BB atende solicitação de Lira e garante reabertura de agências e PAs de 7 cidades paraibanas

Publicado em: 01/06/2017

O Senador Raimundo Lira (PMDB-PB) recebeu nesta quinta-feira (01) comunicado do Banco do Brasil em relação ao que foi definido durante um almoço de trabalho ocorrido há alguns dias com o Presidente da instituição, Paulo Caffarelli.

Em outras oportunidades, Lira e o Deputado Federal Rômulo Gouveia (PSD-PB) haviam solicitado a reabertura de agências e postos de atendimento de sete cidades paraibanas que sofreram danos físicos após ataques por explosivos e que, por este motivo, estão fechados e corriam o risco de ser desativados.

No comunicado, assinado pelo Gerente de Relações Institucionais Fernando Conde Medeiros, o Banco do Brasil informa que as agências e postos de atendimento das cidades de Conceição, Cuité, São João do Rio do Peixe, Gurinhém, Soledade, Serra Branca e Taperoá já estão com obras de recomposição em andamento, com previsão de conclusão até o mês de agosto.

A instituição também detalha os problemas ocasionados pelas ações criminosas que as agências e postos de atendimento tem sofrido em todo o país, incluindo assaltos, sequestros e arrombamentos com a utilização de explosivos, gerando prejuízos à integridade física e emocional de clientes, funcionários e prestadores de serviço.

Mesmo assim, o BB confirma o atendimento do pleito, após a realização de “análises técnicas que consideraram aspectos relacionados à segurança pessoal (clientes, funcionários e colaboradores) e patrimonial, e de ordens estratégica e econômico-financeira”, reafirmando a manutenção dos serviços nas sete cidades.

Lira destacou que, desde o primeiro momento, este trabalho contou com o empenho, ao seu lado, do Deputado Federal Rômulo Gouveia e que também faz parte deste pleito a reabertura das agências de Caaporã, cidade que tem o maior polo cimenteiro da Paraíba, e do MAG Shopping, na cidade de João Pessoa.

Fonte: Diário do Sertão

Presidente do BB diz que crise política não afetou concessão de crédito

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O presidente do Banco do Brasil, Paulo Caffarelli, negou impacto da recente crise política sobre a demanda por crédito nas operações de varejo e também de atacado [empresas] do banco.

Ele admitiu, no entanto, reflexos na área de Tesouraria [mesa de operações do próprio banco], mas que não são possíveis de ser quantificados. Caffarelli participou nesta terça (30) do Fórum Brasil Investimentos 2017.

Questionado sobre possíveis impactos dos problemas enfrentados pela JBS sobre o banco, o presidente do BB optou por não comentar.

Segundo ele, a economia está em rota de crescimento e os desembolsos de crédito do banco são um sinal importante dessa retomada.

Os empréstimos para a pessoa física cresceram 25% no acumulado do ano, disse. Já os desembolsos para pessoa jurídica, bastante afetadas pela crise econômica, em especial as pequenas e médias, subiram 20%.

Apesar disso, Caffarelli não espera uma retomada econômica em um ritmo veloz. Como exemplo, ele lembrou que, na crise de 2009, foram registrados cerca de 380 processos de recuperação judicial, contra quase 4.000 casos atualmente.

Mais cedo, executivos dos bancos JP Morgan e Credit Suisse afirmaram que a delação da JBS, que lançou dúvidas sobre a continuidade do governo Michel Temer, pode ter efeitos no desempenho da economia.

DISCURSO OFICIAL

Mais cedo, na abertura do evento, Temer tentou reforçar que o governo continua comprometido com as reformas propostas, como a trabalhista e a previdenciária, mesmo em meio à crise política que se instaurou desde que foi divulgada sua conversa com Joesley Batista, da JBS.

“O senhores encontram aqui uma economia que se recupera e se moderniza. Encontram um governo determinado a completar reformas que estão abrindo oportunidades a todos”, disse.

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, reiterou por sua vez o compromisso com a manutenção das reformas e negou que exista a possibilidade de uma retomada da política econômica da ex-presidente Dilma Rousseff.

Meirelles disse não ver atualmente “em qualquer possibilidade, clima para uma volta atrás”. Ele também participou do fórum em São Paulo nesta terça.

“Não vemos hoje no país condições ou pessoas que tenham de fato possibilidade de influenciar o destino do país num futuro próximo que estejam propondo reversão dessas políticas. Não vejo aqui uma iminência de que vamos voltar à nova matriz econômica, que trouxe o Brasil a essa crise”, afirmou o ministro, sem mencionar diretamente a ex-presidente.

O ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, afirmou que a reforma trabalhista será aprovada ainda nesta semana no Senado. A pressa em avançar a proposta tem o objetivo de mostrar que o governo preserva sua força no Congresso, apresar da crise política que enfrenta.

O plano, contudo, já foi abandonado. Segundo o senador Romero Jucá (PMDB-RR), líder do governo no Senado, o Planalto concordou com um acordo costurado entre líderes na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) para votar a reforma trabalhista no colegiado apenas na próxima terça-feira (6).

Fonte: Folha de São Paulo

Após redução para 10,25% ao ano, entidades dizem que Selic pode cair ainda mais

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Após redução da taxa básica de juros para 10,25% ao ano, anunciada terça-feira (31) pelo Comitê de Política Monetária (Copom), a Confederação Nacional da Indústria (CNI) avaliou que a queda poderia ter sido mais acentuada se não houvesse influência das incertezas do cenário político.

Em nota, a entidade pediu a solução da crise e a aprovação das reformas estruturais para que o Banco Central possa acelerar o corte na Selic. “A recente turbulência política impediu que o Banco Central acentuasse o ritmo de queda dos juros. A redução de 1 ponto percentual promovida terça-feira pelo Copom, trazendo a Selic para 10,25% ao ano, poderia ter sido maior, caso o ambiente de incertezas não tivesse dificultado os horizontes da economia.”

A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) também considerou o corte de 1 ponto percentual conservador. Segundo o presidente da instituição, Paulo Skaf, com a decisão, o Banco Central “retarda o processo de retomada da economia e da geração de empregos”.

A avaliação da Fiesp é compartilhada pelo presidente da Associação Comercial de São Paulo e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), Alencar Burti. “Na prática, a taxa de juros real está crescendo, o que é ruim para o consumidor e para a economia em geral. Portanto, o Copom precisa cortar a Selic de forma mais intensa nas próximas reuniões.”

O Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) considerou a redução da Selic positiva para o país, mas também avaliou que o corte poderia ter sido maior.

Já a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) disse que a decisão do Copom foi “ousada” e que o corte de 1 ponto percentual foi maior do que o esperado, principalmente em meio à crise política.

Rio de Janeiro

A Federação do Comércio do Estado do Rio de janeiro (Fecomércio-RJ) elogiou a nova redução da taxa Selic. “De um lado, o cenário econômico hoje é marcado por inflação abaixo do centro da meta e deflação no atacado, o que continuará a render folga aos preços nos próximos meses”, destacou a entidade em nota.

Já a Federação das Industrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) avaliou que “há espaço” para que o Copom dê continuidade ao processo de redução da taxa de juros. Segundo a instituição, o cenário é favorável, “com inflação em trajetória cadente, devendo encerrar o ano abaixo da meta estabelecida pelo governo”.

A Firjan também defendeu as reformas pretendidas pelo governo federal e destacou que “a duração e a intensidade desse processo (de queda dos juros), contudo, dependem da aprovação das reformas, fator chave para o equilíbrio das contas públicas e para a retomada do crescimento econômico e da geração de empregos”.

Bancos

Alguns bancos anunciaram redução nas suas taxas de juros, acompanhando a decisão do Copom. O Banco do Brasil divulgou sua quarta redução de juros seguida neste ano. A partir de segunda-feira (5), a taxa de juros mínima do parcelamento do cartão de crédito, por exemplo, cairá de 1,91% para 1,83%. O Bradesco também divulgou redução nas taxas de juros do cheque especial e do crédito pessoal.

 

Fonte: Jornal do Brasil

Bancos não querem descontar promissória de operações com a JBS

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Mudança no modelo de pagamento pela principal empresa compradora do setor – JBS, falta de concorrência, queda nos preços da arroba, e apreensão dos quanto à liquidez de algumas indústrias, são apenas alguns dos problemas enfrentados pelos pecuaristas no curto espaço de tempo.

Desde que a JBS se tornou uma das protagonistas do escândalo de corrupção no Brasil, as vendas à vista foram suspensas. Sem alternativa ou precisando fazer caixa, o pecuarista se via obrigado a entregava suas animais, solicitar a NPR (Nota Promissória Rural) e realizar o desconto junto à instituição financeira, mas esse tipo de operação também está cada vez mais rara.

Segundo relatou Luis Fernando Conte, vice-presidente da Acrimat (Associação dos Criadores do Mato Grosso), os bancos não estão aceitando fazer a desconto. No estado, há relatos de tentativas no Banco do Brasil, Sicredi e Bradesco, todas sem sucesso.

