Entidades apresentam proposta para equalização das reservas da Cassi

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As entidades que compõem a Mesa de Negociações de custeio da CASSI reuniram-se no dia 9 de junho com representantes do Banco do Brasil. O encontro deu continuidade à construção conjunta de alternativas para garantir a sustentabilidade e a perenidade do Plano Associados.

Já no início das discussões, a coordenadora da mesa, Fernanda Lopes, apresentou à representação do Banco a necessidade de uma alternativa para equalizar as reservas obrigatórias, de forma a evitar problemas no curto prazo.

A criação de um “memorando de entendimento”, definindo contribuição transitória do Banco e dos associados, traria mais estabilidade às contas da CASSI e permitiria maior debate acerca dos pontos sobre os quais ainda não se formou consenso.

Foram apontados pontos importantes da reforma do estatuto da entidade ainda não ajustados, como a definição do custeio do período pós-laboral dos funcionários que ingressaram no Banco do Brasil após 2018, o direito de filiação ao plano dos trabalhadores egressos dos bancos incorporados e as alterações promovidas pela Instrução Normativa nº 649/2025, da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

“Não temos ainda uma proposta clara sobre isso, mas há outra questão importante, que é a necessidade de equalização das reservas da CASSI”, disse o vice-presidente de Relações Funcionais da ANABB e membro da Mesa de Negociações, Marcel Barros.

Marcel destacou, ainda, que as reservas da CASSI têm prazo para se esgotar. “Na Mesa de Negociações de hoje, propusemos uma contribuição transitória e extraordinária, com vigência, no máximo, até o final de 2027 ou até a aprovação do novo estatuto, para estabilizarmos as reservas da CASSI”, explicou Marcel.

Os representantes do Banco se dispuseram a avaliar a proposta de equalização das reservas e trazer um posicionamento na próxima rodada, marcada para o dia 23 de junho.

Fonte: ANABB

Associados da AGEBB têm benefícios exclusivos em ação de restituição do IR cobrado à maior pelo Economus

Publicado em: 29/05/2026

A Associação dos Gerentes do Banco do Brasil (AGEBB) celebrou nesta semana convênio com um escritório de advocacia, que possibilitará aos associados condições diferenciadas quando da impetração de ação, que possibilitará utilizar os valores recolhidos pelo Economus, a título de cobertura de déficits dos planos previdenciários, para serem deduzidos do valor da base de cálculo do imposto de renda.

Assim como recuperar os valores recolhidos à maior ou recebidos a menor para a Receita nos últimos cinco anos, o associado acertará a base de cobrança deste valor nos próximos anos.

Para mais informações, contatar a AGEBB pelo telefone (11) 3104-4441 ou pelo WhatsApp (11) 99420-9219.

Ainda não é um associado da AGEBB. Então faça parte agora mesmo clicando aqui.

Fonte: AGEBB

Entidades cobram solução estrutural para a Cassi e pressionam BB por maior responsabilidade no custeio

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Os representantes das entidades reuniram-se na sede da ANABB, em Brasília, na manhã da quarta-feira (27 de maio), para analisar a situação econômica e financeira da Cassi antes do encontro com os representantes do Banco do Brasil, realizado no período da tarde.

Durante a reunião, houve consenso entre as entidades de que a Cassi necessita de medidas imediatas para fortalecer seu caixa e recompor suas reservas garantidoras, que atingiram o patamar mínimo neste mês de maio de 2026.

As entidades também acordaram uma estratégia conjunta para a negociação com o banco. Inicialmente, seria apresentada a proposta do Banco do Brasil e, caso fosse totalmente insuficiente diante das necessidades da Caixa de Assistência, ela seria recusada imediatamente. Por outro lado, se apresentasse avanços concretos, ainda que parciais, haveria uma interrupção temporária da reunião para análise preliminar da Comissão de Representantes das Entidades. Foi exatamente o que ocorreu.

O Banco do Brasil apresentou uma proposta que contempla mudanças no modelo de custeio, dentro da linha defendida pelas entidades, com a adoção de um modelo híbrido. A proposta preserva o percentual de contribuição dos associados sobre a folha de pagamento e cria uma nova fonte de financiamento para a Cassi, utilizando como referência a tabela de custos assistenciais já existente na Caixa de Assistência, prevendo participação da patrocinadora e contribuição adicional dos associados.

Apesar disso, a proposta ainda não apresenta solução adequada para os colegas admitidos após 2018, para os funcionários egressos dos bancos incorporados e fragiliza ainda mais a situação dos associados auto-patrocinados.

A coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), Fernanda Lopes, criticou a postura do banco e cobrou maior comprometimento da patrocinadora com a sustentabilidade da Cassi.

“Não é possível que, mais uma vez, o Banco do Brasil tente transferir aos associados o maior peso da solução, enquanto mantém uma participação aquém da responsabilidade que possui como patrocinador. A Cassi é patrimônio dos associados do banco e exige uma resposta à altura da gravidade do momento. O banco precisa assumir seu papel de forma efetiva e apresentar uma proposta que garanta sustentabilidade sem penalizar ainda mais os trabalhadores”, afirmou.

Fernanda também reforçou que uma solução que não contemple os funcionários admitidos após 2018 e os egressos de bancos incorporados não terá respaldo do movimento sindical.

“Não é passível de defesa pelo movimento sindical qualquer proposta que deixe de fora os colegas pós-2018 e os funcionários oriundos dos bancos incorporados. Não aceitaremos uma solução que aprofunde desigualdades dentro da própria Cassi”, completou.

Diante da complexidade do tema e da necessidade de uma avaliação mais aprofundada, a Comissão de Negociação e o Banco acordaram um novo calendário de negociações: uma reunião virtual no dia 29 de maio e uma nova reunião presencial no dia 3 de junho.

A Comissão de Representantes das Entidades também antecipou ao Banco do Brasil a necessidade de análise de um aporte extraordinário e imediato para recompor os déficits acumulados até o momento no Plano de Associados, mantendo-se o compromisso de discutir eventual participação financeira adicional dos associados. As entidades reforçaram, contudo, que qualquer decisão neste sentido deverá ser submetida à aprovação do Corpo Social da Cassi.

Na avaliação das entidades, a proposta apresentada pela patrocinadora sinaliza um caminho que pode contribuir para maior perenidade do custeio da Cassi. No entanto, ainda impõe um peso excessivo aos associados e não assegura o aumento percentual esperado na participação financeira do Banco do Brasil.

As entidades reafirmaram que seguirão negociando com responsabilidade, equilíbrio e firme compromisso com a defesa da Cassi e dos seus associados, mantendo o Corpo Social permanentemente informado sobre os desdobramentos das discussões.

Fonte: Sindicato dos Bancários de Araraquara e Região

Entidades sindicais entregam ao Economus pautas construídas com participantes durante campanha

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Nesta quarta-feira (27 de maio), na sede do Economus em São Paulo, representantes de sindicatos de bancários realizaram a entrega oficial de ofícios ao instituto com demandas recolhidas junto aos participantes durante a campanha ao conselho do instituto, para a coleta de dados foi fundamental a participação dos conselheiros, Mario Henrique Teixeira Valente e Sylvana Polidoro. A iniciativa reforça a mobilização em defesa de melhorias nos planos de saúde, mais transparência e sustentabilidade para os beneficiários.

Os ofícios foram encaminhados pelas bases sindicais de Sorocaba, Ribeirão Preto, São Paulo, São José dos Campos, Santos e pela Associação dos Gerentes do Banco do Brasil (AGEBB). Os documentos reúnem reivindicações e preocupações apresentadas pelos associados sobre temas considerados prioritários para aposentados, pensionistas e trabalhadores da ativa.

Entre as demandas apresentadas, houve destaque para a situação identificada em São José dos Campos, onde participantes relataram dificuldades relacionadas à falta de médicos pediatras credenciados, problema apontado como uma das principais preocupações da base local.

A reunião contou com a presença de dirigentes e conselheiros do Economus. Participaram do encontro Flávio Alexandre Ferreira de Medeiros, diretor de Investimentos; Rodrigo Leite, conselheiro fiscal; Maurício Lopes, diretor de Saúde; Adriana Ferreira, conselheira deliberativa; Lucas Passos de Lima, conselheiro deliberativo; e Kleuvânio Dias de Souza, presidente do instituto.

