BB anuncia ações para promover a igualdade étnico-racial e combater o racismo no país

Publicado em: 23/11/2023

O Banco do Brasil anuncia um conjunto de novas medidas com o objetivo de promover a igualdade e a inclusão étnico-racial e para combater o racismo estrutural no país com impacto positivo para clientes, funcionários, fornecedores e demais parceiros estratégicos da empresa. As ações fazem parte da estratégia da empresa no tratamento da diversidade e possuem elevado potencial de inclusão financeira e geração de trabalho e renda para pretos e pardos, com benefícios diretos à sociedade.

A diversidade é parte fundamental na estratégia corporativa do Banco do Brasil, que tem tratado as questões raciais com prioridade. Para Tarciana Medeiros, primeira mulher negra a presidir o Banco do Brasil, “direta ou indiretamente, toda a sociedade brasileira deveria pedir desculpas ao povo negro por algum tipo de participação naquele momento triste da história. Neste contexto, o Banco do Brasil de hoje pede perdão ao povo negro pelas suas versões predecessoras e trabalha intensamente para enfrentar o racismo estrutural no país”, afirma.

“O BB não se furta a aprofundar o conhecimento e encarar a real história das versões anteriores da empresa. Mas o simples fato de sermos uma instituição da atualidade nos move a realizar atividades voluntárias com o compromisso público e com metas concretas para combater a desigualdade étnico-racial e buscar por justiça social no âmbito de uma sociedade que guarda sequelas da escravidão, independentemente de existir ou não qualquer conexão, ainda que indireta, entre atividades de suas outras versões e escravizadores do século XIX”, destaca.

De acordo com a presidenta do Banco, é necessário que exista um processo de reflexão permanente de toda a sociedade sobre o tema, para que não se reduza o debate sobre potenciais boas práticas que podem ser construídas de forma articulada com diálogo aberto para construção conjunta entre movimentos negros e demais instituições públicas e privadas. “As sequelas da escravatura convocam todos os atores sociais contemporâneos a agir para a promoção da igualdade étnico-racial, a contribuir por meio de ações concretas, como as que o Banco já desenvolve de modo pioneiro, voluntário e destacado. O Banco do Brasil fez, faz a fará muito pela diversidade e desenvolvimento social e econômico em nossa sociedade. Para nós, Raça é prioridade, sim!”, enfatiza Tarciana.

O Banco tem trabalhado em parceria com diversas instituições representativas do povo negro na sociedade brasileira, em especial com o Ministério da Igualdade Racial (MIR), na busca de diálogos do BB com movimentos negros, associações populares para promover ações em torno do tema. Além disso, um grupo auto-organizado de funcionários e funcionárias negros e negras do BB também têm contribuído nesses debates no Banco para a evolução em ações para a promoção inclusão racial e do combate ao racismo estrutural no país.

Confira as principais novidades em destaque neste novo conjunto de ações:

FOMENTO AO MERCADO DE TRABALHO PARA O POVO NEGRO

BB incluiu cláusula de fomento à diversidade em contratos com fornecedores, a partir de agora – a política específica de relacionamento com fornecedores do Banco do Brasil visa promover a equidade, a diversidade, a ética e a integridade nas contratações e nas parcerias com os prestadores de serviços. Essa política orienta as práticas de gestão de fornecedores, desde a seleção até o acompanhamento e a avaliação do desempenho, buscando garantir a qualidade, a transparência, a responsabilidade socioambiental e o alinhamento aos valores e aos objetivos estratégicos do Banco. Na prática, as novas licitações do BB terão cláusula de diversidade. Por exemplo, como piloto, em outubro deste ano, o Banco já realizou a Publicação da Primeira Licitação Eletrônica contendo Cláusula de Diversidade, com disposição específica que busca fomentar, junto aos fornecedores, a criação de políticas internas de Diversidade, Equidade e Inclusão – DE&I. Essa iniciativa pioneira tem o intuito de fomentar a diversidade em quadros de funcionários dessas empresas, em uma ação afirmativa com potencial de alcance de geração de milhares de empregos pelo Brasil.

Banco do Brasil fará parceria para encaminhar jovens egressos de seu programa Menor Aprendiz do BB para o mercado de trabalho a partir do conhecimento e experiência adquiridos por esses jovens, incluindo aí destreza digital. A ação aprovada pelo Banco já está em negociações com entidade externa ao BB. Pelo Programa Menor Aprendiz do Banco do Brasil, desde a sua criação em 2001, já passaram quase 20 mil jovens pretos e pardos. Atualmente, dos mais de 2,2 mil jovens estão no programa, sendo mais de 1,5 mil pretos e pardos, ou seja, 66% desses jovens.

BB prepara Workshop sobre a promoção da diversidade, equidade e inclusão com estatais e fornecedores – objetivo é sensibilizar diversos parceiros da empresa sobre o tema de forma alinhada ao planejamento das agendas ASG e Diversidade do Banco, compartilhando compromissos firmados pelo BB com o Pacto Global da ONU e estimular a criação de comitês de ética e diversidade nas empresas fornecedoras. O BB considera que esta ação é uma oportunidade de trocar experiências, boas práticas e desafios relacionados à promoção de uma cultura inclusiva e respeitosa, além de fomentar o mercado de trabalho para pessoas pretas e pardas.

ATUAÇÃO SOCIAL MUITO ANTES DO SURGIMENTO DO TERMO ASG

Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social teve suas inscrições prorrogadas para até o dia 15 de dezembro – ao todo, serão distribuídos R$ 6 milhões às melhores iniciativas apresentadas pelas instituições sem fins lucrativos que desenvolvem Tecnologias Sociais que visam o desenvolvimento sustentável. Como destaque, nesta edição, o prêmio contará com três tipos de bonificações nas pontuações dos projetos: Igualdade de Gênero, Igualdade Racial e Povos Tradicionais. Todos os detalhes estão disponíveis em https://www.bb.com.br/site/tecnologiasocial/. O prêmio é considerado um dos principais reconhecimentos do terceiro setor no país, sendo que podem concorrer entidades como instituições de ensino e de pesquisa, fundações, cooperativas, organizações da sociedade civil e órgãos governamentais de direito público ou privado legalmente constituídos no Brasil.

Criação do Edital de Empoderamento Socioeconômico de Mulheres Negras – trata-se de mais uma ação concreta a favor da diversidade, fruto de protocolo assinado em julho deste ano entre o BB e o Ministério da Igualdade Racial. A criação do Edital é voltada às mulheres negras, que são as mais impactadas por processos de exclusão estrutural. Ele apoia o fortalecimento institucional das organizações sociais e empreendimentos econômicos solidários urbanos e rurais de mulheres negras. Terá o lançamento ainda neste mês de novembro, com previsão para seleção das propostas até o final de fevereiro do próximo ano.

O BB, via Fundação BB, também vai retomar o “Projeto Memória: Lélia Gonzalez”, em ação que vai promover estratégias de reflexão e conscientização sobre a estrutura e o funcionamento do racismo e sexismo na sociedade, estimulando estudantes, professores, gestores das áreas de educação e cultura, e formadores de opinião. A revitalização do Projeto Memória Lélia Gonzalez, originalmente lançado em 2013, vai destacar e valorizar a trajetória da homenageada e seu legado nos campos da história, cultura, ativismo e consciência social. A perspectiva é que a exposição consiga abranger cerca de 14 mil estudantes de escolas públicas em capitais de todas as regiões do país com duração de dois anos.

Além destes, existem outros projetos conduzidos pela Fundação Banco do Brasil, o coração social do BB. Todos podem ser acompanhados em https://fbb.org.br/

BB investirá em pesquisas aplicadas à temática racial e que apresentem mecanismos de aceleração de representatividade e combate à discriminação no Brasil – parceria entre o BB, via Fundação BB, e a Faculdade Zumbi dos Palmares e outros parceiros estratégicos, em que serão estruturados projetos que contemplem pesquisas para universidades, faculdades e institutos sem fins lucrativos, aplicados a temática racial e mecanismos de revisão histórica, aceleração da representatividade e combate à discriminação no Brasil, para 2024.

PROGRAMA DE ACELERAÇÃO PARA FUNCIONÁRIOS

O Programa inédito de Aceleração “Raça é Prioridade” vai selecionar e desenvolver a carreira funcionários pretos e pardos do BB. O programa vai identificar até 150 pessoas negras com potencial para atuar como líderes na empresa e que atualmente ocupam outras funções. Ele vai abranger o desenvolvimento e a aceleração de carreira, com possibilidade de qualificação e priorização para nomeações como gerente executivo, superintendente estadual e outros cargos gerenciais em Unidades Estratégicas e Táticas do Banco.

O Banco do Brasil também lança o Programa Mentoria Liderança Negra, para atuais líderes negros do Banco do Brasil com objetivo de aperfeiçoamento de competências de liderança, discussão de vieses, ampliação de repertório sobre raça e desenvolvimento de carreira. 300 profissionais do BB serão incluídos no programa, ainda em 2023.

Essas medida permitem ao Banco avançar no compromisso “Raça é Prioridade”, assumido no Pacto Global da ONU e que também faz parte dos 12 Compromissos 2030 para um Mundo + Sustentável. O BB já possuía uma meta de chegar a 23% de pretos, pardos e indígenas em cargos de gestão até 2025. Essa meta foi antecipadamente atingida e, neste segundo semestre, o BB reviu este objetivo, com o novo compromisso público anunciado de ter 30% de pessoas pretas, pardas e indígenas em cargos de liderança até 2025.

Em outra frente, o BB e o Ministério da Igualdade Racial capacitarão 150 funcionários e funcionárias pelo Certificado em Estudos Afro-Latino-Americanos realizado pelo Alari/Harvard, um curso de desenvolvimento profissional, com duração de 6 meses, dedicado ao estudo das experiências, histórias, contribuições e desafios da população afrodescendente na América Latina, desde a época colonial até o presente.

BB APOIA E PROMOVE EVENTOS E AÇÕES SOBRE CONSCIÊNCIA NEGRA

O BB anuncia o apoio e participação do Banco do Brasil na realização do próximo “MBM Inovahack”, a ser realizado em dezembro de 2023. A iniciativa, idealizada pelo Movimento Black Money (MBM), é um hackathon que tem como objetivo promover a inclusão financeira e econômica da população negra por meio do desenvolvimento de soluções tecnológicas e inovadoras. O evento busca estimular a criatividade de profissionais negros e fomentar o compartilhamento de conhecimentos sobre negócios e novas tecnologias.

O Banco do Brasil também apoia o Festival de Gastronomia Preta, uma feira de gastronomia com profissionais negros com objetivo de mostrar que existem profissionais sofisticados na área e tornar o trabalho deles conhecido ao público. Voltado para profissionais pretos, pardos ou indígenas que empreendem no setor de Alimentos, o evento irá acontecer de 25 a 27 de novembro no CCBB Rio de Janeiro.

Demais ações mercadológicas e de assessoramento do Banco voltadas para o empreendedorismo negro podem ser consultadas pelos clientes na plataforma Painel PJ e também pela plataforma Mulheres no Topo com apoio a crédito, investimentos e capacitação, além de demais ações.

BB APOIA A CULTURA HÁ MAIS DE 30 ANOS E TEM PROGRAMAÇÃO ESPECIAL NO MÊS DA CONSCIÊNCIA NEGRA NOS CCBB em SP, RJ, BH e DF

O Banco do Brasil atua no fomento à cultura tendo, como um dos eixos curatoriais, a avaliação de projetos que reafirmem nossas origens e ancestralidade, narrativas regionais e o pensamento decolonial. Além disso, o Banco apoia projetos que valorizem a inclusão e a acessibilidade e que ofereçam caminhos para compreender a construção contemporânea de identidades. O mais recente edital de cultura, lançado em janeiro e com resultado divulgado em meados deste ano, ressalta essa participação efetiva do BB no setor cultura, com destino de aproximadamente R$ 150 milhões para realização dos projetos culturais. Do montante, o Conglomerado Banco do Brasil poderá valer-se, no todo ou em parte, dos benefícios fiscais da Lei Rouanet, contando com a parceria do Ministério da Cultura, que viabilizará o trâmite dos projetos na plataforma de gestão da Lei. O Banco poderá valer-se também de legislações estaduais/distritais e municipais de incentivo à cultura.

A programação cultural do CCBB amplia a conexão dos brasileiros com a cultura e permite que a marca BB fique ainda mais próxima das pessoas. O BB tem a consciência de que o apoio à cultura contribui para consolidar seu poder de transformação das pessoas, levando conhecimento sobre a história e reflexões da contemporaneidade para os mais diversos públicos, já que os CCBBs figuram entre os museus mais visitados do mundo, além de possuir um acervo histórico disponível para pesquisa por toda a sociedade.

