Banco do Brasil defende regra de transição em reforma tributária

Publicado em: 06/08/2021

Assim como os grandes bancos privados, o presidente do Banco do Brasil, Fausto de Andrade Ribeiro, acredita que a proposta da reforma tributária poderia ter uma regra de transição para que não afetasse imediatamente o balanço dos bancos, que são obrigados a rever créditos tributários e fazer impairments quando há mudanças de alíquotas de impostos.

O banco público também disse que avalia o impacto do fim do juros sobre capital próprio (JCP) proposto pela reforma, mas não considerou ainda se pode antecipar o pagamento de dividendos, como foi feito pela Petrobras.

“Consideramos a reforma necessária para o país, mas ela ainda deve sofrer alterações e existem assuntos que requerem mais aprofundamento, concordamos com alguns pontos levantados pelos bancos privados, como a questão do impairment, talvez o ideal seria uma regra de transição mais suave para não ter impacto imediato nos balanços dos bancos”, afirmou em coletiva de imprensa dos resultado.

Ribeiro citou estudos feitos pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) que apontam que a proposta do jeito que está pode acabar tirando poder de alavancagem dos bancos, com impacto em torno de R$ 500 bilhões, o que avalia como negativo no momento em que a economia precisa de impulsionamento.

Em relação ao fim do JCP, o vice-presidente de gestão financeira e de relação com investidores, José Ricardo Fagonde Forni, afirmou que este ano já foi pago o máximo de JCP possível e que seguem com poltica de 40% de payout de pagamento de dividendos, mas seguem avaliando como ficará a proposta da reforma tributária para saber se será necessário fazer alguma mudança no segundo semestre.

Questionado se o banco poderia antecipar o pagamento de dividendos a exemplo do que anunciou ontem a Petrobras, Forni disse que a princípio isso não foi considerado e também não deu detalhes sobre possível recompras de ações, reiterando que a questão será avaliada ao longo do semestre.

Fonte: Monitor Mercado

Bancários do BB defendem ações de fortalecimento da Cassi sustentável

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Bancários e bancárias capixaba do Banco do Brasil se reuniram em congresso específico no último sábado, 31 de julho. Uma das principais mesas de debates foi: “Cassi: mudanças pós-reforma estatutária e perspectivas de resistência”. Os bancários também participaram dos painéis sobre as ameaças aos fundos de pensão e o adoecimento da categoria bancária.

Dentre as deliberações do encontro estão as propostas de fortalecimento do Conselho de Usuários da Cassi, realização de seminários locais e nacional sobre Saúde e Previdência, intensificar a defesa da CASSI como plano de autogestão; articular com os delegados sindicais reunião nos locais de trabalho sobre a CASSI e a PREVI.

“O debate sobre saúde a sustentabilidade da Cassi foi muito apropriado para o momento que estamos vivendo. Embora neste ano hão tenha negociação das cláusulas econômicas, precisamos nos mobilizarmos em defesa dos nossos direitos conquistados. A Cassi e os planos de autogestão estão sob fortes ataques, com tentativas de transformá-los em planos de mercado. Por isso o debate no congresso foi importante para fortalecer a Cassi como plano de autogestão e a defesa dos interesses dos associados. Há muitas ameaças de criação de vários planos com direitos reduzidos e o momento é de união e fortalecimento da Cassi, que foi criada pelos funcionários e a eles pertence”, enfatiza a diretora do Sindibancários/ES, Goretti Barone.

Cassi para todos

Fernando Amaral, ex-assessor da CASSI e ex-Diretor e Conselheiro da ANABB, foi um dos convidados para a mesa sobre a Cassi. Amaral fez um importante resgate histórico sobre a criação da Cassi pelos funcionários e o início da contribuição do Banco do Brasil, que passou a ser patrocinador anos depois para fortalecer o plano de saúde dos funcionários. Ele também destacou os valores de solidariedade que nortearem a criação da Cassi como plano coletivo sustentável que garantiu o acolhimento a saúde a todos os associados.

“Nosso desafio é como continuar garantindo a saúde para todos ao menor custo possível, de forma que os funcionários tenham capacidade de pertencer ao plano de saúde e pagar por ele. Participamos de um processo que mudou o enfoque da Cassi, que passou a ser: a Cassi precisa ter o equilíbrio financeiro independe de quem vai conseguir pagar. Mas isso muda completamente o conceito do nosso plano, que deveria ser sempre: garantir a atenção à saúde de todos. Essa é principal missão da Cassi que foi criada pelos funcionários. O BB é patrocinador, mas os donos da Cassi somos nós, os funcionários e funcionárias do banco.”, frisou.

Amaral também falou sobre a importância de investir em programas de cuidados com a saúde e de prevenção a doenças. “O custo da saúde cresce muito mais que a inflação geral. Então como consigo manter esse serviço? Adoecendo menos. Por isso, desde 1996 apostamos na estratégia de saúde da família com atenção primária à saúde, com a criação da Limaca e o Plano de Assistência Farmacêutica. A lógica é que se der atenção para todos, é possível garantir que as pessoas adoeçam menos. Dentro desse quadro que devemos discutir nosso plano de saúde. Nós, funcionários, aprovamos uma nova regra estatutária, que independente de ainda estar sob júdice, temos que trabalhar como que dentro da nova estrutura podemos garantir acesso para todos os associados”, destacou.

Conselhos de Usuários

O debate sobre as mudanças na Cassi também contou com a participação do coordenador do Conselho de Usuários CASSI /SP e conselheiro deliberativo da ANABB, Adelmo Vianna, e da coordenadora do Conselho de Usuários CASSI (ES), Maria da Penha Calmon. A otimização das relações com a Cassi com os associados foi um dos desafios destacados por Adelmo Vianna.

“Os conselhos de usuários são uma construção de longo prazo, um trabalho de 23 anos, são resultados de muitos conselhos, muitos usuários. Os Conselhos têm um papel social que é de extrema importância. Apesar de sermos consultivos e não deliberativos, o nosso papel é impedir movimentos que podem ser danosos à Cassi, reverter essas ações e conseguir agregar valor naquilo que é melhor para nós, associados. Nesse sentido, é muito importante que funcionários da ativa e aposentados participem e fortaleçam esses Conselhos”, destacou.

A coordenadora do Conselho de Usuários CASSI no Espírito Santo, Penha Calmon também falou sobre a importância das mediações dos Conselhos de Usuários com a direção da Cassi.

“Nos últimos dois anos temos tidos mais interações com a Cassi e isso tem possibilitado compartilhar com a direção da Cassi as necessidades que os usuários vivenciam no dia a dia. Sempre apresentamos essas questões esperando que a diretoria executiva da Cassi enxergue essas demandas e traga respostas. Precisamos estender essa comunicação dentro das agências e o BB tem responsabilidade de liberar os funcionários para participarem das reuniões e de outras ações propostas pelos Conselhos. Temos mecanismos legais para garantir isso e os funcionários devem brigar por esse direito”, frisou Penha.

Congresso Nacional

No próximo domingo, 8 de agosto, das 9h às 17 horas, será realizado o Congresso Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil, em formato virtual. Na sexta-feira, 06, haverá abertura conjunta dos congressos dos bancos públicos. Os delegados e delegadas eleitos para representar os bancários capixabas do BB são:

Delegados efetivos

  • Bethânia Franco Emerick
  • Silas Venâncio
  • Goretti Barone
  • Deraldo Pereira
  • Delegados suplentes
  • Maria da Glória Dias
  • Sebastião Seschin

Fonte: Sindicato dos Bancários do Espírito Santo

Ariosto Culau é nomeado para o Conselho de Administração do BB

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O secretário de Orçamento Federal, Ariosto Culau, vai ocupar o assento que ficou vago no Conselho de Administração do BB (Banco do Brasil) depois da saída de Waldery Rodrigues. A nomeação foi comunicada nesta quarta-feira (4 de agosto).

Ariosto Culau foi indicado pelo Ministério da Economia para o Conselho de Administração do BB depois de Waldery Rodrigues deixar o governo. Ele foi aprovado pelo Conselho em reunião realizada nesta 4ª feira (4.ago), conforme comunicado ao mercado publicado pelo BB.

No comunicado, o BB afirmou que Ariosto Culau ocupou diversos cargos na área de finanças nas administrações públicas federal e estadual antes de ser nomeado secretário de Orçamento Federal. Ele é graduado em ciências econômicas, tem MBA em Finanças Empresariais e especialização em Políticas Públicas e Governo.

Fonte: Poder 360

Cartões Ourocard Visa do BB dão até R$ 150 de cashback com Apple Pay

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A ação de cashback dos cartões Ourocard Visa com Apple Pay, prevista para terminar em julho, foi relançada em agosto com valor de cashback ainda maior. Até 31 de agosto, o cliente ganhará 50% de volta na fatura sobre o valor de cada compra, limitado a um total de R$ 150 por cartão participante, ao realizar transações na função crédito do Ourocard Visa utilizando o Apple Pay.

Para participar, basta se cadastrar por meio do hotsite www.vi.sa/bbapple na plataforma Vai de Visa e aceitar os termos e condições da campanha. Feito isso, é só usar o cartão emitido pelo Banco do Brasil na bandeira Visa para realizar compras com o Apple Pay, seja em lojas físicas, online ou apps. Os valores dos cashbacks serão creditados diretamente na fatura do cartão em até 60 dias a partir de cada transação válida.

Os clientes que já estavam inscritos na ação anterior continuam participando sem necessidade de se cadastrar novamente. Além disso, mesmo que eles já tenham recebido o limite total de cashback da fase anterior da promoção, ainda assim farão jus a novos cashbacks de 50%, limitado ao total de R$ 150 por cartão participante, se realizarem transações válidas durante o período elegível.

“A ação anterior foi um sucesso ao estimular novos usuários a experimentarem o Apple Pay e ainda se beneficiarem com o valor do cashback. Optamos por relançá-la e torná-la ainda mais atrativa para que mais clientes tenham a oportunidade de aproveitar essa vantagem e conhecer os atrativos da solução de pagamento digital”, afirma Edson Costa, diretor de meios de pagamento e serviços do Banco do Brasil.

