Natura e Fundação BB firmam parceria inédita para beneficiar comunidades da Amazônia

Publicado em: 10/08/2017

A Natura e a Fundação Banco do Brasil assinaram nesta quinta-feira parceria inédita para fortalecer o uso de produtos e serviços da sociobiodiversidade da Amazônia, a partir do apoio a projetos nas áreas de inovação, pesquisa e produção sustentável, atendendo diretamente às comunidades agroextrativistas da região.

O primeiro projeto do convênio, com ênfase na produção sustentável, irá atender mais de 200 famílias de quatro comunidades da região do Baixo Tocantins, no Pará, contribuindo para a capacitação técnica das cooperativas e à adoção de tecnologias sociais adaptadas à agricultura familiar e ao agroextrativismo sustentável.

O investimento inicial no projeto, de R$ 190 mil, será aportado pela Fundação Banco do Brasil para a construção de 10 secadores solares de alta eficiência, que vão melhorar a qualidade da produção de andiroba e murumuru, ingredientes da biodiversidade usados pela Natura em seus produtos. A parceria prevê ainda fornecimento de 40 cadeiras para a coleta de patauá das palmeiras pelas comunidades extrativistas da região.

Em contrapartida a Natura irá fornecer, por meio de sua área de Gestão de Relacionamento e Abastecimento com Comunidades, capacitações e assistência técnica para essas famílias, de forma que consigam melhorar a qualidade dos óleos e tenham maior segurança na coleta do patauá.

A iniciativa será desenvolvida no âmbito do Programa Amazônia, criado pela Natura em 2011, com o objetivo de impulsionar um novo modelo de desenvolvimento, mais inclusivo e sustentável, partindo do princípio de que a floresta pode ter mais valor em pé do que derrubada. Ao longo dos últimos seis anos, a Natura já investiu mais de R$ 1 bilhão na região por meio do programa, beneficiando mais de 2 mil famílias em 28 comunidades.

“O convênio entre Natura e Fundação Banco do Brasil soma esforços; ele é uma sinergia entre empresas que acreditam que os negócios podem estar à serviço da geração de impacto positivo no meio ambiente e na sociedade”, afirma Josie Romero, vice-presidente de Operações e Logística da Natura. “Lado a lado, vamos alavancar a inovação na região amazônica, contribuir com a capacitação técnica de cooperativas e beneficiar a população local”, complementa.

Segundo o diretor de Gestão de Pessoas, Controladoria e Logística da Fundação Banco do Brasil, Valter Coelho de Sá, “a parceria inédita com a Natura agrega esforços para trazer a melhoria de vida das pessoas por meio de iniciativas que promovam a inclusão socioprodutiva e o desenvolvimento sustentável. Além disso, reaplica tecnologias sociais, metodologias simples que têm baixo custo e alta eficiência na solução de problemas sociais. A experiência e a atuação das duas empresas na região possibilitam uma maior transformação social”.

Essa iniciativa destaca a importância de alianças multissetoriais para o fortalecimento das cadeias produtivas sustentáveis do bioma da Amazônia.

As comunidades beneficiadas no Pará pelo primeiro projeto são:

– Cooperativa Mista Agroextrativista de Santo Antônio do Tauá – Camtauá – Santo Antonio do Taúa

– Cooperativa dos Fruticultores de Abaetetuba(Cofruta) – Abaetetuba

– Cooperativa de Resistência de Cametá (CART) – Cametá

– Associação de Moradores e Agricultores de Jauari Caminhando com Cristo – J Mojú

Fonte: O Nortão

Bancários propõem a bancos termo de compromisso contra reforma trabalhista

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Após uma rodada de negociação em que foram discutidas cláusulas da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) com os bancos, o Comando Nacional dos Bancários entregou à Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), nesta terça-feira, 8, um termo de compromisso “em defesa dos empregos e contra a retirada de direitos dos trabalhadores”, informou em nota o Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região.

“A reforma trabalhista unilateral e sem nenhum debate com os trabalhadores desqualificou nossos direitos e tratou as conquistas duramente acumuladas como privilégios”, consta no documento. O Comando Nacional dos Bancários frisa que não concorda com a prevalência do negociado sobre o legislado “na perspectiva de redução dos direitos conforme deseja esta reforma”, e que, diante disso, propõe a construção do Termo de Compromisso. Entre os tópicos abordados no Termo estão terceirização, participação dos sindicatos em negociações, pagamento de salários, PLR (participação nos lucros e resultados) e férias, entre outros.

“Entregamos um termo de compromisso contra a retirada de direitos e queremos a manutenção das conquistas históricas da nossa categoria. Não vamos aceitar, por exemplo, que as negociações sejam feitas sem os sindicatos, nem as contratação de terceirizados em atividades-fim”, disse a presidente do Sindicato, Ivone Silva. A sindicalista afirmou que aguarda o posicionamento das instituições financeiras, “que mantêm no Brasil seus lucros crescentes e, como concessão pública, têm a obrigação de gerar emprego e contribuir para a melhoria da economia e o desenvolvimento do País”.

Segundo dados do sindicato, os cinco maiores bancos no País (Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Bradesco, Itaú Unibanco e Santander) acumularam lucro líquido de R$ 17,3 bilhões no primeiro trimestre de 2017, o que corresponde a um crescimento de 30% sobre o mesmo período do ano passado.

Na reunião desta terça-feira, foram debatidas as cláusulas 37 e 65 da CCT, que tratam do monitoramento de resultados e do adiantamento emergencial de salários em períodos de afastamento por doenças, respectivamente. A Convenção que pauta a relação entre os bancos e os bancários foi aprovada em 2016 e tem vigência de dois anos, até 31 de agosto de 2018, em todo o território nacional. “Não aceitaremos desrespeito a nenhum desses direitos acordados na CCT e queremos deixar isso ainda mais acertado nesse termo de compromisso”, destaca Ivone.

No primeiro semestre do ano, foram fechados quase 11 mil postos de trabalho, refletindo a crescente digitalização dos serviços bancários, relata o sindicato. A categoria dos bancários é uma das poucas no País que tem acordo coletivo com validade nacional, representando cerca de 504 mil profissionais.

A reportagem não conseguiu contato com a Fenaban.

Confira abaixo os pontos propostos pelo Comando Nacional dos Bancários para a celebração do Termo de Compromisso com a Fenaban.

Termo de Compromisso

1º As partes ajustam entre si que todas as negociações serão feitas exclusivamente com os sindicatos.

2º As partes ajustam entre si que a Convenção Coletiva de Trabalho é válida para todos os empregados das instituições financeiras e bancárias que o assinam, independente de faixa de escolaridade e de remuneração em que se enquadram.

3º As partes ajustam entre si que todos os trabalhadores que prestam serviço em favor da cadeia de valores, da qual sejam integrantes os bancos e as instituições financeiras, sejam representados pelos sindicatos de bancários.

4º As partes ajustam entre si que todas as homologações dos desligamentos serão feitas nos sindicatos.

5º As partes ajustam entre si que o empregador é responsável pelas condições de saúde e segurança no ambiente de trabalho, seja ele interno ou externo.

6º As partes ajustam entre si que os bancos não contratarão trabalhadores terceirizados em atividades fim.

7º As partes ajustam entre si que os bancos não empregarão, por intermédio de contratos de autônomos, de contratos intermitentes, de contratos temporários, de contratos a tempo parcial e de contratos a regime 12×36.

8º As partes ajustam entre si que jornada, pausas e intervalos serão consideradas como norma de saúde, higiene e segurança do trabalho.

9º As partes ajustam entre si que os dirigentes terão livre acesso a todos os locais de trabalho, inclusive, agências digitais.

10º As partes ajustam entre si que todas as cláusulas da CCT estarão asseguradas após a data base e permanecerão as suas vigências até a celebração de nova contratação.

11º As partes ajustam entre si que todas as gratificações de função ou comissões serão incorporadas após dez anos de recebimento.

12º As partes ajustam entre si que PLR não será parcelada em mais de duas vezes.

13º As partes ajustam entre si que não será feita rescisão de contrato de trabalho de comum acordo no formato previsto na Lei 13.467/2017.

14º As partes ajustam entre si que não haverá compensação de banco de horas, sem negociação coletiva.

15º As partes ajustam entre si que os intervalos de repouso e de alimentação terão duração mínima de uma hora.

16º As partes ajustam entre si que as férias anuais não serão parceladas em mais de duas vezes.

17º As partes ajustam entre si que não será utilizado o artigo 223 F e incisos da Lei 13.467/2017 que limita a liberdade de expressão dos sindicatos e dos trabalhadores individualmente.

18º As partes ajustam entre si que o salário não será pago em prêmios ou por produtividade.

19º As partes ajustam entre si que não farão a quitação anual de passivos na forma prevista na lei 13.467/ 2017.

20º As partes ajustam entre si que não serão constituídos representantes de empregados não vinculados aos sindicatos para negociar diretamente com os bancos.

21º As partes ajustam entre si que constituirão o Grupo de Trabalho permanente para avaliar os impactos nas relações de trabalho advindas das mudanças previstas nas Leis da Reforma Trabalhista.

Fonte: Folha da Região

A importância de feedbacks positivos

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Existe uma palavra na vida de quem trabalha em grandes corporações que gera um arrepio, falta de ar e taquicardia: feedback. E algo que deveria ser simplesmente uma devolutiva sobre o desempenho que estamos tendo, torna-se um momento de estresse e desconforto, porque associamos essa palavra a um momento no qual seremos criticados, e teremos nossas deficiências expostas.

