Banco do Brasil terá que se desculpar por ações durante a escravidão

Publicado em: 06/11/2023

O Banco do Brasil (BB) terá que fazer um pedido de desculpas sobre o reconhecimento de participação no período escravocrata brasileiro. A decisão ocorreu após abertura de inquérito e reunião de representantes do BB e o Ministério Público Federal (MPF).

De acordo com a colunista Míriam Leitão, do O Globo, o prazo determinado para a manifestação do banco seria de 15 dias úteis, datados a partir da reunião, que ocorreu em 27 de outubro.

Na reunião foram discutidos o inquérito civil público, instaurado pelo próprio MPF, que visava a investigação da relação entre o Banco do Brasil e o tráfico de pessoas negras escravizadas no século XIX.

O inquérito foi motivado por documento subscrito por 15 professores e universitários oriundos de diversas universidades brasileiras e estrangeiras.

Ainda de acordo com Míriam Leitão, antes da reunião o banco divulgou uma nota em que disseram que “o período escravista precisa ser analisado de modo completo, com a devida consideração do contexto histórico, social, econômico, jurídico e cultural do período em que se desdobrou a escravidão”.

A nota foi criticada por historiadores presentes na reunião, em razão da concepção do banco sobre a escravidão.

Ficou acordado então na reunião o pedido de desculpa e apresentação de medidas que irão implementar, em curto prazo, de reconhecimento do papel do banco na escravidão e no tráfico de pessoas no período.

Além disso, devem se manifestar sobre o financiamento de pesquisas sobre esse passado e medidas que pretende acelerar com vistas a racializar completamente a forma de pensar a própria estrutura.

O que diz o Banco do Brasil

Posição do Banco a respeito do tráfico de pessoas negras escravizadas no século retrasado:

O BB destaca – com veemência – que lamenta profundamente esse infeliz capítulo da história da humanidade e da nossa sociedade, com efeitos de um triste legado até os dias atuais. A escravização por centenas de anos causou danos irreversíveis às pessoas escravizadas à época e aos seus descendentes; portanto é um momento da história que deve ser lembrado e discutido.

Neste sentido, cabe salientar que o Banco do Brasil valoriza o trabalho de historiadores e mantém um Museu aberto ao público, com seu Arquivo Histórico disponível para pesquisas, no Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio de Janeiro, por acreditar na importância do estudo da história para, entre outros aspectos, a adoção de ações, no presente, voltadas à construção de um país democrático e pautado na justiça social. Assim, o Banco considera que os debates sobre a escravidão, para serem efetivos e ganharem a dimensão merecida, devem envolver toda a sociedade brasileira atual, devendo as instituições do presente compartilhar iniciativas que contribuam para a construção de um país com cada vez mais justiça social. Da mesma forma, é importante que se tenha uma leitura mais completa da realidade da época, com a devida consideração do contexto histórico, social, econômico, jurídico e cultural do período em que se desdobrou a escravidão.

Por exemplo, no prazo de apenas 20 dias úteis transcorridos desde o protocolo do ofício do MPF até hoje, foi possível verificar nos arquivos históricos do Museu do BB, aspectos a serem considerados em uma revisão histórica que venha a ser realizada, como a possível relação do Banco com sujeitos os mais diversos da sociedade do século retrasado, inclusive com abolicionistas de destaque no cenário nacional, que também podem ter sido integrantes de seu quadro de acionistas. Apenas na relação de acionistas de 1886, foram encontrados os seguintes abolicionistas, cujo posicionamento em relação à escravidão, é encontrado em fontes diversas, como o repositório de legislação do Senado, a Atlas – FGV e a Biblioteca digital do TSE: Rodrigo Augusto da Silva, autor da Lei Áurea; Affonso Pena; advogado, político. Presidente do Banco do Brasil e Presidente da República; José Maria da Silva Paranhos, Visconde do Rio Branco; Condessa de Barral, preceptora das princesas imperiais; Lafayette Rodrigues Pereira, primeiro-ministro do Brasil durante o 2º Império; e Tereza Cristina, Imperatriz do Brasil, a título de alguns exemplos. Tal constatação mostra-se relevante na busca da verdade e eventual revisão histórica a que se proceda, pois sugere que o “Terceiro” Banco do Brasil (termo utilizado na Representação do MPF e que remete ao BB fundado em 1853) refletiria, no seu quadro social da época e, muito provavelmente, no grupo de clientes tomadores de crédito, o espectro econômico e social de seu tempo histórico, isto é, a multiplicidade de atores e seus relacionamentos e posicionamentos acerca da escravidão, com todas as contradições e diversidade de pensamentos presentes naquele ecossistema.

Atualmente, o que cabe destacar é o compromisso com a diversidade que assume um papel central na estratégia do Banco do Brasil, que tem sido uma das empresas brasileiras que mais tem contribuído para o desenvolvimento social e econômico do país ao longo das últimas décadas, com acentuado destaque nesta gestão. Na história recente, vale pontuar que a atuação do BB vai além da legislação, na vanguarda do tratamento à diversidade, de forma voluntária, e promovendo o debate público sobre este tema, além de atuar em práticas concretas em prol da inclusão social.

Revisando a trajetória do BB como banco público, sociedade de economia mista, é possível perceber com nitidez a conciliação de sua visão comercial com sua visão social, caracterizada pela atuação em incontáveis momentos cruciais da economia brasileira, socorrendo diversos grupos de cidadãos e setores do mercado ao longo da história; listá-los exaustivamente poderia soar enfadonho. Mas listamos alguns exemplos recentes:

i)Entre inúmeras iniciativas do Banco relacionadas diretamente com a promoção da igualdade étnico-racial, recentemente (27.07.2023), o BB e o Ministério da Igualdade Racial celebraram um protocolo de intenções para combate e superação do racismo e promoção da diversidade e da equidade, onde se previu uma cooperação para fixar diretrizes e ampliar ações afirmativas de raça e gênero com inclusão e valorização das mulheres negras no país, a partir do fomento a ações de formação e capacitação de jovens negras e periféricas e ingresso de jovens negras no mercado de trabalho.

ii)Referido Protocolo também objetiva a evolução do empreendedorismo e fortalecimento de micro e pequenos negócios de mulheres negras; valorização de iniciativas e produções de mulheres negras, sobretudo relacionadas a projetos culturais; estímulo à ocupação equilibrada de espaços de liderança no BB, considerando o respeito à diversidade étnica e de gênero; e apoio mútuo e intercâmbio de experiências para ampliar as políticas afirmativas internas de raça e gênero no BB, trazendo perspectiva interseccional às iniciativas realizadas pela Empresa.

iii)Também em julho do presente ano, o Banco renovou a parceria iniciada em 2018 com a Universidade Zumbi dos Palmares, aderindo à Carta da Iniciativa Empresarial pela Igualdade Racial, movimento formado por empresas comprometidas com a promoção da inclusão racial e a superação do racismo no ambiente corporativo.

iv)Em agosto deste ano, o BB tornou-se embaixador de movimentos relevantes do Pacto Global da ONU no Brasil, relacionados à igualdade social, a gênero e a trabalho decente, com destaque para o movimento Raça é Prioridade.

v)O BB lançou novos compromissos públicos em sua pauta ASG, no Planejamento de Sustentabilidade do Banco – Agenda 30, dentre eles, destaque para a meta concreta de chegar a pelo menos 30% (trinta por cento) de pretos, pardos, indígenas e outras etnias sub-representadas em cargos de liderança até 2025. Destaque-se que ainda em março de 2023, o Banco do Brasil já alcançou a meta de 23% de pretos e pardos em cargos de gestão sênior previsto para 2025, motivo pelo qual a meta antiga foi revista para maior.

vi)O Programa Piloto de aceleração Raça é Prioridade, em fase de aprovação, tem o objetivo de identificar e desenvolver a aceleração de carreira dos funcionários de raças sub-representadas. Está previsto atingir público-alvo de até 150 pessoas negras que serão identificadas, desenvolvidas e aceleradas, podendo ser qualificadas e nomeadas prioritariamente, na existência de vagas, nas funções de gerencias em toda a transversalidade técnico-administrativa operacional, tática e estratégica do BB.

vii)Ainda neste ano de 2023, o Comitê Executivo de Pessoas e Cultura Organizacional, subordinado ao Conselho Diretor, passou a ser denominado Comitê Executivo de Pessoas, Equidade e Diversidade, com a inclusão de atribuições específicas relacionadas ao tema, fortalecendo a responsabilidade de acompanhar a evolução e disseminação da diversidade no BB.

viii)Como forma de acelerar as transformações, o BB reuniu em uma equipe matricial funcionários de diferentes áreas que atuam exclusivamente para integrar e endereçar soluções, desenvolvendo políticas, planos de ação, métricas e indicadores que devem nortear a atuação do BB no fomento de Diversidade, Equidade e Inclusão para o público interno, externo e nas relações com os fornecedores, para influenciar e criar impactos positivos em toda a sociedade.

ix)Ainda em 2023, o BB tem promovido inúmeros eventos sobre diversidade, em encontros dos Conselhos Consultivos que abordaram e abordarão temas sobre etnias, gênero, gerações, LGBTQIAPN+, pessoas com deficiência e neurodivergências em todas as regiões do Brasil, avaliando boas práticas do BB e da sociedade, fomentando uma agenda em prol do tema.

x)Além de realização, ao longo de mais de três décadas, de projetos com investimento social pela Fundação Banco do Brasil e de projetos culturais itinerantes e também nas praças onde o BB mantém seus Centros Culturais Banco do Brasil (CCBB), levando para palcos e galerias numerosos eventos voltados à promoção da cultura negra, à discussão de temas relacionados à escravidão e à desigualdade étnico-racial. Isso se dá diante de uma atuação que observa, como critério estratégico de seleção de projetos, aqueles que reafirmem nossas origens e ancestralidade, suas narrativas e símbolos, o pensamento decolonial e os desafios de inclusão e acessibilidade, dentre outras questões, que ofereçam caminhos para compreender a construção contemporânea de identidade.

xi)Não bastassem essas iniciativas, no início de 2023, houve a posse da primeira mulher negra como presidenta do BB, Tarciana Medeiros, que nomeou três mulheres para as vice-presidências de Varejo, Negócios Digitais e Corporativa. Pela primeira vez na história o Banco do Brasil tem 45% de mulheres, 22% de pessoas autodeclaradas negras e dois membros autodeclarados do grupo LGBTQIAPN+ no Conselho Diretor.

xii)Além de um Conselho de Administração entre os mais diversos do mercado, o que confere, diante de demais ações concretas do Banco, o posto destacado no índice iDiversa da B3, por exemplo, por atuar como referência em diversidade em nossa sociedade contemporânea.

O Banco do Brasil fez, faz a fará muito pela diversidade e desenvolvimento não só social, como ambiental e econômico em nosso país.

Ainda assim, é necessário que exista um processo de reflexão permanente de toda a sociedade sobre o tema, já que restringir o debate de um tema dessa magnitude apenas a uma empresa bicentenária é reduzir o debate sobre potenciais boas práticas que podem ser construídas de forma articulada por toda a sociedade.

Por fim, para o Banco, não é a questão de existir qualquer conexão, ainda que indireta, entre suas atividades e escravizadores do século XIX, que define seu compromisso com o combate à desigualdade étnico-racial, mas o simples fato de ser uma instituição da atualidade, que, como as demais instituições públicas e privadas, desenvolve suas atividades no âmbito de uma sociedade que guarda resquícios da escravidão. O legado da escravatura convoca todos os atores sociais contemporâneos a agir para a promoção da igualdade étnico-racial, a contribuir por meio de ações concretas, como as que o Banco já desenvolve de modo pioneiro voluntário e destacado.

As percepções do Banco e a experiência no largo curso de suas iniciativas permitem afirmar que compromissos isolados sobre o tema, por melhores que sejam e que possam produzir efeitos reconhecidamente positivos no plano individual – como os decorrentes das práticas do BB hoje –, não têm o condão de efetivamente alterar o quadro de injustiça étnico-racial persistente na realidade brasileira na medida necessária: os desafios ultrapassam a realização de ações individuais ou artesanais; uma intervenção coordenada e integrada também é exigência estratégica de primeira ordem.

Nesse sentido, mostra-se imprescindível a mobilização coletiva, o envolvimento da sociedade, a exemplo do Estado, entidades e órgãos públicos vinculados às suas três funções, universidades e demais instituições públicas e privadas, sem o que o combate à desigualdade étnico-racial não alcançará as potencialidades de uma ação nacional coordenada.

O Banco ratifica sua disponibilidade para prestar esclarecimentos sobre o tema, além de participar de iniciativas que articulem os atores centrais da sociedade organizada para o desenho de estratégias e a execução de ações para potencializar e acelerar a produção de resultados concretos em prol da igualdade étnico-racial. O objetivo primordial do Banco do Brasil é continuar a contribuir de maneira voluntária e cada vez mais pronunciada, no quanto se mostrar necessário e nos limites das suas regras de governança, para a finalidade maior perseguida no inquérito civil, que é a busca da verdade histórica e da promoção da igualdade étnico-racial.

Banco do Brasil

Fonte: Correio Braziliense

BB prepara programa de qualificação para funcionários negros

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Entre as ações preparadas para o mês da consciência negra, o Banco estrutura o lançamento do Programa Piloto de Aceleração Raça é Prioridade. A iniciativa inédita no BB vai selecionar e desenvolver a aceleração de carreira de funcionários de raças sub-representadas, começando por negros (pretos e pardos) do BB.

