Acordo entre governo e BB vai facilitar o crédito para MPEs do DF

Publicado em: 30/11/2017

O governo de Brasília e o Banco do Brasil assinaram nesta terça-feira (28) termo de cooperação técnica para facilitar o acesso ao crédito a participantes dos programas Pequenos Reparos e Simplifica PJ.

“Essa é uma forma de fortalecer o microcrédito no DF, que já funciona com o Prospera”, disse o governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg. As duas primeiras cartas de crédito da iniciativa foram entregues na cerimônia.

A assinatura do documento fez parte da abertura do 8º Fomenta Nacional — oportunidades para as micro e pequenas empresas nas compras governamentais.

Promovida pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), a iniciativa tem o objetivo de aproximar os pequenos negócios de compradores públicos. De acordo com a organização, está prevista a participação de 18 unidades da Federação.

“Fizemos questão de trazer este evento, que é nacional, para Brasília pelas iniciativas do governo do DF no que diz respeito a essas contratações”, disse o presidente do Sebrae nacional, Guilherme Afif Domingos.

Segundo ele, os participantes do Fomenta vão poder tirar do DF exemplos a serem seguidos em todo o País, além de sensibilizar os gestores públicos para as boas práticas.

O evento foi idealizado em 2008 e ocorre a cada dois anos. Na programação, que segue até quarta (29), há palestras, painéis, oficinas, seminários temáticos e internacionais e apresentações de casos de sucesso.

Incentivos aos micros e pequenos empreendedores no DF

O projeto Pequenos Reparos está sendo desenvolvido primeiramente em São Sebastião. Com ele, 26 escolas da região podem contratar pessoas da comunidade, como pedreiros e vidraceiros, para fazer pequenos serviços.

São cerca de 200 pais e responsáveis pelos alunos inscritos na lista de prestadores de serviço local.

Ao tomar conhecimento do projeto, Afif Domingos elogiou a iniciativa. “Isso é absolutamente inovador, não existe nada parecido no restante do País.”

Rollemberg também citou a criação do licenciamento simplificado para a abertura de empresas de baixo impacto, o Simplifica PJ. “Conseguimos concluir esse processo em 4,7 dias, a melhor média do País.”

No evento desta manhã, o chefe do Executivo local também destacou ações do governo que têm o objetivo de fomentar o empreendedorismo dos micros e pequenos empresários no DF. “Cerca de 70% dos nossos pregões já têm regras especiais para atender esse público”, destacou.

“Por seis meses seguidos tivemos indicadores positivos de retomada da nossa economia, com criação de empregos, e não tenho a menor dúvida de que grande parte do sucesso desse esforço é em função do trabalho dos empreendedores, microempreendedores individuais e dos micro e pequenos empresários da nossa cidade”, concluiu Rollemberg.

Fonte: Agência Brasília

BB amplia sistema de atendimento telefônico automático para mil agências

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Clientes de 1 mil agências do Banco do Brasil (das cerca de 5 mil agências, segundo dados publicados pela revista Exame em 2016) devem estar sentindo algumas diferenças ao ligar para os seus gerentes. A primeira delas é que o atendimento no número convencional informa que é preciso refazer a ligação para uma central telefônica; e a segunda, talvez a mais significativa, é que esta ligação não será prontamente atendida pelo gerente.
Banco do Brasil promove maratona de tecnologia

Em implantação desde 2014, quando foi desenvolvido um piloto, o Projeto Atendimento Telefônico das Agências (ATA) iniciou a expansão em 2015 e atingiu 1000 dependências do banco agora em 2017. Segundo o Banco, o objetivo é melhorar a satisfação dos clientes com o atendimento telefônico prestado pelas agências.

Assim, o sistema telefônico das agências vem sendo integrado ao sistema corporativo que gerencia os contatos de clientes, registrando todas as ligações automaticamente e permitindo o gerenciamento de retornos e acompanhamento pelos funcionários da agência.

A assessoria de imprensa do BB informa que a tecnologia digital da Central de Atendimento BB (CABB) com atendimento baseado em nuvem, possibilita que, na indisponibilidade da equipe na agência, o cliente possa optar por ser atendido por funcionários do Banco na CABB. “Nesse sistema as chamadas são integralmente gravadas e é disponibilizado ao cliente horário estendido de atendimento”, informa o Banco em entrevista feita por email.

Questionado sobre a urgência, a assessoria de imprensa informou que “a cada ligação, o sistema corporativo que faz o gerenciamento de contatos dos clientes realiza uma anotação que, vinculada ao cadastro do cliente, indica ao gerente responsável quem ligou, data e horário, permitindo gerenciar essa fila de demandas”.

Outra possibilidade é contar com o atendimento pelos funcionários na CABB, “que passaram por capacitação e revisão de acessos para resolver diversas demandas. Assim, a urgência está na decisão do cliente sobre a preferência de atendimento”.

Os retornos também passam por um crivo de análise personalizada e de acordo com o interesse do gerente, segundo a assessoria de imprensa. “O sistema permite realizar esse acompanhamento sim, e o gerente de acordo com o conhecimento que tem de seu cliente, gerencia os retornos”, informa.

O Banco do Brasil garante que o objetivo do novo sistema de atendimento telefônico não é ampliar o distanciamento cliente/gerente. Ao contrário, afirma que a proposta do modelo, com a entrega das ligações na mesa do gerente/assistente, que possuem a prioridade de atendimento. Por outro lado, proporciona ao cliente ampliar a equipe de atendimento com a integração à CABB.

Há um ano (em novembro de 2016), o Banco do Brasil anunciou o fechamento de 402 agências; 379 foram transformadas em postos de atendimento; e 31 superintendências em diversos municípios foram encerradas. Com a reorganização, 222 agências foram fechadas apenas no Estado de São Paulo.

Fonte: IP News

Dinheiro do bunker de Geddel foi distribuído por agências do BB, diz PF

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A Polícia Federal concluiu o inquérito que investiga a origem dos R$ 51 milhões encontrados em um apartamento emprestado ao ex-ministro Geddel Vieira Lima, em Salvador. De acordo com a PF, Geddel e o deputado Lúcio Vieira Lima praticaram os crimes de lavagem de dinheiro e associação criminosa.

A investigação, que usou documentos do Banco Central, aponta que as notas encontradas no imóvel foram distribuídas a partir de agências do Banco do Brasil na cidade de São Paulo, entre 2012 e 2015.

Além de Geddel e Lúcio, também são investigados o deputado Job Ribeiro, Gustavo Ferraz e Marluce Vieira Lima, mãe de Geddel e Lúcio. A PF aponta que o dinheiro tem origem em recursos desviados da Caixa Econômica Federal enquanto Geddel era vice-presidente de Pessoas Jurídicas do banco, de apropriação indevida de recursos da Câmara dos Deputados por meio de desvios de salários de Secretários Parlamentares e de caixa 2 em campanhas eleitorais.

Os policiais destacam que um parte do dinheiro chegou a ser armazenado na casa de Marluce Vieira Lima, mãe de Geddel e de Cunha. Depois o montante foi levado em malas para o apartamento onde os malotes fora encontrados na capital baiana.

O ex-assessor Job Ribeiro, que estava em prisão domiciliar, teve a pena revertida pelo ministro Edson Fachin, relator da Lava-Jato no STF. Ele apresentou ao Supremo documentos que provam que ele entregava 80% do salário para Lúcio e Geddel. Ele está negociando um acordo de delação premiada com o Ministério Público.
Sumiço das malas

Em um documento enviado ao STF, um escrivão da Polícia Federal, lotado em Brasília, afirma que na capital federal chegaram apenas sete das nove malas apreendidas no apartamento de Salvador. No entanto, o documento ainda cita dois malotes recebidos pela PF no DF.

Uma fonte ligada à PF informou ao Correio que o dinheiro apreendido não sofreu nenhuma perda, e que apenas as malas não foram encaminhadas para Brasília. Em nota, a PF confirma que não houve alterações nos valores recolhidos no apartamento, e diz que as malas apontadas como desaparecidas estão na Bahia.

Fonte: Correio Braziliense

Incriminado por publicitário, ex-presidente do BB se cala diante de Moro

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O ex-presidente do Banco do Brasil e da Petrobras Aldemir Bendine ficou em silêncio em seu interrogatório como réu diante do juiz federal Sergio Moro, nesta quarta-feira. O silêncio de Bendine foi orientado por seu advogado, Alberto Zacharias Toron, depois do depoimento do publicitário pernambucano André Gustavo Vieira da Silva, que alterou a versão dada à Polícia Federal ao longo da investigação e admitiu que intermediou o pagamento de 3 milhões de reais em propina da Odebrecht ao ex-presidente das estatais.

“Eu estava ansioso, depois desse pesadelo de quase sete meses, ter a oportunidade de pela primeira vez me manifestar, entretanto estou percebendo que estou sendo vítima de um grande complô, uma série de mentiras de pessoas que criam mentiras para comprar a liberdade”, justificou Aldemir Bendine a Sergio Moro. Alvo da 42ª fase da Operação Lava Jato, ele está preso desde julho, assim como Vieira da Silva.

O publicitário foi o primeiro a ser ouvido por Moro na sessão de hoje. Ele confirmou os depoimentos do empreiteiro Marcelo Odebrecht e do ex-executivo da Odebrecht Ambiental Fernando Reis, ambos delatores, segundo os quais Bendine pediu 17 milhões de reais em propina, valor equivalente a 1% de um contrato de 1,7 bilhão de reais para rolagem de uma dívida da Odebrecht Agroindustrial com o Banco do Brasil, alinhavado durante sua gestão.

Segundo André Gustavo Vieira da Silva, a empreiteira concordou em fazer o pagamento depois de uma reunião entre ele, Aldemir Bendine, Reis e Odebrecht na casa do publicitário, em Brasília, em maio de 2015. Antes do encontro, Vieira da Silva orientou Bendine a mencionar um assunto que sinalizaria aos executivos da empreiteira que o pedido de propina partia, de fato, dele.

O empresário relatou a Moro que então combinou com Fernando Reis, inicialmente, que fossem pagos 3 milhões de reais, divididos em três parcelas de 1 milhão de reais, entre junho e julho de 2015. O dinheiro teria sido coletado das mãos de um funcionário do setor de propinas da empreiteira por um taxista de sua confiança, Marcelo Casemiro, mediante a apresentação das senhas “oceano”, “lagoa” e “rio”. O valor foi levado a um flat na Vila Mariana, Zona Sul de São Paulo, alugado por Antônio Carlos Vieira da Silva, irmão de André Gustavo.