E feedbacks são necessários? São necessários porque nos trazem uma visão externa sobre o que estamos fazendo. Um outro ponto de comparação e nos ajuda a ver se a nossa percepção do trabalho está alinhada com a visão de outras pessoas.

Agora, podemos dar e receber feedbacks de uma forma positiva. Independentemente do conteúdo, podemos sempre escolher como encarar. Diante de uma crítica, ou quando nos dizem que tivemos um desempenho distante do esperado, podemos levar para o lado pessoal, o que nos deixará com raiva, tristes ou frustrados.

Podemos também analisar o feedback de uma forma mais positiva, procurando entender quais são os pontos a serem desenvolvidos, e conversar sobre estratégias para fomentar essas habilidades. Pode ser necessário solicitar a ajuda de um mentor ou coach para potencializar essas habilidades, e isso só irá ampliar suas qualidades. Você sempre ganha algo.

Curiosamente, diante de um feedback positivo, muitas pessoas não aproveitam a ocasião para comemorar. É muito comum ouvirmos coisas do tipo “Ah, só fiz o meu trabalho”, ou “Não foi nada demais”, etc. E esse tipo de comportamento acaba por transformar uma conquista em algo trivial.

Por trás dessa forma de agir geralmente tem uma crença do tipo “Não mereço”, ou “É muito bom para ser verdade”. Mas ao não comemorarmos, deixamos de ativar no cérebro uma área chamada centro da recompensa.

A ativação do centro da recompensa gera a liberação de neurotransmissores no cérebro que geram uma sensação de prazer e bem-estar e nos motivam a continuar tendo o mesmo tipo de comportamento que gerou a ativação inicial, ou seja se fizemos algo de bom e fomos recompensados, teremos a tendência de repetir esse comportamento para ter mais prazer e bem-estar.

Então ao receber feedbacks positivos, comemore. Isso gera uma melhora na autoestima e irá te manter motivado para seguir adiante.
Se o feedback estiver mostrando uma deficiência, perceba que existe uma oportunidade de crescimento e de desenvolvimento de habilidades ainda latentes. E isso é muito bom.

Dessa forma todo e qualquer feedback trará benefícios e se tornará uma experiência que irá gerar crescimento e bem-estar hoje e no futuro.

Artigo de Marcelo Katayama, médico e terapeuta do Núcleo Ser Treinamento e Consultoria

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– Suicídio: desfecho trágico de bancários que sucumbem às violências do trabalho
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Banco do Brasil comemora R$ 50 milhões em negócios na Expoacre 2017

Publicado em: 09/08/2017

O superintendente do Banco do Brasil (BB) no Acre, Paulo Amaral, relatou ao governador Tião Viana na manhã desta terça-feira, 8, que a instituição superou todas as expectativas durante a Expoacre 2017. Como resultado, o BB calcula hoje uma onda de negócios que pode chegar a R$ 50 milhões.

A Expoacre é a vitrine que traz anualmente o reflexo dos investimentos nos setores produtivos do estado, sobretudo como cadeias rentáveis aliadas à tecnologia têm se consolidado como modelo de economia sustentável e se tornado destaque no cenário nacional. Só este ano, a feira movimentou mais de R$ 100 milhões em negócios.

Oficialmente, durante os dias de feira, o Banco do Brasil movimentou cerca de R$ 15 milhões, entre abertura de linhas de crédito e financiamentos. Mas a onda de negócios, que são os investimentos estudados pelo banco durante a feira e que terão aprovação em até três meses, faz com que esse número salte para até R$ 50 milhões.

Segundo Paulo Amaral, a prospecção de transações realizadas principalmente no Campus do Agronegócio é o principal motivador dessa onda.

“Estamos num cenário de crise e dificuldades no Brasil todo, mas a Expoacre revelou pessoas querendo investir, e o Banco do Brasil é o banco da agricultura familiar, da indústria, do comércio, e pudemos estar lá atuantes, no Campus do Agronegócio de dia, no nosso próprio estande à noite, e pudemos prospectar ainda mais negócios, com muitas pessoas nos procurando”, conta o superintendente.

Fonte: Agência de Notícias Acre

Banco do Brasil indica funcionário de carreira para presidir BB Mapfre

Publicado em: 03/08/2017

O Banco do Brasil indicou o economista mineiro Fernando Barbosa de Oliveira para comandar a seguradora BB Mapfre, nas áreas de vida, rural e habitacional. Ele substituirá Roberto Barroso, que deixa a companhia após mais de oito anos no cargo. Funcionário de carreira do BB, Oliveira foi diretor do banco e também presidiu a seguradora Brasilveículos, incorporada na parceria com a espanhola Mapfre. Seu nome ainda depende de aprovação da Superintendência de Seguros Privados (Susep).

Casamento
Em paralelo, avançam as conversas entre BB e Mapfre para rever a distribuição de receitas no âmbito do acordo bilionário que possuem em seguros. O objetivo é chegarem em um consenso até dezembro para que iniciem o próximo ano com os ajustes feitos.

Necessidade
O contrato de BB Mapfre é de, no mínimo, 20 anos. O debate para mudar a distribuição das receitas entre ambos ocorre em meio à corrida do banco público para melhorar a sua rentabilidade, reaproximando-se dos pares privados.

Fonte: Jornal O Estado de S.Paulo

BB faz auditoria sobre crédito para a Odebrecht

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Apesar da informação, dada em delação por Marcelo Odebrecht, de que não atendeu a um pedido de propina de Aldemir Bendine quando ele ocupava a presidência do Banco do Brasil, a Odebrecht Agroindustrial obteve crédito de R$ 1,7 bilhão com o banco estatal após o pedido de comissão do executivo. Um segundo pedido de empréstimo de R$ 1,2 bilhão, porém, foi negado meses depois. Atualmente, o BB conclui auditoria interna sobre todos os créditos concedidos à empresa e entregará ao Ministério Público Federal o resultado dessa investigação.

Uma fonte que acompanha o tema no BB informou ao Estadão/Broadcast que o empréstimo de R$ 1,7 bilhão foi aprovado para a subsidiária da Odebrecht quase um ano após o pedido feito pela empresa do setor agroindustrial. Com a decisão, foi renovado o crédito mais antigo que estava próximo do vencimento – operação conhecida como “rolagem” do financiamento. Segundo a fonte, o novo empréstimo teve aumento das garantias e juro mais elevado. A subsidária está pagando em dia as parcelas do crédito.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Portal Revista Isto É

Bancário deve ficar atento às mudanças da reforma trabalhista 

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Com a reforma trabalhista, aprovada pelo Senado em 11 de julho e sancionada pelo presidente Michel Temer dois dias depois, os brasileiros perderão muitos direitos conquistados ao longo de anos. As novas regras entrarão em vigor 120 dias após a publicação oficial, por isso, segundo especialistas, é preciso os trabalhadores ficarem atentos aos seus direitos antes que eles deixem de existir.
 
Para os bancários, o escritório de advocacia Moraes e Lindgren, de São Paulo, aponta alguns dos direitos que sofrerão restrições com a reforma trabalhista. Confira algumas informações importantes abaixo:
 
– As súmulas e enunciados de jurisprudência editados pelo TST e pelos Tribunais Regionais não poderão restringir nem criar obrigações que não estejam previstas em lei;
 
– Não se considerará alteração unilateral a determinação do empregador para que o empregado retorne ao cargo efetivo deixando o exercício de função de confiança, com ou sem justo motivo, não se assegurando ao empregado o direito à manutenção do pagamento da gratificação correspondente, que não será incorporada, independente do tempo de exercício da função;
 
– O tempo despendido pelo empregado desde a sua residência até a efetiva ocupação do posto de trabalho e o seu retorno não será computado na jornada de trabalho;
 
– A não concessão ou concessão parcial do intervalo intrajornada de uma hora de almoço terá natureza indenizatória, e não salarial, e implica no pagamento de apenas o período suprimido, e não mais em uma hora integral.
 
– A reparação de danos morais será limitada, sendo em três salários contratuais se dano de natureza leve, cinco vezes se natureza leve, 20 vezes em natureza grave, e até 50 vezes natureza gravíssima;
 
– A equiparação salarial será devida em caso de idêntica função somente no mesmo estabelecimento empresarial, e não mais na mesma cidade;
 
– A mulher não terá mais direito a intervalo de 15 minutos;
 
– Plano de Demissão Voluntária ou Incentivada para dispensa individual, plúrima ou coletiva, previsto em convenção coletiva ou acordo coletivo de trabalho, ensejará quitação dos direitos decorrentes da relação empregatícia;
 
– Na vigência do contrato de trabalho, empregados e empregadores podem firmar termo de quitação anual de obrigações trabalhistas, perante o sindicato da categoria, dando quitação de direitos.
 
– As convenções coletivas e acordos coletivos têm prevalência sobre a lei, sendo que as estabelecidas e acordo coletivo estão acima da convenção coletiva;
 
– O pagamento dos honorários periciais é de responsabilidade da parte sucumbente na perícia, ainda que beneficiária da justiça gratuita.
 
Diante das modificações, é indicado procurar um advogado dedicado à categoria bancária, que terá mais facilidade em instruir o caso, assim como tem maior domínio sobre a legislação referente a essa área de atuação.
 
