Prefeito pede ampliação do atendimento pelo BB em Presidente Castello Branco

Publicado em: 13/04/2018

O prefeito de Presidente Castello Branco (SC), Ademir Miotto e o deputado Moacir Sopelsa, estiveram na Superintendência do Banco do Brasil em Florianópolis. Em audiência com o superintendente estadual do Banco do Brasil em Santa Catarina, Ulisses Silva Assis e o gerente administrativo, Gilson Walter da Silva encaminharam reivindicação para que a agência do Banco do Brasil amplie o atendimento no município.

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Depois da explosão da agência em dezembro de 2016, o Banco do Brasil deixou de realizar o atendimento no caixa eletrônico. Por questões de segurança, a superintendência chegou a cogitar o fechamento da agência. Quando o assunto veio à tona a administração do município iniciou um trabalho para convencer a direção do banco a permanecer com a agência no município.

O prefeito Miotto, destaca que logo que assumiu a administração, trabalhou para reverter o quadro. Ações foram realizadas, na Câmara de Vereadores, através dos deputados e, em reuniões na Superintendência do Banco do Brasil em Florianópolis. “Com o apoio de todos, conseguimos que a agência permanecesse atendendo no município”, explica Miotto.

Na audiência desta quarta-feira, dia 11 de abril, o prefeito Miotto, que esteve acompanhado pelo deputado Moacir Sopelsa e o secretário executivo da ADR Concórdia, Wagner Bee, solicitou à superintendência que amplie o atendimento ao público na agência, através dos caixas eletrônicos e de forma presencial. Segundo Miotto, o superintendente estadual do Banco do Brasil em Santa Catarina, Ulisses Silva Assis se comprometeu a avaliar a situação para encontrar uma alternativa, inclusive através de uma ação articulada com o atendimento realizado pela agência dos Correios que possui convênio com o Banco do Brasil.

Fonte: Michel Teixeira Notícias

Associação de Criadores de Suínos reforça pedido de prorrogação de custeio ao BB

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A Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) reuniu-se mais uma vez com o gerente executivo da Diretoria de Agronegócio do Banco do Brasil, Álvaro Tosetto, na quarta-feira (11), para solicitar a prorrogação do vencimento das parcelas dos créditos de custeio e investimento adquiridos nos últimos anos. O pleito já havia sido solicitado à instituição no mês de março, mas, como não houve um posicionamento oficial do Banco do Brasil, a ABCS reforçou o pedido e ponderou que o objetivo da prorrogação é garantir a permanência de grande parte dos suinocultores na atividade.

Tosetto explicou que a Diretoria de Agronegócio analisou a situação encaminhada pela ABCS e já solicitou o pedido de prorrogação para a presidência do Banco do Brasil. O gerente afirmou que está otimista e acredita que a resposta sairá nos próximos dias.

Além da gerente de relações institucionais da ABCS, Ana Paula Cenci, também estiveram presentes na reunião o presidente da Comissão de Aves e Suínos da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Iuri Machado, e o assessor técnico da CNA, Victor Ayres.

Fonte: Notícias Agrícolas

Grupo Segurador BB e Mapfre amplia portfólio de seguros náuticos

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O Grupo Segurador BB e Mapfre, por meio da marca Mapfre Seguros, acaba de expandir o portfólio de seguros náuticos com um produto exclusivo para veleiros.

Voltado a embarcações classificadas como “esporte e recreio” pela Capitania dos Portos e baseadas em território nacional, o novo seguro tem como principal diferencial a condição de aceitação, ao permitir embarcações com idade até 50 anos, construídas em fibra de vidro, aço ou alumínio, com comprimento superior a 5,79 metros (19 pés).

Outro diferencial do produto são as coberturas. Além da básica, que compreende as situações de Perda Total (PT), Roubo ou Furto, Assistência e Salvamento (AS), Avaria Particular (AP) e Retirada e Colocação na Água, o seguro permite a contratação de coberturas adicionais para Transporte Terrestre, Participação em Regatas, Remoção de Destroços, Responsabilidade Civil de Proprietários de Embarcação (inclui Passageiros), Extensão de Cobertura Além do Litoral Brasileiro e Roubo ou Furto Qualificado de Equipamentos e/ou Acessórios.

“Existe um amplo mercado para o produto, tendo em vista o tamanho da frota brasileira de embarcações a vela acima de 16 pés. Com o novo produto, a MAPFRE espera ser reconhecida como ‘a Seguradora dos Veleiros’, lembrada por oferecer um produto completo e de fácil contratação via web”, diz Carlos Polízio, diretor de seguros aeronáutico, transporte e cascos marítimos do GRUPO.

O seguro terá o seu lançamento oficial durante a etapa brasileira da Volvo Ocean Race, maior evento náutico do mundo, que acontece entre os dias 05 e 22 de abril de 2018 em Itajaí (SC).

Fonte: Portal Segs

BB encerra patrocínio ao handebol nacional por crise política

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O Banco do Brasil enviou um ofício à Confederação Brasileira de Handebol (CBHb) na última terça-feira (10) e informou que não vai renovar o contrato de patrocínio que expira no próximo dia 30 de maio. Com isso, o esporte brasileiro toma mais um golpe, dois dias depois da Nestlé ter anunciado a retirada de seu patrocínio de nove anos ao vôlei de Osasco.

Oficialmente, a explicação do Banco do Brasil é de uma mudança de estratégia. A instituição pretende continuar no esporte, mas focar seus esforços no vôlei, vôlei de praia e em seu circuito de corridas de rua, que terá o dobro de etapas neste ano em relação ao ano passado, como antecipou a Máquina do Esporte.

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No entanto, o real motivo do término da parceria é outro. A CBHb passa por uma grave crise política que foi intensificada na semana passada, quando o agora ex-presidente Manoel Luiz Oliveira foi afastado do cargo pela Justiça Federal. A sentença fala em “prática de simulações, falsidades (ideológicas e materiais), superfaturamento e pagamento por serviços não prestados”. Oliveira estava no cargo há 28 anos.

Com a decisão do Banco do Brasil, o handebol brasileiro sofre um baque a pouco mais de dois anos dos Jogos Olímpicos de Tóquio, em 2020. O aporte havia começado em 2013 e conquistado logo em seu primeiro ano o melhor resultado da história do handebol nacional: o título mundial da seleção feminina.

Em nota, a CBHb lamentou a decisão, agradeceu o apoio dado nos últimos cinco anos e ainda afirmou que “a parceria possibilitou também o desenvolvimento da modalidade, o aumento das fases de treinamento das seleções adultas e de base e o apoio às seleções de handebol de areia, que se mantiveram no topo do ranking da IHF (Federação Internacional de Handebol). Permitiu, ainda, a criação do Torneio Quatro Nações, importante para a promoção e a divulgação da modalidade e da marca do Banco do Brasil por todo o país”.

Na mesma nota, a Confederação ainda fala que “terá de rever todo o seu planejamento, principalmente as ações relativas às seleções olímpicas”.

Vale ressaltar que, para a última edição dos Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro, o handebol recebeu cerca de R$ 64 milhões no quadriênio de preparação para a competição. Agora, sem o aporte do banco do Brasil, a situação financeira ficará bastante complicada, já que o único patrocínio que sobrou, dos Correios, paga “apenas” 1,6 milhão por ano. A entidade ainda recebe R$ 2,5 milhões da Lei Agnelo Piva.

Fonte: Máquina do Esporte

Banco que desconta cheque pré-datado antes do prazo deve pagar indenização

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Descontar cheque pré-datado antes do prazo causa prejuízo ao titular e dever de indenizá-lo. Com esse entendimento, o 2º Juizado Especial Cível de Brasília condenou um banco a pagar R$ 2 mil de danos morais a uma correntista.

O título emitido em benefício da autora foi confiado ao banco por força do contrato de custódia de cheques pós-datados. Mas o referido cheque foi depositado pela instituição financeira um mês antes da data do vencimento.

Para a juíza, ao promover a compensação antes do vencimento, o banco descumpriu o contrato de custódia e prestou serviço incompatível com a segurança que se esperava. Dessa maneira, atingiu a honra objetiva da pessoa jurídica, dano que é passível de indenização, conforme a julgadora.

Ao fixar o valor de R$ 2 mil, a juíza disse ter levado em conta os princípios da razoabilidade e proporcionalidade e a capacidade econômica das partes, assim como a natureza, a intensidade e a repercussão do dano. Com informações da Assessoria de Imprensa do TJ-DF.

Fonte: Consultor Jurídico

Bancos vão oferecer linha mais barata a quem ‘entrar’ no cheque especial

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A Febraban (Federação Brasileira de Bancos) anunciou nesta terça-feira (10) novas regras com o objetivo de baratear o cheque especial e reduzir o uso da modalidade, que deveria ser utilizada apenas em situações de emergência e de forma temporária. Elas começam a valer no dia 1º de julho.

Pelas novas regras, as instituições financeiras terão sempre disponíveis ao consumidor uma alternativa mais barata para parcelamento do saldo devedor do cheque especial, diz o órgão.

Outra medida é voltada para os consumidores que utilizam mais de 15% do limite do cheque durante 30 dias consecutivos, desde que o saldo devedor seja maior de R$ 200. Nesses casos, as instituições irão oferecer proativamente a alternativa de parcelamento mais barata.

A oferta será feita nos canais de relacionamento e o cliente decide se adere ou não à proposta. Caso não aceite, nova oferta deverá ser feita a cada 30 dias. Ela será oferecida em até cinco dias úteis após apuração do uso nas condições estabelecidas.

O novo produto terá taxa de juros fixa, ou seja, não haverá diferenciação segundo perfil do cliente. Mas cada instituição financeira vai ter liberdade para determinar sua própria taxa.

Os bancos, pelos seus canais de relacionamento, também irão alertar o consumidor quando ele entrar no cheque especial, destacando que esse crédito deve ser utilizado em situações emergenciais e temporárias.