A cada espetáculo de teatro, a cada exposição, a cada visita mediada pelo nosso programa educativo, permitimos que a arte toque o indivíduo e impacte o coletivo. É a cultura que nos faz olhar para o passado e, ao mesmo tempo, pensar no futuro. Toda a programação dos Centros Culturais do Banco do Brasil no RJ, SP, MG e DF podem ser conferidas em bb.com.br/cultura.

COMPROMISSOS PÚBLICOS E METAS CONCRETAS

O BB fez, faz e seguirá fazendo muito pela diversidade. Por isso, o Banco também criou uma página, em www.bb.com.br/diversidade, na qual será possível, até o final do mês, já ir acompanhando todas as medidas anunciadas no passado, agora e no futuro pelo BB.

Fonte: Banco do Brasil

BB acredita que pode elevar seu lucro a um ‘dígito alto’ em 2024, diz Citi

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O Banco do Brasil (BBAS3) acredita que está em uma posição de mercado favorável para que seu lucro cresça um dígito alto no ano que vem, afirma o Citi. Ainda de acordo com o banco, alguns sinais sobre o desempenho do BB em 2024 começam a surgir, mesmo que as projeções oficiais ainda não tenham sido publicadas.

O Citi teve uma conversa com Geovanne Tobias, vice-presidente de Gestão Financeira e Relações com Investidores do banco, Janaína Storti, gerente geral de RI, e Marcelo Oliveira, gerente de RI, em que repassou a eles perguntas de investidores.

De acordo com o relato, o BB espera um índice de eficiência de cerca de 28% no ano que vem, próximo ao visto no terceiro trimestre. Além disso, acredita que “faria sentido” esperar um retorno sobre o patrimônio líquido (ROE, na sigla em inglês) próximo a 20%, graças ao aumento das margens vindo do crédito ao varejo à medida que os juros caírem.

O crédito consignado, que responde por cerca de 40% da carteira do varejo, deve continuar crescendo a dois dígitos porcentuais em 2024. “O BB destacou que, a despeito da portabilidade e da entrada de nomes digitais no segmento, a base de clientes do banco se mostrou resiliente, com pouco sinal de deterioração”, relata o analista Rafael Frade.

No agronegócio, o BB relatou ter uma exposição baixa a regiões afetadas pelo fenômeno climático El Niño. O banco também monitora os preços de commodities e seus impactos para os clientes. “Por exemplo, alguns podem postergar a venda das sagras, atrasando seus empréstimos. Graças às capacidades de mapeamento, o banco já está trabalhando em uma solução para casos particulares”, escreve o Citi.

O BB também informou, de acordo com o relatório, que houve uma redução de margem no segmento agro, mas que consegue ampliar as margens com a oferta de serviços e produtos que complementam o crédito.

Outro ponto discutido foi o impacto da adoção da norma contábil IFRS 9 sobre o balanço. O BB não tem uma estimativa oficial de qual será o impacto da adoção da metodologia de perda esperada sobre o volume de provisões contra a inadimplência.

Ao tratar do Patagonia, banco que controla na Argentina, o BB afirmou que monitora de perto os resultados das eleições no país vizinho, mas que acredita que, de todo modo, a contribuição da operação às margens vai cair à frente. “Não há planos de vender o ativo, que tem bons indicadores e uma rede de cerca de 300 agências”, diz Frade no relato.

Fonte: Estadão

Tarciana Medeiros vem promovendo diversidade no banco mais antigo do país

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A primeira mulher a ser presidenta, como gosta de ser chamada, do Banco do Brasil em 215 anos de instituição, é negra, nordestina, lésbica e ex-feirante. Para além dos bons resultados financeiros, Tarciana Medeiros está levantando bandeiras importantes dentro da instituição, como a da diversidade, da tolerância e da equidade de gênero. Nesse Dia da Consciência Negra, trazemos uma entrevista exclusiva com uma executiva negra que está trazendo pautas contemporâneas para dentro do banco mais antigo do país.

Forbes: Queria começar com você nos contando como é ocupar esse lugar de poder como uma mulher negra, lésbica, nordestina, ex-feirante. Qual é o sentimento?

Tarciana Medeiros: É um misto de sentimentos. O principal é o de responsabilidade. E não é responsabilidade no sentido ruim, de obrigação. Mas, sim, de saber que eu sou responsável por mudar vidas de outras pessoas. Quando eu penso nessa responsabilidade, ela vem acompanhada de felicidade, de gratidão e de paixão. Eu sempre fui muito apaixonada pelo banco, pelo que eu faço e por estar junto com as pessoas. Mas também é uma doação diária.

F: Qual é o tamanho dessa doação?

TM : Tem sido, ultimamente, a parte mais importante da vida. Não tem como ser diferente, né? Senão eu não consigo fazer o que precisa ser feito. E tem muito pra ser feito. É um lugar de muita importância e de muito poder. E, quando você se percebe nesse lugar, tomando decisões que mudam milhares de vidas… Eu diria milhões de vidas, até. Enfim, nesse lugar eu não posso pensar que não vou ter tempo para fazer isso ou aquilo, não posso faltar em determinado compromisso. Porque a minha presença ali vai fazer uma diferença enorme. É uma responsabilidade que eu quero assumir.

F: Onde você vê essa diferença?

TM: Vou te dar um exemplo que eu vivi durante a pandemia, quando estava trabalhando na diretoria de empréstimos e financiamentos. Todo mundo ficou em isolamento social. Nos pequenos municípios, quando se percebeu que era necessário fechar escolas, fechar a prefeitura, vimos que as operações de crédito não seriam pagas na data. Porque as pessoas não estavam trabalhando, não tinha dinheiro circulando. Então, a gente precisou prorrogar essas operações. Foi uma decisão da diretoria e em uma tarde a gente conseguiu comunicar para o país inteiro com os gerentes entrando em contato com os clientes. Em uma semana o Banco do Brasil conseguiu prorrogar as operações de crédito do país todo. E sem essa capilaridade do BB, a gente não teria conseguido fazer tão rápido. São 80 milhões de clientes Então, a gente tem um poder de informar muito grande. E de formar também.

F: E como você se relaciona com essa responsabilidade?

TM: Quando eu tomei posse como presidenta do banco é que a minha ficha caiu. De que eu sou a única mulher na presidência de um grande banco. Quando eu fui ver Bradesco, Itaú, Banco do Brasil, Santander… eu falei, ‘poxa, eu sou a única’. Mas quantas ‘únicas’ nós temos em outros segmentos? E foi aí que eu pedi pra gente fazer um estudo no banco, para olhar como estava o desenvolvimento de mulheres empreendedoras. E aí nós lançamos uma plataforma chamada “Mulheres no Topo” para cuidar de inclusão. Observamos que a quantidade de empreendedoras que são clientes do banco, ou de empresas [micro e pequenas] que têm na estrutura societária mulheres, são metade das empresas. Em mais de 30%, elas são sócias majoritárias. E aí percebemos que elas não conheciam linhas de crédito para seus negócios. Então nós criamos a plataforma com essas informações. O que é que aconteceu? Nove meses depois, aumentou em 20% a tomada de crédito de empresas, micro e pequenas, lideradas por mulheres.

F: Você esteve na parada do Orgulho LGBT, lançando um cartão da diversidade. Quais são as bandeiras que você levanta com seu trabalho?

TM : A gente patrocinou a feira de diversidade, porque esse é um assunto importante para o BB, lançamos o cartão. Somos diversos. E também a equidade de gênero, sem dúvida. O banco é uma empresa bicentenária que, pela primeira vez em 215 anos, tem uma presidente mulher. E eu levei esse cuidado para a formação do conselho diretor. Pela primeira vez também nós temos três mulheres vice-presidentas. Mas por que nunca teve, alguém pode perguntar? Porque nunca foi dada oportunidade. Elas estavam lá. No dia em que eu fui buscar a vp de negócios digitais e tecnologia , que é a Marisa Reghini, eu não contei pra ninguém. E eu ouvi de vários colegas “Poxa, Tarci, quem vai ser vice-presidente de tecnologia? Ninguém cogitava o nome dela. E ela estava lá, pronta, com uma carreira maravilhosa, respeitadíssima no mercado, já numa função de alta liderança, com todas as certificações do banco que possibilitavam esse cargo. Ela só precisava ser vista O mesmo foi com a Carla Nesi, que é a vice-presidente de varejo. Teve uma carreira brilhante, foi minha diretora e tinha acabado de se aposentar. Então há essa miopia, essa dificuldade de enxergar que a mulher está lá, está pronta e só precisa da oportunidade.

F:Você trouxe também um homem negro para a presidência de uma das empresas da holding… Foi intencional?

TM: O Denísio [Liberato, presidente da BB Asset Management] foi uma escolha nossa. Do nosso conselho diretor. Ele já era diretor de participação da Previ, nosso fundo de pensão. E o Banco do Brasil tem uma coisa interessante. Tudo que você fala sobre o Banco do Brasil ou é o maior do mundo, ou é o maior da América Latina, ou é um dos maiores do mundo. Sempre assim. A Previ é o maior fundo de pensão da América Latina e está entre os maiores do mundo. Logo, o Denísio tem toda a formação necessária para ocupar essa cadeira. A BB Asset é uma empresa de participações. E hoje ele é o único negro da América Latina que faz parte do PRI [Principles of Responsible Investment, iniciativa global apoiada pela ONU}. Quando você olha a formação dos CEOs das demais assets do Brasil e da América Latina, a formação do Denísio tem um dos níveis mais altos. Então o Denísio também estava pronto, apenas aguardando uma oportunidade.

F: E as suas outras paixões? Como é que ficaram diante dessa dedicação intensa? Você tem uma companheira, não tem?

TM: Tenho, por quem sou apaixonada também. Por isso tenho tentado organizar minha agenda de trabalho para que caiba entre segunda e sexta, que é pra eu estar com as minhas paixões de casa aos sábados e domingos. E tenho sido disciplinada nisso. Então, se eu tenho algum compromisso profissional no final de semana, as minhas paixões de casa vão junto. Minhas filhas, meu filho e a Dani, minha companheira, me acompanham. A Yasmin é minha filha, tem 22 anos, a Ruth é uma prima que eu crio desde os 12 anos, hoje tem 30. E o Davi é filho da Dani, minha companheira, e tem 9 anos.

F: E o que você faz nesses dias em família?

TM: Eu gosto de cozinhar, de ir pra festa também. Vou com as meninas aos shows. A gente assiste dança juntas, vai pro cinema. Uma coisa que eu não deixei de fazer é ir à feira aos domingos de manhã. Então eu vou na feira com as meninas fazer compras e comer pastel.

F: E você foi feirante. Esse passeio traz lembranças?

TM: Sim. Eu fui feirante dos 10 aos 14 anos com a minha família na Paraíba. Vendia fruta, verdura… Durante uma época, meu pai comprava também umas coisas pra gente vender: umas peneiras de peneirar farinha que a gente chamava de aropemba. Vendia ralador de milho…

Fonte: Forbes

Senador Alcolumbre quer indicar comando do Banco do Brasil

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O senador Davi Alcolumbre (União-AP) cobrou do Palácio do Planalto reciprocidade de tratamento para ter no governo Lula o mesmo espaço de indicações políticas que foi cedido ao presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). Segundo interlocutores, Alcolumbre avisou o cargo desejado: o comando do Banco do Brasil. A Coluna fez contato com a assessoria do senador, mas não obteve resposta.

O parlamentar amapaense, que é fortemente ligado ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), tem avaliado que Lira foi privilegiado ao indicar o presidente da Caixa Econômica Federal. Nos bastidores, diz ser um cargo que vale por três. Por isso, também quer por um apadrinhado em instituição financeira, apesar de saber que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não cogita a substituição de Tarciana Medeiros, que atualmente preside o BB.

No banco, a vaga que ainda é alvo de ampla disputa é a diretoria jurídica. Mas Tarciana também tem nome de confiança no cargo e vários partidos já pediram o posto.

Uma preocupação no Planalto é que Davi Alcolumbre preside a Comissão de Constituição e Justiça do Senado (CCJ), onde serão feitas as sabatinas dos indicados do presidente para as vagas de procurador-geral da República e para ministro do Supremo Tribunal Federal.

Lula decidiu, então, contemplar Alcolumbre com outras indicações. Incluiu na lista de novos integrantes do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) o consultor legislativo do Senado Carlos Jacques, nome apadrinhado pelo senador. E para a PGR, a escolha de Paulo Gonet também significa vitória do parlamentar. A questão é se ele ficará satisfeito.

Davi Alcolumbre conseguiu emplacar três ministros na atual gestão: Juscelino Filho (Comunicações), Celso Sabino (Turismo) e Waldez Góes (Integração).

Já Arthur Lira conseguiu, além da presidência da Caixa, apadrinhar os ministros do Esporte, André Fufuca, e dos Portos, Silvio Costa Filho.