Fonte: Veja

Justiça mantém 6 mil nomeados sem concurso para nível superior no BB

Publicado em: 23/11/2017

A Justiça decidiu manter no cargo 6 mil escriturários nomeados, sem concurso específico para os postos de nível superior no Banco do Brasil, e deu à instituição o prazo de dois anos para que as novas ocupações sejam preenchidas por certame público.

Nesta quarta-feira (22), o Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região decidiu a favor dos escriturários, após análise de pedido do Ministério Público do Trabalho (MPT), que alegava a inconstitucionalidade das nomeações sem a realização de concurso para o cargo.

Apesar de reconhecer a ilegalidade dos atos de nomeação, o TRT priorizou a segurança jurídica, a continuidade das atividades e os fatos jurídicos já consumados para apresentar sua decisão e protegeu juridicamente os escriturários que estão em atividade. Antes da decisão desta quarta, o MPT havia ganhado o processo em primeira instância.

“A decisão prestigiou o ordenamento jurídico constitucional que exige a realização do concurso público para o preenchimento de cargos, mas de igual forma preservou as situações fáticas já consolidadas, resguardando a segurança jurídica dos atuais empregados do Banco, do próprio Banco do Brasil e da sociedade brasileira como um todo”, explicou o advogado Ronaldo Tolentino, que representou o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil no julgamento.

Fonte: Portal G1

BB cria Unidade de Comércio Exterior para fortalecer atuação no setor

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O Banco do Brasil anuncia a criação de sua Unidade de Comércio Exterior, com o objetivo de aproveitar a experiência no segmento para incrementar negócios e serviços de assessoria às empresas que atuam no mercado internacional.

Na avaliação do BB, a retomada do crescimento econômico passa pelo comércio exterior. E, com a tradição que tem na área, o Banco do Brasil é uma peça importante para fortalecer as empresas brasileiras e estimular as relações comerciais com outros países. Isso contribui para gerar maior dinamismo para toda a economia brasileira e oportunidades negociais.

“Historicamente, sempre tivemos a vocação do comércio exterior. Estamos dando foco ainda maior para esta nossa vocação e avançando no apoio ao setor produtivo, num momento importante para retomada da economia”, afirma o presidente Paulo Caffarelli.

Para comandar a Unidade de Comércio Exterior, foi nomeado Thompson Cesar, que anteriormente ocupava o cargo de superintendente Private Banking do BB e também já foi gerente geral no exterior. O executivo é formado em economia, com especialização em gestão empresarial.

A criação da nova área não representa custos adicionais ao BB. A área será composta por remanejamentos internos.

A Unidade ficará responsável pelas estratégias de negócios internacionais, pelas soluções de produtos e serviços de câmbio e pela consultoria a importadores e exportadores. Também fará a gestão de toda a rede externa de agências do Banco do Brasil.

Fonte: Banco do Brasil

Previ Itinerante leva mais informação aos funcionários do BB pelo país

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Um dos principais objetivos do PREVI Itinerante é desenvolver a cultura previdenciária do participante e incentivá-lo a conhecer melhor seu plano, seja ele o PREVI Futuro ou o Plano 1. Por meio desta iniciativa, a PREVI pretende se aproximar dos associados, levando atendimento e informação sobre cada um dos planos onde o associado está. O PREVI Itinerante é uma das ações que fazem parte do objetivo estratégico da Entidade de “fortalecer o relacionamento com o associado com soluções adequadas a cada perfil”.

Em 2017, o PREVI Itinerante esteve presente nas 15 cidades em que houve a apresentação de resultados. E foi além. Recentemente, esteve em Belo Horizonte e Brasília, exclusivamente para prestar atendimento e levar educação previdenciária aos participantes.

Entre os dias 23 e 27 de outubro, na capital mineira, a PREVI esteve no prédio da Gepes e nas sedes da rua Guarani e rua da Bahia. Foram realizados 309 atendimentos, sendo três deles de filiação ao PREVI Futuro. Também foram solicitadas adesões e elevações de cobertura à Capec, esclarecidas dúvidas sobre as contribuições e os benefícios dos planos, além de assinaturas do termo de autorização para alterações dos Perfis de Investimentos. A equipe da PREVI realizou ainda 13 palestras para 251 participantes sobre temas relacionados aos planos de benefícios da PREVI.

Em Brasília, o PREVI Itinerante esteve entre os dias 6 e 10 de novembro, no Edifício BB. Foram 442 atendimentos, com destaque para oito filiações ao PREVI Futuro e uma operação de reingresso ao plano. Na capital federal as principais solicitações também estavam relacionadas à Capec, Perfis de Investimento e benefícios dos planos. Em Brasília, foram feitas 14 palestras destinadas ao pessoal do PREVI Futuro, que totalizaram 525 ouvintes de diversas diretorias.

Aprendizado e oportunidade

As palestras do PREVI Itinerante servem para apresentar os planos de benefícios e auxiliar no planejamento previdenciário dos participantes. Algumas informações abordadas são muito importantes. Você fica sabendo, por exemplo, que:

– Na PREVI o que você investe tem rendimento imediato de 100%, já que o patrocinador contribui com o mesmo valor investido por você. E ainda há a possibilidade de contribuições adicionais, com paridade do BB ou exclusivas do associado.

– No PREVI Futuro, o valor da renda mensal de aposentadoria depende das contribuições e da capacidade de poupar do participante; do tempo de contribuição; e da rentabilidade dos investimentos. Ou seja, quanto maior o saldo de conta, maior poderá ser o valor do benefício. Portanto, quanto mais cedo você adquirir o hábito de planejar seu futuro, mais chance terá de garantir uma aposentadoria tranquila.

– No Plano 1, o valor do benefício de aposentadoria é calculado com base na média dos últimos 36 Salários de Participação anteriores ao mês de início do benefício, por isso é importante ficar atento a qualquer perda salarial nos meses anteriores à aposentadoria.

– Tanto no Plano 1 quanto no PREVI Futuro, além dos benefícios de aposentadoria, ainda são previstos o amparo em caso de invalidez e a extensão da proteção aos seus dependentes por meio do pagamento de pensão em caso de falecimento do associado.

– Os participantes do Plano 1 e do PREVI Futuro também podem contratar um plano de pecúlio da Capec; participar do Clube de Benefícios (inclusive seus dependentes), com desconto em diversos estabelecimentos comerciais; obter Empréstimo Simples e, a partir de 10 anos completos de filiação, usar o Financiamento Imobiliário, desde que possuam margem consignável.

– A PREVI oferece um serviço de Assessoria Previdenciária para auxiliar os participantes no seu planejamento previdenciário e na tomada de decisão para a aposentadoria. O serviço é agendado pelo Fale Conosco ou pela Central de Atendimento.

O PREVI Itinerante faz parte de uma série de ações que a entidade realiza para fortalecer sua relação com os associados. Outra dessas ações é o Boletim de Desempenho, um informativo mensal com o resultado do Plano 1 e do PREVI Futuro. Há ainda o APP PREVI, aplicativo para smartphones, disponível para Android e iOS, que apresenta informações importantes da PREVI no seu celular. A Entidade também promove eventos como a apresentação de resultados, e a publicação do Relatório Anual, com informações sobre estratégias, iniciativas, produtos, serviços, projetos, operações e negócios. Ao realizar todas essas ações, a PREVI reforça o seu compromisso com a transparência e continua cada vez mais comprometida com você, associado.

Fonte: Previ

Gustavo Franco defende venda de estatais para pagar dívidas

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O economista Gustavo Franco, ex-presidente do Banco Central e agora presidente da Fundação Novo defendeu neste sábado, 18, o uso de recursos obtidos com a venda de estatais federais para abater a dívida pública.

“Olhando a lista de empresas estatais, não me convenço que ali necessariamente tenha de ter todas aquelas empresas. Também não é o caso de vender todas no dia seguinte. Muitas tem de fechar, pois o contribuinte brasileiro não tem que sustentar essas iniciativas”, afirmou ele, que deixou o PSDB este ano e deve se dedicar à elaboração do programa de governo de João Amoêdo, fundador do Novo, que lança oficialmente sua pré-candidatura ao Palácio do Planalto neste sábado, 18.

Gustavo Franco ressaltou que há ativos de imenso valor, como a Petrobras e o Banco do Brasil, e é preciso pensar muito bem em como fazê-los funcionar melhor tendo a iniciativa privada com papel crescente e até controlador. “A nação deve muito dinheiro e os credores somos nós. A dívida é muito cara, mais cara que o patrimônio rende, então temos de fazer alguma coisa.”

Na sua visão, as atuações de Petrobras, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal precisam ser repensadas. Entre as ideias que disse acreditar que são interessantes ele apontou rever a conexão que existe entre a Caixa e o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). Segundo o economista, a estatal poderia ser mais eficiente se assumisse um papel mais comercial e menos de administração de programas de governo.

Para o ex-presidente do BC, o FGTS não deveria mais financiar projetos de governo, como da casa própria. , uma vez que esse financiamento deveria estar explícito no Orçamento. “Talvez tornar essas empresas em corporações, como ocorreu com a Vale. Há muitas possibilidades interessantes sobre as quais deve-se refletir.”

Fonte: Portal Isto É

Audiência pública vai discutir a privatização de bancos públicos no PI

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Na próxima terça-feira (28), a Assembleia Legislativa do Piauí, vai realizar audiência pública no Plenarinho da Casa, com o objetivo de discutir a futura privatização dos bancos públicos, a exemplo do Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Banco do Nordeste com representantes do Ministério Público do Piauí, Ministério do Público do Trabalho, a APCEF, a Contraf, a AABB, a FENAE e representantes de vários sindicatos. O encontro vai reunir em reunião conjunta das Comissões de Administração Pública e Política Social e de Infraestrutura e Política Econômica.

A deputada Flora Izabel (PT) é autora da proposta. Na justificativa, a parlamentar afirmou que, “é importante o debate, em razão dos bancos federais aos poucos estão deixando de financiar os projetos sociais”.

Segundo a parlamentar petista, os trabalhadores dos bancos públicos estão preocupados com o andamento dos processos de privatização das instituições de grande importância para a economia e desenvolvimento do país.

Para a deputada, trata-se de uma “privatização absurda porque, todos, são bancos lucrativos e de grande valor histórico e social para a economia”. Quem perde com isso é o cidadão que necessita dos serviços bancários.