A AGEBB possui convênio com o escritório de advocacia Moraes e Lindgren, especializado na defesa dos direitos trabalhistas dos bancários. A empresa atua em todo Estado de São Paulo e Minas Gerais, prestando também consultoria jurídica para todo o Brasil.

Prédio do antigo Besc poderia sediar o Centro Cultural Banco do Brasil de Florianópolis

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Já ventila a ideia de transformar o prédio tombado da esquina da Praça 15 de Novembro com a rua Tiradentes em uma unidade do Centro Cultural Banco do Brasil. Florianópolis continuaria com o lugar para atividades do gênero, mas não resolveria o nó da questão: para onde levar a Galeria Municipal de Arte Pedro Paulo Vecchietti, o Memorial Meyer Filho e o Arquivo Histórico Municipal Professor Oswaldo Rodrigues Cabral, ocupantes do imóvel cedido à prefeitura e que o banco quer de volta com intenções de vender.

Inexplicavelmente, só há CCBB em quatro capitais: Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo. São espaços multidisciplinares de agenda sempre cheia, com galerias, auditórios, teatros, cinemas, salas de música, em grandes e imponentes construções. O referido edifício daqui não comporta tal proposta, o que dirá compartilhar a área com os atuais residentes. Magnífico seria instalar no lado antigo do BB do Largo da Catedral, erguido para sediar o extinto Besc (Banco do Estado de Santa Catarina), criado na gestão do governador Celso Ramos no primeiro quinquênio da década de 1960. Seis andares de bela fachada e vazão de público para o calçadão, que fariam a alegria de qualquer arquiteto.

Fonte: Notícias do Dia

Banco Central bloqueia R$ 3,4 mi de Bendine

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O Banco Central, por ordem do juiz federal Sérgio Moro, bloqueou R$ 3.417.270,55 do ex-presidente do Banco do Brasil e da Petrobras Aldemir Bendine. O confisco foi informado ao magistrado nesta segunda-feira, 31.

Bendine foi preso na quinta-feira, 27, na Operação Cobra, 42ª fase da Lava Jato. O ex-presidente da Petrobras é suspeito de ter recebido R$ 3 milhões em propina da Odebrecht. Nesta segunda, Bendine será ouvido pela Polícia Federal.

Moro decretou o bloqueio de R$ 3 milhões de Bendine, de outros dois investigados na Cobra, os publicitários André Gustavo e Antônio Carlos Vieira Junior e da empresa de ambos, a MP Marketing e Planejamento Institucional e Sistema de Informação LTDA. O confisco superou em R$ 417.270,55 o valor determinado pelo magistrado.

No Banco do Brasil foram confiscados exatamente R$ 3 milhões de uma conta de Bendine. Em outra conta, no Bradesco, foram bloqueados 417.253,09. Na Caixa Econômica Federal foram encontrados R$ 17,46.

A MP Marketing teve R$ 36,41 confiscados.

O BC bloqueou R$ 18.386,81 de Antonio Carlos Vieira Junior – R$ 17.467,58 de uma conta no Banco do Brasil e R$ 919,23 de outra no Safra.

André Gustavo Vieira Junior teve R$ 637.285,53 confiscados – R$ 631.210,15 de uma conta no Banco Original e R$ de outra no Banco BRB.

Fonte: Veja

O presidente do BB e a empreitada de Bendine pela Vale

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O atual presidente do Banco do Brasil, Rogério Caffarelli, foi vice-presidente do BB durante a gestão de Aldemir Bendine. Os dois, porém, mantêm uma relação distante e de desconfiança.

Gente ligada ao mercado diz que Caffarelli tentou ajudar Bendine a assumir o comando da Vale. Era tudo o que Bendine queria, mas não ocorreu.

Fonte: Veja

BB bate recorde histórico de venda de consórcios

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O resultado geral de vendas de consórcios pelo Banco do Brasil bateu recorde histórico. Foram mais de 100 mil cotas vendidas em todas as categorias e canais disponíveis, totalizando R$ 4 bilhões em volume comercializado. Como comparação, no primeiro semestre de 2016, tinham sido vendidas 56 mil cotas, resultando em R$ 2,1 bilhões em vendas. Ou seja, houve um crescimento de aproximadamente 90% nas vendas desta alternativa financeira pelo BB. Os R$ 4 bilhões vendidos em seis meses representam 60% de todas as vendas de consórcios de 2016 inteiro no Banco.

O tripé que permitiu este crescimento no Banco foi:
i. o foco estratégico e aproveitamento de oportunidade de vendas, observando comportamento de clientes na busca por planejamento financeiros que o produto consórcio oferece

ii. vendas em novos canais alternativos (no período, foram R$ 62,3 milhões vendidos pela internet, R$ 422 milhões em parceiros de vendas, como o Banco Postal, e R$ 43,4 milhões via aplicativo para celular – este, em apenas um mês e meio de funcionamento, já que a funcionalidade foi lançada no final de maio deste ano)

iii. e atração de novos públicos a partir de reformulação e desenvolvimento de novos produtos para segmentos específicos, como clientes alta renda ou produtores ruais.

As principais vendas de consórcios no período de janeiro a junho de 2017 foram:

Automóveis: 76 mil cotas – R$ 2,9 bilhões
Imóveis: 4 mil cotas – R$670 milhões
Trator e Caminhão: 1,4 mil cotas – R$239 milhões
Moto: 14 mil cotas – R$204 milhões
Serviços: 3,3 mil cotas – R$24 milhões
Outros Bens Móveis: 1,8 mil cotas – R$ 7,8 milhões

Fonte: Banco do Brasil

Banco do Brasil anuncia lançamento de chatbot para o Messenger

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Se por um lado o Banco do Brasil é uma das instituições financeiras do país de maior alvo entre os hackers, por outro a empresa fundada pelo Rei Dom João VI está sempre lançando novidades relacionadas ao mundo da tecnologia. Nos próximos dias o BB estará disponibilizando por meio do Facebook Messenger um chatbot para atendimento.

O objetivo da ferramenta, desenvolvida com o Watson, a plataforma de inteligência artificial da IBM, será tirar dúvidas rotineiras do tipo “como cancelo meu cartão?”, “como contesto uma cobrança?” ou “como aumento o meu limite?”, por exemplo, independente do usuário ser ou não cliente.

“Usamos o Watson para entender as intenções, mas todo o restante da solução foi desenvolvido dentro de casa, no próprio banco. O bacana disso tudo é que conseguimos empoderar as áreas de negócios. É um projeto que não depende somente da tecnologia. Cada área de negócios pode padronizar suas demandas. O conhecimento do robô provém de cada área”, revela Felipe de Melo, gerente de divisão da diretoria de tecnologia do Banco do Brasil.

Ainda para este ano o Banco do Brasil planeja concluir o desenvolvimento de sua assistente virtual para o aplicativo de mobile banking.

Fonte: Portal Tudo Celular

No Dia do Agricultor, BB rende homenagens ao segmento nas redes sociais

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Responsável por quase 60% de todo o financiamento feito ao campo, o Banco do Brasil preparou uma ação específica para marcar o Dia do Agricultor, celebrado nesta sexta-feira, 28.

“Hoje é o Dia do Agricultor e você sabe por que o agronegócio é tão importante pra todos nós e pro Brasil? Ele faz parte do dia a dia das pessoas, alimenta todos e faz o Brasil crescer. E ser #MaisQueDigital é estar sempre ao lado de quem planta e de quem precisa colher”. Esta foi a mensagem que o banco utilizou no Facebook para reforçar a importância do segmento para todos os brasileiros. A iniciativa envolveu ainda inserções no Twitter e no Instagram.

As homenagens seguem a linha da campanha que o BB estreou na mídia este mês, em celebração ao início do novo ano agrícola 2017/2018. No filme, um consumidor se depara com um agricultor lhe entregando uma alface ao abrir a geladeira de sua casa. A abordagem reforça a presença do agronegócio nas situações corriqueiras do dia-a-dia da cidade.

Incluindo o segmento Agro nas ações de transformação digital, o BB lançou este ano diversas novidades. Dentre as inovações, o custeio digital permite aos produtores encaminharem proposta de contratação de custeio pelo celular. Tudo isso demonstra a preocupação do Banco do Brasil com a modernização do atendimento e da comunicação com o Agricultor.

Fonte: Banco do Brasil

Bancários vão se unir a outras categorias para fortalecer luta pelo emprego

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Reunidos durante três dias na 19ª Conferência Nacional, os cerca de 700 delegados que representaram bancários de todo o país definiram hoje (30) um plano de lutas em defesa dos empregos, dos bancos públicos e de resistência à retirada de direitos imposta pelas contrarreformas trabalhistas e da Previdência em curso no governo de Michel Temer (PMDB). No início de agosto, representantes da categoria entregarão à Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) um documento político reivindicando termo de compromisso contra a retirada de direitos. Em 2016, após 31 dias de greve, a campanha nacional unificada garantiu aos bancários um acordo com validade de dois anos para todos os trabalhadores de bancos públicos e privados do país.

“Como fechamos um acordo de dois anos, nossa estratégia este ano é unir forças com outras categorias contra o desmonte trabalhista. Consolidado o golpe no ano passado, os trabalhadores estão mobilizados contra o retrocesso imposto pela reforma trabalhista. Estamos unidos também em defesa dos bancos públicos, contra a terceirização e precarização do trabalho, conforme aprovado em nosso plano de lutas “, disse a presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, Ivone Silva.

