BB quer fortalecer parceria com o cooperativismo, afirma vice de agronegócio

Publicado em: 06/09/2017

O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, recebeu, na tarde de sexta-feira (01/09), em Curitiba, a visita do vice-presidente de Agronegócio do Banco do Brasil (BB), Tarcísio Hubner. Na parte da manhã, Hubner participou do lançamento do Plano Safra da Agricultura Familiar e da Caravana do Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar) – 2017/2020, promovido pela Superintendência de Negócios Varejo e Governo do Paraná do BB e Delegacia Federal de Desenvolvimento Agrário no Paraná, também na capital paranaense. Na oportunidade, Ricken fez uma apresentação sobre o PRC 100, o planejamento do cooperativismo paranaense, e os 13 projetos elaborados pelos comitês especializados com objetivo de implantar as metas do setor para os próximos anos.

Parceria – “Nós viemos conversar com a Ocepar e também temos tido contato com os dirigentes das cooperativas pelo Estado afora no sentido de fortalecer cada vez mais a nossa parceria, pensando na cadeia produtiva. Queremos atuar não somente com o CNPJ da cooperativa. Queremos atuar com cada CPF dos associados das cooperativas, numa visão de cadeia produtiva”, afirmou. “Nós temos um carinho muito especial pelo cooperativismo, desde a sua origem. Notadamente no Paraná, nós vemos o quanto essas cooperativas significam para o desenvolvimento do Estado e do País. As cooperativas aqui são referência para o mundo”, acrescentou o vice-presidente de Agronegócio do BB.

Áreas – Ainda de acordo com ele, a ideia é trabalhar com o cooperativismo em diversas áreas. “Pretendemos atuar em conjunto em busca de soluções energéticas, energia fotovoltaica, de biomassa, eólica, que são novas frentes que estamos encontrando aqui. Olhando também o planejamento da Ocepar em relação às cooperativas, ficamos muito satisfeitos em ver que há uma estratégia, seja para momentos bons ou difíceis. E o grande diferencial que eu vejo é a preocupação da Ocepar e das cooperativas em investir em capital humano”, ressaltou.

Rentabilidade – Para Hubner, esse é uma forma importante de apoiar o agricultor no sentido de contribuir para aumentar a sua rentabilidade. “O pequeno proprietário, que é um grande produtor de alimentos, tem condições de usufruir de boa renda, diversificando, investindo em novas atividades. Vemos uma diversificação de crédito para diferentes atividades, não somente soja, milho, leite, mas também beterraba, abacaxi, batata, cebola, frutas, hortaliças, entre outras. Então, existem oportunidades sim e o segredo está nisso: investir no capital humano, no treinamento, na orientação, na assistência técnica, para que cada produtor garanta uma renda cada vez melhor”, disse.

Agronegócio – Em sua passagem pela Ocepar, o vice-presidente de Agronegóciodo BB também falou sobre as projeções para o repasse de recursos da safra 2017/18. “A expectativa é bem otimista porque o agronegócio já se mostrou como uma atividade relevante para o país e para o mundo. Tem dado um suporte muito grande para enfrentar essa crise, que não é uma crise pequena, é uma crise que se estendeu. Há sinais de uma saída dela, mas basicamente o agronegócio, pelo menos neste ano, mostrou claramente que, se não fosse esse setor, nós teríamos problemas muito maiores”, frisou. “Assim como outros bancos, o Banco do Brasil está apostando muito nessa atividade. Está em nosso planejamento estratégico continuar avançando nesse setor, melhorando, lógico, os nossos produtos, nossos serviços, investindo na experiência do cliente, colocando à disposição as soluções digitais mas, acima de tudo, treinando nossas equipes, criando uma estruturas especializadas, agências especializadas, carteiras especializadas, para dar uma resposta cada vez mais precisa, mais ágil a cada um dos clientes que atuam na atividade agropecuária”, destacou.