No Mato Grosso do Sul, o pecuarista e conselheiro da Famasul (Federação de Agricultura do Mato Grosso do Sul), Janes Bernardino Onório Lírio, contou ao Notícias Agrícolas, que nem mesmo o Banco Original [também pertencente à Companhia J&F, dona da JBS] estaria aceitando descontar a nota promissória.

Esse cenário trouxe grande apreensão à ponta inicial da cadeia, já que nem mesmo uma empresa do Grupo estaria dando credibilidade a operações com a JBS. Para o vice-presidente da Acrimat, é possível que os bancos estejam aceitando apenas operações de volumes menores, nas quais os riscos são igualmente inferiores. “Pode ser que eles [bancos] também tenham um limite de crédito para essas operações, não dá para saber, porque antes as movimentações eram pequenas.”

Mas, além de ter poucas chances de conseguir descontar a NPR, aqueles que efetivamente têm sucesso na operação, ainda correm sérios riscos financeiros.

“Antigamente quem vendida para a processadora, poderia pedir a antecipação do pagamento – porque há anos a empresa já não tem preço à vista -, mediante ao desconto de 3,1%”, explica Conte. Nesse caso, o produtor estava resguardado, uma vez que descontado a ‘multa’, não havia nenhum outro risco financeiro.

“O problema é que com a NPR precisarmos endossar a nota promissória junto à instituição financeira. Se chegar no dia do vencimento e o frigorífico não pagar, temos que arcar com a dívida no banco”, acrescenta Lírio.

De qualquer forma, os pecuaristas que necessitam vender têm poucas opções. Buscar indústrias menores, que em sua maioria já estão bem escaladas; entregar para unidades mais distantes; se render a JBS, recebendo com 30 dias; ou então tentar descontar a NPR, nas poucas instituições que ainda aceitam, sem garantias.

Até o fechamento dessa reportagem nenhuma instituição financeira se posicional a respeito.

Fonte: Notícias Agrícolas

BB paga alvarás pendentes de depósitos judiciais em MG até 5ª feira

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O pagamento dos alvarás pendentes em Minas Gerais deve se regularizado até a próxima semana. A informação foi passada pelo superintendente administrativo adjunto do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, desembargador Carlos Henrique Perpétuo Braga, em audiência pública na Assembleia nesta quinta-feira.

Segundo ele, há cerca de 8 mil alvarás retidos desde janeiro deste ano e, nos próximos cinco dias úteis, o pagamento deles deve estar normalizado.

O Banco do Brasil já foi notificado para repor o fundo dos depósitos, conforme decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) em nova liminar concedida na segunda-feira (22). De acordo com o desembargador Carlos Henrique Perpétuo, com a decisão liminar dada pelo ministro nesta semana, um montante de R$ 1,9 bilhão voltará a compor o fundo de reserva para pagamento dos alvarás retidos, para os quais haverá o desembolso de cerca de R$ 150 milhões.

Na audiência, o gerente-geral da Agência Setor Público de Belo Horizonte do BB, Getúlio Neri Palhano Freire, disse que houve interpretações diferentes sobre uma decisão liminar anterior do STF, o que levou à paralisação dos pagamentos. Tal decisão previa que fossem suspensos os processos em que se discutia a constitucionalidade da lei mineira que autorizou o uso dos depósitos judiciais pelo Executivo até o julgamento definitivo da Adin 5353.

“O Banco do Brasil entendeu que os depósitos judiciais não podiam mais compor o fundo de reserva. Agora, com a decisão do ministro Alexandre de Moraes dizendo que podem, ganhamos fôlego para pagar os alvarás por bastante tempo”, disse o gerente.

Apesar da volta dos pagamentos, o desembargador, deputados e representantes do banco e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-MG) admitiram, na audiência, que o problema pode estar resolvido apenas momentaneamente, já que a decisão do ministro Alexandre de Moraes é provisória. A Adin ainda será julgada pelo STF. (Com informações da ALMG).

Fonte: em.com.br

Governo dará crédito de R$ 5 bilhões a prefeituras por meio de programas de concessões

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O governo federal decidiu abrir a carteira e deve autorizar financiamentos no total inicial de R$ 5 bilhões para municípios investirem em infraestrutura em parceria com empresas privadas, por meio de programas de concessões. Em meio à maior crise desde que assumiu o Palácio do Planalto, o presidente Michel Temer planeja editar, nos próximos dias, uma medida provisória (MP) com regras para investimentos, que deverão ter os empréstimos assumidos pela iniciativa privada.

Após ampliar as concessões de projetos federais, o governo já discutia com setores de construção civil e com os municípios uma forma de aumentar os investimentos nas cidades. Com a crise política desencadeada pela delação da JBS, o Planalto acelerou as negociações, para angariar apoio tanto de prefeitos como do meio empresarial. A medida provisória vai estabelecer os critérios mínimos para o financiamento, que serão coordenados pela Caixa Econômica Federal.

O financiamento será liberado pelo Banco do Brasil e pela Caixa, cada banco sendo responsável por garantir R$ 2,5 bilhões. O dinheiro, no entanto, não será liberado aos municípios, mas para empresas privadas pactuarem com as prefeituras as concessões. Segundo fontes, esse valor é inicial e pode aumentar, se houver demanda.

Na linha de crédito que será criada, o tomador do financiamento será a empresa privada que assumir a concessão. Os municípios não precisarão apresentar garantias para que o dinheiro seja liberado. Isso tende a acelerar o desembolso, já que muitas prefeituras estão endividadas e têm dificuldades de honrar pagamentos. O alvo principal são serviços de saneamento, pavimentação e aterros sanitários.

Para facilitar os empréstimos e evitar problemas com a Justiça e tribunais de contas, o governo federal deve padronizar as regras para as concessões, com editais e contratos similares.

O governo colocará recursos do Orçamento para compor um fundo para viabilizar o processos de concessão. A conta deverá pagar os estudos técnicos para as obras. Segundo o Ministério do Planejamento, os recursos iniciais do fundo são de R$ 110 milhões — sendo R$ 40 milhões no Orçamento federal de 2017 e R$ 70 milhões para 2018. O governo tem a expectativa de que esses recursos voltem aos cofres do Tesouro, com o pagamento do leilão de concessão feito pelas prefeituras.

O foco do programa serão os municípios com população superior a cem mil habitantes, mas ainda não está definido como serão as distribuições dos recursos entre as prefeituras.

“A maioria das prefeituras enfrenta dificuldades de caixa para pagar projetos. Isso vai ampliar os investimentos e gerar empregos”, disse o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), José Carlos Rodrigues Martins.

Fonte: Época Negócios

O programa de fidelidade do Bradesco e BB anuncia parceria estratégica

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A Livelo, programa de fidelidade criado por Bradesco e Banco do Brasil, anuncia hoje uma parceria estratégica com a Zattini, e-commerce de moda e beleza da Netshoes. Entre os benefícios da parceria, clientes Livelo poderão trocar seus pontos por mais de 80 mil de produtos de mais de 500 marcas nacionais e internacionais do mundo fashion.

“Agora, os clientes Livelo poderão trocar seus pontos por roupas, bolsas, sapatos, produtos de beleza ou qualquer outro item presente em seu dia-a-dia. Com a inserção dos segmentos de moda e beleza, por meio da parceria com a Zattini, contribuímos com a busca da Livelo em entregar o máximo de opções de recompensas aos seus clientes para que eles possam escolher o que fazer com seus pontos”, destaca Alexandre Moshe, diretor-executivo da Livelo.

“A Livelo e a Zattini operam sob o mesmo foco: a experiência do consumidor. Por isso, ficamos satisfeitos em estender a parceria com a Livelo e agora disponibilizar os produtos de moda e beleza da Zattini para os clientes do programa”, diz Marcelo Chammas, diretor de B2B da Netshoes.

Na plataforma da Livelo, o cliente tem liberdade para escolher suas recompensas: são mais de 500 mil opções de resgates, que contemplam pacotes completos de viagem, reserva de hotéis, aluguel de carro, passagens aéreas nacionais e internacionais por mais de 750 companhias de todo o mundo, diversos produtos dos principais e-commerces do Brasil, além da possibilidade de transferência de pontos para os principais programas de fidelidade do país.

Como utilizar

Para trocar pontos por recompensas na plataforma Livelo, os participantes dos programas Bradesco Fidelidade e/ou Ponto pra Você, do Banco do Brasil, devem acessar: http://www.pontoslivelo.com.br.

Sobre a Livelo. Criada em 2014 a partir da união entre Banco do Brasil e Bradesco, a Livelo tem mais de 14 milhões de clientes e 30 parceiros. A empresa iniciou suas operações em 2016 com o objetivo de oferecer a melhor experiência no resgate de pontos ao consumidor brasileiro, com diversos produtos e serviços reunidos em um marketplace próprio. Atualmente, a Livelo tem parcerias estratégicas com grandes empresas como Fast Shop, Netshoes, Zattini, Wine.com.br, Pão de Açúcar Mais, Clube Extra, Extra.com, PontoFrio.com, CasasBahia.com, Magazine Luiza, Satelital, Shell, M4U (Recarga de Celular Vivo/Claro/Tim/Oi), CVC, WLC, Le Club AccorHotels, Multiplus, Smiles, Tudo Azul, Amigo Avianca, Vitória TAP e Dotz. Além disso, também é possível fazer doações de pontos para os parceiros AACD, Casa Hope, Graacc, Apae, Doutores da Alegria, Unicef, Pastoral da Criança e Médicos Sem Fronteiras.