“A campanha também possibilitou que mais pessoas tivessem a primeira experiência de pagamento por aproximação pelo celular. Em muitos casos e graças à conveniência e segurança da tecnologia, percebemos que basta o primeiro uso para que o consumidor adote esse tipo de pagamento no seu dia a dia de compras”, conta Eduardo Barreto, vice-presidente de Desenvolvimento de Negócios da Visa do Brasil.

O Apple Pay conta com a tecnologia NFC, que permite a realização de pagamentos por aproximação pelo celular junto aos terminais habilitados. Sem necessidade de contato físico com as maquininhas, a solução proporciona mais conforto e rapidez aos usuários na hora de fazer pagamentos.

Fonte: Banco do Brasil

Clientes do BB podem personalizar limite do cartão de crédito pelos canais digitais

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No mês de julho, o Banco do Brasil disponibilizou mais uma solução aos clientes nos canais de autoatendimento. Agora, é possível realizar a personalização do limite do cartão de crédito de forma totalmente digital, pelos aplicativos BB e Ourocard ou pelo internet banking. Com mais comodidade e autonomia na transação, o público já responde de forma positiva: foram mais de 1 milhão de acessos/alterações em apenas 20 dias.

Para o diretor de meios de pagamento e serviços do BB, Edson Costa, o lançamento da funcionalidade reforça o compromisso do Banco com a busca contínua pelas melhores soluções, mantendo o foco na experiência do cliente. “Acredito que esta solução facilite o dia a dia dos nossos clientes, sem burocracia e agora de forma totalmente digital”.

A nova funcionalidade faz parte da estratégia de transformação digital do BB e tem como objetivos melhorar a experiência dos clientes, bem como conscientizar quanto ao funcionamento do limite de cartão de crédito.

Com a novidade, o cliente faz a autogestão do limite do cartão de crédito quando quiser e onde estiver, de forma simples e rápida, sem a necessidade de se deslocar a uma agência ou recorrer à Central de Relacionamento por telefone. Basta buscar pela opção “Ajustar o limite do cartão” nos canais digitais contemplados.

A ferramenta é gratuita e pode ser utilizada por todos os clientes PF, correntistas e não correntistas, portadores de cartão de crédito. Em breve, também estará disponível no WhatsApp BB.

Fonte: Banco do Brasil

 

Dúvida em edital de concurso, BB confirma Cassi para novos funcionários

Publicado em: 30/07/2021

O acesso dos novos funcionários à Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil (Cassi) era uma dúvida desde o lançamento do edital do concurso para escriturário, no dia 23 de junho.

A ANABB entrou em contato com o BB em busca de esclarecimentos sobre a questão, tendo em vista que no edital da seleção não consta, entre as vantagens para os novos funcionários, o acesso ao plano de saúde.

“Esse foi um dos pontos no edital que nos chamou atenção, pois o acesso à Cassi sempre foi um dos atrativos para os novos funcionários. Nas negociações com as entidades representativas, o BB assumiu o compromisso de ofertar o plano de saúde para todos. Em conversa com o presidente do Banco solicitei que o compromisso fosse público”, explica o presidente da ANABB, Augusto Carvalho.

Segundo o diretor de Gestão de Culturas e Pessoas do BB, Thiago Affonso Borsari, o Banco de Brasil tem esclarecido o assunto e irá reforçar alguns materiais de comunicação para evitar dúvidas.

“Com relação à questão apresentada sobre a assistência saúde para os novos funcionários do Banco do Brasil que ingressarão no concurso vigente, confirmo que todos os empossados terão acesso à assistência saúde enquanto estiverem na ativa. O funcionário poderá fazer a opção pelo plano”, afirmou Borsari.

IMPACTOS DA CGPAR

Com a não inclusão do acesso ao plano de saúde no edital, o Banco está se submetendo à resolução CGPAR – (Comissão Interministerial de Governança Corporativa e de Administração de Participações Societárias da União), publicada em janeiro de 2018. De acordo com o artigo 11 da Resolução nº 23 “os editais de processos seletivos para admissão de empregados das empresas estatais federais não deverão prever o oferecimento de benefícios de assistência à saúde”.

“Outro ponto que deve ser levado em consideração é que esses funcionários não terão mais direito ao subsídio da Cassi após a aposentadoria, ou seja, o patrocinador não arcará mais com a metade do valor do plano do associado aposentado, o que representa mais uma precarização dos funcionários. Mas vamos continuar combatendo a CGPAR nº 23 em todas as esferas”, concluiu o presidente Augusto Carvalho.

Fonte: Agência ANABB

Governo estuda vender sua fatia no BNB e pode ser acompanhado por Caixa e BB

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O governo avalia vender parte de sua fatia no Banco do Nordeste (BNB) dentro da estratégia de seu programa de desinvestimentos. A União, porém, não tem intenção de abrir mão do controle do negócio. Fundos geridos pelo Banco do Brasil e pela Caixa Econômica Federal, os outros dois maiores acionistas do banco de desenvolvimento, podem acompanhar o governo federal em uma oferta de ações, uma espécie de re-IPO, uma vez que a instituição já é listada em bolsa, de acordo com fontes ouvidas pelo Broadcast.

O BNB comunicou ontem que está selecionando bancos de investimento para avaliar uma operação no mercado de ações. O objetivo, diz, é emplacar uma “operação no mercado de capitais, no segmento de renda variável, nos próximos meses”.

Atualmente, o BNB tem apenas 2,4% de suas ações em circulação, o chamado free float. Como reflexo, a liquidez é praticamente zero na B3. Em julho, até ontem, dia 26, o banco teve apenas 1.200 ações negociadas, com volume de R$ 80 mil, números que a ação do Banco do Brasil negocia em minutos na Bolsa.

A União controla o BNB, com 55,45% do capital total. O fundo FI Caixa FGEduc Multimercado detém 34,97% e o BB FGO Fundo de Investimento em Ações outros 7,19%, além do free float.

Estratégia repete casos do IRB e da BR Distribuidora

O movimento é similar ao que o governo federal já fez em empresas de outros setores como, por exemplo, o ressegurador IRB Brasil Re, a BR Distribuidora, a Petrobras e o próprio BB e a Caixa. Como 2022 deve ser pautado pelo calendário eleitoral, o que dificulta a venda de ativos de empresas estatais, o governo Bolsonaro tenta acelerar o plano de desinvestimentos, que o ajudou a elegê-lo, com o discurso de redução do Estado, mas pouco andou nesses três anos.

No caso do BNB, a tentativa de venda vem em meio a recordes de concessão de crédito do banco, que está completando 69 anos e tem R$ 62 bilhões em ativos. No primeiro semestre, as concessões somaram R$ 20,3 bilhões, expansão de 11,3%. Em 2020, o lucro líquido recorrente foi de R$ 1,4 bilhão, alta de 12,8% ante 2019. O índice de Basileia, que mede a capitalização, estava em 12,8%.

Procurado, o BNB reiterou, por meio de sua assessoria de imprensa, o que disse no comunicado ao mercado, que está selecionando um possível prestador de serviço, mas ainda não definiu a operação. O BB e a Caixa não comentaram.

Recentemente, o banco também selecionou parceiros para reforçar o seu braço de maquininhas de pagamentos. Os escolhidos foram a norte-americana Global Payments e a brasileira Kredit Pagamentos. Como só fechou dois nomes, sua intenção é fazer uma nova seleção para atrair mais interessados.

Fonte: Estadão

BB prorroga inscrições para concurso até o dia 7 de agosto

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O Banco do Brasil prorrogou as inscrições para o concurso, para provimento de 2 mil vagas para Escriturário – Agente Comercial, mais 2 mil de cadastro reserva, para atuação nas unidades de negócios, e outras 240 vagas de Escriturário – Agente de Tecnologia, mais 240 de cadastro de reserva, com foco em Conhecimentos de TI. Agora, os candidatos podem se inscrever até 23h59 do dia 7 de agosto de 2021.

As inscrições têm valor de R$ 38,00. A realização das provas está prevista para o dia 26 de setembro de 2021 e seguirá os protocolos de prevenção à Covid-19, conforme regras do edital. Para participar da seleção, é preciso ter certificado de conclusão ou diploma de curso de nível médio, expedido por instituição de ensino reconhecida pelo Ministério da Educação, Secretarias ou Conselhos Estaduais de Educação e idade mínima de 18 anos completos, até a data da contratação.

Serão ofertadas vagas em dependências situadas em todos os estados e no Distrito Federal. No momento da inscrição, o candidato deve escolher a UF/Macrorregião/Microrregião e a cidade de realização das provas.

A seleção externa tem validade de um ano, a contar da data de publicação do Edital de Homologação dos resultados finais, podendo ser prorrogada, uma única vez, por igual período.

Remuneração e benefícios

A remuneração inicial é de R$ 3.022,37, para jornada de 30 horas semanais, ajuda alimentação/refeição de R$ 831,16 por mês e, cumulativamente com o benefício de ajuda alimentação/refeição, o Banco concede a cesta alimentação, no valor mensal de R$ 654,87, na forma do Acordo Coletivo de Trabalho – ACT. Há possibilidade de ascensão e desenvolvimento profissional; participação nos lucros ou resultados, nos termos da legislação pertinente e acordo sindical vigente; vale-transporte; auxílio-creche; auxílio a filho com deficiência; previdência complementar; e assistência à saúde, conforme regras vigentes à época da admissão aos quadros do Banco. Os funcionários do BB possuem, ainda, acesso à Universidade Corporativa Banco do Brasil (UniBB), que promoveu 3,5 milhões de ações de capacitação apenas em 2020.

Mais informações sobre o concurso podem ser obtidas no Edital, disponível para consulta no site www.bb.com.br/concurso e no site www.cesgranrio.org.br.

Fonte: Banco do Brasil

 

Fecomércio RN e BB firmam memorando de intenções para apoiar empresas

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O presidente da Fecomércio Rio Grande do Norte, Marcelo Queiroz, recebeu, nesta quinta-feira (29), o vice-presidente de Negócios de Varejo do Banco do Brasil, Carlos Motta, e o diretor Comercial de Varejo da instituição financeira, Thompson César. Na oportunidade, foi assinado um Memorando de Entendimentos para construção de um Acordo de Cooperação entre a Fecomércio RN e o BB, com foco em benefícios exclusivos para apoiar as empresas no processo de retomada econômica.

