BB convoca 2.560 aprovados do concurso 2021; 120 deles já tomaram posse

Publicado em: 04/02/2022

O Banco do Brasil iniciou o ano de 2022 convocando 2.560 aprovados do concurso 2021/001, cujo processo finalizou em dezembro. Desses, 120 já tomaram posse nesta segunda-feira, 31 de janeiro, em agências de quase todos os estados do país e no Distrito Federal.

No Distrito Federal, uma cerimônia realizada no Edifício Banco do Brasil, simbolizou o início da vida profissional de alguns dos novos funcionários do BB e contou com a participação do presidente Fausto Ribeiro.

“Temos que focar nosso relacionamento com proximidade com nossos clientes, aumentando nossa rentabilidade e com foco em sermos cada vez mais digitais. Isso reforça valores importantes como atuar com senso de dono e colaboração, com foco em resultados que geram valor aos nossos clientes e sociedade, de modo eficiente e com espírito público. Sempre com ética e compliance, que são a base da nossa confiança. E tudo isso, claro, com muito amor à camisa, o nosso orgulho de ser BB”, destaca Fausto.

Durante a cerimônia, ele ressaltou ainda que o BB está vindo de três resultados recordes consecutivos e da recente conquista de mais uma certificação Top Employer, que reconhece o Banco como uma das melhores empresas para se trabalhar do Brasil. “Desfrutem do conhecimento e da experiência dos seus novos colegas. Realmente um cenário maravilhoso para impulsionar o trabalho deste time vencedor e para vencermos juntos os próximos desafios”, aconselhou o presidente do BB.

A previsão é que os demais candidatos aptos para posse ingressem no Banco nos dias 7 e 14 de fevereiro. Fazem parte desse primeiro grupo 2.240 aprovados (sendo 2 mil agentes comerciais e 240 agentes de TI) e outros 320 do cadastro de reserva (300 agentes comerciais e 20 agentes de TI).

A convocação dos candidatos classificados ocorre por meio da plataforma digital www.bb.com.br/concurso. Nesse site, é possível acessar todas as informações necessárias para a convocação e contratação. Caso o candidato prefira, também há a opção de buscar informações e sanar dúvidas pelo WhatsApp, no número (61) 4003-5291.

Maior concurso da história

O concurso 2021/001 do BB foi o maior concurso do país, com mais de 1,6 milhão de inscritos. A seleção foi realizada para provimento de 2 mil vagas para Escriturário – Agente Comercial, mais 2 mil de cadastro reserva, para atuação nas unidades de negócios em todo o país, e outras 240 vagas de Escriturário – Agente de Tecnologia, mais 240 de cadastro de reserva, com foco em Conhecimentos de TI para atuação em Brasília.

O prazo de validade da seleção externa é de um ano, a contar da data de publicação do Edital de Homologação dos resultados, podendo ser prorrogada, uma única vez, por igual período.

Fonte: Banco do Brasil

 

BB no Japão aumenta investimento no atendimento digital e BB Móvel/plantões

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O novo gerente-geral do Banco do Brasil no Japão é Alison Aguiar da Costa, 38 anos. Ele assumiu a função no final de dezembro e tem projetos para reforçar a digitalização da instituição financeira, com atendimento mais rápido para os clientes e expandir o atendimento através dos plantões e unidades móveis (BB Móvel) . Em 2022, o BB Japão completa 50 anos de atuação neste país.

No Japão, o BB possui um aplicativo exclusivo denominado BB Internacional que pode ser acessado pelo celular. Assim, é possível consultar saldo, fazer remessa, conversões de moedas e cadastrar beneficiários, dentre outras funcionalidades. “E em breve o cliente terá a possibilidade de realizar aplicações financeiras, atualizar cadastro e até abrir a conta pelo celular sem precisar comparecer na agência ”, informou. Esse aplicativo, segundo Costa, já possui 16 mil usuários ativos. O banco possui poupança e aplicações em prazo fixo disponível em quatro moedas: iene, real, dólar e euro.

Outra grande novidade é o atendimento pelo Whatsapp – basta o cliente adicionar o número +81 70 3611-5595 e através de um assistente virtual realizar consultas de saldo e cotações e fazer remessas. A Central de Relacionamento registra 3.500 atendimentos por mês, com funcionamento 24 horas (em português), havendo equipes no Brasil e no Japão para o suporte a estes atendimentos.

Uma nova versão de Cartão de crédito – através de parceria com a Life Card, será disponibilizada em breve e oferecerá cartões de crédito MasterCard para os clientes, sem necessidade de depósito de garantia.

Também para as empresas haverá maior apoio, com consultorias e outras formas de colaboração para empresários no Japão, auxiliando-os a expandir seus negócios com o Brasil.

Fonte: Câmara de Comércio e Indústria Japonesa no Brasil

Banco deve restabelecer teletrabalho a advogados do grupo de risco do BB

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A juíza do Trabalho titular Junia Marise Lana Martinelli, da 20ª vara do Trabalho de Brasília, determinou que o Banco do Brasil restabeleça o regime de teletrabalho aos advogados enquadrados no grupo de risco da covid-19, bem como aqueles que coabitam com indivíduos na mesma situação, sem prejuízo de sua remuneração.

Trata-se de ação coletiva requerida pela Federação Nacional Dos Advogados em face do Banco do Brasil na qual alega que o sindicato dos bancários firmou ACT com a instituição, estipulando diversas normas para enfrentamento da pandemia da covid-19, dentre outras normas internas, priorizando o trabalho remoto.

Segundo a Federação, as diretrizes prescrevem a adoção do trabalho remoto com o fito de preservar a saúde de todos os colaboradores.

Ao analisar o caso, a magistrada ressaltou o art. 7º, inciso XXII, da CF, que estabelece como direito social a “redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e segurança”, não havendo dúvidas de que a saúde e integridade física dos trabalhadores é um direito fundamental, que deve ser preservado pela reclamada.

A juíza afirmou estar convencido da necessidade e possibilidade do deferimento da antecipação dos efeitos da tutela para viabilizar o pedido de caráter sucessivo, quanto aos empregados que pertençam ao grupo de risco e aqueles que coabitam com familiares que possuem comorbidades, sem prejuízo da remuneração.

Diante disso, deferiu a liminar a fim de determinar que a instituição financeira seja compelida a restabelecer o regime de teletrabalho aos advogados enquadrados no grupo de risco de contrair a covid-19, bem como aqueles que coabitam com indivíduos na mesma situação, sem prejuízo de sua remuneração.

Fonte: Migalhas

Banco do Brasil fecha acordo com plataforma de seguros Ciclic

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O Banco do Brasil (BBAS3) divulgou nesta quinta-feira (3 de fevereiro) a formalização de um acordo de parceria com a plataforma de seguros Ciclic para vender produtos chamados “pacotes de proteção” aos clientes do banco.

De acordo com a companhia, a remuneração da Ciclic será feita por meio do compartilhamento de receitas do programa de relacionamento, correspondendo a um valor por cliente ativo.

“Ao Banco do Brasil caberá, entre outras obrigações, o repasse mensal dos valores devidos à Ciclic, após apuração da base de clientes ativos do Programa de Relacionamento”, diz o banco, em fato relevante enviada à CVM.

O comunicado informa ainda que a BB Corretora será responsável pela disponibilização de benefício aos clientes do programa que contratarem ou renovarem seguros de vida ou residenciais comercializados pela Ciclic.

O acordo tem vigência de cinco anos.

Fonte: Portal Uno

 

Renan quer que presidente do BB explique ‘discriminação’ a governadores

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O senador Renan Calheiros (MDB-AL) disse que convocará o presidente do Banco do Brasil, Fausto Ribeiro, para que ele explique a “discriminação” na liberação de empréstimos aos estados governados por não aliados do presidente Jair Bolsonaro (PL), a exemplo de Alagoas, gerido por seu primogênito, Renan Filho (MDB-AL).
No Twitter, Calheiros repercutiu uma matéria da Folha de S.Paulo sobre o travamento de créditos por parte da instituição a governadores abertamente de oposição à gestão federal. Segundo o parlamentar, o BB “pertence ao povo brasileiro” e não aos “gestores políticos ruins”.

“O nome diz tudo: Banco do Brasil. É uma instituição centenária, pertence ao povo brasileiro e não é propriedade privada de gestores políticos e ruins. Vou convocar o presidente do banco para explicar a discriminação a governadores não aliados enquanto o STF e o TCU apuram o caso”, escreveu.