Flora Izabel disse que “o trabalho da privatização já foi iniciado pelo governo federal, tendo em vista os financiamentos sociais começaram a ser afetados com os cortes dos recursos das habitações populares.

Além disso, o plano de demissões e de fechamento de mais de 400 agências só do Banco do Brasil são indícios claros de que a privatização já avança a passos largos.

Convidados – Foram convidados o Superintendente do Banco do Brasil, Pio Gomes de Oliveira Júnior; Francisco Elziomar Nunes Guimarães, Superintendente da Caixa Econômica Federal; Francisco das Chagas Lopes, Superintendente do Banco do Nordeste; Marcos Cortez Rufino, da AABB; Maria da Glória Araújo Silva, da APCEF.

Também participarão das discussões representantes do Ministério Público do Piauí, da FENAE, da CUT e do Ministério Público do Trabalho.

Fonte: Portal O Dia

Reestruturação faz BB fechar única agência da rede em Sarapuí, interior de SP

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A única agência do Banco do Brasil de Sarapuí (SP) foi fechada nesta sexta-feira (17). O fechamento faz parte da medida anunciada pelo banco em novembro com o objetivo de economizar R$ 3,8 bilhões.

Segundo o banco, os correntistas terão que ir até a agência de Itapetininga para resolver os problemas administrativos, como depósitos e retirada de talões de cheques. Já os saques podem ser feitos em agências dos Correios.

Além disso, o Banco do Brasil afirma que coloca à disposição dos clientes os serviços do Banco Postal, além dos canais alternativos de atendimento: Internet Banking e Central de Atendimento.

Reestruturação

O fechamento faz parte do plano de reestruturação do Banco do Brasil. Ao todo, estão sendo fechadas 402 agências, da quais 379 estão sendo transformadas em postos de atendimento e 31 superintendências regionais encerradas.

Com esta medida, o BB alegou que economizará R$ 3,8 bilhões, dinheiro que será investido em unidades virtuais. Atualmente, existem 245 unidades virtuais e até o fim do ano devem ser criadas outras 255 em todo o país.

Em novembro de 2016, o Banco do Brasil divulgou a lista com as agências afetadas.

Fonte: Portal G1

Com as mudanças no BB pioram as condições de trabalho

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Com o fechamento de 402 agências e a transformação de outras 379 em postos avançados de atendimento (PAA) com quase dez mil demissões, as condições de trabalho dos funcionários do Banco do Brasil pioraram muito. Inúmeras denúncias chegam aos Sindicatos. Gerentes de PAA estão atuando como gerentes gerais, sem a devida comissão, sobrecarregados de serviços. Um dos prejudicados afirma que cuida do posto inteiro, que antes era uma agência, das máquinas, ambiente, segurança, atendimento, funcionários, vendas, inadimplência e reclamações de clientes. Tudo isso com menos funcionários.

Para Ernesto Izumi, secretário de organização do sindicato, “isso é desvio de função”, e continua, “gerentes de PAA estão recebendo comunicados como se fossem administradores, convocados para reuniões de gerentes gerais”

A situação dos PAA’s ainda se agrava devido a atribuições que são indevidas nesses setores. Os postos estão sendo obrigados a cumprirem metas separadas das metas das agências centralizadoras, e os gerentes gerais querem que os gerentes de PAA façam “negócios” para a centralizadora.

Essa política da direção golpista do BB tem um objetivo claro: precarizar e em seguida fechar os postos. Para a direção da empresa o fechamento de agências e postos tem como finalidade “reduzir” custo; conversa para boi dormir! Todo mundo sabe que praticamente todas as dependências do banco que foram fechadas são altamente lucrativas, basta ver o fabuloso lucro do banco ano após ano.

Com o fechamento de agências e posto houve um aumento considerável de reclamações junto ao Banco Central por parte dos clientes por mau atendimento devido a falta de pessoal, aumento na espera em filas, que chega ao absurdo de ficar por mais de duas horas, etc.

Fonte: Diário Online Causa Operária

Servidores da Paraíba trocam BB pelo Bradesco

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Novo banco responsável pelo gerenciamento da folha do Governo do Estado, o Bradesco vem convencendo clientes a deixar o Banco do Brasil, que detinha a gestão da folha.

A funcionária pública Alice Rocha relatou ao Portal MaisPB que os serviços prestados pelo Bradesco convenceram ela a trocar de banco, a qual era cliente há mais de dez anos.

“Só tenho problemas. Se preciso tirar dúvidas, a Central nunca ofereceu um serviço de qualidade. Além das taxas de serviços inexplicáveis. Como servidora pública, o Banco do Brasil me fazia sentir-se como pedra de tropeço, ao invés de cliente”, declarou.

Alice afirmou ainda que como foi uma das primeiras a ser atendida pelo Bradesco, conseguiu constatar de cedo a diferença de atendimento entre as instituições.

“O Bradesco me traz esperança de um tratamento igualitária e de qualidade. Fui tratada como cliente de fato”, concluiu.

Mudanças na folha de pagamento

O Bradesco ganhou em setembro o direito de gerir a folha de pagamento do Governo do Estado, serviço antes realizado pelo Banco do Brasil. Recentemente, a instituição iniciou o cadastro das contas correntes de servidores.

Em João Pessoa, dois postos foram instalados, um no Espaço Cultural e outro no Centro Administrativo do Estado. Já em Campina Grande, foram disponibilizados unidades de atendimento no Hospital de Trauma e no Garden Hotel. Nas demais cidades, o Bradesco vai atender os servidores nas próprias agências.

Fonte: Paraíba Agora

AGEBB vai entrar com mandado de segurança em ação coletiva preventiva indeferida por juiz

Publicado em: 17/11/2017

A AGEBB protocolou, no dia 31 de outubro, em Brasília, a ação coletiva preventiva que visa resguardar o direito dos funcionários que estão na ativa, solicitando que seja incorporado o direito de não ser descomissionado sem um justo motivo, uma vez que já possuem mais de 10 anos de cargo comissionado. O processo foi distribuído por sorteio para a 12a Vara do Trabalho e não tem agendamento de audiência até o momento.

No dia 14 de novembro o juiz Carlos Alerto Oliveira Senna indeferiu o pedido de tutela de urgência e determinou a notificação do BB. Em razão disso, a AGEBB vai ingressar com um mandado de segurança. No entendimento do juiz é de que se houver o descomissionamento, cada caso deverá ser analisado individualmente e por isso indeferiu a tutela.

De acordo com a AGEBB, a decisão cabe recurso, já que a ação visa declarar a manutenção da gratificação para os funcionários com mais de 10 anos em cargo comissionado, em razão do direito adquirido à incorporação, para que não haja descomissionamento sem justo motivo. “A AGEBB, junto ao seu corpo jurídico, não poupará esforços até que seja reconhecido o direito adquirido dos bancários, que vêm sofrendo com as constantes mudanças efetuadas pelo BB, a fim de não ocorra descomissionamentos em massa, injustos e ilegais”, argumenta o presidente da AGEBB, Francisco Vianna de Oliveira Júnior.

Fonte: AGEBB

Ação coletiva da AGEBB em prol de descomissionados terá primeira audiência em março de 2018

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Protocolada no dia 10 de novembro em Brasília, no Distrito Federal, a terceira ação coletiva da AGEBB em defesa dos gerentes descomissionados do BB deverá ter, em breve, a sua decisão sobre a antecipação da tutela requerida. O processo, que tramita na 14ª Vara do Trabalho de Brasília, tem a primeira audiência agendada para o dia 2 de março de 2018.

Segundo informações da Moraes e Lindgren Advogados, escritório de advocacia parceiro da AGEBB, o processo encontra-se na mesa da juíza Idália Rosa da Silva para decisão quanto à tutela de urgência requerida, que tem o objetivo de buscar a manutenção da gratificação de função.

De acordo com a AGEBB, a ação apresenta as irregularidades face à reestruturação que o BB vem sofrendo e demostra os prejuízos sofridos pelos funcionários, principalmente os da classe gerencial, que perderam a sua gratificação de função recebida há mais de 10 anos e sofreram, consequentemente, uma redução salarial.

O pedido principal da ação coletiva, porém, é para que seja mantida a gratificação de função, assim como era paga antes da reestruturação, nos termos da Súmula 372 do Tribunal Superior do Trabalho (TST). Inclui-se ainda o pedido, na ação, que haja a declaração de nulidade da redução salarial em tutela de urgência. “Acreditamos que a decisão sobre a tutela deverá sair em breve e estamos otimistas com mais uma decisão favorável, assim como tivemos nas outras duas ações coletivas em prol dos descomissionados que também tramitam em Brasília”, declara o presidente da AGEBB, Francisco Vianna de Oliveira Júnior.

O presidente da AGEBB explica que a entidade, desde o lançamento do plano de reestruturação, tem chamado a atenção do banco para a questão da Súmula 372 e a geração de passivos trabalhistas, além das injustiças contra os gestores em todo o país. “Dezenas de gerentes de unidade e Genegs foram ou ainda serão descomissionados ou rebaixados, de acordo com levantamento realizado pela associação dos gerentes. Nas conversas que temos mantido permanentemente com executivos do BB, sempre recebemos a garantia de que todos os gerentes seriam realocados, o que não tem ocorrido em todas as situações”, afirma Vianna Junior. “A AGEBB quer fazer valer o direito da manutenção dos ganhos, sem qualquer redução, para os gerentes que há mais de dez anos recebem comissão de função”, completa.

Fonte: AGEBB

Clientes do BB com Ourocard já podem experimentar o Android Pay

Publicado em: 16/11/2017

A partir desta terça-feira, 14, os clientes do Banco do Brasil portadores de cartões Ourocard Visa já podem utilizar o Android Pay, solução de pagamentos lançada pelo Google nesta manhã.

Durante a coletiva de imprensa realizada em São Paulo, o diretor de meios de pagamentos do Banco, Rogério Panca, destacou o sucesso dos trabalhos conduzidos entre o BB e o Google: “A parceria com o Google foi construída com muita dedicação de nossas equipes e permitirá que os clientes do BB com Ourocard experimentem o Android Pay pela primeira vez no Brasil. A agilidade e praticidade que essa tecnologia oferece melhora a experiência dos nossos clientes na hora de fazer seus pagamentos com cartão e contribui para fortalecer ainda mais a nossa estratégia #maisquedigital”, celebra Panca.

O Android Pay se soma ao leque de serviços de pagamentos que o BB já disponibiliza hoje para seus clientes, inclusive como o próprio App Ourocard, onde os clientes fazem pagamentos por aproximação do celular, acompanham a fatura em tempo real e podem contestar compras não reconhecidas, dentre outras funções.