Marcelo Queiroz explicou a necessidade de apoio e acesso ao crédito, especialmente para os estabelecimentos de menor porte, que somam mais de 200 mil empresas no estado. “Esse público foi duramente impactado ao longo da Pandemia e precisa de suporte para se reerguer. Desde o início da crise sanitária, o Sistema Fecomércio tem desenvolvido ações de orientação e capacitação para permitir que esses empreendedores iniciem o processo de transformação digital em seus negócios e possam ser competitivos no novo cenário. Porém, o crédito é um componente essencial nesse processo de readaptação”, destacou o presidente da Fecomércio RN.

O vice-presidente do BB, Carlos Motta, reforçou a prioridade do público de MPEs para a entidade. Segundo ele, por meio do Programa Nacional de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Pronampe), foram injetados cerca de R$ 130 milhões no Rio Grande do Norte, com o volume de aproximadamente duas mil empresas atendidas. “Nosso objetivo é impulsionar fortemente as micro e pequenas empresas, não somente com crédito, mas com soluções para que elas se recuperem em seus negócios neste período de retomada pós-pandemia. Entendemos a Fecomércio como um parceiro essencial neste processo, por toda a capilaridade e representatividade que possui no estado”, afirmou Motta.

Também foi discutida a importância de conceder apoio aos empreendimentos de médio e grande porte, uma vez que têm maior capacidade de geração de empregos, conseguem manter faixas salariais mais altas e recolhem mais impostos. Nesse sentido, a direção nacional do Banco se comprometeu a estender os benefícios que serão construídos para empreendimentos com faturamento bruto anual de até R$ 50 milhões.

A partir da assinatura do documento, as equipes técnicas das entidades irão desenhar um pacote de benefícios exclusivos, especialmente para empresas vinculadas aos sindicatos que compõem a Fecomércio RN ou associadas à plataforma Fecomércio COM VC. Também será construído um modelo de negócios por meio do qual o Banco do Brasil demonstrou interesse em participar ativamente em projetos que estão sendo desenvolvidos na Federação, com foco na promoção da inovação e competitividade de nichos empresariais e regiões específicas do estado.

Também participaram do encontro a superintendente de Varejo Nordeste 1 (RN e PB) do BB, Priscila Requejo; o gerente de Mercado PJ, Sérgio Aragão; o vice-presidente da Fecomércio, Luiz Lacerda; e os diretores do Sistema Fecomércio RN, Fernando Virgilio (Executivo), Luciano Kleiber (Inovação e Competitividade) e Raniery Pimenta (Senac).

Fonte: Fecomércio RN

Prefeitura de Itaguaí recebe doação de computadores do Banco do Brasil

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A Prefeitura de Itaguaí recebeu nesta quinta-feira (29/07), da agência do Banco do Brasil da cidade, a doação de sete computadores que serão destinados à Secretaria Municipal de Saúde (SMS). Os equipamentos são usados, mas estão em boas condições de funcionamento e servirão para ampliar a informatização da gestão da rede de saúde municipal.

O termo de assinatura da doação foi assinado pelo representante da SMS. Antes de serem entregues à prefeitura, os equipamentos estão passando por manutenção preventiva a cargo da própria agência. Após esse processo, os bens serão entregues, patrimoniados e só depois destinados às unidades para uso.

O gerente geral do Banco do Brasil, Filipe Moreira Giffoni, comentou esta iniciativa da instituição:

— É de extrema importância, pois o banco cumpre o seu papel de ente público, contribuindo com o desenvolvimento do município. O Banco do Brasil é um braço do Governo Federal em cada município do país. Sempre que pudermos trabalhar para melhoria da gestão pública, vamos colaborar —, comentou.

Fonte: Prefeitura Municipal de Itaguaí

Mackenzie recebe comitiva do Banco do Brasil para falar sobre inovação

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O Instituto Presbiteriano Mackenzie (IPM) recebeu, nesta quarta-feira, 28 de julho, uma comitiva da presidência do Banco do Brasil (BB) para uma conversa de estreitamento de laços entre as duas instituições históricas. O presidente do Banco, Fausto Ribeiro, encontrou-se com membros da Diretoria Executiva (Direx) do IPM no campus Higienópolis do Mackenzie.

“O Banco do Brasil é uma referência. Esse trabalho que é feito pela instituição fez o Brasil crescer, principalmente pelos movimentos realizados junto à nossa população”, afirmou o presidente do IPM, Milton Flávio Moura, e completou: “A expressão do Banco do Brasil guarda um grande alinhamento com o Mackenzie.”

Já Fausto Ribeiro ressaltou a longevidade das duas instituições: enquanto o Mackenzie tem 150 anos, o BB chegou ao 212º ano. Além disso, o presidente do BB fez elogios à Instituição, deixando claro sua importância histórica na construção do país. “O Mackenzie tem vocação em formar profissionais e cidadãos. E tenho certeza de que vocês têm cumprido essa vocação, têm espalhado essa marca pelo país. Uma parceria entre dois gigantes tem tudo para que os resultados sejam positivos”, disse.

O objetivo da visita, além do estreitamento de relações entre as duas instituições, era conhecer a capacidade de inovação e expertise em ensino do IPM. A expectativa é de que Mackenzie e Banco do Brasil possam elaborar parcerias para desenvolvimento técnico, humano e social de áreas nas quais se faz necessário uma maior atenção.

O reitor da Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM), professor Marco Tullio de Castro Vasconcelos, citou alguns exemplos de projetos desenvolvidos pela instituição e que poderiam ganhar um investimento ou parceria do banco. “Temos muitos projetos sociais, investimos em cultura e esporte porque acreditamos que a formação do estudante deva ser completa. Se tivermos uma alternativa de investimento nessas áreas sociais e culturais, seria muito interessante”, afirmou.

“Gostaríamos de ampliar os trabalhos em conjunto com a Universidade. Podemos pensar em alguns projetos sociais para ajudar a alavancar o país. O que queremos é estar próximos para que, quando vocês também precisarem, estejamos prontos para atendê-los”, destacou Fausto Ribeiro, também mencionando algumas iniciativas do BB.

Um dos projetos que as instituições discutiram foi uma iniciativa do Banco do Brasil de levar capacitação e cursos de desenvolvimento para pequenos produtores rurais, pelo interior do Brasil. “O DNA do Mackenzie está voltado para a formação de professores, e podemos auxiliar formando docentes para os municípios brasileiro”, declarou Vasconcelos, sobre a ideia.

“Vejo que a junção dessas duas instituições pode gerar grandes frutos para o nosso país. A busca é por integrarmos esse país cada vez mais com conhecimento, tecnologia, com ensino para que as pessoas se tornem cada vez mais produtivas e donas de suas próprias vidas”, disse o diretor de Desenvolvimento Humano e Infraestrutura do IPM, Walter Eustáquio Ribeiro.

Além da conversa com membros da Direx, a comitiva do BB se encontrou também com o Conselho Deliberativo do Mackenzie. “É a primeira vez que estamos recebendo o presidente do BB. Isso é um marco. Muito nos alegra recebê-lo e dizer que as portas do Mackenzie estão abertas”, disse o presidente do Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB), reverendo Roberto Brasileiro.

Em seguida, a comitiva conheceu um pouco do campus Higienópolis, com uma visita ao Instituto Mackenzie de Pesquisas em Grafeno e Nanotecnologias (MackGraphe), um dos polos de inovação mantidos pelo Mackenzie.

Os frutos desse primeiro contato entre as instituições em breve devem ser comemorados. Para o chanceler do Mackenzie, reverendo Robinson Grangeiro Monteiro, a convergência de valores e princípios das duas instituições, lembrando que a ética emanada das Escrituras Sagradas revela o princípio do amar e servir ao próximo, conforme a regra áurea de Jesus no sermão do monte: “Servir à sociedade, seja com recursos e serviços financeiros, como é o caso do Banco do Brasil, seja com a educação e a saúde Mackenzista, são manifestações de uma visão do ser humano e do seu potencial de produzir riqueza e bem-estar social”.

Além das autoridades já citadas, estiveram também presentes no encontro: a vice-presidente de Controles Internos e Gestão de Riscos do BB, Ana Paula Teixeira de Souza; o vice-presidente de Governo e Sustentabilidade Empresarial do BB, Antônio José Barreto de Araújo Júnior; o vice-presidente de Negócios e Varejo do BB, Carlos Motta dos Santos; o vice-presidente Corporativo do BB, Ênio Mathias Ferreira; o vice-presidente de Negócios de Atacado do BB, João Carlos de Nobrega Pecego; o vice-presidente de Desenvolvimento de Negócios e Tecnologia do BB, Marcelo Cavalcante de Oliveira Lima; o vice-presidente de Agronegócios do BB, Renato Luiz Bellinetti Naegele; o diretor de Finanças do IPM, Denys Cornélio Rosa; o diretor de Ensino, Pesquisa e Inovação do IPM, Carlos Cesar Bof Bufon; o diretor de Estratégia e Negócios do Mackenzie, André Ricardo de Almeida Ribeiro; e o diretor de Saúde do IPM, Luiz Roberto Martins Rocha.

Fonte: Mackenzie

 

Caixa é o principal alvo de reclamações entre os 5 maiores bancos

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A Caixa Econômica Federal é o principal alvo de reclamações entre os 5 bancos com mais clientes no Brasil (Caixa, Santander, Bradesco, Banco do Brasil e Itaú).

A instituição lidera o ranking de reclamações do Banco Central do Brasil desde o 3º trimestre de 2020. Nos últimos 3 meses de 2019, estava na 4ª posição. A mudança aconteceu durante a pandemia e depois de o auxílio emergencial ser criado.

Na lista do 2º trimestre de 2021, divulgada na 6ª feira (23.jul.2021), a Caixa continuou na liderança.