O caso está sendo investigado pelo TCU (Tribunal de Contas da União), sob a relatoria do ministro Aroldo Cedraz, a partir de uma representação feita pelo sub-procurador geral do Ministério Público, Lucas Rocha Furtado, que destacou o perigo de “interferência indevida” da União, e frisou que o BB “deve atuar de acordo com o que estabelece a Lei das Estatais e seus estatutos”, sob o risco de ferir o princípio constitucional da impessoalidade na administração pública.

Além disso, Renan Filho já recorreu ao STF (Supremo Tribunal Federal) para conseguir a liberação de um empréstimo de R$ 770 milhões, que foi rejeitado pelo BB sem justificativas. Segundo a Folha, outro estado preterido pelo Banco do Brasil é a Bahia, governada por Rui Costa (PT), que é opositor notório de Bolsonaro. O governo baiano tenta a liberação de R$ 228 milhões junto ao banco. Oficialmente, o BB negou ingerência política na concessão de empréstimos e pontuou que segue “critérios técnicos”.

Em 2021, o Banco do Brasil concedeu R$ 5,3 bilhões em empréstimos para os estados, com favoritismo para aqueles chefiados por aliados do presidente. O PP do ministro da Casa Civil Ciro Nogueira foi uma das legendas mais beneficiadas.

Fonte: Portal UOL

 

BB e Elo lançam benefícios personalizáveis para cartões empresariais

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O Banco do Brasil está lançando um serviço diferenciado para seus clientes empresariais, que busca transformar a forma como utilizam os benefícios vinculados a seus cartões. Em parceria com a Elo, o BB agora permite que os clientes Ourocard Empresarial Elo Grafite personalizem os benefícios de seus cartões.

Ao todo, são mais de 20 opções de benefícios que podem ser escolhidos sem custo adicional para desenvolver os negócios e facilitar o dia a dia da empresa através da plataforma Elo Flex, pioneira na personalização de serviços vinculados aos cartões. Os clientes Ourocard Empresarial Elo Grafite contam com seis benefícios iniciais, sendo cinco deles personalizáveis e um fixo (conteúdo para empreendedores no portal Elo Negócios).

A possibilidade de troca, já disponível também para os clientes Ourocard Elo pessoa física, dá poder de escolha do que faz mais sentido tanto para o momento da empresa como da sua vida. Entre as dezenas de serviços estão assistência técnica para reparos, instalação de objetos, chip de viagem internacional, seguro viagem, além da possibilidade de escolher benefícios exclusivos como Deezer e diversas opções pensadas para o contexto atual com serviços voltados a conectividade, saúde, bem-estar físico e mental.

“A expansão da plataforma Elo Flex para os clientes pessoas jurídicas do BB, portadores do cartão Ourocard Empresarial Elo Grafite, vem para melhorar ainda mais a experiência do cliente e fornecer liberdade e poder de escolha para selecionar os benefícios que mais fazem sentido para o momento da empresa”, informa Daniel Alessandro, gerente executivo de meios de pagamentos e serviços do Banco do Brasil.

“A utilização da plataforma Elo Flex para trocar seus benefícios entre os clientes pessoa física já é um sucesso, agora temos a oportunidade de expandir esse serviço para os portadores de cartões empresariais do BB, que passam a contar com benefícios flexíveis tanto para facilitar o dia a dia quanto para alavancar seu negócio”, analisa Jacó Silva, diretor de desenvolvimento de negócios da Elo.

Como realizar a personalização de benefícios

Os mais de 20 benefícios disponíveis para clientes do cartão empresarial na plataforma Elo Flex estão segmentados nas categorias Negócios, Viagem, Compras, Vida, Educação, Auto, Casa, Entretenimento, Saúde e Bem Estar, e podem ser personalizados na plataforma Elo Flex. Para tanto, basta cadastrar o cartão no portal, acessar a seção “Meus Cartões”, em seguida “Trocar Meus Benefícios” e escolher os que mais se encaixam à sua rotina. Os clientes Ourocard Empresarial Elo Grafite poderão customizar cinco benefícios e aproveitar o já incluído Portal Elo Negócios.

Benefícios Elo Flex para clientes empresariais

As opções à disposição dos clientes empresariais estão distribuídas nas seguintes categorias: Negócios – serviços e produtos para ajudar os negócios; Empresarial – assistência para manutenção de escritórios; Viagem – salas VIP, chip de dados e voz para viagens internacionais, seguro viagem; Compras – garantia estendida em até 12 meses, proteção de compras por até 45 dias e plataforma de vantagens exclusivas; Saúde e Bem Estar Vida – orientação profissional, emocional, nutricional, física e mental; Educação – acesso a plataformas com mais de mil cursos em parceria com a Eduk e CNA Go; Auto – assistência para emergência e serviços de facilidade para automóveis; e Entretenimento – acesso a apps de música/podcast (Deezer) e leitura (12 minutos).

Fonte: Banco do Brasil

 

Covid-19: BB não respeita distanciamento na área de teleatendimento

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O Banco do Brasil não está respeitando o distanciamento de 1 metro entre uma bancada de trabalho e outra na CRBB (Central de Relacionamento do BB), área de teleatendimento do banco. O Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região esteve no local e constatou que os funcionários estão ocupando baias vizinhas (veja foto acima), o que significa menos de 1 metro de distância, como determina o próprio Manual do Trabalho Presencial do BB, que contém as medidas de segurança e prevenção à covid-19.

O Sindicato enviou ofício ao banco cobrando, em caráter de urgência, o respeito ao distanciamento. No documento, enviado no dia 22 de janeiro, a entidade sugere que, entre um trabalhador e outro, o banco deixe uma baia vazia. E que caso, ao fazer isso, não haja bancadas suficientes para todos, que o BB coloque o excedente em home office, priorizando para isso os trabalhadores com comorbidades e, em segundo lugar, os que coabitam com pessoas com comorbidades, e depois os demais colegas.

O BB respondeu, apenas no dia 1º de fevereiro, que a situação na CRBB estava de acordo com a portaria 14 do governo federal, de 20 de janeiro de 2022, a qual determina que, na impossibilidade de a empresa manter o distanciamento, os pontos fixos de trabalhado poderiam ficar lado a lado, desde que os trabalhadores usassem máscaras cirúrgicas ou de pano.

“O que estamos questionando ao banco é esta ‘impossibilidade’. Então é impossível para o Banco do Brasil colocar parte de seus funcionários em home office? É realmente impossível?”, questiona o dirigente sindical Getúlio Maciel, da Fetec-CUT/SP e integrante da Comissão Executiva dos Funcionários do BB (CEBB).

“Na verdade a resposta do banco é uma vergonha! Claro que o BB teria total condições de adotar o trabalho remoto para uma parcela dos trabalhadores da área. Não o faz por má vontade e descaso com a saúde de seus funcionários em mais este momento crítico da pandemia. Não faz porque segue as determinações negacionistas do governo Bolsonaro, que inclusive editou a tal portaria 14, recentemente, indicando máscaras de pano e cirúrgicas, materiais que os especialistas consideram insuficientes para a proteção contra a variante ômicron, muito mais contagiosa”, acrescenta.

Getúlio informa que o Sindicato está contestando essa “impossibilidade” e verificando as questões jurídicas envolvidas.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Febraban e Banco do Brasil reforçam parceria com INSS para Prova de Vida

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O presidente do INSS, José Carlos Oliveira, esteve reunido na tarde da quarta-feira (2) com o presidente da Federação Brasileira de Bancos – FEBRABAN, Isaac Sidney, e com o diretor de Relações Institucionais da Federação, Adauto Duarte.

A visita dos representantes da entidade foi motivada pela divulgação da Portaria que muda regras da prova de vida, dispensando aposentados e pensionistas do INSS de comparecerem presencialmente às instituições financeiras.

Segundo o presidente da Federação, Issac Sidney, as mudanças implementadas pelo INSS foram muito bem aceitas. “Trata-se de um movimento disruptivo, que chega em boa hora. Essa mudança traz impactos muito positivos para o setor bancário e, principalmente, para as pessoas idosas ou com dificuldade de locomoção”, elogiou.