Caso o consumidor opte pelo parcelamento do saldo devedor, os bancos poderão manter os limites de crédito contratados, levando em consideração as condições de crédito do consumidor, ou estabelecer novas condições para a utilização e pagamento do valor correspondente ao limite ainda não utilizado e que não tenha sido objeto do parcelamento.

“As novas regras para o cheque especial fazem parte do compromisso dos bancos em melhorar o ambiente de crédito, para facilitar a redução dos spreads bancários e também em orientar o consumidor sobre o uso adequado de produtos e serviços”, afirma Murilo Portugal, presidente da Febraban.

Bancos vão alertar clientes

Quando o consumidor “entrar” no cheque especial, por exemplo, o banco deverá comunicar-lhe imediatamente, por meio de alerta, sobre a contratação do produto e que se trata de uma modalidade de crédito de uso temporário.

O valor do limite de crédito do cheque especial disponível para utilização deverá ser informado nos extratos de forma clara e apartada de modo a não ser confundido com valores mantidos em depósito pelo consumidor na conta corrente, acrescenta o órgão.

“É importante que os consumidores saibam que os bancos dispõem de uma série de produtos financeiros para facilitar o planejamento do orçamento familiar”, ressalta Portugal.

Ele explica que o cliente deve buscar junto aos bancos linhas mais baratas oferecidas pela instituição financeira. Em termos práticos, o cheque especial funciona como uma reserva que o cliente pode usar no caso de uma emergência, de um gasto inesperado, sem precisar recorrer ao banco, já que a linha está pré-aprovada. Justamente por causa dessas caraterísticas os juros são mais elevados em comparação a linhas de mais longo prazo.

Em fevereiro, a taxa de juros média do cheque especial era das mais altas do mercado, de 324,1% ao ano, muito acima da média nas linhas para o consumidor com recursos livres, que estava em 57,7% ao ano.

Resposta ao pedido do BC de corte de spreads

O anúncio de autorregulação pela Febraban desta terça é uma resposta um pedido do Banco Central (BC) para que os bancos encontrem formas de reduzir o spread bancário (diferença entre os juros que eles pagam para captar recursos e o que cobram do consumidor final).

Os juros cobrados pelas instituições financeiras da pessoa física têm caído em ritmo inferior à taxa básica de juros, a Selic, que atingiu a mínima histórica de 6,5% ao ano. Enquanto a Selic caiu para menos da metade, desde outubro de 2016, o spread alcançou apenas em dezembro os 32 pontos, mesmo patamar de dois anos antes, quando a Selic ainda estava em 14,25%.

Segundo a Febraban, são signatárias da autorregulação as seguintes instituições: Banco ABC Brasil, Banco do Brasil, Banco do Nordeste, Banco Original, Banco Safra, Banco Toyota, Banco Volkswagen, Banco Votorantim, Banpará, Banrisul, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Citibank, China Construction Bank , Itaú Unibanco, Mercantil do Brasil, Santander e Sicredi.

Fonte: Jornal Destak

Associados da AGEBB que integram ação coletiva preventiva têm direito à incorporação de gratificação

Publicado em: 05/04/2018

Na semana passada, a AGEBB trouxe a boa notícia aos seus associados que integram a ação coletiva em prol dos descomissionados, ajuizada pela associação em novembro de 2017, que tiveram o mandado de segurança deferido pela 14ª Vara do Trabalho de Brasília. Agora, a novidade é que todos os todos os representados na ação coletiva preventiva, protocolada no dia 31 de outubro de 2017, terão direito à incorporação da gratificação de função.

A ação coletiva preventiva da AGEBB, que tramita na 12a Vara do Trabalho, também em Brasília, inicialmente teve seu pedido de tutela de urgência indeferido pelo juiz Carlos Alberto Oliveira Senna, no dia 14 de novembro. Porém, à época, a AGEBB, junto ao seu corpo jurídico Moraes e Lindgren Advogados, decidiu impetrar um mandado de segurança para reverter a decisão.

Agora, a exemplo da ação coletiva, a decisão da ação coletiva preventiva também foi modificada com o mandado de segurança. A determinação é de que o BB fica proibido de retirar ou reduzir a gratificação de função dos empregados que tenham completado mais de dez anos de exercício em função de gerência, sem um justo motivo.

Tempo em outros cargos comissionados é contabilizado

Contudo, como a decisão delimitava o pedido apenas aos representados com mais de 10 anos em exercício em função de gerência, o corpo jurídico da AGEBB propôs embargos declaratórios visando a correção da decisão, para que a mesma fosse estendida a todos os substituídos na ação que já tenham mais de dez anos de comissão de função, somando-se outros cargos também. “O pedido foi acolhido e tivemos mais uma vitória”, comemora o presidente da AGEBB, Francisco Vianna de Oliveira Júnior.

De acordo com o corpo jurídico da AGEBB, foi reconhecida a existência da contradição a ser sanada e a decisão do Tribunal esclareceu que o pedido deferido abrange todos os substituídos que tenham completado mais de dez anos de exercício em função comissionada, seja na mesma função ou em funções variadas até a data do ajuizamento da ação coletiva.

O banco será intimado para cumprimento da decisão. Assim, em casos de descomissionamentos, a Gerências Regionais de Gestão de Pessoas (Gepes) deve ser comunicada da decisão para as providências e cumprimento da decisão judicial. “Vamos acompanhar as movimentações atentamente. A AGEBB, junto ao seu corpo jurídico, não poupará esforços até que seja reconhecido o direito adquirido dos bancários, que sofrem com as constantes mudanças efetuadas pelo BB, a fim de não ocorra descomissionamentos em massa, injustos e ilegais”, argumenta o presidente da AGEBB.

Para ler mais sobre esse assunto, clique nos conteúdos abaixo:

AGEBB vai entrar com mandado de segurança em ação coletiva preventiva indeferida por juiz

AGEBB esclarece as principais dúvidas sobre a ação coletiva preventiva

A diferença entre as ações coletivas da Contraf-CUT e a preventiva da AGEBB

Fonte: AGEBB

Eleições do Economus ocorrem pelo site; votantes da ativa farão escolha pelo SISBB

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As eleições para o Conselho Deliberativo e o Conselho Fiscal do Economus – Instituto de Seguridade Social ocorrem a partir das 10h30 dia próximo dia 9 e encerram-se às 18 horas do dia 20 de abril de 2018 (horário de Brasília).

O processo de votação para os aposentados será pela internet e o eleitor deverá acessar o portal do Economus no endereço www.economus.com.br e clicar no banner: Eleições Economus 2018. Digite os 11 números de seu CPF e a senha de seis caracteres impressa na correspondência enviada, via Correios, pelo Economus. Se não receber a senha via correios, será possível recuperá-la utilizando a matrícula/login no próprio site.

Os funcionários que estão na ativa votarão pela plataforma eletrônica do SISBB.

Fonte: Economus

Com experiência em controladoria, Ricardo fortalece campanha para defender participantes do Economus

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As eleições para o Conselho Deliberativo e o Conselho Fiscal do Economus – Instituto de Seguridade Social entram na reta final a partir da próxima semana. A votação, que reúne neste ano 19.743 eleitores, estará aberta a partir das 10h30 do próximo dia 9 até às 18 horas de 20 de abril (horário de Brasília). Esse público está distribuído em 11.978 eleitores que votarão via sistema web e 7.765 o farão pelo SISBB.

Candidato à eleição do Conselho Fiscal do Economus em 2018, Ricardo Aparecido da Silva (foto abaixo), diretor financeiro da AGEBB desde 1º de janeiro de 2016 e funcionário na ativa do BB, é um dos cinco postulantes à única vaga aberta na disputa. Ele tem ampla experiência em controladoria e quer levar sua expertise ao instituto em benefício dos participantes. “O êxito no trabalho é fruto de se agregar comprometimento e amor ao que se faz. Busco sempre fazer o melhor em minhas atividades e não será diferente agora no Economus”, diz.

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Desde que sua candidatura foi aprovada pela Comissão Eleitoral do Economus, Ricardo tem feito uma campanha sólida e recebido o apoio de amigos e simpatizantes às suas ideias e projetos de trabalho. Ele, por exemplo, ganhou manifestações positivas da dupla Francisco Vianna de Oliveira Júnior e Denison Jordão Lima, respectivamente, presidente da AGEBB e presidente do Conselho Deliberativo da AGEBB. No decorrer do processo, também recebeu o apoio do atual presidente do Conselho Fiscal do Economus, Pedro Amauri Rinaldi. Coincidentemente, é a vaga dele que está sendo aberta nesta eleição.

Nessa reta final da campanha, Ricardo está ainda mais confiante. “Tenho sido recebido de forma extraordinária. E não deverá ser diferente nos próximos dias. Precisamos conscientizar os participantes da importância de estarem juntos conosco e votando na nossa proposta nas eleições”, argumenta.

Em um rápido bate-papo com a equipe da AGEBB Expresso, Ricardo comenta como tem sido a sua campanha, o apoio recebido até agora, a sua plataforma de trabalho e os próximos passos até o final do processo eleitoral.

Entramos na primeira das duas semanas decisivas das Eleições 2018 do Economus. O que o fez sair candidato ao Conselho Fiscal do instituto e como está indo sua campanha?
Comecei a minha trajetória bancária em 1985 no interior de São Paulo e ao longo de todos esses anos somei uma grande experiência profissional. Graças a Deus sempre fui muito bem recebido por onde passei e pude contribuir com meu trabalho em muitos projetos. Com minha expertise na área financeira, quero defender nosso maior patrimônio, o Economus, para garantir a perenidade e a complementação de aposentadoria para todos os participantes. Estou fazendo uma campanha limpa, honesta e transparente, com boas perspectivas de vitória. Estou sendo muito bem recepcionado pelos colegas e obtendo apoio maciço à nossa proposta de trabalho.

Quais são os seus principais objetivos defendidos na campanha? Há algum dele que exige prioridade neste momento?
Em minha proposta de trabalho estão a fiscalização efetiva da execução da política de investimentos aprovada pelo instituto para os exercícios correntes, acompanhamento detalhado das despesas administrativas dos planos previdenciários e assistencial, e a busca, junto ao patrocinador BB, tratamento igualitário para todos os funcionários.