Ao ser questionada sobre a alta de reclamações, a Caixa afirma que “realiza desde 2020 a maior operação de pagamento de benefícios sociais do Brasil“. Diz que mais de 120 milhões de pessoas recebem, por meio do banco, benefícios sociais, entre eles o auxílio emergencial da pandemia.

Dezenas de milhões de brasileiros foram cadastradas na Caixa para receber o auxílio emergencial. Segundo o banco, 38 milhões de pessoas passaram a ter uma conta gratuita na instituição. O número de clientes Caixa disparou ano passado. Subiu 51% do 1º trimestre de 2020 para o 2º trimestre deste ano. Passou de 96 milhões para 146 milhões.
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Como o processo foi muito rápido para atingir pessoas de baixa renda vulnerabilizadas pela pandemia, que nem sempre estavam familiarizadas ao sistema do banco, houve muita reclamação.

A principal queixa contra a Caixa desde o 3º trimestre de 2020 é ao seu internet banking (a plataforma digital no banco).

No 4º trimestre de 2019, problemas com o recurso apareciam na 20ª posição da lista de reclamações. O banco afirma que o uso da plataforma cresceu durante a pandemia.

Reclamações de “irregularidades relativas à integridade, confiabilidade, segurança, sigilo ou legitimidade das operações e serviços disponibilizados em internet banking” representam 24% do total de reclamações.

Sobre o internet banking, a Caixa afirma que com a Pandemia e a necessidade de isolamento físico “ocorreu aumento no volume de transações utilizando o Internet Banking“. Também diz ter procedimentos de segurança para a proteção dos dados e operações de seus clientes.

“O banco atua conjuntamente com a Polícia Federal e demais órgãos de segurança pública na identificação de casos suspeitos e na prevenção das fraudes“, diz.

As reclamações aos 5 maiores bancos subiram durante a pandemia. Segundo o Banco Central, “as instituições tiveram mais dificuldades com o atendimento de clientes” no período.

A autoridade monetária cita as restrições ao atendimento presencial em agências e funcionários que ficaram doentes durante o período.

O ranking de reclamações

A lista baseia-se em um índice proporcional desenvolvido pelo Banco Central, a autoridade monetária brasileira.

O número de queixas é dividido pela quantidade de clientes do banco e multiplicado por 1 milhão. São consideradas só as reclamações encerradas no período e supervisionadas pelo Banco Central nas quais há indício de descumprimento de obrigatoriedade por parte da instituição.

Considerados todas as instituições financeiras, e não só os 5 maiores bancos, o Banco Maxima (que mudou de nome, e agora se chama Master) encabeça a lista.

O Banco Central recomenda que as instituições financeiras busquem “comunicação segura, tempestiva e adequada” com os clientes para melhor atendê-los. “Principalmente neste novo contexto em que o cliente recorre às agencias físicas cada vez menos“.

Informações deste post foram publicadas antes pelo Drive, com exclusividade. A newsletter é produzida para assinantes pela equipe de jornalistas do Poder360. Conheça mais o Drive aqui e saiba como receber com antecedência todas as principais informações do poder e da política.

Fonte: Federação dos Bancários do Estado de Santa Catarina

Banco do Brasil apresenta novo sistema de gerenciamento de carteiras

Publicado em: 22/07/2021

O Banco do Brasil apresentou, na sexta-feira (16/07), à Comissão de Empresa dos Funcionários (CEBB) um novo sistema de acompanhamento e gerenciamento de carteiras e um projeto de capacitação de funcionários. O piloto do Indução e o Evolution, respectivamente.

O novo vice-presidente do banco, Ênio Mathias, e o novo diretor de pessoas, Thiago Borsari, também participaram do início da reunião e foram apresentados à representação dos funcionários.

Indução

Criado com o objetivo de aprimorar os mecanismos de acompanhamento de desempenho dos funcionários, o “Projeto Indução” visa ampliar o alinhamento à estratégia corporativa, gerar maior foco no cliente, eficiência nos processos e trazer resultados sustentáveis para o banco.

Para o coordenador da CEBB, João Fukunaga o problema não está no mecanismo criado pelo banco para acompanhamento do desempenho, mas nas metas que são cobradas dos funcionários. “A intenção é boa. O problema é que, na prática, o banco cobra metas absurdas que massacram os funcionários. E estas metas são aplicadas ao projeto, o que deixa a boa intenção não tão boa assim”, avaliou.

“Para que o indução fique bom, o banco tem que começar a definir as metas com a participação dos funcionários e de sua representação sindical. Aí sim será possível haver foco no cliente, aí sim os funcionários não serão obrigados a empurrar produtos para clientes que não precisam deles”, completou.

Para Fukunaga, o Banco do Brasil precisa ressaltar seu papel enquanto banco público. “Um banco público não pode focar sua atuação apenas em questão do mercado. Precisa cumprir seu papel social. Ao estabelecer metas não pode considerar apenas ‘pontuação de produto’ e retorno para o banco, tem que considerar também a questão social”, disse.

Como esta nova ferramenta visa, ao final, o pagamento das gratificações do Programa de Desempenho Gratificado (PDG), o movimento sindical reiterou que o atual PDG não é nada transparente, pois as regras mudam constantemente e que isso só pode ser superado com a definição de forma clara e transparente, juntamente com o movimento sindical, das regras que beneficiem os funcionários. O banco quer marcar uma reunião para ouvir mais sobre o tema.

Evolution

O banco também apresentou o projeto “Movimento Evolution”, criado para proporcionar a requalificação dos funcionários com foco no desenvolvimento de competências digitais. O objetivo é, basicamente, capacitar os funcionários para exercer suas, ou novas tarefas em um mundo cada vez mais digital.

O projeto disponibiliza a plataforma Alura para a formação e os cursos devem ser realizados durante o expediente de trabalho. As competências digitais adquiridas pelos funcionários serão consideradas na evolução de suas carreiras no banco.

O projeto recebeu elogios da representação dos funcionários, que destacou, porém, que a formação oferecida deve ser extensiva a todos os funcionários, inclusive aos das agências, para que eles também possam evoluir na carreira na medida em que realiza os cursos.

“É algo inovador de fato. A plataforma é interessante para cursos. Sabemos que as pessoas que trabalham nos departamentos vão conseguir aproveitar. Mas, como os funcionários que trabalham em agências com filas enormes vão fazer os cursos? O gerente vai deixar um funcionário fazer o curso enquanto a fila cresce? Vai deixar fazer o curso e não ficar cobrando metas? Se o banco não for claro nesta orientação, a capacitação ficará limitada ao pessoal dos departamentos”, observou o coordenador da CEBB.

O banco também informou que, agora no segundo semestre, voltam a ser oferecidas bolsas de estudo aos funcionários e que as mesmas haviam sido suspensas em decorrência da pandemia.

Próximas pautas

Ao final da reunião, a representação dos funcionários apresentou uma relação de questões a serem tratadas na próxima reunião com o banco, como o acerto no pagamento de caixa, questões de carreira e salário envolvendo gerentes de serviços de pequenas cidades do interior, a volta da ameaça de envio de funcionários para banco de horas negativo como forma de cobrança de metas e a oferta pela Cassi do novo plano Cassi Essencial para os novos funcionários.

Não foi definida data para a próxima reunião, mas os representantes do bancos disseram que alguns dos pontos já estão sendo discutidos e, assim que houver alguma novidade sobre eles a CEBB será informada.

Fonte: Sindicato dos Bancários de Ribeirão Preto

 

Banco do Brasil elege diretores de comércio exterior e negócios digitais

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O conselho de administração do Banco do Brasil (BB) elegeu, em reunião realizada ontem, Jayme Pinto Junior e Pedro Bramont para os cargos de diretores de comércio exterior e corporate bank e de negócios digitais, respectivamente.

As indicações dos executivos aos respectivos cargos foram anunciadas em 8 de julho, data em que o colegiado aprovou mudanças na estrutura organizacional da companhia, com a criação da diretoria comercial alto varejo no lugar da unidade negócios PF, MPE e da unidade negócios varejo e setor público, que foram extintas.

O banco também aprovou a extinção da unidade comércio exterior e integração junto à diretoria corporate bank, além da transformação das diretorias de atendimento e canais, de governança de entidades ligadas, de segurança institucional e de reestruturação de ativos operacionais em unidades.

Por fim, o conselho de administração aprovou a eleição de Thompson Soares Pereira Cesar para o cargo de diretor comercial de varejo, Guilherme Alexandre Rossi como diretor comercial de alto varejo e Rodrigo Mulinari como diretor de tecnologia.

Na mesma data, sua controlada BB Seguridade informou a indicação de Bramont, então diretor de estratégia e tecnologia, à diretoria do BB, por meio de fato relevante enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Fonte: Agência CMA

Concurso Banco do Brasil: inscrições aos interessados vão até dia 28

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As inscrições para o concurso público do Banco do Brasil podem ser realizadas até o dia 28 de julho. Serão 2.240 vagas imediatas e 2.240 para formação de cadastro de reserva. O processo é feito pelo site da Cesgranrio e a taxa custa R$ 38. Com o concurso, o banco vai contratar 4.480 pessoas para o cargo de escriturário.

Com as oportunidades, será possível trabalhar em todos os Estados e Distrito Federal. O candidato precisa ter ensino médio completo e idade mínima de 18 anos completos até a data de admissão.

Serão oferecidos salários de R$ 3.022,37, para uma jornada de 30 horas semanais. O banco também oferece auxílio-refeição no valor de R$ 831,16 por mês e cesta alimentação de R$ 654,87. A lista de benefícios inclui: participação nos lucros ou resultados, vale-transporte, auxílio-creche, auxílio a filho com deficiência e previdência complementar.

Fonte: IstoÉ Dinheiro

BB terá de fornecer documentos em braile a clientes com deficiência visual

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A 3ª turma do STJ manteve determinação ao Banco do Brasil de confeccionar em braile todos os documentos necessários para o atendimento de clientes com deficiência visual. As medidas terão de ser adotadas em 60 dias, sob pena de multa diária de R$ 1 mil.