Fonte: Notícias do Dia

BC agiu com cautela previsível diante da crise política, dizem analistas

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O corte de 1 ponto percentual na taxa básica de juros da economia brasileira mostra que o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu agir com previsível cautela diante das incertezas trazidas no cenário político após à forte crise que abala o Planalto desde a delação de executivos da J&F envolvendo o presidente Michel Temer, segundo analistas ouvidos pelo G1.
A decisão de reduzir a Selic de 11,25% para 10,25% ao ano veio dentro do esperado pela maioria do mercado, mas no entendimento do mercado, o BC deixou claro em seu comunicado que poderá desacelerar o ritmo de queda da Selic e adotar uma postura mais conservadora na próxima reunião.

“O Banco Central está condicionando o ritmo atual à normalidade política e deixou bem claro a necessidade de uma desaceleração”, avaliou o ex-ministro da Fazenda e sócio da Tendências Consultoria, Maílson da Nóbrega.

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Para o professor de economia da Faculdade Fipecafi ((Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras), George Sales, o comunicado do Copom também chamou mais a atenção do que o corte anunciado. Ficou bem explícito que se o cenário político e de aprovação das reformas continuar confuso, o BC vai diminuir a velocidade do corte da taxa básica de juros para evitar um descontrole da inflação”, diz Sales.

Aumento da incerteza
O BC citou como fator de risco principal o “aumento de incerteza sobre a velocidade do processo de reformas e ajustes na economia”. “Isso se dá tanto pela maior probabilidade de cenários que dificultem esse processo, quanto pela dificuldade de avaliação dos efeitos desses cenários sobre os determinantes da inflação”, destacou o comunicado do Copom.
Em outro trecho, o BC reiterou que a extensão do ciclo de flexibilização monetária dependerá, entre outros fatores, das estimativas da taxa de juros estrutural da economia. Mas ressaltou que esse quadro passou a ficar mais turvo.

“O Comitê entende que o aumento recente da incerteza associada à evolução do processo de reformas e ajustes necessários na economia brasileira dificulta a queda mais célere das estimativas da taxa de juros estrutural e as torna mais incertas. Essas estimativas continuarão a ser reavaliadas pelo Comitê ao longo do tempo.”

A economista e professora do Coppead/UFRJ, Margarida Gutierrez, explica que as expectativas em relação às reformas e o ajuste fiscal mudaram após a crise aberta no dia 17 pelas delações dos controladores da JBS.

No começo do mês, as apostas eram de que a autoridade monetária poderia ousar e reduzir os juros em 1,25 ponto percentual. Porém, após o início da nova crise política, os analistas ajustaram suas apostas e passaram a prever, em peso, uma redução menor, de 1 ponto percentual, o que se confirmou nesta quarta.

“O ritmo de corte poderá ser menor daqui para frente em razão das variáveis câmbio e expectativas de inflação, que por sua vez estão associadas totalmente às incertezas sobre a crise política”, afirma.

Para Maílson, a cautela do BC é mais do que compreensível. “O Banco Central costuma ser aquele que recolhe a bebida na hora da festa”, brinca, destacando entretando que o BC brasileiro tem sido muito claro e transpararente em suas comunicações.

O economista continua projetando, entretanto, que a Selic deverá fechar 2017 entre 8,5% e 8,75% ao ano. “O BC permanecerá atento ao desenrolar da crise e seus efeitos da atividade econômica, numa cautela previsível”.

Entidades como a Fiesp, entretanto, criticaram o BC, afirmando que a manutenção do ritmo de corte retarda o processo de “retomada da economia e da geração de empregos”. Veja a repercussão
Esta foi sexta vez seguida que a autoridade monetária diminuiu a Selic, num ciclo iniciado em outubro passado que contou com dois cortes iniciais de 0,25 ponto percentual, seguidos por outros dois de 0,75 ponto e um de 1 ponto.

Fonte: G1

Bancos repetem estratégia e anunciam queda dos juros após redução da Selic

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Os bancos repetiram a estratégia adotada nas últimas reuniões do Comitê de Política Monetária (Copom) e anunciaram a redução das taxas de juros minutos após o órgão comunicar uma nova redução da taxa básica de juros da economia, a Selic. Os comunicados foram divulgados por Bradesco, Banco do Brasil e Itaú.

Desde janeiro os bancos vêm divulgando comunicados logo após a decisão do Copom sobre o juro. A mensagem é que os bancos estão repassando ao consumidor a queda na taxa de juros do país.
“O Bradesco reduzirá as taxas de juros de suas principais linhas de crédito a partir de segunda-feira, 05 de junho, acompanhando a decisão do Copom de baixar a taxa Selic de 11,25% para 10,25% ao ano”, disse o banco, em comunicado à imprensa. “Em linha com a decisão do Copom, que reduziu agora há pouco a taxa básica de juros em 1 ponto percentual, o Banco do Brasil anuncia sua quarta redução consecutiva ao longo deste ano”, disse o banco.

Os três bancos anunciaram redução nas taxas do cheque especial e em algumas linhas de crédito para empresas. Veja a redução das taxas em cada banco:

Bradesco
A redução de taxas no Bradesco atingirá as linhas de cheque especial, crédito pessoal e algumas linhas de crédito para empresas, como capital de giro.

Cheque especial
taxa atual: 9,57% a 13,41% ao mês
nova: 9,49% a 13,33% ao mês

Crédito pessoal
taxa atual: 1,75% a 7,58% ao mês
nova: 1,67% a 7,5% ao mês

Crédito para empresas
O banco disse que haverá redução nas taxas em todas as carteiras de desconto, nas linhas de conta garantida, capital de giro e cheque especial. As novas taxas não foram divulgadas

Banco do Brasil
O banco informou que reduzirá as taxas do cartão de crédito e de outras linhas de crédito para empresas. As novas taxas entram em vigor no dia 5.

Cartão de crédito
taxa atual: 1,91% a 9,38% ao mês
nova: 1,83% a 9,3% ao mês

Conta garantida
taxa atual: 2,14% a 6,79% ao mês
nova: 2,06% a 6,71%

BB Giro recebíveis
taxa atual: 2,35% a 6,29% ao mês
nova: 2,27% a 6,21%

Cheque especial (empresas)
taxa atual: 8,38% a 13,55% ao mês
nova: 8,33% a 13,50%

BB Giro rápido empresas
taxa atual: 8,38% a 13,55% ao mês
nova: 8,33% a 13,50%

Itaú Unibanco
O banco disse que repassará “integralmente” o corte de um ponto na Selic a partir do dia 7 de junho.

Para pessoas físicas, as seguintes linhas de crédito terão redução: empréstimo pessoal, cheque especial, parcelamento de cheque especial e financiamento de veículos.

Para as micro e pequenas empresas, a queda será na linha de capital de giro. O Itaú não informou as novas taxas.

“A queda da taxa básica de juros, resultado da baixa consistente da inflação e da maior confiança gerada pelas reformas, permite que continuemos a reduzir a taxa de juros para nossos clientes”, diz Candido Bracher, presidente do Itaú Unibanco.

Fonte: G1

BB diz que desembolsos cresceram 25% para pessoa física

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SÃO PAULO – Os desembolsos de crédito do Banco do Brasil (BB) para pessoa física aumentaram 25% neste ano, até agora, em relação a 2016, afirmou o presidente da instituição, Paulo Caffarelli. No caso das operações com pessoa jurídica, o crescimento foi de 20%, segundo ele.

Caffarelli observou que a recuperação tem sido mais lenta que a observada em outras ocasiões. Ele lembrou que a crise atual já dura 20 trimestres, enquanto as passadas foram superadas não demoraram mais do que cinco trimestres.

“Estamos vivendo o momento oposto. A retomada é bastante consistente, mas levará mais tempo”, afirmou o executivo em painel com banqueiros no Brasil Investment Forum, que acontece hoje e amanhã em São Paulo.

Caffarelli disse que o Brasil é um “país de oportunidades”, principalmente em infraestrutura — área na qual, segundo ele, há R$ 1,4 trilhão em investimentos a ser feitos.

O presidente do BB observou que o modelo anterior concentrava os investimentos em infraestrutura no dinheiro público, mas, agora, quem vai financiar os projetos é o mercado de capitais.

“Na medida em que [os projetos] têm competitividade, podem muito bem se acomodar nas taxas de mercado”, afirmo, acrescentando que em pouco tempo as taxas de curto e longo prazos estarão próximas.

Demanda

Caffarelli afirmou que o agravamento da crise política não teve impacto na demanda por crédito de clientes do varejo ou do atacado.