Uma vez eleito, quais serão as suas primeiras ações como conselheiro fiscal do Economus? E o que espera dos companheiros do conselho que já se encontram em mandato?
Assim que eleito, preciso me inteirar presencialmente de todos os assuntos pertinentes aos nossos benefícios previdenciários e plano de saúde. Posteriormente, de forma geral, preciso, junto com os demais conselheiros, fiscalizar todos os atos do instituto evitando investimentos mal-sucedidos que possam gerar novos défices. Devemos pensar em um trabalho coletivo em prol dos participantes. Só assim fortalecemos o instituto e quem ganha são todos aqueles que usufruem da entidade.

Que importância terá para o Economus a sua experiência adquirida no âmbito profissional?
Creio estar preparado, tendo em vista os mais de 25 anos de experiência atuando na área gerencial. Isso, certamente, contribuirá muito no tratamento das nossas questões. Nós, do Conselho Fiscal, precisamos zelar pela gestão econômico-financeira e atender o cumprimento das regras de governança.

Como estreante em uma disputa eleitoral no Economus, como está sentindo a receptividade dos “eleitores”? É possível crescer ainda mais na última semana de votação?
Tenho tido uma receptividade extraordinária, além de conseguir fazer muitos novos amigos, como o próprio Américo (Américo Antônio Cosentino é candidato à vaga no Conselho Deliberativo). Sim, é possível crescermos com a campanha, voto a voto, será um processo bem disputado. Precisamos conscientizar os participantes da importância de estarem juntos conosco e votando na nossa proposta de trabalho.

E sua parceria com o Américo Antônio Cosentino, como está indo? O que o apoio dele agrega em sua campanha? Como vocês dois poderão trabalhar juntos em prol dos beneficiários do instituto?
O Américo é uma pessoa do bem, fantástica, comprometida, transparente e honesta. Defende e conhece como poucos o Economus. Seu interesse é apenas a sobrevivência do instituto e que cada participante no futuro possa usufruir de suas contribuições para complementação da aposentadoria e saúde. Ou seja, seus interesses coincidem com os meus e estamos prontos para ajudar o Economus em suas necessidades e demandas.

O Conselho Fiscal é integrado por, no máximo, quatro membros titulares (dois eleitos e dois indicados pelo BB) e outros quatro suplentes, escolhidos entre os representantes dos participantes ativos, assistidos, participantes em BPD, autopatrocinados e saldados do Economus, além de membros do BB. Em 2018, será eleito apenas um integrante no Conselho Fiscal e também um no Deliberativo, ambos com seus respectivos suplentes.

Para ler mais sobre esse assunto, clique nos conteúdos abaixo:

Ricardo comanda as finanças da AGEBB desde janeiro de 2016

Presidente do Conselho Fiscal do Economus apoia Ricardo na eleição

Candidato apoiado pela AGEBB, Ricardo promete fiscalizar investimentos do Economus

Ricardo Aparecido da Silva ganha apoio de candidato ao Conselho Deliberativo do Economus

Priorizar e defender os direitos dos beneficiários estão entre as metas de Américo e Ricardo

Eleições do Economus ocorrem pelo site; votantes da ativa farão escolha pelo SISBB

Fonte: AGEBB

Instabilidade dos juros nos EUA leva BB a adiar captação externa

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O Banco do Brasil (SA:BBAS3) é mais uma companhia brasileira a decidir pelo adiamento da captação de recursos no exterior, uma vez que a elevação do custo para acessar os investidores por meio do mercado de dívida internacional praticamente inviabiliza a operação. As informações são da coluna do Broad, publicada no site do Estadão.

O objetivo do maior banco público do país era realizar uma nova emissão aproveitando o resultado positivo do último trimestre de 2017, período no qual a instituição registrou o maior lucro trimestral nominal na história.

A decisão de congelar a emissão mostra que o BB está disposto a esperar por condições melhores do mercado. Os juros instáveis na economia dos Estados Unidos, desde o final de janeiro, têm feito com que os investidores exijam prêmios maiores para os emissores de um modo geral.

Outro ponto de destaque é que há duas semanas o BB anunciou a recompra de até US$ 700 milhões de dois bônus perpétuos com cupom de 8,50% e 9,25%. Antes disso, o banco estatal captou US$ 1 bilhão, em outubro último, marcando seu retorno ao mercado de dívida externa após três anos.

Resultado de 2017

O Banco do Brasil registrou lucro líquido ajustado (resultado sem itens extraordinários) de R$ 11,1 bilhões em 2017, valor 54,2% maior que o verificado em 2016. O lucro líquido sem ajuste ficou em 11,01 bilhões, com expansão de 37,1%.

Segundo o banco, o resultado teve impacto, principalmente, do aumento das rendas de tarifas, da redução das despesas de provisão (recursos reservados para o caso de inadimplência) e das despesas administrativas.

No quarto trimestre de 2017, o lucro líquido ajustado foi de R$ 3,2 bilhões, o que mostra desempenho 82,5% superior ao do mesmo trimestre do ano anterior – R$ 1,7 bilhão – e o maior resultado trimestral desde 2012.

Fonte: Investing.com

Magistradas ligadas a golpe bilionário no BB podem ter aposentadoria cassada

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Desde dezembro do ano passado, quando o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) condenou as desembargadoras paraenses Marneide Trindade Pereira Merabet e Vera Araújo de Souza à pena de aposentadoria compulsória, pela acusação de conduta negligente durante uma tentativa de golpe bilionário aplicada por uma quadrilha de estelionatários contra o Banco do Brasil (BB), as duas magistradas permanecem em casa, recebendo aposentadorias mensais em torno de R$ 34 mil. Cassar esse benefício, por entender que “a inatividade não pode ser um prêmio” para as desembargadoras, é o objetivo da ação civil pública ajuizada na última semana pelo procurador-geral de Justiça do Pará, Gilberto Martins, junto à Justiça local.

O envolvimento das magistradas no golpe teria ocorrido em outubro de 2010. Na ocasião, a então juíza Vera Araújo de Souza bloqueou R$ 2,3 bilhões do BB, em ação de usucapião. O autor do pedido disse representar um correntista que havia recebido o valor cinco anos antes, em oito contas, sem ninguém reclamar o dinheiro de volta. A quantia era equivalente a um terço de todo o lucro anual da instituição financeira. A petição inicial tinha só quatro páginas e dois extratos bancários, mas foi considerada suficiente.

ACUSADAS IGNORARAM ALERTAS, DIZ PROCURADOR

Ao justificar o pedido de cassação de aposentadoria, o procurador-geral de Justiça Gilberto Martins sustenta que as magistradas desonraram a Justiça ao proceder com parcialidade e desprezo às normas processuais e ao dever de cautela. Para ele, punição de um ilícito deve ensejar a perda do cargo e de qualquer vínculo com o Estado. Como o cargo de magistrado é vitalício, Martins entende que essa desvinculação com o Poder Judiciário somente se dá por meio de decisão judicial.

Embora os advogados do Banco do Brasil tenham demonstrado o absurdo do pedido, sustentado por fraude de falsificação de documentos e que se tratava do mesmo golpe já tentado junto à 5ª Vara Cível de Brasília, a então juíza Vera de Souza (posteriormente, promovida à desembargadora) manteve o bloqueio. Já a desembargadora Marneide Merabet negou o recurso apresentado pelos advogados após concluir que o banco não conseguiu comprovar que o bloqueio resultaria em “lesão grave de difícil reparação”.

De acordo com a ação, Vera de Souza, ao negar aos advogados o pedido de suspensão do bloqueio, em 2010, teria declarado “haver sofrido pressão de cima”, mas que encontraria os autos até então desaparecidos e logo analisaria os fundamentos do BB, “o que nunca fez”. O banco só conseguiu deter o golpe após formalizar um pedido de providências na Corregedoria Nacional de Justiça, que resultou na suspensão da ordem judicial de bloqueio e na instauração de reclamação disciplinar contra as magistradas.

As investigações encontraram na casa de um dos golpistas um telefone celular, em cuja agenda constava o nome da desembargadora Marneide Merabet (na verdade, o número pertencia à irmã dela) e de seu marido. A quebra do sigilo telefônico demonstrou que, em 20 de outubro de 2010, dias antes da distribuição da ação de usucapião especial, o dono da linha ligou três vezes para o número supostamente utilizado pela desembargadora Marneide Merabet. Depois que a ação foi protocolada, ligou outras 20 vezes.

No CNJ, a defesa das desembargadoras tentou, sem sucesso, barrar os processos alegando que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) já havia julgado e considerado o caso prescrito na esfera criminal. O advogado Ophir Cavalcante, que defendeu Vera de Souza, procurado pelo GLOBO, alertou que a aposentadoria dos magistrados só pode ser cassada por decisão judicial transitada em julgado “em razão de expressa disposição constitucional”.

Fonte: O Globo

Grupo Segurador BB e Mapfre tem novo diretor de riscos industriais e garantia

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O Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre anuncia Almir Fernandes (foto abaixo) como diretor de Riscos Industriais e Garantia. O executivo tem mais de 36 anos de experiência, sendo 23 no grupo espanhol MAPFRE, onde anteriormente liderou os negócios da MAPFRE Assistência e do CESVI (Centro de Experimentação e Segurança Viária) no país.

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O executivo é formado em engenharia industrial mecânica pela Universidade Santa Cecília, com MBA em Gestão Empresarial pela FGV e AMP Advanced Management Program do ISE-IESE Business School.

Resultado da união estratégica entre o Banco do Brasil e a Mapfre Seguros, o Grupo Seguradora Banco do Brasil e Mapfre conta com 5.600 colaboradores, mais de 28 mil pontos de venda, incluindo corretores e agências bancárias. Possui um dos mais amplos portfólios de produtos do mercado, além de unidades de negócios especializadas,
presença territorial abrangente e distribuição multicanal.