Em termos práticos, o Programa Piloto vai identificar até 150 pessoas negras com potencial para atuar como líderes e que atualmente ocupam funções dos Grupo de Funções para Movimentação (GFM) 16 ao 3. O programa abrange o desenvolvimento e a aceleração de carreira, com possibilidade de qualificação e priorização para nomeações como gerente executivo, superintendente estadual, gerente de soluções e gerente de equipe na sede.

A medida é uma das ações que permitem ao Banco cumprir o compromisso Raça é Prioridade, assumido no Pacto Global da ONU e que também faz parte dos nossos 12 Compromissos 2030 para um Mundo + Sustentável. A meta é ter 30% de pessoas negras, indígenas, quilombolas e demais grupos étnicos em cargos de liderança até 2025.

Para a diretora de Gestão da Cultura e de Pessoas, Mariana Dias, “As ações afirmativas são relevantes para viabilizar a representatividade de etnias não brancas em funções de liderança no BB, especialmente de pessoas negras, de forma a retratar a realidade da divisão social brasileira além de contribuir para o cumprimento dos compromissos e pactos assumidos pelo BB. Quanto mais diversas nossas equipes, maior variedade de ideias e soluções se apresentam, gerando valor para nossos clientes”, destaca.​

O Programa é voltado a funcionários do Banco e se junta a série de ações do Banco em prol da Diversidade, Equidade e Inclusão, como o lançamento do nosso Programa de Diversidade, a criação de um Comitê Executivo de Pessoas, Equidade e Diversidade (Ceped) e do Conselho Consultivo de Diversidade, patrocinado pelo Conselho Diretor (CD) para troca de experiências, tendências e práticas entre membros do CD e especialistas no mercado sobre o tema. O tema teve ampla repercussão interna na Empresa, com todos os critérios lançados no dia 27 de outubro de 2023 na Intranet.

Fonte: Banco do Brasil

BB promove encontro de gerações para debater relações de trabalho

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O Banco do Brasil realizou, no dia 27 de outubro, a quarta edição do Conselho Consultivo de Diversidade, Equidade e Inclusão. No Rio de Janeiro, um grupo formado por conselheiros externos voluntários, com idades entre 21 e 67 anos, e por representantes da alta administração do BB, debateu percepções das gerações sobre o presente e o futuro do trabalho, sobretudo quanto ao relacionamento com as empresas empregadoras e à convivência de pessoas de diferentes faixas etárias, com diversas perspectivas pessoais e geracionais sobre o trabalho e seu significado.

Dos baby boomers (nascidos entre 1946 e 1960) à geração Z (entre 1997 e 2009), passando pelas x e y, observa-se expressiva diversidade nas formas de aprender, de responder e de trabalhar. E todas essas pessoas estão no mercado de trabalho, convivendo e produzindo juntas, em ambientes físicos e virtuais, no papel e nas ferramentas digitais.

“É a primeira vez que quatro gerações estão trabalhando juntas. São novos conflitos intergeracionais surgindo e nos desafiando”, comenta Ana Cristina Garcia, vice-presidente corporativa do Banco do Brasil, ao esclarecer que classificar essas gerações a partir de generalizações comportamentais que as diferenciam e diversificam serve apenas como direcionamento para compreendê-las, e não para rotular ou limitar os indivíduos. “Somos comprometidos com o desafio de criar ambientes que abracem essas diferenças e potencializem as forças de cada geração, promovendo a colaboração intergeracional. Isso já vem acontecendo há tempos no BB, e este Conselho Consultivo será valioso para ampliação do nosso olhar e fortalecimento das nossas tratativas quanto ao tema”, afirma Garcia.

Diversidade em debate de forma consistente

A proposta dos encontros mensais do Conselho Consultivo de Diversidade, Equidade e Inclusão é unir a experiência do Banco do Brasil a olhares externos, para evoluções positivas dos marcadores sociais da diferença nas dimensões da diversidade. O primeiro encontro, realizado em Brasília, abordou questões relacionadas à causa LGBTQIAPN+. No segundo encontro, em Belém, o debate foi sobre equidade de gênero. Já o terceiro encontro, em São Paulo, pautou as neurodivergências, como transtorno de déficit de atenção com hiperatividade (TDAH), transtorno do espectro autista (TEA), transtorno afetivo bipolar, altas habilidades, entre outros.

Em novembro, mês em que se celebra a Consciência Negra, o Conselho se encontra novamente, desta vez para discutir questões sobre raça e etnia. A reunião, programada para acontecer em Salvador, no dia 18, é um movimento importante para discussão da pauta racial e está em consonância com o movimento da ONU “Raça é Prioridade”, do qual o BB é embaixador.

O Conselho Consultivo de Diversidade, Equidade e Inclusão integra o Programa de Diversidade instituído pelo BB em março de 2023. Além do Conselho, o Programa conta com o Comitê Estratégico de Pessoas, Equidade e Diversidade, fórum deliberativo interno multidisciplinar que concretiza iniciativas em prol da diversidade e de avanços quanto à temática em processos internos e ações mercadológicas.

Nesta edição, o Conselho Consultivo conta com a participação de:

Convidados externos:

Kauanne Santos Patrocino

Jovem negra de 21 anos, moradora da Zona Leste de São Paulo, graduanda em Administração Pública pela Fundação Getúlio Vargas e ativista nos temas de educação, gênero, raça e participação cidadã. Integra o Conselho Jovem da UNICEF e é representante da juventude latino-americana no “Youth Reference Group”, do Plan Internacional.

Mórris Litvak Jr.

Idealizador da plataforma Maturi, primeira ferramenta do Brasil com foco em recrutamento e seleção de pessoas maduras e que já conta com mais de 200 mil inscritos. É professor de pós-graduação em Gerontologia dos hospitais Albert Einstein e Sírio Libanês, e da disciplina Gerações, do curso de Diversidade da Escola de Negócios da Aberje. É representante do Internacional Longevity Center Brazil para assuntos de empregabilidade e empreendedorismo.

Rita de Cássia Gonzaga Martorelli

Assistente Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, possui especialização em Saúde Pública pela Fiocruz, e em Gênero e Sexualidade pelo Centro de Latino-Americano em Sexualidade e Direitos Humanos, do Instituto de Medicina Social da Universidade Estadual do Rio de Janeiro. É analista do Departamento Nacional do SESC para assuntos de diversidade, etarismo, longevidade, diversidade geracional, gênero e sexualidade.

Jessy Dayane Silva dos Santos

Secretária adjunta da Juventude e pesquisadora do Núcleo Justiça Racial e Direito da FGV Direito SP.

Isabelle Ribeiro Barbosa Mirabal

Coordenadora Geral de Políticas de Envelhecimento Ativo e Saudável e Desenho Universal da Secretaria de Direitos Humanos da Pessoa Idosa e membro do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Idosa.

Dimas Barros Moura

Fundador e desenvolvedor de conteúdo do canal do YouTube SOU MAIS 50, com mais de 408 mil seguidores da geração sênior. Na Forbes Brasil, figura na lista das 10 histórias de sucesso de pessoas que se reinventam depois dos 50 anos. Produtor de conteúdo sobre idosos para o YouTube Brasil, no projeto “Play de Verdade”, que aborda assuntos sobre diversidade.

João Fukunaga

Presidente da Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil (Previ). É graduado em História e possui mestrado em História Social pela PUC-SP. Iniciou sua carreira como professor do Ensino Médio e também atuou como pesquisador, tendo realizado diversas produções acadêmicas na área da educação. É funcionário de carreira do Banco do Brasil desde 2008.

Marcio Souza

Diretor executivo da Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil (Previ). Formado em Direito, tem MBA em Gerenciamento de Projetos. Possui certificação como gestor de fundo de pensão pelo ICSS. Ingressou no BB em 1981. Trabalha na Previ desde 2004, onde atuou na Gerência de Administração de Benefícios como gerente executivo. Liderou a área que desenvolveu e implantou o sistema de concessão de benefícios e rendas do Previ Futuro.

Representantes do BB:

Ana Cristina Garcia

Vice-presidente Corporativa. Foi funcionária de carreira do Banco do Brasil por 27 anos, tendo se aposentado em 2021. É graduada em Psicologia pela Universidade de Brasília (UnB), com especialização em Administração de Recursos Humanos pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). De 2019 a 2021 foi Diretora de Administração e Finanças da Cassi. No BB, de 2012 a 2019, atuou como Gerente Executiva na Diretoria de Gestão de Pessoas nas áreas de Ascensão Profissional, Ética, Disciplina e Ouvidoria, tendo sido coordenadora do Programa Pró-equidade de gênero por cinco anos e participado de diversas ações e discussões sobre o tema no Brasil e no Exterior. O trabalho realizado de Pró-equidade de gênero e raça foi premiado no Brasil e reconhecido pela ONU Mulheres.

Geovanne Tobias

Vice-presidente de Gestão Financeira e de Relações com Investidores. Foi funcionário de carreira do Banco do Brasil por 23 anos (1987 a 2010). É graduado em Economia na Universidade de Brasília (UnB), possui MBA em Marketing pelo COPPEAD e mestrado em Administração pelo Ibmec. Foi Vice-Presidente do Bank of America no Brasil de 2015 a 2022, atuando em negócios para os mercados de M&A, Dívida e Ações, e Diretor de Participações na Previ de 2010 a 2015. No BB, foi Gerente Geral de Relações com Investidores de 1999 a 2010, sendo premiado como Melhor Profissional de Relações com Investidores pela IR Magazine. Antes disso, atuou nas áreas de Finanças, Mercado de Capitais, Estratégia e Marketing. Foi Presidente do Conselho de Administração da Neoenergia (2011 a 2015) e membro do Conselho de Administração da Vale (2011 a 2015).

Francisco Lassalvia

Vice-presidente de Negócios de Atacado. É funcionário de carreira do Banco do Brasil há 24 anos. É graduado em Ciências Econômicas, possui MBA em Finanças pelo Ibmec e Pós-graduação pelo Programa de Desenvolvimento de Executivos do BB. Desde 2020 é Diretor de Corporate & Investment Bank e Diretor-Gerente do BB-Banco de Investimento S.A. No BB também atuou como Diretor de Mercado Financeiro e de Capitais, Gerente Geral da Unidade Private Bank, Gerente Executivo na Diretoria de Distribuição Sudeste e Superintendente de Varejo em São Paulo. É membro do Conselho de Administração do UBS BB e do Banco Patagonia, membro do Conselho Fiscal da Brasilprev e membro do Conselho Consultivo da Previ e da BB Securities LLC.

José Ricardo Sasseron

Vice-presidente de Negócios Governo e Sustentabilidade Empresarial. Foi funcionário de carreira do Banco do Brasil por mais de 30 anos. É graduado em História pela USP. Foi diretor de Seguridade da Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil (Previ), entre 2006 e 2012, além de ter sido Conselheiro deliberativo da Entidade, entre 2004 e 2006. Atuou como Conselheiro de Administração da Vale, de 2008 a 2012, e da Fras-le, de 2013 a 2017. Foi membro do CNPC (Conselho Nacional de Previdência Complementar), entre 2011 e 2014, e presidente da Associação Nacional de Participantes de Fundos de Pensão e de Beneficiários de Planos de Saúde de Autogestão (AVAPAR), de 2001 a 2010.

Fonte: Banco do Brasil

UNI Américas e BB se reúnem para discutir convênio internacional

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Representantes dos trabalhadores entregaram, nesta sexta-feira 27, ao Banco do Brasil, um pedido para que a empresa renove o Acordo Marco Global, convênio com a UNI Américas e que garante a todos os bancários do BB, em todos os países das Américas, os direitos fundamentais previstos nas declarações da Organização Internacional do Trabalho (OIT), entre eles o de livre organização sindical.

“Neste momento de fortalecimento da democracia, em que cobramos o papel social dos bancos e os avanços dos empregos, sem perda de direitos, é importante estabelecer acordos internacionais. A importância da organização sindical, com o reconhecimento efetivo do direito de negociação coletiva, está entre essas premissas para os avanços dos trabalhadores, assim como o fim da violência institucional”, afirma a presidenta do Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região, Neiva Ribeiro.

Um acordo semelhante foi assinado, pela primeira vez, em maio de 2011, também por intermediação da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), e ficou vigente até 2021. “Na época, foi o primeiro do gênero, feito por uma multinacional brasileira”, lembra a coordenadora da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB), Fernanda Lopes, que participou do encontro.

Além de alterar o termo “sucursais” para “subsidiárias” do Banco do Brasil, de forma a abarcar as instituições bancárias da Argentina e dos Estados Unidos, e princípios como liberdade sindical, o novo acordo proposto ao BB estabelece o reconhecimento efetivo do direito de negociação coletiva; eliminação de todas as formas de trabalho forçado e obrigatório; abolição efetiva do trabalho infantil; e eliminação de discriminação em matéria de emprego e ocupação.

Para o representante dos trabalhadores argentinos na Patagônia, Sérgio Garzon Torres, que também esteve no encontro, a adesão do acordo nos moldes que incluem as sucursais do BB pelo mundo trará avanços significativos no seu país. “A violência institucional sobre os trabalhadores pode ser coibida com o reconhecimento das boas práticas de gestão de pessoas que defendemos e estão neste acordo”, pontuou.

O secretário regional da UNI Américas, Márcio Monzane, que ficou responsável pela entrega do documento ao representante do BB, explicou que “o novo acordo estabelece processos mais avançados, do ponto de vista de relacionamento entre o movimento sindical e as empresas”, lembrando que a UNI Américas é a representação regional da UNI Sindicato Global, entidade à qual a Contraf-CUT é filiada e que representa mais de 22 milhões de trabalhadores e trabalhadoras em 160 países de todos os continentes.