O recurso julgado teve origem em ação civil pública promovida pela Associação Fluminense de Amparo aos Cegos. O TJ/RJ determinou a confecção em braile de todos os documentos fundamentais para a relação de consumo; o envio mensal de extratos, também impressos na linguagem dos cegos, e o desenvolvimento de cartilhas para os funcionários do banco com normas de conduta para o atendimento de deficientes visuais.

O relator, ministro Marco Aurélio Bellizze, deu parcial provimento ao recurso apenas para reduzir para R$ 50 mil e R$ 1 mil, respectivamente, o valor da indenização por dano moral coletivo e o da multa diária no caso de descumprimento da decisão – antes fixados em R$ 500 mil e R$ 50 mil.

Dignidade humana

No recurso ao STJ, o BB alegou ausência de previsão legal para a imposição da medida. No caso, o relator afirmou que ainda que não houvesse, “como de fato há”, um sistema legal protetivo específico das pessoas com deficiência, a obrigatoriedade da utilização de braile em tais contratações bancárias “encontra lastro, para além da legislação cosumerista in totum aplicável à espécie, no próprio princípio da dignidade da pessoa humana, norteador do Estado Democrático de Direito”.

Bellizze citou ainda diversas normas que asseguram tratamento igualitário, acessibilidade, inclusão social e autonomia às pessoas com deficiência, como a lei 4.169/62, a lei 10.048/00, a lei 10.098/00 e o decreto 6.949/09.

Segundo o ministro, impõe-se à instituição financeira “encargo próprio de sua atividade, adequado e proporcional à finalidade perseguida, consistente em atender ao direito de informação do consumidor, indispensável à validade da contratação, e, em maior extensão, ao princípio da dignidade da pessoa humana”.

Fonte: Migalhas

BB inicia promoção para pontuar as transações de agronegócios com cartões

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O Banco do Brasil lança ação promocional que bonifica as transações de agronegócios realizadas por meio dos cartões Ourocard gerando pontos para o Programa de Relacionamento do BB. A iniciativa garante aos clientes produtores rurais, pessoa física e jurídica, a geração de um ponto a cada US$ 15 de desembolso em recursos de crédito rural com cartão. Os pontos gerados podem ser utilizados de diversas formas pelos clientes: troca por reembolso de uma conta paga, descontos em produtos BB, passagens aéreas e vários produtos que podem auxiliá-lo no seu dia a dia no campo.

O cliente agro do BB já sabe que pode contar com toda a praticidade e segurança para fazer a sua produção decolar. O BB é historicamente o maior parceiro do agro, seja disponibilizando produtos e serviços pelos meios digitais, oferecendo linhas de crédito sustentáveis ou se fazendo presente para as novas gerações do agronegócio.

“O cartão é um meio de pagamento muito presente no dia a dia do produtor rural. Uma forma fácil e segura para realização das compras de insumos, maquinários agrícolas e produtos agropecuários. A ideia da ação promocional de bonificação do uso do cartão nas transações de agronegócio é oferecer ainda mais benefício para o nosso cliente agro”, afirma Edson Costa, diretor de meios de pagamento e serviços do BB.

Serão pontuadas todas as compras agro com cartão Ourocard, utilizando recursos de linhas de crédito de custeio e/ou investimento, na maquininha Cielo ou na agência, através da plataforma Cielo, assim como todas as transações agro com recursos próprios, realizadas pela agência de relacionamento do cliente.

A ação promocional de geração de pontos é válida no período de 1º de julho de 2021 a 30 de junho de 2022, acompanhando o Plano Safra 21/22, o maior de todos os tempos, com a disponibilização de R$ 135 bilhões em recursos de crédito rural.

Fonte: Banco do Brasil

 

Reunião alinha parceria da Fetag-RS com o Banco do Brasil

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Na manhã do dia 20 de julho, a Fetag-RS esteve na sede do Banco do Brasil, em Porto Alegre, para reunião com o vice-presidente nacional de agronegócio do Banco do Brasil, Renato Naegele, e com o superintende do banco no Estado, Everton Kapfenberger.

Na oportunidade, a diretoria da Fetag-RS, representada pelo presidente, Carlos Joel da Silva, e pelo vice-presidente, Eugênio Zanetti, tratou sobre pautas que são consideradas fundamentais para o desenvolvimento da agricultura e da pecuária familiar gaúcha, dentre elas: operacionalização do PNCF Empreendedor (Terra Brasil) de acordo com a resolução Bacen que torna risco união das operações de crédito; Implementação de fluxo de pagamento pelo serviço de assistência técnica e extensão rural ofertada pela Fetag-RS aos beneficiários do Terra Brasil; reajuste do valor de remuneração pelo serviço de correspondente bancário; adequação das cláusulas contratuais para a liberação da contratação de Pronamp e demais linhas do crédito rural oficial pela Fetag-RS; apoio junto ao Ministério da Economia para a inclusão dos Sindicatos no MCR 1-3-6 a), para permitir o a execução da assistência técnica aos seus associados.

De acordo com o presidente da Fetag-RS, Carlos Joel da Silva, a reunião foi “uma excelente oportunidade para tratarmos sobre pautas importantes que ainda temos e para fortalecer a parceria com o Banco do Brasil, que é um dos principais operadores de crédito para a agricultura e a pecuária familiar”.

Fonte: FetagRS

 

Prefeitura de Botucatu negocia possível compra do prédio do Banco do Brasil

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Desocupado em meados de abril, o prédio que abrigou a agência do Banco do Brasil na Praça Emílio Pedutti (Bosque) poderá voltar a abrigar parte da Prefeitura de Botucatu. Este é o desejo do Poder Público que, segundo informações divulgadas por uma rádio local, teria iniciado conversas para negociar a compra do imóvel, colocado a leilão por R$ 2 milhões.

O antigo prédio foi desocupado em 19 de abril, quando a empresa estatal anunciou o encerramento das atividades devido a uma reestruturação operacional. Outra agência está a menos de 100 metros de distância, na Rua Amando de Barros. Anteriormente, o prédio na Praça Emilio Pedutti sediou a Nossa Caixa, banco paulista vendido pelo então governador José Serra (PSDB).

Por estar no marco zero de Botucatu, também foi utilizado pela Prefeitura municipal até 1977, quando foi transferida para o atual prédio, na Praça XV de Novembro, por iniciativa do então prefeito Plínio Paganini.

Sua localização pode ser um fator determinante para a aquisição do imóvel. O empecilho é o valor, que tem lance inicial de R$ 2 milhões no leilão previsto para julho. Conforme apurado, a ideia é negociar prestações que seriam pagas com os aluguéis de imóveis para abrigar serviços públicos e secretarias diversas.

O plano poderia ser uma nova estratégia do projeto “Aluguel Zero”, instituído no primeiro mandato do prefeito Mário Pardini (PSDB) e que, conforme divulgado à época, pretendia economizar R$ 1,03 milhão por ano com o pagamento de aluguéis. Segundo divulgado em fevereiro de 2020, quando da ocupação das antigas oficinas da Fepasa pela Secretaria Municipal da Educação, o montante somente naquele órgão era de R$ 70 mil que eram pagos à Arquidiocese pelo antigo Seminário, na Rua Dr. Costa Leite.

À época, dos 54 departamentos que utilizavam prédios locados em 2017, 21 já foram realocados e outros 12 estão em processo de mudança para prédios próprios. Atualmente, 30 imóveis de terceiros abrigam os serviços da Prefeitura.

Em nota, o Poder Público salienta que “a compra do imóvel está em fase preliminar de avaliação por parte da Prefeitura. Nenhuma conversa foi realizada com o banco ainda”.

Fonte: Botucatu Notícias

Em Santa Catarina, imóvel da agência do Banco do Brasil vai à leilão

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Os últimos dias de julho prometem ser aquecidos no mercado de vendas imobiliárias pelo formato de leilão. Só a Biasi Leilões, uma das principais leiloeiras do país, segue com mais de 20 imóveis aptos a receber lances em sua plataforma. São lotes que vão de Norte a Sul do país, que podem aparecer por metade do valor de avaliação, desconto no pagamento à vista e parcelamento em mais de 400 vezes.

No dia 28, às 14h, é a vez do Banco do Brasil levar a leilão duas agências: uma em Campo Grande (MS) de 1560.48 m² de área total e lance inicial de R$ 4,5 mi, e outra em Joinville (SC) de 2123.42 m² de área de terreno e 1600.00 m² de área construída. O prédio comercial pode ser arrematado a partir de R$ 5,6 mi. A quitação do IPTU de ambos os imóveis é de responsabilidade do vendedor.

Para fechar o mês, o Itaú Unibanco oferece, no dia 29, dezenove imóveis residenciais. São casas e apartamentos em quatro estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Sergipe e Mato Grosso. Todos contam com 10% de desconto no pagamento à vista e possibilidade de parcelamento em até 78 vezes. Destaque para um apartamento no Morumbi, Zona Sul de São Paulo, com 70 m² de área privativa, ofertado por R$ 453.600,00.

Para participar de qualquer uma das disputas, é necessário se cadastrar no site https://www.biasileiloes.com.br/ e enviar o lance até a data e o horário marcados para o início do certame desejado. Todos os imóveis contam com o edital na página, que deve ser lido com atenção. Nele, constam as informações necessárias para a aquisição.

Fonte: Portal ND Mais

 

Em operação com BB, governo do Paraná liquida dívida com a Copel

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O Governo do Estado do Paraná formalizou nesta segunda-feira (19) um contrato de operação de crédito com o Banco do Brasil, no valor de R$ 1,4 bilhão, para liquidar uma dívida com a Copel, contraída há 26 anos. Como o passivo estava sujeito a uma taxa de juros bastante elevada, a realocação da dívida tem uma economia projetada de aproximadamente R$ 80 milhões ao Tesouro Estadual, recurso que poderá ser utilizado em outras áreas.

A operação foi assinada pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior, pelo secretário estadual da Fazenda, Renê Garcia Júnior, e pelo diretor de Governo do Banco do Brasil, Paulo Bouças. É o maior contrato operacionalizado pela instituição financeira neste ano no País. O financiamento também traz condições melhores de pagamento para o Estado, já que é indexada ao Certificado de Depósito Interbancário (CDI).