Recursos disponíveis- Ele afirmou que o banco pretende liberar R$ 103 bilhões para os agricultores neste ciclo. “A nossa carteira destinada à agricultura familiar é de R$ 43 bilhões, só de Pronaf. Temos mais em torno de R$ 3 bilhões de outras linhas, então nós atendemos os pequenos agricultores no montante de R$ 46 bilhões. O Paraná responde, dentro do Banco do Brasil, por aproximadamente 8 a 10% de todos os negócios, contabilizando principalmente as pessoas físicas do Estado. Junto com o Rio Grande do Sul, detém os maiores volumes”.

Inadimplência – Hubner destacou ainda que a inadimplência dessa carteira de crédito no BB é muito baixa. “Nos dá muita satisfação ver que, ao longo do tempo, nós fortalecemos esse relacionamento com o produtor rural, que deu a melhor resposta possível a isso. Ele já sabe cuidar do crédito e da atividade. Quando nós vemos uma safra que passou de 240 milhões de toneladas, temos a clara noção de quanto o produtor conseguiu crescer, do quanto ele adquiriu conhecimento ao longo desse tempo para chegar nesses índices de produção. Então, estamos muito satisfeitos com essa parceria com o setor”, ressaltou.

Presenças – Em sua visita à Ocepar, o vice-presidente de Agronegócio do BB estava acompanhado deSérgio Augusto Luciano Vilela Souza, gerente geral da agência Corpore do Paraná; Marcelo Mendes Palhano, superintendente de varejo do Paraná, e Elondyr José Biazibetti, gerente de mercado agro da superintendência do Paraná. Também participaram da reunião, o superintendente da Ocepar, Robson Mafioletti, e o gerente técnico e econômico Flávio Turra.

Fonte: Sistema Ocepar

BB lança gerenciador para produtores

Publicado em: 17/08/2017

O Banco do Brasil anunciou uma nova ferramenta para facilitar a vida dos produtores rurais na safra 2017/2018. Os clientes do campo passam a ter à sua disposição o Gerenciador Financeiro Produtor Rural. O recurso está disponível no site do BB aos clientes rurais pessoas físicas.

Como os clientes rurais possuem características semelhantes à de uma empresa, a nova ferramenta permite que o produtor rural administre os negócios, com aplicativos úteis para a gestão, sabendo a melhor hora de comprar insumos, plantar, colher e vender. Conta também com soluções gerenciais, como folha de pagamento, emissão de boletos de cobrança, delegação de atribuições a colaboradores para movimentação de conta corrente e realização de operações bancárias.

O sistema ainda permite o cadastro de representantes (prepostos), nomeados por meio de procuração, e que terão acesso a certas transações, além de usuário para atuar apenas como “secretário financeiro”, sem a possibilidade de movimentar a conta. Os acessos e as senhas serão diferentes.

O Gerenciador Financeiro Produtor Rural tem grande parte das funcionalidades que já existem no Gerenciador Financeiro para as empresas e pode ser acessado pelo internet banking Pessoa Física. Os limites transacionais no Gerenciador Financeiro Produtor Rural são os mesmos definidos para o cliente no internet banking Pessoa Física. Saiba mais em http://bit.ly/2uGXRh0.

Fonte: Portal DBO

Banco do Brasil expande crédito agrícola em 60% nas últimas duas safras em Santa Catarina

Publicado em: 10/08/2017

O agronegócio catarinense tem acumulado resultados positivos e evitado tombos ainda maiores no PIB. Em Santa Catarina, há um fator que tem sido essencial para a formação dessa ilha de prosperidade: trata-se da expansão do crédito agrícola.

O exemplo mais claro vem do Banco do Brasil. Responsável por financiar quase 70% da produção do setor primário de Santa Catarina, o banco expandiu em 60% o volume de recursos destinado a financiar os produtores rurais nos últimos dois anos. Se na safra de 2015/2016 o valor destinado ao crédito agrícola havia sido de R$ 3,5 bilhões, esse número saltou para R$ 5,6 bilhões em 2017/2018.

Superintendente regional do BB para Santa Catarina, Oberti Finger ressalta as qualidades do setor agropecuário catarinense, com praticamente 90% de produção familiar, para dizer que há um esforço contínuo para garantir que não falte recursos para o produtor rural financiar o seu negócio.

