BB espera queda de CDS para retomar emissão de dívida

Publicado em: 22/06/2017

O rendimento extra que os credores estrangeiros estão exigindo para compensar a crise política e econômica do Brasil ainda é muito alto para o Banco do Brasil.

“Quando o CDS volta para níveis mais razoáveis, nesse momento vamos olhar mais de perto oportunidades de emissão de dívida no mercado externo”, disse em entrevista Leonardo Loyola, diretor de finanças do Banco do Brasil. “No nível atual, há um espaço grande para melhorar”, disse ele, especialmente se houver a percepção de que as reformas econômicas e fiscais estão avançando.

O spread entre o CDS do Brasil e as notas de cinco anos do Tesouro dos EUA diminuiu 84 pontos base ante o ano passado, mas a 2,45 pontos percentuais, ainda é 144 pontos base mais alto do que em setembro de 2012. Loyola não disse o quanto teriam que cair antes que o banco considere entrar.

Entretanto, o banco encontrou outras formas de acessar crédito no exterior. Na terça-feira, a empresa disse que obteve um empréstimo sindicalizado de US$ 500 milhões da Inter-American Investment Corp. e um grupo de bancos.

O empréstimo será dividido em duas etapas: um empréstimo de US$ 400 milhões de dois anos de bancos, incluindo HSBC, Banco Santander e Wells Fargo e um empréstimo de US$ 100 milhões de cinco anos da IIC e sua matriz, o Banco Interamericano de Desenvolvimento. Os recursos serão utilizados para ajudar a apoiar as pequenas empresas do agronegócio em todo o Brasil.

“Havia demanda nos bancos para um empréstimo maior, mas como essa foi a primeira vez que fizemos esse tipo de operação, decidimos ser mais conservadores com o tamanho”, disse Maurício Nogueira, gerente executivo de finanças do Banco do Brasil, em entrevista.

A última venda de dívida externa pública em larga escala do banco foi de US$ 2,5 bilhões de títulos perpétuos emitida em junho de 2014, de acordo com Nogueira.

Fonte: Uol Economia 

Banco do Brasil trabalha com BNDES em nova linha de financiamento para pequenas empresas

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O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) deve lançar no segundo semestre uma linha de crédito voltada para micro, pequenas e médias empresas com juros provavelmente mais baixos, que terá o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal como repassadores, disse o presidente do BB nesta terça-feira.

O presidente do BB, Paulo Rogério Cafarelli, afirmou que a ideia é que os recursos da linha possam ser utilizados também por outros bancos que atuariam como agentes repassadores dos recursos do BNDES.

“Estamos trabalhando fortemente em conjunto Banco do Brasil, BNDES e outros bancos também para trabalharmos fortemente na retomada do crescimento, através de pequenas, médias e micro”, disse Caffarelli a jornalistas em evento no Rio de Janeiro.

“Provavelmente será uma linha do BNDES que será aplicada aos bancos que tiverem interesse. Vamos adaptar a linha para que ela seja mais atrativa e pode ter juros menores”, adicionou ele.

Mais cedo, o presidente do BNDES, Paulo Rabello de Castro, defendeu no mesmo evento a capilarização dos recursos do banco de fomento e destacou que o banco precisa ser mais íntimo dos empreendedores anônimos do Brasil.

Rabello de Castro anunciou ainda que na semana que vem vai lançar um novo canal de informações com apoio de BB e Caixa para disseminar informações do banco que possam ajudar na concessão de futuros financiamentos.

Segundo ele, o banco quer alcançar a capilarização de seus recursos e financiamentos. “Vamos disseminar a palavra desenvolvimento e encruar essa palavra na cabeça das pessoas…precisamos criar uma mentalidade do desenvolvimento do pais”, declarou ele em evento na sede do BNDES.

Fonte: InfoMoney

Banco do Brasil oferece abertura de conta corrente completa pelo aplicativo

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O Banco do Brasil lança a abertura de conta corrente completa pelo aplicativo BB. Até o final de junho, cerca de 10 mil clientes poderão testar a versão beta da solução.

O lançamento é mais uma etapa da estratégia Plataforma Digital iniciada em novembro de 2016 com lançamento da Conta Fácil, modalidade de conta pagamento com operações limitadas até R$ 5 mil, passando pela oferta de produtos via aplicativo, como Seguro Residencial, Título de Capitalização Ourocap, Renovação de Seguro Auto, alguns de forma inédita, como Consórcio. Está prevista ainda a disponibilização via Aplicativo da contratação Seguro Auto, Seguro Vida, Cartão de Crédito e Previdência. O objetivo da estratégia é garantir toda a conveniência aos clientes através da digitização de produtos e serviços, proporcionando a melhor experiência digital.

A conta corrente aberta pelo Aplicativo BB é a mesma modalidade da conta disponível nas agências da instituição, sem a necessidade de deslocamento às unidades. Desde o upload de documentos ao cadastramento de senhas, tudo será feito pelos clientes no mobile e os cartões serão enviados diretamente para o endereço indicado por eles.

O principal diferencial da conta aberta no App do BB é o acesso imediato do cliente a uma conta com limite de movimentação (Conta Fácil) no ato da abertura. Toda a validação de documentos é remota e será realizada em até 72 horas após o cadastramento dos dados pelos no app. Esta conta dará acesso normal a toda linha de produtos e serviços ofertados pelo BB, como linhas de crédito, investimentos, previdência, seguros, etc. A disponibilização de abertura de conta 100% pelo mobile privilegia a experiência do cliente, pela comodidade e praticidade e reduz o fluxo na rede de atendimento físico, com menos custo de estrutura.

A nova modalidade será disponibilizada para novos clientes e também para quem já abriu a Conta Fácil, cujo upgrade será feito também pelo mobile. Após o download do app BB, os interessados devem preencher os dados cadastrais, enviar as fotos dos documentos do cadastro (os mesmos dos acolhidos na agência) e enviar uma selfie de identificação. Além de escolher quais produtos eles desejam ter acesso, como cartão de crédito, empréstimos, financiamentos e etc.

O cliente escolhe sua agência de relacionamento pelo mobile. O Banco faz a sugestão com base na geolocalização, mas também é possível buscar por prefixo ou por endereço.

Fonte: Investimentos e Notícias

BB afirma que cumpriu determinação de devolver depósitos judiciais em Minas

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Questionado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o Banco do Brasil informa que cumpriu a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, que determinou a devolução às contas originais dos depósitos judiciais acolhidos pelo BB em Minas Gerais entre 29 de outubro de 2015 e 3 de outubro de 2016.

O ofício da CVM foi motivado por reportagem do jornal O Globo de 22 de maio. Os recursos estavam bloqueados por conta de uma lei estadual de 2015 que permitia a retenção dos recursos destinados a pagar obrigações judiciais. O ministro Moraes concedeu liminar suspendendo o bloqueio.

O BB ressalta que os recursos representavam 0,9% do total de depósitos judiciais existentes na instituição ao final de março deste ano e que a decisão do STF não implica condenação do banco, que está envolvido na questão somente como prestador de serviços.

Fonte: Hoje Em Dia

AGEBB obtém liminar que garante a manutenção das gratificações de função pela média dos últimos 10 anos

Publicado em: 14/06/2017

O juiz Marcos Ulhoa Dani, da 19ª Vara do Trabalho de Brasília (DF), concedeu em 13 de junho de 2017 tutela antecipada, popularmente conhecida como liminar, que determina ao Banco do Brasil (BB) a “manutenção da gratificação de função recebida anteriormente à reestruturação no banco, impedindo o reclamado de realizar a redução salarial à remuneração do obreiro, bem como que a ré seja compelida a pagar aos substituídos o valor das gratificações suprimidas, verbas vencidas e vincendas até sua implementação, com os reflexos contratuais, convencionais e legais, sob pena de multa”. A liminar foi solicitada pela Associação dos Gerentes do Banco do Brasil (AGEBB) em ação coletiva ajuizada no mês de maio. “O prazo para cumprimento da liminar é de 15 dias a partir da ciência da decisão pelo BB e beneficia todos os gerentes associados à AGEBB que manifestaram interesse em ser incluídos na ação, mediante autorização formal”, explicam Juliane Moraes e Ana Lindgren, sócias do escritório Moraes e Lindgren Advogados, responsáveis pela ação. A multa por descumprimento da liminar é de 10 mil reais por gerente do BB prejudicado, em favor da AGEBB.

Diferentemente do que foi determinado pela Justiça, a ação ajuizada pela AGEBB solicita a continuidade do pagamento de todas as remunerações extras pelo valor atual para cada gerente do BB descomissionado e que as percebia há 10 anos ou mais. “Na audiência em que o banco apresentará a sua defesa, o pedido original da ação poderá ser reanalisado”, explicam as advogadas responsáveis pelo processo.

Súmula 372 – O presidente da AGEBB explica que a entidade, desde o lançamento do plano de reestruturação, tem chamado a atenção do banco para a questão da Súmula 372, do Tribunal Superior do  Trabalho, e a geração de passivos trabalhistas, além das injustiças contra os gestores em todo o país. “Dezenas de gerentes de unidade e Genegs foram ou ainda serão descomissionados ou rebaixados, de acordo com levantamento realizado pela associação dos gerentes. Nas conversas que temos mantido permanentemente com executivos do BB, sempre recebemos a garantia de que todos os gerentes seriam realocados, o que não tem ocorrido em todas as situações”, afirma Vianna Junior. “Com a ação coletiva, a AGEBB quer fazer valer o direito da manutenção dos ganhos, sem qualquer redução, para os gerentes que há mais de 10 anos recebem comissão de função”, ressalta o presidente da entidade.

Leia a íntegra da tutela antecipada concedida à AGEBB pela 19ª Vara do Trabalho de Brasília (DF), em 13/6/2017.