O plano de lutas inclui aprofundar o debate sobre os impactos da reforma trabalhista, a resistência e a defesa do emprego e combate à terceirização sem limites e precarização do trabalho, além da luta pelo restabelecimento do Estado democrático de direito, o fortalecimento dos bancos e empresas públicas, e da democracia.

O presidente da Contraf-CUT e um dos coordenadores do Comando Nacional dos Bancários, Roberto von der Osten, destacou rechaçar quaisquer alterações nos contratos de trabalho. “Queremos respeito a todas as cláusulas da nossa Convenção Coletiva de Trabalho (CCT). Não aceitaremos, por exemplo, a prevalência do negociado sobre o legislado, que tem o objetivo de retirar direitos. E queremos garantias de respeito aos empregos e direitos da categoria”, afirmou.

Lucro dos bancos

Nos três primeiros meses do ano, o lucro líquido dos cinco maiores bancos atuantes no Brasil (Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Bradesco, Itaú-Unibanco e Santander) atingiu a marca de R$ 17,3 bilhões. Um crescimento de 30% em relação a igual período do ano passado.

No primeiro semestre, os bancos fecharam quase 11 mil postos de trabalho. O setor financeiro passa por forte reestruturação tecnológica com impacto profundo no emprego bancário. A digitalização das transações bancárias e de diversas etapas do trabalho avança a cada ano. Atualmente, 57% das transações financeiras são realizadas na internet ou no celular.

“O avanço tecnológico é positivo, mas os ganhos precisam ser compartilhados com toda a sociedade. A tecnologia precisa de fato melhorar a vida das pessoas. Todos precisam ganhar com esse processo e não apenas os banqueiros, como vem acontecendo, já que estão demitindo bancários e elevando as tarifas dos clientes. Da forma como a tecnologia vem sendo implementada nos bancos ela acabará gerando maior desigualdade social”, disse Ivone Silva.

Os bancários são uma das poucas categorias no país com convenção coletiva de trabalho (CCT) válida nacionalmente. São cerca de 504 mil trabalhadores, dos quais 142 mil na base do sindicato de São Paulo.

Fonte: Rede Brasil Atual

Banco do Brasil deve pagar R$ 10 mil de indenização por débitos não autorizados

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O Banco do Brasil terá que pagar indenização de R$ 10.000,00 a um cliente que teve descontos não autorizados em sua conta. A decisão, do juiz Orlando Rocha Filho, da 6ª Vara Cível de Maceió, foi publicada no Diário da Justiça Eletrônico desta terça-feira (1º).

De acordo com os autos, o banco cancelou o limite do cheque especial do cliente e passou a debitar da conta dele todo o saldo devedor das faturas do cartão de crédito. O consumidor sustentou que os débitos não foram autorizados e que comprometeram toda a sua renda líquida mensal, motivo pelo qual ingressou com ação na Justiça.

A instituição financeira, em contestação, alegou não ter havido qualquer conduta ilícita. De acordo com o juiz Orlando Rocha Filho, o banco não comprovou que o cliente autorizou os descontos. “O ônus de provar que o autor consentiu com a alteração incumbia ao réu. Todavia, a instituição não produziu nenhuma prova que comprovasse a anuência do autor”.

O juiz declarou nulo o cancelamento do limite do cheque especial, bem como o lançamento dos débitos. “Conforme já analisado, ambas as situações não foram requeridas pelo autor. Nesse caso, cabível é a condenação a título de danos morais, estes que, no caso dos autos, são manifestos quando se considera a aflição sofrida pelo cidadão”, afirmou o magistrado.

Fonte: Alagoas 24 Horas

Governo e Banco do Brasil discutem ações para beneficiar agronegócio na Paraíba

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O secretário do Desenvolvimento da Agropecuária e da Pesca, Rômulo Montenegro, recebeu nesta terça-feira (1º), na sala de reuniões da Sedap, a superintendente estadual do Banco do Brasil, Maristela Sales, com quem tratou sobre ações que possam beneficiar o setor do agronegócio, assim como toda cadeia da agricultura no estado.

Na reunião estavam presentes representantes de instituições ligadas ao setor agropecuário para ouvir e discutir ações e metas do planejamento estratégico que vem sendo executado pela Sedap desde 2015. Temas como Política Sanitária, Política de Comercialização e a Política de Licenciamento Ambiental foram as mais discutidas.

Na oportunidade, o secretário Rômulo Montenegro informou sobre uma comissão que está sendo formada com integrantes do Governo e demais setores que integram a agropecuária para que os temas possam ser tratados perante as instituições de forma simples e clara. “O objetivo dessa comissão é desburocratizar tudo o que trava o desenvolvimento do setor. Nós enquanto Estado temos a obrigação de facilitar o entendimento do produtor diante das instituições financeiras. O Banco do Brasil, por exemplo, é um parceiro importante para um setor que representa 25% do Produto Interno Bruto (PIB) no país. Então a Paraíba precisa mostrar que faz parte e tem planejamento, sabe o que quer e onde quer chegar, estamos unindo esforços para fortalecer e desenvolver o setor”, ressaltou.

A superintendente do Banco do Brasil, Maristela Sales, falou da importância em ouvir as demandas e principalmente assistir as explicações sobre o planejamento feito pelo Governo do Estado, por meio da Sedap, para o setor agropecuário.

Fonte: Araruana Online

BB disponibiliza wifi gratuito na Avenida Paulista

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O Banco do Brasil vai oferecer conexão de qualidade aos brasileiros que circulam diariamente pela Avenida Paulista. Durante um ano, a partir de domingo, 6 de agosto, quem estiver no centro financeiro do país poderá acessar a internet gratuitamente pelo mobile. O projeto é uma parceria do BB com a empresa JCDecaux.

Dos 17 relógios espalhados pela Paulista partirão a rede de fibra ótica que permitirá aos usuários realizar conexão com velocidade mínima garantida de 1 Mbps, independente do número de usuários conectados. O acesso será realizado através de um portal, que solicitará a identificação dos usuários por meio do login de rede sociais, como Instagram e Facebook.

No domingo, todos serão incentivados a postar fotos com a hashtag #MaisQueDigital, que serão selecionadas e exibidas nos relógios da Paulista durante toda a semana seguinte, sendo veiculadas randomicamente junto com a publicidade do Banco.

As telas dos relógios exibem, desde essa terça, 1º, uma peça publicitária de 10 segundos com a contagem regressiva para a data do lançamento do serviço. O filme também está sendo veiculado em outras 83 telas digitais da capital paulistana, fazendo menção à oferta de conexão wi-fi gratuita nos relógios.

A ação integra a campanha publicitária “Vai no App”, que visa elevar para 15 milhões o número de pessoas que usam o aplicativo com regularidade. Atualmente, o BB conta com 12,5 milhões de usuários.

#MaisQueDigital

O BB oferece um banco na palma da mão dos clientes desde os meados dos anos 2000. Na instituição, as transações bancárias no mobile já superam a soma de todas as transações dos demais canais.

Sempre atento às inovações, foi o primeiro banco a disponibilizar simulação e contratação de crédito veículo pelo mobile. Também se destaca na oferta de outros serviços, como a abertura imediata de conta corrente pelo celular, consulta de extrato, transferências, pagamentos, contratação de empréstimos, consórcios e capitalização, investimentos e operações rurais.

Fonte: Portal Investimento e Notícias

Acordo desburocratiza acesso a crédito para produtores de suínos em Santa Catarina

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Representantes da Fatma, da secretaria estadual da Agricultura e do Banco do Brasil firmaram um acordo na tarde desta quarta-feira com o objetivo de desburocratizar o acesso ao financiamento agrícola para produtores de supinos de Santa Catarina. Com a medida, o produtor poderá ter acesso ao crédito, por meio do Plano Safra, com a apresentação de um protocolo de pedido de licenciamento ambiental. Anteriormente, o produtor só conseguiria o crédito com a licença em mãos. A decisão é valida pelas duas próximas safras, até a metade de 2019.

De acordo com o presidente da Fatma, Alexandre Waltrick Rates, a decisão do órgão ambiental foi para dar prosseguimento a uma política já adotada desde o último ano de forma experimental e que tem funcionado de maneira bastante efetiva. Ele nega ainda que a decisão signifique um “libera-geral”.
— A fiscalização continuará a ocorrer da mesma maneira. A suinocultura é uma atividade cujo impacto já é conhecido. A gente confia muito nesse segmento e essa é uma maneira para que a fundação dê o aval ao agente financeiro — diz Rates.

Para o secretário Moacir Sopelsa, da Agricultura, não há dúvidas de que a desburocratização trará um efeito positivo para a produção de suínos dentro de alguns meses. Ele destaca ainda que a exportação de suínos foi o principal destaque na pauta de exportações catarinenses no primeiro semestre, com um aumento de 45%.

— Esse acordo é resultado de um trabalho conjunto bastante harmônico e feito rapidamente. Se pudéssemos caminhar sempre assim, o país estaria muito diferente — afirmou Sopelsa.

Quem também estava presente no anúncio foi o superintendente regional do Banco do Brasil, Oberti Finger. Segundo ele, uma resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN) exige que o financiamento só seja concedido a quem tenha licença ambiental. O acordo faz com que seja aberta uma exceção e que o dinheiro do empréstimo possa ser usado até mesmo para a realização das melhorias ambientais almejadas.