Lucas Passos de Lima, diretor do Sindicato dos Bancários de Piracicaba e Região e eleito para o Conselho Deliberativo com apoio da AGEBB, destacou que “a entrega dos ofícios representa mais um passo na construção coletiva de propostas e no fortalecimento da participação dos associados nas discussões sobre o futuro do Economus”. Segundo ele, entre os principais pontos debatidos estão a defesa da assistência à saúde, a busca por equilíbrio financeiro sem prejuízos aos participantes e a ampliação do diálogo entre gestão e beneficiários.

Fonte: Sindicato dos Bancários de Piracicaba e Região

Banco do Brasil esclarece que não há previsão de novo concurso

Publicado em: 28/05/2026

O Banco do Brasil reitera que não há previsão de divulgação de edital para concurso público. Desta forma, quaisquer informações que circulem sobre o tema, incluindo detalhes como número de vagas, datas ou condições de realização, não procedem.

O BB lamenta a divulgação de boatos e algumas notícias falsas que geram desinformação que circula em alguns sites na internet e perfis de redes sociais a respeito do assunto. O Banco ainda alerta que esse tipo de informação pode alimentar golpes, com pessoas má intencionadas gerando falsos links de inscrição, cobrando por boletos inexistentes.

O Banco tem como prática comunicar formalmente toda e qualquer novidade relevante sobre o tema e orienta seus clientes e a sociedade em geral a consultar os canais oficiais do BB para informações sobre a empresa.

Canais oficiais do BB:
www.bb.com.br
Central de Relacionamento BB, 24h por dia: 4004 0001 (capitais e regiões metropolitanas) ou 0800 729 0001 (demais localidades)
SAC: 0800 729 0722

Fonte: Banco do Brasil

BB capta US$ 200 milhões com Natixis em operação destinada a financiar edificações verdes

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O Banco do Brasil e o banco francês Natixis S.A. formalizaram uma operação internacional de captação sustentável no valor de US$ 200 milhões, com prazo de dois anos, estruturada na modalidade Repurchase Agreement (REPO). Denominada “Green Building Repo”, a transação, assinada no último dia 13 de maio em Nova Iorque, evidencia a capacidade do BB de acessar mercados internacionais com estruturas sofisticadas e reforça seu protagonismo na agenda global de finanças sustentáveis.

A operação tem como objetivo financiar e/ou refinanciar projetos de edificações sustentáveis (Green Buildings), em linha com o Framework de Finanças Sustentáveis do Banco do Brasil e com o Programa Eco Invest Brasil. Os recursos serão destinados a empreendimentos com elevado desempenho ambiental, incluindo construções e modernizações com maior eficiência energética e certificações reconhecidas internacionalmente.

Para Francisco Lassalvia, vice-presidente de Atacado do Banco do Brasil, “a Green Building Repo evidencia a consistência da nossa estratégia de funding competitivo, ao aliar diversificação de fontes, acesso qualificado a investidores globais e elevada eficiência na estruturação, em plena sintonia com as tendências mais inovadoras do mercado internacional de finanças sustentáveis”.

A nova captação também reforça a parceria estratégica com o Natixis, instituição global com atuação de destaque em finanças sustentáveis, e consolida o relacionamento entre os bancos na estruturação de soluções financeiras inovadoras alinhadas à agenda climática.

A operação está diretamente conectada à estratégia de sustentabilidade do Banco do Brasil, ao mobilizar capital internacional para projetos que impulsionam a eficiência energética e o desenvolvimento de cidades mais sustentáveis. Ao direcionar recursos para ativos com elevado padrão ambiental, o BB fortalece seu papel como agente de transformação econômica, ampliando a oferta de soluções financeiras sustentáveis e consolidando sua atuação na integração entre desempenho financeiro e geração de impacto positivo para a sociedade e o meio ambiente.

Além disso, a nova captação se junta às realizadas com o Credit Agricole, em 2025, e à recente emissão do Nature Bond do BB na mobilização de capital externo para o programa Eco Invest Brasil, que busca atrair capital privado externo combinado com recursos internos para financiar a transformação ecológica e o desenvolvimento sustentável do país.

Fonte: Banco do Brasil

BB apresenta Programa de Gestão Climática para municípios

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O Banco do Brasil anunciou no dia 20 de maio o pré-lançamento da Assessoria ASG com foco em Gestão Climática Municipal. A iniciativa é uma parceria entre o BB e a WayCarbon, empresa brasileira de inteligência climática e desenvolvimento de soluções digitais para gestão de emissões, riscos climáticos e sustentabilidade, com apoio da Secretaria do Tesouro Nacional (STN). A solução está em fase de testes e a previsão é que esteja disponibilizada em junho.

A Assessoria ASG integra inteligência artificial, tecnologia de monitoramento, diagnósticos territoriais e soluções de gestão financeira do BB para apoiar gestores públicos na identificação de vulnerabilidades, na criação de ações de adaptação e na mitigação das mudanças climáticas.

A inciativa prevê apoiar a estruturação de projetos climáticos prioritários em 100 municípios brasileiros de pequeno e médio porte, voltados tanto à redução das emissões de gases de efeito estufa quanto à adaptação aos impactos climáticos. O objetivo é fortalecer a resiliência urbana e preparar projetos aptos à captação de recursos.

A solução será disponibilizada sem custo para os municípios participantes, com base em recursos previstos na Portaria Normativa STN/MF nº 808.

O lançamento ocorre em um contexto de agravamento dos eventos climáticos extremos no país. Relatório do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (CEMADEN) indica que 2025 foi o terceiro ano mais quente já registrado, com temperatura média global 1,47°C acima dos níveis pré-industriais. O período é marcado por secas severas, enchentes, ondas de calor e uma série de desastres que impactaram infraestrutura, abastecimento hídrico, agricultura e mobilidade urbana em milhares de municípios brasileiros.

“Os desafios climáticos já impactam diretamente a vida das cidades e exigem planejamento, inteligência territorial e capacidade de resposta. O Banco do Brasil quer apoiar os municípios nessa transição, conectando tecnologia, informação e soluções financeiras para fortalecer o desenvolvimento sustentável local”, destaca José Alves, head de Sustentabilidade do Banco do Brasil.

“O desafio climático no Brasil deixou de ser apenas ambiental. Hoje ele é também fiscal, econômico e de infraestrutura. O grande diferencial deste programa é transformar dados climáticos em capacidade de investimento. Estamos ajudando cidades brasileiras a sair do diagnóstico e avançar para a estruturação de projetos concretos, financiáveis e alinhados à realidade local. Esse é um movimento pioneiro no país e coloca o Banco do Brasil em uma posição muito estratégica dentro da agenda climática nacional”, afirma Felipe Bittencourt, diretor-presidente da WayCarbon.

“A agenda climática passou a exigir dos municípios capacidade técnica, planejamento e acesso a soluções estruturadas. A Portaria 808 representa um avanço importante ao incentivar mecanismos de apoio técnico e fortalecimento institucional para que estados e municípios possam se preparar melhor para os desafios climáticos e fiscais dos próximos anos”, avalia David Athayde, secretário adjunto da STN.

Com a iniciativa, o Banco do Brasil consolida e reforça seu posicionamento como principal parceiro financeiro da transição climática nos territórios brasileiros, conectando ciência, tecnologia e financiamento para apoiar cidades mais resilientes, competitivas e preparadas para o futuro.

Fonte: Banco do Brasil

BB lidera captação de R$ 1,5 bilhão no 4° leilão do Programa Eco Invest

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O Banco do Brasil foi destaque no quarto leilão do Programa Eco Invest Brasil ao assegurar a liderança dos recursos ofertados, totalizando R$ 1,5 bilhão. Com foco em projetos de sociobioeconomia, turismo sustentável e infraestrutura na Amazônia Legal, a iniciativa reforça o compromisso do Banco com o desenvolvimento sustentável e a promoção de novas dinâmicas econômicas na região.

Nesta quarta etapa, o Banco estruturou a captação com alavancagem de mais de quatro vezes, viabilizando R$ 6,4 bilhões em investimentos. Com esse resultado, o BB se consolida como principal instituição no leilão, liderando a mobilização de recursos para projetos estratégicos na Amazônia Legal.

“O resultado obtido pelo Banco do Brasil no quarto leilão do Eco Invest reafirma nossa capacidade de estruturar soluções financeiras robustas para apoiar a transição sustentável do país. Ao direcionar recursos a projetos com potencial transformador na Amazônia Legal, o Banco reforça seu papel como indutor do desenvolvimento regional, da inovação e da economia de baixo carbono”, afirma José Ricardo Sasseron, vice-presidente de Governo e Sustentabilidade do BB.