Frente parlamentar em defesa dos bancos públicos é lançada em Brasília

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Deputados e senadores enfatizaram a importância das instituições financeiras públicas na economia do Brasil, em especial pelas políticas de crédito na área da habitação, educação e agrícola

São Paulo – Com a participação de entidades do setor bancário e da sociedade civil, deputados e senadores de diversos partidos lançaram nesta terça-feira (13), em Brasília, a Frente Parlamentar Mista em Defesa dos Bancos Públicos. A mobilização tem o objetivo de evidenciar e combater o desmonte das instituições financeiras públicas promovido pelo governo de Michel Temer e destacar sua importância para a soberania nacional e o desenvolvimento econômico e social do país.

“A verdade é que não há saída para a crise econômica sem investimento público e estamos indo no sentido contrário. O que esse governo quer é a dependência total do capital estrangeiro”, afirmou o senador Roberto Requião (PMDB-PR) durante o lançamento da frente parlamentar. Ao reforçar a importância da greve geral indicada para o próximo dia 30, Requião enfatizou a necessidade da população em ir às ruas para impedir o sucateamento dos bancos públicos e a aprovação das reformas da Previdência e trabalhista.

Durante o ato, deputados, senadores e representantes da sociedade civil destacaram o papel dessas instituições públicas no exercício da soberania nacional, ao financiar principalmente investimentos em educação, agricultura e habitação. Segundo o deputado Assis Carvalho (PT-PI), cerca de 25% dos imóveis comprados no Brasil são adquiridos por meio de crédito concedido por instituições públicas.

“São os bancos públicos que garantem financiamento com juros compatíveis, com crédito adequado para se investir”, explicou o deputado José Carlos Nunes Júnior (PT-MA), dando como exemplo a concessão de crédito agrícola tanto para o agronegócio quanto para a agricultura familiar. De acordo com o parlamentar, o processo de desmonte da Caixa Econômica Federal, BNDES e Banco do Brasil – este último que, segundo relatório divulgado em maio, já fechou 551 agências e cortou cerca de 10 mil postos de trabalho –, está inserido no “tsunami” causado pelo governo Temer. “Estamos tendo um ‘tsunami’ nas instituições públicas, o ‘tsunami’ da reforma trabalhista, da reforma previdenciária, da venda do pré-sal, da venda de terras para estrangeiros, da precarização do trabalho, do fim do Conselho das Cidades”, listou Nunes Júnior.

Durante o ato, o senador José Pimentel (PT-CE) lembrou que a tentativa de sucatear os bancos públicos para depois vendê-los não é novidade, e o mesmo já ocorreu durante os anos de 1990. “Essa agenda conhecemos muito bem. Os bancos privados historicamente não investem na nossa economia, eles só investem em negócios que têm lucro rápido e risco zero, e então são os bancos públicos que cumprem esse papel”, afirmou.

Para a senadora Lídice da Mata (PSB-BA), a frente lançada hoje será fundamental para unir as forças que defendem as instituições. “Essa Frente reúne deputados, senadores, bancários, trabalhadores do campo e da cidade na busca pela recuperação de um projeto de desenvolvimento para o país.”

Soberania nacional
Para o presidente da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae), Jair Pedro Ferreira, é preciso agora “replicar” o ato nos estados e municípios para explicar à população as consequências do sucateamento e assim conquistar “corações e mentes”. “Sem os bancos públicos e a importância que eles têm na economia, não vamos conseguir fazer frente à recuperação do país. Estamos vendo a delapidação do patrimônio público, em especial os bancos públicos, que têm papel importante principalmente para a população de baixa renda.”

Já o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Roberto von der Osten, destacou a importância das instituições públicas no contexto da soberania nacional, por serem uma ferramenta de crédito capaz de levar desenvolvimento aos lugares mais necessitados do país. “Os bancos públicos existem para corrigir as distorções dos bancos privados, especialmente na área de crédito”, afirmou, enfatizando o financiamento da casa própria, da agricultura e de outros setores da economia.

Mais cedo, antes do lançamento da frente, houve o seminário “Estratégias para financiar o desenvolvimento”, ocasião em que a vice-presidenta da Contraf-CUT e presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Juvandia Moreira, mostrou que as instituições públicas são importantes para toda a população brasileira, especialmente os mais pobres.

“Não dá para falar de desenvolvimento sem crédito. E sem crédito não há emprego. Precisamos de bancos públicos para manter essa oferta de crédito que sempre fomentou a economia em momentos importantes, e não vemos isso atualmente. O atual governo tem feito o desmonte dos bancos públicos com reestruturações e retirada da oferta de crédito. Não é uma questão corporativa a manutenção dos bancos públicos, porque vai impactar o Brasil com menos crédito e financiamentos sem privilegiar programas como o Fies e financiamento imobiliários para os mais pobres”, afirmou.

Juvandia também citou o papel dos bancos públicos regionais para o desenvolvimento local com o financiamento de agricultores familiares e pequenos empreendedores. “Essas pessoas não teriam condição de obter crédito porque os bancos privados oferecem financiamentos com juros altos. As atuais opções políticas de governo são ultraliberais. Vemos o perdão de dívidas de bancos privados, como a que aconteceu no Itaú, mas não capitalizam a Caixa Econômica para que ela possa oferecer crédito.”

Confira aqui a cartilha sobre a importância dos bancos públicos publicada pelo Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região.

Blockchain e IA são prioridades dos bancos em 2017, diz Febraban

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Segundo o diretor Gustavo Fosse, as duas tecnologias devem ganhar cada vez mais peso no plano investimento das instituições financeiras a partir deste ano

A experiência do cliente e a transformação digital entraram de vez na agenda dos bancos e empresas de serviços financeiros e devem ganhar cada vez mais peso no plano investimento dessas instituições a partir deste ano. Nesse cenário, duas tecnologias em particular encabeçam a lista de prioridades: blockchain e inteligência artificial (IA).

De acordo com a pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária 2017, 65% dos executivos do setor no Brasil disseram que suas instituições estudam implementar blockchain e 29% já avaliam experiências analytics e computação cognitiva ou IA. O avanço dessas análises de utilização pelos bancos para a implementação, já neste ano, de analytics, big data e computação cognitiva.

O diretor setorial de tecnologia e automação bancária da Febraban, Gustavo Fosse, observa que a IA já vem sendo empregada por alguns bancos no atendimento e interação com os clientes, através de chatbots. O próximo passo, segundo ele, será levar a tecnologia para outras aplicações, tais como para análise de risco e concessão de crédito. “A IA ainda é usada em pequena escala pelos bancos, mas a partir de 2018 o emprego dessa tecnologia deve se acelerar”, avalia.

Outras tecnologias que terão destaque segundo a pesquisa da Febraban são big data, Near Field Communication (NFC) e IoT. Mas, entre todas, a deve ganhar terreno entre os bancos é o blockchain. Segundo Fosse, o potencial do blockchain e a rapidez com que testes estão sendo desenvolvidos mundo afora colocam essa tecnologia disruptiva entre as prioridades dos bancos, inclusive no Brasil.

Um indicativo disso é que, em agosto do ano passado, a Febraban criou o Grupo de Trabalho Blockchain, composto por membros da Comissão Executiva de Tecnologia e Automação Bancária (CNAB) — Banco do Brasil, Bancoob, Banrisul, Bradesco, BTG Pactual, Caixa, Citibank, Itaú Unibanco, JP Morgan, Safra e Santander, além do Banco Central, da CIP e da B3, nova empresa decorrente da fusão da BM&FBOVESPA e Cetip.

De acordo com Fosse, o grupo desenvolveu duas provas de conceito para testar diferentes plataformas com base em um produto fictício: um cadastro de cliente com capacidade de compartilhamento entre diferentes instituições e atualização em tempo real. Na opinião dele, tudo que pode ter interoperabilidade para melhorar os serviços financeiros comparta o uso de blockchain. Como exemplo, Fosse cita a possibilidade de criação de um cadastro único de biometria, projeto, no entanto, que ainda está em estudo. Segundo o executivo, o emprego da tecnologia só não é maior porque ela não é escalável em termos de volume operacional que os bancos têm.

Mesmo com crise, BB prevê acelerar crédito no 2º semestre

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São Paulo – A demanda por crédito tem se mantido aquecida no Banco do Brasil nas últimas semanas, o que indica que as novas concessões devem acelerar na segunda metade do ano, disse nesta quinta-feira o presidente-executivo da instituição, Paulo Caffarelli.

“Tivemos zero de impacto até agora”, disse Caffarelli a jornalistas ao ser perguntado se a crise política recente teve algum impacto sobre as operações de crédito do BB.

“O comportamento da demanda, especialmente de pessoa física e do agronegócio, indica que vamos ter um segundo semestre muito significativo”, afirmou o executivo após participar de congresso da Febraban.

Em meio à crise, Temer oferece ajuda a governadores

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O presidente Michel Temer se reuniu, na noite de terça-feira (13), com governadores da base aliada e de partidos de oposição para oferecer ajuda do Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES) para repactuação das dívidas estaduais.

Temer anunciou aos governadores que o presidente do banco público, Paulo Rabello de Castro, fará um estudo sobre as dívidas estaduais. A ideia era de que haja um acordo que não seja prejudicial nem às unidades da Federação nem ao governo federal.

O encontro acontece num momento em que Temer atravessa uma grave crise em seu governo, enfrentando inquérito no Supremo Tribunal Federal após ter sido gravado em conversa com o dono da JBS.

A reunião teve as participações de 16 governadores, entre eles os tucanos Geraldo Alckmin (São Paulo), Marconi Perillo (Goiás) e Pedro Taques (Mato Grosso) e os petistas Camilo Santana (Ceará), Wellington Dias (Piauí) e Tião Viana (Acre). Interlocutores apontam que, ao reunir governadores da base aliada e da oposição, o objetivo era mostrar força política e buscar apoio.

Reunião

Após a reunião, o governador de Goiás, Marconi Perillo, disse que o governo federal apresentou um cronograma para regulamentação do refinanciamento das dívidas que as unidades da Federação têm com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

De acordo com Perillo, o banco deve apresentar os critérios para o alongamento dos débitos até julho, com a promessa de regulamentar e a proposta efetivamente sair do papel até setembro, mas os governadores pediram que os prazos sejam “os mais curtos” possíveis. Segundo o governador, o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), comprometeu-se a aprovar um projeto que dá as condições para que o projeto seja regulamentado na Comissão de Assuntos Econômicos até a próxima terça-feira (20) e, logo depois, no plenário da Casa.