A decisão também foi comemorada também por entidades produtivas e representantes dos trabalhadores agrícolas. É o caso da Fetaesc, em que o vice-presidente Adriano Cunha, que lembra que a medida terá validade por 24 meses, mas que os resultados econômicos podem chegar mais rapidamente:

— É possível que algumas propriedades possam comercializar seus produtos dentro de sete ou oito meses.

Fonte: Diário Catarinense

Gerente Assertivo: E se você soubesse como o seu cliente pensa?

Publicado em: 27/07/2017

Você já viu aqueles shows de mágica nos quais o mágico “lê os pensamentos” do expectador? Não parece fantástico? Ou armação?

Então, a realidade é que essas pessoas treinam e desenvolvem a habilidade de ler reações sutis, não verbais, diante de algumas perguntas e conseguem com isso “adivinhar” o que o outro está pensando.

Mas não precisamos fazer muitos cursos e tornarmos-nos experts em mágicas para ter essas habilidades. No dia a dia conseguimos obter informações muito valiosas simplesmente com duas ferramentas: rapport e boas perguntas.

Joseph O’ Connors, um dos grandes autores em programação neurolinguística, define rapport como “a qualidade de um relacionamento de influencia e respeito mútuos entre pessoas” e para fazer isso precisamos estar dispostos a ver o mundo a partir do ponto de vista dessa outra pessoa, com um interesse genuíno em saber como ela pensa.

Esse pequeno exercício de entrar em sintonia com o outro já nos traz informações importantes, porque imagine um cliente que chega até você muito nervoso, agitado. Se a primeira reação for algo do tipo “lá vem aquele chato de novo” nos fechamos para saber qual é a real necessidade do cliente e poderíamos acabar gerando mais nervosismo e ansiedade não só para ele, mas para si mesmo também.

Agora, se assumirmos que esse cliente tem um motivo genuíno para estar nervoso e nos perguntarmos “O que será que está acontecendo, por dentro, com essa pessoa?” e nos colocássemos no lugar dela, provavelmente teríamos um outro tipo de reação. E mais, conseguiremos obter muito mais informações, valiosas por sinal, que ajudarão a resolver a situação e ter um cliente grato a você pela vida inteira.

E quais perguntas fazer? O que seriam boas perguntas?

Antes de mais nada, precisamos ter consciência de que sempre percebemos somente uma pequena parte da realidade. Assim como mapas são representações gráficas de um território, temos em nossa mente apenas uma representação vaga e parcial da realidade. Estima-se que somos submetidos a cerca de 1,2 mil estímulos simultaneamente a cada instante. E conseguimos perceber de forma consciente apenas cinco a nove deles.
E vamos criando em nossas mentes, mapas com esses cinco a nove fragmentos de informação. Agora imagine você capturando esses pontos. Qual a chance da pessoa à frente estar olhando para os mesmos cinco a nove pontos?

Então, perguntas boas são aquelas que nos levam a “desvendar” o mapa do outro, ou seja, compreender melhor o que está acontecendo na cabeça dele. E para isso precisamos assumir que o mapa do outro também é real e verdadeiro, mesmo que seja muito diferente do nosso. Afinal, poucos clientes têm o mesmo nível de conhecimento técnico e experiência de vida que você.

Perguntas boas geralmente começam com “o que”, “como” e “quando” ao invés de “porque”. É muito mais produtivo perguntar para esse cliente nervoso: “O que está te deixando aflito?” ou “Como posso ser útil e tentar te ajudar?” do que “Porque você está nervoso comigo?” – que geralmente vem acompanhado do pensamento “Não fui eu que criei esse seu problema.”

Perguntas boas fazem o cérebro procurar respostas boas. As ruins, por sua vez, sempre trazem respostas ruins. Então, esteja curioso para saber quem é esse seu cliente e procure desvendar o seu mapa.

E você verá que isso pode ser muito divertido!!

Artigo de Marcelo Katayama, médico e terapeuta do Núcleo Ser Treinamento e Consultoria

 

Para ler os outros artigos publicados na coluna Gerente Assertivo, clique nos temas abaixo:

– Suicídio: desfecho trágico de bancários que sucumbem às violências do trabalho

– Suportar a pressão à custa de muita energia e antidepressivos?

– Palavras negativas levam a emoções similares

– Formas de movimentar o corpo trazem inegáveis benefícios para o estado emocional

– Ah! Se eu tivesse…

– Você vê o copo meio cheio, ou meio vazio?

 

Aldemir Bendine, ex-presidente do BB e Petrobras, é preso pela PF

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Foi preso na manhã desta quinta-feira (27) o o ex-presidente do Banco do Brasil e da Petrobras, Aldemir Bendine. Ele foi alvo da 42ª operação Lava Jato, denominada Cobra, deflagrada pela Polícia Federal (PF). Ao todo, foram cumpridos 11 mandados de busca e apreensão e três mandados de prisão temporária no Distrito Federal e nos estados de Pernambuco, Rio de Janeiro e São Paulo. Além de Bendine, também foram alvo pessoas a ele associadas, pela prática dos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, dentre outros.

O ex-presidente esteve no comando do BB entre 17 de abril de 2009 e 6 de fevereiro de 2015, e foi presidente da Petrobras entre 6 de fevereiro de 2015 e 30 de maio de 2016. De acordo com o MPF-PR, existem evidências de que ele pediu propina à Odebrecht AgroIndustrial. O objetivo era evitar que o grupo empresarial não viesse a ser prejudicado em futuras contratações da Petrobras. Em contrapartida, a Odebecht teria efetuado o pagamento em espécie de ao menos R$ 3 milhões.

Estes pagamentos só foram interrompidos com a prisão do então presidente da Odebrecht. O nome “Cobra” dado para esta fase da operação é uma referência ao codinome dado ao principal investigado nas tabelas de pagamentos de propinas apreendidas no chamado setor de operações estruturais do grupo Odebrecht durante a 23ª fase da Lava Jato.

Até o momento se sabe que foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão em Brasília e um no Rio de Janeiro. Pernambuco foi o Estado com mais ações da PF nesta quinta, com dois mandados de prisão temporária e quatro de busca e apreensão (três em Recife e um em Ipojuca). Já São Paulo teve cumpridos um mandado de prisão temporária e quatro de busca e apreensão, sendo dois na capital, um em Sorocaba e outro em Conchas.

Nota divulgada pelo Ministério Público Federal no Paraná (MPF-PR) aponta que, em uma primeira oportunidade, foi feito um pedido de propina no valor de R$ 17 milhões realizado por Aldemir Bendine à época em que era presidente do BB, para viabilizar a rolagem de dívida de um financiamento da Odebrecht AgroIndustrial.

“Marcelo Odebrecht e Fernando Reis, executivos da Odebrecht que celebraram acordo de colaboração premiada com o Ministério Público, teriam negado o pedido de solicitação de propina porque entenderam que Bendine não tinha capacidade de influenciar no contrato de financiamento do Banco do Brasil”, afirma a nota do MPF.

Ainda conforme a PF, os presos serão levados para a Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, onde permanecerão à disposição da 13ª Vara Federal de Curitiba. Uma entrevista coletiva será realizada às 10h na unidade policial para mais detalhes serem divulgados.

Entenda a Lei das Estatais

Como uma possível solução ou medida paliativa para evitar o “saque” às empresas públicas, a Lei de Responsabilidade das Estatais foi aprovada no dia 21 de junho de 2016. Ela estabelece regras mais rígidas para compras, licitações e para a nomeação de diretores, membros do conselho de administração e de presidentes em empresas públicas e de sociedade mista. Confira aqui matéria da Agência Brasil sobre o tema.

Fonte: Portal O Tempo

Prazo para gerente descomissionado aderir à ação coletiva da AGEBB termina na segunda-feira (31/7)

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Como amplamente divulgado desde 14 de julho, a AGEBB vai ingressar com uma ação coletiva em favor dos gerentes do Banco do Brasil (BB) que foram descomissionados em razão da reestruturação da instituição e não conseguiram realocação durante o período de recebimento do VCP. O prazo de recebimento da verba terminou e a maioria dos gestores não foi realocada, sofrendo uma enorme redução salarial, de forma abrupta e sem perspectivas de mudança.

Os gerentes do BB interessados em fazer parte da ação coletiva devem baixar a autorização expressa (clique aqui) e enviá-la assinada à Secretaria da AGEBB pelo e-mail agebb@agebb.com.br até a próxima segunda-feira (31 de julho), bem como o SISBB em que constem as comissões recebidas nos últimos dez anos. Os gerentes que ainda não integram a AGEBB, devem, primeiramente, associar-se à entidade (acesse o formulário aqui), já que a ação será ajuizada em nome dela no dia 1º de agosto, por meio do escritório Moraes & Lindgren Advogados.

A lista dos beneficiados será juntada no momento do ajuizamento da ação, com a autorização expressa de cada profissional e os demais documentos exigidos pela Justiça. O gerente que já os encaminhou à AGEBB devem, por segurança, confirmar o recebimento deles junto à Secretaria pelo e-mail agebb@agebb.com.br ou pelo telefone (11) 3104-4441.

Essa nova ação coletiva será ajuizada pela AGEBB nos mesmos termos da ação que tramita atualmente na 19ª Vara do Trabalho de Brasília. O pedido principal dela é a manutenção da gratificação de função, de acordo com os termos da Súmula 372, do Tribunal Superior do Trabalho. Nela, foi incluído também o pedido de declaração de nulidade da redução salarial em tutela de urgência.