Fonte: Estadão

Eleição de Milei na Argentina afetará Banco do Brasil? Veja análise

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Segundo analistas do BBI, o Banco do Brasil (BBAS3) não está totalmente imune aos possíveis impactos na Argentina após a eleição de Javier Milei, que saiu vitorioso com uma boa margem neste domingo (19 de novembro).

As propostas de Milei, notáveis por terem um teor de mudança radical, incluem planos que vão desde privatizações até o fechamento do Banco Central e a dolarização do país.

É especialmente esse último ponto que pode afetar o Banco do Brasil, de acordo com os analistas.

Os especialistas explicam que o banco estatal brasileiro tem exposição à Argentina por meio de sua subsidiária internacional, o Banco Patagonia, no qual detém cerca de 80% de participação.

Dado que o Patagonia contribui para a receita líquida de juros do BB, representando 7,2% no terceiro trimestre deste ano, uma eventual desvalorização cambial em caso de dolarização da economia argentina poderia impactar os resultados do banco.

Os analistas destacam que, em relação à rentabilidade e ao balanço do Banco Patagonia, no terceiro trimestre, o Patagonia apresentou receita líquida de juros de R$ 1,7 bilhão (7,2% do valor do BB no trimestre), com R$ 26,9 bilhões de ativos (1,2% do BB), R$ 6 bilhões de empréstimos (0,6% do BB), R$ 19,4 bilhões de depósitos (1,9% do BB) e R$ 4,1 bilhões de patrimônio líquido (2,4% do BB).

Os analistas reconhecem, contudo, que ainda é prematuro avaliar completamente o impacto que uma possível dolarização da economia argentina teria na unidade de negócios.

Eles esperam observar contribuições mais baixas dos ganhos de tesouraria e do Banco Patagonia para o BB já em 2024. As ações BBAS3 subiram 0,5% no intradia desta segunda-feira (20), a um patamar de R$ 50,93.

No acumulado de 2023, as ações do Banco do Brasil sobem 53%.

Fonte: Suno

Artigo: Reflexões e compromisso com a pluralidade do Brasil

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Tarciana Medeiros*

Quando alguém me pergunta o que é o Banco do Brasil, costumo dizer que nós somos um banco que é retrato da sociedade brasileira – uma sociedade em transformação, com avanços a celebrar, mas que ainda tem um longo caminho a percorrer para abraçar a diversidade que nos molda.

E é neste cenário que, para mim, mulher negra, datas como o Dia da Consciência Negra se mostram fundamentais – porque não há forma de avançarmos de verdade sem antes refletir, dialogar e agir para criar um Brasil capaz de atingir sua máxima potência no futuro.

É uma data para pensar a História também, e encarar um sentimento profundo e duradouro de injustiça.

Por séculos, os negros, roubados de suas terras e vendidos aos navios mercantes, como tão bem cantou Bob Marley, foram obrigados a mover uma economia nefasta que levava produtos consumidos no mundo todo. O próprio continente foi espoliado dentro das fronteiras de seus países, em um processo colonial que perdurou até o século XX.

Daí, as raízes dos negros subjugados diretamente pela escravidão e depois explorados em sistemas que lhes negava a autonomia como cidadãos com acesso mínimo a melhores condições de vida

As sequelas desse capítulo perverso da história mundial, que atingiu as comunidades negras e seus descendentes, ainda esperam novas medidas estruturais de todas as esferas sociais que tenham a capacidade de enfrentar e transformar esse triste cenário.

O mundo tem se debruçado sobre isso, com o fortalecimento de entidades globais para o combate às injustiças que cometeu contra as pessoas negras ao longo da história.

No Brasil, não poderia ser diferente. O debate proposto por lideranças negras, das mais diversas origens e campos sociais, sobre uma herança escravocrata e colonial ganha força. Ele demonstra a urgência com que precisamos avançar no combate ao racismo estrutural na comunidade global. Por mais complexa que seja, a questão precisa ser enfrentada. E a hora é agora.

O BB é uma instituição secular, que já passou por diversas organizações e composições societárias. Como sistema empresarial, já ressurgimos algumas vezes ao longo da história do nosso país. Com o passar do tempo, fomos evoluindo nas medidas de combate ao racismo estrutural, culminando neste ano com a atuação ainda mais intensa com práticas de estímulo à igualdade racial com maior efetividade.

Sinto um imenso orgulho de poder dizer que o Banco do Brasil está de fato se posicionando para ser mais plural, mais consciente de sua força negra e de todas as etnias e grupos. Porque nosso olhar não pode apenas reconhecer as legislações e obrigações formais, mas também precisa agir de maneira proativa para impulsionar, valorizar e empoderar a participação de pessoas negras na sociedade como um todo.

Nosso compromisso é, e continuará sendo, o de implementar medidas que promovam uma nova realidade para as comunidades negras. O BB também se alinha a um movimento amplo de conscientização sobre a necessidade do envolvimento de toda a sociedade na busca pela aceleração de ações e iniciativas de combate ao racismo, em todas as suas formas, e de promoção da igualdade racial. Juntos podemos fazer muito mais.

Avançamos. Mas nossos avanços não nos limitam a aprofundar o conhecimento e encarar a real história das versões anteriores da Empresa.

Entendemos que, direta ou indiretamente, toda a sociedade brasileira deveria pedir desculpas ao povo negro por aquele momento triste da nossa história. Neste contexto, o Banco do Brasil de hoje pede perdão ao povo negro pelas suas versões predecessoras e trabalha intensamente para enfrentar o racismo estrutural no país. O reconhecimento desse passado é indispensável para melhor compreender as origens e as injustiças que a economia colonial da época perpetrou.

Mas o que define nosso compromisso com o combate à desigualdade étnico-racial é o fato de o BB ser uma instituição da atualidade, que, como as demais instituições públicas e privadas, tem o dever de desenvolver ações no âmbito de uma sociedade que guarda sequelas da escravidão.

O Banco do Brasil seguirá somando esforços no acolhimento à diversidade e na promoção de ações inclusivas, contribuindo assim para o desenvolvimento social e econômico em nossa sociedade. Para nós, Raça é prioridade, sim!
Como parte desse olhar estratégico para o tema, anunciamos um conjunto de novas medidas em prol da igualdade e inclusão étnico-racial e do combate ao racismo estrutural no país, com impactos positivos para clientes, funcionários, fornecedores e demais parceiros estratégicos da empresa. Elas se somam a outros compromissos e iniciativas do Banco nessa direção e estão disponíveis para consulta na área de imprensa do site do BB.

Aliás, para que toda a sociedade tome conhecimento do conjunto de iniciativas em equidade e inclusão em andamento no BB, criamos uma página em nosso site dedicada ao tema bb.com.br/diversidade.

Estamos comprometidos com a missão de sermos um Banco para tudo que o brasileiro imaginar, e não há como fazer isso sem trabalharmos por um Brasil consciente de suas potencialidades, de suas diferenças, de suas riquezas. Porque só assim, com a união de todas as nossas forças, podemos verdadeiramente alcançar um futuro mais brilhante e equitativo.

Digo isso com a força da ancestralidade das milhares de pessoas pretas e pardas, de norte a sul do país, que trazem para o BB, todos os dias, as riquezas de nossas culturas, expressões e crenças.

Gosto de dizer que nosso banco é diverso, em um país diverso. Essa é a nossa substância. E é com essa substância que seguiremos trabalhando incansavelmente para implementar iniciativas que melhorem a qualidade de vida de todos os brasileiros, considerando todas as individualidades e coletividades identitárias de raça, etnia ou grupo social.

*É presidente do Banco do Brasil

Fonte: Banco do Brasil

BB já processou mais de R$ 3 trilhões em Pix desde janeiro

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A tecnologia é fundamental para a segurança, a rapidez e a eficiência do Pix, que completou 3 anos de existência em novembro. Desde janeiro até ontem (19/11), o BB já processou R$ 3.226.055.220.128,52 em transações nesta modalidade de pagamento e segue contando. A média é de cerca de R$ 7 milhões por minuto.

No BB, 99% das transações Pix entre clientes da instituição foram concluídas em até 0,87 segundos, sendo que 50% levaram menos de 0,31 segundos. Nas transações entre clientes BB e de outros bancos, 99% foram realizadas em até 3,89 segundos, sendo que 50% demoraram apenas 1,6 segundo. Os números superam com sobras a meta do Bacen: 99% dos Pix em até 10 segundos e 50% em até 6 segundos.

O Banco do Brasil também é destaque em disponibilidade: em outubro, tivemos 99,99% nesse quesito. Nos últimos 12 meses, a média foi de 99,97%. O Banco Central exige das instituições pelo 99,5% nesse quesito. O recorde de processamento de transações Pix por minuto foi registrado no mesmo mês: 33 mil. A combinação entre volume e alta performance é a satisfação dos clientes: dentre as instituições com maior quantidade de transações, o BB é a única que teve notas máximas em todos os quesitos no ano e o menor índice de reclamações procedentes.

A área de tecnologia do BB vem demonstrando força e protagonismo, com o desenvolvimento de soluções inovadoras, investimento em tecnologias (como a IA generativa, a mesma que está por trás do ChatGPT) e contratação de funcionários (foram mais de 3 mil aprovados no concurso voltado para a TI – 597 já ingressaram e outros 120 devem chegar em dezembro).

Fonte: Banco do Brasil

Banco do Brasil renegocia quase R$ 19 bi através do Desenrola

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O Banco do Brasil renegociou quase R$ 19 bilhões por meio do Desenrola desde o começo do programa do governo federal, em julho deste ano. Na quarta-feira, 22, o banco vai participar do Dia D do programa, e abrirá uma hora mais cedo mais de 4.000 pontos de atendimento físico.

O mutirão é uma iniciativa do governo federal para estimular as renegociações no chamado Faixa 1 do Desenrola, que inclui clientes de baixa renda e que começou no dia 9 de outubro. Na segunda-feira, o público foi ampliado para contemplar clientes com dívidas entre R$ 5.000 e R$ 20.000. No BB, são cerca de 2,5 milhões de clientes habilitados ao parcelamento.

“O mutirão é importante para ampliar ainda mais a recuperação de créditos, que tem permitido que os clientes voltem ao mercado de consumo e que contribui para dar dinamismo à economia”, diz em nota a presidente do BB, Tarciana Medeiros.

Ela afirma ainda que o BB apoia o programa e acredita nele. Dos R$ 19 bilhões renegociados pelo BB, R$ 17,5 bilhões foram através do banco, e o restante através da Ativos S.A., a empresa de recuperação de crédito do conglomerado.

Foram atendidos cerca de 900 mil clientes do BB e 876 mil da Ativos. O banco ampliou as condições de renegociação para micro e pequenas empresas, que não estão no escopo do programa, e atendeu cerca de 65 mil delas, com renegociação de R$ 5,2 bilhões.

Fonte: UOL

Diretoria da ANABB recebe novas lideranças do Banco do Brasil

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ANABB recebeu, nesta segunda (13 de novembro), os colegas da ativa do BB Karla Revert e Thiago Noleto. Eles fazem parte do time de novas lideranças do Banco e foram recebidos pelos vice-presidentes Nilton Brunelli e Graça Machado.

A ANABB está vivenciando um momento de transformação significativa, impulsionado por novas lideranças que trazem consigo uma visão realista e contemporânea sobre diversidade e pluralidade.

Por isso, esses líderes, com suas experiências práticas e abordagens inovadoras, estão ajudando a ANABB a se adaptar e a responder às necessidades de uma sociedade cada vez mais diversa. Com um olhar atento para inclusão, eles têm sido fundamentais em trazer para a mesa temas e perspectivas variadas.

Além disso, com a nova marca, queremos dissipar qualquer percepção de que a ANABB é uma associação exclusiva para aposentados. Estamos aqui para todos, com o objetivo de ser uma força unificadora e um recurso confiável para cada membro da nossa comunidade.

Fonte: Agência ANABB

Com recorde de brasileiros, Banco do Brasil reforça presença em Portugal

Publicado em: 17/11/2023

Depois de fechar todas as agências de rua que tinha na Europa, inclusive a de Lisboa, o Banco do Brasil vai reforçar o escritório que foi mantido em Portugal para atender empresas exportadoras.

A meta, num primeiro momento, é ampliar os serviços para pessoas físicas de alto poder aquisitivo.

Sabe-se que muitos brasileiros que emigraram para Portugal têm patrimônio elevado. Não por acaso, estão entre os maiores compradores de imóveis avaliados em mais de 1 milhão de euros (R$ 5,5 milhões).

O trabalho de expansão do Banco do Brasil em Portugal será comandado pela executiva Karen Machado.

Segundo o embaixador do Brasil em Portugal, Raimundo Carreiro, é fundamental que o BB aumente a sua presença no país europeu, onde há um número recorde de brasileiros morando, trabalhando e estudando.