“A parte do BNDES, que tem o aval da União, monta R$ 20 bilhões. Isso já foi aprovado pelo Congresso Nacional. Outra parte, que diz respeito aos estádios da Copa, que incomoda demais vários estados, isso não tem o aval da União e esse assunto vai ser discutido, tema que resulta em aproximadamente R$ 30 bilhões [de dívidas dos] estados que fizeram”, disse Perillo, complementando que a securitização de dívidas, os precatórios e depósitos judiciais também foram ponto de pauta.

Ao todo, participaram do jantar, no Palácio da Alvorada, 16 governadores, quatro vice-governadores e presidentes de bancos públicos como o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal. Os ministros da Casa Civil, Eliseu Padilha, da Fazenda, Henrique Meirelles, e do Planejamento, Dyogo Oliveira, também estiveram no encontro.

Na abertura do encontro, o presidente Michel Temer sugeriu a adoção de um “caminho saudável” para os estados e “que não seja prejudicial” para o BNDES e nem para a União. “Eu apreciaria muito que nós todos pudéssemos ter uma solução para a questão do BNDES. Há dívidas lá que são garantidas pela União, têm um determinado tratamento, e dívidas não garantidas pela União, que têm outro tratamento”, afirmou, antes de pedir ao novo presidente do BNDES, Paulo Rabelo Castro, que apresentasse um levantamento sobre o tema.

Sobre as condições para a garantia de novos empréstimos, Perillo disse que Paulo Rabelo Gastro apresentou um “mecanismo” que os relaciona a leis que garantam a eficiência econômica dos estados. “Já aprovamos um conjunto de leis que garantem teto de gastos e outras medidas de eficiência no gasto público. O que eu pedi foi que ele definisse um paradigma, uma espécie de limites em relação ao que eles desejam que os estados façam”, disse.

Com Agência Brasil

BB testa blockchain para aceite de boletos de propostas

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O Banco de Brasil, em conjunto com Bradesco, CIP, Itaú Unibanco e Santander, desenvolveu um projeto para criar um sistema de registro de consulta de aceites de boletos de propostas emitidos pelas instituições financeiras. A prova de conceito teve como objetivos analisar o armazenamento do aceite e do boleto de proposta de forma eletrônica e testar a tecnologia blockchain.

Em palestra no Ciab FEBRABAN 2017, evento de tecnologia bancária que ocorre nesta semana em São Paulo, Leandro Minniti, gestor de produtos da CIP, explicou que o projeto — batizado de Aciptance — começou a ser desenvolvido em abril deste ano e contou com sete desenvolvedores trabalhando ao longo de quatro semanas.

Este tipo de boleto destina-se a apresentar uma proposta, seja de oferta de produtos e serviços, doações ou convite de associação. A particularidade dele está no aceite, isto é, a manifestação da pessoa que irá recebê-lo.

Não houve, segundo Minniti, integração com sistemas legados e nem uso de dados reais de clientes. Além disto, o escopo foi reduzido para ter um conjunto mínimo de informações e regras. Foi pensado como um modelo de blockchain privado do qual participam da rede apenas entidades autorizadas.

De acordo com Minniti, se, por um lado, a prova de conceito se mostrou uma excelente oportunidade para trabalhar em um modelo de colaboração entre as instituições e trocar experiências, por outro, a governança ainda é um ponto crítico que precisa ser debatido. É preciso também fomentar o desenvolvimento de conhecimento específico no tema.

Moro autoriza abertura de inquérito para investigar ex-presidente da Petrobras

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Aldemir Bendine também é ex-presidente do Banco do Brasil. Segundo delatores, ele solicitou e recebeu R$ 3 milhões para auxiliar empreiteira em negócios com a Petrobras. A PF vai investigar o caso.

O juiz Sérgio Moro, responsável pelos processos da Lava Jato na primeira instância, autorizou o pedido de instauração de inquérito policial para investigar o ex-presidente do Banco do Brasil e da Petrobras Aldemir Bendine. A Polícia Federal vai investigar o caso.

Segundo depoimento de delação feito por Marcelo Odebrecht e Fernando Reis, Bendine solicitou e recebeu R$ 3 milhões para auxiliar a empreiteira em negócios com a Petrobras. Conforme os delatores, o dinheiro foi pago em espécie através de um intermediário.

O pedido de abertura de inquérito policial foi feito pelo Ministério Público Federal (MPF) no dia 5 de junho. A decisão de Moro é de sexta-feira (9).

“Defiro, sendo necessária a melhor apuração dos fatos antes de qualquer conclusão”, disse Moro. Ele determinou ainda que o inquérito seja mantido em sigilo.

Em 2015, Bendine era braço direito da então presidente Dilma Rousseff. E deixou o banco com a missão de acabar com a corrupção na petroleira, alvo da Lava Jato. Mas, segundo os delatores, ele já cobrava propina no Banco do Brasil, e continuou cobrando na Petrobras.

O pedido de propina, segundo os delatores, foi feito em 2014, quando Aldemir Bendine era presidente do Banco do Brasil. Na delação de Fernando Reis, o ex-executivo da Odebrecht conta que foi procurado por um representante de Bendine, o publicitário André Gustavo Vieira da Silva, com uma queixa sobre o ministro da Fazenda Guido Mantega.

“Que o Guido mandava sempre o Aldemir fazer as coisas, que ele fazia, que tinha a percepção que o então ministro Guido Mantega fazia parte da arrecadação e que ele, Bendine, só recebia as ordens e não recebia nada, então ele queria tentar estabelecer conosco um canal para o Aldemir Bendine”, afirmou Fernando Reis.

O advogado de Bendine, Pierpaolo Bottini, afirmou que o cliente está “à disposição para esclarecer todos os fatos apresentados no inquérito”. A defesa também afirmou que o ex-presidente da Petrobras jamais beneficiou qualquer empresa e sempre pautou a atuação nos limites da lei.

BB coloca wi-fi em agências para impulsionar acessos móveis

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O Banco do Brasil está disponibilizando wi-fi em sua rede física para intensificar o canal de dispositivos móveis. Até agora, 850 agências já dispõem da rede e o serviço deverá ser expandido para mil unidades até setembro. Viabilizar o acesso dos clientes aos canais digitais tem dado resultado. O Bradesco apostou em custear o pacote de dados dos correntistas enquanto usam o aplicativo do banco e viu o acesso disparar. No BB, 70% das operações são feitas on-line, sendo 48% pelo aplicativo e 22% via internet banking.

BB publica seu edital de seleção de projetos culturais 2017-2018

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O Banco do Brasil torna pública a abertura de Seleção Pública de Projetos Culturais 2017-2018, por meio do edital para a modalidade de Cessão de Espaço. As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas exclusivamente pela internet no site www.bb.com.br/cultura, entre 12 de junho e 12 de julho de 2017, onde também podem ser encontradas todas as informações relativas ao Programa, além do edital.

Na modalidade Cessão Espaço, serão selecionados projetos a serem apoiados, por meio da oferta de estrutura, pelo BB, exclusivamente para compor a programação das unidades do CCBB em Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP), nas áreas de música (popular, erudita e instrumental), exposição (pintura, escultura, fotografia, gravura, instalação, multimídia e outros), artes cênicas (teatro, dança, performance, circo, ópera), cinema e vídeo (mostras e festivais) e ideias (palestras, seminários e conferências), nos anos de 2017 e 2018.

Para os projetos inscritos para os CCBBs serão considerados os critérios de inovação, originalidade, brasilidade, memória cultural, abrangência de público, fomento a novos talentos, relevância conceitual e temática, experiência e ficha técnica. Os projetos serão avaliados por comissão de seleção interna do Banco do Brasil.

O último Edital de Cessão de Espaço para seleção pública de projetos culturais, realizado entre 6 de outubro e 6 de novembro de 2015, recebeu 555 propostas via Internet. Foram selecionados 41 projetos para compor a grade de programação dos quatro CCBBs durante o ano de 2016.

Vale destacar que os CCBBs estão entre os espaços brasileiros mais visitados do mundo. Segundo o ranking da publicação inglesa The Art Newspaper, o CCBB Rio de Janeiro é o espaço cultural mais visitado do Brasil e o 26º no mundo, com público total de 2.216.880 visitantes. O CCBB Brasília é o 2º no País e o 59º no mundo, com 1.122.826 pessoas. O CCBB São Paulo é o 3º mais visitado no País e o 68º no geral, com 965.929 visitantes.

“Com a cessão de espaços dos CCBBs, será possível ampliar o uso de nossos equipamentos culturais, entre os melhores e mais visitados do Brasil. Além disso, é importante destacar que o lançamento do edital democratiza do acesso e aumenta a transparência do processo de análise e seleção de projetos”, afirmou o diretor de Marketing e Comunicação, Alexandre Alves.

Serviço: “EDITAL DE SELEÇÃO PÚBLICA DE PROJETOS CULTURAIS 2017-2018 – CESSÃO DE ESPAÇO – CENTRO CULTURAL BANCO DO BRASIL”

Inscrições: de 12 de junho a 12 de julho de 2017
Endereços: www.bb.com.br/patrocinios
Dúvidas: 0800 729 0001 (demais localidades)
E-mails: dimac.cultura@bb.com.br

Clientes do BB poderão transferir dinheiro via WhatsApp

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Chamada de “Pagar ou Receber”, nova funcionalidade permitirá o envio de dados bancários via QR Code por meio de mensagens no celular

O Banco do Brasil anunciou nesta semana durante a CIAB, em São Paulo, que permitirá que seus clientes façam transações financeiras via SMS e pelo WhatsApp. Chamada de “Pagar ou Receber”, essa nova funcionalidade permitirá o envio de dados bancários via QR Code por meio de mensagens no celular para que um ou mais usuários possam fazer transferências bancárias.