O QUE É NECESSÁRIO PARA PARTICIPAR DA NOVA AÇÃO COLETIVA DA AGEBB
– Ser gerente do BB, associado à AGEBB, ter recebido comissão de função há 10 anos ou mais, ter cessado o crédito da VCP e ter tido redução salarial.
– Documentos exigidos pela Justiça:
1. Autorização assinada (clique aqui para fazer o download dela), sem a necessidade de firma reconhecida;
2. SISBB em que conste as comissões recebidas nos últimos 10 anos;
3. Os gerentes que trabalharam na Nossa Caixa devem enviar também uma cópia da carteira de trabalho (CTPS), onde constem as anotações dos cargos comissionados, ou dos holerites dos últimos 10 anos.
– A documentação (sem a necessidade de firma reconhecida ou autenticação e digitalizada) deve ser enviada para a Secretaria da AGEBB, por meio do e-mail agebb@agebb.com.br
– Finalmente, confirme o recebimento dos documentos junto à Secretaria pelo e-mail agebb@agebb.com.br ou pelo telefone (11) 3104-4441.

Demissões voluntárias atingem 77% do alvo nas estatais

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Com o orçamento apertado e despesas de pessoal cada vez mais pesadas, o governo federal desligou 50.364 funcionários das estatais nos últimos anos com programas de demissão voluntária e aposentadoria incentivada. O levantamento foi feito pelo Estadão/Broadcast com dados do Planejamento e das próprias estatais.

O número representa 77% do público-alvo dos programas autorizados pela Pasta nos últimos três anos, definido pelos servidores que atendem as condições de ingressar nos planos.

O porcentual é comemorado pelo governo. A estimativa oficial era de que, com 100% de adesão, a economia seria de R$ 7 bilhões por ano – sem contar a Petrobrás. O Planejamento não divulgou os dados da redução de gastos efetiva.

“É o que estávamos esperando. Um plano de PDV que realiza 50% é completamente bem sucedido. Esse é um dos elementos para sanear as contas das estatais”, disse o secretário de Coordenação e Governança das Empresas Estatais, Fernando Soares.

Os desligamentos representam 9,6% do total de funcionários das estatais federais atualmente. Desde 2014, o número de servidores nessas empresas vem caindo, depois de anos de crescimento. No primeiro trimestre de 2017, o total chegou a 523.087, uma redução de 2% ante igual período de 2016.

O número de desligados deverá crescer ao longo do ano já que diversos programas ainda estão em aberto, como os da Dataprev e Eletrobrás. A estatal do setor elétrico tem aberto um Programa de Aposentadoria Extraordinária (PAE), para empregados em condições de se aposentar ou já aposentados pelo INSS. A meta da companhia é a adesão de 2.500 servidores. Um segundo plano deverá ser aberto até o início do próximo ano, voltado para o pessoal administrativo, com meta de adesão de 2.700 funcionários.

A Petrobrás foi a empresa que mais reduziu seu quadro de funcionários, com a adesão de 15 mil empregados aos dois programas de PDV da empresa, superando com folga a meta de 12 mil. Com isso, a estatal, que é a quarta maior em número de servidores, reduziu o correspondente a 30% dos funcionários que tem hoje, 49.385 segundo o Planejamento. Em 2014, esse número chegava a quase 57 mil.

“Com os dois programas, a Petrobrás prevê um retorno financeiro de R$ 18,9 bilhões até 2021 frente a um investimento de R$ 3,7 bilhões”, respondeu a companhia. Por lei, a Petrobrás não precisa de autorização do Ministério do Planejamento para lançar PDVs.

Segunda estatal em número de servidores, o Banco do Brasil também foi o segundo que mais diminuiu o tamanho de seu corpo funcional. Foram 14.285 trabalhadores desligados em dois programas autorizados em 2015 e 2016, número que corresponde a 89% do público-alvo. O enxugamento representa 14% do total de funcionários do banco hoje.

A Caixa desligou 9.749 servidores em dois PDVs, 62% da meta. O número corresponde a 10% do efetivo atual da caixa. O segundo PDV, no entanto, só foi aberto neste mês e vai até agosto. O banco estatal espera a adesão de 5.480 funcionários.

Os Correios, empresa que tem a maior folha de pagamentos, tiveram a adesão cerca de 6 mil funcionários, de uma meta de 8.200 (74%). O total representa pouco mais de 5% do quadro da empresa. A empresa abriu um Plano de Desligamento Incentivado (PDI) em fevereiro de 2017. Depois, o período de adesão foi reaberto por duas vezes, em maio e junho.

Porcentualmente, a Infraero foi a estatal com maior número de desligados. Foram 2.646, acima da meta de 2.218 (119%). Já o programa do BB Tecnologia teve o pior desempenho, com a adesão de apenas 11 servidores ante a meta de 108 (10%).

Os benefícios para quem aderir aos programas de desligamentos voluntários variam de acordo com a empresa. São oferecidas desde vantagens como o adiantamento de remunerações e pagamentos de indenizações por até 35 anos até valores em dinheiro. Também são dados outros benefícios como manutenção do plano de saúde.

Enxugamento. De acordo com o último Boletim das Empresas Estatais Federais, divulgado pelo Planejamento no fim de junho com dados do primeiro trimestre, o número de funcionários nessas empresas caiu 5% desde 2015. Foram reduzidos 3% dos empregados com mais de 56 anos e 5% daqueles com mais de 26 anos de empresa. “Essa redução decorreu, em sua quase totalidade, de programas de desligamento voluntário que visam adequar a força de trabalho à estratégia empresarial”, afirma o texto.

Atualmente, o País tem 151 empresas estatais, sendo 48 com controle direto da União e 18 dependentes do reforço orçamentário do Tesouro Nacional.

Fonte: Jornal O Estado de S.Paulo

Coluna do Aposentado: BB e Caixa vão informar listas com devolução

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O Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal ficarão responsáveis por encaminhar aos tribunais regionais federais de todo o país as listagens com nomes das pessoas, entre elas aposentados e pensionistas do INSS, que ganharam ações judiciais há mais de dois anos e tiveram precatórios e Requisições de Pequeno Valor (RPVs) cancelados por não terem sacado os valores neste período nas agências das instituições financeiras. Os bancos terão que informar ainda os valores cancelados pela Lei 13.463/2017, que determinou a devolução para a União dos recursos que estão nas contas bancárias.

Precatórios são requisições de pagamento de dívidas de ações superiores a 60 salários mínimos (R$56.220). As RPVs quitam processos limitados a 60 mínimos de concessões e revisões de aposentadorias e pensões do INSS, entre outros.

Somente nos estados do Rio e do Espírito Santo, abrangidos pelo Tribunal Regional Federal da 2ª região, cerca de R$ 1,3 bilhão não foi sacado por 77,6 mil pessoas que ganharam processos judiciais contra a União há mais de dois anos. Em todo o país, são R$ 8,6 bilhões cancelados que beneficiam 493 mil pessoas.

Após ser aprovada pelo Congresso, a nova legislação foi sancionada em 6 de julho pelo presidente da República em exercício, senador Eunício Oliveira (PMDB-CE), e entrou em vigor no dia seguinte.

A decisão que determinou que o cumprimento da lei é de responsabilidade dos bancos foi tomada pelo Grupo de Precatórios do Conselho da Justiça Federal. O juiz federal Miguel Ângelo Lopes, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (Brasília), coordenou a reunião feita por meio de videoconferência.

Um novo encontro está marcado para 8 e 9 de agosto, desta vez com a presença dos juízes, na capital federal. Serão definidos os procedimentos que deverão ser adotados pelos tribunais para emissão das novas requisições de pagamento de quem teve os recursos retomados pela União e solicitou uma nova emissão de pagamento.

Segundo fonte da coluna, as instituições financeiras vão encaminhar aos tribunais também as listagens dos valores cancelados, referentes a cada jurisdicionado. As cortes darão publicidade às listas nos seus sites na internet e informarão aos respectivos juízos de primeiro grau, para emissão de novas requisições de pagamento, havendo interesse das partes. Será respeitada a ordem cronológica da expedição de novas requisições, bem como os valores que serão pagos estarão corrigidos desde a data do primeiro depósito.

VALOR MÉDIO

Levantamento feito pelo Tribunal Regional Federal da 2ª Região a pedido do DIA, mostra que as contas nos bancos têm valores médios de R$16 mil depositados. Segundo a Divisão de Precatórios do tribunal, a maior parte dos recursos foi liberada há menos de seis anos. Mas existem casos em que o juiz bateu o martelo há mais de dez anos e o beneficiário não retirou o dinheiro.

NOVO PEDIDO

O Ministério do Planejamento garante, no entanto, que não haverá perda de direitos de quem não retirou o dinheiro após a lei entrar em vigor. Segundo a pasta, se o precatório for cancelado, o beneficiário vai poder requerer um novo, voltando para o mesmo lugar na fila em que estava. O tribunal terá que informar que houve o cancelamento para que segurado possa fazer o pedido de novo.

Fonte: Jornal O Dia

Cão-guia vira funcionário do BB e ganha crachá

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O escriturário de uma agência do Banco do Brasil, Thiago Figueiredo conta com a ajuda de uma “funcionária” especial para as funções do dia a dia. Thiago é deficiente visual e, há três meses, é assessorado pela golden retriever Mellie – um cão-guia de 1 ano e 9 meses que tem dupla jornada de trabalho.