Ao longo da reunião, que contou também com a participação do diretor de benefícios do INSS, Sebastião Faustino de Paula, e do chefe da Divisão de Agentes Pagadores, Reinaldo Carlos Barroso de Almeida, também foram abordados temas como ouvidoria, combate a fraudes e empréstimo consignado.

Parceria com Banco do Brasil

O Banco do Brasil também enviou representantes para manifestar apoio à nova Prova de Vida. O diretor de Governo do Bando do Brasil, Paulo Bouças, o Gerente Executivo, Scott Linhares e a Gerente de Soluções, Lídia Roza estiveram no INSS na manhã de quinta-feira (03) em conversa com o presidente Oliveira. A equipe do Banco destacou a importância da parceria com o Instituto e se disponibilizou para que as duas entidades possam evoluir nas tratativas para o uso de dados do Banco para a prova de vida.

Fonte: Portal INSS

 

Banco do Brasil fecha mais agências do que o anunciado em plano de reestruturação

Publicado em: 28/01/2022

O BB (Banco do Brasil) foi alvo de uma série de críticas do presidente Jair Bolsonaro (PL) quando anunciou um plano de reestruturação que previa o fechamento de agências e o enxugamento do quadro de pessoal. Passado 1 ano, no entanto, não figura mais nas queixas do chefe do Executivo e fechou mais agências do que o previsto inicialmente.

O plano de reestruturação do BB lançado em janeiro de 2021 previa o fechamento de 112 agências, 7 escritórios e 242 postos de atendimento, além do desligamento voluntário de até 5 mil funcionários. Deflagrou um atrito entre o Palácio do Planalto e o Banco do Brasil, que levou à renúncia do recém-empossado presidente do banco, André Brandão.

Passado 1 ano da crise, no entanto, o fechamento de agências superou as expectativas do Banco do Brasil. Segundo dados do Banco Central, o BB terminou o ano de 2021 com 3.980 agências. Isto é, 388 agências a menos do que o registrado em 2020.

Com isso, o BB registrou o 2º maior número de fechamentos de agências da pandemia de covid-19. Perdeu apenas para o Bradesco, que fechou 1.527 agências de março de 2020 a dezembro de 2021.

Ao todo, os 5 maiores bancos do país fecharam 2.351 agências na pandemia. A exceção foi a Caixa, que manteve e agora pretende ampliar a rede de atendimento.

Em nota, o Banco do Brasil disse que o plano de reestruturação tinha como objetivo dar “ganhos de eficiência” à rede de atendimento. Por isso, passou pelo encerramento de agências, mas também abertura, mudanças de tipologia e relocalização das unidades de atendimento.

Segundo o banco, algumas agências foram transformadas em tipologias consideradas mais “adequadas à demanda nas regiões onde estão localizadas”. Isso passa pelo rebaixamento de agências a postos de atendimento, que não oferecem todos os serviços bancários e, por isso, não constam na lista de agências bancárias do Banco Central.

Além disso, o banco disse ter trabalhado na criação de “unidades especializadas para atendimento a públicos diversos, tais como Empresa, Escritórios Digitais, Agro, Investidores, dentre outros”.

“A distribuição da rede do banco é avaliada de forma permanente, de modo a acompanhar as mudanças de hábitos dos seus clientes, considerando o avanço da tecnologia para a realização de transações através de meios digitais”, afirmou.

O Banco do Brasil ainda disse que, apesar das mudanças, continua seguindo a premissa de manter presença física nos municípios em que atua, seja por meio de unidade própria de atendimento, seja por meio de seus correspondentes. Segundo o BB, a marca está presente em mais de 96% dos municípios brasileiros. O banco tem a maior rede de atendimento do país, mesmo depois do fechamento de 388 agências.

Novo presidente

Apesar dos fechamentos, o Banco do Brasil saiu do alvo das críticas de Bolsonaro. Recentemente, o chefe do Executivo até posou ao lado do novo presidente do BB, Fausto Ribeiro, em evento do agronegócio. A primeira-dama, Michelle Bolsonaro, também já compareceu a eventos sociais da Fundação Banco do Brasil, ao lado de Ribeiro.

Escolhido por Bolsonaro para o lugar deixado por André Brandão, Fausto Ribeiro é funcionário de carreira do Banco do Brasil. Discreto, reforçou as relações do banco com o agronegócio e tem bom trânsito com os bancários. No último dia 18 de janeiro, filiou-se à Anabb (Associação Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil).

Em carta enviada aos funcionários pouco depois de tomar posse como presidente do BB, Fausto Ribeiro Neto disse que o Banco do Brasil é de mercado, mas também é do Brasil. Por isso, precisa ser lucrativo, competitivo e eficiente, mas também compromissado com o desenvolvimento econômico e social do País.

Fonte: Portal Poder 360

 

Banco do Brasil conquista a certificação Top Employer 2022 pela nona vez

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O Banco do Brasil acaba de ser certificado pela nona vez consecutiva como Top Employer. Trata-se da única empresa brasileira reconhecida em todas as edições da pesquisa. A certificação é concedida pela fundação de pesquisa independente holandesa, Top Employers Institute, e reconhece os empregadores que desenvolvem talentos em todos os níveis da organização e que se esforçam para otimizar continuamente as políticas e práticas de gestão de pessoas.

O processo de certificação é objetivo e analisa em profundidade a excelência dos seguintes quesitos: Estratégia de Talentos, Planejamento de Pessoal, Integração, Capacitação e Desenvolvimento, Gestão de Desempenho, Desenvolvimento de Lideranças, Gestão de Carreira e Sucessão, Remuneração e Benefícios e Cultura Corporativa. São analisadas mais de 580 práticas de gestão de pessoas e o processo dura, em média, seis meses.

A qualidade destas práticas é avaliada comparativamente às demais empresas participantes pelo Top Employers Institute. Após esta análise, uma empresa de auditoria externa, Grant Thornton, valida o processo de certificação. A edição de 2022 certificou e deu visibilidade a mais de 1.857 empresas presentes em 123 países de cinco continentes. No Brasil, outras 47 empresas de diversos segmentos foram reconhecidas além do BB.

Em 2021, algumas ações de gestão de pessoas foram consideradas de destaque na atuação do BB, como a atração de novos talentos pela realização do maior concurso da história do país, por exemplo.

“Aceleramos o movimento de transformação cultural e digital, buscando inovar e realizar entregas de valor para os funcionários. Receber, mais uma vez, essa certificação internacional, demonstra o nosso cuidado com as pessoas e o compromisso do Banco em manter-se competitivo e inovador”, conclui Thiago Borsari, diretor de Gestão da Cultura e de Pessoas do BB.

Fonte: Banco do Brasil

 

Bancários do BB protestam por teletrabalho e medidas de proteção contra covid-19

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Os funcionários do Banco do Brasil, ao lado dos seus sindicatos, fizeram nesta quinta-feira 27 de janeiro um ato em todo o país (Dia Nacional de Luta) para protestar pela implementação do teletrabalho (home office) e dos protocolos de segurança sanitária contra covid-19 e Influenza (H3N2); e contra a direção do BB, que vem priorizando as metas e o lucro em detrimento da saúde e da vida de clientes e trabalhadores.

Foram realizados atos em agências e centros administrativos por todo o país. Muitos funcionários usaram a cor preta em protesto contra a atitude negligente e negacionista da direção do banco.

Em São Paulo, os atos se concentram no Centro Empresarial São Paulo (Cenesp); no Prédio Verbo Divino; no Prédio Centro (SAC-BB); e em agências e departamentos do eixo da Avenida Paulista, onde também ocorreu uma atividade lúdica com uma atriz representando uma bancária com covid-19 sendo transportada em uma ambulância, a fim de chamar a atenção da população para o descaso do banco frente ao aumento de casos de Covid-19 entre os bancários. No final da manhã foi realizada uma manifestação virtual, no Twitter e demais redes sociais, com a hashtag #DiaDeLutaBB.

Em dezembro, mesmo diante do evidente cenário de aumento de transmissões da covid-19, a direção do BB insistiu em acabar com o home office. E, no início de janeiro, sem nenhuma negociação com o movimento sindical – e já com o número de infecções aumentando exponencialmente no banco, e de internações batendo recordes no Brasil –, o comando da empresa divulgou um novo Manual do Trabalho, sem o item que previa o encerramento do expediente em unidades, na hipótese de confirmação de trabalhador contaminado nas últimas 72 horas.