O funcionamento é simples: o cliente só precisar abrir a nova solução na tela inicial do app do Banco do Brasil e informar o valor e a data para recebimento. Feito isso, o app irá gerar um QR Code com os seus dados bancários, incluindo agência e conta, que você poderá enviar a um ou mais contatos.

Após receber a mensagem com o código, o responsável pela transferência poderá concluir a transação dentro do ambiente seguro do aplicativo do Banco do Brasil, onde precisará digitar suas credenciais de acesso para confirmar a operação.

Com essa nova solução, o usuário também pode dividir contas de restaurantes ou viagens com os amigos, por exemplo, ao enviar os códigos para diferentes contatos.

A instituição destaca ainda que o recurso pode acabar com um velho e conhecido problema: a devolução de transferências por inconsistências no preenchimento dos dados bancários. Segundo o Banco do Brasil, a funcionalidade chega “em breve” aos seus clientes.

Atenção: ações de BB e Embraer sofrem alteração nos preços após proventos

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SÃO PAULO – No pregão desta terça-feira (13), as ações do Banco do Brasil (BBAS3) e da Embraer (EMBR3) passarão a ser negociadas “ex-proventos” e sofrerão alteração nos preços, conforme comunicado de alterações da B3. A primeira companhia distribuirá R$ 0,07857349383 por papel, enquanto a segunda remunerará o acionista em R$ 0,04, sendo ambas na forma de juros sobre o capital próprio.Os proventos obedecem a posição acionária do fechamento da última segunda-feira.

Levando-se em consideração o fechamento da última sexta-feira, o yield dos proventos pagos por papel BBAS3 e EMBR3 é de 0,29% e 0,25%, respectivamente.

O termo “data ex” refere-se ao dia em que ocorrerão os ajustes nas ações na Bolsa e a primeira sessão em que elas não garantirão mais ao investidor a remuneração pelo provento anunciado. Quem terminar o pregão anterior (“data com”) com os papéis em carteira terá direito ao provento, normalmente pago alguns dias ou meses após o ajuste.

Sempre que um dividendo ou juro sobre capital próprio é pago, a ação sofre um “ajuste” para baixo na data ex, que corresponde a essa “transferência de capital”, que passa do patrimônio da empresa para o bolso do acionista. Por isso, o ajuste de proventos não significa que o investidor “ganhou” ou “perdeu” dinheiro com a ação, apenas que esse capital passou de um lado para o outro.

Confira a íntegra do comunicado das alterações efetuadas neste pregão e as previstas para a próxima sessão:

Alteracoes para o pregao de 13/06/2017:

APICESECURIT (APCS)
CRAs da 1a emissao, 3a serie ex-juros.

BRASIL (BBAS-NM)
Acoes escriturais ex-juros.

BRAZILIAN SC (BSCS)
CRIs da 1a emissao, 169a. 171a, 194a, 235a, 236a, 237a, 238a, 239a, 240a, 241a,
242a e 244a series, ex-juros e ex-amortizacao.

COCA COLA (COCA)
GILEAD (GILD)
MERCK (MRCK)
WESTERNUNION (WUNI)
BDRs nao patrocinados do Nivel 1 ex-dividendo.

EMBRAER (EMBR-NM)
Acoes escriturais ex-juros.

FII CRIANCA (HCRI)
FII P VARGAS (PRSV)
FII SHOP PDP (SHDP-MB)
FII TORRE NO (TRNT)
FII TRANSINC (TSNC)
FII W PLAZA (WPLZ-MB)
Cotas ex-rendimento.

RBCAPITALRES (RBRA-MB)
CRIs da 1a emissao, 77a serie, ex-juros e ex-amortizacao.

Alteracoes previstas para o pregao de 14/06/2017:

MACY S (MACY)
BDRs nao patrocinados do Nivel 1 ex-dividendo.

TUPY (TUPY-NM)
Acoes escriturais ex-juros.

XEROX CORP (XRXB)
Os BDRs nao patrocinados do Nivel 1 de emissao dessa empresa passam a ser
negociados na forma grupada na proporcao de 4/1.

Confira comunicado com os detalhes dos proventos nesta sessão:

PROVENTOS DOS EMISSORES COTADOS NA FORMA “EX”: 13/06/2017

EMPRESA: APICESECURIT

ISIN COD NEG ESPEC PROVENTO OBSERVACAO
BRAPCSCRA033 APCS-CRA13 A13 JUROS RF APROVADO: 09/06/2017
VLR PROV: 69,27856000000
PREV PAG: 13/06/2017
EXERCICIO DE 2017

EMPRESA: BRASIL – (NM)

ISIN COD NEG ESPEC PROVENTO OBSERVACAO
BRBBASA04OR8 BBAS11 ON JRS CAP PROPRIO APROVADO: 23/05/2017
VLR PROV: 0,07857349383
PREV PAG: 30/06/2017
EXERCICIO DE 2017
BRBBASA05OR5 BBAS12 ON JRS CAP PROPRIO APROVADO: 23/05/2017
VLR PROV: 0,07857349383
PREV PAG: 30/06/2017
EXERCICIO DE 2017
BRBBASACNOR3 BBAS3 ON JRS CAP PROPRIO APROVADO: 23/05/2017
VLR PROV: 0,07857349383
PREV PAG: 30/06/2017
EXERCICIO DE 2017

EMPRESA: BRAZILIAN SC

ISIN COD NEG ESPEC PROVENTO OBSERVACAO
BRBSCSCRI475 BSCS-CRIF9 CF9 AMORTIZACAO RF APROVADO: 12/06/2017
VLR PROV: 3.866,67000000000
PREV PAG: 13/06/2017
EXERCICIO DE 2017
JUROS RF APROVADO: 12/06/2017
VLR PROV: 713,53000000000
PREV PAG: 13/06/2017
EXERCICIO DE 2017
BRBSCSCRI491 BSCS-CRIG1 CG1 AMORTIZACAO RF APROVADO: 12/06/2017
VLR PROV: 6.366,73000000000
PREV PAG: 13/06/2017
EXERCICIO DE 2017
JUROS RF APROVADO: 12/06/2017
VLR PROV: 402,19000000000
PREV PAG: 13/06/2017
EXERCICIO DE 2017
BRBSCSCRI4Y1 BSCS-CRII4 CI4 AMORTIZACAO RF APROVADO: 12/06/2017
VLR PROV: 1.106,02000000000
PREV PAG: 13/06/2017
EXERCICIO DE 2017
JUROS RF APROVADO: 12/06/2017
VLR PROV: 745,94000000000
PREV PAG: 13/06/2017
EXERCICIO DE 2017
BRBSCSCRI5W2 BSCS-CRIM7 CM7 AMORTIZACAO RF APROVADO: 12/06/2017
VLR PROV: 651,56000000000
PREV PAG: 13/06/2017
EXERCICIO DE 2017
JUROS RF APROVADO: 12/06/2017
VLR PROV: 1.326,57000000000
PREV PAG: 13/06/2017
EXERCICIO DE 2017
BRBSCSCRI5X0 BSCS-CRIM8 CM8 AMORTIZACAO RF APROVADO: 12/06/2017
VLR PROV: 1.919,88000000000
PREV PAG: 13/06/2017
EXERCICIO DE 2017
JUROS RF APROVADO: 12/06/2017
VLR PROV: 1.087,26000000000
PREV PAG: 13/06/2017
EXERCICIO DE 2017
BRBSCSCRI5Y8 BSCS-CRIM9 CM9 AMORTIZACAO RF APROVADO: 12/06/2017
VLR PROV: 211,86000000000
PREV PAG: 13/06/2017
EXERCICIO DE 2017
JUROS RF APROVADO: 12/06/2017
VLR PROV: 416,75000000000
PREV PAG: 13/06/2017
EXERCICIO DE 2017
BRBSCSCRI5Z5 BSCS-CRIN0 CN0 AMORTIZACAO RF APROVADO: 12/06/2017
VLR PROV: 501,54000000000
PREV PAG: 13/06/2017
EXERCICIO DE 2017
JUROS RF APROVADO: 12/06/2017
VLR PROV: 526,61000000000
PREV PAG: 13/06/2017
EXERCICIO DE 2017
BRBSCSCRI608 BSCS-CRIN1 CN1 AMORTIZACAO RF APROVADO: 12/06/2017
VLR PROV: 1.444,20000000000
PREV PAG: 13/06/2017
EXERCICIO DE 2017
JUROS RF APROVADO: 12/06/2017
VLR PROV: 32.540,30000000000
PREV PAG: 13/06/2017
EXERCICIO DE 2017
BRBSCSCRI616 BSCS-CRIN4 CN4 AMORTIZACAO RF APROVADO: 12/06/2017
VLR PROV: 610,50000000000
PREV PAG: 13/06/2017
EXERCICIO DE 2017
JUROS RF APROVADO: 12/06/2017
VLR PROV: 1.112,01000000000
PREV PAG: 13/06/2017
EXERCICIO DE 2017
BRBSCSCRI673 BSCS-CRIM5 CM5 AMORTIZACAO RF APROVADO: 12/06/2017
VLR PROV: 4,51000000000
PREV PAG: 13/06/2017
EXERCICIO DE 2017
JUROS RF APROVADO: 12/06/2017
VLR PROV: 4,75000000000
PREV PAG: 13/06/2017
EXERCICIO DE 2017
BRBSCSCRI681 BSCS-CRIM6 CM6 AMORTIZACAO RF APROVADO: 12/06/2017
VLR PROV: 1.711,81000000000
PREV PAG: 13/06/2017
EXERCICIO DE 2017
JUROS RF APROVADO: 12/06/2017
VLR PROV: 679,17000000000
PREV PAG: 13/06/2017
EXERCICIO DE 2017
BRBSCSCRI699 BSCS-CRIN2 CN2 AMORTIZACAO RF APROVADO: 12/06/2017
VLR PROV: 2,94000000000
PREV PAG: 13/06/2017
EXERCICIO DE 2017
JUROS RF APROVADO: 12/06/2017
VLR PROV: 0,96000000000
PREV PAG: 13/06/2017
EXERCICIO DE 2017