Os clientes do BB que quiserem utilizar o Android Pay devem baixar o app na loja de aplicativos Google Play e cadastrar seu cartão Ourocard Visa. É preciso ter um dispositivo Android com KitKat (4.4) ou versões mais recentes e o App Ourocard instalados para a validação do cartão no Android Pay. Em alguns smartphones, o aplicativo também já pode vir instalado. Caso o cliente já tenha um Ourocard Visa associado a uma conta do Google, bastará confirmar alguns dados para adicioná-lo ao Android Pay.

Em lojas físicas, os clientes poderão pagar compras de até R$ 49,99 apenas desbloqueando o aparelho, sem a necessidade de abrir o Android Pay. Será necessário digitar a senha na máquina para compras superiores a esse valor. Nas compras em aplicativos e lojas virtuais parceiras será preciso apenas escolher a opção Android Pay na hora de pagar, sem a necessidade de informar dados do cartão de crédito.

Pagamentos por aproximação no BB

Nos últimos anos o Banco do Brasil tem investido no desenvolvimento de diversas soluções digitais para pagamento de compras com cartão, como parte de sua estratégia de melhorar cada vez mais a experiência do cliente, oferecendo formas mais modernas, práticas e ágeis para realizar esse tipo de transação.

Atualmente, os clientes que possuem cartões Ourocard estão aptos a pagarem suas compras por aproximação de diversas formas, a exemplo do App Ourocard e o mais recente lançamento, a Pulseira Ourocard.

Pulseira

A Pulseira Ourocard é o primeiro dispositivo vestível (wearable) da instituição e o único no país que permite compras no débito ou crédito. Quem opera toda a transação é o lojista. Ele informa a forma de pagamento escolhida pelo cliente, débito ou crédito, digita o valor e solicita ao usuário que aproxime a pulseira da máquina. O pagamento é concluído em poucos segundos.

Sem depender de bateria e à prova d’água, a proposta do acessório é oferecer maior praticidade e conveniência aos clientes, especialmente, em situações de lazer e entretenimento, como assistir a um show, ir à praia, praticar esportes ou ir à academia.

Atualmente a pulseira Ourocard está disponível para portadores Ourocard Visa Platinum e Visa Infinite e em breve para demais modalidades Visa.

Função TAP and PAY

A função tap and pay é uma das funcionalidades que contribui para a melhor experiência de pagamento. Disponível no App Ourocard e agora no Android Pay, o cliente configura previamente, via aplicativo, o cartão a ser utilizado para pagamento. Em transações de baixo valor libera o telefone com biometria ou senha do telefone, aproxima o smartphone da máquina e o pagamento é realizado.

Pagamento com pontos

Por meio do aplicativo Ourocard, o cliente pode escolher pagar com as funções débito, crédito ou com pontos Livelo, acumulados no programa de relacionamento Ponto pra Você.

Para efetuar um pagamento com pontos, os clientes devem informar ao lojista que a compra será paga por aproximação, na função crédito. Ao abrir o aplicativo, basta selecionar o cartão Ourocard Visa, clicar no ícone do pagamento da compra por aproximação e selecionar a opção Pontos. Depois, o usuário digita o valor da compra em reais no aplicativo, autoriza o pagamento com pontos e aproxima o celular da maquineta do lojista.

O app converterá o valor da compra em pontos Livelo e realizará o débito dos pontos no saldo do programa. O cliente ainda receberá pontos Livelo ao realizar o pagamento, já que a transação está no fluxo de um pagamento com a função crédito.

A opção está aberta a mais de 1,5 milhão de estabelecimentos comerciais habilitados para o recebimento de pagamento por aproximação (NFC).

Fonte: Banco do Brasil

TCU vê financiamento irregular do BB à socialite e apresentadora Val Marchiori

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Auditoria do TCU (Tribunal de Contas da União) concluiu que o Banco do Brasil concedeu irregularmente um financiamento à socialite e apresentadora de TV Val Marchiori. O relatório diz que os gestores da instituição descumpriram normas internas ao liberar R$ 2,79 milhões para uma empresa da qual ela é sócia.

O caso foi revelado pela Folha de São Paulo em 2014. O documento, obtido pela reportagem, propõe que os ministros do TCU apliquem multas de até R$ 58,2 mil a 13 gestores do banco por, supostamente, darem pareceres favoráveis à concessão do crédito, “sem fazer as análises técnicas necessárias”. Além dos auditores do tribunal, o Ministério Público de Contas sugere as mesmas sanções.

O julgamento foi iniciado em 13 de setembro, mas suspenso por um pedido de vista, após divergência entre os integrantes do plenário.

Os recursos foram liberados em 2013, durante a gestão do ex-presidente do BB Aldemir Bendine -atualmente preso pela Operação Lava Jato-, que era amigo de Marchiori. O empréstimo foi concedido à Torke Empreendimentos, que tinha a socialite como administradora.

O dinheiro vinha do Programa de Sustentação do Investimento, do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).

A Folha de S.Paulo revelou que Marchiori foi orientada pelo BB e, menos de um mês antes de pedir o apoio financeiro, alterou o objeto social da empresa para enquadrá-la nas regras para obtenção de crédito. A Torke passou, então, a ter entre suas atividades “o transporte rodoviário de produtos perigosos”.

O financiamento se destinou à compra de cinco caminhões. Os veículos foram alugados para uma transportadora do irmão dela, prestadora de serviços para o frigorífico Big Frango, adquirido pela JBS em 2014.

O TCU analisou as condutas dos gestores do banco que deram aval à operação.

Eventuais irregularidades atribuídas a Bendine e Marchiori não estavam no foco da fiscalização.

A auditoria sustenta que o empréstimo foi aprovado em desacordo com os normativos do BB porque a apresentadora tinha histórico de inadimplência com o próprio banco, o que impediria a concessão de crédito não só para ela, mas para a empresa que representava.

“Verificou-se que não foram realizadas análises técnicas suficientes para a aprovação do referido financiamento e, tampouco, houve, no dossiê da operação, qualquer menção ao normativo que regula a realização de operações customizadas”, diz trecho de relatório.

PORSCHE

O TCU também fiscalizou outro empréstimo do BB à Torke, de R$ 200 mil. O montante era proveniente de uma linha de crédito do próprio banco e foi empregado na compra de um Porsche Cayenne, de uso da apresentadora. A auditoria concluiu que, nesse caso específico, não houve irregularidade, pois, pela legislação, o uso do veículo não precisa estar associado aos objetivos sociais da empresa. Além disso, as prestações foram quitadas.

O financiamento de R$ 2,79 milhões ainda está em curso. Não há data para que o processo volte a julgamento.

Na sessão de 13 de setembro, o relator, ministro José Múcio Monteiro, votou para que as multas não fossem aplicadas aos gestores do BB. Argumentou que a operação não representou “risco ou efetivo prejuízo” à instituição. Considerou também que não ficou demonstrada ilegalidade nas condutas.

O ministro citou decisão da Justiça Federal em São Paulo que rejeitou denúncia do MPF (Ministério Público Federal) contra Marchiori, o irmão dela, Adelino Marchiori, e o gerente do BB Alexandre Canizela. A decisão foi mantida pelo TRF-3 (Tribunal Regional Federal da 3ª Região), mas a Procuradoria da República recorreu ao STJ (Superior Tribunal de Justiça).

O ministro André Luís de Carvalho discordou da posição de Múcio e pediu vista do processo. A decisão dependerá do plenário do TCU.

OUTRO LADO

O Banco do Brasil diz que prestou as informações solicitadas pelo TCU e demonstrou “a regularidade das operações”. O banco afirma que os fatos foram investigados pela Polícia Federal, que concluiu não ter havido irregularidade e que a Justiça Federal julgou improcedente denúncia do Ministério Público Federal.

O advogado de Val Marchiori, André Boiani de Azevedo, disse que as investigações demonstraram não ter havido nenhum tipo de fraude ou de influência de Aldemir Bendini para viabilizar os empréstimos. Ele afirmou que sua cliente seguiu os trâmites do banco e que partiu do próprio responsável pelo processo orientação para que o objeto social da empresa fosse alterado.

Fonte: Portal O Dia

BB e Petrobras lideram ranking de eficiência das empresas estatais

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O Ministério do Planejamento divulgou nesta sexta-feira um ranking de eficiência das empresas estatais. Petrobras e Banco do Brasil receberam a maior nota: 10. Alvo da maior investigação da história do país, a petroleira conseguiu a nota máxima em todos os critérios.

— Aquela Petrobras que teve todos aqueles escândalos não tiraria nota 10. Essa Petrobras merece nota 10 — frisou o ministro Dyogo Oliveira.

Segundo o Indicador de Governança da Sest (Secretaria de Estatais) mostrou que o BNDES ficou com nota 9,5. Eletrobrás e Engea tiveram 8 e Caixa Econômica Federal, Banco do Nordeste do Brasil (BNB) e Banco da Amazônia (Basa) ficaram com 7,5.

Essas empresas são as melhores classificadas. Entre os critérios estão: gestão, controle, auditoria, transparência e o trabalho dos conselhos, comitês e diretorias. O planejamento financeiro ficou de fora da avaliação.

As melhores colocadas estão no grupo um. A divisão vai até o grupo quatro, onde são enquadradas as empresas com a pior avaliação. Entre elas, estão a Hemobrás (Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia), a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e a Telebrás.

— Não tenho dúvida que a cada avaliação vamos ver uma evolução desse numero.

O Planejamento avaliou 48 de empresas de controle direto. A intenção, entretanto, é que todas as 150 estatais recebam notas.

Durante a entrevista coletiva, Dyogo foi questionado sobre as promessas de greve de funcionários públicos e a tramitação da medida provisória que adia o reajuste dos servidores. Segundo ele, é normal os parlamentares fazerem emendas com novas propostas. A MP recebeu 255 propostas de alteração. Algumas distorcem a medida.

No entanto, ele ressaltou a importância de manter a medida que faz parte do ajuste fiscal do governo. Frisou várias vezes que os funcionários públicos não têm culpa desse atraso, mas ele é importante para o equilíbrio das contas do país.

— Essa medida não trata de uma responsabilização dos servidores. Não há condição de se esquecer que há um desequilíbrio fiscal no pais e o governo não tem condição de pagar o reajuste — falou o ministro.

— Dentro das dificuldades que o país está passando, essas medidas foram necessárias.