Rita Berlofa, secretária de Relações Internacionais da Contraf-CUT, reforçou que o Banco do Brasil só tem a ganhar aderindo ao acordo, uma vez que boas práticas de gestão, reconhecimento do direito à sindicalização e defesa dos direitos humanos no mundo laboral “agrega valor à empresa”.

O porta-voz do BB no encontro, o gerente executivo da Diretoria de Gestão da Cultura e de Pessoas da instituição, Fabrizio Bordalo Calixto, recebeu o documento e garantiu que o mesmo será encaminhado internamente.

Fonte: Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região

BB: funcionários cobram resolução sobre repasses à Cassi

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A Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) cobrou resolução sobre o repasse de valores das “reclamatórias trabalhistas” (ações ganhas na Justiça por funcionários contra o BB) à Caixa de Assistência dos funcionários do BB (Cassi). A exigência aconteceu na última quinta-feira (26), em encontro de representantes da Cassi e do banco, por meio da Dipes (Diretoria de Gestão da Cultura e de Pessoas).

“O banco pagou essas reclamatórias aos funcionários, mas não fez o repasse correspondente à Cassi, como deveria ter feito”, explicou o representante da Federação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro de Minas Gerais (Fetrafi/MG) na CEBB, Rogério Tavares, que participou do encontro.

Segundo dados da Cassi, existem cerca de 10 mil processos trabalhistas. Na reunião, a porta-voz da Dipes disse que a empresa está próxima de resolver a questão, apesar de não ter determinado uma data próxima e nem o montante calculado que será repassado para a Cassi.

“Então, não sabemos ainda o montante que será repassado para a Cassi pelo banco. Mas o que podemos destacar é que a caixa de assistência tem direito de receber e que os valores dessas reclamatórias trabalhistas têm reflexo nos salários anteriores recebidos pelo funcionário, uma vez que a contribuição da Cassi é de acordo com o salário dos funcionários”, explicou Rogério Tavares.
Cobranças à Cassi

O representante da Federação dos Bancários no Estado de São Paulo (Fetec-SP) na CEBB, Getúlio Maciel, que também acompanhou o encontro, destacou que, além do repasse das reclamatórias trabalhistas à Cassi, exigida há anos pelos funcionários, “a comissão também cobrou da caixa de assistência respostas sobre o fechamento de unidades da rede CliniCassi e que os funcionários possam contar com o atendimento de médicos da família, no âmbito da Estratégia Saúde da Família”.

Outra cobrança feita pelos funcionários foi a integração dos trabalhadores egressos de bancos incorporados, incluindo os aposentados e seus dependentes, ao Plano Associados da Cassi. “Se faz urgente o início das negociações no âmbito do grupo de trabalho (GT), que ainda não foi implementado e que trata dos bancos incorporados, notadamente a situação dos colegas egressos do Banco Nossa Caixa, cujas demandas já foram apresentadas também na esfera judicial. Esperamos que, com essa atual administração do BB, possamos resolver essa situação o mais breve possível”, pontuou Getúlio.

Diante da demanda apresentada pelos trabalhadores sobre os funcionários de bancos incorporados, o BB se comprometeu a avaliar a melhor data para a implementação do GT.

Fonte: Contraf-CUT

BB desembolsa mais de R$ 76 bi em crédito para micro e pequenas empresas

Publicado em: 26/10/2023

O Banco do Brasil já desembolsou neste ano, até o mês de setembro, mais de R$ 76 bilhões em crédito para micro e pequenas empresas. O valor representa crescimento de 10% no volume de crédito para este público, na comparação com o mesmo período de 2022. Foram alocados novos recursos para mais 242 mil empresas, totalizando 758 mil empresas no BB, que são responsáveis por mais de 3,5 milhões de empregos. Vale ressaltar ainda que R$ 27 bilhões foram liberados para empresas com dirigentes mulheres.

“É fundamental lembrar que as micro e pequenas empresas representam 99% do total de empresas do país. Esses pequenos negócios desempenham um papel crucial na economia, inclusive pela sua capacidade de geração de emprego e renda, e temos um compromisso de apoio a esses empreendedores brasileiros”, destaca Tarciana Medeiros, presidenta do BB.

MPE Week

O principal movimento do BB de apoio aos pequenos negócios é a MPE Week, que acontece até o dia 31 de outubro. Em sua sexta edição, a MPE Week disponibiliza ofertas de cerca de 100 mil empresas cadastradas a consumidores de todo o país.

Mais de 20 milhões de clientes pessoa física estão recebendo nos canais digitais do banco comunicações personalizadas com uso de inteligência analítica, sobre as ofertas cadastradas pelas empresas participantes.

E os clientes pessoa jurídica do BB também podem se beneficiar de descontos exclusivos em soluções e serviços, tais como: taxas diferenciadas de crédito, soluções de fluxo de caixa, seguros, consórcios, vantagens no programa Benefícios BB Empresas para companhias aéreas, além de descontos em ofertas de parceiros.

Mais informações em: ofertasmpeweek.bb.com.br

Fonte: Banco do Brasil

Banco do Brasil deve ter maior lucro entre os bancos, diz Genial

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Na esteira da próxima divulgação de resultados trimestrais do Banco do Brasil (BBAS3), analistas da Genial Investimentos reiteraram otimismo com as ações e destacaram que o banco deve apresentar a maior cifra no quesito lucro dentre todos os players do setor.

Conforme a análise da Genial, o lucro do Banco do Brasil deve ser de R$ 8,96 bilhões. A estimativa fica levemente abaixo do consenso do mercado, que estima R$ 9,07 bilhões de lucro líquido.

O resultado do Banco do Brasil será divulgado no dia 8 de novembro.

“Esperamos mais um trimestre positivo para o BB, novamente podendo apresentar o maior lucro do setor. Nossas estimativas consideram um lucro líquido de R$ 8,96 bi, ficando R$ 33 mi acima da nossa expectativa para o Itaú (ITUB4) que, apesar de marginal, é um marco para o banco que alguns anos atrás tinha o pior ROE entre os grandes bancos”, diz a casa.

“Nosso lucro leva a uma rentabilidade (ROE) de 21,0%, refletindo o momento de boa performance do BB. Entendemos que nesses últimos meses o valor de mercado do banco não acompanhou as expectativas de lucro pelo mercado, o que em nossa visão pode ser um interessante catalisador para a valorização das ações caso o banco continue entregando bons resultados com fundamentos numa tendência positiva/estável”, completa.

Atualmente a recomendação da casa é de compra para as ações do Banco do Brasil. O preço-alvo para BBAS3 é de R$ 64,90, ao passo que os papéis negociam pouco abaixo de R$ 50.

Para o ano que vem, os analistas esperam que o banco siga entregando crescimento de lucro 2024, um pouco acima do consenso de mercado.

“Para o 3T23 do BB, esperamos que a carteira de crédito apresente uma desaceleração anual devido a uma base comparativa mais alta do ano passado, mas ainda com crescimento atrativo. A receita de juros (NII) continuará em patamares elevados, mas em desaceleração, mas terminando o ano de 2023 no topo do guidance”, diz a Genial.

“A provisão para devedores duvidosos (PDD) deve ser impactada negativamente pelos créditos tóxicos de Americanas (AMER3) que estavam provisionados em 70% até o 2T23, podendo segurar uma maior evolução de lucro para o trimestre. Para 2024, esperamos uma desaceleração nos resultados depois de um crescimento forte em 2023, impactado principalmente por uma desaceleração do crescimento de receita com juros (NII), que por sua vez acompanha um menor crescimento da carteira de crédito”, completa.

Nos pontos positivos, a casas destaca que não espera que as provisões não cresçam em relação a 2023, beneficiadas por um menor nível de inadimplência.

Apesar da desaceleração, a Genial ainda vê resultados fortes, com um lucro estimado de R$ 38,4 bilhões para o próximo ano e um ROE ainda na casa dos 20%.
Dividendos do Banco do Brasil devem aumentar

Para os dividendos do Banco do Brasil, analistas esperam uma elevação para um patamar de 10,8% de dividend yield (DY).

Atualmente, conforme dados do Status Invest, o Banco do Brasil soma um yield de 9,3%, com R$ 4,59 pagos por ação no acumulado dos últimos 12 meses.

Fonte: Suno

BB já desembolsou mais de R$ 154 bilhões para a cadeia do agro em 2023

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O Banco do Brasil liberou mais de R$ 154 bilhões ao agronegócio e à agricultura familiar no Brasil de janeiro até o dia 19 de outubro. O volume representa um aumento de 12% sobre o mesmo período do ano passado, quando foram liberados R$ 138 bilhões.

Na atual safra 2023/2024, já foram desembolsados cerca de R$ 80 bilhões, o que representa 9% de crescimento sobre o mesmo período do início da safra até este dia 19 de outubro. Neste tempo, foram mais de 242 mil operações contratadas.

Um dos destaques é a atuação do Banco nos financiamentos contratados com agricultores familiares (Pronaf) e médios produtores (Pronamp) que, juntos, representam 65% do total das operações, em mais de 4,7 mil municípios em todas as regiões do país no maior plano safra da história, com um total de R$ 240 bilhões em crédito, aumento de 26% no volume de recursos na comparação com o Plano Safra anterior.

A presidenta do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros, destaca a agilidade e a capilaridade do BB como diferenciais que se somam à tradição da atuação do Banco do Brasil junto à agricultura familiar e ao agronegócio brasileiros. “Nosso jeito de trabalhar em parceria com todos os elos da produção do campo, seja dentro ou fora da porteira, tem feito a diferença, já que estamos em todo o território nacional para levar recursos com a tempestividade necessária para que os produtores rurais possam garantir uma boa safra”, afirma. “Nossos funcionários levam conhecimento técnico e soluções financeiras personalizadas para toda a cadeia de produção e isso reforça nosso protagonismo histórico nos negócios no campo, desde o pequeno produtor familiar até a grande agroindústria”, complementa.

O vice-presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar do BB, Luiz Gustavo Braz Lage, destaca ainda que as operações sustentáveis são foco da empresa, que conta com uma carteira de crédito sustentável da ordem de R$ 323 bilhões, um saldo 23% maior do que nos últimos 12 meses. “O BB pretende chegar a R$ 500 bilhões nesta carteira até 2030. Também queremos chegar a R$ 200 bilhões na carteira de crédito agro sustentável, hoje no patamar de mais de R$ 141 bilhões. Temos metas claras declaradas em compromissos públicos. Temos captado recursos no exterior e no país, além de atuarmos com recursos próprios também para recuperação de áreas degradadas, para investimentos em ampliação de estruturas de armazenagem e de ampliação de área irrigada”, destaca o vice-presidente.

Ele também ressalta o ajuste recente em nomenclatura das áreas que atuam com o agro no BB. “Mudamos o nome da vice-presidência e da diretoria, agregando o termo ‘Agricultura Familiar’ aos nomes dessas áreas, para destacar esse nosso jeito de trabalhar em toda a esteira de produção do agro”, pontua.

Fonte: Banco do Brasil

BB fortalece programa de conscientização em Cyber Security

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O Banco do Brasil trabalha os programas de conscientização em Segurança com objetivo de derrubar barreiras de comunicação e estabelecer um ambiente mais seguro. As ações institucionais de conscientização dos funcionários, em especial o papel da SI no funcionamento da organização e quais as responsabilidades dos colaboradores nesse trabalho compartilhado é um dos destaques das iniciativas. A intermediação é feita por um time de Cyber Champions, com objetivo de atuarem como embaixadores do tema na companhia.

“Nosso maior desafio é explicar ao funcionário de forma convincente porque isso é um assunto dele. Mas quando eles são convencidos, surge muita curiosidade em saber como podem contribuir mais conosco. Esse relacionamento os torna mais perceptivos tanto no ambiente corporativo como na vida pessoal”, afirma Átila Bandeira, Executivo de Cybersecurity do banco, em entrevista à Security Report no VMware Explore Brasil 2023.

O executivo ainda ressalta não haver mais possibilidade de o negócio não falar desses riscos, dada a grande ameaça que elas representam à sustentabilidade das empresas. Assim, a proposta oferecida por Bandeira é ultrapassar os padrões conhecidos de SI e incorporar essa visão nas atividades de mercado, seguindo um princípio de “Cyber Business”.

Esse, no entanto, é um trabalho extenso demais para o time de Segurança ser bem-sucedido. Assim, o Head de Cyber ressalta a importância de se construir parcerias engajadas com essa proposta de elevação da maturidade. Segundo ele, trata-se de se buscar alianças capazes de ultrapassar a simples proposta de vender soluções.

“A ideia é saber equilibrar experiência do usuário, cliente ou colaborador, e bons parâmetros de Segurança. Isso, evidentemente, não é alcançado ampliando a complexidade da infraestrutura com novas soluções de proteção. Além disso, é importante que os parceiros participem da discussão de melhores práticas, e buscamos fazer isso integrando-os a palestras e eventos em favor de mais aprendizado”, explica Bandeira.

Parceiros na conscientização

Essa aproximação foi alcançada com a VMware através da aquisição de parcela importante da infraestrutura com Segurança embarcada desde a concepção. De acordo com Charbel Chalala, Sales Manager Brasil e México da companhia, o foco das soluções é garantir visibilidade e segmentação adequada para evitar movimentações laterais capazes de comprometer credenciais.

Além disso, dentro da estrutura, a premissa para parcerios como a VMware é ampliarem participação em treinamento de proteção aos usuários do Banco do Brasil, através de simulações de Cyber defense e relacionamento com o board e camadas de base.