Mesmo antes da liberação integral dos recursos, o Banco já se posiciona como protagonista na estruturação de operações alinhadas às diretrizes do Tesouro Nacional, voltadas à mobilização de capital catalítico e à atração de investimentos privados. O desempenho evidencia o papel estratégico do Banco do Brasil no financiamento de iniciativas inovadoras e sustentáveis, com impacto direto na transição para uma economia de baixo carbono.

Atuação do BB no Eco Invest

O histórico de participação do Banco do Brasil no Programa Eco Invest também reforça esse protagonismo. Na primeira fase, voltada a projetos de transição energética, economia circular e infraestrutura verde, o Banco captou R$ 800 milhões, viabilizando uma oferta total de R$ 4,8 bilhões ao mercado, com alavancagem de seis vezes. Os recursos já foram integralmente contratados, beneficiando 31 empresas.

Na segunda etapa, dedicada à recuperação de áreas degradadas, o Banco captou R$ 4,2 bilhões e estruturou uma oferta de R$ 6,8 bilhões, e já possui pré-análise positiva para projetos que cobrem a maior parte dos recursos disponíveis. Já na terceira fase, foram captados R`$ 1 bilhão, com potencial de investimento de até R$ 3 bilhões em participações (equity) em empresas ligadas aos eixos de transição energética, economia circular e infraestrutura.

Fonte: Banco do Brasil

Banco do Brasil desembolsa R$ 18,2 bilhões no Crédito do Trabalhador

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O Banco do Brasil atingiu a marca de R$ 18,2 bilhões em desembolso no Crédito do Trabalhador para mais de 1,2 milhão de trabalhadores em pouco mais de um ano em que a solução passou a ser oferecida. Dessa forma, o BB se consolida como protagonista na oferta de crédito consignado ao trabalhador do setor privado e reforça seu compromisso com a inclusão financeira e o fortalecimento da economia.

Desde o lançamento do programa, em março do ano passado, o BB vem ampliando de forma consistente o acesso ao crédito com condições mais vantajosas, permitindo que milhares de trabalhadores substituam dívidas com juros elevados por parcelas mais adequadas ao seu orçamento. A atuação do Banco combina escala, capilaridade e proximidade, alcançando trabalhadores em praticamente todo o território nacional. Além dos trabalhadores, a atuação do Banco também se apoia na parceria com os empregadores, que desempenham papel fundamental na execução do programa, contribuindo para a segurança, a governança e a sustentabilidade das operações. As operações com mais de 1,2 milhão de trabalhadores vinculados a 203,7 mil empresas empregadoras foram realizadas em 98,8% dos municípios brasileiros.

A evolução do Crédito do Trabalhador ao longo do último ano reflete a expertise histórica do Banco do Brasil em crédito consignado, aliada à sua capacidade tecnológica e à excelência da assessoria financeira prestada pelos funcionários da rede de atendimento. Esses fatores têm permitido uma jornada de contratação cada vez mais simples, segura e personalizada, respeitando o perfil e a realidade financeira de cada cliente.

Com o Crédito do Trabalhador, o Banco do Brasil reforça seu papel como principal agente financeiro do país, ampliando o acesso ao crédito responsável, fortalecendo o relacionamento com clientes e empregadores e promovendo uma atuação cada vez mais centrada nas pessoas.

Fonte: Banco do Brasil

Encontro estadual dos funcionários do BB em SP será no dia 6 de junho

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O Encontro Estadual dos Funcionários e Funcionárias do Banco do Brasil 2026 será realizado no dia 6 de junho (sábado), a partir das 9h. A atividade será em formato híbrido, com participação presencial no Auditório Azul do Sindicato dos Bancários de São Paulo (Rua São Bento, 413, Sé) e transmissão online por meio deste link.

O encontro terá como um dos principais objetivos a definição da delegação que representará a base paulista no Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil.

Trabalhadores e dirigentes sindicais de toda a base da Fetec-CUT/SP debaterão os desafios atuais do funcionalismo do BB, condições de trabalho, defesa dos direitos e construção das pautas nacionais da categoria.

Fernanda Lopes, coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), destaca a importância do encontro estadual para o 36º Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil, quando serão debatidos com funcionários de todo o país as prioridades para a renovação da minuta que será encaminhada à direção do banco.

“É um ano muito importante em que serão debatidas pautas colocadas pelo funcionalismo, principalmente a redução das metas que têm causado muitos adoecimentos, melhor qualidade de vida no trabalho e o teletrabalho. É um momento importante no caminho para uma campanha salarial vitoriosa”, afirma.

Unir forças

Segundo Antonio Netto, dirigente Sindicato dos Bancários de São Paulo e representante da Fetec-CUT/SP na CEBB, o encontro será fundamental para fortalecer a unidade e construir propostas para a campanha nacional.

“Nosso encontro tem a finalidade de unir a força de toda a base dos funcionários do Banco do Brasil da FETEC-SP e dos sindicatos, para que o debate sobre a situação em que nos encontramos sirva de subsídio para encaminharmos as melhores propostas ao Congresso Nacional dos Funcionários do BB. Por isso, a participação de todas e todos é essencial”, destaca o dirigente.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Na Bahia, avança acordo do intervalo intrajornada do BB

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Depois de anos de disputa judicial e intensas negociações, o Banco do Brasil aprovou a proposta apresentada pelo Sindicato dos Bancários da Bahia para o pagamento do processo referente ao intervalo intrajornada de 1 hora. A ação beneficia cerca de 3.200 funcionários e representa uma importante vitória.

Inicialmente, o banco apresentou uma proposta considerada muito abaixo do esperado. O Sindicato recusou os termos e construiu uma contraproposta que garantisse justiça. O novo formato foi aceito pelo BB, mas dependia da aprovação do Conselho de Administração.

A confirmação oficial só ocorreu em audiência, intermediada pela Cejusc (Centro Judiciário de Solução Consensual de Conflitos) na quinta-feira, quando o banco apresentou formalmente a aprovação do acordo, além das planilhas individuais com os respectivos valores destinados a cada beneficiário.

Agora, o Departamento Jurídico do Sindicato realiza a conferência detalhada dos cálculos para garantir que todos os valores estejam rigorosamente de acordo com o que foi negociado entre as partes. Caso não haja divergências, será realizada assembleia na quinta-feira.

Se aprovado pelos beneficiários, a expectativa é de que a homologação judicial aconteça já na audiência marcada para sexta-feira. Para o diretor Jurídico do Sindicato, Fábio Ledo, a construção do acordo demonstra a importância da persistência e da atuação sindical comprometida com os trabalhadores. “Esse resultado é fruto de muita responsabilidade e firmeza nas negociações. O Sindicato não aceitou uma proposta insuficiente e seguiu negociando até alcançar um patamar mais digno e justo”.

Fonte: Sindicato dos Bancários da Bahia

Sindicato no TO conquista vitória judicial em ação de 7ª e 8ª horas contra o BB

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O Sindicato dos Bancários do Tocantins obteve mais uma vitória na Justiça do Trabalho em ação contra o Banco do Brasil relacionada ao pagamento da 7ª e 8ª hora de bancária submetida indevidamente à jornada de 8 horas diárias.

A decisão, proferida pela Vara do Trabalho, reconheceu o direito da trabalhadora ao recebimento da 7ª e 8ª hora extra referente ao período de 26 de março de 2016 a 23 janeiro de 2017. A condenação também inclui reflexos sobre férias vencidas e proporcionais acrescidas de 1/3 constitucional, 13º salários, repousos semanais remunerados, incluindo sábados, domingos e feriados previstos nas Convenções Coletivas da categoria, FGTS, abono pecuniário, incidência na PREVI e gratificação semestral.

Além disso, a Justiça condenou o banco ao pagamento de honorários advocatícios sucumbenciais no percentual de 10% sobre os pedidos acolhidos na ação. A bancária também teve deferidos os benefícios da Justiça Gratuita.

O Banco ainda pode recorrer ao Tribunal Regional do Trabalho, mas as chances de reverter a decisão são mínimas.

Fonte: Contec

BB celebra 54 anos em Portugal e aborda as oportunidades do acordo Mercosul-UE

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O Banco do Brasil realizou no dia 20 de maio, em comemoração aos 54 anos de presença contínua em Portugal, o evento “Brasil-Portugal: Oportunidades de Negócios no Contexto do Acordo Mercosul-União Europeia”. O encontro reuniu empresários, investidores e instituições de referência do mercado português e brasileiro para debater o impacto do acordo comercial mais significativo das últimas décadas e o papel do BB nessa nova realidade.