Segundo o executivo, a instabilidade teve reflexo na tesouraria. Porém, ele não revelou se o impacto foi positivo ou negativo e afirmou que não seria possível quantificá-lo. “Nossa posição em tesouraria é sempre conservadora”, disse Caffarelli.

Ao ser questionado sobre declarações de outros banqueiros sobre o reflexo da crise, Caffarelli disse que o BB tem uma atuação nacional, enquanto os demais estão mais concentrados nos grandes centros.

O presidente do Credit Suisse no Brasil, José Olympio Pereira, disse no evento que varejistas têm apontado forte queda nas vendas desde que vieram à tona notícias implicando o presidente Michel Temer na delação premiada dos controladores da JBS. Para o presidente do J.P. Morgan no país, José Berenguer, a incerteza política deve ter impacto no Produto Interno Bruto (PIB).

(Vinícius Pinheiro | Valor)

BB lança pulseira para compras nas funções débito e crédito

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A partir desta quinta-feira, 1º, os clientes do Banco do Brasil ganham mais uma opção como meio de pagamentos. A Pulseira Ourocard é o primeiro dispositivo vestível (wearable) da instituição e o único no país que permite compras nas funções débito ou crédito.

O acessório permite ao cliente fazer pagamentos por aproximação, utilizando a tecnologia Near Field Communication (NFC), algo como comunicação de campo livre, em tradução livre. As operações são realizadas por meio de um chip localizado na parte interna da pulseira e quem opera toda a transação é o lojista.

Sem depender de bateria e à prova d’água, a proposta do acessório é oferecer maior praticidade e conveniência aos clientes, especialmente, em situações de lazer e entretenimento, como assistir a um show, ir à praia, praticar esportes ou ir à academia.

Para Rogério Panca, diretor de meios de pagamento do BB, a pulseira é um novo passo na transformação digital que a instituição vem implementando nos últimos anos e que se intensificou com os recursos de aplicativos, como o app Banco do Brasil e o app Ourocard.

“A chegada da Pulseira Ourocard representa um avanço importante no mercado de cartões brasileiro e complementa a estratégia do BB para ampliar o uso de soluções digitais pelos nossos clientes, fortalecendo nosso posicionamento #MaisQueDigital. O objetivo é evoluir cada vez mais para entregar a melhor experiência possível aos nossos portadores, oferecendo alternativas sustentáveis em relação ao uso do dinheiro em espécie”, destaca Panca.

A pulseira funciona de forma similar ao pagamento por aproximação já lançado pelo banco, por meio do App Ourocard: em vez de inserir o cartão de plástico na máquina, o lojista informa a forma de pagamento escolhida pelo cliente – débito ou crédito -, digita o valor e solicita ao usuário que aproxime a sua pulseira da maquininha. O pagamento é concluído em poucos segundos.

O estoque de lançamento do produto é limitado e o banco estima liberar 10 mil pulseiras até agosto, ao custo de R$ 70,00. O equipamento funciona como um espelho do cartão principal e não há cobrança de anuidade.

Inicialmente, a solução estará disponível para os clientes com cartões Ourocard Platinum Visa, Ourocard Platinum Visa Estilo, Ourocard Infinite e Ourocard Infinite Estilo ativos A expectativa é expandir a novidade para as demais modalidades de cartões e bandeiras, em breve.

Com a Pulseira Ourocard, o BB pretende incentivar ainda mais o uso do cartão, desestimular o saque de valores em espécie e promover a cultura de uso de meios digitais para realização de transações pelos seus clientes.

Fonte: Assessoria

Nova ação coletiva da AGEBB para garantir o julgamento mais rápido sobre a proibição da redução salarial e da perda do VCP

Publicado em: 31/05/2017

Correndo contra o tempo

Como já comunicado anteriormente, a ação coletiva ajuizada pela AGEBB foi extinta sob o argumento de não cumprir as formalidades da convocação de assembleia de acordo com o estatuto da entidade. A decisão ainda não foi publicada e é passível de recurso.

Contudo, sabemos que a apreciação desse recurso pode vir a demorar além do esperado e nós não temos tempo a perder, já que os descomissionamentos continuam a ocorrer. Por esse motivo, não podemos ficar parados vendo o tempo passar. Precisamos agir rapidamente e o caminho mais eficaz é por meio do ingresso de uma nova ação, dada a urgência da situação atual. Assim, decidimos ajuizar uma nova ação coletiva sem que a representação ocorra em assembleia¬ e que contemple apenas os associados que autorizem expressamente a representação em seu nome, a fim de garantir que tenhamos o julgamento mais rápido a respeito da proibição da redução salarial e da perda do VCP.

Para os sócios interessados, tornamos disponível por meio do site da AGEBB a autorização para a nova ação coletiva (CLIQUE AQUI).

Os interessados devem enviar a autorização expressa assinada até o dia 5/6/2017, bem como, o SISBB em que conste as comissões recebidas nos últimos 10 anos.

Estamos numa corrida contra o tempo e juntos conquistaremos essa vitória!

Os associados que tiverem alguma dúvida ou desejarem mais alguma informação podem entrar em contato com a Secretaria da AGEBB pelo telefone (11) 3104-4441 ou pelo e-mail agebb@agebb.com.br.

Leia mais sobre a ação coletiva ajuizada pela AGEBB.

26/1 – DEZENAS DE GERENTES DO BB DEVEM SER DESCOMISSIONADOS

2/2 – PLENÁRIA PARA DISCUTIRÁ DESCOMISSIONAMENTO NO BB

8/2 – AGEBB DEBATE DESCOMISSIONAMENTOS E TRANSFERÊNCIAS ARBITRÁRIAS DE GERENTES

17/2 – GERENTES TIRAM DÚVIDAS SOBRE PEAI, TRANSFERÊNCIAS E DESCOMISSIONAMENTOS

30/3 – SUICÍDIO: DESFECHO TRÁGICO DE BANCÁRIOS QUE SUCUMBEM ÀS VIOLÊNCIAS DO TRABALHO

7/4 – LIMINAR OBRIGA BB A PAGAR SALÁRIOS PELA MÉDIA DOS ÚLTIMOS 10 ANOS

20/4 – AÇÃO COLETIVA DA AGEBB EXIGE A CONTINUIDADE DO PAGAMENTO DE COMISSÕES A GERENTES DO BB. PRAZO PRORROGADO ATÉ 5/5

27/4 – CONVOCAÇÃO DA ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA

19/5 – PRIMEIRA AUDIÊNCIA DA AÇÃO COLETIVA DA AGEBB ESTÁ AGENDADA PARA 6 DE JUNHO EM BRASÍLIA

19/5 – COMO A “REFORMA TRABALHISTA” PODERÁ AFETAR OS DIREITOS DOS BANCÁRIOS COM RELAÇÃO A SÚMULA 372 DO TST

24/5 – CONVOCAÇÃO DA ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA

BB libera R$ 1 bi para projeto de agroenergia

Publicado em: 26/05/2017

O Banco do Brasil deve investir nos próximos anos até R$ 1 bilhão na região do Oeste Paranaense, em linhas de financiamento voltadas à produção de energia a partir da biomassa. O Programa Agro Energia foi lançado nesta quinta-feira, 18 de maio, em uma solenidade no Espaço Milton Santos, no Parque Tecnológico Itaipu, em Foz do Iguaçu, PR. Voltado, na região, ao biogás, o programa conta com a parceria da Itaipu Binacional e do Centro Internacional de Energias Renováveis – Biogás (CIBiogás), entre outros.

“Já existe, aqui na região, um elo produtivo identificado e mapeado. O trabalho que a Itaipu e o CBIogás vêm fazendo facilita nosso acesso aos produtores de forma mais organizada”, resume o diretor de Agronegócios do Banco do Brasil, Marco Túlio Moraes da Costa. Em abril, o mesmo programa, mas voltado especificamente aos projetos fotovoltaicos, já havia sido lançado em Rio Verde, GO.

As linhas de crédito serão usadas para a instalação dos biodigestores, compra dos geradores e integração da propriedade agrícola à rede elétrica. Os juros subsidiados variam de 2,5% a 8,5% ao ano, dependendo do tamanho da propriedade. Estima-se que o retorno do investimento aconteça em no máximo cinco anos. O valor investido na região vai depender dos projetos que chegarem ao Banco do Brasil.

Geração de biomassa – De acordo com o diretor-presidente do CIBiogás, Rodrigo Régis, a região Oeste do Paraná tem um enorme potencial na área de agroenergia. Só na suinocultura, há mais de 2.000 produtores com potencial de criação de usinas geradoras de energia elétrica a partir da biomassa.

O retorno do produtor, caso ele faça uma unidade geradora com recursos próprios, é da ordem de 18%. Se a criação do empreendimento for subsidiada por financiamentos como o do Banco do Brasil, o retorno sobe para 24%. O tempo de recuperação do investimento cai de cinco para três anos.