Justiça manda retomar home office no DF

A 22ª Vara do Trabalho de Brasília determinou que o Banco do Brasil faça a imediata alocação para o home office de empregados que estavam nesse regime de trabalho em 2021. Em decisão expedida na noite de quarta-feira (26/1), a juíza do Trabalho substituta Natalia Queiroz Cabral Rodrigues concedeu a liminar para assegurar o retorno de trabalhadores do BB ao modelo de serviço remoto. O Banco do Brasil tem 48 horas para atender à decisão, a partir da intimação.

A magistrada também determinou a suspensão do expediente presencial nas agências bancárias do BB em que forem confirmados casos de Covid-19. A decisão vale por dois meses e poderá ser revista após esse prazo.

“O período ora determinado [de dois meses] compatibiliza-se com a situação de saúde hoje presente no Distrito Federal e com a proximidade do feriado do Carnaval – que, segundo as autoridades competentes, deverá aumentar o número de casos”, escreveu a juíza na decisão.

A magistrada atendeu ao pedido do Sindicato dos Bancários de Brasília, representado pelo advogado Paulo Roberto Alves da Silva, do escritório LBS Advogados.

“A Justiça do Trabalho demonstra estar acompanhando o quadro de saúde pública desencadeado pela variante Ômicron, protegendo o valor fundamental que é a saúde e a integridade, em última análise, a vida do trabalhador”, disse Silva à coluna.

O presidente do Sindicato dos Bancários de Brasília, Kleytton Morais, disse à Grande Angular que há casos de empregados que continuam trabalhando mesmo com diagnóstico de Covid.

“O Banco do Brasil e a Caixa, alinhadas com o governo federal nesse negacionismo, têm negligenciado os protocolos, de forma que a gente localizou colegas com Covid trabalhando em ambiente presencial. Tem agência de 35 funcionários, dos quais 30 estão afastados. Isso inviabiliza o tratamento”, afirmou.

Em nota enviada à coluna, o Banco do Brasil disse que, quando for notificado oficialmente, avaliará a adoção das medidas cabíveis.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região com Metrópoles

Após reunião, Banco do Brasil aprova pagar payout de 40% em 2022

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O conselho de administração do Banco do Brasil aprovou no dia 20 de janeiro o payout de 40% para o exercício de 2022, via dividendos e ou juros sobre o capital próprio (JCP), informou a companhia, em comunicado ao mercado.

O banco disse que a definição do valor considerou seu resultado, sua condição financeira, necessidade de caixa, plano de capital e suas metas e respectivas projeções, a Declaração de Apetite e Tolerância a Riscos, perspectivas dos mercados de atuação presentes e potenciais, oportunidades de investimento existentes e a manutenção e expansão da capacidade operacional.

Fonte: Agência CMA

Prefeitura de Coari tomará emprestados R$ 50 milhões do Banco do Brasil

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A Prefeitura de Coari (a 369 quilômetros de Manaus), município com a terceira maior arrecadação do Amazonas, tomará emprestados R$ 50 milhões do Banco do Brasil. Com aval dos vereadores, o prefeito do município, Keitton Pinheiro (Progressistas), sancionou, na quarta-feira (26), uma lei que autoriza a prefeitura a realizar a operação de crédito.

De acordo com a Lei nº 771, de 26 de janeiro de 2022, o dinheiro será destinado ao Fundo Municipal de Investimentos Urbano e Rural de Coari, uma entidade criada pela prefeitura em janeiro do ano passado para “promover os suportes técnico e financeiro necessários às políticas de melhoria da infraestrutura rural e urbana” do município.

O fundo poderá usar o montante para, entre outras finalidades, o financiamento e investimento em planos, programas, projetos e ações relacionados à infraestrutura urbana e rural no município, realização de publicidade institucional, campanhas educativas e pesquisas, e para a aquisição de materiais de construção, pintura e iluminação de LED.

Coari recebeu o terceiro maior repasse pelo Governo do Amazonas em 2021, com R$ 85,2 milhões de ICMS, IPVA, royalties e IPI recebidos, segundo dados da Sefaz (Secretaria da Fazenda do Amazonas). Fica atrás apenas da capital amazonense, que recebeu R$ 2,2 bilhões no ano passado, e Presidente Figueiredo, que faturou R$ 142,6 milhões.

A reportagem solicitou mais informações da Prefeitura de Coari, mas nenhuma resposta foi enviada até a publicação desta matéria.

Fonte: Amazonas Atual

BB: sindicato ganha ação de incorporação de gratificação de função

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O Sindicato dos Bancários de Sorocaba e Região, no interior de São Paulo, obteve mais uma importante conquista nos tribunais, desta vez, a vitória do processo de incorporação do valor da comissão para empregados do Banco do Brasil, que exerceram cargo comissionado por dez ou mais anos.

De acordo com o advogado especialista em Direito Sindical, Dr. Fernando José Hirsch, a ação ocorreu pela reestruturação do BB em 2021, ocasionando o descomissionamento de empregados sem justo motivo.

“Saiu nesta semana o pedido liminar favorável e o banco deve ser intimado na próxima semana. Provavelmente, em fevereiro os bancários já receberão o salário com o valor da gratificação”, afirmou.

Os fatos da gratificação por período superior a dez anos ocorreram em data anterior à vigência da Lei 13.467/2017. Desta forma, o fato deve ser solucionado de acordo com a legislação da época, levando-se em consideração as fundamentações da Súmula 372, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que determina que “percebida a gratificação de função por dez ou mais anos pelo empregado, se o empregador, sem justo motivo, revertê-lo a seu cargo efetivo, não poderá retirar-lhe a gratificação tendo em vista o princípio da estabilidade financeira”.

Também está transcrito que, neste caso, o empregado não pode ter parte de seu salário retirado abruptamente.

O Sindicato dos Bancários de Sorocaba e Região (SEEB) possui aproximadamente 30 ações coletivas contra outros bancos com tramitações específicas e diferentes públicos.

“É importante que os bancários entrem em contato com o sindicato, informe a função, data de admissão, período trabalhado na base de Sorocaba para saber quais ações coletivas serão beneficiadas”, concluiu Fernando.

Fonte: Sindicato dos Bancários de Sorocaba

 

Cassi Vida BH: conheça o primeiro plano regional da Caixa de Assistência

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A Cassi anunciou a criação do Cassi Vida BH, seu primeiro plano de saúde regional exclusivo para Belo Horizonte, Betim, Contagem e Nova Lima (MG). O acesso aos melhores serviços de saúde e a assistência completa na Rede Mater Dai de Saúde estão entre os benefícios do novo plano.

Por um preço que cabe no bolso, associados têm cobertura para 100% do Rol de procedimentos e eventos em saúde definidos pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), segmentação ambulatorial e hospitalar com obstetrícia, acomodação em enfermaria e coparticipação com teto limitador. Além disso, contam com acesso aos serviços da CliniCassi BH e telemedicina 24 horas, sem cobrança adicional.

Podem aderir ao Cassi Vida BH, familiares de funcionários, aposentados e pensionistas do Banco do Brasil até o 4º grau consanguíneo e até o 2º grau por afinidade. Ficou interessado nessa novidade? Clique aqui para ter mais informações detalhadas, fazer simulação e solicitar adesão.

Fonte: Agência ANABB

Banco do Brasil volta a ser eleito o mais sustentável do mundo

Publicado em: 21/01/2022

Pela terceira vez, o Banco do Brasil (BB) foi eleito o banco mais sustentável do mundo pelo ranking Global 100, da empresa canadense de pesquisa Corporate Knights. A instituição financeira havia conquistado a liderança no segmento bancário em 2019 e em 2021.

Nos últimos dez anos, o BB apareceu no ranking das 100 corporações mais sustentáveis do mundo em sete. Entre as companhias brasileiras, o banco foi a empresa mais bem posicionada, ocupando o 21º lugar geral de sustentabilidade em todo o mundo.

Segundo a Corporate Knights, a carteira de negócios sustentáveis do Banco do Brasil, atualmente com saldo superior a R$ 282 bilhões, foi o destaque para a classificação no ranking. Formada por linhas de crédito que financiam atividades com retorno socioambiental, a carteira é submetida a avaliação independente e usa critérios internacionais para definir projetos e empreendimentos sustentáveis.