Fonte: Segnews

BB atende CNA e prorroga operações de custeio e investimento

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O Banco do Brasil (BB) atendeu a um pedido da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e autorizou a prorrogação de parcelas de operações de custeio e investimentos que venceram em 2017 e com vencimento em 2018.

A medida beneficia pecuaristas de todo o país e produtores rurais da área de atuação da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) que tiveram dificuldades de pagamento de seus contratos de crédito.

Pelas regras definidas, o BB reprogramou parcelas de custeio e investimento de produtores de todo o país para um ano após o fim do contrato. Para a bovinocultura de leite ou mista, os criadores deverão pagar 20% do saldo devedor do custeio em 2018 e prorrogar o restante por dois anos.

Para bovinocultores de corte, é necessário o pagamento de 30% da parcela da dívida vencida neste ano e os 70% restantes do passivo podem ser prorrogados por três anos.

Na região da Sudene, o banco definiu que as parcelas de custeio para pecuária e fruticultura serão prorrogadas por quatro anos, divididas em quatro prestações anuais, com o pagamento da primeira em 2020.

Para os outros segmentos na Sudene, os contratos de custeio também podem ser prorrogados por quatro anos e divididos em quatro parcelas anuais. A primeira parcela pode ser paga em 2019.

Os produtores que desejarem prorrogar os prazos deverão procurar o gerente da sua conta no Banco do Brasil.

Fonte: Notícias Agrícolas

Falha do BB atrasa pagamento de 450 mil aposentadorias

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Uma falha no Banco do Brasil atrasou o pagamento de aposentadorias de aproximadamente 450.000 segurados nesta terça-feira. Hoje, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) liberou o dinheiro dos benefícios com número final 7.

Foram afetados apenas os segurados que recebem por crédito em conta no Banco do Brasil. Ao todo, a instituição é responsável pelo pagamento de 7 milhões de pessoas.

O INSS confirmou a VEJA o problema com os pagamentos, mas informou que não teve nenhuma responsabilidade na falha. Segundo o órgão, entre as instituições financeiras, apenas o Banco do Brasil não havia realizado o pagamento de benefícios por “problemas tecnológicos”.

“Agora pela tarde o INSS irá buscar mais informações e, posteriormente, encaminhar a procuradoria para analisar se houve alguma quebra de contrato, por parte do Banco do Brasil para, daí, serem tomadas as medidas indicadas nos termos do contrato”, afirmou em nota.

Procurado, o Banco do Brasil informou, também em nota, que todos os créditos nas contas dos beneficiários do INSS foram efetuados “após indisponibilidade momentânea na manhã desta terça-feira”. A situação foi regularizada no início da tarde.

Fonte: Veja.com

BB inaugura ‘Agência Empresa Volta Redonda’, no Aterrado

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A agência do Banco do Brasil, do bairro Aterrado, inaugurou na manhã desta segunda-feira (02), um espaço com atendimento exclusivo para pessoas jurídicas. A cidade foi a 14ª a ser contemplada com a unidade, que irá atender as empresas da região. Com isso, o cliente passa a ter uma condição personalizada no atendimento, com exclusividade na hora da demanda e necessidade, como criação de solução de forma personalizada, por meio de uma equipe especializada.

O superintendente regional do Banco do Brasil ,Amarildo Ribeiro da Silva, destacou a importância do espaço para o município. “É um privilégio muito grande para nós. Eu sempre falo que o Banco do Brasil só faz sentido, se estiver a serviço da sociedade. Qualquer iniciativa que fazemos, sendo essa uma delas, nós temos como objetivo criar condições para aumentar a economia do país. Falo de comércio, serviço que é preponderante dentro de Volta Redonda. Preocupamos com a melhoria do grau de eficiência da empresa, na condição de que ela consiga dar uma condição melhor de trabalho para os funcionários e também para que ela consiga contratar mais empregados, gerar novos empregos e nichos, além de novas oportunidades para empresas”, esclareceu.

Amarildo Ribeiro informou ainda sobre o modelo de serviço que é oferecido. “O banco tem o objetivo de oferecer as melhores condições, mas com esse modelo a gente ganha especialização. Um exemplo, questão do fomento no comércio internacional, com essa estrutura nós temos a condição de atender esses clientes que já operam nessa área, mais do que isso, fornecer para eles consultoria para eventualmente, para entrar nesse seguimento que é uma oportunidade a mais para as empresas”, explicou o superintendente regional.

Feliz pelo novo espaço, o gerente geral da agência empresa de Volta Redonda Marcelo Sobral Pinto comenta sobre estar atuando na cidade. “Já era gerente geral de uma agência empresa na capital, fui designado para essa missão e é um privilégio estar trabalhando no município. O Banco do Brasil tem um histórico, que atende o desenvolvimento do Brasil na sua história. E eu fico muito feliz de ser escolhido para essa missão, a gente espera conseguir desenvolver bastante a região e que os clientes consigam consultoria e que consiga percebe-la como uma experiência de grande satisfação”, afirmou.

Fonte: Diário do Vale

Justiça manda BB e Caixa pagarem abonos do PIS/Pasep não sacados

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A Justiça Federal determinou à Caixa e ao Banco do Brasil que convoquem todos os trabalhadores que não receberam os abonos salariais do PIS/Pasep nos últimos cinco anos para comparecerem a agências e sacar o dinheiro. A determinação consta de uma sentença da 2ª Vara Cível Federal da capital paulista e é resultado de uma ação civil pública ajuizada pela Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão, órgão vinculado ao Ministério Público Federal em São Paulo. A ordem judicial se estende aos Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul, que estão sob jurisdição da 3ª Região da Justiça Federal.

A Caixa afirma, por meio de assessoria de imprensa, “que aguarda manifestação formal por parte do Codefat para a adoção das providências necessárias para o pagamento dos benefícios não sacados nos últimos cinco anos”. Já o Banco do Brasil, também por meio de nota de sua comunicação social, disse “cumprir a legislação vigente” e esclarece que “foi notificado da decisão e está avaliando as medidas cabíveis”.

As informações foram divulgadas no site da Procuradoria em São Paulo – o número processual é 0015044-48.2015.403.6100. Trabalhadores que ganham até dois mínimos mensais têm direito a receber o abono equivalente a um salário mínimo anual, mas nem todos sabem disso, sustenta a Procuradoria. O autor da ação civil pública que resultou na sentença é o procurador da República Pedro Antonio de Oliveira Machado.

Segundo o Ministério Público Federal, a Caixa e o BB, responsáveis respectivamente pelo pagamento dos valores do Programa de Integração Social (PIS) e do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep), “têm não só deixado de divulgar amplamente a disponibilidade dos recursos aos beneficiários, como também se baseado em prazos inconstitucionais para dificultar os saques”.

Esses prazos são estipulados em resoluções que a União edita anualmente, por meio do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat), destaca a ação do Ministério Público Federal. “Embora a Constituição garanta o direito ao abono sem condicioná-lo a datas para saque, os atos normativos restringem os períodos em que os beneficiários podem retirar as quantias ao longo do ano”, diz a ação. “Os textos estabelecem ainda que os valores não sacados no calendário definido devem ser automaticamente revertidos para as outras finalidades do FAT.

Assim, os trabalhadores que perdem os prazos continuam com direito a receber as parcelas, mas acabam obrigados a recorrer à Justiça para obtê-las.” Na sentença, a Justiça Federal acolheu integralmente os pedidos da Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão para que o pagamento seja efetuado independentemente de datas previstas em resoluções. Os cinco anos retroativos correspondem ao mesmo prazo máximo que a Fazenda Pública tem para realizar cobranças.

Os saques, com juros e correção monetária – calculada com base no IPCA-E -, podem ser feitos, pelos trabalhadores, por via administrativa, diretamente nas agências bancárias. A decisão impõe também que valores não retirados sejam mantidos pelo mesmo período nas instituições bancárias, em vez de revertidos ao FAT, facilitando o acesso às parcelas por quem as requeira.

A União foi condenada ainda ao pagamento de R$ 477 mil a título de danos morais coletivos. O montante deve ser depositado no Fundo de Defesa de Direitos Difusos. Segundo a decisão, União, Caixa e BB devem, por fim, “dar ampla publicidade ao teor da sentença, convocando os trabalhadores para que possam sacar só valores que lhe são devidos a título de abono salarial”.

Veja a seguir a íntegra da defesa da Caixa Econômica Federal: “A Caixa esclarece que aguarda manifestação formal por parte do Codefat para a adoção das providências necessárias para o pagamento dos benefícios não sacados nos últimos cinco anos. A Caixa atua como agente pagador, na conformidade do Art. 9º da Lei 7.998/90 de forma a acatar as determinações do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador – Codefat”. “O Codefat determina, por meio de Resolução, que as instituições financeiras efetuem a devolução de valores correspondentes aos benefícios não sacados até o último dia do exercício financeiro de pagamento do Abono Salarial. A Caixa realiza anualmente ampla campanha de divulgação do calendário de pagamento do Abono Salarial obtendo resultados expressivos nos índices de pagamento”, finaliza o texto.

O BB também se manifestou: “O Banco do Brasil cumpre integralmente a legislação vigente sobre o Pasep e informa que foi notificado da decisão e está avaliando as medidas cabíveis”. A Advocacia-Geral da União (AGU) escreveu o seguinte: a referida sentença foi publicada no Diário da Justiça em 23 de março de 2018, contudo a União ainda não foi devidamente intimada, de modo que a decisão ainda não surte efeito. Por ocasião da intimação, a União, por meio da AGU, irá interpor o recurso cabível”.

Fonte: Jornal do Comércio

Juros de BB e CEF estão entre os mais altos do país

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Com a concentração bancária iniciada no governo FHC e acentuada nos governos do PT, o controle do mercado de crédito no país é de cinco grandes bancos. Pouca diferença faz para o consumidor ou empresário entrar numa porta giratória de um banco público federal ou privado. A sensação de agiotagem oficial é a mesma. Com a inflação estimada pelo Banco Central para este ano em 3,5% e os juros básicos da taxa Selic (piso da captação dos bancos) em 6,5% e que deve cair a 6,25% em maio, o sistema bancário (público e privado) segue ignorando a angústia das famílias endividadas e as atribulações dos pequenos, médios e grandes empresários para equilibrar as contas em meio a juros abusivos.