Além disso, completa Régis, há uma perspectiva do aumento de produtividade na já pujante região Oeste do Paraná. “Um produtor que quer aumentar o número de cabeças de gado, por exemplo, precisa resolver a questão dos dejetos para conseguir as licenças ambientais. Hoje, vai ter produtor que subirá de 500 para 2.000 cabeças porque poderá dar fim aos dejetos, obedecer às leis ambientais e criar renda”, conta.

“Nós temos que aproveitar este momento, sermos assertivos e agirmos rápido. Já foi feito um mapeamento na região, agora precisamos mostrar aos produtores que este é um negócio viável”, afirma Régis. E completa: “Investir nesta tecnologia não é só produzir energia, mas fazer o saneamento ambiental. Livrar-se de um passivo e gerar outra fonte de renda.”

Fonte: Portal DBO

Otimismo no setor produtivo marca o Dia da Indústria

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Comemorado nesta quarta-feira (25), o Dia da Indústria chega com mais otimismo para o setor produtivo. A implementação de medidas do governo e as reformas para recuperar a economia brasileira são alguns dos fatores que fazem com que a data seja celebrada de maneira mais positiva.

Com maior incentivo e em meio a um cenário de queda da inflação e da taxa básica de juros, as expectativas para o futuro são promissoras e o ambiente de negócios se renova a cada dia. Análises do mercado financeiro indicam que a recessão deve acabar ainda neste ano, com um avanço de 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB).

No entanto, não foi possível impulsionar a indústria nacional apenas com medidas macroeconômicas. Por esse motivo, o governo federal anunciou, ao longo deste último ano, uma série de ações para aumentar a produtividade e dar maior eficiência aos negócios.

Nesse contexto, surgiu o programa Brasil Mais Produtivo, que disponibilizou recursos na ordem de R$ 53,6 milhões para o desenvolvimento de projetos inovadores em empresas industriais e startups de tecnologia.

Por meio do novo Edital de Inovação para a indústria, 1.782 empresas foram atendidas pelo programa, sendo que foi identificado um aumento de 52,4% na produtividade delas, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e do Senai.

Fonte: Gov Brasil

Em dois anos, dobra número de usuários do aplicativo do Banco do Brasil

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O Banco do Brasil (BB) divulgou no resultado de 1º trimestre de 2017 que 70% das transações bancárias realizadas pelos clientes foram em canais digitais, 48% via mobile e 22% pela internet. Hoje, 11,1 milhões de clientes do BB são usuários do aplicativo do Banco do Brasil para tablets ou celulares.

No primeiro trimestre de 2016, eram 7,6 milhões. E no mesmo período de 2015, eram 5,1 milhões. Ou seja, em dois anos, o número de clientes do BB que utilizam o aplicativo do Banco em dispositivos móveis mais que dobrou, num crescimento de 117%.

O BB informa que promove constantes atualizações em seu aplicativo. Na próxima semana, os clientes do Banco já poderão contratar consórcios por mobile, adianta o banco. Com os produtos de consórcio em alta no BB, já foram comercializados mais de R$ 2,1 bilhões em cotas no primeiro trimestre deste ano.

O crescimento é justamente apoiado por canais alternativos, como correspondentes bancários, internet e a atuação junto a clientes Atacado e Private. A opção no app do BB deve apoiar ainda mais as vendas pela frente digital.

Fonte: ItForum

Ministro do STF manda Banco do Brasil pagar depósitos judiciais em MG

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, determinou nesta segunda-feira (22) que o Banco do Brasil S.A. reverta imediatamente a operação que causou indisponibilidade de recursos para o pagamento dos alvarás de depósitos judiciais em Minas Gerais. A decisão tem caráter liminar.

Para Moraes, mesmo com a lei dos depósitos aprovada na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, o banco e o executivo estadual têm de cumprir suas obrigações em relação aos jurisdicionados e serão fiscalizados pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) até o julgamento final da ação judicial em torno da questão.

O problema do não pagamento e do não cumprimento às decisões judiciais começou em dezembro de 2016, quando o BB informou ao Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) e ao governo de Minas que não havia recursos disponíveis para os pagamentos de valores depositados em contas judiciais até o ano de 2015.

A decisão do ministro é referente a ação direta de inconstitucionalidade proposta pela Procuradoria-Geral da República que determina que o banco reverta a “readequação escritural” que provocou a situação de iliquidez no fundo de reserva.

O governo de Minas informou que a decisão “recoloca a discussão sobre os depósitos judiciais no eixo correto e reforça as posições das partes de continuarem o diálogo, nunca interrompido”.

Disse ainda que o “acordo patrocinado pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais mostrou a disposição do Governo de Minas e do Banco do Brasil de promoverem a reconstituição do fundo de reserva”.

O Banco do Brasil afirmou que ainda não foi notificado da decisão e reiterou “que cumpre integralmente as decisões da Justiça e, tão logo tenha conhecimento de seu inteiro teor, fará os ajustes necessários nos sistemas”.

Fonte: G1

Maioria dos ministros vota contra bancos em disputas tributárias

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Instituições financeiras estão perdendo três disputas tributárias levadas ao Supremo Tribunal Federal (STF). Os julgamentos foram iniciados ontem e já há maioria de votos contra os contribuintes. Dois processos foram analisados em conjunto. Tratam da validade do aumento de 3% para 4% da alíquota da Cofins a partir de 2003 e da exigência do adicional de 2,5% à contribuição previdenciária de 20% incidente sobre a folha de salários, prevista na Lei nº 7.787, de 1989.

Dos onze ministros, nove votaram pela manutenção da elevação da Cofins e do adicional. O julgamento em conjunto foi suspenso por um pedido de vista do ministro Marco Aurélio. Somente ele e a ministra Cármen Lúcia não votaram, já que o decano Celso de Mello decidiu adiantar seu voto. No terceiro tema, também suspenso por pedido de vista de Marco Aurélio, o decano preferiu não votar ontem. O julgamento é sobre a validade de modificações efetuadas na base de cálculo e na alíquota do PIS cobrado de instituições financeiras entre os anos de 1994 e 1999, previstas na Lei nº 8.212, de 1991.

Neste caso, que envolve a Santos Corretora de Câmbio e Valores, faltam três votos. Todos os três temas estão com repercussão geral. Portanto, as decisões deverão ser seguidas pelas instâncias inferiores. A Procuradoria­Geral da Fazenda Nacional (PGFN), que defende a União em causas tributárias, não apresentou o impacto econômico das discussões. A elevação da Cofins é julgada em recurso do Mercantil do Brasil Financeira Crédito, Financiamento e Investimentos.

Na ação, questiona a constitucionalidade do artigo 18 da Lei nº 10.684, de 2003, que passou de 3% para 4% a alíquota da Cofins a ser paga pelas instituições financeiras. A discussão sobre o adicional de 2,5% é mais antiga e, inclusive, trata de dispositivo superado há quase 20 anos, com a edição da Emenda Constitucional nº 20, de 1998.

O recurso, que discute o passado, é do Lloyds Bank. A alíquota foi estabelecida para a folha de instituições financeiras e entidades equiparáveis ­ bancos comerciais, de investimento, de desenvolvimento, caixas econômicas, sociedades de crédito e de financiamento. Com a Emenda Constitucional nº 20 permitiu­se expressamente a diferenciação de alíquota, a depender da atividade econômica. O Supremo já reconheceu a validade da cobrança após a edição da norma de 1998.

A decisão, de março de 2016, evitou uma perda de R$ 2 bilhões por ano para a União. Na sessão de ontem, nove ministros votaram pela validade da cobrança a partir da Lei nº 7.787, de 1989. Eles também consideraram constitucional a majoração da Cofins das instituições financeiras de 3% para 4%. Em ambos os casos, os magistrados seguiram votos dos relatores. No caso da Cofins, o relator, ministro Dias Toffoli entendeu que não há violação aos princípios da isonomia ou da capacidade contributiva. “O dispositivo legal em questão é condizente com a justiça tributária”, afirmou.

Para ele, com base na função fiscal da contribuição, é razoável que o contribuinte que desenvolve atividade econômica de grande capacidade contributiva contribua mais. Em seu voto sobre o adicional, o relator, ministro Ricardo Lewandowski, fez um histórico sobre as contribuições no Brasil e afirmou que, desde a Constituição Federal de 1988, estão fundamentadas no princípio da solidariedade. Antes mesmo da Emenda Constitucional nº 20, acrescentou, já existia a possibilidade de o Estado exigir aportes diferenciados para a seguridade social.

Fonte: Valor

Saldo de dívidas garantidas pela União totaliza R$ 299 bi até abril

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O Tesouro Nacional informou que, no fechamento de abril de 2017, o saldo devedor das garantias concedidas pela União totaliza R$ 299,3 bilhões, sendo R$ 222,7 bilhões em operações de crédito (R$ 108,6 bilhões em operações internas e R$ 114,1 bilhões em operações externas) e R$ 76,6 bilhões em fundos.