Dados mais recentes divulgados pelo sistema de imigração português apontam que a comunidade brasileira chega a 400 mil e pelo menos 150 mil esperam pela regularização da documentação. Nas contas do embaixador, esse número passa de 600 mil, por causa daqueles que têm dupla cidadania e não entram nas estatísticas de estrangeiros.

Nas projeções do especialista em imigração e advogado Fábio Pimentel, até 2028, serão 1 milhão de brasileiros vivendo em Portugal, o correspondente a 10% da população atual do país. “A tendência é de forte crescimento dessa comunidade”, ressalta ele.

A meta de Carreiro é incluir o reforço do BB em terras lusitanas, inclusive com agências de rua, na pauta da reunião de Cúpula entre Brasil e Portugal marcada, a princípio, para abril de 2024, em Brasília. A data definitiva dependerá do resultado das eleições legislativas a serem realizadas em 10 de março próximo.

Fonte: Correio Braziliense

BB apresenta proposta em audiência sobre extinção de caixa executivo

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Aconteceu na manhã do dia 10 de novembro a audiência de conciliação entre o Banco do Brasil e a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT). A entidade, que representa os trabalhadores do sistema financeiro, foi atendida pela Justiça, ainda em 2021, com uma liminar que impede até hoje que o BB prossiga com o plano de extinguir a função de caixa.

No encontro, que aconteceu na 16ª Vara do Trabalho de Brasília, o banco não apresentou proposta que proteja os trabalhadores. “Para chegar a uma conciliação, a juíza indicou que o BB deveria apresentar uma proposta de incorporação da gratificação aos caixas que exercem a função há mais de 10 anos, tendo como marco temporal a Reforma Trabalhista de novembro de 2017. Para os demais caixas, que exercem a função há menos de 10 anos, teria que haver proposta de transição de carreira que, nas palavras da juíza, protegesse também esses funcionários”, explicou a assessora jurídica da Contraf-CUT, Renata Cabral, sócia do escritório Crivelli Advogados.

Na audiência, o BB disse ainda que não é possível a incorporação da gratificação de caixas. E, diante de muita discussão com os representantes dos trabalhadores e trabalhadoras, afirmou que poderia se comprometer com esforços de recolocação dos empregados que atuam como caixas, além de garantir a gratificação por 18 meses, e não mais por 12 meses (como havia apresentado anteriormente).

Renata Cabral destacou que, como a resposta do banco foi insatisfatória aos trabalhadores, “considerando especialmente a questão de não avanço em relação à incorporação definitiva da gratificação de caixa para aqueles que a recebem há mais de dez anos, a juíza encerrou a audiência”.

O próximo passo será o julgamento, em data que ainda será marcada, quando a magistrada irá proferir a sentença sobre o caso.

“Quando a sentença for proferida, seremos intimados. Se o pedido for procedente, ou seja, favorável aos trabalhadores, corroborando a liminar vigente que obtivemos, as coisas seguirão como estão e o banco terá um prazo para apresentar recurso”, destacou a advogada. “Caso a juíza julgue improcedente o pedido dos trabalhadores, obviamente a liminar cairá e nós teremos prazo para entrar também com recurso”, completou.
Entenda

No início de 2021, o BB anunciou uma nova reestruturação, com fechamento de agências, redução de postos de trabalho e extinção da função de caixa, junto com o fim da gratificação para os escriturários que cumprem a função.

“De início, procuramos negociar nas mesas de mediação com o banco. Em seguida, tentamos mediação junto ao Ministério Público do Trabalho. Mas, como a diretoria na época não nos atendeu, buscamos a Justiça”, lembrou a funcionária do BB e coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), Fernanda Lopes, que representou a Contraf-CUT na audiência.

Em 18 de fevereiro de 2021, o juiz Antonio Umberto de Souza Junior, da 6ª Vara da Justiça do Trabalho de Brasília, atendeu a liminar da Contraf-CUT e proibiu o Banco do Brasil de extinguir a função de caixa. Na decisão, o magistrado também determinou a incorporação da gratificação de caixa para os empregados que a recebiam há mais de dez anos. O BB chegou a entrar com mandado de segurança e recursos subsequentes, mas o Tribunal Superior do Trabalho (TST) negou o pedido da empresa.

No início do ano, ao avaliar possível “disposição das partes para uma autocomposição”, passados dois anos desde que a Contraf-CUT ajuizou a ação que impediu banco de extinguir a função, a juíza substituta do Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região, Audrey Choucair Vaz, agendou audiência de conciliação para o dia 10 de fevereiro, mas o Banco do Brasil solicitou adiamento e, com a concordância da Contraf-CUT, a magistrada acolheu o pedido.

Nesta sexta-feira (10), a audiência finalmente foi realizada. Entretanto, como o banco não apresentou proposta que garanta a proteção dos trabalhadores, não houve avanço.

O tema segue agora para julgamento, ainda sem data para acontecer. Enquanto isso, continua valendo a liminar obtida pela Contra-CUT e que impede, desde 2021, que o Banco do Brasil prossiga com o plano de extinguir a função de caixa, junto com o fim da gratificação para os escriturários que cumprem a função.

Fonte: Contraf-CUT

Delegados sindicais do BB devem permanecer mobilizados para ações

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O movimento sindical e os bancários aguardam respostas positivas da direção do Banco do Brasil com relação aos diversos temas em negociação. Além disso, estão sendo verificados casos recorrentes de assédio moral em agências e departamentos. Diante deste cenário, todos os delegados sindicais devem permanecer mobilizados para ações sindicais, no âmbito local ou unificado (em todo o país).

Este foi o principal encaminhamento do encontro com delegados sindicais realizado nesta segunda-feira 14 de novembro, na sede do Sindicato dos Bancários de São Paulo.

Os delegados sindicais são os representantes dos bancários em seus locais de trabalho. Eles fazem a ponte entre os trabalhadores e o Sindicato, levando sugestões e denúncias desses empregados, para que o Sindicato possa reivindicar melhorias junto ao banco.

Nas eleições para delegado sindical em 2023, o sindicato dos bancários determinou, em seu edital, a paridade de gênero para os candidatos, sendo necessário o mesmo número de homens e mulheres participando.

“É uma medida que causa polêmica. Porém, acreditamos ser a única forma de atingirmos a representatividade necessária, uma vez que as mulheres representam pouco mais de 50% dos funcionários no BB”, enfatiza Ana Beatriz Garbelini, secretária de Organização e Suporte Administrativo do Sindicato, e funcionária do Banco do Brasil.

Na abertura mesa de abertura do encontro, Neiva Ribeiro, presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo, saudou os delegados e enfatizou a importância do fortalecimento do Sindicato e da representação sindical.

Na sequência, foi realizada análise de conjuntura nacional e internacional com o diretor acadêmico da Faculdade 28A, Moisés Marques, que abordou temas como a taxa de juros, o atual cenário político nacional, os desafios internos e externos do governo Lula, e a crise israelo-palestina.

Moisés é professor Universitário, há mais de vinte anos, nas áreas de: Política Internacional; Métodos Quantitativos em Ciências Humanas; Análise de Cenários e de Mercado; Análise de Risco Político e Políticas Públicas.

Em seguida houve debate sobre Cassi, Previ e Economus, com a participação da gerente de divisão da Cassi, Sílvia Muto; Ana Beatriz Garbelini; Ernesto Izumi, conselheiro deliberativo da Previ; Getúlio Maciel, diretor executivo da Fetec-CUT/SP pelo Banco do Brasil; e Antônio Saboia, diretor da Fetec-CUT/SP.

O encontro foi finalizado com um balanço das negociações com o BB, feito por Getúlio Maciel e Fernanda Lopes, secretária da mulher da Contraf-CUT.

“É muito importante que todos os delegados sindicais se mantenham mobilizados e em alerta para ações sindicais locais ou nacionais diante dos casos de assédio moral e do andamento das negociações com a direção do Banco do Brasil a respeito de diversos temas de interesse do funcionalismo”, reforça Antônio Netto, diretor do Sindicato e bancário do BB.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

Qual será o único ‘bancão’ que se deve investir após o 3º trimestre

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Os quatro maiores bancos brasileiros acabaram de divulgar seus resultados do 3º trimestre de 2023. Mas entre Santander, Bradesco, Itaú e Banco do Brasil, só um deles vale a pena ter em carteira.

O Santander (SANB11) foi o primeiro a soltar seus números e registrou uma queda de 12,5% nos lucros. O Itaú (ITUB4) apresentou um resultado sem muitas surpresas e sinalizou um possível aumento dos dividendos.

Já no caso do Banco do Brasil (BBAS3), o grande destaque foi o anúncio de proventos no valor de R$ 2,25 bilhões. Por último, foi a vez do Bradesco (BBDC4) na última quinta (9), com lucro 11,5% mais fraco.

Mas a pergunta que realmente interessa ao investidor é: qual é o único entre eles que vale a pena investir agora?

Larissa Quaresma, analista da Empiricus Research, tem um favorito entre os quatro “bancões” brasileiros.

Segundo a analista, o único banco que vale a pena investir agora está sendo negociado com um desconto de 15% em relação à média dos últimos 5 anos. Ou seja: os preços não estão refletindo a qualidade da ação.

Este banco tem oportunidade de lucro em ‘dobro’

Outro fator de destaque dessa ação, além de estar sendo negociada abaixo do que de fato vale, é o pagamento de dividendos.

O papel tem um bom histórico de distribuição de lucros para os acionistas e a perspectiva da analista é que ele continue pagando proventos atrativos

Estamos falando, portanto, de uma oportunidade de lucro em “dobro”, tanto pela chance de ganho de capital por meio da valorização das ações, quanto pelo recebimento de dividendos.

Mais especificamente, a analista estima que seja possível lucrar o equivalente a 110% do CDI com a alta desse papel na bolsa e ganhar proventos de 5% a 10% ao ano.

‘Bancão’ sólido e resiliente em meio a crises – veja qual é

Larissa Quaresma também defende que essa ação é indispensável para quem quer proteger a carteira. Esse banco tem um bom histórico de resiliência e solidez mesmo em períodos turbulentos para a economia brasileira.

Em 2015, por exemplo, que ficou marcado como o ano de uma das piores crises do Brasil, as ações do banco saltaram 3 vezes mais que o Ibovespa no período.

Conheça a ação deste banco e outras 9 recomendações para investir agora

A equipe de análise da Empiricus Research enxerga tanto potencial na ação desse banco que incluiu o papel em um portfólio de 10 melhores ações para investir agora.

Nesta carteira, os analistas reúnem apenas as ações consideradas os “filés mignon” da bolsa. São papéis que combinam fundamentos interessantes e algum gatilho de valorização no curto prazo.

A boa notícia é que qualquer investidor interessado em conhecer o único “bancão” brasileiro que vale a pena ter em carteira (e outros 9 papéis extremamente atrativos) pode acessar o portfólio recomendado pela Empiricus Research de graça.

A analista Larissa Quaresma explicou a tese completa do banco recomendado e das outras 9 ações em um relatório totalmente gratuito. Você não paga absolutamente nada para conhecer as 10 melhores ações para investir agora e pode obter informações extremamente valiosas.

Fonte: Money Times

Dívida da 123 Milhas com BB pode chegar a R$ 448 milhões, diz auditoria

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A dívida da 123 Milhas com o Banco do Brasil, seu principal credor, pode chegar a R$ 448 milhões, diz o relatório de uma auditoria que analisou as atuais condições da empresa. No total, a agência de viagens tem uma dívida estimada em R$ 2,4 bilhões.

Os valores estão na constatação prévia da empresa, feita por exigência da Justiça, que consiste na verificação das reais condições de funcionamento da empresa e da regularidade documental. Além do BB, outros seis bancos foram credores da 123 Milhas.

Do total devido ao BB, cerca de R$ 97 milhões foram oriundos de empréstimos. O restante foi adquirido por antecipações de recebíveis, uma espécie de adiantamento de lucros ou vendas realizadas a prazo, parceladas ou pré-datadas.

Além do BB, a auditoria ainda aponta dívida de cerca de R$ 20 milhões com o BTG Pactual, R$ 3 mi com o Inter, R$ 2,7 mi com o Santander e R$ 1,3 mi com o Safra.

No entanto, segundo fontes do mercado, a dívida da 123 Milhas com o BTG está menor atualmente e gira em torno de R$ 5 milhões, referentes a valores a receber de descontos de cartão de crédito.

Procurados pelo g1, os bancos e a agência de viagens não se manifestaram até a última atualização desta reportagem.

Nesta segunda-feira (13), ex-funcionários da 123 Milhas fizeram um protesto em frente à sede da empresa, na Savassi, Região Centro-Sul de Belo Horizonte. Eles alegam que não receberam a rescisão trabalhista desde quando foram desligados, em agosto.