O BC ficou sempre atrás da queda da inflação ao baixar os juros básicos e ainda foi passivo, esperando que os bancos reduzissem os juros (e os lucros). Vamos ver se, com a redução de 37,5% nos compulsórios dos bancos, consegue um choque de liquidez no mercado, reanima a economia e evita nova onda de desemprego.

No passado, governos tentaram induzir os bancos públicos a forçar, via competição, a queda dos juros nos empréstimos. Sem sucesso. No mercado de crédito imobiliário, onde conta com o dinheiro fácil do FGTS – sem prestar conta com a transparência devida aos trabalhadores, o que fez alguns ex-dirigentes serem afastados sob suspeita de má aplicação e fraudes no uso dos FI-FGTS – a CEF ainda faz diferença. O mesmo acontece com o Banco do Brasil no crédito rural, onde tem a maior fatia.

No dia a dia, é quase tudo igual. No competitivo mercado de financiamento a veículos, a CEF está em último lugar entre os grandes bancos, com juros mensais de 2,03% ou 27,38% ao ano. O BB é o antepenúltimo entre os cinco do oligopólio (1,76% ao mês e 23,25% ao ano, praticamente as mesmas taxas do Itaú Unibanco BM (1,76% ao mês e 23,26% ao ano). Perde para o espanhol Santander (1,69% ao mês e 22,31% ao ano), ou ainda para a Itaúcard (1, 55% ao mês e 20,26% ao ano) e também para o Safra (1,57% ao mês e 20,06% ao ano), para a Bradesco Financeira (1,54% ao mês e 20,06% ao ano) e para o Banco Bradesco (1,45% ao mês e 18,82% ao ano), a taxa mais acessível, segundo levantamento do BC entre 9 e 15 de março. O cliente deve prestar atenção, porém, no percentual financiado. Como o carro fica 100% em garantia, um financiamento de 70% ou 80% do valor faz muita diferença.

A competição está sendo bem explorada pelos bancos oficiais e,o cliente tem vantagem, se tiver uma bom relacionamento (conta salário no BB ou na CEF, ou aplicações fna caderneta de poupança) é no crédito pessoal não consignado. A menor taxa, segundo o BC, entre os grandes bancos, é da Bradescard, que opera os cartões Bradesco, com 2,32% ao mês e 31,70% ao mês. O BB, tem a segunda melhor taxa entre os grandes (63,83% ao ano). A CEF vem a seguir (ver tabela), com 74,74% ao ano Santandar e Itaú Unibanco BM, disputam os cliente na casa decimal, respectivamente, 76,20% e 77% ao ano. A maior taxa dos grandes é do Bradesco: 91% ao ano. Mas ainda muito distante dos escandalosos 707,77% ao ano cobrados pela Crefisa. Aquela que “dá crédito mesmo a negativados”. Ou seja, dá corda com laço a quem está enforcado.

Fonte: Jornal do Brasil

Com nova lei das estatais, lucros de empresas públicas disparam

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Pelo segundo ano consecutivo, empresas públicas federais apresentaram lucro. Esse movimento de recuperação e de resultados positivos só foi possível com a nova lei de estatais, que criou novas regras para a gestão dessas companhias. Segundo o Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, essa mudança fez as estatais evoluírem de um prejuízo de R$ 32 bilhões em 2015 para um lucro de R$ 28,4 bilhões em 2017.

Esse desempenho expressivo é o acumulado apenas das maiores empresas: Banco do Brasil, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Caixa Econômica Federal, Eletrobras e Petrobras. Frente a 2016, o lucro dessas companhias aumentou mais de 200%.

Segundo o presidente da Petrobras, Pedro Parente, a companhia está no caminho de uma retomada consistente. “Estamos numa trajetória consistente de recuperação, seguindo à risca o que nos propusemos no nosso plano de negócios”, explicou durante a divulgação dos resultados da petroleira, que no ano passado lucrou R$ 377 milhões.

Ele lembrou ainda que a empresa avançou em governança e transparência, como determina a lei das estatais, e isso levou a reconhecimentos importantes: a certificação no programa destaque de governança estatal; e a candidatura da empresa ao nível 2 de governança na Bolsa de Valores de São Paulo (BM&FBovespa).

A Petrobras também conseguiu ampliar o prazo médio da sua dívida e reduzir o valor médio das taxas de juros que pagava para se financiar. “Com sólidos resultados operacionais e gestão ativa da nossa carteira de projetos, tivemos avanços importantes nas finanças das nossas empresas”, afirmou Parente.
Lucro do BB

O presidente do Banco do Brasil, Paulo Rogério Cafarelli, também celebrou o desempenho da instituição que comanda e disse que o banco se tornou muito mais competitivo. “O Banco do Brasil precisou, nesse momento, se adequar para ter competitividade, e posso dizer aqui com muito orgulho que o Banco do Brasil não se apequenou”, afirmou durante a divulgação dos resultados do banco. No ano passado, a instituição registrou mais de R$ 11 bilhões de lucro e o melhor resultado ajustado desde 2012.

“A premissa básica do Banco do Brasil sempre foi, nesta nossa gestão, de nos juntarmos aos nossos competidores com relação à rentabilidade, e esse resultado é o primeiro passo dentro desse objetivo e mostra que nós estamos no caminho certo”, argumentou. O BNDES também apresentou resultado expressivo no ano passado, quando fechou as contas com lucro de R$ 6,1 bilhões. Entre outros motivos para esse resultado, a instituição conseguiu reduzir em R$ 2,45 bilhões as provisões para risco de crédito.
Valor de mercado das estatais

De acordo com o secretário da Coordenação e Governança das Empresas Estatais do Ministério do Planejamento, Fernando Ribeiro Soares, os resultados são interessantes e mostram o impacto do trabalho que tem sido desenvolvido pelo Governo do Brasil. Esse desempenho, segundo ele, também se reflete no valor das estatais no mercado financeiro. “Vemos uma melhoria forte do BB, a Petrobras também tem uma valorização e a Eletrobras segue estável”, relatou. “O que a gente percebe é que há uma continua recuperação do valor de mercado das nossas empresas”, afirmou.

Fonte: Governo do Brasil

Jornal do Brasil traz artigo com bancos oficiais e os seus altos salários

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Numa economia em recessão era de se esperar que os bancos oficiais (Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) fossem acionados, de forma contracíclica, para turbinar a economia. Por falta de demanda (a renda das famílias encolheu 3,2%, em 2015, e 4,3%, em 2016), os bancos privados, às voltas com a pepineira decorrente dos empréstimos contracíclicos de 2009/2010, em vez de baixar os juros, acompanhando a queda da inflação e dos juros básicos do Banco central, a taxa Selic, pisaram no freio. Resultado: engavetamento geral na economia, empresas vendendo menos e desemprego em alta, com as dívidas apertando a todos.

E uma das causas da fraca reação da economia – o PIB aumentou apenas 1% em 2017, graças à supersafra agrícola, que cresceu 14% no ano passado, mas já rateia no começo de 2018, com queda no comércio e no setor de serviços em geral, além do aumento de 5% no desemprego em fevereiro, foi o frustrante comportamento da CEF, do BB e do BNDES em 2017. Na CEF, o grande agente financeiro da construção imobiliária, desde que absorveu o BNH no governo Sarney e ficou com o monopólio dos recursos do FGTS, os créditos às empresas encolheram 23% no ano passado, enquanto os empréstimos às pessoas físicas caíram 8,6%.

Na Caixa, que nasceu, em 1861, como a Casa Monte Socorro, na qual os escravos confiavam suas poupanças para tentar comprar a alforria, o grande resultado veio do lucro, que cresceu inacreditáveis 202,6%, ancançando R$ 12,5 bilhões. Uma comemoração para lá de festejada entre os funcionários, que têm direito à participação nos lucros. Mais ainda para a diretoria, composta pelo presidente Gilberto Ochi, com salário de R$ 56.196,00 e os 12 vice-presidentes, cada qual aquinhoado com cargos, alguns com apadrinhamento político, e vencimentos de R$ 45.346,00, fora os benefícios que giram em torno de R$ 10.745,00.

É melhor do que ser ministro, cujo teto foi reduzido no ano passado para R$ 33.700 (mas é burlado por vários penduricalhos, como o auxílio moradia de (R$ 4.377) que beneficia os juízes em várias comarcas do Brasil. Melhor ainda se for um integrante da milionária diretoria do Banco do Brasil, cujos lucros cresceram 55% no ano passado, atingindo R$ 10,011 bilhões, apesar da redução de 12,3% na carteira de crédito.

No BB, o presidente, Paulo Cafarrelli ganha R$ 68.781 mensais. Ou mais que o dobro do teto. Cada um dos nove vice presidentes, recebe R$ 61.564 por mês, e cada um dos 27 diretores (o que num critério de indicação política contemplaria os 27 estados do país) cabem R$ 52.177 mensalmente. E ainda há dois novos cargos de alta remuneração: R$ 46.959 para o titular do Comitê de Auditoria e para o dirigente máximo do Comitê de Risco e Capital. No total, os ganhos anuais da diretoria passam de R$ 2 milhões.

Mais confortável ainda é a função de presidente do BNDES, remunerada por R$ 87.390 (duas vezes e meia acima do teto salarial) à qual renunciou esta semana o economista Paulo Rabello de Castro para concorrer à presidência da República pelo PSC, ao qual é filiado. Outros diretores do BNDES chegam a receber R$ 71.940 mensais. A média salarial da diretoria é de R$ 35.880, e o nível médio dos salários do banco está na faixa de R$ 25 mil. Mas a remuneração pode ser engordada com o rateio de R$ 265 milhões sob a forma de participação nos lucros, que implicava o pagamento de mais 4 salários por ano (o 13º e mais três). A questão está em discussão porque parte dos lucros do BNDES vem de dinheiro subsidiado do Tesouro Nacional, que fechou 2017 com rombo de R$ 124 bilhões.