Os dados constam do Relatório Quadrimestral de Garantias da União referente ao 1º quadrimestre de 2017. O documento traz as principais informações e o histórico de garantias a operações de crédito e fundos dos últimos anos. De acordo com o documento, no primeiro quadrimestre de 2017, o saldo da dívida garantida alcançou 41,7% da Receita Corrente Líquida, com pouca variação em relação ao quadrimestre anterior.

Entre os credores, destacam­se os bancos federais (BNDES, BB e Caixa), concentrando 98,9% (R$ 107,4 bilhões) das garantias internas, e os organismos multilaterais (BIRD e BID), respondendo por 84,8% (R$ 96,7 bilhões) das garantias externas. Entre os mutuários, os Estados do Rio de Janeiro e de São Paulo são os que apresentam o maior saldo em operações de crédito garantidas, com 14,5% (R$ 32,2 bilhões) e 10,6% (23,7 bilhões) do total garantido, respectivamente.

O Tesouro destacou que, no ano, honrou, até o fechamento de abril, R$ 826,5 milhões em obrigações inadimplidas por entes federados, recuperando, por meio das contragarantias previstas em lei, o valor total de R$ 716,4 milhões. “Devido à Ação Cível Originária nº 2.972, ajuizada pelo Estado do Rio de Janeiro, a União encontra­se impedida de executar as contragarantias de cinco contratos do referido ente, restando ainda a recuperar R$ 370,11 milhões relativos a parcelas honradas em 2016 e R$ 111,8 milhões referentes a valores honrados em 2017.

Fonte: Valor

BNDES e Caixa perdem R$ 3,4 bi com queda nas ações da JBS

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O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Caixa Econômica Federal perderam R$ 3,4 bilhões com a queda das ações da JBS neste ano até terça-feira. Segundo levantamento da empresa de informação financeira Economática, as duas instituições detêm, juntas, 26,24% de participação na companhia, que tem como sócio Joesley Batista – delator de denúncias contra o presidente Michel Temer.

No período, a JBS perdeu 42% de seu valor de mercado – ou R$ 13 bilhões, passando de R$ 31 bilhões para R$ 17,8 bilhões, segundo a Economática. Só na segunda-feira, as ações ordinárias da companhia despencaram 31%. Nos últimos dois dias, porém, a empresa conseguiu recuperar pequena parte dos prejuízos. Apesar disso, os papéis estão sob forte volatilidade por causa do conteúdo das delações.

A JBS fazia parte das empresas escolhidas pelos governos Lula e Dilma Rousseff para participar da política das “campeãs nacionais” em alguns setores da economia. Isso significava ter acesso a empréstimos e financiamentos de bancos públicos a taxas menores, o que ajudou o grupo a ocupar a posição de maior processadora de proteína animal do mundo.

Para se ter ideia, segundo informações constantes na delação de Joesley, o grupo conseguiu nos últimos anos R$ 15 bilhões de empréstimos e aportes de capital do BNDES e da Caixa. O levantamento da Economática corrobora a informação. De acordo com o trabalho feito com base nos formulários de referência encaminhado pela empresa à Comissão de Valores Mobiliários, de 2007 até 2014, a participação das duas instituições públicas mais que dobrou, de 12,95% para 34,66%.

A Caixa só passou a ser acionista da companhia em janeiro de 2013, quando adquiriu 10,07% de participação na JBS. Nesse mesmo período, o BNDES reduziu sua fatia na empresa na mesma proporção, de 29,92% para 19,85%. De 2014 para cá, os dois bancos públicos reduziram suas posições no grupo, mas continuam sendo grandes acionistas na empresa. Hoje a Caixa detém 4,92% de participação e o BNDES, 21,32%.

Fonte: Estadão

BB oferece descontos a produtores rurais para a liquidação de saldos devedores de operações de crédito

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Os produtores que têm operações rurais contratadas até 31 de dezembro de 2011 na área de atuação da Sudene já podem procurar as agências do Banco do Brasil para liquidar suas dívidas com descontos que variam entre 20% e 95%.

A iniciativa atende a Lei 13.340, que autoriza o recálculo dessas dívidas por encargos de normalidade e a concessão de desconto para liquidação nos estados do Nordeste e das regiões norte do Espírito Santo e de Minas Gerais, além dos Vales do Mucuri e Jequitinhonha.

A medida beneficia mais de 240 mil produtores que possuem operações que somavam até R$ 200 mil à época e atende operações adimplentes ou não. Os valores de todas as operações favorecidas somam R$ 2,6 bilhões e os descontos nestas operações ficam disponíveis até 29 de dezembro de 2017.

Nas agências do banco, os produtores podem consultar as operações e o percentual de desconto que têm direito, além de simular o valor para liquidação da dívida.

Até 29 de dezembro, prazo definido na Lei para liquidação das dívidas, o BB inibiu o registro de anotações restritivas, suspendeu a condição de inadimplência das operações e cancelou as ações de cobrança, exceto débito automático.

Banco do Brasil oferece desconto de 20% a 95% para liquidação de dívidas de produtores rurais na Bahia

Micro, pequenos e médios produtores de todo o estado podem ser beneficiados pelos descontos de 20% a 95% que o Banco do Brasil está oferecendo para a liquidação de saldos devedores de operações de crédito rural. O benefício tem base na Lei Federal nº 13.340 e varia conforme 3 fatores: data de contratação, valor originalmente contratado e região.

Em todo o país, cerca de 241 mil produtores poderão ser beneficiados pela medida. A Bahia tem o maior número de produtores com possibilidade de ter acesso aos descontos: mais de 61 mil clientes do BB, com financiamentos a empreendimentos localizados na área de abrangência da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene).  O  valor total contratado no Estado é superior a R$ 693 milhões (o maior volume do país – cerca de 26% do total nacional).

Podem ser contempladas operações adimplentes ou não, contratadas até 31/12/2011, sendo que um mesmo mutuário poderá obter o desconto em mais de um financiamento, obedecido o teto de R$ 200 mil em valores contratados.

O secretário estadual de Agricultura, Vitor Bonfim, destacou a importância da lei que oferece descontos tão significativos para produtores. “Os baianos precisam aproveitar essa oportunidade e se dirigir às agências do BB localizadas em todo o estado para fazer essa negociação e quitar seus débitos com o banco, podendo, a partir daí, fazer novas operações de crédito”, disse o secretário.

Para o superintendente Estadual do BB na Bahia, Carlos Motta, “esta é uma oportunidade ímpar para os produtores rurais, principalmente no nosso estado. Com essa medida, buscamos dar novo fôlego ao produtor, fortalecendo uma das principais vocações do nosso país”.

Segundo a Lei, a concessão do rebate para liquidação dos financiamentos tem vigência até 29/12/2017.  “Apesar de haver prazo até o final deste ano, é muito mais vantajoso que o produtor procure o BB o quanto antes, uma vez que os juros continuam incidindo sobre os saldos até a liquidação.”, complementa Motta.

Os mutuários que possuem operações de crédito abrangidas pela lei podem procurar qualquer agência do Banco do Brasil para consultar as operações e o percentual de desconto a que têm direito, além de simular o valor a ser pago para quitação da dívida.

Fonte: Notícias Agrícolas

BB e Caixa fazem varredura em empréstimos concedidos à JBS após delação de Joesley Batista

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Os bancos oficiais estão fazendo uma varredura interna sobre as operações com o grupo J&F (dono da JBS) e já avaliam que será preciso elevar o valor de suas provisões para créditos duvidosos (espécie de reserva para se proteger do risco de calote), diante das incertezas sobre o futuro da companhia. Ao mesmo tempo, o presidente Michel Temer vem sendo aconselhado por auxiliares diretos e líderes dos partidos da base aliada a fazer um pente-fino nas instituições federais. O objetivo é trazer a público as condições dos empréstimos concedidos à JBS, numa espécie de retaliação aos donos da empresa, que delataram esquema de corrupção envolvendo a classe política.

A ideia é envolver também a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), exigindo rapidez nos processos de investigação de eventuais irregularidades cometidas pela empresa no mercado. Os defensores da operação alegam que a sociedade deve tomar conhecimento dos benefícios concedidos ao grupo pelos bancos oficiais. Numa postura mais radical, há quem proponha, inclusive, a suspensão de operações já engatilhadas.

“Há uma percepção por parte dos empresários de falta de isonomia”, disse um auxiliar do presidente, acrescentando que a JBS teve tratamento privilegiado.

Empréstimo de R$ 2,7 bilhões

Fontes ligadas ao Banco do Brasil informaram que a instituição fez várias transações com o grupo, bem como com seus fornecedores, mas que elas são “defensáveis”, pois foram realizadas dentro dos padrões de mercado. O mesmo acontece com a Caixa Econômica Federal. Mas há receio de prejuízo, devido ao grau elevado de exposição dos bancos públicos ao grupo J&F. A situação do BNDES também é complicada, porque o banco tem participação na empresa.

A Caixa criou um grupo de trabalho para levantar todas as operações de crédito concedidas à holding J&F, inclusive por intermédio do fundo de infraestrutura do FGTS (FI-FGTS). Uma das orientações é conversar também com outros bancos, inclusive privados, para traçar uma ação conjunta.