Fonte: O Globo

BB obtém nota máxima em indicador de governança do Planejamento

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O Banco do Brasil informou nesta sexta-feira, por meio de comunicado ao mercado, que atingiu o Nível 1, com pontuação máxima, no Indicador de Governança da Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (SEST), do Ministério do Planejamento.

Segundo o BB, o indicador é um instrumento de acompanhamento contínuo que objetiva avaliar o cumprimento dos requisitos exigidos pela Lei nº 13.303/2016, que buscam implementar as melhores práticas de mercado e maior nível de excelência em governança corporativa.

O indicador é composto por três dimensões: gestão, controle e auditoria; transparência das informações; e conselhos, comitês e diretorias. “Na dimensão transparência das informações, o Comitê de Avaliação do IG-SEST apurou que o BB se antecipou às exigências da lei, adotando ações de transparência condizentes com sua importância e com as necessidades do mercado, demonstrando empenho e dedicação de sua área de governança corporativa, tais como a publicação da Carta Anual de Governança, da Política de Divulgação de Informações Relevantes e da Política de Transações com Partes Relacionadas”, diz o BB.

Fonte: Valor Econômico

Ganho do BB aumenta 15% de julho a setembro

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O Banco do Brasil (BB) registrou lucro líquido ajustado de R$ 2,7 bilhões no terceiro trimestre deste ano, alta de quase 16% sobre mesmo período de 2016 e de 2,2% em relação aos três meses anteriores. No acumulado até setembro, o lucro líquido ajustado – que é livre de efeitos extraordinários – é de R$ 7,9 bilhões, desempenho 45% superior a igual período do ano passado. O crescimento foi motivado pela alta das rendas de tarifas, ao mesmo tempo em que o banco reduziu despesas administrativas e de provisão para crédito duvidoso.

As rendas de tarifas atingiram R$ 6,6 bilhões, alta de 9,9% em relação a 2016, com destaque para transações de conta-corrente – alta de 11% ante 2016 – e a administração de ativos ( 27%). As transações via celular e internet foram responsáveis por 72% do total de transações, maior percentual da história do banco. Em setembro, eram 13 milhões de usuários do mobile banking do BB – a meta é chegar a 15 milhões neste ano.

As despesas do terceiro trimestre somaram R$ 13 bilhões, redução de 4,2% ante mesmo período do ano passado. A queda foi puxada pelos gastos com pessoal, que caíram 11,4%. O BB diz que adotou “rígido controle das suas despesas administrativas.” O montante reservado pelo banco para proteção no caso de calote de empréstimos também recuou, 5,8%, para R$ 6,3 bilhões, em linha com a queda na inadimplência no período.

A taxa para atrasos acima de 90 dias passou de 4,1% no segundo trimestre para 3,94% no terceiro, e interrompeu a trajetória ascendente iniciada em dezembro de 2016. Foram as empresas que puxaram a inadimplência para baixo. O segmento de pessoa jurídica viu a taxa cair de 7,35% para 6,7%, enquanto a inadimplência da pessoa física subiu de 3,34% para 3,49%.

A margem financeira bruta do banco caiu 5,6% no terceiro trimestre, na comparação com 2016, para R$ 14,2 bilhões, pressionada pela receita financeira com operações de crédito, que recuou 18%. A carteira de crédito do BB, sem incluir operações com títulos e valores mobiliários privados, recuou 2,1% ante os três meses anteriores e 6,4% em relação a 2016, para R$ 629,4 bilhões.

Fonte: Diário do Comércio

Queda dos calotes puxa alta de 14,6% no ganho de bancos

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Apesar de gastarem menos para cobrir calotes, os grandes bancos não conseguiram acelerar o crescimento dos lucros no terceiro trimestre. Pesou, sobretudo, o desempenho ainda tímido do crédito e o impacto da queda dos juros nas margens financeiras. O resultado líquido de Banco do Brasil, Bradesco, Itaú Unibanco e Santander cresceu 14,6% no terceiro trimestre, ante igual período do ano passado, para R$ 16,4 bilhões.

Os gastos com provisões para devedores duvidosos (PDDs) tiveram uma queda de 21% em relação ao ano passado, para R$ 17,4 bilhões, na soma de todas as instituições.

A oferta de crédito, de forma geral, seguiu decepcionando e deixou alguns bancos abaixo das próprias previsões – a exceção foi o Santander, que viu sua carteira crescer de julho a setembro. No entanto, os grandes bancos preferiram manter suas expectativas para o ano.

O grande entrave à retomada do crédito tem sido as pessoas jurídicas. Os empréstimos neste segmento encolheram em cerca de R$ 90 bilhões no terceiro trimestre, na comparação com o mesmo período de 2016.

Ainda que a pessoa jurídica jogue contra, o quarto trimestre é a aposta dos grandes bancos para ficar dentro das estimativas para o ano. Para 2018, entretanto, há mais otimismo.

Depois de dois anos seguidos de queda, o presidente do BB, Paulo Caffarelli, afirmou que o crédito em geral deve crescer cerca de 6% no próximo exercício. “Uma variável muito importante para o crédito será o crescimento econômico”, afirmou o executivo, ontem, ao comentar os resultados do BB.

Inadimplência

Do lado da inadimplência, apesar de a Oi ainda pesar no indicador do BB, as notícias continuam positivas. Enquanto Itaú e Santander mostraram estabilidade nos calotes a empréstimos, Bradesco voltou a reduzir o seu indicador, considerando atrasos acima de 90 dias. O BB seguiu a tendência e apresentou a primeira redução nos calotes desde dezembro de 2016. E, conforme o presidente do banco estatal, a expectativa é de melhora em 2018, graças à redução do risco da carteira da instituição. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: Isto É

Para o Grupo BB e Mapfre, a sustentabilidade reduz os riscos

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Uma das metas do Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre é induzir boas práticas ambientais, sociais e de governança em sua cadeia de fornecedores. Um exemplo disso é a parceria que o grupo firmou no ano passado com o Sebrae para oferecer cursos sobre processos sustentáveis e gestão de negócios aos prestadores de serviços credenciados que atendem clientes do segmento de seguro de automóvel.

A iniciativa, voltada para os proprietários ou gerentes de oficinas mecânicas, de funilaria e pintura e de empresas de guinchos, tem o objetivo de apoiar esses micro e pequenos empresários no gerenciamento de sua operação, mostrando a importância de investir na melhoria contínua e na gestão de riscos para a perenidade dos negócios — no Brasil, 45% das microempresas fecham antes de completar dois anos de atividade. “O fortalecimento de nossos parceiros visa melhorar o atendimento aos nossos clientes e reduzir os riscos nos contratos”, diz Luis Gutiérrez, presidente do Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre nas áreas de Auto, Seguros Gerais e Affinities.

No ano passado, 150 empreendedores participaram de cursos presenciais em seis cidades do estado de São Paulo. Além disso, o Sebrae desenvolveu uma plataforma de educação online exclusiva para o grupo para atender cerca de 2 000 prestadores de serviços em todo o país. “Levantamos as principais dificuldades na rotina das oficinas, e o curso contempla temas como planejamento estratégico, controle de gastos, trabalho em equipe e gestão de resíduos como óleo, combustíveis, metais e borracha”, diz Fátima Lima, diretora de marketing e sustentabilidade do Grupo BB e Mapfre.

Outra iniciativa na área de educação é a Academia de Sustentabilidade, que pretende incorporar a análise de variáveis ambientais, sociais e de governança nos negócios. Em 2016, o programa capacitou 1 674 empregados, corretores de seguros e inspetores, um número 12% maior do que o registrado no ano anterior. Em 2016, a companhia também fortaleceu seu posicionamento nas redes sociais com a produção de conteúdo sobre a cultura de seguros e mais de 80 milhões de acessos às páginas. No Brasil, apenas em torno de 20% da população contrata algum tipo de seguro.

“Isso significa que quase 80% dos brasileiros não têm apoio financeiro em caso de imprevistos. É uma questão preocupante, mas também uma grande oportunidade”, diz Gutiérrez. Por esse motivo, o grupo tem buscado mais clareza em sua comunicação com os clientes. “Procuramos informar nosso público sem usar os jargões do setor”, afirma.

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Aproveitar as ideias inovadoras que podem surgir fora da organização e aplicá-las internamente, testando as soluções na prática. É essa a lógica por trás do inovaBra Startups, um programa de inovação aberta criado em 2014 pelo Bradesco para apoiar startups que desenvolvem soluções em diversas áreas que possam ser adaptadas ao setor financeiro. As startups recebem mentoria dos técnicos do banco sobre diversos temas e podem realizar testes controlados com grupos de clientes.

Trata-se de um processo de aceleração de companhias que mostrem ter alto potencial de crescimento. “Convidamos essas empresas para desenvolver os projetos conosco. A vantagem está na possibilidade de fazer negócios com o Bradesco”, diz Maurício Minas, vice-presidente do banco. O saldo do inovaBra em três anos de operação é positivo. Nesse período, mais de 1 600 companhias foram avaliadas, das quais 30 foram selecionadas e aceleradas. Desse total, 20 soluções estão sendo adotadas pelo banco.

Uma das iniciativas apoiadas pelo inovaBra é a Ewally, plataforma digital que adota uma tecnologia que permite oferecer, com mais segurança, serviços financeiros à população não bancarizada, como transferências de dinheiro, pagamentos de contas e recargas de celulares. Esse aplicativo, desenvolvido por uma fintech (startup de finanças) de São Paulo, conta também com um gerenciador simplificado para controlar os gastos realizados.

Outra startup acelerada pelo programa é a Rede Frete Fácil, criada em Florianópolis em 2014. Ela desenvolveu uma plataforma de logística que conecta as empresas que precisam transportar mercadorias com os caminhoneiros autônomos. A ferramenta otimiza o tra-balho dos caminhoneiros ao evitar o problema corriqueiro de viagens de volta sem carga. A Rede Frete Fácil tem 100 000 transportadores cadastrados e uma média de 5 000 caminhões disponíveis por dia — segundo ela, a solução permite que os clientes diminuam em até 15% o custo do frete. Além disso, os caminhoneiros têm acesso ao cartão-transporte para o pagamento eletrônico de frete, facilitando esse processo.

A Rede Frete Fácil foi também uma das primeiras empresas que receberam aportes do Bradesco no programa inovaBra ventures, um fundo de venture capital de 100 milhões de reais lançado em novembro do ano passado. A ideia do Bradesco é que esse fundo seja mais uma iniciativa de apoio às startups. Entre as áreas de interesse do fundo estão algoritmos e máquinas, plataformas digitais e infraestrutura tecnológica. O projeto selecionado recebe investimentos de 1 milhão a 5  milhões de reais do fundo.