A auditoria contabiliza que a 123 Milhas tem dívidas trabalhistas com 948 funcionários, totalizando um débito atual de cerca de R$ 17 milhões apenas com esses encargos. Na última semana, a Justiça desbloqueou R$ 23 mi da agência para que ela possa quitar esse saldo devedor.

Fonte: G1

Em quatro dias, BB repactua mais de R$ 770 milhões em dívidas do FIES

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Nos primeiros quatro dias de renegociações, o Banco do Brasil repactuou mais de R$ 770 milhões em dívidas do FIES. Foram 14 mil solicitações, além de 65 mil simulações. O Banco disponibilizou tanto o seu App BB Mobile como sua rede de agências para a renegociação. A facilidade de negociação, aliada à conveniência do App, permitiram que 92% dessas renegociações fossem efetuadas pelo próprio mutuário, sem precisar se deslocar para uma agência.

Os clientes com financiamento estudantil no Banco do Brasil podem procurar a Central de Relacionamento do BB para mais informações sobre a renegociação das dívidas do FIES. De acordo com as normas divulgadas na última semana, os débitos em atraso poderão ter até 100% do desconto em juros e multas e, no caso de liquidação integral do contrato, o desconto chega a 99% do valor consolidado na dívida.

Os estudantes devem entrar em contato com a Central de Relacionamento do BB por meio dos telefones 4004 0001 (capitais e regiões metropolitanas) ou 0800 729 0001 (demais localidades) para saber se fazem parte do público-alvo dos descontos. A renegociação teve início no dia 8 de novembro nas seguintes condições:

Estudantes inadimplentes

  • débitos vencidos e não pagos por mais de 90 dias em 30 de junho de 2023: desconto de 100% sobre encargos (juros e multas) e de 12% sobre o valor principal para pagamento à vista; ou parcelamento em até 150 parcelas mensais e sucessivas, com desconto de 100% dos juros e multas, mantidas as demais condições do contrato;
  • débitos vencidos e não pagos por mais de 360 dias em 30 de junho de 2023 que estejam inscritos no CadÚnico ou que tenham sido beneficiários do Auxílio Emergencial 2021: desconto de 92% do valor consolidado da dívida, inclusive principal, por meio da liquidação integral do saldo devedor;
  • débitos vencidos e não pagos por mais de 360 dias em 30 de junho de 2023 que estejam inscritos no CadÚnico ou que tenham sido beneficiários do Auxílio Emergencial 2021, cuja data da última prestação prevista em contrato esteja em atraso superior a cinco anos: desconto de 99% do valor consolidado da dívida, inclusive principal, por meio da liquidação integral do saldo devedor;
  • débitos vencidos e não pagos por mais de 360 dias, em 30 de junho de 2023, que não se enquadrem na hipótese prevista nos dois itens anteriores: desconto de 77% do valor consolidado da dívida, inclusive principal, por meio da liquidação integral do saldo devedor;

Estudantes adimplentes

  • desconto de 12% do valor consolidado da dívida, inclusive principal, para pagamento a vista.

As condições acima se aplicam para financiamentos contratados até o segundo semestre de 2017 e que se encontravam em fase de amortização em 30 de junho deste ano. Os estudantes têm até 31 de maio de 2024 para efetuar a renegociação.

FIES

O FIES é uma política de financiamento estudantil criada pelo Ministério de Educação em 1999. O objetivo é facilitar o acesso ao ensino de graduação, principalmente para jovens de baixa renda, em faculdades privadas. O programa financia até 100% do valor dos encargos educacionais cobrados pelas instituições de ensino com adesão ao Fundo, e depois de graduado o estudante possui uma carência de 18 meses para começar a pagar o financiamento.

Para mais informações sobre a renegociação, acesse www.bb.com.br/fies

Fonte: Banco do Brasil

Banco do Brasil vai pagar R$ 2,24 bilhões em dividendos

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O Banco do Brasil (BBAS3) comunicou na última quarta-feira (8) que pagará aos acionistas os dividendos e juros sobre o capital próprio (JCP) complementares, totalizando R$ 2,24 bilhões.

Segundo comunicado da empresa, os dividendos totalizarão R$ 291,05 milhões, correspondendo a R$ 0,101988 por ação. Os JCPs, por sua vez, alcançarão R$ 1,958 bilhões, representando R$ 0,686222 por ação.

O pagamento desses valores está agendado para o dia 30 de novembro de 2023, considerando a posição acionária de 21 de novembro. As ações serão negociadas “ex” a partir de 22 deste mês.

Esse é o segundo anúncio de dividendos e JCP feito pelo Banco do Brasil em 2023. Em agosto, o banco anunciou o pagamento de R$ 2,27 bilhões, sendo R$ 410,149 milhões em dividendos e R$ 1,86 bilhões via JCP.

Dividendos do Banco do Brasil

Valor: R$ 291.052.643,24
Valor por ação: R$ 0,10198860740
Data de corte: 21 de novembro de 2023
Data de pagamento: 30 de novembro de 2023

JCP do Banco do Brasil

Valor: R$ 1.958.323.968,37
Valor por ação: R$ 0,68622202551
Data de corte: 21 de novembro de 2023
Data de pagamento: 30 de novembro de 2023

Fonte: Estadão

Associação de quilombos defende reparação do BB por escravidão

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A Associação das Comunidades Remanescentes de Quilombos do Estado do Rio de Janeiro encaminhou na segunda-feira (13) ao Ministério Público Federal (MPF) um manifesto em apoio à ação movida pelo órgão que pede reparação do Banco do Brasil por ter financiado o mercado de escravos no país.

No documento, a entidade que representa 53 comunidades remanescentes de quilombos no Rio cita a difícil situação da população negra no Brasil até os dias de hoje, que “materializa reminiscências do holocausto da escravidão de pessoas pretas” e critica a falta de políticas públicas eficazes para combater esses problemas. Ao final, o manifesto defende que o banco dê explicações e uma reparação à população negra pelos “lucros vexatórios” que obteve com o mercado de escravos.

“O Banco do Brasil, de forma voluntária, ou por meio de imposição por parte do MPF e/ou do Judiciário brasileiro, deve explicações e sobretudo, por meio de REPARAÇÃO à sociedade civil deste país, em especial à população preta-brasileira, por sua lamentável e vergonhosa participação no mais vergonhoso período da história brasileira, que foi o processo de escravização da população Preta/Negra”, diz o manifesto.

Em setembro deste ano, o MPF no Rio de Janeiro decidiu abrir uma investigação inédita sobre a atuação do Banco do Brasil no financiamento do mercado de escravos no país. Isso aconteceu após a instituição receber um estudo que recuperou em registros oficiais, notícias da época e documentos históricos essa parte da atuação do banco público.

Quilombolas falam em racismo do poder público

No manifesto encaminhado nesta semana ao Ministério Público Federal, os quilombolas elencam os vários problemas que assolam a população negra no país, da pobreza e falta de acesso a direitos básicos, à violência que mata mais os negros e negras e até a disparidade salarial tanto nos setores público quanto privado.

Além disso, o documento condena especificamente lentidão dos órgãos responsáveis pela regularização das terras quilombolas e afirma que o poder público é “racista” em sua demora para garantir o direito dessas populações tradicionais enquanto garante, de forma célere, autorizações e licenças ambientais para empreendimentos empresariais nos terrenos quilombolas.

“Frise-se, ademais, o fato do poder público, de maneira racista e perversa, é omisso e letárgico na garantia dos direitos inerentes a tais comunidades, conforme se depreende DOS INTERMINÁVEIS PROCESSOS DE DEMARCAÇÃO E TITULAÇÃO DOS SEUS RESPECTIVOS TERRITÓRIOS (sic), que se arrastam há décadas junto ao INCRA ou no órgão estadual com competência/atribuição legal para tanto como o ITERJ (Instituto deTerras e Cartografia do Estado do Rio de Janeiro) e o INEA (Instituto Estadual do Ambiente)”, diz o texto.

“Por outro lado, este mesmo poder público mostra-se extremamente célere na expedição de licenças ambientais, mediante processos de licenciamento ambiental ilegais/fraudulentos, autorizando grandes empreendimentos econômicos, nacionais e internacionais, a instalarem-se e operarem/funcionarem dentro dos territórios quilombolas, explorando-os economicamente sem deixar qualquer tipo de contrapartida em benefício das comunidades, apenas e tão-somente um devastador legado de destruição e morte geradas por gigantescos e escandalosos impactos socioambientais”, segue o manifesto.

A entidade ainda ressalta que tem havido avanços legislativos e de formulação de políticas públicas para reparar e enfrentar alguns problemas da população negra, mas que estas são, muitas vezes, “tímidas”. “Todavia todas estas iniciativas caracterizam-se, fundamentalmente, por sua incipiência, ‘timidez’ e insuficiência, dado o gigantesco e estarrecedor estoque histórico/ancestral de exclusão, omissões e acúmulo de desigualdades que marcam a atuação do Estado e a sociedade brasileira, motivados (consciente e/ou inconscientemente) pela presença atávica do racismo”, aponta o manifesto.

MPF realizará audiências públicas

O inquérito civil público foi instaurado pela Procuradoria Regional de Direitos do Cidadão no Rio de Janeiro. Presentes em todos os estados do país. As procuradorias são o braço de atuação do Ministério Público Federal que atua na garantia de direitos constitucionais, como liberdade, igualdade, dignidade, saúde, educação, assistência social, acessibilidade, segurança pública, o direito à informação e à livre expressão, entre outros.

A partir da abertura do inquérito civil, a procuradoria se reuniu com o banco público no dia 27 de outubro e ficou acertado que o BB se manifestaria em 15 dias úteis sobre o reconhecimento de sua atuação no tráfico de escravos. Além disso, a instituição deverá apresentar quais medidas pretende adotar no curto prazo em consequência desse reconhecimento. O banco ainda está no prazo para apresentar sua resposta.

Segundo divulgou o MPF na época do encontro, o BB também deverá se manifestar sobre o financiamento de pesquisas sobre esse passado, “além de indicar as medidas que pretende acelerar para racializar a forma de pensar a sua própria estrutura”. O MPF, por sua vez, deve organizar audiências públicas com a sociedade civil para discutir sobre um possível plano de reparação a ser executado pelo banco público. A primeira audiência está marcada para o próximo sábado (18) na sede da escola de samba Portela, no Rio de Janeiro.

Fonte: Brasil de Fato

Inscrições ao Prêmio Fundação BB são prorrogadas para 15 de dezembro

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As inscrições para a 12ª edição do Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social foram prorrogadas até o dia 15 de dezembro. Ao todo, serão distribuídos R$ 6 milhões às melhores iniciativas apresentadas pelas instituições sem fins lucrativos que desenvolvem Tecnologias Sociais, que visam o desenvolvimento sustentável.

O prêmio é considerado um dos principais reconhecimentos do terceiro setor no país, sendo que podem concorrer entidades como instituições de ensino e de pesquisa, fundações, cooperativas, organizações da sociedade civil e órgãos governamentais de direito público ou privado legalmente constituídos no Brasil.

Do total de R$ 6 milhões em prêmios, R$ 5 milhões são destinados a 10 projetos de Tecnologias Sociais que serão premiadas pela Fundação BB, e R$ 1 milhão serão distribuídos entre 20 ideias finalistas.

Ações pela igualdade

Nesta 12ª edição, o Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social apresenta novidades no âmbito da diversidade ao bonificar as iniciativas que atendem ações pela igualdade racial e de gênero, e inclusão dos povos e comunidades tradicionais.

Além do investimento financeiro, as instituições vencedoras participarão da Semana Nacional de Tecnologia Social e o Desafio, previstos para acontecer no primeiro semestre de 2024, em Brasília, cuja programação inclui dinâmicas com palestras. O Desafio é uma jornada de aperfeiçoamento das propostas de projetos para reaplicação de suas Tecnologias Sociais e posterior apresentação a uma Comissão de Seleção.

O presidente da Fundação BB, Kleytton Morais, avalia que a prorrogação foi necessária para oportunizar que novas metodologias possam ser inscritas para concorrer ao prêmio. Através da premiação, a Fundação BB reconhece e estimula a criatividade de iniciativas que buscam impactar positivamente a vida das comunidades com soluções sustentáveis.

“O Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social é uma forma de valorizar ações sustentáveis que geram trabalho e renda, que melhoram a segurança alimentar, que mostram a relevância da agricultura familiar, e que têm a diversidade no topo. Com esse prazo maior, esperamos que mais comunidades possam participar e ter projetos inscritos concorrendo aos valores para colocar as propostas em prática”, destacou Morais.

A Certificação de Tecnologia Social identifica Tecnologias Sociais desenvolvidas no País relacionadas aos temas de alimentação, educação, energia, geração de renda, habitação, meio ambiente, recursos hídricos e saúde.