Os parlamentares estão trazendo à tona, por exemplo, um empréstimo concedido pela Caixa à J&F entre 2015 e 2016 no valor de R$ 2,7 bilhões para aquisição da empresa Alpargatas S.A. O banco público financiou 100% da operação e ainda deu prazo de carência de dois anos. A transação está sendo investigada pelo Tribunal de Contas da União (TCU).

Oficialmente, os bancos não comentam o assunto sob alegação de que os dados dos seus clientes são sigilosos. “A Caixa informa que já instaurou procedimento de apuração interna e está em contato permanente com as autoridades, prestando irrestrita colaboração com os trabalhos, atuação que continuará sendo adotada pela empresa”, disse o banco em nota.

Segundo uma fonte da equipe econômica, o governo não pode interferir diretamente nos bancos federais, seja para liberar ou segurar empréstimos. Sobre as operações já realizadas, os bancos federais estão cumprindo determinação do BC, que é reexaminar a classificação de risco de toda empresa que entra em situação de dificuldades financeira, como está acontecendo com a J&F. Com isso, o crédito ficará mais restrito, e o aumento da provisão para créditos duvidosos é uma consequência, disse a fonte, lembrando que as ações da JBS caíram mais de 30% na segunda-feira.

Em março de 2017, a JBS era a segunda maior devedora da Dívida Ativa da União, com débito de R$ 2,34 bilhões, segundo lista divulgada pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN). Atualmente, conforme o site da PGFN, a empresa tem R$ 121,9 milhões em dívidas previdenciárias inscritas e R$ 2,8 milhões em dívidas tributárias não previdenciárias, totalizando R$ 124,8 milhões. A Receita Federal informou que os dados de débitos tributários que ainda estão sendo questionados são sigilosos.

A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara deve aprovar hoje um requerimento para que os presidentes do Banco Central, Ilan Goldfajn, e da CVM, Leonardo Pereira, além do diretor-presidente da BM&F, Celso Finkelstain, prestem esclarecimentos sobre a JBS. No Senado, Ataídes Oliveira (PSDB/TO) começou ontem a recolher assinaturas para a criação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar, no prazo de 180 dias, os danos causados pelo grupo JBS ao mercado financeiro. A empresa teria se aproveitado de informações privilegiadas para lucrar com a compra de dólares, beneficiando-se das operações cambiais feitas às vésperas de o escândalo estourar.

Fonte: Época Negócios

Banco do Brasil faz acordo com TST e passa a integrar processo judicial eletrônico

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O acordo de cooperação técnica entre o Banco do Brasil e o Conselho Superior da Justiça do Trabalho, para oficializar a solução  de integração do sistema do banco com o sistema PJe-Processo Judicial Eletrônico.

O Ministro Ives Gandra, presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e do Conselho Superior da Justiça do Trabalho, assinou o acordo.

O fato torna o processo trabalhista em 100% eletrônico, fazendo o levantamento de alvarás judiciais, com a segurança do certificado digital. Agiliza o crédito e o recebimento dos alvarás, consultas a saldos e extratos on-line, reduzindo a emissão de ofícios dirigidos ao Banco pelas Varas do Trabalho.

Com a assinatura do Acordo, os TRT poderão  aderir ao sistema.

Fonte: Portal AZ

Convocação da Assembleia Geral Ordinária

Publicado em: 24/05/2017

EDITAL DE CONVOCAÇÃO PARA ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA DA AGEBB-ASSOCIAÇÃO DOS GERENTES DO BANCO DO BRASIL.

Prezado(a)  Associado(a):

O presidente da AGEBB – Associação dos Gerentes do Banco do Brasil, senhor Francisco Vianna de Oliveira Junior, no uso de suas atribuições legais e estatutárias e atendendo ao que determina o artigo 14 e seus parágrafos, 15 e 17 do Estatuto Social, convoca a todos(as) os(as) associados(as) regulares com suas obrigações na associação, para a Assembléia Geral Ordinária, que se realizará no dia 24 (vinte e quatro) de junho de 2017 (sábado) nas dependências da AGEBB, sita Praça Dr. João Mendes Júnior, 52, 11andar, conjunto 1101, na cidade de São Paulo/SP, próximo à estação Sé do Metrô, Centro de São Paulo, às 9:00 horas em primeira convocação, com quorum estatutário ou às 10:00 horas em segunda convocação com o número de associados presentes.

Pauta:

I – Prestação e aprovação das contas do ano 2016.

II – Alteração estatutária

 

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Presidente Francisco Vianna de Oliveira Júnior

São Paulo, 24 de maio de 2017.

 

 

 

 

 

BB vê sinais de melhora em carteira de pessoa física

Publicado em: 19/05/2017

O Banco do Brasil está registrando sinais de melhoria em sua carteira de pessoa física e em micro e pequenas empresas e espera que o volume de provisões recue no decorrer deste ano, afirmaram executivos da instituição nesta sexta-feira.

“Em pessoa física, estamos dentro das estimativas, sem dúvida… A demanda tende a aumentar para a pessoa física, os desembolsos estão crescendo no consignado também. As perspectivas são positivas neste segmento”, disse Bernardo Rothe, gerente geral de relações com investidores durante teleconferência com analistas.

Porém, em pessoa jurídica, o desempenho do primeiro trimestre ficou abaixo do esperado, afirmou o executivo.

“Mas em originação estamos vendo estabilidade em micro e pequena empresa, que é onde queremos crescer e estamos vendo sinais positivos já neste segundo trimestre. A expectativa é de crescimento no segundo semestre”, disse Rothe.

Fonte: Exame

Justiça limita descontos automáticos feitos pelo BB em contas correntes

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O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) definiu ontem limite para descontos automáticos de contas correntes realizados pelo Banco do Brasil. Agora, a empresa deverá retirar no máximo 30% de valores referentes a salário e pensão alimentícia de correntistas.

A Ação Civil Pública foi ajuizada pelo MPMG, por meio da Promotoria de Defesa do Consumidor de Uberlândia, depois que consumidores relataram que todo o salário foi retido pelo banco para quitar parcelas de empréstimos.

De acordo com o promotor de Justiça de Defesa do Consumidor de Uberlândia, Fernando Rodrigues Martins, o desconto ilimitado dos salários dos correntistas é uma prática abusiva, que leva os consumidores ao superendividamento e compromete o mínimo existencial.

– A medida da Justiça é importante, pois veda o excesso de garantia e o exercício arbitrário pelo banco credor. Ainda preserva o patrimônio mínimo do consumidor, inibindo futuros créditos e prevenindo o superendividamento – afirmou o promotor.

Em nota, o Banco do Brasil afirmou que “apresentou recurso à decisão proferida em primeira instância e aguarda julgamento do mérito.”

Fonte: O Globo

FORMAS DE MOVIMENTAR O CORPO TRAZEM INEGÁVEIS BENEFÍCIOS PARA O ESTADO EMOCIONAL

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Da próxima vez que estiver diante de um cliente que tenha necessidades específicas, experimente endireitar a coluna, apoiar a planta dos pés no chão (não é necessário estar descalço) e tomar uma respiração profunda. Ao mesmo tempo, imagine toda e qualquer pressão sobre você sendo direcionada para o chão, mantendo a coluna ereta e a cabeça alinhada para frente. Experimente e perceba os resultados.

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Imagine uma sala com duas portas. Atrás da porta número um há uma pessoa deprimida. Qual seria a postura corporal dela? Pense por um instante. A cabeça estaria alinhada com o corpo ou curvada para baixo? Os ombros, eretos ou caídos? A respiração, vigorosa ou curta?

Agora imagine que atrás da porta número dois há outra pessoa que acabou de vencer um grande desafio. Qual seria a postura corporal dela? Igual à da anterior ou sensivelmente diferente, com a cabeça erguida, movimentos ativos e respiração ampla e relaxada?

Em estados emocionais mais positivos, naturalmente, a nossa postura se alinha, em sintonia com esse estado emocional. Mas será que o inverso é verdadeiro? Será que mudar a postura pode alterar o meu estado emocional, e consequentemente me tornar mais forte para enfrentar os desafios da vida?

Existem vários trabalhos científicos mostrando que a mudança na forma de usarmos o nosso corpo altera os níveis de hormônios e neurotransmissores que nos trazem uma sensação maior de prazer e bem-estar. Exercícios físicos, ioga, pilates, enfim, formas de movimentar o corpo trazem inegáveis benefícios para o nosso estado emocional.

Recentemente li um artigo de uma psicóloga de Harvard (Amy Cuddy) que demonstrou que posturas de empoderamento alteram significativamente níveis de testosterona para cima e cortisol para baixo. Níveis altos de testosterona estão associados à postura de liderança. O cortisol é o hormônio liberado em situações de estresse. Se o nível estiver baixo, significa que o ambiente não está sendo percebido como algo ameaçador.

O que esses artigos estão nos mostrando é que podemos mudar todo o funcionamento hormonal do nosso corpo, de uma forma positiva, ao mudarmos a nossa postura.