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Há quatro anos, o banco Itaú Unibanco fez um estudo para compreender o universo de mulheres empreendedoras no país e constatou que os principais desafios estavam ligados ao pouco conhecimento sobre gestão e à falta de networking para ampliar vendas ou acessar novos fornecedores. A instituição também identificou uma característica comum no público feminino: talento para criar negócios e incorporar inovações, mas dificuldade para fazer os projetos decolarem. Um dos motivos era o fato de não saberem lidar com finanças.

Para mudar esse cenário, o banco criou o programa Itaú Mulher Empreendedora, em parceria com a Corporação Financeira Internacional, do Banco Mundial, e com o Banco Interamericano de Desenvolvimento. Assim, o Itaú passou a oferecer uma série de ações presenciais e online para capacitar e conectar empreendedoras.

Em 2016, o alcance dessa iniciativa aumentou. Isso porque a plataforma -online passou por atualizações e foi aberta ao público em geral, não apenas às clientes do banco. No ano passado, foram 239 000 acessos, um aumento de 930% na média mensal em relação à versão anterior. No site, além do conteúdo ligado a marketing, vendas, finanças e trajetórias inspiradoras, as empreendedoras podem se cadastrar para ter acesso a uma área exclusiva, na qual podem publicar cartões de visita e trocar mensagens para firmar parcerias comerciais. Atualmente, mais de 6 000 mulheres estão cadastradas nesse espaço.

Desde o início, o banco organizou mais de 70 cafés de networking, rodadas de negócios e workshops. E, recentemente, o programa deu um passo adiante ao promover também a aceleração de pequenos e médios negócios — uma iniciativa que oferece mentoria e suporte em gestão, em parceria com a Fundação Getulio Vargas. Para a primeira rodada, foram selecionadas 29 empresas de diversos segmentos. No ano passado, o banco fez uma pesquisa para medir o impacto do programa desde sua criação. “As empreendedoras passaram a usar mais e melhor os produtos e os serviços financeiros”, afirma Denise Hills, superintendente de susten-tabilidade do Itaú Unibanco.

As mulheres participantes do programa aprenderam a controlar o fluxo de caixa. Por exemplo, elas contrataram 48% mais antecipações de recebíveis e 16% mais capital de giro em comparação com a média da carteira do banco. Ao mesmo tempo, o refinanciamento de dívidas caiu 42%. “Isso indica que as empreendedoras adotaram soluções adequadas, em vez de cheque especial de pessoa física, que apresenta taxas elevadas e pode levar a um alto grau de endividamento.”

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Ao longo de 2016, o banco Santander concedeu quase 3 000 bolsas a estudantes brasileiros, das quais um terço na forma de bolsas de estágio, cujo número cresceu 270% em relação ao ano anterior. Nesse tipo de bolsa, o Santander patrocina quatro meses de estágio de universitários em pequenas e médias empresas que são clientes do banco, oferecendo um auxílio mensal em torno de 900 reais.

“Com a bolsa de estágio, atuamos na formação dos jovens, incentivamos a criação de emprego e também apoiamos o empreendedorismo. É uma iniciativa relevante em momentos de crise”, afirma Marcos Madureira, vice-presidente de comunicação e sustentabilidade do Santander Brasil. Em 2017, a instituição está oferecendo mais 1 100 bolsas de estágio — podem se candidatar alunos de graduação de qualquer universidade do país.

O apoio financeiro a estudantes universitários é uma das iniciativas no âmbito do Santander Universidades, um programa global do banco que já existe há duas décadas. Em 1997, o banco decidiu que apoiar universidades seria a melhor forma de mostrar seu compromisso com a sociedade do futuro e com os países onde atua. Para o Santander, a educação é a base para enfrentar diversos problemas. “Líderes bem formados são capazes de transformar o país”, diz Ronaldo Rondinelli, diretor do Santander Universidades no Brasil.

Em 2016, o programa mantinha convênios com 389 universidades em todo o país, além de uma rede internacional, com a participação de instituições em Portugal, Espanha, México, Chile e China, entre outras localidades. Além disso, o Santander tem 23 Espaços Digitais — salas com computadores e internet nas universidades para ampliar o acesso aos meios digitais e proporcionar novas metodologias de ensino. No ano passado, 168 000 alunos, professores e funcionários das instituições frequentaram esses espaços.

Para aumentar sua interação com os jovens, o banco lançou em 2016 um aplicativo para telefones celulares, o Santander Universitário, que traz informações antes disponíveis somente em um -hotsite — como oportunidades de emprego, estágios, descontos e promoções. Por meio do Universia, braço social para educação e trabalho, o Santander criou também, em parceria com a Afrobras, uma ONG que atua na inclusão e na valorização dos negros, um site de vagas de estágio e emprego voltado para empresas preocupadas com a equidade racial. A plataforma permite que os jovens cadastrem seu currículo num banco de talentos. “Apoiamos a diversidade porque isso torna as empresas mais eficientes e dinâmicas”, afirma Madureira.

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Fonte: Portal Exame

BB nega separação de banco de investimento

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O Banco do Brasil quer aumentar sua atuação no mercado de capitais, estruturando emissões de títulos de dívida ou ações de outras empresas, disse nesta quinta-feira (9) o presidente da instituição, Paulo Caffarelli.

Ele falou a jornalistas em coletiva para comentar os resultados do banco no terceiro trimestre.

Sem dar detalhes, Cafarelli disse que “novidades virão” sobre esse segmento dentro do banco, mas negou que o BB esteja planejando separar o seu braço de investimentos do restante dos negócios.

“Novidades virão, eu não vou me adiantar, mas eu diria que o banco hoje se preocupa em ter cada vez mais uma área de mercado de capitais bastante atuante”, disse.

Para ele, o mercado de capitais deve ser “uma complementariedade ao crédito”.

“Se o crédito é hoje 60% do nosso resultado, vai chegar o momento que mercado de capitais vai ocupar um bom espaço desse processo, de uma forma absolutamente natural como acontece em outros países”.

Segundo ele, de julho a setembro, o Banco do Brasil coordenou e estruturou 10 operações no mercado de capitais que somam R$ 3,4 bilhões. Entram nessa conta debêntures (títulos de dívida), letras financeiras e notas promissórias.

O banco também atuou em duas operações de securitização e participou de seis das sete emissões de dívida de empresas brasileiras no mercado internacional no período.

No acumulado dos nove primeiros meses de 2017, o BB teve receitas de R$ 584 milhões a partir do mercado de capitais, aumento de 13% na comparação com o mesmo período de 2016.

‘Pode ser melhor’

Caffarelli disse que está satisfeito com os resultados da área de mercado de capitais atualmente, mas que acredita que ela “pode ser melhor”.

“Eu entendo que pelo tamanho do banco e pela capacidade de ações que a gente pode gerar, principalmente por sermos fornecedores de balanço para as empresas (…) que o banco pode ser um ator ainda mais atuante nesse processo”, afirmou.

Ele ressaltou que o BB não atuava nesse mercado até pouco tempo que a instituição “está aprendendo a ser banco de investimento”.

Caffarelli defendeu que o fortalecimento do mercado de capitais será essencial para que o Brasil continue na trajetória de recuperação da economia.

“Eu sempre fui um grande defensor de que o crédito de pessoa jurídica é limitado. O Brasil não vai continuar tendo capacidade de crescimento e de retomada desse crescimento econômico lastreado apenas pelo ‘corporate finance’, pelo crédito nas contas”, afirmou.

“Toda a infraestrutura brasileira será lastreada por mercado de capitais, seja emissão de dívida, seja equity (ações)”, concluiu.

O executivo ressaltou ainda que a redução da taxa básica de juros da economia favorece o aquecimento do mercado de capitais (juros altos inibem investimentos em ativos de renda variável).

“Se você tem uma taxa Selic a 14,25%, você tem menos projetos. Com uma taxa a 7% (…) você tem muito mais apetite a esse tipo de investimento. E isso não prejudica, inclusive, o investidor externo, de olho de que mesmo 7% aqui no Brasil faz um sentido enorme comparado com deflação, com taxa de juros zero (em outros países).”

Nova área de comércio exterior

O presidente do Banco do Brasil anunciou também que vai criar ainda neste ano uma área de comércio exterior, mas que esse novo departamento não vai demandar aumento de custos e nem de estrutura.

De acordo com ele, o banco já tem um histórico forte de atuação em fechamento de câmbio e estrutura de operações, por exemplo, mas pode ser mais efetivo nesse segmento.

“Fazemos isso por acreditar que a retomada do crescimento econômico passa obrigatoriamente também pelo comércio exterior e pela infraestrutura”, disse. “[O comércio com outros países] é uma das vertentes que vai nos antecipar a retomada do crescimento econômico. Só pela demanda interna demoraria mais.”

Fonte: G1

BB evolui, mas números não surpreendem mercado

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Banco do Brasil encerrou hoje o período de divulgação dos resultados dos grandes bancos do país. Enxergamos evolução em algumas linhas do resultado, mas a mesma tendência negativa da carteira de crédito e margem financeira como foi visto nos resultados de Bradesco e Itaú.

A carteira de crédito no trimestre caiu 2,6%, impactada negativamente pela concessão para pessoa jurídica que ainda não mostrou sinais de recuperação. Em contrapartida, BB fez um bom trabalho na redução das despesas com PDD (Provisão para Devedores Duvidosos), ponto que foi comum a todos os resultados dos bancos. Com a queda de 6% no trimestre na despesa com PDD, a margem líquida ficou estável em relação ao 2T17.

Maior receita com serviços e despesas operacionais controladas contribuíram positivamente para o lucro líquido do BB, que atingiu R$ 2,8 bilhões no trimestre, somando quase R$ 8 bilhões nos nove meses deste ano. O ROE (sigla em inglês para Retorno sobre o Patrimônio) ficou em 12,1%, mostrando ainda pequena evolução na comparação com os trimestres anteriores.

Fonte: Empiricus

BB interage com startups e corporações no Vale do Silício

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O Banco do Brasil começou sua imersão no Vale do Silício de maneira avassaladora: a implementação do Labbs, um laboratório de experimentação do Banco. Há pouco mais de um ano, são desenvolvidos projetos dos funcionários do próprio banco, que passam por etapas de incubação e aceleração. O Labbs está localizado na Plug and Play, uma das maiores aceleradoras de startups.