Realizado a cada dois anos desde 2001, o Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social já destinou um total de R$ 14,6 milhões em premiações e investiu cerca de R$ 1 bilhão na reaplicação de tecnologias sociais certificadas, em parceria com órgãos públicos, empresas privadas e organizações do terceiro setor.

Desde 2001, as instituições sem fins lucrativos premiadas nas edições anteriores do Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social apresentaram iniciativas inovadoras nos mais diversos campos de atuação. As iniciativas certificadas, finalistas e premiadas estão reunidas na plataforma Transforma!, da Fundação BB, que traz a descrição completa com relatos e imagens das tecnologias sociais cadastradas desde a primeira edição do Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social. A plataforma pode ser acessada pelo link http://transforma.fbb.org.br.

Serviço
12ª Edição do Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social
Inscrições: até 15 de dezembro de 2023.
Link para inscrição: www.bb.com.br/tecnologiasocial

Sobre a Fundação Banco do Brasil
Há quase quatro décadas, em 1985, o Banco do Brasil instituiu sua Fundação para contribuir com a transformação social dos brasileiros e com o desenvolvimento sustentável do país. É a principal instituição gestora dos projetos socioambientais apoiados por meio do Investimento Social Privado – ISP do BB e de parceiros. Nos últimos 10 anos, foram investidos R$ 2,6 bilhões em 10 mil iniciativas que impactaram positivamente a vida de 6,6 milhões de pessoas. Os eixos de atuação são: Tecnologia Social (eixo transversal), Educação para o Futuro, Meio ambiente e Renda, Saúde e Bem-estar, Ajuda Humanitária e Voluntariado.

Fonte: Banco do Brasil

BB: apesar dos recordes, gestão vê lucro crescendo um dígito em 2024

Publicado em: 10/11/2023

Mesmo com lucros robustos nos últimos trimestres, a gestão do Banco do Brasil (BBAS3) espera crescer suas últimas linhas do balanço a um dígito percentual no ano que vem.

Durante teleconferência de resultados, o CFO do Banco do Brasil, Marco Geovanne Tobias da Silva, destacou que pelos números divulgados essa é a expectativa, apesar de não ser o guidance oficial – a ser anunciado somente no resultado do Banco do Brasil referente ao 4T23.

Os executivos ainda destacaram que esperam crescimentos de um dígito percentual ou em se tratando da carteira de crédito, ou até mesmo pouco acima de 10%.

O CFO do Banco do Brasil disse que, no panorama atual, a carteira de crédito do banco tem sido inclusive um grande propulsor para a companhia alcançar o guidance de 2023.

“Sobre o guidance, em linhas gerais, a expectativa é de convergência com o que foi divulgado. Continuamos vendo boas tendências na carteira de crédito, com força do agro”.

Durante a teleconferência, ao ser perguntado sobre o patamar de remuneração dos acionistas de BBAS3, o CFO destacou que a companhia estuda ‘cautelosamente’ um eventual aumento do payout do banco.

Às risadas, o executivo brincou que ‘um concorrente paga 30%, menos que os 40% do banco’, e ironizou: “Vamos esperá-lo aumentar para aumentarmos o nosso também”.

No mesmo contexto, o executivo acrescentou que a gestão atual tem tomado a decisão de usar esses recursos para impulsionar os resultados do banco.

“Atualmente estamos reinvestindo esse lucro em benefício dos acionistas”, disse.

Nesta quinta (9), após a divulgação do resultado na véspera, as ações do Banco do Brasil caíram 4,18%. No acumulado do ano, contudo, os papéis sobem 50%.

Fonte: Suno

BB tem lucro líquido ajustado de R$ 26,1 bilhões no 9M23

Publicado em: 09/11/2023

O Banco do Brasil apresentou um lucro líquido ajustado de R$ 26,1 bilhões nos nove primeiros meses de 2023, crescimento de 14,0% na comparação com o mesmo período do ano anterior, o que representa um RSPL (retorno sobre patrimônio líquido) de 21,3%. O valor adicionado à sociedade alcançou R$ 64,4 bilhões. O índice de capital principal do BB encerrou setembro em 12,49%. No 3T23, o lucro líquido ajustado foi de R$ 8,8 bilhões, 4,5% superior ao mesmo período do ano passado.

A performance nos nove primeiros meses do ano é reflexo do crescimento da margem financeira bruta (+30,4%), decorrente dos bons resultados da carteira de crédito e dos títulos e valores mobiliários alocados em tesouraria. As receitas de prestação de serviços cresceram +5,0%. Por outro lado, ocorreram elevações das despesas de PCLD ampliada (+101,2%). As despesas administrativas subiram +8,0%, impulsionadas pelos investimentos em tecnologia.

Crescimento da Carteira de Crédito Ampliada

A carteira de crédito ampliada, que inclui TVM (títulos e valores mobiliários) privados e garantias, registrou saldo de R$ 1,07 trilhão em setembro/23, crescimento de 10,0% frente a setembro/22 e 2,0% em relação a junho/23. Destaque para a carteira de negócios sustentáveis, que totalizou R$ 338,8 bilhões, com crescimento de 5,5% em 12 meses, representando 32% da carteira de crédito ampliada do BB. O índice de inadimplência acima de 90 dias (relação entre as operações vencidas há mais de 90 dias e o saldo da carteira de crédito classificada) atingiu 2,81% (abaixo do Sistema Financeiro, que registrou indicador de 3,50%) e o índice de cobertura (relação entre o saldo de provisões e o saldo de operações vencidas há mais de 90 dias) foi de 199,1%.

Carteira Ampliada Pessoa Física

Crescimento de 0,7% na comparação com junho/23 e 7,9% em 12 meses, alcançando R$ 304,1 bilhões, influenciada, principalmente, pelo desempenho na carteira de crédito consignado (+2,0% no trimestre e +8,9% em 12 meses).

Carteira Ampliada Pessoa Jurídica

Registrou crescimento de 4,7% em 12 meses, atingindo R$ 371,4 bilhões, com destaque para a carteira de Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPMEs), com evolução de 4,2% no trimestre e 14,2% em 12 meses.

Carteira Ampliada Agronegócios

Alcançou o saldo de R$ 339,9 bilhões, crescimento de 5,7% em relação a junho/23 e 18,9% em 12 meses. Destaque para as linhas de custeio (+14,2% no trimestre e +18,9% em 12 meses), de investimentos (+4,8% no trimestre e +37,1% em 12 meses) e de comercialização (+8,7% no trimestre e +64,9% em 12 meses). De julho a setembro, ou seja, no primeiro trimestre de atuação no Plano Safra 2023/2024, o BB desembolsou R$ 68,8 bilhões, um crescimento de 8,2% em relação ao mesmo período da safra anterior.

Agenda ASG

Neste trimestre, o BB renovou e revisou os compromissos para um futuro sustentável. Os Compromissos BB 2030 para um Mundo + Sustentável trazem objetivos em quatro frentes de atuação, incluindo o crédito sustentável e investimento responsável, abrangendo a atuação na gestão ASG e climática e buscando gerar impactos positivos na cadeia de valor. O BB assumiu o compromisso de atingir uma carteira de R$ 500 bilhões em crédito sustentável, dos quais R$ 200 bilhões em agricultura sustentável, além de R$ 30 bilhões em financiamento a energias renováveis.

Além disso, o BB alterou o objetivo de captação para investimentos sustentáveis já considerando a nova regulação da Anbima para fundos IS (Investimento Sustentável). O BB também ampliou os objetivos de diversidade e inclusão e incluiu metas de preservação florestal e reflorestamento.

Nos últimos meses, o Banco do Brasil participou de diversas reuniões sobre a temática ASG, destacando a da Organização das Nações Unidas (ONU), um evento que reuniu chefes de Estado e representantes da sociedade civil dos mais de 190 países-membros da Organização. O Banco levou para o mundo a necessidade de preservação da floresta, a recuperação de matas degradadas, a promoção da bioeconomia e a valorização da população amazônica, por meio da campanha All Amazônia.

O BB foi selecionado a compor o iDiversa da B3, o primeiro índice latino-americano a combinar, em um único indicador, critérios de gênero e raça, e reconhece as companhias listadas que se destacam em diversidade, além de promover maior representatividade desses grupos no mercado.

Fonte: Banco do Brasil

BB aloca R$ 320 bi em negócios sustentáveis e quer ser referência em ESG

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Não só as empresas nascidas neste século miram seu norte para a sustentabilidade com planos, estratégias e acenos ao mercado. O banco mais antigo do país também quer mostrar que os pilares do ESG estão na essência de seu negócio e que pode fazer muito mais.

O Banco do Brasil foi a Nova York durante a última reunião da Assembleia Geral da ONU, em que lideranças empresariais do mundo todo se reúnem em eventos paralelos, para vender seu novo posicionamento: alocar investimentos em negócios sustentáveis — já são mais de R$ 320 bilhões, um terço da carteira —, aumentar o financiamento para o reflorestamento e a agricultura de baixo carbono, além de outras ações ESG.

Em entrevista à EXAME Solutions, o vice-presidente de Negócios com Governos e Sustentabilidade Empresarial, José Ricardo Sasseron, diz que a vocação do banco para negócios sustentáveis se traduz pela própria natureza de seus negócios e clientes. O BB é um dos maiores fornecedores de crédito rural e tem grande capilaridade pelo interior do país, onde financia microempreendimentos.

Além dos negócios sustentáveis, o banco ainda tem feito a lição de casa. A instituição se comprometeu com alguns Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, como pagamento de salários justos para os funcionários a partir de um piso universal e equidade entre homens e mulheres nos cargos de liderança.

Fonte: Exame

BB oferece apoio à população do PR afetada por fortes chuvas

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O Banco do Brasil, em apoio ao estado do Paraná, está realizando diversas ações para atendimento aos municípios afetados pelas fortes chuvas recentes, em especial aos 15 municípios em estado de calamidade e aos 16 em situação de emergência, conforme decretos municipais publicados.

Entre as principais ações em apoio à população do estado, está a disponibilização imediata de R$ 295 milhões em limites de crédito para os municípios afetados, sendo R$ 161 milhões para os em calamidade e R$ 134 milhões para os em emergência, com contratação priorizada. Os gestores municipais poderão contar com o Banco para orientações sobre a solicitação dos recursos.

Os municípios afetados também serão priorizados na emissão dos cartões de Defesa Civil do BB.

Agronegócios

Como medida emergencial, foram prorrogadas as operações para os produtores rurais dos municípios afetados, com manutenção dos encargos financeiros de normalidade. O processo foi simplificado e ocorrerá mediante análise individual e monitoramento tempestivo de todas as culturas. Nas operações de Proagro, serão priorizadas as análises dos pedidos para as atividades agrícolas afetadas. Os sinistros de seguro rural também serão atendidos pela seguradora com precedência. O Banco lembra que todas as linhas de crédito do BB ao agronegócio estão disponíveis para os produtores rurais das áreas afetadas, nas condições estabelecidas no Plano Safra 2023/2024.

Ajuda humanitária

A Fundação Banco do Brasil doou R$ 500 mil para apoiar a população paranaense e está atuando com aquisição de água potável, cestas básicas, colchões, kits acomodação (travesseiro, fronha e cobertor) e kits de limpeza, considerando as necessidades prioritárias da comunidade.

Crédito Pessoa Física e Jurídica

Outra ação do BB é a manutenção dos limites de crédito para mais de 320 mil clientes, no valor aproximado de R$ 14 bilhões em crédito para CDC, Custeio e Giro. Os clientes das regiões afetadas terão condições especiais para renegociação de dívidas, com taxas diferenciadas, até 180 dias de carência e até 120 meses para pagamento. As Micro e Pequenas Empresas (MPE) contam com linhas específicas de reprogramação de dívidas. Outra novidade é a prorrogação extraordinária do vencimento das seis próximas parcelas vincendas das operações. No Pronampe, as parcelas de operações atuais podem ser prorrogadas para o prazo total de até 72 meses.

Cartões

Serão estornados os encargos cobrados em faturas com atraso no pagamento a partir da calamidade, além da tarifa de emissão da segunda via do cartão (caso haja), por um período de 60 dias. O saldo devedor relativo às faturas de setembro ou outubro de 2023 não pagas ou pagas parcialmente será migrado para o mês seguinte, sem incidência de encargos.

Seguros

Está aberto canal de atendimento exclusivo 24 horas, com priorização para abertura de sinistros e acionamento de assistência imediata dos clientes das áreas afetadas. Os processos de sinistro foram simplificados para agilizar o pagamento de indenizações. Os clientes em situação e emergência também contam com valores triplicados para as coberturas de limpeza, telhado e desentupimento, com liberação de assistências adicionais como hospedagem e dedetização não contempladas no contrato. Haverá contato com os clientes segurados da região, por mensagem via Whatsapp, para verificar necessidades de atendimento. O Banco do Brasil permanece à disposição do estado do Paraná para apoiar nas ações de recuperação de todas as áreas afetadas.