O evento, organizado pelo Banco do Brasil AG em parceria com a Embaixada do Brasil em Lisboa, contou com a presença do embaixador Raimundo Carreiro e do chairman do Banco do Brasil AG e head de Negócios Internacionais do Banco do Brasil SA, Juliano Marcatto. O programa incluiu ainda palestras do chefe do Setor Econômico da Embaixada do Brasil, Bruno Simões, do economista-chefe da IM Gestão de Ativos, Luís Andrade, e do economista-chefe do Banco do Brasil SA, Marcelo Rebelo Lopes, com encerramento numa sessão de perguntas e respostas com os participantes.

O encontro contou com a participação de cerca 50 representantes de empresas e instituições que atuam no fluxo comercial entre Brasil e Portugal, incluindo os setores de alimentos, óleo e gás, aviação, engenharia, infraestrutura, hotelaria e comércio.

Para Raimundo Carreiro, “o Banco do Brasil, hoje, não é apenas uma das mais antigas instituições financeiras do país, mas também um ator central na articulação entre o Brasil e os mercados internacionais. Sua presença em Portugal simboliza, de forma muito concreta, a profundidade das relações entre as nossas economias e a maturidade do sistema financeiro brasileiro. No contexto da consolidação do Acordo de Parceria entre o Mercosul e a União Europeia, a abertura de uma nova etapa de aproximação entre as duas regiões torna essa presença ainda mais relevante. Trata-se de um marco com potencial para intensificar os fluxos econômicos e ampliar a demanda por instrumentos financeiros cada vez mais sofisticados”.

“Celebrar a trajetória do Banco do Brasil em Portugal neste momento de maior aproximação entre Mercosul e União Europeia reforça a relevância estratégica da nossa presença no país. Portugal tem uma posição singular na relação entre o Brasil e a Europa, seja pelo vínculo histórico e cultural, seja pela capacidade de conectar empresas, investidores e pessoas que mantêm projetos nos dois lados do Atlântico. Para o BB, fortalecer essa atuação é seguir acompanhando a internacionalização dos nossos clientes com confiança, proximidade e visão de futuro”, afirma Juliano Marcatto.

“O acordo Mercosul-UE não cria negócios por decreto, cria oportunidades. O nosso papel é ajudar as empresas a transformar essas condições em operações concretas: câmbio, financiamento, cartas de crédito, acesso a capital. O Banco do Brasil está presente em Portugal há 54 anos. Conhecemos os dois mercados, falamos a mesma língua e temos a estrutura para conectar empresas brasileiras e portuguesas numa das janelas de oportunidade mais relevantes das últimas décadas”, conclui Karen Machado, head da operação do Banco do Brasil em Portugal.

Um acordo histórico

O acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia, assinado em janeiro de 2026 após 26 anos de negociações, entrou em vigor de forma provisória no último dia 1º de maio. A zona de livre comércio criada reúne 31 países, O Acordo de Parceria integrará dois dos maiores blocos econômicos do mundo. Juntos, Mercosul e UE reúnem cerca de 718 milhões de pessoas e Produto Interno Bruto (PIB) de aproximadamente US$ 22,4 trilhões de dólares. No âmbito do acordo, a UE eliminará progressivamente tarifas sobre 95% dos produtos do Mercosul num prazo de 12 anos. Considerando que a UE é o segundo principal parceiro comercial do Brasil, com corrente de comércio de bens, em 2025, de aproximadamente US$ 100 bilhões, este é um marco de extrema relevância.

Para Portugal, as perspectivas são igualmente relevantes. Setores como máquinas e equipamentos, componentes para a indústria de automóveis, farmacêutica, metalomecânica e de materiais de construção encontram no acordo um estímulo direto à competitividade no mercado sul-americano.

O BB em Portugal

Com presença em mais de 20 países e operação em Lisboa há 54 anos, o Banco do Brasil disponibiliza para empresas que operam no fluxo comercial Brasil-Portugal e Brasil-Europa um conjunto integrado de soluções:

Financiamento ao comércio exterior: Cartas de crédito, garantias internacionais e linhas de crédito para exportadores e importadores, com conhecimento profundo das exigências regulatórias dos dois mercados.

Câmbio e remessas internacionais: Operações de câmbio para pagamentos e recebimentos internacionais

Private Banking para brasileiros em Portugal: Atendimento personalizado a clientes de alta renda e investidores brasileiros estabelecidos em Portugal, com soluções de gestão e diversificação patrimonial em ambiente europeu.

O Banco do Brasil opera atualmente em Lisboa por meio de sua subsidiária integral BB AG com foco em comércio exterior, clientes corporativos e segmento Private.

Fonte: Banco do Brasil

BB lança edital de até R$ 225 mi para apoiar comunidades na Bacia do Rio Doce

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O Banco do Brasil, por meio da Fundação BB e em parceria com a Secretaria-Geral da Presidência da República, lançou o Edital Rio Doce Participativo e Comunitário, que destina até R$ 225 milhões do Fundo de Participação Social vinculado ao Fundo Rio Doce para apoiar projetos comunitários voltados ao desenvolvimento socioeconômico de comunidades da Bacia do Rio Doce e do Litoral Norte capixaba. A iniciativa prevê inscrições abertas para projetos que receberão valores entre R$ 50 mil e R$ 400 mil, além de cerca de R$ 15 milhões para ativação territorial e inclusão produtiva, priorizando geração de renda, fortalecimento de modos de vida locais e desenvolvimento sustentável.

O projeto beneficia diretamente 49 municípios em Minas Gerais e no Espírito Santo. Podem se inscrever organizações da sociedade civil, cooperativas, coletivos formalizados e organizações representativas de povos e comunidades tradicionais sem fins lucrativos. Coletivos informais podem participar desde que com vínculo com instituição parceira com CNPJ formal. O projeto é uma parceria entre o conglomerado Banco do Brasil, via Fundação BB, e a Secretaria Geral da Presidência da República.

Para o vice-presidente de Governo e Sustentabilidade do Banco do Brasil, José Ricardo Sasseron, a iniciativa reafirma o papel do BB como instituição próxima das pessoas e comprometida com o desenvolvimento sustentável do país. “O Banco do Brasil nasce e cresce junto com o Brasil. Queremos ser um banco cada vez mais próximo, relevante e presente na vida da sociedade, contribuindo para o desenvolvimento social, econômico e ambiental dos territórios onde atuamos”, afirma.

Os recursos serão direcionados a projetos coletivos, com atenção especial a mulheres, povos indígenas, comunidades quilombolas, povos e comunidades tradicionais e jovens, priorizando iniciativas que fortaleçam a autonomia, a organização comunitária e a redução de desigualdades.

A Fundação BB será responsável pela seleção, contratação, acompanhamento e monitoramento dos projetos sociais apoiados. Os aportes por iniciativa poderão variar entre R$ 50 mil e R$ 400 mil, alcançando centenas ou milhares de projetos comunitários, conforme as propostas apresentadas. A estratégia inclui ações de capacitação, fortalecimento institucional e acompanhamento contínuo, assegurando transparência, controle social e impacto mensurável.

Segundo o presidente da Fundação Banco do Brasil, André Machado, a Fundação BB atua para transformar recursos em cidadania concreta. “Essa iniciativa permite que as próprias comunidades sejam protagonistas da reconstrução de seus territórios, com acesso a apoio técnico, investimento social estruturado e mecanismos de participação que fortalecem a autonomia, a geração de renda e a dignidade das pessoas atingidas”, afirma.

Cidade recebe novo Hub de Sociobieoconomia

Como parte desse esforço, o Banco do Brasil também lança na região a nova unidade do Hub de Sociobioeconomia, ampliando sua atuação no fomento a iniciativas sustentáveis e no apoio às cadeias produtivas da bioeconomia. A iniciativa visa ampliar o acesso ao crédito, a serviços financeiros e a oportunidades de mercado voltadas à sociobioeconomia e ao desenvolvimento territorial sustentável na região.

A inauguração do Hub está alinhada à estratégia de atuação em sustentabilidade do Banco do Brasil e vai auxiliar a fortalecer as capacidades produtivas locais, além de conectar agricultores familiares, povos originários e comunidades tradicionais, entre outros públicos, a terem mais acesso a políticas públicas.

O lançamento foi celebrado com a realização de um Fórum de Ativação de Crédito, evento que o BB vem realizando desde o início de 2025 para promover ações de educação financeira, regularização fundiária, assistência técnica e estruturação de projetos voltadas aos públicos envolvidos.