EMPRESA: COCA COLA

ISIN COD NEG ESPEC PROVENTO OBSERVACAO
BRCOCABDR002 COCA34 DRN DIVIDENDO APROVADO: 27/04/2017
VLR PROV: 0,77841173700
PREV PAG: 10/07/2017
EXERCICIO DE 2017

EMPRESA: EMBRAER – (NM)

ISIN COD NEG ESPEC PROVENTO OBSERVACAO
BREMBRACNOR4 EMBR3 ON JRS CAP PROPRIO APROVADO: 02/06/2017
VLR PROV: 0,04000000000
PREV PAG: 13/07/2017
EXERCICIO DE 2017

EMPRESA: FII CRIANCA

ISIN COD NEG ESPEC PROVENTO OBSERVACAO
BRHCRICTF006 HCRI11 CI RENDIMENTO APROVADO: 12/06/2017
VLR PROV: 2,25358015000
PREV PAG: 20/06/2017
EXERCICIO DE 2017
INI.CORRE:12/06/2017
FIM.CORRE:12/06/2017

EMPRESA: FII P VARGAS

ISIN COD NEG ESPEC PROVENTO OBSERVACAO
BRPRSVCTF008 PRSV11 CI RENDIMENTO APROVADO: 12/06/2017
VLR PROV: 1,45000000000
PREV PAG: 22/06/2017
EXERCICIO DE 2017
INI.CORRE:12/06/2017
FIM.CORRE:12/06/2017

EMPRESA: FII SHOP PDP – (MB)

ISIN COD NEG ESPEC PROVENTO OBSERVACAO
BRSHDPCTF007 SHDP11B CI RENDIMENTO APROVADO: 12/06/2017
VLR PROV: 5,92165341132
PREV PAG: 20/06/2017
EXERCICIO DE 2017
INI.CORRE:12/06/2017
FIM.CORRE:12/06/2017

EMPRESA: FII TORRE NO

ISIN COD NEG ESPEC PROVENTO OBSERVACAO
BRTRNTCTF013 TRNT11 CI RENDIMENTO APROVADO: 12/06/2017
VLR PROV: 0,30127613540
PREV PAG: 20/06/2017
EXERCICIO DE 2017
INI.CORRE:12/06/2017
FIM.CORRE:12/06/2017

EMPRESA: FII TRANSINC

ISIN COD NEG ESPEC PROVENTO OBSERVACAO
BRTSNCCTF009 TSNC11 CI RENDIMENTO APROVADO: 12/06/2017
VLR PROV: 30,08972009054
PREV PAG: 22/06/2017
EXERCICIO DE 2017
INI.CORRE:12/06/2017
FIM.CORRE:12/06/2017

EMPRESA: FII W PLAZA – (MB)

ISIN COD NEG ESPEC PROVENTO OBSERVACAO
BRWPLZCTF004 WPLZ11B CI RENDIMENTO APROVADO: 12/06/2017
VLR PROV: 0,11320689874
PREV PAG: 20/06/2017
EXERCICIO DE 2017
INI.CORRE:12/06/2017
FIM.CORRE:12/06/2017

EMPRESA: GILEAD

ISIN COD NEG ESPEC PROVENTO OBSERVACAO
BRGILDBDR000 GILD34 DRN DIVIDENDO APROVADO: 02/05/2017
VLR PROV: 0,53603420000
PREV PAG: 06/07/2017
EXERCICIO DE 2017

EMPRESA: MERCK

ISIN COD NEG ESPEC PROVENTO OBSERVACAO
BRMRCKBDR003 MRCK34 DRN DIVIDENDO APROVADO: 23/05/2017
VLR PROV: 1,01594408100
PREV PAG: 14/07/2017
EXERCICIO DE 2017

EMPRESA: RBCAPITALRES – (MB)

ISIN COD NEG ESPEC PROVENTO OBSERVACAO
BRRBRACRI200 RBRA-CRI77 C77 AMORTIZACAO RF APROVADO: 12/06/2017
VLR PROV: 7,11159476000
PREV PAG: 13/06/2017
EXERCICIO DE 2017
JUROS RF APROVADO: 12/06/2017
VLR PROV: 4,63703233000
PREV PAG: 13/06/2017
EXERCICIO DE 2017

EMPRESA: WESTERNUNION

ISIN COD NEG ESPEC PROVENTO OBSERVACAO
BRWUNIBDR007 WUNI34 DRN DIVIDENDO APROVADO: 11/05/2017
VLR PROV: 0,35891537500
PREV PAG: 07/07/2017
EXERCICIO DE 2017

Especiais InfoMoney

BB lança plataforma de Open Banking

Publicado em:

AO BB é o primeiro banco da América Latina a fazer uma operação estruturada de Open Banking, com o lançamento do Portal do Desenvolvedor.

Com a crescente necessidade por aplicativos que facilitem o cotidiano das pessoas, o BB busca parcerias com empresas e desenvolvedores, com objetivo de melhorar a experiência para clientes pessoas física e jurídica. O Portal do Desenvolvedor concentra as informações das API’s (Application Programming Interface) que o Banco do Brasil oferecerá aos desenvolvedores de aplicativos, que, por sua vez, vão colaborar com a criação de produtos financeiros ainda melhores, mais competitivos e personalizados.

As API’s são interfaces de programação que permitem que empresas e desenvolvedores conectem os seus sistemas aos do BB, compartilhando dados e realizando transações de forma automatizada. O Open Banking faz parte do programa BB Beta – grupo de soluções que ainda estão em desenvolvimento, como aplicativos, processos, integrações. Neste primeiro momento, serão selecionadas propostas com maior afinidade com a etapa de desenvolvimento das API’s do BB.

Inicialmente, o Banco do Brasil disponibilizará duas APIs:
– Financial Reports: permite consultar extratos de conta corrente, fundos de investimento e cartão de crédito. Esses dados são utilizados normalmente em aplicativos de gestão financeira, mas a expectativa do BB é de que os desenvolvedores tragam novas ideias para a utilização das informações.

– Payments (débito online): permite realizar pagamento via débito online em sites e aplicativos de compras de passagens áreas e outras empresas de varejo, por exemplo. Esses dados podem ser utilizados para criar novas formas de meio de pagamento que deem mais agilidade, de forma prática e segura.

Para Marco Mastroeni, diretor de Negócios Digitais, o BB quer estar a cada dia mais próximo dos clientes. “Com o Open Banking, o BB passará a oferecer uma experiência integrada, totalmente segura e de acordo com o que o cliente deseja. A união com parceiros tecnológicos, e que também entendem de mercado financeiro, vai agregar ainda mais na experiência dos nossos usuários”.

(Redação – Agência IN)

BB espera crescer 400% em consórcio de serviços

Publicado em:

Pela modalidade é possível custear desde festas, procedimentos cirúrgicos e até turismo

Você sabia que é possível pagar uma viagem de turismo ou intercâmbio com consórcio? Uma das alternativas financeiras oferecidas pelo BB para este propósito é o consórcio de serviços, que pode cobrir desde custos com festas, procedimentos cirúrgicos e estéticos e, acreditem, até mesmo viagens!

400% em 2017
O primeiro grupo dessa modalidade de serviços foi lançado pelo BB em 2011. De lá pra cá, já foram comercializados R$ 56 milhões em mais de 4,5 mil cotas. Dessas, mais de 300 cotas foram contratadas exclusivamente para consumo de serviços de turismo e hotelaria. Em 2016, foram quase R$ 9 milhões em negócios. Apenas em 2017, houve um crescimento de mais de 100% em consórcios de serviços, já que nos primeiros cinco meses foram contratados quase R$ 19 milhões em consórcios de serviços em geral. Para o final do ano, a perspectiva é super positiva: a BB Consórcios tem a meta de superar em 400% as vendas de consórcios de serviços em relação a 2016.

Mobile
Em apenas 17 Dias de operação no mobile, os produtos de consórcio, em geral, no BB, venderam R$ 12,5 Milhões. Especificamente para o consórcio de serviços, foram comercializados R$ 600 mil. Uma média de mais de R$ 35 mil por dia, apenas pelo aplicativo recém lançado, para consórcios de serviços, que conta com tíquete médio relativamente baixo (entre R$ 5 mil e R$ 10 mil).

Como funciona?
Por definição, em um consórcio, um grupo de pessoas se junta e paga parcelas mensais para a administradora. Quando a soma dos pagamentos atinge o valor do consórcio, um dos participantes é sorteado e recebe a carta de crédito. No caso do consórcio de serviços, esse valor pode ser usado para viajar, por exemplo. Sem juros e sem incidência de IOF, o que se paga é uma taxa de administração. Para esta modalidade, pela BB Consórcios, a taxa de administração é de apenas de 0,6% ao mês, bastante compatível com o oferecido pelo mercado.

Existem duas formas de ser contemplado e realizar a viagem, por exemplo. Esperando o final da vigência do grupo que você participa ou poder contar com a sorte para ser contemplado antes do final do prazo. Ou, então, dar lance, assim como em um leilão: quem der o lance mais alto leva a possibilidade de adquirir o bem ou serviço primeiro. Para se ter uma ideia, no mês passado um lance de R$ 4 mil levou a carta de crédito de um consórcio de serviços de R$ 10 mil. Na prática, o cliente que fizer, hoje, um consórcio deste tipo, ainda consegue – a depender do lance – ser contemplado em junho, para poder viajar nesta temporada de férias do meio do ano. A vantagem é que com a carta de crédito, a própria viagem pode ficar mais barata, já que custos podem ser pagos à vista às agências de viagem e hotéis, por exemplo, eventualmente com descontos.

BB lança nova estratégia para franquias

Publicado em:

Hoje, são 94 agências Empresas, especializadas em MPE, em todo o país. Nelas, o BB contará com funcionários especialistas em franquias

O Banco do Brasil apresenta nova estratégia de atuação tanto com franqueadores, como com micro e pequenos empresas (MPE) franqueadas. O objetivo é gerar negócios e se posicionar estrategicamente junto a um setor de menor risco, com alto potencial de crescimento em médio e longo prazo.