Neste ambiente de co-working, a PnP une corporações com startups. Para Vilmar Grüttner, head of BB Digital Labs, é a união do melhor dos dois mundos. Startups e corporações estão em diferentes extremos no mercado. Startups são empresas novas, ainda testando o modelo de negócios e altamente suscetíveis à mudanças e inovações – na maioria dos casos, são elas as responsáveis pelas grandes inovações que tivemos nos últimos anos.

Já as corporações são empresas tradicionais e que inspiram confiança por onde passam. Seus produtos e iniciativas atingem milhões de pessoas. Devido ao tamanho, é mais difícil mudar a cultura predominante e escalar soluções.

Vilmar enxerga essa imersão no Vale do Silício como uma oportunidade de aprendizado para os dois tipos de empresas. Para o Banco do Brasil, é uma chance de inovar em um ambiente seguro, de testes, antes de trazer soluções escaláveis para os milhões de clientes. No co-working, os testes vão além dos realizados no Labbs: a rede de conexão e a troca de experiências entre startups e corporações trazem resultados impactantes.

“A gente é muito bom para fazer coisas em grande escala, mas qualquer empresa pena para pensar pequeno, mudar”, afirma. A máxima “Não mexer no time que está ganhando” parece ser o que a maioria das empresas seguem, mas os times que não inovam são superados pela concorrência.

Vilmar acredita que as corporações têm o conhecimento de negócio e uma base de clientes eu pode interessar muito para startups, ao mesmo tempo que as corporações podem se aproximar e entender os problemas das startups. “Já chegou startup pedindo para explicarmos o que é boleto, porque eles não usam nos Estados Unidos”, comenta.

As melhores práticas de conexão entre empresas estabelecidas e startups serão discutidas na Corporate Startup Innovation Conference, um evento imperdível em São Paulo da StartSe para tratar da inovação de empresas (sejam elas pequenas, médias ou grandes) e startups.

Contato com outras corporações

No co-working da Plug and Play, também há outras corporações, o que possibilita uma troca de experiências mesmo entre as gigantes. “Cada um tem a experiência local de como engajar com startups do jeito certo, como podemos efetivamente trazer um serviço melhor para o nosso cliente. É um pouco você aprender com o que deu certo ou não com outros parceiros”, comenta Vilmar.

Parceria com o Banco Votorantim

A colaboração literalmente atravessou fronteiras. O Banco Votorantim está desenvolvendo um projeto em parceria com o Banco do Brasil no Labbs, enviando dois representantes do Votorantim para o Vale do Silício.

Fonte: Portal Starstse

Odebrecht diz a Moro que Bendine já pedia propina na presidência do BB

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O empreiteiro Marcelo Odebrecht afirmou, em interrogatório do juiz Sergio Moro, nesta quinta-feira ( 9), ter sofrido um “achaque” do ex-presidente da Petrobras Aldemir Bendine. O ex-presidente da maior construtora do país havia afirmado, em delação premiada, ter repassado R$ 3 milhões a Bendine. Na audiência de hoje, em ação na qual é acusado de corrupção ativa, Odebrecht foi enfático ao reiterar a acusação ao ex-presidente da estatal.

Bendine é réu acusado de exigir R$ 17 milhões em propinas da Odebrecht. Segundo a investigação, ele acabou recebendo R$ 3 milhões em três parcelas de R$ 1 milhão, entre junho e julho de 2015, enquanto ocupava a Presidência da Petrobras. Em troca teria agido em defesa dos interesses da empreiteira.

Os dois estão presos. Odebrecht desde junho de 2015, alvo da Operação Erga Omnes, 7.ª etapa da Lava Jato. Bendine, desde 27 de julho passado, alvo da Operação Cobra, 42.ª fase.

O executivo esteve à frente do Banco do Brasil entre 17 de abril de 2009 e 6 de fevereiro de 2015, e foi presidente da Petrobras entre 6 de fevereiro de 2015 e 30 de maio de 2016. Assumiu o comando da estatal petrolífera com a missão de acabar com a corrupção nas diretorias.

A delação da Odebrecht embasou as primeiras suspeitas contra o ex-presidente do BB e da Petrobras e provocou a deflagração da Operação Cobra.

Nesta quinta, Odebrecht narrou ao juiz Moro que as primeiras solicitações de propinas de Bendine vieram de André Gustavo Vieira da Silva, apontado como operador das propinas, à época em que o empresário estava ainda no banco estatal.

Fonte: Gazeta do Povo

“BB transformou Goiás em um gigante da economia brasileira”, diz Marconi

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O governador Marconi Perillo participou, hoje, de encontro dos administradores do Banco do Brasil em Goiás, no Hotel Mercure. Líderes de todas as agências do BB do Estado debateram as metas alcançadas e discutiram o planejamento para o próximo ano. Convidado para conhecer os números atuais da empresa, Marconi ressaltou que Banco do Brasil (BB) financiou a atividade econômica dos últimos anos e transformou Goiás em um gigante da economia brasileira.

Lembrou que o BB tem, atualmente, uma carteira de crédito de mais de R$ 22 bilhões para investir na construção de casas e no setor do agronegócio, e que foi fundamental para o desenvolvimento agropecuário e industrial do Estado. “É um Banco que desbravou o Cerrado goiano. Coube ao Banco do Brasil financiar a abertura das áreas para o plantio agrícola, pecuária intensiva e extensiva. E, depois, coube ao Banco do Brasil ser decisivo em outra fase, que foi a da industrialização. Operou com muita competência, agilidade e profissionalismo com o rigoroso planejamento do FCO”, destacou.

O superintendente do BB em Goiás, Marcos Sanchez, destacou para o governador que o Banco tem hoje 150 agências, com 2.293 funcionários, e 754 pontos de atendimento em todo o Estado. Agradeceu pela abertura do Governo de Goiás à consolidação de parcerias, e elogiou o esforço fiscal do Estado, que resultou no reequilíbrio econômico antes dos outros entes federados.

Marconi ressalvou que a economia brasileira começa a melhorar, e que Goiás vive hoje uma realidade melhor do que a do País, com o crescimento do PIB acima da média brasileira, e sendo o Estado responsável pela geração de um quarto dos empregos gerados neste ano, com 45 mil postos de trabalho. “No segundo trimestre, o PIB do país foi de 0,6%. E, em Goiás, o PIB foi 4,6 vezes maior do que a média nacional. Também crescemos no volume de exportações pelo 48º mês seguido”, informou. Lembrou os investimentos realizados pelo programa Goiás na Frente e agradeceu ao BB pelo apoio no processo de transformação de Goiás em um Estado moderno, respeitado aos olhos do mundo, “que deixou de ser periférico para ser Central. De tímido para ser protagonista”.

Acompanharam o governador o secretário de Desenvolvimento, Francisco Pontes; o secretário estadual da Fazenda, João Furtado, e o superintendente do Sebrae, Igor Montenegro.

Fonte: Diário de Goiás

BB vai operar impostos de São Bernardo do Campo

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A Prefeitura de São Bernardo, comandada por Orlando Morando (PSDB), consolidou ontem o Banco do Brasil como nova instituição financeira que centralizará a operação da arrecadação de tributos municipais. A previsão é que a troca na gestão do acordo gere economia de R$ 8,9 milhões no decorrer do contrato. A partir de dezembro, a empresa pública será responsável por fazer todo tipo de serviço ligado a cobrança e impressão de impostos, como IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) e ISS (Imposto Sobre Serviços), em substituição ao banco Santander, que tem vínculo ainda vigente, e assinado em 2012.

De acordo com dados da administração tucana, entre as instituições habilitadas, o menor preço das tarifas apresentado foi de R$ 1,32, oferecida pelo Banco do Brasil. Com o ajuste acertado pelo Paço, a empresa fica autorizada a executar o objeto licitado pelo período de cinco anos (60 meses), representando redução de 40% do valor inicialmente proposto. O plano estima aproximadamente R$ 1,8 milhão de contenção de gastos ao ano. Atualmente, a arrecadação é efetuada via ficha de compensação na modalidade cobrança simples. No modelo estipulado neste edital, a modalidade passa a ser do tipo cobrança registrada, o que, segundo a Prefeitura, gera mais segurança nas operações, diminuindo fraudes.

Morando afirmou que a equipe do governo realizou pesquisa de preços para os serviços inseridos na licitação em municípios de tamanho semelhante ao de São Bernardo, onde foi encontrado o “valor médio em tarifas de R$ 2,50” por documento autenticado. “Considerando a competitividade das instituições financeiras parceiras, o valor máximo inicial estabelecido no edital foi de R$ 2,20, o que tornou o novo contrato muito mais atrativo para o erário”, sustentou o tucano. A Pasta de Finanças considera que essa economia provocada será essencial para concretização de investimentos nos setores de Educação, Saúde, Segurança Urbana, sem, no entanto, especificar os projetos. Pontuou ainda que a ação faz parte da política de redução de despesas implementada desde o começo do ano.

Além desta mudança, o Paço prepara novo formato de licitação para operacionalizar a folha de pagamento dos funcionários da administração direta e indireta, o que representa cerca de 22 mil servidores – a atividade é executada hoje também pelo Santander. A proposta preliminar do governo tucano é separar ambos os serviços, atualmente unificados em um único contrato, firmado pela gestão Luiz Marinho (PT). A Prefeitura chegou a realizar audiência pública sob justificativa de dar transparência ao processo e possibilitar às instituições expressar posicionamento sobre o módulo.

Fonte: Diário do Grande ABC

BB elege varejo para elevar crédito em 2018

Publicado em: 09/11/2017

O Banco do Brasil vai ampliar o foco na pessoa física ao retomar o ritmo de concessões de crédito em 2018, enquanto prepara a ampliação da unidade de banco de investimentos e a criação de uma divisão específica de comércio exterior para atender empresas de grande porte.

“Esperamos em 2018 ter uma parte do crédito que hoje vai para grandes empresas mais direcionado para pessoas físicas”, disse a jornalistas o presidente-executivo do BB, Paulo Caffarelli, durante apresentação sobre os resultados do terceiro trimestre.

O executivo previu que o crédito do sistema bancário do país deve crescer ao redor de 6 por cento em 2018.

Fonte: Jornal Extra

TCU quer que BB, Caixa e outros bancos devolvam R$ 38,6 bi à União

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Em busca de alternativas para reforçar seu capital e evitar o descumprimento de regras internacionais de proteção a crises, a Caixa Econômica Federal poderá se vir obrigada a devolver R$ 27 bilhões ao Tesouro Nacional.