A unidade de Governador Valadares se junta às de Belém (PA), Ilhéus (BA), Manaus (AM) e Cuiabá (MT), regiões que vêm se beneficiando da mobilização territorial promovida pelos Hubs, por meio de ações de fomento à bioeconomia e cadeias produtivas sustentáveis, além de promover iniciativas produtivas, formação de empreendedores comunitários, assistências técnicas e mutirões territoriais em municípios de difícil acesso.

Com essa atuação, o Conglomerado BB, por meio do Banco do Brasil e da Fundação BB, reforça seu compromisso com a sustentabilidade, a cidadania e a reconstrução de territórios afetados por eventuais questões socioambientais, contribuindo para a construção de soluções estruturantes baseadas no diálogo, na participação social e na valorização das pessoas.

GRANDES NÚMEROS

Investimento social previsto:

  • Até R$ 225 milhões para seleção, contratação e acompanhamento de projetos comunitários;

Apoio direto a projetos locais:

  • Aportes entre R$ 50 mil e R$ 400 mil por projeto;

Ativação territorial e inclusão produtiva:

  • Cerca de R$ 15 milhões destinados a ações de sociobioeconomia e fortalecimento de cadeias produtivas locais;

Abrangência territorial:

  • 49 municípios da Bacia do Rio Doce, em Minas Gerais e no Espírito Santo;

Foco prioritário:

  • Geração de trabalho e renda;
  • Fortalecimento de economias locais;
  • Participação social e controle comunitário;
  • Atenção especial a mulheres, povos indígenas, comunidades quilombolas, povos e comunidades tradicionais e jovens.

Fonte: Banco do Brasil

Cassi avança na implementação da metodologia DRG Brasil

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A Cassi acaba de implementar a metodologia DRG Brasil, sigla em inglês para Grupos de Diagnósticos Relacionados, em mais um passo importante na modernização de sua gestão de saúde. A iniciativa é muito mais do uma ferramenta tecnológica. Representa uma mudança de paradigma na forma como a Cassi acompanha a vida do paciente, combate desperdícios e garante a sustentabilidade do plano a longo prazo.

“A implementação do DRG não é apenas sobre tecnologia, é sobre descomplicar a vida do nosso participante e garantir que cada recurso investido se transforme em saúde de qualidade. Estamos utilizando dados e inteligência para humanizar o atendimento e combater falhas sistêmicas que geram desperdício. Nosso compromisso é com a entrega de valor: um cuidado mais seguro, eficiente e sustentável, que coloca a Cassi na vanguarda da gestão assistencial no Brasil”, destaca Alberto Junior, diretor de Planos de Saúde e Relacionamento com o Cliente.

O que é o DRG e como ele funciona

O DRG é um sistema de classificação de pacientes hospitalares que agrupa casos com características clínicas semelhantes e consumos de recursos comparáveis. Em vez de olhar para eventos isolados, a nova metodologia permite uma visão sistêmica da complexidade de cada paciente, considerando diagnósticos, idade e procedimentos realizados.

Na prática, a metodologia transforma dados brutos em indicadores de valor, permitindo que a Cassi compare a eficiência e os desfechos clínicos entre diferentes hospitais e profissionais.
Os benefícios da nova metodologia

“A partir do segundo semestre deste ano, teremos um novo aparato para gerir as despesas assistenciais por meio de um esforço coletivo que envolve toda a instituição. O DRG será o elo que conecta todas as soluções que estamos desenvolvendo. As equipes de saúde e risco populacional terão papel fundamental tanto na implantação quanto na condução das mudanças assistenciais, contando também com o peso estratégico das áreas de negociação e regulação. A equipe da GEO tem sido o ‘cérebro’ no modelo de implantação dessa solução, com a aplicação de um framework moderno e prático. Estamos muito satisfeitos com o avanço do trabalho”, explica o diretor Alberto Junior.

A adoção do DRG traz ganhos fundamentais para a operação e para o participante:

▪ Combate ao desperdício: estima-se que mais de 50% dos custos assistenciais hospitalares decorrem de falhas de organização ou má qualidade. O DRG atua diretamente na gestão da permanência, evitando que o paciente fique internado além do necessário por falhas de processo.

▪ Segurança do paciente: com o monitoramento em tempo real e a auditoria clínica concorrente, a jornada intra-hospitalar torna-se mais segura, reduzindo o risco de reinternações evitáveis e eventos adversos.

▪ Remuneração por valor: a metodologia permite migrar do modelo tradicional (baseado em volume) para um modelo de entrega de valor, onde parceiros e médicos são reconhecidos pela eficiência e pelos melhores resultados de saúde entregues ao paciente.

▪ Visão 360°: a integração dos dados hospitalares com a atenção primária garante a continuidade do cuidado, fortalecendo o modelo assistencial da CASSI.

A médio e longo prazos o DRG consolidará a Cassi como uma autogestão de referência em eficiência operacional e excelência clínica. Ao otimizar o uso de leitos (especialmente em UTIs e áreas materno-neonatais) e reduzir custos desnecessários, a Instituição assegura recursos para investir no que realmente importa: a saúde e o acolhimento de seus participantes.

Fonte: Associados Cassi

Seleção de Conselheiros 2026 da Previ é concluída

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A Previ concluiu recentemente a Seleção de Conselheiros 2026, um processo seletivo criterioso que consolida o compromisso com a diversidade e qualificação técnica, resultando na indicação de 31 candidatos para 34 assentos em conselhos de administração ou fiscal. Essa diferença se justifica pela previsão, estabelecida em normativos internos, de acúmulo de funções por conselheiros em empresas classificadas como Sociedades de Propósito Específico (SPEs) ou em ativos estratégicos.

O banco de candidatos contou com 432 inscritos, sendo 42% pertencentes a segmentos sub-representados. Desses, 368 comprovaram os critérios mínimos obrigatórios estabelecidos no edital e avançaram para as etapas seguintes.

Entre os 368 classificados, 40% pertencem a um dos quatro grupos com baixa representação definidos pela Previ:

Não classificados

34 candidatos não atenderam aos critérios mínimos obrigatórios e não foram classificados, sendo:

  • 88% não comprovaram o critério mínimo obrigatório de Experiência Profissional;
  • 33% não atenderam aos critérios de Certificação;
  • 11% não comprovaram a Formação Acadêmica – Graduação.

Além disso, em alguns casos, houve a ausência simultânea da comprovação de mais de um critério mínimo obrigatório.

Estratégia de Diversidade

Conforme divulgado em edital, a estratégia de diversidade tem por objetivo atingir 40% de representatividade de segmentos sub-representados na etapa de matching. Esse objetivo foi superado: 58% dos candidatos indicados se autodeclararam pertencentes a esses grupos, percentual superior ao verificado entre os inscritos (42%) e os classificados (40%).

Temporada de assembleias

Em 2026, a Previ participou de 17 assembleias ordinárias e realizou indicações em 14 delas. Mesmo na condição de acionista minoritária em 97% dos casos, obteve êxito em 82% do total de assentos pleiteados, evidenciando a efetividade de sua estratégia de indicação e articulação com demais acionistas.

Governança e sustentabilidade

A seleção, indicação e eleição de conselheiros, nas assembleias gerais ordinárias das empresas, com o apoio institucional da Previ, é um instrumento relevante de governança corporativa. Essa atuação visa fomentar e engajar as companhias em ações e processos alinhados às melhores práticas ASGI, fortalecendo o ambiente de negócios no longo prazo, gerando melhores retornos financeiros e impactos positivos nas diversas dimensões da sustentabilidade.

A relação completa de conselheiros eleitos com o apoio da Previ e com mandatos vigentes pode ser consultada no site Previ na aba investimentos da previ/governança de investimentos/conselheiros.

Fonte: Previ

Associados aprovam Relatório 2025 da Cassi com 77,3% dos votos

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Os associados e associadas da Cassi aprovaram o Relatório 2025 da entidade com 77,3% dos votos válidos, seguindo a orientação das entidades representativas do funcionalismo do Banco do Brasil e dos dirigentes eleitos da Caixa de Assistência. A votação, iniciada em 14 de maio e encerrada nesta segunda-feira (25), registrou 32.014 votos favoráveis ao documento.

Pelo Estatuto Social da Cassi, o relatório precisava de maioria simples para aprovação. O resultado demonstra que o Corpo Social da entidade, formado por funcionários da ativa e aposentados do Banco do Brasil associados à Cassi, reconhece que o documento retrata de forma transparente a realidade enfrentada pela Caixa de Assistência no último ano.