— Esse valor (R$ 5,6 bilhões) é para o período entre julho deste ano e junho do ano que vem, mas, se levarmos em consideração o que aconteceu nas últimas safras, é provável que tenhamos de pedir mais recursos para Brasília lá por abril — conta.

O secretário de Estado da Agricultura, Moacir Sopelsa, também destaca que a disponibilidade de fontes diversas de financiamento tem garantido um crescimento contínuo do agronegócio catarinense, que tem tido impactos positivos até mesmo nos números de consumo em outras setores.

— Vivemos um momento difícil lá por 2012, porém foi superado. Hoje não falta recurso para o agricultor que quer produzir em Santa Catarina — diz Sopelsa.

O discurso governamental encontra eco também entre as entidades produtivas. Para o presidente da Federação da Agricultura do Estado de Santa Catarina (Faesc), José Zeferino Pedrozo, essa disponibilidade de recursos é indispensável, pois, sem financiamento, a maioria dos agricultores não teria recursos para produzir alimentos.

— Nós trabalhamos com uma indústria a céu aberto. Estamos sujeitos a qualquer tipo de intempéries. Embora as safras tenham sido boas, o agricultor tem o risco de não colher nada que plantou. Por isso, o financiamento é tão importante, para que ele tenha condições de rolar eventuais dívidas e ,claro, adquirir máquinas e insumos para expandir a produção — afirma.

Outros dados

Embora o Banco do Brasil tenha garantido uma constante expansão do crédito agrícola em SC, nem todas as instituições têm conseguido os mesmos resultados. No caso do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), por exemplo, o valor disponibilizado via Plano Safra teve uma leve redução safra 2015/2016 para a que terminou em junho: foi R$ 480,7 milhões para R$ 470,7 milhões. Apesar disso, o valor destinado à agricultura familiar cresceu mais de 30%.

— Os números globais do Plano Safra permaneceram praticamente estáveis, demonstrando que o agronegócio segue impulsionando os resultados da economia catarinense. O mais positivo é observar que os pequenos produtores rurais catarinenses estão tendo mais acesso ao crédito — conta Marcone Souza Melo, gerente de operações do banco em SC.

Agronegócio segue com bons resultados

Além de ser o único setor a registrar seguidos resultados positivos, com aumento nacional de 13,4% na última comparação entre trimestres, o agronegócio também tem impulsionado as exportações catarinenses. No primeiro semestre de 2017, as exportações de carne suína aumentaram 45%. Aves e soja também tiveram aumentos consideráveis: 16% e 27% respectivamente. No total, produtos agroalimentares já representam mais de 40% do total exportado pelo Estado.

No caso dos cereais, a super safra é explicada principalmente pelo clima positivo, com temperaturas favoráveis e chuvas na medida certa. A colheita do milho, por exemplo, foi 15% maior.

— Tudo que foi plantado vingou — diz o secretário Sopelsa.

Valor para crédito agrícola do BB em SC

Safra 2015/2016: R$ 3,5 bi

Safra 2016/2017: R$ 4,4 bi

Safra 2017/2018: R$ 5,6 bi

Fonte: Diário do Comércio

No Dia do Agricultor, BB rende homenagens ao segmento nas redes sociais

Publicado em: 03/08/2017

Responsável por quase 60% de todo o financiamento feito ao campo, o Banco do Brasil preparou uma ação específica para marcar o Dia do Agricultor, celebrado nesta sexta-feira, 28.

“Hoje é o Dia do Agricultor e você sabe por que o agronegócio é tão importante pra todos nós e pro Brasil? Ele faz parte do dia a dia das pessoas, alimenta todos e faz o Brasil crescer. E ser #MaisQueDigital é estar sempre ao lado de quem planta e de quem precisa colher”. Esta foi a mensagem que o banco utilizou no Facebook para reforçar a importância do segmento para todos os brasileiros. A iniciativa envolveu ainda inserções no Twitter e no Instagram.