Fonte: Jornal do Brasil

Nova tutela de urgência é deferida em ação coletiva em prol de descomissionados

Publicado em: 29/03/2018

Os associados da AGEBB que integram a ação coletiva em prol dos descomissionados, ajuizada pela associação em novembro de 2017, acabam de receber uma boa notícia. Um novo mandado de segurança reforma a decisão de primeiro grau e a tutela de urgência foi deferida. A ação, distribuída para 14ª Vara do Trabalho de Brasília, sob o número 0001645-24.2017.5.10.0014, busca preservar os direitos dos bancários que foram descomissionados em razão da reestruturação do BB e não conseguiram realocação durante o período de recebimento do VCP ou que foram realocados com menor comissionamento.

O pedido de tutela de urgência havia sido negado e, com isso, a AGEBB, junto ao seu corpo jurídico, Moraes e Lindgren Advogados, impetrou um mandado de segurança para mudar a decisão. O mandado foi analisado pelo desembargador do Trabalho, Gilberto Augusto Leitão Martins, que julgou pela procedência do recurso, deferindo o pedido da ação. De acordo com o entendimento do magistrado, o BB suprimiu a gratificação de função de forma unilateral indevidamente.

Em sua decisão, Martins destacou ainda que está o empregador autorizado por lei, na forma do artigo 468, parágrafo único, da CLT, a reverter o empregado a seu cargo efetivo, contudo, ao fazê-lo, não poderá retirar-lhe a gratificação de função. Decidiu ainda que o Plano de Reorganização Institucional, embora esteja inserido no poder diretivo do empregador, não pode assolapar os direitos trabalhistas dos empregados, por isso, não se constitui justo motivo para o descomissionamento dos empregados sem a devida incorporação da gratificação de função exercida por mais de dez anos, nos termos da Súmula 372 do C. TST.

Portanto, determinou que o Banco do Brasil:

“mantenha integralmente a gratificação de função recebida anteriormente a reestruturação no Banco, abstendo-se de realizar a redução salarial a remuneração dos obreiros substituídos, que possuem mais de 10 anos em cargo comissionado; além de pagar aos substituídos o valor das gratificações, vencidas e vincendas até sua implementação, com os reflexos contratuais, convencionais e legais; que incorpore definitivamente a gratificação de função, em valor integral como era paga antes do descomissionamento, pagando-se da mesma forma os valores vencidos e vincendos até sua implementação (respeitando os futuros reajustes da categoria), com os reflexos em FGTS, férias com acréscimo de 1/3, 13º salário, inclusive sendo utilizado como base de cálculo para pagamento de horas extras, PLR da agência paga semestralmente (2 remunerações por semestre) e PLR das normas coletivas passadas e a serem firmadas e licença prêmio, tudo a partir da publicação desta decisão, sob pena de multa de R$10.000,00 em favor da impetrante, por empregado prejudicado.”

“Trocando em miúdos, os associados representados nessa ação coletiva da AGEBB deverão ter a gratificação de função incorporada pela integralidade, além de receberem as parcelas vencidas com todos os reflexos devidos”, destaca Francisco Vianna de Oliveira Júnior, presidente da AGEBB. “Continuaremos acompanhando de perto todas movimentações de nossas ações coletivas, para preservar o direito dos nossos associados”, completa o executivo.

O escritório Moraes e Lindgren Advogados, especializado em Direito do Trabalho com foco na área bancária, está à disposição dos associados da AGEBB que integram a ação coletiva em prol dos descomissionados para eventuais dúvidas e informações.

Fonte: AGEBB

Projeto digital dá título de Executivo de TI do Ano a diretor do BB

Publicado em: 28/03/2018

Funcionário de carreira do Banco do Brasil (BB), Gustavo Fosse ingressou no banco em 1986 como menor auxiliar e desde 2016 é o diretor de TI, responsável por liderar 4 mil pessoas. Os desafios ao longo de sua jornada profissional foram muitos, mas desde cedo ele procurou desenvolver uma habilidade vital nos dias de hoje: a capacidade de falar a linguagem de negócios. “Busquei fomentar esse lado quando eu ainda era analista, pois queria entender o que fazia”, comenta.

Gustavo-Fosse

No desenvolvimento do projeto Transformação Digital, em 2017, que rendeu à Fosse o prêmio Executivo de TI do Ano, promovido pela IT Mídia e Korn Ferry, na categoria Bancos, essa capacidade, diz, foi fundamental. Segundo explica o executivo, a transformação digital no banco é uma jornada que teve início já há alguns anos. O trabalho é amplo e não envolve apenas a adoção de tecnologias, inclui, ainda, mudança cultural, impactando diretamente as áreas de Desenvolvimento, Infraestrutura e Operação da TI.

“Para nós, a transformação digital nada mais é do que focar na jornada do cliente. Para isso, investimos em tecnologia e na mudança de processos”, define ele. E essa demanda acontece muito em função do cenário econômico atual, que faz com que as empresas de todo o mundo repensem seus modelos de negócio e seus planejamentos estratégicos.

Fosse indica que a nova forma de atuar adotada pelo banco tem como objetivo cuidar do que é valioso para os clientes e encantá-los com soluções digitais, construídas para facilitar e melhorar suas vidas. “É a inteligência exponencial, na qual soluções integradas aos diferentes ambientes do banco vêm mudando os antigos modelos de negócios e estratégias corporativas”, assinala.

Como parte dessa jornada, o BB criou, por exemplo, a diretoria de negócios digitais, que fica debaixo da vice-presidência de tecnologia para fortalecer ainda mais o foco no cliente. E, segundo ele, todo o trabalho leva em consideração a experiência do mundo on-line, mas também off-line.

Orquestração

Para a execução do projeto, Fosse relata que foram montadas diversas equipes, como Inovação, Customer Experience (CX), Canais e Backoffice. O desafio, afirma, foi integrar a TI e as áreas de negócios. “Obtivemos sucesso nessa iniciativa e a integração foi tamanha, que não se sabia de quais departamentos eram os profissionais”, comemora.

Somado a esse desafio, havia ainda a própria mudança cultural, uma vez que o Banco do Brasil tem mais de 200 anos de atuação. “O mais interessante é que nosso board assumiu o compromisso da transformação, o que nos ajudou na virada. Conseguimos mudar a visão de TI como centro de custo para negócios.”

O time também comprou a virada, assegura. “Eles se empolgaram tanto que se antes tinham de ser puxados, agora, precisam ser segurados”, brinca, destacando que a nova fase criou forte senso de pró-atividade.

Realização profissional

O projeto Transformação Digital do BB tem sido grande experiência para Fosse e realização profissional, como ele mesmo define. “Liderar um projeto como esse é uma oportunidade única. É uma experiência que vou carregar para a vida. Estamos reconstruindo negócios e formas de relacionar com o cliente. A jornada da transformação não é oito ou 80. Acontece aos poucos e é possível aprender com todos os passos, não só eu, como todo o time”, revela.

E para que os talentos da TI possam sempre se desenvolver não só nesse projeto como em todos os outros, o executivo atua quase que como um operário, pavimentando o caminho dos colegas. “Assim como fiz quando era novato de mercado, estimulo todos eles a buscar o conhecimento do negócio. Isso faz a diferença.”

Horizonte

Para Fosse, a transformação digital chega ao BB como oportunidade para fidelizar seus clientes. Afinal, o setor bancário atua com produtos muito semelhantes e nesse contexto a experiência é ouro. “A jornada do cliente tem de ser sempre positiva.”

Com essa visão, Fosse e o BB entendem que o banco tem de, constantemente, quebrar padrões e inovar. A ação mais recente nesse sentido foi o lançamento da capacidade de clientes consultarem e realizarem suas principais operações bancárias, conversando apenas com um chatbot do Facebook Messenger.

O projeto piloto teve início em fevereiro de 2018, com mil clientes testando algumas funcionalidades e interações como consulta de saldo e extrato, solicitação da segunda via do cartão e consulta da fatura do cartão de crédito, a partir da rede social.

“Nossa ideia é levar o banco para onde o cliente está”, destaca o executivo. A próxima fronteira dessa nova era, acredita, está na internet das coisas (IoT). “Com os dados gerados por IoT, o atendimento será personalizado. Vamos atender a 60 milhões de clientes de forma personalizada”, finaliza, anunciando o fim da era da segmentação.

Finalistas da categoria Bancos

1º lugar Gustavo Fosse – Banco do Brasil
2º Mauricio Minas – Bradesco
3º Marino Aguiar – Santander

Fonte: IT Fórum 365

BB reabre linha de antecipação do imposto de renda 2018

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Com o início do período de envio da declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF), o Banco do Brasil reabriu nesta quinta-feira, 1º, a contratação do CDC Antecipação do Imposto de Renda (IRPF). Com juros a partir de 1,89% ao mês, a linha pode ser uma boa alternativa para substituição de dívidas mais caras, ou para quem ainda está comprometido com as despesas de início de ano, como: IPTU, IPVA e gastos escolares.

Em 2017, o BB antecipou cerca de R$ 455 milhões pela modalidade. Merece destaque o avanço da utilização dos canais digitais (Internet Banking e App), com crescimento superior a 60% da participação no desembolso total da linha, se comparado ao ano anterior. Grande parte dos clientes que contratam a linha de antecipação utilizam o crédito para quitar ou amortizar compromissos financeiros com taxas de juros maiores.

De forma pioneira entre as instituições financeiras, o banco permite a contratação da linha diretamente pelo app ou Internet banking, sem a necessidade do cliente ir até uma agência. Pelo próprio aplicativo e na página do BB é possível enviar uma foto do recebido da declaração ou até mesmo anexar o documento em pdf. Após a confirmação da proposta, o valor da restituição entra, automaticamente, na conta do cliente. A funcionalidade traz conveniência e ganho de tempo ao cliente, pois ele receberá o crédito da antecipação sem precisar sair de casa.