A área técnica do Tribunal de Contas da União (TCU) quer que a instituição monte um calendário de restituição do dinheiro recebido da União entre 2009 e 2013. Banco do Brasil, Banco do Nordeste (BNB) e Banco da Amazônia (Basa) também são cobrados por um cronograma de devolução de outros R$ 11,6 bi aportados pela União entre 2010 e 2015.

Assim como as emissões diretas de R$ 426 bilhões (em valores históricos, não atualizados) feitas pelo Tesouro para turbinar a capacidade de concessão de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), as emissões diretas de títulos para os demais bancos públicos também foram consideradas irregulares pelos técnicos da corte de contas, uma vez que não passaram pelo Orçamento.

Além dos R$ 27 bilhões para a Caixa, foram emitidos R$ 9,6 bilhões para o Banco do Brasil, R$ 1 bilhão para o BNB e R$ 1 bilhão para o Basa.

Os técnicos recomendaram que o BNDES entregue um calendário 30 dias após apreciação do processo em plenário, levando em conta o cronograma de retorno dos empréstimos feitos com esse dinheiro. Agora, o entendimento da área técnica do TCU é que a mesma determinação deve ser aplicada às demais instituições financeiras.

A decisão, se ratificada pelo plenário do TCU, pode ampliar os embates entre o governo e os bancos públicos. Hoje, a equipe econômica trava uma batalha para que o BNDES devolva R$ 130 bilhões no ano que vem, além dos R$ 50 bilhões restituídos este ano. A sugestão dos técnicos da corte de contas tem um efeito ainda maior sobre as instituições financeiras oficiais.

Complexa

A operacionalização da devolução do dinheiro pelos demais bancos, no entanto, deve ser mais complexa do que no caso do BNDES, segundo avaliação dos técnicos. Isso porque o Tesouro optou por fazer aportes com títulos públicos (e não dinheiro em espécie) por meio de instrumento híbrido de capital e dívida (IHCD). Neste caso, o tomador paga juros variáveis, mas não tem prazo para quitar o valor principal da dívida – por isso, o valor pode ser contabilizado no capital da instituição financeira.

Como o IHCD tem o propósito de capitalizar as instituições, o dinheiro não está diretamente associado a empréstimos concedidos. Daí a dificuldade de estabelecer um cronograma de devolução. Segundo explicou uma fonte, o capital ampliado desses bancos permitiu um grau elevado de alavancagem para novos financiamentos, que em regra são de longo prazo.

O maior impacto dessas devoluções deve ser sentido pela Caixa, que já enfrenta dificuldades de capital e tem negociado uma operação de socorro para conseguir continuar emprestando sem precisar de uma capitalização do Tesouro Nacional, como revelou o Broadcast.

Se o governo não quiser alterar a situação atual, principalmente devido à delicada situação da Caixa, uma opção é o Tesouro Nacional fazer operações combinadas: a devolução do dinheiro e um novo IHCD, no mesmo valor, desta vez seguindo o rito correto. Ou seja, o governo poderia desfazer a operação original, emitir títulos no mercado, colocar a previsão no Orçamento e então efetuar o novo instrumento híbrido de capital e dívida em favor da Caixa.

A modulação final dos efeitos da decisão e a orientação sobre os procedimentos a serem adotados cabem ao plenário do TCU, alertou a fonte. Um novo IHCD não teria impacto no resultado primário.

O governo atualmente estuda uma série de medidas para reforçar o capital da Caixa, entre elas a emissão de um bônus perpétuo pelo Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) em favor da Caixa e o repasse de parte da carteira de crédito do banco para o BNDES. As medidas buscam evitar que a Caixa descumpra as normas internacionais e fique impedida de continuar concedendo empréstimos.

Alerta

O IHCD em si não é uma operação irregular, mas sim o fato de a capitalização dos bancos ter sido feita com aporte direto de títulos públicos, em vez da integralização em espécie. O próprio TCU chegou a alertar em relatório da unidade técnica sobre a “aderência” dessas operações às regras prudenciais internacionais.

“Operações financeiras que visem à ampliação do capital sob a forma de instrumento híbrido de capital e dívida acendem o alerta para a necessidade de se avaliar, de forma abrangente, a aderência dessas operações aos pressupostos do Acordo de Basileia, sem perder de vista os potenciais efeitos artificiais no resultado fiscal”, diz o relatório.

Já existe hoje no TCU um processo aberto para investigar a regularidade da autorização concedida pelo Banco Central para o aumento de capital regulamentar do Banco da Amazônia, originada a partir de operações de crédito com o Tesouro Nacional “em desacordo com a legislação específica”.

O relatório das emissões sugere que outras apurações podem ser iniciadas para avaliar as operações realizadas com os outros bancos.

Fonte: Exame

Lucro ajustado do BB cresce 45% em nove meses

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O Banco do Brasil divulgou nesta quinta-feira (9) o resultado do terceiro trimestre de 2017, quando obteve lucro líquido ajustado de R$ 2,708 bilhões, valor 15,9% acima daquele registrado no terceiro trimestre de 2016 e 2,2% maior em relação ao segundo trimestre deste ano.

O BB atingiu lucro líquido ajustado de R$ 7,872 bilhões nos primeiros nove meses de 2017, desempenho 45,1% superior a igual período do ano passado, quando o Banco havia registrado lucro líquido ajustado de R$ 5,424 bilhões. O crescimento neste último ciclo foi motivado pelo aumento das rendas de tarifas, redução das despesas de provisão e das despesas administrativas.

As rendas de tarifas registraram R$ 19,2 bilhões, crescimento de 9,9% em relação aos nove meses de 2016, com destaque para as transações de conta corrente e a administração de ativos.

O retorno sobre patrimônio líquido (RSPL) foi de 12,3% nos primeiros nove meses do ano. O BB fechou o trimestre com índice de Basileia em 19,15%. Já o capital principal atingiu 10,04% no final do período, ante 9,18% no trimestre anterior. O Banco permanece acima dos níveis mínimos exigidos pela regulação e dá sequência à sua estratégia de reforçar a base de capital elegível para Basileia III, com meta de capital principal de pelo menos 9,5%, a partir de janeiro de 2019.

Despesas menores

O BB adotou ainda rígido controle das suas despesas administrativas, que acumulam o valor de R$ 23,6 bilhões entre janeiro a setembro deste ano, número 2,7% inferior a igual período de 2016, abaixo da inflação do período e sob controle. O desempenho das despesas administrativas foi influenciado pela queda de 5,7% na linha de despesas com pessoal, quando comparado com o mesmo período do ano anterior.

A gestão das despesas administrativas permitiu ao Banco alcançar índice de eficiência de 38,5% no terceiro trimestre de 2017, ante 38,9% no trimestre encerrado em junho deste ano e 39,7% no terceiro trimestre de 2016. O índice de eficiência mensura quanto o Banco gasta para gerar receita, por isso, quanto menor o número, melhor o desempenho da instituição financeira.

A linha de despesas com provisão apresentou queda pelo terceiro trimestre consecutivo. No terceiro trimestre deste ano, o BB gerou fluxo de provisão de R$ 6,26 bilhões, número inferior aos R$ 7,48 bilhões do último trimestre de 2016.

Cartões e consórcios reforçam resultado

Com um patrimônio líquido de R$ 852,3 bilhões e participação de mercado de 22,9%, a BB Gestão de Recursos (BB DTVM) segue na liderança da indústria de fundos de investimentos ao registrar crescimento nominal de R$ 14,4 bilhões em relação ao trimestre anterior. A captação líquida atingiu R$ 57,6 bilhões no acumulado ao ano, com destaque para as categorias renda fixa, previdência e multimercados.

No segmento tradicional de cartões, o volume faturado alcançou R$ 168,3 bilhões, 7,7% superior aos nove meses de 2016. O faturamento total do Banco do Brasil com o negócio cartão alcançou R$ 69,3 bilhões no terceiro trimestre de 2017, resultado 3,5% maior que o mesmo período do ano anterior.

A BB Consórcios fechou os primeiros nove meses deste ano com volume comercializado de R$ 6,6 bilhões, crescimento de 10% em relação ao mesmo período do ano passado. As receitas de prestação de serviços com consórcios alcançaram R$ 526,7 milhões em nove meses, crescimento de 33,6% em relação ao mesmo período do ano passado.

O crescimento é atribuído à demanda dos clientes por produtos que auxiliem o planejamento financeiro, pelas vendas em canais alternativos, com destaque para negócios realizados via aplicativo para celular, funcionalidade lançada no final de maio deste ano. Também contribuiu para a performance da BB Consórcios a criação de produtos para segmentos específicos, como clientes alta renda ou produtores rurais.

Recuo no índice de inadimplência total

A inadimplência das operações acima de 90 dias caiu de 4,11% no segundo trimestre de 2017 para 3,94% no terceiro trimestre deste ano, em movimento que interrompe a trajetória ascendente iniciada em dezembro de 2016.

A carteira de crédito ampliada do BB chegou a R$ 677 bilhões no trimestre, recuo de 2,7% em relação ao período imediatamente anterior. As operações com pessoa física somavam R$ 187,5 bilhões ao final do mês de setembro, alta de 0,9% no comparativo com o trimestre passado. A carteira de crédito da pessoa jurídica atingiu R$ 267,7 bilhões no terceiro trimestre deste ano, volume 3,4% menor em relação ao final do segundo trimestre do ano.

Crédito ao agronegócio vai a R$ 181 bilhões

O financiamento ao agronegócio encerrou setembro de 2017 com saldo R$ 181 bilhões na carteira ampliada. O montante é 0,6% maior em relação a setembro de 2016. Destaque para o saldo carteira de crédito rural ampliada que apresentou crescimento de 5,0% em relação ao trimestre encerrado em setembro de 2016, alcançando R$ 156,5 bilhões.

O Banco mantém-se, historicamente, como principal agente financeiro do agronegócio no país, contribuindo de forma expressiva para o suprimento da demanda de crédito do segmento. Conforme dados do Sistema Nacional de Crédito Rural (SNCR), o BB detinha 60,1% de participação nos financiamentos destinados ao setor em setembro de 2017.

Recorde nas transações via mobile e internet

As transações via mobile e internet foram responsáveis por 72,1% do total de transações, maior percentual da história. Destaque para o total de 13,1 milhões de usuários do mobile banking, fruto do aprofundamento da estratégia digital do BB. A meta é chegar a 15 milhões de usuários nesse canal ao final de 2017.

Fonte: Banco do Brasil