As homenagens seguem a linha da campanha que o BB estreou na mídia este mês, em celebração ao início do novo ano agrícola 2017/2018. No filme, um consumidor se depara com um agricultor lhe entregando uma alface ao abrir a geladeira de sua casa. A abordagem reforça a presença do agronegócio nas situações corriqueiras do dia-a-dia da cidade.

Incluindo o segmento Agro nas ações de transformação digital, o BB lançou este ano diversas novidades. Dentre as inovações, o custeio digital permite aos produtores encaminharem proposta de contratação de custeio pelo celular. Tudo isso demonstra a preocupação do Banco do Brasil com a modernização do atendimento e da comunicação com o Agricultor.

Fonte: Banco do Brasil

Governo e Banco do Brasil discutem ações para beneficiar agronegócio na Paraíba

Publicado em:

O secretário do Desenvolvimento da Agropecuária e da Pesca, Rômulo Montenegro, recebeu nesta terça-feira (1º), na sala de reuniões da Sedap, a superintendente estadual do Banco do Brasil, Maristela Sales, com quem tratou sobre ações que possam beneficiar o setor do agronegócio, assim como toda cadeia da agricultura no estado.

Na reunião estavam presentes representantes de instituições ligadas ao setor agropecuário para ouvir e discutir ações e metas do planejamento estratégico que vem sendo executado pela Sedap desde 2015. Temas como Política Sanitária, Política de Comercialização e a Política de Licenciamento Ambiental foram as mais discutidas.

Na oportunidade, o secretário Rômulo Montenegro informou sobre uma comissão que está sendo formada com integrantes do Governo e demais setores que integram a agropecuária para que os temas possam ser tratados perante as instituições de forma simples e clara. “O objetivo dessa comissão é desburocratizar tudo o que trava o desenvolvimento do setor. Nós enquanto Estado temos a obrigação de facilitar o entendimento do produtor diante das instituições financeiras. O Banco do Brasil, por exemplo, é um parceiro importante para um setor que representa 25% do Produto Interno Bruto (PIB) no país. Então a Paraíba precisa mostrar que faz parte e tem planejamento, sabe o que quer e onde quer chegar, estamos unindo esforços para fortalecer e desenvolver o setor”, ressaltou.

A superintendente do Banco do Brasil, Maristela Sales, falou da importância em ouvir as demandas e principalmente assistir as explicações sobre o planejamento feito pelo Governo do Estado, por meio da Sedap, para o setor agropecuário.

Fonte: Araruana Online

Banco do Brasil anuncia R$ 103 bilhões para a safra 2017 e 2018

Publicado em: 13/07/2017
O Banco do Brasil anunciou nesta terça-feira (11) R$ 103 bilhões para o Plano Safra 2017/2018. Desse total, R$ 11,5 bilhões serão destinados para as empresas da cadeia do agronegócio e R$ 91,5 bilhões serão emprestados a produtores e cooperativas.
Segundo informou o Banco do Brasil, o montante que financiará a produção agrícola terá uma redução de 1 ponto percentual nas taxas de juros das linhas de custeio, investimentos e comercialização da agricultura empresarial.
O Banco do Brasil também destinará parte dos recursos para o financiamento da agricultura familiar: R$ 14,6 bilhões serão destinados ao programa com taxa de juros que variam de 2,5% a 5,5% ao ano.
O anúncio foi feito em uma cerimônia com a presença do presidente Michel Temer e dos ministros da Fazenda, Henrique Meirelles, e da Agricultura, Blairo Maggi.
Durante o evento, o presidente do Banco do Brasil, Paulo Caffarelli, afirmou que o valor que o banco destinou para a próxima safra é 30% maior do que o da safra 2016/2017, quando o Banco do Brasil liberou R$ 72 bilhões para o financiamento da produção agrícola.
Segundo informou o Banco do Brasil, o recurso que financiará a produção agrícola terá uma redução de 1 ponto percentual nas taxas de juros das linhas de custeio, investimentos e comercialização da agricultura empresarial.
O Banco do Brasil também destinará parte dos recursos para o financiamento da agricultura familiar. R$ 14,6 bilhões serão destinados ao programa com taxa de juros que variam de 2,5% a 5,5% ao ano.
A linha de financiamento do Banco do Brasil já está disponível para os agricultores desde o dia 3 de julho, início da safra 2017/2018.
Durante seu discurso, o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, afirmou que a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) ampliou a previsão da safra de 2017/2018 de 230 milhões de toneladas para 237 milhões de toneladas.
Maggi usou seu discurso para elogiar o governo de Michel Temer. “Quero agradecer o presidente Michel Temer pela liberdade que ele tem dado a mim e ao Ministério da Agricultura para fazer a agricultura andar”, disse. E ao final do discurso, Maggi pediu palmas para o presidente Michel Temer.
Fonte: Portal G1