O secretário-geral da Contraf-CUT, Gustavo Tabatinga Jr., destacou a ampla participação dos associados e afirmou que a votação representa um importante recado à direção do Banco do Brasil. “Os colegas do banco votaram massivamente pela aprovação do relatório da Cassi, como orientado pela Contraf, demonstrando a seriedade do documento, que relata de forma fiel a situação que passa nossa Caixa de Assistência. Infelizmente, mais uma vez, tivemos uma chuva de fake news que atrapalham o momento. Sabemos que a situação financeira da Cassi é desafiadora e o relatório apontava a realidade. Com essa votação mostramos que estamos mobilizados, provando à direção do BB que merecemos uma proposta justa para a Cassi”, afirmou.

A Cassi destacou que o Relatório 2025 foi amplamente divulgado desde sua publicação, em 31 de março, por meio dos canais oficiais da entidade. A Diretoria Executiva realizou mais de 30 apresentações em cidades com maior concentração de associados, além de reuniões com entidades representativas, aposentados e conselheiros de usuários em todo o país.

Segundo a entidade, a aprovação também representa um voto de confiança dos associados na governança e na transparência da Cassi, modelo considerado uma conquista histórica do funcionalismo do Banco do Brasil, garantindo aos associados participação direta nos processos de decisão e fiscalização da Caixa de Assistência.

Fonte: Contraf_CUT

Economus conquista selo da 7º Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça

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Na segunda-feira, 25 de maio, o Economus recebeu o selo da 7ª edição do Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça. O reconhecimento foi concedido pelo Governo Federal em evento realizado em Brasília (DF).

Essa foi a 7ª edição do programa, que tem como objetivo reconhecer práticas e iniciativas que promovam a igualdade de oportunidades dentro das organizações. Desde a adesão, em junho de 2024, o Economus realizou uma série de ações internas e externas fomentando a importância de uma sociedade e mercado de trabalho mais justos. Muitas dessas iniciativas podem ser visualizadas no hotsite exclusivo para o tema.

O presidente do Economus, Kleuvânio Dias de Souza, recebeu a homenagem em nome do Instituto. Ele destacou a importância da conquista do selo pela segunda edição consecutiva do programa Pró-Equidade de Gênero e Raça. “Esse reconhecimento é resultado do engajamento e esforço da nossa equipe e demonstra que estamos no caminho certo em nosso compromisso com a causa”, exalta.

Além do Economus, outras 74 entidades receberam o selo nessa edição. Essa conquista reforça o comprometimento do Instituto em todos os assuntos relativos à justiça em relação à igualdade de oportunidades.

Clique aqui e veja as entidades contempladas com o selo.

Fonte: Economus

Com menos agências, idosos se reinventam no mundo dos aplicativos

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Durante décadas, eles aprenderam a preencher cheques, enfrentar filas de banco e guardar comprovantes em pastas. Agora, aos 60, 70 e até 80 anos, precisaram trocar o talão pelo Pix, o gerente pelo aplicativo e o balcão pelo WhatsApp — numa das mudanças tecnológicas mais rápidas e profundas já enfrentadas por uma geração.

A revolução digital que transformou o sistema bancário brasileiro obrigou milhões de brasileiros da geração que cresceu no mundo analógico a fazer uma migração acelerada para celulares, aplicativos e autenticações virtuais, além de acompanhar um cotidiano em que até ligar a televisão exige senha, conexão e atualização.

A adaptação tem sido bem-sucedida. Levantamento da Serasa aponta que quase 80% dos idosos já utilizam aplicativos bancários, enquanto estudos sobre mobile banking indicam que o celular se tornou parte da rotina financeira dessa geração.

Impulsionados pelo fechamento de agências, pela popularização do Pix e pela ajuda de filhos e netos, passaram de espectadores da revolução digital a usuários ativos dela — ainda que convivendo com dificuldades, insegurança e medo de golpes.

Apoio dos filhos ajuda na transição para aplicativos

A trajetória de Paulo Godoy, de 79 anos, ajuda a ilustrar essa mudança. A familiaridade com computadores começou cedo, ainda nos anos 1990, quando o filho entrou para a faculdade de Ciência da Computação. “Eu viajava muito e trazia periféricos, CPU, HD. Meu filho montava computadores em casa e fui acompanhando toda aquela transformação”, lembra.

A adaptação, porém, não aconteceu sem sustos. A digitalização, que ele classifica como “avassaladora”, impõe muitos desafios à terceira idade. “Antigamente você ligava a televisão e mudava o canal rodando o seletor”, lembra Godoy. “Hoje tem aplicativo, receptor, internet, sincroniza com celular. Desconfigura alguma coisa e vira uma loucura.”

Para ele, a palavra-chave nessa transição é paciência. “É como reaprender a ler. Uma coisa que meu filho faz em cinco minutos, eu levo umas duas horas.” Mesmo assim, ele faz praticamente toda a vida financeira pelo celular. Paga boletos, acompanha investimentos e opera renda fixa e ações pelo aplicativo do banco.

O Pix, diz, mudou completamente sua rotina. “Foi uma salvação. Antigamente você recebia cheque, tinha compensação, cheque sem fundo. Hoje resolve tudo na hora.” A relação com os bancos também mudou. O gerente, que antes centralizava as decisões financeiras, perdeu espaço para os aplicativos e para o acesso direto à informação.

“Gerente de investimento é bom para o gerente, não para você”, afirma, rindo. “No aplicativo você consegue comparar, olhar melhor, pesquisar. Se a pessoa não tiver informação, dança bonitinho.”
Golpes bancários são a principal preocupação dos idosos

O mesmo aconteceu com Eurides de Oliveira, de 83 anos, servidor federal aposentado. Assim como Paulo, ele afirma ter conseguido atravessar a revolução digital graças ao apoio dos filhos — um deles ligado à computação e outro ao design gráfico e às ferramentas de inteligência artificial. “Isso ajudou muito”, diz.

Hoje, Oliveira vê muita praticidade no celular: Pix, transações bancárias, pagamentos e conversas no WhatsApp fazem parte da rotina. Com as novas ferramentas, já não depende de atendimento presencial para resolver a maior parte das tarefas financeiras.

Ainda assim, preserva uma relação afetiva com o banco, construída muito antes da era dos aplicativos. Cliente do Banco do Brasil há décadas, mantém amizade até hoje com o mesmo gerente que o atende há mais de 30 anos.

A conexão pessoal sobreviveu à digitalização acelerada do sistema bancário. Redes sociais, porém, ficaram de fora da rotina. “Não me acostumei”, resume.

A maior preocupação dele são os golpes digitais. “Hoje em dia está tudo muito bem feito. Tem que prestar atenção em tudo”, afirma. “Se desconfio de algo, nem clico.”

O receio não é exagero. Pesquisa da Silverguard apontou que idosos registram os maiores prejuízos médios em golpes digitais no Brasil, com perdas superiores a R$ 4,8 mil por vítima.

Especialistas afirmam que pessoas mais velhas se tornaram alvo preferencial de criminosos por já terem acumulado patrimônio. Também costumam demonstrar maior confiança em contatos telefônicos e mensagens, sobretudo com o avanço da inteligência artificial e das fraudes que simulam vozes, rostos e conversas reais.

Aprender para não ficar para trás

Para Waldemar Santos Guimarães, engenheiro de recursos hídricos aposentado, a adaptação digital foi quase uma continuação natural da vida profissional. Aos 81 anos, ele diz não se sentir velho — e atribui parte disso à disposição para continuar aprendendo.

Depois de trabalhar durante anos com projetos e capacitação técnica, ele vê semelhanças entre a revolução digital atual e outras transformações tecnológicas que acompanhou ao longo da carreira.

Hoje, usa Pix regularmente e quase não frequenta mais agências bancárias. Apesar disso, ainda valoriza o contato presencial com os gerentes. “Às vezes vou lá conversar, entender alguma operação.”

Para Guimarães, a tecnologia trouxe praticidade, mas não eliminou completamente a necessidade de relações humanas — especialmente para uma geração acostumada ao atendimento “olho no olho”.

Nesse sentido, faz ressalvas à mudança do próprio conceito de trabalho promovida pela digitalização. “Hoje muita gente trabalha de casa, mas o espírito de equipe continua importante”, afirma.

Em comum, as histórias traduzem a percepção de que resistir à tecnologia deixou de ser uma opção. A geração criada entre cheques, carnês e cadernetas bancárias acabou obrigada a aprender, em poucas décadas, a viver em um mundo de QR Code, biometria facial e autenticação por aplicativo — e, apesar das dificuldades, conseguiu fazer a travessia. “Quem não se atualiza e não evolui fica para trás”, resume o aposentado.