Fonte: Banco do Brasil

Banco do Brasil promove segunda edição do BB Digital Week

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Nos dias 21 a 23 de novembro, o Banco do Brasil promoverá a segunda edição do BB Digital Week (BBDW), que será realizado no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília. O evento sobre tecnologia, inovação, negócios e sustentabilidade terá como tema “Digitalizando o futuro: empoderando pessoas, explorando experiências e conectando negócios”.

O BB Digital Week será gratuito e aberto à participação do público em geral. Com uma área de 7,4 mil m², o BBDW terá 42 painéis de debate e 12 salas com diversos workshops por dia e uma feira com exposição de tecnologias e serviços.

Além disso, o palco principal do evento vai abrigar mais de 70 palestras de especialistas do Banco do Brasil e do mercado (como Joel Jota, Rachel Maia, Camila Farani e Nina Silva).

Os painéis, workshops e palestras estão divididos em oito trilhas de conteúdo: Agile, Experience, IA & Analytics, Cibersegurança & Proteção de dados, Desenvolvimento, Inovação, Infraestrutura, ASG & Cultura.

Já a feira terá estandes do Banco (onde será possível experimentar as soluções e tecnologias mais inovadoras desenvolvidas pelo BB), de parceiros (como Alelo, IBM e Microsoft) e uma arena com programação voltada para o público gamer.

SERVIÇO:
BB DIGITAL WEEK (BBDW)

Evento do Banco do Brasil sobre tecnologia, inovação, negócios e sustentabilidade.
Data: 21, 22 e 23 de novembro
Horário: das 9h às 18h
Inscrições: pelo site www.bbdw.com.br (as vagas são limitadas)
Local: Centro de Convenções Ulysses Guimarães
Cursos, painéis e palestras: a participação será por ordem de chegada em cada sala. Não haverá transmissão online

Fonte: Banco do Brasil

Banco do Brasil lança plataforma de hiperpersonalização de clientes

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A Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) participou de uma reunião, a convite da direção do BB, para conhecer a ferramenta Insight PF que, segundo a empresa, foi desenvolvida para facilitar a entrega de resultados dos funcionários do varejo, na venda de produtos.

Com base em inteligência analítica, através de estatísticas dos dados, a Insight PF começou a ser implementada na segunda-feira (6) e utiliza base da dados de carteiras de clientes para direcionar a melhor forma de o funcionário atuar na sua região, com a hiperpersonalização dos clientes mais promissores. A forma de acesso à Insight PF, que recebe atualizações diárias, é via e-mail e app teams.

“Aparentemente, pelo que nos foi apresentado em reunião, a ferramenta é promissora no sentido de facilitar o trabalho dos funcionários e funcionárias, evitando que precisem realizar dezenas de ligações para que, por exemplo, fechem um contrato de crédito. Mas é preciso verificar os impactos dela agora, na prática, para melhorar nossa avaliação”, destacou a coordenadora da CEBB, Fernanda Lopes.

A diretora da Fetrafi-RS e membro da CEBB, Priscila Aguirres, questionou se a ferramenta irá substituir a necessidade de relatórios que, segundo os representantes do próprio banco, alcançaram a margem de 700. “A questão que nós, do movimento sindical, levantamos é se essa ferramenta irá permitir que o gerente escolha sua estratégia de atuação. Porque atualmente não é assim, pois eles acabam tendo o trabalho engessado pelo esquema de relatórios, pedidos semanalmente”, complementou.

Em resposta, os representantes do banco informaram que o Insight PF não irá substituir os relatórios, num primeiro momento. Mas que essa substituição “é uma das ambições” que a empresa quer alcançar com a implementação dela. Também foi dito aos representantes dos trabalhadores que a plataforma “não é uma ferramenta de gestão, acompanhamento e monitoramento” e que “não irá gerar nenhum tipo de obrigação, por parte dos gerentes”, para ligarem aos clientes indicados pela plataforma com maior potencial de venda.

Quando foi apresentada à CEBB, o banco destacou também que a ferramenta é composta por quatro frentes: uma para indicar as áreas com maior potencial de alcançar resultados; outra com balanço das performances obtidas por área; há ainda uma terceira com a indicação de públicos mais efetivos de carteira de oportunidade; e, por fim, uma frente com uma lista dos gerentes que mais se destacam.

O representante da Federação dos Bancários no Estado de São Paulo (Fetec-CUT/SP) na CEBB, Getúlio Maciel, alertou sobre a frente que lista os colegas em destaque. “Os destaques podem acabar aprofundando a política de pressão por metas, que precisa ser mudada. Nós sabemos que o sistema de competição adoece os funcionários”, completou.

Após escutar os trabalhadores, o banco informou a exclusão da lista de matrículas de gerentes de relacionamento que se destacarem. Apenas prefixos de agências e dependências que tiverem bom desempenho serão divulgados. “Esse foi nosso principal ponto de preocupação, da nova ferramenta. Nós achamos positiva essa mudança. Continuaremos acompanhando com atenção o processo de implementação, para garantir que seja para o bem dos funcionárias e funcionários do BB”, concluiu Fernanda Lopes.

Fonte: Contraf-CUT

Banco do Brasil começa renegociações do Fies; prazo termina em maio

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O Banco do Brasil (BBAS3) começou nesta quarta-feira, 8 de novembro, as renegociações de dívidas em atraso do Fies, programa de financiamento ao ensino superior do governo federal.

De acordo com o Banco do Brasil, os estudantes podem entrar em contato com as centrais telefônicas do banco para saber se fazer parte do público-alvo da renegociação.

De acordo com resolução publicada nesta terça-feira pelo Diário Oficial da União (DOU), as dívidas poderão ter até 100% de desconto nos juros e multas, e na liquidação integral do contrato, um desconto de até 99% no valor consolidado.

Estudantes que tinham débitos sem pagamento há mais de 90 dias em 30 de junho deste ano terão desconto de 100% sobre os encargos, e de 12% no valor principal em caso de pagamento à vista.

Podem ainda pagar em até 150 parcelas mensais, com desconto de 100% nos encargos e as demais condições do contrato mantidas.

Para estudantes com dívidas vencidas há mais de 360 dias na mesma data que estejam inscritos no CadÚnico ou que tenham recebido o Auxílio Emergencial em 2021, o desconto é de 92% do valor consolidado da dívida, o que inclui o principal, quando houver a liquidação integral.

Se a última prestação prevista em contrato estiver vencida há mais de cinco anos, os desconto é de 99% do valor consolidado.

Já no caso de débitos em atraso há mais de 360 dias em 30 de junho que não se enquadrem nas demais hipóteses, o desconto é de 77% no valor consolidado em caso de liquidação integral.
Desconto para estudantes chega a 12%, diz Banco do Brasil

O BB informa ainda que para os estudantes do Fies que estão em dia com os pagamentos, o desconto no valor consolidado é de 12% para o pagamento à vista.

As condições se aplicam a financiamentos contratados até o segundo semestre de 2017, e que estavam em fase de amortização em 30 de junho deste ano.

Segundo o Banco do Brasil, o prazo para a renegociação vai até 31 de maio de 2024.

Fonte: Suno

Participantes do PrevMais podem alterar o percentual de contribuição

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Em novembro, participantes ativos, autopatrocinados, aposentados e pensionistas do plano PrevMais poderão realizar a alteração da porcentagem de contribuição mensal, que refletirá durante todo o ano de 2024. Portanto, é importante estar atento, analisar a sua situação previdenciária e realizar a melhor escolha.

As alterações poderão ser solicitadas até 30 de novembro e as mudanças passam a vigorar a partir de 1º de janeiro de 2024.

Os participantes ativos e autopatrocinados podem realizar a alteração do percentual de contribuição mensal do plano PrevMais. Vale ressaltar que, quanto mais investir em sua previdência agora, maior poderá ser o seu benefício quando se aposentar.

Outro ponto importante é que as contribuições são paritárias, ou seja, o patrocinador contribui com o mesmo percentual. Portanto, quanto maior a contribuição do participante, maior a acumulação, pois é dobrada (*). Além disso, todos os participantes podem deduzir suas contribuições do IR até o limite de 12% de sua renda bruta anual tributável (no caso de declaração completa).

Já os participantes assistidos que optaram pela renda mensal programada em percentual ou prazo no PrevMais poderão realizar alteração em ambos.

Destacamos que a alteração é realizada no portal, não sendo mais necessário o envio do formulário para o Instituto. Esse processo torna mais fácil para o participante exercer a sua opção de alteração.

Como alterar

Para alterar a sua opção, acesse o autoatendimento e faça o login. Em seguida, escolha previdência > aba “PrevMais” > opções do meu plano > “Alteração de percentual de contribuição”, caso você seja ativo ou autopatrocinado, ou “Alteração de percentual e prazo de benefício”, no caso de participantes assistidos.

Em caso de dúvidas, entre em contato com o Economus nos canais de relacionamento.

Fonte: Economus

BB Seguridade tem lucro líquido de R$ 2,056 bilhões no 3º trimestre

Publicado em: 06/11/2023

A BB Seguridade (BBSE3), holding de seguros, previdência e capitalização do Banco do Brasil, registrou lucro líquido de R$ 2,056 bilhões no terceiro trimestre deste ano, alta de 24,5% em relação ao mesmo período do ano passado. Na comparação com o segundo trimestre deste ano, o resultado foi 11,7% maior.

De acordo com a companhia, a maior contribuição para o crescimento do resultado em base anual veio da Brasilprev, a empresa de previdência privada do grupo. Sozinha, a companhia deu contribuição de R$ 178,9 milhões a mais para o resultado da holding, graças à melhoria do resultado financeiro diante do menor custo das obrigações atreladas aos planos tradicionais.

A BB Seguridade estima que a defasagem do IGP-M, o índice que corrige os planos tradicionais da Brasilprev, teve efeito positivo de R$ 146 milhões no terceiro trimestre, contra efeito negativo de R$ 101 milhões no mesmo intervalo de 2022. Isso ocorre porque neste ano, o IGP-M está abaixo do IPCA (Índice de Preços no Consumidor), o que leva a empresa a ter ganho financeiro.

Também houve contribuição da Brasilseg, que agregou mais R$ 150,1 milhões em relação ao mesmo período do ano passado, diante da evolução da arrecadação com seguros e também do melhor resultado financeiro. O resultado financeiro combinado da BB Seguridade e das empresas investidas foi de R$ 460,2 milhões no terceiro trimestre, volume 98% maior que o do mesmo período do ano passado.

Ao todo, o financeiro respondeu por 22,4% do resultado líquido da companhia, contra 14,1% no mesmo período de 2022. Segundo a BB Seguridade, a Selic média do terceiro trimestre foi de 13,27%, contra 13,47% 12 meses antes, e 13,65% no segundo trimestre deste ano. A carteira de aplicações consolidada estava concentrada em títulos atrelados à inflação, com 44,3% do total, e os pós-fixados, que eram 42,5%. Um ano antes, esses porcentuais eram de 47,9% e de 39,3%, respectivamente.

Fonte: Estadão

Banco do Brasil é o maior credor da Starbucks, em crise no país

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A Southrock, gestora da Starbucks no Brasil – que recentemente pediu recuperação judicial, enviou sua lista de credores à Justiça de São Paulo, relatando 7,7 mil débitos. A dívida total é estimada em R$ 1,8 bilhão.

Conforme os documentos apresentados à Justiça, o maior credor da Starbucks no país é o Banco do Brasil (BBAS3), com R$ 78,9 milhões a receber da companhia.

Logo em seguida aparecem nomes como o Santander (SANB11) e o Banco Modal, com R$ 45,4 milhões e R$ 30 milhões, respectivamente.

Dentro da estrutura da Southrock, que gere outras companhias, é justamente a Starbucks que soma o maior volume de débitos com credores, chegando a 3,9 mil dívidas listadas.

A dívida com a ‘matriz’ do Starbucks, nos EUA – com a qual a gestora tem contrato de licenciamento de marca – é da casa de US$ 17,6 milhões, ou cerca de R$ 86 milhões no câmbio atual.

Além disso, a Eataly tem pouco menos de 1,6 mil débitos, incluindo uma dívida de R$ 5,1 milhões com a matriz da companhia, também nos EUA.

O CNPJ da Eataly no Brasil, contudo, tem um único credor, o Banco Pine – com uma cifra de R$ 8,4 milhões.

Entenda como está a Recuperação Judicial da Starbucks no Brasil

São 22 empresas geridas pela Southrock, que pediu recuperação no dia 31 de outubro, tendo como solicitante o escritório de advocacia de Thomaz Bastos, Waisberg, Kurzweil Advogados – do ex-ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos.

No da 13 de outubro, a matriz da cafeteria nos EUA rompeu contrato com a operadora local por conta de inadimplência, dados os R$ 387,6 milhões de prejuízo líquido reportado pela companhia no Brasil e uma dívida de R$ 21,8 milhões em royalties.