Entre os segmentos financiados pela carteira, estão os setores de energias renováveis, eficiência energética, construção, transporte e turismo sustentáveis, água, pesca, floresta, agricultura sustentável, gestão de resíduos, educação, saúde e desenvolvimento local e regional.

O ranking foi divulgado durante o encontro anual do Fórum Econômico Mundial, evento que reúne líderes mundiais e empresários em Davos, na Suíça, ao longo desta semana. Lançado em 2005, o ranking Global 100 lista as 100 grandes corporações mais sustentáveis do mundo. Ao todo, cerca de 7,3 mil empresas com receita anual de mais de US$ 1 bilhão por ano foram avaliadas.

O ranking avalia as dimensões econômica, ambiental e social de grandes companhias. Baseada em dados públicos publicados pelas empresas, a pesquisa considera 21 indicadores de desempenho, entre os quais gestão financeira, de pessoal e de recursos; receita obtida de produtos e de serviços com benefícios sociais e/ou ambientais; e desempenho da cadeia de fornecedores.

O Banco do Brasil faz parte de índices de bolsas de valores que consideram empresas sustentáveis do ponto de vista ambiental e social, como o Dow Jones Sustentability Index, da Bolsa de Nova Iorque, nas categorias mercados globais e emergentes, o FTSE Good Index Series, da Bolsa de Londres, e o Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3, a bolsa de valores brasileira.

Fonte: Agência Brasil

Banco do Brasil vai distribuir 40% do lucro em proventos em 2022

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O Banco do Brasil (BBAS3) definiu em 40% a porcentagem do lucro que irá distribuir em dividendos ou em juros sobre o capital próprio para o exercício de 2022, mostra documento enviado ao mercado nesta quinta-feira (20).

Segundo o banco, quando a distribuição for via JCP, o montante calculado com base no percentual de payout aprovado corresponde ao valor bruto, sobre o qual poderão incidir tributos, conforme legislação vigente.

O conselho considerou os balizadores constantes na política, em especial, o resultado do banco, sua condição financeira, a necessidade de caixa entre outros fatores.

Fonte: Money Times

Após cobrança de sindicatos, BB deixa de exigir visitas presenciais de gerentes PJ

Publicado em: 20/01/2022

Após cobrança da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) de que, mesmo diante do aumento exponencial de contaminação por Covid-19 e por Influenza entre os funcionários, o Banco do Brasil mantinha a exigência para que seus gerentes PJ fizessem visitas presencias para atingir as metas, o BB retirou a obrigatoriedade da visita presencial. Ou seja, os gerentes agora podem priorizar as reuniões com os clientes via videoconferência.

“Esse novo posicionamento é importante, porque o banco toma uma direção que protege tanto a vida dos trabalhadores quanto a dos clientes”, avalia Luciana Bagno, representante da Federação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro de Minas Gerais (Fetrafi/MG). “O movimento sindical continuará atento ao cumprimento dessas medidas pelos regionais e gerentes das unidades”, completa.

“Hoje o banco enviou e-mail para os gerentes das especializadas PJ, comunicando a flexibilização da regra de visitas, voltando a aceitar videochamadas e contato telefônico, como era até ano passado”, confirmou um trabalhador do BB.

Fonte: Contraf-CUT

Justiça determina que BB retome o home office para funcionários de áreas administrativas

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A 28ª Vara do Trabalho em São Paulo acaba de determinar, em caráter de tutela antecipada, que funcionários do Banco do Brasil lotados em prédios administrativos ou departamentos, , sem atendimento ao público, sejam recolocados em home office imediatamente. A decisão, da juíza Ana Cristina Magalhães Fontes Guedes, foi uma resposta à ação de autoria do Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região.

Na decisão, a juíza também determina que o Banco do Brasil volte a adotar o protocolo de segurança que previa o fechamento de dependência do banco (agências ou departamentos) para sanitização quando algum trabalhador tivesse testado positivo para covid-19 e estado presente na unidade em até 72 horas anteriores. O BB havia alterado, no dia 4 de janeiro, sem qualquer negociação com o Sindicato, seu Manual do Trabalho Presencial (o protocolo de segurança contra covid), retirando do manual esta medida, que é fundamental para deter as contaminações entre trabalhadores e clientes da instituição financeira.

A decisão prevê, em 48 horas, multa diária de R$ 50 mil caso o banco descumpra alguma das determinações. A importância deve ser destinada ao Instituto Butantan, por ser, segundo o texto da juíza, a “instituição vinculada à Secretaria de Saúde de São Paulo e responsável pela pesquisa e produção de vacinas no Estado de São Paulo.”

“A falta de negociação e as práticas negacionistas por parte da Diretoria de Operações do BB – que cada vez mais vem implementando políticas do atual governo contra os funcionários – nos leva a recorrer em todas as instâncias. O BB deveria respeitar as negociações e os trabalhadores, pois a vida vale muito mais. Devemos comemorar a liminar, mas é importante lembrar que uma decisão da Justiça jamais pode excluir a necessidade de nos organizarmos e nos mobilizarmos, pois os ataques este ano continuarão”, lembra o secretário executivo de Administração e Organização do Sindicato e coordenador nacional da Comissão de Empresa do Funcionários do BB (CEBB), João Fukunaga.

“Essa é uma decisão muito importante, que protege os trabalhadores. A decisão da juiza Ana Cristina Magalhães Fontes Guedes mostra humanidade neste momento de profunda crise sanitária e insegurança. Uma humanidade que faltou a essa direção do BB, alinhada a esse governo negacionista”, comenta o dirigente da Fetec-CUT/SP e integrante da CEBB, Getúlio Maciel.

O dirigente acrescenta que, segundo apurou o Sindicato, em janeiro já chegam a 500 o número de trabalhadores do BB na capital paulista que testaram positivo para o coronavírus. “Isso com certeza é uma consequência dessa atitude irresponsável e criminosa do banco de se recusar a fechar a higienizar agências e departamentos.”

“O apelo do Sindicato à Justiça do Trabalho deveu-se ao fato de que o Banco do Brasil rechaçou qualquer tentativa de negociar. O Sindicato procurou o banco tentando resolver o problema pelas vias negociais, mas o BB desprezou todas essas tentativas. A decisão da 28ª Vara do TRT prova para o banco que ele pode muito, mas não pode tudo”, ressaltou a advogada responsável pela ação, Lúcia Porto Noronha, do escritório Crivelli Advogados Associados, que presta assessoria ao Sindicato.

Em relação às agências, conforme os protocolos anteriores, o Sindicato irá cobrar do banco a redução do horário de atendimento, bem como o contingenciamento do atendimento ao público, para evitar mais contaminações e risco aos funcionários.

Entenda

No dia 4 de janeiro, de forma unilateral, o Banco do Brasil retirou de seu Manual do Trabalho Presencial (o protocolo de segurança contra a covid-19) o item que previa o fechamento de qualquer dependência do banco onde um trabalhador, que esteve no local nas últimas 72 horas, tivesse testado positivo para a covid-19. A medida previa ainda que a dependência fosse adequadamente higienizada, e que seus funcionários fossem para a casa, retornando após a sanitização, e tendo essa falta abonada.

A decisão unilateral do BB foi tomada no dia seguinte a um protesto do Sindicato contra o não fechamento de um andar de prédio administrativo do banco onde um bancário havia testado positivo. O banco respondeu ao Sindicato que não tinha condições de cumprir a medida que previa o fechamento para sanitização e, no dia seguinte, apagou esse item do manual.

Diante disso, o Sindicato procurou diversas vezes o banco para protestar contra a decisão irresponsável e autoritária, mas, sem respostas positivas do banco, apelou para a Justiça.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

 

Banco do Brasil da capital paulista registra mais de 250 casos de covid-19

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Mais de 250 funcionários do Banco do Brasil da capital paulista e de outras 16 cidades atendidas pelo Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região foram diagnosticados com Covid-19 na última semana. A entidade recebeu relatos de 500 casos em todo o setor.

De acordo com o sindicato, um terço dos casos positivos teria ocorrido entre os empregados do BB que trabalham no Centro Empresarial São Paulo, na Zona Sul da capital. No local, funcionam áreas administrativas do banco, e também atendimento digital.

O aumento desenfreado de Covid-19 no Banco do Brasil provavelmente ocorreu após o descumprimento de protocolos sanitários por parte do banco, que alterou unilateralmente o item do manual do trabalho presencial, que previa o encerramento do expediente em locais onde um funcionário infectado permaneceu nas 72 horas anteriores.