Fonte: Gazeta do Povo

EDITAL DE CONVOCAÇÃO PARA ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA DA AGEBB

Publicado em: 27/05/2026

Prezado(a) Associado(a):

O presidente da AGEBB – Associação dos Gerentes do Banco do Brasil, Senhor Adriano Domingos, no uso de suas atribuições legais e estatutárias e atendendo ao que determina o artigo 14 e seus parágrafos, 15 e 17 do Estatuto Social, convoca a todos(as) os(as) associados(as) regulares com suas obrigações na associação, para a Assembleia Geral Ordinária, que se realizará no dia 27 de Junho de 2026 (sábado) nas dependências do Vivendas Hotel Rio Claro- Avenida 1, 1030- Centro- Rio Claro- SP, às 09:00 horas em primeira convocação, com quórum estatutário ou às 09:30 horas em segunda convocação com o número de associados presentes.

Pauta:

I – Prestação e Aprovação das contas do Ano 2025

II- Assuntos Diversos 

São Paulo, 27 de maio de 2026

Adriano Domingos

Presidente

Lucro do BB cai 53,5% no 1º tri com impacto agro e banco faz nova revisão de guidance

Publicado em: 14/05/2026

O Banco do Brasil (BBAS3) registrou lucro líquido recorrente de R$ 3,43 bilhões no primeiro trimestre deste ano, queda de 53,5% na comparação anual e baixa de 40,2% frente ao último trimestre, em um resultado ainda fortemente impactado pela turbulência no agronegócio.

Apesar da queda, o resultado ficou em linha com as estimativas de analistas compiladas pela Bloomberg, que estimavam um saldo de R$ 3,46 bilhões na última linha do balanço.

Em nota, a CEO Tarciana Medeiros reconheceu um ambiente mais desafiador para o crédito este ano, “com maior pressão especialmente na carteira de agronegócios”.

“Entre as medidas para enfrentar o ciclo de agravamento da inadimplência do agronegócio, ampliamos e evoluímos no uso de garantias por alienação fiduciária e revisamos as esteiras de cobranças. Nos primeiros meses de 2026, já dobramos o número de judicializações realizadas durante todo o ano passado. Isso reflete o nosso direcionamento de buscar a recuperação dos nossos ativos”, afirmou a CEO.

O banco estatal é líder no crédito ao agronegócio e tem um terço de sua carteira destinada ao setor. Os efeitos do endividamento e de uma alta no volume de recuperações judiciais no segmento vem impactando os negócios do BB desde o terceiro trimestre de 2024, com efeito mais pronunciado ao longo do último ano, marcado por duas revisões de projeções diante da piora dos números.

Junto com o resultado, o banco divulgou na noite desta quarta-feira (13) uma nova revisão de guidance – a terceira desde o início da crise e a primeira de 2026.

Foram revisadas as projeções para custo do crédito, margem financeira bruta e lucro líquido ajustado, a partir da reavaliação do cenário, “em especial a continuidade da dinâmica agravada do risco no agronegócio, das incertezas decorrentes do contexto geopolítico e seus reflexos nos indicadores macroeconômicos”, afirmou o banco em nota.

O BB agora projeta lucro líquido ajustado entre R$ 18 bilhões e R$ 22 bilhões, abaixo do piso da faixa anterior, que ia de R$ 22 bilhões a R$ 26 bilhões.

O custo de crédito passou para o intervalo entre R$ 65 bilhões e R$ 70 bilhões, vindo de uma faixa entre R$ 53 bilhões e R$ 58 bilhões. Já a margem financeira bruta, que ficaria entre 4% e 7%, subiu para o intervalo entre 7% e 11%.

BB no 1º tri

O retorno sobre o patrimônio líquido médio (ROAE), principal indicador de rentabilidade do banco, caiu para 7,3% dos 16,7% registrados no mesmo período do ano passado. Na comparação trimestral, a queda foi de 5,1 pontos percentuais.

A margem financeira alcançou R$ 27,42 bilhões, ganho de 14,8% na comparação anual e leve queda de 1,3% em três meses.

A carteira de crédito expandida somou R$ 1,306 trilhão no período, alta de 2,2% em 12 meses e de 0,7% frente ao terceiro trimestre.

Em inadimplência, o índice de atrasos acima de 90 dias avançou de 3,63% em março do ano passado para 5,05% no fechamento do primeiro trimestre de 2026. Na comparação trimestral, o indicador teve leve queda de 0,12 ponto percentual.

Fonte: Bloomberg Línea

Banco do Brasil aposta em pessoa física para melhorar rentabilidade, com agro ainda pressionado

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O Banco do Brasil aposta no crédito à pessoa física para melhorar a rentabilidade, principalmente nos segmentos de alta renda e no crédito consignado, enquanto ainda enxerga um cenário pressionado para a carteira do agronegócio.

“Nossa estratégia de crescimento em pessoa física é a melhor forma que temos para melhorar a rentabilidade do banco, fazer mais retorno. O cuidado que temos que ter aqui é focar naquelas operações de risco/retorno mais ajustado”, afirmou o vice-presidente de gestão financeira do BB, Geovanne Tobias, em teleconferência com analistas nesta quinta-feira, 14 de maio, após divulgação do balanço na véspera, com queda de mais de 50% no lucro e recuo do retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) para 7,3%.

Ele destacou que o crédito consignado privado é um vetor de forte crescimento, enquanto em cartão de crédito apontou que o foco deve ficar na alta renda. “Nós reduzimos muito o apetite (no segmento de cartões) para as pessoas físicas de menor renda, em que o risco está muito mais agravado”, afirmou, ponderando, contudo, que o Novo Desenrola traz expectativa de melhora na adimplência.

No primeiro trimestre, a carteira de crédito expandida pessoa física cresceu 1,4% no trimestre e 7,7% em 12 meses, para R$361,8 bilhões, enquanto a inadimplência acima de 90 dias ficou em 6,82%, de 5,10% um ano antes e 6,56% em dezembro de 2025.

Tal aposta vem mesmo com a visão de cenário para as pessoas físicas, em função do endividamento das famílias, mais desafiador, com perspectiva de uma piora na inadimplência no segmento.

De acordo com o vice-presidente de controles internos e gestão de risco do BB, Felipe Prince, esse cenário mais desafiador está principalmente no cheque especial, no cartão de crédito, no crédito não consignado. “Nós estamos atuando para que essas linhas sejam canalizadas aos nossos clientes de mais alto valor, onde ele tem mais resiliência para enfrentar esse ciclo e naturalmente maior capacidade de pagamento para avançar com essas linhas”, afirmou a jornalistas também nesta quinta-feira.

“Por outro lado, nós estamos muito tracionados no crédito consignado,… temos quase 25% do crédito consignado público, estamos fortemente tracionados para poder continuar liderando essa linha e, paralelamente, muito forte na atuação do ‘Crédito ao Trabalhador…uma linha que nos traz um retorno ajustado ao risco bastante favorável”, acrescentou.

Ainda assim, de acordo com Prince, dado o cenário macro mais desafiador e o efeito de contaminação dos clientes produtores rurais, que também são clientes nas linhas de pessoa física, os modelos indicam uma piora no desempenho da carteira de pessoa física, principalmente puxada pelo segmento de cartões — que, no primeiro trimestre, registrou um índice de inadimplência de 7,12%. Mas ele reforçou que o portfólio está adequadamente provisionado, buscando antecipar ao risco que o banco enxerga à frente.

“Nós nos antecipamos, fizemos o reforço perto de R$2 bilhões para essa carteira especificamente”, acrescentou Tobias.

AGRO

Para a carteira de crédito rural, porém, a perspectiva é de que continue pressionada, com alguma melhora em índices de inadimplência esperada somente a partir do segundo semestre.

De acordo com os executivos do banco, a pontualização em abril, quando os vencimentos começam a se materializar de uma forma mais forte, veio aquém do alvo que o banco tinha. Trata-se de um indicador do banco usado para medir a porcentagem de clientes e operações de crédito rural que estão com os pagamentos em dia.

Eles ressaltaram que isso não significa necessariamente que irá refletir na inadimplência, uma vez que o pagamento pode ocorrer nos dias seguintes. “Mas ela indica um comportamento do cliente”, ressaltou Prince, acrescentando que essa percepção foi um dos principais motes para a revisão para cima na previsão do banco para custo do crédito no ano.

O vice-presidente de agronegócio e agricultura familiar, Gilson Bittencourt, destacou que no mês de abril cerca de um quarto da carteira de agro era concedida a partir da nova matriz de resiliência que o BB começou a operar a partir de julho do ano passado. Assim, durante os próximos meses, o BB ainda tem um peso importante dos créditos concedidos antes desse novo formato.