E o que isso tem a ver com um gerente assertivo?

Da próxima vez que estiver diante de um cliente que tenha necessidades muito específicas (forma positiva de ver o cliente, em vez de considerá-lo um ´chato´), experimente endireitar a coluna, apoiar a planta dos pés no chão (fique tranquilo, não é necessário tirar os sapatos para isso) e tomar uma respiração profunda. Ao mesmo tempo, imagine que toda e qualquer pressão exercida sobre você está sendo direcionada para o chão. Mantenha a coluna ereta e a cabeça alinhada para frente. Experimente e perceba os resultados.

Pequenas mudanças geram grandes resultados.

Se quiser dar um passo além, combine com a mudança de foco, olhando para soluções e uma linguagem mais positiva e você terá uma receita fácil e rápida para enfrentar os desafios do dia a dia com mais disposição e equilíbrio.

Experimente. Faça já. E desfrute dessas mudanças positivas que você pode gerar na sua vida!

Marcelo Katayama é médico e terapeuta do Núcleo Ser Treinamento e Consultoria.

Justiça condena Banco do Brasil por abusos contra clientes de Guajará

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O Ministério Público de Rondônia obteve no Judiciário a condenação do Banco do Brasil em Guajará-Mirim, por dano moral coletivo, em razão de ter sido confirmada a reiteração de conduta lesiva aos direitos dos consumidores, nos autos 0000184-97.2015.8.22.0015.

A condenação é resultado de ação civil pública proposta pela Promotoria de Justiça de Guajará-Mirim, julgada em primeiro grau pela 1ª Vara Cível da Comarca de Guajará-Mirim.

Segundo alegado pelo MP, a agência bancária permitiu por várias vezes o completo esgotamento de dinheiro em todos terminais de autoatendimento à disposição da coletividade, especialmente aos finais de semana e feriados, prejudicando sobremaneira os interesses dos clientes e consumidores que ficavam impossibilitados de efetuar saques em tais períodos.

A situação se mostrou agravada em razão de Guajará-Mirim atrair um grande número de turistas por ser considerada um polo de compras e berço de belezas naturais no Estado. Além disso, o número considerável de correntistas/servidores públicos igualmente foi prejudicado pela falta de disponibilização de numerário suficiente para saques, especialmente nos períodos de maior concentração.

Segundo constou da sentença, “a prova dos autos demonstra que a conduta da requerida atentou contra os interesses dos consumidores, sendo de razoável significância os desdobramentos ocorridos, que ultrapassaram os limites da tolerabilidade (a instituição financeira que mais atende aos correntistas da cidade ficar sem numerário em todos seus terminais[…] em finais de semana e feriados prolongados), produzindo efetiva intranquilidade social e alterações relevantes na ordem extrapatrimonial coletiva”.

Foi fixado o valor de R$ 500 mil, a ser destinado a fundo específico de defesa dos interesses difusos e coletivos, bem como reconhecido o chamado efeito do transporte in utilibus da coisa julgada a todos os usuários individualmente considerados, os quais poderão se valer da condenação coletiva para o ressarcimento de seus prejuízos individuais, desde que demonstrada a existência de dano e do nexo de causalidade entre a conduta do réu e seu dissabor sofrido.

Fonte: Rondônia Agora

Batalha financeira: como bancos e fintechs se relacionam?

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As fintechs são startups focadas em inovação de serviços financeiros. Atualmente existem fintechs que oferecem os mesmos serviços que os bancos tradicionais, como empréstimos, transações e investimentos. O grande diferencial é que elas se baseiam em alta tecnologia e baixo custo – itens que têm conquistado milhares de adeptos por todo o mundo.

Para Cantarino Brasileiro, organizador do prêmio Fintech Awards Latam, as fintechs são importantes porque despertam a educação e inclusão financeira no país, especialmente de uma parcela significativa de pessoas que não possuem contas em bancos. Mas elas jamais substituem os instituições tradicionais. “Elas são complementares aos serviços dos bancos e cobrem um espaço que eles não ocupam.”

Gustavo Fosse, Diretor Setorial de Tecnologia e Automação Bancária da FEBRABAN, explica que não há “roubo” de mercado, já que muitas fintechs precisam, legalmente, vincular-se a uma instituição financeira para prestarem seus serviços. Os bancos desenvolveram estratégias próprias para lidar com as startups e hoje já podem apresentar exemplos bem-sucedidos de parcerias.

Apesar das colaborações entre bancos e fintechs, as startups ainda enfrentam problemas na adequação à legislação e normas brasileiras. Segundo Marcelo Ciampolini, CEO da Lendico Brasil, plataforma de empréstimo de dinheiro, existe uma vontade dos reguladores de criar legislações específicas para as fintechs, mas as mudanças ainda devem demorar a acontecer.

Ele conta que, no ínicio, o Banco Central ficou bastante surpreso com o modelo de negócio das fintech de crédito, mas após uma série de conversaspassaram a ver as startups com bons olhos. “Afinal de contas, o que estamos trazendo para o consumidor final são mais ofertas de crédito e melhores taxas. Isso gira a economia”, comenta em entrevista ao Canaltech.

Fosse reforça a ideia de Marcelo ao declarar que “a federação acompanha com interesse o desenvolvimento das startups do setor financeiro, pois inovações tecnológicas podem trazer benefícios ao consumidor e contribuem para a expansão e aumento da qualidade do setor.”

Contas digitais: ideia de fintech, legado para os bancos

Cerca de 940 mil clientes já fazem transações bancárias no Brasil por meio de contas 100% digitais e a estimativa é que o total de contas correntes digitais chegue a 3,3 milhões até o final deste ano, segundo informações do Banco do Brasil, Itaú Unibanco, Banco Original e Intermedium.

O serviço de abertura de contas totalmente digital, sem a necessidade de ir a uma agência física, é diferente das primeiras versões de serviços digitais oferecidos pelos bancos. A viabilização desta nova modalidade só foi possível a partir das regras estabelecidas na resolução 4.480 do Banco Central, em abril de 2016, regulamentada pelo CMN (Conselho Monetário Nacional).

Banco do Brasil e Itaú Unibanco foram os dois primeiros grandes bancos a possibilitar a criação de um conta corrente 100% digital. No BB já são 610 mil clientes fazendo transações nessa modalidade e no Itaú foram 100 mil contas abertas de forma digital até fevereiro deste ano. No Original, lançado há um ano com a proposta de ser 100% digital, são 100 mil correntistas digitais e no Intermedium, 130 mil.

O Santander, por sua vez, concluiu a compra da fintech ContaSuper no ano passado, hoje chamada de SuperDigital, e hoje oferece meios de pagamentos e recebimentos 100% digitais, além de transferências, saques, compras e acesso a cartão pré-pago. A previsão era que até o final de 2016 o banco atingiria 1 milhão de contas digitais.

Já a Caixa está em fase final de teste e deve permitir até o final de junho a abertura de contas digitais para pessoas físicas. O banco espera que nos primeiros meses do serviço, 10% das novas contas sejam digitais. Por fim, o Bradesco informou que a Digiconta não é mais oferecida em função da criação de novos produtos em desenvolvimento.

Fonte: Canaltech

Transações móveis já são o dobro das na Internet no BB

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De acordo com o balanço do Banco do Brasil do 1º trimestre, 70% das transações bancárias realizadas pelos clientes foram em canais digitais. 48% via mobile e 22% pela internet. Hoje, 11,1 milhões de clientes do BB são usuários do aplicativo do Banco do Brasil para tablets ou celulares. No primeiro trimestre de 2016, eram 7,6 milhões. E no mesmo período de 2015, eram 5,1 milhões. Ou seja, em dois anos, o número de clientes do BB que utilizam o aplicativo do Banco em dispositivos móveis mais que dobrou, num crescimento de 117%.

Na próxima semana, os clientes do Banco já poderão contratar consórcios por mobile. Com os produtos de consórcio em alta no BB, já foram comercializados mais de R$ 2,1 bilhões em cotas no primeiro trimestre deste ano. O crescimento é justamente apoiado por canais alternativos, como correspondentes bancários, internet e a atuação junto a clientes Atacado e Private. A opção no app do BB deve apoiar ainda mais as vendas pela frente digital.

Fonte: Convergência Digital

Caixa ‘arranca’ contrato de megaprojeto imobiliário do BB

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A Caixa Econômica Federal se saiu melhor na disputa contra Banco do Brasil e Bradesco no contrato de financiamento de um projeto imobiliário em Guarulhos, informou o jornal Estado de São Paulo.

O acordo estava com o BB, porém, a Eztec, responsável pelo empreendimento Cidade Maia, pediu em dezembro a portabilidade de empréstimo concedido à construção.

Com o pedido, o Bradesco e Caixa Econômica Federal disputaram o contrato. Por oferecer juros menores, inferior a 10%, a Caixa levou a preferência na captação de clientes. A taxa do BB para compra de imóveis está em 11,5% ao ano.

A Caixa, BB e a Eztec não quiseram comentar sobre o assunto.

Fonte: Giro Business