“Ao manter atualizados os procedimentos em relação à pandemia de Covid-19, o Banco do Brasil reafirma seu compromisso com a saúde dos funcionários”, disse a instituição, em nota.

Para o Sindicato dos Bancários de Bauru e Região, é revoltante a situação da disseminação do coronavírus em todas agências do Banco do Brasil do país. Mesmo que haja casos de Covid-19 entre os trabalhadores, as unidades do banco não serão fechadas para receber higienização especializada e os funcionários continuarão exercendo suas atividades normalmente durante o processo, sendo duramente expostos ao risco de contágio.

Fonte: Sindicato dos Bancários de Bauru

Banco do Brasil pode pagar dividendos “no nível da Petrobras”, diz consultor

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Usualmente vistos como bons pagadores de dividendos, os bancos podem retomar essa tradição em 2022. A opinião é de Tiago Reis, fundador da Suno Research, que participou do painel As novidades para quem quer ganhar com dividendos nesta quarta-feira (19), parte da programação do evento Onde Investir 2022, promovido pelo InfoMoney em parceria com a XP Investimentos. Confira aqui a programação completa.

Reis afirmou que há alguns anos as grandes instituições desaceleraram o aumento de suas carteiras de crédito e, em 2020 e 2021, limitaram o pagamento de dividendos por determinação do Banco Central, em função da pandemia. Isso fez o volume de dinheiro em caixa crescer e a tendência é de que estas empresas agora paguem proventos significativos.

“Os bancos devem voltar a fazer o que faziam em 2018 e 2019, uma distribuição massiva de dividendos”, disse Reis. A lógica vale para Itaú (ITUB3, ITUB4), Bradesco (BBDC4), Santander (SANB11) e, especialmente, Banco do Brasil (BBAS3). “Eu acho que o Banco do Brasil vai pagar muitos dividendos, no nível da Petrobras”, opinou.

Ele espera bons proventos também da BB Seguridade (BBSE3), empresa de seguros, previdência e capitalização do Banco do Brasil. O analista afirma que a companhia tem uma “rentabilidade fenomenal, umas das maiores do mundo” entre as seguradoras.

E o setor de energia elétrica?

Das companhias de energia, tradicionais distribuidoras de dividendos, Reis avalia que devem pagar bons dividendos em 2022 a Engie (EGIE3), Energias do Brasil (ENBR3), Alupar (ALUP11), Transmissão Paulista (TRPL4) e Taesa (TAEE11).

Ele ressalta, porém, que Alupar e Energias do Brasil devem manter pagamentos de proventos durante um longo tempo, pois acabam de encerrar um período de investimentos; ao passo que a Taesa pode estar chegando ao fim do atual clico de distribuição de ganhos aos acionistas. No entanto, na avaliação de Henrique Esteter, especialista de mercados do InfoMoney que também participou do painel, a Taesa “é referencia e deve continuar” a pagar.

Em outros segmentos, Reis espera bons pagamentos de dividendos ainda da WEG (WEGE3) e da Ambev (ABEV3).

Rendimentos dos fundos imobiliários

No segmento de fundos imobiliários, Reis avalia que os fundos que investem em recebíveis do setor – conhecidos como fundos “de papel” – devem aumentar a distribuição de dividendos, acompanhando o avanço da taxa do CDI (Certificado de Depósito Interbancário).

Já dos que investem em imóveis propriamente ditos, ele espera uma “recuperação longa e gradual” se o foco for em shopping centers e outros empreendimentos comerciais, duramente atingidos pela pandemia. No caso de fundos com foco em logística, estes “tendem a pagar bons dividendos”.

O analista ressalta que o momento é propício para compra de cotas de fundos imobiliários, pois estes produtos em geral desvalorizaram com a migração de recursos de investidores para a renda fixa, acompanhando o aumento da taxa de juros. “É uma oportunidade com certeza. São ativos que pagam dividendos maiores do que no passado a um preço menor [de compra]”, observou.

Reforma do Imposto de Renda

Os participantes do painel comentaram ainda sobre o projeto de lei de Reforma Tributária que institui alíquota de 15% de Imposto de Renda sobre dividendos pagos por empresas, hoje isentos. O texto foi aprovado na Câmara, mas ainda precisa passar pelo Senado.

Como neste ano haverá eleições, Reis crê que o projeto não será discutido no Senado antes do pleito, isso se não ficar parado “para sempre”. “É uma pauta difícil para um ano eleitoral”, corroborou Esteter.

Mesmo que o projeto venha a ser aprovado, os profissionais não acreditam que haverá uma mudança significativa nas estratégias de investimentos pautadas por dividendos. A cobrança de imposto já ocorre em outros países. “Não acho que seja uma mudança de paradigma”, concluiu Esteter.

Fonte: Infomoney

 

BB lança etapa 2022 de programa de agronegócio para pequenos produtores

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O presidente do Banco do Brasil, Fausto de Andrade Ribeiro, anunciou nesta segunda-feira, 17, o lançamento da etapa de 2022 para o “Circuito de Negócios Agro” da instituição. O programa levará assessoria rural itinerante a 600 municípios em todas as regiões do País, com carretas adaptadas que funcionam como salas de aula para capacitação dos pequenos produtores. O objetivo é atender mais de 500 mil empresários do agronegócio, gerando R$ 1,5 bilhão em receitas de negócios.

Segundo Ribeiro, os grandes produtores já têm acesso a diversos recursos, como assistência técnica especializada e análise da qualidade da terra, possuem tecnologia para controlar pragas e decidir quando alternar culturas. Além disso, eles já utilizam técnicas de agricultura de baixo carbono e têm acesso a drones e imagens satélites para monitorar sua produção.

“O Circuito de Negócios vai elevar o nível de conhecimento técnico para que os pequenos possam produzir mais e se aperfeiçoarem”, afirmou, em cerimônia de lançamento do programa, com a presença do presidente Jair Bolsonaro. Ribeiro destacou que os desembolsos do crédito rural têm registrado recordes sucessivos, sendo que 60% do mercado está com o Banco do Brasil, que finalizou setembro do ano passado com uma carteira de R$ 226 bilhões.

Economistas ouvidos pelo Estadão afirmam que o agronegócio deve ser o único motor da economia brasileira em 2022. Entretanto, as regiões Sul e Centro-Oeste do País já enfrentam desafios neste começo de ano. Devido a ondas de calor e secas, as regiões já perderam R$ 45 bilhões no agronegócio.

Fonte: Estadão

Banco do Brasil faz leilão de 2,4 mil imóveis a partir de R$ 13 mil

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O Banco do Brasil está realizando um leilão com mais de 2,4 mil imóveis, com preços que vão de R$ 13 mil a R$ 24,8 milhões. As propriedades ficam espalhadas pelo Brasil, mas concentram-se especialmente em Goiás, Piauí e Paraíba.

Os imóveis estão sem dívidas e 100% quitados. Os descontos chegam a 73%, sendo que o pagamento à vista oferece até 3% de desconto. Quem preferir parcelar, pode dividir o valor em até quatro vezes sem juros.

Dentre as possibilidades, estão locais residenciais, comerciais, rurais e até imóveis do Banco do Brasil que não são mais utilizados. O desconto é maior nos imóveis que ainda são ocupados por ex-mutuários, tendo em vista que o processo de desocupação fica a cargo do comprador.

Os interessados podem conferir os imóveis e fazer as propostas no site Seu Imóvel BB. A página foi criada em 2020, em parceria com a proptech Resale e já vendeu mais de 1.700 propriedades, acumulando R$ 250 milhões, segundo a IstoÉ.

Fonte: Yahoo

Presidente do TRT-15 recebe visita de representantes do Banco do Brasil

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A presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região, desembargadora Ana Amarylis Vivacqua de Oliveira Gulla, recebeu na tarde desta terça-feira, 18/1, a visita institucional do novo gerente geral da Agência Governo do Banco do Brasil, Ricardo Bacci Acunha. Participaram ainda do encontro o superintendente comercial da instituição, José Aparecido de Oliveira, e o gerente e a consultora comercial do Setor Público, respectivamente, Washington Negreziolo Teixeira e Vanessa Leone Junqueira.