Ainda no dia 1º de novembro o juiz responsável pelo caso, Leonardo Fernandes dos Santos, da 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), indeferiu um pedido de liminar que pedia pelo cancelamento do licenciamento da marca Starbucks no Brasil – solicitado pela companhia nos EUA.

Fonte: Suno

BB: para funcionários, é preciso reforçar papel do banco público

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A Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) se reuniu, na segunda-feira (30), com representantes do BB, que apresentaram o Plano Estratégico Corporativo da empresa, para o período 2024-2028. A exposição contou com um balanço das mudanças recentes do sistema financeiro brasileiro e que impactam na posição do banco em relação às demais empresas do setor.

Se em 2016 cada pessoa (PF e PJ) tinha, em média, relacionamento com duas instituições financeiras, atualmente, cada pessoa tem, em média, com cinco instituições. Parte da explicação para isso estaria com a ampliação de novos agentes no sistema financeiro, que passaram a competir espaço com os bancos tradicionais, como as fintechs (empresas que fornecem serviços financeiros por meio do uso da tecnologia).

Diante desse cenário, no qual a digitalização permite maior eficiência e escalabilidade nos serviços bancários, o plano estratégico considera a continuidade nos investimentos em transformação digital e processos e, em relação aos trabalhadores da empresa, “desenvolvimento de liderança engajadora e o aprendizado contínuo de todos os funcionários”.

“O que o banco apresentou foi bem claro: que tudo está em mudança e que o funcionário precisa estar preparado para se requalificar. Esse foi o recado”, resume o representante da Federação dos Empregados em Estabelecimento Bancários de São Paulo e Mato Grosso do Sul (Feeb-SP/MS) na CEBB, David Zaia.

“Sim, o setor financeiro enfrenta mudanças decorrentes da digitalização e o Banco do Brasil está inserido neste cenário. Disso não temos dúvidas. Mas o que ressaltamos no encontro é que o BB é um banco público e, como tal, tem um papel estratégico no desenvolvimento do país, tem papel estratégico e social na democratização financeira e, portanto, deve manter estrutura para assegurar igual atendimento, tanto aos mais velhos, quanto aos mais jovens, tanto nas regiões urbanas, quanto nas rurais, tanto em cidades grandes, quanto em pequenas. Nos últimos anos, o BB perdeu espaço para cooperativas nas zonas agrícolas e isso aconteceu porque fechou unidades”, pontua o representante da Federação dos Bancários no Estado de São Paulo (Fetec-CUT/SP) na CEBB, Getúlio Maciel.

Um dado importante, apresentado logo no início da apresentação do banco, para ilustrar a proposta do plano estratégico 2024-2028, foi que metas que haviam sido estabelecidas para este ano, 2023, já tinham sido superadas no primeiro semestre.

“Nos preocupa, no âmbito da estratégia, a questão das metas por resultados. Na apresentação, o banco ressalta que o plano inclui ‘assegurar um ambiente de trabalho psicologicamente saudável’. Isso está ligado ao que nós, do movimento sindical, temos chamado a atenção como ‘adoecimento psicológico no trabalho’. Então, essa questão colocada no plano estratégico é positiva”, ressalta a representante da Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Instituições Financeiras do Rio Grande do Sul (Fetrafi-RS) na CEBB, Priscila Aguirres. “Entretanto, no mesmo plano, o banco usa muito o termo ‘engajamento’ dos funcionários, dos gestores, o que nos remete a um cuidado de como isso será feito, sem que redunde na continuidade ou fortalecimento de uma gestão adoecedora, e que coloca em primeiro lugar as metas”, completa.

“Preocupação com os funcionários, com o desenvolvimento do país, através das políticas sociais, e com o atendimento da população. Essas devem ser as prioridades do BB, e não ficar disputando com quem lucra mais. Foi isso o que destacamos na mesa: o espírito público do BB tem que ser fortalecido”, pontua o representante da Federação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro de Minas Gerais (Fetrafi/MG) na CEBB, Rogério Tavares.

Os representantes do banco reconheceram que, na gestão anterior, ocorreram reduções de agências, principalmente em cidades pequenas, e redução de funcionários. Foi dito que a diminuição do quadro de pessoal e de estrutura não está no plano estratégico pensado para 2024-2028 e, ainda, que há expectativa de posse de 6 mil funcionários até 2025.

“O balanço geral que temos do que nos foi apresentado é positivo, incluindo a questão da promoção à diversidade dentro da empresa. Mas ressaltamos nossa preocupação com as metas aplicadas para os funcionários, que possam levar ao adoecimento e também funcionar como ferramenta de assédio moral. Também ressaltamos o papel da empresa como um banco público. Então, continuaremos olhando com atenção o plano para garantir a proteção dos trabalhadores, proteção dos direitos do acordo coletivo de trabalho e fortalecimento do BB, institucionalmente”, conclui Getúlio Maciel.

Fonte: Contraf-CUT

BB opera crédito com subvenção da União no valor de até R$ 200 milhões

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Para apoiar de forma ágil a recuperação das atividades econômicas nos municípios do Rio Grande do Sul em situação de calamidade, desde 23 de outubro as agências do Banco do Brasil estão atendendo os produtores rurais e recebendo as propostas de crédito amparadas na Medida Provisória 1.189 e regulamentada posteriormente por meio de portarias e decreto publicados pelo Governo Federal.

Esse conjunto de medidas governamentais concedem subvenção econômica a financiamentos para investimento tomados pelos agricultores familiares que tiveram perdas materiais em decorrência das chuvas excessivas nesses municípios, como forma de reduzir os custos financeiros dos créditos contratados para retomada da atividade rural.

O desconto é de 30%, limitado a R$ 15 mil por produtor. Para solicitar esse rebate, o agricultor familiar deve apresentar, juntamente com sua proposta de crédito, um laudo emitido por profissional habilitado que comprove perdas de pelo menos 30% em decorrência das chuvas.

Os créditos podem ser contratados principalmente por meio do Pronaf Mais Alimentos e se destinam, por exemplo, à renovação ou aquisição de máquinas, animais e construções. As taxas variam entre 4% e 6% ao ano e o prazo de pagamento é de até dez anos, com carência de três.

Além dessa condição especial para investimentos, o Banco do Brasil continua oferecendo todas as alternativas de crédito do Plano Safra 2023/2024, para atendimento às mais diversas necessidades do produtor.

De forma a assegurar agilidade e permitir se antecipar a demandas relacionadas aos eventos climáticos que prejudicam a atividade rural, o Banco do Brasil mantém o monitoramento tempestivo de todas as culturas em todo o país, por meio de corpo técnico qualificado. Assim, oferecemos soluções rápidas e simplificadas, de acordo com a necessidade dos produtores e, inclusive, para assegurar o atendimento prioritário na BB Seguros para os sinistros de Seguro Rural.

De acordo com o vice-presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar, Luiz Gustavo Lage, o Banco do Brasil, como o maior parceiro do agronegócio e agricultura familiar, está sempre presente na vida do homem e da mulher do campo, oferecendo soluções completas e tempestivas nos diferentes momentos e necessidades dos nossos clientes. “Por isso mesmo, fomos protagonistas na disponibilização dos benefícios da Medida Provisória 1.189 e do Decreto e portarias do Governo Federal, mobilizando nossas equipes e implementando, com agilidade, as condições especiais de crédito que farão diferença na vida dos produtores nesse momento difícil e de reconstrução”, explica.

Vitorio Maziero, produtor rural do município de Encantado (RS) e primeiro cliente a contratar operação de Pronaf Mais Alimentos com subvenção, relata a experiência com a operação: “aqui em Encantado fomos atingidos pela enchente e ficamos sabendo que o Banco do Brasil recebeu linha de crédito Pronaf para reconstrução do pavilhão que a enchente levou. O apoio financeiro do Governo, de R$ 15 mil, e a vontade da agência em apoiar os produtores têm grande valor para recuperar os galpões levados pela enchente”.

Recursos do Pronampe
O Pronampe (Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte) também conta com recursos subvencionados pela União amparados pela MP 1.189, com condições especiais embasadas nas regras da Portaria MEMP Nº 55/2023 divulgada pelo Governo Federal no início de outubro. Do total de R$ 50 milhões direcionados ao Banco do Brasil, R$ 33 milhões foram utilizados nas primeiras horas de contratação.

Entre as condições especiais estão:

  • prazo de carência de até 24 meses para o início do pagamento das parcelas do financiamento;
  • limite de contratação para as empresas de até R$ 150 mil, limitado a 30% da receita bruta anual calculada com base no exercício anterior ao da contratação. Para as empresas que tenham menos de um ano de funcionamento, o limite do empréstimo poderá corresponder até 50% do seu capital social ou até 30% de 12 vezes a média da sua receita bruta mensal apurada no período, desde o início de suas atividades, o que for mais vantajoso. Não se computarão os valores anteriormente contratados à publicação da Portaria;
  • e limite de contratação para profissionais liberais de até R$ 100 mil, limitado a 50% do total anual do rendimento do trabalho sem vínculo empregatício informado na Declaração de Ajuste Anual referente ao ano-calendário anterior ao da contratação da linha de crédito.

Além dos recursos subvencionados, a partir do aporte de R$ 100 milhões no FGO, foram liberados R$ 667 milhões para contratação de operações, no sistema financeiro, para o Rio Grande do Sul.

“Para atendimento da população afetada pelos eventos climáticos, o BB priorizou o desenvolvimento das novas linhas. Desde outubro o BB vem operando na linha Pronaf Mais Alimentos e, a partir desta sexta-feira (3), iniciamos as operações de Pronampe com recursos subvencionado à amparo da referida MP. O BB também opera a linha regular do Pronampe, recursos não subvencionados, que conta com R$ 667 milhões para contratação de operações, no sistema financeiro, para o Rio Grande do Sul.”, explica Euler Mathias, diretor de Governo do Banco do Brasil.

Outras ações
Além de operar nas linhas de crédito subvencionadas pelo Governo Federal, o Banco do Brasil realiza diversas ações em apoio aos clientes impactados:

Cerca de R$ 1,5 milhão em ajuda humanitária: O BB promove campanha de doações, que arrecadou R$ 954 mil, além de doar R$ 500 mil via Fundação BB. Para doar, envie Pix para a chave pix.enchentesrs@fbb.org.br ou para os dados bancários a seguir:

Banco do Brasil – 001
Agência – 1607-1
Conta – 51.000-9

Assistência creditícia: o Banco do Brasil realizou a prorrogação e a renovação de limites, possibilitando a manutenção da disponibilidade de crédito para mais de 2,1 milhões de clientes (Pessoa Física, Jurídica e Produtor Rural), no valor aproximado de R$ 17,9 bilhões em linhas de CDC, custeio e giro. No segmento Setor Público, são mais de R$ 760 milhões em limites disponibilizados aos municípios afetados, que terão as propostas de crédito priorizadas.

Renegociação de dívidas: os clientes do Banco do Brasil nas localidades afetadas contam com renegociação de dívidas em taxas diferenciadas, com até 180 dias de carência e até 120 meses para pagamento, e ainda com a possibilidade de prorrogação de até três parcelas de operações já renegociadas.

Condições especiais para MPE: As Micro e Pequenas Empresas (MPE) contam com linhas de reprogramação de dívidas. Outra novidade é a prorrogação extraordinária do vencimento das seis próximas parcelas vincendas da operação. Na modalidade Pronampe, as parcelas de operações atuais podem ser prorrogadas para o prazo total de até 72 meses.

Seguros: Os clientes segurados pelo Banco do Brasil contam com canal de atendimento exclusivo 24h e priorização para abertura de sinistros e acionamento de assistência imediata nas regiões afetadas. A BB Seguros reforçou a equipe de atendimento e mobilizou reguladores e peritos para as regiões com possibilidade de realizar a vistoria presencial ou de forma remota, para agilizar a apuração dos danos e simplificar o processo de aviso de sinistros.

Foi realizado, também, contato proativo via WhatsApp com toda a base de segurados das regiões, demonstrando apoio e cuidado com os clientes. Também foram triplicados os valores das coberturas de limpeza, cobertura de telhado e desentupimento. Além disso, foram liberadas assistências adicionais, como hospedagem e dedetização, mesmo que não estivessem previstas no contrato.

Cartões: Os clientes do BB afetados pela calamidade ocorrida no Rio Grande do Sul contam com transporte do saldo devedor para o mês seguinte, relativo a faturas de setembro ou outubro não pagas ou pagas de forma parcial, sem incidência de encargos. Também haverá estorno de encargos cobrados em faturas com atraso no pagamento a partir da calamidade, bem como eventual tarifa de segunda via de plástico, por um período de 60 dias.

Fonte: Banco do Brasil