“Nosso objetivo é, antes de tudo, entregar infraestrutura já segura. No entanto, considerando o nível de ameaça desse novo contexto, precisamos urgentemente nos colocar à frente do cibercrime. Por isso, mesmo não sendo nosso core business, queremos seguir conversando e conscientizando os parceiros em melhores práticas”, explicou Chalala.

Por ser uma parceria estratégica para ambos, os executivos ponderam que o objetivo futuro é seguir estreitando os laços, não apenas em favor da Segurança do banco, mas também do país e da sociedade, aculturando maturidade cyber de ponta a ponta. “No fim, a sociedade inteira sofre um efeito cascata do cibercrime. Portanto, avançar nesses trabalhos é essencial para garantir proteção das pessoas e do país”, encerra Átila Bandeira.

Fonte: Security Report

Alerta de golpe: bancários do BB recebem e-mails suspeitos

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Golpe novo na praça! Desta vez, bancários do Banco do Brasil estão recebendo e-mails com o assunto “valores a receber” e anexo suspeito. Alguns bancários procuraram o Sindicato para denunciar o golpe, especialmente nesse momento em que o Sindibancários/ES está trabalhando no pagamento dos bancários e bancárias do Banco do Brasil beneficiados pela ação de equiparação salarial dos empregados do banco ao Banco Central (Bacen).

O Sindicato reitera que os beneficiários da ação devem enviar uma mensagem exclusivamente para o número de Whatsapp 27 996508033, informar o nome completo e solicitar a orientação da Secretaria Jurídica do Sindicato sobre a documentação que deve ser enviada. Por questões de segurança, o Sindicato só informa o valor a ser creditado após o envio da documentação e a confirmação da identidade do beneficiário. Ou seja, não há um envio espontâneo de “valores a receber” por e-mail por parte do Sindicato.

Bancários e bancárias que receberem e-mail suspeito devem entrar em contato com a Secretaria Jurídica do Sindicato por meio dos telefones (27) 3331 9988/ (27) 99650-8033 (WhatsApp) ou por meio do e-mail juridico@bancarios-es.org.br.

Fonte: Sindicato dos Bancários do Espírito Santo

Banco do Brasil deverá ter nova porrada no lucro no 3T23, vê Goldman

Publicado em: 19/10/2023

O Banco do Brasil (BBAS3), que deixou para trás seus concorrentes privados, deverá ter nova alta na lucro no terceiro trimestre de 2023, vê o Goldman Sachs.

De acordo com o banco americano, o BB terminará o período com lucro de R$ 9,9 bilhões, alta de 9%. O Goldman projeta ainda lucro operacional de R$ 13,9 bilhões, elevação de 7%.

“Apesar da desaceleração geral dos empréstimos ao setor, acreditamos que o Itaú (ITUB4) e o Banco do Brasil estão melhor posicionados para expandir suas carteiras de empréstimos, dada a exposição de alta renda e rural, respectivamente, bem como as tendências de melhor qualidade dos ativos”, sustenta.

Os analistas esperam um ROE (retorno sobre o patrimônio) saudável de 21,9%.

Uns dos principais pontos fortes do BB, o segmento rural, deverá continuar crescendo. Dados do Banco Central até agosto mostram que os empréstimos rurais aumentaram 21% no comparativo anual.

“Também prevemos crescimento ainda saudável da receita líquida de juros, enquanto as taxas podem expandir 6% no trimestre (+3% no comparativo anual)”, explica.

No relatório, o Goldman vê uma normalização parcial no custo do risco das altas comparações no segundo trimestre, consistente com a parte superior do guidance (projeções) de provisões (R$ 23-27 bilhões).

“A qualidade dos ativos provavelmente permanecem sob controle, embora os NPL (crédito não produtivo) das empresas possam aumentar”, explica.

Finalmente, diz o banco, as despesas com pessoal deveram ser parcialmente impactado pelo reajuste salarial anual em vigor a partir de setembro em diante, enquanto outras despesas operacionais podem se normalizar parcialmente a partir do segundo trimestre.

O Banco do Brasil publicará seu resultado em 9 de novembro de 2023.

Fonte: MoneyTimes

Banco do Brasil deve enfrentar dias “menos ensolarados”, diz XP

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O Banco do Brasil (BVMF:BBAS3) deve enfrentar dias um pouco menos ensolarados pela frente. É o que espera a XP Investimentos (BVMF:XPBR31), ao revisar as projeções para a instituição financeira e manter o preço-alvo de R$61 por ação para o ano que vem, ainda que reforce a recomendação de compra.

“A política monetária está agora a mover-se na direção oposta e, embora isto possa ainda não ser um obstáculo, certamente não será um vento favorável tão forte como tem sido durante os últimos dois anos”, destaca a XP.

Ainda que as ações tenham apresentado alta de mais de 50% no acumulado do ano, o valuation ainda estaria atrativo, segundo o relatório.

“Vemos a carteira de crédito defensiva do banco como adequada para continuar entregando um ROE saudável, apesar do ciclo de afrouxamento monetário em curso”, apontam os analistas Bernardo Guttmann, Matheus Guimarães e Rafael Nobre.

No entanto, os analistas acreditam que discussões regulatórias e as incertezas políticas em torno das empresas estatais podem ainda levar à volatilidade dos papéis.

Maior agressividade na originação de crédito e receios sobre a governança estão entre os pontos de cautela citados pelos analistas.

A instituição financeira completou 215 anos nesta quinta, 12. Em alusão à data, a presidente do banco, Tarciana Medeiros, apontou, em reses sociais, que no primeiro semestre deste ano, o banco concedeu linha de crédito ou de financiamento a 4,2 milhões de pessoas. Ao todo, o valor chegou a R$ 48 bilhões para mais de 180 mil micro e pequenas e empresas, uma elevação anual de 22%.

Às 12h40 (de Brasília) desta sexta-feira, 13, as ações estavam estáveis, a R$ 48,97.

Fonte: Investing BR

Corrida ESG pode mudar o jogo para BB? Veja recomendação às ações

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O Banco do Brasil (BBAS3) concluiu, durante as reuniões anuais do Fundo Monetário Internacional (FMI), uma rodada de captações de cerca de R$ 30 bilhões para apoiar a agenda de sustentabilidade do Brasil.

O banco já divulgou anteriormente que pretende se tornar referência no mercado de carbono, que já engatinha no Brasil.

A analista da Empiricus Research, Larissa Quaresma, participou do Giro do Mercado desta segunda-feira (16) e explicou se a corrida pela sustentabilidade pode trazer alguma “virada de jogo” para o banco.

Segundo ela, a mudança depende da forma com que o banco irá alocar esses recursos.

“Se vai ser transformacional ou não, vai depender de como o banco vai emprestar esse dinheiro. Um lado da equação ele conseguiu fazer muito bem, que foi captar recursos de baixo custo com selo internacional, que ajuda a atrair outros investidores locais/institucionais para esses projetos. Agora, o outro lado é você aplicar e emprestar para bons projetos com baixa inadimplência e com bom retorno para o banco.”

Apesar dos cuidados em relação aos investimentos do banco, a analista conclui que o ESG é uma mega tendência para a próxima década, e o Banco do Brasil deve sim capturar essa onda.

Além dos impactos da notícia, Larissa revelou quais são as perspectivas e qual é a recomendação para a ação do banco brasileiro. Confira a entrevista completa e saiba se vale a pena ter BBAS3 na carteira clicando aqui.
Novidade sobre ETFs faz Bitcoin (BTC) caminhar rumo aos US$ 30 mil

O mercado cripto também foi destaque no Giro do Mercado. A Securities and Exchange Comission (SEC), considerada a CVM norte-americana, não recorreu contra processo que abriu caminho para a conversão de um fundo da Grayscale em um ETF de Bitcoin (BTC).

O mercado de criptomoedas reagiu bem à notícia, e o Bitcoin (BTC) avançou acima dos US$ 28 mil nesta segunda-feira (16).

Fonte: Money Times

BB assina carta de intenções para financiamento de energia renovável

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Neste dia 14 de outubro, em Marrakech, durante reuniões anuais do FMI, o Banco do Brasil assinou uma carta de intenções com o European Investment Bank para captação de recursos para financiar projetos de energia renovável no Brasil. O acordo prevê a captação de 350 milhões de euros (o equivalente a cerca de R$2 bilhões na cotação atual). Deste valor, o acordo prevê que até 30% seja destinado a Micro e Pequenas Empresas.

Para Francisco Lassalvia, vice-presidente de Negócios de Atacado do BB, este recurso se soma a outros em ações recente do Banco, com o objetivo de apoiar clientes em uma transição para um portfólio cada vez mais sustentável. “Nossas agendas globais, como as recentes visitas pela Ásia e NY, comvergem para que o Banco avance nos objetivos públicos e concretos na agenda ASG. Só nos últimos 12 meses, crescemos mais de 10% na nossa carteira de crédito sustentável. Essas captações demonstram que os bancos e investidores globais observam o Brasil e o BB como relevantes para este desafio, que também é global”, afirma.

A agenda do BB em Marrakech envolve mais de 30 reuniões, com bancos de desenvolvimento, assets, bancos comerciais, além de palestras e eventos sobre a agenda ASG do BB, referência global no tema, como Banco mais sustentável do mundo.

Fonte: Banco do Brasil

BB faz operação de negociação internacional de créditos de carbono

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O Banco do Brasil realizou nesta semana uma operação inédita de intermediação de créditos de carbono no mercado internacional. A negociação envolveu a compra de 5 mil créditos de carbono do Projeto Envira Amazônia, operado no mercado secundário pelo Banco BNP Paribas, e a venda para o Standard Chartered Bank no exterior. Trata-se de uma transação piloto para validar o novo modelo de negócios do BB.

O Projeto Envira foi certificado no âmbito da Verra, o principal standard do mercado voluntário de carbono, na metodologia de REDD+ – Redução das Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal, protegendo mais de 200 mil hectares de floresta amazônica. O projeto conta ainda com o selo CCB – Climate, Community and Biodiversity, garantindo que um percentual dos créditos gerados seja revertido em ações em prol da comunidade local.

O vice-presidente de Negócios de Atacado, Francisco Lassalvia, afirma que, para participar deste novo mercado e reforçar a posição do BB como líder na negociação de créditos de carbono, o BB vai criar uma mesa de operações específica para esses ativos. “O Banco do Brasil tem demonstrado com negócios concretos que é um ator relevante em investimentos sustentáveis. O ineditismo desta operação reforça esse nosso posicionamento de vanguarda em um novo mercado, gerando negócios e potencializando ainda mais a sustentabilidade de forma global”, explica Lassalvia.

Para o BNP Paribas, a operação reforça o potencial do Brasil como liderança no processo de descarbonização da economia global. “Atuamos nos mercados regulado e voluntário de carbono desde 2018. Realizamos, pela primeira vez, uma negociação dessa natureza com um banco brasileiro, o Banco do Brasil, em uma operação que representa um marco para o desenvolvimento do mercado brasileiro de créditos de carbono. Como banco, assumimos a missão de apoiar nossos clientes nessa transição por meio do desenvolvimento de produtos e serviços alinhados com a agenda ESG”, comenta Valter Luz, diretor da área de Vendas Institucionais do BNP Paribas Brasil.

“O Grupo Standard Chartered está muito satisfeito por fazer parte dessa transação marcante para o Banco do Brasil, reiterando a sua visão de que o Brasil será peça chave no caminho para a descarbonização,” disse Germana Cruz, CEO, do escritório de representação do Grupo Standard Chartered no Brasil. O Grupo Standard Chartered está posicionado para apoiar seus clientes e parcerios nesse mercado nascente no Brasil e na América Latina e esta operação fortalece ainda mais os laços do Grupo Standard Chartered com o país e seu compromisso com a agenda ESG”.

“A operação inédita reforça o pioneirismo do Banco do Brasil no mercado de carbono demonstrando que estamos prontos para apoiar nossos clientes desde o desenvolvimento de novos projetos geradores de créditos, a compra e venda desses ativos e a assessoria para a realização de inventários de emissões de gases de efeito estufa. Com os projetos que apoiamos atualmente, preservamos mais de 500 mil hectares de floresta nativa, além de investirmos na melhoria da qualidade de vida das populações locais nessas áreas”, avalia José Ricardo Sasseron, vice-presidente de Governo e Sustentabilidade Empresarial do BB.

A sustentabilidade é um dos territórios de atuação da marca Banco do Brasil, que tem intensificado as ações em torno da pauta ASG neste ano. No início deste mês, por exemplo, o Banco anunciou a estruturação de suas unidades e, no novo desenho do organograma do Banco, foi criada uma Unidade Estratégica exclusivamente destinada a boas práticas ambientais, sociais e de governança em sua estrutura para reforçar sua atuação ASG.

Dados recentes indicam que o mercado voluntário de créditos de carbono atingiu US$ 2 bilhões em volume de negociação no mundo em 2022. Especificamente para o mercado brasileiro, estima-se que esse volume atinja a marca de US$ 20 bilhões até 2030 de acordo com a Way Carbon, sendo que o Brasil poderá responder por cerca de 20% a 30% desse mercado com o desenvolvimento de projetos.

Atuação do BB no Mercado de Carbono

Alinhado aos 12 compromissos para um futuro mais sustentável, especialmente ao de reflorestamento e conservação florestal, onde temos a meta de conservar e/ou reflorestar 1 milhão de hectares até 2025, o BB tem reforçado a sua atuação no mercado voluntário de carbono apoiando os clientes na elaboração de projetos com relevantes adicionalidade social, ambiental e climática. Ao final do primeiro semestre de 2023, já são mais de 500 mil hectares preservados em projetos de carbono, na metodologia de desmatamento evitado – REDD+. São projetos que aliam preservação ambiental e geração de renda para os proprietários das áreas, além de propiciar melhorias para as comunidades nelas localizadas. Visando reforçar ainda mais seu posicionamento em prol da preservação ambiental, o BB aderiu à Coalizão Verde.