Na pauta da reunião, foram abordados temas relacionados aos convênios e parcerias do TRT-15 com o Banco do Brasil. Também estiveram presentes o vice-presidente judicial do Tribunal, desembargador Francisco Alberto da Motta Peixoto Giordani, a corregedora regional, desembargadora Ana Paula Pellegrina Lockmann, os juízes auxiliares Marcos da Silva Porto (Presidência) e Levi Rosa Thomé (Corregedoria), além do assessor de Precatórios Evandro Luiz Michelon.

Fonte: Tribunal Regional do Trabalho

Com programa de R$ 200 milhões, BB cria dois fundos para investir em startups

Publicado em: 13/01/2022

O Banco do Brasil começou 2022 reforçando sua estratégia para as empresas nascentes, especialmente as com modelos de negócios inovadores e pegada “tech”, sejam do setor financeiro (fintechs), do agronegócio (agtechs), do setor público (govtechs) ou outros segmentos, como educação e marketing. Para colocar recursos nessas empresas, o banco está estruturando dois novos fundos de investimento em participação, em uma área dentro do BB que tem um programa global de investimento de R$ 200 milhões, valor que pode aumentar dependendo dos resultados.

O tamanho das duas novas carteiras está ainda em discussão, mas a estratégia do BB é deixar os fundos com gestoras independentes, que conhecem o mercado de inovação e as empresas nascentes. Um fundo vai ficar sob gestão da MSW Capital, especializada em startups, e o outro com a Vox Capital, gestora especializada em investimentos de impacto.

Pela estratégia, as gestoras vão procurar as empresas para investir, mas o BB também vai dar seus pitacos. O banco criou um portal para atrair empreendedores e vai encaminhar aos gestores as empresas que procurarem o banco.

O programa de venture capital (como são conhecidos os fundos que compram participação em empresas nascentes) do BB tem foco em empresas bem novas, nos estágios “semente” ou “série A”, aquelas já com alguma musculatura, conta o diretor de negócios digitais do banco, Pedro Bramont. A condição é que já tenham receita, algum produto testado e clientes. Outra meta é buscar startups que tenham sinergias com os negócios do Banco do Brasil e, se tiverem compromissos de governança, ambientais ou sociais (conceitos que formam a sigla ESG, em inglês), melhor ainda.

Antes de estruturar esses dois novos fundos com as duas gestoras, o BB já havia feito aporte em três outros fundos de venture capital, da Astella Investimentos, da SP Ventures e uma carteira da Indicator Capital.

Fonte: Estadão

 

Covid-19: 88% dos bancários apontam casos nos locais de trabalho

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Dados preliminares de uma pesquisa realizada pelo Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região mostram o avanço da Covid-19, com a chegada da variante Ômicron, mais transmissível que as anteriores, em agências e departamentos. Do total de bancários que responderam a pesquisa, mais de 88% relataram casos de Covid-19 ou gripe (Influenza) nos últimos 30 dias. A consulta segue até o próximo dia 15 de janeiro.

“A participação dos bancários na pesquisa é fundamental para que o Sindicato possa atuar junto ao banco a fim de cobrar que os protocolos sejam respeitados, e também para mensurar a situação na categoria, o que nos dá mais subsídios para cobrar novas medidas de proteção aos trabalhadores, e também as providências cabíveis do setor público”, destaca Neiva Ribeiro, secretária-geral do Sindicato.

“Os dados preliminares da pesquisa já apontam para um cenário de ampla contaminação nos locais de trabalho, que exige que o respeito aos protocolos seja redobrado, além da abertura de negociação com os bancos para a adoção de novas medidas de proteção para bancários e clientes. Diversos setores estão sendo impactados pela Ômicron, assim como pelo atual surto de Influenza, com fechamentos acarretados pelo elevado número de trabalhadores contaminados e afastados, e no setor bancário a situação não é diferente”, acrescenta Neiva.

No caso do Banco do Brasil, o protocolo foi unilateralmente alterado pelo banco, sem anuência do Sindicato, de forma a aumentar o risco de contaminação dos trabalhadores. O movimento sindical, por meio da Contraf-CUT, acionou o MPT (Ministério Público do Trabalho) contra a decisão do BB de alterar o manual de segurança sobre a Covid-19.  Dirigentes do Sindicato dos Bancários reuniram-se, nesta quarta 12 de janeiro, com a administração das áreas de Gestão de Pessoas do Banco do Brasil – Gepes – para tratar de diversos casos de contaminação que vêm ocorrendo nas dependências do BB, em busca de soluções para as demandas apresentadas.

“Tristemente, está havendo aumento de casos dentro do BB, notadamente nas dependências subordinadas à Diretoria de Operações no Centro Empresarial São Paulo – Cenesp. Porém, os descuidos ocorridos dentro da empresa podem estar relacionados à maior proliferação de doenças respiratórias atreladas à Influenza e à Covid-19, a começar pela impressionante mudança unilateral dos protocolos de segurança do manual para o trabalho presencial”, lamenta Getúlio Maciel representante da Comissão de Empresa BB e dirigente sindical do Fetec-CUT/SP.

Nas últimas duas semanas, chegaram ao Sindicato denúncias de descumprimentos dos protocolos que resultaram em mais de 250 funcionários do BB contaminados pelo SARS-COV2 na cidade de São Paulo, onde aproximadamente um terço desse número (80) pertence às dependências do Cenesp. Os descumprimentos de protocolo dizem respeito ao mau uso de máscaras nas unidades do BB e também à falta de dispensa adequada dos funcionários e de sanitização dos locais. Seguramente, esses números são maiores porque muitos ainda não foram informados aos sindicalistas.

“Nos causou espanto é que, apesar desses números, durante a reunião, bancários nos mandaram mensagens informando mais oito pessoas contaminadas nesta quarta-feira 12, no prédio do Cenesp, onde uma delas pertence ao grupo risco como imunossuprimida. Nesse caso, pedimos acompanhamento mais diligente da Dipes pela vulnerabilidade da situação. E pedimos também maior divulgação e acompanhamento dos casos para que a conscientização dos gestores reflita melhor os procedimentos de segurança e profilaxia”, afirma Getúlio.

Além da preocupação quanto ao alto número de pessoas contaminadas, foi pedido ao SESMT do Banco do Brasil que verificasse a qualidade da água distribuída nos prédios do Cenesp, cuja aparência turva vem causando desconfiança de má qualidade entre os trabalhadores, e receio de possível inadequação para o consumo, motivo pelo qual alguns bancários fizeram denúncias na Anvisa pelo telefone 156.

Os dirigentes também questionaram a cobrança de metas para os bancários do segmento PJ em relação às visitas aos clientes nesse momento de aumento dos casos da pandemia.

“A Gepes se comprometeu não apenas a diligenciar as demandas às áreas envolvidas, mas também a ajudar na resolução dos problemas, com foco na saúde e bem-estar dos colegas funcionários do BB. Nosso posicionamento é de que a implementação do trabalho remoto para todos os colegas que antes tinham essa condição ajudaria sobremaneira na solução dessas situações. Acompanharemos as soluções que serão encaminhadas”, afirmou Maciel.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

 

BB conclui liquidação financeira de US$ 500 mi em títulos internacionais sustentáveis

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O Banco do Brasil informou que, por meio de sua Agência de Grand Cayman precificou captação internacional sustentável de dívida sênior, do tipo social bond, no montante de US$ 500 milhões, com vencimento em 11 de janeiro de 2029 e cupom de 4,875% a.a.  O comunicado foi feito pela companhia (BOV:BBAS3) nesta terça-feira, dia 11 de janeiro. Este é o primeiro social bond emitido pelo Banco do Brasil. A liquidação financeira da operação ocorreu nesta terça, 11 de janeiro.

O BB destacou que a emissão ocorreu no escopo do Framework de Finanças Sustentáveis que está alinhado com padrões internacionais, como os Social Bond Principles 2021 da ICMA (Associação Internacional de Mercado de Capitais), e as melhores práticas mundiais como os Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis das Nações Unidas (ONU).

A Sustainalytics, empresa verificadora especializada em projetos sustentáveis, emitiu parecer (Second Party Opinion – SPO) em relação ao Framework.

O Banco do Brasil registrou lucro líquido ajustado de R$ 5,139 bilhões no terceiro trimestre de 2021, aumento de 2,0% frente ao segundo trimestre deste ano e avanço de 47,6% na comparação com o mesmo período do ano passado. O ganho ficou acima da projeção de analistas, de R$ 4,704 bilhões.