Programa lançado pelo BB oferece crédito para produtores adquirirem energia solar em Goiás

Publicado em: 05/04/2017

Banco do Brasil lançou o Programa Agroenergia nesta terça-feira (4), durante a Tecnoshow Comigo 2017, em Rio Verde, no sudoeste de Goiás. O projeto oferece crédito para produtores rurais comprarem equipamentos para a geração de energia solar.

O diretor de agronegócio do Banco do Brasil, Marco Túlio Moraes da Costa, afirmou que a intenção é permitir que o produtor rural tenha acesso e ajude a gerar energia limpa, já que ainda há locais em que não chega energia elétrica.

Segundo Costa, o Banco oferece juros que variam entre 5,5% e 11% ao ano para a compra desses materiais e que podem ser pagos em até 10 anos. Com limite de crédito de até R$ 30 milhões, a proposta é atender a grandes e pequenos produtores. Ele estima que o custo médio de uma usina de energia solar, que pode gerar até 98% de economia de energia, custe em média R$ 400 mil.
“A possiblidade do produtor gerar energia solar fez com que o Banco do Brasil lançasse esse crédito. Todos, do pequeno ao grande produtor e até cooperativas podem ter acesso a essas linhas de crédito, que são condizentes com o porte de cada um deles. Com taxas e prazos compatíveis com a sua necessidade”, afirmou.
Ainda conforme o diretor, o produtor pode gerar mais energia e criar crédito para os meses seguintes, caso não use tudo o que produziu, criando um sistema de compensação de crédito de energia, que pode ser gasto em até 60 meses.

“Duas resoluções da Aneel [Agência Nacional de Energia Elétrica] regem a forma de gerar para autossuficiência e compensar essa energia para terceiros. Você gera energia para si próprio e o excedente você pode compensar em gasto no mês seguinte. Não é possível receber remuneração, mas é possível fazer essa compensação”, contou.
Durante o lançamento do programa, foi assinado um contrato com um produtor, simbolizando outros 16 que também já procuraram o Banco para o crédito. “Esse cliente tem uma despesa mensal de R$ 16 mil com energia e, com a linha de crédito, vai comprar quatro estruturas para gerar energia solar e vai passar a gastar R$ 469. Vai ter a mesma qualidade de energia, mas por um custo menor”, disse Costa.

Goiás Solar

Ainda segundo o diretor, foi firmado um acordo com o governo de Goiás para incentivar e fomentar a divulgação do programa. O governador Marconi Perillo (PSDB) esteve na cerimônia de lançamento e firmou apoio ao projeto por meio do programa Goiás Solar, que também investe em energia renovável.

“Esse programa é revolucionário. Isso impacta não só na redução de energia ruim, na redução do efeito estufa, na redução das mudanças climáticas, mas no bolso do produtor rural, da dona de casa e do comerciante. Vai nos ajudar a cumprir o que foi definido em termos de melhorias climáticas e ajudar a reduzir os custos de produção no campo”, afirmou.
Ainda segundo Perillo, o governo do estado também pretende investir em energias renováveis a partir de verba adquirida com a venda da Celg.

“Vamos investir R$ 50 milhões em energia solar. Vai permitir acelerar viabilização dos investimentos para energia solar no campo. Vamos investir em eficiência energética para que a gente acabe com essa historia de acabar luz, estragar aparelhos. São investimentos obrigatórios e que vão ser realizados a partir de agora”, garantiu.