A participação da instituição bancária na aliança reforça o compromisso do Banco com a preservação da Amazônia e com a geração de valor para as cadeias produtivas locais, com consequente melhoria na qualidade de vida da população amazônica. Desta forma, é possível aliar a conservação da floresta com o desenvolvimento social das pessoas que nela vivem ou dependem economicamente, estimulando o uso sustentável dos recursos oferecidos pela natureza.

Sobre o Banco do Brasil

Com 214 anos, o Banco do Brasil já ultrapassou a marca de R$ 321 bilhões em operações de crédito sustentáveis, um crescimento de 10% em 12 meses, e pretende chegar ao saldo de R$ 500 bilhões até 2030. Esse montante foi contratado em linhas de crédito com grande enfoque ambiental e/ou social ou para financiar atividades e/ou segmentos que tragam impactos socioambientais positivos como os setores de energias renováveis, eficiência energética, construção, transporte e turismo sustentáveis, água, pesca, floresta, agricultura sustentável, gestão de resíduos, educação, saúde e desenvolvimento local e regional, para assim reforçar nosso papel transformador no desenvolvimento do país e na construção de um futuro cada vez mais sustentável para a sociedade. Saiba mais em www.bb.com.br/sustentabilidade e em www.bb.com.br/ri.

Sobre BNP Paribas Brasil

O Banco BNP Paribas opera oficialmente no Brasil desde 1996. A partir de 2010, quando a área de Securities Services entrou em funcionamento, a unidade brasileira passou a reunir o maior número de linhas de negócios na América Latina tornando-se uma das maiores operações do Grupo em mercados emergentes. Hoje, no Brasil, o Grupo está presente com as áreas de Corporate & Investment Banking, crédito ao consumo, Asset Management, Seguros (Cardif) e Gestão de Frotas (Arval).

Atualmente o Grupo BNP Paribas possui cerca de 1400 colaboradores no país. No Brasil, figura entre os maiores bancos internacionais de investimentos em total de ativos (R$ 112,5 bi, Jun/23, Conglomerado Prudencial, Banco Central), oferecendo diversidade de produtos e múltiplas soluções para seus clientes. O BNP Paribas se destaca por sua liderança financeira na Europa e por seu alcance internacional. Hoje o grupo está presente em 64 países oferecendo serviços variados, visando criar sinergias entre negócios e atender as necessidades locais e internacionais de clientes ao redor do mundo.

Sobre o Grupo Standard Chartered

Somos um grupo bancário internacional líder, com presença em 53 dos mercados mais dinâmicos do mundo, e servindo clientes em mais 64. O nosso propósito é impulsionar o comércio e a prosperidade através da nossa diversidade única, e a nossa herança e valores são expressos na nossa promessa da marca, aqui para sempre. O Grupo Standard Chartered está presente no Brasil desde a década de 1970. Em 2019, passou a atuar como escritório de representação em São Paulo. Todos os produtos e serviços são realizados pela nossas principais instituições financeiras sediadas no exterior.

Nosso escritório no Brasil nos permite atender melhor nossa base de clientes nas Américas e na Europa, facilitando os fluxos comerciais e de investimento entre as Américas, Ásia, África, Reino Unido, Europa e Oriente Médio. Nossa estratégia bancária Corporativa e Institucional está focada em instituições financeiras, multinacionais e empresas latino-americanas selecionadas com links para a rede global Standard Chartered. Apoiamos a nossa base de clientes através de Trade Finance, Cash Management, Corporate Finance, DCM e outros produtos que oferecemos offshore. O Standard Chartered PLC está listado nas Bolsas de Valores de Londres e Hong Kong.

Fonte: Banco do Brasil

BB vai a Marrakech para negócios durante reuniões do FMI

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O Banco do Brasil participa de pautas de negócios com bancos, investidores e órgãos multilaterais durante realização de reunião anual do FMI em Marrakech, entre os dias 12 e 15 de outubro. As reuniões ocorrem um mês depois de intensa agenda de negócios, em que o BB assinou acordos para a captação de cerca de R$ 8 bilhões em Nova Iorque, reforçando agenda de sustentabilidade do BB como hub de captação de recursos nesse tema.

Na missão do BB no Marrocos, participam os vice-presidentes Francisco Lassalvia (Negócios de Atacado), Geovanne Tobias (Gestão Financeira e Relações com Investidores) e Felipe Prince (Controles Internos e Gestão de Riscos), além de representantes das áreas corporate e internacional do Banco, incluindo os escritórios de Londres e Nova Iorque. As Reuniões Anuais do FMI contam com a participação de presidentes de bancos centrais, ministros das áreas de finanças, economia e desenvolvimento, executivos de empresas privadas e representantes da sociedade civil, além da cobertura da mídia de diversos países. Os encontros debatem questões de interesse mundial, como crescimento econômico inclusivo e a questão climática, por exemplo.

Os encontros em Marrakech devem priorizar ações de relacionamento bilateral com foco na agenda ASG do BB e têm, como principal objetivos, o fortalecimento do relacionamento com esses parceiros internacionais e a busca por novas oportunidades de negócios nessa esteira. “É uma pauta consistente do Banco, que, só nesse semestre, já rodou pela Ásia, EUA e, agora, estará na África, para debater com representantes de pelo menos 30 instituições relevantes do sistema financeiro mundial sobre os resultados do Banco, nossa agenda ASG e os potenciais de negócios que tragam desenvolvimento social, ambiental e econômico para todas as regiões do Brasil”, diz Francisco Lassalvia, vice-presidente de Negócios de Atacado do BB.

O Banco do Brasil quer apoiar seus clientes, parceiros e a sociedade na transição para uma economia mais verde e inclusiva. Em agosto, o Banco do Brasil lançou 12 compromissos para um futuro mais sustentável, alinhados com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e ao Acordo de Paris, com pautas ligadas a financiamento sustentável, mercado de carbono, captação de financiamento ESG e diversidade. “Ações como essas colocam o BB em destaque entre os players globais. Um desses compromissos públicos é o de atingirmos R$ 500 bilhões de saldo em nossa carteira de crédito sustentável. Hoje, ela gira em torno de R$ 323 bilhões, um volume que já representa um crescimento de mais de 10% nos últimos 12 meses”, declara o vice-presidente Lassalvia.

Fonte: Banco do Brasil

Nubank e Banco Brasil são melhores escolhas do setor, diz BBA

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Na esteira da temporada de resultados e em nova análise sobre o setor de bancos, especialistas do Itaú BBA destacaram que o Nubank (ROXO34) e o Banco do Brasil (BBAS3) são seus dois ‘top picks‘ do setor de bancos e instituições financeiras.

Segundo a casa, as projeções são de que o Nubank mostre um ROE relativamente forte, de 20%, com com um ganho massivo de 27% em relação ao trimestre anterior em receita líquida de juros (ou Net Interest Income, NII).

As projeções do BBA são de que o banco digital some um lucro líquido ajustado de R$ 1,6 bilhão. Além disso, os especialistas esperam R$ 7,9 bilhões de receita e uma inadimplência de 90 dias de 6,2%.

Já para o Banco do Brasil, os especialistas projetam uma inadimplência de 90 dias de 2,6%, com receita líquida de R$ 31,6 bilhões e lucro líquido ajustado de R$ 8,9 bilhões.

“Esperamos que o Banco do Brasil reporte mais um trimestre sólido, com ROE de 21%. Os lucros devem aumentar, para R$ 8,9 bilhões, à medida que o forte NII compensa um custo de risco ainda elevado”, destaca o BBA.

Com essas projeções, o BB deve ser o banco com maior lucro no 3T23. Para concorrentes como Bradesco (BBDC4) e Santander (SANB11) a casa projeta R$ 4,3 bilhões e R$ 2,9 bilhões para a última linha do balanço, respectivamente.

O Bradesco, segundo a casa, deve mostrar ROE de 10,8% e R$ 30,5 bilhões de receita líquida.

“Apesar de ser bem esperado, o escasso ROE de 11% e os lucros estáveis do Bradesco devem sinalizar que o seu NII e a recuperação dos custos de crédito ficarão atrás dos de outros bancos. A recuperação do Santander Brasil deve estar um (ou alguns) passo à frente, provavelmente mostrando sinais precoces de crescimento em linhas/clientes mais arriscados segmentos e quedas de NPL”, analisa o BBA.
Cotação das ações do BB e do Nubank

As ações do Banco do Brasil mostram alta de 0,4% no intradia desta quarta (18), a R$ 49,55. No ano, os papéis sobem 48%.

Já as ações do Nubank listadas na NYSE caem 1% hoje e mostram uma alta de 118% no acumulado de 2023.

Fonte: Suno

Após cobrança, BB confirma avanço no processo de revisão da PIP

Publicado em: 11/10/2023

A Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil (CEBB) se reuniu, nesta terça-feira (10), com representantes do BB para tratar da implementação de novo critério da Pontuação Individual do Participante (PIP), sistema de cálculos usado na Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil (Previ).

Os representantes da empresa disseram que o Conselho Diretor do banco irá deliberar sobre a tabela PIP ainda no mês de outubro. Depois dessa fase, passará para avaliação no Conselho Administrativo, na Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (Sest) e nas instâncias internas da Previ. Por fim, e antes de ser implementada, a mudança da tabela será submetida à Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), entidade pública responsável por gerenciar as operadoras de previdência privada no país.

A revisão da tabela PIP é uma antiga reivindicação dos trabalhadores, que impacta na contribuição adicional, conhecida como 2B, e que pode variar de 1% a 10% do salário de participação dos associados do Previ Futuro, com o BB contribuindo com o mesmo percentual que o participante. A 2B aumenta à medida que o funcionário evolui em sua carreira.

Desde que o plano Previ Futuro foi criado, em 1998, não houve alteração da metodologia de cálculo da PIP, mesmo após várias alterações nos planos de cargos e salários. Isso explica por que, até o momento, apenas executivos com altos salários têm conseguido obter 10% na parte 2B.

“Passou um ano desde que o banco nos apresentou, em mesa de negociação, a proposta de melhorias no critério de cálculo PIP, que permite aos trabalhadores do BB, associados ao plano Previ Futuro, somarem mais recursos à aposentadoria. Ou seja, a melhoria de cálculo da PIP significa uma melhora substancial no benefício dos aposentados do plano Previ Futuro. Portanto, cada mês sem a entrega da revisão da PIP é um mês em que os associados estão sendo prejudicados”, explica a coordenadora da CEBB, Fernanda Lopes.

No encontro desta terça, o movimento sindical exigiu que, no processo de revisão da tabela PIP, todo o corpo de funcionários seja contemplado. “Eu tenho 15 anos de banco e durante todo esse período só obtive aumento de 2 pontos, praticamente”, exemplificou Fernanda Lopes.

Os representantes do banco afirmaram que a expectativa é que ocorra uma ampliação da base de funcionários que serão beneficiados significativamente com a mudança na tabela PIP, para que mais associados da Previ tenham oportunidade de realizar contribuições adicionais superiores e, desta forma, aumentar suas chances de engordar a aposentadoria no futuro.

“Há uma grande preocupação, principalmente dos funcionários da base da pirâmide, como os escriturários, que são os mais prejudicados com o atual sistema de pontuação. Da forma como está hoje a PIP, eles terão dificuldade na preservação do valor de seus salários, quando chegar a aposentadoria”, destacou o representante da Federação dos Empregados em Estabelecimentos Bancários dos Estados da Bahia e Sergipe (Feeb BA/SE) na CEBB, Fabio Ledo.

Fonte: Contraf-CUT

BB deve beirar 10% de pagamento em dividendos em 2024, projeta XP

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Segundo projeções dos analistas da XP, o Banco do Brasil (BBAS3) deve beirar um patamar de 10% em dividend yield (DY) no ano de 2024. As expectativas da casa são de que os dividendos do Banco do Brasil mostrem uma elevação de 9,3% neste ano para 9,8% no ano que vem.

Conforme dados atualizados do Status Invest, as ações BBAS3 deram direito ao recebimento de R$ 4,59 por papel nos últimos 12 meses. Além disso, as ações do Banco do Brasil mostram uma alta de 45% no acumulado de 2023, a uma cotação atual de R$ 48,44.

A recomendação da XP para as ações, apesar disso, ainda é de compra. Segundo os analistas, o banco deve ter o maior DY dentre os bancos e instituições financeiras da bolsa no ano que vem.

As estimativas colocam logo atrás do BB a B3 (B3SA3) e o Itaú Unibanco (ITUB4), com 7,6% e 4,8% de yield projetados para o ano de 2024, respectivamente. Itaú BBA recomenda escolher ações do Banco do Brasil (BBAS3) pelo desconto

Em nova análise sobre o setor de bancos, especialistas do Itaú BBA destacaram que o nicho mostra ‘tendências de lucros dispersos’ e reiterou otimismo com papéis do Nubank (ROXO34) e do BB.

“O Banco do Brasil é o ativo que vemos valorização mais positiva assimetria e risco ascendente para as estimativas do consenso do mercado; a sua carteira de empréstimos e o crescimento do NII deverão destacar-se positivamente nas discussões de grandes bancos em 2024”, diz a casa.

As projeções para o Banco do Brasil incluem estimativa de R$ 125 bilhões de receita para este ano, e R$ 138 bilhões no ano seguinte, além de lucro saltando de R$ 35 bilhões para R$ 38 bilhões.