Com a linha é possível antecipar até 100% do valor do crédito a ser restituído, limitado a R$ 20 mil. Sem impactar o orçamento mensal do cliente com parcelas, o pagamento é feito somente na data do crédito da restituição ou no vencimento do contrato, que será no dia 15 de janeiro de 2019, o que ocorrer primeiro. As contratações podem ocorrer via Aplicativo BB para celulares e tablets, pela Internet, nos terminais de autoatendimento, na Central de Atendimento BB e nas agências do banco em todo o país. Para ter acesso, os correntistas precisam indicar uma conta no BB para o crédito da restituição e devem ter limite de crédito aprovado.

Mudança gera economia de papel

O BB também já disponibilizou o Informe de Rendimentos aos seus clientes pessoas físicas pelo Internet banking e pelo app. A grande novidade deste ano é que os clientes passam a ter o Informe disponível também pelo celular, podendo salvar ou compartilhar o documento. Além da agilidade e comodidade aos contribuintes, a medida evita a derrubada de, pelo menos, 1.218 árvores de eucalipto. O documento é destinado aos clientes que possuem contas correntes e aplicações vinculadas na instituição, com saldo superior a R$ 140,00.

A iniciativa faz parte da estratégia de eficiência operacional voltada aos processos, à experiência do usuário e ao relacionamento digital do BB. Por isso, o compromisso do banco com as questões ambientais é uma constante no desenvolvimento de práticas e negócios, com processos contínuos de aprimoramento para consumir de forma cada vez mais responsável os recursos naturais, bem como destinar corretamente os resíduos.

A responsabilidade socioambiental em todas as áreas de atuação e na indução de boas práticas junto à sociedade contribuem para que o Banco seja referência na transição para uma economia de baixo carbono. No início deste ano, o Banco do Brasil alcançou a melhor colocação entre as instituições financeiras do Brasil no ranking de sustentabilidade do Fórum Econômico Mundial, em Davos (Suíça).

Fonte: Paranáshop

Petrobras contrata linha de crédito compromissada com o Banco do Brasil

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A Petrobras informa que assinou no dia 23 de março com o Banco do Brasil, uma linha de crédito compromissada no valor de R$ 2 bilhões, com vencimento em fevereiro de 2023. Através do instrumento, a companhia poderá efetuar saques da linha até o mês anterior ao vencimento.

A linha de crédito compromissada terá um custo de 0,40% a.a. pela manutenção do limite junto ao Banco do Brasil, criando mais uma alternativa de disponibilização de recursos para a companhia utilizar conforme sua necessidade. Dessa forma, a Petrobras poderá usar seu caixa para liquidação antecipada de dívidas já existentes, propiciando a redução do custo com juros sem perda de liquidez.

Cabe destacar que a companhia já havia efetuado operações com o mesmo banco, em 26/02/2018, através de: (i) contratação de financiamentos, na modalidade Notas de Crédito à Exportação (NCE), no valor total de R$ 6,5 bilhões e com vencimentos em 2023 e 2024; e (ii) liquidação antecipada de NCEs, no valor total de R$ 7,5 bilhões, cujos vencimentos ocorreriam entre 2019 e 2021.

As operações estão em linha com a estratégia de gerenciamento de passivos da companhia, que visa à melhora do perfil de amortização e do custo, levando em consideração a meta de desalavancagem prevista em seu Plano de Negócios e Gestão 2018-2022.

Fonte: Investimentos e Notícias

Presidentes e diretores de bancos públicos federais terão de ser aprovados pelo BC

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Em reunião neste domingo (25), o presidente Michel Temer e o ministro Henrique Meirelles (Fazenda) definiram que a nomeação de presidentes e diretores de bancos públicos federais terão de passar pelo crivo do Banco Central. A ideia é blindar essas instituições de nomeações políticas, como acontece hoje. No sistema atual, partidos da base aliada fazem indicações para esses bancos.

Após a definição, Henrique Meirelles disse ao blog que o objetivo é que “a medida seja implementada o mais rápido possível”, para que os bancos tenham “diretorias com experiência no mercado financeiro”. “É uma excelente decisão, tomada em reunião com o presidente, que irá permitir gestões técnicas”, afirmou o ministro.

Atualmente, a regra já vale para indicações de dirigentes de bancos privados e estaduais. Sempre que um presidente ou diretor de uma instituição financeira é escolhido, seu nome tem de ser aprovado pelo Banco Central.

O BC checa se o indicado tem perfil técnico e formação condizente para assumir a função, se tem alguma condenação no sistema financeiro. Depois da aprovação técnica do Banco Central, o indicado pode tomar posse. A partir de agora, o objetivo é que o mesmo aconteça com o Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, BNB (Banco do Nordeste do Brasil) e Basa (Banco da Amazônia).

O governo ainda vai definir a melhor forma jurídica para implementar a medida. Se por um decreto, medida provisória ou projeto de lei. A ideia é agilizar a entrada em vigor para que ela possa valer a partir das próximas indicações de bancos públicos.

Atualmente, os partidos da base aliada do governo disputam cargos em bancos federais. A Caixa, o BNB e o Basa são os principais alvos. A Caixa, por exemplo, hoje tem diretores indicados de vários partidos, entre eles PP e MDB. O Banco do Brasil, por ter ações em Bolsa, tem evitado esse tipo de nomeação como ocorria no passado. Mesmo assim, o governo sempre acaba deixando pelo menos uma diretoria para negociar com aliados.

Na Caixa, a presidência hoje é ocupada por Gilberto Occhi, uma nomeação do PP. Ele está sendo indicado pelo partido para assumir o Ministério da Saúde, já que o ministro Ricardo Barros, também do PP, deixará a pasta nesta semana para disputar a eleição.

As indicações políticas para bancos públicos federais sempre foram alvo de críticas do Ministério Público. Recentemente, o uso da Caixa para atender demandas de partidos da base aliada colocaram em atrito o conselho de administração do banco, comandado pela secretária Ana Paula Vescovi (Tesouro Nacional), e assessores do presidente Michel Temer.

Fonte: G1

Banco do Brasil inaugura sua 1ª unidade digital em Dourados

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O Banco do Brasil avança na sua estratégia de transformação digital e inaugura nesta sexta-feira, 23, a primeira unidade digital em Dourados (MS). O novo escritório beneficiará quase 8 mil clientes pessoas físicas.

O Escritório Exclusivo Dourados está voltado para pessoas físicas com movimentação financeira a partir de R$ 5 mil por mês ou investimentos a partir de R$ 80 mil e é a terceira unidade digital do Estado voltada para esse segmento.

As unidades digitais fazem parte da estratégia de expansão do modelo de atendimento do BB que objetiva oferecer facilidade de acesso dos clientes ao gerente de relacionamento, por meio de ferramentas digitais, como chats, vídeo chamadas, e por aplicativo exclusivo para mensagens instantâneas. As agências digitais também contam com horário de atendimento ampliado, assessoria financeira de especialistas, que podem ser acionados a partir de qualquer local.

Com a expansão de transações bancárias realizadas em canais automatizados – hoje já são mais de 95% do total – o BB investe no acesso dos mais diversos segmentos de clientes aos seus aplicativos nos smartphones. Já são quinze milhões de usuários do APP do BB, sendo o aplicativo bancário mais baixado no Brasil, superando todas as demais instituições financeiras. Aplicações lançadas recentemente abrangem as mais diversas áreas.

Uma das opções é o APP Ourocard – aplicativo especializado em gestão de múltiplos cartões de um único cliente e na emissão instantâneas de cartões totalmente digitais, além do “Minhas Finanças” que possibilita a gestão de gastos pessoais e a organização de dados para o Imposto de Renda. Outra inovação do Banco do Brasil é a possibilidade de realizar transações via Facebook.

Fonte: Agora MS

Fazenda concede garantia ao Amazonas em contrato de R$ 300 milhões com BB

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O Ministério da Fazenda autorizou a concessão de garantia da União ao Estado do Amazonas em contrato de financiamento entre o Estado e o Banco do Brasil no valor de R$ 300 milhões. A autorização consta de despacho publicado no Diário Oficial da União (DOU).

Os contratos de garantia e de contragarantia do Estado terão a interveniência do Banco do Brasil e do Bradesco. O recurso será destinado à execução do Programa de Apoio às Despesas de Capital do Amazonas.

Fonte: Estadão Conteúdo

Acionistas da Neoenergia aprovam aumento de capital de quase R$ 1 bilhão

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Os acionistas da Neoenergia aprovaram em assembleia geral extraordinária nesta segunda-feira (26) um aumento de capital da companhia no valor de R$ 999,99 milhões, segundo ata do encontro divulgada pela elétrica, que tem negócios em geração, transmissão, distribuição e comercialização de eletricidade no Brasil.

A empresa é controlada pela espanhola Iberdrola , que subscreveu R$ 524,45 milhões em ações na operação, que envolveu um preço de emissão para os papéis de R$ 16,77.

O Previ, fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, subscreveu R$ 382 milhões em ações, enquanto o acionista BB Fundo de Investimento subscreveu R$ 93,45 milhões em papéis.

“Tendo em vista a subscrição integral por todos os acionistas… a deliberação de aumento de capital ora adotada não modifica em nada os percentuais de participação atualmente detidos pelos acionistas no capital social da companhia”, afirmou a Neoenergia na ata.

A operação de aumento de capital aprovada na assembleia vem após a Neoenergia pedir em dezembro o cancelamento de um pedido de registro para a realização de uma oferta pública primária e secundária de ações (IPO, na sigla em inglês) em meio à falta de demanda de investidores pelos papéis ao valor pretendido pela companhia.

Fonte: G1

Lucro das estatais cresce 214% em 2017, diz Planejamento

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O lucro líquido das cinco maiores empresas estatais do país (Petrobras, Eletrobras, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e BNDES) foi de R$ 28,3 bilhões em 2017, um crescimento de 214,1% em relação ao ano anterior. O balanço está no boletim das estatais, divulgado nesta quarta-feira (28) pelo Ministério do Planejamento, durante coletiva de imprensa.