“É mais um esforço do Governo do Estado em manter as contas públicas em dia, além de conseguir economizar recursos que podem ser melhor empregados, em investimentos nos municípios, por exemplo”, afirmou Ratinho Junior. “O Banco do Brasil é um grande parceiro do Paraná, financia o maior programa de infraestrutura do Estado, opera a folha de pagamentos do funcionalismo e é um importante financiador do agronegócio paranaense”.

O valor contratado com a Copel em 1994 foi indexado ao Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI), mais um juro anual de 6,5%. Sujeito a variações cambiais, o IGP-DI aumentou muito nos últimos anos – somente em 2020, o acúmulo foi de 23,08% – e é também muito instável, o que pode aumentar o risco fiscal do Estado.

Para se ter ideia, os pagamentos feitos no ano passado geraram uma amortização de R$ 219,2 milhões no valor da dívida. O saldo devedor, porém, ficou R$ 41,9 milhões mais alto do que no ano anterior. De acordo com a Secretaria de Estado da Fazenda, tudo o que foi pago até o momento pode superar em até três vezes o valor do empréstimo original.

“O Estado vem pagando essa dívida regularmente desde que a assumiu com a Copel. Em função do aumento da taxa de câmbio, o IGP-DI subiu e a dívida ficou muito cara”, explicou o secretário Renê Garcia. “Então captamos recursos com o Banco do Brasil, fizemos um pré-pagamento à Copel, o que permitirá a liberação dos recursos que seriam utilizados para esse pagamento nos próximos anos”.

IMPACTO POSITIVO

A dívida com a Copel venceria em 2025, com o pagamento médio de aproximadamente R$ 381 milhões por ano. O contrato com o Banco do Brasil deve ser quitado em 10 anos, com um prazo de 12 meses de carência na amortização.

“O impacto positivo é que melhora o balanço do Estado e libera o orçamento. Ao mesmo tempo, a Copel terá em caixa agora o que só receberia ao longo dos anos, o que contribui para melhorar a avaliação de risco da companhia. Isso já teve um reflexo positivo no mercado”, afirmou Garcia.

O diretor do Banco do Brasil, Paulo Bouças, destacou a boa condição fiscal do Paraná, que permitiu a contratação do financiamento, após autorização da Assembleia Legislativa e aval da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN). “Essa linha de crédito do Banco do Brasil tem a garantia da União e, para contratá-la, o Estado ou município precisa estar com as contas em dia e tem que passar pelo crivo da PGFN”, explicou Bouças. “Essa operação demonstra que o Paraná vem sanando suas dívidas ao longo do ano e com isso conseguiu um espaço para esse novo crédito”.

Fonte: Agência Estadual de Notícias

 

Associação Nacional de Funcionários do BB e Apabb reforçam parceria

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A ANABB recebeu nesta quarta-feira (14) uma visita de cortesia dos Dirigentes da Associação de Pais, Amigos e Pessoas com Deficiência, de Funcionários do Banco do Brasil e Comunidade (Apabb). O encontro teve como objetivo estreitar a parceria entre as entidades.

A ANABB é parceira da entidade por meio do Instituto Viva Cidadania (IVC) e apoia projetos sociais que auxiliam as pessoas com deficiência e seus familiares.

Augusto Carvalho ressaltou o trabalho realizado pela ANABB e pelo Instituto e se colocou a disposição para ampliar o apoio à causa. “Repassamos mensalmente uma porcentagem dos nossos recursos para o IVC. Esses investimentos ampliam a parceria com projetos de geração de renda, para a pessoa com deficiência e no atendimento a infância. É uma honra para nós apoiar à Apabb em seus projetos”, disse o presidente da ANABB.

Para o presidente da Associação de Pais, João Leopoldo Petry, a parceria tem gerado muitos frutos e ampliado a assistência às pessoas com deficiência. “Temos uma parceria muito boa com a ANABB e o IVC em vários de nossos projetos. Esse apoio que recebemos é fundamental e queremos ampliar”, ressaltou.

A Apabb é uma instituição sem fins lucrativos, com certificado de filantropia e utilidade pública, voltada à inclusão e à qualidade de vida das pessoas com deficiência e ao apoio às suas famílias. A Associação está presente no Distrito Federal e em 14 estados do país.

Também participaram da reunião os vice-presidentes da ANABB, William Bento, Nilton Brunelli, Lissane Holanda e de maneira remota Cecília Garcez e os diretores da Apabb, Douglas Carvalho e Francisco Djalma de Oliveira.

Fonte: Agência ANABB

 

Investimentos no exterior ganham destaque no Banco do Brasil

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Na demanda pela diversificação do portfólio, os investidores brasileiros estão buscando cada vez mais os investimentos no exterior.

Antes um tabu, hoje a modalidade se mostra como uma alternativa interessante de aplicação. Afinal, atualmente todo investidor pode acessar de maneira simples, rápida e prática esses investimentos.

Não é mais necessário abrir uma conta em um banco ou corretora fora do país, muito menos se preocupar em ter quantias significativas para investir: é possível aplicar em qualquer lugar do mundo aqui mesmo, por meio de instituições financeiras nacionais.

Segundo Marcelo Arnosti, estrategista-chefe de multimercados, ações e offshore da BB DTVM, gestora de fundos de investimento do Banco do Brasil, a exposição ao exterior é um importante modo de diversificação dos investimentos. Ela pode oferecer rentabilidade em ativos e setores que não estão disponíveis no Brasil, em mercados com distribuição geográfica distinta.

“A oportunidade de explorar diferentes mercados e ativos em economias que possuem dinâmica e fundamentos próprios traz para os investidores brasileiros a capacidade de estruturar um portfólio mais robusto e eficiente, capturando teses de investimento com retornos atrativos e níveis de risco adequados”, diz Arnosti.

Parece que, cada vez mais, os investidores brasileiros estão avaliando este tipo de aplicação. Uma ilustração disso é que, até o dia 30 de junho de 2021, os fundos da família BB Ações Internacionais, disponibilizados para todos os clientes do BB, alcançaram a marca de R$ 2,9 bilhões em patrimônio líquido. A crescente busca por esses investimentos, somada a essa facilidade de acessá-los, resultou em números impressionantes.

Marcelo ainda complementa: “Para superar o chamado home bias, quando os investidores mostram receios na diversificação em ativos de outras regiões, contar com gestores qualificados, que avaliam os diferentes mercados e cenários e encontram as melhores oportunidades de investimento, é uma opção importante”.

Internacionalize com o BB DTVM

Neste contexto, a BB DTVM possibilita que você diversifique globalmente seus investimentos a partir de qualquer valor.

A gestora é líder da indústria de fundos de investimento, com patrimônio líquido sob gestão de R$ 1,254 trilhão em recursos e 20,01% de participação de mercado, conforme ranking de Gestores de Fundos de Investimento da Anbima, de maio de 2021. Sua excelência em gestão é atestada por duas importantes agências de rating – Fitch Rating e Moody´s. A BB DTVM oferece alternativas sofisticadas, que estão disponíveis para todos os segmentos de clientes, por meio de um portfólio completo. Confira algumas opções a seguir:

Para todos os investidores

Neste segmento, a gestora oferece fundos de investimento com estratégias ligadas ao ASG (ambiental, social e governança corporativa), e voltadas ao mercado acionário de países emergentes, norte-americanos, europeus e asiáticos.

As negociações ocorrem tanto diretamente em bolsas estrangeiras, quanto por meio de ETFs, que são ações de empresas não-brasileiras negociadas na B3.

O investidor também tem a opção de escolher alternativas mais gerais, que investem em ações de empresas de inúmeros países, permitindo explorar, de forma dinâmica, o potencial de ganho de diferentes momentos das economias globais.

Uma novidade lançada em abril de 2021 é o BB Ações Games, que investe em empresas ligadas direta ou indiretamente à temática e-sports. Esse é apenas um exemplo dos muitos que estão disponíveis no Banco do Brasil.

De forma geral, esses fundos possuem carteiras que se propõem a trazer retornos compatíveis com o mercado global selecionado. Eles podem ter gestão ativa— como o caso do BB Ações ASG Globais, por exemplo— e podem ou não ter proteção cambial (com ou sem hedge).

No longo prazo, os fundos com exposição cambial (sem hedge) são aqueles que oferecem correlação negativa com o risco Brasil, pois, ao longo do tempo, os movimentos de queda dos mercados brasileiros são compensados pela alta do dólar e são somados à rentabilidade do fundo no exterior.

Por outro lado, caso o investidor tenha interesse somente pela performance do fundo no mercado internacional, sem se preocupar com o câmbio, os fundos com hedge são mais indicados. Normalmente, esses clientes têm um horizonte de investimento mais curto. É importante avaliar os objetivos para escolher a opção que mais se adequa às expectativas e ao perfil de risco do investidor.

Investidores Qualificados

Agora, para aqueles investidores que buscam alternativas para investir 100% da sua carteira diretamente no exterior, a BB DTVM disponibiliza um extenso portfólio de fundos. É importante destacar que este tipo de investimento, classificado pela CVM como Investimento no Exterior, é destinado exclusivamente aos investidores qualificados.

Ela oferece diversas opções que atuam em mercados variados, tais como estratégias de bonds de emissores brasileiros, crédito privado e ações globais, que possibilitam a diversificação temática e geográfica.

Fonte: Money Times

 

Após cortes, BB estuda nova vice-presidência e volta a desenho pré-liberais

Publicado em: 16/07/2021

O Banco do Brasil avança em estudos para criar uma nova vice-presidência, apurou o Broadcast com quatro fontes a par do assunto. O plano é parte das mudanças recém-anunciadas e que diminuem em três o número total de diretorias. Por outro lado, a atual gestão, sob o comando de Fausto Ribeiro, ao engordar a alta cúpula do banco, caminha para retomar a estrutura prévia à chegada dos liberais, que assumiram com o discurso de redução da máquina pública.