Os prognósticos do BBA ainda apontam que o dividend yield (DY) do banco deve fechar em 10% neste ano, e ser elevado para 13% no ano seguinte – patamar que deve se estabilizar até 2026, segundo a casa.

“O setor bancário entra em 2024 enfrentando tendências de lucros dispersos, esperanças de retomada dos negócios e discussões regulatórias relevantes. Os valuations comprimidos em geral refletem esse ambiente. Pode ser cedo, mas certamente parece uma janela para os investidores de médio prazo adicionarem ações à sua carteira”, diz o BBA.

Desempenho de BBAS3

As ações do Banco do Brasil caem 0,9% no intradia desta segunda (9), a R$ 48,41. No ano, os papéis mostram alta de 45%.

Fonte: Suno

Banco do Brasil: sustentabilidade ganha força no agronegócio

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Segundo o estudo Global Farmer Insights 2022, conduzido pela consultoria norte-americana McKinsey, o Brasil está na vanguarda da adoção de práticas sustentáveis no campo. A pesquisa, que entrevistou mais de 5 mil agricultores da Europa, Ásia, América do Norte e América do Sul, procurou entender melhor seus comportamentos em relação a tópicos-chave que moldam o futuro da agricultura. E os números mostram que nenhum outro país se aproxima do Brasil em relação ao uso de produtos biológicos para controle de pragas e doenças, crescimento das plantas e fertilização dos solos.

Um exemplo é o uso de produtos biológicos na produção agropecuária. Enquanto no Brasil 55% dos produtores rurais já adotam produtos biológicos para proteger suas lavouras, na União Europeia são apenas 23%, na China 8%, nos Estados Unidos 6%, no Canadá 5%, na Argentina 4% e na Índia apenas 3%.Sim, as práticas sustentáveis já fazem parte do dia a dia das lavouras brasileiras, e o , maior parceiro do agronegócio brasileiro, também está fazendo a sua parte.

A sustentabilidade está incorporada nas mais diversas estratégias do BB, que tem por premissa a integração da geração de valor econômico à transparência, à governança corporativa e à responsabilidade socioambiental.

Agenda ESG no Banco do Brasil

O BB reforça sua capacidade de desenvolver e ofertar produtos e serviços voltados para uma economia de baixo carbono e inclusiva, que possam agregar cada vez mais qualidade e inovação ao atendimento de clientes e promover menor impacto social e ambiental. Também fortalece sua governança corporativa, gestão da ética e a transparência, o capital humano, além de valorizar a diversidade e aprimorar as práticas ambientais e de ecoeficiência, assegurando o uso eficiente e sustentável dos recursos naturais.

O compromisso de desenvolver soluções negociais com aspectos sociais, ambientais e climáticos é orientado e declarado na Política de Responsabilidade Social, Ambiental e Climática (PRSAC) do banco. Tem suporte, ainda, nas Diretrizes de Sustentabilidade BB para o Crédito, que estão em sinergia com os compromissos internacionais assumidos pelo Governo Federal, entre eles os relacionados à mitigação e à adaptação aos efeitos das mudanças climáticas.

Com destaque nacional no desenvolvimento de soluções financeiras e modelos de negócios que promovam a transição para uma economia sustentável e inclusiva, o BB considera as mudanças climáticas no planejamento e aproveita oportunidades de negócios para uma economia de baixo carbono.

O Banco do Brasil é, pela quarta vez, o banco mais sustentável do planeta segundo o ranking das 100 Corporações Mais Sustentáveis do Mundo 2023 – Global 100, da Corporate Knights. Em 2023, além da posição de liderança entre os bancos, o BB é a única empresa brasileira classificada, figurando na 15ª posição entre as empresas em geral.

Sustentabilidade no agro

Em linha com os compromissos de longo prazo do banco e com o objetivo de auxiliar os clientes na transição para uma economia mais sustentável, ao final de junho de 2023 o BB atingiu a marca de R$ 321,6 bilhões em operações de crédito sustentáveis, um crescimento de 10% em 12 meses, sendo R$ 141,4 bilhões relativos a negócios sustentáveis agro.

O Plano Safra 2023/2024 será o maior da história, com R$ 240 bilhões disponibilizados pelo Banco do Brasil, volume 26% superior ao da safra passada, reforçando seu papel de maior parceiro do agronegócio brasileiro.

Serão destinados R$ 121 bilhões para o custeio, R$ 42 bilhões para operações de investimento, R$ 24 bilhões para comercialização e industrialização, enquanto títulos, crédito agroindustrial e giro terão R$ 53 bilhões, reforçando a atuação do BB em toda a cadeia de valor do agronegócio. Segundo o Diretor de Agronegócios do Banco do Brasil, Jayme Pinto Junior, “o BB amplia o apoio ao agronegócio destinando também recursos próprios, que possibilitam aos produtores rurais reforçar o financiamento de investimentos em recuperação de áreas degradadas, ampliação de estruturas de armazenagem e de áreas irrigadas, impulsionando assim a transição para uma agricultura ainda mais sustentável, fomentando assim a mudança de nossa matriz energética”.

Para acessar as linhas de crédito, os requisitos variam de acordo com o público-alvo e a finalidade do crédito. É importante que os produtores rurais mantenham seus cadastros atualizados junto ao Banco do Brasil e consultem seus gerentes para obter orientações. No caso dos agricultores familiares, é indispensável a apresentação do CAF vigente.

O BB disponibiliza aos produtores rurais múltiplos canais para que eles possam apresentar suas propostas de crédito rural. Através do APP BB os produtores rurais podem apresentar sua necessidade de crédito de forma digital e agilizar a contratação. Além disso, o BB conta com uma grande rede de agentes de crédito rural que estão aptos a receber as propostas dos produtores.

Fonte: CNN Brasil

BB sobe no ano, mas passa agora por movimento de lateralização, aponta análise

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As ações Banco do Brasil (BBAS3) acumulam alta de 46% em 2023, mas passaram a andar de lado, em um movimento de “lateralização”, conforme a análise técnica define, desde o início deste semestre – período em que acumulam queda de 1,6%.

Na abertura do pregão desta quinta-feira (5), os papéis abriram em alta, de 1,6%, com as ações cotadas em R$ 47,54, levando os ganhos em outubro a 0,7%. O papel acompanha, hoje, a alta de 0,4% do Ibovespa e de 1,3% do IFNC (índice financeiro da Bolsa).

Para Rodrigo Cohen, analista de investimentos e co-fundador da Escola de Investimentos, com base no gráfico diário, que segue abaixo, é possível observar “uma grande lateralização”, que se iniciou em julho, no dia 5 daquele mês.

Assim, explica Cohen, a ação vem “batendo em cima do intervalo que vai de R$ 45,40 até R$ 48,93”. “Neste momento não há tendência nem de alta, nem de baixa”, explica.

Conforme o analista, a ação se aproximou, no último dia 26 de setembro, da mínima desta lateralização, quando atingiu os R$ 45,57. Na outra ponta, BBAS3 foi à máxima dessa lateralização, no dia 29 de agosto, ao valer R$ 48,94.

BBAS3: Análise técnica

“Em termos de indicadores gráficos, para quem utiliza médias móveis, temos a de 200 períodos – muito utilizada –, batendo agora em R$ 41,84. A gente sabe que os ativos tendem a buscar essas médias e BBAS3 está, de certa forma, um pouco longe, inclusive, dessa média no momento. Está a 10% de distância dela. Então, isso sugere que BBSA3, se começar a perder essas mínimas, se bater R$ 45,30, em torno disso, pode querer buscar essa média em R$ 48,84”, diz.

“De qualquer forma, isso só aconteceria se tivéssemos uma notícia muito ruim de BBAS3. Poderia ser divulgação de algum resultado ruim trimestral ou poderia ser algo do cenário mais macro. A gente chama isso de risco sistêmico, que é uma queda das bolsas em todo o mundo, no Brasil também. E aí, sim, poderia buscar esse ponto, caso BBAS3 caísse”, pondera ele.

BBAS3: resistência

No sentido inverso, ele pontua que o topo anterior foi tocado em 21 de junho, quando BBAS3 testou a máxima, em R$ 50,90, que pode ser “o próximo objetivo de alta”.

“Se olharmos para um período mais para trás, BBAS3 até que não está tão mal assim, porque, nesse ano, o ativo bateu a máxima histórica, exatamente nesse ponto, dos R$ 50,90.”

“Então, mesmo que ainda esteja longe da máxima histórica, estando bem lateral, BBAS3 ainda tem o upside superior a 10%, o que seria próximo à máxima histórica e um ponto de resistência bem interessante para ele vir testar, caso suba”, completou.

Em relação ao gráfico semanal, o analista pontua que a ação “fez um fundo” em janeiro deste ano, nos R$ 30,31 e, desde então, chegou a subir 67%, antes de entrar em “lateralização”.

“Essa lateralidade pode trazer uma figura chamada bandeira. A gente teve uma alta grande, que está sublinhada por essas duas linhas azuis paralelas para cima diagonais [veja no gráfico acima]. Essa alta a gente chama de mastro e agora o BBAS3 perdeu e lateralizou.”

Conforme ele, se BBAS3 romper o topo, de R$ 49,10, que é o topo da linha azul paralela [do gráfico acima], “aí sim BBAS3 pode subir e projetar a máxima histórica, de R$ 50,90, e até subir mais, buscando a casa dos R$ 62 – topo do canal paralelo.

“Então, assim, mesmo no gráfico semanal, BBAS3 está lateral no momento, mas num prazo maior, BBAS3 está em tendência de alta”, conclui.

Fonte: Infomoney

Banco do Brasil inicia atuação na segunda fase do Desenrola

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O Banco do Brasil (BBAS3) começa a atuar nesta segunda-feira, 9, na segunda fase do Desenrola, o programa de renegociação de dívidas do governo federal, como credor. Desde o começo do programa, o banco renegociou R$ 12,5 bilhões em dívidas, atendendo a um total de 663 mil clientes.

O BB afirma que nos leilões que antecederam à nova fase do programa, mais de 2,2 milhões de clientes tiveram dívidas contempladas, e que os descontos podem chegar a até 99% do valor da dívida atualizada.

A nova fase, chamada oficialmente de Faixa 1, engloba dívidas bancárias e não bancárias, de clientes com renda de até dois salários mínimos ou inscritos no CadÚnico, e que podem renegociar dívidas através das instituições financeiras credenciadas.

No caso deste grupo de clientes, o governo garantirá as operações através do Fundo Garantidor de Operações (FGO), o mesmo do Pronampe. Embora estejam incluídas de vários setores, o cliente pagará os débitos renegociados aos bancos, que passarão a ser os credores. A renegociação acontece através do site desenrola.gov.br.

Na Faixa 1, estão incluídas dívidas contraídas entre 1º de janeiro de 2019 e 31 de dezembro de 2022. O limite de renegociação por CPF é de R$ 5.000, que pode ser dividido entre diferentes dívidas.

O Desenrola começou em 17 de julho com dívidas bancárias de clientes com renda mensal entre dois salários mínimos e R$ 20.000. Desde então, o BB renegociou R$ 12,5 bilhões, sendo que R$ 1,7 bilhão foram no público que estava incluído no programa.

Com a maior procura por renegociação por parte dos brasileiros diante da divulgação do Desenrola, o banco estendeu as condições especiais a outros públicos inadimplentes, inclusive micro e pequenas empresas. Ao todo, as pessoas físicas que não estavam enquadradas no programa renegociaram R$ 9 bilhões com o BB, e as MPEs, outros R$ 3,5 bilhões.

Fonte: Estadão

123milhas deve mais de R$ 115 milhões; BB é maior credor

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A 123milhas tem dívidas de empréstimos bancários que somam R$ 115,8 milhões. A informação consta do relatório da CPI das Pirâmides Financeiras. Em nota ao UOL, a empresa reconhece a dívida e nega irregularidade nos balanços. O principal credor é o Banco do Brasil, que possui R$ 97,1 milhões a receber e não quis comentar o assunto.

De acordo com o relatório, a 123milhas era deficitária e insolvente desde 2019. Por este motivo, as dívidas com bancos teriam virado uma “bola de neve”.
O relator da CPI, deputado Ricardo Silva (PSD-SP), ressaltou no texto que os balanços apresentavam resultados positivos, com consequente pagamento de dividendos aos sócios, mesmo com a dívida junto aos bancos superando a casa dos R$ 100 milhões.

O pagamento de milhões em dividendos para os donos da empresa foi confirmado por Augusto Madureira, sócio da 123milhas, durante depoimento à CPI.
O relator da CPI afirmou que os balanços eram alterados para permitir os empréstimos. O principal alvo das supostas maquiagens seria o Banco do Brasil.

O deputado Ricardo Silva escreveu que os recursos obtidos via empréstimos acabaram desviados pelos donos da 123milhas. “Dezenas de milhões de reais foram disponibilizados à 123milhas e acabaram desviados.”

Além de verificar empréstimos milionários, a CPI afirmou que a 123milhas consistia em uma pirâmide financeira. Quando o dinheiro acabou, a base da pirâmide ficou sem receber. Até o momento, 700 mil passagens não foram honradas e o número pode subir.

A 123milhas classificou as conclusões do relatório como descabidas. Acrescentou que sempre seguiu boas práticas e que adquiriu empréstimos como qualquer empresa.

A agência online de viagens informou que faturou R$ 6 bilhões ano passado e que as dívidas estavam num nível baixo comparado à quantia financeira que era movimentada.