O resultado se deve principalmente à recuperação de caixa da Petrobras, que depois de registrar três anos consecutivos de prejuízo (em 2016 foram R$ 13 bilhões a menos), obteve lucro de R$ 377 milhões no ano passado, puxando o rendimento global das empresas públicas para cima.

Para Fernando Ribeiro Soares, titular da Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (Sest) do Ministério do Planejamento, os números refletem a política de redução de custos adotada pelo governo desde 2016, que incluiu privatizações (desinvestimentos) e planos de demissão voluntária. “Na hora em que as empresas deixaram um leque grande de atividades e passaram a foca naquilo que elas fazem de melhor, o resultado apareceu. Reduziu-se o custo e aumentou-se a produtividade, acabou que isso se demonstrou no resultado. Claramente é o que se está fazendo no caso da Petrobras”, destacou.

Desde 2016, o governo diminuiu de 154 para 146 o número de estatais federais no país, por meio da extinção, venda ou incorporação de empresas por outras. Do total existente, 98 são estatais não-dependentes do Tesouro Nacional e estão sob controle indireto da União. As outras 48 empresas públicas são de controle direto, sendo que 30 não-dependem do Tesouro e outras 18 são dependentes do orçamento público federal.

A grande maioria das estatais, no entanto, registrou baixo percentual de investimento em 2017, com média geral de 59% de execução, algo em torno de R$ 50,3 bilhões, puxados principalmente por Petrobras e Eletrobras. Os baixos investimentos, de acordo com Fernando Soares, foram resultado da necessidade de redução do endividamento das empresas e dos planos de privatização em curso.

“É ruim, porque a gente gostaria de mais investimento, mas eu acredito que é uma atitude estratégica necessária para o momento. Quando a alavancagem [endividamento] dessas empresas estiver em níveis adequados, esses investimentos serão retomados”, ponderou o secretário. No ano passado, o endividamento das estatais ficou em R$ 412 bilhões, uma redução de 24,3% em relação a 2015, quando o endividamento chegou R$ 544 bi, o maior da série histórica.

No caso das 18 empresas públicas dependentes do Tesouro Nacional, o secretário destacou uma redução de gastos de R$ 2 bilhões entre 2016 e 2017.

Pessoal

O Boletim das Estatais também traz números atualizados sobre o quadro de pessoal das empresas públicas federais. Em 2017, elas encerraram o ano com um total de 504.444 empregados. O número representa uma redução de pouco mais de 28 mil postos de trabalho (5,39%) em relação ao ano anterior. A grande maioria desses desligamentos se deve à implementação de programas de demissão voluntária, responsáveis por 90,2% da redução. As estatais que mais demitiram no ano passado foram os Correios (7.488), Caixa (7.324), Petrobras (4.060) e Banco do Brasil (3.198).

Fernando Soares também citou a redução de outras despesas administrativas e reajustes salariais “mais restritivos” adotados pelas empresas públicas no ano passado, “como manda o cenário atual”. Dos 22 processos de negociação coletiva entre sindicatos e estatais que o Ministério do Planejamento monitorou em 2017, somente sete resultaram em ganho real no salário dos empregados. Em 14 convenções coletivas, os reajustes salariais apenas fizeram a correção da inflação (em quatro empresas) ou ficaram até mesmo abaixo do índice geral de preços (em 11).

Fonte: IstoÉ

Fundos estatais deixam de ganhar R$ 85 bilhões por ineficiência

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Uma auditoria do TCU (Tribunal de Contas da União) que comparou o desempenho de fundos de pensão públicos e privados concluiu que entidades estatais de previdência deixaram de ganhar R$ 85 bilhões em 2016 devido à ineficiências na gestão.

Segundo o tribunal, o mau desempenho se concentrou nas três maiores entidades de estatais -Previ (dos funcionários do Banco do Brasil), Petros (Petrobras) e Funcef (Caixa Econômica Federal). Os três fundos, que concentram quase 483 mil associados, deixaram de ganhar R$ 75 bilhões no período.

Por isso, o tribunal decidiu buscar a reparação dos danos causados aos beneficiários de planos de aposentadoria dessas três estatais. No julgamento, o TCU exigiu que os conselhos deliberativos desses fundos enviem o cálculo dos prejuízos.

PARALELO

Os auditores destrincharam os investimentos de todos os fundos de pensão -estatais e privados- de julho de 2006 a maio de 2017. A comparação entre os públicos e os privados ocorreu com base na evolução do patrimônio líquido.

Em 2016, os recursos somados dos 305 fundos privados registraram um aumento de 4% contra uma perda de 15% nos 88 estatais. Essa diferença de desempenho, ainda segundo os auditores, correspondeu aos R$ 85 bilhões.

“O resultado agregado da Previ, Petros e Funcef foi pior que o consolidado de todos os fundos públicos”, disse o ministro José Múcio Monteiro, relator do processo no julgamento do caso, na quarta-feira (21).

O patrimônio dessas entidades não pode render menos do que a inflação mais 6% ao ano, limite definido pela Previc (Superintendência Nacional de Previdência Complementar), que regula os fundos de pensão. Nenhum dos três alcançou a meta.

O desempenho negativo se deve principalmente à compra de cotas de fundos de participação (FIPs) de projetos com mau desempenho ligados à Sete Brasil, Multiner, OAS, Enseada, entre outros investigados por suspeitas de fraude em operações policiais, como Lava Jato, Greenfield, Sépsis e Cui Buono.

No período considerado pelo TCU, essas aplicações causaram perdas de R$ 15,5 bilhões. A Previ aplicou em 25 fundos desse tipo -dez sofreram perdas de 50% do valor das cotas e, em cinco, ela foi total. Na Petros, dos 35, 18 desvalorizaram 50% e sete, 100%. Na Funcef, dos 46 investidos, 19 encolheram pela metade e dez, totalmente.

“Na Previ, apenas seis dos 25 FIPs apresentaram retorno positivo; na Petros, sete dos 37; e, na Funcef, 13 dos 46. “Não se pode atribuir perdas desses fundos com esse instrumento financeiro às vicissitudes usuais do mercado. Há indícios de falhas na gestão dos aportes”, disse Monteiro no relatório.

O TCU também avaliou a atuação da Previc. Para o tribunal, o órgão não tem poder suficiente de punição. Outro problema é que os administradores não são agentes públicos e, portanto, não podem ser processados por improbidade administrativa. Não há tampouco previsão legal para que eles sejam cobrados por prejuízos.

OUTRO LADO

Por meio de sua assessoria, a Previ questiona o relatório do TCU. A entidade informa que o resultado negativo dos planos no passado se deve à recessão e não a investimentos mal feitos, que pesaram muito pouco. O fundo do diz que opera com superávit. Ainda segundo a Previ, outro ponto controverso na avaliação do desempenho negativo pelo TCU foi não ter considerado a distribuição do superávit entre 2010 e 2013, quando R$ 25 bilhões saíram do resultado do fundo e foram para as contas dos beneficiários dos planos.

A Petros informou que ainda mantém investigações para averiguar eventuais irregularidades. Além disso, segundo a entidade, está em andamento, com o suporte de um escritório de advocacia, estudo sobre a atuação de ex-dirigentes em eventuais prejuízos durante os seus mandatos. Se houver prejuízo comprovado, a Petros ingressará com processos de responsabilização de ex-dirigentes para buscar ressarcimento.

A Previc também não quis se manifestar. A Funcef não respondeu até a conclusão desta edição.

Fonte: Correio do Estado

Banco Central reduz depósitos compulsórios de instituições financeiras

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O Banco Central reduziu as alíquotas de recolhimento dos depósitos compulsórios à vista e de poupança exigidos das instituições financeiras. As medidas, que foram aprovadas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) nesta quarta-feira, 28, terão o impacto de liberar R$ 25,7 bilhões ao Sistema Financeiro Nacional.

A alíquota para os depósitos à vista foi reduzida de 40% para 25%. Já a alíquota dos depósitos da poupança foi reduzida de 24,5% para 20% e, no caso da poupança rural, de 21% para 20%. “Essas medidas dão continuidade ao processo de readequação dos níveis estruturais dos recolhimentos compulsórios e de simplificação de regras”, afirma nota do Banco Central.

Segundo a instituição, a medida traz a alíquota dos depósitos de poupança aos níveis históricos praticados nos anos anteriores à crise de 2008 e tem o potencial para “induzir a redução do custo do crédito, por meio da liberação de recursos atualmente recolhidos pelas instituições junto ao Banco Central”, completou.

Além da redução da alíquota dos depósitos à vista, houve também mudanças de regras para essa modalidade, como eliminação da prerrogativa de dedução dos depósitos de governo, captados por instituições financeiras públicas, da base de cálculo do compulsório, a eliminação da prerrogativa do uso do saldo de caixa para cumprimento da exigibilidade e o aumento, de R$ 70 milhões para R$ 200 milhões, da dedução dos valores sujeitos a recolhimento.

De acordo com o Banco Central, as alterações nas regras do recolhimento sobre recursos à vista propiciam a possibilidade de eliminar a assimetria de tratamento quanto aos depósitos de entes governamentais, otimizar a gestão do caixa com estímulos ao uso de instrumentos eletrônicos de pagamento e à interoperabilidade dos terminais ATM (caixas eletrônicos) e diminuir os custos para todo o sistema.

O diretor de regulação do Banco Central, Otávio Damaso, disse que a redução das alíquotas de compulsórios cria condições para potenciais reduções nos spreads bancários. Damaso destacou que o impacto da medida é estimado em R$ 25,7 bilhões.

“Com isso, voltamos aos patamares das alíquotas pré-crise de 2008”, apontou. “A decisão foi tomada dentro de um cronograma que já temos há muito tempo na Agenda BC+. Estamos caminhando passo a passo nesse caminho”, completou.

Fonte: Exame