Atualmente, o Banco conta com 41 grandes marcas conveniadas e mais de 3 mil unidades franqueadas correntistas. No país, este segmento de franquias tem um faturamento de mais de R$ 150 bilhões e gera cerca de 1,2 milhões de empregos. “Por conta das reformas que o País tem verificado na economia e pela característica empreendedora do povo brasileiro, inclusive fora dos grandes centros, a nova estratégia nos posiciona como grandes parceiros de um setor fundamental para geração de empregos e movimento da economia”, avalia o vice-presidente de Distribuição de Varejo e Gestão de Pessoas, Walter Malieni.

O Banco aposta na prestação de atendimento especializado e na parceria com franqueadores, como alavanca de negócios com MPE, ao passo em que esse tipo de estratégia ainda contribui para diluir os riscos do Banco.

BB: especialista em MPE e em franquias
Hoje, o BB conta com 94 agências Empresas, especializadas em MPE, distribuídas em todo o país. Nelas, o BB contará com funcionários especialistas em franquias. O Banco espera chegar a 120 agências deste tipo até o fim do ano. Em cada uma delas, haverá carteiras especializadas tanto em franquias, como também existirão especialistas em setores específicos de franquias, como o setor de calçados, o setor de alimentos, e assim por diante. “Outro diferencial do Banco será o atendimento especializado também via Central de Atendimento, por telefone, com nossa base que fica no Paraná e que funcionará como uma verdadeira ‘central de negócios’, prestando consultoria aos grandes e os micro e pequenos empresários. O Atendimento se dará aos clientes de todo o País, assim como também às agências para suporte ao atendimento aos micro e pequenos empresários do setor”, completa Malieni. O Banco também está reformulando seu portal voltado aos empresário do setor (http://bb.com.br/franquia).

O cliente contará com atendimento qualificado, pelo canal que quiser: pessoalmente nas agências, por telefone, com a Central, ou em meios digitais. A partir de parcerias com as grandes empresas franqueadoras, o portal também poderá ser integrado aos sites dessas empresas, para apoio aos franqueados também por este canal. A integração ajuda na estratégia com banco de dados dos franqueadores para aprimorar as ofertas de benefícios aos empresários. Via e-mail marketing, serão enviadas ofertas em conjunto com as redes franqueadoras, com a divulgação da parceria e dos benefícios.

Em resumo, o Banco terá como estratégia o atendimento com gerentes de relacionamento especializados no mercado de franquias nas 94 agências Empresas existentes atualmente em todo país. Além disso, ainda contará com uma “Central de Negócios Franquias” por telefone, como canal exclusivo dedicado a atender os franqueados das redes conveniadas, além de prestar consultoria aos franqueadores em horário de atendimento das 8h às 18h.

Parceria com franqueadores dilui risco e alavanca negócios em escala
O BB atua em todos os segmentos de mercado no país e vê, no franchising, potencial para crescimento com menor risco, uma vez que a taxa de mortalidade das franquias é menor do que nas MPE. Além disso, o Banco se diferencia da concorrência por estar presente também fora dos grandes centros. Considerando este cenário, a parceria com as empresas franqueadoras ainda traz a possibilidade de “transferência” de benefícios aos franqueados.

Antônio Maurício Maurano, vice-presidente de Negócios de Atacado do BB, explica que os convênios podem fomentar a economia em escala. “Esses convênios com grandes grupos carregam potencial de diluir risco das operações com os franqueados, além de possibilitar que os benefícios do BB aos franqueadores sejam replicados também aos micro e pequenos empresários, com a redução de custos de produtos e serviços”, conta.

Os processos serão simplificados, com análise de crédito diferenciada, que agilizará as contratações das operações, além do acompanhamento ao cliente desde a abertura da conta à liberação do crédito. Além disso, o Banco conta com produtos e serviços com condições atraentes aos empresários do segmento.

Atendimento Especializado
Atendimento em 94 Agências Empresa, especializadas em MPE. Até o final do ano, serão 120 agências deste tipo.
Gerentes de Relacionamento especializados no mercado de franquias
Carteiras formadas por empresas das redes franqueadas

Central de Negócios Franquias
Canal exclusivo dedicado a atender os franqueados das redes conveniadas, além de prestar consultoria aos franqueadores
Horário de Atendimento ampliado: de 8h às 18h

Principais linhas de crédito disponíveis

Proger Urbano Empresarial
– Finalidade: reforma, modernização e aquisição de bens
– Taxa de juros: 0,93% a.m. (TJLP + 4,5% a.a. – com vinculação do FAMPE)
– Prazo: até 72 meses com carência de até 12 meses
– Público-alvo: empresas com faturamento bruto anual de até R$ 10 milhões

Proger Urbano Capital de Giro
– Finalidade: aquisição de matéria prima, pagamento de fornecedores e tributos ou aproveitar oportunidade de negócios
– Taxa de juros: 1,56% a.m. (TJLP + 12% a.a.)
– Prazo: até 24 meses com carência de até 06 meses
– Público-alvo: empresas com faturamento bruto anual de até R$ 3,6 milhões

BB Capital de Giro Mix Pasep – linha exclusiva do BB
– Finalidade: aquisição de matéria prima, pagamento de fornecedores e tributos ou aproveitar oportunidade de negócios
– Taxa de juros: 1,89% a.m. + TR
– Prazo: 24 parcelas mensais e consecutivas

Antecipação de Crédito ao Lojista – ACL
– Finalidade: antecipação do valor das vendas com cartões de crédito
– Taxa de juros: 1,80% a.m.
– O cliente pode liberar crédito por meio dos caixas eletrônicos, Gerenciador Financeiro e Mobile
– E pode autorizar a liberação automática do valor das vendas

Principais serviços disponíveis

Pacote de Serviço PJ – Recebíveis
– Tarifa única com diversos benefícios e franquias
– Isenção de aluguel da máquina Cielo

Cobrança Segmentada
– Cobrança específica para o mercado de franquias
– Sem cobrança de registro
– Valor de liquidação a partir de R$ 1,99

Simplificação de processos
– Análise de crédito diferenciada
– Agilidade nas contratações das operações
– Acompanhamento ao cliente desde a abertura da conta à liberação do crédito

E-mail Marketing
– Envio de ofertas, via e-mail marketing, em conjunto com as redes franqueadoras
– Divulgação da parceria e dos benefícios

Customização de soluções
– Possibilidade de customizar soluções em Afiliação Cielo, Seguridade e Previdência
– Condições diferenciadas para as redes conveniadas

Sindicato ganha ação, e BB é condenado a pagar 7ª e 8ª horas aos Asnegs

Publicado em: 09/06/2017

O Tribunal Regional do Trabalho (TRT) julgou favorável a ação coletiva movida pelo Sindicato em favor dos Assistentes A de Unidades de Negócios (Asnegs) do Banco do Brasil. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (2).

A sentença, da 15ª Vara do Trabalho de Brasília, proferida pela juíza Audrey Choucair Vaz, condena o BB a pagar 2 horas extras diárias (7ª e 8ª horas) aos bancários que exerceram a função. Cabe recurso.

Além do pagamento das horas extras, o banco foi condenado a pagar os reflexos em descanso semanal, 13º salário, férias, licença-prêmio, licença-saúde, FGTS e contribuições para a Previ.

A ação coletiva beneficia a todos os bancários e bancárias, associados ou não ao Sindicato. Os sindicalizados têm a seu favor as interrupções de prescrição ajuizadas pelo Sindicato, recebendo as horas extras a partir da data em que a prescrição foi interrompida.

Isso quer dizer os bancários não sindicalizados recebem os cinco anos anteriores à entrada da ação coletiva, ou seja, recebem 7ª e 8ª horas a partir de 26 de abril de 2008. E os sindicalizados receberão contando a partir 16 de dezembro de 2004, conforme a data do protesto.

O Sindicato deu entrada nesta ação cobrando a 7ª e 8ª horas em 2013, após ter ajuizado com sucesso uma outra ação coletiva, em 2009, somente para que fosse reconhecido o direito à jornada de 6 horas para os Asnegs.

“Essa vitória vem num momento importante, para que os Assistentes de Negócios permaneçam unidos nesta ação, evitando a dispersão. Juntos alcançaremos a vitória”, ressalta a secretária de Assuntos Jurídicos do Sindicato, Marianna Coelho, destacando, mais uma vez, a acertada estratégia jurídica do Sindicato.

Fonte: Bancários DF

Artigo do Gerente Assertivo: Ah!! Se eu tivesse…

Publicado em:

A maior dor que temos não é aquilo que perdemos ou não tivemos. É aquela de ficarmos presos àquilo que poderia ter sido feito, mas não foi.

Você já deve ter visto alguém contando essa história… “Ah, se eu tivesse feito tal coisa, a minha vida seria muito melhor!!” ou “Ah, se aquilo não tivesse acontecido, eu seria mais feliz hoje!!”.
Essas duas histórias têm algo em comum. A dor e o sofrimento que carregamos, às vezes por muitos anos, por não termos feito algo que achávamos que mudaria a nossa vida, é uma receita excelente para sofrer indefinidamente.

Lembre-se de quantas discussões absolutamente inúteis já tivemos, simplesmente por não nos conformarmos com uma expectativa não atendida, imaginando que discutir o “leite derramado” faria ele voltar para dentro da garrafa…

Apesar de ser um comportamento muito frequente, e pernicioso, podemos rapidamente mudar essa realidade. Como? Simples!! Basta olharmos para a realidade e nos fazermos perguntas de melhor qualidade.

Perguntas do tipo, “Como posso resolver esse problema neste instante?” e “Quais seriam os passos necessários para seguir adiante?”, direcionam nosso pensamento para a solução da situação, ao invés de ficarmos buscando fantasmas e culpados.

Mas porque fazemos isso? Porque nos prendemos à dor?