Fonte: G1

Após queda no preço da carne, BB anuncia apoio a pecuaristas

Publicado em: 30/03/2017

O preço da arroba do boi gordo no mercado do Estado de São Paulo, importante referência nacional, está sendo negociado no menor nível desde 18 de agosto de 2015, com impacto da operação Carne Fraca, que resultou em embargos ao produto brasileiro e afastou muitos frigoríficos das negociações.

A arroba foi negociada a R$ 140,98 nesta terça-feira, de acordo com dados apurados pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), com recuo de quase 3% desde o início da operação da Polícia Federal.

O valor médio no acumulado de março está 0,9% inferior ao de fevereiro e 7,7% abaixo do de março de 2016, em termos nominais.

Diante da pressão de preços no mercado físico, Banco do Brasil, maior financiador do agronegócio do país, anunciou nesta quarta-feira (29) novas linhas de crédito de R$ 1 bilhão para pecuaristas, além da repactuação de operações de custeio para criadores de bovinos que estão em dificuldades.

“O objetivo do Banco do Brasil é apoiar os produtores rurais pecuaristas que possam apresentar dificuldade momentânea para comercializar sua produção”, afirmou o Banco do Brasil em nota.

“O setor pecuário ainda vem absorvendo os impactos da Operação Carne Fraca… Em meio a muitas especulações e também aos recentes embargos por parte de importantes países à carne brasileira, pecuaristas e especialmente representantes de frigoríficos saíram do mercado, resultando em quedas nos preços da arroba”, afirmou o Cepea em nota nesta quarta-feira.

Muitas unidades já paralisaram as atividades, postergando os abates que já haviam sido programados com pecuaristas, apesar de os principais importadores da carne do Brasil, como China, Hong Kong e Egito, terem anunciado a retomada das compras do produto nacional, com exceção das 21 unidades investigadas na operação, que tiveram as exportações suspensas pelo Ministério da Agricultura.

A gigante JBS, maior produtora global de carnes, anunciou nesta quarta-feira que dará férias coletivas aos funcionários de dez de suas 36 unidades de bovinos no Brasil, colocando mais pressão no mercado.

BB AJUDA

Uma das novas linhas é voltada para a retenção de bezerros, matrizes e bois, permitindo aos produtores aguardarem a retomada de preços do mercado para comercialização.

A outra iniciativa é uma alternativa de financiamento, com recursos próprios do banco, envolvendo a aquisição de bovinos para recria e engorda.

As novas linhas possuem prazo de até dois anos e utilizam recursos captados da LCA. As taxas variam entre 9,9|% e 12,75% ao ano.

A instituição oferecerá ainda a seus clientes pecuaristas a possibilidade de prorrogar, por um ano, operações de custeio e investimento com vencimento entre março e junho deste ano. Essa medida pode beneficiar 77 mil clientes que possuem R$ 4,7 bilhões em operações passíveis de prorrogação. O banco manterá as taxas das operações originais.

 

Fonte: Folha de São Paulo

BB espera fechar R$ 1 bi em negócios no Show Rural

Publicado em: 08/02/2017

O Banco do Brasil espera realizar R$ 1 bilhão em negócios durante o Show Rural Coopavel, feira que será realizada entre 6 e 10 de fevereiro, em Cascavel (PR). Em comunicado, a instituição promete atenção “especial” no financiamento de máquinas e implementos agrícolas e caminhões.

“O modelo engloba o envio das propostas de financiamento feitas pelas revendas fornecedoras ao banco pela internet. A iniciativa reduz o prazo de liberações dos recursos em até 80%”, garante a instituição, em nota.

Uma das apostas está em uma linha lastreada em recursos das Letras de Crédito do Agronegócio (LCA). No mercado desde 20 de janeiro, possibilita a aquisição de máquinas e equipamentos novos ou usados, importados ou fabricados no Brasil. As taxas de juros variam de 11,25% a 12,75% ao ano, com prazo de até 60 meses para quitação.

A feira servirá de plataforma para outra estratégia do Banco do Brasil: a antecipação do pré-custeio para compra de insumos da safra 2017/2018. Uma linha de crédito de R$ 12 bilhões foi lançada no dia 19 de janeiro.