Pela simpatia e pelo bom desempenho no trabalho, o animal recebeu uniforme e até crachá, que ela carrega junto à guia. Na identificação, uma foto e o nome estampados. Mellie acompanha o dono em todos os momentos no banco.

De acordo com Thiago, durante o expediente, a companheira leva o trabalho a sério. “Quando está com a guia, ela fica muito compenetrada e sabe que está em ‘serviço’.”

Na agência, a cachorrinha ganhou um espaço só pra ela. “Eu coloquei um colchonete ao lado da minha mesa de trabalho, ela deita e fica lá, tranquilona. Tem até um ossinho”.

Nos intervalos, os dois saem para uma caminhada – e o dono já sabe identificar os sinais de que está na hora da Mellie fazer as necessidades, de duas a quatro vezes por dia. Por ser cão-guia para pessoas cegas, o animal é treinado para respeitar comandos de voz e evitar situações de perigo. “Ela me desvia de todos os obstáculos, buracos, placas e pessoas”, explica.

No caso do Thiago e da Mellie, os comandos são emitidos em inglês porque a golden retriever foi treinada nos Estados Unidos. A escolha de procurar um animal fora do país, segundo o escriturário, foi tomada após aguardar por 10 anos na fila de espera de instituições brasileiras e, mesmo após este tempo, não ter previsão para receber a doação.

De acordo com Thiago, a instituição americana treina em média 160 animais por ano. No Distrito Federal, segundo os dados repassados pela Associação Brasiliense de Ações Humanitárias (ABA), em 11 anos, 49 animais foram entregues a pessoas com deficiência visual.

Fonte: 24 Horas Newscao-guia-vira-funcionario-do-bb-e-ganha-cracha

Site falso do BB é quase convincente para roubar seus dados

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Uma nova página falsa do Banco do Brasil é usada para roubar dados de clientes do banco. O endereço do site é atualizarconta.com e ele pede preenchimento de dados bancários e até mesmo o IMEI (número de identificação único) do seu celular.

O golpe é enviado por SMS e pode até convencer os desatentos de sua autenticidade.

Porém, se olharmos a página com atenção, facilmente notamos que ela não é verdadeira. No rodapé, há a seguinte mensagem–em linguagem coloquial e inadequada–ao lado do ícone de telefone: “Ligue pra nóis”(sic).

A página oficial do Banco do Brasil fica no endereço web http://www.bb.com.br e não contém erros de português em sua interface.

O domínio falso está vinculado a um indivíduo chamado Roberto Rubens, no Rio de Janeiro.

A EXAME.com, o BB informou que não liga ou envia mensagens ou links pedindo senhas dos clientes. O banco também orienta a não informar senhas ou números de cartões em ligações ou links recebidos de páginas que seriam da instituição. Casos semelhantes podem ser reportados por e-mail em abuse@bb.com.br.

“O BB envia SMS exclusivamente pelo 4004-0001 e jamais solicita senhas. O Banco também disponibiliza aos clientes orientações sobre comportamento seguro que estão disponíveis na sua página www.bbseguranca.com.br, e também nas fanpages do Banco do Brasil nas Redes Sociais – Facebook, Youtube e Instagram.

Ao tomar conhecimento das mensagens, o Banco denuncia os sites que são utilizados com a finalidade criminosa, para que sejam bloqueados e o conteúdo retirado do ar”, informou o banco, em nota.

Fonte: Diário Online

Bancos devem perder quase US$ 5 trilhões em receitas nos próximos anos

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Segundo levantamento feito pelo Goldman Sachs, US$ 4,7 trilhões de dólares em receita podem sair das mãos dos bancos e migrar para as fintechs.

O mesmo estudo identificou ainda que 33% dos jovens de geração Y acreditam que não vão precisar de um banco em cinco anos e metade diz acreditar que os serviços financeiros que vão consumir serão prestados por startups.

O sistema financeiro mundial está passando por uma transformação motivada por uma onda de empreendedores de empresas tecnológicas, que enxergaram nas necessidades dos clientes insatisfeitos uma gigantesca oportunidade.

Esse tema tão importante será debatido durante a maior conferência sobre fintechs já feita no Brasil, que acontece no dia 15 de agosto, em São Paulo. Os fundadores de empresas como Nubank, Guia Bolso e Banco Neon estarão por lá para falar sobre essa revolução.

A prova maior de que esse movimento tem uma força gigantesca veio no início do ano passado, quando o Lending Club, uma espécie de “Uber dos Empréstimos” que conecta quem tem dinheiro a quem precisa de dinheiro, fez a maior oferta pública inicial de ações do segmento da tecnologia. Captou US$ 800 milhões e alcançou valor de mercado de US$ 8,5 bilhões, ficando na 15ª posição entre 835 instituições financeiras americanas.

Uma façanha que incomoda menos pelas cifras e mais pelo sinal que traz ao mercado. Se os investidores estão apostando alto nas fintechs é porque elas conseguiram antecipar o futuro, seduzindo a geração que tira o sono dos banqueiros: jovens entre 18 e 34 anos de idade não parecem nem um pouco dispostos a enfrentar a burocracia e as regras do sistema financeiro tradicional.

O fenômeno é tão impactante que 6% das empresas de base tecnológica que nascem no Brasil são voltadas para o segmento financeiro. Destaque para os serviços de pagamentos, gestão financeira, empréstimos, financiamentos, bitcoin e seguros.

O que resume o momento do mercado pode ser atribuído a uma frase de Bill Gates: “nós precisamos de serviços financeiros, mas não de bancos”.

Para saber mais sobre a conferência de fintechs, acesse o site www.fintouch.com.br. Serão mais de 1000 pessoas e pelo menos 60 fintechs expondo seus produtos, além de palestras, workshops e debates.

Portal StartSE

Crescem contratos de antecipação de 13º salário e de restituição de IRPF pelo celular

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O crédito para antecipação de restituição de Imposto de Renda e para antecipação de 13° salário têm crescido de forma notável pelo aplicativo do BB. No primeiro caso, a evolução já chega a 120% na comparação com 2016. Já para antecipação de 13° salário, o crescimento é de 50%. Com isso, o canal se mostra como um importante complemento à atuação da rede BB.

Mais de R$ 400 milhões em antecipação de IRPF

Desde o início de março, quando a linha de antecipação de restituição de Imposto de Rende Pessoa Física (IRPF) foi reaberta, já foram contratadas 169 mil operações, num total de R$ 408 milhões. A média é de R$ 2,4 mil por operação. As operações via mobile representam 13% em volume, num total de R$ 55 milhões e crescimento aproximado de 120% em relação ano passado. É possível antecipar até 100% do valor do crédito a ser restituído, limitado a R$ 20 mil, com taxas de juros a partir de 2,11% a.m, até 4,18%.

O pagamento é realizado somente na data do crédito da restituição ou no vencimento do contrato, que será no dia 15 de janeiro de 2018, o que ocorrer primeiro. As contratações podem ocorrer, até o dia 30 de setembro, via Aplicativo BB para celulares e tablets, via internet e também nos terminais de autoatendimento, na Central de Atendimento BB e nas agências do Banco em todo o país por correntistas com limite de crédito aprovado e que tenham indicado o Banco do Brasil para recebimento da restituição.

R$ 1,3 bi em antecipação de 13° salário no BB

Em 2017, mais de 660 mil clientes contrataram R$ 1,3 bilhão em antecipação de 13° salário, linha que o BB ofertada, de forma ininterrupta, durante o ano todo, para clientes que recebem salário pelo BB. O limite máximo é de R$ 20 mil por operação e as taxas variam de acordo com o perfil de relacionamento do cliente com o Banco e do convênio firmado com o empregador.

Crédito responsável

As linhas de antecipação são boas alternativas para amortizar dívidas com taxas de juros maiores sem impacto no orçamento mensal do cliente. Em média, 65% dos clientes que contratam linhas de antecipação utilizam o crédito para quitar ou amortizar compromissos financeiros com taxas de juros maiores, a exemplo do cheque especial ou rotativo do cartão de crédito.

Fonte: Banco do Brasil

BB anuncia queda nos juros para financiamento da próxima safra

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O Plano Safra 2017/2018 foi apresentado pelo gerente da agência de Jales do Banco do Brasil, Marcelo de Freitas Silva para um grupo de convidados na sede da AABB. Ele destacou que este ano o banco tem mais de R$ 103 bilhões de recursos para investir na agricultura e pecuária, sendo que a novidade é a redução nas taxas de juros.

Para a agricultura familiar o juro continua na casa de 2,5% ao ano para algumas culturas, sendo que o normal é 5,5%, mas para o médio agricultor caiu de 8,5% para 7,5% tanto para custeio quanto para investimento e para os grandes caiu de 9,5% para 8,5%.

No caso da agricultura familiar, uma novidade é a aquisição de bezerros que pode ser feita para recria e engorda com prazo de pagamento para dois anos direto.

O Inovagro – Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica na Produção Agropecuária teve uma queda maior no juro anual que foi reduzido de 8,5% para 6,5%. Para o ABC – Agricultura de Baixo Carbono, o juro também caiu, passando de 9% para 8%.