Fonte: Uol

BB reforça atuação ASG e empodera papel da Ouvidoria com reorganização de unidades na estrutura da sede

Publicado em: 06/10/2023

O Banco apresenta nesta segunda-feira, 2 de outubro, uma nova configuração de seu organograma de estrutura para as Unidades Estratégicas. As mudanças visam aumentar o foco em temas de relevância estratégica, além de realizar ajustes em processos, subordinações e responsabilidades para maior integração entre as áreas e mitigação de sombreamentos. Entre os destaques, está o reforço da atuação do Banco do Brasil ASG e o empoderamento do papel da Ouvidoria.

O novo desenho visa também consolidar as estratégias de CRM, Analytics, Indução Digital e Mesa de Performance, além de facilitar a transição para o modelo operacional ágil, conduzido pelo Projeto Aceleração Digital. Há ainda mudanças para aprimorar os processos orçamentários, considerando a interface entre áreas gestoras de clientes, produtos, canais e controladoria.

As mudanças favorecem a visão omnichannel, com maior sinergia das estratégias de atendimento ao cliente nos canais físicos e digitais, maior destaque à gestão dos clientes MPE, em parcerias estratégicas e no desenvolvimento de novos negócios. O objetivo é proporcionar uma experiência unificada e conveniente ao cliente, independentemente de como ele escolha se relacionar com o BB nos diversos canais, tais como agências, site, APP, chat online, TAA e demais frentes.

Cabe destacar, que o movimento foca o aperfeiçoamento das atividades desenvolvidas no Banco, sem gerar impacto em pessoas. Com as mudanças, será possível focar em temas estratégicos, a partir de adequações de áreas, que promoverão maior integração das atividades e responsabilidades.

Confira o novo organograma: Estrutura Organizacional – Banco do Brasil RI (bb.com.br)

Com a mudança, o BB anuncia novos gerentes gerais de unidades compõem a nova configuração de estrutura estratégica.

Conheça os novos gestores:
Karine Etchepare Wernz assume a Unidade de Ouvidoria que reunirá as atividades da Gerência Executiva Autônoma Ouvidoria Externa (Ouvid) e da Ouvidoria Interna. Com 23 anos de BB, Karine é natural do Rio Grande do Sul e formada em Administração de Empresas com Especialização em Negócios Financeiros pela Fundação Getúlio Vargas. Gerente Executiva desde 2019, com vasta experiência em gestão de pessoas (Ouvidoria Interna, ética e relações sindicais) e sustentabilidade, tem passagens pela Auditoria, Ditec e Dipes.

Gisele Barbosa Pessoa assume a Unidade Empréstimos e Financiamentos PJ que terá como foco o equilíbrio entre os portfólios PF e PJ e desenvolvimento de soluções para o público MPE. Com experiência em gestão de produtos PJ e gerenciamento do risco de crédito, Gisele está no BB desde 1998. Executiva do Banco desde 2014, atualmente na Diretoria de Crédito, responsável pelo desenvolvimento das estratégias de crédito PJ. Atuou como executiva na Diretoria de Empréstimos e Financiamentos e na extinta Diretoria Soluções Empresariais, possui formação em Direito e MBA Executivo Em Negócios Financeiros.

Analaura Neves de Morais Gontijo é a nova gerente geral da Unidade CRM e Indução de Clientes, responsável pelo B-Commerce, CRM, coordenação da Mesa de Performance e indução digital. A brasiliense Analaura possui 21 anos de Banco, com atuação em projetos estruturantes que implementaram o CRM, trabalhou no Projeto BB 2.0 e na Diretoria de Estratégia e Organização. Atualmente gerente executiva na Diretoria Clientes Varejo sendo responsável pela estratégia digital e onboarding de clientes PF. Possui especialização em Gerenciamento de Projetos, MBA Executivo em Negócios Financeiros além da formação no Programa de Desenvolvimento da Alta Liderança pelo ISE Business School.

Gabriel Maceron Santamaria assume a Unidade ASG que reforça a atuação do Banco do Brasil nos temas ambiental, social, governança e diversidade, além do desenvolvimento de novos negócios ASG. Paulista, Gabriel está no BB desde 2009 após a incorporação do Banco Nossa Caixa, possui ampla experiência em sustentabilidade empresarial, atuando desde 2012 no tema nos cargos de assessoramento e gerência. Atualmente é executivo da Gerência Executiva Autônoma Sustentabilidade Empresarial (Gesem). Formado em Publicidade e Marketing, com especialização em Gestão de Pessoas pela FIA-USP e MBA em Gestão de Negócios pela FGV, possui também formação no Programa de Desenvolvimento da Alta Liderança pelo ISE Business School. Gabriel também é membro de comitês do Sustentabilidade/ASG da Cielo, BV e Febraban.

Christianne Maria Pires Ferreira Marão assume o Programa Inova Varejo, a estrutura terá como finalidade avaliar e implementar novos modelos de relacionamento e atendimento no contexto Figital. Chris Marão está no Banco desde 1993, maranhense, tomou posse na Agência Tutoia e tem sua carreira marcada pela atuação em projetos estruturantes nas áreas de varejo, logística e suprimentos. Gerente Executiva desde 2015, trabalhou na Diretoria de Suprimentos Infraestrutura e Patrimônio, Unidade Novo Varejo e Diretoria de Estratégia e Organização. Entre 2019 e 2021 foi cedida como Diretora para a BBTS. Atualmente gerente executiva da Diretoria Gestão da Cultura e Pessoas. Chris é formada em Ciências da Computação com MBA em Administração Estratégica de Sistemas de Informação e Especialização em Gestão Empresarial.

Fonte: Banco do Brasil

Banco do Brasil defende diálogo em favor de reparação por escravidão

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O Banco do Brasil considera que a história do país e suas relações com a escravidão das comunidades negras precisam ser um processo de reflexão permanente. Em relação à reparação histórica, o BB entende que essa é uma responsabilidade de toda a sociedade.

É essa necessidade de amplo envolvimento do país com o tema que norteou a criação dos ministérios dos Direitos Humanos, Dos Povos Indígenas, da Igualdade Racial e Da Mulher. Também foi recriado o Ministério da Cultura. Tudo isso para acelerar a tomada de consciência e a criação de medidas efetivas de reparação.

O Banco do Brasil tem sido uma das empresas brasileiras que mais tem contribuído nesse sentido. Em julho deste ano, o BB assinou Protocolo de Intenções com o Ministério da Igualdade Racial, a fim de unir esforços em ações direcionadas à superação da discriminação racial, à inclusão e à valorização das mulheres negras, com o objetivo de fixar e promover:

  • o ingresso de jovens negras no mercado de trabalho;
  • a valorização de iniciativas e produções de mulheres negras, sobretudo aquelas que se referirem a projetos culturais;
  • ações de fomento ao empreendedorismo e fortalecimento de micro e pequenos negócios de mulheres negras;
  • o estímulo à ocupação equilibrada de espaços de lideranças no BB, considerando o respeito à diversidade étnica e de gênero;
  • e apoio mútuo e intercâmbio de experiências no sentido de ampliar as políticas afirmativas internas de raça e gênero, trazendo uma perspectiva interseccional às iniciativas em curso ou a serem realizadas no BB.

Em agosto deste ano, o Banco do Brasil tornou-se embaixador de três importantes movimentos de Direitos Humanos da Rede Brasil do Pacto Global da ONU: “Elas lideras 2030”, “Raça é Prioridade” e “Salário Digno”, que buscam mobilizar empresas e organizar empresas para o alcance do ODS.

No mesmo mês, o BB foi selecionado para compor a carteira do índice de diversidade da B3 (iDiversa B3), que inclui 79 ativos de 75 empresas, abrangendo dez setores econômicos. O BB ocupa lugar de destaque, com maior peso na composição do índice, pois possui um dos conselhos de administração mais diversos do mercado, composto por 50% de mulheres e 25% de pessoas autodeclaradas negras.

Também em agosto, em parceria com a Universidade Zumbi dos Palmares, o Banco do Brasil, renovando a parceria assinada em 2018, assinou a carta de adesão à Iniciativa Empresarial pela Igualdade Racial, que é um movimento formado por empresas e instituições comprometidas com a promoção da inclusão racial e a superação do racismo no ambiente corporativo e em toda a sua cadeia de valor.

Como empresa que busca promover a igualdade racial, o Banco do Brasil está à disposição do Ministério Público Federal para continuar protagonizando e envolver toda a sociedade na busca pela aceleração do processo de reparação.

Fonte: Banco do Brasil

Entenda a investigação sobre o papel do BB na escravidão no século 19

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Após um trabalho que envolveu 14 historiadores de 11 universidades, o Banco do Brasil foi notificado de uma ação inédita do Ministério Público Federal sobre a abertura de um inquérito para investigar o envolvimento da instituição no mercado escravagista no século 19.

“A gente espera que essa ação, que essas pesquisas, que a utilização dessas pesquisas para embasar a ação, elas sirvam, de fato, para fomentar esse debate e que não silencie essa história mais”, disse Clemente Penna, da Universidade Federal de Santa Catarina e da Fapesc, Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina.

Clemente, um dos historiadores envolvidos no trabalho, falou em entrevista ao podcast O Assunto desta segunda-feira (2). “A gente não pensa em sistema financeiro e escravidão, isso é uma discussão que é até relativamente recente […] e é um processo de silenciamento que quase produz uma inércia.”

Banco responderá sobre traficantes de escravizados

A existência da ação foi revelada com exclusividade por reportagem da BBC News Brasil na semana passada. Agora, o banco precisa responder se reconhece a ligação com traficantes de escravizados, se financiou esses traficantes e o que pretende fazer daqui em diante sobre o tema.

“O que a gente tenta na ideia da responsabilização é um pouco também que as instituições reconheçam que existe um peso muito forte da escravidão no estabelecimento de todas essas instituições”, complementa Clemente.

Clemente também explica que o sistema financeiro brasileiro se sustentou no século 19, em grande parte, por meio de ativos vindos do mercado de escravizados, e que o chamado “segundo Banco do Brasil”, criado na década de 1850, “surgiu para alocar dinheiro antes investido no tráfico [de escravos] de volta para o mercado”.

“A gente sabe que o sistema financeiro inteiro daquele período era ligado aos negócios da escravidão e o banco ele entra praticamente lavando esse dinheiro, com uma operação de quase lavagem de dinheiro do tráfico ilegal na instituição do próprio banco.”

O que pode acontecer agora?

O podcast também ouviu Leandro Machado, repórter que primeiro revelou a ação do MPF, que explicou que uma reunião entre o órgão e a presidência do banco deve acontecer ainda em outubro com participação do governo para discutir medidas de reparação e também o reconhecimento dessa história.

“A partir daí, o que o Ministério Público Federal diz é que como é um inquérito civil público, isso pode terminar em uma ação judicial, caso o banco se recuse a dar uma resposta, ou pode terminar em uma espécie de acordo, que seria o banco reconhecer sua participação no período e tomar medidas de reparação como o financiamento de pesquisas ou outros tipos de política para a comunidade negra.”

Fonte: G1

BB oferece acesso digital a extrato do INSS para usuários de cartão benefício

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O Banco do Brasil lança nesta semana uma solução inédita no sistema financeiro para consulta digital aos extratos e saldos para segurados que recebem seus pagamentos do INSS pelos cartões-benefício. 

Até então, para quem não era correntista do Banco, a transação só era possível com o deslocamento do cliente até os canais físicos – agências e terminais de autoatendimento.

A partir de agora, esses beneficiários do INSS, também chamados de cartonistas, podem acessar os dados do seu benefício na Plataforma Setor Público BB, canal que centraliza serviços públicos financeiros e não financeiros a correntistas e não correntistas.

O BB é o domicílio bancário de 5,5 milhões de beneficiários do INSS, sendo 2,3 milhões que recebem via cartão INSS – sem vinculação a uma conta corrente ou poupança. 

No último ano, a média mensal de consultas de saldos e extratos de benefícios nos canais físicos do Banco foi de 4 milhões.

Para acessar o serviço de forma digital, basta acessar bb.com.br/minhapagina -> Recebimentos -> Consultar benefício do INSS. O acesso é feito por meio do login e senha da plataforma do Governo Federal- gov.br, sendo necessário nível de segurança prata ou ouro.

De acordo com José Ricardo Sasseron, vice-presidente de governo e sustentabilidade, “a inclusão digital desse público é um passo importante, já que muitos enfrentam dificuldades com a distância e locomoção para chegarem até os pontos físicos de atendimento. O acesso digital oferece mais segurança, autonomia e comodidade.”

A consulta está disponível para qualquer cidadão que tenha seu benefício pago pelo BB, correntista ou não. “A solução proporciona uma melhor experiência do cliente, possibilitando que todos os beneficiários do INSS, que recebem o benefício via cartão pelo Banco do Brasil, consultem seu extrato no conforto do seu lar, além de ganho de eficiência para o BB”, destaca Carla Nesi, vice-presidente de negócios de varejo.

Para a executiva do BB, a iniciativa gera valor no relacionamento com esse público que tem buscado o atendimento por meio de canais digitais.

Fonte: Banco do Brasil

BB e Fundação BB doam R$ 1 milhão e realizam ação contra a estiagem no Amazonas

Publicado em: 05/10/2023

O Banco do Brasil e a Fundação BB lançam campanha em apoio às pessoas atingidas pela forte estiagem no estado do Amazonas. A campanha conta com apoio de unidades do conglomerado BB para a divulgação em canais múltiplos que abrangem clientes PF, PJ e demais segmentos negociais. As doações serão revertidas em alimentos e água potável que chegará aos amazonenses que estão mais precisando. A campanha já inicia com R$ 1 milhão em caixa, a partir de doação do BB e da Fundação BB.