Para os médios produtores, as taxas são de 8,5% ao ano, com valor máximo de R$ 1,5 milhão. Para os demais, a taxa é de 9,5% ao ano com teto de até R$ 3 milhões por operação. Mas se o produtor tiver tomado crédito a recursos controlados, isso é descontado do limite.

Já os produtores que se utilizaram todo o teto de recursos direcionados, a taxa é de 11,55% e 12,75% ao ano, sem limite de valor financiável.

Fonte: Globo Rural

Temer lança linha de crédito de R$ 12 bi para agronegócio

Publicado em: 19/01/2017

O presidente Michel Temer anunciou nesta quinta-feira a abertura de linha de crédito do Banco do Brasil (BB) de R$ 12 bilhões para ser empregado no pré-custeio da safra de 2017/2018, durante cerimônia em Ribeirão Preto.O valor é maior que o emprestado a agricultores por meio do mesmo programa no ano passado, ocasião em que foram destinados R$ 10,2 bilhões à linha.

Por outro lado, os juros aplicados aos financiamentos deste ano são maiores. A nova linha prevê taxa de até 8,5% ao ano para financiamentos de até R$ 780 mil e 9,5% ao ano para empréstimos de até R$ 3 milhões.

 No programa de 2016, financiamento de até R$ 710 mil teve taxas de até 7,75% ao ano e, o de até R$ 1,2 milhão, 8,75% ao ano.

Ao antecipar a possibilidade de adquirir financiamento para custeio da safra, o Banco do Brasil dá aos agricultores a chance de negociar melhores preços de insumos, obtendo os recursos a juros subsidiados pelo governo.

— A agricultura e o agronegócio vão tão bem, são tão sustentadores do país, que só precisa de financiamento. É o que estamos fazendo nesse momento — disse Temer.

Nesta quinta, o presidente voltou a afirmar que o país está “começando a sair da recessão”. Ele destacou a manutenção da inflação em 2016 dentro do teto da meta e defendeu a importância da realização de reformas previdenciária, trabalhista e tributária no país.

— O primeiro passo é superar a recessão. Superada a recessão, vamos para o crescimento e, depois, para o pleno emprego. Essas são as fases que temos que atravessar. Agora, graças a Deus, estamos começando a sair da recessão — disse Temer.

O presidente citou a liberação de R$ 30 bilhões de brasileiros com contas inativas do FGTS como outra medida fundamental à retomada da economia, e negou considerar a hipótese de restringir o saque em contas com montantes expressivos de recursos.

— Hoje saiu uma notícia de que “o Temer diz que vai reduzir essa possibilidade de retirada”, ou seja, cerca de 2%, 3% das pessoas que tem mais verbas. Eu quero declarar publicamente que não houve nenhuma modificação. Quem tiver contas inativadas vai poder sacá-las — afirmou.

Participaram do evento o prefeito de Ribeirão Preto, Duarte Nogueira (PSDB), o presidente do Banco do Brasil, Paulo Caffarelli, além de deputados federais e estaduais de São Paulo.

De acordo com o presidente do BB, atualmente 25% da carteira de empréstimos do banco, ou R$ 180 bilhões, é destinado ao agronegócio, com taxas de inadimplência menores de 1%, em média. A instituição financeira estima ter 1,5 milhão de clientes vinculados ao setor.

Fonte: EXTRA

BB libera R$ 12 bilhões para pré-custeio agrícola

Publicado em:

O Banco do Brasil vai liberar R$ 12 bilhões para o pré-custeio da safra agrícola 2017/2018. O valor destinado à aquisição antecipada de insumos, o pré-custeio, é R$ 2 bilhões superior aos recursos liberados em 2016.

O volume ofertado pelo Banco do Brasil é oriundo de captações próprias da Poupança Rural e de Depósitos à Vista. Os recursos estão disponíveis a médios produtores por meio do Pronamp (Programa Nacional de Apoio aos Médios Produtores Rurais), com taxas de 8,5% ao ano e teto até R$ 780 mil. Os demais produtores rurais acessam o crédito com encargos de 9,5% ao ano até o teto de R$ 1,32 milhão por beneficiário.