A queda nos juros, ao contrário dos anos anteriores que vinha aumentando, já era esperada pelos agricultores e pecuaristas que aguardavam essa redução para incrementarem sua produção, como afirmou o gerente.

O Banco do Brasil informa que dos R$ 103 bilhões, R$ 11,5 bilhões serão destinados para as empresas da cadeia do agronegócio e R$ 91,5 bilhões em crédito rural aos produtores e cooperativas. Do montante, R$ 72,1 bilhões serão direcionados para operações de custeio e comercialização e R$ 19,4 bilhões para créditos de investimento agropecuário.

Fonte: Jornal de Jales

O BB é uma opção à Caixa no financiamento mais barato de imóvel?

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Segundo analistas, não. Uma da razões é porque o BB oferece crédito imobiliário há não muito tempo, e ainda está criando processos mais eficientes para crescer no segmento. O banco começou a atuar no segmento em 2008, e foi em 2014 que ocupou o posto do segundo banco que mais financia imóveis no país.

Subsidiada com recursos do FGTS, a linha Pró-Cotista é hoje a mais acessível do mercado para quem quer financiar um imóvel e não se enquadra nas regras do programa Minha Casa Minha Vida. O problema é que os recursos para este ano já se esgotaram na Caixa. Além do banco, apenas o BB oferece o crédito.

Mas se há uma alta demanda pelo crédito na Caixa, que empresta mais dinheiro no segmento, por que ele ainda não se esgotou no Banco do Brasil? Quem busca o crédito no BB encontra a mesma facilidade para tomar o crédito que na Caixa?

Segundo analistas, não. Uma da razões é porque o BB oferece crédito imobiliário há não muito tempo, e ainda está criando processos mais eficientes para crescer no segmento. O banco começou a atuar no segmento em 2008, e foi em 2014 que ocupou o posto do segundo banco que mais financia imóveis no país.

Neste período, o banco prepara o terreno para oferecer cada vez mais crédito para imóveis, mas isso, naturalmente, está acontecendo em uma escala muito menor do que a da Caixa, inclusive na Pró-Cotista.

Nos últimos 12 meses, o BB afirma que teve um crescimento de 70% na concessão de crédito na linha Pró-Cotista, que atingiu 2,5 bilhões de reais. Mas na Caixa, em 2016, os valores financiados pela Pró-Cotista somaram 5,5 bilhões de reais. Para este ano, o objetivo da Caixa é financiar 6,1 bilhões de reais na linha.

De acordo com Luis Miguel Santacreu, analista do setor bancário da Austin Rating, o Banco do Brasil tem uma postura mais cautelosa ao oferecer crédito imobiliário. “O BB tem recursos, mas não tem a mesma equipe e histórico da Caixa. Precisou desenvolver uma política para um segmento relativamente novo no banco. O BB não é pequeno, e o crédito imobiliário demanda uma análise mais detalhada”.

Até que essa política seja plenamente desenvolvida, o banco pode ser mais lento ao emprestar dinheiro no segmento, diz o especialista em crédito Marcelo Prata.

Ter capital aberto na bolsa de valores também faz com que o BB tenha uma gestão mais cautelosa, apesar de ainda ser influenciado por questões políticas por ser um banco estatal, diz Santacreu. “Ele se aproxima mais dos bancos privados. Tem, como qualquer outro, temor com relação Av um aumento brusco da inadimplência e o efeito que isso poderia causar no preço das suas ações”.

Por conta disso, a análise de crédito do banco se assemelha ao de bancos privados, inclusive na composição de renda. Há mais exigências para comprovação de renda de profissionais autônomos e freelancers, por exemplo.

Com taxas a partir de 7,85% ao ano, a linha Pró-Cotista financia imóveis novos de até 1,5 milhão de reais e usados de até 950 mil reais em Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal, e de até 800 mil reais nos demais estados. A exigência é que o tomador do crédito tenha no mínimo três anos de trabalho sob o regime do FGTS, na mesma empresa ou em empresas diferentes, consecutivos ou não. Também é necessário ter contrato de trabalho ativo sob o regime do FGTS ou saldo em conta do fundo, na data de concessão do financiamento, correspondente a, no mínimo, 10% do valor do imóvel.

A taxa da Pró-Cotista no BB é mais cara do que a oferecida pela Caixa: começa em 9% ao ano. Mas ainda é inferior à mínima oferecida em outras linhas de crédito imobiliário, de 9,99% ao ano.

Recursos foram divididos de acordo com representatividade dos bancos

De acordo com o Ministério das Cidades, os recursos do FGTS foram divididos entre Caixa e BB de acordo com a representatividade dos bancos no mercado. Como a Caixa detém 70% do crédito oferecido no segmento, obteve, consequentemente, mais recursos subsidiados.

Ou seja, a Caixa recebeu um crédito maior do que o BB e já conseguiu esgotar todos os recursos, enquanto o banco continua oferecendo a linha.

Apesar de não haver regulamentação que imponha meta anual de contratação de financiamentos com recursos do FGTS, o Ministério das Cidades pode remanejar os recursos alocados, e não utilizados, em favor de agentes financeiros que demonstrarem melhores resultados na sua aplicação, conforme explica, em nota. Ou seja, o BB não pode deixar os recursos parados, sob pena de perdê-los. Mas tem a liberdade de selecionar mais para quem realiza os empréstimos.

Clientes são prioridade no crédito do BB

Apesar de mais cauteloso, o Banco do Brasil quer aproveitar a oportunidade de ser a única alternativa para quem quer pagar juros menores no financiamento do imóvel. A ideia é começar a oferecer a Pró-Cotista de forma mais ativa.

Contudo, a prioridade, diz o banco, serão seus clientes. Recentemente, o BB diz ter identificado 524 mil clientes com potencial de utilização imediata da linha Pró-Cotista.

O argumento do banco ao utilizar esta estratégia é de que busca fidelizar clientes e ter mais rentabilidade no longo prazo. Para Santacreu, essa decisão faz sentido. “Em um ambiente econômico ainda recessivo, conhecer melhor o tomador de crédito minimiza riscos. E o banco tem uma carteira grande de clientes, inclusive de servidores públicos, que têm maior estabilidade no emprego e oferecem menos riscos em um financiamento de longo prazo”.
Questionado se o processo de liberação do crédito no banco é mais demorado, o BB aponta que vem conseguindo melhorar os prazos. Hoje, 60% dos contratos saem em até 20 dias, diz o banco, graças ao apoio de especialistas dedicados à assessoria aos clientes.

O banco também vem desenvolvendo ferramentas no celular e pela internet para que o tomador possa acompanhar a solicitação do crédito como forma de agilizar a regularização de documentações, quando for necessário.

O BB lançou ainda recentemente o site Balcão de Imóveis, onde o cliente pode encontrar um imóvel pronto ou na planta com condições diferenciadas, simular seu financiamento e acompanhar o processo pela internet.

Desde o mês passado, o Banco do Brasil já testa seu aplicativo para originar operações de crédito imobiliário. O app permitirá solicitar o contato para apresentação de proposta.

Nesta primeira fase, é possível apenas simular o crédito pelo celular. Mas a expectativa é de que até o final do ano já seja possível realizar todo o procedimento de acolhimento de propostas e envio de documentação pelo aplicativo, o que também deve agilizar o processo de liberação do dinheiro.

Fonte: Portal Exame

Educação financeira para crianças, com pegada divertida

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Nunca é cedo demais para aprender a cuidar do seu bolso. E, se a educação financeira envolver teatrinho, histórias curiosas e interações divertidas – tudo de graça -, por que não aproveitar as férias?

O Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) Rio vai, este fim de semana e o próximo, apresentar o universo das finanças aos pequenos. A educação financeira será abordada de forma lúdica, com o objetivo de aproximar a criançada de ferramentas e conceitos que ajudam a conquistar independência e sonhos na vida adulta. História do dinheiro, valor das trocas, abordagens sobre matemática e circulação monetária são alguns dos assuntos que compõem as quatro oficinas oferecidas pelo CCBB Educativo, para aproximar o universo infantil do sistema econômico que regula o mundo.

O gerente de Programação do CCBB Rio, Danon Lacerda, conta que a Galeria de Valores, que conta a história das moedas, estimulou a criação de um programa educativo voltado para as finanças.

— Fomos impulsionados também pelo momento em que o Brasil vive – conta Lacerda, referindo-se à crise econômica. — É um pontapé inicial. A ideia é que as atividades de educação financeira passem a integrar nossa programação permanente.

Ele ressalta que, nos fins de semana e nas férias de julho, a maior parte do público é de famílias. E aposta no sucesso das atividades:

— As filas para o Anima Mundi estão enormes, e as famílias buscam atividades entre um filme e outro.

As atividades são:

Livros e Equações – uma seleção de histórias, formatos de livros e ilustrações que oferecem diferentes abordagens sobre matemática, educação financeira e a história do dinheiro.

Contação de Histórias e Valores – bonecos e muita imaginação unem a tradicional arte de narração oral a contos autorais e da cultura popular, trazendo um repertório que aborda a circulação de dinheiro e o valor das trocas.

Visita Teatralizada – um personagem com figurino do início do século XX atenta a percepção para as ideias de outro tempo.

Dicas de Educação Financeira – oferece estratégias para facilitar a interação entre mundo adulto e infantil, com a participação de convidados.

A programação é gratuita, às 14h, 15h e 16h, este sábado e domingo, e nos dias 29 e 30.

Fonte: Portal O Globo