Atualmente, o BB tem oito vice-presidências. Uma delas já foi recriada pela atual gestão. Com mais uma, o número total de vice-presidências do BB subirá a nove. A estrutura é maior do que a de grandes rivais privados, mas ainda mais enxuta que a de outro público, a Caixa Econômica Federal – com 12 vice-presidências.

A ideia em estudo, de acordo com uma fonte, que falou sob a condição de anonimato, é criar uma vice-presidência com foco em negócios. O modelo não é novo. A estrutura existia até o governo do ex-presidente Michel Temer. Com a chegada dos liberais de Jair Bolsonaro, a área, porém, foi eliminada e integrada à vice-presidência de tecnologia sob a justificativa de maior eficiência. O movimento ocorreu na gestão do economista Rubem Novaes e foi mantido por seu sucessor, André Brandão.

A leitura da atual administração, porém, é a de que o movimento não surtiu efeito. Ao contrário. Com a eliminação da vice-presidência voltada a negócios, perdeu-se o foco em uma área considerada “crítica” para o desenho de processos com o cliente no centro.

Assim, a gestão de Ribeiro estuda voltar ao que era antes. A condição, entretanto, é um corte de custos prévio afim de evitar o aumento de despesas do banco. Mudanças, inclusive, já começam a aparecer. Na semana passada, o BB anunciou uma adequação na sua estrutura organizacional com a integração de unidades e diretorias, e, respectivamente, corte de despesas.

Sem custos

O movimento é tido como uma preparação de terreno para suportar mais uma vice-presidência. Dessa maneira, a estrutura é recriada sem o aumento de gastos em um momento que a maior concorrência e a revolução tecnológica exigem mais eficiência por parte dos pesos pesados do setor financeiro.

Na prática, a alta cúpula do BB cresce. Entretanto, a estrutura abaixo não acompanha o movimento. O novo presidente do BB tem dito a pessoas próximas que para que outra vice-presidência seja criada, a “conta precisa ser paga”. Nesse sentido, teria orientado uma passada de tesoura antes de engordar a alta cúpula do conglomerado.

Nos bastidores do banco, em Brasília, a movimentação chama a atenção. Os ajustes organizacionais anunciados na semana passada confirmaram o que ainda era especulação nos corredores: de que uma nova vice-presidência está a caminho. Um funcionário, que prefere não ser mencionado, diz que o assunto gerou elevado “estresse” na organização e que as mudanças na estrutura não são “coincidência”. “As contas têm que fechar. Para criar uma vice-presidência, outras estruturas são cortadas”, diz.

Em paralelo, uma bolsa de apostas começa a se formar no BB quanto ao futuro dono do posto. Dentre os palpites, está a atual diretora de clientes pessoas físicas do banco, Carla Nesi. Próxima a Ribeiro, seu nome vira e mexe surge como uma opção para voos maiores no banco. Uma fonte diz, porém, que o que há são apenas “chutes” e que ainda é cedo para o martelo ser batido.

Apesar de mudanças já estarem em andamento, a expectativa nos corredores do BB é de que a nova vice-presidência não saia do papel tão já. Fontes dizem que, apesar dos estudos terem avançado, ainda deve levar alguns meses para ser colocada em prática, podendo, assim, ficar para o fim de 2022.

Procurado, o BB não comentou o assunto.

Fonte: Estadão

Justiça mantém gratificações de caixa no Banco do Brasil

Publicado em: 15/07/2021

O Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (TRT10) negou, nesta terça-feira (6), provimento ao agravo do Banco do Brasil, que queria cassar a liminar obtida pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), que impede o banco de extinguir a função de caixa e mantém o direito dos funcionários ao recebimento da gratificação por a exercerem.

“Nesse julgamento, garantimos o direito dos caixas continuarem a receber o valor integral de suas gratificações”, informou a assessora jurídica da Contraf-CUT, Renata Cabral, sócia do escritório Crivelli Advogados. “Manter a função de caixa e o pagamento da respectiva gratificação é o reconhecimento preliminar do Judiciário sobre a ilegalidade cometida pelo banco ao alterar o contrato de trabalho de forma lesiva e unilateral”, completou.

“O banco quis extinguir a função de caixa e deixar de pagar a devida gratificação sem sequer comunicar aos funcionários, nem à sua representação sindical. Quando soubemos, tentamos negociar, inclusive com a mediação do Ministério Público (do Trabalho). Mas, o banco se negou a negociar. Isso não é respeitar os funcionários. Muito menos valorizá-los”, afirmou o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), João Fukunaga, se referindo às declarações do novo presidente do Banco do Brasil, Fausto Ribeiro.

Para Fukunaga, se o banco quer, verdadeiramente, respeitar e valorizar os funcionários, deve negociar com os trabalhadores e, nos autos do processo, dizer que não vai extinguir a função de caixa e tampouco retirar a gratificação destes funcionários. “Além disso, que pare com o processo de reestruturação, que é, na verdade, uma desestruturação, que prejudica os funcionários, os clientes e a sociedade brasileira como um todo”, concluiu o coordenador da CEBB.

O Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (TRT10) negou, nesta terça-feira (6), provimento ao agravo do Banco do Brasil, que queria cassar a liminar obtida pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), que impede o banco de extinguir a função de caixa e mantém o direito dos funcionários ao recebimento da gratificação por a exercerem.

“Nesse julgamento, garantimos o direito dos caixas continuarem a receber o valor integral de suas gratificações”, informou a assessora jurídica da Contraf-CUT, Renata Cabral, sócia do escritório Crivelli Advogados. “Manter a função de caixa e o pagamento da respectiva gratificação é o reconhecimento preliminar do Judiciário sobre a ilegalidade cometida pelo banco ao alterar o contrato de trabalho de forma lesiva e unilateral”, completou.

“O banco quis extinguir a função de caixa e deixar de pagar a devida gratificação sem sequer comunicar aos funcionários, nem à sua representação sindical. Quando soubemos, tentamos negociar, inclusive com a mediação do Ministério Público (do Trabalho). Mas, o banco se negou a negociar. Isso não é respeitar os funcionários. Muito menos valorizá-los”, afirmou o coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), João Fukunaga, se referindo às declarações do novo presidente do Banco do Brasil, Fausto Ribeiro.

Para Fukunaga, se o banco quer, verdadeiramente, respeitar e valorizar os funcionários, deve negociar com os trabalhadores e, nos autos do processo, dizer que não vai extinguir a função de caixa e tampouco retirar a gratificação destes funcionários. “Além disso, que pare com o processo de reestruturação, que é, na verdade, uma desestruturação, que prejudica os funcionários, os clientes e a sociedade brasileira como um todo”, concluiu o coordenador da CEBB.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Câmara dos Deputados debate fechamento de agências do Banco do Brasil

Publicado em:

A Comissão de Fiscalização Financeira e Controle (CFFC) da Câmara dos Deputados realizou, na última semana, audiência pública para debater o fechamento de agências do Banco do Brasil em diversos municípios.

Na sexta-feira (9) o presidente da ANABB, Augusto Carvalho, realizou contato com o presidente da Comissão, o deputado Aureo Ribeiro (Solidariedade-RJ), para alinhar a questão. Nos próximos dias está previsto um encontro para fortalecer o apoio da entidade nesse importante debate.

O deputado lamentou o impacto do fechamento das agências do Banco do Brasil. “É certo que as instituições financeiras estão se adaptando e implementando mais instrumentos de tecnologia em seus atendimentos, inclusive com contas inteiramente digitais. Com o Banco do Brasil não deve ser diferente. Porém, não podemos ignorar as peculiaridades de cada localidade do Brasil, de como é a realidade do cidadão que mora no interior”, disse Ribeiro.

A ANABB vem acompanhando o fechamento de agências do Banco do Brasil desde o anúncio do Programa de Reestruturação. A questão foi inclusive um dos temas de recente reunião entre o presidente da entidade e o presidente do BB, Fausto Ribeiro.

“Esse é um assunto que muito nos preocupa. Solicitamos ao Fausto o ‘estancamento’ desse processo de fechamento de agências. Essa quebra de capilaridade do BB compromete a solidez e o papel social de banco público do BB. O que é ruim para o país e para toda a população, em especial aqueles residentes nos pequenos municípios”, enfatizou Augusto.

AUDIÊNCIA PÚBLICA

Durante a audiência pública o prefeito de Manaquiri (AM) e vice-presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Jair Aguiar Souto, destacou que o fechamento das agências do BB em diversos municípios irá levar a precarização dos cidadãos nos lugares mais distantes e nos municípios mais isolados. “O BB opera a folha de pagamento de grande parte dos municípios, por exemplo. Imaginem o transtorno que as cidades enfrentariam sem as agências funcionando”.

Já o diretor de Atendimento e Canais do Banco do Brasil, Thompson Soares, lembrou a importância e da capilaridade do BB. “Atualmente é o banco que tem maior presença nacional, chegando em 95,3% dos municípios com algum tipo de canal de atendimento”, detalhou.

Os deputados Valtenir Pereira (MDB/MT) e Leo de Brito (PT/AC) lembraram das realidades diferentes das regiões Sul e Sudeste do país em comparação ao cenário das regiões Norte e Nordeste, que encontram mais dificuldade de acesso à rede bancária e ao ambiente virtual.

Fonte: ANABB

BB pode engordar dividendos com venda de participação do Banco BV

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A possível venda do BV, que pertence ao Votorantim e ao Banco do Brasil (BBSA3), para o PagSeguro (PAGS) animaram os mercados nesta quinta-feira (8).

Com a notícia, as ações em Nova York da PagSeguro fecharam em baixa de cerca de 8%. Mais cedo, após a divulgação da notícia pelo Brazil Journal, os papéis chegaram recuar 18,17%. O BDR da empresa despencou 7,7%.

O Brazil Journal citou duas fontes com conhecimento do assunto para afirmar que o valor do negócio seria de cerca de R$ 16 bilhões, R$ 8 bi só para a estatal.

Uma possível venda do BV poderia impactar diretamente o banco, já que o BB possui 50% de participação na empresa.

“Se verdadeira e concretizada, a negociação seria acretiva em múltiplos para os acionistas do banco”, aponta os analistas da XP Investimentos Marcel Campos, Artur Alves e Matheus Odaguil.