Parece não fazer sentido, mas por trás de todo e qualquer comportamento, existe uma “intenção positiva”, uma necessidade que temos e que procuramos atender com aquele comportamento. Ficar preso a reminiscências do que poderia ter sido e não foi, também tem uma intenção positiva.

Muitas vezes ficamos reprocessando um fato, porque existe algo a ser aprendido com ele. E geralmente esse aprendizado é melhor absorvido quando pensamos nas atitudes que podemos tomar daqui para frente, em situações semelhantes. Isso é bem mais produtivo do que ruminar o passado.

Então, da próxima vez que se perceber revivendo um drama criado, faça algo mais inteligente e se prontifique a agir de forma diferente da próxima vez, e deixe que essa história seja somente isso, uma história.

E dessa forma usamos nossa experiência de vida como fonte de aprendizado e levamos a nossa energia para solução dos problemas.

E não se assuste se de repente estiver vivendo mais feliz!

 

Artigo de Marcelo Katayama é médico e terapeuta do Núcleo Ser Treinamento e Consultoria

Empréstimo do Economus terá novas condições

Publicado em: 08/06/2017

Empréstimo terá novas condições

A partir do dia 29 de maio os participantes do Economus terão novas condições de crédito para aquisição de bens, pagamento de dívidas ou realizar aquela sonhada viagem, com juros menores que o mercado, prazo de até 96 meses e liberação de crédito fácil e rápido. Além disso, os participantes do Grupo A (Regulamento Complementar Nº 2), poderão também solicitar o empréstimo. Confira a seguir o que mudará:

Sem título

Para o Grupo B não houve mudança no valor máximo que é de R$ 100 mil, entretanto o limite para os participantes que recebem o benefício pelo Economus será calculado considerando parcela inicial de até 30% do benefício líquido mensal. Lembramos que os empréstimos são concedidos de acordo com os limites de alocação previstos nas Políticas de Investimentos de cada plano e legislação vigentes, portanto as liberações de empréstimo serão automaticamente suspensas quando atingir este limite. Para saber se as mudanças irão impactar no seu limite disponível realize uma simulação a partir do dia 29/05 e verifique as suas condições.

PREVI: diretor de planejamento Zeca renuncia ao cargo

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Decisão de deixar a diretoria foi motivada por problemas de saúde.

José Carlos Reis da Silva, o Zeca, não é mais diretor de planejamento da PREVI. Eleito em 2016, o executivo tinha mandato até maio de 2018, mas decidiu deixar o cargo para cuidar da saúde. Recentemente, Zeca enfrentou graves problemas cardíacos, que culminaram com uma cirurgia do coração de elevado grau, sendo necessários tempo e dedicação para a recuperação. A PREVI agradece a contribuição de Zeca e deseja o pleno reestabelecimento de sua saúde.

Durante o período em que esteve à frente da Diretoria de Planejamento, Zeca demonstrou seu comprometimento com a eficiência e otimização da gestão da PREVI. Ao estabelecer uma relação de parceria entre todas as diretorias, fortaleceu a importância das políticas orientadoras da gestão dos ativos da Entidade.

Conforme prevê o Estatuto, o novo diretor de planejamento será indicado por unanimidade pelos conselheiros eleitos, e nomeado pelo Conselho Deliberativo. Até a posse do novo diretor, quem assume o posto é Marcus Martins Madureira, gerente executivo da Gepoc (Gerência de Políticas de Investimentos e Cenários). Madureira já vinha substituindo Zeca durante o afastamento do diretor.

Presidente do BB é o entrevistado na série “De olho nos ativos”

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Paulo Caffarelli fala sobre as estratégias para aumento de rentabilidade da instituição, planos do BB para a nova era digital de atendimento e agradece aos associados aposentados.

Após um ano, a série “De olho nos ativos” volta a conversar com um executivo do Banco do Brasil. Em 2017 o entrevistado é o presidente da instituição, Paulo Caffarelli. Entre os assuntos abordados na conversa com Renato Proença, diretor de participações da PREVI, estão a estratégia para o aumento de rentabilidade do BB e os planos do banco para uma nova era de atendimento, com os novos canais nos meios digitais.

“Temos que buscar uma oferta de canais dentro da conveniência e da comodidade de nossos clientes. Na prática, o cliente pode demandar o Banco do Brasil na hora que ele quiser, pelo canal que ele quiser, e temos que ser efetivos dentro desse processo. Hoje o canal de maior relacionamento que o cliente tem com o banco é o celular. (…) Temos a melhor tecnologia digital de negociações e transações do país, e isso tem um reflexo na satisfação dos nossos clientes”, explicou Caffarelli.

O executivo também deixou um recado para os associados aposentados: “O BB, uma instituição de 208 anos de idade, só chegou aonde chegou graças a vocês, que conduziram esse banco maravilhoso até o momento presente. Agora cabe a nós darmos sequência a esse trabalho, fazer com que aquelas pessoas que no futuro vão nos suceder possam receber um Banco do Brasil ainda melhor, ainda mais forte”.

Com mais de dois séculos de história e agências em todo o território nacional, o Banco do Brasil atua nos segmentos pessoa física, jurídica e setor público, além de fomentar o desenvolvimento econômico e social do país. Atualmente a PREVI detém 9,3% do capital total do BB, um investimento de aproximadamente R$ 9,17 bilhões distribuídos entre o Plano 1, com cerca de R$ 9 bilhões, e o plano PREVI Futuro, em torno de R$ 123 milhões. O valor de mercado do banco está próximo a R$ 97 bilhões.

O Banco do Brasil também é o principal patrocinador da PREVI e contribui com a cessão de mão de obra especializada, tanto para a gestão quanto para o corpo técnico da Entidade. Esse é um grande diferencial para a PREVI: são os próprios associados, funcionários do BB, que cuidam do patrimônio que garantirá as suas aposentadorias no futuro.

Confira o vídeo com a entrevista que Paulo Caffarelli concedeu ao diretor de participações, Renato Proença.

De olho nos ativos

Recentemente, a PREVI retomou a série “De olho nos ativos”, que entrevista executivos de algumas das principais empresas participadas da Entidade. O objetivo é de acompanhar a evolução dessas instituições. A PREVI mantém constante acompanhamento das suas participações, estando atenta a oportunidades de maximização de seus retornos e geração de liquidez nos investimentos para cumprir sua missão: garantir o pagamento de benefícios aos associados de forma eficiente, segura e sustentável.

Petrobras fecha operação de R$7 bi com Banco do Brasil

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São Paulo – A Petrobras informou nesta quinta-feira que fechou uma operação de financiamento com o Banco do Brasil no valor de 7 bilhões de reais com vencimento em 2022, na modalidade Nota de Crédito a Exportação (NCE), segundo comunicado da companhia.

A petroleira, que visa à melhora do perfil de amortização e à redução do custo da dívida, também informou que liquidou antecipadamente com o Banco do Brasil NCEs no valor de 6 bilhões de reais que venceriam em 2019.

Vitrine digital do BB, “Encontre o seu imóvel”, registra mais de 10 mil acessos por mês

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No primeiro quadrimestre deste ano, o BB liberou R$ 1,6 bilhão em crédito imobiliário para pessoas físicas. O destaque fica para a linha pró-cotista FGTS, que obteve um crescimento de 82% na comparação com o mesmo período no ano passado.

De janeiro a abril deste ano, a carteira de crédito imobiliário PF do BB cresceu 2%, atingindo R$ 42,6 bilhões. O BB oferece condições diferenciadas de taxas, de acordo com o perfil do cliente e do imóvel a ser financiado.

O site bb.com.br/encontreoseuimovel é uma das novidades que permitem avançar nos desembolsos de crédito com pessoas físicas, ao mesmo tempo em que ajuda na venda dos estoques das construtoras que são clientes PJ do Banco. No ambiente, também acessível via mobile, os clientes podem buscar imóveis de parceiros do BB com condições especiais – estão disponíveis atualmente 4.814 unidades em 229 empreendimentos em todo o país.

Desde o início do ano, são mais de 10 mil acessos por mês, com 410 registros de interesse efetivo a cada mês. É possível consultar por localização, valor ou estágio da obra entre lançamentos, em construção ou imóveis prontos. Nesta semana, 88 negociações estão em andamento. As cidades mais procuradas na plataforma são São Paulo, Rio de Janeiro e João Pessoa. Já o tamanho dos imóveis residenciais mais procurados variam de 45m² até 75m².

Fonte: Assessoria de Imprensa

Municípios também pedem empréstimos ao Banco do Brasil

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Seguindo o modelo do Governo do Estado, os municípios estão solicitando empréstimos junto ao Banco do Brasil para aquisição de ambulância, carros, tratores, dentre outros. Cada município pode solicitar até R$ 5 milhões em operação de crédito. E os municípios terão 120 dias para solicitar a operação de crédito junto ao banco.

A linha de crédito eficiente é um programa do Banco do Brasil, que foi lançado recentemente para atender os municípios. Atualmente, 27 municípios do Piauí já se cadastraram pleiteando o financiamento.

Segundo o prefeito de Água Branca, Jonas Moura, que é vice-presidente da Associação Piauiense dos Municípios (APPM), todos os municípios estão credenciados a solicitar o crédito. “Cada município pode obter no máximo cinco milhões para aplicar em melhorias na administração pública, bem como na qualidade de vida da população”, destacou o prefeito.

O superintendente estadual do Banco do Brasil no Piauí, Pio Gomes de Oliveira Júnior, afirmou que em 120 dias o município solicitante poderá contar com o crédito, que também pode ser usado para a aquisição de equipamentos para a Saúde, ambulância, carros, tratores, compactador de lixo, entre outros. Ficando excluído o serviço de construção.

Fonte: Capital Teresina

BB lançará ferramenta para transferência de dinheiro pelo WhatsApp

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Atenção clientes do BB: em breve, o banco permitirá solicitar pagamentos por meio de mensagens de texto e também pelo WhatsApp. Chamada “Pagar ou Receber”, a funcionalidade visa dispensar a emissão de informações bancárias por aí, facilitando as transferências e contando com o ambiente seguro do aplicativo do banco.