“Somente a partir de setembro vamos ter um percentual superior a 50% dos vencimentos no mês já com a nova metodologia… Ainda vamos ver durante os próximos meses algum nível de inadimplência, porque estamos olhando ainda para uma carteira passada. A nossa expectativa é que essa adimplência vá melhorando ao longo dos próximos meses”, citou, não descartando efeitos ainda em 2027, mas com esses financiamentos cada vez com um peso menor sobre o total de vencimentos à frente.

“Isso nos dá uma esperança muito grande de que a adimplência volte aos patamares históricos”, afirmou, ressaltando que a produção agropecuária do Brasil continua forte e que o problema está centralizado mais em algumas atividades e principalmente por programas de fluxo de pagamento, mas não por receita que a atividade tem gerado.

De acordo com Prince, o risco de crédito total do banco deve cair um pouco no segundo trimestre, mas o risco de crédito do agro cresce.

De acordo com Bittencourt, o BB busca manter uma carteira de crédito rural na casa de R$405 bilhões, R$410 bilhões.

CAPITAL

Os executivos do banco destacaram que o BB mantém a perspectiva de capital ao redor de 11% durante 2026, incluindo efeitos regulatórios, apoiado pela MP 1.314 e pela geração orgânica de capital, compensando o crescimento dos ativos ponderados pelo risco (RWA). “A melhor estimativa que temos é que rodaremos entre 11% e 11,5% até o final do ano”, afirmou Prince. No primeiro trimestre, o índice de capital principal do banco ficou em 11,59%.

Em relação a discussões dentro do banco envolvendo monetização de ativos do conglomerado do BB, Tobias disse na teleconferência com analistas que o foco deste ano é crescer negócios e o crescer negócios não está limitado ao banking, mas também a todo esse “nosso sistema solar”.

“Eu falei da seguridade, falei da nossa asset, falei do nosso consórcio, tem todo o nosso negócio de meios de pagamento. De fato, quando estávamos olhando lá atrás, eventualmente possíveis medidas para estabilizar o nosso nível de capital, temos, sem dúvida alguma, inúmeras possibilidades para destravar valor. Mas, no momento, não vislumbramos isso, muito pelo contrário, porque elas são peças fundamentais para nos ajudar a passar por esse ciclo mais agravado de crédito”, afirmou o executivo.

“Nós não temos no curto prazo nenhuma expectativa de olhar essas empresas como um potencial de destravamento de valor, desacoplando-as desse sistema solar. Nós precisamos delas sim na órbita do nosso conglomerado. A nossa estratégia é uma estratégia de conglomerado porque ela retroalimenta a geração de negócios e ajuda na principalidade dos nossos clientes.”

Na entrevista a jornalistas, Tobias também citou que o ROE do primeiro trimestre ficou aquém daquilo que BB pode entregar e é muito fruto desse agravamento do risco, principalmente na carteira rural, mas também um pouco, agora, da posição prudencial do banco na carteira de pessoas físicas. Citando o guidance para 2026, ele destacou que embute uma perspectiva de melhoria da rentabilidade, “provavelmente entregando ROE entre 9 a 11%”.

Os executivos do BB reiteraram o payout de 30%, enquanto descartaram a possibilidade de dividendos extraordinários. “Está totalmente descartada essa possibilidade”, afirmou Tobias.

Na bolsa paulista, as ações chegaram a cair quase 5% no pior momento, mas reverteram as perdas e avançavam 1,4% por volta de 14h10, enquanto o Ibovespa tinha alta de 1,3%.

Fonte: Notícias Agrícolas

BB defende avanço em consignado e alta renda para recuperar rentabilidade

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O Banco do Brasil (BBAS3) encerrou o primeiro trimestre de 2026 com retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) em 7,3% – sua rentabilidade mais baixa em uma década, acima apenas dos 6,5% apurados no segundo trimestre de 2016.

Para sair das mínimas e buscar a retomada do indicador, o BB pretende avançar no crédito pelas linhas de maior spread enquanto o agronegócio – principal fonte da pressão para o balanço – ainda não se normaliza.

“Seguimos tracionados na pessoa física como uma estratégia para equilibrar o portfólio do banco, principalmente em momentos onde as outras carteiras, como a do agro, não performam tão bem”, afirmou o CFO Geovanne Tobias, a jornalistas nesta quinta-feira (14).

“[Assim] entregamos rapidamente uma volta a uma rentabilidade em patamares mais elevados”, disse.

A expectativa do banco é alcançar um ROE entre 9% e 11% ao final de 2026 – ainda abaixo do patamar de 20% conquistado antes da crise do agro, mas já em trajetória de retorno aos dois dígitos.

A queda da rentabilidade no trimestre acompanhou a pressão do agro sobre o custo de crédito do banco, que avançou 85,8% em relação ao mesmo período do ano anterior, chegando a R$ 18,9 bilhões no trimestre.

O saldo foi reflexo do aumento de provisões na carteira rural e da inadimplência persistentemente acima do que o banco havia projetado.

Em que áreas o BB pretende crescer

O crescimento em pessoa física está concentrado em dois eixos. O primeiro é o crédito consignado, no qual o BB já detém quase 25% do mercado público e mira 20% do privado. E o segundo envolve cartões e produtos para alta renda, público mais resiliente diante do ciclo econômico mais desafiador.

Os executivos destacaram a evolução do crédito ao trabalhador, linha de consignado privado para quem tem carteira assinada, para projetar a velocidade da expansão.

O Banco do Brasil saiu de 100 mil clientes atendidos no segmento no início de 2025 para 1,2 milhão este ano, com R$ 18 bilhões desembolsados.

Tobias reforçou ainda que o BB não pretende repetir o modelo de crescimento acelerado e indiscriminado do pós-pandemia, quando a expansão do crédito gerou ondas posteriores de inadimplência em todo o setor bancário. O CFO disse que vão evitar o chamado crescimento em ‘mar aberto’, buscando clientes não-correntistas.

Ainda na pessoa física, o banco enfrenta outro desafio: a “contaminação” dos portfólios por conta do agronegócio.

Produtores rurais que mantêm outras operações no banco, como cartão de crédito e crédito pessoal, passaram a atrasar também nessas linhas quando o fluxo de caixa apertou.

O BB identificou esse movimento e, de forma preventiva, reforçou as provisões sobre esse portfólio antes de os atrasos materializarem a inadimplência acima de 90 dias.

A inadimplência de pessoas físicas encerrou março em 6,82%, ante 5,10% um ano antes. O banco projeta que o segundo trimestre será o período de maior pressão nesse segmento, com concentração nas linhas de cartão de crédito e crédito pessoal.

A partir do terceiro trimestre, a expectativa é de normalização progressiva. O movimento pode ser acelerado, segundo Tobias, a depender dos frutos do novo programa Desenrola do Governo Federal, que deve estimular as renegociações e alongamento de dívidas entre os clientes mais apertados.

Nova revisão de guidance

Enquanto o crescimento não estabiliza os números do BB, o banco voltou a revisar suas projeções. O novo guidance de lucro líquido ajustado para 2026 passou para o intervalo de R$ 18 bilhões a R$ 22 bilhões — abaixo do piso da faixa anterior, que ia de R$ 22 bilhões a R$ 26 bilhões. Na prática, o teto do novo intervalo é igual ao piso do antigo.

O custo de crédito também foi revisado para cima, para R$ 65 bilhões a R$ 70 bilhões, vindo de uma faixa entre R$ 53 bilhões e R$ 58 bilhões.

A revisão no guidance já contempla também o desafio do BB em pontualização (indicador de pagamento em dia) no setor agro. Embora não seja ainda um indicador de inadimplência, a pontualização sinaliza um estresse no comportamento do setor.

Também inclui a mudança no cenário macroeconômico diante da guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã no Oriente Médio. “Não gostaríamos de estar revisando esse guidance agora, mas o mundo em que montamos o guidance anterior é completamente diferente do que temos hoje”, afirmou Tobias.

Para os próximos meses, a expectativa é que o agro ainda pressione os resultados, já que boa parte dos vencimentos deste ano ainda pertence ao portfólio originado antes da adoção de novas medidas de recuperação de crédito – iniciativa que veio a partir de julho de 2025. Apenas a partir de setembro mais de 50% dos vencimentos mensais serão de operações mais recentes, com critérios mais rigorosos de concessão.

Fonte: Bloomberg Línea