O trio argumenta que a venda melhoraria a sua base de capital, que vem travando o crescimento do payout de dividendos (40% ante a média da indústria maior que 50%) nos últimos anos.

“Caso a negociação se concretize, o banco poderia potencialmente aumentar seu payout e trazer um dividend yield interessante para investidores de 12% em 2022”, afirmam.

O Banco do Brasil tenta vender sua participação no BV há pelo menos dois anos. O BV chegou a encaminhar neste ano um pedido para realizar uma oferta pública inicial de ações (IPO), mas cancelou o pedido em abril.

Em comunicado enviado à imprensa após o fechamento dos mercados, o BV negou a existência de negociações com a PagSeguro.

“O Banco Votorantim…, e seus acionistas, Banco do Brasil e Votorantim Finanças, negam as recentes notícias sobre a venda do BV”, afirmou a instituição.

“O BV e seus acionistas se mantêm engajados na sua agenda estratégica, buscando a diversificação em seus negócios”, completou.

Fonte: Money Times

BB firma parceria para estimular o crédito entre distribuidoras de insumos agrícolas

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O Banco do Brasil e a Associação Nacional dos Distribuidores de Insumos Agrícolas e Veterinários (Andav) firmaram parceria nesta quinta-feira, 8, com o objetivo de incrementar o apoio e o relacionamento entre as mais de 1.9 mil empresas associadas – e respectivos clientes – com o Banco. Com o acordo, serão disponibilizadas soluções de crédito e serviços para o setor de insumos agrícolas e veterinários, abrangendo linhas de Capital de Giro e Antecipação de Recebíveis, Investimento e Títulos de Crédito, além de outros produtos voltados para os segmentos PF e PJ.

O vice-presidente de Agronegócios do BB, Renato Naegele, afirma que a importância dessa atuação, promovendo soluções convergentes com os interesses de produtores e empresas, está em permitir previsibilidade de recursos e suporte à ampliação da capacidade produtiva. “A parceria entre BB e Andav e a atuação com as revendedoras disponibilizam alternativas financeiras aos produtores rurais para agilizarem a aquisição de insumos”, destaca.

Alberto Yoshida, presidente do Conselho Diretor da Andav considera que “o papel do distribuidor como financiador de safras deve sempre permear os debates sobre a atuação deste profissional que, além de estender produtos e serviços na ponta, também cumpre uma função determinante ao ceder crédito, e nesse sentido o convênio junto ao Banco do Brasil atende uma série de necessidades do setor”. “Em paralelo, o distribuidor segue investindo e preparado para seguir facilitando as boas práticas e tecnologias ao produtor rural, o que resulta em aumentarmos a nossa produtividade de forma sustentável nos âmbitos sociais, econômicos e ambientais”.

“Hoje, o distribuidor de insumos agropecuários é responsável por levar 48% de todos os insumos que chegam ao campo, devido a sua capilaridade atende necessidade de produtores rurais de nossas fronteiras agropecuárias em diversos tipos de culturas. Essa atividade exige um alto nível de especificidade, e isso se aplica também ao estender crédito” afirma Paulo Tiburcio, Presidente Executivo da Andav.

Outra novidade é o piloto com três empresas associadas à Andav para originação de crédito agro, que atuarão como correspondentes bancários, contratando junto aos produtores rurais financiamentos de Cédula de Produto Rural – CPR para aquisição de insumos, com o estabelecimento de teto operacional. A liberação dos recursos ocorrerá, pelo cliente, diretamente no app BB com a emissão dos títulos. As revendas participantes atuam nos estados de Goiás, Minas Gerais e Mato Grosso.

Para João Carlos de Nobrega Pecego, vice-presidente de Negócios de Atacado, “a assinatura do acordo faz com que tenhamos mais previsibilidade das nossas ações para buscar rapidamente uma aproximação com os revendedores da associação no país”. Ele ressaltou também a importância do trabalho conjunto do Atacado e do Varejo na apresentação de propostas de valor para as revendas, e na contribuição do acordo para a capacitação técnica dos produtores rurais.

O vice-presidente de Varejo, Carlos Motta, acrescenta que a parceria com a Andav tem conexão direta com a estratégia do BB de atuação nas cadeias produtivas, reforçando suas competências históricas. “Essa parceria fortalece nossa proximidade com os mercados Agro, PF e MPE, que são intimamente ligados às principais vocações do Banco do Brasil. Temos aqui mais oportunidades para ampliar relacionamentos e negócios com a cadeia produtiva do Agro, especialmente, com os distribuidores de insumos agrícolas associados à Andav”.

Parceiros

Como um dos principais agentes do desenvolvimento econômico e social do País, o BB apoia o agronegócio, a infraestrutura, as micro e pequenas empresas e o comércio exterior, atuando de forma responsável, por meio da geração de trabalho e renda. Em maio deste ano, o BB atingiu a marca histórica de R$ 200 bilhões no volume da Carteira de Crédito de Agronegócios.

Com mais de 30 anos de existência, a Andav representa as revendas distribuidoras de Insumos Agropecuários, possuindo 1.9 mil empresas associadas em todas as regiões do Brasil. A Associação trabalha na defesa dos interesses do setor nas diferentes instâncias de decisão política, administrativa e de fiscalização no país, oferecendo produtos e serviços personalizados para o desenvolvimento dos seus associados, além de promover a capacitação e profissionalização de seus associados para a distribuição de insumos.

Fonte: Banco do Brasil

Reincidência em desconto indevido pelo BB gera indenização por dano moral

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O presidente do Superior Tribunal de Justiça, ministro Humberto Martins, não conheceu de um recurso especial interposto pelo Banco do Brasil contra condenação ao pagamento de indenização por danos morais por descontos indevidos da conta de um cliente.

Condenado em uma sentença transitada em julgado a cessar descontos indevidos na folha de pagamento do consumidor, o Banco do Brasil insistiu nos débitos e foi novamente processado.

Por descumprir a sentença anterior, o banco foi condenado pelo Tribunal de Justiça de São Paulo a restituir os valores em dobro diante da má-fé evidenciada no caso, bem como a indenizar em R$ 10 mil por danos morais pela aplicação da teoria do desvio produtivo do consumidor.

“Evidente o sofrimento e os transtornos experimentados pelo apelado em razão dos descontos indevidos em folha, mesmo após a realização de acordo para pagamento via boleto bancário e obtenção de sentença favorável para cessação deles. Os descontos indevidos envolvem verba alimentar, comprometendo o seu sustento”, diz o acórdão do TJ-SP.

Ainda conforme o tribunal paulista, o cliente teve que ajuizar duas ações para satisfação do seu direito, além de idas à instituição financeira para obtenção dos estornos: “Os fatos narrados não podem ser considerados mero transtorno ou dissabor incapaz de gera danos morais, ao contrário, a jurisprudência deste tribunal tem aplicado a denominada teoria do desvio produtivo do consumidor”.

Desvio produtivo do consumidor

O advogado e criador da teoria do desvio do produtivo do consumidor, Marcos Dessaune, comentou a decisão do TJ-SP, confirmada pelo STJ: “A teoria promoveu a ressignificação e a valorização do tempo vital do consumidor, elevando-o à categoria de um bem jurídico, e vem possibilitando a crescente superação da jurisprudência baseada na tese do ‘mero aborrecimento’, que fora construída sobre bases equivocadas”.

Segundo pesquisa quantitativa de jurisprudência feita por Dessaune em 15/6/2021, a expressão exata e inequívoca ‘desvio produtivo’ já foi citada em 19.827 acórdãos dos 26 tribunais estaduais e do Distrito Federal, em 92 acórdãos dos cinco TRFs, em 86 decisões monocráticas do STJ, além de ter sido explicada no REsp 1.737.412.

Fonte: Consultor Jurídico

 

Sedec quer do BB mais crédito para empresários e produtores rurais

Publicado em: 07/07/2021

Nessa terça-feira (6), a equipe executiva da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Mato Grosso esteve reunida com a superintendência do Banco do Brasil e as agências do banco no município de Sinop, com o objetivo de ampliar o conhecimento dos servidores do Centro de Atendimento Empresarial (CAE) e da assistência técnica agrícola e veterinária, sobre as linhas de crédito oferecidas para empresários e produtores rurais. A reunião foi fomentada após a visita do prefeito, Roberto Dorner, a Superintendência Nacional do banco em Brasília, no mês de junho, quando solicitou novas linhas de créditos.

O secretário da pasta, Klayton Gonçalves, afirma que o encontro é importante para que ocorra o estreitamento entre as equipes e assim, beneficie os empresários e produtores rurais da cidade. “Estamos em busca de soluções para eles, pois são essenciais e ajudam a nossa economia girar. Pensar em facilidade de acesso ao crédito através da SEDEC é trazer essa solução”, afirma Klayton ao destacar que “nós seremos uma ponte para informar o empresário e produtor sobre os possíveis financiamentos, antecipação de recebíveis entre outras facilidades”.

Segundo o Gerente de Relacionamento com Governo e Desenvolvimento Social do Banco do Brasil, Noel Nassarden, essa parceria irá facilitar o acesso as linhas de crédito e financiamentos oferecidos pelo banco e vai interferir diretamente na qualidade da prestação de informações para os agricultores e empresários do município, que buscam o espaço criado para atender as demandas dos setores.

Na ocasião foi anunciado o lançamento do PRONAMPE (Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte), que é um programa de crédito do Governo Federal para apoiar as empresas. Além disso, foram apresentadas as novas regras do PRONAF (Programa Nacional da Agricultura Familiar), que possui taxas de juros a partir de 3,0 % ao ano. “Essa parceria entre o Banco do Brasil e o município de Sinop vai proporcionar a capacitação dos servidores municipais para orientar os agricultores e empresários que procuram o CAE em busca de informações para investirem em suas lavouras e suas empresas.”, afirma Noel.

As linhas de crédito, oferecidas pelo banco, possibilitam o financiamento de automóveis, maquinários, aquisição de móveis, imóveis, construção, reforma entre outras facilidades.

Fonte: Prefeitura Municipal de Sinop