Tarciana Medeiros, presidente do Banco do Brasil, destaca o apoio recorrente do BB em causas humanitárias, como em recente caso de enchentes no RS. Ela também destaca que o Banco do Brasil retornou, em setembro, de uma intensa agenda institucional e de negócios em Nova Iorque em prol da Amazônia. “O cenário de extrema escassez de chuvas na região amazônica reforça a importância das ações ASG abrangerem o cuidado ambiental e o amparo às pessoas que ali vivem. Estivemos em Nova Iorque em setembro, onde captamos recursos para a aplicação em recuperação de áreas degradadas, apoio às MPE e à agricultura sustentável na amazônia. Agora, esta ação humanitária é urgente e pede nosso apoio também”, destaca a presidente. “Nesta ação, vamos ter um foco prioritário nas pessoas que mais precisam a partir da distribuição de alimentos e água potável. Em um mesmo movimento vamos apoiar a população em vulnerabilidade e de pequenos produtores locais”, afirma.

Os rios amazonenses estão próximos dos menores níveis registrados, cenário que está configurando impactos sociais, ambientais e econômicos. A mortandade de peixes está promovendo crise econômica para pescadores e crise alimentar para a população em geral. Os baixos níveis pluviométricos, ou popularmente falando a falta de chuva, ocasionam cenas incomuns para uma região reconhecida pela imensidão verde da floresta Amazônica e pela imensidão azul dos grandes rios brasileiros: Amazonas, Negro, Solimões, e seus afluentes. Moradias em casas flutuantes, navios, barcos e pequenas embarcações estão encalhadas em areais onde antes havia igarapés, rios e curso d’água.

Situação de Emergência

  • 23 municípios, calhas do Alto Solimões, Baixo Solimões, Juruá, Médio Solimões e Purus
  • População: 174,7 mil pessoas;
  • Em alerta: 35 cidades

A perspectiva é que a estiagem possa abranger no total 50 municípios e 500 mil pessoas.
Essa iniciativa faz parte do programa estruturado Ajuda Humanitária, destinado a ações de assistência em situações de calamidade e emergência. A Fundação BB já doou R$ 1 milhão e mobiliza a sociedade em geral para participar da ação. A expectativa é que este valor proporcione a distribuição de ajuda para 4 mil famílias amazonenses. A parte de logística, que envolve o armazenamento e distribuição aos beneficiários finais, será apoiada por meio de representações locais das forças armadas. Este apoio logístico é de extrema importância devido aos impactos de navegabilidade e da necessidade de chegar a locais de difícil acesso. Os valores arrecadados serão destinados a instituições sem fins lucrativos que atuam na região e que será responsável pela aquisição e distribuição de alimentos e água potável.

Kleytton Morais, presidente da Fundação BB destaca nesta ação o pronto alinhamento obtido com o Banco do Brasil e faz um convite para a participação ativa nesta junção de forças. “Neste momento em que moradores do estado do Amazonas estão em extrema necessidade é importante trazermos o espírito público do BB, e a real dimensão de trazermos no nome institucional o nome do país, de dimensões continentais, riqueza na diversidade, sensibilidade social e sentido de união”, declarou.

O Banco do Brasil e a Fundação BB convidam a todos para se juntarem a esse movimento solidário. A participação é essencial para ampliar o impacto social positivo e ajudar as comunidades afetadas.

Fonte: Banco do Brasil

SindBancários quer reparação de prejuízos aos empregados do BB pelo Performa

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Após negociação frustrada com o Banco do Brasil, o SindBancários Porto Alegre e Região decidiu recorrer à Justiça para solucionar os prejuízos causados pela implementação da parcela da Verba Transitória Vinculada à Função (VTVF) pelo programa Performa. A entidade entrará com ação coletiva na Justiça do Trabalho para pôr fim à referida ilegalidade, que, para alguns empregados, acarretou a redução da gratificação de função.

Segundo o diretor jurídico do Sindicato, Ronaldo Zeni, também empregado do Banco do Brasil, “em fevereiro de 2020, o BB alterou a remuneração fixa das funções de confiança/gratificadas (Valor de Referência). Em paralelo, o banco instituiu o pagamento da VTVF, apurada na razão da diferença entre o valor da remuneração até então percebida e o novo Valor de Referência do cargo fixado naquela oportunidade”.

Na sistemática adotada pelo Banco do Brasil, quaisquer acréscimos salariais experimentados nas parcelas de anuênio e adicional por mérito acarretam a diminuição da VTVF em face da compensação entre as parcelas. Assim, apesar da remuneração bruta dos trabalhadores não ter sofrido diminuição, houve redução nominal do valor pago pelo banco à título de gratificação de função (AF e complemento de AF), a partir de fevereiro de 2020.

Os empregados que mantiveram seus cargos e, no decorrer do tempo, passaram a receber valores maiores, por exemplo, à título de anuênio e adicional por mérito, tiveram reduzido o valor de VTVF. A diminuição da VTVF com a anterior redução da gratificação de função acaba por não permitir a correta evolução da remuneração do bancário, acarretando, assim, redução salarial ilícita.

Tratativas sobre o Performa ocorrem há três anos

A representação sindical está em negociação com o Banco do Brasil a respeito do programa Performa desde a sua implantação, em 2020. Na gestão anterior, o banco não se manifestava a respeito, sendo que na última mesa não houve negociação sobre isso. O BB foi então oficiado neste ano e duas mesas realizadas, mediadas pela Fenaban.

Na primeira negociação, em maio, representantes do banco disseram que precisavam de tempo para se apropriar do assunto e trazer elementos para o debate. Na mesa de julho, apresentaram dados genéricos, sem proposta, e informaram que o fariam até setembro, quando ocorreria a mesa com a Comissão de Empresa dos Funcionários do BB (CEBB).

“Aconteceu a mesa no dia 13 de setembro, não houve nenhuma proposta e os representantes do banco falaram que ainda não tinham nada. Com isso, nós dissemos que cumprimos o rito da mediação com a Fenaban, não foi apresentada proposta, então agora vamos entrar com ação judicial”, informou a dirigente da Fetrafi-RS, Priscila Aguirres.

“Diante da postura do Banco do Brasil de não regularizar os prejuízos causados pela implementação da VTVF, não resta outra opção que não buscar o Judiciário, no intuito de defender os interesses e garantir os direitos dos trabalhadores do banco”, afirmou o presidente do SindBancários, Luciano Fetzner.

Fonte: SindBancários

Banco do Brasil levanta R$ 8 bilhões em Wall Street para agenda verde do País

Publicado em: 28/09/2023


Em uma conversa sobre o potencial de emissões externas de companhias brasileiras assessoradas pelo Banco do Brasil, os setores não são revelados. Poderia ser pelo teor confidencial pré-captação, mas o principal motivo é o fato de que são poucos, e abri-los entregaria quais são as respectivas empresas.

“Está vendo, falta de diversidade atrapalha até nisso”, diz a presidente do BB, Tarciana Medeiros, em entrevista ao Estadão/Broadcast, em Nova York, nos Estados Unidos, onde liderou uma turnê de negócios do banco na última semana.

Aos 44 anos, sendo 24 deles dedicados ao banco, a primeira mulher a assumir o cargo em mais de dois séculos era avessa a holofotes. Antes de Tarciana Medeiros, 58 homens presidiram o Banco do Brasil, primeiro CNPJ da história do País e com mais de 80 milhões de clientes. Várias barreiras foram quebradas em sua gestão.

“Sou nordestina, paraibana, negra, lésbica. E, aí, negra de pele clara, que o pessoal diz assim: ‘Ah, você está aproveitando agora de ser minoria’? Eu ouço esse tipo de situação”, disse ela, ao discursar em evento do Pacto Global da ONU no Brasil, realizado na sede da Organização das Nações Unidas, em Nova York.

O início da vida laboral foi em uma feira, aos dez anos. Depois, foi professora e, então, chegou ao BB, aos 20 anos, com o desafio de construir carreira no mercado financeiro, um universo extremamente masculino.

Medeiros esteve lado a lado da presidente do Citi, Jane Fraser, durante jantar do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em Nova York, com empresários e investidores. As duas primeiras mulheres a assumirem o comando de grandes bancos listados em Bolsa, seja em Wall Street ou no Brasil, mostraram que avanços já foram dados, mas que os obstáculos continuam aí.

Ao relembrar sua trajetória, a presidente do BB recorda ensinamentos do pai, que dizia que ela poderia ser o que quisesse, mas tinha de ter muita iniciativa e também “acabativa”. “Eu me tornei uma estatística… Eu sei que ocupei um lugar, um espaço de fala”, confessa. Essa é a sua missão ao “estar CEO do BB”, como gosta de dizer: transformar iniciativas em “acabativas”. Dentre elas, catapultar a agenda ESG no BB a outro patamar — e ter o reconhecimento.

Uma das metas traçadas é “esverdear” ao menos meio trilhão de reais da carteira de crédito até 2030. Hoje, são mais de R$ 323 bilhões em operações que consideram o padrão ESG, sigla em inglês e que reúne critérios ambientais, sociais e de governança. A cifra representa um terço da carteira total do banco, de R$ 1,04 trilhão.

Em paralelo, o banco desembarcou em Nova York com a missão de levantar mais recursos para turbinar a agenda verde do Brasil. Se considerados todos os contratos assinados — bem como o potencial à frente —, o BB levantou cerca de R$ 8 bilhões que devem reforçar a agenda sustentável brasileira.

Deste total, US$ 850 milhões, o equivalente a cerca de R$ 4,25 bilhões, estarão disponíveis em curto prazo. A cifra compreende a primeira tranche de uma parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), que prevê US$ 250 milhões (R$ 1,25 bilhão) em financiamento para impulsionar a bioeconomia da Amazônia no Brasil; um acordo com o Banco Mundial para disponibilizar até US$ 400 milhões para financiar micro e pequenas empresas que queiram reduzir suas emissões; e um contrato com o canadense BMO Financial Group, de outros US$ 200 milhões, para auxiliar a exportação de produtos agrícolas de baixo carbono.

“Isso é só o começo. Estamos crescendo o número de operações verdes para diversas finalidades que passam por infraestrutura, pelo agronegócio e pelas pequenas e médias empresas que estão mudando a sua matriz energética de consumo”, disse o vice-presidente de negócios de atacado do BB, Francisco Lassalvia.

Investidores e clientes

Durante a turnê de negócios em Nova York, o BB fez o primeiro tour da gestão capitaneada por Medeiros em Wall Street. O vice-presidente de Gestão Financeira e Relações com Investidores (CFO, na sigla em inglês), Geovanne Tobias, liderou reuniões com investidores para tratar das perspectivas de negócio do banco, e deixou uma boa impressão.

“Em seu primeiro giro com investidores como CFO, Tobias trouxe uma mensagem construtiva sobre o cenário macroeconômico do Brasil, com base em um ambiente de juros mais baixos e inflação controlada”, escreveu o analista Mario Pierry, do Bank of America, ao relatar a clientes os encontros de que participou.

Nas reuniões, os assuntos foram os resultados financeiros. Nesta frente, o investidor não tem do que se queixar: ao longo do último ano, o BB tem apresentado a melhor rentabilidade entre os cinco maiores bancos do País, marco que não ostentava desde o começo dos anos 2010. Os temores de uma possível queda com a troca de governo se dissiparam após o primeiro balanço da “era Tarciana”, que costuma dizer que o banco pode conciliar atuação social com rentabilidade.

O BB aproveitou também a passagem pela Big Apple para estreitar o relacionamento com clientes. O banco pretende ampliar a presença no exterior, e nos EUA, a ambição é crescer de forma orgânica e se valer da relação com seus correntistas endinheirados no Brasil para ampliar também os ativos sob gestão no mercado americano. A missão está nas mãos do novo presidente do BB Americas, Delano Valentim, até então vice-presidente do argentino Patagônia e que foi empossado no cargo no início do mês, como antecipou o Broadcast em julho.

Segundo a presidente do BB, o banco nos EUA é importante para o grupo e não há “nenhuma intenção” em se desfazer da operação, como foi aventado em direções passadas. “O Banco do Brasil precisa deixar de ser um banco brasileiro, com presença no exterior, para ser um banco do mundo mesmo. O BB Americas é uma operação importante para nós e não há nenhuma intenção de se desfazer do banco”, disse Medeiros.

Da Times Square ao Central Park

Uma das ações do BB para estreitar o relacionamento com clientes parou a Times Square, um dos cantos mais visitados da Big Apple. Se o ambiente é “instagramável” a qualquer hora do dia e, principalmente, da noite, o banco se valeu disso para o lançamento de sua nova campanha de sustentabilidade, que tomou os principais painéis locais de forma sincronizada.

Batizada de “All Amazônia” e criada pela WMcCann, a campanha é parte de uma ação de conscientização global para a preservação da Amazônia, recuperação de matas degradadas, da bioeconomia e da valorização aos povos que vivem na região. O rapper indígena do povo Guarani Mbyá, Orewá, deu voz ao filme que contou com a participação de Raoni Metuktir, representante dos povos originários, que parou a Times Square por quase cinco minutos.

Outra ação pôde ser vista no pulso da presidente do BB, de executivos do banco e nos braços dos gringos em Nova York: uma pulseira feita de sementes de açaí pela comunidade indígena amazônica Yawanawá e produzida pela grife Bottletop. Inserida na estratégia de sustentabilidade do banco, a ação destina a receita obtida com a venda do acessório a projetos em defesa dos povos da Amazônia.

Para encerrar as ações em Nova York, o Banco do Brasil promoveu um show no Central Park. O “Pororoca” reuniu a comunidade brasileira de Nova York com atrações como Carlinhos Brown, BaianaSystem, Olodum, Fafá de Belém e a ministra da Cultura, Margareth Menezes.

Fonte: Estadão