A antecipação dos financiamentos de custeio se destina a culturas da safra de verão 2017/2018, como soja, milho, arroz e café, permite melhores condições aos produtores para o planejamento de suas compras junto aos fornecedores e contribui para o incremento das vendas de sementes, fertilizantes e defensivos.

Fonte: Successful Farming

BB anuncia novidades para cliente agro, com destaque para o BB Agro Digital

Publicado em: 06/01/2017

Dentre as medidas, destaque para o BB Agro Digital, aplicativo de celular e internet que pretende liberar recursos para o produtor sem precisar ir ao banco.
Entrevistado do Direto ao Ponto deste domingo, dia 1, o novo vice-presidente de Agronegócio, Tarcísio Hubner, acredita que 2017 será um bom ano para a agricultura e pecuária. Afirma ainda: o maior desafio é melhorar a experiência do produtor rural com a instituição financeira.

Hoje, a carteira de crédito do agronegócio do BB gira em torno de R$ 179 bilhões. Hubner tem 34 anos de banco, trabalhou em capitais agrícolas como Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e foi empossado no fim de 2016.

De acordo com ele, o produtor terá novidades em 2017, sobretudo com o uso da tecnologia a favor da emissão de créditos. “Hoje, o nosso cliente produtor rural consegue visualizar todo o seu relacionamento com o agronegócio através do mobile e da internet, mas está sendo desenvolvido o projeto do BB Agro Digital, com o foco na liberação de recursos, sem perder a segurança”, afirma.

A ideia é simplificar os processos, dentro das possibilidades dadas pelo Manual do Crédito Rural. Segundo Hubner, haverá diversos custeios e será observado o perfil e a fidelidade do produtor, no que tange à burocracia de análise de crédito. Outra novidade, que inclusive já está sendo aplicada nesta safra, é o estabelecimento de um teto para a taxa de juros, fixada em 12,75% para os recursos.

Não há limites para empréstimo e o valor está dentro da Letra de Crédito do Agronegócio (LCA). “O LCA se mostrou um produto de um crescimento expressivo nos últimos anos. O Banco do Brasil tem hoje uma carteira em torno de R$ 130 bilhões, parte disso aplicado no agronegócio.”

Os estados do Centro-Sul são os mais atendidos pelo Banco do Brasil. Em segundo lugar, vem o Centro-Oeste, local onde há um crescimento de demanda. Todavia, de acordo com Hubner, há uma mudança no perfil: no Sul, por exemplo, as pequenas propriedades estão se destacando. Lá, o BB está investindo em parcerias de tecnologia para atender os produtores. Nesta safra, de julho até novembro, já foram feitas 44 mil operações.

Seguro Rural

Questionado sobre as garantias que o produtor precisa deixar no banco na hora da negociação, Hubner afirma que o seguro rural não é obrigatório, mas está disponível, pois é necessário analisar o capital que está em risco. Quando não se faz o seguro, outras modelagens são discutidas, caso a caso. Vale lembrar, segundo Hubner, que o diálogo com o produtor também é um canal para a renegociação de dívidas e atendimento das demandas individuais.

“Nós temos uma situação econômica que é preciso estar atento. Segundo, nós tivemos, pelos dados da Conab, uma queda na produção em função da estiagem. Então é preciso ter a modelagem de risco, porque a capacidade de pagamento de alguns produtores pode estar mais apertada”, reitera.

Na última safra, o Banco do Brasil indenizou cerca de R$ 1 Bilhão em seguro e mais de R$ 260 milhões em Proagro, Programa de Garantia da Atividade Agropecuária. O maior pagamento foi no estado de Goiás e o segundo, em Mato Grosso. “Onde nunca tivemos problema, tivemos o maior número de indenizações”, explica.

Mesmo com os problemas da safra passada, o vice-presidente é enfático em dizer que “analisa-se a conjuntura, mas, de forma alguma, se fecha a carta de custeios.” Para Hubner, é preciso produzir para pagar as dívidas adquiridas.

Fonte: Canal Rural