Em comparação às projeções da Refinitiv para o lucro do Banco do Brasil, que era de R$ 4,496 bilhões, o resultado veio 14,3% acima das expectativas.

“Esse bom desempenho é explicado por menores despesas com provisões de crédito, maiores receitas, com crescimento da margem financeira bruta e das rendas com prestação de serviços, e sólido controle das despesas administrativas.”

A margem financeira bruta somou R$ 15,68 bilhões, avanços de 9% e de 11,9% na comparação trimestral e anual respectivamente. A carteira de crédito somava R$ 814,202 bilhões em setembro, com avanços de 6,2% e 11,4%, respectivamente.

Fonte: ADFVN News

 

Banco do Brasil começa a convocar aprovados em concurso do ano passado

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O Banco do Brasil iniciou no dia 5 de janeiro a convocação de candidatos aprovados no concurso 2021/001. O primeiro colocado de cada microrregião para o cargo de escriturário – agente comercial foi chamado para assumir seu cargo. Ao todo, 93 candidatos estão entre os selecionados.

De acordo com o banco, os outros classificados no concurso devem ser convocados nos próximos dias, assim como os aprovados para escriturário – agentes de tecnologia, sendo respeitado o número de vagas. O e-mail e o endereço utilizados para chamamento são os informados pelo(a) candidato(a) no momento da inscrição.

Quem precisar atualizar os dados de cadastro pode obter informações pelo WhatsApp BB (61) 4003-5291, ou de modo presencial, junto ao gestor da agência para a qual foi convocado. Em relação aos classificados para o cadastro de reserva, a expectativa é que as convocações tenham início no segundo semestre de 2022, considerando as necessidades do Banco do Brasil.

Os aprovados podem consultar informações sobre o andamento das convocações e demais conteúdos sobre o concurso pelo site. Mais de 1,6 milhão de pessoas se inscreveram. A seleção foi realizada para 2 mil vagas de escriturário – agente comercial, 2 mil de cadastro reserva, para atuação nas unidades de negócios em todo o país, 240 vagas de escriturário – agente de tecnologia, mais 240 de cadastro de reserva, com foco em conhecimentos de Tecnologia da Informação para atuação em Brasília.

Os candidatos serão chamados conforme a classificação obtida na microrregião/macrorregião/UF e o prazo de validade da seleção externa, que é de um ano, a contar da data de publicação do Edital de Homologação dos resultados, podendo ser prorrogada, uma única vez, por igual período.

Fonte: Portal UOL

BB atinge marca histórica de R$ 100 bilhões na carteira FCO

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O Banco do Brasil acaba de atingir o marco inédito de R$ 100 bilhões em operações com recursos do FCO (Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste). Os desembolsos do Fundo são destinados ao desenvolvimento dos estados do Centro-Oeste do país e Distrito Federal.

Entre os anos de 1989 e 2021 foram contratados mais de R$ 100 bilhões em operações com recursos do FCO, distribuídos em mais de um milhão de operações. Desse total, R$ 64 bilhões foram destinados para o setor rural e R$ 36 bilhões para o setor empresarial.

A expectativa do BB é que o montante de recursos previstos para 2022 alcance a soma de R$ 9,6 bilhões a serem distribuídos entre as unidades federativas do Centro Oeste e Distrito Federal.

De acordo com os percentuais definidos pela legislação, foram aplicados R$ 959 milhões (10% da carteira) para o Distrito Federal, 33% (R$ 3,2 bilhões) para o Goiás, 24% (R$ 2,3 bilhões) para o Mato Grosso do Sul e 33% (R$ 3,2 bilhões) para o Mato Grosso. Até novembro/2021, os recursos liberados foram da ordem de R$ 8,36 bilhões.

O desempenho significativo das contratações do FCO apresenta-se como resultado das ações articuladas entre o BB e o Governo Federal, representado pelo Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), e pela Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco), além da participação dos conselhos de desenvolvimento dos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e do Distrito Federal.

A capilaridade da rede de agências do BB e das demais instituições financeiras que atuam com recursos do FCO, além das condições de financiamento foram fatores preponderantes para alavancagem das contratações ao facilitar o acesso ao crédito por empresários e produtores rurais, especialmente os localizados em municípios de média renda e baixo dinamismo – que integram as prioridades do Fundo.

Legislação

O Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO), instituído por recursos do Governo Federal, foi criado em 27 de setembro de 1989 pela Constituição Federal e regulamentado pela Lei n.º 7.827.

Fonte: Banco do Brasil

BB compensa 100% das emissões de gases de efeito estufa

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O Banco do Brasil (BB) chegou mais sustentável ao final de 2021, ao compensar 100% das emissões diretas de gases do efeito estufa produzidos pelo conglomerado. Para alcançar a marca, o BB adquiriu, por meio de licitação, créditos de carbono equivalentes a 55 mil toneladas de CO2. O montante corresponde ao uso de veículos corporativos, ar-condicionado e combustível para gerador de energia elétrica. A compensação de gases do efeito estufa é vinculada ao aumento do cuidado ambiental, um dos 10 compromissos de longo prazo em sustentabilidade assumidos pelo BB no começo deste ano.

Os créditos de carbono obtidos são provenientes do projeto de gerenciamento de gases do aterro sanitário Bandeirante, localizado na região metropolitana de São Paulo, e são reconhecidos pelo Mecanismo de Desenvolvimento Livre (MDL), implementado pelo protocolo de Kyoto, para garantir a comprovação de sua origem, padrão de certificação e rastreabilidade.

Em maio, o BB havia comprado 523,9 mil I-RECS (International Renewable Energy Certificate) que, junto com as emissões de suas usinas fotovoltaicas em Minas Gerais e no Pará, compensaram 100% os efeitos do consumo de energia elétrica de suas dependências.

Com isso, o BB compensa as emissões diretas dos chamados escopo 1, provenientes de fontes que pertencem ou são controladas pela organização, como veículos e aparelhos de ar-condicionado, e 2, que envolve as emissões resultante do uso de energia elétrica.

“Ao compensar integralmente os gases que emite, o BB inova e amplia as práticas ASG, e isso é fundamental para garantir resultados calcados na sustentabilidade, tanto para o Banco quanto para toda a sociedade”, afirma Eder Faria, Diretor de Suprimentos, Infraestrutura e Patrimônio.

Dos créditos de carbono adquiridos, 27 mil compensarão as emissões de 2020, enquanto o restante será utilizado na compensação das emissões de 2021, que ainda estão sendo contabilizadas.

Além da compensação de 100% das emissões de gases de efeito estufa, o plano de ação do BB inclui o uso de 90% de energia renovável até 2024 e redução das emissões em 30% até 2030.

O BB está entre as empresas públicas e privadas que possuem grande maturidade tanto no quesito transparência quanto na qualidade da publicação do inventário de emissões.

Boas práticas

A atuação do BB não está orientada apenas à compensação, uma vez que tem o compromisso de incentivar soluções inovadoras e boas práticas em suas dependências. Desse modo, a partir de maio deste ano, alterou a recomendação de abastecimento de veículos da frota corporativa, estimulando o uso de etanol e, consequentemente, promovendo a redução de emissões de gases de efeito estufa.

O BB ainda recebeu, pelo 11º ano consecutivo, o selo ouro para o Inventário Corporativo de Emissões de Gases do Efeito Estufa, concedido pelo Centro de Estudos em Sustentabilidade (GVces), da Escola de Administração de Empresas da Fundação Getúlio Vargas (FGV-EAESP). E pelo 13º ano consecutivo, o BB foi selecionado para fazer parte do Índice Carbono Eficiente (ICO2) da B3 – Brasil, Bolsa, Balcão, que é composto por empresas participantes do IBrX 100 e que possuem melhor gestão e transparência em relação ao reporte das emissões dos Gases do Efeito Estufa e preparo para a economia de baixo carbono.

Além de tornar acessíveis os métodos e as ferramentas que auxiliam empresas na tomada de decisão para a mitigação de seu impacto sobre o clima, o inventário também é utilizado em outros relatos ambientais de mercado, dos quais o Banco atualmente participa, como é o caso do índice Dow Jones de sustentabilidade, da bolsa de Nova Iorque, o DJSI, o Carbon Disclosure Project – CDP, e o Índice de Sustentabilidade Empresarial – ISE da Ibovespa.

Fonte: Banco do Brasil