A ferramenta vai funcionar da seguinte maneira: ao acessar a primeira tela do app do BB, o usuário poderá informar o valor que precisa receber de alguém, bem como a data para o recebimento. Feito isso, o app emitirá um QR Code ali contendo os dados da agência e conta corrente do cliente. Então, basta que a pessoa que deve realizar o pagamento faça a leitura desse código em seu dispositivo, para ser direcionado ao app do Banco do Brasil e somente precisar digitar sua senha para confirmar a transação.

Com essa solução, a instituição pretende reduzir o vazamento de informações bancárias na internet, fazendo com que seus correntistas não precisem mais divulgar esses dados para receber transferências. E o QR Code pode ser compartilhado com mais pessoas, caso o usuário precise receber aquele mesmo valor de um número maior de contatos, o que pode ser muito útil para estabelecimentos comerciais que vendem produtos ou serviços por um valor fixo, por exemplo.

A novidade foi apresentada pelo Banco do Brasil durante a CIAB Febraban 2017, que acontece em São paulo até o dia 8 de junho.

Fonte: CanalTech

“O digital morreu”, provoca o presidente do Banco Santander

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Em palestra ministrada durante o Ciab FEBRABAN 2017, evento de tecnologia bancária que acontece esta semana, em São Paulo, Sergio Rial, presidente do Banco Santander, provocou a plateia no sentido de repensar a importância da tecnologia por si só para as instituições financeiras. “O digital morreu”, afirmou o executivo.

Para Rial, depois da Revolução Industrial, em que máquinas assumiram tarefas bastante valiosas para os negócios, agora vivemos a Revolução Cognitiva, em que a tecnologia por si só perde relevância. Ele explica: “a tecnologia, oferecer um aplicativo, por exemplo, é obrigação de todos os bancos. Agora é preciso desmaterializar as ofertas. O cliente quer cada vez menos produtos e mais serviços.”

O presidente do Santander alertou que o grande risco para os bancos hoje não está no crédito nem tampouco na tecnologia, e sim na reputação. “O desafio não são as fintechs. Somos nós”, afirmou. “Neste mundo de desmaterialização, temos o desafio de transformar o bancário, como o conhecemos, em um empreendedor. É ele quem pode ajudar o banco a buscar customização rentável – do produto ao cliente.”

Para Rial, a Revolução Digital não tem a ver com um novo momento da tecnologia, mas com um novo momento da sociedade. “Vivemos a era da desmaterialização, e as empresas terão que pensar no que significa se desmaterializar”, provocou.

Na visão do executivo, as pessoas não querem mais ter posses de bens, mas usufruir daquilo que eles proporcionam. Esse seria o processo de desmaterialização ao qual os bancos têm de se adaptar para sobreviver. “Estamos falando de um mundo que visa menos patrimônio e mais usufruto, menos produto e mais serviço. Isso é a Revolução Cognitiva.”

Rial disse que o setor nunca teve tanto chassi e tanta infraestrutura para gerar riqueza. Mas para isso terá de focar naquilo que realmente faz sentido para o consumidor atual. Essa desconstrução dos produtos faz com que o capital humano tenha um valor imenso. A importância das experiências na formação acadêmica nunca foi tão grande no setor bancário.

“A tecnologia veio para industrializar aquilo que deve ser industrializado, mas a educação nunca foi tão importante para a sobrevivência da indústria financeira”, afirmou Rial. “As máquinas são incapazes de inspirar. As máquinas não têm capacidade de ser criativas, inventivas e surpreendentes.”

Na visão de Rial, se a indústria financeira cair no erro de não aceitar o fato de que o cliente não quer pagar por serviços básicos e produtos, ela perderá oportunidades imensas. Mais ou menos como aconteceu com as operadoras, que resistiram a acreditar que o cliente não pagaria por SMS ou ligações. “Veio o WhatsApp”, provocou. “As instituições precisam aumentar a bancarização sem temer o fato de serem intermediárias e criadoras dos processos de desintermediação”, finalizou.

Fonte: Convergência Digital

Cassi está proibida pela ANS de incluir novos participantes no plano Família

Publicado em: 05/06/2017

Abaixo, a íntegra do comunicado da Diretoria de Gestão de Pessoas, divulgado para todos os funcionários do BB no dia 5 de junho de 2017.

“A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) divulgou, na última sexta-feira, 2, lista com a suspensão de novas adesões a 38 planos de saúde, incluindo o Cassi Família, plano destinado a parentes até quarto grau de funcionários do BB. A medida da agência reguladora não afeta o atendimento prestado pelo plano. Consultas, exames, internações e demais procedimentos continuam sendo realizados normalmente. A inscrição de novos participantes no Cassi Família está interrompida até nova decisão da ANS.

O Plano de Associados, que contempla os funcionários do Banco do Brasil e seus dependentes, continua a operar normalmente, sem qualquer menção ou registro por parte da ANS.

O presidente da Cassi, Carlos Célio, afirma que a Entidade já está tomando todas as medidas para que o Plano Cassi Família volte a receber novas adesões. “Acreditamos na qualidade do plano, que tem uma das melhores coberturas do mercado e uma ampla rede credenciada em todo o país”, avalia. Carlos Célio ressalta que grande parte das reclamações de participantes registradas junto à agência reguladora são improcedentes e aquelas classificadas como procedentes já estão sendo tratadas pela Entidade.

Abaixo, a íntegra da nota de esclarecimento publicada no site da Cassi:

“A Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil informa que a suspensão de novas adesões ao Plano CASSI Família II, medida divulgada pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) em 02.06.2017, não afeta o atendimento aos beneficiários, que continua mantido.
O CASSI Família II é um plano de saúde exclusivo para parentes até o quarto grau de funcionários do Banco do Brasil (pais, mães e filhos maiores de 24 anos, por exemplo). É um plano sustentável, financeiramente equilibrado, que atende mais de 211 mil participantes em todo o país.
A CASSI reitera que já vem implementando ações para melhorar o índice de satisfação dos mais de 705 mil beneficiários de seus planos e reforça o compromisso na busca em oferecer atendimento de qualidade aos seus participantes. No ano de 2016, foram autorizados mais de 372 mil procedimentos cirúrgicos, 19 milhões de exames e 4,3 milhões de consultas médicas.

A Caixa de Assistência orienta ainda seus beneficiários que, em caso de dúvidas, entrem em contato diretamente com a Instituição, por meios dos canais de atendimento Central CASSI (0800 729 0080) e Fale com a CASSI no site www.cassi.com.br.”

BB nega prorrogação do VCP

Publicado em: 02/06/2017

São Paulo – Em mesa de negociação sobre a reestruturação do Banco do Brasil, realizada no dia 1º de junho, os representantes do banco público negaram a reivindicação da Comissão de Empresa dos Funcionários para a extensão da VCP (Verba de Caráter Pessoal), que visava atenuar os impactos da reestruturação na vida dos trabalhadores.

““Infelizmente, o BB se mostrou irredutível e não tem planos para a extensão da VCP. Segundo o banco, as pessoas que perderam cargos estão sendo priorizadas em concorrências, via TAO e TAO Especial, que continuará, sem prazo para encerramento, permitindo assim que os funcionários possam ter a chance de manter a remuneração. Discordamos que apenas isso seja a solução, pois a concorrência em si já traz prejuízo na carreira e no salário. Em muitos casos, os cargos são inferiores aos anteriores”, relata o diretor executivo do Sindicato e integrante da Comissão de Empresa dos Funcionários, João Fukunaga

O BB informou que 2.105 funcionários, que perderam toda a comissão, estão em VCP integral. E 1.590, que sofreram descenso na carreira e tiveram redução salarial, em VCP parcial. A partir deste mês, esses trabalhadores perderão a VCP. Foram feitas 22 mil nomeações e 16 mil nomeações em lateralidade, na concepção do banco.

Após reivindicação do movimento sindical, cerca de 600 caixas de todo país, que estavam em esquema de substituição a mais de 90 dias, foram efetivados. “Porém, ainda existem distorções em parte das agências, nas quais caixas estão em substituição há mais de um ano. Vamos continuar cobrando a adequação, com a efetivação desses trabalhadores”, diz o diretor do Sindicato.

No dia 9 de junho será realizada nova audiência, no Ministério Público do Trabalho (MPT), sobre o processo de reestruturação no BB.

Projeto piloto – O BB anunciou o início de um projeto piloto, em São Paulo, nas agências que absorveram clientes oriundos de unidades fechadas, no âmbito da reestruturação. Será adequado o quadro de funcionários ao aumento de demanda, com inclusão de duas carteiras de gerência média e vagas de caixas, atenuando assim a sobrecarga no atendimento.

O resultado dessas ações pode ser visto na agência Vila Carrão, zona leste de São Paulo, onde o Sindicato realizou protesto denunciando a sobrecarga e a falta de condições de trabalho.

“Este projeto piloto saiu após a intervenção do Sindicato, que fez atos de protesto denunciando as condições precárias nas agências sobrecarregadas pela absorção da demanda das unidades fechadas, como é o caso da agência Vila Carrão, zona leste de São Paulo. Vamos monitorar de perto o projeto, uma vez que o Sindicato tem recebido de forma recorrente denúncias de bancários sobre falta de condições de trabalho”, destaca o dirigente.

O banco, por meio da Gepes e da Super, informou que fará estudos dos impactos da absorção de clientes das unidades fechadas e visitará agências para discutir melhorias e ouvir a opinião dos funcionários.

Desconto – Cobrado pelos trabalhadores, o BB informou ainda que não aceita negociar o desconto da remuneração dos funcionários que aderiram à greve geral, no dia 28 de abril.

“Entendemos que o desconto fere o direito constitucional à greve. Diante dessa postura da direção do BB, o Sindicato, que sempre priorizou a via negocial, mas que nesse caso não obteve qualquer abertura para negociação por parte do banco, vai entrar com as medidas judiciais cabíveis para reverter o desconto”, conclui o diretor do Sindicato.